Família

Família unida

Olá, sou Alan tenho 24 anos, 1,76m. E 82kg. Sou branco de cabelos negros e olhos castanhos,tenho uma irmã gemea que se chama Elane, 1,73m. E 56kg, branquinha com eu cabelos negros lisos até a cintura, elane assim com eu é gay. Tem namorada,a Dayle de 26 anos 1,59m. E 50 kg. Branca de pele morena, cabelo negros ondulados olhos castanhos claros e bastante bonita, já eu namorei por muito tempo um rapaz de nome Daniel, mas a relação acabou. Hoje namoro uma travesti chamada Monica, tem 1,70m. E 62kg. Branca cabelos negros e lisos como o da minha irmã, muito linda parece com a monica mattos(por isso o nome de monica) ela tem 21 aninhos olhos azuis e corpinho muito sexy,parece mesmo com o da atriz.bom a estoria é o seguinte, estava eu em casa a Elane e Dayle, estvamos coversando animadamente sobre sexo,minha irmã falando de suas fantasias.
_Olha eu tenho muita vontade de transar com uma travesti.
_nossa Elane _falou Dayle espantada_mas já que tu falou, também tenho esta fantasia._completou a Dayle.

Comendo a prima

Em fevereiro de 2007, fui convidado por uma prima minha, a patrícia, a participar de uma festinha que ela e o namorado dela dariam no ap dela. ela é uma garota bem legal, tem vinte e sete anos, dois a menos que eu, é loira, 1,50m de altura, e desde que éramos pequenos, sempre nos demos muito bem. eu e ela já fizemos muita festa juntos, inclusive algumas sacanagens. com o tempo, devido aos nossos compromissos, acabamos nos afastando. como ela me convidou para a tal festinha, eu é que não iria perder essa oportunidade de se divertir. no dia combinado, já ao chegar no ap da patrícia, ela me recebeu com um abraço e um beijo no rosto. ela estava linda num vestidinho vermelho bem curtinho e muito decotado. nisso o paulo, seu namorado, veio ver quem tinha chegado e ela aproveitou para nos apresentar um ao outro. ele tem trinta e dois anos, é alto, cerca de 1,90m de altura, negro, bem sarado, ou seja, um negão lindo.

A mulher do meu cunhado

Pra quem ainda não me conhece, meu nome é Alex, tenho um caso com uma menina que trabalha lá em casa a algum tempo, Ritinha veio trabalhar conosco ainda virgem, fizemos varias brincadeirinhas e até anal mas a virgindade ficou para o futuro esposo que é da Igreja, bom, mas isso está escrito em outras histórias que vocês poderão encontrar com os seguintes títulos (chupando buceta virgem por R$50,00) e (pagando R$300,00 por um cuzinho virgem) hoje ela é casada, nos tornamos amantes e fazemos de tudo, Ritinha tem mais ciumes de mim que minha própria esposa, mas vamos lá.
Vamos agora a minha nova aventura, tenho um cunhado com a minha idade 45 anos, um cara muito bacana, ele morou um tempo na minha casa quando solteiro, sujeito muito amigo e prestativo, era pra mim como um verdadeiro irmão. Jorge recebeu uma proposta para trabalhar em S.

Na casa dos sogros em Minas

Meu sogro me ensinou a ser puta

Preparei a futura sogra da minha filha para o meu marido

Oi, pela primeira vez, depois de muito resistir, estou resolvendo enviar um relato que aconteceu comigo.
Sou muito bem casada há mais de 20 anos, Eu e meu marido temos um relacionamento bem aberto, conversamos muito sobre sexo sem nenhum preconceito. Temos uma filha já beirando os 20 anos, está namorando sério com um rapaz muito legal, pelo qual temos muito carinho.
Sobre mim, sou uma coroa enxuta, trabalho na área de saúde meu nome é Bia (fictício), meu marido Roque (fictício) é um homem atlético que gosta de praticar esportes. Moramos nos arredores de Brasília.

Lésbicas Incestuosas

Meu nome é Luiza, tenho 26 anos, 1,70 m , cabelos castanhos e corpo malhadinho. Sou bissexual. Minha irmã, Daniela, é linda. Tem 24 anos, uns 1,66 m de altura, loira, e um corpinho lindo.

Transo com a Dani há algum tempo. Nossa relação sempre foi maravilhosa. Transamos quando temos vontade, sem que nenhuma das duas fique cobrando a outra. Temos nossos namorados ou namoradas, mas quando temos vontade e podemos, transamos muito.

Minha mãe, Paula, tem 43 anos, teve eu e minha irmã muito nova. Pouco tempo depois de minha irmã nascer separou do meu pai. Ela tem cabelos castanhos, deve regular com as nossas alturas. Além disso, é linda. Malha bastante e tem um corpão também.

Eu e minha cunhada

Tenho 31 anos, sou casado há 3 anos e conheço minha cunhada há pelo menos uns 7 anos, desde a época da faculdade. Minha cunhada é uma mulher gostosa, alta, cabelos lisos no meio das costas, peito farto e corpo delicioso. Muito sexy que sabe que é gostosa e desejada pelos homens e mulheres. Do tipo de mulher que desperta vontade e te faz pensar “vou comer essa mulher”. Sempre fui tarado nela e na época da faculdade sempre fui a fim de comê-la... pena que ela namorava.

Conheci minha esposa através da minha cunhada, que nos apresentou numa festa no último ano da faculdade.

Tudo aconteceu quando estávamos num churrasco de sábado a tarde com algumas amigas da faculdade da minha esposa na nossa chácara. Sabe como é, faculdade de Nutrição, muitas mulheres gostosas, cerveja vai, caipirinha vem, calor, sol, piscina, minha cunhada e outras mulheres de biquíni e eu de pau duro na churrasqueira.

Minha vara já estava quase estourando minha bermuda quando as amigas da minha esposa começaram a ir embora, pois já estavam ficando bêbadas e a chácara é um pouco longe da cidade, e minha esposa, que nunca foi de beber e naquele dia encheu a cara por estar animada com a presença das suas amigas, acabou ficando bêbada e foi dormir no quarto, sendo que acabamos ficando lá ainda tomando algumas cervejas apenas eu e minha cunhada gostosa.

Após mais algumas cervas começamos a nos lembrar da época da faculdade, das festas e das putarias que rolaram, de quem comeu quem, e eu olhando aquele corpo delicioso no minúsculo biquíni que ela usava meu pau voltou a ficar duro. Comecei a conversar com ela a comendo descaradamente com os olhos, fixando o olhar nos peitos e naquela buceta que sempre desejei.

Ela que não é boba e sabe que é gostosa, começou a fazer charme e reparou que minha bermuda quase não suportava a minha vontade que se manifestava no meu pau endurecido, quando perguntou na forma mais provocante e ingênua possível o que era que havia acontecido com minha bermuda e eu, numa resposta rápida e sacana, disse que eram anos de desejo acumulado.

Nessa hora não nos falamos mais, a peguei pela cintura e a beijei na boca já passando as mãos pela sua bunda durinha e empinada, puxando seu biquíni e o encavando no meio da sua bunda e roçando meu pau duro no seu corpo.

A coloquei de lado pra mim, ainda em pé encostado na bancada da churrasqueira, forçando minha vara contra a sua coxa, com a mão direita acariciando a entrada do seu cuzinho e com a mão esquerda bulinando sua buceta molhada, alternado as carícias com seus peitos fantásticos.

Ela se contorcia toda e soltava uns gemidos baixinhos, quando tirei a calcinha do seu biquíni, a coloquei sentada na pedra da bancada com as pernas abertas, agachei e coloqueis os pés dela nas minhas costas e comecei a chupar loucamente aquela buceta raspadinha, rosada, toda molhada de excitação.

Chupava e buceta variando com lambidas no cuzinho apertadinho, minhas mãos exploravam seus peitos grandes, duros e lindos quando ela disse “me come”. Como eu estava gostando de chupar aquela buceta (uma chupada que esperei durante anos) eu fingi que não ouvi seu pedido e enfiei mais ainda a língua. Suas mãos hora seguravam minha cabeça hora a apoiavam na bancada.

Suas coxas também eram lambidas em alternância com sua buceta, quando ela começou a tremer, segurou minha cabeça me fazendo olhar para seu rosto, quando tive a visão mais perfeita do mundo: eu agachado, minha boca ainda encostada na xana dela, suas pernas muito abertas passando ao lado da minha cabeça e seus pés nas minhas costas, a visão passava pela sua barriga, ultrapassava seus peitos duros e chegava no seu rosto de expressão de desejo e tesão, quando ela disse quase que suplicando (como se precisasse): “me come agora, me come”.

Eu fiquei em pé a puxando para frente e enfiei de uma vez só minha vara dura naquela linda buceta molhanda e comecei a comê-la ferozmente. Ela abriu as pernas o máximo que pôde e passou os braços pelos meus ombros e quando eu ia gozar eu tirei meu pau da sua buceta, ela desceu da bancada ajoelhando-se e atolando minha vara toda na sua boca e mamando toda a minha porra com cara de satisfação.

Deixei-a extasiada e dei um pulo na piscina para esfriar um pouco os ânimos e ela foi tomar uma ducha também para relaxar, o que não deu certo, pois da piscina, ainda com a vara dura, eu a via passando as mãos pelo corpo, o que me deu vontade de comê-la novamente. Saí da piscina caminhando em sua direção e o resto da trepada eu conto em outra oportunidade.

 

Como as crianças conseguem que seus pais lhe comprem comida porcaria

Um grupo de cientistas fez uma pesquisa para descobrir o que qualquer um que já passou um tempo com alguma criança sabe: por que os pais acabam comprando porcarias pros filhos, mesmo sabendo que faz mal. Aparentemente existe uma coisa chamada “chateação” que as crianças sabem usar muito bem para fazer um monte de chocolate cair no carrinho de compras.

Os pesquisadores identificaram essa “chateação” constante (no sentido de pedir repetidamente uma coisa) como a principal razão dos pais comprarem alimentos com pouco valor nutritivo para seus filhos.

Será que existe alguma criança que nunca proferiu alguma variação das palavras “mamãe, me compre isso”? Mesmo o comportamento sendo onipresente, ainda é interessante saber o que faz os minúsculos importunarem.

“Nosso estudo indica que, apesar do uso geral da mídia não ter sido associado a ‘chateação’, uma de familiaridade com personagens da televisão comercial foi significativamente associada com tipos globais e específicos de chateação. Além disso, as mães citaram embalagens, personagens e comerciais como as três principais forças que fazem suas crianças as importunarem”, disse a autora do estudo, Dina Borzekowski.

A lamentação caiu em três categorias: chateação juvenil, chateação para testar limites, e chateação manipuladora. Conforme as crianças ficavam mais velhas, importunavam ainda mais, e seus métodos ficavam mais manipuladores.

As mães identificaram 10 estratégias diferentes para lidar com seus filhos pedintes e imploradores. As opções incluíam ceder, gritar, ignorar, distrair, manter a calma, evitar o ambiente comercial, negociar e estabelecer regras, permitir itens alternativos, explicar o raciocínio por trás das escolhas, e limitar a exposição comercial.

Limitar a exposição aos anúncios e explicar às crianças por que elas não estão comprando o item foram as estratégias mais populares.

Ok. Dizer que o salgadinho é cheio de conservantes pode parar temporariamente a chateação do seu filho, mas a dor de ser privado dos lanches dura pra sempre. Não é uma estratégia muito razoável para se usar com crianças.

Em última análise, os pesquisadores concluíram que a melhor maneira de reduzir a chateação é limitar a quantidade de anúncios a que as crianças são expostas. Infelizmente, os fabricantes de Lanches Felizes não vão concordar muito com isso, e são as mães que vão ficar ouvindo o dia inteiro sobre o novo brinquedo que eles querem.[Jezebel]

Pais gastam mais de R$ 5 mil por ano para compensar ausência


Ter mais tempo de qualidade com a família é desejo e desafio da maioria dos trabalhadores em todo o mundo. Pois uma pesquisa realizada na Inglaterra pela marca de bolos Green's revela que para tentar compensar a ausência e tempo dedicado aos filhos muitos pais apelam para os presentes e chegam a gastar 2 mil libras por ano em mimos para os pequenos, cerca de R$ 5,6 mil.

Longas jornadas de trabalho e compromissos diários são alguns dos motivos dados para a falta de tempo para a família.

* Trinta por cento afirmou que o grande número de compromissos diários é a principal barreira para ter mais tempo com os filhos, enquanto 25% culpou as longas jornadas de trabalho pela ausência

* Quarenta e três por cento dos pais afirmaram que apenas desfrutam de tempo de qualidade com os filhos nos fins de semana

* Os pais que mais compram mimos para os filhos são os com menos de 35 anos, que gastam em média R$ 2,3 mil em doces, revistas e brinquedos por mês

* Metade dos pais entrevistados compram presentes para os filhos por sentirem culpa pela ausência

* O tempo médio gasto com os filhos é de duas horas por dia

* Um terço dos pesquisados se preocupam em passar menos tempo com os filhos do que seus pais passaram com eles

* Um grupo, composto por 38% dos pesquisados, passa menos do que sete horas por semana com os filhos, o que corresponde a cerca de 15 dias por ano

 

Como garantir que seu filho não faça bullying

Uma nova pesquisa descobriu fatores que podem ajudar os pais a não criarem filhos “provocadores” (bullies).

O “bullying” (atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo) é uma grande preocupação da sociedade atual. Para evitar que as crianças se tornem bullies, e provoquem ou insultem outras crianças, os pais devem permanecer positivos, conversar com seus filhos e conhecer seus amigos.

A pesquisa americana descobriu que alguns fatores, como pais que muitas vezes se sentem irritados ou incomodados com seus filhos, aumentam o risco de uma criança se tornar um provocador.

Já outros comportamentos parentais protegem as crianças. Compartilhar ideias, conversar bastante e bem com o filho, e conhecer a maior parte ou todos os amigos dele são coisas que ajudam.

Pais de crianças com idades entre 10 e 17 anos participaram da pesquisa. Eles responderam se seus filhos já foram cruéis com outras crianças, e também deram dados sobre sua própria saúde mental e emoções.

Os pesquisadores descobriram que 23% das crianças tinham intimidado outra criança em algum momento de 2003. Em 2007, 35% dos pais relataram que seus filhos praticaram bullying em algum momento, um aumento de 52%. Em 2007, 15% das crianças eram bullies “frequentes”.

O efeito devastador sobre as vítimas de bullying é bastante conhecido, mas os provocadores também são prejudicados. Pesquisas mostram que os autores das provocações estão em maior risco de problemas psicológicos, abuso de substâncias e delinquência.

Também, um estudo de 2010 que perguntou aos “valentões” porque eles atormentavam outras crianças descobriu que muitas vezes eles têm opiniões negativas sobre si mesmos.

Ao longo dos anos, alguns fatores de risco para o bullying surgiram. As crianças que tinham problemas emocionais, comportamentais ou de desenvolvimento eram mais propensas a se tornarem provocadoras.

Crianças de pais que disseram que muitas vezes se sentiam irritados ou incomodados com seus filhos eram mais propensas a serem bullies. E as mães com problemas de saúde mental também eram mais propensas a terem filhos bullies.

Por outro lado, os pais que tinham relações comunicativas com seus filhos e conheciam a maioria de seus amigos não eram propensos a criar uma criança provocadora.

Ainda assim, a pesquisa não deixa claro se a raiva e impaciência dos pais se transformam em intimidações por parte do filho, ou se crianças provocadoras são mais propensas a irritar seus pais. Descobrir a causa do bullying exige estudos de longo prazo no mesmo grupo de crianças.

O objetivo da pesquisa é desenvolver intervenções educativas para prevenir ou reverter o desenvolvimento de novos agressores. A ideia é focar em intervenções que ajudem os pais a se envolverem mais na vida de seus filhos e a se comunicarem melhor com eles. [LiveScience]

Comi minha cunhada no Puteiro

Sou casado a sete anos e sempre tenho muito tesão por minha esposa. Ela tem duas irmãs lindas, sendo uma delas lésbica. Sempre tive uma curiosidade em cima das minhas cunhadas, mas nunca as desrespeitei.
Um dia briguei com minha esposa e fui até a casa de um parente dela, pois já tinha combinado que apareceria por lá pra beber cerveja e bater um papo. Me viram chegando sozinho e perguntaram sobre minha mulher, e respondi que havíamos discutido e ela preferiu ficar em casa. Depois fui até a cozinha, e vi que minha cunhadinha lésbica estava lá também.
Ela estava bebendo mas ainda tranquila. Eu estava com tão chateado com minha esposa e decidi que logo mais iria até a Vila Mimosa (puteiro no RJ) para "descarregar" a raiva. Sabendo que minha cunhada curte mulheres, tinha vontade de conhecer a Vila Mimosa e nunca tinha ido num puteiro, decidi chamá-la. Já eram 2:30hs da manhã.
Eu disse: "Vou numa parada. Quer ir?".
Ela respondeu já sentindo qual era a parada: "Estou contigo pra qualquer lugar!".
Então arrumei uma desculpa e saí, e logo depois ela disse que iria pra casa. Já estávamos quase embriagados, mas conscientes. Pegamos um táxi e fomos ao puteiro.
Ao chegar lá deixei bem claro que o que ocorresse ficaria lá mesmo; esse seria nosso segredo, ela respondeu que era isso mesmo.
Perguntei se ela tinha coragem de ir pro quarto nós dois juntos, e ela respnodeu que não tinha problema. Deixei ela escolher a mulher. Foi uma negra linda e gostosona que cobrou apenas R$50,00 meia hora para ficarmos à três, afinal já eram quase três da manhã, dei um papo legal e praticamente era fim de festa.
Ao chegar no quarto, todos ficamos pelados, e pude ver que minha cunhadinha é uma delícia, magrinha e assim como eu, não tinha um corpo perfeito. Apaguei a luz, mas a puta falou que era pra deixar acesa. Eu estava meio constrangido, pois sou gordinho e não sou alto, mas a rola não me faz vergonha! A puta colocou a camisinha no meu pau e começou a me mamar, enquanto minha cunhada ficava apalpando a puta todinha.
Até que botei a puta pra fazer umas graças com minha cunhada. Aquela cena das duas fazendo safadeza, me deixou com mais tesão ainda! Deixei a puta com ela e resolvi tentar comê-la, mesmo sabendo que ela curte mulheres.
Fui por trás dela e comecei a dar beijinhos e mordidinhas e ao mesmo tempo acariciando seus seios, buceta e o corpo todo. Ela ficou surpresa com minha atitude, mas se estava rolando uma sacanagem das boas, ela acabou deixando eu fazer o que queria.
Depois, fui mais abaixo e dei uma linguadinha no cú dela e depois fiquei lambendo sua buceta rosadinha quase virgem e com cheirinho natural de buceta com tesão!!! Senti que ela gemia pelo duplo prazer comigo e com a puta.
Ficamos em pé, e enfiei meu pau por trás enquanto a puta ficava mamando seus seios e ela acariciando a vadia. Logo mais, coloquei a puta deitada, ela em cima da puta e eu bombando mais ainda por trás.
Quando a coisa está boa, o tempo passa rápido e a vadia já queria sair, pois já havia cumprido os 30 minutos. Mas eu ainda não havia gozado e minha cunhada estava cheia de tesão também! Perguntei pra puta se podíamos ficar no quarto mais um pouquinho, e ela disse que podíamos.
Logo minha cunhada deitou de barriga pra cima com as pernas arreganhadas, aí rolou o papai e mãe enfiando até o talo. Dei muitos beijos em sua boca deliciosa ao mesmo tempo que enfiava. Me dava mais tesão vendo a cara de prazer que ela estava. Mesmo sendo lésbica, o prazer era tão intenso que a vontade dela era que eu bombasse cada vez mais. Um tempinho depois, dei uma acelerada e gozei com meu pau dentro, claro que ainda estava com camisinha.
Nos vestimos e sem conseguir um encarar o outro descemos do quartinho. Comprei um refrigerante e passei em minha boca por fora para ver se tapeava o cheiro de buceta e cuzinho que minha cara estava. Não adiantou...
Entramos num táxi para ir embora e a deixei na porta do prédio. Como eu estava muito doido e com aquele cheiro de buceta na cara, mais o pau todo melado de gozo e óleo da camisinha, decidi que não podia ir pra casa. Já eram um pouco mais de 4:00hs da manhã.
Voltei pra casa do parente e ainda estavam bebendo, minha sorte! Pedi para dormir lá, pois estava muito louco e minha mulher ia "acabar" comigo. Deixaram na boa.
Acordei quase meio-dia, tomei um banho e cheguei em casa com a cara de que nada havia acontecido. Minha esposa mesmo ainda chateada, falava só o necessário comigo. E disse que minha cunhada havia viajado para a casa de praia do pai dela (meu sogro), pois minha esposa queria ir na casa dos pais (onde minha cunhada mora) pra pegar alguma coisa. Senti um alívio...
Depois de uma semana, quando a vi novamente, ela fingia que nada havia acontecido. E a chance dos parentes desconfiarem é praticamente nula, pois todos sabem que ela só gosta de mulheres. Me sinto "o cara", por ter dado um prazer tão louco para uma lésbica!
Nunca mais consegui comer ela novamente, mas estou esperando uma outra boa oportunidade. Afinal, se forçar acaba dando merda! Além do mais, do nada e na cara de pau, eu não consigo chamá-la para fuder novamente. Sinto no olhar que ela quer, mas assim como eu, espera uma boa oportunidade.
Não vejo a hora dessa oportunidade aparecer. Por enquanto só fico batendo uma punheta lembrando dessa loucura toda e sonho realizado!!!

Pais que brincam mais com os filhos evitam brigas de casal

Pais que acham que devem se empenhar em tarefas como dar banho nos filhos para evitar brigas com a parceira estão enganados. Um estudo divulgado na publicação Developmental Psychology, da Associação Americana de Psicologia, afirma que o relacionamento amoroso é mais forte quando os homens passam mais tempo brincando com os pequenos.

A pesquisa envolveu 112 casais com crianças de 4 anos de idade. Pais e mães responderam questões relativas ao número de vezes que se divertiam com os pequenos e quem era responsável pelas tarefas de cuidados diários.

De acordo com o jornal Daily Mail, os cientistas ainda observaram como os adultos se comportavam enquanto auxiliavam a garotada a desenhar um retrato da família e a construir uma casa de blocos. Assim, puderam identificar sinais de apoio no desempenho de seus papéis em conjunto, críticas e tentativas de "superar" o outro.

Um ano depois, os voluntários participaram de atividades semelhantes. Os resultados indicaram que, quando pessoas do sexo masculino brincavam mais com os filhos durante a primeira rodada do estudo, os companheiros se mostraram mais favoráveis a trabalhar em conjunto desempenhando suas funções e os membros do casal se apoiavam mutuamente. No entanto, quando o pai dividia as tarefas de cuidado dos filhos com as mães, o casal demonstrou menores níveis de sintonia.

 

 

Saiba como ajudar seu filho a se proteger do 'bullying'

O termo bullying está na moda. A palavra difícil, que não tem tradução exata para o português, se refere àquela violência “malvada” que algumas crianças praticam contra as outras. Isso pode  acontecer por meio de assédio verbal (xingamentos, ridicularização), agressão física ou exclusão social. Todo mundo já viu isso acontecer na escola, mas os pais costumavam se preocupar a partir da pré-adolescência, lá pelos 11 ou 12 anos.

Agora tem sido recorrente entre crianças cada vez mais novas. De acordo com um estudo feito pela Abrapia (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência), 45% das crianças em idade pré-escolar (entre 2 e 6 anos) sofrem bullying. As consequências podem ser bem traumáticas: baixa auto-estima, ansiedade e depressão, além do mau desempenho escolar. Seu filho está sendo perseguido e você não sabe o que fazer? Veja dicas de como ajudar as crianças a lidar com a situação.

Fale com o professor do seu filho

Se o assédio acontece na pré-escola ou jardim de infância, avise os responsáveis pela turma imediatamente. Muitas escolas possuem um protocolo específico para intervir nesses casos. Quando relatar o incidente, seja específico sobre o que aconteceu e quem estava envolvido.

Contate os pais do agressor

Esta é a abordagem correta apenas para os atos de intimidação persistentes e se você sentir que estes pais serão receptivos. Telefone ou mande um e-mail de forma amigável, deixando claro que seu  objetivo é resolver o problema juntos.

Treine seu filho a procurar ajuda
Contra-atacar geralmente não é a melhor solução. Em vez disso, ensine-o a se afastar e a procurar ajuda de um professor ou um adulto responsável. Para evitar ser assediado no ônibus escolar, sugira que ele se sente ao lado de amigos, pois os provocadores não costumam escolher uma criança que faz parte de um grupo.

Use linguagem corporal positiva
Há alguns truques que farão do pequeno um alvo menos convidativo. Diga a seu filho para sempre olhar os colegas nos olhos, nunca abaixar a cabeça, mesmo quando estiver confrontando um colega. Isso o fará parecer mais confiante. Também o ajude a praticar uma cara de bravo e usá-la se estiver sendo incomodado. O modo como a criança olha para o “valentão” é mais importante do que o que ela diz.

Pratique um roteiro
Ensaie com o pequeno a forma correta de  responder a uma provocação. Ensine-o a falar com uma voz forte e firme – lamentar ou chorar só vai incentivar um valentão. Sugira que ele diga algo como "pare de me incomodar!" ou "eu não vou brincar com você se você agir assim." Ele também pode tentar: "Sim, tanto faz", e depois sair andando. O importante é que a resposta não seja passiva, pois isso incentivará o autor do bullying.

Elogie os progressos

Quando seu filho disser como desafiou um valentão, diga-lhe que você está orgulhoso. Se souber de outra criança incomodando o seu filho, incentive que ele use a mesma abordagem que já deu certo.

Consultoria: Cleo Fante, mãe de Amanda, é pesquisadora do Bullying Escolar e autora do Programa
"Educar para a Paz"

 

Confira 10 dicas para fazer seu filho dormir sozinho

Lugar de criança é na cama dela e no quarto dela. E essa atitude deve começar desde cedo, ainda bebê. Parece um sonho? Se o seu filho teima em dormir no meio do casal, pare agora, antes que o sonho vire um pesadelo. "Quanto mais tempo a criança dormir com os pais, mais difícil será tirar esse costume", disse a psicóloga Angélica Capelari, da Universidade Metodista de São Paulo. Comece, portanto, a aplicar as dicas da professora de psicologia para evitar problemas no futuro. Para a criança e para o casal. Não é fácil, requer paciência e perseverança, mas vale a pena.

» Criança na cama dos pais pode revelar problemas no casamento

1- A partir dos seis meses já é possível deixar o bebê dormindo sozinho no seu próprio quarto. Só será preciso levantar durante a madrugada para as trocas e eventuais mamadas noturnas. É claro que deixar o bebê na cama dos pais pode ser mais cômodo para eles, mas a especialista garante que é bem mais fácil espantar a preguiça agora do que ensinar a criança - já maior - a dormir no seu próprio quarto.

2- Os pais podem se revezar nessa tarefa, já que não é fácil levantar no meio da noite, com sono, cansado e, às vezes, com frio.

3- Se o filho já está acostumado a dormir no meio dos pais, é hora de reverter a situação. A rotina pode ser uma grande aliada, portanto imponha um horário para a criança e vá preparando a casa momentos antes: diminua as luzes, desligue a TV e aparelhos de som e feche as janelas. Assim a criança vai entrando num ritmo menos acelerado, mais propício ao sono.

4- Coloque regras que possam ser cumpridas. Não adianta dizer à criança que ela precisa dormir às 21h, mas a casa continua agitada.

5- Nada de deixar a luz principal do quarto infantil acesa. Se precisar, use abajur, bichinhos ou tomadas iluminadas. Assim também fica mais seguro se caso a criança levantar no meio da noite.

6- A hora de dormir deve ser um momento prazeroso. Os pais podem contar histórias, colocar músicas suaves e conversar sobre a rotina do dia até a criança dormir.

7- Essa transição não pode ser traumática para o filho nem para os pais. Portanto, eles devem ficar no quarto. Nos primeiros dias, deitados com a criança até ela dormir. Depois, sentados. E, por fim, permanecer na porta para dar boa-noite. Ou seja, vão saindo de cena aos poucos, para a criança se sentir segura e eles não acharem que estão abandonando o filho.

8- Os pais precisam colocar limites e não ceder a manhas. Se ceder uma vez - por frio ou doença -, a criança aprende que os pais cedem e vai repetir a manha sempre, não importa onde e em que situação. É essencial não ceder a choros, súplicas e chantagens: ela deve ser colocada de volta na sua cama sempre que necessário. Uma hora ela desiste.

9- Se a criança acorda no meio da noite e pede para dormir com os pais, é bom investigar as causas. Se ela está doente, deve continuar no quarto dela recebendo os cuidados necessários dos pais. Se está com medo, vale dar um passeio pelo quarto infantil, abrir armário e gavetas, olhar debaixo da cama e observar cada cantinho para mostrar que não existem monstros nem fantasmas. Mas, nunca a criança deve voltar para a cama dos pais.

10- Um pedido para os pais deixarem o filho dormir entre eles, sem desculpas (medo, sentimento de abandono, doença fictícia), pode ser acatado eventualmente, mas é bom deixar claro que é por um tempo limitado e a criança vai voltar para a cama dela.

 

Minha tia Lúcia – parte 2

Até a chegada do meu tio trepamos muito em todas as posições possíveis e em todos os lugares imagináveis, quando ele chegou sem avisar encontrou a Lucia de quatro na cama sendo fodida por mim no rabo.
Mas isso é outra história que conto em breve.
Esta história passo a contar agora.
Tio Carlos estava ali parado na porta do quarto e a Lúcia de quatro sendo fodida por mim, gelei quando o vi e Lucia apertou meu cacete com o rabo impedindo que eu saísse, olhei para o meu tio e ele estava pálido, com um olhar de muita raiva.
- Vem meu querido tira a roupa e junte-se a nós que depois eu te conto tudo – pediu Lúcia para o Carlos.
- E você meu macho gostoso, soca o cacete na minha bunda que você sabe que eu adoro – pediu para mim, já empurrando a bunda de encontro ao meu cacete.
Fiquei indeciso e olhando para o meu esperava a ação dele para decidir o que fazer, a feição dele que inicialmente era de raiva foi se transformando em excitação e ele começou a se despir, quando ficou nu, Lucia esticou o braço e agarrou o cacete dele e trouxe para perto dela.
- Carlos que delicia, olhe como está duro o seu cacete, faz muito tempo que não o vejo assim, te excita ver a sua esposa sendo fodida por outro macho?? - perguntou Lucia.
- Cacete Lúcia, que vadia você é, trepando com o meu sobrinho – falou Carlos com a voz tremula.
- Você não imagina as coisas que fizemos, depois te conto tudo, agora deite-se em baixo de mim e chupa a minha buceta, seu corno manso – ordenou Lúcia.
Carlos deitou-se por baixo dela e enquanto ela sugava seu cacete ela lambia a sua vagina, o cacete do tio Carlos parecia que ia estourar, Lúcia tirava o cacete da boca e olhava para ele ver como estava duro e batia com ele nos lábios, eu socava fundo na bunda dela e senti o Carlos lambendo minhas bolas, enterrava fundo e demorava para tirar da bunda dela para deixar que Carlos me lambesse, ele de quando em quando enfiava as bolas na boca, quando percebi que ia gozar tirei do rabo da Lúcia e enfiei na buceta, enfiei lentamente para deixar o Carlos ainda com mais tesão, ele lambia a extensão do cacete que desaparecia na buceta da esposa, Lúcia delirava de tesão e logo percebi que Carlos ia gozar, empurrei a cabeça da Lúcia para enterrar o cacete do Carlos na garganta dela, ele estremeceu e encheu o boca da esposa de porra, Lucia gozou em seguida, inundando o meu cacete e a boca do Carlos, tirei o cacete da buceta dela e gozei nos lábios da sua xota e na boca do Carlos, ele alucinado lambia a xota e o cacete para não perder nenhuma gota.
- Que loucura, nunca imaginei que isso era tão bom, minha esposa sendo fodida por outro macho na minha frente – murmurou Carlos
Lúcia contou todo o nosso caso, desde o inicio e quando Carlos percebia que ela havia pulado alguma parte pedia que contasse com detalhes, ela desfilava as nossas safadezas se ao mesmo tempo nos masturbava, nossos cacetes de inertes iam crescendo e logo estavam novamente eretos, pude prestar mais atenção no meu tio, ele estava conservado para a idade e seu cacete não era maior do que o meu era mais grosso, ela adorou saber que eu havia sido eleito pela esposa o macho da casa e confirmou que tanto ele quanto a esposa estariam à minha disposição sempre para me servir, juntos ou individualmente, para tudo que eu desejasse.
- Vai cadela, vai tomar um banho e volta bem limpinha e cheirosa para o teu macho – ordenei para a Lúcia.
- E você fica aqui, seu corno, que vai me servir enquanto ela se banha – mandei
Carlos obedeceu, quando ela se levantou ele murmurou, estou ao seu dispor meu macho, coloquei-o de quatro e passei a alisar sua bunda e seu rabinho, ele abria as pernas para facilitar o acesso ao rabinho, comecei a dar palmadas leves e sentia Carlos tremer de tesão,
Explorei sua bunda e quando passei pelo rabinho enfiei um dedo e ele gemeu baixinho, levantei e apanhei um pote de creme da Lucia, lambuzei dois dedos e enfiei no rabo dele,
Lucia voltou do banho e mandei que ela ficasse embaixo dele e iniciasse um 69, abri as pernas do titio e me fui enfiando meu cacete no rabo dele, lentamente ele engoliu ele inteiro , meu saco batia no dele e Lucia se engasgava com o cacete do marido que gemia baixinho e pedia para socar bem fundo, em poucos momentos seu corpo tremeu e ele inundou o boca da esposa com seu gozo, sai do rabo dele e fiz com que invertessem a posição, agora era a esposa que estava de quatro, abri a bunda dela e enterrei fundo, ela não esperava e tentou fugir, segurei-a pelo quadril e enfiei tudo, ele gemia de dor e de prazer.
- Fode a tua puta, fode na frente do meu maridinho corno – pedia Lucia
No vai e vem alucinado, gozamos os três , quase juntos.
Meu tio estava nas nuvens e confessou que nunca imaginou que seria tão delicioso ver a esposa ser fodida por outro macho e que sempre havia sonhado em ser arrombado pelo amante da esposa.
Fomos os três para o banho e Lucia me ensaboou e me lavou gulosamente, demorando-se no meu cacete, alisava, ensaboava, enxaguava e olhando para o marido dizia:
- Olha corno, olha o cacete do nosso macho, ele me fez sentir mulher na sua ausência, gozei feito louca com o nosso amante – sussurrava Lúcia.
Dizendo isso ajoelhou-se e pôs-se a mamar no meu cacete, Carlos, ajoelhou-se e ajudou a esposa na tarefa de chupar o macho.
Mandei que parassem e me seguissem nus para o fundo da casa. A casa era enorme e com um vasto quintal na frente e nos fundos, o muro que dividia as residências era de alvenaria e do nosso lado existia também uma cerca viva que ultrapassava a altura do muro, estávamos no verão e fazia um calor insuportável, apagamos as luzes de fora da casa e fomos caminhando para os fundos da casa, lá chegando ordenei que Carlos ajoelha-se na minha frente e abrisse a boca, posicionei-me à sua frente e comecei a urinar na sua boca, mandei que não bebesse, que deixasse escorrer pela boca, mandei que Lucia de deitasse e bebesse a urina que escorria pelo peito e barriga do marido, o cacete do Carlos estava como um ferro em brasa de tão duro e vermelho.
Após esvaziar a bexiga, peguei uma cadeira, me sentei e mandei que Lucia sentasse no meu cacete, enquanto Carlos se masturbasse lentamente, ela obediente veio por cima e ajeitando o cacete na entrada da vagina foi sentando e agasalhando o cacete que desapareceu na sua vagina.
Ordenei que Carlos ficasse de quatro co0m a bunda ao alcance da minha mão e comecei a dar palmadas na sua bunda, depois peguei o chinelo e perdi a conta das chineladas que dei na sua bunda, ele gritava de dor e prazer e implorou para que eu o deixasse gozar, autorizei e ele se desmanchou em um orgasmo forte e escandaloso.
Lucia com maestria também me conduziu ao orgasmo, gozando ela logo em seguida, mandei que fossem para dentro e fiquei lá relaxando, todo lambuzado pelo meu e pelo gozo da minha deliciosa amante.
Depois de algum tempo relaxando ouvi gemidos que vinham da casa do nosso vizinho, na casa ao lado moravam um casal de alemães, sessentões, Dona Petra e Sr. Wolfang, ele diretor de uma empresa alemã que vivia viajando e ela uma dona de casa, simpática e elegante, subi na cadeira e através das folhagens, vi Petra deitada numa esteira de praia, nua, se masturbando alucinadamente, ela era alta, seios grandes, bunda grande e uma vagina lisinha, sem nenhum pelo, fiquei ali na penumbra olhando aquele mulher madura se acabando na siririca. Petra abriu as pernas e socando fundo na vagina gozou, foi relando, sua respiração voltou ao normal e ela lentamente se levantou e foi para dentro da casa, vê-la me deixou excitado e fui para dentro de casa procurar a vadia da Lucia, precisava trepar e gozar depois daquela cena, encontrei os dois deitados nus já adormecidos, fui a te ela e encostei meu cacete nos lábios dela, ela começou lambendo e abrindo a boca me recebeu na boca dela, acordou e chamou o marido:
- Vem seu corno, nosso macho está com tesão, vamos fazê-lo gozar - ordenou ao marido.
- O que você quer que eu faça, meu macho – falou Carlos sonolento
- Lamba meus pés e depois a bunda dela – ordenei
Ele lambeu meus pés com carinho, enfiava os dedos um de cada vez na boca e depois enfiava todos de uma vez, lambeu até eu ordenar que fosse lamber a bunda da Lucia, ela ficou de quatro e ele se posicionou atrás dela e lambeu demoradamente sua bunda e seu buraquinho, quando estava bem molhada, arranquei-o e fui foder a bundinha da esposa, fodemos gostoso até gozarmos novamente e dormirmos abraçados até a manhã seguinte.
A visão da Petra se masturbando não me saia da cabeça, acordamos cedo e fomos tomar banho os três, Lucia e Carlos me ensaboavam e ficávamos sempre nos tocando, beijando, lambendo e se masturbando, começávamos os dias sempre excitados pelas lembranças da noite anterior e pelos banhos excitantes, não usamos roupas em casa e de comum acordo ficou decidido que eu não trabalhava mais no restaurante apenas estudava à noite, Lucia também ficava em casa para cuidar do macho, como pedia Carlos para a esposa, todas as manhãs ele falava:
- Tenham um bom dia e você esposa safada cuida bem do nosso macho e não deixe-o esgotado que se ele quiser a noite gostaria de servi-lo- dizendo isso dava um beijo na boca da esposa e uma lambida no meu cacete.
Ordenei que Lucia se aproximasse da Petra e que ela teria a missão de traze-la para o nosso relacionamento, queria transar com a Petra e a Lucia juntos, a cadela reclamou e disse se não era suficiente o casal de amantes que eu tinha em casa, se eu não era feliz com o nosso relacionamento, se ela e o marido não me satisfaziam, dizendo isso veio ao meu encontro me abraçou e pousando a cabeça no meu peito começou a chorar.
- Você não tem noção de o quanto tem nos feito feliz, Carlos nunca esteve com tanto tesão, ele te adora, diz que se sente realizado como homem, que nunca imaginou que poderia ser tão feliz com outro macho e eu então nem fale, sinto plenamente realizada, estou com o marido que amo e com o macho que me realiza, estamos completos com você, mas parece que você precisa de mais – choramingava Lucia.
- Minha doce e gostosa vadia, nunca imaginei que a minha vida sexual seria assim como está sendo, minhas expectativas e fantasias foram superadas, mas tenho fantasias que ainda não se realizaram, tal como estar com duas mulheres, e nas minhas fantasias você e o Carlos estão presentes, imagina a loucura que seria transar eu você e a Petra, entenda que seremos ainda mais felizes, disse enquanto fazia um cafuné.
Lucia levantou a cabeça me olhou nos olhos e disse:
- Eu te amo e farei tudo o que você mandar, se você a quer então farei de tudo para que você a tenha.
- Pela sua insolência e atrevimento em me questionar será castigada, vá até o quarto e traga o meu cinto – ordenei
Lucia voltou com um cinto de couro largo e grosso.
- Fique de quatro e apóie-se na mesa – mandei
Lucia obedeceu, fui até ela, abri mais as pernas e toquei os lábios da sua vagina que já denunciavam a excitação, estavam molhados e quentes.
Afastei-me e dei a primeira cintada, o couro estalou na bunda dela e ela gritou de dor, tentou fechar as pernas, quando gritei com ela:
- Abra as pernas sua cadela insolente, vai apanhar mais ainda, vagabunda.
Aumentei a potencia das cintadas e deixei a bunda dela marcada, chegando a cortar a carne em vários pontos, nunca havia judiado tanto dela, mas achei que para que ficasse claro quem dava as ordens na casa foi um castigo necessário e importante para o nosso relacionamento.
No término do castigo Lucia agradeceu pelo vigor e disse saber que merecia, suas nadegas estavam com marcas profundas e eu havia provocado vários cortes, estava inchada e mandei que deitasse sobre a mesa, fui à geladeira peguei cubos de gelo e coloquei sobre a sua bunda, ela gemia pelo choque térmico, pelo dor, pelo inusitado e pelo carinho que o macho demonstrava com ela.
Quando Carlos veio para o almoço, Lucia já instruída por mim, foi até ele o despiu e o colocou na mesma posição que esteve pela manhã, foi até o quarto e me informou que o marido estava pronto, voltamos para a cozinha, Lucia trazendo o cinto foi até o marido abriu-lhe as pernas e falou:
-Pronto nosso dono, seu escravo está pronto.
Na primeira cintada Claudio tentou sair e a segunda acertou-lhe os genitais em cheio, ele ajoelhou de dor e eu continuei o castigo, com maior severidade ante a tentativa dele de escapar do corretivo, a bunda dele ficou em piores condições do que a da esposa.
Lucia rapidamente pegou gelo para aplacar a dor, Claudio chorava de dor, sua bunda tinha vários cortes que sangravam alem de vários hematomas, ficaria impossibilitado de sentar por alguns dias.
- Aprenda seu corno insolente, jamais questione meus desejos e nunca tente impedir a minha cadela de me servir, que tenha aprendido a lição – disse-lhe em voz alta enquanto analisava as marcas deixadas.
Claudio gemia de dor ainda quando percebi que ejaculava, sem sequer tocar o cacete, ordenei que lambesse toda a porra que caiu no chão, ele virou-se dizendo que não iria fazê-lo, dei-lhe várias bofetadas no rosto e ele chorando ajoelhou-se e lambeu toda a porra que havia derramado. Coloquei-o de castigo, ajoelhado ao lado da mesa, sentei e ordenei que a Lucia servisse o almoço, o marido comeria apenas sobras,. Os olhos de ambos brilhavam de prazer, apesar da dor que sentiam em suas bundas. Claudio passou o tempo durante ao almoço sentado, gemia de dor mas manteve-se obediente, eu pegava pedaços de comida e dava em sua boca, antes passava na buceta da Lucia que serviu o almoço e ficou em pé ao meu lado, quando terminei de almoçar mandei que ele lambesse a buceta dela para limpa-la, fui para a sala e instantes depois ela surgiu, ajoelhou-se e colocou a cabeça nas minhas pernas, Claudio vestiu-se e foi trabalhar.
- Meu senhor não tem idéia do quanto nos fez feliz hoje, seu capacho me confidenciou que havia sonhado com isso a vida inteira e sabe que existe apenas para servi-lo e eu então, ver ele sendo açoitado foi delicioso, e preciso confessar gozei duas vezes enquanto ele apanhava, me perdoe não pude evitar – falou Lucia em voz baixa e tremula.
- Está perdoada minha deliciosa cadelinha, prepare meu banho que vou descansar esta tarde, à noite tenho mais tarefas para vocês – ordenei enquanto fazia um carinho nos cabelos dela.
À noite, esperei Claudio chegar do restaurante e depois da Lucia despi-lo fui olhar os estragos da bunda dele, realmente foi um baita estrago, as nadegas estavam roxas e inchadas, mandei Lucia preparar uma bacia grande com bastante gelo e água gelada, isto feito ordenei que ele sentasse na bacia, o contato com o frio provocou arrepios no corpo dele, principalmente quando os genitais tocaram a água, ele tentava sentar lentamente, quando pisando na barriga dele afundei-o na água gelada, ele gritou de dor e implorou para sair, dei duas bofetadas no seu rosto e ele resignado deixou-se afundar na bacia, ordenei que Lucia ficasse sobre ele com as pernas abertas e retirando cubos de gelo da bacia enfiava em sua vagina, coloquei uns dez cubos dentro dela, ordenei que os mantivesse lá até que derretessem, peguei outros cubos de gelo e passei na bunda da Lucia que estava arrepiada de frio, depois deste castigo ordenei que os dois fossem para o quintal nos fundos da casa, eu havia providenciado duas coleiras e duas corretes para cães e chumbei as corretes no chão distantes uma da outra, coloquei dois cobertores no chão e ordenei que deitassem, coloquei as coleiras e amarrei as mãos aos pés assim não conseguiriam se soltar da coleira, cobri-os com outro cobertor e falei que mais tarde, quando voltasse da faculdade viria vê-los.
Voltei da faculdade entrei na casa me despi e fui para o fundo da casa ver meu casal de escravos, uma cena excitante, os dois amarrados e acorrentados, tirei o cobertor de cima dela soltei- e ali mesmo, deitei-me sobre ela e a possui, sua buceta estava encharcada imaginei quantas vezes já havia gozado, não demorei e vi que ria gozar, sai de dentro dela e fui até meu tio, ele parecia estar em transe, seus olhos faiscavam de excitação, ele abriu a boca e eu enchia-a de porra, Claudio depois de engolir tudo agradeceu, soltei-o e fomos os três para dentro para jantar e continuar a diversão.
Um sábado no final da tarde caiu um imenso temporal, com muitos raios e trovões, a tarde virou noite e um raio caiu em um transformador na rua e várias quadras ficaram sem energia, Lucia lembrou que Petra estava só, o marido havia viajado, mandei que ela fosse chamá-la, logo as duas voltaram, Petra agradeceu pela nossa preocupação e pediu para ficar até que a energia voltasse, consentimos e eu fui tomar um banho, a casa tinha um aquecedor a gás, após um banho relaxante chamei meu tio e mostrei como meu cacete estava duro só pela presença da Petra na casa, ele riu e pediu permissão para toca-lo, consenti e titio pegou meu cacete suavemente e iniciou uma masturbação lenta e suave, ordenei que parasse e fosse tomar um banho e depois chama-se Lucia para fazer o mesmo, coloquei um pijama sem cueca e fui para a sala, a iluminação da casa era feita por alguns lampiões espalhados pelos cômodos, na sala Lucia e Petra conversavam animadamente sentadas no sofá, sentei- ao lado da Lucia e ela de costas para mim tateava disfarçadamente para encontrar meu cacete, quando o encontrou massageou suavemente, logo Carlos chega na sala e pede que elas tomem banho, as duas vão juntas para o banheiro, deixando-me a sós com meu tio.
- Senhor que bom seria estar com elas no banho, tirei a chave da fechadura e se o senhor quiser pode vê-las – sussurrou Carlos.
- Bom trabalho, mas prefiro esperar elas saírem.
Dizendo isso trouxe a cabeça dele para o meu cacete que já estava fora das calças e começou a mamar, chupava com carinho e maestria, e antes que gozasse ordenei que parasse, logo em seguida as duas saíram do banheiro e foram para o quarto se trocar, depois de se vestirem chegaram na sala, como Petra tinha seios e quadril maiores que os da Lucia o pijama que Lucia emprestou para Petra ficou muito justo, a calça colado ao corpo e a blusa com os botões prontos para estourar.
Fiquei maravilhado ao vê-la, os seios grandes sendo contidos pelo pijama justo, os biquinhos duros quase furando o tecido, a vagina dividida ao meio pela costura da calça, deliciosamente tesuda, apesar de sessentona tinha um corpo de uma mulher vinte anos mais jovem, não havia tido filhos e se cuidava com cremes para a pele que o marido trazia das viagens para a Europa,
Meu cacete parecia pedra de tão duro e meu tio também estava com muito tesão, pois via seu cacete também duro, ficamos sentados num sofá eu e meu tio, no outro sofá Petra e na poltrona Lucia, conversamos banalidades e eu não agüentando levantei e fui para a cozinha seguido por Claudio, ficamos na cozinha no escuro com sacanagem, o abracei e ele pousou a cabeça no meu ombro, nossos cacetes se tocavam aumentando o tesão, enfiei a mão dentro da calça do pijama dele e alisei sua bunda, ele afastou as pernas para facilitar a caricia e enfiei dois dedos no seu rabo, ele gemeu de tesão e implorava que eu o enrabasse, nos acariciando nos despimos e eu já ia fode-lo quando Lucia entrou na cozinha falando que a Petra havia adormecido, pedindo para participar da sacanagem, despi a Lucia enquanto o marido sugava meu cacete, decidi ver a Petra dormindo, e levei o casal junto, colocamos o lampião na estante e ordenei que com cuidado o sofá onde nossa hospede estava adormecido fosse aberto, era imenso a excitação do trio, eu o o Claudio com os cacetes duros, a Lucia com a vagina encharcada, ficamos ali em pé ao lado da Petra olhando-a, o lampião produzia uma iluminação que fraca que aumentava ainda mais o tesão de todos, abaixei ao lado dela e comecei a abrir a blusa do pijama, lentamente para não acordá-la, minhas mãos tremiam , abri de baixo para cima e fui descobrindo o corpo daquela mulher deliciosa, estávamos ofegantes e a cada botão aberto maior o risco dela acordar, quando soltei o ultimo botão vi aparecer os seus belos seios, grandes, com aureolas e bicos proporcionais, toquei levemente os bicos e os vi crescer e ficarem duros, a calça do pijama não teria como tirar, era muito justo e ela certamente acordaria, levantei e peguei uma tesoura, cortei o elástico da cintura e fui descendo cortando até chegar à altura da sua virilha, suavemente retirei a calça do pijama e tivemos revelado o corpo de uma mulher sensacional, linda, pele lisinha, seios duros, coxas grossas e para o nosso delírio uma vagina totalmente depilada.
Ajoelhado ao seu lado toquei o bicos dos seios com minha boca, lambi e os beijei suavemente, a cada toque ela se arrepiava mais, todos tomados pelo medo dela acordar e ver os três ali ao seu lados nus e ela também nua.
Carinhosamente afastei suas pernas e beijei a parte interna das suas coxas, sua virilha, e cheguei a sua deliciosa buceta, beijei os lábios e abri-os com cuidado para sugar seu clitóris, ela estava ensopada, e sua pele arrepiada, se contorceu parecendo que ia acordar, parei e esperei um pouco, decidi possuí-la e ordenei que a Lucia se postassem ao lado da Petra e segurassem um braço e uma perna, com cuidado para ela não acordar, se ela acordasse deveriam segurar firme para que eu a possuísse, elas assim o fizeram, fui por cima da Petra, posicionei meu cacete à entrada da buceta dela e ao meu sinal enterrei fundo nela, meu cacete deslizou com dificuldade e ela acordou apavorada, meus escravos a mantiveram de pernas e braços abertos, consegui enfiar tudo, retirei e voltei à carga, ela gritava e eu comecei a socar com violência, debrucei sobre seus seios e suguei com sofreguidão, uma delicia.
De repente meus escravos soltaram-na e ela me abraçou com vigor, sua mãos pegaram minha bunda e me empurrou de encontro a sua buceta, ela rebolava e pedia para enfiar tudo, soquei com vigor e logo ela estava gritando de tesão e gozando, eu continuei socando até encher a sua vagina de porra, beijei sua boca demoradamente e ela pediu:
- Não tire seu cacete de dentro de mim, gozei muito gostoso, preciso de mais orgasmos assim, me fode como você fode seus escravos, me faça também sua puta – implorou Petra.
Deitei sobre ela, ofegante e realizado, beijava sua boca, pescoço, e seus deliciosos seios, depois de muitos amassos, sai de dentro dela e levei meu cacete para a Lucia chupar.
- Anda cadela, limpa o cacete do teu dono, limpa direitinho – ordenei
Petra veio para chupar também e levou uma bofetada.
- Não te mandei chupar o meu cacete, espere a sua vez – gritei.
Lucia lambeu o cacete, as bolas a virilha e quando ele começou a endurecer, deitei-me de costas e mandei que Petra viesse sugá-lo, ela tremia de tesão e medo, começou timidamente e logo engolia ele inteiro, ordenei que a Lucia viesse por baixo dela e limpasse também a sua vagina, Carlos recebeu a tarefa de buscar cremes e o cinto que eu usava para castiga-los.
Petra mamava com gula meu caralho, Lucia lambia a vagina da Petra para deixá-la limpa para ser usada novamente, Carlos chegou e mandei que lambesse a vagina da esposa, peguei o cinto e comecei a açoitar Carlos, levemente no inicio e Petra vendo ele apanhar acelerava os movimentos que ocasionava maior firmeza nas cintadas, ele pedia entre as lambidas que dava na buceta da esposa.
- Bate senhor, bate no teu escravo, eu mereço, não tenha dó, meu corpo te pertence – gemia ele.
Autorizei que ele gozasse e tão logo recebeu a ordem inundou as pernas da esposa, mandei que lambesse toda a porra despejada por ele, Lucia afundou a cabeça do marido no meio das sua pernas e também gozou, Petra implorou para que eu gozasse na sua boca e resetando seu corpo gozou na boca da Lucia, segurei a cabeça da Petra e enterrei meu cacete na sua garganta e gozei abundantemente, fazendo-a engasgar, ela bebeu até a ultima gota e continou sugando até ele amolecer.
- Senhor, se me permite, eu queria agradá-lo e tomei a liberdade de contar sobre nosso relacionamento para a Petra, elajáe havia nos visto no quintal e desde daquele dia tem a vontade de ser também a sua escrava, perdoe pela intromissão, queria apenas agradá-lo – falou Lucia em voz baixa.
- Meus queridos certamente que me agradaram e terão muito ainda para fazer para continuar dando ao seu macho prazer e satisfazendo minhas fantasias – falei em voz suave.
Ordenei que Carlos fosse até o quintal e trouxesse o par de coleiras e as correntes, ele voltou e prendi-o no pé da poltrona mais distante de nós, Lucia foi atada ao pé do sofá que estávamos, seu corpo ficou em cima do sofá, deixei-a com as pernas abertas e Petra foi colocada de quatro a cabeça próxima das pernas da Lucia, postei-me atrás da Petra e beijei suas pernas, coxas afastei seu lábios e lambi demoradamente sua vagina que estava molhada novamente, abri sua bunda e lambi e enfiei a língua no seu rabinho, ela estava arrepiada de tesão, lambi demoradamente e ordenei que ela sugasse a vagina da Lucia como premio para o trabalho de aliciamento da Petra, Lucia abriu as pernas afastou os lábios e escancarou a vagina para Petra lamber, postei-me atrás da Petra e arreganhando a sua bunda encostei meu cacete na entrada do seu rabo, sem penetrar, fiquei pincelando seu rabo que piscava de tesão.
- Meu macho, arromba a sua nova puta, fode meu rabo, sou sua – implorava Petra.
Pressionei e lentamente fui penetrando sua bunda, com dificuldade enfiei a cabeça e lentamente fui enfiando tudo, logo minhas bolas tocavam a sua buceta, tirei todo ele para voltar a empurrar até o fim, repeti o movimento cada vez com mais vigor, ela estava sendo arrombada, meu cacete doía pelo atrito mas era delicioso foder a polaca, Lucia rebolava na boca dela e Carlos acorrentado assistia a tudo, olhei no chã e vi que ele já havia gozado e sabia que seria açoitado por isso, Petra remexia e a cada estocada jogava seu corpo para trás, dei-lhe uma primeira palmada na bunda e ela assustou-se pois não esperava, estocava seu rabo e dava palmadas cada vez mais intensas, depois debrucei-me sobre ela e enquanto estocava tocava seus seios, beliscando os bicos, ela ofegante pedia para deixa-la gozar, consenti e ela tendo verdadeiras convulsões gozou, senti sua coxas molharem com o sumo que saia de sua vagina, Lucia arqueando o corpo gozou também ensopando a boca da Petra.
- Rebola vadia, faz teu macho gozar, ordenei enquanto batia vigorosamente na sua bunda.
O contraste de cores era lindo, sua pele branca, tinha manchas róseas, vermelhas e roxas, a surra provocou hematomas e o estouro de pequenas veias, com essa visão afundei meu cacete na bunda dela e gozei deliciosamente, sai de cima da Petra e fui até onde meu tio estava acorrentado e puxando-o pelos cabelos ordenei que limpasse a minha vara, ele lambeu ela inteira, lambeu meu saco minha virilha ele terminou o serviço e me agradeceu, soltei-o e mandei preparar nosso quarto e depois se banhar.
Jogada no sofá Petra e Lucia se acariciavam , soltei a Lúcia e me juntei a elas, deitamos so sofá, uma deitada de cada lado, abracei-as e ordenei que me masturbassem.
- Deixem este cacete duro que vou foder a buceta da Lucia, ela merece mais um orgasmo, imediatamente iniciaram a masturbação e eu beliscando os seios de ambas, olhava o trabalho das vadias.
Quando meu cacete ficou duro mandei que Lucia me cavalgasse, ela sentou sobre meu cacete e o fez desaparecer na sua vagina, ordenei que Petra sentasse sobre a minha boca de frente para a Lucia, elas se beijavam e alisavam seus seios, Petra abriu bem as pernas e encaixou sua buceta na minha boca, lambi demoradamente e ela esfregava a buceta no meu rosto para voltar à minha boca, , Lucia gozou primeiro ensopando meu cacete meu saco e minha virilha, ordenei que saísse e Petra abaixou a cabeça e ficamos num 69 delicioso até gozarmos.
Carlos retornou do quarto e ficou nos observando e avisou quando gozamos:
- Senhor o quarto já está arrumado e eu de banho tomado, quer que prepare o vosso banho? – perguntou Claudio em voz baixa.
- Prepare e avise quando estiver pronto, as cadelas vão dar banho no dono para serem usadas mais tarde.
Enquanto ele saia em direção ao quarto eu o olhei com volúpia, nunca imaginei que meu próprio tio seria meu escravo e menos ainda que teria duas mulheres deliciosas ao meu dispor, aquela noite foi a primeira de uma série incontável de noites de prazer, sexo, tesão, muita paixão e amor que dedicamos aos nosso relacionamento.
Petra estava sempre conosco, seu marido viajava muito e uma noite pulamos o muro os três para fode-la no quintal enquanto o marido dormia. Essa é outra história que contarei brevemente. Quem quiser pode entrar em contato pelo e-mail mestre47sp@hotmail.com.
 

Minha tia Lúcia - parte 1

Após ler muitos relatos eróticos em sites resolvi contar casos de minha vida.
Meu nome é Francisco, tenho hoje 50 anos, sou casado, tenho 2 filhos.
Minha família é do Paraná, em 1978 vim para São Paulo para estudar e fui trabalhar no restaurante do meu tio na época ele tinha 48 anos e minha tia Lúcia tinha 32 anos.Eles tinham um restaurante no bairro do Brooklin, o prédio era formado por dois sobrados geminados que foram reformados e tornaram-se apenas um prédio, nos fundos havia duas edículas que foram mantidas uma servia como vestiário para os funcionários e outra como uma casa de hospedes.
Ficou acertado que eu trabalharia com meu tio e moraria na edícula de hospedes.
As primeiras semanas foram normais e eu me adaptando ao novo ritmo, já que trabalhava durante o dia no restaurante e à noite cursava Direito em universidade renomada, voltava da faculdade por volta da meia noite, lanchava, tomava um banho e dormia iniciando no trabalho na manhã seguinte.
Deixe-me falar sobre a minha tia Lúcia, ela é uma mulata, e eu andava alucinado por ela, com 18 anos vivia me masturbando pensando naquela mulher deliciosa. Ela tem seios e bundas grandes, quadris largos e coxas grossas, eu vivia olhando-a com volúpia e perdi a conta de quantas vezes acordei de madrugada pensando nela, acordava de cacete duro e sempre terminava em saborosas punhetas.
Durante o dia eu a seguia pelo restaurante esperando oportunidades para roçar no seu corpo, dezenas de vezes rocei em seus braços, seios, pernas e bunda, sempre me desculpava pelo ato, uma vez olhando-a na cozinha, pude ver os seios pelo decote do vestido, lindos com aureolas grandes e bicos enormes, meu cacete endureceu na hora e ela percebeu olhando –me com espanto e desaprovação. Sai dali em direção ao banheiro e me masturbei como louco, chegava a me masturbar 5 vezes por dia.
Certa noite, vindo da faculdade notei que tinha movimento no vestiário dos funcionários, fui até a janela e por uma fresta podia ver minha tia em pé com o vestido levantado até a cintura e o meu tio sentado na cadeira sugava a sua vagina enquanto ele a sugava tocava o cacete, duro feito pedra, olhando os dois saquei meu cacete e me masturbei, ouvindo os gemidos deles gozei lambuzando o chão em frente a janela, ainda vi Lucia gozando e meu tio gozando nas coxas dela, fui para o meu quarto e de os vi saindo do vestiário, Lucia saiu olhando para os lados e parou em frente a mancha de esperma no chão, agachou-se e com o indicador tocou o esperma no chão e cheirou, colocou o indicador na boca e lambeu indo embora com um sorriso maroto nos lábios.
Os dias transcorriam tranqüilos, até meu tio nos avisou que iria para o Paraná para fechar negócios com suas terras e outros bens que possuía por lá e ficaria ausente por uns 10 dias, pediu que neste período eu ficasse morando com minha tia na casa deles que ficava a 3 quadras do restaurante, meu tio viajou na 2ª feira pela manhã, trabalhamos normalmente no restaurante, à noite fui para a faculdade e na volta fui para a casa deles, cheguei e minha tia me esperava para jantar, ela estava com um pijama comprido que não combinava com aquele de monumento de mulher, fizemos um lanche rápido e La se despediu dizendo que ia dormir, eu ficaria no quarto de hospedes ao lado do quarto deles, fui para banheiro me despi tomei um banho e voltei para o quarto enrolado na toalha, ao passar pelo quarto dela vi a porta aberta e ela não estava, cruzei com ela no corredor voltando para o quarto com uma jarra com água.
- Tenho muita sede à noite – disse ela
- Durma bem tia Lúcia – emendei
- Vai ser difícil sem o seu tio aqui – murmurou tia Lucia
- Se precisar de algo me chame – disse indo para o quarto.
Me deitei e foi impossível não ter outra ereção pensando naquela mulher deliciosa no quarto ao lado. Me levantei tirei a calça do pijama e no escuro fiquei parado em frente a porta do quarto da tia Lucia, sentia o seu perfume e ouvia a sua respiração, como um louco me masturbei, gozei derramando meu esperma no chão e na porta do quarto.
Fui para o meu quarto e ma manhã seguinte fui ao banheiro e vi a Lucia agachada em frente ao seu quarto olhando as manchas de esperma.
- Bom dia tia Lucia, dormiu bem – perguntei
- Mais ou menos – murmurou ela
- Que engraçado já vi estas manchas na porta do vestiário do restaurante, o que será isso?? – perguntou ela, sorrindo.
- Não sei dizer tia – respondi indo para o banheiro.
Fomos trabalhar e o dia transcorreu normalmente, à noite cheguei em casa fiz um lanche, tomei um banho e fui dormir, percebi que não dormiria sem me masturbar já que meu cacete estava duro demais, levantei me despi e fui para a porta do quarto da Lucia, no escuro sai do quarto e fiquei parado na porta do quarto dela, comecei a me masturbar quando ouvi ela gemendo, ela estava se masturbando e chamava pelo meu tio.
- Vem meu macho vem foder a tua fêmea – gemia ela.
- Minha vagina está ensopada, quero seu cacete aqui- pedia Lucia.
- Vem Francisco vem foder a titia – pediu ela
Ao ouvir meu nome gelei, voltei para o quarto e me deitei, se meu tio soubesse disto eeu estaria ferrado.
Estava deitado quando ouvi ela me chamando, pedindo que fosse até seu quarto.
- Vem aqui, estou com medo de dormir sozinha – pediu ela.
Coloquei meu pijama e encabulado fui até o quarto dela, tentava disfarçar o meu cacete duro,.
- Deite aqui comigo, não consigo dormir – pediu Lucia.
Ainda no escuro deitei-me ao seu lado sem encostar nela,.
- Tenho me sentido muito só nestes dias, chegue mais perto – pediu ela.
Me encostei e minha mão encostou na sua coxa, ela estava nua, delirei de tesão, meu corpo tremia, ela virou de costas e pediu para abraçá-la. Tremendo de tesão abracei-a e segurei nas suas mãos, ela arrebitou a bunda e encostou no meu cacete, levou uma das minhas mãos ao seu seio e a outra às suas coxas, que mulher deliciosa, senti seus mamilos se arrepiarem e seus bicos endurecerem, senti seu perfume e a maciez de sua pele, ela estava arrepiada.
- Tira seu pijama e me abraça, estou carente de pele de macho – sussurrou ela
Tirei meu pijama e a abracei tocando seu seio e encostando meu cacete na sua bunda.
- Francisco você está com muito tesão, não se masturbou hoje como tem feito ultimamente, sei que você se masturbou em frente ao vestiário e em frente ao meu quarto, seu tarado, se masturbando pensando na sua tia, seu devasso- disse ela enquanto levava minha mão para a sua vagina.
- Toca a bucetinha da tia, veja como está molhada de tesão – gemeu ela.
Toquei levemente a sua vagina, ela gosta de manter a vagina peluda depilando apenas as laterais, sentia o perfume do seu corpo e estava quase gozando, ela tirou a coberta de cima de nós e pediu para acender a luz, queria que eu a visse nua, acendi a luz e me vi ante aquele monumento de mulher, seus seios arrepiados os bicos duros, a vagina peluda,
- Vem meu Francisco deite-se ao lado da sua tia – pediu ela
Deitei-me e ela veio por cima e me beijou, sua boca invadiu a minha e nos beijamos longamente, enquanto a beijava tocava sua buceta, abrindo os lábios e enfiando suavemente o dedo, ela estava ensopada, subiu o corpo e deixou na altura da minha boca seus seios deliciosos, beijei, lambi, mordisquei, ela gemia e arqueava o corpo para que eu beijasse os dois seios, continuava tocando a sua vagina e quando ela encostou as mãos no meu cacete eu pirei, não consegui segurar e gozei, lambuzando sua mão e suas coxas.
- Tia me desculpe, eu estou muito excitado e não pude segurar – falei envergonhado.
- Não se preocupe meu querido, vamos ter muito tempo para gozar- sorriu ela matreiramente.
Deitou-se de costas abriu as pernas e me pediu para beijar a sua vagina – enquanto falava levava minha cabeça para o meio de suas pernas, senti pela primeira vez o cheiro de uma buceta e fiquei alucinado, nunca mais consegui transar com uma mulher sem antes chupar a sua vagina.lambi seus pelos os lábios e me afundei na sua vagina, uma delicia, ela ensopada, gemendo e pedindo para não parar, em pouco tempo ela gozou e encheu minha boca com seu mel, puxou-me rápido e beijou minha boca para sentir seu gosto, ela adora fazer isso.
Deitei-me ao seu lado e ela começou a tocar meu cacete até que ele ficou ereto novamente, Lucia virou seu corpo e abocanhou meu cacete, primeiro colocou a cabecinha na boca e ficava dando chupões, tirando a boca, eu delirava, meu corpo tremia, ele virou o corpo até deixar a sua vagina próxima da minha boca, afastei suas pernas e me afundei novamente na sua buceta, Lucia foi posicionando a te que seu rabinho estava nos meus lábios, lambi o rabinho e enfie minha língua dentro dele.
- Chupa meu macho, chupa meu rabinho, lambe meu cuzinho – gritava ela.
Eu freneticamente chupava seu rabo e sua buceta, ela logo gozou me encharcando a boca novamente com seu mel, continuei chupando seu rabo até que ela gritou que ia gozar pelo cú, e gemendo gozou pelo rabo, eu alucinado enche sua boca de porra e ela bebeu tudo, caiu ao meu lado e adormecemos.
Fui acordado por ela de madrugada para tomarmos banho, fomos nus para o banho, eu estava no paraíso, só havia transado com prostitutas no Paraná e mesmo assim nenhuma que chegasse aos pés da Lucia, o banheiro tinha uma banheira enorme, ela ligou o chuveiro e entramos na banheira, em pé eu a abracei por trás e meu cacete duro encostou na sua bunda, com uma das mãos tocava os seios e a outra dedilhava sua vagina, ela abriu as pernas para que os meus dedos entrassem na vagina, beijei sua nuca e mordisquei sua orelha, ela com a pele arrepiada gemia e trazia sua bunda de encontro ao meu cacete.
- Vou levar você ao paraíso meu macho – gemeu ela
Ajoelhou-se e levou meu cacete até sua boca e chupou gulosamente, quando estava bem duro ela virou-se de costas ficou de quatro e pediu para eu chupar seu rabo, mordisuavemente sua bunda e abrindo ainda mais suas pernas arreganhei sua bunda e lambi seu rabinho que piscava a cada lambida.
- Vem meu macho fode a bundinha da sua puta – pediu ela.
Me ergui e pincelei a bunda dela com meu cacete, ela com pressa de ser fodida, agarrou meu cacete e levou até seu rabo , enfiei a cabecinha e ela abrindo a bunda gritava:
- Fode a sua titia, fode, arromba minha bunda – gritava.
Alucinado enfiei tudo de uma vez, ela urrou de dor e tentou fugir, segurei pelos quadris e fui bombeando, tirava todo o cacete para enfiá-lo de uma vez, após alguns minutos ela já rebolava para receber ele no rabo.
- Vem meu macho, faz a tia gozar – pedia ela
Rebolando gozou, tirou meu cacete do rabo e depois de lavá-lo, chupou novamente , ficou novamente de quatro e pediu para foder a bucetinha.
Que visão deliciosa, aquela mulher deliciosa de quatro, abrindo a buceta para ser fodida, encaixei meu cacete na portinha da buceta e ele deslizou naquela buceta ensopada, bombeava e de repente ela pede:
- Bate na minha bunda, bate na titia – gemia
Dei um tapa suave e ela gritou:
- Bate na sua puta, bate na sua pretinha, quero apanhar do macho – pedia Lucia
Fiquei enlouquecido com o pedido, tirei meu cacete da sua buceta, sai da banheira, agarrei-a pelo cabelo e levei-a até a cama.
- Fica de quatro sua puta, abra as pernas que eu vou foder a sua buceta – ordenei
-Sim meu macho fode a tua puta – gemia Lucia.
Peguei uma sandália dela e me posicionei atrás dela, fui enfiando meu cacete na vagina dela enquanto batia vigorosamente na sua bunda. Ela rebolava e gritava, pedindo para bater com mais força, com uma das mãos agarrei seus cabelos e puxei para trás com a outra dava lambadas na sua bunda, ela começou a gozar e gemendo gozou várias vezes, eu continuava bombeando sua buceta e quando vi que ia gozar, tirei da buceta, virei-a de frente para mim e atolei meu cacete na sua boca, gozei enchendo a boca dela de porra.
- Bebe tudo sua puta, bebe a porra do teu macho, sua vadia – ordenei
Ela engasgando com a porra tentava tirar o cacete da sua boca e eu batia no seu rosto afundando meu cacete na sua garganta, virei e enquanto ela limpava meu cacete abri suas coxas e suguei sua vagina e rabo alternadamente, fazendo-a gozar feito louca.
Descansamos um pouco, tomamos um banho e fomos para o restaurante, durante todo o dia eu descaradamente a encoxava, beliscava sua bunda e seios e quando não havia ninguém por perto dava tapas na sua bunda. À tarde passei por ela e falei te espero no vestiário, fui para lá e me despi da cintura para baixo, ela chegou e eu ordenei que se ajoelha-se e me chupasse, ela tentou sair e eu ordenei que não saísse pois se o fizesse seria castigada. Ela ajoelhou-se na minha frente, abocanhou meu cacete e chupou com carinho e tesão, quando ele estava bem duro, ordenei que ficasse de quatro apoiada na janela, Levantei seu vestido, rasguei sua calcinha e lambuzando meu cacete na sua buceta, enfiei no seu rabo, ele gritou de dor e tentou escapar.
- Fique calada sua puta, agüente sem gritar sua vadia, você gosta de levar no rabo, cadela – ordenei.
Ela arreganhou ainda mais a bunda e eu a invadi por inteiro, socava e sentia meu saco bater na sua vagina, ela rebolava e quando se aproximou o gozo enterrei tudo no rabo da Lucia, enchi ela de porra e ela gemendo gozou.
Tirei meu cacete da sua bunda e dei para ela chupar, ela tentou fugir, eu a agarrei pelo cabelo e a derrubei ela caiu sentada, segurei-a pelos cabelos e empurrei meu cacete na boca dela, ela tentava tirar, eu dei várias bofetadas e ela chorando engoliu meu cacete, chupando-o até ele amolecer,
Me vesti e a deixei sentada, chorando ela me pediu para educá-la e ensinar a ser a minha puta, que ela queria muito me servir, ser a minha escrava, a minha cadela.
Fomos trabalhar e à noite antes de ir para a faculdade, passei em casa para tomar um banho e ver a minha amante, a minha tia estava se mostrando uma verdadeira puta e eu estava adorando a idéia.
Quando cheguei ela estava no banho, me despi entrei no banheiro e ordenei que ficasse deitada na banheira, encostei ao lado da banheira e urinei sobre o seu corpo, mijei nos seios, na buceta e mandando ela ficar de bruços, mijei também na sua bunda. Lucia fechou os olhos e gemia a cada esguicho que caia no seu corpo, Quando terminei, ordenei:
- Vem agora chupa meu cacete sua vadia –
Ela ajoelhou-se na banheira e tomou meu cacete com a sua boca, seu corpo tremia de tesão, toquei seus seios que estavam arrepiados e duros.
- Chupa, me faz gozar sua cadela – ordenei.
Ele acelerou os movimentos e eu despejei novamente na sua boca uma carga de esperma que ela bebeu até a ultima gota.
- Não vou para a faculdade, vou fode-la a noite inteira, vagabunda.
Ordenei que ela toma-se banho e fosse para o quarto me esperar, quando ela saiu eu tomei um banho demorado e fui para o quarto ver a minha amante, ela deitada de costas com as pernas abertas tocava a buceta, com os olhos fechados dedilhava a vagina, deitei na cama afastei a sua mão e comecei a sugar aquela buceta deliciosa, ela gemia, pedia para eu não parar implorava para gozar, beijava seu grelo e tocava seus seios, que se eriçavam a cada toque. Ela gemendo gozou em minha boca.
- Levante-se e venha para a cozinha – ordenei
Fui na frente e ela me seguiu, mandei que ela subisse na mesa e ficasse de quatro, voltei ao quarto peguei uma escova de cabelo e um pote de creme, quando voltei para a cozinha ela estava de quatro com as pernas abertas, seu gozo escorria pelas coxas, passei o dedo e lambi, que delicia o gosto do mel da Lucia, dando palmadas na sua bunda, besuntei seu rabo de creme e enterrei o cabo da escova no seu cuzinho ela gemeu, mais de prazer do que de dor, fui até a geladeira e retirei a forma de gelo, peguei os cubos e fui enfiando na buceta dela, logo pelo menos seis cubos estavam enfiados na sua buceta, o gelo derretia e escorria pelas pernas, em pouco tempo todo o gelo havia derretido, toquei a sua vagina e estava gelada como um sorvete, peguei a escova e retirei da sua bunda, deitei-a de costas na mesa e suguei sua buceta, logo estava fervendo e expelindo uma mistura de água e mel, lambi e pegando a escova enterrei no seu rabo ela gemia de prazer e logo gozou novamente, peguei-a no colo e a levei para a cama, deitei e ordenei que ela sentasse no meu cacete, ela abriu as pernas e encostando o cacete na buceta sentou engolindo-o inteiro, Enquanto ela me cavalgava eu beijava seus seios, e dava palmadas na sua bunda, que delicia de mulher, extasiado com aquele mulherão, gozei e enchi novamente sua buceta de porra .
- Lucia, a partir de hoje você será a minha escrava para me servir e me dar prazer, quando estivermos em casa, quero-a sempre nua, vou me mudar para cá para treparmos sempre que me der vontade.
- O único problema será o meu tio, como contar para ele que a esposa é uma puta e vai trepar com o macho dela. – questionei Lucia
- Isso não será problema eu me encarrego de falar para ele, ele não tem tido muitas ereções só me satisfaz com sexo oral, como você viu naquele dia no vestiário do restaurante, há muito tempo venho falando sobre ter um amante e ele não foi contra só pediu para não transar com ninguém sem a aprovação dele.- confessou Lucia
- Mas não foi possível esperar, e ele vai aprovar o novo macho da casa tenho certeza.
Até a chegada do meu tio trepamos muito em todas as posições possíveis e em todos os lugares imagináveis, quando ele chegou sem avisar encontrou a Lucia de quatro na cama sendo fodida por mim no rabo.
Mas isso é outra história que conto em breve.
Entrem em contato e-mail mestre47sp@hotmail.com

 

Como consegui comer a cunhada e a sogrinha

Depois do que consegui fazer, não consigo guardar essa conquista, esse trunfo, essa super aventura, só para mim, sinto necessidade de contar a todos. Afinal, para que serve uma super conquista, se não puder contar?
Acho que todo homem normal, sente tesão por sua cunhada, ainda mais se ela for muito gostosa como a minha, do tipo que quando passa na rua todos olham. O irmão da minha esposa, ou seja, meu cunhado, deve ter ficado caído por ela, pelo seu lindo rosto e por aquele corpo maravilhoso, sensual, que desperta tesão em qualquer homem, mas eu tinha de fingir que não sentia nada.
Conheci minha esposa na firma onde eu trabalhava, ela sem dúvida era uma das funcionárias mais linda, elegante, bundinha arrebitada que marcava seus vestidos e saias justas, com corpinho que …. meu Deus.. e simpática, por isso apesar de eu ser um conquistador nato, eu nem tentei conquistá-la, imaginava ser impossível uma musa daquelas, dar bola para mim. Era o tipo de garota que coseguiria casar com quem ela quisesse.
Resumindo, incrivelmente ela foi com minha cara, passamos a sair nos fins de semana, até que um dia me levou para sua casa, para conhecer sua família. Primeiro conheci seu irmão, um rapaz bonito e educado com uma esposa que parecia uma miss, tive de fazer força para não demonstrar minha admiração por ela. Fingia indiferença ao vê-la, mas quando ninguém estava por perto, eu fixava meu olhar em seu corpo escultural.

O pai da minha garota, um sujeito muito simpático, me recebeu muito bem. Quando ela me apresentou sua mãe, engoli em seco, esperava uma senhora gordinha e barrigudinha, mas apareceu uma moça com corpinho inacreditável, num vestido elegantésimo, que realçava sua cintura fina, pernas esculturais, e seios fartos, além de muito bonita. Para vocês terem uma idéia, teve uma novela chamada Caminho das Indias, onde quase no fim, apareceu uma mulher indiana, milionária que era a mãe da noiva do Barruan, esguia, porte aristocrático, corpo escultural, sempre elegante, com classe, e linda de rosto, pois era idêntica a minha futura sogra.
Minha sogra tem 47 anos e cabelos castanhos claros, 1,60 m de altura, com 48kg (segundo minha esposa, ou seja 1 Kg a mais que ela), dava para imaginar seios fartos mesmo ela estando com vestido fechado e bumbum arrebitado de causar desejo a qualquer homem. Ela adora usar vestidos que deixam a mostra as curvas de seu corpinho. Apesar da idade, ela aparentava ter bem menos, acho que devido aquele corpinho de moça.
Minha cunhada tem cabelos castanhos mais escuros, 1.65, aprox. 50kg seios de médio para grande e coxas que começam finas junto aos joelhos bem torneados e vão engrossando nos quadris, todas as três (minha esposa, minha sogra e minha cunhada) têem cabelos longos e ondulados, até abaixo dos ombros, impossível as pessoas não olhares quando esse trio anda nas ruas.
Eu adorava ir à casa dela namorar, além do prazer de vê-la, ainda com pai simpático, mãe escultural e principalmente quando o irmão dela estava lá com minha futura cunhada, sem duvida era uma família linda! Com aquela garota, até mesmo eu um inveterano opositor do casamento, sentia vontade de casar e te-la em casa só para mim.

Com o tempo acabei casando com ela. No dia do casamento, lá estava minha sogra, com vestido longo, tomara que caia e um chale transparente nos ombros desnudos, no colo se via um par de seios que sustentava o lindo vestido. Minha cunhada, que foi a madrinha junto com meu cunhado, também com vestido longo, tomara que caia, realçando aquela cinturinha de pilão e seus seios um pouco menores que de minha sogra mas mesmo assim, de bom tamanho. Os convidados batiam muitas fotos, e eu sabia que eles estavam é batendo fotos para terem a imagem linda da minha sogra, minha cunhada, e minha esposa também, mas eu ao invés de me aborrecer, sentia orgulho disso.
Claro que minha esposa, linda com seu corpinho espetacular, seios grandes como da sua mãe, me dava muita tesão e desde a noite de núpcias, trepávamos todas noites onde eu a ensinei como chupar um pau dando prazer ao macho, eu a ensinei a engolir porra quando eu gozava na boca dela durante um 69, ensinei a dar o cuzinho coisa que no começo ela não gostava mas depois começou a sentir tesão, sempre acordava pelo menos uma vez de madrugada para mais uma trepada. Mas homem é bicho sem vergonha, apesar de ter uma mulher tesuda e linda como minha esposa, muitas vezes, eu trepava com ela, imaginando estar com minha cunhada e até mesmo minha sogra. Quem conhecia minha esposa, jamais imaginaria que um homem, ao ter uma mulher linda e sensual como ela, em seus braços, toda núa, conseguisse pensar em outra mulher. E o pior é que eu apesar de tê-la só para mim, pensava em outras duas, e isso estava virando uma obsessão, eu tinha de bolar algo para poder comer as duas. Para mim, era como um desafio, pois sempre consegui comer as que eu queria. Fiquei pensando em várias formas de conseguir.
Nessa época, na empresa, entrou um rapaz que acabamos nos tornando grandes amigos, com quem sempre ia almoçar junto e as vezes tomavamos uma cervejinha no fim do expediente, para nos descontrair, ele era solteiro, tipo galã, ele era como eu quando solteiro, não queria saber de casamento, ele estava na fase de ficar namorando várias mulheres nas baladas noturnas até conseguir comer e contava as conquistas dele para mim. Era muito excitante ficarmos falando de mulheres, ele era mulherengo e já tinha usado quase todos artificios para conseguir as mulheres que queria, isso me inspirou a lutar para eu também conseguir comer as duas mulheres que povoavam minha imaginação, ou seja, minha sogrinha e minha cunhadinha.

Uma vez, a avó da minha esposa (mãe do meu sogro) que mora no interior de Santa Catarina, ia ser operada de um tumor. Minha sogra não se dava muito bem com ela, eu não tinha a menor vontade de rodar horas e horas para visitar uma pessoa que mal conhecia por isso inventei que tinha serviço importante na empresa naqueles dias, e minha cunhada, como ia prestar concurso publico, não podia viajar.
Ficou resolvido que iriam viajar de carro o meu sogro, meu cunhado e minha esposa, pois ela e seu irmão, quando crianças, passavam as férias, na casa dessa avó.
E ficou resolvido, que como minha casa era a maior de todas, era um sobrado, com 2 suítes de hóspedes além de um outro quartinho que usávamos como segunda salinha de TV, quintal, e bem localizada para todos, ao lado da estação de metrô, minha sogra e minha cunhada dormiriam em nossa casa !
Eu não podia demonstrar, mas fiquei tão contente como se tivesse ganho sozinho na loteria, claro que eu tinha dado sugestões, para que aquela situação encaminhasse dessa forma.

Imaginem eu morando sozinho com duas mulheres lindas e desejáveis, que já inspiraram algumas trepadas com minha esposa, na minha imaginação.
Juntos eu e esse novo colega da empresa, aproveitando nossa imaginanção e nossa experiência de conquistador e as experiências desse novo amigo em papar mulheres, preparamos uma maneira de eu poder comer minha sogra e a cunhada.
Ficou combinado que ele iria entrar comigo, eu como refém dele, ele como assaltante, como se eu tivesse sido abordado ao entrar em casa, ele entraria com capuz ninja cobrindo o rosto, como se fosse assaltante, e ele me obrigaria a comer tanto minha sogra como minha cunhada, mas tinha de ser convincente, como se eu fosse obrigado, contra minha vontade, a comê-las. Eu levei e mostrei fotos das duas para ele.

Ele pegou as fotos, deu um assobio, e disse que agora entendia esse meu desejo de possuí-las, mas mulherengo como ele era, sentiu tesão imediatamente pela minha cunhada.
Ele muito esperto, disse que ele também tinha de comer a cunhadinha, senão elas iriam desconfiar! Mesmo contra minha vontade, tive de concordar que ele tinha razão.
Nenhum assaltante entra numa casa, manda um cara comer duas mulheres e vai embora sem as molestrar, isso faria as duas desconfiarem!

No dia da viagem, depois que meu sogro, minha esposa e meu cunhado foram viajar, no fim da tarde, após serviço, voltei para casa a noite, quando sabia que as duas já estavam na casa. Fui junto com meu amigo, o “assaltante”, tudo combinado, já tínhamos comprado até um revolver de brinquedo imitação perfeita de um verdadeiro.
Chegando em casa, entrei na garagem, fechei o portão para ninguém ver, abri a sacola de compras tirei dois copinhos de água mineral e tomei um comprimido de Viagra e dei outro Viagra ao “assaltante”, eu não preciso de Viagra, mas essa noite prometia exigir muito do meu pau, então para prevenir tomei o Viagra para poder gozar várias vezes.
Depois mandei meu amigo colocar a toca ninja, recomendando para ele jamais me chamasse pelo meu nome, agir como um assaltante violento, sem gritar para não chamar atenção apesar de minha casa ser isolada. Recomendei também para ele recolher os celulares para evitar de elas chamarem a policia. Liguei para minha esposa, falei com ela, com meu sogro e meu cunhado, para evitar de eles ligarem em hora imprópria, e desejei boa noite a eles.
Entrei em casa e vi que minha sogra estava na cozinha.
Fechei a cortina da sala, entrei na cozinha com o “assaltante” encapuzado me segurando e apontando a arma, eu já com as mãos amarradas. Ele apontou a arma para minha sogra, anunciou assalto e mandou ela ficar quietinha, senão iria nos matar. Eu via medo estampado no rosto dela. Ele já estava com uma tira e amarrou as mãos dela também, e sussurrando perguntou a ela, quem mais estava na casa. Ela disse que a nora dela estava no quarto em cima.
Ele sempre falando baixinho, mandou nós irmos para cima junto com ele, em silêncio, para pegar a outra moça. Subimos a escada, ele entrou no quarto da minha cunhada que estava assistindo TV, e ficou aterrorizada ao nos ver. Ele mandou ela ficar quietinha e explicou o assalto, e que se a gente cooperasse ele nos deixaria vivos, caso contrário mataria os três, e amarrou as mãos dela também.
Ele levou todos nós para meu quarto (como tinhamos combinados), fechou a janela e a cortina, acendeu todas as lâmpadas inclusive os abat jours, que eu tinha trocado por lâmpadas mais fortes para iluminar todo quarto, e deixou bem claro que queria dinheiro para comprar droga, e se alguém tentasse fugir, ele mataria nós três. Todos nós afirmamos que iríamos cooperar.
Ele queria saber quem era quem, e minha sogra disse que eu era genro, a outra nora.
Depois ele pegou tiras de panos já preparados para isso, e amarrou forte meus olhos, me vendando, não conseguia ver mais nada, e minha cunhada e minha sogra assistiram a isso. Depois foi a vez dele vendar minha sogra e minha cunhada, elas também já não conseguiam ver nada, e ele deixou bem claro que ele iria tirar a toca ninja, e se alguém visse o rosto dele, ele mataria para não ser reconhecido.
Ele falou para mim: “Ó Zé Mané, mostra logo onde tem dinheiro aqui, senão te apago”. Eu falei que para eu pegar algum dinheiro, ele precisava soltar minhas mãos. Ele desamarrou avisando que se eu tentasse alguma coisa ele mataria todos nós, fui desamarrado e afrouchei a venda dos olhos e pude ver, minha sogra e minha cunhada, amarradas na cadeira, com os olhos vendados, cada uma num canto.
Depois, ele abriu sua mochila, tirou uma garrafa de caipirinha feita de pinga e vodka, com limão e bastante açúcar para disfarçar o quão forte era a bebida. Pegou dois copos da estante, encheu de caipirinha e entregou um para minha sogra, outro para minha cunhada e fingiu dar outro para mim, e obrigou nos a tomar tudo sob pena que levar um tiro se não tomasse. O açúcar disfarçava bem por isso, tanto a sogra como a cunhada, conseguiram tomar em uns 4 goles forçados pelo “assaltante”.
Comecei a abrir gavetas, dizendo olha, aqui tem esse dinheiro, aqui tem mais isso, aqui mais isso, por favor, você já tem o dinheiro, deixe nos livre que prometo que não contaremos nada à polícia. E de uma das gavetas, tirei uma filmadora que já tinha preparado, e comecei a filmar, pois nenhuma das duas conseguia ver nada e o álcool já começava a perturbar as duas.
Ele com linguajar de malandro, dizia: “tu és um cara legal mano, mais tu achava qui vô saí só com a grana, sem comer essas putas?”
Eu fingi estar horrorizado, falei que ele já tinha dinheiro suficiente, pedi clemência para não fazer mal às mulheres, e ele em tom violento mandou me calar, disse que se eu falasse mais alguma coisa, ele me mataria.

Ele ficou ao lado da minha cunhada, acariciando seus cabelos, sua cabecinha, dando beijinhos, na orelha, no pescoço e nos lábios. Ela procurava se esquivar, então, ele falou: “escuta aqui sua puta, eu vou ti comê de quarqué jeito, si tu ficá dando uma de difícil, vai sê pió, porque eu vou te comê de quarqué jeito. Qué fazê du jeitu fácil ou tu quê dá apanhando”. Depois dessa, ela ficou quieta, deixando ele ficar passando as mãos pelo corpo e ainda dando beijinhos na face.
Como eu sabia que não dava para minha cunhada nem minha sogra verem nada por estarem vendadas, fiquei filmando ele passando as mãos nos peitos da minha cunhada, por cima da roupa, nas pernas dela, passando as mãos pelas coxas por baixo da saia.
Notei que minha sogra estava muito assustada quase chorando

Depois ele mandou minha cunhada se despir, após livrar suas mãos das amarras, deixando bem claro que se ela tirasse a venda dos olhos e visse o rosto dele, ele mataria. Ela, com medo, jurou que não tentaria tirar a venda.
Ela estava relutante, envergonhada, mas tirou a blusa, a saia, sempre de olhos vendados e eu filmando sem ela saber, que beleza, eu vendo aquele corpo esguio só de soutien e calcinha. Depois soltou o fecho do soutien nas costas, eu a vi, descendo as alças pelos braços, depois segurar o bojo e tirar o soutien, revelado um par de peito maiores que a média, cheinho e firme, com tamanho gostoso de pegar, apertar e chupar.
Finalmente, depois de ficar imaginando tanto tempo, consegui ver os peitos da minha cunhada com mamilos cor de rosa. Depois ela segurou as laterais da calcinha e começou a abaixar, vimos aparecer uma bundinha redondinha, firme, lisinha e pela frente um triângulo de pêlos acima da buceta. Descobri que ela depilava cuidadosamente sua bucetinha em volta dos grandes lábios, coisa que até aquele dia, somente meu cunhado sabia, agora eu também partlhava desse segredo! Ela deixava um tufo de pêlos triangular em cima do rasgo da buceta. Ela se virou, ficou de costas para mim, para tirar a calcinha, eu me abaixei para continuar filmando de baixo para cima, por trás daquela bundinha tesuda e quando ela levantou a perna para tirar a calcinha, vi no meio das pernas, o rasgo da buceta sem pêlos, com lábios bem cheinhos, lisinhos, sem nenhum pêlo, e também o anel do seu cuzinho mais escuro, que filmei com zoon. Meu pau quase estourava de tão duro.
Mentalmente, fiquei admirando o corpinho perfeito da minha cunhadinha.

Só queria ver qual seria a reação do meu cunhado, se ele, um dia, souber que eu já vi o corpo todo da sua esposa, seus peitos com mamilos rosas, sua barriguinha sarada, onde começam os pêlos da bucetinha, sua bundinha redondinha linda que esconde o anel do cuzinho mais escuro, suas coxas longas bem torneadas, o rasgo da buceta e até as pregas do cuzinho dela, e também que eu sei que ela se depila ao redor da bucetinha deixando um tufo de pêlos em cima, e que estava tudo gravado no meu filminho e que eu assisto sempre, acho que ele nunca mais falaria comigo. Depois que ela ficou pelada, ele a segurou e a colocou sentada na cadeira de novo, claro que antes, ele passou as mãos pelos peitos e pela bundinha e o corpinho dela, agora com as mãos livres. Que beleza, minha linda e gostosa cunhada, sentada peladinha, com os peitos a mostra, e entre as suas coxas alvas, o tufo de pêlos, era uma visão linda demais, que eu filmava embevecido, minhas mãos até tremiam de tanto tesão.

Ai o cara chegou perto da minha sogra e falou: “e tu madami, qué ficá peladona numa boa ou qué levá umas coronhadas primeiro?” Ela bem baixinho, com voz tremula, disse que tirava a roupa, e ele soltou as mãos recomendando que se ela tirasse a venda dos olhos, a mataria. Eu me posicionei e passei a filmar a minha linda, elegante e deliciosa sogrinha.
Minha sogra em pé, elegantemente vestida, porte aristocrático como uma rainha, como mulher da alta sociedade, começou a tirar a roupa, vermelha de vergonha, com a cabeça baixa. Ela desabotoou os botões do vestido, depois segurando a barra, levantou para cima, para tirar pela cabeça,ela tirou o vestido ficando só de soutien e calcinha.
Jesus, nunca imaginei que minha sogrinha tivesse um corpão desses, meu sogro era um cara de sorte, um corpo esguio, sem gordura, sem celulite, cintura fina, um par de peitão, bunda arrebitada, pernas bem torneadas, barriguinha sarada, entendi de quem minha esposa puchou.
Por cima do soutien, dava para ver um pedaço do peitão dela. O cara mandou continuar e ela vermelha de vergonha, continuando de cabeça baixa, primeiro colocou aqueles braços longos e perfeitos para trás, nas suas costas e desabotoou o soutien, abaixando as alças, deslizando as em cada braço, depois segurou a taça do soutien e tirou fora, deixando livre dois peitos grandes macios com grandes mamilos cor de rosa, que causaria muito tesão em qualquer homem. Era um peito grande e lindo, tanto eu como o “assaltante”, já estávamos de pau duro há tempo. Vi de onde que minha esposa herdou aqueles seios grandes, a diferença é que da minha esposa era mais firme, e mais duros que o da mãe dela. Depois a sogrinha pegou as laterais da calcinha e foi puxando para baixo, primeiro apareceu aquela bunda maior que a da cunhadinha, mais carnuda, mas ainda firmes, sem celulite, bunda madura, gostosa, tesuda, redondas, eu sempre filmando a bunda por trás. Pela frente, apareceram os pêlos da buceta, ela foi deslizando a calcinha pelas coxas e pernas, até tirar pelos pés, fiquei abaixado por trás, filmando de baixo para cima e ao levantar a perna para tirar totalmente a calcinha, vi por entre suas nádegas, uma buceta grande e coberta de pêlos, com um rasgo no meio daquele matagal. Ela nua, revelou uma bunda grande mas sem exagero, muito bem feita, eu imaginava que a bunda dela fosse bonita, mas nunca imaginei que ela tivesse uma bunda tão apetitosa e gostosa assim, e também uma buceta toda peluda, diferente da buceta depilada da minha cunhada. Ele a pegou e colocou sentada na cadeira mais afastada, aproveitando para passar as mãos no corpo dela, especialmente nos peitos, no canto do quarto. Eu via e filmava aqueles peitões macios, com mamilos escuros, as coxas branquinhas e os pêlos da buceta que aparecia no encontro das coxas, ela sentada elegantemente com as pernas fechadas mas deixando o tufo de pêlos a mostra.
Aí eu comecei a perceber como o corpo de minha sogra era apetitoso, ela era mais tesuda que eu tinha imaginado algumas vezes, afinal qual homem não vê uma mulher madura vaidosa, linda, sofisticada, gostosa, pensando no que ela tem por baixo do vestido?
Depois o “assaltante” mandou eu tirar minha roupa como garantia que eu não escondia nenhuma arma, foi a minha vez não teve outro jeito tive de tirar as roupas.

Era uma situação inusitada, nós três, sentados, eu vendo e filmando, dois pares de tetas e os pêlos na parte final das coxas delas. Ainda bem que minha sogra e minha cunhada não viam meu pau duro, em frente a elas, e eu estava tentando me controlar para que ele não ficasse mais duro, pois não parava de admira os corpos das duas, os peitos, os pêlos, as coxas, as bucetas, e tudo isso bem pertinho.
De repente o “assaltante” tirou sua roupa. Eu nunca o tinha visto pelado, mas quando ele tirou a cueca, saltou um pau longo, que ele pegou na mão e movimentou como se estivesse masturbando, e ficou passando as mão na minha cunhadinha, no rosto, no pescoço, nos peitos dela, dando beijinhos no rosto, o ouvido, na boca, chupando os mamilos, colocando a mão dela no seu longo pau e eu filmando tudo, tudo com calma, carinho, que acalmou minha cunhada. Eu sabia que intimamente, minha cunhada devia estar sentindo que o pau do “assaltante” era bem mais comprido que do seu maridinho.
Como minha cunhada nem sonhava que eu estava vendo e filmando, ela achava que todos estava de olhos vedados, ela segurava o pau, fazendo movimento de vai vem, o que me deixou com mais tesão. Imagine a filha da puta casada e manipulando um pauzão. Quando ele encostou a cabeça do pau nos lábios dela, eu vi que ela passava a língua na cabeça toda, até que começou a por na boca e engolir aquele pau enquanto ele massageava seus peitos. Não sei se fazia isso por medo de apanhar ou se a bebida começava fazer efeito deixando a com tesão. Ahhhh, filha da puta, chupando o pau de outro homem, eu já não sabia se ela fazia isso obedecendo ordens ou se fazia por sentir tesão, em todo caso, filmei tudo.
Que tesão de ver minha cunhada com um pau na boca, ahhh se o marido dela visse aquela cena!!!. Se eu não estivesse vendo (e filmando), iria achar que ela estivesse morrendo de medo na cadeira. Depois que ele ficou passando as mãos nos peitos, alisando as coxas e bunda, enquanto ela segurava e chupava seu pau, ele a levou para a minha cama, onde eu comia minha esposinha.
Era uma cena excitante, minha cunhada de olhos vendados, pelada, sendo puxada pelas mãos por um homem pelado, que mostrava um pau longo e duro, ele a deitou com as pernas para fora da cama.
Ele se ajoelhou no tapete segurou as pernas dela, abriu, deixando ver o rasgo da buceta para eu filmar em close, arregaçou com as mãos e colou seus lábios, começou a lamber e chupar.

Minha cunhada se arrepiava, e eu via e filmava, ela apertando os lábios tentando conter os gemidos acho que para ninguém perceber o que estava acontecendo. O álcool facilitava liberar seus instintos e ela se soltar assim, filmei seus dedos agarrando o lençol com força, não havia dúvidas do grau de excitação dela, acho que para minha sogrinha não escutar, apertava os lábios, até que não agüentando mais, passou a soltar uns gemidos abafados aaaaaahhh, aaaaaaahhhh, aaaaaiiiii, aaaaaiiiiiiiii, ela deixava escapar uns aiiii, aiiiii, aiiii com respiração cada vez mais ofegante, já abria as coxas por si só, os mamilos estavam duros.
Ficaram fazendo isso, até que percebi ela ficar toda rígida, fechando as mãos, tentando comprimir os lábios, parando de respirar, depois se estremecer gemendo alto, primeiro gemendo ai, ai, ai, ai, depois mais longos, aaaaiiiiiiiiiiiii, aaaaaiiiiiiii, já nem ligava mais se a sogra ouvisse, ela estava gozando seguidas vezes na boca dele. Eu não estava agüentando de tesão, e vi que minha sogra também contraia os músculos, vi seus mamilos ficarem duros, claro que ela estava com tesão, quem não ficaria, ainda mais depois de um copo de caipirinha ?
Depois ele foi lambendo o corpo todo dela, as coxas, a barriguinha, principalmente os peitos, pescoço, até que a colocou na posição papai mamãe, ela já ficou com aos joelhos dobrados e coxas abertas, pronta para o recebe-lo,
Ele segurou seu pau enorme e bem duro, encaixou a cabeça do pau no buraco lambuzado da buceta e foi forçando e penetrando lentamente e eu filmando aquele pau entrando centímetro a centímetro na minha cunhadinha, ele ficou entrando e saindo dentro dela por um tempão, eu filmando a bunda dele subindo e descendo para levar e tirar o pau da buceta, percebi pelos movimentos e pelos gemidos, que ela gozou mais 2 vezes durante a foda gemendo com gosto, depois da segunda gozada dela, onde ela gozou gemendo alto e estremecendo, ele a pegou pelos quadris, deixando a de 4, com a bunda para cima. Eu sempre filmando, vi quando ele enfiou o pau na buceta até o fim e tirou, depois, segurou na mão aquele pau lubrificado e encostou a cabeça do pau no cuzinho dela. Ela percebeu a intenção dele de comer seu cú e pediu para ele parar, dizendo que iria machucar, que ela não estava acostumada.

Ele perguntou: “o corno nunca comeu teu cuzinho?”
E ela disse que não, pediu para ele parar que estava doendo, mas ele não quis saber, só mandou ela enterrar a cabeça no travesseiro para ninguém escutar os gritos. Ela mergulhou a cabeça no travesseiro deixando a bunda para cima, eu fui lá para filmar e vi a bunda aberta mostrando os lábios vaginais abertos totalmente melados e as pregas do cuzinho. Coloquei a filmadora perto, pegando a cena do pau encostando no cú, ele segurando o pau com uma mão e a bunda dela com outra, começou a empurrar.
Quando a cabeça do pau entrou, ela soltou um grito de dor, mas o travesseiro abafava os gritos dela, ele segurava a cintura dela com as duas mãos e continuava empurrando firme, vi a cabeça entrar e ele empurrando bem devagarzinho o pau cada vez mais, ela gemendo sempre com aaaiiii, para para para esta doendo, para, aiiiii, aiiii,, até que, quando vi, metade do pau já estava dentro do cú. Que tesão me deu, ao perceber que o cara tinha quebrado o cabaço do cuzinho da minha cunhada, coisa que nem o maridinho fez e eu filmei tudo.
Ela gritava cada vez menos, até que ele passou a mão por baixo e começou a massagear o grelinho, até ela começar a gemer de prazer, quando ela estava com a respiração ofegante, dando sinais de novo gozo, ele a segurou pela cintura puxando forte e com isso a metade faltante do pau entrou todo dentro do cuzinho, seus pêlos encostaram na bundinha dela.
Ela soltou um grito alto de dor, mas ao mesmo tempo começou a estremecer toda e gemer aaaaiiiiii, aaaaaiiiiiii, aaaaiiii, percebi que ela estava gozando com o pau atolado no seu cú, ele também não agüentou e gemendo, gozou dentro daquele cuzinho que era virgem.
Ele soltava gemidos gozando dentro daquele cuzinho virgem, que estava recebendo porra pela primeira vez. O cuzinho da minha cunhada estava inaugurado, e muito bem inaugurado, ela gozando pela primeira vez pelo cú e também recebendo porra pela primeira vez lá dentro.

Coitada da minha sogrinha, é claro que mesmo sem poder ver, ela entendeu que sua nora estava sendo enrabada, ouvindo a esposa do seu filho gozando pelo cú e recebendo jatos de porra, no buraquinho onde o pau do seu filho nem conhecia ainda.
Ele se levantou, e falou: “oia só teu cunhadinho, de pau duro só de escutá a gente trepando”. E falou, agora eu vou sentar aqui, e quero ver tu trepando com a sogrinha, e se não trepar direito vai levar porrada. Eu verifiquei se minhas vendas estavam no lugar, para minha sogrinha não desconfiar, logicamente deixando frestas, para poder ver tudo e entreguei a filmadora para ele. Ele deixou minha cunhadinha com a buceta e o cú arrombados e cheia de porra, sentadinha na cadeira, fingiu que pegava minha mão, e me levou para junto da minha sogra.

Ele pegou minhas mãos, colocou nos peitões dela e disse: “pruveita aí Zé Mané, dá um trato na coroa e capricha porque seu num gostá, ces dois leva coronhada.” Então aproveitei e fiquei passando as mãos nos peitões dela, segurando, apertando e chupando os mamilos, beijando os ouvidos, pescoçinho.
Minha sogra, linda, com aquele corpinho de fazer inveja a adolescentes, com aqueles peitões, e eu segurando, lambendo e massageando, percebi que os mamilos estava duros, sinal que ela estava com muita tesão também. Eu vendo tudo pelas frestas da venda e ele filmando tudo, ele pegou a mão dela e colocou em cima do meu pau, dizendo: “dá um trato caprichado, queru vê tu chupando direito.”
Ela pegou meu pau na sua mão, ficou me masturbando bem de vagar, até que ele pegou minha sogra e levou nós dois até a cama. Eu vi minha sogra deitada na cama, aquele corpo lindo, peitão meio tombados para os lados devido peso, pernas e coxas bem torneadas, buceta peluda, era demais para mim. Ele comandava dizendo: “sobe aqui Zé Mané”, e colocou meu pau na boca dela. Ela segurou meu pau duro na mão e ficou passou a língua pela cabeça do meu pau, depois colocou na boca dela.

Como ela chupava bem, depois que metade do meu pau entrou na boca, ela fechou os lábios prendendo meu pau e ficou passando a língua na cabecinha do pau, dentro da boquinha dela, me dava arrepio só de sentir a língua dela passando na cabeça do pau! Esse meu sogro é um homem de sorte, ter uma esposa linda, com corpo perfeito, elegante, peitão farto, e que sabia chupar um pau como uma puta!
Eu não agüentava mais, me inclinei nas pernas dela, sempre deixando meu pau na boca dela, abri as coxas vendo aquela buceta toda peluda, passei minhas mãos por trás das coxas dela, mantendo as coxas abertas, afastei os pêlos lambuzados e arregaçando a buceta, vi que ela estava toda melada, escorrendo de tanto tesão e fiz uma descoberta inesperada. Ela tinha um grelo enorme, duro, em pé, igualzinho ao grelão da minha esposa. Na primeira vez que chupei a buceta da minha esposa, ela me impedia de toda forma de eu colar minha boca em sua bucetinha, isso me dava mais tesão, e usando minha força física, acabei abrindo as coxas dela e caindo de boca na bucetinha e só aí, eu descobri o porque ela relutava tanto em me deixar chupar sua bucetinha, ela tinha um clitoris enorme, rígido, que se levantava como se fosse um peniszinho. Eu fiquei louco de tesão, engoli aquele grelão e fiquei passando a língua e descobri que fazendo isso ela tinha um orgasmo atras do outro, gemendo, pulando, estremecendo, até praticamente desmaiar.
Me deu mais tesão, saber que aquele monumento que até então era inatingível por mim, ela estava muito excitada, o que se notava pela rigidez do seu clitoris.
Arregacei a buceta, sempre de modo que o “assaltante” pudesse ter a melhor visão, para a filmar aquela buceta melada e brilhante em close e aquele grelão duro dela, enorme apontando para cima como se fosse um pequeno cacete, exatamente igual da minha esposa, mostrei isso ao “assaltante”, ele arregalou os olhos, acho que mesmo um conquistador como ele ainda não tinha visto um grelão como aquele. Abri os lábios vaginais afastei os pêlos para ele filmar aquele grelão, pois mais tarde eu iria assistir sozinho, o filme do grelo, com mais calma. Depois encostei minha boca, ataquei de língua, aquela buceta deliciosa, sentindo o gosto do mel da minha sogrinha, engoli o grelão prendendo nos lábios e fiquei passando a língua na cabeça do grelo exatamente como ela fez com meu pau e também exatamente como eu fazia com o grelão da minha esposa. Com isso, fiz a sogrinha gozar gemendo muito e se estremecendo toda, exatamente como a filha. Eu sabia que lambendo aquele grelão ela sentia um puta tesão e era impossivel não gozar, pois minha esposa dizia isso.

Ela, no começo não queria dar o braço a torcer, ficou aguentando firme em silêncio, só ficava se contorcendo na cama apertando os lábios, mas o mel encorrendo da buceta não negava o tesão e esticando e encolhendo braços e coxas, abrindo e fechando as mãos, até que quando coloquei o grelão na boca e passei a lamber a cabecinha do grelão, ela não agüentou deixando escapar uns ai, ai, ai, ai, depois passou a gritar mais prolongadamente, com aaaaaaiiiiiii, aaaaaaaiiiii no gozo. Depois de ficar chupando toda buceta, enfiei dois dedos dentro e fazendo movimentos vai vem, enquanto chupava seu grelão, ela não aguentou, passou a gemer sem parar, sem ligar se sua nora estava ouvindo ou não, até que começou a pular como num ataque epilético, soltando gritos incontroláveis, huuummmm, ahahahahahhhh, uaaaaaiiiiiiii aaaiiiiii, porque meu pau estava atolado na boca, ela estava tendo uma sucessão de gozos e eu sabia disso, porque minha esposa gozava do mesmo jeito que a mãe dela quando tinha múltiplos orgasmos.
Que cena para eu rever no filme depois, a mãe da minha esposa tendo orgasmos múltiplos, pra valer enquanto fazia 69 comigo. O pau do “assaltante”, mostrava o quanto essa cena era excitante.
Depois, me virei, fui subindo e beijando cada pedaço daquele corpinho, as pernas, coxas, barriguinha, segurei seus peitos e fiquei mamando enquanto ela gemia depois subindo e beijando o pescoço, a orelha, enquanto fui, entrando no meio das coxas dela. Ela facilitava dobrando os joelhos e abrindo as coxas.
Segurei meu pau, coloquei no meio daquela selva de pêlos molhados e fiquei pincelando pelo rego todo, desde o grelo enorme (como da minha esposa) até o cuzinho. Ela soltava uns aaaaiiii, aaaaiii, toda vez que meu pau batia no grelão e no cuzinho. Coloquei a glande na entrada da buceta.
Ao sentir meu pau no buraco da sua buceta, ela mesma elevou seus quadris e com isso fez a glande pular dentro, entrou fácil pela excessiva lubrificação dela e fiquei fodendo na posição papai mamãe, enquanto a beijava e nossas línguas se encontravam, os braços e pernas dela me abraçaram forte, até que ela gozou de novo urrando.
Tirei o pau uma vez, segurei com as mãos levantei as pernas dela, apontei para seu cuzinho e fui enfiando, eu esperava ouvir protestos dela como da minha cunhada, mas nada, entrou fácil, sem ela protestar, muito pelo contrário, ouvi uns aaaaiiiii, aaaaiii, mas era de tesão e não de dor, deu para perceber que ela estava acostumada a receber no cu e isso lhe dava muito tesão. Depois de enfiar e tirar algumas vezes no seu cuzinho, quando senti que estava quase gozando, mudei de buraco, tirei do cu e atolei na buceta até o saco.
Meu sogro que me perdoe, mas eu não agüentei, enterrei todo meu pau até o fundo, com nossos pêlos se encostando e acabei gozando dentro da buceta da minha sogrinha, lançando vários jatos de porra.
O “assaltante”, já ia começar a se vestir para ir embora, mas eu apontei para minha cunhada, e fiz gestos que eu ainda queria comer minha cunhadinha. Então, ele tirou minha sogra da cama, ela estava com a buceta escorrendo porra que eu tinha acabado de descarregar, pegou minha cunhada, e falou, “agora quero ver tu fodendo tua cunhadinha”, e jogou ela na cama. Eu vi a filmadora na estante filmando o quarto. Ele se sentou na cadeira ao lado da cama com as pernas fechadas e o pau apontando para o teto, fez minha sogra sentar de frente no seu colo cavalgando-o, vi que as mãos dele seguravam a bunda da sogrinha, enquanto sua boca beijava a orelha, a boca, o pescoço, os peitos dela, deixando tudo brilhando de saliva.
Percebi que a cunhadinha não estava receptiva comigo, acho que sentia vergonha de trepar comigo perto da sogra. Comecei a beijar as pernas da minha cunhada, as coxas, a barriguinha, tudo com muita calma, pois tempo era o que não faltava, aqueles peitos macios e gostosos menores que da sogra mas mesmo assim de bom tamanho, o pescoço, orelha, beijinhos nos lábios, eu dei um banho de língua como ela nunca teve e claro que depois disso ela começou a ficar excitada, nenhuma mulher ficaria indiferente, e os mamilos durinhos mostrava o tesão dela.

Abri as coxas dela, depois de ficar vendo muito bem aquela buceta linda cor rosa, arregacei e comecei a lamber e a chupar, até que ela começou a gemer, me virei e ela colocou meu pau na boca, aquele pau babado de porra e mel da sogrinha, e ficamos fazendo um 69 delicioso, coloquei dois dedos na buceta, outro no cuzinho esporrado e fiquei lambendo o grelinho, até ela gozar gemendo e estremecendo com meu pau atolado na boca.
Então entrei no meio das coxas dela, peguei meu pau encostei na entrada da buceta e fui forçando até que ele começou a penetrar lentamente naquela buceta que tanto desejei, desde o dia que fui apresentado a ela. Finalmente conheci como era a bucetinha dela, tão apertadinha que agasalhava meu pau quase me fazendo gozar, quente, lisa, exatamente como eu imaginei.

Meu pau ficou entrando e saindo, com ela gemendo, até que ouvimos uns ai, ai, ai, ai gemidos vindo da cadeira ao lado e ao olhar para lá, vi minha sogrinha gemendo e cavalgando o pau do “assaltante”, ela abraçada no pescoço dele e subia e descia, eu via a bunda dela subir deixando sair parte do pau depois sentava de novo engolindo tudo, ele segurando a bunda dela com as duas mãos, ela cavalgava como uma amazonas seus peitões balançando e ele com a língua lambia os mamilos. Ela se esqueceu de nós e fodia com gosto, até que ele suspendeu a bunda dela, tirando o pau da buceta e direcionando no cuzinho. Ela mesma pegou o pau, ajeitou na entrada do seu cuzinho e foi sentando e engolindo o pau, aquilo foi demais Passei a foder com violência minha cunhadinha, pois ver minha aristocrática sogrinha cavalgando com o pau enterrado no cuzinho me deixou com tesão incrível, pois notava-se que ela sentia um puta tesão ao dar o cuzinho, afinal meu sogro é um cara muito calmo e acho que não usa muito o cuzinho dela. A cunhadinha também ouviu a transformação da sogra e ficou com mais tesão, como eu, ela me abraçou forte na posição papai mamãe com os braços e coxas, me beijou gostoso, e quando minha cunhada começou a gozar, eu não agüentei empurrei tudo para entrar o mais fundo possível e gozei dentro do útero dela, inundando aquele espaço que era só do meu cunhado, gemendo, vi minha sogra e o “assaltante” gozarem, todos nós gozando ao mesmo tempo.
Quando minha sogra ia saindo da sua posição de cavalgar, ao se levantar, vi o pau dele sair de dentro dela brilhando, e logo em seguida, uma porção de gosma branca escorreu de dentro da seu cuzinho, caindo no pau do cara. Depois disso, ele se vestiu, e falou: “Não posso deixá oceis vivu, sinão oceis vão na pulicia.”
Eu jurei que não faríamos nada, e pedi que ele nos deixasse vivos, minha sogra e minha cunhada também prometeram esquecer, até que ele falou, “se a pulicia pegá eu, eu vorto aqui i mato todo mundo dessa casa, por isso é bom esquecê tudo e não ninguém sai daqui antes de meia hora, si eu vortá e vê arguém di pé, eu mato memo!”

Ele deixou a filmadora comigo filmando, nos deixou todos deitados, numa posição, minha cunhada deitada no tapete de barriga para cima, minha sogra em cima dela, na posição 69, o “assaltante” mandou elas se chuparem. Fui correndo, e filmei em close minha sogra e minha cunhada se chupando. Vi por entre minha venda, quando filmava, minha cunhada segurando a bunda e lambendo a buceta da minha sogra, passava sua língua no rego e enfiava dentro do buraco da buceta, de onde escorriam porras minha e do cara, e minha sogra segurando as coxas e chupando a buceta da nora, também passando a língua pelo rego e enfiando no buraco da buceta, de onde escorria porra minha pela buceta e porra do cara pelo cú, e percebia o tesão que cada uma dava a outra, era um círculo vicioso, quanto mais elas se chupavam mais tesão dava, isso fazia a outra chupar mais e o prazer voltava de novo a quem chupou primeiro e assim sucessivamente, uma deixava a outra com mais tesão.

Depois de um tempo, me levantei, e falei: “cuidado que ele pode voltar, continuem aí, vou ver se ele foi embora ou se está em outro quarto”, fiz barulho como que saindo, mas fiquei ali filmando uma chupando a outra, aquela cena era demais, uma dando prazer a outra, a cunhadinha deitada no tapete, com os joelhos dobrados, coxas afastadas, com a sogrinha linda e esguia por cima, com a cabeça mergulhada entre as coxas, os braços dela por fora das pernas, as mãos nas coxas da cunhadinha abrindo, e a cunhadinha passando suas mãos por fora das coxas da sogrinha, cada mão em cada lado da bundinha, apertando a bunda e a bucetinha da sogra contra sua boca, meu pau duro como pedra, não imaginei que esse Viagra funcionasse tão bem. Tive de me conter para não comer o cuzinho da sogrinha que ficava alí na minha frente, abertinha e pingando porra. Fingi procurar pela casa, e ao voltar, vi no chão, aquelas duas mulheres excitantes, peladas se lambendo ainda, suspirando e gemendo, quase que pulo em cima delas, mas me contive e depois de filmar um pouco mais, escondi a filmadora ainda ligada e falei que elas podiam levantar.
Eu achei estranho o fato de eu ter que separar as duas, pois elas poderiam parar de se chupar, dava para perceber que o “assaltante” já se fora. Não sei se foi a primeira vez que elas chuparam uma buceta, mas dava para ver que adoraram.
Elas tiraram as vendas, e me viram pelado com o pau melado de porra e já duro de novo (esse viagra é um santo remédio), foi um momento de constrangimento para as duas, nós três pelados um vendo outro, isto é, elas vendo meu pau pela primeira vez, o pau que as comeu e que as fez gozarem tão gostoso. Elas com os rostos melecados de porra e sucos delas, as bucetas e os cuzinhos extravasando porra, eu com o pau duro, vendo as bundas, as coxas, os peitos, os tufos de pêlos e a buceta delas e elas vendo meu pau duro com porra ressecada, balançando.
Elas foram tomar banho, cada uma em sua suíte, enquanto isso, desliguei e escondi a filmadora e fu tambem tomar meu banho.

Depois de todos tomarem banhos e estarmos vestido, nos reunimos na cozinha e discutimos se iríamos dar parte na policia ou não. A minha sogra não queria pois estava envergonhada e não queria que ninguém soubesse, nem seu marido nem seu filho nem filhla. Eu concordei com ela estávamos todos ali com vida, graças a Deus, e ninguém precisava ficar sabendo o que passamos, ficaria sendo nosso segredo. Foi difícil com minha cunhada mas conseguimos convencê-la finalmente, após dizer a ela que o marido dela não entenderia o que se passou e poderia até se separar dela e que se ela ficasse quieta, ele nunca saberia o que tinha acontecido, além de lembrar a ela a ameaça do “assaltante” que disse que se o denunciássemos, ele voltaria e mataria todos da casa. Diante disso, ela acabou cedendo a idéia de não ir à policia. Nessa noite, tranquei a porta do quarto, liguei meu computador e fiquei com fone de ouvido, vendo o filme, eu parava a cena, dava zoom e massageando o pau, não aguentei e acabei gozando.

Depois desse dia, nem sei quantas vezes acordei de madrugada, para assistir o filminho sozinho em outro quarto, vendo aquela buceta peluda e o grelão da linda e elegante mãe da minha esposa e a buceta lisinha da minha linda e tesuda cunhada. Eu parava a cena, dava zoon, acho que eu conhecia melhor os peitos, o cú e a buceta da minha sogra que meu sogro, e também conhecia melhor os peitos, buceta e o cuzinho da cunhada que meu cunhado, de tanto que eu via, em close e com zoon, eu acabava ficando com pau duro, e voltava para cama pelado, tirava o lençol descobrindo o lindo corpinho da minha esposa que sempre dorme de camisola sem calcinha e caía de boca na buceta dela chupando até o grelão ficar duro, isso fazia ela acordar comigo chupando até fazê-la gozar e depois eu colocava meu pau dentro e ficava trepando até gozarmos juntos e me acalmar. Ela nem desconfiava que meu tesão era motivado por sua mãe e sua cunhadinha.

Sei que não sou o único a ter passado por uma aventura assim, nesse Brasil imenso. Se você leitor, tiver um caso assim, onde tenha filmado sua cunhada, sua sogra, ou até mesmo sua esposa e quiser entrar em contato comigo, podemos marcar um local, onde cada um leva seu filme e passamos os filmes, para um poder ver o filme do outro. Afinal, quem filmou como eu (e você), quer ter o prazer de mostrar a outro, o seu troféu que é o filme.
Só não vale trazer filme baixado na internet dizendo que é seu. Nem tente isso, é fácil descobrir esse golpe.
Tudo em sigilo, um respeitando o filme do outro e depois de assistirmos juntos, cada um leva de volta o seu filme.
Meu e-mail: galileusp2010@hotmail.com
Já fiz isso com colegas de confiança. O melhor filme desse gênero que assisti até hoje, é de um rapaz que trouxe o filme do seu casamento, e também da sua noite de núpcias, quando ele deixou sua filmadora escondida da esposa e filmando no quarto de hotel.
Depois de nós dois assistirmos esse meu filme do “assalto”, colocamos o filme dele e assistimos juntos, primeiro, a parte da cerimônia do casamento dele e de sua belíssima esposa virgem (coisa rara hoje em dia uma noiva virgem, segundo ele, ela só deixava chupar pois o sonho dela era entregar a virgindade na noite de núpcias) e em seguida assistimos o filme da noite de núpcias do casal. Até hoje sua bela e gostosa esposa não sabe que foi filmada, e muito menos que eu já assisti seu casamento e também seu defloramento duplo, tanto da buceta como do cuzinho!
Tanto esse rapaz como eu, colocamos camisinha antes de assistir e ficamos acariciando o pau, pois ele gozou vendo minha cunhadinha perdendo o cabaço do cuzinho e eu gozei vendo sua esposa perdendo os dois cabaços.
Ele levou vantagem, pois meu filme, bem iluminado, mostrava até close das bucetas e do grelão, ao passo que o filme dele, ficava mostrando meio de longe. Mas foi linda a cena quando ela apareceu do banheiro de camisola lindíssima e subiu na cama, onde o marido a recebeu aos beijos e carícias, até se despirem e cairem num 69. Apesar da distancia, dava para ver o lindo corpo da noiva, um monumento virgem na noite de nupcias, os lindos seios, a bunda, os pêlos da buceta e o que dava muito tesão, é como ela gritava, primeiro gritava de dor ao perder o cabaço, depois urrava de tesão ao gozar.
De nada adianta obras primas de filmes assim, se ficarem guardadas na gaveta para uma só pessoa assistir.
As vezes, quando estou sozinho em casa, eu ligo ao “assaltante”, e êle vem para assistirmos juntos nosso filme.

 

Eu meu irmão e minha Cunhada

Em uma determinada ocasião meu irmão me pediu para ajudá lo em uma pequena reforma que faria em sua casa, como na época eu com dezessete anos naquela faze do quartel não arrumava emprego apenas uns pequenos bicos fui ate sua casa onde pousaria para o dia seguinte começarmos a tarefa bem cedo, mas La pelas tantas da noite enquanto conversávamos no pátio, ele me perguntou se eu teria coragem de transar com uma mulher casada na frente do marido dela, estranhei a pergunta, e, pego de surpresa fiquei sem saber o que responder, após a insistência na resposta respondi que só dependeria do momento para saber se eu teria coragem ou se eu broxaria.
Que até então isso nunca havia me passado pela a cabeça,desta vês a curiosidade partiu da minha cabeça porque ele me perguntara tal assunto, ele me falou que era de uma revista pornô onde leitores se correspondiam por carta que direto ele lia esses tipos de anúncios onde homens escreviam com a fantasia de ver suas esposas com outros homens, fiquei um pouco desorientado sem saber onde ele queria chegar, falei para ele ter cuidado se Lucia minha cunhada soubesse dessa historia ele certamente estaria encrencado, mas para a minha surpresa ele me falou que ela sabia que ele possuía uma coleção desatas revistas e que deves enquando ela também lia junto com ele.
Após alguns minutos de dialogo tímido meio sem jeito me perguntou o que eu achava de Lucia,sua esposa,
Ainda sem entender muito bem onde ele queria chegar eu era apenas um garoto de dezessete anos com poucas experiências conversando com o meu irmão quatro anos mais velho que eu com poucos anos de casado e o assunto era minha cunhada, então o que você acha dela, não vai me responder .
-Ah acho ela legal!
-Legal? Como assim?
-Gosto de tira sarro da cara dela contando piadas de loiras (Tendo em vista o fato dela ser loira de olhos verdes).
-Ta mas eu digo como mulher o que você acha dela?
Ainda meio sem entender muito bem onde ele queria chegar se ele realmente queria saber se eu toparia a sua fantasia de ver a sua esposa com outro ou se ele estava apenas me testando para ver se poderia confiar em mim se eu não faltaria respeito com minha cunhada.
Após alguns minutos de silencio ele me repetiu a pergunta e eu sem saber de onde tirei coragem respondi o que eu realmente pensava.
-Então diga o que você acha dela?
-Eu acho ela bonita, muito bonita!
-Hum!
-E também gostosa, muito gostosa!
-Oque você acha mais bonito nela?
-Na verdade eu nunca vi muita coisa, mas o pouco que vi e que adorei foi as pernas dela aquele par de coxas grossas, me deixou com muito tesão!
E assim foram minutos de conversa até que eu finalmente criei coragem e perguntei se ele teria coragem de deixar ela transar com outro, ele me respondeu apenas um quem sabe, tudo vai da hora e do momento, mas você já conversou com ela sobre isso? Já, nos as vezes ate fantasiamos que tem outro cara comendo ela
-Serio?
-Serio!
-E ela?
-Fica com tesão desgraçado, e normalmente quando peço para ela fantasiar alguém ela sempre fantasia você.
-Eu? Serio ?
-É ela fala que acha você parecido comigo, e pelo o fato de você ser mais moreno, acha a cor da tua pele bonita, aí ela fica fantasiando o teu pau, o tamanho dele etc...
Parecia eu já havia transado com ela e gozado três vezes tamanho o tesão que eu sentia naquele momento.
Então ele me falou que naquela noite ele iria aproveitar que dormiria La e iria transar com ela, durante a transa ele iria pedir para ela transar comigo para ver se ela aceitaria ou não.
Se ela topar você aceita?(como se ele precisasse me perguntar!
O meu coração foi a mil, pareci que ia sair pela a boca, e quando fomos nos deitarmos minha cunhada arrumou um colchão para mim no chão da sala, pois na época a casa era de madeira e pequena, logo que as luzes se apagaram comecei a ouvir conversa entre eles bem baixinho quase que murmurando, algumas pequenas risadas da minha cunhada, tremulo levantei me e fui pé por pé ate chegar atrás da porta do quarto na tentava de ouvir o que ele conversavam mas não consegui ouvir nada dali a pouco ficou tudo em silencio novamente então deitei me e não demorou muito comecei a ouvir alguns pequenos barulhos na cama e a voz da minha cunhada gemendo bem baixinho, senti um forte calorão da cabeça aos pés, com meu pau completamente duro levantei me e posicionei me com cuidado atrás da porta tomando o cuidado de não me encostar nela pois a mesma não trancava, e poderia abrir
Na medida que o tempo ia passando os seu gemidos iam ficando cada vez mais alto:
- Hummmm , áiiiii, ái,ái,á ique gostoso, ahhhhh, qua pau gostoso, hummmm ái , ái,ái!!!!aaaaaaiiiiiiiiiiii!!!aha aha aha !!!
No mesmo instante tirei o meu pau para fora e comecei a punhetalo.
E após algum tempo os gemidos foram acelerando cada vez mais, ate que ficou tudo em silencio novamente, deitei me e pela a fresta debaixo da porta vi quando a luz do quarto deles ascendeu, mesmo com o calorão que sentia resolvi cobrir, então a porta do quarto se abre com os olhos semi fechados como se estivesse dormindo pude ver minha cunhada com um shortinho preto colado ao corpo mostrando a poupa do bumbum e um topzinho, como eu nunca havia visto ela em ocasião nenhuma, então ela passou pela a sala e entro na cozinha pegou o liquidificador e preparou algo para eles tomarem com o barulho do liquidificado não tinha disfarçar que eu estava dormindo assim que me viu abrir is olhos deu um sorriso bem maroto como ate então eu nunca havia visto também, como que diz esta gostando do que esta vendo??
corretorctba@hotmail.com
Continua.....
 

De sainha, livre, leve e solta

Estava de folga na casa de mamãe por isso resolvi dar um passeio pelas redondezas lembrando minhas aventuras quando ainda criança.
Vestida com uma camiseta básica saia pouca acima dos joelhos calcinha tipo asa delta sandálias rasteirinha.Sai pela rua sentindo toda a liberdade de poder caminhar livremente embora quando fazia isto escondido era bem mais excitante.
Era constantemente paquerada pelas pessoas que passavam por mim comigo rindo imaginando o que fariam se soubesse dos meus vinte e dois cm de pênis embora quem não me conhece não pode sequer imaginar tal fato.
Como já relatei aqui sou um menino preso em um corpo feminino o que só aumenta meu prazer.
Sou exibicionista porque posso.Tenho um metro e setenta de altura oitenta e oito de busto,setenta de cintura,noventa e quatro de quadril,cento e três de bumbum,sessenta e quatro de pernas com coxas grosas bundinha com marquinha de biquíni olhos azuis claros cabelos loiros encaracolados pouco abaixo dos ombros.
Caminhava tranqüilamente quando passei próximo a um campo onde alguns meninos jogavam bola não dando a mínima para as palavras obscenas que dirigiam a mim.
Para não ter que andar muito de volta resolvi cortar caminho por um terreno baldio que fica atrás da casa de mamãe por onde muitas vezes fugia pulando o muro para me deliciar me exibindo pelas ruas dali.
Estava no meio do terreno e ao invés de seguir caminho pela trilha que sai na rua ao lado de casa,resolvi me embrenhar pelo matagal na intenção de pular o muro saindo nos fundos de casa.
Estava tão distraída que não percebi que estava sendo seguida por cinco rapazes e dois meninos que aparentavam ser menores de idade.
Vendo eles um pouco longe de mim resolvi me abaixar deixando que vissem minha bunda coberta somente pelo fino tecido da calcinha mesmo porque sou perita em artes marciais o que me da muita segurança.
Já ia pulando o muro quando um rapaz muito simpático pegou gentilmente em meu braço pedindo que ficasse um pouco mais com eles.
Não sei o que me deu naquele momento pois quando dei por mim estava conversando animadamente com o grupo já sentindo a calcinha estufada com meu pinto ficando duro.
Em certo momento um rapaz negro me abraçou beijando minha boca enquanto mãos levantavam minha saia puxando minha calcinha pra baixo.
Fingindo esta com muito medo pedi que fizessem com carinho informando que só deixaria se fosse somente no cuzinho.
Em pouco tempo estava de quatro com alguém socando fundo em meu cu enquanto mãos alisavam meus seios me dando muito prazer já comigo gemendo muito.
Estava extasiada sentindo pênis de diferentes tamanhos quando um dos meninos meteu a mão entre minhas pernas denunciando meu segredo.
Após rirem muito com a descoberta gemi gostoso em um estrondoso gozo anal com aquele rapaz negro enchendo meu cu de porra numa fúria louca e quando saiu de mim se posicionou embaixo de meu corpo abocanhando meu penis deixando minha glande bater em sua garganta já com alguém arrebentando meu cu com estocadas furiosas e viris.
Não tive outra alternativa senão abocanhar tudo aquilo sentindo meu próprio gosto nele.
Delirei quando com algumas poucas mamadas fui presenteada com um rio de porra depositado em minha garganta que não consegui engoli tudo porque urrava enchendo a boca dele com minha porra ficando molinha de tanto gozar.
Já estava escurecendo quando eles me liberaram e um deles vendo meu pinto meio duro encostou me em um tronco de arvore se ajoelhando em minha frente mamando com muito gosto meu porrete enquanto enfiava um dedo em meu cu e em poucos minutos urrei anunciando mais uma esporada sujando seu rosto com ele levantando em seguida beijando minha boca dividindo comigo minha porra com ele forçando a me virar onde tive a calcinha afastada pro lado com ele socando fundo em meu cu deixando me louquinha com sua pica socando fundo em mim.
Quando gozou dei graças porque já estava sem forças ate mesmo para me manter em pé perdendo as contas de quanto já tinha gozado co ele me dando um delicioso beijo na boca deixando me sozinha ali sentindo a porra escorrer pernas abaixo.
Tive que ir pela rua mesmo porque estava sem forças para pular o muro e enquanto caminhava sentia as pernas molhadas de tanta porra que saia de meu cu.
Após um banho cai mortinha na cama acordando muito tempo com mamãe mamando gostoso em meu pênis deixando o muito duro e ao me ver acordando sentou em cima fazendo tudo aquilo cutucar seu útero com ela cavalgando gostoso onde passamos uma estonteante noite de amor.
Beijos.
 

Conteúdo sindicalizado