Crossdresser

Quem É Essa Figura Insólita Chamada Crossdresser?

Que é essa figura insólita, sombria e miasmática, chamada crossdresser? Quem é esse personagem tragicômico, que dia após dia se arrasta nas sombras do seu palco-armário, evitando de todas as formas submeter-se ao olhar público, ao mesmo tempo em que busca por ele avidamente, como um mendigo faminto de exposição, reconhecimento e legitimação?

Acima de tudo: - como legitimar alguém que se recusa a existir?

Comecemos pelo próprio vocábulo "crossdresser", que literalmente se traduz como "aquele ou aquela que se traveste", ou seja, que se veste com roupas culturalmente definidas como de uso do gênero oposto ao seu". Ora, "crossdresser" nada mais é do que um mero eufemismo de "travesti", termo carregado de pesadíssimo estigma cultural, que designa um personagem fortemente repelido pela atrasadíssima sociedade patriarcal brasileira.

No discurso oficial das "famílias", tal repulsa se dá em virtude dos vínculos do travesti com prostituição, contravenção e comportamento espalhafatoso e histérico em público. Mas a verdadeira natureza desta repulsa tem outras origens. De um lado, é um dos frutos malditos da formação machista da nossa sociedade, onde o "ser macho" é o valor mais alto de todos, devendo ser preservado a qualquer custo. Do outro lado, o preconceito contra o travesti tem sua matriz no pior de todos os estigmas sociais que existe: - a pobreza. Travesti é tradicionalmente pessoa pobre, oriunda de camadas na base da pirâmide social, que raramente tem acesso à educação formal de melhor nível e que, pelo terrível preconceito contra a sua condição de transgênero, tem enormes dificuldades de encontrar colocação no mercado de trabalho, o que o leva quase sempre a ter que optar e permanecer na prostituição como forma de ganhar o próprio sustento.

Embora estude o tema há bastante tempo, ainda não consegui alinhavar de modo minimamente consistente quais seriam as grandes (ou mesmo pequenas) demandas e aspirações de um suposto segmento "crossdresser" no Brasil. Todas as vezes que tenho tentado fazer isso acabo sendo fortemente repelida em minhas pretensões de traçar um perfil minimamente consistente do que seria um crossdresser brasileiro. O argumento mais comum contrário à identificação de traços comuns no "crossdresser" brasileiro é que "cada uma é uma", "cada uma tem suas próprias peculiaridades", "cada caso é um caso" e o terrível, espúrio e esdrúxulo argumento de que "é impossível classificar ou generalizar o que quer que seja".

Tenho ouvido muitas e muitas vezes que o único traço comum que possuímos, como pessoas transgêneras, é o desejo de nos vestir e nos comportar como mulheres genéticas. Entretanto, qualquer pessoa com um mínimo de sensatez irá reconhecer que esse traço em nada nos diferencia das travestis, das transexuais, das drag queens ou mesmo das transformistas performáticas. Em outras palavras, se esse for o "único" traço comum identificador do crossdresser como "categoria distinta dentro do universo GLSTB como, repito, afirma a expressiva maioria dos CDs, torna-se altamente arrogante qualquer tentativa nossa de nos firmar como categoria autônoma e independente dentro da classe transgênera.

Por outro lado, qualquer olho e ouvido "mais atento" reconhecerá claramente que as verdadeiras diferenças que distinguem um "crossdresser" de um "travesti" são essencialmente de natureza econômica, social e cultural. Nesse sentido, ao nos afirmar como categoria autônoma, estaremos apenas confirmando a continuidade do sistema de "classes sócio-econômicas" dentro do universo da transgeneridade.

Existirá um outro sentido, uma outra "leitura" do que é um "crossdresser" fora essa que acabo de expor? Pela sua condição econômica, travesti não pode se dar ao luxo de permanecer no armário: - tem que fazer pista. Tem que se montar e se expor à violência e ao ridículo público, diariamente. Não pode se dar ao luxo de se vestir apenas "de vez em quando", refugiando-se na sombra do armário, cultivando a transgeneridade como "fetiche secreto", por sinal bastante oneroso, ao alcance de muito poucos, sempre temendo ser "descoberto", pela mulher, pelos amigos, pelos clientes.

No meio de travestis, não existe "figuras públicas" importantes que "têm de manter em total sigilo a sua imagem pública de machos ilibados". Travesti é invariavelmente pobre; não tem nenhuma "importância" ou expressão pública, nem econômica, nem política, nem cultural. É escória social em todos os sentidos.

Crossdresser não é travesti. Não pode ser nem se identificar com "essa gente".
"Crossdresser" é um termo perfeito para abrigar pessoas de "outros níveis" e que, entretanto, sofrem da mesma "agonia íntima" com relação à sua própria identidade de gênero, a mesma inquietude que ataca qualquer travesti.

Haverá uma outra leitura possível do que seja "crossdresser" no Brasil?

Aqui a questão fica ainda mais complexa, pois dificilmente saberemos. A grande maioria das chamadas crossdressers não se manifesta nunca. E sua não-manifestação torna impossível a tarefa de identificar aspirações, necessidades, desejos e/ou ideais comuns a essa "suposta" categoria.

Diante de tamanha alienação, começo a acreditar que o maior traço comum da "classe crossdresser" é se auto-preservar em todos os sentidos. Ou seja, o que a grande maioria quer é permanecer no armário, protegida, resguardada em suas "imagens públicas" sem jamais correr o risco de ser identificada como travesti (mesmo porque - como nós - o grande público também não faz a mínima idéia do que seja crossdresser. Para o povão, criado no machismo, tudo não passa de bicha...).

Numa sociedade como a nossa, ser reconhecido como TRAVESTI pode significar a ruína pessoal. Nem é bom pensar! Crossdresser é travesti, cujo nível social, econômico e político NÃO RECOMENDA DEFINITIVAMENTE A SUA EXPOSIÇÃO PÚBLICA. É por isso que uma cd chega na porta da casa de outra cd e não sobe a escada. E é também por isso que outra cd pede o seu desligamento sumário de um clube virtual quando se vê convidada a participar mais, a deixar as sombras do anonimato e conviver mais de perto com suas irmãs.

Estima-se que perto de um por cento da população de machos, na faixa dos 18 aos 75 anos, pratique alguma forma de travestismo. Numa cidade do tamanho de Porto Alegre, isso corresponde a cerca de 4.000 pessoas, em cifras aproximadas. De acordo com as últimas estatísticas, cerca de 1/3 dessas pessoas têm acesso à Internet, ou seja, 1.400 pessoas. O número de associadas do maior clube brasileiro de crossdressers não chega a 20 pessoas.

O que é crossdressing? Quem somos nós? Representamos quem? Quais são as nossas aspirações? Gostaríamos de defender exatamente o que? Na ausência de um "breviário de intenções" que represente o crossdresser como "categoria", não vejo como ser levado adiante algo que possa ser chamado de "causa crossdresser".

Assim, continua sendo muito precário falar de um "segmento crossdresser brasileiro". Que forma de exposição ou ação pública pode ser esperada de um segmento social cujas componentes têm medo de arranharem sua imagem pública com o simples ato de subir uma escada, em sapo, para se encontrar com outras cds? Mais ainda, o que se pode esperar de um segmento, em termos de representatividade e legitimação pública, quando seus membros têm horror de qualquer tipo de exposição pública?

Os grandes responsáveis pela falta de identidade e de afirmação dos CDs são os próprios CDs que, pelos mais variados motivos do mundo, não se assumem como CDs.

Até quando nós crossdressers continuaremos "a reboque" das demandas e conquistas, justas e necessárias, dos demais subgrupos transgêneros? Até quando teremos de carregar uma "estrela tatuada no braço", dentro do nosso próprio "campo de concentração"?

 

Dominação com sensualidade

O que passo a contar aconteceu há muitos anos atrás quando eu estava começando a minha vida no crossdressing. Sempre fui um cara sério, altivo, mas discreto, nunca me revelando no cotidiano, mas aprendi a gostar, entre quatro paredes, de homens ousados, intrépidos e que saibam dominar e determinar o que querem me transformando numa fêmea meiga, dócil, carinhosa e safadinha.

Aconteceu numa noite de quarta-feira quando eu e um colega saímos depois da aula para tomar um chope num barzinho no Centro do Rio. O barzinho estava quase vazio e percebi que havia um cara sentado sozinho numa das mesas. Não era o que se possa chamar de bonito, mas era sério, com jeito de homem, macho de verdade, charmoso, um tanto sensual, um corpo um pouco atlético, mas nada malhado, gostoso, meia idade e mulato. Volta e meia nos olhávamos discretamente. Depois de algum tempo ele se levantou para ir ao banheiro e então pude ver que por baixo da calça jeans meio justa havia um volume bastante interessante, fixei o olhar e o cara percebeu. Assim que retornou do banheiro parou em frente à mesa dele, deu uma gostosa ajeitada no pau e sentou-se um pouco afastado da mesa com as pernas abertas e o corpo virado na minha direção. Fiquei desconsertado com a ousadia, pois sou tímido nessas situações. Logo depois meu colega, que não viu nada, foi embora, pedi mais um chope e continuei a olhar, fascinado pelo visual do volume dentro da calça.

Depois de algum tempo fui ao banheiro. Quando me dei conta, ele tinha me seguido e se posicionado num mictório próximo a mim. Me esforcei para ver o pau dele, mas o sacana só me deixou dar uma olhadinha quando balançou para guardar, e que pau!! Caminhou em direção à saída, parou na porta, deu uma olhadinha para fora, conferindo se vinha alguém, voltou, parou ao meu lado e apertando o pau por cima da calça me falou:

- Percebi que você gosta de um bom pau, não?

- É... - respondi entre tímido e nervoso.

- Eu quero ver você me chupando e me dando cheio de tesão, só que agora eu tenho que ir pra casa porque amanhã tenho que acordar cedo.

Pediu o número do meu telefone prometendo me ligar. Se despediu me dando um beliscão de leve no mamilo direito, me deixando excitadíssimo. Dias depois, numa sexta-feira à tarde, me ligou da rua dizendo que queria me ver. Com o coração disparado, me arrumei e saí explodindo de ansiedade. Cheguei ao local marcado e Rocha já estava me esperando. Me convidou para tomarmos uns drinques num bar próximo, onde batemos um papo que logo chegou ao sexo. Me falou que no dia em que nos conhecemos ele estava querendo ter uma transa diferente e como eu era do tipo que o atraía, com o corpo cheinho, e com um bundão gostoso, resolveu me atiçar porque eu tinha dado a dica, olhando muito para o pau dele. Com um jeito sedutor e sacana, me perguntou se eu já tinha experimentado um pau grande e grosso. Respondi que sim e ele me afirmou que igual ao dele eu nunca havia experimentado (depois constatei que realmente ele tinha razão!!). O papo sacana continuou e, naquele clima bem sacana, partimos para um hotel no Centro do Rio. Já dentro do hotel, descaradamente, Rocha passava aquela mão enorme na minha bunda andando pelos corredores do hotel vazio eu andava rebolando. Entramos no quarto e, enquanto eu trancava a porta, ele me abraçou por trás, tirou um sarro delicioso esfregando o caralho duro na minha bunda, ao que eu retribuía rebolando; me acariciando nos mamilos por cima da camisa; enfiando a língua no meu ouvido; esfregando o queixo com a barba um pouco crescida na minha nuca, me deixando quase sem ar. Me disse ao pé do ouvido:

- Eu quero que você seja a minha fêmea fazendo tudo o que eu gosto, tá? E, se você fizer alguma coisa que eu não queira, vou lhe repreender, pois quero a minha putinha bem submissa.

Aquela ordem me deixou completamente excitado e cheio de curiosidade, já que ninguém nunca tinha ousado, até então, a me dar aquele tipo de ordem. Em seguida, me ordenou que tirasse toda a minha roupa e, depois de ter ficado completamente nú, me mandou me virar pra examinar o meu corpo, a minha bunda, e, em seguida, me mandou que tirasse a roupa dele. Sentei na beira da cama, ele deitado na cama com as pernas para fora, e comecei a tirar-lhe os sapatos. O sacana aproveitando que eu estava curvado, enfiou a mão no meu rego e mandou que eu piscasse o cú na ponta do dedo dele, porque queria sentir o quanto eu estava a fim de dar pra ele, e, obedecendo, fui tirando-lhe toda a roupa, até deixá-lo somente de cueca.

Quando vi aquele volume estufando a cueca justa, tive vontade de arrancar tudo e cair de boca, mas ele disse que não era a hora ainda e só me permitiu massagear seu pau. Fiquei brincando de forma bem suave com aquele falo abençoado pelos deuses africanos. Depois de algum tempo, me dizendo que tinha chegado a hora de me realizar, me ordenou que lhe tirasse a cueca com a boca, revelando um caralho enorme, grosso e pulsante (uns 22x 6 !!!). Fiquei ensandecido com aquele monumento negro na minha frente. Vendo a minha excitação (eu sentia o meu rosto ficar quente e vermelho), me disse para punhetá-lo devagar e curtir bem o pau que ia me foder e eu, cheio de tesão, submissamente obedecia.

Depois de me deixar muito excitado, me disse:

- Agora que me mostrou que sabe massagear com essas mãos macias, me mostra o quanto você sabe chupar gostoso, meu viadinho tesudo.

Seguindo as orientações que ele me dava, comecei abocanhando a chapeleta bem de leve, brincando com os lábios e o céu da boca. Em seguida passei a lamber lentamente o pau todo descendo até o saco, depois coloquei as duas bolas dentro da boca, depois voltava à cabeça do pau, primeiro lambendo e depois mamando, aumentando aos poucos o ritmo do vaivém, tentando engolir o mastro todo. Ele suspirava de prazer e me dizia:

- Isso.... assim ... chupa gostoso a pica do seu macho que vai te foder gostoso daqui a pouco...

Até que depois de muito chupar aquele pau maravilhoso, resolvi lamber-lhe o rabo na intenção de dar mais prazer. Levantei o saco com a mão, que era grande, enfiei minha boca entre suas coxas buscando o buraquinho. Ele me puxou pelos cabelos, trouxe o meu rosto próximo ao dele e, me olhando no fundo dos olhos, disse com rispidez:

- Você só tem o direito de fazer o que eu mandar. Eu não quero que me desobedeça, entendeu?

Me deu dois tapas na cara e, ainda me segurando pelos cabelos, forçou a minha boca de encontro à pica, fazendo tocá-la no fundo da minha garganta, quase me sufocando e me fazendo engasgar. Largou os meus cabelos e me ordenou a continuar a mamá-lo. Aquilo me fez sentir remorso por ter desagradado àquele macho maravilhoso e me pus a fazer uma chupeta o mais gostoso que sabia fazer usando os lábios, a língua, o céu da boca, os músculos da garganta.

Em seguida, me ordenou a deitar de bruços e veio esfregando a barba nas minhas costas, mordiscando e lambendo da nuca até o rabo que já estava em brasa, enquanto tirava um sarro com o pau duro nas minhas pernas. Explorou o quanto quis o meu rabo com a língua e com os dedos, me alargando todinho e me fazendo gemer alto e bem feminino de tanto prazer. Percebendo o meu estado de tesão, me dizia:

- Geme, putinha, geme porque você já está doidinha pra levar pica... mas eu vou te alargar só mais um pouquinho...

Continuou toda essa tortura deliciosa, com aqueles dedos grossos me penetrando e curtindo o meu buraquinho. Depois me ordenou para ficar de quatro, colocou a camisinha, lubrificou bem a minha cuceta e o seu pau duro com ky, entrou no meio das minhas pernas, afastando as minhas coxas com os joelhos dele, me deixando com a bunda toda escancarada pra ele. Ficou dando umas pinceladas na portinha, me mandava ficar mordendo, chupetando a cabeça do pau dele com a cuceta, metia e tirava a cabeça bem devagar, que sensação maravilhosa eu estava tendo. Depois de me deixar alucinado de tesão com essas brincadeiras na portinha, que adoro, me segurou pela cintura e meteu o pau todo, forçando lentamente, mas com vontade. Graças ao gel, a penetração era facilitada, até que, passada a dor inicial e já não agüentando mais de tesão, passei a implorar que me fodesse gostoso. Parece que as minhas palavras deram um clique nele. O macho tarado acelerou os movimentos, dando estocadas com força e me fodendo feito um animal, sempre me puxando com os braços e me mudando de posição sem tirar a piroca de dentro de mim e me dando tapas na bunda, que já estava vermelha de tanto apanhar. Mas eu já nem sentia tanta dor, só me dava mais tesão. Enquanto isso, me mandava olhar para os espelhos do quarto e me sussurrava ao pé do ouvido:

- Olha como você está sendo bem fodida, putinha, e agüentando minha pica preta todinha dentro dessa bunda branca...

Eu gemia de tesão e, quanto mais eu gemia, ele me fodia com mais força, dando uns tapas na minha bunda. Quando parava de meter, me dava ordens para rebolar na pica dele e mordê-la com as pregas do cú. Eu obedecia e agia feito uma putinha depravada. Depois ele voltava a meter com força e me apertava os mamilos me deixando alucinado de tesão. Me sentia o máximo sendo a viadinha daquele tesão de homem.

Acabamos na posição de frango assado com Rocha me olhando fundo nos olhos, me dominando só pelo olhar, dando estocadas aceleradas e profundas, enquanto segurava os meus pulsos me impedindo de me tocar, dizendo que eu iria gozar gostoso só com a pica do meu macho toda atolada no cuzinho. Até que, não conseguindo agüentar mais, explodimos num orgasmo, quase aos gritos e praticamente ao mesmo tempo. Acho lindo quando o macho tem controle sobre o gozo e espera pra gozar junto. Foi uma foda alucinante, até então eu nunca tinha sentido tanto tesão como naquele dia. Passivo sempre gostei de ser, mas aprendi com ele a ser mais feminina, obediente e submissa.

Fomos amantes (ele tinha suas namoradas) durante um bom tempo. Parecia que a minha cuceta havia nascido pra aquela pica, porque depois de algum tempo já nem sentia tanta dor na hora da penetração, só prazer. Depois ele me exigia sempre usar calcinha nos nossos encontros. Hoje, adoro usar calcinhas, lingeries, saltinho, me depilar todinha, me maquiar, me comportar e falar como fêmea.

Se você se interessou entre em contato, tá?

Sou do Rio de Janeiro, só curto macho 1000% ativo, cacetudo, qualquer estado civil, de preferência acima de 30 anos, para um encontro gostoso, para ser amante ou namorada. Sem camisinha não tem festinha, discrição e sigilo são fundamentais. Sou uma cd branquinha, passivíssima, obediente, 1,74m, 80 kg, quarentona. Entre quatro paredes, solto a fêmea reprimida no dia a dia que não revelo nunca à sociedade, pois é o meu segredinho. Beijocas aos leitores do conto.

Email / msn:

valeriapassivinha@hotmail.com

Deflorado sem pena nem dó e transformado em uma puta vadia

Tudo comecou bem cedo ainda quando pequeno me fechava no banheiro ou no quarto, usando as calcinhas, sutiãs, vestidos, meia-calças etc de minha mãe e irmã. Sempre ficava muito excitado. Até a primeira vez que ejaculei estava com uma linda camisolinha. O tempo foi passando, fui crescendo, e esse costume foi desaparecendo, mas sempre mantive o fetiche por roupas e acessórios femininos, principalmente lingeries. Um dia resolvi colocar um anuncio meu, em um desses sites de classificados eróticos que tem pela Internet, na mesma semana recebi um e-mail de uma mulher que se dizia casada, mãe de 2 filhos e estava a procura de um novo parceiro, um homem passivo que permitisse fazer o que ela quisesse, que pudesse transforma-lo em sua "putinha", apos algumas trocas de e-mail ela me passou seu numero de celular, e telefonei apos muita conversa, desabafos, confissões(nos tornamos bem amigos antes de irmos pra cama) marcamos um encontro em um barzinho. Assim que cheguei no barzinho eu a vi, uma linda morena de 1.70m +/- , olhos negros, uns 68 Kg, seios e bunda fartos. Assim que me viu, veio em minha direção, enfiou a lingua em minha boca e sutilmente deu uma apertada em meus graos. Ficamos um pouco la e depois decidimos ir para um motel, Estamos saindo quando ela me puxou e disse que iriamos no carro dela, pois os acessorios dela estavam no porta mala. Me arrepiei na hora, pois sei que tipo de acessorios ela tinha, o que ela queria fazer comigo, era uma mistura de medo e excitação. Chegando no motel ela tirou uma mala e uma bolsa do porta mala do carro me fez entrar no quarto, quando abriu a mala, tinha varios conjuntos de espartilhos, calcinhas, vestidos, e dentro da bolsa tinha uma verdadeiro colecao de vibradores com e sem cinta, chicote, balls. Assim que vi tudo aquilo ela disse que tinha comprado tudo aquilo especialmente para mim e se transformou completamente da pessoa que tinha conhecido no telefone. Ela uma mulher má, me pegou pelo cabelo, me colocou em uma cadeira e falou o que iria vestir. Coloquei um espartilho preto com uma linda renda, meia, salto alto e por cima um vestido maravilhoso preto com alcinha, assim que me vestiu, ela me maquiou, colocou uma peruca morena. Pegou a bolsa e entrou no banheiro. Ficou la uns 20 minutos, foram os mais longos de minha vida, quando saiu, estava vestindo um corpete de couro com uma sainha e por baixo se podia ver que tinha uma cinta com um consolo. Logo me pegou, me colocou na cama pediu para eu ficar de bruços com o queixo apoiado em suas coxas e comecou a dar tapas na bunda enquanto mandava eu chupar o consolo, começou a me chamar de vadia, puta, cadelinha ordinária enquanto me fazia engolir aquilo isso durou uns 5 minutos, logo em seguida me pegou pelo vestido me colocou contra a parede e falou agora vou fazer vc sofrer minha mulherzinha safada.. leventou a saia de meu vestido, abaixou a calcinha, vou dar o que vc quer minha linda...passou lubrificante foi enfiando seu dedo para lubrificar bastante o meu cuzinho virgem e mais um dedo eu comecei a gemer...isso minha puta tá gostando né...rebole minha flor e relaxe...bem essa bundinha...que eu vou começar a esfolá-la vou arrebentar esse cabacinho...vou fazer desse seu cuzinho uma bocetinha gulosa... e comecou a meter aquela vara de silicone tão perfeita como se fosse uma pica de verdade até a textura.. em mim, eu estava me deliciando pensando que ele ia enfiar carinhosamente ledo egano ela enfiou sem do, tudo de uma vez.....eu dei um grito de descontrole...e ela também gritou...calada sua filha da puta...calada...aguente como uma verdadeira mulher...eu sei que vc estava doidinho para dar essa bundinha...eu comecei a chorar de dor...e ela ria...isso menina chora...mas, logo vc vai está chorando pela bundinha vai...relaxa que vc vai começar a sentir o que é bom.... fico ali metendo...toma sua puta...tá sentindo suas preguinhas indo, indo embora...tá sentindo minha pica socar suas entranhas de piranha...vou meter até vc desmaiar de tanto gozar...toma nesse cu delicioso...engole a minha pica todinha...assim...tá quase todinha dentro de vc.....quando vc acostumar eu vou colocar uma bem mais grossa e mais comprida...vc quer....diz minha menininha...vc quer ou não quer?....eu falei baixinho...não essa tá boa...Porra que mulher é vc...tenho que alargar esse seu cuzinho...e a cada troca de pica vai aumentando o seu prazer....isso...rebole..isso geme sua puta....ta gostando de ser deflorada....tá se realizando meu amor....fale....eu não conseguia falar...só gemer e sofrer....mas uma onda de tesão foi inundando todo o meu corpo....eu me sentia uma mulher.....ela me xingava eu dava gritinhos de quero mais! Depois de uns 25 minutos me fodendo ela tirou o pau de meu cu, pegou um chicotinho na sacola me mandou levantar a saia e começou a me chicotear. Foi uma sensacao maravilhosa estar dominado por uma mulher, ser a mulher de uma mulher. A dor do chicote e a do meu rabo por ser estuprado não era nada em comparação ao meu prazer... Apos isso.. ela mudou de atitude de uma hora pra outra... abaixou minha saia... tirou a cinta com o consolo e ligou o radio e comecamos a dancar, a nos beijar, pareciamos tuas lesbicas se esfregando. apos um tempo assim, ela tirou meu vestido, me deixou com as roupas intimas... colocou meu pau de fora, comecou a puxa-lo, aperta-lo e chupa-lo..Que grelão lindo minha putinha...ela machucava o meu saco...e chupava com velocidade....até que não deu mais e eu gozei como nunca...esguicho e esguicho de porra, sujei toda a calcinha que estava meio arriada, novamente ela se transformou. Tirou um vibrador da bolsa colocou no meu rabo mandou segura-lo.. e sentou no meu pau.. ficou assim subindo e descendo... ate gozar, quando tirou o vibrador.. tinha um pouco de sangue.. mas a sensacao de estar realizado foi muito maior. Nos trocamos novamente... Ela me levou ate o barzinho onde esta meu carro, chegamos ate nos falarmos mais umas 2, 3 vezes, mas ela dizia que ja tinha realizado a grande fantasia dela. E agora sua vida sexual com o marido estava bem melhor gracas a mim. Ja não converso com ela a uns 10 meses, mas sempre fico na espera dela me telefonar novamente para uma nova aventura. Se voce e mulher e gostaria de transformar um homem em sua putinha, ou um travesti ou um crossdress (Homem que gosta de se vestir de mulher). Escreva para mim, quem sabe nao trocamos confidencias nos tornamos amigos ou amiguinhas secretas... ou quem sabe algo mais.
Meu endereço de e-mail e:

benjamimmaiadias@yahoo.com.br

Minha Prima me trasformou em uma putinha safada

Sempre tive um tesão enorme pela minha prima, moravamos praticamente juntos era um casarão de dois andares nós moravamos no terreo e ela no segundo pavimento... Desde os tempos de infãncia ela já dava traços da vagabundinha que seria no futuro. Em meio as brincadeirinhas quando tinhamos 10 anos, ela pegava no meu pau, me mostrava a calcinha, deixava eu brincar com a bucetinha dela, tudo na maior inocencia..eu já me mostrava todo tesudinho querendo uma bucetinha. Ela ficava por horas me mostrando (e vestindo) as calcinhas que pegava na gaveta da da minha tia, sua mãe, que por sinal é muito gostosa.. Essa minha tia era tb muito sacana, mais tarde descobrir que ela adora uma pica e transa com vários homens além do meu tio e já se insinuou pra mim também (mas isso é outra história), talvez daí que minha prima seja tào puta quanto a mãe... Minha priminha, experimentava todo o guarda roupa da sua mãe, e parecia, que mesmo pela idade queria é me provocar, desfilando toda a coleção de lingeries.. em meio à essas brincadeiras nós crescemos, ela foi ficando com um corpinho de dar inveja.e eu sempre louco por ela, mas nunca tivemos uma transa de verdade até então.... Ela já tinha os namoradinhos, e eu sempre na bronha em busca de uma buceta. Num belo dia quando cheguei do colégio, passei pelo quarto de minha irmã e a vi completamente nua na frente do espelho, passei direto e fui para o meu quarto bater uma bronha... Pouco tempo depois, Monique (minha prima) bate a porta do meu quarto avisando que iria sair, se despediu e foi embora...nào demorou muito eu já estava no seu quarto remexendo nas calcinhas dela, e tinha de todos os tipos, de rendinha, de todas as cores e fio dental, mais no fundo da gaveta, fiquei surpreso ao achar um vibrador enorme, e fiquei fantasiando Monique enfiando aquele vibro enorme na bucetinha... Não me contive e com um tesão enorme comecei a cheirar aquelas deliciosas calcinhas, brincando com seu vibro, passava a lingua por toda a extensão do vibrador e podia sentir o gostinho de sua buceta, aquilo me deu um tesão enorme. Tirei toda a minha roupa e vesti a calcinha de Monique, me olhava no espelho e me sentia uma graça. Nào satisfeito, eu queria mesmo era parecer com ela, entào abri seu armário peguei suas roupas mais sensuais e comecei a vestí-las, uma calcinha preta fio-dental, um microshort de lycra, e uma blusinha de alcinha, uma sandália com um salto enorme e fiquei admirando minha beleza feminina ao espelho, percebendo logo de cara que minhas curvas eram tào femininas quanto da minha prima.... Minha ausência de pelos contribuia para que a transformação fosse por quase completa, fui correndo para o banheiro e raspei minhas axilas com um barbeador...pronto, eu já era uma menininha...tanto era o meu tesão que meu pau dilatava dentro da calcinha e parecia que iria explodir...fiquei a tarde inteira passeando pela casa, vestida de Monique. Tava me sentindo o máximo, eu nunca tinha feito isso na minha vida, ficava horas me admirando no espelho, encantado com meu corpinho, um bumbum empinado, uma cintura fina, minhas pernas lisinhas saindo em meio a um short apertadíssimo....Me olhando no espelho, de repente vi a imagem de minha prima...me admirando, com um olhar que nunca tinha visto antes...confesso que fiquei com medo, vendo Monique pelo espelho, nào tinha palavras, nem desculpas esfarrapadas na ponta da língua, simplesmente eu estava estático em frente ao espelho e Monique olhando para mim...Ela tomou uma iniciativa e disse:
- E aí??? eu respondi:
- É que eu estava com saudades daquela época que você desfilava pra mim com as roupas da mamãe, daí resolvi vestir as suas...
É logico que essa desculpa nào colou, mas o olhar de Monique me deixava intrigado..ela se aproximou por traz de mim dizendo:
- Sabia que você tem uma bundinha perfeita? Meio sem graça respondi:
- Acho que puxei minha minha priminha...
Ela sorriu e ficou alisando minha bundinha por sobre o short. E continuou:
- Eu não sabia que você era tào gostosa assim...uma verdadeira menina moça..
Deu um sorriso malicioso, olhando para a o vibrador em cima da cama perguntou:
- Quer dizer que você andou usando meus brinquedinhos? Diz aí gostou?
Eu respondi que só tinha visto ele, mas não usei...ela completou:
- Ah, entào vc vai usá-lo comigo, agora...porque você me deixou louquinha só de vê-lo assim...como você quer que eu te chame?
Respondi na hora: Amanda (uma menina que eu era apaixonado na época). Ela continuou:
- Então, Amanda, eu vou te ensinar como se portar direitinho como uma menininha, quer?
Respondi que sim na hora...
- Deixa eu sentir sua bundinha. Disse Monique, percorrendo suas mãos macias pelas minhas costas até chegar no meu bumbum...ela apertou e perguntou:
- Gosta quando eu faço isso?
Eu delirando respondi que sim...Então ela me virou, olhou dentro dos meus olhos e nossas bocas se encontraram num beijo inesquecível, aquele beijo que eu esperava há anos, nossos corpos se tocavam, Monique a apertava contra mim, dizendo:
- Essa tarde vai ser inesquecível pra voce Amandinha! ela se esfregava em min dizendo:
- Vou te ensinar direitinho como ser uma puta, uma vagabundinha´é isso que vc quer...vou ser sua professorinha...vou transformá-la em uma putinha safada..vou te ensinar tudinho...depois serás uma mulherzinha para ninguém bota defeito....Eu estava morrendo de tesào, quando ela me deitou na cama elogiando meu corpo... Eu Amandinha, deitadinha de bruços na cama da minha priminha...ela começou a tirar peça por peça da minha roupa, me deixando só de calcinha, que afastou de lado, abriu minha bundinha e com a língua me deixava louca de tesão...eu rebolava na sua cara e ela dizendo:
- Rebola na cara do seu machinho sua puta, sua vagabunda, sempre achei que um dia eu te dominaria desse jeito...eu vou arrombar esse seu cuzinho virgem. Vou meter esse vibrador inteiro no seu cúzinho...voce vai gozar no meu brinquedinho sua cachorra.
Ee eu rebolava mais e mais...enquanto ela me chupava eu dizia:
- Mete essa lingua sua puta, me faz ser vagabunda como você...arromba meu cuzinho e faz ele ficar igual o seu...eu estou louca de tesão por você, come sua Amandinha vai, come...mete tudo!
Monique pegou o vibro, passou um creme e devagarinho foi metendo,toma pica minha putinha....toma seu cuzinho está alargando e meu pau está de deflorando....estou te comenendo viadinha....tá sentindo suas preguinhas sendo arrebentadas...seu rabinho sendo comido...a dor era forte mas o tesão que eu sentia superava qualquer dor que pudesse atrapalhar aquele momento mágico, eu, de calcinha fio dental, sendo penetrada no cuzinho pela minha tesão de priminha...aquilo era demais pra mim...Ela começou um entra e sai delicioso....toma sua vagaba...ta gostado sua pirainha safada...isso engole meu cacete....nossa que budinha deliciosa...tá bom assim....rebole minha gata...isso pode gemer...eu ia as nuvens, jamais poderia imaginar quanto é bom virar uma mulher....isso minha safada rebole....toma no cú...toma...quer mais...tô te comendo como se come uma cadela no cio....geme safada...e continuava bombando deliciosamente...Até que gozei alucinadamente em cima da cama, foi o primeiro orgasmo anal da minha vida...
Monique se pôs a lamber todo o esperma que foi devolvido através de um beijo delicioso...
E ficamos assim pela tarde...Monique me comendo e eu a comendo...gozei em sua bucetinha, em seu cuzinho e em sua boca...ela me mostrou o quanto era puta e gostava de sacanagem...Monique e eu hoje, frequentamos lugares GLS, onde procuramos nossas companhias para noites alucinadas de loucura e tesão...hoje eu e Monique nos relacionamos com homens e mulheres...e Monique sempre presenteando sua nova "namoradinha secreta" com os modelitos mais sensuais de lingeries, o qual usamos juntinhas em nossas noites alucinadas de loucura...
Se alguem quiser entrar em contato pra um relacionamento sem frescuras e muita sacanagem, estou a procura de homens e mulheres que curtam o mesmo que eu, e quem sabe eu consiga realizar minha fantasia de transar com um gatinho vestida de gatinha. Aguardo ansiosamente seus e-mails.

Ric

ricardopachecooliveira@yahoo.com.br

Crossdresser dotada

Então, começo meu conto me descrevendo para que vocês tenham uma idéia de quem sou e como sou.

Tenho 40 anos e apesar da idade não aparento mesmo. Sou bem jovial, pratico esportes, natação, me alimento de uma forma saudável, enfim...

Tenho 1.76, 74 kilos, cabelos castanhos claros, olhos castanhos esverdeados, pernas grossas e dotadinho, rs (21cm)

Sempre tive tara de conhecer uma crossdresser, até que em uma determinada noite, acabei conhecendo em um chat a Fernanda. Uma crossdresser loirinha, muito gatinha mesmo, bem feminina e dona de uma bunda maravilhosa.

Conversamos bastante e acabamos marcando algo para nos conhecermos. Ela mora sozinha no bairro dos Jardins.

Papo vem, papo vai, alguns vinhos na cabeça..rs Estava morrendo de tesão, meu pau latejava, pois era fascinante ver aquela (meia mulher) ali todinha pra mim e na minha frente. Demorou um pouco até sair o primeiro beijo, que delícia era beijar a Fernanda, sentia realmente algo diferente... nos abraçamos e quando vi, estávamos deitados na cama feito 02 apaixonados. Eu alisava seu corpinho e ela o meu...até chegar em meu pau, que esta altura estava todo babado e duríssimo..ela ficou louca e caiu de boca nele..nossssaaaa que delicia. Ela realmente sabia chupar um pau... eu estava quase gozando quando ela tirou toda sua roupa e ficou peladinha na minha frente. Que loucura, ela tinha um pau maravilhoso, grosso, loirinho como o meu...uma delicia.

Nem precisa dizer que aos poucos acabamos em um tremendo 69. Nos chupávamos feito loucos..mais como a minha intenção era come-la pois sou ATIVO e adoro trepar, logo virei ela de costas e enfiei meu pau com todo carinho em seu rabinho.... ela gritava de dor e prazer..agarrei a sua cintura para que ela não fugisse e comecei a bombar gostoso até anunciar o tão sonhado gozo “prolongado”..rs Gozo muito..de verdade.

Mais o pior estava por vir, pois ela também queria gozar, e nessas alturas eu não podia fazer mais nada... ela me virou, lambeu meu rabinho (que até então era virgem, e enfiou seu pau grosso em mim até o talo, me fazendo chorar de dor... gozei junto com ela, foi uma delicia

Quem quiser me conhecer me escreva

Sou médico, moro sozinho em São Paulo e tenho uma ótima aparência.

marcelo.unicamp@bol.com.br

A Continuidade dos Devaneios de cléo sissy

Como na minha história anterior (“Devaneios da criada cléo sissy”), em que contei como me tornei uma “empregada doméstica” 24/7, estou aqui para falar da continuidade dessa história. Passados 3 anos de dedicação total a minha Senhora, hoje sinto-me quase que totalmente feminina. Tenho seios médios, cintura bem definida (feminina, claro), meus cabelos (compridos) são alisados semanalmente, minha voz se tornou menos grave, bumbum avantajado e bem definido, pele lisa e periodicamente depilada (tudo isso graças às aplicações de hormônios que tomo quinzenalmente durante todo esse período). E apesar de sentir-me feminina, ainda tenho o meu ”dote” masculino, mesmo depois de minha Dona já ter pensado em minha castração. Como isso ainda não ocorreu e para evitar “recaídas” ou pensamentos em masturbação, minha Dona colocou-me um cinto de castidade para, também, manter a sua autoridade sobre meu corpo e meus sentimentos. Confesso que no início do uso senti um desconforto, pois ele me prende pela cintura e dificulta um pouco quando tenho de me abaixar, mas hoje, depois de dois anos (Ela o retira uma vez a cada três meses para higiene e ordenha) já me acostumei bastante. Tenho também uma marca no bumbum (feito por tatuagem definitiva) com as iniciais de minha Dona (L.M.C.) para identificar que sou de sua propriedade, coisa que particularmente adorei o fato dela ter colocado.
Minha Senhora Lívia, me chama apenas de sissy. Ela mantém um relacionamento com uma antiga amiga, a Senhora Cassandra, que também veio morar aqui, em sua casa. Agora, portanto, eu sirvo as duas, com total dedicação e esmero. Minha submissão as duas é total.
Minha rotina diária, determinada pelas minhas duas Senhoras, me mantém bastante ocupada. Acordo pontualmente às 05h30, faço a minha higiene diária e visto meu uniforme daquele dia (tenho um uniforme para cada dia da semana, inclusive o domingo). Sou obrigada também a fazer uma leve maquiagem, para que fique mais feminina. Preparo o café da manhã de minhas Senhoras e não devo me alimentar até elas acordarem e fazerem as suas refeições matinais (por voltas das 08h00). Só depois, com as sobras de suas refeições, é que posso, rapidamente, tomar o meu café. Após limpar e arrumar a mesa e lavar e guardar a louça, inicio a limpeza da casa. Às vezes, antes disso, as minhas Senhoras me determinam que às ajude na preparação de suas roupas para elas saírem para os seus trabalhos. Antes de saírem (geralmente às 08h30), ou a Senhora Lívia ou a Senhora Cassandra, conferem as obrigações que terei de fazer naquele dia, no que corresponderei plenamente. Ao saírem elas trancam as portas, para evitar, talvez, uma possível fuga minha (fato que nunca irá ocorrer). Inicio, então, minhas obrigações diárias: varrer totalmente cada cômodo da casa, tirar o pó dos móveis (duas vezes por semana tenho de lustrá-los), passar um pano nas janelas (e também duas vezes por semana, lavar), arrumar totalmente os quartos da casa, trocando a roupa de cama todo dia (fato que me força a lavá-las também diariamente) entre outras pequenas tarefas em relação à casa em si. Geralmente termino por volta das 11h00. Às vezes, tenho de terminar mais cedo para preparar o almoço, já que tanto à Senhora Lívia, quanto à Senhora Cassandra, ligam determinando que o prepare, pois irão vir para almoçar. Quando não ocorre isso, faço minha pequena refeição com a ração que é destinada a mim. Logo depois limpo totalmente o banheiro e a área de serviço, incluindo minhas pequenas dependências (quarto e banheiro). Lavar as roupas, pessoais e de cama, e passá-las, são tarefas para o período da tarde; sempre me apressando, pois terei de preparar o jantar para as minhas Senhoras. Ao chegarem, elas conferem se meu trabalho foi feito com esmero e perfeição. Não sendo aprovado, uma pequena poeira detectada ou uma colcha mal dobrada, por exemplo, irei ser punida severamente; mas, dificilmente tal fato ocorre, o que (modéstia à parte) me deixa muito orgulhosa e, principalmente, às deixam muito felizes, pela minha total devoção.
Após o término do jantar (e de lavar e limpar a louça), fico a disposição do prazer e de novas determinações das minhas Senhoras, que se divertem me usando e fazendo várias brincadeiras comigo. A Senhora Cassandra, de vez em quando, gosta muito de penetrar-me com um imenso consolo seu; ela diz que serve para eu me acostumar com a minha nova posição de subserviência e prazer. Prazer sim, pois eu adoro quando isso acontece, fico imensamente agradecida a Ela, e Ela sabe disso. Minha Senhora Lívia também às vezes me penetra, e assim as duas ficam me usando o tempo que querem. Só quando elas decidem que posso dormir, é que poderei tirar o meu uniforme e usar a camisola (também determinada por Elas) para o meu sono. Às vezes (geralmente aos domingos), minhas Senhoras determinam que eu use alguma roupa do meu pequeno vestuário. Como não saio à rua, não tenho mais nenhuma peça de roupa masculina; tendo apenas uma mini-saia, um shortinho de lycra, dois vestidos e dois collants (tipo body), que adoro. Tenho também dois pares de sandálias de salto para trabalhar, e claro, algumas lingeries e, como já falei, sete uniformes de empregada, um para cada dia da semana.
Minha vida social é praticamente nula, sou dedicando única e exclusivamente as minhas Senhoras. Não sou autorizado a ver TV nem a usar o computador, pois os mesmos ficam na sala de vídeo que diariamente fica trancada. Apenas sou autorizado a dedicar-me a leitura de culinária, para aprender novos pratos e a um livro de boas maneiras que me foi dado pela Senhora Lívia, no dia de meu aniversário. Recentemente, fiz amizade com uma outra empregada de uma amiga de minhas Senhoras. Ela sabe de minha situação e ficou muito curiosa sobre o fato. Sendo muito simpática, ela tem me dado várias dicas de como servir melhor. Porém as minhas Senhoras não vêem com bons olhos esta amizade, mesmo conhecendo a moça. Elas já determinaram que eu pare com esse contato, no que prontamente irei atendê-las; pois sou autorizado, apenas a tê-las como as únicas pessoas á quem me poderei relacionar.
Apesar desse cotidiano relativamente simples, mas com muito trabalho, sou bastante feliz por ser honrado a exercer a submissão a uma Senhora (agora a duas) que amo muito e me tratam com zelo e determinação. Minha vida pertence totalmente as duas, e a Elas eu dedicarei toda a minha atenção, educação, carinho e submissão pelo resto da minha vida. E sou muito grato a isso.

menino_de_collant@yahoo.com.br

Como me iniciei em sendo empregada

Quando era pequeno, minha tia me pegou para criar, já que minha mãe havia falecido e meu pai tinha nos abandonado. Assim, fui criado pela minha tia junto com a minha prima, um ano mais velha que eu. Desde cedo tive atração por roupas femininas e, como minha prima tinha quase a minha idade e mais ou menos do meu tamanho, pegava algumas roupinhas suas escondido para usar. Já por volta dos meus 14 anos, estudava pela manhã e ficava a tarde toda só, dentro de casa; já que a minha prima estudava a tarde e minha tia trabalhava o dia todo. Então, minhas tardes eram sempre eu montadinha com algumas roupas de minha prima. Ela começou a desconfiar e veio falar comigo se eu estava mexendo em suas coisas. Disse que não, mas não consegui convence-la. Então ela disse se continuasse a mexer nas coisas dela que iria falar para minha tia que eu era um viadinho que usava suas roupas todo dia. Implorei para que ela não fizesse isso e, já assumindo tal ato, disse que não iria mexer mais. Ela riu e disse que já achava que eu fosse um viadinho, mas que não mexesse mais nas suas roupas. Sem alternativa, fiquei um tempo sem me vestir, mas passei a usar algumas roupas de minha tia, que não ficavam muito bem, já que ela era mais alta. Mas mesmo assim, eu as usava cada vez mais e sempre tomando muito cuidado na hora de guardar, pois não queria que ela descobrisse.
Certo dia minha tia me chamou para uma conversa e eu nem sonhava qual seria o assunto. Ela foi clara e disse: meu filho, notei que alguém anda mexendo em meu guarda-roupas e como a sua prima comentou que vc mexia nas roupas dela de vez em quando, conclui que foi vc. Porque faz isso? Não esconda, por favor. Não sabia o que dizer e parecia que o chão havia sumido sob meus pés, fiquei mudo por alguns segundos e então ela perguntou; vc gosta de usar? Desde quando? Após instantes de silêncio, tomei coragem e falei: Olha tia, amo usar roupas femininas já algum tempo sim, mas só faço isso dentro de casa. Com certa naturalidade, ela disse para eu não fazer mais isso e, depois ficou sem falar comigo aquele dia. Depois, ficou um clima estranho em casa, minha tia não me dirigia muito a palavra e minha prima vivia falando que eu era gayzinho, viadinho e coisas mais.
Certa tarde de domingo minha tia me chamou e disse: Cléo (era assim que ela e minha prima me chamavam), Eu estou cansada demais de trabalhar o dia todo fora e ainda cuidar das tarefas de casa e sua prima me ajuda muito pouco; e vc já tem quase 15 anos e pode muito bem me ajudar em algumas tarefas. Aquilo em nada me agradou e fiquei calado. Logo depois ela disse, se vc me ajudar eu deixo vc usar umas roupas que eram da sua prima e que ela não quer mais, como iria me desfazer, ficam para vc, o que acha? Abri um sorriso enorme e perguntei se falava sério, e ela tb sorrindo disse que sim, que já que eu gostava de usar roupas femininas, seria uma boa oportunidade, e ainda disse: Vc seria uma bela empregadinha. Me abraçou e sorriu. Minha prima ao ouvir isso, tb sorriu e disse: Que ótimo, terei uma “priminha” que vai ser nossa empregadinha.
Peguei na sua mão e falei, combinado tia. Na segunda de manhã, antes de sair para o trabalho, minha tia me disse que eu naquele dia não iria à aula. Ela me disse o que queria que fosse feito, pedindo a minha prima para me orientar e mostrou as roupas que, agora, seriam minhas. Tinha algumas blusinhas e saias, shortinhos, vestidos e duas collants, já que minha prima tentou fazer ballet e depois saiu. Adorei, mas não tinha nenhuma lingerie. Ao sair disse para ficar a vontade e que ao voltar veria como tinha me saído nas minhas tarefas. Corri para o quarto para me trocar, quando minha prima perguntou se não queria alguma calcinha dela. Disse que sim e tb um soutien. Ela riu e me deu alguns que ela não usava mais, para serem só meus.
Me produzi para meu primeiro dia de trabalho, na verdade estava mais gostando de poder usar as roupinhas do que ter que limpar a casa. Usei uma calcinha bem pequenininha, um soutien branco bem apertadinho, um shortinho tb apertadinho e uma blusinha que ficava agarradinha no meu corpo, tipo baby-look. Pela orientação de minha prima, varri a casa toda, fiz as camas, tirei o pó dos móveis coloquei algumas roupas na máquina para lavar. Passei o dia todo montadinha; à noite, quando chegou, minha tia disse: Nossa vc leva jeito mesmo a casa está bem arrumada e limpa, parabéns. E, sem me perguntar se queria, logo disse: Agora vc vai aprender a cozinhar tb, viu? Já entrando no clima e feliz pelo elogio recebido, falei que adoraria, coisa que aconteceu a partir daquele mesmo dia. No início eu fazia apenas comidas simples, mas depois que fui aprendendo com minha tia e lendo alguns livros de receita que ganhei dela, fui caprichando mais nos pratos.
Passado um mês, minha rotina diária era acordar cedo e preparar o café, tomar banho e ir para a escola. Ao voltar, limpar a louça deixada pela minha tia e minha prima, arrumar e limpar a casa e cozinhar para o jantar.Quando a minha prima chegava da escola, pedia um lanche que ia rápido fazer. Agora ela era minha amiga e não fazia mais comentários maldosos. Tinha me dado algumas camisolas suas para dormir e de vez em quando algumas roupinhas, mas não permitia que usasse suas roupas; eu as lavava e passava bem direitinho, junto com as da minha tia. Após o jantar, tinha de lavar e guardar toda a louça e só depois é que poderia ficar vendo a novela com elas, e depois dormir. No meu aniversário, minha tia me deu um uniforme de empregada, todo azul, que amei. Cheguei a chorar quando abri o presente. Ela sorrindo disse que eu estava sendo uma boa empregada e que ficaria muito bem naquele uniforme. Agradeci e, no dia seguinte, já o coloquei para fazer as minhas tarefas diárias. Ganhei outros uniformes depois e só trabalho com eles.
Hoje, passado um ano desse episódio, fico totalmente a disposição de minha tia e minha prima (hoje às encaro como Patroas); saí do colégio e trabalho integralmente para a casa. Sou responsável também pelas compras na feira e no supermercado, quando a minha tia deixa o dinheiro. Agora tenho o meu próprio quarto, o de empregada, e meu guarda-roupa está cheio de roupinhas femininas, que as uso diariamente. Sou oficialmente a empregada da casa, recebendo um pequeno ordenado por mês. Estou muito feliz e gosto muito da minha condição.

menino_de_collant@yahoo.com.br

Inesperada iniciação em floripa, de carona

Sou um cara normal, hoje bem casado com uma linda mulher... mas já tive experiências loucas, e excitantes em minha vidinha. Sou alto, magro, cabelos compridos... e Bem masculino.

Moro em Florianópolis, SC. E Quando eu era mais novo, com uns 23 anos, costumava andar pela cidade inteira para meus compromissos através de caronas.
Eu sempre fui muito viciado em salas de chat, em especial do terra.
Já havia entrado em salas bi, gays e coisas assim, mas mais por curiosidade que por vontade. Mesmo em salas da cidade ou de relacionamento hétero, eu as vezes recebia cantadas de homens. Já havia conversado com alguns, mas sem pretensões. Apenas por respeito e educação. Só de pensar em homem eu tinha nojo.

Tudo mudou um dia de verão... em que eu precisava ir pro norte da ilha. Então resolvi pedir carona como de costume. Um carro parou, entrei. Era de um homem maior que eu, de uns 1,85m, moreno, bem arrumado. Falou que ia pra mesma praia que eu, e fomos...

Ele devia ter uns 30 anos, disse que era de SP. No caminho foi perguntando se eu tinha namorada... e começou a contar suas histórias com a sua mulher. Histórias safadas, detalhes muito excitantes... posições, roupinhas... enfim, deixou claro como gostava de comer uma mulher. E eu, ouvindo atento, ficando excitado... Até que ele soltou a seguinte frase: - e adoro fazer tudo isso com garotos as vezes também... vestidos de menininha.

Aí eu gelei... fiquei sem jeito, e tentei mudar de assunto... e ele insistiu.
Eu brochei na hora... e olhava pra fora... e ele colocou sua mãozona na minha coxa.. e falou olhando nos meus olhos: - Adorei teus cabelos compridos... deixa eu cheirá-lo vai... prometo que não farei nada que você não queira.
fiquei congelado... e ele acariciando minhas pernas...

Olhei pra ele, vi que era um homem grande e passei a achá-lo muito bonito.. mas muito estranho isso tudo. Então ele insistiu, e ... pensei que poderia ser algo divertido a parte das roupinhas.. então eu fiz que sim com a cabeça. Ele entrou no primeiro motel que cruzamos.. existem muitos nesse caminho...
E pra minha surpresa, ele estacionou o carro, e tirou uma bolsa... fomos pro quarto... e ele começou a tirar roupas de mulher daquela bolsa azul marinho.
Olhou bem pra mim e pediu que eu vestisse um conjunto com calcinha, cinta-liga, meia 7/8 e sobre tudo um vestidinho branquinho longo, compridinho... muito lindo!!... fiquei morrendo de vergonha.. e ao mesmo tempo, com curiosidade.
Fui no banheiro, me vesti... e voltei.
Ele me esperava deitado na cama... só de cueca e camiseta. Falou que me trataria com muito carinho e respeito.
Fiquei me sentindo virgem novamente... estático, sem saber o que fazer.

Ele me colocou sentado, digo, agora sentada, na cama... e sentou por trás de mim com as pernas abertas, me envolvendo com elas... enquanto fazia massagem em minhas costas... foi acariciando minha nuca, minhas orelhas... fui relaxando e sentindo arrepio ao mesmo tempo...
Até que comecei a sentir seus lábios quentes em meu pescoço... e então comecei a derreter... e ele começou a beijar meu pescoço, dizendo que estava sentindo o cheiro de meus cabelos...
Suas mãos que estavam no pescoço começaram a descer pelos meus braços... relaxei mais... e ele foi me abraçando, beijando meu pescoço... me envolvendo com seus braços, e aproximando mais seu corpo quente do meu...

Quando percebi, estava com ele completamente colado em minhas costas.. e eu já sentia seu pau esfregando na base de minha coluna...
Então "instintivamente", pelo calor do tesão que estava começando a sentir com seus carinhos... eu passei a empinar meu bumbum, que com o vestidinho apertado ficava mais redondinho que já é. Passei a sentir seu pênis esfregando em mim.. e isso me fez relaxar mais ainda.

Então ele foi me puxando de forma que ficamos deitados, em conchinha, com ele me envolvendo completamente...
Suas mãos começaram a explorar minhas pernas... e começaram a levantar o vestido... passei a sentir suas pernas tocarem as minhas que estavam com meia 7/8 branca.
Senti sua mão em meu bumbum... arrepiei por completo... agora sentia sua mão em meu bumbum e seu pau, sob a cueca, esfregando meu rabinho... comecei a rebolar com ele... que me puxava mais...

E senti sua boca descendo... pelo vão que o vestido tinha em minhas costas... e chegando na minha bundinha inexplorada... arrepiei por completo... sentindo seus lábios e língua... que com ajuda de seus dedinhos foi afastando a calcinha, que era branquinha e comportada, mas muito sensual... com rendas e uma seda indescritível no bumbum, que deixava levemente enfiadinha... que agora saia de meu corpo,que era tomado por sua língua caliente.

Ele abaixou a parte de trás da calcinha... e passou a lamber e beijar meu cuzinho me deixando mais arrepiada que nunca estive.
Então passou a lambê-lo e acariciá-lo com dedinhos safados...

A esta altura eu já estava me contorcendo de prazer... de olhos fechados, apenas sentindo meu novo dono...
que me surpreendeu se invertendo, e ficando com seu pau no meu rosto, agora que eu vi de perto... era bem maior que o meu... mas muito lisinho, bonito e cheiroso...

Então ele pediu carinhosamente para que eu o colocasse na boca... eu o fiz.
E comecei a sugá-lo, inexperientemente, mas com cuidado que eu já havia percebido ser necessário por minhas namoradas até então.

Eu chupando-o e ele acariciando meu rabinho com seus dedinhos quentes e gostosos... Chupei-o muito.. cada vez estava mais gostoso... quando senti seu dedinho com um creme geladinho... passar a explorar meu rabinho de forma mais profunda... e estranha.
Esta sensação foi demais... e passei a relaxar e a gostar de seus dedinhos, que aos poucos iam ocupando mais espaço e se multiplicando dentro de mim.

Então foi maravilhoso chupar aquele pau divino, sentindo estes novos carinhos...
Até que ele perguntou se eu gostaria de continuar... falei que sim... e ele pediu que eu montasse nele, que seria mais fácil de eu controlar possíveis dores...
Deitou de barriga pra cima, e só então quando levantei para cavalgá-lo, que reparei que havia um espelho enorme sobre nós...
Ele tirou o meu vestido, me deixando exposto apenas com calcinha, cinta, meia e bustiezinho... Me vi no espelho e me achei realmente muito feminina... linda. Tirei a calcinha...

Coloquei camisinha... Comecei a sentar sobre seu pau... que foi entrando beeem lentamente em meu buraquinho inexperiente...
Senti uma dor de leve... parei e ele falou para relaxar e esperar um pouco até passar... sem descer mais... relaxei e continuei mais um pouco.. estava quase no meio... doeu muito... parei, saí... ele disse para eu fazer força como se estivesse colocando para fora, mas com ele entrando... eu fiz... e realmente passou um pouco a dor e ele entrou mais fundo...

Neste ponto eu já passei a cavalgá-lo.. e cada vez que voltava ele entrava um pouco mais em mim... até que entrou por completo... e passei a sentí-lo inteiro, quente e gostoso dentro de mim...

Quando eu estava mais relaxado... e já sentindo prazer com minha nova experiência... ele me empurrou pro lado, tirou sua camiseta... e pude ver melhor seu tórax lisinho e definido... eu acaricie-o... dei uns beijinhos no seu peito, pois o achei lindo... e ele me virou de costas... me colocando de 4 sobre a cama...
Me segurou pela cintura e começou a encaixar em mim nesta posição...
Começou a me chamar de menininha gostosa enquanto metia... cada vez mais forte e mais rápido... e eu passei a delirar de prazer... e a rebolar em seu pau... pedindo mais e chamando-o de meu gostoso! Ele acariciava e puxava meus cabelos.. então entendi seu fascínio...

Após um bom tempo assim... eu cansei de ficar de 4... e pedi pra mudarmos de posição.. ele me colocou deitada de barriga para cima... afastou minhas pernas, levantando-as e ... veio com carinho pra cima de mim... Me vi então vestida de mulher, sendo comida como franguinha com um homem sobre mim... ele com costas largas e fortes... me possuindo maravilhosamente!
Ele foi entrando em mim e eu gemendo... só de prazer agora...

Ele olhando nos meus olhos... me chamou de linda, me deu um beijo ... e senti um calor dentro de mim...
Gozou maravilhosamente. E eu delirei ao ver isso... ao ver seu prazer... gozei junto... mesmo estando de pau mole o tempo todo. Nunca tinha ejaculado de pau mole... foi muito estranho e gostoso.

Ficamos abraçados um pouco.. relaxei, não sei se adormeci. Percebi que ele começou a tirar o restante de minhas roupinhas... me pegou no colo, e me levou para a banheira, que estava cheia e quentinha... entrou comigo e fiquei sentada com ele por trás... me beijando o pescoço... e falando como eu era gostosinha...
Me fez massagens... relaxei assim... Até sentir seu pau ficando novamente duro por trás de mim...
Mas a esta hora fiquei preocupado com o horário.. e lembrei-o que eu estava indo para um compromisso...
Ele olhou com cara de pidão... e eu comecei a masturbá-lo dentro da banheira...
e ele acariciando meu cuzinho novamente...

Assim ele parou minhas mãos... com as suas... me abraçou forte... e me trouxe pra fora, me envolvendo em uma toalha. senti seu corpo, e vi que ele era realmente maior que eu... senti seu pau roçar minha perna e começando a amolecer...

Abraçados, ele me agradeceu, me beijou e perguntou se eu havia gostado.
Respondi que não sabia... mas que tinha sido muito gostoso.

Nos vestimos, saímos do motel... ele me levou até meu compromisso... e ele se foi... e eu passei um dia sem saber o que havia acontecido... se era sonho ou realidade, estasiado. Já longe... lembrei que não trocamos contatos... e eu nunca mais o vi... tentei pedir carona no mesmo lugar... rsrsrs fui na praia onde ele falou que estava com sua família... mas não o vi mais.

Desde então eu passei a ter curiosidade .. e descobri meu lado CrossDresser (CD)...
que só aparece quando estou acompanhado... Mas não encontrei mais homens dispostos a ter um prazer deste comigo... e procuro até hoje um homem carinhoso que me satisfaça desta forma...

Se você for este homem, me escreva: ceu_azu@hotmail.com ou procure ceuazul no sexlog.
Pois mesmo casado com mulher, este desejo de remember, eu sendo a mulher, me encanta... e que isto seja nosso segredo.

http://www.sexlog.com.br/ceuazul

 

A borboleta flor saiu do casulo

Morava com minha mãe, jjjá idosa, sempre soube que era gay, mas, minha família enorme e interiorana me deixou sem coragem de aaumir isso em público, preferi omitir e dar minhas ecapulidas quando pudeese oque nunca tive coragem. Com o tempo fui me penetrando no banheiro com todo tipo de "membro", de pepinos e vidros de deodorantes cheguei até a mandar fabricar artefatos que pudessem me penetrar gostoso. Mas na REAL mesmo ainda não tinha acontecido. Somente uma ve, com um cara na rua, muito rápido havia conseguido a sensação de ser possída por um homem, mas estava "en sapo".

Como uma garotinha ainda não havia conseguido. Na casa de mamãe, cidade do interior, havia daquelas empregads domésticas negônas, bundudas e que arrumavam namorados fácil. Teve um namorado dela que ficou mais chegado na casa, chegou até a faer uns serviços de jardim e tal. As vees ele aparecia muito bêbado p/ chamar sua deusa, que ele era apaixonado e tal. Ela tinha um quartinho nos fundos mas não dormia nele, apenas passava a roupa da casa, tomava seu banho e se trocava, indo dormir em sua própria residência.

Um dia tudo parecia se encaixar, uma amiga me chamou p/ ir a casa dela e chegando lá uma irmã dela estava exibindo roupinhas de lycra da riggy, uma marca famosésima do RJ. Não resisti e dei um jeito de ficar com um shortinho de lycra rosa shock que no meu corpicho ficou m tesão. Fi mágica p/ elas não perceberem que era p/ mim msm a compra. Tenho irmãs. De posse daquele shortinho gostoso fui p/ casa imediatamente experimenta-lo. foi um tesão. A noite, fui aos fundos da casa, que tinha um enorme quintal e quartos nos fundos clocar novamente o shortinho. Todos dormiam e eu só queria desfilar um pouco e sentir a maciês e feminilidade da lycra. No entanto ouvi um barulho vindo do quartinho da em pregada que já tinha ido embora.

Minha surpresa foi que Oswaldo, o namoradinho dela, foi entrando em casa p/ chama-la, meio zonzo de bebida, não a encontrando resolveu espera-la, ainda a tardinha, apagando no quartinho dela até a noite quando eu apareci. Quando vi aquele homem deitado, dormindo, nos fundos de csa tremi dos pés a cabeça, senti ali a oportunidade de faer o que nunca tinha feito, que era transar gostoso, pela 1ª vez, como se transa de verdade. Me montei rápidamente, ainda não sabia me maquiar direito (ainda não sei) mas fi o que pude, botei,calcinha, o shortinho, uma blusinha verão pois faia calor e tomei coragem. Tremia de mêdo e praer, pensei que ele poderia me reconhecer e nem fazer nada e ainda espalhar lá em casa que eu queria dar p/ ele, vestidinhja de mulher e tal. Mas superei isso e, mesmo tremendo, tomei coragem.

Fui faendo barulhinhos para tentar acorda-lo naturalmente. Ele acordou, me viu e felimente gostou...Me comeu de todo jeito, na cama, no quintal, sob as estrêlas. Ele já estava curado do porre mas entrou numa onda de simular que copntinuava meio zonzo. Me chamava meio que pelo meu nome mesmo e meio que por um apelido que ele inventou. ele sabia que era eu mas fingiu sempre que nada havia acontecido naquela noite. Ele não sabe mas aquela noite foi decisiva p/ a minha descoberta como crossdresser feminina e gay. Gosto disso e foi ele que me mostrou que eu podia faer isso que nada aconteceria, sendo discreta e respeitosa eu poderia ter uns casos fortuitos que nada seria tão complicado. Foi o desabrochar da Sissye Falls, que, hoje em dia, não têm dúvidas que é menina, gosta de homens e adora o universo feminino.

Naquela noite fi amor como menina, me senti menina e ele respeitosamente nunca falou nada com ninguém. Foi um momento0 lindo e que me fe mais mulher, mais fêmea, maisrealista e mais felli. Descobri que sou mais tyranquila sendo menina, e estou procurando ter uma vida mais feminina hoje em dia...

Bjs da Sissye:

Só ADD pessoas da região de JF-MG
Não sou Mulher. Sou uma CrossDresser feminina e menininha, me faça tua mulherzinha dengosinha e gostosinha. Sissye msn:sissyefalls@hotmail.com
Leio com atenção, respondo com carinho e faço com jeitinho...
Perfil Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=7193292291340247562
Meu filminho no you tube:
http://www.youtube.com/watch?v=Wk0VSxWxwuI

 

 

Amiguinho de infância II

Dona Nadir, mãe do Lilico era casada pela segunda vez. Casara com Antonio, um mulato forte, mais moço que ela uns 15 anos. Eu já havia notado o sorrisinho malicioso que ele me dava discretamente. Do sorrisinho ele passou para me piscar um olho, disfarçadamente. Dos piscar de olhos ele passou a me assediar de todas as formas. Eu fazia de tudo para evitá-lo, pois estava namorando o Lilico, que me comia sempre que isso era possível. Mas, isso estava ficando difícil, porque o Antonio passou a nos cuidar. Ele queria nos pegar em flagrante. O Lilico já havia me dito que ele dera uma prensa nele para que confessasse que me comia. O tempo foi passando e eu ainda não assumira publicamente minha homossexualidade, mas intimamente eu já descobrira quem eu era. Era uma menina em todos os sentidos. E gostava de ser mocinha. Adorava dar o cuzinho. Por enquanto só o Lilico me comia. Mas eu já sentia desejos por outros guris.
Há teoria que diz: nossos pensamentos e emoções são ondas eletromagnéticas. Eles vão para o ar em forma de energia que é captada por outros que pensam e sentem como nós. Daí surge a atração. Acho que com o Antonio estava funcionando mais ou menos assim. Por fora eu era homem, mas por dentro eu era fêmea. Mais fêmea do que aquelas que nasceram do sexo feminino. Eu pensava, sentia, desejava como fêmea. O instinto de macho do Antonio farejava essa fêmea. Eu transpirava volúpia. Minhas formas carnudas e arredondadas, jovens e macias, eram um convite irresistível ao pecado. Não só o Antonio farejava e desejava essa fêmea. Outros machos também ficavam perturbados com o ser andrógino que eu era. Aliás, preciso dizer que comprovei também que, mesmo tendo nascido do sexo masculino, mas tendo certeza de que você é mulher, o desenvolvimento de seu corpo, sua voz, seus modos e atitudes, vão cada vez mais, ser o que você, intimamente, é. Vão denunciar o que você é. Não tem jeito. Nossos pensamentos, quando são determinados, viram certeza. De certeza, em muitos momento formam as emoções. Quando contemplo meu corpo nu no espelho, eu não vejo ali um homem. Eu enxergo ali uma mulher. Não é que eu acredite, eu tenho certeza que sou uma mulher. Quando sou possuída por um homem, a certeza se consolida com o prazer que sinto em ser a fêmea. Em dar prazer ao meu macho. A tesão que isso me faz sentir, é uma emoção indescritível. Uma emoção arrebatadora. Essa emoção será compreendida pelo cérebro como certeza, como fé e isso vai fazer com que eu fique ainda mais mulher. Meu cérebro e sua força irão comandar meus hormônios não mais como homem. Mas como mulher. Assim, a produção do hormônio masculino irá diminuir e a do hormônio feminino irá aumentar. Quanto mais mulher eu for ficando, mais emoção irei sentindo. Quanto mais emoção, mais certeza terei, quanto mais certeza, meu físico mais mulher será. Essa certeza e fé irão comandar uma verdadeira transformação no resto do seu corpo. Por isso, quanto mais o tempo passava, mais mocinha eu ficava. Os dias foram se passando e enquanto os outros guris adquiriam barba, pêlos, braços fortes e cara de homem, eu desenvolvia ao contrário. Parecia cada dia mais com uma...moça. As pernas continuavam sem pelos. Eram grossas e macias. Recobertas apenas por uma leve penugem dourada do sol minhas coxas eram soberbas. A cintura fina e os quadris largos denunciavam de forma quase chocante o corpo de mulher que surgia. A bunda carnuda também denunciava minha verdadeira natureza. Meu rosto também era a expressão mais feminina impossível. Nariz afilado, pescoço comprido, grandes olhos verdes com sobrancelhas arqueadas não eram suficientes. Havia no centro de meu rosto uma boca que era quase um órgão sexual. Meus lábios carnudos eram de uma maciez extraordinária. Lilico me beijava alucinadamente sempre que nos amávamos. Ele tinha duas taras: minha bunda e minha boca.
O Lilico era verdadeiramente apaixonado por mim. Enchia-me de presentes, gostava de me ver de mulherzinha. As poucas vezes que tivemos oportunidade de ficar sozinhos, eu me vesti e me maquiei para ele. Vestida e maquiada eu era uma mulher linda. Depois que eu o provocava dançando e rebolando para ele, eu dava com gosto. Adquiri uma habilidade com o menear dos quadris que levava ele a loucura. Mesmo com o pau atolado em minha bunda eu conseguia rebolar tanto que quase desnucava o duro instrumento que enchia meu reto. Não é necessário dizer o quanto isso significa para o macho. Com isso você o escraviza, torna seu dependente, seu servo, seu tudo, seu nada. Acredito que para que tudo isso aconteça deve haver dentro de você, um espírito muito especial. Um espírito de alto quilate sexual e erótico. Na hora do sexo, se você tiver esse dom, baixam em você verdadeiras entidades espirituais muito experientes, que transformam seu corpo jovem e ardente em algo vulcânico. Você queima em chamas de tanto prazer. Você se torna para seu parceiro no paraíso na terra. É um dom dos deuses. Acredito também que há machos e até fêmeas que mesmo sem saberem o que você é, "sentem", intuem sobre quem você é. Aí em alguns surge o desejo, a curiosidade. Em outros, poderá surgir até o medo, pois eles sentem que está a sua frente alguém diferente, poderoso. Acredito que a pessoa que possui este tipo de magnetismo, termina por descobrir sua diferença e que pode dar as cartas em qualquer lugar. Porque tudo, tudo gira em torno do sexo. Em qualquer lugar o sexo será sempre a força motriz que regerá atitudes. Mesmo que a atitude seja de fuga, de medo, diante do desconhecido. Mas, todos, todos indistintamente sentirão a força que emana de um ser poderoso nesse sentido. Não é por acaso que os grandes mitos cinematográficos ficam eternamente na mente, na lembrança ou na mídia. Em inglês há um termo que, pelo menos a meu ver, poderia ser enquadrado no conceito que acabei de expressar: sex appeal. Marylin Monroe, Sophia Loren, James Dean, isto para lembrar apenas alguns nomes e figuras extraordinariamente eróticas.
Acredito que a sociedade em geral sabe da força do sexo. Por isto, muitos reprimem, condenam e exortam publicamente os eventos onde o sexo transpira e domina. Carnaval, praia, a TV hoje, a música, tudo, tudo mostra e cultiva o prazer do sexo. Muitos não o definem na plena acepção da palavra. Mas, sugerem, incutem, provocam. Primeiro vem o ritmo depois a nudez. As cores, os movimentos, a beleza, o brilho. O sorriso, olhares e palavras. Tudo, tudo diz respeito ao prazer sexual. Ou alguém duvida da magia que explode na Marques de Sapucaí, na Bahia e nos resto do Brasil quando o carnaval assume o comando total em nosso país.
Sempre houve a força sexual no mundo. Tanto hoje como antigamente, o sexo existe há tanto tempo que todos nós sabemos de sua importância. No oriente a dança do ventre é de um erotismo extraordinário. Na China a explosão demográfica não é por acaso, é sexo puro. A timidez dos orientais de olho puxado, as formalidades que eles demonstram, apenas encobre um outro lado onde elas são postas de lado e o sexo surge nos tatames e por baixo dos quimonos.
Se pudéssemos viajar no tempo, passaríamos por Sodoma e Gomorra, iríamos até Tróia, onde Menelau perdeu sua Helena. Quem sabe chegaríamos aos homens das cavernas, aos índios tropicais e tantas outras tribos onde a poligamia até hoje é consentida, quem sabe incentivada?
O poder do sexo em nossos dias está criando um novo tipo humano. Sim, a força sexual é tão grande que ontem víamos travestis, hoje vimos transexuais. E com que perfeição! Não venham me dizer que não percebem que a cada dia homens com alma feminina não se tornam ainda mais femininas que as próprias mulheres. Sim, a própria mídia já os valoriza. São chamados para entrevistas, para questionamentos sobre possíveis fatos que teriam despertado interesse dos telespectadores. De forma lenta e gradual os transexuais vão se aperfeiçoando. Com a chegada do silicone, das operações plásticas, dos hormônios cada vez mais poderosos. Buscam a perfeição absoluta. Hoje, há homens tão transformados em mulheres que despertam desejo de homens que não muito tempo atrás queriam distância. O que é isto? É um novo tipo de ser humano que está aí para quem quiser ver. Na última parada gay de São Paulo compareceram mais de quatro milhões, note bem, quatro milhões de pessoas entre gays, adeptos e simpatizantes. Quatro milhões, fora os que ficaram em casa.
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Um dia quando fui na casa do Lilico, como sempre entrei pelo portão, passei pela cadela Chiquita e fui chegando pela cozinha. Para minha surpresa, encontrei apenas Antonio sentado à mesa da cozinha tomando café. Quando cheguei seus olhos se alegraram.
- Oi, o Tilica está? - Perguntei.
- Não. Saiu com a mãe dele. - Respondeu Antonio.
- Então tá. Volto outra hora. - Disse eu.
- Não. Espera. Quero falar contigo. - Disse ele. Tomou de um gole o resto do café e levantou-se. Deu a volta na mesa e se aproximou de mim. Fiquei com medo, mas esperei. Ele veio por trás e fechou a porta passando a chave. O gesto dele me disse que ele queria mais de mim. Fiquei imóvel. Ele chegou por trás e se encostou em mim. Senti o pau duro dele em minha bunda. Me abraçou por trás e me disse no ouvido:
- Há muito tempo que quero te pegar, menininha linda!
- Ai Antonio...O que é isto? - disse com com voz trêmula.
- Tesãozinha gostosa...- Disse ele me apertando ainda mais.
- Me larga...me larga....- falei com a voz ainda mais débil. Ele agora me beijava o pescoço e acariciava meus braços, meu corpo. Um calorão começou a tomar conta de mim. Ele me virou para ele e com a mão calosa agarrou meu rosto delicado. Apertou minhas bochechas de forma que minha boca ficou em forma de flor.
- Que boca tu tem, tesãozinha...- Disse com hálito de café com leite e grudou sua boca na minha. Seu bigode arranhava minha pele. Assustada, o beijo dele mexeu comigo. Sua língua grande entrou na minha boca e procurou a minha. Eu estava com as pernas bambas. Sentia o pau duro em meu ventre, enquanto ele acariciava meus cabelos, puxando minha cabeça para ele. Minha cabeça girava e quando vi já tinha entregue minha linguinha para o linguão dele. Ele chupou gulosamente minha língua. Da boca passou a me beijar o rosto, o pescoço. Sua barba por fazer arranhava minha pele deliciada. Abriu minha camisa e agora beijava e mordia meus ombros. Eu gemia e dizia com voz débil:
- Pára..pára...Antonio...Eles podem chegar...-
- Não, eles não vão chegar foram para fora - Respondeu ele me beijando e já tirando minha camisa. Afogueada, eu suspirava e protestava cada vez mais vencida pela tesão que já me dominava:
- Pára...ai...pára... Eu ja falava com a voz feminina. Eu era uma fêmea vencida pela força do macho.De repente me pegou no colo e me levou para o quarto. Eu já não protestava mais. Estava vencida. Sabia que ele ia me comer de qualquer jeito. Chegando no quarto ele me pôs sentada na cama de casal. Tirou minha bermuda e me deixou nua. Para ele não ver meu tiquinho, virei de costas , revelando toda a opulência de minha bunda. Alí, redonda e macia estava totalmente disponível aquilo que mais ele queria: minha bunda. Ele arregalou os olhos de desejo para a bunda arrebitada..
- Que bunda linda! Exclamou, tirando sua roupa. Quando emergiu nú, percebi o imenso pau duro apontando para cima. Senti medo. Era o segundo pau adulto que via. Não era cabeçudo como o do Tilica. Mas, era maior e mais grosso.Era muito maior que o do Tilica. Ele abriu a gaveta da mesa de cabeceira e pegou um tubo de creme. Sabendo que seu pau era bem grande, me mostrou a ferramenta enquanto o lubrificava com creme.
- Olha, olha o pau do teu macho, viadinho lindo!
- Deitada de lado eu olhava aquele pauzão que breve estaria atolado no meu rabinho. Fechei os olhos com um leve sorriso de prazer. Ele me botou de quatro e pôs um travesseiro embaixo de mim. Me agarrei ao travesseiro e ergui o máximo a bunda para ele. Ele estava alucinado com o que estava ao seu dispor. Alucinado ele beijava minha bunda, mordia, me dava palmadas. Quando me batia eu gemia: ai..ai..ai... Quando ele se afastou um pouco para olhar melhor, para desfrutar daquela vista tão desejada eu fui muito maliciosa. Para provocá-lo ainda mais passei a apertar e soltar o esfincter. Apertava e soltava. Apertava e soltava. Com isso meu cuzinho piscava para ele. Quando ele assistiu aquilo não resistiu. Se atirou de língua em meu cuzinho. Quando o linguão dele se enfiou no meu cuzinho, um arrepio de prazer eletrizou todo meu corpo eu quase desmaiei de prazer.
- Teu cuzinho é cor de rosa...que coisinha linda....- Dizia ele metendo guloso a língua sequiosa em meu buraquinho. De quatro eu ergui ainda mais a bunda para ele. Sua boca ora beijava ora lambia minha bunda. Senti uma ponta fria na porta do meu cuzinho. Era a pontinha do tubo de creme. Ele firmou a bisnaga e apertou o tubo. Um creme frio entrou em meu reto que ficou generosamente lubrificado. Suas mãos me agarraram pelos quadris. Me senti a própria égua que ia ser violada pelo garanhão. Um frêmito percorreu meu corpo quando senti a ponta do pau dele no meu cu. Com voz dengosa eu pedi baixinho:
- Põe devagarinho, tá? Não me machuca...-
Ele se abaixou e beijou minha bunda dizendo:
- Vou te comer bem devagarinho...Tu vai adorar dar o cuzinho pra mim.- Disse isso e empurrou o pau. A emoção dominava meu corpo. Desejando como nunca engolir a vara dele eu forcei o cu para fora. Fazendo força para fora meu buraquinho se abriu como um flor. O pau entrou sem dor. Que delícia. De olhos fechados eu gemia e mexia a bunda. Meu cuzinho engoliu a cabeça.Ah, como adoro esse jogo!!! Forcei o cu para trás ainda mais. Forcei como se quisesse expulsar alguma coisa. Eu sabia que assim o cu abriria ainda mais, facilitando a entrada pois o pau dele era muito grosso, Ele meteu mais um pouco e entrou mais um pedaço. Parava e empurrava. Com os cotovelos na colcha rosa de Dona Nadir eu estava sendo fodida pelo homem dela. Na cama dela, eu estava fazendo o que mais gostava: sexo. Agora ele tinha enfiado todo o pau. Ele estava com as mãos firmes nas minhas ancas. As mãos fortes não deixavam eu mexer como sabia. Gemendo de prazer eu pedi com voz dengosa:

- Me solta, deixa eu mexer pra ti. - Ele soltou meus quadris e eu soltei a fêmea devassa que surgia em mim nesses momentos. Minha bunda adquiriu vida própria e eu rebolava com maestria com o pau atolado dentro de mim. Ora rápida, ora lenta, minha bunda se movia em circulos, levando o macho ao delírio.Sorrindo de prazer eu escutava os gemidos dele. O suor escorria de nossos corpos e nem percebíamos o barulho do velho colchão de molas. Foi uma foda inesquecível. Passamos o resto da tarde fodendo de tudo que foi jeito. Ele me comeu de quatro, de frango assado, de ladinho, me botou pra cavalgar. Ele me beijou tanto que fiquei com os lábios inchados. Ele me chupou tanto que ao final da tarde eu estava toda manchada. Saí de lá caminhando devagarinho, toda esfoladinnha. No caminho para casa, exaurida de tanto prazer, sorrindo cheguei a uma certeza: depois de tanto comer meu cuzinho quem realmente tirou meu cabacinho foi o Antonio, negro tarado!
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O coronel me fez mulher

Estava participando de um congresso e iria ficar hospedado naquele hotel por três dias. Na primeira noite, ao sair do quarto, fui pegar algumas informações na portaria, quando percebi que um senhor, de mais ou menos uns 50 anos, de bigode de coronel, não tirava os olhos de mim. Eu tenho 1,80m 80 kg sou claro e tenho um bumbum grande e arrebitado, não sou afeminado. Bom então saí e fiquei com aquele pensamento na cabeça...

Fui dar umas voltas e tomar uma cerveja, e o pensamento fixo naquele senhor me inspirou fantasias...que se transformaram em tesão. Lá pelas 2 da manhã eu chego no hotel e para minha surpresa aquele senhor estava na portaria. Acho que pela minha embriagues, ou tesão, eu cheguei e olhei o senhor de um jeito que ele percebeu tudo que queria. Puxou assunto se eu tinha gostado da noite e foi minha deixa, eu disse que mais ou menos pois saí para tomar uma cerveja e voltei morrendo de tesão. Ele olhou para minha bunda e disse com um ar todo safado: - Se quiser eu posso resolver isso! Perguntei sobre a portaria e ele disse que era apenas o zelador e que o porteiro estava voltando era só eu subir e esperar um pouco. Fui para meu quarto e estava com tanto tesão que ao sair eu acho que estava rebolando e ele elogiou com um fiu fiu... Tomei uma cerveja e estava imaginando como seria o seu pau quando bateu à porta. Fui atender e era ele que chegava com uma sacola na mão.

Assim que entrou quando fui fechar a porta ele me encochou por trás e falou no meu ouvido, roçando o bigode na minha nuca: vou comer essa bunda gostosa a noite inteira! Eu amoleci na hora, pus a mão no seu pau e fiquei doido pois fazia um puta volume. Não agüentando mais tirei seu cacete para fora e delirei ao ver a beleza daquele pau era um cacete de uns 20 cm grosso e cabeçudo, meio arrocheado e com uma cabeça que parecia um tomate de tão lisinha, abocanhei com vontade e chupava ele, ou melhor mamava, feito um bezerrinho engolia tudo e deixava ele bem babado para fazer ploft ploft enquanto eu chupava, ele hiper duro e não agüentando mais segurou minha cabeça e fodeu minha boca até gozar um rio de porra na minha boca. Me mandou engolir tudo se não não ganhava mais e eu sem pensar engoli aquele leite que me deu mais tesão ainda. Percebendo meu estado de submissão, o “coronel” pegou a sacola, tirou umas roupas femininas e me disse que queria que eu fosse sua putinha aquela noite... Era um espartilho vermelho e um conjunto de calcinha e sutiã pretos, tinha uma bolsa branca e umas sandálias de salto pretas que ele mandou que eu colocasse e usasse tudo que estava na bolsa.

Fui ao banheiro e coloquei a roupa, abri a bolsa e tinha um masso de cigarros, Charm, estojo de maquiagem e brincos de pressão. Me vesti maqueei bem forte para ficar parecendo uma puta, coloquei a sandália, um pouco apertada, como a calcinha, e olhei no espelho. Aí que fiquei com tesão mesmo pois estava uma verdadeira puta, e gostosa. Quando saí do banheiro acendi um cigarro e ele olhou para mim, então pude ver seu pau delicioso crescendo e tesando para o meu lado. Falou que eu estava uma gata e perguntou se eu tinha visto a caixinha que estava na bolsa, eu disse que sim e ele perguntou se eu tinha tomado o comprimido. Olhei de novo e vi que era uma dessas pílulas de hormônio feminino super concentrado para tomar no dia seguinte às relações duvidosas. Falei que aquilo eu não tomaria e ele todo compreensivo veio até mim: não precisa tomar, minha puta, mas depois eu não assumo o bebê, brincou. Vindo até mim, me pegou por trás apertando minha bundona e roçando meu pescoço: chupa a pica do seu homem vai minha puta! Abachei e chupei gostoso. Ele me levantou e me jogou na cama falando para eu ficar de quatro! Isso sua cadela arrebita esse bundão para eu meter meu cacete! Tirei a calcinha e arrebitei o bumbum o Maximo que pude. Ele veio por trás ajeitou a cabeçona toda babada e foi socando devagar e tirando. Eu sentia a portinha do meu cu abrir era delicioso, ele tirava cospia no pau e enterrava um pouco mais Está gostando putinha? O que vc acha do pau do seu macho? Ai!

Ta muito gostoso me fode meu coronel mete nesse cu e mostra que é o dono dele vai! De repente ele enfiou tudo, eu quase gozei de tanto tesão, ele era muito gostoso muito duro e aquela cabeçona abria meu rabinho na saída e na entrada que delícia! O coronel metia forte e não parava de me comer, pra meu tesão ele não gozava apenas metia me chingava e dava tapas na minha bunda. Sua cadela toma esse cacete toma! Vou fazer vc gozar igual uma mulher! Vou transformar vc na minha mulher! Então ele acendeu um cigarro e me deu para fumar! Fuma igual a uma puta sua safada! Enquanto vc fuma vc leva fumo aqui atrás! Eu segurei o cigarro e procurava fumar igual a uma mulher! Acho que a cena ou a nicotina, não importa, aumentou meu tesão e eu disse que iria gozar. Seu cavalo come sua puta que eu vou gosar! Ele safado pegou o comprimido e pois na minha boca dizendo que se eu não engolisse ele iria parar! Eu na loucura do tesão nem pensei e engoli o comprimido! Ele todo satisfeito me deu um tapinha e disse: Boa garota agora sim vc vai ser mulher de verdade! Me virou de frente e enterrou seu cacete quentinho no meu rabo, me fodendo com aquele mastro durão!

Já tinha metido uns 45 minutos e meu rabo já fazia barulho – ploft ploft – Então ele tirou sentou na cama e mandou que eu batesse uma punheta para ele, fiquei um pouco frustrado, ou melhor frustrada, pois queria que ele gozasse no meu cu, foi quando ele disse que queria que eu batesse punheta nele com meu cu! Que maravilha! Eu já me sentia uma mulher, me ajeitei sobre seu “poste de aço” e fui engolindo com meu cu, seu pau já entrava e saía lisinho eu subia e descia, cavalgando aquele cacete! Isso putinha cavalga seu macho faz ele gozar nesse cu gulososo! Eu respondia com gemidos e ronronava igual uma gatinha, me sentindo completamente fêmea! De repente tudo que eu queria era fazer ele gozar, dar prazer ao macho que me fez mulher, comecei a contrair e relachar o rabinho enquanto subia e descia, ele foi a loucura, me segurou forte pela cintura e metia igual um animal, o clima foi aquecendo e ele não agüentando mais: vou gozar cadela prepara que vai ser encharcada de leite! Aaaaaf Uuuuuf !

Ao sentir aquele leite me concentrei no seu pau que inchava e estava super quente e duro aí não resisti e gozei como louca: Aaimm uiii mete isso faz sua puta gozar issoooooo! Ele se levantou fez eu limpar seu cacete com uma bela mamada, me deu um beijo no rosto e disse que de manhã viria me comer! Aquele senhor me comeu pelos três dias pela manhã e à noite, sempre me obrigando a tomar os comprimidos, no último dia eu já tinha os mamilos sensíveis e me sentia mulher de verdade, ele me trazia shortinhos apertados e no último dia trouxe um amigo para mostrar como era fazer uma mulher se sentir puta

 

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Freeda ataca novamente

CERTA VEZ CONHECI UM BORRACHEIRO QUANDO VOLTAVA DE UMA VIAGEM DE FÉRIAS E O ÔNIBUS QUEBROU EM UM POSTO.... NÃO ESTAVA TRAVESTIDA MAS ESTAVA COM MUITO TESÃO E FOI O SUFICIENTE PARA TER CORAGEM. ENQUANTO O PESSOAL ESTAVA NA LANCHONETE FICAMOS CONVERSANDO E EU INDIGNADO FALANDO BOBAGENS TIPO QUE FODA ... ESTAMOS FODIDOS ETC...DAÍ FIQUEI INDO E VOLTANDO A PORTA DA OFICINA E LANÇANDO OLHARES... FOI QUANDO ELE PERCEBEU E ME CHAMOU PARA OS FUNDOS, QUANDO SENTÍ QUE ESTAVA PARA ACONTECER FIQUEI LOUCO DE TESÃO CHEGAMOS A UM BANHEIRO PRIVATIVO E LOGO TIREI SEU CACETE PARA FORA E COMECEI A CHUPAR, QUE DELÍCIA.....ELE ERA BAIXINHO MAS TINHA UM CACETE ENORME E GROSSO... IMPLOREI PARA ELE ME COMER MAS NÃO TINHA CAMISINHA...ACHO QUE PELO MEU ESTADO DE TESÃO ELE NÃO AGUENTOU E LOGO GOZOU ENCHENDO MINHA BOCA DE PORRA, ENGOLI TUDO E FIQUEI MAMANDO ATÉ ELE AMOLECER. CONTINUAMOS A VIAGEM E ESTA CENA ME INSPIROU POR ALGUNS MESES. ALIÁS FOI O QUE ME DEU CORAGEM PARA REALIZAR MINHA FANTASIA RELATADA EM “O DESPERTAR DE FREEDA”. BOM AQUELE CACETE NÃO PODERIA ESCAPAR E UM BELO DIA RESOLVÍ IR EM BUSCA DELE...

ME VESTÍ COM ESPARTILHO ROSA CHOQUE, LANGERIE VERMELHA UNHAS POSTIÇAS BEM GRANDES, UMA MAQUIAGEM DE ATRIZ PORNÔ(JÁ ESTAVA CRAQUE EM ME MAQUIAR), MINHA BOCA É CARNUDA E O BATOM DOUBLE IMPACT DA AVON DEU O ACABAMENTO PERFEITO,PERUCA RUIVA NA ALTURA DOS OMBROS, SANDÁLIAS VERMELHAS DE SALTO 12, CALÇA JEANS DELAVÊ BEM COLADA, BLUSINHA DE MALHA, BRANCA E SEIOS POSTIÇOS BEM GRANDES, MINHA BUNDA FICOU ESPETACULARMENTE GRANDE. TODA MONTADA E BEM PUTA FUI A LUTA... ERA TARDE, UMAS ONZE HORAS QUANDO CHEGUEI, PAREI O CARRO E ELE ESTAVA LÁ... VEIO EM MINHA DIREÇÃO E QUANDO CHEGOU DESCÍ DO CARRO E PEDÍ PARA CALIBRAR O PNEU... ELE ESTAVA COM UM OLHAR MEIO DESCONFIADO MAS COM UM POUCO DE MALÍCIA...ENQUANTO CALIBRAVA UM DOS PNEUS FUI EM DIREÇÃO AO OUTRO E VIREI A BUNDA PARA ELE EMPINANDO BASTANTE, QUANDO SE LEVANTOU EU FIQUEI ESPERANDO ELE CHEGAR PERTO E ME LEVANTEI DE COSTAS EMPURRANDO MEU BUMBUM EM SUA DIREÇÃO. QUANDO TOCAMOS, DEI UMA OLHADINHA PARA TRÁS E PEDÍ DESCULPAS, ELE JÁ CHEIO DE MALÍCIA COMENTOU...

FOI UM PRAZER SE QUISER PODEMOS FAZER MELHOR LÁ ATRÁS... QUE TESÃO EU JÁ CONHECIA O SEU BANHEIRO PARTICULAR E TOPEI NA HORA . CHEGAMOS E FUI TIRANDO SEU CACETE PARA FORA, MAMANDO DELICIOSAMENTE AQUELA TORA QUE EU NÃO CONCEGUI ENGOLIR INTEIRA. PRA MIM FOI UM DESAFIO ABRÍ BEM A MINHA BOCA GULOSA PRENDÍ A RESPIRAÇÃO E FUI ENGOLINDO ÀS VESES TOCAVA MINHA GARGANTA E DAVA VONTADE DE VOMITAR MAS COMO FIQUEI OBSERVANDO NOS FILMES EU TIRAVA E SALIVAVA MUITO BABANDO TODA NAQUELE INSTRUMENTOATÉ QUE CONSEGUÍ CHEGAR À VIRÍLIA. DESSA VEZ ELE NÃO ESTAVA QUERENDO GOZAR TÃO RÁPIDO, ACHO QUE TINHA SE MASTURBADO POIS ESTAVA COM UM DELICIOSO CHEIRO DE PORRA VENCIDA. ELE FICOU LOUCO DE TESÃO E ME INTIMOU: _ QUERO COMER ESSA BUNDA GIGANTE QUE VOCÊ TEM TIRA ESSA CALÇA TIRA... DEPOIS DO NOSSO ÚLTIMO ENCONTRO ELE FICOU ESPERTO POIS TINHA CAMISINHA NO BOLSO... BOM TIREI A CALÇA E A CALCINHA E APOIEI NA PAREDE.

ELE VEIO POR TRÁS COM AQUELA TORA E APONTOU PARA MEU BURAQUINHO FOI EMPURRANDO E ENTRANDO AOS POUCOS... QUANDO ESTAVA PELA METADE EU NÃO AGUENTEI DE TESÃO E EMPURREI A BUNDA FAZENDO AQUELA FERRAMENTA ME INVADIR TODA... ELE DEU UM URRO DE PRAZER POIS QUANDO ESTAVA BEM FUNDO EU TRANQUEI MEU CIZINHO APERTANDO SEU PAU. COMEÇOU A BOMBAR E LAMBER MINHA NUCA... QUE TESÃO! ME COME ... COME GOSTOSO... ISSO METE NA SUA PUTINHA METE VAI ... FODE GOSTOSO.... GOSTOSO .... ISSO VAI .... AAAIIIIIFF... UNHNNM.. ELE METIA E METIA QUE BUNDA CARNUDA, SUA PUTA VOU ARREBENTAR SEU CUZINHO... TOMA ESSA TORA TOMA... ACHO QUE FIZEMOS ALGUM BARULHO POIS DE REPENTE BATERAM NA PORTA E ELE DESESPEROU... ERA O ZELADOR DO BANHEIRO PÚBLICO. ABRE ESSA PORTA QUE EU QUERO ENTRAR NESSA FODA! ELE TRANQUILIZOU POIS PERCEBEU QUE O CARA TAVA A FIM DE SACANAGEM TAMBÉM ENTÃO FOI ABRIR. PARA NOSSA SURPRESA QUANDO ABRIU A PORTA TINHA O ZELADOR E DOIS CARAS ERAM CAMINHONEIROS QUE ESTAVAM PARADOS POR ALÍ. APESAR DO SUSTO EU FIQUEI CHEIA DE TESÃO POIS ESTAVA COMPLETAMENTE SUBMISSA E NÃO PODIA FAZER NADA A NÃO SER RELACHAR E DAR... DAR ... DAR .

TIRARAM SEUS CACETES E FICARAM AO MEU REDOR... SEGURA E ENDURECE PRA GENTE SUA PUTA QUE HOJE VC VAI SAIR DAQUÍ TODA ABERTA. SEGUREI DOIS DELES ABOCANHEI OUTRO E MEU BORRACHEIRO CONTINUOU A PENETRAR.... QUE MARAVILHA AQUELES CACETES CADA UM MAIOR E MAIS BELO QUE O OUTRO. O CACETE DO ZELADOR ERA NEGRO FEITO UM BASTÃO DE CHOCOLATE E COM UMA CABEÇONA ENORME... COMO EU QUERIA AQUELA CABEÇA NO MEU BURAQUINHO... QUE JÁ ESTAVA MAIS PARA UMA GRUTA... QUANDO ESTAVAM PARA GOZAR PARARAM E COLOCARAM CAMISINHA... QUANDO PROPÚS UMA APOSTA. DEVERIAM FAZER UMA FILA E CADA UM ME PENETRARIA E DARIA 50 BOMBADAS DE CADA VEZ, AQUELE QUE GOZASSE PRIMEIRO PERDERIA A APOSTA. PRA MINHA SATISFAÇÃO E DELEITE ELES TOPARAM. VIROU UMA SURUBA PERFEITA ELES EM FILA SE REVESANDO E ME PENETRANDO PUNHAM TIRAVAM ESCANCARAVAM MINHA BUNDA E VIAM O ESTRAGO QUE ESTAVAM FAZENDO. EU GEMIA COMO UMA PUTA LOUCA DE TESÃO, ENCORAJANDO ELES. FODE ESSE BURACO... ME ARROMBA...AI..AI... ISSO... DE REPENTE ELES SE EMPOLGARAM COM O TAMANHO DO BURACO E UM DELES TEVE A IDÉIA DE COLOCAR DOIS CACETES AO MESMO TEMPO... COMO NINGUÉM QUERIA PERDER A APOSTA COMBINARAM QUE EU DEVERIA FAZER TODOS GOZAREM JUNTOS. COMO JÁ TINHA ESPERIÊNCIA (vide conto anterior)EM ENGOLIR DOIS DE UMA VEZ LOGO TOPEI . UM DELES DEITOU NO CHÃO E EU ENGOLÍ SEU CACETE COM MINHA CAVERNA SENTANDO TODA EM SEU PAU, O OUTRO VEIO POR TRÁS E ENFIOU.

COMO ESTAVA TUDO PERFEITO FORAM OS DOIS DE PICA MAIOR, O MEU BORRACHEIRO E O ZELADOR COM AQUELA TORA DE CHOCOLATE, OS OUTROS DOIS FICARAM A MINHA FRENTE E EU SEGUREI OS CACETES E FICAVA CHUPANDO MAMANDO UM, O OUTRO... OS DOIS BEM FORTE E BEM BABADO... MECHIA GEMIA RONRONAVA.... UHNNNMM.... AIIII. CÓME ...ME CÓME GOSTOSO...ISSO...ISSSO GOSTOSINHO... AIII CHUPA SUA VADIA SUA CADELA... O QUE EU MAIS SONHAVA ESTAVA ACONTECENDO, EU ALÍ COM QUATRO MACHOS CHEIA DE TESÃO E QUASE GOZANDO DE PINTO MOLE... SIGNIFICAVA QUE MEU TESÃO ESTAVA TODO NO MEU RABO MECHIA COM UMA LOUCA ... REBOLANDO E DE REPENTE VEIO AQUELA SENSAÇÃO MARAVILHOSA AI MEUS MACHOS CACETUDOS FAZ SUA PUTA GOZAR... VOU GOZAR... METE VOU GOZAAAAAAIII ... ISSO ISSO....

QUANDO GOZEI TRANQUEI O CÚ E OS MEUS PINTUDOS COM MINHA CARA DE PRAZER COMEÇARAM A JORRAR ENCHENDO MINHA BOCA GOZANDO EM MINHA CARA E ALARGANDO AINDA MAIS MINHA CAVERNA DOS PRAZERES... ME LIMPEI VESTÍ PASSEI MAIS BATOM E SAÍ REBOLANDO MINHA BUNDONA, DEIXANDO AQUELES MACHOS COM CARA DE TESÃO. SOU DE GOIÂNIA E ESTOU A ESPERA DE VC CACETUDO QUE QUER UMA PUTA CROSS DRESSER ESPERIENTE PARA TE ENCHER DE PRAZER A SÓS OU COM UM AMIGO POIS ME ESPECIALIZEI EM ENGOLIR DOIS DEUMA VEZ... DETALHE SEI APERTAR O RABO PRA FICAR BEM JUSTINHA PRA VC

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O despertar de Freeda

TENHO 29 ANOS 1,84M OLHOS AZUIS POUCOS PELOS UM BUMBUM AVANTAJADO QUE ME FAZ TER CINTURA! DESDE ADOLESCENTE AS PRÓPRIAS GAROTAS FALAVAM QUE MINHA BUNDA PARECIA DE MULHER E ATÉ ENTÃO NUNCA TINHA TRANSADO COM HOMENS. TUDO ACONTECEU UM DIA QUE EU RESOLVI REALIZAR MINHA FANTASIA QUE ERA ME TRAVESTIR E SAIR DE CARRO PELAS RUAS. BOM FOI EM GOIÂNIA EU COMPREI UMAS SANDÁLIAS DESSAS DE SALTO DE CRISTAL BEM FINOS, CALÇAS TIPO BAILARINA BRANCA,ESPARTILHO E LINGERIE VERMELHA, UMA BLUSA DE MALHA VERMELHA, PERUCA PRETA E ACESSÓRIOS. HÁ NÃO ESQUECI DE COMPRAR UMA BOLSA TIRA COLO BRANQUINHA E UNHAS POSTIÇAS VERMELHAS CLARO! ENTÃO FUI PARA UM MOTEL FIZ UMA MAQUIAGEM TIPO ATRIZ NORTE AMERICANA ME MONTEI COLOQUEI OS SEIOS POSTIÇOS(GRANDES)E ME SURPREENDI POIS QUANDO OLHEI NO ESPELHO ESTAVA UMA GATA!

A CALÇA REALÇOU MINHAS FORMAS E QUE BUMBUM ENORME!FIQUEI MAIS EXCITADA AINDA! AGORA ERA PARTIR PARA A LUTA, ENTREI NO CARRO E SAÍ PELAS RUAS NO COMEÇO FICAVA COM O VIDRO FECHADO MEIO SEM GRAÇA MAS AQUELA SITUAÇÃO O CHERO DE PERFUME E O CHEIRO DA MAQUIAGEM DESPERTOU AQUELA MULHER DENTRO DE MIM, ABRÍ O VIDRO E LOGO JÁ SE VIAM OLHARES DE HOMENS ME DESEJANDO FOI QUANDO ME EMPOLGUEI E TIVE UMA IDÉIA DE IR PARA A RODOVIA PROCURAR ALGUM POSTO MAIS DESERTO QUE EU PUDESSE DESCER E COMPRAR UM CIGARRO (CHARM QUE ME DEIXA MAIS FEMININA AINDA) E LÁ FUI EU NO CAMINHO TINHA UM POSTO POLICIAL MAS JÁ ESTAVA ESCURO E NÃO IRIAM ME PARAR, ELES NUNCA PARAM A GENTE! ERA O QUE EU PENSAVA. O FATO É QUE AO PASSAR PELO POSTO, QUAL NÃO FOI MINHA SURPRESA QUANDO OS CARROS QUE ESTAVAM A MINHA FRENTE FORAM PASSANDO E PARA O MEU AZAR (OU SORTE ) O POLICIAL FEZ SINAL PARA EU PARAR. BOA NOITE SENHRA DOCUMENTOS POR FAVOR!EU GELEI E FIQUEI EXCITADA POIS ELE NÃO NOTOU E ME TRATOU COMO MULHER.

QUANDO VIU MEUS DOCUMENTOS ELE FOI EM DIREÇÃO AO SEU SUPERIOR E FICARAM CONVERSANDO E OLHANDO PARA MIM ATÉ QUE O POLICIAL VEIO E ME MANDOU ESTACIONAR O CARRO. GENTILMENTE MAS COM UM TOM DE MALÍCIA PEDIRAM QUE EU SAÍSSE E ME ENCAMINHASSE PARA O ESCRITÓRIO. EU ME SENTINDO NERVOSA E PERCEBENDO A MALÍCIA SAÍ E FUI REBOLANDO MINHA BUNDONA QUANDO ELES FICARAM OLHANDO E UM DELES SOLTOU UM FIU FIU QUE ME GELOU A BARRIGA! NO ESCRITÓRIO EU JÁ PODIA NOTAR O VOLUME DENTRO DAS CALÇAS DOS DOIS POLICIAIS QUANDO ENTÃO ABRIRAM O JOGO: É DOUGLAS HOJE A GENTE TIRA O ATRASO! MARCOS OLHOU PARA MEU CORPO E DISSE: - PELO GEITO VC JÁ SABE O QUE LHE ESPERA! ABRIU A CALÇA E PUDE VER AQUELE MONUMENTO UM PAU DE UNS 22 CM UMA CABEÇA MARAVILHOSA QUE ME FEZ PERDER QUALQUER RESQUÍCIO DE PUDOR FUI EM SUA DUREÇÃO E CAÍ DE BOCA CHUPANDO AQUELE CACETE E DEIXANDO ELE BEM BABADO, ÁS VEZES EU TIRAVA DA BOCA DAVA UMA COSPIDA(COMO AS PUTAS DE CINEMA) E ENGOLIA DE NOVO DOUGLA S ENTÃO TIROU O DELE PARA FORA E EU FUI AO DELÍRIO COM AQUELE PAU LINDO TIPO CONE E COM UNS 7 CM NA BASE MINHA BOCA PARECIA QUE IA RASGAR! FIQUEI CHUPANDO UNS 10 MINUTOS AQUELES PAUS QUANDO MARCOS MANDOU QUE EU TIRASSE A ROUPA QUE ELE IA ME FAZER MULHER!

VEIO POR TRÁS DE MIM COM AQUELE CACETE TODO BABADO E ME PERGUNTOU SE EU TINHA EXAME DE HIV E QUE SE EU MENTISSE ACABAVAM COM MINHA VIDA POIS TINHAM MEUS DOCUMENTOS. DISSE QUE ERA MINHA PRIMEIRA TRANSA COM HOMEM E QUE EU SEMPRE USAVA CAMISINHA COM AS GAROTAS. PRA ELE FOI SINAL VERDE MIROU AQUELE CABEÇÃO E FOI EMPURRANDO, MEU CUZINHO FOI ABRINDO E EU TINHA A SENSAÇÃO QUE IRIA VIRAR DO AVESSO MAS O PAU DO DOUGLAS NA MINHA BOCA FAZIA EU RELACHAR E O MASTRO FOI ENTRANDO, ATÉ QUE PUDE SENTIR AS SUAS BOLAS ENCOSTADAS NA MINHA BUNDA. MARCOS COMEÇOU A FAZER MOVIMENTOS DE VAI E VEM E EM POUCOS SEGUNDOS ELE JÁ PUNHA E TIRAVA AQUELE CACETE COM A MAIOR FACILIDADE FAZENDO AQUELE SOM MARAVILHOSO. EU SOLTAVA GEMIDOS E GRUNHIDOS COMO UMA CADELA NO CIO ATÉ QUE COMECEI A FORÇAR MINHA BUNDA CONTRA SEU CACETE FOI QUANOD ELE APERTOU MINHA CINTURA E METEU FORTE ATÉ GOZAR AQUELE RIO DE PORRA. DOUGLAS VENDO AQUELA CENA E MEU RABO TODO ABERTO SE ACHOU NO DIREITO DE COLOCAR SEU POSTE DENTRO DO MEU RABO SE A CEBEÇA DO PAU DE MARCOS FOI COMO UMA BOLA DE SINUCA O PAU DO DOUGLAS ME PREENCHEU POR COMPLETA QUANDO CHEGAVA AO FINAL! PEDÍ QUE DEIXASSE EU SENTAR NAQUELA VARA E ME POSICIONEI PARA BATER UMA PUNHETA NO PAU DELE COM MEU CUZINHO( AI EU ME SENTIA UMA PUTA) MARCOS JÁ REFEITO VEI COM AQUELA DELÍCIA E POIS NA MINHA BOCA ESTAVA REALIZADA! QUANDO DEU A DOIDA NO CARA E ELE COMEÇOU A ELOGIAR MINHA BUNDA DIZENDO QUE PELO SEU TAMANHO ELA MERECIA DOIS CACETES DE UMA VEZ!

AÍ EU GELEI RETRUQUEI E O NEGÓCIO FICOU FEIO POIS O INSTINTO ANIMAL DE MACHO TOMOU CONTA DELES: OLHA VC É NOSSA PUTA ENTÃO CALA A BOCA E OBEDECE EU SENTADA NO PAU DO DOUGLAS DE FRENTE PARA ELE VEIO O MARCOS E COMEÇOU A EMPURRAR AQUELA BOLA DE SINUCA, MEU CÚ FOI ARREGAÇANDO E AQUELA TORA ENTRANDO A DOR ERA TANTA QUE COMECEI A GRITAR. OS SACANAS FICARAM MAIS TESUDOS E AQUELES PAUS INCHARAM MAIS AINDA QUANDO ESTAVA PARA DESISTIR SENTÍ UMA ESPÉCIE DE ALÍVIO QUANDO ELE FALOU: - FICA CALMA SUA VAGABUNDA POIS A CABEÇONA JÁ ENTROU. DEPOIS DESSE ALÍVIO EU ME LEMBREI DE UM VÍDIO DA SILVIA SAINT QUE ELA ENGOLIA DOIS CACETES E FIQUEI ME IMAGINANDO COMO ESTAVA PARECIDA COM ELA! AI!

SEUS CACETUDOS COME ESSA BUNDONA COME! METE NA PUTA DE VOCÊS E REBOLAVA SUA PUTA TOMA VARA A GENTE TA NA MAIOR FISSURA MAS VC É NOSSA PUTA! METIAM METIAM ! ARREBENTA ESSE CÚ ME COMO POR FAVOR ME COME! NÃO PARA O DOUGLAS QUE ESTAVA QUASE GOZANDO RESOLVEU TIRAR E METER NA MINHA BOCA MARCOS METIA AQUELE TOMATE NA MINHA BUNDONA E DOUGLAS NÃO AGUENTOU E GOZOU NAMINHA BOCA FAZENDO EU ENGOLIR TODO AQUELE LEITE! FICAMOS EU E MARCOS ME COMENDO: - QUE BUNDA GOSTOSA VOU ENCHER ELA DE PORRA OUTRA VEZ! E FOI METENDO FORTE EU JÁ UMA PERFEITA MULHER FUI ME SENTINDO CADA VEZ MAIS ENTREGUE ATÉ QUE VEIO AQUELE GOZO FANTÁSTICO. COM AS CONTRAÇÕES DO MEU RABO MARCOS NÃO AGUENTOU E GOZOU GOSTOSO. LÁ ESTAVA EU FREEDA CAPRI UMA NOVA MULHER ABERTA PARA O MUNDO E PARA VC QUE GOSTOU DA MINHA AVENTURA ESCREVAM POSSO RECEBER EM CASA!

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Kamilinha

Há muito tempo eu não sentia tanto tesão quanto o despertado por Kamilinha. Encontrei-a quando visitava um site de relacionamento. Uma bundinha linda, toda redondinha em fotos de muito bom gosto, nada das baixarias que comumente se encontra. Demonstrava ser uma pessoa inteligente, educada, pronta para deixar aflorar a fêmea que se ocultava dentro dela. Kamilinha mostrava-se nas fotos realizando uma fantasia secreta que não ousava mostrar para a sociedade machista e repressora. Ali, escondida no anonimato, Kamilinha extravasava toda a sua feminilidade, fotografando-se de sainhas e calcinhas que realçavam mais ainda a bundinha linda que tem. Não resisti e lhe escrevi uma mensagem elogiando-a. Da primeira vez não tive resposta. Insisti, pedi para me acrescentar como seu amigo e ela me respondeu chamando-me de “tio”.

Bom, sou realmente um coroa cinquentão, apesar das pessoas com quem convivo ainda me acharem inteiro. Pensei cá com meus botões: Pô cara, não é para o seu bico. Kamilinha é uma gatinha muito jovem e gostosa. Mas, de brincadeira, respondi perguntando se ela me achava muito velho para ela. A esta altura, já tinha perdido as esperanças, quando, para minha surpresa, ela respondeu se justificando. Dizia que o “tio” era carinhoso e que ela sentia atração por homens maduros. Bom, aí foi a glória. Passamos a nos corresponder e, como suspeitava, Kamilinha era uma pessoa inteligente, culta, com um bom papo e bastante senso de humor. Assim, nossa conversa foi se desenvolvendo e brotando uma grande atração entre nós dois. Eu enviava-lhe mensagens seduzindo-a, românticas, carinhosas e demonstrando o tesão que sentia por ela. Ela me respondia dizendo ter ficado excitada, que apesar da fantasia, nunca tinha estado com um homem. Eu lhe dizia que queria ser seu macho e ela, toda dengosa, que queria ser minha putinha, que queria se tornar mulher comigo.

Só tinha um problema: ela morava em Belo Horizonte e eu no Rio de Janeiro. Precisava arquitetar um plano. Aluguei um Flat em Copacabana para instalá-la, e a convidei para vir dar um passeio no Rio, como minha convidada. No dia de sua chegada, preparei o ambiente para a noite maravilhosa que se anunciava. Coloquei na geladeira duas garrafas de vinho carmener Concha Y Toro, uma trilha sonora só de divas do Jazz e fui buscá-la na rodoviária.

Kamilinha chegou ainda de garoto, é óbvio, para não dar bandeira. Se assumiria ou não, de vez sua feminilidade, o fim de semana seria decisivo. Era um garotinho moreninho, com uma boquinha de lábios grossos, gostosos de serem beijados, e uma bundinha linda, roliça, realçada pela calça jeans justinha. Cumprimentei-a discretamente com um aperto de mãos e peguei a bolsa que ela trazia a tiracolo. Acompanhei-a até o meu carro, abri-lhe a porta e aí sim, dentro dele, na discrição do vidro fume, rolou um beijinho no rosto. Fomos conversando para Copacabana. Assunto nunca lhe faltou e Kamilinha falava sem esconder o nervosismo. Enquanto a ouvia, apoiava a mão nas suas pernas num discreto carinho. Fui pelo caminho mais longo e enquanto passava pelo Aterro, à vista da enseada de Botafogo, Kamilinha já abria e fechava as pernas demonstrando sua aceitação. Ao chegarmos no flat, dei-lhe a chave com o número e deixei-a sozinha. Fui tomar um café num bar próximo enquanto ela se preparava. Uns trinta minutos depois subi. Nossa, que visão deliciosa. Kamilinha vestia um babydoll vermelho, com uma calcinha também vermelha que lhe entrava pelas nádegas, deixando apenas aquele triangulozinho em cima do reguinho e aquela bundinha, que me encantara nas fotografias enviadas, todinha de fora. Fizera uma leve maquiagem e um penteado mais feminino com um gel.

Abri e servi-lhe o vinho, liguei o som num blues, na voz arrastada de Billie Holliday e chamei-a para o sofá ao meu lado. Passei-lhe as mãos pelas pernas macias, afaguei-lhe o rosto e segurando-lhe a nuca, trouxe-o em minha direção. Kamilinha entreabriu os lábios em assentimento e beijei-a. Nossas línguas se encontraram em revolveios e nossas mãos procuraram nossos corpos, tocando-se, apertando-se... Nossos corpos se colaram e pude sentir minha pica duríssima, como há muito tempo não ficava, imprensada na sua barriguinha. Ela também sentiu o meu estado e dirigiu sua mão para apalpá-la. Enquanto isso eu alisava sua bundinha e procurava com meu dedo médio o seu reguinho. Kamilinha, olhando-me nos olhos, abriu o fecho da minha calça e, enfiando a mão por dentro da minha cueca, pegou minha pica e trouxe-a para fora em direção aos seus lábios, depositando um suave beijo na cabecinha, antes de abri-los e engolir tudo.

Fui arriando no sofá enquanto ela me fazia uma chupeta deliciosa. Estava bom demais e eu não queria me acabar naquela boquinha. Quer dizer, não naquela hora. Já espichado no sofá, puxei-a para cima e, beijando-a novamente, fui baixando sua calcinha enquanto com os pés, acabava de tirar as calças e a cueca que ficaram emboladas no chão da sala. Vesti a camisinha e Kamilinha veio por cima, mostrando também sua excitação e de joelhos, em cima da minha barriga, com as mãos, dirigiu minha caceta para o seu cuzinho. Não ia ser fácil, tenho uma pica grossa, mas Kamilinha passou um lubrificante no seu olhinho e mostrando a vontade que estava, foi sentando.

Na penumbra, o lamento grave da voz de Billie Holliday abafava os gemidos sensuais de Kamilinha. Ela foi se abrindo, rebolando e sentando, enfiando milímetro por milímetro de minha pica grossa na sua bundinha até que entrou tudo. A expressão de seu rosto alternava-se entre a dor e o prazer. Eu apertava-lhe os peitinhos por cima da seda do babydoll, alisava-lhe o corpo, segurava firme com a mão espalmada em sua bunda e lhe ajudava na cavalgada. Torcemos nossos corpos e fiquei por cima. Levantei-lhe as pernas deixando-a toda aberta na posição de franguinha e meti gostoso. Deslizava sentindo a pressão do seu anelzinho na minha caceta e futucava lá no seu fundinho, acertando-lhe a próstata. Kamilinha gritava desesperada, piscava o cuzinho em torno do meu pau e pedia: - “Mete, meu macho, arromba sua putinha, crava essa rola gostosa no meu cu. Ah, como eu queria ser fudida assim. Come sua mulherzinha...” Atendendo seus desejos, que também eram os meus, acelerei o ritmo e gozamos juntos.

Ainda ficamos fudendo por mais dois dias. Eu chegava do trabalho e Kamilinha a minha espera era uma mulherzinha perfeita, pronta para se entregar ao seu macho, toda putinha e coquete, exibia suas roupinhas sensuais para o meu deleite. Dançávamos ao som de Ella Fitzgerald cantando Cheek to Cheek. Foram dois dias onde Kamilinha abria seu rabinho pra mim, bebia meu leite e se deliciava com minha pica. Claro, eu também me deliciava no seu cuzinho e boquinha

Kamilinha voltou para Belo Horizonte decidida. Nunca mais deixaria de sentir prazer como fêmea. E eu? Bom, fico contando os dias para ela voltar.

kodiko@ig.com.br

 

Amiguinho de infância

Há muito tempo que o Lilico queria comer minha bundinha. Nós éramos amiguinhos inseparáveis. Ele era dois anos mais velho que eu. Era baixinho e tinha o rosto muito bonito. Eu era muito mais menina do que menino. Moreno, olhos verdes e coxas de moça. Nariz afilado, cabelos pretos, lisos, longos, e uma boca carnuda que parecia um morango fresco. Não tinha menino que não quisesse me comer. Ou só "botar nas coxas" como eles diziam baixinho, no meu ouvido, nas tantas cantadas que eu recebia.

No fundo, eu morria de vontade de dar, mas temia que meus pais descobrissem. Eu sabia que mais dia menos dia, teria que dar, porque isso era da minha natureza, mas eu tinha lá meus medos. Mas o Lilico não desistia. Sempre que podia, suas mãos bobas vinham para minhas coxas ou para minha bunda. Eu fingia que ficava bravo, mas no fundo eu gostava desse assédio. Até que um dia ele inventou de brincar de acampamento. A casa dele tinha um pátio enorme e nos fundos havia uma espécie de campinho, com uma árvore grande e bonita. Levamos sanduíches, refrigerantes e armamos uma barraquinha que ele havia arrumado emprestada com um colega de aula. Durante a tarde organizamos o lugar. Fizemos mesa, banquinhos e limpamos o lugar. Ele instalou uma lanterna e fizemos fogo. Estava muito bonito o "nosso acampamento". A mãe dele veio ver e ficou admirada com nosso brinquedo. Foi aí que ele pediu para ela ligar para minha casa para pedir a minha mãe para que eu pernoitasse lá. Dona Nadir concordou com a promessa de que iríamos "nos comportar". Ali eu senti que o que ele queria na verdade era "dormir" comigo. Como foi a dona Nadir que pediu, minha mãe permitiu que eu dormisse lá.

O Lilico ficou felicíssimo. Eu também, pois sentia que alguma coisa ia rolar. A noite chegou e ele serviu um pouco de vermute que ele havia pegado do bar de sua casa e acendeu cigarros que também havia roubado de seu pai. Tomamos o vermute docinho e ficamos bem alegrinhos. Quando peguei meu cigarro e aspirei a fumaça, me afoguei e tossi, como qualquer mocinha. Ligamos música, comemos e...fomos dormir. Era verão, por isso não havia necessidade de cobertas. A barraca era pequena, dessas de motoqueiro. Eu não havia levado pijama, por isso deitei só de short mesmo. Deitamos e nos cobrimos com um lençol que ele havia levado. Deitei de costas para ele. Mas, pelos movimentos, notei que ele estava tirando o short.Meu coração começou a bater mais forte. Fiz de conta que dormia quando senti o pau duro dele entre minhas coxas. Meu coração disparou. Ele enfiou seu pau entre minhas pernas e ficou quieto. Um calorão subiu em meu rosto. O efeito do vermute e aquela cobra dura e quente entre as pernas era uma delícia. Senti as mãos dele em minha cintura, procurando tirar minha roupa. Com o rosto formigando de excitação, me fiz de bobo, que não estava percebendo nada. Não estava percebendo, mas levantei a bunda para que o short deslizasse para baixo. Em alguns segundos eu estava com a bunda de fora, com aquele pau duro resvalando em meu reguinho. Era uma delícia. Acho que para não me assustar, ele ficou quieto por alguns minutos.

Lentamente, ele começou a mexer seu pau em minha bunda. Ele arfava e se esfregava em minha carne macia. Ele segurava o pau e pincelava no meu reguinho de alto a baixo. De olhos fechados eu me entregava a delícia de ser acariciado, de estar sendo finalmente, uma menina. Em seguida eu senti os dedos dele procurarem meu cuzinho. Acharam meu buraquinho e a outra mão dele trouxe um creme até meu reguinho. Dei um gritinho quando um dedo dele entrou com creme no meu botãozinho virgem. Com cuidado ele foi colocando bastante creminho em meu cuzinho. Quando meu buraquinho já estava cheinho de creme, ele ergueu a minha perna, deixando meu cuzinho arreganhado para ele. Com uma mão ele levantou minha perna pela curva bem no alto e com a outra ele botou seu pau duro na porta de meu cuzinho.

Uma emoção enorme tomou conta de mim. Ali eu não me segurei mais. Comecei a gemer baixinho, enquanto mexia os quadris tentando sentir com o cú a ponta melada daquela lança. Não demorei muito para sentir a primeira estocada. O creme ajudou a investida. O cutucão que senti me rasgou ao meio quando a ponta do pau invadiu meu cuzinho. Mordi os lábios e lágrimas de dor encheram meus olhos. Minhas mãos se agarraram ao travesseiro. De olhos fechados e cheios de lágrimas senti a segunda estocada. Senti as pregas se esticarem como um véu, quando entrou mais um pedaço do pau dele. Sentindo meu cú preenchido por aquela vara quente e deslizante, mordi o travesseiro esperando a próxima investida, pois eu sabia que ainda não havia entrado tudo. Empalado pela tora exigente eu gania. Ai...Lilico..Ai Lilico...Ai..meu cuzinho....Mas, ele não iria desistir. O macho estava comendo a fêmea e aquilo era tudo para ele naquela hora. Mais uma arremetida e senti todo o pau atolado em mim. Mesmo com o cuzinho em brasa, a excitação de estar sendo comida, foi maior. Uma onda de prazer tomou conta de meu ser. Meneando as ancas eu sentia o macho dentro de mim. Ele passou a me foder.

O creme lubrificara meu reto facilitando o vai-e-vem. O pau dele deslizava pra dentro e pra fora. Naquele delírio eu gemia sorrindo e chorando, pois sabia que estava sendo arrombado, como eu sempre soube que um dia aconteceria. Agarrado em meus quadris ele me fodia agora vigorosamente. Nossos corpos suados eram puro sexo. Eu sentia a respiração ofegante dele em minha orelha. Virei a cabeça e senti seu hálito. Cheirava a vermute e cigarro. Com muito carinho, com uma das mãos trouxe o rosto dele para minha boca. Procurei seus lábios e engoli sua boca. Sua língua invadiu minha boca, sequiosa e Chupei sua língua, engolindo-a todinha. Agora eu tinha dois pedaços dele dentro de mim. Meu rabo engolia o pau dele e minha boca engolia sua língua. Era eu que comia ele, não ele que me comia. Naquele delírio maravilhoso ele gozou. Seu pau estremeceu dentro de mim, enchendo meu cuzinho de leite. Que delícia! A dor desaparecera por completo. Era só prazer. Ele me beijava alucinado, dizendo, minha mulherzinha, minha mulherzinha! Meus cabelos lisos e compridos, rosto de mocinha, meu corpo esguio de adolescente sem pelos me faziam sim, uma mulherzinha. Quase desfalecidos de prazer, ficamos por longo tempo abraçados. Eu deitei sobre seu peito adolescente. De olhos fechados eu sentia o leite dele escorrer entre minhas nádegas.

Ficamos assim. Quietos, exauridos com toda a emoção que há pouco eletrizara nossos jovens corpos. Ainda deitado no peito dele abri os olhos. Logo ali em seu ventre, pendia a vara de carne, a espada vigorosa que havia me feito mulher. Era um pau moreno e cabeçudo. Estava em repouso agora. Estava melado com o creme e seu próprio leite. Havia cumprido sua missão. Havia inaugurado com muita competência um buraquinho rosa, suave e delicado. Com meus dedinhos toquei aquele mastro moreno. Procurei no chão meu shortinho e tirei do bolso um lencinho que sempre andava comigo. Com o lencinho, comecei a limpar aquele pau com o maior carinho. Limpei com tanto carinho que depois de algum tempo o senti mexer. Senti nas mãos ele se erguer novamente. Senti ele crescer em minhas mãos. Foi crescendo, crescendo e ficou enorme. Cabeçudo e grosso, não sei como entrou todo no meu cuzinho. Por isso que doera tanto. Enquanto eu alisava o cacete dele, ele me beijava no rosto, no pescoço, nas orelhas. Com as mãos eu adorava aquele totem cabeçudo e nervoso e com a boca eu correspondia aos beijos molhados do meu macho. Fui beijando seu rosto, seu pescoço, seu peito....

E fui baixando, baixando, até chegar aonde eu mais desejava: seu ventre. Dos novelos de seus penteios brotava aquela vara latejante. Mesmo sem ter nenhuma experiência, eu me entreguei aos meus mais tarados instintos. Comecei beijando a base, lambendo cada milimetro daquele pau magnífico. As mãos dele percorriam minhas coxas, minha bunda, e meus lábios subiam beijando, lambendo o pau cada vez mais duro. Com meus lábios carnudos eu sentia as veias grossas e dilatadas, que faziam o membro latejar. Ele não agüentou mais. Com a mão ele guiou seu pau até minha boca. Abri os lábios e senti que seria deflorado em outro lugar. Precisei abrir o máximo minha boca para engolir a tora dura.

Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e passou a foder minha boca. Eu engolia o pau dele que ia até minha garganta, me sufocando. Várias vezes precisei de ar e tirei o pau dele de minha boca. A saliva abundante, facilitava e excitava Lilico. Eu me recompunha e o jogo recomeçava. Até que ele gozou abundantemente. Enquanto o líquido saía, o pau pulsava como uma cobra nervosa. A tesão era tanta que La embaixo, o meu tiquinho estremeceu e gozei maravilhosamente. Minha boca se encheu do líquido denso e visgoso. Foi um ato de amor maravilhoso. O início de um amor proibido que trouxe a mim e ao Lilico, muitos, muitos momentos inesquecíveis.
CONTINUA....

liegefox@gmail.com

 

 

Na galeria da Paulista

Meu nome é Roberto. Tenho 42 anos, 1,80cm, 70k, simpático e casado.
Gosto muito de mulheres, mas às vezes, os homens me atraem. Bem, daí a minha história.
O fato realmente aconteceu e não sinto vergonha, pois acredito que todos os homens gostariam de experimentar uma virada de vez em quando. Foi em 15 novembro de 2004, num feriado maravilhoso, minha esposa havia viajado a negócios para o interior de Minas com uma amiga e me ligou pedindo para pegar uma caixa de roupas em uma loja na av.: Paulista. Não vi problemas, mas como era feriado como entraria? Disse que os seguranças estavam avisados e que poderia entrar a vontade, pois a proprietária já havia autorizado. Bem lá fui e chegando, de fato, os seguranças abriram a galeria de lojas e me indicaram o local. Inclusive deram as chaves. Quando abri um espanto. Nossa!!! Era uma loja de artigos femininos completos. Roupas, lingeries de todas as formas, maquiagem, saltos bem altos e colares. Não tive dúvidas. Tirei as roupas, vesti a calcinha, bem pequena que quase não cabia, sutiã, uma meia que cobre o corpo todo cor da pele, enchi os seios com meias, vesti um saldo 15 cm muito sexy, vestido tubinho com um tecido bem flexível preto, uma loira do manequim, muita maquiagem e uma bolsa. Fui ao espelho e outro espanto! Era uma mulher que estava ali, não eu, homem. Desfilei na loja toda e me olhando sempre.
Estava com um tesão enorme e que é de se montar sabe que estou falando. Senti algo estranho atrás de mim, quando olhei quase morri do coração, ele saltava pela boca. Era um dos seguranças! Deixei a porta aberta. Fiquei mudo, imóvel sem saber o que fazer. Pensei ele vai me prender, gozar da minha cara, me bater, não sei. Trancou a porta. Meu coração ainda disparado! Pediu para me aproximar. Fui tremendo e respirando pela boca. Perguntei o que vai fazer? Ele respondeu, fala mais fino porque vou ser seu macho agora e não diga que não está com vontade. Olhei prá ele dos pés a cabeça e vi um rapaz de uns 25 anos, cabelos claros, olhos claros, pele bem branquinha, não muito alto e não muito musculoso, mas bonitão. Bem próximo a ele, ainda tremendo, senti sua mão deslizar em minha bunda e cintura. Ele dizia, tesão, de joelhos e chupa meu pau. Ajoelhei-me, abri seu zíper e tirei seu pau prá fora. Não muito grosso, mas enorme! Uns 25 cm muito longo!! Enchi minha boca com ele. É lógico, não era a primeira vez e sei onde exatamente é gostoso. Minha boca ia e voltava bem rápido e passei a usar o céu da boca, língua na cabeça, língua no seu saco, no reguinho, sobe e desce no pau, enfim, 15 minutos prá deixá-lo com muito tesão. Percebi se continuasse ele iria gozar. Parei, olhei pra ele fixamente, sem tremer agora. Ele ordenou: - Desfila putinha! Meu Deus, desfilei, rebolei e sentei num sofá. Ele se aproximou e veio prá cima. Nossa que macho!! Sua barba roçava meu pescoço, embaixo das orelhas, sua língua dentro de minhas orelhas, mãos abraçando e segurando minha bunda com força. Estava aos gemidos, como uma garotinha Senti-me uma fêmea de verdade. O tempo parou ali e me senti um tanto tonta, pois o tesão era imenso. Senti arrepios o tempo todo que ele subiu em mim. Ele ordenou: - Tira o vestido! Prontamente atendi. De costas! Sua mão e dedos na minha bunda e reguinho. Perguntei: - Quer que tire a meia? Não precisa putinha, vou entrar assim mesmo. Tremi! Pensei ai meu Deus, aquele pausão! Seu dedo fez um furo na meia e senti algo úmido e quente entrando. Era sua língua. Revirava minha bundinha e meu ânus. De quatro no sofá, ordenou! E lá vai sua língua novamente, desta vez bem no fundo, quase 10 cm, estava alucinada, gemia, piscava sem parar. Suas mãos alisavam minha bunda, perna, quadril e cintura. Foi uma loucura que quase estava me fazendo gozar. De repente uma parada. Olhei entre minhas pernas e vi tirando sua calça e cueca, meus Deus que ia acontecer agora, que pernas grossas. Vi ele pondo a camisinha. Não olhei, pois dá o maior tesão ouvir o barulho. Senti-me possuída. Não podia escapar do destino. Novo silêncio. Pronto vestiu! Pelo buraquinho e entre a calcinha ele cuspiu no pau e no cuzinho e foi encostando. Aiiiiiiii gemi, que gostoso, se alguém já sentiu isso sabe como é, uma surpresa encostando da muito arrepio. Aquilo foi entrando, devagar, a cabeça, vai e vem, aiiiiiiiii, eu não parava de gemer e o cara era bom nisso. Senti entrar duma vez! Aiiiiiiiiiii, gemi, senti um pouco de dor, mas agüentei tudo!! Tudo! Suas mãos nos meus quadris e agora o vai e vem. Cada mexida um gemido, que tesão, gritava às vezes, bem fininho, bem fêmea. Foi alargando e ficando muito bom. Quase cai de tesão. Foram uns 20 minutos de vai e vem forte. O cara não cansava e não parava. Ai o melhor aconteceu, não sei como, acho que o tarado encostando-se a minha próstata me fez gozar, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii to gozando, vaiiiiiiiiii, e ele foi, gozou loucamente e senti-o me arrebentando. Perdi os sentidos e ele caiu sobre mim.
Não sei o como e por que, mas amei tudo. Ele foi saindo devagarzinho e tirou tudo. Estava aberta. Ele colocou quase as mãos inteiras no meu ânus e disse: - Te arreganhei putinha! Vestiu-se, pediu prá não ficar muito tempo e saiu. Meio tonto ou tanta, comecei a tirar tudo. Deitei no chão para descansar e me vesti. Fui embora sem vê-lo mais. Jamais esqueci o momento e sempre me masturbo pensando na situação. Por várias vezes como minha esposa pensando na situação e ela saiu ganhando, pois como com muito mais tesão. Agora sinto saudades de um homem e me visto sempre de mulher. Quem quiser pode me escrever. Chamem-me de Roberta tá? Vulcãodesexo@hotmail.com.

Beijo a todos!!

Valéria CD e o coroa dotadão

- Pra você terminar de provar que nasceu pra ser fêmea putinha, bota a camisinha com a boca, vem com esse cu guloso e senta no meu pau, rebolando e cavalgando, minha viadinha safada...
 

Essa frase, que soou lá no mais profundo de mim, me encheu de um desejo que não pude conter. Já estava com aquela rola enorme na boca, peguei a camisinha extra-G, desenrolei com os lábios e as minhas mãos macias. Me levantei, fiquei de costas pra ele e abri bem a minha bundinha, arreganhando a cuceta o máximo, lubrificadíssima com muito gel, e fui sentando, tentando engolir aquele cacetão que eu já havia me tornado adoradora desde os tempos que o encontrei no chat e depois no msn, onde teclamos até nos conhecermos bastante, mas não o suficiente para nos satisfazermos, o que estava se concretizando naquele encontro maravilhoso.
 

A penetração era um pouco difícil devido às dimensões daquele pau que, segundo ele disse, poucas agüentavam levar, me trazia uma satisfação imensa como fêmea e como sua putinha. Estava sentindo me alargar todinha, com aquela dor gostosa de sentir as minhas entranhas agasalharem devagar aquela jeba deliciosa, me desafiava a engoli-la por completo aos poucos. Meus pensamentos, que se voltaram totalmente para a minha condição de fêmea em satisfazer aquele macho grisalho, foram interrompidos por um tapa bem dado na minha bunda, me trazendo pra realidade do momento.
 

- É muito gulosa mesmo, agüenta tudo, né, minha vadia...

- Aiii... estou adorando sentir seu pauzão me abrir todinha, tesão!!

- Rebola, empina bem esse cú e vem descendo, senão eu dou uma estocada pra entrar tudo de uma vez só!
 

E outro tapa me aqueceu as popinhas, me fazendo rebolar e gemer mais ainda e forçar com mais vontade aquela jeba pra dentro de mim até sentir os pentelhos roçando em volta do cu... Bem sensual e com muito tesão, a volúpia tomando conta de mim, comecei o sobe-e-desce, me apoiando nos joelhos dele, me empinando o máximo e me arreganhando todinha pra engolir aquele caralhão grosso e comprido, como poucos que eu já tinha encontrado, e mostrando meu cu pra ele. Quando a dorzinha foi passando, só ficando o tesão, parecia que os meus sentidos desceram todos para o meu buraquinho, me proporcionando uma sensação maravilhosa em me sentir como a sua presa, a sua posse. Meus pensamentos delirantes mais uma vez foram interrompidos pela sua voz grave e máscula:
 

- Que delícia, puta, isso não é um cu, é uma cuceta... me arrancando mais um gemido agudo de fêmea que sou.
 

- Fode, gostosa, dá prazer ao seu macho, sente a pica dura dentro de você!! E plaft, outro tapa com vontade na minha bunda...
 

Fiquei alucinada com o que ele dizia e só pensava que tinha valido a pena ter mamado antes aquela delícia de pica, deixando o meu macho louco pra me possuir. A minha língua e os meus lábios tinham trabalhado naquela cabeça grande, forçado o meu queixo a se abrir ao máximo e me desafiado a usar a minha boquinha de veludo, sem encostar os dentes, e sentido ela deslizar pelo céu da boca, me ocupando toda a boca até o fundo da garganta... trabalhado os músculos da garganta massageando aquela cabeça, me rendendo os elogios de cadela chupadora de pica... que eu realmente nasci pra ser fêmea chupadora... que eu tinha boca de mamadora de rola... aiiiii, aqueles comentários sacanas iam lá no fundo do meu córtex cerebral e me inundavam de prazer... que macho era aquele??? Aaaaaiiii... eu gemia com a boca cheia de pica e sentia as lágrimas correndo pelo meu rostinho, borrando a minha maquiagem pesada de puta, causadas pela pressão da rola entalada na garganta.
 

Essas lembranças do que tinha sentido um pouco antes me faziam apertar a cuceta naquela piroca invasora, que me alargava cada vez mais, tendo como resposta a pica pulsando dentro de mim...
 

- Aiii, gato, que delíciaaaa... eu gemia feito uma gata manhosa no cio...
 

E sentava com mais vontade, vindo até a cabeça da pica e tendo o prazer de voltar até sentir os pentelhos dele, sentindo aquele mastro deslizar cu adentro, me fazendo quase ter um orgasmo anal. O safado sabia que eu estava delirando de tesão e puxava o elástico da microcalcinha fio dental puxada pro lado, estalando na minha bunda...
 

- Adoro uma femeazinha gulosa como você, que sente prazer em dar prazer ao macho, bem obediente e bem submissa!!
 

Ai, que sacana, estava lembrando o meu lema, usando-o como forma de me excitar mais ainda!!! Passei a gemer com mais desejo, parecia que aquele cio nunca seria saciado... aiii... Felizmente, logo que ele chegou, eu tinha feito antes o showzinho particular que prometera a ele pelo msn, de que iria mostrar como eu adoro brincar com os meus plugs e consolos. Me abria todinha, me mostrando de quatro no chão e ele assistindo sentado na poltrona, punhetando lentamente aquele caralhão e fazendo comentários que me excitavam...
 

- Isso mesmo, putinha, se abre bem pra levar o pau do seu macho todinho dentro desse cu faminto por pica...!!
 

Saindo dos meus devaneios das lembranças do showzinho e voltando à condição do momento real, já tinha quase 10 minutos rebolando com ele todinho dentro, como se fosse possível engolir mais ainda, voltando a fazer o sobe-e-desce, parando no meio do caminho pra massagear a pica do meu macho tesudo com apertõezinhos da cuceta em várias partes daquela delícia, senti um dedo entrando na minha boca... A sensação do dedo na minha boca me fazia sentir como se fosse uma menininha no colo daquele macho de quase 1,90 de altura... aiii, mamei o dedo dele bem sensual, bem safadinha... e com a cuceta eu mastigava a rola dele de tanto tesão que estava sentindo... O safado botou dois, três dedos na minha boca, me preenchendo agora por baixo e por cima... tirou os dedos, me mandou descer a alça da blusinha sensual que eu usava e começou a bolinar meu mamilo direito, que já estava durinho de tesão e, em seguida, enfiou outros três dedos da outra na minha boquinha, que lambi, chupei e mamei com toda a volúpia que me consumia... aiiii, que delícia, aquele macho sabia me fazer mulher!!! Fez o mesmo no outro mamilo e minha blusinha começou a cair, me dando a sensação da fêmea usada e abusada pelo seu homem.
 

Quanto mais ele bolinava os meus mamilos, mais eu me afundava naquela pica com vontade... estava perdendo a noção das coisas e gemia como uma gata no cio. Eu ali, sentada no colo dele, com aquela jeba inteira dentro de mim, subindo e descendo, alucinando com as brincadeiras de rodar e apertar com força os mamilos nos seus dedos olhava pra baixo e só via as minhas meias 7/8 pretas desalinhadas nas minhas coxas totalmente depiladinhas, a minha sandália de saltinho quase arrebentando as tiras que prendem, e aquela sensação gostosa de estar sendo a cadela vadia dele. Deu um tapinha na minha bundinha e me ordenou:
 

- Cadela gostosa, fica de quatro em cima da cama pro seu macho!!
 

Obedeci imediatamente e fiquei na posição que ele mandou, com a bundinha bem empinada e arreganhadinha pra ele, esperando obedientemente a posse. Senti o gel lubrificante escorrer pelo meu reguinho inundando-o, as minhas pernas sendo afastadas com os joelhos dele, a cabecinha sendo encaixada no túnel que aquela jeba-tora tinha formado... e o pauzão entrando, sem parar, até sentir que aqueles 21cm x 8,5cm estavam todos dentro de mim... gemi bem manhosa:
 

- Ai, safado, quer me matar de tesão é?
 

Me puxou pelos cabelos da parte de trás da cabeça e disse no meu ouvido com voz grave, cheia de tesão, disse no meu ouvidinho:
 

- Quero sim, minha gostosa... quero te deixar louca e viciada na minha pica... e deu uma mordidinha de leve na minha orelha e um beijo na nuca... fiquei toda arrepiada...
 

Aiii, gente, aquilo soava como música aos meus ouvidos me fazendo me entregar o que ainda não tinha entregue ainda. Com a bundinha empinadíssima, me envergando toda, ele continuava a me puxar pelos cabelos e enfiava aquela língua voluptuosa dentro da minha boca... e metia com vontade na minha cuceta toda alargadinha... aiii, que sensação maravilhosaaaa!!!! Só aí, com a cabeça guiada pelos dedos dele presos nos meus cabelos é que pude entender o porquê de não ter permitido usar peruca, mas um penteadinho feminino.
 

Me empurrou com as duas mãos, de forma carinhosa, mas firme, a ficar de quatro e empinadinha, batia na minha bundinha, tirando tudo e botando a pica toda várias vezes, enfiando até o talo, brincando na portinha toda alargada, me fazendo sentir fortes espasmos anais, secos, gozando pelo cu, coisa que muito poucas vezes na vida eu havia sentido... sem qualquer ereção do grelinho, me deixando toda mole e com a sensação de estar perdendo os sentidos...
 

- Goza minha putinha insaciável, goza pelo cu com a vara do seu macho... e diminui o ritmo das metidas, como se estivesse observando e apreciando o meu gozo anal.
 

Depois que recobrei um pouco os sentidos, ele voltou a estocar com vontade, tirou o pau de dentro, sentou na poltrona novamente e me mandou me ajoelhar na frente dele e voltar a mamar. Tirei a camisinha e mamei gostoso, já acostumada com o tamanhão daquela rola, mostrando a ele como fico louca pelo macho que sabe me fazer mulher.
 

Me mandou sentar em cima, só que de frente pra ele desta vez. Quando fiquei em pé, me recompus, com a vaidade inerente a qualquer fêmea, ajeitei as minhas meias 7/8, conferi se a piruzinha estava totalmente escondida e apertada pelo esparadrapo que ele mandou colocar (tive a recomendação de que ele não queria nem ver o meu "defeitinho"), me ajeitei com um arquinho de cabelo colocado estrategicamente perto, ajeitei as alças da minha blusinha. Fui abrindo as pernas e me encaixando em volta dos braços da poltrona, onde pude apoiar as coxas. Peguei aquele pauzão, encaixei na portinha e fui descendo, sentindo a invasão daquela tora gostosa. Comecei a cavalgar gostoso, sem pressa, aproveitando a gangorra no braço da poltrona, levando o meu macho a dar estocadas de baixo pra cima, a língua dele invadindo toda a minha boca, como se fosse outro pau me invadindo... nos curtindo e nos deixando perder na volúpia, na loucura do tesão do momento, ele anunciou que iria gozar. Acelerei o sobe-e-desce, apertando a cuceta no pauzão, sentindo as mãos dele me agarrarem com vontade e o urro do prazer soando no ar... grudei a minha boca na sua boca para os vizinhos não ouvirem os gritos roucos de prazer daquele urso branco se satisfazendo com a sua fêmea... com o esforço de fazê-lo gozar, tive o orgasmo anal-peniano maravilhoso, provocado pela ocupação daquela rolona dentro de mim.
 

Fui diminuindo o movimento e ficamos abraçadinhos, eu acariciando o peito cabeludo, coberto de pelos grisalhos, e ele me acariciando os cabelos. Ele sabia o que falava e acabei ficando viciada na pica daquele macho e fomos amantes por quase seis meses. Infelizmente, ele sumiu da minha vida de forma inesperada, pois a esposa estava desconfiada de alguma coisa... enfim...
 

Sou uma viadinha cdzinha totalmente passivinha, 45 anos, branquinha, carinhosa, meiga, dengosa, mas muito safadinha, 1,74m, 80kg, quase toda depiladinha (menos os braços) e adoro ser tratada como fêmea. Discrição e sigilo são fundamentais, pois sou fêmea e me monto somente entre 4 paredes. Se você é homem, macho totalmente ATIVO, acima dos 30 anos, com boas intenções, que saiba valorizar uma alma feminina aprisionada em outro corpo, ou seja, que saiba do que uma femeazinha gosta e precisa, e gostou do meu conto/relato, entre em contato, tá? Beijocas molhadinhas.

valeriapassivinha@hotmail.com
 

Algumas fotos minhas no Garota Gemini - ValériaRJ

Minha primeira vez de calcinha

Já contei aqui como foi a primeira vez que transei com um cara que queria que eu usasse calcinha e sutiã, na realidade fiquei 9 meses transando com freqüencia com o Rubens. Depois disso entrei em um mundo até então desconhecido para mim, o de crossdresser. Para quem nao sabe o que é, crossdresser são homens ou mulheres que curtem se vestir com roupas do sexo oposto para o sexo ou suas preliminares. Isso nao quer dizer que são homossexuais ou afetados, apenas que sentem tesão com esse fetiche durante as práticas sexuais.

É muito comum homens hetéros praticarem esse fetiche, assim como as mulheres. No sexo homo geralmente esse fetiche é confundido com feminilidade, ao contrário, existem muitos caras que são extremamente másculos e curtem essa prática, mesmo sendo ativos. Entretanto a sua maioria são de homens afeminados ou que curtem ser feminilizados por seus parceiros, muitas vezes envolvendo até mesmo outros fetiches e práticas sexuais menos convencionais como dominação leve, chuva dourada e podolatria.

Bem, mas vamos ao que interessa. Eu estava só em casa e eram quase 1h da madruga, na net tentando algo no bate papo, mas nada. Resolvi trocar de apelido e entrei na sala de travestis e afins com o nick "Passivo_de_Calcinha SP". As salas estavam uma droga, pois só tinham travestis querendo programa. Quando estava quase desistindo e pensando em morrer na punheta, um cara com o nick GIL me chamou. No começo não dei muita bola, pois achei ser outra traveca querendo dinheiro. Mas o cara disse que adorava um cuzinho de homem com calcinha, sutiã, meias finas e batom, e nem precisa estar depilado. E então disse que era macho e negro. Eu fiquei louco na mesma hora. Quando ele se descreveu disse para que não esperasse um deus de ébano, pois ele era bem comum, apesar de hiper dotado. Gil disse ser negro, ter 1,78m, 92kg, forte com barriga, 36 anos, bigode e uma jeba de 21x16 e frisou, "não é grande, mas é muito grossa".

Como eu já sei que essa história de dotado quase sempre é agá, nem liguei. Marcamos tudo e ele disse que chegaria em 1h no máximo. Então fui tomar banho e, como ele iria demorar, coloquei dois supositórios a base de glicerina e em pouco tempo estaria pronto para o uso. Separei uma calcinha, sutiã, meias finas e batom, mas não coloquei. Na verdade queria trepar, mas tinha certeza que era enrolação do cara, pois topou tudo muito rápido, disse que era híper-dotado e ainda por cima iria demorar. Para quem conhece a net sabe que são indícios claros de mentira, ou seja, levar um bolo. Já eram quase 3h10m da manhã quando toca o interfone e o porteiro avisa que meu amigo Gil tinha chegado para irmos viajar.

Não acreditei pois já estava indo dormir. Corri feito um doido para colocar a calcinha, sutiã, meias e passar o batom. Deixei tudo escuro, pois é um mico encontrar alguém que você nunca viu na vida desse jeito. Quando abri a porta me deparo com um cara comum. Realmente era negro, forte para gordo sem ser obeso, mas com barriga, bigode e, o que me deixou intrigado, com uma farda do exército. Ele pediu desculpas pela roupa, mas era câmera e tinha vindo de um evento onde todo o pessoal de apoio estava fantasiado de militar. Puxei ele para o quarto, onde tinha deixado uma luz acesa, e lá ele me abraçou e me disse no ouvido: quero ver o que essa boquinha linda sabe fazer e se esse bundão maravilhoso agüenta minha trolha.

Não tive dúvidas, abria sua calça e caí de boca. Quando fiz isso tive a certeza de ele tinha mentido, pois seu pau não era grosso e ainda era pequeno. Mas a medida que eu comecei a chupá-lo ele cresceu tanto que eu mal conseguia engolir a cabeça. Eram realmente 21x16cm de um tora de chocolate. Mesmo assim ele gemia e se contorcia dizendo que eu chupava como nenhuma mulher havia chupado seu cacete antes. Sem avisar, ele me levanta de uma vez e me coloca de 4 na quina cama, afasta a calcinha e mete a língua no meu cuzinho. Fui ao céu e voltei várias vezes com aquela língua em meu rabo. E mais ainda olhando o contraste de sua força de macho e sua cor negra com a minha cor branca e minha postura submissa de fêmea indefesa. Ele pediu a camisinha, colocou e passou muito gel. Pensei que seria fácil agüentar aquela nabo, pois tinha feito limpeza com ducha, supositórios de glicerina e ainda havia manipulado alguns brinquedinhos com creme para limpeza. Mas ele forçava e nada até que enfiou de uma vez e pensei que iria me rasgar inteiro.

Então começou a tirar e colocar bem devagarinho, enquanto eu dava umas gemidas, ele começou a movimentar com mais velocidade e docemente, porém com uma voz máscula começou a me chamar de putinha macia, veadinho manhoso, amorzinho e dizer para eu aproveitar o pau do seu negão. Quando começou a entrar e sair com mais facilidade, isso depois de quase 20min de bombadas e de muita lágrima escorrida, ele começou a me mudar de posição. Primeiro me colocou no meio da cama de 4 e montou no rabo cavalgando como se eu fosse uma égua. Depois me virou de uma só vez com seu cacete dentro de mim, levantou minhas pernas e começou a me enfiar de frango-assado. Quando estava ficando bom, me virou de lado e começou a me comer me abraçando por trás, mexendo nos meus peito por cima do sutiã e sussurrando em meu ouvido que eu era sua menina safada.

Nessa altura do campeonato meu cu estava totalmente anestesiado e só sentia prazer. Tanto que comecei a gozar pelo rabo e ele dizia que meu rabinho era uma delícia, apertado, molhadinho e macio. Falava que nenhuma mulher dava para ele por causa da grossura, mas eu era a mulher maravilha, pois tinha uma cucetinha linda e gulosa. Depois sentou na cadeira do computador e me fez sentar em seu cacete, mas nessa hora o meu cu não segurava mais nada e acabei passando um cheque. Ele mandou levantar e pegar o rolo de papel higiênico. Pensei: ele vai se limpar e mandar eu mamar até gozar. Mas que nada, quando voltei limpou meu rabo e meteu novamente. Quando ficava melado ele limpava e metia outra vez. Sei que ainda me comeu em pé, de bruços, atravessado, deitou na cama e me fez cavalgar e por fim me colocou novamente de 4 e finalmente após me foder quase 2h seguidas, pude sentir seu pau dilatar mais ainda e seus jatos de porra inundarem a camisinha. Ficamos parados um pouco com ele sobre mim e quando o cacete começou a amolecer ele tirou e disse que agora era a vez de sua menina gozar pelo grelinho. Tirou a camisinha e meteu seu pau na minha boca enquanto eu me masturbava. Gozei como nunca havia em minha vida. Gil se foi mais de 5h da manhã e eu tomei banho para ir trabalhar. Fiquei o dia inteiro entre o trabalho e o banheiro, mas a sensação de vazio que ficou durante quase 3 dias inteiros era maravilhosa e a lembrança dele me fazia endurecer na hora.

Nós nos encontramos mais 4 vezes até que ele apareceu pela última vez para me dizer que iria viajar pois estava sem emprego e não tinha mais onde morar. Transamos pela última vez, mas se ele ler isso quero que saiba que nunca esquecerei todos os nossos encontros e que ainda gozo muito lembrando deles.    

SE QUISEREM ME ESCREVER MEU E MAIL:

ursaopassivo10@bol.com.br

 

Primeira vez com meu primo

Bom deixa eu me apresentar, tenho 53 anos, sou casado e bem casado, amo minha mulher mas tenho um problema, se é que posso chamar isso de problema! Eu adoro me vestir com calcinha, sutiã e camisola, meu sonho e sair com um homem também casado (casado tem que ser discreto) e ser uma fêmea para ele nunca sai ainda com um homem, até que um dia... Conto isso mais abaixo. Há tempos que sonho em me realizar, e com tanta vontade eu comprei um consolo que mede 17 x 4,5 e me masturbo satisfazendo os meus desejos mais íntimos, só que não deve ser mesma coisa, nada melhor que uma rola de um homem para sentir como deve ser possuído por um macho.

Enquanto isso não se realizava, eu me visto com roupas íntimas e meu consolo, fico aqui na net a procura de um homem. Sempre entro, depois da 00h00min e fico aqui na net, na sala de bate-papo sala de Campinas 1 ou 2 com o nik (M.Mor/HCas/Passivo). Eu quero um homem casado legal carinhoso, discreto e de referência que more na minha cidade, que tenha no mínimo uns 40 a 53 anos. Más um dia aconteceu, meu irmão mora sozinho e um primo veio morar com ele, na verdade ele não é bonitão ou um homem sarado e nem mesmo casado, ele é solteiro, tem 47 anos e minha mente foi longe, pensei comigo: Será que eu consigo algo com ele?

O que eu sei, é que nunca se casou, e não é de sair por ai, e quem sabe algo acontece algo entre nós, eu só sei que ele gosta de assistir filmes de qualquer tipo, inclusive pornô. Depois de alguns dias já morando com meu irmão, eu estava esperando uma oportunidade para conversar com ele, chegou este dia. Eu conversei com ele várias coisas, neste dia eu não falei de sexo, só disse que tinha bastantes filmes, se ele quisesse poderia ir até a minha casa buscar alguns já que somos vizinhos. Em um sábado ele bateu na porta de casa, veio emprestar um filme, eu mostrei vários e ele pegou alguns, menos pornô, pois meu filho e minha mulher estava em casa. Falei que a noite lá por volta das 19h minha mulher iria à casa de sua irmã e depois poderia buscar alguns. Não deu outra, levei minha esposa e meu filho na casa da sua irmã e voltei.... Antes tomei um belo de um banho fiquei cheirozinho, eu escondi no banheiro calcinha, sutiã, camisolinha e KY, quem sabe iria rolar algo, sabia que ele veria buscar os filmes pornôs, e eu que não sou nada bobo, também preparei um filme bem sexy fazendo de conta que estava assistindo. Deduzi que ele iria assistir também.

Não demorou muito e ele chegou, quando viu que eu estava assistindo se sentou no sofá e começou assistir junto comigo. A cada cena, não dava para não ficar excitado, ele fixava o olho no filme que fiquei admirado, ainda mais que a mulher estava levando rola no cuzinho. Falei para ele assim:

- Como elas agüentam esta rola né, será que um homem agüentaria isso tudo.

Ele respondeu:

- Se homem for carinhoso, ele agüenta sim.

E passou a mão por fora de seu short em sua rola, e pelo que vi já estava dura, com certeza já estava a ponto de bala. Nisso passou uma cena que a rola do cara era igual à dele, pois eu já tinha visto sua rola há muito tempo, era torta, eu joguei o verde e colhi o maduro rsssssss.

Eu disse para ele:

- A rola do cara é torta? - Não igual a sua? - Se não me falha a memória sua rola é torta!

E ele respondeu:

- Sim, é torta sim, e ainda fui operado de um testículo, tenho um só.

Com um ar de espanto, ele me disse:

- Duvida! Quer ver? - Você é quem sabe, estamos sozinhos aqui, se quiser mostrar...

Ele tirou no mesmo instante para eu ver, estava dura e baband .... Eu delirava de tesão, que rola, tinha uns 17 cm não muita grossa e nem fina, eu me abaixei para comprovar, falei que era verdade mesmo e ai ele guardou sua rola, mas começou a alisar em cada cena, e eu lá firme olhando esperando uma brecha para eu soltar a franga.Quando ele disse para mim:

- Estou com tanto tesão, até um homem eu traçava neste instante, faria ele ser uma fêmea para mim.

- Você teria coragem, está afim mesmo? - Sim estou!

E eu perguntei:

- Você está querendo algo de mim? - Sim, eu quero você! Quero passar a mão na sua bundinha...

Nossa, eu não acreditava, pois eu estava com tesão por ele e ele por mim. Ai eu me soltei mesmo e falei que queria há muito tempo um homem para eu dar, chupar ser uma mulherzinha, inclusive com roupas íntimas se ele desejar. Ele falou com um ar de macho:

- Aqui esta ele, pode se aprontar, você vai ter o que quer.

Fui ao banheiro e coloquei calcinha, sutiã, e fui até ele. Ele delirou de tesão quando me viu, olhou para mim disse que eu estava uma verdadeira mulher.

Eu adorei quando falou isso, ele tirou seu short, sua camisa, ficando somente de cueca, dava para ver sua rola dura dentro da cueca, me virou de costas, ergueu minha camisola, quando viu minha bundinha ficou louco de tesão, disse que era a bundinha mais bonita que já viu e com a calcinha preta ficava redondinha, começou a me abraçar, e eu rebolava, esfregava nele, ficamos assim por uns 10 minutos, beijava minha nuca, falava no meu ouvido que eu era muita gostosa e eu continuava a rebolar em sua rola. Ai tirou minha camisola com jeito de macho, abaixou minha calcinha, tirou sua cueca, pediu para eu ficar de 4 e começou a chupar o meu cuzinho, nossa que língua.

Lubrificou sua rola e apontou a cabeça de sua rola na portinha e bem devagarzinho começou a enfiar, a cada cm que entrava eu suspirava de tesão, ele sabia mesmo como comer um cuzinho, não senti uma dor sequer.

Em um vai vem bem compassado, ele me chamava de putinha, que eu seria sua mulher para sempre, eu respondia que ele seria meu, meu macho meu homem. Depois de uns 20 minutos, enfiando cada vez mais rápido e dizendo coisas que eu adorava ouvir, ele parou, tirou e enfiou, deu uma enfiada bem forte que senti seu único testículos bater na minha bunda, parecia que ele queria entrar junto com sua rola no meu cuzinho, depois de umas deliciosas estocadas cada vez mais forte, começou a gozar, gemendo de tesão dizia que eu era demais, nem uma mulher fez o que eu fiz.

Gozei com ele de tão gostoso que estava, senti aquele macho as mãos dele puxando, aquele homem, aquela rola me comendo, me possuindo como eu fosse uma putinha, eu sendo sua mulher .... Que delicia que tesão, nossa nunca tive tanto prazer como aquele. Depois que eu ele terminamos, ele disse que queria repetir sempre que fosse possível, eu falei que a hora que tivermos oportunidade vamos sim repetir, pois eu tinha gostado muito. Agora quando minha mulher sai ele entra, e eu fico como uma fêmea, uma mulher para ele o meu primo. quem quiser ter uma aventura dessas me escreve:

ursaopassivo10@bol.com.br

 

Uma pessoa adequada

Sou o que se pode chamar de uma pessoa “socialmente adequada”. Sempre arquei com as minhas obrigações, mesmo sabendo que, na sua maioria, elas foram estabelecidas inteiramente à minha revelia. A despeito da falta de democracia nas escolhas que fizeram por mim, cumpri com meus deveres da melhor maneira que pude e soube.

Ao par disso, trago dentro de mim uma total falta de identificação com o gênero masculino. Nunca correspondi exatamente ao que pode ser chamado de estereótipo de homem. Com exceção do quesito preferência sexual, em que sempre me inclinei praticamente 100% para mulheres, certamente, também, pela natural dificuldade de me relacionar com outros homens. Ao mesmo tempo, sempre fui atraído pelas roupas, calçados, bijuterias, maquiagem e atividades socialmente atribuídas à mulher e “desaconselhadas” para o homem.

Não fosse por esse pequeno e totalmente desprezível “detalhe” de comportamento - preferir ser e agir socialmente dentro do estereotipo da mulher, sendo homem – minha imagem de pessoa socialmente adequada jamais poderia ser posta em dúvida.

Mas por causa desse pequeno e desprezível “detalhe” do meu comportamento - tive um trabalho árduo comigo mesma a fim de me ver e me aceitar como uma pessoa “socialmente adequada” a despeito da força e da vigilância permanente da opinião pública.

Minha peculiar identidade de gênero, em contraste às vezes tão acentuado com o meu sexo biológico, pode fazer com que muita gente me veja como “impróprio” para o convívio “normal” com outras pessoas. Pode fazer com que eu próprio muitas vezes me sinta como se eu fosse portador de alguma grave patologia mental ou de uma absurda “feiúra” moral que devesse ser mantida “oculta” para não causar perplexidade nas pessoas à minha volta.

Levei muito tempo para entender isso tudo e mais ainda para me convencer de que não existe nenhuma patologia em jogo no ato de me travestir, nem do ponto de vista médico, nem do ponto de vista moral. O que sobrevive por aí é apenas o estúpido “fantasma da suposta superioridade do macho”, assombração judaico-cristã que ainda encontra eco na ex-todo-poderosa mente do macho (ele ainda finge que é, para não surtar de vez...)

Levei muito tempo para ME OLHAR de frente e dizer para mim mesma, com amoroso orgulho, que eu sou uma pessoa adequada e muito querida, digna de amar e de ser amada pelos meus grandes “amores íntimos”, mas, sobretudo, de ser amada por mim mesma.

O resto é o resto. Resto mesmo, portanto, desnecessário e totalmente prescindível para o meu estar nesse mundo. Resto que, ademais, não merece de maneira nenhuma desfrutar da minha intimidade, nem conhecer e conviver com a linda pessoa que eu sou.


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