Família

Ser pai pela segunda vez leva a melhora na saúde mental

Apesar do crescente interesse e preocupação com a saúde mental dos homens durante o período perinatal, ainda não sabe se os homens são mais vulneráveis ​​a problemas de saúde mental durante este tempo.

Um recente estudo publicado na revista médica American Journal of Epidemiology utilizou dados populacionais longitudinais para investigar se o fato de se tornar um pai de novo está associado com o aumento do sofrimento psíquico.

Durante o período de avaliação, 349 homens foram identificados como novos pais (primeiro filho com idade <1 ano), e 224 destes homens tinham sido identificados como "futuros pais". Um total de 1.658 homens permaneceu como sendo "nunca pais." O estresse foi medido usando o Inventário de Saúde Mental antes da gravidez da parceira, durante a gravidez da parceira, e durante o primeiro ano da paternidade.

Meu irmão safado 2

Depois que descobri que meu irmão tinha a tara de cheirar as minhas cuecas usadas escondido, eu resolvi que iria obriga- lo a fazer isso na minha frente. Fiquei maluco de tesão em saber que poderia ter dentro da minha própria casa um escravinho sexual pra realizar todos os meus fetiches. Na falta de uma gatinha por perto, eu faria dele a minha gatinha.

Família unida

Olá, sou Alan tenho 24 anos, 1,76m. E 82kg. Sou branco de cabelos negros e olhos castanhos,tenho uma irmã gemea que se chama Elane, 1,73m. E 56kg, branquinha com eu cabelos negros lisos até a cintura, elane assim com eu é gay. Tem namorada,a Dayle de 26 anos 1,59m. E 50 kg. Branca de pele morena, cabelo negros ondulados olhos castanhos claros e bastante bonita, já eu namorei por muito tempo um rapaz de nome Daniel, mas a relação acabou. Hoje namoro uma travesti chamada Monica, tem 1,70m. E 62kg. Branca cabelos negros e lisos como o da minha irmã, muito linda parece com a monica mattos(por isso o nome de monica) ela tem 21 aninhos olhos azuis e corpinho muito sexy,parece mesmo com o da atriz.bom a estoria é o seguinte, estava eu em casa a Elane e Dayle, estvamos coversando animadamente sobre sexo,minha irmã falando de suas fantasias.
_Olha eu tenho muita vontade de transar com uma travesti.
_nossa Elane _falou Dayle espantada_mas já que tu falou, também tenho esta fantasia._completou a Dayle.

Comendo a prima

Em fevereiro de 2007, fui convidado por uma prima minha, a patrícia, a participar de uma festinha que ela e o namorado dela dariam no ap dela. ela é uma garota bem legal, tem vinte e sete anos, dois a menos que eu, é loira, 1,50m de altura, e desde que éramos pequenos, sempre nos demos muito bem. eu e ela já fizemos muita festa juntos, inclusive algumas sacanagens. com o tempo, devido aos nossos compromissos, acabamos nos afastando. como ela me convidou para a tal festinha, eu é que não iria perder essa oportunidade de se divertir. no dia combinado, já ao chegar no ap da patrícia, ela me recebeu com um abraço e um beijo no rosto. ela estava linda num vestidinho vermelho bem curtinho e muito decotado. nisso o paulo, seu namorado, veio ver quem tinha chegado e ela aproveitou para nos apresentar um ao outro. ele tem trinta e dois anos, é alto, cerca de 1,90m de altura, negro, bem sarado, ou seja, um negão lindo.

A mulher do meu cunhado

Pra quem ainda não me conhece, meu nome é Alex, tenho um caso com uma menina que trabalha lá em casa a algum tempo, Ritinha veio trabalhar conosco ainda virgem, fizemos varias brincadeirinhas e até anal mas a virgindade ficou para o futuro esposo que é da Igreja, bom, mas isso está escrito em outras histórias que vocês poderão encontrar com os seguintes títulos (chupando buceta virgem por R$50,00) e (pagando R$300,00 por um cuzinho virgem) hoje ela é casada, nos tornamos amantes e fazemos de tudo, Ritinha tem mais ciumes de mim que minha própria esposa, mas vamos lá.
Vamos agora a minha nova aventura, tenho um cunhado com a minha idade 45 anos, um cara muito bacana, ele morou um tempo na minha casa quando solteiro, sujeito muito amigo e prestativo, era pra mim como um verdadeiro irmão. Jorge recebeu uma proposta para trabalhar em S.

Na casa dos sogros em Minas

Meu sogro me ensinou a ser puta

Preparei a futura sogra da minha filha para o meu marido

Oi, pela primeira vez, depois de muito resistir, estou resolvendo enviar um relato que aconteceu comigo.
Sou muito bem casada há mais de 20 anos, Eu e meu marido temos um relacionamento bem aberto, conversamos muito sobre sexo sem nenhum preconceito. Temos uma filha já beirando os 20 anos, está namorando sério com um rapaz muito legal, pelo qual temos muito carinho.
Sobre mim, sou uma coroa enxuta, trabalho na área de saúde meu nome é Bia (fictício), meu marido Roque (fictício) é um homem atlético que gosta de praticar esportes. Moramos nos arredores de Brasília.

Lésbicas Incestuosas

Meu nome é Luiza, tenho 26 anos, 1,70 m , cabelos castanhos e corpo malhadinho. Sou bissexual. Minha irmã, Daniela, é linda. Tem 24 anos, uns 1,66 m de altura, loira, e um corpinho lindo.

Transo com a Dani há algum tempo. Nossa relação sempre foi maravilhosa. Transamos quando temos vontade, sem que nenhuma das duas fique cobrando a outra. Temos nossos namorados ou namoradas, mas quando temos vontade e podemos, transamos muito.

Minha mãe, Paula, tem 43 anos, teve eu e minha irmã muito nova. Pouco tempo depois de minha irmã nascer separou do meu pai. Ela tem cabelos castanhos, deve regular com as nossas alturas. Além disso, é linda. Malha bastante e tem um corpão também.

Eu e minha cunhada

Tenho 31 anos, sou casado há 3 anos e conheço minha cunhada há pelo menos uns 7 anos, desde a época da faculdade. Minha cunhada é uma mulher gostosa, alta, cabelos lisos no meio das costas, peito farto e corpo delicioso. Muito sexy que sabe que é gostosa e desejada pelos homens e mulheres. Do tipo de mulher que desperta vontade e te faz pensar “vou comer essa mulher”. Sempre fui tarado nela e na época da faculdade sempre fui a fim de comê-la... pena que ela namorava.

Conheci minha esposa através da minha cunhada, que nos apresentou numa festa no último ano da faculdade.

Tudo aconteceu quando estávamos num churrasco de sábado a tarde com algumas amigas da faculdade da minha esposa na nossa chácara. Sabe como é, faculdade de Nutrição, muitas mulheres gostosas, cerveja vai, caipirinha vem, calor, sol, piscina, minha cunhada e outras mulheres de biquíni e eu de pau duro na churrasqueira.

Minha vara já estava quase estourando minha bermuda quando as amigas da minha esposa começaram a ir embora, pois já estavam ficando bêbadas e a chácara é um pouco longe da cidade, e minha esposa, que nunca foi de beber e naquele dia encheu a cara por estar animada com a presença das suas amigas, acabou ficando bêbada e foi dormir no quarto, sendo que acabamos ficando lá ainda tomando algumas cervejas apenas eu e minha cunhada gostosa.

Após mais algumas cervas começamos a nos lembrar da época da faculdade, das festas e das putarias que rolaram, de quem comeu quem, e eu olhando aquele corpo delicioso no minúsculo biquíni que ela usava meu pau voltou a ficar duro. Comecei a conversar com ela a comendo descaradamente com os olhos, fixando o olhar nos peitos e naquela buceta que sempre desejei.

Ela que não é boba e sabe que é gostosa, começou a fazer charme e reparou que minha bermuda quase não suportava a minha vontade que se manifestava no meu pau endurecido, quando perguntou na forma mais provocante e ingênua possível o que era que havia acontecido com minha bermuda e eu, numa resposta rápida e sacana, disse que eram anos de desejo acumulado.

Nessa hora não nos falamos mais, a peguei pela cintura e a beijei na boca já passando as mãos pela sua bunda durinha e empinada, puxando seu biquíni e o encavando no meio da sua bunda e roçando meu pau duro no seu corpo.

A coloquei de lado pra mim, ainda em pé encostado na bancada da churrasqueira, forçando minha vara contra a sua coxa, com a mão direita acariciando a entrada do seu cuzinho e com a mão esquerda bulinando sua buceta molhada, alternado as carícias com seus peitos fantásticos.

Ela se contorcia toda e soltava uns gemidos baixinhos, quando tirei a calcinha do seu biquíni, a coloquei sentada na pedra da bancada com as pernas abertas, agachei e coloqueis os pés dela nas minhas costas e comecei a chupar loucamente aquela buceta raspadinha, rosada, toda molhada de excitação.

Chupava e buceta variando com lambidas no cuzinho apertadinho, minhas mãos exploravam seus peitos grandes, duros e lindos quando ela disse “me come”. Como eu estava gostando de chupar aquela buceta (uma chupada que esperei durante anos) eu fingi que não ouvi seu pedido e enfiei mais ainda a língua. Suas mãos hora seguravam minha cabeça hora a apoiavam na bancada.

Suas coxas também eram lambidas em alternância com sua buceta, quando ela começou a tremer, segurou minha cabeça me fazendo olhar para seu rosto, quando tive a visão mais perfeita do mundo: eu agachado, minha boca ainda encostada na xana dela, suas pernas muito abertas passando ao lado da minha cabeça e seus pés nas minhas costas, a visão passava pela sua barriga, ultrapassava seus peitos duros e chegava no seu rosto de expressão de desejo e tesão, quando ela disse quase que suplicando (como se precisasse): “me come agora, me come”.

Eu fiquei em pé a puxando para frente e enfiei de uma vez só minha vara dura naquela linda buceta molhanda e comecei a comê-la ferozmente. Ela abriu as pernas o máximo que pôde e passou os braços pelos meus ombros e quando eu ia gozar eu tirei meu pau da sua buceta, ela desceu da bancada ajoelhando-se e atolando minha vara toda na sua boca e mamando toda a minha porra com cara de satisfação.

Deixei-a extasiada e dei um pulo na piscina para esfriar um pouco os ânimos e ela foi tomar uma ducha também para relaxar, o que não deu certo, pois da piscina, ainda com a vara dura, eu a via passando as mãos pelo corpo, o que me deu vontade de comê-la novamente. Saí da piscina caminhando em sua direção e o resto da trepada eu conto em outra oportunidade.

 

Como as crianças conseguem que seus pais lhe comprem comida porcaria

Um grupo de cientistas fez uma pesquisa para descobrir o que qualquer um que já passou um tempo com alguma criança sabe: por que os pais acabam comprando porcarias pros filhos, mesmo sabendo que faz mal. Aparentemente existe uma coisa chamada “chateação” que as crianças sabem usar muito bem para fazer um monte de chocolate cair no carrinho de compras.

Os pesquisadores identificaram essa “chateação” constante (no sentido de pedir repetidamente uma coisa) como a principal razão dos pais comprarem alimentos com pouco valor nutritivo para seus filhos.

Será que existe alguma criança que nunca proferiu alguma variação das palavras “mamãe, me compre isso”? Mesmo o comportamento sendo onipresente, ainda é interessante saber o que faz os minúsculos importunarem.

“Nosso estudo indica que, apesar do uso geral da mídia não ter sido associado a ‘chateação’, uma de familiaridade com personagens da televisão comercial foi significativamente associada com tipos globais e específicos de chateação. Além disso, as mães citaram embalagens, personagens e comerciais como as três principais forças que fazem suas crianças as importunarem”, disse a autora do estudo, Dina Borzekowski.

A lamentação caiu em três categorias: chateação juvenil, chateação para testar limites, e chateação manipuladora. Conforme as crianças ficavam mais velhas, importunavam ainda mais, e seus métodos ficavam mais manipuladores.

As mães identificaram 10 estratégias diferentes para lidar com seus filhos pedintes e imploradores. As opções incluíam ceder, gritar, ignorar, distrair, manter a calma, evitar o ambiente comercial, negociar e estabelecer regras, permitir itens alternativos, explicar o raciocínio por trás das escolhas, e limitar a exposição comercial.

Limitar a exposição aos anúncios e explicar às crianças por que elas não estão comprando o item foram as estratégias mais populares.

Ok. Dizer que o salgadinho é cheio de conservantes pode parar temporariamente a chateação do seu filho, mas a dor de ser privado dos lanches dura pra sempre. Não é uma estratégia muito razoável para se usar com crianças.

Em última análise, os pesquisadores concluíram que a melhor maneira de reduzir a chateação é limitar a quantidade de anúncios a que as crianças são expostas. Infelizmente, os fabricantes de Lanches Felizes não vão concordar muito com isso, e são as mães que vão ficar ouvindo o dia inteiro sobre o novo brinquedo que eles querem.[Jezebel]

Pais gastam mais de R$ 5 mil por ano para compensar ausência


Ter mais tempo de qualidade com a família é desejo e desafio da maioria dos trabalhadores em todo o mundo. Pois uma pesquisa realizada na Inglaterra pela marca de bolos Green's revela que para tentar compensar a ausência e tempo dedicado aos filhos muitos pais apelam para os presentes e chegam a gastar 2 mil libras por ano em mimos para os pequenos, cerca de R$ 5,6 mil.

Longas jornadas de trabalho e compromissos diários são alguns dos motivos dados para a falta de tempo para a família.

* Trinta por cento afirmou que o grande número de compromissos diários é a principal barreira para ter mais tempo com os filhos, enquanto 25% culpou as longas jornadas de trabalho pela ausência

* Quarenta e três por cento dos pais afirmaram que apenas desfrutam de tempo de qualidade com os filhos nos fins de semana

* Os pais que mais compram mimos para os filhos são os com menos de 35 anos, que gastam em média R$ 2,3 mil em doces, revistas e brinquedos por mês

* Metade dos pais entrevistados compram presentes para os filhos por sentirem culpa pela ausência

* O tempo médio gasto com os filhos é de duas horas por dia

* Um terço dos pesquisados se preocupam em passar menos tempo com os filhos do que seus pais passaram com eles

* Um grupo, composto por 38% dos pesquisados, passa menos do que sete horas por semana com os filhos, o que corresponde a cerca de 15 dias por ano

 

Como garantir que seu filho não faça bullying

Uma nova pesquisa descobriu fatores que podem ajudar os pais a não criarem filhos “provocadores” (bullies).

O “bullying” (atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo) é uma grande preocupação da sociedade atual. Para evitar que as crianças se tornem bullies, e provoquem ou insultem outras crianças, os pais devem permanecer positivos, conversar com seus filhos e conhecer seus amigos.

A pesquisa americana descobriu que alguns fatores, como pais que muitas vezes se sentem irritados ou incomodados com seus filhos, aumentam o risco de uma criança se tornar um provocador.

Já outros comportamentos parentais protegem as crianças. Compartilhar ideias, conversar bastante e bem com o filho, e conhecer a maior parte ou todos os amigos dele são coisas que ajudam.

Pais de crianças com idades entre 10 e 17 anos participaram da pesquisa. Eles responderam se seus filhos já foram cruéis com outras crianças, e também deram dados sobre sua própria saúde mental e emoções.

Os pesquisadores descobriram que 23% das crianças tinham intimidado outra criança em algum momento de 2003. Em 2007, 35% dos pais relataram que seus filhos praticaram bullying em algum momento, um aumento de 52%. Em 2007, 15% das crianças eram bullies “frequentes”.

O efeito devastador sobre as vítimas de bullying é bastante conhecido, mas os provocadores também são prejudicados. Pesquisas mostram que os autores das provocações estão em maior risco de problemas psicológicos, abuso de substâncias e delinquência.

Também, um estudo de 2010 que perguntou aos “valentões” porque eles atormentavam outras crianças descobriu que muitas vezes eles têm opiniões negativas sobre si mesmos.

Ao longo dos anos, alguns fatores de risco para o bullying surgiram. As crianças que tinham problemas emocionais, comportamentais ou de desenvolvimento eram mais propensas a se tornarem provocadoras.

Crianças de pais que disseram que muitas vezes se sentiam irritados ou incomodados com seus filhos eram mais propensas a serem bullies. E as mães com problemas de saúde mental também eram mais propensas a terem filhos bullies.

Por outro lado, os pais que tinham relações comunicativas com seus filhos e conheciam a maioria de seus amigos não eram propensos a criar uma criança provocadora.

Ainda assim, a pesquisa não deixa claro se a raiva e impaciência dos pais se transformam em intimidações por parte do filho, ou se crianças provocadoras são mais propensas a irritar seus pais. Descobrir a causa do bullying exige estudos de longo prazo no mesmo grupo de crianças.

O objetivo da pesquisa é desenvolver intervenções educativas para prevenir ou reverter o desenvolvimento de novos agressores. A ideia é focar em intervenções que ajudem os pais a se envolverem mais na vida de seus filhos e a se comunicarem melhor com eles. [LiveScience]

Comi minha cunhada no Puteiro

Sou casado a sete anos e sempre tenho muito tesão por minha esposa. Ela tem duas irmãs lindas, sendo uma delas lésbica. Sempre tive uma curiosidade em cima das minhas cunhadas, mas nunca as desrespeitei.
Um dia briguei com minha esposa e fui até a casa de um parente dela, pois já tinha combinado que apareceria por lá pra beber cerveja e bater um papo. Me viram chegando sozinho e perguntaram sobre minha mulher, e respondi que havíamos discutido e ela preferiu ficar em casa. Depois fui até a cozinha, e vi que minha cunhadinha lésbica estava lá também.
Ela estava bebendo mas ainda tranquila. Eu estava com tão chateado com minha esposa e decidi que logo mais iria até a Vila Mimosa (puteiro no RJ) para "descarregar" a raiva. Sabendo que minha cunhada curte mulheres, tinha vontade de conhecer a Vila Mimosa e nunca tinha ido num puteiro, decidi chamá-la. Já eram 2:30hs da manhã.
Eu disse: "Vou numa parada. Quer ir?".
Ela respondeu já sentindo qual era a parada: "Estou contigo pra qualquer lugar!".
Então arrumei uma desculpa e saí, e logo depois ela disse que iria pra casa. Já estávamos quase embriagados, mas conscientes. Pegamos um táxi e fomos ao puteiro.
Ao chegar lá deixei bem claro que o que ocorresse ficaria lá mesmo; esse seria nosso segredo, ela respondeu que era isso mesmo.
Perguntei se ela tinha coragem de ir pro quarto nós dois juntos, e ela respnodeu que não tinha problema. Deixei ela escolher a mulher. Foi uma negra linda e gostosona que cobrou apenas R$50,00 meia hora para ficarmos à três, afinal já eram quase três da manhã, dei um papo legal e praticamente era fim de festa.
Ao chegar no quarto, todos ficamos pelados, e pude ver que minha cunhadinha é uma delícia, magrinha e assim como eu, não tinha um corpo perfeito. Apaguei a luz, mas a puta falou que era pra deixar acesa. Eu estava meio constrangido, pois sou gordinho e não sou alto, mas a rola não me faz vergonha! A puta colocou a camisinha no meu pau e começou a me mamar, enquanto minha cunhada ficava apalpando a puta todinha.
Até que botei a puta pra fazer umas graças com minha cunhada. Aquela cena das duas fazendo safadeza, me deixou com mais tesão ainda! Deixei a puta com ela e resolvi tentar comê-la, mesmo sabendo que ela curte mulheres.
Fui por trás dela e comecei a dar beijinhos e mordidinhas e ao mesmo tempo acariciando seus seios, buceta e o corpo todo. Ela ficou surpresa com minha atitude, mas se estava rolando uma sacanagem das boas, ela acabou deixando eu fazer o que queria.
Depois, fui mais abaixo e dei uma linguadinha no cú dela e depois fiquei lambendo sua buceta rosadinha quase virgem e com cheirinho natural de buceta com tesão!!! Senti que ela gemia pelo duplo prazer comigo e com a puta.
Ficamos em pé, e enfiei meu pau por trás enquanto a puta ficava mamando seus seios e ela acariciando a vadia. Logo mais, coloquei a puta deitada, ela em cima da puta e eu bombando mais ainda por trás.
Quando a coisa está boa, o tempo passa rápido e a vadia já queria sair, pois já havia cumprido os 30 minutos. Mas eu ainda não havia gozado e minha cunhada estava cheia de tesão também! Perguntei pra puta se podíamos ficar no quarto mais um pouquinho, e ela disse que podíamos.
Logo minha cunhada deitou de barriga pra cima com as pernas arreganhadas, aí rolou o papai e mãe enfiando até o talo. Dei muitos beijos em sua boca deliciosa ao mesmo tempo que enfiava. Me dava mais tesão vendo a cara de prazer que ela estava. Mesmo sendo lésbica, o prazer era tão intenso que a vontade dela era que eu bombasse cada vez mais. Um tempinho depois, dei uma acelerada e gozei com meu pau dentro, claro que ainda estava com camisinha.
Nos vestimos e sem conseguir um encarar o outro descemos do quartinho. Comprei um refrigerante e passei em minha boca por fora para ver se tapeava o cheiro de buceta e cuzinho que minha cara estava. Não adiantou...
Entramos num táxi para ir embora e a deixei na porta do prédio. Como eu estava muito doido e com aquele cheiro de buceta na cara, mais o pau todo melado de gozo e óleo da camisinha, decidi que não podia ir pra casa. Já eram um pouco mais de 4:00hs da manhã.
Voltei pra casa do parente e ainda estavam bebendo, minha sorte! Pedi para dormir lá, pois estava muito louco e minha mulher ia "acabar" comigo. Deixaram na boa.
Acordei quase meio-dia, tomei um banho e cheguei em casa com a cara de que nada havia acontecido. Minha esposa mesmo ainda chateada, falava só o necessário comigo. E disse que minha cunhada havia viajado para a casa de praia do pai dela (meu sogro), pois minha esposa queria ir na casa dos pais (onde minha cunhada mora) pra pegar alguma coisa. Senti um alívio...
Depois de uma semana, quando a vi novamente, ela fingia que nada havia acontecido. E a chance dos parentes desconfiarem é praticamente nula, pois todos sabem que ela só gosta de mulheres. Me sinto "o cara", por ter dado um prazer tão louco para uma lésbica!
Nunca mais consegui comer ela novamente, mas estou esperando uma outra boa oportunidade. Afinal, se forçar acaba dando merda! Além do mais, do nada e na cara de pau, eu não consigo chamá-la para fuder novamente. Sinto no olhar que ela quer, mas assim como eu, espera uma boa oportunidade.
Não vejo a hora dessa oportunidade aparecer. Por enquanto só fico batendo uma punheta lembrando dessa loucura toda e sonho realizado!!!

Pais que brincam mais com os filhos evitam brigas de casal

Pais que acham que devem se empenhar em tarefas como dar banho nos filhos para evitar brigas com a parceira estão enganados. Um estudo divulgado na publicação Developmental Psychology, da Associação Americana de Psicologia, afirma que o relacionamento amoroso é mais forte quando os homens passam mais tempo brincando com os pequenos.

A pesquisa envolveu 112 casais com crianças de 4 anos de idade. Pais e mães responderam questões relativas ao número de vezes que se divertiam com os pequenos e quem era responsável pelas tarefas de cuidados diários.

De acordo com o jornal Daily Mail, os cientistas ainda observaram como os adultos se comportavam enquanto auxiliavam a garotada a desenhar um retrato da família e a construir uma casa de blocos. Assim, puderam identificar sinais de apoio no desempenho de seus papéis em conjunto, críticas e tentativas de "superar" o outro.

Um ano depois, os voluntários participaram de atividades semelhantes. Os resultados indicaram que, quando pessoas do sexo masculino brincavam mais com os filhos durante a primeira rodada do estudo, os companheiros se mostraram mais favoráveis a trabalhar em conjunto desempenhando suas funções e os membros do casal se apoiavam mutuamente. No entanto, quando o pai dividia as tarefas de cuidado dos filhos com as mães, o casal demonstrou menores níveis de sintonia.

 

 

Saiba como ajudar seu filho a se proteger do 'bullying'

O termo bullying está na moda. A palavra difícil, que não tem tradução exata para o português, se refere àquela violência “malvada” que algumas crianças praticam contra as outras. Isso pode  acontecer por meio de assédio verbal (xingamentos, ridicularização), agressão física ou exclusão social. Todo mundo já viu isso acontecer na escola, mas os pais costumavam se preocupar a partir da pré-adolescência, lá pelos 11 ou 12 anos.

Agora tem sido recorrente entre crianças cada vez mais novas. De acordo com um estudo feito pela Abrapia (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência), 45% das crianças em idade pré-escolar (entre 2 e 6 anos) sofrem bullying. As consequências podem ser bem traumáticas: baixa auto-estima, ansiedade e depressão, além do mau desempenho escolar. Seu filho está sendo perseguido e você não sabe o que fazer? Veja dicas de como ajudar as crianças a lidar com a situação.

Fale com o professor do seu filho

Se o assédio acontece na pré-escola ou jardim de infância, avise os responsáveis pela turma imediatamente. Muitas escolas possuem um protocolo específico para intervir nesses casos. Quando relatar o incidente, seja específico sobre o que aconteceu e quem estava envolvido.

Contate os pais do agressor

Esta é a abordagem correta apenas para os atos de intimidação persistentes e se você sentir que estes pais serão receptivos. Telefone ou mande um e-mail de forma amigável, deixando claro que seu  objetivo é resolver o problema juntos.

Treine seu filho a procurar ajuda
Contra-atacar geralmente não é a melhor solução. Em vez disso, ensine-o a se afastar e a procurar ajuda de um professor ou um adulto responsável. Para evitar ser assediado no ônibus escolar, sugira que ele se sente ao lado de amigos, pois os provocadores não costumam escolher uma criança que faz parte de um grupo.

Use linguagem corporal positiva
Há alguns truques que farão do pequeno um alvo menos convidativo. Diga a seu filho para sempre olhar os colegas nos olhos, nunca abaixar a cabeça, mesmo quando estiver confrontando um colega. Isso o fará parecer mais confiante. Também o ajude a praticar uma cara de bravo e usá-la se estiver sendo incomodado. O modo como a criança olha para o “valentão” é mais importante do que o que ela diz.

Pratique um roteiro
Ensaie com o pequeno a forma correta de  responder a uma provocação. Ensine-o a falar com uma voz forte e firme – lamentar ou chorar só vai incentivar um valentão. Sugira que ele diga algo como "pare de me incomodar!" ou "eu não vou brincar com você se você agir assim." Ele também pode tentar: "Sim, tanto faz", e depois sair andando. O importante é que a resposta não seja passiva, pois isso incentivará o autor do bullying.

Elogie os progressos

Quando seu filho disser como desafiou um valentão, diga-lhe que você está orgulhoso. Se souber de outra criança incomodando o seu filho, incentive que ele use a mesma abordagem que já deu certo.

Consultoria: Cleo Fante, mãe de Amanda, é pesquisadora do Bullying Escolar e autora do Programa
"Educar para a Paz"

 

Confira 10 dicas para fazer seu filho dormir sozinho

Lugar de criança é na cama dela e no quarto dela. E essa atitude deve começar desde cedo, ainda bebê. Parece um sonho? Se o seu filho teima em dormir no meio do casal, pare agora, antes que o sonho vire um pesadelo. "Quanto mais tempo a criança dormir com os pais, mais difícil será tirar esse costume", disse a psicóloga Angélica Capelari, da Universidade Metodista de São Paulo. Comece, portanto, a aplicar as dicas da professora de psicologia para evitar problemas no futuro. Para a criança e para o casal. Não é fácil, requer paciência e perseverança, mas vale a pena.

» Criança na cama dos pais pode revelar problemas no casamento

1- A partir dos seis meses já é possível deixar o bebê dormindo sozinho no seu próprio quarto. Só será preciso levantar durante a madrugada para as trocas e eventuais mamadas noturnas. É claro que deixar o bebê na cama dos pais pode ser mais cômodo para eles, mas a especialista garante que é bem mais fácil espantar a preguiça agora do que ensinar a criança - já maior - a dormir no seu próprio quarto.

2- Os pais podem se revezar nessa tarefa, já que não é fácil levantar no meio da noite, com sono, cansado e, às vezes, com frio.

3- Se o filho já está acostumado a dormir no meio dos pais, é hora de reverter a situação. A rotina pode ser uma grande aliada, portanto imponha um horário para a criança e vá preparando a casa momentos antes: diminua as luzes, desligue a TV e aparelhos de som e feche as janelas. Assim a criança vai entrando num ritmo menos acelerado, mais propício ao sono.

4- Coloque regras que possam ser cumpridas. Não adianta dizer à criança que ela precisa dormir às 21h, mas a casa continua agitada.

5- Nada de deixar a luz principal do quarto infantil acesa. Se precisar, use abajur, bichinhos ou tomadas iluminadas. Assim também fica mais seguro se caso a criança levantar no meio da noite.

6- A hora de dormir deve ser um momento prazeroso. Os pais podem contar histórias, colocar músicas suaves e conversar sobre a rotina do dia até a criança dormir.

7- Essa transição não pode ser traumática para o filho nem para os pais. Portanto, eles devem ficar no quarto. Nos primeiros dias, deitados com a criança até ela dormir. Depois, sentados. E, por fim, permanecer na porta para dar boa-noite. Ou seja, vão saindo de cena aos poucos, para a criança se sentir segura e eles não acharem que estão abandonando o filho.

8- Os pais precisam colocar limites e não ceder a manhas. Se ceder uma vez - por frio ou doença -, a criança aprende que os pais cedem e vai repetir a manha sempre, não importa onde e em que situação. É essencial não ceder a choros, súplicas e chantagens: ela deve ser colocada de volta na sua cama sempre que necessário. Uma hora ela desiste.

9- Se a criança acorda no meio da noite e pede para dormir com os pais, é bom investigar as causas. Se ela está doente, deve continuar no quarto dela recebendo os cuidados necessários dos pais. Se está com medo, vale dar um passeio pelo quarto infantil, abrir armário e gavetas, olhar debaixo da cama e observar cada cantinho para mostrar que não existem monstros nem fantasmas. Mas, nunca a criança deve voltar para a cama dos pais.

10- Um pedido para os pais deixarem o filho dormir entre eles, sem desculpas (medo, sentimento de abandono, doença fictícia), pode ser acatado eventualmente, mas é bom deixar claro que é por um tempo limitado e a criança vai voltar para a cama dela.

 

Minha tia Lúcia – parte 2

Até a chegada do meu tio trepamos muito em todas as posições possíveis e em todos os lugares imagináveis, quando ele chegou sem avisar encontrou a Lucia de quatro na cama sendo fodida por mim no rabo.
Mas isso é outra história que conto em breve.
Esta história passo a contar agora.
Tio Carlos estava ali parado na porta do quarto e a Lúcia de quatro sendo fodida por mim, gelei quando o vi e Lucia apertou meu cacete com o rabo impedindo que eu saísse, olhei para o meu tio e ele estava pálido, com um olhar de muita raiva.
- Vem meu querido tira a roupa e junte-se a nós que depois eu te conto tudo – pediu Lúcia para o Carlos.
- E você meu macho gostoso, soca o cacete na minha bunda que você sabe que eu adoro – pediu para mim, já empurrando a bunda de encontro ao meu cacete.
Fiquei indeciso e olhando para o meu esperava a ação dele para decidir o que fazer, a feição dele que inicialmente era de raiva foi se transformando em excitação e ele começou a se despir, quando ficou nu, Lucia esticou o braço e agarrou o cacete dele e trouxe para perto dela.
- Carlos que delicia, olhe como está duro o seu cacete, faz muito tempo que não o vejo assim, te excita ver a sua esposa sendo fodida por outro macho?? - perguntou Lucia.
- Cacete Lúcia, que vadia você é, trepando com o meu sobrinho – falou Carlos com a voz tremula.
- Você não imagina as coisas que fizemos, depois te conto tudo, agora deite-se em baixo de mim e chupa a minha buceta, seu corno manso – ordenou Lúcia.
Carlos deitou-se por baixo dela e enquanto ela sugava seu cacete ela lambia a sua vagina, o cacete do tio Carlos parecia que ia estourar, Lúcia tirava o cacete da boca e olhava para ele ver como estava duro e batia com ele nos lábios, eu socava fundo na bunda dela e senti o Carlos lambendo minhas bolas, enterrava fundo e demorava para tirar da bunda dela para deixar que Carlos me lambesse, ele de quando em quando enfiava as bolas na boca, quando percebi que ia gozar tirei do rabo da Lúcia e enfiei na buceta, enfiei lentamente para deixar o Carlos ainda com mais tesão, ele lambia a extensão do cacete que desaparecia na buceta da esposa, Lúcia delirava de tesão e logo percebi que Carlos ia gozar, empurrei a cabeça da Lúcia para enterrar o cacete do Carlos na garganta dela, ele estremeceu e encheu o boca da esposa de porra, Lucia gozou em seguida, inundando o meu cacete e a boca do Carlos, tirei o cacete da buceta dela e gozei nos lábios da sua xota e na boca do Carlos, ele alucinado lambia a xota e o cacete para não perder nenhuma gota.
- Que loucura, nunca imaginei que isso era tão bom, minha esposa sendo fodida por outro macho na minha frente – murmurou Carlos
Lúcia contou todo o nosso caso, desde o inicio e quando Carlos percebia que ela havia pulado alguma parte pedia que contasse com detalhes, ela desfilava as nossas safadezas se ao mesmo tempo nos masturbava, nossos cacetes de inertes iam crescendo e logo estavam novamente eretos, pude prestar mais atenção no meu tio, ele estava conservado para a idade e seu cacete não era maior do que o meu era mais grosso, ela adorou saber que eu havia sido eleito pela esposa o macho da casa e confirmou que tanto ele quanto a esposa estariam à minha disposição sempre para me servir, juntos ou individualmente, para tudo que eu desejasse.
- Vai cadela, vai tomar um banho e volta bem limpinha e cheirosa para o teu macho – ordenei para a Lúcia.
- E você fica aqui, seu corno, que vai me servir enquanto ela se banha – mandei
Carlos obedeceu, quando ela se levantou ele murmurou, estou ao seu dispor meu macho, coloquei-o de quatro e passei a alisar sua bunda e seu rabinho, ele abria as pernas para facilitar o acesso ao rabinho, comecei a dar palmadas leves e sentia Carlos tremer de tesão,
Explorei sua bunda e quando passei pelo rabinho enfiei um dedo e ele gemeu baixinho, levantei e apanhei um pote de creme da Lucia, lambuzei dois dedos e enfiei no rabo dele,
Lucia voltou do banho e mandei que ela ficasse embaixo dele e iniciasse um 69, abri as pernas do titio e me fui enfiando meu cacete no rabo dele, lentamente ele engoliu ele inteiro , meu saco batia no dele e Lucia se engasgava com o cacete do marido que gemia baixinho e pedia para socar bem fundo, em poucos momentos seu corpo tremeu e ele inundou o boca da esposa com seu gozo, sai do rabo dele e fiz com que invertessem a posição, agora era a esposa que estava de quatro, abri a bunda dela e enterrei fundo, ela não esperava e tentou fugir, segurei-a pelo quadril e enfiei tudo, ele gemia de dor e de prazer.
- Fode a tua puta, fode na frente do meu maridinho corno – pedia Lucia
No vai e vem alucinado, gozamos os três , quase juntos.
Meu tio estava nas nuvens e confessou que nunca imaginou que seria tão delicioso ver a esposa ser fodida por outro macho e que sempre havia sonhado em ser arrombado pelo amante da esposa.
Fomos os três para o banho e Lucia me ensaboou e me lavou gulosamente, demorando-se no meu cacete, alisava, ensaboava, enxaguava e olhando para o marido dizia:
- Olha corno, olha o cacete do nosso macho, ele me fez sentir mulher na sua ausência, gozei feito louca com o nosso amante – sussurrava Lúcia.
Dizendo isso ajoelhou-se e pôs-se a mamar no meu cacete, Carlos, ajoelhou-se e ajudou a esposa na tarefa de chupar o macho.
Mandei que parassem e me seguissem nus para o fundo da casa. A casa era enorme e com um vasto quintal na frente e nos fundos, o muro que dividia as residências era de alvenaria e do nosso lado existia também uma cerca viva que ultrapassava a altura do muro, estávamos no verão e fazia um calor insuportável, apagamos as luzes de fora da casa e fomos caminhando para os fundos da casa, lá chegando ordenei que Carlos ajoelha-se na minha frente e abrisse a boca, posicionei-me à sua frente e comecei a urinar na sua boca, mandei que não bebesse, que deixasse escorrer pela boca, mandei que Lucia de deitasse e bebesse a urina que escorria pelo peito e barriga do marido, o cacete do Carlos estava como um ferro em brasa de tão duro e vermelho.
Após esvaziar a bexiga, peguei uma cadeira, me sentei e mandei que Lucia sentasse no meu cacete, enquanto Carlos se masturbasse lentamente, ela obediente veio por cima e ajeitando o cacete na entrada da vagina foi sentando e agasalhando o cacete que desapareceu na sua vagina.
Ordenei que Carlos ficasse de quatro co0m a bunda ao alcance da minha mão e comecei a dar palmadas na sua bunda, depois peguei o chinelo e perdi a conta das chineladas que dei na sua bunda, ele gritava de dor e prazer e implorou para que eu o deixasse gozar, autorizei e ele se desmanchou em um orgasmo forte e escandaloso.
Lucia com maestria também me conduziu ao orgasmo, gozando ela logo em seguida, mandei que fossem para dentro e fiquei lá relaxando, todo lambuzado pelo meu e pelo gozo da minha deliciosa amante.
Depois de algum tempo relaxando ouvi gemidos que vinham da casa do nosso vizinho, na casa ao lado moravam um casal de alemães, sessentões, Dona Petra e Sr. Wolfang, ele diretor de uma empresa alemã que vivia viajando e ela uma dona de casa, simpática e elegante, subi na cadeira e através das folhagens, vi Petra deitada numa esteira de praia, nua, se masturbando alucinadamente, ela era alta, seios grandes, bunda grande e uma vagina lisinha, sem nenhum pelo, fiquei ali na penumbra olhando aquele mulher madura se acabando na siririca. Petra abriu as pernas e socando fundo na vagina gozou, foi relando, sua respiração voltou ao normal e ela lentamente se levantou e foi para dentro da casa, vê-la me deixou excitado e fui para dentro de casa procurar a vadia da Lucia, precisava trepar e gozar depois daquela cena, encontrei os dois deitados nus já adormecidos, fui a te ela e encostei meu cacete nos lábios dela, ela começou lambendo e abrindo a boca me recebeu na boca dela, acordou e chamou o marido:
- Vem seu corno, nosso macho está com tesão, vamos fazê-lo gozar - ordenou ao marido.
- O que você quer que eu faça, meu macho – falou Carlos sonolento
- Lamba meus pés e depois a bunda dela – ordenei
Ele lambeu meus pés com carinho, enfiava os dedos um de cada vez na boca e depois enfiava todos de uma vez, lambeu até eu ordenar que fosse lamber a bunda da Lucia, ela ficou de quatro e ele se posicionou atrás dela e lambeu demoradamente sua bunda e seu buraquinho, quando estava bem molhada, arranquei-o e fui foder a bundinha da esposa, fodemos gostoso até gozarmos novamente e dormirmos abraçados até a manhã seguinte.
A visão da Petra se masturbando não me saia da cabeça, acordamos cedo e fomos tomar banho os três, Lucia e Carlos me ensaboavam e ficávamos sempre nos tocando, beijando, lambendo e se masturbando, começávamos os dias sempre excitados pelas lembranças da noite anterior e pelos banhos excitantes, não usamos roupas em casa e de comum acordo ficou decidido que eu não trabalhava mais no restaurante apenas estudava à noite, Lucia também ficava em casa para cuidar do macho, como pedia Carlos para a esposa, todas as manhãs ele falava:
- Tenham um bom dia e você esposa safada cuida bem do nosso macho e não deixe-o esgotado que se ele quiser a noite gostaria de servi-lo- dizendo isso dava um beijo na boca da esposa e uma lambida no meu cacete.
Ordenei que Lucia se aproximasse da Petra e que ela teria a missão de traze-la para o nosso relacionamento, queria transar com a Petra e a Lucia juntos, a cadela reclamou e disse se não era suficiente o casal de amantes que eu tinha em casa, se eu não era feliz com o nosso relacionamento, se ela e o marido não me satisfaziam, dizendo isso veio ao meu encontro me abraçou e pousando a cabeça no meu peito começou a chorar.
- Você não tem noção de o quanto tem nos feito feliz, Carlos nunca esteve com tanto tesão, ele te adora, diz que se sente realizado como homem, que nunca imaginou que poderia ser tão feliz com outro macho e eu então nem fale, sinto plenamente realizada, estou com o marido que amo e com o macho que me realiza, estamos completos com você, mas parece que você precisa de mais – choramingava Lucia.
- Minha doce e gostosa vadia, nunca imaginei que a minha vida sexual seria assim como está sendo, minhas expectativas e fantasias foram superadas, mas tenho fantasias que ainda não se realizaram, tal como estar com duas mulheres, e nas minhas fantasias você e o Carlos estão presentes, imagina a loucura que seria transar eu você e a Petra, entenda que seremos ainda mais felizes, disse enquanto fazia um cafuné.
Lucia levantou a cabeça me olhou nos olhos e disse:
- Eu te amo e farei tudo o que você mandar, se você a quer então farei de tudo para que você a tenha.
- Pela sua insolência e atrevimento em me questionar será castigada, vá até o quarto e traga o meu cinto – ordenei
Lucia voltou com um cinto de couro largo e grosso.
- Fique de quatro e apóie-se na mesa – mandei
Lucia obedeceu, fui até ela, abri mais as pernas e toquei os lábios da sua vagina que já denunciavam a excitação, estavam molhados e quentes.
Afastei-me e dei a primeira cintada, o couro estalou na bunda dela e ela gritou de dor, tentou fechar as pernas, quando gritei com ela:
- Abra as pernas sua cadela insolente, vai apanhar mais ainda, vagabunda.
Aumentei a potencia das cintadas e deixei a bunda dela marcada, chegando a cortar a carne em vários pontos, nunca havia judiado tanto dela, mas achei que para que ficasse claro quem dava as ordens na casa foi um castigo necessário e importante para o nosso relacionamento.
No término do castigo Lucia agradeceu pelo vigor e disse saber que merecia, suas nadegas estavam com marcas profundas e eu havia provocado vários cortes, estava inchada e mandei que deitasse sobre a mesa, fui à geladeira peguei cubos de gelo e coloquei sobre a sua bunda, ela gemia pelo choque térmico, pelo dor, pelo inusitado e pelo carinho que o macho demonstrava com ela.
Quando Carlos veio para o almoço, Lucia já instruída por mim, foi até ele o despiu e o colocou na mesma posição que esteve pela manhã, foi até o quarto e me informou que o marido estava pronto, voltamos para a cozinha, Lucia trazendo o cinto foi até o marido abriu-lhe as pernas e falou:
-Pronto nosso dono, seu escravo está pronto.
Na primeira cintada Claudio tentou sair e a segunda acertou-lhe os genitais em cheio, ele ajoelhou de dor e eu continuei o castigo, com maior severidade ante a tentativa dele de escapar do corretivo, a bunda dele ficou em piores condições do que a da esposa.
Lucia rapidamente pegou gelo para aplacar a dor, Claudio chorava de dor, sua bunda tinha vários cortes que sangravam alem de vários hematomas, ficaria impossibilitado de sentar por alguns dias.
- Aprenda seu corno insolente, jamais questione meus desejos e nunca tente impedir a minha cadela de me servir, que tenha aprendido a lição – disse-lhe em voz alta enquanto analisava as marcas deixadas.
Claudio gemia de dor ainda quando percebi que ejaculava, sem sequer tocar o cacete, ordenei que lambesse toda a porra que caiu no chão, ele virou-se dizendo que não iria fazê-lo, dei-lhe várias bofetadas no rosto e ele chorando ajoelhou-se e lambeu toda a porra que havia derramado. Coloquei-o de castigo, ajoelhado ao lado da mesa, sentei e ordenei que a Lucia servisse o almoço, o marido comeria apenas sobras,. Os olhos de ambos brilhavam de prazer, apesar da dor que sentiam em suas bundas. Claudio passou o tempo durante ao almoço sentado, gemia de dor mas manteve-se obediente, eu pegava pedaços de comida e dava em sua boca, antes passava na buceta da Lucia que serviu o almoço e ficou em pé ao meu lado, quando terminei de almoçar mandei que ele lambesse a buceta dela para limpa-la, fui para a sala e instantes depois ela surgiu, ajoelhou-se e colocou a cabeça nas minhas pernas, Claudio vestiu-se e foi trabalhar.
- Meu senhor não tem idéia do quanto nos fez feliz hoje, seu capacho me confidenciou que havia sonhado com isso a vida inteira e sabe que existe apenas para servi-lo e eu então, ver ele sendo açoitado foi delicioso, e preciso confessar gozei duas vezes enquanto ele apanhava, me perdoe não pude evitar – falou Lucia em voz baixa e tremula.
- Está perdoada minha deliciosa cadelinha, prepare meu banho que vou descansar esta tarde, à noite tenho mais tarefas para vocês – ordenei enquanto fazia um carinho nos cabelos dela.
À noite, esperei Claudio chegar do restaurante e depois da Lucia despi-lo fui olhar os estragos da bunda dele, realmente foi um baita estrago, as nadegas estavam roxas e inchadas, mandei Lucia preparar uma bacia grande com bastante gelo e água gelada, isto feito ordenei que ele sentasse na bacia, o contato com o frio provocou arrepios no corpo dele, principalmente quando os genitais tocaram a água, ele tentava sentar lentamente, quando pisando na barriga dele afundei-o na água gelada, ele gritou de dor e implorou para sair, dei duas bofetadas no seu rosto e ele resignado deixou-se afundar na bacia, ordenei que Lucia ficasse sobre ele com as pernas abertas e retirando cubos de gelo da bacia enfiava em sua vagina, coloquei uns dez cubos dentro dela, ordenei que os mantivesse lá até que derretessem, peguei outros cubos de gelo e passei na bunda da Lucia que estava arrepiada de frio, depois deste castigo ordenei que os dois fossem para o quintal nos fundos da casa, eu havia providenciado duas coleiras e duas corretes para cães e chumbei as corretes no chão distantes uma da outra, coloquei dois cobertores no chão e ordenei que deitassem, coloquei as coleiras e amarrei as mãos aos pés assim não conseguiriam se soltar da coleira, cobri-os com outro cobertor e falei que mais tarde, quando voltasse da faculdade viria vê-los.
Voltei da faculdade entrei na casa me despi e fui para o fundo da casa ver meu casal de escravos, uma cena excitante, os dois amarrados e acorrentados, tirei o cobertor de cima dela soltei- e ali mesmo, deitei-me sobre ela e a possui, sua buceta estava encharcada imaginei quantas vezes já havia gozado, não demorei e vi que ria gozar, sai de dentro dela e fui até meu tio, ele parecia estar em transe, seus olhos faiscavam de excitação, ele abriu a boca e eu enchia-a de porra, Claudio depois de engolir tudo agradeceu, soltei-o e fomos os três para dentro para jantar e continuar a diversão.
Um sábado no final da tarde caiu um imenso temporal, com muitos raios e trovões, a tarde virou noite e um raio caiu em um transformador na rua e várias quadras ficaram sem energia, Lucia lembrou que Petra estava só, o marido havia viajado, mandei que ela fosse chamá-la, logo as duas voltaram, Petra agradeceu pela nossa preocupação e pediu para ficar até que a energia voltasse, consentimos e eu fui tomar um banho, a casa tinha um aquecedor a gás, após um banho relaxante chamei meu tio e mostrei como meu cacete estava duro só pela presença da Petra na casa, ele riu e pediu permissão para toca-lo, consenti e titio pegou meu cacete suavemente e iniciou uma masturbação lenta e suave, ordenei que parasse e fosse tomar um banho e depois chama-se Lucia para fazer o mesmo, coloquei um pijama sem cueca e fui para a sala, a iluminação da casa era feita por alguns lampiões espalhados pelos cômodos, na sala Lucia e Petra conversavam animadamente sentadas no sofá, sentei- ao lado da Lucia e ela de costas para mim tateava disfarçadamente para encontrar meu cacete, quando o encontrou massageou suavemente, logo Carlos chega na sala e pede que elas tomem banho, as duas vão juntas para o banheiro, deixando-me a sós com meu tio.
- Senhor que bom seria estar com elas no banho, tirei a chave da fechadura e se o senhor quiser pode vê-las – sussurrou Carlos.
- Bom trabalho, mas prefiro esperar elas saírem.
Dizendo isso trouxe a cabeça dele para o meu cacete que já estava fora das calças e começou a mamar, chupava com carinho e maestria, e antes que gozasse ordenei que parasse, logo em seguida as duas saíram do banheiro e foram para o quarto se trocar, depois de se vestirem chegaram na sala, como Petra tinha seios e quadril maiores que os da Lucia o pijama que Lucia emprestou para Petra ficou muito justo, a calça colado ao corpo e a blusa com os botões prontos para estourar.
Fiquei maravilhado ao vê-la, os seios grandes sendo contidos pelo pijama justo, os biquinhos duros quase furando o tecido, a vagina dividida ao meio pela costura da calça, deliciosamente tesuda, apesar de sessentona tinha um corpo de uma mulher vinte anos mais jovem, não havia tido filhos e se cuidava com cremes para a pele que o marido trazia das viagens para a Europa,
Meu cacete parecia pedra de tão duro e meu tio também estava com muito tesão, pois via seu cacete também duro, ficamos sentados num sofá eu e meu tio, no outro sofá Petra e na poltrona Lucia, conversamos banalidades e eu não agüentando levantei e fui para a cozinha seguido por Claudio, ficamos na cozinha no escuro com sacanagem, o abracei e ele pousou a cabeça no meu ombro, nossos cacetes se tocavam aumentando o tesão, enfiei a mão dentro da calça do pijama dele e alisei sua bunda, ele afastou as pernas para facilitar a caricia e enfiei dois dedos no seu rabo, ele gemeu de tesão e implorava que eu o enrabasse, nos acariciando nos despimos e eu já ia fode-lo quando Lucia entrou na cozinha falando que a Petra havia adormecido, pedindo para participar da sacanagem, despi a Lucia enquanto o marido sugava meu cacete, decidi ver a Petra dormindo, e levei o casal junto, colocamos o lampião na estante e ordenei que com cuidado o sofá onde nossa hospede estava adormecido fosse aberto, era imenso a excitação do trio, eu o o Claudio com os cacetes duros, a Lucia com a vagina encharcada, ficamos ali em pé ao lado da Petra olhando-a, o lampião produzia uma iluminação que fraca que aumentava ainda mais o tesão de todos, abaixei ao lado dela e comecei a abrir a blusa do pijama, lentamente para não acordá-la, minhas mãos tremiam , abri de baixo para cima e fui descobrindo o corpo daquela mulher deliciosa, estávamos ofegantes e a cada botão aberto maior o risco dela acordar, quando soltei o ultimo botão vi aparecer os seus belos seios, grandes, com aureolas e bicos proporcionais, toquei levemente os bicos e os vi crescer e ficarem duros, a calça do pijama não teria como tirar, era muito justo e ela certamente acordaria, levantei e peguei uma tesoura, cortei o elástico da cintura e fui descendo cortando até chegar à altura da sua virilha, suavemente retirei a calça do pijama e tivemos revelado o corpo de uma mulher sensacional, linda, pele lisinha, seios duros, coxas grossas e para o nosso delírio uma vagina totalmente depilada.
Ajoelhado ao seu lado toquei o bicos dos seios com minha boca, lambi e os beijei suavemente, a cada toque ela se arrepiava mais, todos tomados pelo medo dela acordar e ver os três ali ao seu lados nus e ela também nua.
Carinhosamente afastei suas pernas e beijei a parte interna das suas coxas, sua virilha, e cheguei a sua deliciosa buceta, beijei os lábios e abri-os com cuidado para sugar seu clitóris, ela estava ensopada, e sua pele arrepiada, se contorceu parecendo que ia acordar, parei e esperei um pouco, decidi possuí-la e ordenei que a Lucia se postassem ao lado da Petra e segurassem um braço e uma perna, com cuidado para ela não acordar, se ela acordasse deveriam segurar firme para que eu a possuísse, elas assim o fizeram, fui por cima da Petra, posicionei meu cacete à entrada da buceta dela e ao meu sinal enterrei fundo nela, meu cacete deslizou com dificuldade e ela acordou apavorada, meus escravos a mantiveram de pernas e braços abertos, consegui enfiar tudo, retirei e voltei à carga, ela gritava e eu comecei a socar com violência, debrucei sobre seus seios e suguei com sofreguidão, uma delicia.
De repente meus escravos soltaram-na e ela me abraçou com vigor, sua mãos pegaram minha bunda e me empurrou de encontro a sua buceta, ela rebolava e pedia para enfiar tudo, soquei com vigor e logo ela estava gritando de tesão e gozando, eu continuei socando até encher a sua vagina de porra, beijei sua boca demoradamente e ela pediu:
- Não tire seu cacete de dentro de mim, gozei muito gostoso, preciso de mais orgasmos assim, me fode como você fode seus escravos, me faça também sua puta – implorou Petra.
Deitei sobre ela, ofegante e realizado, beijava sua boca, pescoço, e seus deliciosos seios, depois de muitos amassos, sai de dentro dela e levei meu cacete para a Lucia chupar.
- Anda cadela, limpa o cacete do teu dono, limpa direitinho – ordenei
Petra veio para chupar também e levou uma bofetada.
- Não te mandei chupar o meu cacete, espere a sua vez – gritei.
Lucia lambeu o cacete, as bolas a virilha e quando ele começou a endurecer, deitei-me de costas e mandei que Petra viesse sugá-lo, ela tremia de tesão e medo, começou timidamente e logo engolia ele inteiro, ordenei que a Lucia viesse por baixo dela e limpasse também a sua vagina, Carlos recebeu a tarefa de buscar cremes e o cinto que eu usava para castiga-los.
Petra mamava com gula meu caralho, Lucia lambia a vagina da Petra para deixá-la limpa para ser usada novamente, Carlos chegou e mandei que lambesse a vagina da esposa, peguei o cinto e comecei a açoitar Carlos, levemente no inicio e Petra vendo ele apanhar acelerava os movimentos que ocasionava maior firmeza nas cintadas, ele pedia entre as lambidas que dava na buceta da esposa.
- Bate senhor, bate no teu escravo, eu mereço, não tenha dó, meu corpo te pertence – gemia ele.
Autorizei que ele gozasse e tão logo recebeu a ordem inundou as pernas da esposa, mandei que lambesse toda a porra despejada por ele, Lucia afundou a cabeça do marido no meio das sua pernas e também gozou, Petra implorou para que eu gozasse na sua boca e resetando seu corpo gozou na boca da Lucia, segurei a cabeça da Petra e enterrei meu cacete na sua garganta e gozei abundantemente, fazendo-a engasgar, ela bebeu até a ultima gota e continou sugando até ele amolecer.
- Senhor, se me permite, eu queria agradá-lo e tomei a liberdade de contar sobre nosso relacionamento para a Petra, elajáe havia nos visto no quintal e desde daquele dia tem a vontade de ser também a sua escrava, perdoe pela intromissão, queria apenas agradá-lo – falou Lucia em voz baixa.
- Meus queridos certamente que me agradaram e terão muito ainda para fazer para continuar dando ao seu macho prazer e satisfazendo minhas fantasias – falei em voz suave.
Ordenei que Carlos fosse até o quintal e trouxesse o par de coleiras e as correntes, ele voltou e prendi-o no pé da poltrona mais distante de nós, Lucia foi atada ao pé do sofá que estávamos, seu corpo ficou em cima do sofá, deixei-a com as pernas abertas e Petra foi colocada de quatro a cabeça próxima das pernas da Lucia, postei-me atrás da Petra e beijei suas pernas, coxas afastei seu lábios e lambi demoradamente sua vagina que estava molhada novamente, abri sua bunda e lambi e enfiei a língua no seu rabinho, ela estava arrepiada de tesão, lambi demoradamente e ordenei que ela sugasse a vagina da Lucia como premio para o trabalho de aliciamento da Petra, Lucia abriu as pernas afastou os lábios e escancarou a vagina para Petra lamber, postei-me atrás da Petra e arreganhando a sua bunda encostei meu cacete na entrada do seu rabo, sem penetrar, fiquei pincelando seu rabo que piscava de tesão.
- Meu macho, arromba a sua nova puta, fode meu rabo, sou sua – implorava Petra.
Pressionei e lentamente fui penetrando sua bunda, com dificuldade enfiei a cabeça e lentamente fui enfiando tudo, logo minhas bolas tocavam a sua buceta, tirei todo ele para voltar a empurrar até o fim, repeti o movimento cada vez com mais vigor, ela estava sendo arrombada, meu cacete doía pelo atrito mas era delicioso foder a polaca, Lucia rebolava na boca dela e Carlos acorrentado assistia a tudo, olhei no chã e vi que ele já havia gozado e sabia que seria açoitado por isso, Petra remexia e a cada estocada jogava seu corpo para trás, dei-lhe uma primeira palmada na bunda e ela assustou-se pois não esperava, estocava seu rabo e dava palmadas cada vez mais intensas, depois debrucei-me sobre ela e enquanto estocava tocava seus seios, beliscando os bicos, ela ofegante pedia para deixa-la gozar, consenti e ela tendo verdadeiras convulsões gozou, senti sua coxas molharem com o sumo que saia de sua vagina, Lucia arqueando o corpo gozou também ensopando a boca da Petra.
- Rebola vadia, faz teu macho gozar, ordenei enquanto batia vigorosamente na sua bunda.
O contraste de cores era lindo, sua pele branca, tinha manchas róseas, vermelhas e roxas, a surra provocou hematomas e o estouro de pequenas veias, com essa visão afundei meu cacete na bunda dela e gozei deliciosamente, sai de cima da Petra e fui até onde meu tio estava acorrentado e puxando-o pelos cabelos ordenei que limpasse a minha vara, ele lambeu ela inteira, lambeu meu saco minha virilha ele terminou o serviço e me agradeceu, soltei-o e mandei preparar nosso quarto e depois se banhar.
Jogada no sofá Petra e Lucia se acariciavam , soltei a Lúcia e me juntei a elas, deitamos so sofá, uma deitada de cada lado, abracei-as e ordenei que me masturbassem.
- Deixem este cacete duro que vou foder a buceta da Lucia, ela merece mais um orgasmo, imediatamente iniciaram a masturbação e eu beliscando os seios de ambas, olhava o trabalho das vadias.
Quando meu cacete ficou duro mandei que Lucia me cavalgasse, ela sentou sobre meu cacete e o fez desaparecer na sua vagina, ordenei que Petra sentasse sobre a minha boca de frente para a Lucia, elas se beijavam e alisavam seus seios, Petra abriu bem as pernas e encaixou sua buceta na minha boca, lambi demoradamente e ela esfregava a buceta no meu rosto para voltar à minha boca, , Lucia gozou primeiro ensopando meu cacete meu saco e minha virilha, ordenei que saísse e Petra abaixou a cabeça e ficamos num 69 delicioso até gozarmos.
Carlos retornou do quarto e ficou nos observando e avisou quando gozamos:
- Senhor o quarto já está arrumado e eu de banho tomado, quer que prepare o vosso banho? – perguntou Claudio em voz baixa.
- Prepare e avise quando estiver pronto, as cadelas vão dar banho no dono para serem usadas mais tarde.
Enquanto ele saia em direção ao quarto eu o olhei com volúpia, nunca imaginei que meu próprio tio seria meu escravo e menos ainda que teria duas mulheres deliciosas ao meu dispor, aquela noite foi a primeira de uma série incontável de noites de prazer, sexo, tesão, muita paixão e amor que dedicamos aos nosso relacionamento.
Petra estava sempre conosco, seu marido viajava muito e uma noite pulamos o muro os três para fode-la no quintal enquanto o marido dormia. Essa é outra história que contarei brevemente. Quem quiser pode entrar em contato pelo e-mail mestre47sp@hotmail.com.
 

Minha tia Lúcia - parte 1

Após ler muitos relatos eróticos em sites resolvi contar casos de minha vida.
Meu nome é Francisco, tenho hoje 50 anos, sou casado, tenho 2 filhos.
Minha família é do Paraná, em 1978 vim para São Paulo para estudar e fui trabalhar no restaurante do meu tio na época ele tinha 48 anos e minha tia Lúcia tinha 32 anos.Eles tinham um restaurante no bairro do Brooklin, o prédio era formado por dois sobrados geminados que foram reformados e tornaram-se apenas um prédio, nos fundos havia duas edículas que foram mantidas uma servia como vestiário para os funcionários e outra como uma casa de hospedes.
Ficou acertado que eu trabalharia com meu tio e moraria na edícula de hospedes.
As primeiras semanas foram normais e eu me adaptando ao novo ritmo, já que trabalhava durante o dia no restaurante e à noite cursava Direito em universidade renomada, voltava da faculdade por volta da meia noite, lanchava, tomava um banho e dormia iniciando no trabalho na manhã seguinte.
Deixe-me falar sobre a minha tia Lúcia, ela é uma mulata, e eu andava alucinado por ela, com 18 anos vivia me masturbando pensando naquela mulher deliciosa. Ela tem seios e bundas grandes, quadris largos e coxas grossas, eu vivia olhando-a com volúpia e perdi a conta de quantas vezes acordei de madrugada pensando nela, acordava de cacete duro e sempre terminava em saborosas punhetas.
Durante o dia eu a seguia pelo restaurante esperando oportunidades para roçar no seu corpo, dezenas de vezes rocei em seus braços, seios, pernas e bunda, sempre me desculpava pelo ato, uma vez olhando-a na cozinha, pude ver os seios pelo decote do vestido, lindos com aureolas grandes e bicos enormes, meu cacete endureceu na hora e ela percebeu olhando –me com espanto e desaprovação. Sai dali em direção ao banheiro e me masturbei como louco, chegava a me masturbar 5 vezes por dia.
Certa noite, vindo da faculdade notei que tinha movimento no vestiário dos funcionários, fui até a janela e por uma fresta podia ver minha tia em pé com o vestido levantado até a cintura e o meu tio sentado na cadeira sugava a sua vagina enquanto ele a sugava tocava o cacete, duro feito pedra, olhando os dois saquei meu cacete e me masturbei, ouvindo os gemidos deles gozei lambuzando o chão em frente a janela, ainda vi Lucia gozando e meu tio gozando nas coxas dela, fui para o meu quarto e de os vi saindo do vestiário, Lucia saiu olhando para os lados e parou em frente a mancha de esperma no chão, agachou-se e com o indicador tocou o esperma no chão e cheirou, colocou o indicador na boca e lambeu indo embora com um sorriso maroto nos lábios.
Os dias transcorriam tranqüilos, até meu tio nos avisou que iria para o Paraná para fechar negócios com suas terras e outros bens que possuía por lá e ficaria ausente por uns 10 dias, pediu que neste período eu ficasse morando com minha tia na casa deles que ficava a 3 quadras do restaurante, meu tio viajou na 2ª feira pela manhã, trabalhamos normalmente no restaurante, à noite fui para a faculdade e na volta fui para a casa deles, cheguei e minha tia me esperava para jantar, ela estava com um pijama comprido que não combinava com aquele de monumento de mulher, fizemos um lanche rápido e La se despediu dizendo que ia dormir, eu ficaria no quarto de hospedes ao lado do quarto deles, fui para banheiro me despi tomei um banho e voltei para o quarto enrolado na toalha, ao passar pelo quarto dela vi a porta aberta e ela não estava, cruzei com ela no corredor voltando para o quarto com uma jarra com água.
- Tenho muita sede à noite – disse ela
- Durma bem tia Lúcia – emendei
- Vai ser difícil sem o seu tio aqui – murmurou tia Lucia
- Se precisar de algo me chame – disse indo para o quarto.
Me deitei e foi impossível não ter outra ereção pensando naquela mulher deliciosa no quarto ao lado. Me levantei tirei a calça do pijama e no escuro fiquei parado em frente a porta do quarto da tia Lucia, sentia o seu perfume e ouvia a sua respiração, como um louco me masturbei, gozei derramando meu esperma no chão e na porta do quarto.
Fui para o meu quarto e ma manhã seguinte fui ao banheiro e vi a Lucia agachada em frente ao seu quarto olhando as manchas de esperma.
- Bom dia tia Lucia, dormiu bem – perguntei
- Mais ou menos – murmurou ela
- Que engraçado já vi estas manchas na porta do vestiário do restaurante, o que será isso?? – perguntou ela, sorrindo.
- Não sei dizer tia – respondi indo para o banheiro.
Fomos trabalhar e o dia transcorreu normalmente, à noite cheguei em casa fiz um lanche, tomei um banho e fui dormir, percebi que não dormiria sem me masturbar já que meu cacete estava duro demais, levantei me despi e fui para a porta do quarto da Lucia, no escuro sai do quarto e fiquei parado na porta do quarto dela, comecei a me masturbar quando ouvi ela gemendo, ela estava se masturbando e chamava pelo meu tio.
- Vem meu macho vem foder a tua fêmea – gemia ela.
- Minha vagina está ensopada, quero seu cacete aqui- pedia Lucia.
- Vem Francisco vem foder a titia – pediu ela
Ao ouvir meu nome gelei, voltei para o quarto e me deitei, se meu tio soubesse disto eeu estaria ferrado.
Estava deitado quando ouvi ela me chamando, pedindo que fosse até seu quarto.
- Vem aqui, estou com medo de dormir sozinha – pediu ela.
Coloquei meu pijama e encabulado fui até o quarto dela, tentava disfarçar o meu cacete duro,.
- Deite aqui comigo, não consigo dormir – pediu Lucia.
Ainda no escuro deitei-me ao seu lado sem encostar nela,.
- Tenho me sentido muito só nestes dias, chegue mais perto – pediu ela.
Me encostei e minha mão encostou na sua coxa, ela estava nua, delirei de tesão, meu corpo tremia, ela virou de costas e pediu para abraçá-la. Tremendo de tesão abracei-a e segurei nas suas mãos, ela arrebitou a bunda e encostou no meu cacete, levou uma das minhas mãos ao seu seio e a outra às suas coxas, que mulher deliciosa, senti seus mamilos se arrepiarem e seus bicos endurecerem, senti seu perfume e a maciez de sua pele, ela estava arrepiada.
- Tira seu pijama e me abraça, estou carente de pele de macho – sussurrou ela
Tirei meu pijama e a abracei tocando seu seio e encostando meu cacete na sua bunda.
- Francisco você está com muito tesão, não se masturbou hoje como tem feito ultimamente, sei que você se masturbou em frente ao vestiário e em frente ao meu quarto, seu tarado, se masturbando pensando na sua tia, seu devasso- disse ela enquanto levava minha mão para a sua vagina.
- Toca a bucetinha da tia, veja como está molhada de tesão – gemeu ela.
Toquei levemente a sua vagina, ela gosta de manter a vagina peluda depilando apenas as laterais, sentia o perfume do seu corpo e estava quase gozando, ela tirou a coberta de cima de nós e pediu para acender a luz, queria que eu a visse nua, acendi a luz e me vi ante aquele monumento de mulher, seus seios arrepiados os bicos duros, a vagina peluda,
- Vem meu Francisco deite-se ao lado da sua tia – pediu ela
Deitei-me e ela veio por cima e me beijou, sua boca invadiu a minha e nos beijamos longamente, enquanto a beijava tocava sua buceta, abrindo os lábios e enfiando suavemente o dedo, ela estava ensopada, subiu o corpo e deixou na altura da minha boca seus seios deliciosos, beijei, lambi, mordisquei, ela gemia e arqueava o corpo para que eu beijasse os dois seios, continuava tocando a sua vagina e quando ela encostou as mãos no meu cacete eu pirei, não consegui segurar e gozei, lambuzando sua mão e suas coxas.
- Tia me desculpe, eu estou muito excitado e não pude segurar – falei envergonhado.
- Não se preocupe meu querido, vamos ter muito tempo para gozar- sorriu ela matreiramente.
Deitou-se de costas abriu as pernas e me pediu para beijar a sua vagina – enquanto falava levava minha cabeça para o meio de suas pernas, senti pela primeira vez o cheiro de uma buceta e fiquei alucinado, nunca mais consegui transar com uma mulher sem antes chupar a sua vagina.lambi seus pelos os lábios e me afundei na sua vagina, uma delicia, ela ensopada, gemendo e pedindo para não parar, em pouco tempo ela gozou e encheu minha boca com seu mel, puxou-me rápido e beijou minha boca para sentir seu gosto, ela adora fazer isso.
Deitei-me ao seu lado e ela começou a tocar meu cacete até que ele ficou ereto novamente, Lucia virou seu corpo e abocanhou meu cacete, primeiro colocou a cabecinha na boca e ficava dando chupões, tirando a boca, eu delirava, meu corpo tremia, ele virou o corpo até deixar a sua vagina próxima da minha boca, afastei suas pernas e me afundei novamente na sua buceta, Lucia foi posicionando a te que seu rabinho estava nos meus lábios, lambi o rabinho e enfie minha língua dentro dele.
- Chupa meu macho, chupa meu rabinho, lambe meu cuzinho – gritava ela.
Eu freneticamente chupava seu rabo e sua buceta, ela logo gozou me encharcando a boca novamente com seu mel, continuei chupando seu rabo até que ela gritou que ia gozar pelo cú, e gemendo gozou pelo rabo, eu alucinado enche sua boca de porra e ela bebeu tudo, caiu ao meu lado e adormecemos.
Fui acordado por ela de madrugada para tomarmos banho, fomos nus para o banho, eu estava no paraíso, só havia transado com prostitutas no Paraná e mesmo assim nenhuma que chegasse aos pés da Lucia, o banheiro tinha uma banheira enorme, ela ligou o chuveiro e entramos na banheira, em pé eu a abracei por trás e meu cacete duro encostou na sua bunda, com uma das mãos tocava os seios e a outra dedilhava sua vagina, ela abriu as pernas para que os meus dedos entrassem na vagina, beijei sua nuca e mordisquei sua orelha, ela com a pele arrepiada gemia e trazia sua bunda de encontro ao meu cacete.
- Vou levar você ao paraíso meu macho – gemeu ela
Ajoelhou-se e levou meu cacete até sua boca e chupou gulosamente, quando estava bem duro ela virou-se de costas ficou de quatro e pediu para eu chupar seu rabo, mordisuavemente sua bunda e abrindo ainda mais suas pernas arreganhei sua bunda e lambi seu rabinho que piscava a cada lambida.
- Vem meu macho fode a bundinha da sua puta – pediu ela.
Me ergui e pincelei a bunda dela com meu cacete, ela com pressa de ser fodida, agarrou meu cacete e levou até seu rabo , enfiei a cabecinha e ela abrindo a bunda gritava:
- Fode a sua titia, fode, arromba minha bunda – gritava.
Alucinado enfiei tudo de uma vez, ela urrou de dor e tentou fugir, segurei pelos quadris e fui bombeando, tirava todo o cacete para enfiá-lo de uma vez, após alguns minutos ela já rebolava para receber ele no rabo.
- Vem meu macho, faz a tia gozar – pedia ela
Rebolando gozou, tirou meu cacete do rabo e depois de lavá-lo, chupou novamente , ficou novamente de quatro e pediu para foder a bucetinha.
Que visão deliciosa, aquela mulher deliciosa de quatro, abrindo a buceta para ser fodida, encaixei meu cacete na portinha da buceta e ele deslizou naquela buceta ensopada, bombeava e de repente ela pede:
- Bate na minha bunda, bate na titia – gemia
Dei um tapa suave e ela gritou:
- Bate na sua puta, bate na sua pretinha, quero apanhar do macho – pedia Lucia
Fiquei enlouquecido com o pedido, tirei meu cacete da sua buceta, sai da banheira, agarrei-a pelo cabelo e levei-a até a cama.
- Fica de quatro sua puta, abra as pernas que eu vou foder a sua buceta – ordenei
-Sim meu macho fode a tua puta – gemia Lucia.
Peguei uma sandália dela e me posicionei atrás dela, fui enfiando meu cacete na vagina dela enquanto batia vigorosamente na sua bunda. Ela rebolava e gritava, pedindo para bater com mais força, com uma das mãos agarrei seus cabelos e puxei para trás com a outra dava lambadas na sua bunda, ela começou a gozar e gemendo gozou várias vezes, eu continuava bombeando sua buceta e quando vi que ia gozar, tirei da buceta, virei-a de frente para mim e atolei meu cacete na sua boca, gozei enchendo a boca dela de porra.
- Bebe tudo sua puta, bebe a porra do teu macho, sua vadia – ordenei
Ela engasgando com a porra tentava tirar o cacete da sua boca e eu batia no seu rosto afundando meu cacete na sua garganta, virei e enquanto ela limpava meu cacete abri suas coxas e suguei sua vagina e rabo alternadamente, fazendo-a gozar feito louca.
Descansamos um pouco, tomamos um banho e fomos para o restaurante, durante todo o dia eu descaradamente a encoxava, beliscava sua bunda e seios e quando não havia ninguém por perto dava tapas na sua bunda. À tarde passei por ela e falei te espero no vestiário, fui para lá e me despi da cintura para baixo, ela chegou e eu ordenei que se ajoelha-se e me chupasse, ela tentou sair e eu ordenei que não saísse pois se o fizesse seria castigada. Ela ajoelhou-se na minha frente, abocanhou meu cacete e chupou com carinho e tesão, quando ele estava bem duro, ordenei que ficasse de quatro apoiada na janela, Levantei seu vestido, rasguei sua calcinha e lambuzando meu cacete na sua buceta, enfiei no seu rabo, ele gritou de dor e tentou escapar.
- Fique calada sua puta, agüente sem gritar sua vadia, você gosta de levar no rabo, cadela – ordenei.
Ela arreganhou ainda mais a bunda e eu a invadi por inteiro, socava e sentia meu saco bater na sua vagina, ela rebolava e quando se aproximou o gozo enterrei tudo no rabo da Lucia, enchi ela de porra e ela gemendo gozou.
Tirei meu cacete da sua bunda e dei para ela chupar, ela tentou fugir, eu a agarrei pelo cabelo e a derrubei ela caiu sentada, segurei-a pelos cabelos e empurrei meu cacete na boca dela, ela tentava tirar, eu dei várias bofetadas e ela chorando engoliu meu cacete, chupando-o até ele amolecer,
Me vesti e a deixei sentada, chorando ela me pediu para educá-la e ensinar a ser a minha puta, que ela queria muito me servir, ser a minha escrava, a minha cadela.
Fomos trabalhar e à noite antes de ir para a faculdade, passei em casa para tomar um banho e ver a minha amante, a minha tia estava se mostrando uma verdadeira puta e eu estava adorando a idéia.
Quando cheguei ela estava no banho, me despi entrei no banheiro e ordenei que ficasse deitada na banheira, encostei ao lado da banheira e urinei sobre o seu corpo, mijei nos seios, na buceta e mandando ela ficar de bruços, mijei também na sua bunda. Lucia fechou os olhos e gemia a cada esguicho que caia no seu corpo, Quando terminei, ordenei:
- Vem agora chupa meu cacete sua vadia –
Ela ajoelhou-se na banheira e tomou meu cacete com a sua boca, seu corpo tremia de tesão, toquei seus seios que estavam arrepiados e duros.
- Chupa, me faz gozar sua cadela – ordenei.
Ele acelerou os movimentos e eu despejei novamente na sua boca uma carga de esperma que ela bebeu até a ultima gota.
- Não vou para a faculdade, vou fode-la a noite inteira, vagabunda.
Ordenei que ela toma-se banho e fosse para o quarto me esperar, quando ela saiu eu tomei um banho demorado e fui para o quarto ver a minha amante, ela deitada de costas com as pernas abertas tocava a buceta, com os olhos fechados dedilhava a vagina, deitei na cama afastei a sua mão e comecei a sugar aquela buceta deliciosa, ela gemia, pedia para eu não parar implorava para gozar, beijava seu grelo e tocava seus seios, que se eriçavam a cada toque. Ela gemendo gozou em minha boca.
- Levante-se e venha para a cozinha – ordenei
Fui na frente e ela me seguiu, mandei que ela subisse na mesa e ficasse de quatro, voltei ao quarto peguei uma escova de cabelo e um pote de creme, quando voltei para a cozinha ela estava de quatro com as pernas abertas, seu gozo escorria pelas coxas, passei o dedo e lambi, que delicia o gosto do mel da Lucia, dando palmadas na sua bunda, besuntei seu rabo de creme e enterrei o cabo da escova no seu cuzinho ela gemeu, mais de prazer do que de dor, fui até a geladeira e retirei a forma de gelo, peguei os cubos e fui enfiando na buceta dela, logo pelo menos seis cubos estavam enfiados na sua buceta, o gelo derretia e escorria pelas pernas, em pouco tempo todo o gelo havia derretido, toquei a sua vagina e estava gelada como um sorvete, peguei a escova e retirei da sua bunda, deitei-a de costas na mesa e suguei sua buceta, logo estava fervendo e expelindo uma mistura de água e mel, lambi e pegando a escova enterrei no seu rabo ela gemia de prazer e logo gozou novamente, peguei-a no colo e a levei para a cama, deitei e ordenei que ela sentasse no meu cacete, ela abriu as pernas e encostando o cacete na buceta sentou engolindo-o inteiro, Enquanto ela me cavalgava eu beijava seus seios, e dava palmadas na sua bunda, que delicia de mulher, extasiado com aquele mulherão, gozei e enchi novamente sua buceta de porra .
- Lucia, a partir de hoje você será a minha escrava para me servir e me dar prazer, quando estivermos em casa, quero-a sempre nua, vou me mudar para cá para treparmos sempre que me der vontade.
- O único problema será o meu tio, como contar para ele que a esposa é uma puta e vai trepar com o macho dela. – questionei Lucia
- Isso não será problema eu me encarrego de falar para ele, ele não tem tido muitas ereções só me satisfaz com sexo oral, como você viu naquele dia no vestiário do restaurante, há muito tempo venho falando sobre ter um amante e ele não foi contra só pediu para não transar com ninguém sem a aprovação dele.- confessou Lucia
- Mas não foi possível esperar, e ele vai aprovar o novo macho da casa tenho certeza.
Até a chegada do meu tio trepamos muito em todas as posições possíveis e em todos os lugares imagináveis, quando ele chegou sem avisar encontrou a Lucia de quatro na cama sendo fodida por mim no rabo.
Mas isso é outra história que conto em breve.
Entrem em contato e-mail mestre47sp@hotmail.com

 


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