Família

Titia promoveu meu primeiro orgasmo - parte II

Estava impossível agüentar aqueles dias sem poder transar gostoso com titia sendo que mamãe estava sempre de marcação em nos que nos lambíamos rápidos com medo de sermos flagradas.
Titia aproveitava de mim alisando minha bunda puxando minha calcinha fazendo a enterrar em mim quando passava perto de mim alisando meus seios deixando me louca de tesão.
Suspirei fundo quando chegou o grande dia onde levantamos cedo apesar de ser feriado e enquanto mamãe titia e minha prima arrumavam suas malas a minha já estava feita colocada estrategicamente no carro de titia forçando com isso minha prima colocar a dela no carro de mamãe.
Na estrada fingi não perceber quando titia foi ultrapassada por mamãe que tinha sua sobrinha coladinha ao seu lado como duas namoradas.
Em certo momento vimos minha prima sumir deitando no colo de mamãe que ate diminuiu a velocidade do carro porem titia não quis ultrapassa-la.
Estava somente de vestidinho e calcinha e enquanto titia tentava manter o carro ao lado do carro de mamãe aproveitei sua distração e tirei minha calcinha escondendo a embaixo de minha bunda.
Não conseguindo ver o que sua filha fazia com mamãe ela pisou fundo deixando elas pra trás e ao vê-la um pouco preocupada indaguei porque da preocupação com ela respondendo que tinha medo de sua filha distrair mamãe causando acidente e que tinha pisado fundo porque pensava que mamãe a acompanharia sua velocidade tendo mais atenção ao transito.
Deixei a mais calma quando avisei que mamãe estava colada atrás de nos com sua filhinha sentada bem comportada ao lado de mamãe.
Enquanto falava com ela dobrei a perna no banco ficando com a boceta descoberta totalmente exposta para ela que ao ver me assim quase foi parar no outro lado da pista com mamãe buzinando forte para ela que consegui controlar o carro voltando para a pista pedindo pelo amor dos deuses para me recompor senão ela não conseguiria prestar atenção na estrada.
Rimos muito apesar do perigo me recompondo com titia parando no restaurante onde tinha me exibido umas semanas atrás como já relatei aqui.
Titia parou longe do restaurante pedindo que fosse comprar água e refrigerante para nos.
Com muita malicia vi seus olhos brilharem quando sai do carro desamarrando a tira da cintura de meu vestidinho para apertar mais fazendo ele subir muito deixando minha boceta e bunda totalmente a mostra.
Calmamente caminhei ate a entrada da lanchonete atraindo a atenção de muitas pessoas que estavam por ali e ao chegar na geladeira de refrigerante me abaichei sem dobrar as pernas abrindo as expondo minha boceta que babava de tanto prazer deixando me toda babada.
Foi uma loucura e acho que só não fui estuprada ali mesmo porque titia chegou em seguida dando um forte tapa em minha bunda mandando que fosse para o carro deixando a galera frustrada.
Sentia a bunda arder com seu tapa apesar do imenso prazer que sentia com a dor em minhas nádegas.
De volta a estrada depois de titia ligar para mamãe ficando mais calma reclamei da dor com ela pedindo que deixasse ela ver.
Rapidamente fiquei de joelhos no banco levantando o vestidinho mostrando a bunda com marquinhas de biquíni como ela adora.
Neste instante com o carro parado na fila do pedágio ela beijou minha bunda passando a mão em minha boceta comigo fechando os olhos gemendo gostoso com os toques de seus dedos em mim.
Teríamos feito amor ali mesmo caso o transito não andasse com o pessoal fazendo um grande alvoroço com suas buzinas despertando nos que nos recompomos e voltamos a estrada com um comboio de carros em nossa volta.
Titia temendo algo pior pisou fundo deixando todos pra trás e ao chegar em casa mamãe e minha prima tinham acabado de chegar.
Após arrumar minhas coisas me troquei encontrando as meninas na cozinha conversando animadamente enquanto mamãe e titia preparava a janta com mamãe olhando me admirada e surpresa com o tamanho do meu biquíni que mau cobria minha boceta com um fiozinho sumindo no meio da bunda.
Enquanto jantávamos notei as pegadas de titia em mamãe que não queria dar bandeira pensando que sua filhinha era santa e pura.
Estávamos bastante alegres quando mamãe surgeriu que fossemos dar um passeio na praia e neste instante vendo a possibilidade de deixa-las longe de mim para titia por nosso plano em ação que era fazer eu transar com mamãe fingi esta com dor de cabeça com titia tomando a frente de mamãe se prontificando a me dar um remédio.
Carinhosamente fui conduzida por mamãe que estranhou meu corpo quente ate a cama com titia me dando um liquido amargo para beber.
Fingia dormi mesmo estando com a boceta em brasa de tanto tesão e ansiedade quando titia pediu que colocassem os colchões no chão da sala para se lamberem e ao abraçar mamãe ouvir ela dizer que era perigoso que eu podia acordar e descobri tudo com titia acalmando a afirmando ter me dado uma forte dose de calmante e só acordaria no dia seguinte.
Com o coração a mil vi mamãe sendo beijada avidamente por sua irmã que empurrando ela pra fora do quarto piscou par mim jogando um beijinho.
Estava quase dormindo quando ouvi fortes gemidos vindo da sala e sorrateiramente caminhei ate lá onde vi mamãe sendo judiada pelas bocas ávidas de sua irmã e sobrinha que se revezavam em seus seios boceta e bunda.
Com o tesão a mil vi titia vesti uma calcinha com um imenso pinto acoplado nela e enquanto mamãe e sua sobrinha faziam um frenético meia nove titia ajoelhou atrás de mamãe para com algumas poucas estocadas fazer mamãe gritar muito de prazer com tudo aquilo dentro dela.
Muito excitada e surpresa imaginando como mamãe agüentava tudo aquilo vi titia deixar ela caída extasiada de tanto prazer com minha priminha intensificando as lambidas deixando mamãe molinha de tanto gozar.
Fiquei estarrecida quando titia deixou mamãe deitada se posicionando atrás de sua filha para meter gostoso tudo aquilo em seu cu que chorando muito com lagrimas nos olhos implorava que sua mamãe socasse forte em seu cu que piscava pedindo mais.
Mamãe,que assistia tudo com os dedos atolados na boceta levantou calmamente sem tirar os olhos das meninas vestindo uma calcinha branca com um pinto bem menor e mais fino do que o tinha estado em sua boceta ajoelhando atrás de titia onde meteu tudo no seu cu arrancando palavrões gemidos e muitos ais de titia que muito tempo depois anunciou seu orgasmo urrando as três juntas caindo abraçadas com titia e sua filha se beijando calorosamente.
Quando mamãe caiu no meio das duas titia grudou sua boca na de mamãe se posicionando em cima dela e com ajuda de sua filha meteu tudo aquilo novamente em mamãe que enquanto urrava com titia metendo fundo beijava avidamente minha prima só largando da boca de minha prima para gemer gozar muito enquanto sussurrava meio nome.
Quando mamãe gozou parecia um terremoto tal o escândalo que fizera e enquanto estava deitada titia sentou em seu colo tento o membro atolado no cu gemendo muito enquanto minha prima sentava gostoso na boca de sua tia gemendo alto com as lambidas que mamãe dava nela.
Estava no terceiro orgasmo quando titia acenou para mim pedindo que me aproximasse em silencio e com sua ajuda depois de sair de mamãe me fez sentar em tudo aquilo.
De cócoras vi titia esfregar tudo aquilo em minha boceta que escorria de tão molhada com o membro muito molhado com os líquidos de titia.
Com sua ajuda senti tudo aquilo abrir minha boceta e vendo minha resistência titia puxou meu pé fazendo me sentar em tudo que entrou numa única estocada arrancando um forte grito meu com mamãe neste instante largando da boceta de sua sobrinha muito surpresa vendo me sentada em seu colo com tudo enfiado em mim.
Titia sentada atrás de mim pedia calma enquanto mamãe sentando me abraçou para beijar calma e terna minha boca com titia forçando meu cavalgar em seu colo.
Sem sair de mim mamãe e titia me deitaram com mamãe por cima me comendo gostoso no estilo papai mamãe enquanto beijando minha boca jurava amor eterno enquanto fazia me gozar muito com seu membro atolado em mim.
Não sei quantos orgasmo tivera e já não agüentando mais sem forcas ate para gemer mamãe sai de mim me virando de costa e depois de passar um gel em meu botão socou tudo em meu cu deixando me extasiada de tanto gozar com titia e sua filha sentada ao nosso lado assistindo nosso showzinho.
Ficamos cinco dias por lá onde só fomos a praia uma única vez tomar sol para deixar a marquinha do biquíni bem saliente no outros dias passamos transando com mamãe me lambendo muito e sempre que me largava titia ou minha prima me catava não me dando sossego.
Foda mesmo é quando as três me pega de jeito deixando me sem jeito ate mesmo sem forcas para gemer.
Desde este dia me tornei amante amiga de mamãe que só me dividi com sua irmã e sobrinha nos fins de semanas porem me derreto muito somente quando estou nos braços de minha mamãe.
Beijos
camilledicarli@bol.com.br

 

Titia promoveu meu primeiro orgasmo

Com muito sacrifício mamãe deixou eu passar alguns dias na casa de praia de titia e minha priminha filha única de titia que é solteira.
Não via nenhum problema,acreditava eu,para mamãe não deixar me ir sempre recomendando que titia tivesse muito cuidado comigo,que ainda era ingênua e bobinha.
Sou uma menina com um metro e sessenta e oito de ,cinqüenta e três quilos corpo bem torneado com bunda arrebitada sendo toda lisinha sendo que os únicos pelos que ostento no corpo são os sírios e a vasta cabeleira loira sendo que nunca me depilei.
Chegamos na casa de titia por volta das seis horas da tarde e alegando cansaço titia pediu que arrumássemos nossas coisa que iria tomar banho e dormi um pouco e logo mais sairíamos para jantar.
Confesso que estava bastante faminta e curiosa mesmo porque flagrei varias passadas de mãos entre titia e minha priminha meio sem querer e sempre desconfiadas com minha presença.
Assim que titia subiu para seu quarto minha prima pediu que arrumasse minha parte que já voltava.
Sendo muito curiosa e por esta bastante excitada dei um tempinho e fui ver o que elas estavam fazendo.
Estava no corredor escondida atrás das cortinas quando minha priminha saiu de seu quarto entrando apressada no quarto de titia fechando a porta depois de dar uma boa olhada no corredor.
Neste instante corri para a porta ouvindo elas conversando baixinho.
De onde estava podia ver parte das costas de titia onde era acariciada pelas mãos de sua filhinha que com grande habilidade abriu a blusinha de titia que foi ao chão.
Estava quase arrombando a porta quando titia deitou de costas na cama trazendo minha priminha grudada nela que sem para de beijar sua boca deitou em cima de titia massageando seus lindo seios rosados arrancando gemidos de titia.
Sentindo o chão sumir dos meus pés vi minha prima largar da boca de sua mãe descendo beijando e lambendo suas orelhas pescoço chegando aos seios mamando gostoso ora um depois outro fazendo titia se contorcer muito de prazer.
Estava estarrecida sentindo descargas elétricas pelo corpo todo principalmente na boceta quando minha prima desceu mais ainda beijando muito a barriga de titia que levantando as pernas cruzou as atrás de sua filha que deitando entre suas pernas afastou a minúscula calcinha de titia para o lado e meteu a boca em sua boceta fazendo titia urrar alto se contorcendo e xingando muitos palavrões enquanto minha priminha parecia querer entrar novamente no buraco de onde havia saído.
Titia gemia gritava estrebuchava toda na boca de sua filhinha que em certo momento saiu dela com a boca toda molhada e grudou sua boca na boca de titia que alem de beija-la muito lambia seu rosto recolhendo todo seu gosto que escorria pelo rosto de sua filha.
Confesso que fiquei um pouco enojada saindo dali quase vomitando correndo para nosso quarto sentindo a calcinha .
Parecia que tinha feito xixi de tão molhada que estava sentindo a boceta em brasa.
Instintivamente deitei no tapete tirando a calcinha e quando espalmei minha boceta quase desmaiei de tanto prazer dedilhando gostoso meu grelo que parecia querer quebrar de tão duro que estava.
Tremi toda quando estiquei o corpo forçando as pernas uma na outra enquanto alisava meus seios explodindo em seguida num gozo suave e estonteante que me fez querer mais porem quando abri as pernas pensando em fazer uma coisa inédita que era afundar os dedos na boceta fui interrompida por minha priminha que ate tentou me tocar porem como sou muito tímida e bobinha corri dali ficando horas no banheiro evitando ficar sozinha com minha prima que me provocava afirmando ser normal e que poderia me ensinar algumas coisinhas.
Fiquei aliviada quando titia nos chamou para sair para jantar e quando cheguei na sala não acreditei que titia iria sai na rua daquele jeito.
Seu vestido era muito curto deixando as polpas da bunda de fora com abertura nas costas que ficava toda de fora mostrando todo seu minúsculo fio dental branco que sumia no meio de sua bunda com seus seios grandes e firmes totalmente exposto pelo fino tecido branco e salto alto.
Minha prima vestia um short de lycra onde sua boceta ficava nitidamente separada ao meio enterrando em sua bunda parecendo mais uma calcinha e uma mine blusa muito decotada deixando seus lindos seios a mostra e tênis.
Pensava em reclamar quando as duas me deram uma tremenda bronca reclamando de como estava vestida.
Não via mal algum em mim vestindo uma camiseta bermuda jeans e tênis.
Quase fui espancada pelas duas que pegando em meus braços me arrastaram para o quarto de titia onde me deixaram pelada e quando avisei que não tinha trazido roupa de festa titia mandou sua filha me emprestar uma das suas sem desgrudar os olhos de meu corpo dando maior atenção para minha boceta e seios.
Ao ver minha menininha totalmente lisa me empurrou fazendo me sentar abrindo minhas pernas para admirar minha boceta totalmente exposta a alguns centímetros de seu rosto comigo já toda tremula e envergonhada apesar de muito excitada.
Fechei os olhos estremecendo toda quando titia me jogou de costas na cama para beijar minha menininha que ao sentir meus lábios vaginais sendo abertos por sua língua explodi numa gozada avassaladora num prazer crescente como nunca havia imaginado que pudesse senti.
Senti sua língua em mim enquanto massageava meus seios fazendo me desfalecer entre gritinhos e gemidos comigo toda tremula parecendo esta tendo um ataque de tanto prazer que estava sentindo.
Perdi as contas de quanto orgasmos tivera quando titia saiu de mim deitando em cima dando sua boca para eu beijar e quando notou minha resistência deu um forte tapa em meu rosto grudando em meus cabelos beijando me como nunca havia sido beijada na vida.
Sentia a boceta em brasa com sua boca colada na minha e sua coxa massageando gostoso minha boceta quando minha prima num tremendo escândalo tirou a de mim jogando um vestido e calcinha ambos pretos saindo dali com sua mãe pedindo que me vestisse e descesse o mais rápido possível.
Notei titia e minha prima boquiaberta quando cheguei na sala vestida com aquele minúsculo vestido preto muito grudado realçando e levantando muito mais meus seios com sua saia rodada deixando as dobras da bunda de fora e por esta de salto ficava mais alto do que já sou e quando mostrei a calcinha informando que era muito pequena que não ia caber ,titia rindo muito pegou ela de minha mão e com a ajuda de sua filhinha vestiu-a em mim.
Já vestida titia pediu que mostrasse a elas como ficou comigo resistindo muito enquanto minha priminha agarrou em mim levantando a minúscula saia mostrando a calcinha que realçava meu púbis apertando muito meus lábios vaginais sumindo toda na bunda aparecendo na cintura ficando muito pequena.
Delirava enquanto caminhava na orla da praia ficando muito excitada com os olhares gulosos dos homens em nos e modéstia á parte principalmente em mim que mesmo sendo repreendida por titia teimava em segurar a barra do vestido.
Quando entramos no restaurante ate a orquestra parou de tocar com os garçons quase disputando a tapa que atenderia nossa mesa.
Enquanto jantávamos titia nos dava muitos conselhos avisando que os homens só querem possuir a gente e depois descarta.Também nos ensinou a sermos discretas nos exibindo sem sermos vulgares deixando os homens loucos com nossas gostosuras.
Enquanto conversávamos olhei discretamente para os lados constatando que a maioria não tiravam os olhos de nos e com isso me molhei toda deixando uma marca muito visível na cadeira quando levantei.
Sentindo a calcinha que parecia cada vez mais apertada sentindo olhares gulosos com alguns fiu fui avisei titia que estava me sentindo estranha e quando saímos dali ela parou em minha frente bem na saída do restaurante onde me abraçou forte enquanto cochichava em meu ouvido:
-goza queridinha.goza pra titia ver,goza...
Sentindo a boceta inchar segurei em titia colando seu corpo ao meu e estremeci num aiii gozando muito onde ela teve que me segurar para não cair com minha prima rindo muito ao nosso lado apesar de um brilho malicioso em seus olhos.
Ainda gozava sentindo a calcinha entrar mais em mim já totalmente molhada quando fomos cercadas por vários homens perguntando se estávamos bem com titia me conduzindo para fora dali avisando que tivera uma ligeira queda de pressão porem já estava tudo bem.
Sentia um fogo na boceta com a calcinha que chegava a doer de tão apertada aumentando muito meu tesão e num gesto de pura ousadia surpreendendo ate titia tirei o salto levantei o vestido prendendo o na cintura e corri para a água com alguns homens correndo atrás de mim tirando muitas fotos de mim semi nua.
A água fria em minhas pernas só aumentou meu tesão e num gesto de pura loucura tirei o vestido jogando o para titia e corri para a água sentindo o corpo estremecer com o toque da água fria.
Como sou excelente nadadora mergulhei fundo sentindo o corpo arrepiado e a boceta em brasa.
Não tendo ninguém por perto arranquei a calcinha e espalmei a boceta dedilhando o grelo como vira minha prima fazer em titia e gemi alto com o corpo mole numa gostosa gozada.
Quando gozei fiquei mais calma e com isso pude pensar na loucura que fizera correndo grande risco e pondo as meninas em perigo.
Pensava no que fazer quando ouvi longe titia me chamando e ao responder avisei que tava bem com ela pedindo que fosse embora.
Com muita segurança sai da água parecendo uma sereia e estava na areia com alguns engraçadinhos passando as mãos em mim quando titia pediu que vestisse a calcinha ameaçando gritar por socorro caso eles não parassem de me apalpar.
Após torcer bem a minúscula calcinha vesti a com titia me entregando o vestidinho me ajudando a me recompor saindo dali abraçadinhas onde as duas diziam coisa deliciosas em meus ouvidos me chamando de louca e safada avisando que me preparasse porque assim que chegássemos em casa elas iriam fazer loucuras comigo.
Quando chegamos no portão de casa enquanto titia abria-o minha priminha colou em mim beijando avidamente minha boca colando me na parede com suas mãos ágeis dentro de minha calcinha com titia pedindo que não enfiasse os dedos em mim porque ainda era virgem o que só intensificou a pegada de minha prima em mim com uma galera próximo a nos.
Titia nos arrastou praticamente para dentro sem nos largarmos e enquanto minha prima beijava minha boca alisando gostosamente meus seios sua mamãe tirava minha roupa deixando me pelada enquanto sentada no tapete da sala colocou uma de minhas pernas em seu ombro pra fazer me derreter toda em gozadas avassaladoras com sua boca lambendo fundo minha boceta.
Eu gritava gemia esperneava e gozava sentindo titia sugar toda minhas forcas e quando estava molinha titia me pegou carinhosamente nos braços me levando pra sua cama e enquanto lambia minhas orelhas pescoço e boca dividindo comigo todo meu sabor minha priminha fazia me arfar novamente com sua boca fundo em minha boceta e quando estremeci numa gozada estonteante gemi alto com ela metendo fundo o dedo médio em meu cu fazendo me derreter em gozadas múltiplas.
Estava molinha inerte e toda molhada sem forcas ate para respirar vendo o show que as meninas davam grudando suas bocetas rebolando gostoso enquanto titia dizia que a próxima era eu que quando me dei conta estávamos em um triangulo onde uma lambia a boceta da outra e eu tendo a boceta de titia em minha boca repetia de forma lenta e cadenciada os mesmos movimentos que minha prima fazia em mim arrancando gozos fortes e contínuos de titia sentindo pela primeira vez na vida o gosto de outra mulher.
Em certo momento gememos gozando juntas acordando com o sol forte em nossos corpos suados e sujos e após um rápido banho nos atracamos novamente na cama de titia onde passamos o dia todo fazendo amor onde titia me deu muito prazer e ensinou me a dar prazer a outra mulher.
De volta pra casa minha prima dirigia comigo e titia atracada uma na outra no banco traseiro do carro e em certo momento por ser madrugada e ter pouco transito na estrada titia tirou minha bermuda e camiseta deixando me somente de calcinha e mandou eu caminhar na pista enquanto ela e minha prima seguia me pelo acostamento.
Sentia a calcinha encharcada de tanto líquidos quando num gesto de pura ousadia atravessei a pista indo para á frente de um grande restaurante e quando pensava que estava fudida onde seria comida por alguns homens que passavam as mãos em minha bunda beliscavam meus seios puxando me pelas mãos para dentro do banheiro mesmo comigo pedindo pelo amor de Zeus que não fizessem nada comigo que ainda era virgem já quase me entregando principalmente quando alguém arrancou minha minúscula calcinha que apesar da forte dor só aumentou meu tesão fui socorrida por titia que me tirando deles me levou rapidamente para o carro dando muitos tapas em meu rosto e ao me jogar no banco do carro pulou em cima de mim me chamando de louca e desvairada enquanto me beijava muito num gesto de loucura e tesão fez me desfalecer com sua boca em meus seios e o dedo médio dentro de minha boceta arrancando de mim um sonoro naaaaaaooooooooooooooooooooooo enquanto minha prima acelerava forte saindo dali com nossos corpos suados e colados uma na outra onde titia me fazia contorcer toda com sua boca em minha boceta dividindo espaço com seus dedos atolados em mim.
Desde este dia fiquei apaixonada por titia que também ficou viciada em mim onde não conseguimos ficar um dia sem nos lamber.
Mamãe esta bastante desconfiada e após titia me confidenciar que ela é louca pela minha prima e que elas se lambem a bastante tempo marcamos um fim de semana juntas na casa de praia de titia onde combinamos fazer uma surpresa para mamãe onde lamberei gostoso sua boceta.
Titia afirma que com isso ficarei apaixonada por mamãe que com certeza ficara apaixonada por mim porque segundo titia sempre que sua filha faz a tia gozar ela geme e chama meu nome me chamando de docinho.
Só em pensar em lamber mamãe fico alucinada descontando todo meu tesão em titia e em sua filha que me garantiram que caso mamãe não se apaixone por mim as duas me recompensarão porque afirmam estarem viciadas em mim me chamando de gostosinha da titia jurando nunca mais poder viver sem me lamber.
Beijos
camilledicarli@bol.com.br
 

Papai me fodeu

Morávamos em uma humilde casa eu papai e mamãe.Meus pais trabalhavam fora deixando todos os afazeres domésticos sob meus cuidados exceto lavar e passar.
Papai trabalhava a noite e mamãe de dia por isso quando mamãe estava de folga passava o dia todo no quarto metendo adoidado o que me deixava doidinha com a calcinha molhada para sentir tudo aquilo que sumia dentro dela deixando me estarrecida me perguntando como alguém agüentaria tudo aquilo dentro de si rebolando muito de prazer?
Sempre fui muito curiosa principalmente em relação a sexo e sempre que mamãe ia pro quarto de papai eu deixava todos os afazeres subindo para sótão de onde passava para o forro indo ate a luminária que ficava bem acima da cama do casal onde me deliciava com a plena visão sem ser vista.
Certa dia mamãe estava de folga e depois de fazer o almoço se trancou com papai e como não sou boba corri para meu ninho onde contemplei mamãe depois de mamar muito no porrete de papai sentou gostoso em tudo aquilo se extasiando de tanto prazer enquanto cavalgava.
Estava acostuma com a transa dos dois porem naquele dia mamãe estava com a pomba gira atacada pulando gemendo chorando e gozando escandalosamente deixando o pênis de papai muito molhado.
Após cada gozada ela saia de tudo aquilo abocanhando fazendo ele tocar sua garganta onde se engasgava tossindo e babando muito em tudo aquilo para sentar gostoso em seguida.
Em uma dessas mamada papai não consegui segurar gozando em sua garganta quase matando ela afogada com a imensa quantidade de porra que saiu ate pelo nariz.
Mesmo tossindo muito ela limpou o porrete de papai e ao vê-lo de pe novamente montou nele que gemendo muito grudou em seu corpo derrubando ela na cama ficando por cima onde socou gostoso em sua boceta que apesar da dor que era nítido em sua face quando papai enfiava tudo gozou desesperadamente gingando papai de muitos nomes feios inclusive de corno safado e sem vergonha.
Papai numa fúria incrível socou fundo fazendo ela urrar estremecendo toda ficando molinha em seguida após uma estrondosa gozada.
Parecia ate que tinha morrido embaixo de papai que aproveitando sua total entrega posicionou a cabeça na entrada de seu cu fazendo ela se contorcer toda implorando que não fizesse isso.
Papai sentado em suas pernas vendo sua resistência deitou em cima dela segurando seus braços numa chave tipo borboleta e com isso soltou o peso do corpo em cima dela que gritava chorava implorava para que parasse com ele não dando a mínima atenção ao seu pedido.
Mamãe gemia de dor e eu de prazer com a calcinha arriada alisando gostosamente a bocetinha ainda virgem.
Quando papai soltou os braços de mamãe ela ficou de quatro tentando escapar porem papai segurou em sua cintura puxando ela pra trás para socar com força seu porrete em seu cu.
Ela já não tinha forças nem para gemer ficando toda mole onde papai aproveitou para comer seu cu gostoso dando muitos tapas em suas nádegas deixando as muito vermelhas.
Vi papai estremecendo e gozando muito encheu o cu de mamãe de porra e quando saiu de dentro dela dava para ver o rio de porra fezes e sangue que escorriam de seu orifício.
Vendo mamãe largada na cama enquanto papai ia ao banheiro sem dar a mínima pra ela sai dali desesperada correndo para o quarto onde encontrei mamãe desmaiada e com os sábios roxos tendo um principio de enfarto.
Papai correu para lá mesmo pelado saindo do banho todo molhado com meu escândalo onde deu os primeiros socorros pedindo que chamasse a emergência.
Mamãe ficou quinze dias sob cuidados médicos intensivos deixando me sob os cuidados de minha tia que mudou praticamente pra nossa casa.
Enquanto mamãe estava no hospital vi papai subindo pelas paredes comendo minha tia sua irmã com os olhos é claro descaradamente enquanto eu sentindo muito raiva dele mesmo assim não conseguia tirar aquela cena da cabeça e apesar da pouca idade molhava a calcinha imaginando papai me comendo daquele jeito fazendo me sofrer em seu porrete e com isso aproveitava os poucos momentos que ficava sozinha com ela para sentar a sua frente de pernas abertas deixando que visse minha calcinha,abraçava ele constantemente me esfregando na cara dura em seu porrete que chegava a dar coices no ar de tão duro.
Certa manha titia teve que sair pedindo que ficasse em meu quarto ate ela volta.
Assim que saiu fui para o sótão donde vi papai se masturbando com uma calcinha de mamãe na boca.
Sorrateiramente desci dali indo pro quarto de papai levando uma xícara de café e enquanto conversávamos aproveitei seu descuido pegando a calcinha que estava embaixo do seu travesseiro e sai dali rapidinho com ele crescendo o olhar em minha bunda.
Tomada por um frenesi que me queimava a alma fui para meu quarto tirei toda a roupa vestindo em seguida a minúscula calcinha de mamãe que sumia em minha bunda realçando minha boceta que queimava de tesão.
Estava maluquinha e alucinada e quando dei por mim estava no quarto de papai somente de calcinha perguntando a ele se tinha ficado bem em mim.
Sem nada dizer papai me jogou na cama metendo a boca em minha boceta fazendo me gemer forte de tesão enquanto lambia minha boceta por cima da calcinha deixando me tremula e toda arrepiada.
Sua língua ia de minha bunda ate a boceta onde dava maior atenção sorvendo com forca bem em cima de meu grelo que parecia quer arranca-lo tal a intensidade dos chupões.
Me debatia ,gemia chorava e implorava para que nunca tirasse a boca dali.
Meu corpo parecia que que estava sendo eletrocutado e em certo momento quando ele afastou a calcinha pro lado senti sua língua ir fundo em minha boceta fazendo me arfar com a descarga elétrica que estremeceu todo meu ser fazendo me gozar avassaladoramente deixando sua boca cada vez mais grudada em mim.
Juro que morri enquanto ele saia de minha boceta beijando e lambendo minhas coxas barriga umbigo chegando em meus seios ainda em formação abocanhando ora um ora outro enquanto seus dedos massageavam minha boceta me preparando para o que haveria de vir.
Gemi alto quando ele enfiou o dedo separando minha boceta e enquanto beijava minha boquinha sedenta se ajeitou em cima de mim e quando percebi já estava sendo partida ao meu com seu porrete entrando gostoso em minha boceta molhada e sedenta.
Ele tinha que ficar arqueado para meter e beijar ao mesmo tempo com isso levantei a cabeça para contemplar o invasor que apesar da dor dilacerante estava me dando muito prazer.
Quando ia fundo em mim não via minha boceta porem quando saia quase todo de mim dava para me deliciar vendo minha boceta totalmente arregaçada com meus lábios como que mordendo tudo aquilo que fazia me gritar de dor e prazer quando cutucava fundo em mim.
Senti tudo aquilo crescer muito dentro de mim e quando ele urrando tentou sai de mim prendi os pés em sua cintura puxando ele pra dentro de mim e com isso ele rolou para o lado ficando deitado de costas na cama comigo montada nele enquanto gemi gostoso sentindo meu útero sendo inundado com seu rio de esperma.
Chorei muito sentindo enorme dor quando tudo aquilo saiu de mim trazendo um rio de porra e sangue que sujou muito a nos e a cama.
Com muito carinho papai me pegou no colo levando me ate o banheiro onde me deu um delicioso banho lambendo muito minha boceta dando total atenção ao meu cuzinho e quando voltamos pra cama pedi que comesse meu cu igual comeu o de mamãe comigo revelando como tinha visto toda a transa.
Morri sentindo seu porrete cabeçudo esfregando em meu cu e quando a cabeça entrou dei um grito estarrecedor com ele pedindo calma ficando quietinho dentro de mim.
Vendo que chorava copiosamente ele se preparou para sair de mim e ao me avisar empurrei a bunda pra trás agasalhando todo seu porrete sentido os pelos tocarem minha bunda comigo chorando gemendo e rebolando gostoso em seu porrete que em poucos entra e me encheu de porra queimando meu canal de tão quente que estava.
Confesso que não doeu tanto quanto pensava que doía e já mais calma pedi que deitasse de costa na cama sem sair de mim e enquanto deitada em cima de tudo aquilo mordia com meu cu deixando o em ponto de bala e quando senti ele duro novamente sentei gostoso cavalgando muito ate ficar extasiada com ele me matando de tanto gozar e quando gozou caímos deitados um ao lado do outro onde nos beijamos muito e não fosse a chegada de titia teria dado pra ele de nova naquele dia.
Não passo um dia sem sentar gostoso no porrete de papai que esta cada vez mais apaixonado por mim e mamãe.
Em nossas transa papai come mamãe gostoso deixando a extasiada e após ir ao banheiro vem para meu quarto onde se delicia em minha boceta sedenta dando total atenção ao meu cu que adora comer muito enquanto mamãe em seu quarto dedilha gostoso a boceta ouvindo meus gemidos.
Dias deste papai propôs nos comer juntas o que me deixou louquinha e ansiosa porem mamãe esta um pouco apreensiva e receosa porem adorou a idéia.
Papai esta trabalhando muito neste assunto e assim que isto acontecer prometo escrever contando.
Beijos.
 

Eu e mamãe III

Estava apaixonada e feliz porque era correspondida por mamãe que as vezes ate me sufocava com seu ciúme bobo quando saia com minhas roupas minúsculas e transparentes geralmente sem calcinha ficando com a boceta constantemente molhada por sentir a menininha solta e exposta.
Era normal eu gozar muito mesmo sem me tocar simplesmente por saber que estava quase pelada e sendo admirada por todos onde passava.
Sou uma menina muito bonita sem modéstia com um metro e setenta e três de altura cinqüenta e seis quilos seios médios cintura fina e bunda arrebitada com marca minúscula de biquíni cabelos loiros e ondulados olhos verdes claros igual ao de mamãe alem de rica sendo bem sucedida profissionalmente.
Sou o que muitas mulheres desejariam ser embora bastante humilde e modesta.
Tenho tudo para viver como uma patricinha porem ao contrario disto ponho a mão na massa e sempre vou a luta realizando quase todos meus sonhos e ajudando muito ao próximo principalmente em matéria de sexo que sou muito compulsiva transando com quem tiver e onde tiver em minha frente.
Mamãe vive pedindo que aja como uma dama o que ate tento principalmente quando estamos juntas nos bares da vida mas quando estou sozinha sempre dou um jeito de transar sem que ela saiba é claro.
Querendo viver nosso amor livremente mudamos para uma cidade praiana que a pedido de mamãe não vou dizer o nome onde andávamos abraçadas nos beijando em qualquer lugar a vista de todos que não imaginam que somos mãe e filha.
O único da família que sabe nosso endereço é um tio meu irmão caçula de mamãe que fez nossa mudança por ter uma empresa de transporte.
No dia da mudança mamãe foi com seu irmão de caminhão deixando o carro comigo que viajaria no dia seguinte porque o pedido de minha transferência escolar não tinha ficado pronto.
Estava ansiosa e preocupada e porque não dizer enciumada com mamãe que passaria a noite sozinha e como ela tem um fogo enorme na boceta com certeza aproveitaria minha ausência para sair pra farra e com certeza não passaria a noite sozinha.
Imaginando aquele corpo maravilhoso que tanto amo e desejo nos braços de outro ou outra deixei meu novo endereço registrado numa caixa postal e depois que informei o fato ao pessoal da escola pedindo que mandasse para a minha caixa postal que chegaria ate mim pus o pé na estrada pisando fundo com a boceta molhada de tesão e desejo de possuir mamãe.
Chegando em casa mamãe não estava deixando me muito puta com isso e vendo o caminhão de titio parado em frente de casa fiquei mais tranqüila guardando o carro na garagem subindo para nosso quarto para arrumar nossas coisa nos armários.
Estava terminando a arrumação quando notei a chegada de mamãe e titio que ao julgar pelo jeito de falar mamãe estava bêbada e quando fica assim ela é bastante sádica e perversa por isso coloquei uma camiseta por esta somente de calcinha e corri para a sala tentando impedir o que mamãe faria certamente com seu irmão.
Estava no corredor quando ouvi mamãe falando algo que não compreendi com estalos de beijos em seguida.
Um misto de fúria, tesão e raiva tomou conta de mim, porem ao sentir a boceta em brasa me posicionei onde tinha plena visão deles sem que me vissem.
Vi mamãe gemendo gostoso deitada de costa no sofá com titio mamando gostoso em sua boceta fazendo um escândalo enorme anunciando gozadas avassaladoras segundo a cabeça de titio que era forcada em sua boceta com ela chamando meu nome enquanto gozava.
Quando ela deu um urro gozando muito titio saiu dela deitando em cima do seu corpo e enquanto beijava sua boca afundou aquilo tudo em sua boceta com ela prendendo as pernas na cintura de titio que ao bomba chegava levanta-la socando fundo com ela gritando muitos palavrões pedindo que titio socasse com forca.
Minha camiseta já estava no chão enquanto dedilhava a boceta pela lateral da calcinha e quando afundei três dedos na boceta gemi gostoso gozando junto com eles e creio se não fosse assim teria me ouvido gemendo com meu gozo estridente caindo sentada no chão frio.
Estava mortinha quando ouvi um ai tímido de mamãe e quando voltei a olhar para os dois mamãe já estava de quatro com metade daquele porrete em seu cu onde ela segurava a barriga de titio pedindo que ele parasse porque estava doendo muito.
Vi Tito segurar suas mãos pra trás e numa única estocada afundar seu porrete em mamãe que chorava copiosamente enquanto ele animado com seu sofrimento socava cada vez mais fundo e rápido em mamãe.
Estava adorando vendo mamãe sofrer muito na pica de titio mas em certo momento pude ver seu rosto com olhar estarrecedor como que pedindo pelo amor de Zeus que parasse que senti pena dela ficando sem ação no que fazer para ajuda-la.
Ouvindo seu grito de lamento corri para nosso quarto vesti ma bermuda peguei a chave do carro fui para fora abrindo a garagem fazendo muito barulho acelerando nosso carro.
Dei alguns minutos e entrei em casa chamando por mamãe que voltava do banheiro olhando titio com um olhar de puro ódio e raiva.
Ao me cumprimentar titio me deu um beijo e quando abracei mamãe senti seu corpo tremulo e quente com o coração a mil e por mais que insistisse perguntando o que tinha acontecido fingindo não saber de nada titio se despediu de nos saindo de fininho deixando nos sozinha comigo levando mamãe para o quarto onde lambi gostoso seu corpo dando total atenção ao seu cu onde constatei o terrível estrago que titio fizera deixando ela sentando por vários dias de ladinho.
Enquanto lambia gostoso sua boceta e cu perguntei o que havia acontecido com ela e titio e entre gemidos ela contou que titio havia tentado comer ela e por me amar demais não deixou que ele metesse nela porem como ele estava irredutível ela cedeu deixando que ele comesse somente seu cu fazendo ela sofrer muito.
Me acabei quando ela beijou minha boca jurando me amar eternamente e enquanto morri com sua boca em minha boceta imaginava como mulher é um bicho filho da puta e mentirosa caindo em seguida mortinha ao lado de mamãe que dividia comigo meu gozo com sua boca colada a minha onde ficamos extasiadas de tanto amor naquela primeira das muitas noites que virão ainda em nossa nova vida de amantes e amigas.
Beijos
Deborha.
Email:camilledicarli@bol.com.br
 

Currada no metrô

DIAS DESTES SEM NADA PARA FAZER RESOLVI DAR UM PASSEIO PELA CIDADE E COMO ESTAVA UM CALOR INFERNAL COLOQUEI UM VESTIDINHO PRETO BASICO SALTO ALTO PEGUEI MINHA CARTEIRA E SAI DEIXANDO O CELULAR DESLIGADO PORQUE MEU BOI ESTAVA VIAJANDO E IA PRA CAÇA NÃO QUERENDO SER INTERROMPIDA POR ELE QUE LIGAVA A TODO INSTANTE PARA SABER DE MIM.
CAMINHAVA DISPLICENTEMENTE PELAS RUAS SENTINDO O VESTIDO COLADO COM A MINI SAIA RODADA SUBIR DEIXANDO A POLPINHA DA BUNDA DE FORA.
VEZ OU OUTRA PUXAVA PARA BAIXO MUITO MAIS PARA ATRAIR A ATENÇAO DOS MARMANJOS QUE ME COMIAM SEM SE IMPORTAREM COM AS DEMAIS PESSOAS.
Ao subir as escadas notei um bando de garotos atrás de mim e como estava sem calcinha abaixei fingindo arrumar o feixe do sapato deixando minha boceta exposta a alguns centímetros da cara deles.
Acho que dava pra ver ela toda molhada porque sentia os líquidos vaginais escorrerem pernas abaixo me excitando muito mais ainda.
Minhas coxa estavam muito molhadas com os líquidos viscosos que saiam de minha boceta por isso voltei saindo do metro para desespero dois meninos e fui ate uma loja de lingerie onde comprei uma calcinha fio dental aproveitando para lavar menininha deixando a limpinha.
Feito isto voltei para o metro lembrando de uma amiga que mora na estação Santana e como moro próximo a estação São Judas tinha certeza que ia me da bem neste trajeto.
Caminhava em direção a estação quando ouvi alguém dizer:
-Você não tem jeito mesmo não é senhorita Deborha!
Quando olhei para trás quase morri do coração.Tratava se de minha cunhada que ia na mesma direção a minha.
Ao abraça-la senti a boceta tremer de prazer sentindo aquele corpo que tanto me da prazer quando estamos juntas e como não nos falamos a tempo minha vontade era beija-la todinha ali mesmo fazendo um amor bem gostoso como desejávamos.
Ela sentindo minha pegada sussurrou em meu ouvido pedindo calma porque estava com uma galera de estagiários fazendo uma pesquisa de campo no transporte publico de são Paulo.
Após me apresentar ao grupo pediu que ficasse vontade acompanhando a multidão não esquecendo de anotarem todos os detalhes inclusive do comportamento dos usuários.
A pedido dela fui ate a estação Jabaquara e de lá retornaríamos para a estação Tucuruvi.
-Porque não vamos para a leste é muito mais movimentada disse a ela.
-É mesmo menina.Por isso que amo você.
Dizendo isto ela me deu um beijinho bem próximo a boca gritando para a galera que iríamos partir de Jabaquara ate a estação Itaquera.
Tudo ia normal ate a estação sé comigo aproveitando as poucas chances de colar em seu corpo porem quando desembarcamos para fazer a transposição o bicho pegou.
Era um empurra daqui e dali que não precisávamos se quer nos preocupar com a direção o povo fazia isso pra gente.
Ela estava preocupada com seus alunos e eu colada atrás dela não desgrudando um segundo se quer aproveitando para senti a maciez de sua bunda sob a calça social com sua minúscula calcinha toda enfiada na bunda.
Dentro do vagão ela virou de frente pra mim e como ficamos praticamente colada uma na outra.Era impossível disfarçar nosso tesão com nossos seios colados e nossas bocas próximas numa vontade louca de se beijar.
Era impossível segurar em algum lugar por isso segurei em sua cintura ato que foi seguido por ela aproveitando para unir nossos corpos mais ainda.
Aproveitávamos o balanço do trem para nos deliciarmos roçando nossos corpos e quando sorrateiramente passei a mão em sua bunda puxando a calcinha pra cima fazendo ela se enterrar mais ela soltou um aiii malicioso atraindo a atenção de todos para nos.
Rimos muito tentando disfarçar o tesão quando ela me surpreendeu num beijo maravilhoso enquanto passava a mão em minha bunda levantando meu vestido deixando me com a bunda totalmente a mostra.
-Louca sussurrei em seu ouvido enquanto ela meteu a língua no meu chamando me de gostosa.
Foi impossível um gemido meu com ela me puxando enquanto encostava na parede do vagão sem deixar me descolar dela.
Beijávamos na maior naturalidade com sua mãos passeando em minhas costas descendo ate a bunda.
Delirei com ela lambendo meu pescoço e com uma mão embaixo do meu vestido massageava meus seios comigo gemendo alto enquanto com a outra mão já dentro de minha calcinha dedilhava gostosamente minha boceta comigo desfalecendo em gozadas avassaladoras sentindo um enorme prazer em saber que estava praticamente pelada em lugar publico o que me deixa tarada.
Gritei de prazer num estrondoso ai quando senti um homem colar atrás de mim alojando seu pinto que dividiu espaço com a mão de minha amada que ate tentou tira-lo dali comigo implorando que não fizesse isto uma vez que ele estava de camisinha e já todo melado.
Com a ajuda dela que direcionou tudo aquilo em minha boceta entrando fundo em uma só estocada enquanto ela puxou meu vestido para cima deixando me peladinha no meio do povo.
Foi um alvoroço enorme com alguns homens arrancando o coitado de mim para ocupar seu lugar.
Juro que ate tentei impedir que outros me comecem por estarem sem camisinha porem fui arrancada dos braços de minha amada para ser comida freneticamente primeiro por um senhor que me sujou toda gozando em minhas pernas e quando tentei me recompor outro me pegou puxando para ele que estando encostado no lugar que a pouco fora de minha amada afundou sem dó seu porrete em minha boceta enquanto beijava minha boca aproveitava para beliscar meus seios que apesar da incomoda dor me fez gozar muito em seu porrete.
Estava entregue e quando anunciou seu gozo puxou me pelos cabelos fazendo me abocanhar tudo aquilo entupindo minha garganta de porra enquanto gemia abafado com outro animal socado em meu cu comendo me freneticamente.
Tive que engolir toda aquela porra e como seu pinto continuava duro me puxou de novo pra ele sem deixar que o outro saísse do meu cu.
Estava delirando quando olhei pro lado e vi minha cunhada encostada num canto do vagão com a calcinha pro lado e a calça no chão enquanto alguém metia fundo nela.
As pessoas em volta curtiam muito sem demonstrar numa tremenda demagogia enquanto algumas jovens não tiravam os olhos de nos atentas a tudo o que fazíamos.
Já tinha perdido as contas de quantos orgasmo tivera e quantos porretes invadiram meu cu quando fui pega de surpresa pelos seguranças do metro e um policial militar.
Os homens como todo bom cavalheiros vazaram dali e quando era encaminhada para a sala de segurança fui socorrida por minha cunhada que informou a todos que eu tinha distúrbios mentais e não podia responder por mim.
Com muita calma e paciência minha cunhada assinou um termo de responsabilidade e me levou dali conosco rindo muito de todo o ocorrido e ao passar perto de um hotel minha cunhada me puxou pelo braço levando me para um quarto onde ficamos extasiadas de tanto nos lamber com uma gozando muito na boca da outra e enquanto descansávamos discutíamos qual seria nossa próxima aventura ao sai dali.
Vi seus olhos brilhar quando informei que voltaríamos de ônibus com ela pulando em cima de mim se posicionando num meia nove onde passamos horas nos comendo num amor delicioso.
Beijos
Deborha.
Email:camilledicarli@bol.com.br
 

Papai - meu homem amado II

Com minha barriga já bem saliente fiquei mais fogosa e excitada com papai me comendo de três a quatro vezes ao dia deixando mamãe puta da vida porque era o centro das atenções com ela descobrindo que não poderia engravida.
Ela me evitava mesmo comigo de pernas abertas socando os dedos na boceta gemendo e pedindo que me lambesse ou deixasse eu lambe-la.
Quando papai chegava e corria para mim arrancando minhas roupas para me comer sem importar com sua presença ela resmungava algo que não entendíamos e saia voltando de madrugada geralmente embriagada.
Papai não ligava mesmo comigo pedindo que desse mais atenção a ela.

Certa noite após papai me comer gostoso gozando muito dentro de mim caindo desmaiado em seguida corri para o quarto de mamãe decidida a transar com ela mesmo que fosse a força porem para minha surpresa ela não estava.
Como sempre não consegui dormi preocupada com ela que chegou já com o dia amanhecendo.
Nesta noite eu estava na cama dela que entrou indo direto para o banheiro não me vendo por ali.
Para evitar maiores problemas sai dali indo para a cozinha onde tencionava fazer um café e ao passar pela sala levei um tremendo susto com aquele negro sentado no sofá.
Ele ao me ver também se assustou pedindo desculpa em seguida e após se apresentar me informou que era o homem de mamãe sem tirar os olhos de mim que percebi que estava somente de calcinha e blusinha.
Vendo ele me comendo com os olhos notei o grande volume dentro de sua calça o que me deixou bastante excitada molhando a calcinha.
Estava disposta a tentar qualquer loucura com ele quando mamãe voltou do quarto toda nua me dando uma bronca perguntando se iria tomar seu homem como havia feito com seu marido.
As palavras de mamãe queimavam minhas entranhas me deixando louquinha e mais ourisada porem dando uma de santinha sai dali aos prantos me trancando no meu quarto certa que ela viria atrás de mim o que não aconteceu.

Os dias passavam deixando me mais barriguda e por orientação medica papai já não me comia com tanta intensidade como comia ate o sexto mês de minha gestação.
Mamãe estava bem mais calma e carinhosa porem continuava nos tratando com muita indiferença.
Papai viajou a negócios ate Manaus deixando me sob os cuidados de mamãe e uma enfermeira onde passaria duas semanas por lá e já no segundo dia estava subindo pelas paredes sem ter papai para me lamber ou fazer um carinho gostoso.
Mamãe teve que viajar ate Campinas para resolver uns problemas dizendo que voltaria no mesmo dia e se precisasse ligasse em seu celular.
Estando sozinha com a enfermeira me insinuava esbarrando nela passando as mãos em seu corpo com ela totalmente alheia as minhas investidas.
Não agüentando de tesão coloquei um filme onde duas mulheres se lambiam e sentei ao seu lado com ela estarrecida com os olhos grudados na tela.
Sem cerimônia tirei toda roupa sentando de frente a ela onde escancarei a boceta atolando os dedos nela e botando na boca onde sentia todo o gosto do meu gozo.
Vendo que não esboçava nenhuma reação apesar de não desgrudar os olhos de mim e do filme estiquei o pé enfiando embaixo de sua saia tocando levemente sua boceta sob a calcinha molhada.
Calmamente levantei sua saia com o pé com ela se abrindo toda enquanto afastei sua calcinha pro lado e comecei uma massagem com o dedão bem na entrada de sua boceta que parecia querer queima meu pé de tão quente que estava com ela já ofegante se contorcendo toda no sofá.
Após alguns minutos enfiei o dedão em sua boceta e me deliciei com ela estremecendo toda gemendo abafado enquanto gozava levantando em seguida saindo dali correndo para seu quarto.
-É hoje que tiro o atraso,pensei comigo, e quando levantei tencionando ir atrás dela a campainha tocou e quando fui atender quase desmaiei de tesão com a grata surpresa.Era o homem de mamãe que veio a sua procura.
Maliciosamente convidei para entrar e após beija-lo fui informada por ele que gentilmente me informou que estava nua.
Fingindo surpresa corri para meu quarto enquanto ele se deliciava com a visão de minha bunda com marquinha de fio dental.
Estava tremula imaginando mamar e cavalgar gostoso em tudo aquilo vestindo uma bata que mal cobria meu corpo uma minúscula calcinha e corri ao seu encontro.

Conversávamos animadamente enquanto tomávamos uns aperitivos e por ser medico me sentia segura e bem relaxada muito mais do que já sou.
Contou me toda sua vida reclamando que mamãe não queria nada serio com ele e quando dei por mim estava sentada em seu colo com ele fazendo carinho em minha barriga e costas.
Vez ou outra sentia sua mão indo de minha nuca ate minha bunda me deixando cada vez mais alucinada e por esta embriagada me joguei em cima dele arrancando sua calça que desceu junto com sua cueca para mamar gostoso em seu porrete que por mais que me esforçasse não cabia em minha boca.
Estava com o queixo dormente em tudo aquilo de tanto chupar quando ele saindo de minha boca se posicionou atrás de mim que estava de quatro no sofá e quando dei um grito de dor ele já estava todo atolado em meu cu fazendo me arfar com o vai vem carinhoso e cadenciado que me deixava alucinada.
Perdi a conta de quantas vezes tinha gozado com ele tirando quase tudo afundando bem devagarzinho ate o fundo comigo estrebuchando em gozadas avassaladoras.
Delirei quando ele saiu de mim ajoelhando para lamber minha boceta e cu me deixando louca de tanto prazer enquanto trocava a camisinha para comer gostoso minha boceta.
Sentia ele cutucar meu útero com seu ferro em brasa e quando gozou caímos um ao lado do outro para um merecido descanso.
Ele estava todo orgulhoso por te realizado um desejo antigo segundo ele que era transar com uma grávida e enquanto beijava minha boca se posicionou entre minhas pernas parando em seguida após pincelar minha boceta com sua cabeça avermelhada.
Vendo que não me penetrava implorei para que afundasse tudo aquilo em mim quando ele me beijou avisando que a criança estava nascendo.
Quando cheguei no hospital já com a equipe de prontidão e após uma dor filha da puta onde gritei gemi mordi e me caguei toda dei a luz a uma linda criança que graças aos orixás nasceu saudável.
Horas depois recebi visita de mamãe seu homem e alguns amigos que não entenderam quando o homem de mamãe disse que não era filha dele mas havia encabelado.
Hoje sou feliz tendo todo o carinho de mamãe e de meu pai marido e sempre que o homem de mamãe vem nos visitar dou jeito de sentar gostoso em seu porrete onde tenciono ter outro filho e desta vez com ele.
Beijos
Camille
camilledicarli@bol.com.br

 

Delírios anais de uma virgem

Quando completei dezoito anos me dei conta que estava bem encaminhada na vida com uma situação financeira bem definida gerenciando uma empresa de papai e para o espanto de muitos virgem,solta e julgava ser feliz.
Tudo ia muito bem quando papai me informou que mamãe estava chegando da Europa e iria passar alguns meses conosco.
Para mim foi um tremendo choque receber esta noticia porque já tinha matado mamãe dentro de mim desde aquele dia quando ela fora foi pega transando com uma amiga em casa enquanto eu dormia no berço ao lado da cama.
Agora que tinha conseguido me livrar de sua lembrança ela pede para voltar a me ver.
A principio resisti muito não querendo reviver aquela triste e amarga despedida porem como sempre vovó me convenceu a ouvi pelo menos o que ela tinha pra me contar.
No dia marcado para sua chegada papai me levou ate o aeroporto onde receberíamos ela e como o vôo estava atrasado resolvi tomar um lanche enquanto papai permaneceu no saguão a espera dela todo agitado e ansoiso.
Após tomar uma dose de rum comprei também uns pães de queijo e voltei para encontrar papai que conversava animadamente com uma linda mulher loiras com um corpo de modelo e um sorriso inebriante em seu lindo rosto de menina.
Papai parecia um moleque ao lado dela que ao me ver correu em minha direção chorando muito enquanto me abraçava.
Tentei ficar alheia a toda aquela situação porem quando suas mãos tocaram meu corpo lembrei de quando era bebe com ela cantando lindas canções para mim ao me fazer dormi.
Não resisti muito e desabei em prantos enquanto ela segurando meu rosto me dava mil beijos prometendo nunca mais me deixar.
Papai nos levou para um restaurante onde enquanto ele tomava cerveja pedimos uma garrafa de conhaque escocês e após alguns tragos já conversávamos como velhas amigas.
Parecia que ela nunca havia saído daqui pois tínhamos tudo em comum.
Ouvi atentamente quando ela me contou que amava papai porem não resistiu as cantadas de sua amiga cedendo muito mais por curiosidade e quando papai mandou ela embora essa amiga a acolheu em sua casa e estão juntas ate hoje.
Vi lagrimas aflorarem de seu rosto enquanto me contava que após se re estabelecer financeiramente em poucos meses fora atrás de mim com papai citando ela na justiça e por ser impedida de sequer chegar perto de nossa casa armou um assalto em casa onde me seqüestrou porem como papai é filho de pessoas influentes fora presa tentando sair do pais comigo e sua namorada.
Ao perguntar onde ela estava este tempo todo me informou que devido a esse fato ficou presa por oito anos e ao sair recebeu uma grande quantia em dinheiro que suspeita ser de meu falecido avó e ao ser avisada que nunca mais me veria resolveu ir morara na França onde trabalha como representante comercial de uma grande empresa que esta fechando negocio com a empresa de papai.
Ainda falava quando interrompi perguntando como ela tinha me achado e quando informou que recebeu um notificado ressente da secretaria de papai avisando que tinha tirado o caso da justiça e que quando viesse ao Brasil ele fazia questão de me levar ate ela.
Já puta da vida ia dar um tremendo esporro em papai quando ela me pediu que deixasse as magoas de lado e tudo o que importava agora era ela ter me encontrado e que nada deste mundo ia nos separar novamente.
Após horas de conversa e um bom almoço ao nos despedir papai quis saber onde ia ficar hospedada uma vez que se recusou ficar em nossa casa e quando ia nos informar abracei a beijando seu lábios sussurrando em seguida em seu ouvido que poderia deixar que ia encontra-la entregando escondido de papai meu celular a ela.
Chegando em casa a primeira coisa que fiz foi ligar descobrindo o endereço onde estava hospedada e sabendo que papai tinha reunião e iria chegar tarde em casa pedi que deixasse eu ir comemorar com minhas amigas.
Após dar ordens expressa aos seguranças liguei para minhas amigas informando que se perguntassem estaríamos juntas a noite toda e após dar um perdido nos meninos peguei um táxi e fui encontrar mamãe.
Senti o corpo todo tremulo quando ela me abraçou principalmente quando seus seios cobertos apenas pelo fino tecido da camisola esfregaram nos meus deixando me molhada.
Não conseguia desgrudar os olhos de sua bunda com sua calcinha branca toda atolada enquanto caminhava atrás dela sendo puxada pela mão.
Sentada em minha frente com as pernas dobradas tipo como que esta fazendo meditação pude contemplar o volume de sua púbis com os lábios vaginais separando a calcinha ao meio.
Percebendo minha excitação mamãe pediu que ficasse mais a vontade tirando a roupa e enquanto seus olhos brilhavam minhas roupas foram caindo deixando me somente de calcinha e quando sentei a sua frente estremeci com ela fazendo carinho em minha face nuca e pescoço.
Quando ia perguntar algo ela colocou o dedo em meu lábios pedindo silencio pedindo que apenas curtisse o momento enquanto suas mãos passeavam pela minha costa descendo ate o rego da bunda subindo em seguida.
Estava entregue querendo descobri o que uma mulher pode dar a outra sem importar se era minha mãe quando ela me perguntou:
-Filhinha,você já esteve com alguém?
-Não mamãe nunca.
-Ah então você ainda é virgenzinha?
-Sim mamãe sou.Acho que de certa forma estava me guardando para você.
Ainda falava quando mamãe beijou minha boca fazendo me estremecer como que ouvindo buzinas foguetes e outros sons estridentes enquanto me deitava carinhosamente sem largar de minha boca e quando deitei sua boca desceu em direção ao meus seios que fora sugados uma a um enquanto me contorcia toda com inúmeros orgasmos.
Quando ela se posicionou nos meios de minhas pernas disse;
-Nossa isso aqui parece uma lagoa.Olha como ta molahada.
Ainda ria quando gemi com sua boca sugando avidamente minha boceta que em poucas lambidas enchi sua boca com meus líquidos onde ela sorveu tudo vindo se enroscando como cobra em mim para dividir comigo meu gosto com sua boca na minha.
Estava molinha porem quando ela deitou em cima de mim perguntei como poderia retribuir todo aquele prazer e quando ela se enfiou embaixo de mim devorei seus seios com minha boca sedenta seguindo atentamente suas orientações.
Quando cheguei em sua boceta pediu que sugasse por cima da calcinha o que atendi prontamente com ela aos berros levantando o quadril para forçar minha boca em sua boceta.
Estava com a língua dormente de tanto lamber com ela se contorcendo toda avisando cada vez que estava gozando e numa dessas afastei sua calcinha para o lado afundando a língua em sua boceta que parecia um rio.
Neste instante foi inevitável um gritinho dela que enquanto puxava meus cabelos se tremia toda caindo mortinha pro lado.
-Nossa menina nota dez pra você.
-Fazia tempo que não gozava tanto assim.Nem parece que é a sua primeira vez.
Riamos muito quando o interfone tocou com a gerencia perguntando se estava tudo bem e após dispensa-lo mamãe caiu em cima de mim forçando para ficar de quarto para se posicionar atrás de mim lambendo meu cu.
Nunca imaginei que pudesse sentir tanto prazer enquanto sua língua forçava tentando entrar em mim que gemia chorava e tremia toda de tanto prazer.
Sua língua foi substituída primeiro por um dedinho depois dois e quando dei por mim já tinha quase a mão toda dentro do cu.
Gemi alto quando mamãe voltou co sua língua que entrou gostoso em mim com ela se remexendo muito.
Foda mesmo foi quando ela se ajoelhou atrás de mim que virando a cabeça vi um estonteante brilho em seu olhar enquanto ela tinha um enorme consolo acoplado em uma calcinha.
-Ai mamãe é muito grande.Acho que não vou agüentar...
Foi inevitável um grito meu quando a cabeça entrou me rasgando ao meio.
Chorava copiosamente quando ela pediu que mordesse a fronha e relaxasse o Maximo possível enquanto entrou ate o talo em meu cu que ardia numa enorme dor dilacerante.
Senti uma pontinha de prazer quando ela deitou em cima de mim puxando meus cabelos beijando minha boca enquanto dizia:
-Calma minha putinha gostosa.É agora que vou comer gostoso esse cuzinho que é só meu.
Estremeci entrando em êxtase com ela socando fundo e rápido tudo aquilo em meu cu fazendo me arfar com gozadas avassaladoras.
Parecia que estava voando sentindo o corpo em brasa com ela enquanto me xingava de puta safada cachorra socava fundo tirando tudo pra fora fazendo me gemer alto enquanto gozava.
Já estava molinha quando ela me fez desfalecer comendo meu cu na posição tipo frango assado beijando muito minha boca com ela gozando em seguida caindo mortinha ao meu lado.
Desde aquela noite não passo um dia se quer sem fazer amor com mamãe sem que papai saiba pois imagina que ela esteja na Europa.
Quanto a mim estou pensando em ir embora com minha amada para vivermos felizes como duas gatas que se amam e precisa uma da outra.
Beijos a todos.
Camille
Email:camilledicarli@bol.com.br

 

 

Iniciação com o primo

Bem, quando era criança brincava muito com um primo distante, mas, quase da mesma idade que eu: o Fábio. Brincávamos muito juntos e as vezes só nós dois. Certa vez, brincando de pique-esconde na construção da casa de uma tia, encontramos duas revistas eróticas, daquelas que mostram pornografia entre casais. Tínhamos cerca de 10 e 12 anos respectivamente. Aquelas imagens mexeram com nossa imaginação. Já tinhamos alguma intimidade, mas, começamos a nos roçar um no outro. Como eu era mais velho, comecei a sarrar a bunda do Fábio, que era muito durinha.

A partir daí, sempre íamos a construção e, nos cômodos ficávamos nos tocando e roçando um no outro. Ora eu sarrava a bunda do Fábio, ora o Fábio me sarrava.

A coisa foi ficando mais quente até que um dia, ao entrar no banheiro para tomar banho, deparei-me com uma calcinha de rendas da minha prima pendurada na válvula de abertura do chuveiro. Que visão maravilhosa! aquela calcinha minúscula sozinha comigo no banheiro, molhadinha, abandonada e eu alí. Tive um impulso e, enquanto deixava a água cair no meu corpo vestí a maravilhosa peça. Senti um arrepio e meu pinto ficou durinho; chegava a doer! Resultado, escondi a calcinha e comecei a usá-la escondido sempre que ficava excitado.

Não satisfeito, comecei a procurar por calcinhas abandonadas nas casas de minhas primas. Sempre que as visitava, não resistia e ía ao banheiro para tentar recolher as lingeries das gostosas.

O Fábio havia se mudado para outro bairro, então, nossos encontros já não aconteciam mais tão frequentemente. Minha coleção estava com mais ou menos seis peças e eu tive a idéia de, na primeira oportunidade, desfilar para o Fábio. Foi o que fiz. Levei ele para meu quarto, tranquei a porta, deixei-o sentado na cama e, por tras da porta do guarda-roupa me troquei. Fábio fez uma cara de espanto mas ficou curioso pa ra ver... desfilei para ele com uma tanguinha branca de rendas, bem pequenininha e apertada, porém, não a fiz fio-dental. Quando me aproximei do Fábio e virei de costas para ele, ele tratou de enterrá-la no meu reguinho e me disse o seguinte: "assim fica melhor, não acha?" Fiquei mais arrepiada e mais excitada do que já estava. Meu pinto não cabia dentro da calcinha de tão duro que estava. Pedi para sentar no colo do Fábio, que concordou imediatamente. Fiquei rebolando no colo do meu macho e deixando ele cada vez mais excitado. Pedi: Mete em mim, mete! Deitei na cama com a bunda pra cima e pedi que ele tirasse a minha calcinha. Queria dar a bunda para ele naquele momento. O pinto do Fábio, ainda duro, mas, não tinha consistência para me penetrar. Tentamos várias vezes, mas, naquele dia não deu, ou melhor, não dei! Lembro muito bem do Fábio me chamando de maluco!

Depois disso ficamos um bom tempo sem nos vermos, até que um dia Fábio chegou em min ha casa novamente. Fomos direto para o quarto e fiquei espantadíssima com o que ví. Vesti uma calcinha bem sensual para começar a desfilar para meu homem e pedi para ele ficar só de cuecas, como fazíamos sempre. Que volume enorme Fábio guardava sob a cueca. Fiquei louca. Tive a certeza que naquele dia ele conseguiria me penetrar. Primeiro caí de boca imediatamente para sentir aquela piroca dura. Pedi para ele me esperar, vesti um short, fui ao banheiro e apanhei um creme para cabelos lembro até o nome "Kolene". Passei no anelzinho, e também naquele mastro enorme e me pus de quatro pedindo a ele: Vem me comer, vem!

Fábio veio como um cavalo para cima de mim. Pensei que ía ser fácil. Bobinha eu. Quando começou a forçar a cabeça, que dor enorme. Pedi para ele parar, mas, ele já não queria mais parar de empurrar, até que depois que a cabeça passou, aí, foi só prazer. Eu chorava, mas, queria sentir aquela pica dentro de mim. Que delícia. A partir daí, descobri que seria sua mulherzinha e o Fábio jamais sentiria meu pinto roçando em sua bunda, pois o que eu queria mesmo era ele em cima de mim metendo no meu rabo.

Nos encontramos várias vezes e a cada encontro eu exibia uma calcinha nova. E os encontros eram... afiiiiiiii! Saudade do Fábio.

(Y) Taty
http://taty.cdzinha.nafoto.net/

Papai meu homem amado

Tudo começou quando cheguei na casa de meus pais aqui na capital vindo de mato grosso onde fiquei na casa dos meus avos por cinco anos estudando veterinária e durante este tempo estive por aqui apenas três vezes a passeio.
Na ultima visita meus pais já estavam separados embora continuam sendo muito amigos.
Com minha chegada meus pais se reuniram fazendo uma grande festa para me receber com minha mamãe preparando um delicioso jantar onde teve a presença de parentes amigos e vizinhos.
Minha mãe estava um espetáculo no auge de seus trinta e nove anos parecendo uma menininha de dezesseis com um vestidinho sexy chamava a atenção de todos da casa.
Por volta das doze horas a maioria já tinham ido embora e como estava sem sono curtia o Maximo dançando muito e bebendo caipirinha.
De repente meu pai quis sair na porrada com um tio afirmando que ele estava dando em cima de mamãe o que teve nosso total reprovo já que estão separados e mamãe tem o direito de curtir quem ela quiser não é mesmo gente.
A turma do deixa disso entrou em ação terminando minha festa antes do previsto.
Como estava sem sono pedi que meus pais me levassem a algum lugar estava louca para curtir e beber mais alguma coisa.
Com muita insistência meu pai resolveu atender meu pedido porem ficou combinado que mamãe que nada bebe levaria o carro que é de papai.
Segundo ela a balada estava um saco e vendo me divertir combinou com papai que iria embora e quando fossemos embora ligaria que ela vinha nos buscar causando um grande conflito entre eles que só não saíram na porrada porque estavam em minha presença.
Na ocasião eu estava vestida de mini saia mini blusa ficando na altura de papai devido ao salto alto.
Dançava freneticamente ao lado da mesa de papai já toda suada e despenteada quando notei os olhos de papai fixo em mim.
Dançando muito com os cabelos caído ao rosto fui ate o chão deixando que papai visse minha minúscula calcinha branca e quando subi coloquei um beijo na palma da mão e soprei para ele que se derreteu todo sorrindo pra mim.
Quando rolou um samba sabendo que papai é excelente dançarino de samba corri pegando em suas mãos pedindo que me ensinasse.
Quando abracei seu corpo podia sentir o imenso volume entre suas pernas que ele com muita dificuldade tentava esconder de mim.
Em certo momento num gesto de pura ousadia grudei em seu corpo com sua mão em minha cintura quase em cima da bunda comigo rebolando gostoso sentindo tudo aquilo cutucar minha boceta que ansiava ardentemente em ser deflorada.
Quando ele me puxou para si fiquei estática apertando as pernas prendendo seu pinto que cutucava minha boceta para gemer baixinho estremecendo toda numa gozada inesquecível bem mais gostosa do que as inúmeras dedadas que metia na boceta nas noites de solidão.
Sem me importar com as outras pessoas curti cada segundo daquele interminável momento e quando já estava refeita dei um beijo na boca de papai que não correspondeu agradecendo –o pela estonteante gozada.
Sem ação e meio atordoado ele perguntou se queria ir embora pedindo que ligasse para mamãe vir nos pegar.
Liguei varias vezes para casa e não tendo resposta liguei para o celular de mamãe que depois de muita insistência resolveu atender ficando mais calma ao saber que era eu que estava ligando.
Sua preocupação era em saber se papai estava por perto e quando disse que não ela pediu que esperasse mais um pouco segurando o papai por ali que ela estava ocupada no momento e não poderia ir nos buscar.
Neste momento ouvi mamãe gemer nitidamente com barulhos de chupões e algo que não consegui compreender.
Pedi que desligasse o celular caso o papai teimasse em ligar com ela aos berros dizia que me amava muito.
Quando retornei para papai encontrei o já do lado de fora da casa perguntando por mamãe e quando dize que não consegui falar com ela ele falou um grande palavrão esmurrando a parede.
Neste momento abracei-o pedindo que fossemos de táxi ônibus ou mesmo a pé.
Era impossível pegar táxi ali por isso quando avistei um ônibus puxei pelas mãos correndo para o ponto e antes de dizer qualquer coisa contraria já estava dentro do ônibus com ele entrando atrás avisando que este iria para o centro da cidade contrario a nossa casa.
Pedindo calma avisei que chegando lá a gente pegaria o negreiro que passa próximo de casa ou dormiríamos num motel.
Ao ouvir isto meu pai emudeceu e por estarmos de pe com o ônibus cheio a maioria de homens puxei o pelo braço fazendo ele se encostar atrás de mim que devido o balanço do ônibus era impossível ele não colar em mim fazendo aquilo tudo endurecer cada vez mais apertando minha bunda separando minha nádegas de tão duro que estava.
Conversávamos animadamente com ele grudado em mi m acho que para esconder o imenso volume com uma das mãos em minha cintura e eu encostada em seu peito com a mão em sua nuca sentindo seu hálito quente ora na nuca ora misturado ao meu.
Enquanto conversávamos fazia questão de chama de papai deixando todos cada vez mais ouriçados com nosso”pega” que estava cada vez mais quente.
Ate dava para sentar porem nenhum de nos se atrevia a sair dali e num momento de puro tesão levei a mão para trás espalmando tudo aquilo que dava coice no ar de tão duro e pulsante que tava.
Não agüentando mais com o corpo em brasa abri sua calça tirando tudo aquilo pra fora que com um gesto ousado meu onde fiquei na ponta dos pés prendi tudo aquilo no meio de minhas pernas.
Ao sentir tudo aquilo quente e pulsante cutucar minha boceta quase desmaiei soltando um gritinho abafado por sua mão em minha boca enquanto sussurrava pedindo calma em meu ouvido.
Rebolava displicentemente com tudo aquilo que só não me penetrava porque era impedido pela minúscula calcinha e ele segurando me forte pedia pelo amor de Zeus que não fizesse isto notando minha intenção de tira-la ali mesmo.
Não fosse o ônibus chegar ao final teria dado pra ele ali mesmo e quando todos começaram a descer ele já tinha se recomposto saindo de mim deixando minha saia visivelmente molhada com a abundancia de líquidos vaginais que escorrera de mim.
Estava molinha com as pernas bambas e a boceta em brasa com ele me abraçando beijando minha boca como dois namorados pedindo que esperássemos o ônibus de volta.
Delicadamente sussurrei :
-Papai, quero fazer xixi!
Olhando calmamente ao redor pediu que fosse atrás de um monumento próximo ao ponto onde ele ficaria me vigiando.
Sua preocupação era com as pessoas que passavam com a cidade acordando e eu aproveitando este descuido dele tirei minha calcinha enrolando na mão e voltei para ele.
Estranhei quando o ônibus chegou e ele me segurou deixando que todos entrassem primeiro que nos e quando já não tinha mais nenhum lugar para sentar ele pegou em minha mãos me conduzindo para dentro do ônibus onde nos posicionamos próximo a porta traseira do carro.
Em poucos segundos estávamos espremidos por uma multidão de trabalhadores e em certo momento ele que estava colado atrás de mim saiu por um instante e quando voltou senti tudo aquilo cutucar minha menininha que pingava de tanto tesão e a surpresa dele em mim com seu ato repentino e sua surpresa ao encontrar minha boceta exposta sem calcinha.
Ele estava surpreso ainda quando entreguei minha calcinha a ele que depois de uma leve cheirada guardou no bolso como se fosse um troféu.
Com muita calma levantei um dos pés colocando o num ferro debaixo do banco ficando com a menininha totalmente aberta e quando ele cutucou pela terceira ou quarta vez acertou em cheio a entrada e como estava molhada a cabeça entrou gostoso trazendo tudo aquilo pra dentro de mim que segurando em sua nuca puxei sua boca de encontro a minha para abafar meus gemidos com seus beijos.
Sentia ele cutucar meu útero e como era impossível rebolar gostoso como ansiava ardentemente comecei mordendo seu pinto com minha boceta e já não me continha com os gemidos e gritinhos que não conseguia conter de tanto prazer
Aquilo parecia crescer cada vez mais dentro de mim que já tinha gozado inúmeras vezes e num gesto de pura loucura empurrei tudo aquilo pra trás com minha bunda e quando voltei ele veio com tudo pra dentro de mim cada vez mais fundo.
Bastou eu repetir este gesto umas três a cinco vezes para explodirmos juntinhos numa gozada avassaladora onde foi impossível conter nossos gemidos atraindo a atenção de todos pra nos principalmente quando falei:
_ Ai papai...tô gozando....que gostoso aiiii.....
Neste momento meu papai saiu de mim trazendo junto um rio de porra molhando minhas pernas a calça de papai e o chão do ônibus e enquanto as pessoas discutiam a nosso respeito aproveitamos que o ônibus parou saindo dali correndo onde rumamos para casa de mãos dada feitos dois pombinhos apaixonados.
Ao entrar em casa mamãe estava deitada no sofá vestindo uma minúscula camisola e calcinha e quando papai rumou para ela com acara fechada segurei em sua mão dando um forte beijo em sua boca deixando mamãe boquiaberta enquanto falei baixinho em seu ouvido:
_Papai não brigue com a mamãe fui eu que pedi que não fosse nos buscar.Come ela come...
Enquanto tomava um delicioso banho, ouvi mamãe gemendo gostoso em tudo aquilo que a pouco estourou meu cabaço me fazendo mulher.
Quando voltei enrolada em uma toalha encontrei papai socando fundo tudo aquilo no cu de mamãe que ao me ver me chamou pedindo que beijasse sua boca me xingando de traidora safadinha e cachorra da mamãe e antes que papai enchesse seu cu ela mandou que saísse dela me colocando de quatro pediu que papai comesse meu cu.
Papai dividiu espaço com a boca de mamãe em um cu e boceta porem por mais que tentássemos não consegui que ele comesse meu cu e por sugestão de mamãe tenho que dar o cu para outros meninos ate me acostumar porem papai quer ser o primeiro homem a quebrar o cabaço também do meu cu por isso acho que vou sofrer muito quando ele resolver me pegar de jeito.
Beijos a todos
Deborah

 

Homem de palavra e a cunhada tesuda

A uns meses a minha cunhada veio viver conosco, de inicio eu ñ via nada de especial nela, mesmo quando estive de ferias em casa dela no BRASIL mal nos falavamos, porem com o passar dos tempos fiquei a saber que gostosinha adora fazer amor(ela joga no meu time), e fa-lo por prazer sem nada de compromissos, só assim passei a entender as necessidades dela, uma vez que estou numa relação de oito anos e o sexo ainda ñ caiu na rotina, eu adoro sexo, adoro ver o outro corpo tocá-lo, acariciá-lo enfim sentir os calafrios de um gozo de prazer,pk entre quatro parades vale tudo (ou quase tudo)
Só que ela ñ teve muitos exitos nas suas conquistas, o primeiro que apareceu ela disse que era velho, fumava(ela odeia tabaco)era muito magro e um bocado feio(apenas tem um filho lindo ...............é viadinho) , o segundo ja vinha com melhores chances, e quando estava tudo encaminhado, na quarta feira eles iam sair e o rapazinho ja estava de ferramenta afiada na ideia de desossar a cunhadinha, eis que aparece o gostosão, de carro importado(conversivel audi tt),ex jogador de futebol e cheio de pose convida a criança para sairem na quinta feira, com toda esta bagagem o outro rapazinho vai ter que tirar o corte da ferramenta no punho(punheta)
a minha cunhada é gata (23 anos, 1.55 cm e 52 kilos)é pequena tem um corpo muito bonito,cabelo, sorriso,as pernas, uma bundinha linda (eu ja vi) e seios avantajados,
é o tipo de mulher que qualquer homem que goste da coisa daria tudo (ou quase tudo) para possui-la, so que a sorte ñ é de todos.
O HOMEM DE PALAVRA
(ele tem 38 anos, 185cm foi casado por dez anos)
quando eles sairam pela 1ª vez ela disse a ele que ñ queria sexo e o fez prometer que respeitaria isso, foram para o ap do gajo,ja no elevador ela o lembrou da sua promessa e ele disse-lhe que quando dava a palavra ñ a quebrava(mal sabia ele que se a apertasse rolava ali msm no elevador) assim que entraram ele partiu logo pro ataque, e ela pensou ...........JA ESTÁ.....no entanto, abraçaran-se, beijaran-se enfim despiram um ao outro e deitaram em uma grande e confortavel cama,
muitas caricias e muitos toques e ela ja estava quase a subir pelas paredes e o lindo dizia posso, a gata com um calor de 50 graus em todo o corpo dizia " tu prometeste" tu prometeste, tu prometeste, assim a viana do rapaz ia abaixo e ele dizia ........... a pois foi .... e depois de 3 horas de esfrega-esfrega sem por pra dentro, lá foram os dois pro banheiro e mesmo no banho com tanta agua, sabão,espuma e tesão o rapaz ainda pediu novamente se podia e ela mais seca que lingua de papagaio e doida pra sentir aquele pequeno e adoravel(adoravel pra ela, pk eu sou espada)brinquedo no seu parque de diversão " tu prometeste" tu prometeste, tu promet.......e ele .........ha pois foi......
assim eu fico a pensar se aquela buceta falasse com certeza que daria um grito bem alto..................METE LOGO SEU VIAAAAAAAAADO.
Já no 2º encontro foi mais ou menos a mesma coisa, beijinhos, carinhos, chupadinhas peitinhos, uma punhetinha
e por incrivel que pareça desta vez ela nem teve k dizer
"tu prometeste" tu promet............................
só mais uma coisinha, o gajo é portugues então ou ele ja teve muitas e esta farto ou então ele gosta de ser enrrabado,
existe um ditado portugues que diz DEUS DÁ NOZES A QUE Ñ TEM DENTES!!!!!
portanto ela disse-me que tem uns detalhes do 3º encontro, detalhes estes que ela sabe que o cunhado pode guardar segredo e só os vai contar p/ vçs.
abraços!.
kikadinha@live.com.pt

 

Nádia, a vadia

Quando mamãe me apresentou seu novo namorado minha vida mudou radicalmente mesmo porque com a saída de papai de nossas vidas tínhamos muita liberdade passeávamos juntas confidenciávamos nossos sonhos e desejos uma para a outra alem de ficarmos sempre nuas dentro de casa ou no quintal onde judiávamos dos nossos vizinhos matando os homens de tesão e desejos de nos possuir e as mulheres de raiva e inveja de nossos corpos lindos e bem tratados com marquinhas minúsculas dos biquínis fio dental que usamos quando estamos na praia em nossa casa de veraneio.
Com a chegada deste intruso que pelo que vejo veio para ficar perdi toda e qualquer oportunidade de transar com mamãe a quem vivo suspirando quando ela me abraça colando seu corpo ao meu fazendo me sentir os bicos de seus seios aos meus comigo enroscada nela que quando me abraça fazendo cafuné em minha nuca me derreto toda suspirando muito deixando ela sentir meu corpo tremulo colado ao dela.
Agora via tudo isso esfriar repentinamente porem como gosto muito dela e percebendo que este homem esta fazendo ela feliz dei total apoio neste relacionamento.
Tudo o que sei em relação a sexo aprendi com mamãe que me ensinou a me masturbar para aplacar um pouco o tesão que sinto no meio das pernas onde molho constantemente a calcinha.
Me sentia cada vez mais deprimida tendo que esta sempre vestida porem para meu desespero me sentia atraída pelo meu padrasto e com isso usava sainhas muito curtas e sempre sem calcinha shorts bem agarradinhos e todo enterrado na bunda deixando ele deslumbrado com meu corpo que pedia para ser deflorado.
Tinha certeza que isto ia acontecer principalmente quando sentava com as pernas abertas deixando ele se deliciar com a visão de minha bocetinha sempre bem lisinha sedenta e molhada e quem se fodia com isso era eu enquanto mamãe gemia gostoso em seu porrete deixando me louquinha e ouriçada.
Certa noite ao ouvir mamãe gemendo não me contive e fui dar uma espiada na transa dos dois que pareciam querer derrubar a casa de tanto barulho.
Abri a porta do quarto sorrateiramente e não acreditei ao ver mamãe de quarto na beirada da cama com ele em pe atrás dela socando tudo aquilo dentro dela que apesar dos urros de prazer dava para notar a expressão de dor em sua face.
Estava estarrecida ao perceber que ele estava todo dentro do cu de mamãe e em certo momento ele tirou tudo e apontou aquele troco imenso pra mim enquanto sorria e foi ai que me toquei que estava parada ao lado dos dois que olhavam com os olhos esbugalhados vendo ele socar bem devagar tudo aquilo no cu de mamãe que piscava como que mordendo sorvendo para dentro aquela jibóia que crescia cada vez mais deixando mamãe embriagada de tanto prazer.
Lembro que mamãe falou entre gemidos alguma comigo que neste instante sai dali rapidinho me dando conta que estava somente de calcinha com seu homem me comendo com os olhos.
Depois daquele dia passei a evitar qualquer tipo de conversa alem do convencional com os dois com meu padrasto intensificando cada vez mais suas investidas em mim.
Bastava ele me encontrar sozinha que tentava beijar minha boca enquanto passava a mão em minha bunda dedilhando gostosamente minha boceta.
Apesar dos sonoros não enquanto me desvencilhava dele minha vontade era que ele me pegasse a força e metesse em mim tudo aquilo fazendo me sofrer como fazia com mamãe.
Percebendo meu jeito arredio principalmente com seu homem mamãe fazia de tudo para nos reaproximar principalmente deixando nos a sos nas dependências da casa comigo sempre correndo para longe dele.
Porem o inevitável aconteceu numa manha de sábado enquanto estava na cozinha lavando louça somente de camisola curta e transparente e como sempre sem calcinha.
Conversava animadamente com mamãe que limpava peixe no tanque em frente a janela quando senti tudo aquilo cutucando minha boceta.
Gelei de medo e pavor apesar de sentir como que um soco na boceta que derreteu toda com o ato repentino.
Apavorada tentei sair dali com ele grudado em mim já mordendo minha nuca lambendo minha orelha enquanto segurava minha cintura com uma das mãos com a outra direcionava tudo aquilo em direção a meu cuzinho que piscava de tesão enquanto eu morria de medo sabendo que seria impossível agüentar tudo aquilo.
Num gesto de medo angustia tesão vergonha e sei lá mais o que pedi socorro a mamãe que segurando minhas mãos no batente da janela pediu calma que iria doer só um pouquinho depois eu ia adorar.
Mamãe percebendo minha expressão de desespero correu em meu auxilio comigo aos berros sentindo tudo aquilo rasgar meu cu.
Eu chorava muito mamãe gritava com seu homem pedindo que saísse de mim que tinham combinado somente dele me dar prazer sem penetração com ele pedindo calma que somente a cabeça tinha entrado em mim e assim que relaxasse ele sairia de mim.
Neste momento mamãe me abraçou pedindo calma com uma voz carinhosa e melosa que me fez gozar apesar da forte dor.
Mamãe conversava conosco pedindo pelo amor dos deuses que ele não fizesse isso e quando menos esperava ele me pegou no colo me levantando no ar enquanto segurava minhas pernas abertas enterrou tudo aquilo em mim mesmo comigo aos berros e mamãe gritando com ele enquanto esmurrava ele todo arranhando seu rosto comigo desmaiando em seguida.
Acordei horas depois na cama do hospital com o cu todo dolorido e já costurado com mamãe segurando minha mão chorando muito pedindo mil perdão.
Quando peguntei a mamãe pelo seu homem ela disse que tinha dado queixa dele na policia por estupro e não queria saber de homem nenhum em nossas vidas enquanto beijava ternamente minha boca.
Quase fomos flagradas pela enfermeira que pediu a mamãe que saísse dali porque precisava descansar e antes de soltar a mão de mamãe disse:
-mamãe eu ti amo.quero ser sua viu.
Mamãe sorriu comigo desmaindo em seguida devido aos cedativos.
Dia seguinte ao chegar em casa mamãe me levou para sua cama onde beijou ternamente minha boca enquanto seus dedos foram para em minha boceta molhada onde me acabei de gozar avassaladoramente com mamãe deitada entre minhas pernas.
Desde então somos amantes vivemos muito felizes uma com a outra e mamãe me presenteou com dois lindos vibradores que iremos usar logo mais a noite em mais uma eterna noite de amor.
 
 

Dando para o primo

Oi galera sou uma menina de vinte e três aninhos 1,73 de altura,88 de busto,70 de cintura,94 de quadril,103 de bumbum 70 quilos,sei...tô um pouco gordinha mais vamos lá.
Quando estava[ com dezoito anos minha vida mudou radicalmente primeiro com meus familiares preparando uma linda festa para quando completasse .
Vovó fazia questão que fosse em seu sitio no interior de são Paulo e minhas tias e tios concordava plenamente com mamãe reclamando com todos que estavam me deixando muito mimada.
Por ser filha única assim como mamãe e por ter poucas mulheres na família todos me paparicavam principalmente meus tios que adoravam me ver com os shortinhos curtos e todos enterradinhos na bundinha.
Mamãe reclamava vovó me aconselhava e em minha inocência não via maldade nenhuma.
Faltando três meses para a tão esperada festa papai nos dei um grande presente deixando mamãe sem nada indo embora com uma vagabunda que se dizia amiga de mamãe.Tudo o que sobrou para nos foi uma casa e o carro de mamãe que nunca precisou trabalhar.
Mamãe entrou em depressão eu tive que ser transferida para uma escola publica porem de maneira nenhuma me deixei abater.
Com as economias que seria gasta em minha festa comprei tudo em roupas femininas como calcinhas camisolas e outros acessórios necessários no dia a dia para a mulherada.
Enquanto mamãe ficava o dia todo em casa eu ia a luta andando de casa em casa vendendo meus produtos e ganhando nosso dinheirinho.
Não aceitava ajuda de ninguém alem do carinho e afeto de todos os parentes e amigos.
Certa feita uma de minhas tia promoveu um grande churrasco em sua casa convidando todas suas amigas pedindo que fosse para lá apresentar minha mercadoria.
Com muito sacrifício consegui que mamãe me levasse de carro por ela que mora em um bairro bem distante do nosso.
Chegando lá por insistência de titia mamãe resolveu ficar tendo todo carinho de seu irmão dispensado a ela.
O churrasco seria no domingo e como chegamos no sábado a tarde aproveitamos para ajudar nos preparativos e depois de alguns goles de caipirinha e algumas cervejas já estávamos rindo a toa e mamãe metida num micro shortinho de lá onde se via todo o contorno de sua vulva com sua minúscula calcinha toda atolada na bundinha falava muita besteira me deixando um pouco envergonhada.
Em certo momento mamãe quase caiu sendo amparada por titio seu irmão que ao segura-la meteu a mão em seu seio deixando-os ainda mais durinhos e exposto colando seu corpo ao de mamãe e quando minha tia foi em seu auxilio titio deixou que víssemos o enorme volume entre sua pernas formando uma barraca em seu shorts.
Rindo muito titia levou mamãe para seu quarto enquanto eu toda sem jeito não tirava os olhos do volume de titio que percebendo meu interesse pediu que sentasse em sua perna segurando em minha cintura desnuda deixando me ainda mais tonta e um pouco molhada.
Vendo que estava entregue titio enquanto beijava carinhosamente meu pescoço alisou meus seios enquanto pegando em minha mão direcionou para cima daquele membro que parecia uma jibóia de tão grande que estava.
Relutei muito com meus não porem quando estava quase cedendo fomos surpreendidos por titia que pediu que fosse atender mamãe.
Quando entrei no quarto mamãe estava desmaiada de tão bêbada e sabendo que ela não dorme de roupa tirei seu shorts deixando ela somente de calcinha.
Ao ver a calcinha molhada corri ate titia chamando a de canto pedindo que me ajudasse a trocar mamãe que tinha se mijado toda.
Quando titia chegou no quarto após constatar minha informação me chamou pedindo que sentasse ao lado de mamãe e afastando a calcinha de mamãe para o lado passou a mão em sua boceta mostrando pra mim o liquido viscoso que escorria da xana de mamãe.
Estava estarrecida com aquilo quando ela pediu que deixasse de ser boba e passasse a mão em mamãe para sentir como era.
Tremendo muito passei a mão de leve na boceta de mamãe que gemeu gostoso enquanto titia tirava totalmente sua calcinha abrindo suas pernas deixando a totalmente exposta.
Vendo minha resistência titia pegou em minha mão levando em sua boceta que estava muito mais molhada dizendo que a minha também estava que era normal e que estávamos fazendo um bem enorme para mamãe.
Diante desses argumentos espalmei toda extensão da boceta de mamãe sendo instruída por titia que enquanto mandava eu enfiar os dedos um a um na boceta de mamãe que gemia muito arqueando o corpo prendendo minha mão nela se posicionou deitada entre as pernas de mamãe e quando num gesto mais brusco meti três dedos em mamãe ela gemeu alto estremecendo todo o corpo gozando muito segundo titia.
Era lindo ver a expressão facial de mamãe que mordia os lábios gemendo abafado e me surpreendi mais ainda quando senti a boca de titia lambendo minha mão limpando meus dedos para em seguida meter a boca na boceta de mamãe que gemia grunia falando coisas desconexas e sem sentido.
Titia só tirava a boca dali para mandar eu mamar gostoso nos seios de mamãe que alisava gostosamente minha nuca pedindo que lambesse com força.
Era lindo ver mamãe gozando com sua boca semi aberta por isso num misto de tesão amor carinho e sei lá mais o que grudei instintivamente minha boca na dela e explodi num gozo único mágico e gostoso com sua língua desvirginando toda extensão de minha boca.
Gozava ainda com minha boca grudada na de mamãe quando senti minha saia levantando e minha calcinha sendo arriada enquanto uma boca mágica grudou em minha boceta lambendo muito fazendo me arfar de tanto prazer.
Estava nas nuvens enquanto aquela boca lambia minha boceta passando a língua ate a entrada de meu cuzinho que piscava de tesão quando senti alguém ajoelhando atrás de mim me despertando quando pincelou a cabeça daquele mostro em minha boceta.
Abrindo os olhos vendo titia se deliciando na boceta de mamãe dei um pulo assustando os com meu gesto repentino e sem reação alguma sai dali correndo com a calcinha arriada mesmo sob os protestos de titia.
Passei a tarde toda trancada no quarto de minha prima que chegaria a noite com seu marido e filhos e sem ter coragem de encara-los fiz um lanche ali mesmo.
Já estava dormindo quando senti uma mão pegando cuidadosamente nas laterais de minha calcinha puxando a para baixo tirando a de mim.
Fingindo dormi me mexi na cama virando de barriga para cima dobrando uma das pernas deixando minha boceta toda exposta e aquele intrometido puxou cuidadosamente abrindo me lambendo minhas coxas e em segundo meteu a boca em minha boceta fazendo me gemer muito estremecendo dos pés a cabeça tendo que morder o lençol para não gritar de tanto prazer.
Gemia me contorcia xingava titia e gozava avassaladoramente ficando mortinha de tanto prazer.
Foda foi quando numa dessas apagadas quando me dei conta estava com alguém entre minhas pernas posicionando a mastro na entrada de minha boceta e quando dei por mim tentando tira-lo dali ele soltou todo o peso em cima de mim enquanto beijando minha boca pedia que não gritasse para não acordar o pessoal afundou tudo aquilo em mim me matando primeiro de dor dilacerante e quando senti ele todo atolado em minha boceta fiquei quietinha com ele como que acordando dentro de mim para me matar agora de prazer um indo e vindo que se não me beijasse teria gritado de tanto prazer.
Enquanto socava tudo em mim me xingava de puta vagabunda e vadia me agradecendo pelo cabaço que seu porrete estava estourando e quando ele anunciou seu gozo mesmo pedindo pelo amor dos deuses ele encheu minha boceta de porra que chegava a queimar meu canal de tão quente.
Ficamos ali grudadinhos sentindo ele amolecer saindo de mim e após me beijar ternamente saiu dali deixando-me saciada feliz e preocupada afinal quem teria me comido???
Após um rápido banho dormi feito pedra muito preocupada pois na cama ao lado dormia minha prima e sua duas filhinhas.
Acordei bem cedinho para ajudar titia a preparar o café onde conversamos muito sob tudo e principalmente sobre o que tinha acontecido na noite passada comigo aproveitando para perguntar como foi e após afirmar que tinham transado a noite toda com a participação de mamãe e me fez jurar que jamais ela deveria saber que eu sabia disto.
A tarde no churrasco vendi toda mercadoria tendo que anotar varias encomendas e tendo cumprido minha tarefa parti para a festa com meu primo perguntando se poderíamos repetir tudo de novo logo mais a noite.
Após encher ele de tapas avisando se engravidasse ele ia ter que assumir tudo isso sem importar com os demais presentes e quando dei por mim todos riam de nos e quando tentei sair dali ele me segurou trazendo me para ele grudando seu corpo ao meu para beijar carinhosamente minha boca e após aquelas brincadeiras com todos gritando ta namorando...ta namorando ele segurando minha mão pediu permissão a mamãe para namorar comigo o que foi aceito de bom gosto por todos principalmente por mamãe e quando a noite chegou minha prima foi embora deixando o quarto todinho para nos onde sofri muito com meu homem comendo gostoso meu cuzinho e o escândalo que fizemos só não foi maior o de titia titio e mamãe no quarto ao lado.
Hoje somos casados temos uma linda filha de seis meses e meu homem esta tentando me convencer a ter outra mulher em nossa cama e esperta como sou descobri que esta mulher é mamãe a quem ela me confessou que já sentou gostoso no porrete de meu homem na época que éramos ainda namorados.
Fiquei mais tranqüila principalmente porque sonho em lamber a boceta de mamãe porem como sou safada finjo que não sei de nada impondo a condição de também ter um homem em nossa cama.
Meu amor ficou bastante triste e decepcionado com minha condição porem aceitou muito mais pelo tesão que sente por mamãe alegando que não suportara vendo outro me possuindo.
Confesque não terei coragem de transar com outro principalmente na presença de meu homem porem deixa assim e veremos no que vai dar depois mesmo porque não quero perder a chance de conhecer outro homem.

Beijos
Lucinha

Confira seis dicas para vestir crianças gordinhas

Na hora de vestir crianças acima do peso, sempre surge a dúvida de que peça escolher para disfarçar as gordurinhas indesejáveis em vez de evidenciá-las. A solução encontrada por muitos pais é colocar a primeira roupa larga que encontrarem, o que definitivamente não colabora com a autoestima da garotada.

"Os gordinhos podem ser tão estilosos quanto seus amigos menores", disse Bia Castro, sócia da franquia de moda infantil Chicletaria. Confira abaixo seis dicas da executiva de moda para não errar com a garotada cheinha:

1) Nem pense em recorrer a camisetonas e blusas de tamanhos maiores para esconder os pneuzinhos do filho. É que elas fazem com que as crianças e adolescentes pareçam ainda maiores.

2) Dê liberdade aos filhos para que escolham as cores que mais lhe agradam. Eles não têm de ficar no pretinho básico como os adultos, uma vez que todos os pequenos combinam com cor.

3) Os mais cheinhos podem não ficar muito bem com misturas radicais de tonalidades. A dica é apostar em combinações da mesma paleta de cores.

4) Top com calça de cintura baixa ou legging é proibido. ¿Ainda que ela seja uma boneca de tão linda, as pessoas não vão conseguir desviar o olhar de sua barriguinha se estiver à mostra.

5) Uma alternativa para as meninas é um jeans de cintura baixa, mas com uma blusinha na altura da cintura.

6) A roupa ideal é aquela que veste a criança no tamanho adequado, preservando a sensação de conforto.

 

Esposas trocadas





Untitled Document

By aventura.ctba
O relógio na parede da sala marcava quase 2.00h da manhã. Na mesa de centro, copos e garrafas de vinhos vazios. Na baixela alguns pedaços de queijo cortado em cubos, e na tela da TV, cenas de sexo explícitos entre dois casais que não paravam de foder.
No chão, peças de roupas e lingerie espalhadas pelo tapete, e no sofá, minha concunhada, uma loira de rosto angelical, olhos azuis da cor do céu, lábios carnudos, seios grandes e firmes, corpo perfeito, completamente nua deitada com as pernas aberta, totalmente descontrolada, esfregava na minha boca sua suculenta e deliciosa buceta raspadinha.
No outro canto da sala, minha esposa debruçada no braço do sofá com sua bundinha arrebitada, sofria para agüentar no seu cuzinho os 19cm de rola do seu irmão que a penetrava com estocadas forte e profunda arrancando de sua garganta grunidos indecifráveis.
Entre gemidos e sussuros, o cheiro de sexo e a cumplicidade dos parceiros, enchia aquele ambiente de erotismo e tesão, que ao mesmo tempo, expressava toda a volúpia de um desejo de certa forma “proibido”.

Conheci minha esposa a Soninha, através do meu melhor amigo o Jair, que mantinha uma relação incestuosa com ela escondido dos seus pais. Não fiquei chocado, pois antes de conhecê-la, meu amigo já tinha me confidenciado esse segredo. Talvez por minha iniciação sexual ter sido com esse amigo, não escondíamos nada um do outro.
Jair há tempo mantinha relações sexuais com sua irmã, mas sempre preservando sua virgindade, pois tinha medo de engravidá-la.
Cheguei um dia na chácara desse meu amigo e não encontrei ninguém em casa, deduzi que tinham ido pra cidade, pois a camioneta não estava na garagem. Na realidade, essa chácara funcionava como um clube de campo onde seus pais tomavam conta, e os sócios só visitavam nos finais de semana. Estava caminhando pela chácara e quando chego a um galpão bem afastado da casa principal, ouço barulho e me aproximo pra ver se era ele.
Deparo-me com uma cena que até hoje não me sai da cabeça. Soninha vestida com uma saia jeans curtinha sentada em uns caixotes de madeira com as pernas abertas, e Jair ajoelhado na sua frente chupava sua bucetinha segurando em umas das mãos sua calcinha.
Soninha com seus olhos fechados gemia de tesão enquanto a boca do seu irmão explorava sua bucetinha. Ajeitei-me num canto e presenciei a cena me acabando numa punheta.
Jair se levantou e sua irmã tomou seu lugar, abaixou sua bermuda e saltou pra fora seus 19 cm de pica que ela sem pestanejar tentava engolir, mas era muito grande para caber na sua boquinha.
Soninha chupava gostoso o pau do seu irmão que delirava forçando sua cabeça de encontro ao seu corpo tentando fazer com que ela engolisse todo seu pau, mas quando chegava à sua garganta, Soninha fazia ânsia de vômito e seu irmão aliviava um pouco.
Quando estava em ponto de bala Jair pegou sua irmã, encostou-a na parede de costa pra ele, levantou sua sainha e a puxou de forma que Soninha com as mãos apoiadas na parede arrebitava sua bundinha para que Jair a penetrasse por trás.
Jair molhou seu pau, cuspiu no cu dela e foi enfiando devagar fazendo desaparecer por completamente até seus bagos encostar-se à chaninha da sua irmã.
Soninha com movimentos cadenciados rebolava na rola do seu irmão enquanto Jair apalpava seus seios.
Aos poucos Jair foi aumentando o ritmo e pelos gritinhos da Soninha, percebi que estava gozando.
Jair retirava quase todo seu pau e atolava sem dó no cu da sua irmã que gemia sem parar jogando seu corpo pra trás para agasalhar todo o caralho do irmão.
Conforme Jair ia aumentando a intensidade do vai e vem, os gritinhos da Soninha iam se transformando em ganidos roucos que de forma ruidosa saía de sua garganta.
Jair segurou firme na cintura dela e deu um grito despejando toda porra acumulada do seu saco escrotal no cu da sua irmã, e eu com as pernas bambas, gozava pela segunda vez na minha mão.
Quando fui me retirar para que eles não notassem minha presença, me tropecei e caí em cima de umas sacarias derrubando algumas garrafas que estavam ali.
Soninha e Jair se assustaram e rapidamente tentaram se recomporem. Jair respirou aliviado quando me viu caído no galpão tentando me levantar. Soninha ainda estava com as palmas das mãos tapando seu rosto de vergonha pensando ter sido flagrada por seus pais.
Se fossem seus pais, suas desculpas não resolveriam muito, pois a porra do Jair teimava em escorrer pelas pernas da Soninha que mesmo trancando seu cuzinho não conseguia segurar no seu interior.
Jair acalmou Soninha dizendo que eu já sabia de tudo que rolava entre eles, e neste mesmo dia tirei o cabacinho da buceta de Soninha.
Mesmo sabendo do relacionamento incestuoso que rolava entre Jair e Soninha, não foi o bastante para impedir que me apaixonasse por ela.
Jair também caiu de quatro por sua prima a Aninha que veio morar na chácara com eles, pois seu tio foi contratado para ajudar seu pai na administração do clube.
Aninha uma loira lindíssima que mostrou ser muito sapequinha, pois logo nos enturmamos e transávamos os quatro no mesmo quarto quando seus pais viajavam.
De vez em quando trocávamos de mulher, eu me deliciava com a bucetinha da Aninha enquanto Jair castigava o cu da sua irmã que era viciado em fodê-lo.
Eu e Soninha e Jair com a Aninha, noivamos e marcamos o casamento pro mesmo dia, foi uma festona que rolou na chácara para celebrar a união de dois casais de amigos que se amavam muito.
Após o casamento, nossos encontros foram diminuindo à medida que os estudos e o trabalho tomavam conta do nosso cotidiano, e quando os filhos chegaram, ficou quase impossível manter nosso quadrado amoroso, mas mesmo assim, sempre que surgia uma oportunidade Jair pegava a Soninha e Eu ficava com a Aninha.
Após ter passado em um concurso público, vim trabalhar e morar em Curitiba, Jair ficou em São Paulo e acabamos perdendo contato por cinco anos.
Em um domingo à noite Soninha recebeu um telefonema do seu irmão dizendo que ele tinha passado na casa do meu pai e pegou o número do nosso telefone e o endereço de nossa casa, e que no próximo final de semana ele e Aninha nos fariam uma visita.
Soninha ficou radiante e eu também, pois sentia muita falta deles.
Fiquei feliz quando minha comadre ligou dizendo que ia descer pro litoral e levaria Paulinho meu filho para que fizesse companhia pro filho dela que era mais ou menos da mesma idade. Claro que deixei. Soninha também não pôs empecilhos.
Na sexta à noite meus compadres passaram em casa e pegaram Paulinho. Eu e Soninha transamos até de madrugada fantasiando o que poderia rolar no final de semana.
No sábado de manhã enquanto Soninha arrumava a casa, fui ao mercado e renovei meu estoque de vinho, também comprei vários tipos de queijo para a noite fazermos um aperitivo, pois prevíamos que nossa noitada ia ser em casa mesmo.
Logo após o almoço meus cunhados chegaram a nossa casa, foi só alegria. Abraço, beijos, podia perceber em seus rostos que a felicidade era recíproca.
Jair estava bem mais forte, e Aninha como sempre irradiava beleza e simpatia. Agora com seus 25 anos e com um corpão perfeito, não tinha como olhar para aquela deusa de sorriso angelical e não pensar em sexo.
O contraste da beleza de Aninha e Soninha era algo encantador.
Soninha morena clara, olhos verdes, da mesma altura da Aninha, seios médios, bumbum arrebitado.
Aninha loira, olhos azuis da cor do céu, seios enormes, uma bunda fenomenal, duas mulheres sexy, gostosas, lindíssimas, com corpos perfeitos, mas com beleza diferente. O que não diferem das duas é a maneira de se entregarem de corpo e alma ao amor, vivendo intensamente cada momento dando e recebendo prazer aos seus parceiros sem preconceito e sem culpa.
A noite chegou. Todos de banhos tomados, e a conversa continuava animada regada por muitos copos de vinhos.
As mulheres foram pra cozinha preparar os aperitivos, Eu e Jair ficamos na sala conversando e relembrando o passado, não teve como não falar das nossas aventuras sexuais.
Para provocar as mulheres, colocamos no DVD um filme pornô onde dois casais dividiam a cama numa foda de tirar o fôlego. Quando elas voltaram pra sala Eu e Jair já estávamos de paus duros assistindo o filme e dando risada comparando o desempenho dos artistas. As duas sorriram e chamaram nós de safados e tarados.
Aninha disse que ela e Soninha eram muito melhores que as duas que estavam atuando no filme, na realidade eram mesmo.
Já embalados pelo vinho, Jair abraçou Aninha beijou-a na boca e foi tirando sua camiseta. Seus seios saltaram pra fora e ele caiu de boca chupando com gosto aquela maravilha enquanto suas mãos alisavam sua bucetinha por cima da calcinha.
Aninha para retribuir, alisava o pau do marido por dentro da bermuda.
Soninha ao meu lado, apertava meu pau enquanto assistia seu irmão chupando sua cunhada. Então ela se agachou a minha frente, tirou minha bermuda, alisou meu pau e colocou na boca chupando bem devagar, eu me deliciava com a boca da minha esposa enquanto via agora, minha cunhada e meu cunhado completamente nus embrenhados em um 69 estonteante.
Peguei Soninha, nos livramos das roupas ficando nus também, e suguei sua bucetinha já encharcada de tesão.
Soninha gozou várias vezes na minha boca, e ao lado Aninha com as pernas no ombro do Jair recebia em sua buceta o caralho do seu marido com tanta violência que o encontro de seus corpos produzia um som como se estivessem estapeando.
Soninha ficou de quatro a minha frente, e meti meu pau na sua bucetinha com vontade. Ela jogava seu corpo pra trás e quando meu pau encostava-se ao seu útero, ela dava uma reboladinha dando a impressão como que sua buceta mastigasse meu pau. Ao lado os gemidos da aninha e os berros do Jair denunciava um gozo espetacular. Vendo aqueles dois gozando, penetrei forte e rápido na buceta da Soninha, quando senti seu corpo tremer eu atolei fundo despejando um litro de porra na sua bucetinha.
No sofá ao lado, Aninha deitada se recuperava da foda com seu marido, e no tapete, Jair desmaiado tentava recuperar o fôlego para a próxima batalha.
Levantei-me e chamei Soninha para tomarmos banho juntos. Quando voltamos pra sala, a imagem da Aninha deitada de costa completamente nua, com sua bucetinha raspadinha molhada de porra, era coisa do outro mundo.
Jair e Aninha também foram pro banheiro, e eu ainda meio cansado sentei no sofá e peguei no sono. Acordei com minha cunhada alisando meu pau tentando me reanimar.
Quando Aninha percebeu que tinha acordado, ela com sua boca quente e úmida, passou a chupá-lo lubrificando, unindo sua saliva ao líquido que brotava.
Sua boca quase engolia por completo meu cacete, e depois ia liberando devagar. Quando chegava à cabeça, sua língua girava em torno e Aninha sugava forte antes de engolir novamente.
Com a mãozinha pequena e macia, massageava meu saco segurando, sentindo o seu peso, e com a outra, percorria meu pau em um vai-e-vem, enquanto sua boca e sua língua saboreavam o líquido que saía da cabeça do meu pau.
Quando estava pra gozar na boca da Aninha, trocamos de lugar. Aninha deitou no sofá e comecei chupando seu pescocinho enquanto minhas mãos percorriam seu corpo. Aninha se arrepiava quando levemente mordiscava sua nuca e minha língua tentava entrar na sua orelha.
Desci mais, e suavemente mordisquei o bico de um dos seus seios enquanto minha mão apalpava o outro que enrijecidos demonstravam todo o tesão que estava sentindo. Aninha com os olhos fechados curtia todas as carícias suspirando profundamente, e seu corpo serpenteava em todas as novas carícias recebidas.
Minha cunhada se arrepiou novamente quando minha língua chegou ao seu umbigo, fiquei um pouco ali e desci um pouco mais mordiscando sua virilha, quando cheguei à sua bucetinha raspadinha e cheirosa, abri seus grandes lábios e suguei com gosto todo seu mel.
Minha língua brincava em seu grelinho. Quando abocanhei e apertei com os lábios, seu corpo se estremeceu e ela se contorceu em um orgasmo alucinado despejando na minha boca todo o néctar do seu prazer.
Não teve como não parar um pouco para admirar aquela maravilha que a natureza de uma forma tão generosa tinha abençoado minha cunhada.
Estava tão concentrado em proporcionar prazer a Aninha, que tinha esquecido da minha esposa e seu irmão.
Quando olhei pra trás, em fração de segundos meu cérebro captou esse cenário.
O relógio na parede da sala marcava quase 2.00h da manhã. Na mesa de centro, copos e garrafas de vinhos vazios. Na baixela alguns pedaços de queijo cortado em cubos, e na tela da TV, cenas de sexo explícitos entre dois casais que não paravam de foder.
No chão, peças de roupas e lingerie espalhadas pelo tapete, e no sofá, minha concunhada, uma loira de rosto angelical, olhos azuis da cor do céu, lábios carnudos, seios grandes e firmes, corpo perfeito, completamente nua deitada com as pernas aberta, totalmente descontrolada, esfregava na minha boca sua suculenta e deliciosa buceta raspadinha.
No outro canto da sala, minha esposa debruçada no braço do sofá com sua bundinha arrebitada, sofria para agüentar no seu cuzinho os 19cm de rola do seu irmão que a penetrava com estocadas forte e profunda arrancando de sua garganta grunidos indecifráveis.
Entre gemidos e sussuros, o cheiro de sexo e a cumplicidade dos parceiros, enchia aquele ambiente de erotismo e tesão, que ao mesmo tempo, expressava toda a volúpia de um desejo de certa forma “proibido”.
Coloquei minha cunhada debruçada no braço do sofá também, pincelei meu pau na entrada da sua buceta e atolei tudo de uma vez naquela fonte de calor e prazer. Meu pau entrava e saía de dentro da Aninha com tanta rapidez que foi preciso diminuir o ritmo para não gozar rápido de mais.
Aninha recebia todo meu pau e rebolava jogando seu corpo de encontro ao meu, que ao mesmo tempo agarrava em sua cintura e esfregava em sua bunda sentindo a cabeça do meu cacete roçando em seu útero.
Enquanto Jair arrombava o cu da minha esposa, eu saboreava a delícia da bucetinha da sua mulher que de forma escandalosa anunciava mais um orgasmo. Vendo aquela loira se arrepiar e gritar que ia gozar no meu pau, acelerei o vai e vem e mais uma vez despejei uma enorme quantidade de porra na bucetinha suculenta e apetitosa da minha cunhada.
Após termos gozados, Aninha sentou no tapete encostada-se ao sofá, eu me aninhei no meio das suas pernas com a cabeça no seu colo e ficamos presenciando a foda dos irmãos. Aninha presenciava o desempenho dos dois enquanto me fazia um cafuné.
Jair após ter presenciado o escândalo que sua mulher fez com minha vara atolada na sua buceta,
Grudou com mais força as ancas da sua irmã e a penetrava com tanta força que chegava a jogar Soninha pra frente.
Soninha gritava e pedia para seu irmão não parar e Jair fazia desaparecer seu pau no cu da minha mulher com tanta rapidez que quase não dava pra ver o entra e sai do seu cacete, derrepente Soninha como se tivesse sendo possuída por uma entidade, virava o rosto de um lado pra outro, jogava sua bunda pra trás, seu corpo se contorcia todo e gritava: - Eu vou gozar!!!!
Jair descontrolado agarrou forte a cintura da minha esposa, forçou seu corpo de encontro ao dela e gozou fundo no cu da Soninha urrando de prazer.
Após todos termos gozados e saciados, ficamos os quatros deitados no tapete da sala em silêncio absoluto curtindo aquele momento único, exaustos, porém felizes.
O dia já estava clareando quando acordamos, entrei no banho com minha cunhada, ensaboei seu corpo e não teve como não chupar novamente sua bucetinha que após ter gozado na minha boca retribuiu com uma chupeta deliciosa, saímos do banheiro porque Jair e Soninha estavam esperando a vez deles.
Quando entraram no quarto, já estava com meu pau atolado no cu da minha cunhadinha que não tinha comido ainda. Seu cuzinho era bem apertadinho, pois meu pau era bem mais grosso que do seu marido. Ela rebolava e pedia pra meter devagar até se acostumar porque estava sentindo um pouco de dor.
Jair pegou sua irmã, deitou a de costa e chupava com vontade sua buceta, é uma sensação deliciosa ver sua esposa sendo chupada pelo próprio irmão enquanto mete a rola no cu da sua cunhada ao lado do marido.
Logo Jair pôs Soninha de quatro também e atolou seu pau na buceta dela, então retirei meu pau do cuzinho da Aninha e carquei na sua bucetinha deliciosa.
Era maravilhoso ter aquelas duas gatas de quatro na sua frente rebolando e gemendo com um pau atolado na buceta.
Fodíamos nossas esposas trocadas lado a lado, quando estávamos pra gozar, Jair trocou de lugar comigo passou a foder sua esposa e eu passei a foder a minha, gozamos os quatros juntos, agora cada um com sua mulher, era a primeira vez naquela noite que gozávamos cada um com sua esposa.
Após termos gozados novamente, exaustos desmaiamos.
Dormimos os quatro na mesma cama.
Quando acordamos já estava quase na hora do jantar. Na noite seguinte repetimos tudo novamente.
Na segunda feira cedo meus cunhados voltaram pra São Paulo, e nossas vidas novamente retornariam a seu curso normal aguardando nova oportunidade para extrapolarmos outra vez.
O tempo passou e nossas relações a quatro continuaram, sem culpa, sem preconceito, e sem medo de ser feliz, o que rola entre nós é um pacto de puro sexo, erotismo, desejo, cumplicidade e respeito mútuo. Somos felizes assim.
Nossas famílias nunca desconfiaram de nós, e é assim que tem que ser.
Se isso é errado não sei, cada um tem seus conceitos de certo ou errado, a igreja impõe seus dogmas, a sociedade de um modo geral condena o incesto, eu fico pensando, será mesmo pecado proporcionar um prazer tão intenso a outras pessoas mesmo que sejam do mesmo sangue?
Quem achar que estamos errados, que atire a primeira pedra.
Se gostarem do conto, de seu voto, se não gostaram, critique, pois só assim vamos melhorando o modo de escrever. Abraços a todos.
aventura.ctba@ig.com.br

 


Esposa Infiel - parte V

Estava bem ansiosa pela chegada do sábado por isso naquela semana me comportei como uma verdadeira santa para sufoco dos porteiros e principalmente do maridão que me procurava tentando me comer de todas formas e maneiras e em qualquer lugar,porem o Maximo que permitia era uma passada de mãos com seus dedos fundos em minha boceta.
Estava decidida só transar com ele e seu pai depois de deixarem eu lamber minha sogra,por isso quando acordei naquele sábado com minha cunhada somente de calcinha em meu quarto lambendo fundo minha boceta não contive os gemidos e gritinhos de puta que sou ao gozar e com isso ela atraiu a atenção do meu boizinho que estava no banho se preparando para sair pro trabalho.
Gemi mais ainda quando ele apareceu na porta do quarto pelado com seu porrete em riste e vendo sua irmãzinha de quatro entre minhas pernas ele pulou encima dela feito um animal rasgando sua calcinha metendo a boca em sua boceta lambendo com fúria e desejo.
Minha cunhada tentou sai dali surpresa com o ato repentino porem agarrei em seus cabelos com ela vindo pra cima de mim tentando fugir do seu agressor.
Delirei sentindo seu corpo colado ao meu com seus lindos seios praticamente amassando os meus.
Dava pra ver o pavor estampado em seus olhos por isso pedi calma beijando suavemente sua boca falando em seu ouvido.
-calma cunhadinha.Deixa seu irmãozinho se diverti um pouquinho.
Neste instante ela ficou mais calma olhando como puta para seu irmão que se posicionava atrás dela para meter gostoso afundando tudo de uma só vez na boceta sedenta da irmã.
Confesso que fiquei enciumada vendo o jeito que ele metia na irmã e as coisas que falava pra ela enquanto enterrava seu porrete fundo em sua boceta.
Rebolando feito uma cadela no cio ela gemendo voltou para minha boceta fazendo me arfar com gozadas múltiplas em sua boca sedenta.
Com poucas estocadas o meu boizinho encheu a boceta da irmãzinha de porra que escorria pernas abaixo.
Ela adivinhando meu pensamento se posicionou em cima de mim colando sua boceta em minha boca onde sorvi toda porra deixando ela limpinha enquanto meu boizinho se posicionava atrás dela para meter gostoso em seu cuzinho.
Achando que ela não iria agüentar tudo aquilo pedi calma para meu boi e como resposta ele segurou firme em sua cintura afundando com uma única estocada tudo aquilo em seu cu e vendo ela gemer chorar e pedi mais percebi que não era a primeira vez que meu boizinho comia sua irmã.
Dividindo minhas chupadas entre a boceta da cunhada o pênis eas bolas do meu marido delirei com eles gemendo muito gozando simutaneamente com meu boi tirando de seu cu enterrando em minha boca fazendo me chupar todo seu porrete que com poucas linguadas explodiu enchendo minha garganta de porra.
Neste instante minha cunhada colou sua boca na minha para dividir comigo a porra do nosso macho que vendo minha boceta exposta caiu de boca me matando de tanto gozar enquanto sua irmãzinha se deliciava em minha boca e seios.
Quando ele deu o famoso tapinha em minhas nádegas,sinal para ficar de quatro,sai de minha cunhada e quando ele colou seu pinto em minha bunda virei para trás dando um frenético beijo em sua boca dizendo baixinho em seu ouvido.
-você só vai me comer depois de deixar eu transar com a puta da sua mãe.esqueceu?
minha cunhada não entendeu nada quando sai dali indo para o banheiro e quando voltei saindo do quarto minha cunhada gemia gostoso em baixo do meu boi num frenético papai mamãe,metendo com seu irmão a manha toda.
Estava cada vez mais molhada ouvindo minha cunhada gemendo na vara do meu boi e quando já estava quase me entregando fui surpreendida com a chegada de meus sogros.
Depois de um rápido cumprimento corri para o quarto avisando aos dois putos que seus pais havia chegado,quando voltei para a cozinha minha sogra tinha ido ao banheiro e estando só com meu sogro,ele me agarrou me colocando sentada na mesa e como estava somente de roupão foi fácil pra ele mater a boca em minha boceta quebrando toda e qualquer resistência minha.
Não fosse o barulho da descarga anunciando a chegada da sogra teria dado pra ele ali mesmo.
Serenamente minha sogra vendo me toda arrepiada e suando frio, pegou em minha mão levando-me ate a sala onde sentamos no sofá com ela pedindo mil desculpas dizendo que me achava linda sapeca e extrovertida porem não tinha vontade nenhuma em transar com mulher nenhuma mesmo que fosse eu ou sua filha a quem ela amava muito.
Dizendo que já sabia que seu marido tinha me comido junto com seu filho e com isso ele melhorou muito na cama com ela porem ela jamais transaria com outra mulher,questão de princípios informou ela.
Neste instante ela deu um beijo em minha testa e quando levantamos me deu um forte abraço fazendo me senti seus seios grandes e firmes colado aos meus,nisto eu envolvi o maximo que pude seu corpo com o meu e enquanto minhas mãos passeavam em suas costas parando em sua bunda onde procurei o elástico da calcinha descobrindo que se tratava de um fio dental delirei com sua boca colada na minha num delicioso e apaixonante beijo.
Porem quando tentei tirar sua roupa para mamar em seus seios ela me interrompeu dizendo.
-calma querida.não posso fazer isso...me perdoe.
Tudo bem mamãe.porem não vou desistir de você,ta.
Conversávamos animadamente quando seus filhos saíram do quarto com meu marido todo arrumado saindo em seguida e minha cunhada enrolada somente num lençol sentando em nossa frente deixando sua boceta exposta toda molhada e avermelhada.
Vendo-a assim minha sogra deu um esculacho nela com meu sogro chegando em seguida e vendo a baixaria formada falei para minha sogra.
-A senhora precisa sentir o pinto do seu filhinho cravado em sua boceta,daí você vai entender como é irresistível.
Discutimos muito com minha sogra xingando nos de todos os nomes feios possíveis e quando meu sogro pulou em cima dela beijando sua boca rasgando toda sua roupa eu e minha cunhada nos divertíamos muito revezando as chupadas ora na boceta da mamãe ou no porrete do papai e quando papai enterrou tudo aquilo nela puxando-a para cima dele me diverti metendo a língua no cu da sogra fazendo ela arfar com nosso carinhos e dedadas em seu cu.
E foi assim que consegui transar com minha sogra deixando-me fazer o que quis com seu corpo e já toda dengosa se derretia toda com os nossos carinhos.
Transamos quase a tarde toda e quando meu marido chegou meu sogro foi levar ela em casa e quando voltou juntou se a nos metendo gostoso em sua filhinha enquanto eu e meu boizinho nos derretíamos em estonteantes e avassaladoras gozadas.
Beijos
camille

 

Eu e meu primo gostoso

Depois de ler vários contos eróticos e de pensar sempre em começar a escreve-los, aqui está o primeiro de muitos que espero escrever. Pelo menos, vontade eu tenho. Imaginação também, mas, quando eu leio um conto que não é real, não me excita tanto quanto o que aconteceu de verdade. Por isso quero começar pelo que vivo hoje. Posso até deixar minha mente super fértil e pervertida criar algumas fantasias e expô-las aqui, mas, a princípio vou contar sobre minhas aventuras com meu primo e amigo de infância.
Nós crescemos juntos e tivemos nossas primeiras experiências sexuais juntos, o pau dele foi o primeiro que eu vi na minha vida, e tenho certeza que a minha Linda foi a primeira dele também. Na adolescencia nós trocávamos amassos super quentes, e brincadeiras, como eu deixar que ele enfiasse o dedo na Linda enquanto estavamos numa rede e conversávamos com outra pessoa. Infelizmente, nessa época, não transamos. Nós perdemos o contato por muitos anos e esse ano de repente ele reaparece na minha vida.
Ele é um cara bonito, alto, branco, cabelos negros, forte e tem um senso de humor impressionante.Tem olhos lindos e apertadinhos, parece o Keanu Reeves as vezes. Está casado e ama loucamente a esposa, e eu espero que continue assim!! Rs
Eu sou morena clara, cabelos e olhos castanhos, tenho peitões lindos, bunda grande e impinada, coxas grossas e torneadas, um rosto lindo e olhos que estão sempre a procura de sexo. Tento ser discreta quanto a isso mas, não consigo me segurar por muito tempo. Estou sempre pensando, vendo, lendo ou o que eu mais gosto: fazendo sexo!!! Aiiiiiii Sou o chamam de safada, puta, gostosa, aquela que dá com gosto sabe??? Simplismente adoro sexo!!! Sempre gostei!!! E sei que ainda não vivi tudo o que tenho pra viver....
Bem, tudo começou quando ele me viu bebendo uma Ice num posto de gasolina. Isso mesmo!! Estávamos eu e uma amiga e ele chegou pra abastecer. Uma semana depois ele estava me mandando emails e querendo meu celular feito um doido. Deixei ele insistir bastante, até começar a dar o ar da minha graça, pois ele é casado, meu primo, meu visinho, ñ dá pra dar mole desse jeito né?! E tem que valer muito a pena correr tanto risco!!
Eu fiquei doida só de pensar em estar com ele novamente, lembrava o tempo todo dos nossos amassos na adolescência... de como eu o deixava louco com minhas safadesas!!!
Até que um dia ele me liga e me diz que está no quintal da minha casa... eu gelei!!!! Tinha acabado de sair do banho e ia me vestir, não estava sozinha em casa e recebê-lo lá seria uma total loucura, atestado de insanidade mesmo!!!! Pensei rápido no que fazer, vesti uma roupa e sai. Quando nos vimos foi estranho e excitante ao mesmo tempo. Ele falava e eu prestava atenção somente à boca dele, se jesticulava eu queria era ver como estavam aqueles braços fortes e quando é que eles iam me agarrar!!! Até que ele disse: _ Pra vc poder pensar direito se vai valer a pena vou te dar uma prévia...
Me encostou no muro, segurou minhas mãos, olhou pra minha boca e veio chegando cada vez mais perto, foi deixando o corpo dele colar todinho no meu... ele respirava junto da minha boca mas ñ deixava q elas se encontrassem... começou a sarrar em mim e eu doida que ele invadisse a minha boca com sua língua. Mas eu ñ dou o braço a torcer, e então comecei a sarrar tbm, abri as pernas e deixei que o pau dele encaixasse perfeitamente na minha Linda, estava de calça de moletom e dava pra sentir todo aquele volume... comecei a rebolar, a subir e descer minha Linda no pau dele por sobre as nossas roupas e a respirar cada vez mais forte junto a boca dele. Ai ele ñ aguentou e me invadiu a boca com um beijo super molhado e sedento... Que delicia aquela boca!! E eu a essa altura só conseguia imaginar aquela boca quente e aquela língua gostosa na minha Linda, isso fazia com que eu sarrasse nele com mais e mais vontade... as mãos dele percorriam o meu peito e ele apertava meu biquinho com vontade eu tava ficando louca... ai ele parou!!! me olhou e disse: _ Aqui ñ vai dar pra eu fazer com vc tudo o que eu quero, espera que eu vou te ligar, tchau. Eu fiquei sem fôlego e sem reação!!! Deixei que ele fosse embora e entrei. Fui direto pro banheiro e quando coloquei a mão na Linda, ela tava super molhada e quente... foi só tocar no meu grelinho e pensar nele pra gozar gostoso!!!
Alguns dias depois ele ligou e marcou pra um domingo pela manhã. Eu esperei ansiosa pelo dia!! Fiz depilação total na Linda que ficou só com um filetinho e comprei uns apetrexos que sempre gosto de ter na bolsa... Ele me pegou na hora e local marcado. Entrei no carro e ele logo arrancou, ñ encostou um dedo sequer em mim. Eu tava doida que ele me agarrasse mas parecia que ele sabia e queria me deixar mais doida do que eu já estava!!! Ele vestia jeans e camisa preta e estava super cheiroso. Eu coloquei uma camiseta branca decotada e sem sutiã e uma sainha jeans que eu adoro que deixam minhas coxas todas de fora. Em intermináveis 20 min. chegamos ao motel.
Ele estacionou, e desceu pra baixar a lona que feicha a garagem. Nisso eu resolvi fzr uma surpresa pra ele e desci do carro e subi alguns degraus da escadinha que leva ao quarto. Quando ele me viu eu estava de costas e minha calcinha ja estava na metade das coxas, eu me virei e vi que ele me olhava então abri um pouco mais minhas pernas e desci com a calcinha até o calcanhar, assim ele pode ver o meu rabo e a Linda... ai ele disse _Para ai mesmo!! Veio rápido e caiu de boca no meu cuzinho... foi direto nele!!! E começou a bulinar meu grelinho!! Ele lambia meu cú com gosto e enfiava a língua nele enquanto rodeava meu grelo com o dedo bem de leve e depois com um pouco de pressão. Eu estava louca e quando senti que o gozo estava chegando mandei ele enfiar os dedos da outra mão na Linda e ñ parar de mecher no meu grelinho, assim ele pode sentir ela pulsando num gozo delicioso e enchendo os dedos dele com meu mel.
Nós subimos e nos beijamos e tiramos a roupa e eu me ajuelhei e começei a beijar o pau dele ainda sobre a cueca, lambia a cabeça ... e dava mordidinhas... até aquela cabeçona começar a pular pra fora da cueca. Ai eu cai de boca mesmo e que pau delicioso, quente, grosso, duro e eu enfiava cada vez mais fundo na minha boca ai ele me levou pra cama e fizemos um 69 durante um tempo. Ele segurava minha bunda e apertava a Linda na boca dele como se seguarasse uma mulher pelos cabelos e beijasse a boca e eu chupava as bolas dele enquanto deixava o pau roçar meu biquinho... que delicia!!!!
Ele se ajeitou na cama e deitou me colocando por cima e de costas pra ele mas bem de frente pro espelho. Eu via e sentia aquele pauzão invadindo a minha Linda buceta quente e cada vez mais molhada ... e cada vez querendo mais... horas eu me apoiava pra traz e tinha plena visão de tudo pelo espelho, horas eu me jogava pra frente dando a ele a visão da minha Linda engolindo aquele pau. Transamos por horas direto, de lado, em pé, de quatro.... aiiiii e quando eu tava de quatro eu gozava feito doida... muito bom!!!! Aí eu descia e me deitava mesmo na cama e só rebolava no pau dele... _Que rebolada é essa??? ele falava rsss e me puxava pra cima e me comia mais e mais... Até que meu cuzinho quiz participar da brincadeira também, ai eu olhei pra ele e pedi com uma cara bem safada... _ Come o meu cú... ele tá piscando, pedindo pra vc enfiar esse pau dentro dele... Ele me xingou de tudo... Puta, safada, vou comer esse cú sua vadia!!!! Foi enterrando aquilo tudo devagar mas com pressão e meu cuzinho tava tão doido pra ser comido que foi se abrindo a cada enterrada dele, um arrepio percorria todo o meu corpo e um tezão tão forte me fazia rebolar com o pau dele quase todo dentro do meu cú. Ele me arregassou!!! Comeu, esporrou mesmo, e ficava falando que cú gostoso... sua puta!! Meu gozo foi chegando e a Linda se enchendo de mel ai eu disse: vou gozar e ele enfiou dois dedos dentro dela enquanto comia cada vez mais forte o meu cú. Ai eu gozei muito... e ele ñ resistiu e gozou muito dentro do meu cuzinho....
Caimos na cama exaustos mas completamente satisfeitos, e o filho da puta ainda ficou coma a cabeça pertinho do meu peito e respirava cansado no meu biquinho ai começou a beijar a chupar e morder... Que homem delicioso...
Tomamos banho, ele me comeu ainda mais no banho e eu chupei ele até ele gozar na minha boca!!!
Saimos do motel e ele me deixou próximo a casa de outra prima nossa onde eu ia almoçar. Cheguei lá e encarei a maior parte da nossa família, com a maior naturalidade. Engraçado foi ver as fotos antigas e encontra-lo nelas, soltei uma gargalhada e ninguém entendeu nada, mas eu tinha muitos motivos pra ta rindo a toa!!!
Espero que tenham gostado do meu conto...
Virão outros...

camilinhaalmeida81@hotmail.com

 

Eu e mamãe II

Não via a hora de chegar sábado que seria folga de mamãe onde ela prometeu depilar minha bocetinha.
Passei a semana toda excitada e apreensiva com mamãe numa correria tremenda pois havia tido um desabamento em um morro próximo de casa e mamãe voltava com isso tarde da noite comigo já dormindo e acordava juntas para irmos,ela pro trabalho e eu pra escola.

Sempre que ela passava perto de mim me abraçava forte em seus braços me dando cada beijo na boca de tirar o fôlego me encostando na parede colando seu corpo ao meu e quando me via toda molinha mandava eu correr senão perderia a chance dela me dar carona,com isso eu saia dela correndo para meu quarto na esperança que viesse atrás de mim para nos amarmos bem gostoso porem para minha decepção ela gritava comigo já no quintal de casa ou de dentro do carro onde saia correndo feito cadelinha atrás dela e quando me deixava no portão da escola descia para abrir a porta pra mim onde se despedia com um beijinho de boca e quando eu virava ela dava um forte tapa em minha bunda,muitas vezes enterrando a calcinha que ia junto com seu dedo pra dentro do meu rego,daí eu na maior cara de pau gritava “ai manheee” e levantava a saia e desenterrava a calcinha na vista de todos com seus olhos vibrados em mim.

Por estarmos na semana de prova tudo estava tão corrido não tinha tempo nem para as siriricas costumeiras por isso quando chegou sexta feira corri pra casa onde desabei na cama com roupa e sapatos para dormi profundamente.
No sábado mamãe me acordou por volta das nove horas já com a casa toda arrumada as roupas no varal e quando mamãe me mandou tomar banho tremi toda pensando:é hoje.

O banho estava uma delicia com os jatos de água fria que pareciam queimar meu corpo e quando sai enrolada numa toalha mamãe me esperava vestida em um body branco e super pequeno toda enterrado em sua bunda o que me deixou mais acessa ao vê-la quase semi nua com a certeza de que aqueles seois lindos e rosados em breve estariam em minha boca onde acariciaria com ternura aquele corpo que tanto desejava.

Mamãe teve que me ajudar a sentar no gabinete da pia onde me abri toda com ela tendo plena visão de minha bocetinha toda exposta e já molhada com meu cuzinho piscando forte de tanto prazer.

Com muito carinho mamãe me ajeitou quase que deitada no gabinete fazendo minha boceta ficar muito perto de seu rosto e propositadamente ela falava comigo deixando me sentir seu hálito quente bem nos lábios varginais onde me derretia toda sem mesmo me tocar.

Depois de explicar como seria mamãe pediu que ficasse quietinha pois iria me depilar com gilete por ser a primeira vez e que depois descobriríamos o método mais pratico.
Foi impossível conter um gemido comigo arqueando todo o corpo quando ela passou o jato de espuma gelada em mim fazendo me contorcer toda.

Enquanto mamãe fazia o serviço deixando me carequinha me debatia gemia fungava e gozava molhando visivelmente suas mãos que teimavam em alisar segurar esticar e massagear minha bocetinha em toda sua extensão.

Quando mamãe acabou estava tontinha de tanto gozar e quando me endireitei na cadeira fui aos céus com ela dando um beijo em minha boceta onde molhou seus lábios com meus líquidos e quando passou a língua nos lábios sorvendo todo meu gosto em sua boca delirei com ela se ajeitando no banquinho e quando fechei os olhos aguardando as linguadas,para meu desespero ela levantou saindo dali indo para o banheiro informando que ia tomar banho.

Estava arrasada puta da vida por isso ao levantar corri para o Box e mesmo vendo sua boceta bem depilada informei que seria minha vez de depilar a boceta dela com ela protestando muito mostrando sua boceta carnuda e rosada abrindo os lábios com as mãos.

Minha vontade era pular em cima dela e me atracar nela amando-a bem gostoso como ela queria ,dava pra ver seu tesão refletido em seus olhos e nos bicos dos seios duros e eretos porem como sei ser filha da puta e autoritária puxei ela pelo braço e quando mandei que sentasse no gabinete da pia ela pediu que por usar cera poderíamos fazer isso em nossa cama puxando me pela mãos levando ate o quarto.

Depois de forrar o lugar onde sentaria com uma toalha ela pegou o produto deitando de costa abrindo bem as pernas ficando muito exposta pra mim e ao informar que tinha se depilado recentemente pedi para conferir.
Com muita calma deitei entre suas pernas e enquanto alisava sua boceta ela cruzou os pés em minha nuca puxando me para ela onde cai de boca em sua boceta onde mordi lambi afundando bem a língua no fundo da boceta e ela aos berros gemia e gozava descarregando em minha todo nosso tesão contido ate ali.

Mesmo sem nenhuma experiência no assunto fiz ela delirar,pois só uma mulher sabe dar prazer total a outra mulher,frase de mamãe e quando espalmei a boca em toda a extensão da boceta dela e ao chegar no grelo mamei feito criança enquanto afundava a ponta da língua em sua boceta fazendo ela se contorcer toda para descarregar uma torrente de prazer molhando muito minha boca rosto e seios.

Ela gemia arfava e dava tapinhas em meu rosto enquanto me chamava de putinha cadela e safada da mamãe fazendo me ficar em posição contraria a dela onde tinha minha boceta em sua boca.
Urrei quando ela afundou sua boca havida em mim sorvendo todo meu gozo que parecia que tinha feito xixi de tão molhada e quando sua língua buscou toda extensão de minha xaninha morri caindo em cima dela gozando avassaladoramente.

Estava morta extasiada quando mamãe lambeu meus pés deixando me acessa novamente e quando subiu serpenteando sua boca em meu corpo lambendo cada pedacinho gemi gostoso quando me posicionou de quatro para lamber meu cuzinho.
Parecia que eu era uma bomba pois quando gozei com poucas linguadas dela meu gozo espirrou em seu rosto molhando seus seios e pescoço e quando ela grudou sua boca na minha dava pra sentir meu gosto na boca dela e quando como uma cobra ela se enroscou em mim em poucos segundos estávamos gozando copiosamente com ela grudando sua boceta na minha onde num requebrado cadenciado nos acabamos caindo mortinha uma ao lado da outra onde com beijos ternos e apaixonados juramos nos amar eternamente.

Já era tardinha quando paramos de nos comer e após um banho onde mamãe fez eu gozar em sua boca novamente juro que queria retribuir porem mamãe me acalmou dizendo termos a vida toda para nos amar e após nos vestirmos saímos abraçadinhas como namoradas para jantar.

Enquanto caminhávamos mamãe me pegava forte em seus braços para lascar beijos estonteantes e apaixonados em minha boca sem se importar com os olhares de preconceito das pessoas e depois de um delicioso jantar onde conversamos muito sempre de mãos dadas com muito carinho e beijos mamãe me puxou para a pista de dança para dançar comigo uam de suas musicas preferidas e enquanto dançávamos suas mãos passeavam por todo meu corpo por isso quando ela espalmou minha boceta sob o fino tecido do vestido e a minúscula calcinha sussurrei em seu ouvido:mamãe eu te amo e nisto ela colou sua boca na minha sorvendo toda minha alma enquanto suas mãos alisava minhas costas nuca e bunda onde ela num gesto ousado levantou a barra do meu vestidinho deixando me somente de calcinha fio dental preto no meio da pista e quando pintou um clima de alvoroso mamãe me puxou pelas mão correndo pra casa onde passamos a noite toda nos amando.
Beijos
camilledicarli@bol.com.br

 

Virei mulher do meu sogro

Sou casado com uma linda mulher, de fazer inveja a muitos homens, nos damos bem, vivemos felizese sempre contentes.
Meu sogro é um homem de muito carater , sério , bom marido, nunca vi falar mal dêle, sómente que tem um cacete de fazer inveja a muito cavalo, negro como petroleo, muito gente diz que não acha homem bonito, pois eu acho êle lindo de fazer inveja a muito galâ de televisão.
Pois bem , minha sogra adoeceu e teve que fazer tratamento em outra cidade , e , como ficamos sós meu sogro e eu, minha esposa sugeriu que ficassemos na mesma casa e asim ficamo na casa dêle. Certo dia vi meu sogro tomando banho e deixou a porta aberta, sorrateiramente fui verificar se êle era mesmo desproporcional, o que era verdade , nunca havia visto um cacete daquele tamanho , mesmo mole, devia ter mais ou menos 18 cm e era grosso como uma lata destas pequenas de carveja, fiquei horrorizado , no entanto o sangue me subiu e fiquei com uma tessão enlouquecedora , mas tive que comportar-me. Certa tarde meu sogro disse, vou sair e talvez vá ao cinema e devo demorar , fiquei apreensivo, será que êle ia atraz de muklher ? Dai então fui a locadora e peguei alguns filmes de travestis, fiquei os vendo e maravalhidado , pois tinha um filme que um negrão comia um travestis , no qual o travestis chorava de tanta dor com o negrão enfiando-lhe um cacete terrivelmente grande e grosso. Estava eu me deliciando com o filme quanto ouço uma voz , você gosta disso ? Era meu sogro que entrara sem que eu o ouvisse. Disse-lhe gosto, pois é diferente. Êle foi até o quarto e voltou somente de cueca e pude ver quão volumoso era seu cacete. Assim êle se aproximou e disse quer experimentar ?
Eu lhe respondi como ? Ora disse êle , vamos fazer o que êles estão fazendo, e , se aproximou , assentando ao meu lado , pegou minha mão, com uma suavidade extrema e a colocou sôbre seu cacete, não resisti e aperteio-o , senti seu volume , abaixei, tirei-o da cueca , já estava meio duro , beijei-o e comecei a chupa-lo , nunca pensei que haveria algo tão saboroso, fui chupando e aquele cacete crescendo em minha boca, êle dizia coisas que me deixava na maior tesão, como: chupa viado, chupa putinha , chupa no cacete do seu macho, coisas assim , e por fim sentindo um caldo de sabor adoravel, êle me levantou, me beijou, dizendo, de agora em diante voce nãoserá meu genro mas sim minha mulher, beijamo-nos e eu doido(a) para virar mulher , êle colocou-me de quatro e disse , voce vai virar minha mulherzinha , eu disse-lhe , eu quero mas seu cacete é muito grande e grosso , êle disse enfia a cabeça no travesseiro, pois vai doer muito , e voce vai aguentar, e começou forçando meu cuzinho, não entrava era grosso demais, quando senti que o mundo estava acabando, pois entrara a cabeça e mais uns 05 cm. gritei, chorei, implorei para êle não por mais, êle disse sua sogra aguenta tudo e voce tambem vai aguentar, não sei como perguntei-lhe voce enfia isso tudo no cu dela, êle disse não ela não aguenta, mas voce como minha nova mulher vai aguentar,e foi enfiando cada vez mais, senti sangue escorrer nas minhas pernas , êle alucinadamente, e ofegante, viu voce esta sendo mulher, minha puta, meu viado, rebola no meu cacete, eu não sabia o que fazer , se chorava de dor e e prazer ou rebolava , aquele homem maravilho me fudia e eu estava gostando, até que êle gozou. Ficamos abraçados por muito tempo apos aquela foda, seu pau saiu do meu cu , que ardia. Passado alguns momentos pedi-lhe deixei chupar seu pau, sou louca pelo sabor de sua porra e chupei-lhe até êle gozar. Ficamos assim por uns 10 dias até minha esposa e minha sogra voltarem. Minha esposa viu estavamos todos felizes e disse que bom que voce e meu pai se entenderam . Saimos eu meu macho para fora e conversamos como vai ser agora, êle meu levou para um lado do muro me beijou e disse voce é minha mulher e vou te comer todos os dias. Bem somos marido e mulher, aprendi a pescar ,e , assim todo fim de semana, vamos pescar, claro eu levo a vara.
SDS
Paulo

Descobrindo o prazer (Como tudo começou)

By aventura.ctba
Olá caros leitores, meu nome é Carlos, 47 anos, 1,70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, , não sou bem dotado como os personagens da maioria dos contos eróticos, mas, me orgulho muito do meu amigo por até agora nunca ter me deixado na mão.
Prá vocês entenderem esta estória vou ter que voltar no tempo umas três décadas.
Conheci Jair quando tinha 18 anos, na época eu era um rapaz meio raquítico, magrinho, baixinho, meu corpo não tinha se desenvolvido como os rapazes da minha idade.
Jair ao contrário de mim era um rapaz viçoso, 19 anos, alto, forte, divertido, um cara muito legal, não foi difícil fazer amizade com ele, muitas vezes ele me defendia dos colegas quando zoavam do meu tamanho.
Por nossos pais freqüentarem a mesma igreja, também eram grandes amigos.
Jair sempre passava o final de semana em casa, e eu adorava quando meus pais me deixavam ficar na casa dele.
Seus pais cuidavam de um Clube de Campo, e na chácara tinha animais, piscina, bosque, resumindo, era um pequeno paraíso, aprontávamos muito lá.
Por ser imaturo e de uma família evangélica sexo era tabu, não sabia quase nada até conhecer Jair.
Vim descobrir o sexo de uma maneira diferente dos demais, mas confesso que foi muito bom e prazeroso, e sendo proibido era melhor ainda, talvez pelo fator perigo.
Meu pai e meu irmão mais velho eram feirantes na época e em casa, o costume era de ir pra cama cedo, pois três dias por semana levantavam às 3 da manhã e no máximo 3.30 h já deviam estar na estrada rumo ao Ceasa, pois as 8.00 começavam as vendas nos locais liberados pela prefeitura.
Em uma noite que Jair dormiu em casa, fui pra cama mais cedo e ele ficou na sala vendo televisão com meus pais e meu irmão.
Quando Jair ficava para pousar, dormíamos na mesma cama, pois no quarto só tinha duas camas e na outra dormia meu irmão.
Quando foram deitar-se, já passava das 22h, com o barulho que fizeram me acordei, mas continuei com os olhos fechados deitado de lado, Jair se acomodou por trás de mim.
Passado um tempo meu irmão pegou no sono e seus roncos ecoavam pelo quarto, percebi uns movimentos do Jair que logo me cutucou pra ver se estava acordado, fingi estar em sono profundo, então ele me encochou por trás esfregando seu pau na minha bunda, fiquei meio chocado pela aquela atitude, mas continuei quieto pra ver até onde ia sua ousadia, e pra ser sincero, também por que estava gostando.
Jair devagarzinho baixou minha cueca até os joelhos, tirou seu pau pra fora e foi roçando na minha bunda, me arrepiei quando a cabeça do seu pau tocou no meu anelzinho, eu tentava de todo jeito disfarçar meu sono.
Jair molhou seu dedo e enfiou devagar no meu cu, pela primeira vez senti algo estranho dentro de mim, confesso que fiquei um pouco injuriado, mas era bom.
Devagar ele retirou seu dedo, lubrificou seu pau, encaixou na entrada do meu cuzinho e tentou penetrar, mas conforme ia forçando, a cama rangia e ele recuava, e eu num estado de transe tentando não me denunciar que estava acordado.
Após várias tentativas sem resultado, ele desistiu de me penetrar.
Então pegou minha mão, levou até seu pau, colocou sua mão por cima e começou uma puhneta, senti seu pau pulsar na minha mão, não era muito grosso, mas estava enorme, na realidade 18 cm. Pra mim era imenso, pois o meu na época tinha no máximo 15 cm e bem mais fino.
Senti quando aumentou o ritmo e quando estava pra gozar retirou minha mão, abriu minha bunda e gozou com a cabeça na entrada do meu cuzinho, senti sua porra escorrendo por minha bunda, percebi que ele se limpou na minha cueca e devagar me vestiu novamente, depois se virou pro lado e dormiu.
Demorei pra pegar no sono pensando no que aconteceu, acordei com o despertador do meu irmão às 3hs, mas continuei de olhos fechados. Jair se levantou pra ir ao banheiro, ouvi meu pai e meu irmão se despedindo dele.
Quando o ronco do caminhão se distanciou, Jair voltou pra cama, eu continuei fingindo dormir pra ver até que ponto chegaria agora que estávamos a sós no quarto.
Não teríamos problema com barulho, pois o quarto dos meus pais era do outro lado da casa bem distante do meu.
Jair deitou-se de costa e ficou um tempo alisando seu pau, talvez criando coragem pra me atacar novamente.
Até que outra vez pegou na minha mão e levou no seu pau, desta vez não agüentei e dei uma apertadinha denunciando que estava acordado, ele se assustou um pouco e disse baixinho:
- Tou louco pra comer o seu cuzinho! Vamos brincar um pouco?
- Deixa vai, deixa! Só um pouquinho!
- Tá louco cara, se meus pais descobrem estamos ferrados!
- Vamos brincar um pouco, depois deixo você brincar comigo também!
- Jura? – Claro que juro!
- Então prove.
Jair pegou no meu pau e começou a punhetar, mas logo parou.
- Agora é você.
Pela primeira vez conscientemente, peguei num cacete de verdade e comecei a bater uma punheta pro meu amigo.
Seu pau estava enorme e duro, ele me pediu pra dar uma chupada e eu meio com nojo abocanhei seu pau meio desajeitado, mas aos poucos fui melhorando meu desempenho.
Adorei engolir uns liquido salgadinho que saía da cabeça do seu pau.
Jair gemia dizendo que minha chupeta estava deliciosa, parei quando minha boca começou a doer.
Jair me colocou deitado de barriga pra baixo, retirou por completo minha cueca, ficou pelado também e deitou por cima de mim esfregando seu pau na minha bunda, eu me arrepiava todo de tesão quando seu pau encostava-se ao meu anelzinho.
Jair saiu de cima de mim, abriu minhas pernas e até hoje não consigo expressar o que senti quando pela primeira vez sua língua explorou meu cuzinho, leitores só pra quem já passou por isso sabe do que estou falando, é uma delícia, eu me arrepiava da cabeça aos pés como se uma descarga elétrica percorresse por todo meu corpo, eu totalmente entregue ao meu amigo, esperava ansiosamente a hora de receber nas minhas entranhas centímetro por centímetro daquele cacete delicioso que daria adeus aos meus preconceitos, minha culpa e o cabaço do meu cuzinho.
Jair pediu pra que ficasse de quatro na cama ajoelhou-se por trás de mim, encaixou a cabeça do seu pau no meu buraquinho e foi forçando a entrada, embora a cabeça do seu pau não fosse tão grossa Jair teve dificuldade para me penetrar, pois meu cuzinho teimava em não ceder aquele invasor.
Com calma meu amigo salivou meu cu novamente e seus dedos trabalharam agilmente afim de lacear as pregas do meu cuzinho que bravamente iam resistindo àquela investida.
Quando estava mais relaxado, Jair colocou seu pau no meu cuzinho e foi forçando até que conseguiu passar a cabeça, dei um grito que não sei como minha mãe não escutou do seu quarto.
Jair tapou minha boca pedindo calma, mais a dor era intensa que não parava de chorar baixinho pedindo pra ele retirar seu pau.
Jair me disse que o pior já tinha passado, agora era só esperar que a dor logo passaria também.
Meu amigo vendo minha dificuldade em receber todo seu pau, sem tirar pra fora, me deitou na cama e com o peso do seu corpo por cima do meu, seu pau foi abrindo passagem estourando todas as pregas do meu cu, senti seu saco encostado na minha bunda e a dor era quase insuportável. Ficamos imóveis por um tempo até que a dor aos poucos foi desaparecendo, mas ainda deixava uma sensação de desconforto.
Com calma Jair foi se movimentando lentamente e devagarzinho a dor foi sumindo dando lugar a algo que nunca tinha sentido antes.
Agora eu já acompanhava seus movimentos sem dor e descobria uma nova maneira de sentir prazer, mesmo sabendo que era errado, estava adorando ser enrrabado pelo meu amigo.
Meu cuzinho já acostumado com seu novo invasor, não tinha mais dificuldade em receber o pau do meu amigo que me colocou de quatro novamente e metia forte na minha bundinha, às vezes tinha que diminuir o ritmo para que os rangidos da cama não nos denunciassem.
Jair me deitou de costa, ergueu minhas pernas no seu ombro e enfiou todo seu pau no meu cuzinho.
Dava pra ver em seu rosto, um semblante de vitória por ter dominado sua presa que agora acuada e indefesa não oferecia mais resitência aos seus ataques proporcionando ao seu algoz momentos de raro prazer.
Senti seu pau crescendo ainda mais dentro do meu cu, e com estocada forte, pela primeira vez senti sua porra inundando meu intestino, uma sensação muito boa de dever cumprido, por ter sentido e também ter proporcionado prazer ao meu amigo.
A partir desse dia sempre que surgia uma oportunidade nós dávamos um jeito de fazer um troca troca, até que um dia fomos flagrados pela irmã do meu amigo.
Soninha era da mesma idade minha 18 aninhos, 1.55m, morena clara, olhos verdes corpinho perfeito, seios médios, uma bundinha arrebitada e durinha, um tezãozinho de menina, quando ela nos viu ficou um pouco encabulada mas não disse nada, se afastou e Jair correu atrás dela.
De longe vi que eles conversavam muito, talvez meu amigo estivesse com medo que elas nos delatassem pro seus pais.
Depois Jair voltou e Soninha seguiu rumo a um galpão que ficava bem distante da casa principal. Jair me pediu para aguardar uns dez minutos e depois fosse até ao galpão, pois tinha uma surpresa pra mim.
Aguardei o tempo que ele pediu e encaminhei para o galpão, chegando lá, vi Soninha sentada numa caixa de madeira com seu vestidinho levantado e Jair agachado entre suas pernas chupava sua bucetinha, meu pau na hora deu sinal de vida, pois nunca tinha visto uma menina nua e também nunca tinha visto uma bucetinha na minha frente.
Fiquei num canto observando os dois tocando uma punheta, logo Jair se levantou e deu seu pau para sua irmã chupar, ela chupava com gosto o pau do seu irmão. Tempo depois meu amigo colocou sua irmã de pé escorada em umas sacarias levantou seu vestido empinou seu bumbum cuspiu na cabeça do seu pau e no cuzinho de Soninha e cravou seu cacete no cu da sua irmã, que jogava seu corpo pra trás para agasalhar todo o pau do meu amigo no seu cuzinho.
Jair estocava forte e profundo tirando suspiro de prazer da sua irmã, Jair aumentou o ritmo e gozou urrando enchendo o cu da Soninha de porra, Jair olhou pra mim e fez sinal para que me aproximasse.
Meio envergonhado cheguei perto e Soninha nem se importou com minha presença.
Jair me disse que sempre eles faziam isso, só que nunca meteu na buceta da sua irmã porque tinha medo de engravidá-la, então pediu que Soninha deitasse, levantou seu vestido e disse que era um presente pra mim.
Jair disse que ia ficar lá fora cuidando pra ver se não vinha gente.
Meio sem jeito, com vergonha e medo, me aproximei de Soninha toquei na sua bucetinha lisinha com uns pelinhos ralos olhei pro seu rostinho de menina moça, ela sorriu pra mim e apertou minha mão e disse:
- Vem que quero ser tua também.
Sem falar nada me ajoelhei e caí de boca na sua bucetinha chupando e mordendo levemente sua virilha, ela ali paradinha com os olhos fechado curtindo minha língua nas suas entranhas.
Jair pediu para nos apressar, então fiquei de pé, coloquei meu pau na entrada da bucetinha da Soninha e meio sem jeito fui forçando até que senti um estalo e meu pau rompeu seu cabacinho. Soninha fazia uma carinha de arrependimento e pedia pra meter devagar, pois estava doendo, me deitei sobre Soninha e mandei meu primeiro papai e mamãe, até que pela primeira vez gozei dentro de uma bucetinha.
Quando retirei meu pau, veio sujo de sangue, Soninha começou há chorar um pouco arrependida, mas logo se acalmou e se conformou por ter perdido seu cabacinho.
Logo depois veio morar na chácara um tio do Jair que foi contratado para ajudar seu pai a cuidar do Clube.
Jair ficou encantado com sua prima a Aninha, uma loirinha lindíssima de 19 aninhos, olhos azuis da cor do céu, seios grandes e firmes, cintura fina com quadriz largos, uma bundinha de parar o trânsito, ainda um pouco imatura talvez por ter sido criada no interior, mas de inocente não tinha nada.
Jair e Aninha logo começaram a namorar escondidos, e Aninha mostrou que era bem assanhadinha, pois tempo depois, já transávamos juntos no velho galpão Eu e Soninha e Jair com a Aninha.
Depois que começamos a transar com as meninas, nossos troca trocas foram ficando no esquecimento, pois era muito melhor com elas.
O tempo foi passando e talvez pelo efeito das vitaminas que tomava desde criança, fui crescendo e ganhando corpo, com 20 anos já era homem formado. 1.70m, 75 kg e bem afeiçoado, meu pau acompanhou meu crescimento, pois agora media 17 cm e bem mais grosso que o do Jair, que era um pouco maior19cm, mas mais fino. Soninha e Aninha esbanjavam beleza.
Nossos namoros foram oficializados, agora não precisávamos mais namorar escondido, tanto eu como Jair amávamos nossas namoradas, nossas transas a quatro continua até hoje, só que bem mais prazerosas, de vez em quando trocamos de parceiras, Jair fica com sua irmã e eu com minha concunhada.
Eu e Soninha e Jair com Aninha vamos ficar noivos, e pretendemos nos casarmos no mesmo dia.
Nossas aventuras não terminam aqui.
Em breve se for bem votado, continuarei narrando pra vocês nosso quadrado amoroso.
Se gostarem comentem, se não gostarem critiquem, pois só assim vamos aperfeiçoando o modo de escrever, abraços a todos.
aventura.ctba@ig.com.br

 

Punheta na cona melada de minha irmã

Minha irmã mais nova Sara entrou a correr esbaforida no Café, naquela tarde de domingo, procurou-me com os olhos e chamando-me de lado para os meus amigos não ouvirem a conversa contou-me que nosso pai, pouco momentos antes, chegara a casa e não conseguira entrar pois que ela a fechara por dentro com a chave na fechadura precisamente para prevenir tal eventualidade. Pedia-me que inventasse ter sido eu quem o fizera por lapso e que mais tarde, entrando em casa pela janela do sotão resolvera o problema. Eu já imaginava qual a razão porque ela se fechara em casa e porque não abrira a porta ao papá mas quis ouvi-lo da boca dela.
- Porque te fechaste em casa com a chave na fechadura, maninha?
Sara corando lá me confessou que o tinha feito porque se encontrava com o namorado Carlos e nosso pai não ia querer muito de o saber.
- Não foi bem por isso – observei-lhe eu – Tu fechaste a porta à chave, minha vadia, porque levaste o Carlos lá para casa para te enroscares com ele, não foi? Não tens vergonha?
- Que é que tu a ver com isso? – respondeu-me ela furiosa – Pensas que toda a gente é como tu que se consola só com tocar punhetas? Vais desculpar-me perante o papá ou não?
Minha irmã sabia bem que eu ainda hoje adoro tocar pívias e ela própria com a sua boca, as suas mãos e as suas maminhas tenrinhas me ajudou a tocar muitas, pois por eu saber que ela abria as pernas ao namorado muito a chantageei para a obrigar a participar no meu desporto sexual preferido. Por isso respondi-lhe que lá procuraria convencer o papá que a história da chave não fora causada por ela com o fito de encobrir os seus pecados íntimos como meu pai devia estar desconfiando, desde que ela continuasse colaborando comigo. Porque embora goste muito de tocar punheta prefiro fazê-lo com uma mulher ao meu lado ou no corpo dela. E então o corpinho adolescente de minha maninha entesava-me de tal maneira que só pelo facto de ela me ter confessado ter acabado de transar com o namorado eu ficara de pau feito.
- Tarado – insultou-me ela – tu é que devias ter vergonha de andares a tocar punhetas perante a tua irmã que tem namorado em vez de arranjares uma garota que tas toque. Que é que tu vais querer mais que te faça se até a esporra que vertes nas tuas punhetas já me fizeste engolir?
- Ora –respondi-lhe gozando o tesão de a humilhar e de a forçar perante mim – tu és uma putinha bem bonita e eu um punheteiro como dizes. Nada mais normal que cobre de ti o resultado da tua putice com o Carlos, não te parece?. E contigo arranjo sempre uma maneira de tocar punheta como nunca toquei antes, assim como aposto que tu e o Carlos arranjam sempre umas novas posições para foder.
Minha mana lá acabou por concordar como sempre em submeter-se às minhas exigências e eu depois de nos lavabos do Café me ter masturbado imaginando estar a ver minha irmã apanhando do namorado no quarto lá contei ao nosso pai a história que minha irmã me preparara. Não me parece que ele tenha ficado muito convencido mas Sara livrou-se de apanhar uma tareia como tanto receara.
Uns dias mais tarde cheguei a casa vindo das aulas e reparei que a puta se encontrava mais uma vez fechada no quarto, gemendo muito pois Carlos era um indivíduo dotado de um caralho bem enorme que segundo Sara dizia gostava de lho meter bem até ao fundo. Muito fodiam eles. Era só os nossos pais não estarem em casa e a desalmada corria a levá-lo para pôr-se debaixo dele. Caminhei até à porta do quarto pé ante pé, tentei espreitar pelo buraco da fechadura mas não consegui ver nada mas consegui ouvir a fogosa da minha jovem maninha pedir-lhe entre dois gemidos de prazer:
- Vem-te Carlos por favor que eu estou-me quase a vir também.
Eles já deviam estar ali fodendo há algum tempo para a vaquinha pedir aquilo pois embora não tivesse nenhum experiencia de penetrar uma mulher sempre ouvira dizer que elas demoravam mais tempo do que nós a alcançarem o gozo. Carlos deve ter-lhe feito a vontade pois passado pouco tempo ouvi-a exclamar.
- Ahh, que boa esporradela a tua. Oh que bom, estou-me a vir toda.
Meu caralho estava todo levantado e eu que me ocorrera uma ideia tirei-o de fora e manuseei-o com uma das mãos enquanto batia à porta do quarto com a outra.
- Maninha – disse-lhe eu – não quero ser desmancha- prazeres mas encontrei o papá ali na rua, e ele disse-me que ia só passar na oficina antes de vir para casa.
Desmancha- prazeres seria sim se tivesse dito aquilo antes dele se ter desaleitado na cona da minha irmã. Mesmo assim enquanto metia a pila para dentro das calças ouvi-os dar um pulo na cama e percebi que ambos se vestiam à pressa, muito admirados com o meu aviso já que nem se tinham apercebido da minha chegada. Carlos sabia que o papá era algo violento e não queria por nada que ele o apanhasse no quarto com a minha irmã. Tratou assim de se escapulir pela porta dos fundos depois de ter beijado a Sara na boca e de me te agradecido. Minha irmã deu um arranjo na cama para não se perceber que houvera nela enroscanço e tal como eu queria nem se lavou esperando a chegada de nosso pai. Óptimo pensei, a putéfila devia ter a rata bem melada com o leitinho do Carlos e a mim apetecia-me mesmo gozar uma punheta com ela assim bem meladinha.
- Maninha vadia – disse-lhe pois gostava sempre de lhe dizer o que ia fazer e as posições que queria que ela se pusesse antes de esgadanhar a minha punheta – é agora que me vais pagar o favor que te fiz contando ao papá aquela peta da história da chave. Vais-me deixar encostar a piça entre a tua calcinha e a tua coninha assim bem esporrada como imagino deve estar, enquanto me punheteio.
- Taradão, que nem a irmã respeitam as tuas taras. Então não te atrapalha a chegada do papá ou vais-te punhetear assim tão depressa?
- Cala-te puta que cheiras a piça que tresandas – retorqui-lhe – sabes bem que nunca toco uma punheta apressadamente pois é uma coisa que gosto de fazer bem lentamente, para a saborear como deve ser. A chegada do papá foi um pretexto para fazer o Carlos ir-se embora mais depressa uma vez que já tinha esvaziado os tomates e me deixar a mim esvaziá-los agora da forma que eu aprecio.
Minha irmã insultou-me do piorio como sempre e os seus insultos só me faziam ficar com mais tesão. Ela sabia-o e eu não ignorava que gostava tanto como eu de sentir-se coagida às minhas fantasias.
- Vais ser um punheteiro toda a vida – e é verdade. – Se tivesses uma pila do tamanho da do Carlos não passarias a vida a tocar à punheta no quarto.
- E depois? Cada um fode como gosta – respondi-lhe – De costas puta, que a minha piça pode ser pequenina mas vai-se consolar tanto como a do Carlos quando estiver sendo punheteada mesmo na entrada da tua cona esburacada.
Minha irmã vestia como quase sempre na Primavera e no Verão uma mini-saia muito curta que apenas lhe tapava a calcinha. Que tesão ela não provocava em todos os rapazes do Liceu, e eu não era excepção, posso até confessar que minha irmã foi a moça que mais tesão e à conta de quem mais punhetas toquei na adolescência. Sara sempre chamando-me de nomes menosprezadores da minha masculinidade voltou-se de costas com o tronco ligeiramente apoiado na mesa da sala, pois tudo isto se passou na sala.
- As mamas de fora, maninha, que gosto bastante de te ver as maminhas e aposto que as mãos do Carlos fartaram-se de te dar uns valentes amassos nelas.
Sara despiu a blusa e o sutiã e eu aproveitei para lhe apalpar e apertar os bicos das mamas como tanto apreciava fazer sendo punheteado por suas mãos delicadas.
- Levanta a saia para cima, puta – e como ela me retorquisse não ser nenhuma puta e que às putas devia eu ir já que não arranjava graciosamente outra moça que não ela para me fazer desaleitar os colhões, respondi-lhe – Só uma puta com a cona muito quente é que não tinha vergonha de aparecer na rua com este pedaço de pano que te serve de saia e é ainda mais curta do que o meu caralho.
Sara levantou a saia para cima e eu admirei-lhe as coxas branquinhas e sedosas e a calcinha branca, muito justa realçando-lhe a formas das nádegas. Com a mini -saia como as que ela usava já todos os rapazes do Liceu lhe tinham vestido a calcinha muitas vezes e eu achincalhei-a o mais que pude lembrando-a disso para a convencer que ela não passava de uma reles vagabunda que tal como fazia comigo gostava de inspirar as punhetas de todos os rapazes da escola.
- Dás a cona apenas ao Carlos mas gostas de nos ver correr para a casa de banho quando exibes as tuas calcinhas a todos no recreio do Liceu, não gostas vaquinha? Pois então vais sentir agora a força da minha punheta na tua cona. Vamos, enfia-me a piça por entre a tua calcinha.
Nessa altura eu já baixara as calças e os shorts e minha irmã esticando os braços para trás agarrou-me na bilharda e escarnecendo dela ao dizer que poucos minutos atrás tinha estado com uma bem maior e mais grossa do que aquela introduziu-a por dentro da parte da calcinha que lhe tapava a rata. E que melada e húmida ela estava com o gozo do namorado!
- Pelos vistos o Carlos deu-te uma valente esporradela, não foi ó cona quente? – observei-lhe.
- Claro – foi a sua resposta – o Carlos é um macho de verdade com tomates de homem. Não os tem como os teus que pouco sumo produzem.
Era delicioso ouvi-la dizer aquilo, chamar-lhe puta e sentir o resto da esporra espessa do Carlos pingando-lhe da cona e lambuzando-me o caralho já bem mais grosso e insuflado do que habitualmente, muito apertadinho entre aquela e a calcinha.
- Fecha bem as pernas, mana – exigi-lhe – Quero sentir a piça bem apertadinha entre a tua cona, as tuas coxas e a tua calcinha, senão conto ao papá o que andas a fazer cá em casa com o Carlos.
Sara sabia bem como eu gostava daquilo tipo de punhetas que tocava com ela. Tratou de juntar as suas coxinhas entalando-me o caralho no meio delas e eu sempre apertando-lhe as mamas mandei que ela com as mãos junto aos meus colhões me envolvesse a piça na calcinha e me começasse a punhetear.
- Mas nada de o fazeres com pressas que quando estás a foder com o Carlos não o procuras despachar, vadia.
- Vais-me sujar a calcinha com a tua imunda esporra – comentou ela.
- Minha puta – retorqui-lhe – com a esporra do Carlos que vertes pela cona já suja há muito tens a calcinha.
- Taradão! Ainda fico grávida por conta das tuas punhetas e sem proveito nenhum.
- Minha puta! Estás preocupada em engravidares? Pois não devias. Com a esporradela que o Carlos te depositou hoje nos ovários não deve ser a minha esporrinha quem te vá assegurar descendência. E com um namorado tão bem provido de leite nos colhões mesmo que te engravidasse eu bem lhe podias sem favor atribuir a paternidade que ele nem iria desconfiar que o filho não era dele.
E nestes diálogos que me deixavam cheio de tesão as mãos de minha irmã por cima da tira de pano da calcinha iam-me tocando uma punheta memorável. Ela também estava húmida embora se fosse queixando que eu nunca mais me vinha e eu adivinhava que a sua humidade não era já só agora da esporra do Carlos, mas causada pela minha pilinha pequenina mas bem grossinha e cheia naquele momento roçando-lhe a entrada da greta, beijando-lhe os lábios vaginais com a minha cabeça bem melada, e com os amassos das minhas mãos no seu peito.
- Isso geme, puta, geme – dizia-lhe quando lhe torcia os biquinhos das mamas – que há pouco também gemias bem com o Carlos por cima de ti. Geme e diz-me como é sentires a minha piça lambendo-te a cona enquanto me tocas à punheta.
Minha irmã escarnecia de mim:
- Fininha e pequenina como tens a pila eu nem a sinto esfregando-me na rata – e as suas mãos cada vez com mais força puxavam-me a pila para trás e para a frente tocando-me uma punheta como só a Sara me sabia tocar. Meus quadris também não estavam parados já que com o movimento delas eu procurava imitar o movimento de uma foda a sério tal como via os actores fazerem nos filmes porno. E apesar das palavras de desprezo que a putazinha minha irmã ia proferindo e da foda que acabara de levar do namorado minha pila encostada na sua gretazinha devia estar-lhe dando muito prazer pois que apertava bem as coxas para não a deixar fugir.
- Ah porco que te estás a desaleitar todo na minha calcinha – gritou ela quando eu me comecei a vir.
- E não é só na calcinha, vabagunda – fiz-lhe ver – Hoje tal como o Carlos te faz vou-te molhar igualmente essa coninha de puta com a minha esporrinha. – e que jacto me saiu do cacete molhando-lhe a entrada da rata e ensopando-lhe a calcinha.
- De cada vez eu tiver de mentir ao papá para encobrir os teus pecados íntimos, é esta a receita que vou dar à tua cona – ameacei-a. Mas o brilho nos olhos de Sara dizia-me bem não recear muito a consumação da minha ameaça. Quem achou estranho foi a minha mãe. Com a calcinha toda esporrada Sara não a ia pôr no roupeiro da roupa suja e assim teve de a lavar à mão e a mamã quando chegou a casa viu-a a secar. Quis saber o motivo. À falta de melhor desculpa Sara inventou uma diarreia súbita que nem tempo lhe deu para chegar à sanita. Se minha mãe soubesse que tipo de descarga sujara a calcinha de minha irmã teria tido uma síncope.

 

RIBEIRO

Conteúdo sindicalizado