Casais

warning: Creating default object from empty value in /home/maite/public_html/modules/taxonomy/taxonomy.module on line 1390.

Minha esposa com outro homem, a primeira vez!!!!

Minha esposa tem 1,70m , 60 Kg, cabelos castanhos até um pouco abaixo do ombro, seios fartos e delicosos, bucetinha raspadinha bem lisinha. Ela parece manequim. Tem 44 anos mas parece que tem 30. Somos casados há 10 anos e eu sempre tive o desejo de vê-la trepar com outro homem, mas ela sempre negou, dizendo que me ama, que é satisfeita comigo, etc... Em nossas transas eu sempre falava da minha vontade e ela até que compartilhava, eu dizia:
- Quero ver você trepar com outro, levar uma vara maior que a minha e me chamar de corninho enquanto ele mete tudinho em você.
E ela dizia:
- Huummmm! Que delícia!!!!! Mas, e se eu gostar e quiser continuar a dar prá outros? Você vai me deixar dar sempre corninho?
E eu dizia:
- Sim, claro que sim, quero ver você gozando gostoso e depois vou limpar você todinha com minha língua.
Isso sempre esquentou nossa relação e ficamos alguns meses assim nessa brincadeira excitante. Até que um dia eu propus a ela que saíssemos um pouco, pois ficávamos muito em casa e precisávamos passear um pouco.
Resolvemos ir a um bar dançante. Ela foi vestida com uma blusinha semitransparente e uma mini saia que a deixava mais gostosa ainda.
Chegando lá ela foi muito paquerada e eu ficava com muito tesão, imaginando coisas que sempre passam pela minha cabeça. Tomamos alguns drinks e logo estávamos mais soltos quando disse a ela que precisava ir ao toalete.
Quando voltei minha esposa não estava sozinha, havia um rapaz conversando com ela,
deveria ter uns 38 anos, era boa pinta e minha esposa disse que era casada, mas como ele estava sozinho, poderia ficar na nossa mesa que eu não me importaria. Fomos apresentados e ele me elogiou por ter uma esposa tão bela. Conversamos sobre diversas coisas até que o assunto acabou em sexo. Como estávamos sob efeito da bebida que havíamos ingerido, eu falei que tinha vontade de vê-la com outro e ela meio sem jeito, disse pra eu ficar quieto, mas o rapaz, entusiasmado, começou a perguntar e eu falei que tinha essa tara, que queria ver minha esposa gozando num cacete maior que o meu e me chamando de corninho.
Ela quieta, sem dizer uma palavra, quando o cara pra quebrar o gelo perguntou:
- Mas quanto seria um pau maior pra você?
Ai eu disse:
- O meu tem 16,5cm e não é muito grosso...
Então ele disse:
- Se sua esposa for conivente com sua vontade eu poderia ajudar, pois o meu mede 20 cm e é bem grosso.
De repente minha esposa fala:
- Só que eu já disse pra ele que se um dia acontecer, e eu gostar, ele vai ter que agüentar eu dando sempre prá outros caras, pois eu adoro gozar.
Nesse momento o rapaz pediu que ela fosse dançar uma música com ele. Os dois foram para a pista e eu podia ver ele colado com ela e tentando passar a mão na bunda dela por baixo da mini-saia e ela afastando-o, na segunda música ela já começou a se soltar mais, devia estar com tesão e eu de onde estava via a mão do cara sumir dentro da mini-saia de minha esposa.
Acabando a música os dois voltaram à mesa como se nada tivesse acontecido. Foi aí que eu chamei minha esposa de lado e perguntei se ela queria ir pra um motel.
Ela disse que sim, mas só se fosse pra realizar minha vontade, ela disse que aquela noite tudo poderia acontecer e ela seria de outro como eu tanto queria.
Saímos dali e ela foi no banco de trás com o rapaz, passando a mão sobre seu membro e se esfregando. Chegando ao motel, ela foi falando pra mim:
- Agora seu corninho, senta na cadeira que seu desejo vai começar a ser realizado.
Os dois foram se despindo rápido entre amassos e logo estavam nus se abraçando. Quando vi o tamanho da ferramenta do rapaz, pensei que minha esposa fosse dar pra trás, mas ela pegou o pau do cara e falou:
- Olha corninho, esse pau mole já é maior que o seu duro.
Aí ela pediu pro rapaz tomar um banho que ela iria passar a língua em todo seu corpo, centímetro por centímetro. Então ele perguntou se não gostaria de dar banho ela mesma na ferramenta para que ela se certificasse que estaria limpinha e ela não se fez de rogada e assim o fez.
Após saírem do banho, ela sentou-se na cama e abocanhou a vara do rapaz que já estava dura, era imensa e ela mal conseguia enfiar na boca. Daí o cara se pôs a chupar sua xaninha raspadinha que escorria de tão molhadinha... Ela gozou e disse que era hora de sentir um pau de verdade. O rapaz começou a colocar bem devagar e ela disse:
- Olha corninho, agora não tem mais jeito, ele está metendo o pau na xaninha da tua mulher, ele tá me abrindo como você nunca abriu e está chegando a pontos que seu pau nunca alcançou.
Ela estava sendo arrombada na minha frente e eu adorava isso. Ela gozou um monte de vezes e o cara não gozava. Ela caiu na cama e pediu que o rapaz fizesse massagem nela, pois estava esgotada. Ela deitada de bruços, começou a ser massageada pelo rapaz que lhe massageava a nuca, os ombros, as costas, a bunda... Ele começou a massagear mais a bunda e isso foi acendendo o fogo de minha mulher de novo e ele disse que queria gozar também, e que teria de ser no cuzinho dela, pra que eu me realizasse como um corninho pleno. Ela disse que não iria agüentar aquela tora no seu cuzinho, mas eu disse que tinha um creme lubrificante e que iria facilitar. Ai ela concordou e disse:
- Já que estamos aqui, vamos logo com isso. Mas você é quem vai passar o lubrificante em nós dois meu corninho amado, vem...
Meio sem jeito e não podendo recusar o seu pedido, fui até eles e primeiro passei a língua bem gostoso em sua xaninha e no seu cuzinho maravilhoso, passei o lubrificante nela e em seguida nele, quando, para minha surpresa maior, ela virou prá mim e disse:
- Quero que você coloque esse pau gostoso que vai comer a sua putinha bem na portinha do meu cuzinho.
Eu, já louco de tanto tesão, peguei aquele membro enorme e gostoso, e direcionei ao seu lindo rabinho.
E então ele começou a penetrá-la, e ela dizia:
- Olha corninho, até meu cuzinho já não é mais só seu! Ele está me arrombando e sempre que eu der o cuzinho vou me lembrar dele, e a partir de agora é pra ele que eu vou sempre dar. Tá gostando de ver sua mulherzinha assim, corninho?
Eu dizia:
- Tô adorando, você gozando nesse pau maravilhoso. Dá bastante pra ele e prá esse pau gostoso minha cadelinha, quero ver você delirando de tesão, bem putinha....
O cara socava forte e ela pediu pra que eu fosse chupar sua bucetinha por baixo enquanto ela levava vara no cú. Eu prontamente me coloquei em posição e sentia a vibração do sexo que ela fazia em minha boca. De vez enquando seu pau deslizava em minha boca e também era chupado com muita vontade, ela estava adorando esse momento, e pra dizer a verdade, eu também. Ela gozou como uma putinha e o cara gozou no seu cuzinho. Senti aquele leite quente em minha boca e com toda volúpia sorvi tudinho, uma delícia ver e saborear tudo aquilo.
Foi então que ela me pediu:
- Limpa toda essa porra com sua boca meu corninho, chupa tudinho, eu e esse pau gostoso que me deixou louca de tanta tesão, vai meu corninho querido, chupa nós dois bem gostoso, anda logo...
Sem receio, fui lambendo ela todinha e aquele pau maravilhoso também, foi uma experiência muito deliciosa, era a primeira vez que fazíamos um sexo total, sem pudores e maravilhosamente excitante, nosso tesão saia por todos os poros.
Depois disso todas as vezes que transamos ela fala:
- Quero repetir a dose meu corninho, um pau grande e grosso é que é gostoso e eu não sabia, e da próxima vez quero você me chupando bem gostoso quando uma vara bem grossa e dura estiver me comendo a minha xaninha, você vai chupar até eu gozar gostoso com meu macho, e novamente você vai nos limpar com sua boca deliciosa.
Essa foi nossa primeira experiência e foi deliciosa, queremos repetir em outras ocasiões, e quando isso acontecer voltarei para relatar a vocês.
Espero que tenham gostado.
CasalInterior.

Quero ser corna

Meu nome e Eliana têm 34 anos, meu marido Mauricio tem 40 anos...
Meu desejo e ser corna, encontrar meu marido comendo outra e tudo que mais quero...
Porem meu marido não aceita, isso por motivo de disser que me ama...
Essa noite tive um sonho que irei contar a todos.....

Estava sonhando que meu marido chegava em casa, com uma linda morena de uns seios maiores que o
meus , ele chegava em casa e falava, amor e hoje que você será minha corna.
Só de pensar já fico com minha bucetinha toda molhadinha....
Vamos ao sonho, dai a morena entrava na sala , ele começava beijar a boca dela, e passava a mao no
corpo daquela gostosa....
Ele começou a tirar a roupada dela, eu ali olhando tudo, cada toque no corpo dela eu ficava mais com tesão.
Ele começou a tirar a roupa dela, começou a passar a língua naqueles seios lindos morenos, nossa como mamava gostosa, os meus ficaram durinhos loucos de excitação pela cena que estava prestigiando.
Foi ate, que ele passou a MÃO NAQUELA bucetinha linda, toda lisinha com um grelinho vermelhando, nossa que tesuda era aquela morena, eu com muito tesão.
Ele me olhava e falava assim, olha amor seu maridinho com outra na sua frente sente tesão sua corna gostosa, sente seu macho lhe dando o que você quer , vê seu macho passando a língua nessa bucetinha ..
Que delicia amor sentir essa bucetinha gemendo na minha língua, vem me ajudar a comer essa gostosinha.
Eu com muito tsão, cheguei perto dele, ele lambia a bucetinha dela e me beijava, me mandavaeu sentir o gostinho daquela buceta.
Ele lambia aquela buceta, e me beijava que tsao estava que coisa gostosa ser corna era tudo que queria ser naquele momento.
Foi que ate ele abriu o grelinho dela e falou, venha sentir de perto o sabor desse grelo meu amor, quero ver vc de boca nesse grelo também, eu não esperava isso de Mauricio porque não queria e ao mesmo tempo, olhando aquela bucetinha ali aberta cair de boca, nossa que delicia a primeira vez de sentir uma mulher na minha boca, eu passava a língua na bucetinha dela e ao mesmo tempo passava o dedo no grelo dela, ela gemia falava que queria rebolar e gozar na minha boca.
Mauricio , ali sentado e olhando a cena que deixava ele bem safadinho, foi ate que ele parou e valou venha lindinha, venha sentir a tesura da bucetinha da minha mulher , quero ver vc chupando a bucetinha da Eliana, enquanto ela ira mamar no meu pau.
Aquela linda morena, abriu as minhas pernas e começou a passar a língua na minha buceta, passava a língua e socava um dedo na minha bucetinha, aquilo foi subindo uns arrepios no meu corpo , começava a me torcer de tsão, quanto mais ela me chupava mais delírios ela conseguia tirar do meu corpo. Quando já estava para gozar na boca dela, meu marido veio e começou a me chupar junto com ela, nossa não agüentei e gozei na boca dos dois ....
Meu corpo estremecia todo, o tesao me dominava naquele momento.
Meu maridinho, gostando da idéia falou agora minha querida , você será a corna que tanto quer ser
Saia da cama sua vadia e ver seu macho penetrando nessa gostosinha.
Ele pegou ela de 4 e começou a penetrar toda aquela rola na morena gostosa, nossa que tesuda, a bucetinha dela engolindo todo o pau do meu marido, cada socada eu tremia de tesão .
E quando a vadia começou a gemer e me chamar de corno, meu corpo tremia, minha buceta molhadinha, tremia de tsão em ver meu marido socando rola na bucetinha da morena.
Foi ate que ele falou assim, meu bem vou socar no cuzinho dela , quero que vc seja corna de tudo, aquilo ali nossa que delicia, ele vem passar um creme no meu pau para arrombar esse cuzinho.
A morena toda gulosa, falou não meu rei manda rola no meu cuzinho que eu agüento tudo, quero que vc me arrombasses , meu marido ele e cabeçudo eu ate o momento não tinha feito sexo anal com ele , por medo de ser penetrada pela aquela rola...
Ele socou com tudo, o grito de prazer suava naquele quarto, ele socando e falando, olha minha corna
Que cuzão gostoso, vc quer ser corna e , então será olha ai sua rola socando nesse cu gostoso, que delicia de cú vc tem morena . Aquilo ia me deixando com muitos tesão meu prazer estava mais que eu mesmo, foi ate que deitei na cama e falei, venha meu macho soca essa rolo meu cú tbm..
Ele , agora vc ira espera minha corna vou socar nesse cuzão ate vc tremer de tesão e depois vou fazer vc aprender a dar o cu tbm.
O TESÃO TOMAVA CONTA DE MIM EU GEMIA E QUERIA VER CADA CENTIMETRO DO PAU DO MEU MARIDO ENTRANDO NAQUELE RABO...
VOU INDO ATE QUE ESCUTEI UM GEMIDO, A MORENA GRITAVA AI QUE DELICIA , ELIANA SEU MARIDO ESTA FAZENDO VC SER MUITO CORNO , NOSSA QUE PAU SEU MARIDO TEM ELE ESTA ARROMBANDO TODO MEU CUZINHO, VAI MAURICIO SOCA MAIS ESSA SUA ROLA NO MEU CUZINHO, FAÇA SUA MULHER SER MUITO CORNA...
ISSO ME DEIXAVA LOCA DE TSAO, ELA ALI DE 4 FALANDO QUE EU ERA CORNA, NOSSA NÃO AGUENTAVA MAIS DE TSAO FUI DE BAIXO DELA E COMECEI A LAMBER NOVAMENTE A BUCETINHA DELA, O PAU SOCANDO NO CUZINHO DELA
EU SENTTIDO O TSAO O QUE MEU MARIDO ESTAVA DANDO PARA AQUELA MORENA, CADA VEZ MAIS QUE ELA ME CHAMAVA DE CORNA, MAIS EU CHUPAVA A BUCETA DELA....
FOI ATE QUE ELA GOZOU E MOLHOU TODA MINHA BOCA....

MEU MARIDO SAIU DENTRO DO CUZINHO DELA E GOZOU NA MINHA BOCA ME CHAMANDO DE CORNA , E FALANDO QUE IRA FAZER O MEU CUZINHO TBM....
ISSO CONTO PROXIMO SONHO...
BEIJOS,....
Quero ser corna, tem alguém ai que possa me ajudar, conto com vcs...

 

O castigo do marido com tesão

- Quantas vezes já te disse, querido, que não quero ver essa tua pilinha de pé, quando brinco com ela? – minha esposa e Senhora, a cruel Bárbara vestia um courset negro, com o decote das mamas aberto e umas botas de cano vermelhas, e mostrava-se zangada comigo, por eu lhe estar exibindo meu tesão. Mas como não o haveria de estar se só de a ver assim vestida, meu caralhinho virgem se armava todo? E Bárbara não ficava apenas se exibindo naqueles seus trajes de dominadora, que me deixavam cheio de vontade que ela me torturasse. Minha esposa e Senhora, quando à noite se fecha comigo no meu quarto, antes de me colocar o cinto de castidade e me mandar deitar a seus pés por cima dos cobertores, adora ficar brincando com minha pila. Masturba-a e bate-lhe com a mão ou com o cabo da escova do cabelo se a vê ficar em pé, aperta-me o saco dos tomates até me fazer gritar de dor, goza com o tamanho dos meus apêndices de macho comparando-os com os tamanhos mais substantivados dos caralhos de todos os seus amantes, e sobretudo adora contar-me com todos os detalhes as peripécias mais íntimas dos seus constantes casos extra-matrimoniais. Foi aliás por isso que casei com ela. Para ser o seu corno e o seu eunuco caseiro. Minha Senhora sabe que tais coisas me deixam super excitado e com uma vontade danada de bater punheta, tenho mais vontade de tocar punheta do que de me pôr nela apesar de ser seu marido, e de Bárbara ser uma fêmea muito apetecível gostando de dar para todos, menos para mim. Minha Senhora sabe-o e adora fazer-me ficar excitado porque isso lhe dá o pretexto que precisa para me castigar os genitais, já que segundo o contrato de casamento que me fez assinar eu só posso ficar de pau feito na sua presença ou fora dela, com a sua expressa autorização.
- Não consegues fazer baixar essa coisa tão tacanha, meu grande boi? – perguntou-me – Azar o teu. Com ela nesse estado não te vou conseguir meter o cinto de castidade e isso é que não pode acontecer, pois não? Com os tomatinhos cheios, mesmo que conseguisses adormecer ias-me sujar a colcha da cama. Vamos ter de te fazer baixar a pilinha seja de que maneira for para ela caber dentro do cinto. E sem ser com uma punheta, pois ainda não faz um ano que te permiti tocar uma.
Essa é outra das características de minha amada esposa. Gosta de me excitar mas não gosta que eu goze, o que para um submisso como eu, é o máximo no que toca a sentir-me totalmente seu. Só saber que não vou poder ejacular, deixa-me de pau feito e com uma vontade danada de tocar punheta. Por isso passo mais de um ano sem esvaziar os tomates, o que é um problema pois que o cinto de castidade é ligeiramente mais pequeno que o meu pauzinho.
- Foi difícil arranjar um cinto de castidade mais pequeno que a tua pila – disse-me ela quando mo mostrou pela primeira vez – Nem imaginas o quanto o pessoal do sex-shopp se riu só de imaginar o tamanho da pilinha que eu iria meter lá dentro. Mas assim pelo menos, eu terei a certeza que não te entesarás quando estiveres dormindo.
Efectivamente tenho de ter a piça bem murchinha para a enfiar dentro do cinto. Quando isso não acontece, como nessa noite, Bárbara recorre a métodos drásticos para o conseguir como ia ser o caso. E é claro, só de saber isso, meu caralhito que adora tanto como o dono e minha Senhora, ser por ela maltratado, ainda se entesou mais.
- Isso, entesa-te, entesa-te, enquanto podes, pilinha de homem eunuco, que nunca foste capaz de meter em mulher, apenas de tocar punheta – gozou ela, e a minha piroca engrossou ainda mais – tenho aqui o que é preciso para te tirar o tesão todo por uns tempos.
Oh, sim, minha amada Senhora e esposa, castigai-me a pixota e os bagos, que me fazem sentir tesão pelo vosso corpo e isso vos ofende, apeteceu-me dizer pois sofro todas as suas vontades com o maior dos prazeres, mas contive-me. O castigo iria ser muito doloroso como o são todos destinados a tirar-me o tesão, por isso achei melhor não lhe inflamar mais o desejo.
Bárbara começou por me puxar a pele do prepúcio toda para a frente e maneira a tapar o buraquinho da cabeça da minha picinha. Depois atou-a bem atada fazendo com que o meu caralho mais parecesse um chouriço. Bárbara exultou com o seu serviço.
- É a vantagem de ter um marido tão pouco macho que nem circuncidado foi – disse – A própria pele do teu prepúcio te está servindo de cinto de castidade. E agora, de gatas.
Quando me coloquei em quatro, minha esposa atou-me um bastão nas pernas de maneira a que por mais que me doesse eu não as pudesse fechar. Meu caralhito apesar da situação desconfortável e algo dolorosa em que se encontrava sentia-se cada vez mais teso.
- Já estás habituado a apanhar na pilinha e nos tomatinhos, pelo que acho não ser preciso amarrar-te as mãos, pois não meu boizinho? – perguntou-me com a voz e o sorriso doces que só lhe ouço e vejo nas ocasiões em que se prepara para me bater com raça – Mesmo que te esmague este teu mal nutrido par de colhões e te faça um eunuco de verdade, prometes que não tentarás sequer te levantar?
Prometi-lhe, tanto mais por saber que Bárbara nunca iria tão longe. Mas e se fosse? Ter os bagos esmagados por acção das suas pancadas excitou-me ainda mais. Iria ser preciso que minha esposa usasse de muita violência para me fazer passar o tesão, e por isso ela me procurava excitar tanto.
Bárbara entretanto passava a outra extremidade do cordel em redor do meu saco, dividiu ao meio os dois colhões que o compõem, voltando a gozar-me. Dizia que tão pequenos que eram, meus colhões mais pareciam um só, o que mesmo assim era demais para um eunuco pois que para o ser não devia ter nenhum, e que só assim, com o cordel apartando-os pela costura do saco, se via que eram dois, ainda que bastante miudinhos.
- Muito bem, meu querido maridinho manso. Vejo que tens os tomatinhos bem suadinhos. Se não te importas vamos fazê-los transpirar mais um pouquinho com o belo trabalho que a minha chibata vai fazer neles. Afinal, se queremos que te passe o tesão sem te pormos a tocar ao badalo, é melhor começarmos pelos tomatinhos, não te parece?
Minha Senhora sabe bater, e amo-a muito por isso. Apesar de toda a dor que me provoca, amo-a ainda mais por isso e nunca seria capaz de me imaginar vivendo com outra mulher. As suas primeiras pancadas são leves, levezinhas, como carícias da sua chibata lambendo-me a pele dos colhões. A um masoquista como eu, apenas me abrem o apetite para as outras que virão a seguir, que me farão doer e me deixarão bem entesado até me tirarem o tesão, como se eu tivesse tido um orgasmo de verdade. E elas não tardam muito. Um silvo mais longo anunciou aos meus ouvidos que o seu braço descrevia um movimento mais longe, e que a chibata na ponta dele assentaria na pele do meu saco testicular com mais violência. Aii, gemi, com os dentes cerrados. E zás…. alguns segundos para Bárbara se poder deliciar com o meu segundo gemido de dor, e zás, lá vinha outra chibatada, e zás, outra.
- Excita-me tanto ouvir-te gemer de dor nos tomates, meu querido corninho – reconheceu Bárbara – como a ti te excita cheirar-me as calcinhas, ou ouvires-me contar-te as posições em que me coloco para te pôr os cornos. Por isso toma lá outra chibatada com força nesses teus colhõezinhos que só produzem leite para as punhetas que tocas. E outra, meu entesado de merda. E mais outra. E outra. E mais, e mais e mais. Toma lá mais que só vou parar quando me cansar o braço, nem que te deixe estes tomatinhos frouxos, que só me despertam o tesão quando estou batendo neles, feitos num bolo.
E as chibatadas que me dava confirmavam a intenção das suas palavras pois eram cada vez mais enérgicas.
- Oh, que vergões tão bonitos a minha chibata deixa nos teus colhõezinhos – continuava Bárbara bastante entusiasmada – Amanhã apresentá-lo-ás bem negrinhos e pisados. E então é que eles vão ficar bonitos.
- Senhora – lembrei-lhe alarmado – se me arruinardes os colhões nunca mais ficarei de pau feito, e não os podereis voltar a castigar.
- Tens razão, punheteiro. È só por isso que não tos esmago de vez.
Em todo o caso o estado erecto do meu caralhinho negava as minhas palavras. Apesar das dores que sentia nos tomates, tal espancamento não fora capaz de me fazer passar o tesão.
- És mesmo da classe dos que gostam de apanhar de uma mulher. Tiveste sorte em me conhecer pois eu sou da classe de mulheres que adoooram fazer sofrer muito machinhos mentalmente castrados como tu. Pelo estado da tua pila vejo que uma boas chibatada nos colhões ainda te deixam com mais tesão do que as histórias dos pares de cornos que te meto. E se calhar até do que de uma punheta tocada por mim. Ora vamos lá a ver isso.
Com o braço estendido entre as minhas pernas minha esposa calçando uma luva de látex, começou tocando-me ao bicho. Esqueci as dores nos tomates. Depois das chibatadas que levara neles aquela punheta estava-me levando aos píncaros. O inchaço no meu caralho estava agora no seu auge. Como tinha a ponta do prepúcio amarrada não me podia vir e por isso a mão de Bárbara procurava entesar-me ao máximo. Delícia de punheta!
- Oh, sim! – comentou – Apesar do tamanho não abonar nada em favor da tua pila, tu ainda te entesas todo com os toques da minha mão. E estás bem excitado! Se não te tivesse amarrado a cabeça da pila, já te terias esporrado todo, meu ejaculadorzinho precoce, mas assim como a tens bem amarradinha posso passar a noite brincando com ela que não te conseguirás vir, pois não? Oh, e que bem que me sabe tocar-te uma punheta com a pilinha incapaz de gozar. Oooh, sim, que bom! Vou-te meter os cornos amanhã com o Ricardo, e vai saber-me muito bem só de me lembrar da sessão de hoje.
Aquela punheta parecia não ter fim. E era tão boa!
- Senhora – voltei a falar – tuas mãos estão-me tocando uma punheta tão saborosa que o leitinho já me saiu todo dos tomates e subiu para a minha piça. Tenho a certeza que quando permitires que desamarre o prepúcio vou cuspir esporra para as paredes.
- Ah, cão! – gritou minha esposa, parando de me punhetear – Não podemos permitir que isso aconteça, pois não? Ainda não te será hoje que te darei autorização para ejaculares.
Bárbara desamarrou-me então a ponta do cordel que me dividia o saco dos colhões, esticando-me a pila toda até atrás.
- Estás com vontade de me meter, não estás? Habitualmente quando encontro um homem charmoso com vontade de ma meter, eu deixo. Mas para isso, é preciso que seja dotado de um caralho aprazível para os meus olhos e para a minha vagina. Compreendes agora porque nunca ta deixo meter? Como estás com muita vontade de a meter, que dirias de a esfregar no cu até lhe passar todo o tesão?
- Senhora – respondi-lhe – tendo eu um caralhito tão miudinho duvido que mo consigas esticar até ao meu cu.
Meu caralho teria de descrever todo o arco das minhas coxas, passar por cima do meu saco, até conseguir tocar com a sua cabecinha na entrada do meu cuzinho. Teso como estava, dobrá-lo todo, parecia-me impossível. E depois esfregá-lo no meu cu não me parecia coisa capaz de me tirar o tesão como ela pretendia. Mas para a minha terrível esposa, não havia impossíveis.
- Consigo, consigo! – garantiu com um brilho no olhar. - Nem que tenha de ta arrancar fora.
Que tesão me dá tal ameaça!
Com a sua mão enluvada, Bárbara dobrou-me a piça toda para trás, com força, dolorosamente, enquanto com a outra mão esticava o cordel ao máximo, puxando-me pela pila de modo a que aquele corpo teso me pressionasse os tomates até a cabeça me apontar na direcção do cu, indiferente como todas as dominadoras aos meus gemidos de dor.
- Tens sorte em teres uns colhões pequeninos, doutro modo a dificuldade que o teu caralhinho teria de os transpor era maior. Sentes como a cabecinha da tua pila já está quase a roçar-te a entrada do cu?
E de facto estava. Se não fosse estar amarrada já teria as bordas do olhinho meladas de espora. Mas tal como imaginava, só sentir meu caralho esfregando-se em tal local, fez-me aumentar o tesão. Bárbara não queria outra coisa.
- Paneleiro, a quem o cheiro do próprio cu dá tesão – vociferou – Já vais ver como te vou deixar a verga mole.
Sem deixar de esticar o cordel para que a cabecinha da minha piça nunca deixasse de estar encostada ao meu olhinho, deu-me nela com a chibata como fizera no saquinho. As primeiras com volúpia, só para que minha pila e as nádegas sentissem o contacto da chibata, mas progressivamente com mais força, de modo a deixar a primeira bem marcada.
- Toma, pila de paneleiro frouxo, incapaz de dar prazer a mulher alguma. Toma, que te quero ver com os mesmos vergões que te fiz nos tomatinhos. Toma com a chibata pila sem préstimo, que por causa do tamanho que tens a única vontade que despertas numa mulher é que te bata e ta arranque, não que foda contigo. Toma, toma! QUERO VER-TE BEM MURCHA!
Os silvos que zumbiam no ar eram impressionantes, e os meus gritos de dor também.
- Gritas, verme? Pois grita, que as mulheres também gemem de dor e de prazer quando estão a levar com cacetes de machos bem abonados, e mais aptos que o teu para a função. É o preço que pagam por terem tesão e por deixarem que os homens satisfaçam nelas seu tesão. Amanhã vou gemer como uma puta quando estiver nesta cama, debaixo do Ricardo, a levar com aquele seu caralhão enorme pela minha racha dentro. E que bem me vai saber apesar de ele me deixar a cona bem esgaçada, coisa que o teu toquinho nunca poderá fazer. Pois este é o preço que faço a tua ridícula pixota, e os teus quase inexistentes baguitos, pagarem pelo teu tesão e pela audácia que tiveste em o exibir perante mim, sem minha autorização. Toma com a chibata, toma mais, que só vou parar QUANDO VIR A TUA DIMINUTA PILA BEM MURCHINHA.
As chibatadas na minha piroca prolongaram-se por uns bons minutos, embora Bárbara por vezes as suspendesse para me deixar respirar, como dizia. Minha esposa bate com mestria pois apesar dos vergões com que me marcou a pele não me rasgou a carne ainda que me tenha conseguido tirar o tesão. A esporra que dentro da minha piça amarrada momentos antes lutava para sair não sei para onde foi, pois que ao fim de vários minutos de chibatadas, quando minha esposa a viu flácida e incapaz de se pôr de pé e a desamarrou, nem uma gota pingou para fora.
- Vês como te passou o tesão todo por uns bons dias? E nem precisaste de tocar punheta – observou-me Bárbara agarrando-me a pila com a mão enluvada e analisando-a – Ficaste bem marcado mas nada de grave. Amanhã quando estiver a foder com o Ricardo não conseguirás ter tesão, e isso vai-me saber ainda melhor. E agora já te podemos meter o cinto de castidade sem problemas. Não é que seja preciso com a pila nesse estado. Mas não quero que te habitues a dormir sem o cinto de castidade.
Nessa noite, apenas com o cinto de castidade vestido, dormi no tapete do quarto. Mais uns meses se passaram até minha Senhora me permitir tocar uma punheta. Eu gostara tanto daquela sessão que lhe pedi para me voltar a esticar a pila por entre as coxas, e me deixar esfregar a cabeça da dita na entrada do meu cuzinho. Só que desta vez até eu me vir. Estava mesmo com muita vontade de me esporrar na entrada do meu cuzinho.
- Paneleiro! – atirou-me ela – Desta vez faço-te a vontade. Mas no final vou-me consolar de te beijar o caralhinho com a chibata.
Que se lixasse. Eu era o seu marido corno e tudo que desse prazer a Bárbara dava-me prazer a mim, mesmo que isso significasse deixá-la beijar-me os tomates a piroca com a chibata.

 

EUGÉNIO SADOC

 

Como me ofereci para corno de Paula

Quando conheci Paula na Faculdade eu sabia que ela não era mulher para mim. Paula vivia da vida, do aluguel do corpo pois era ele quem lhe pagava a renda do apartamento, os estudos, as roupas, as refeições, tudo. Paula era experiente em sexo, dormia com homens casados, mais velhos, que lhe pagavam para obter seus favores, era a puta preferida dos coroas endinheirados de Coimbra. Eu de tal matéria conhecia apenas as esfregadelas com a mão no meu pau murcho que nem punhetas chegavam a ser, que tocava desde miúdo à noite, depois de passar o dia espiando os encontros no quintal de minha irmã com o namorado, e por isso a libertinagem escandalosa de Paula me atraía.
Aos 13 anos sofri um acidente que apesar de minha tenra idade compreendi me impossibilitaria de ser um autêntico homem. Uma queda numa pedreira onde brincava com um grupo de amigos esmagou-me os testículos, deixando-me no lugar onde eles deveriam estar a pele completamente espalmada do saco que os abrigou, e que sinceramente nem sei porque não ma arrancaram igualmente, quando cheguei ao Hospital. Em consequência de tal acidente, não só me vi privado de poder vir a ser pai, como minhas erecções se tornaram muito fracas e quando conseguia obter uma era de muito curta duração. Tenho até a ideia que o esmagamento do conteúdo do meu saco fez com que o meu pau não tenha crescido o suficiente, pois muito embora sempre me tenha esquivado a exibi-lo perante quem quer que fosse, nunca perdi a oportunidade de à socapa procurar ver se o dos outros rapazes era maior que o meu o que sempre sucedia. Que poderia oferecer a uma mulher? Nada que diga respeito a sexo, pensei, pelo que a partir daí comecei a dar em mirone. Como não fodia, adorava ver os outros foder. Não vou entrar em detalhes de tais experiências, apenas direi que só após assistir a uma boa trepada de um casal, é que eu conseguia depois de muito esfregar a pila, pô-la de pé por uns 30 segundos até fazer sair dela um líquido seminal algo esbranquiçado mas que nada tem de esporra, e me faz então sentir aliviado ainda que também deva confessar que me dá mais prazer sentir-me excitado com a pila murcha do que senti-la esvaziando-se. E talvez fosse isso que eu queria que a Paula me fizesse sentir, aceitando ser a minha muito puta, deixando-me ser seu mirone e me fizesse andar sempre com a pila tesa, conferindo-me à vista de todos o estatuto de ser o seu homem, mas o homem de uma puta comida por todos os homens com dinheiro, menos por ele. Mas eu educado segundo velhos preconceitos que um homem de verdade se não tem tomates tem de ser casto mas mirone cornudo é que não, nem ousava falar-lhe em tais coisas mesmo conhecendo-lhe a condição.
No entanto Paula como nossa colega de Faculdade que era, saía connosco muitas vezes, bebendo um copo num bar da Praça ou estudando na Biblioteca, e duas conversas que numa roda de amigos tivemos na mesa do café e me fizeram chegado a casa, correr para a sanita, tirar apressadamente a pilita do fecho das calças e desaguar naquela os meus 30 segundos de tesão, levaram-me a rever meus conceitos e a desejar obter a melhor maneira de me declarar, e mostrar-lhe a vontade que tinha em ser seu corno eterno.
A primeira conversa que referi teve lugar no Café e veio a propósito de já não sei o quê, Paula declarou poder detectar quais os homens com maiores níveis de testosterona apenas baseando-se nas suas aparências físicas. E olhando para mim com ar de gozo afirmou:
- Por exemplo olhando para vocês os quatro, pode afiançar que o Né, pelos ombros estreitos que ostenta, os quadris algo delineados como os das mulheres, as mãos e o tamanho dos dedos mais pequenos, é de todos vocês indiscutivelmente, o que tem menores níveis de testosterona. Há ainda uma outra evidência que se ele estivesse nu saltaria aos olhos de todos: seus órgãos sexuais são bastante mais pequenos que os vossos e também por isso tem mais probabilidades de ficar impotente mais cedo do que vocês. É com base nestes pormenores que muitas fêmeas do reino animal escolhem os parceiros com quem se querem reproduzir a fim de assegurarem melhor descendência. É por isso que enquanto todas as fêmeas são cobertas, só alguns machos cobrem e se reproduzem, pois que os menos dotados se limitam a ver.
Fiquei tão excitado ouvindo aquilo como quando esfregava meu pau com a mão assistindo escondido à transa de um casal. Nem fiquei embaraçado com tais palavras mesmo quando nossos colegas ouvindo falar a voz da experiência me chamaram meia piça, e piça mole que começaria mais cedo que a deles a mijar para os pés. Antes pelo contrário, pela primeira vez o saco vazio dos meus tomates e minha pila inferior às dimensões de um adulto não só não me embaraçavam como não sei como me contive e não baixei as calças na frente de todos expondo orgulhoso a ausência dos apêndices da minha masculinidade. Mas quando os safados rindo-se me perguntaram se de facto eu achava que tinha o pau mais curto de todos respondi-lhes que sim. Paula pareceu gostar da resposta e voltou a falar:
- Ter o pau curto, ou tê-lo mesmo frouxo e incapaz de se levantar, não tem de ser uma infelicidade para o macho. É bom é que este se capacite que o sexo não tem de ser para todos, mas apenas para os mais capazes, e aceite a sua condição. Ficar só vendo e contribuir para excitar ainda mais as fêmeas e os machos cobridores com as suas inúteis exibições de acasalamento, é uma actividade tão útil para os jogos de erotismo como participar activamente de um deles.
A segunda teve lugar uns dias mais tarde no mesmo local, e todos os participantes com excepção de Paula e de mim não tinham assistido à conversa anterior. Alguém, numa conversa de circunstância, quis saber que marco do passado cada um de nós gostaria de ressuscitar para o poder viver. Numa ligação à conversa anterior que ninguém entendeu além de mim, Paula sem pudor pois não se envergonhava de ostentar-nos a sua imagem de devassa disse sonhar desde muito nova em levar a vida de imperatriz viúva oriental, rodeada de servidores eunucos, escolhidos entre os rapazes dotados de pequenos órgãos sexuais, castrados em crianças para a servirem incondicionalmente como servos domésticos e como estimuladores da sua libido, reservando os mais bem apetrechados de ferramenta para a servirem na função de amantes. Como foi ela a primeira a falar a sua confissão gerou tanta controvérsia entre alguns dos marialvas presentes para os quais a extracção dos tomates era algo impensável que parecia que mais ninguém queria saber que episódio do passado os restantes gostariam de participar. Mas eu novamente excitado tal como da outra vez que ela me fizera ver a importância dos machos não cobridores, senti que não podia ficar calado e que depois de a ter ouvido, eu que antes de Paula falar não saberia dizer que momento escolheria, não tinha mais dúvidas e necessitava de o expressar em voz alta, até porque eu sentia que aquele era o último passo que teria de dar se queria que minha amada puta me aceitasse tal como eu era.
- Esperem – pedi levantando os braços –a Paula disse o sonho do passado que gostaria de ter vivido e eu devo dizer-lhes que depois que a ouvi não tenho dúvidas do meu. Se quiseres Paula, começar a realizar o teu sonho ofereço-me neste preciso momento para ser o teu primeiro eunuco. Teria muito gosto em servir-te de estimulador da tua libido se me achares capaz de servir-te para tal.
- Não estás falando sério, pois não? – questionou-me – Está consciente que a única coisa de que o eunuco se vê privado é precisamente aquela que os machos mais prezam?
- Um eunuco não é um macho a sério – apenas lhe retorqui.
- Tens razão – respondeu-me – confesso que nunca esperei arranjar com tanta facilidade um voluntário, mas já que o Destino me proporcionou um tão graciosamente, aproveitemos. Segue-me.
Levantei-me e segui-a, sempre caminhando atrás de Paula embora esta não tivesse dito para o fazer, ouvindo nas minhas costas chistes sarcásticos dos nossos colegas de curso que conhecendo o biscate a que ela se dedicava, diziam que se eu queria ir para a cama com ela não precisava de tanto teatro, apenas de lhe passar para as mãos uma nota de 50 euros mas eu não lhes ligava nenhuma. Estava excitadíssimo com aquilo sim, mas meus 30 segundos de tesão não me davam o direito a ser um macho cobridor como a Paula bem dizia e o esmagamento dos meus testículos, uns anos atrás, tinha-me predestinado para a nova situação que a partir daquele dia em diante eu ia passar a viver: realizar o sonho de Paula e tornar-me o seu eunuco cornudo. E que feliz me sentia!

 

NÉ LUSO

Minha primeira vez com um casal

Bom vamos lá...
Eu não sou escritor mas vou então escrever um relato!rsrs
Em 1988 estava numa sala de chat por volta das 7:30hr da noite!
qdo comecei a teclar com uma garota, ela me disse ser casada e que tinha filhos como eu papo vai papo vem ela me disse que ela e o mardo tinham uma fantasia transar a 3, confesso que no começo fiquei meio assustado rsrs pois não acreditei muito no papo até mesmo cheguei a pensar que ela( era um gay) se passando por mulher...

Depois de umas horas teclando no chat passei o nr. do tel da empresa que trabalhava ela ligou uns dias depois... qdo a secretária me disse que era a garota da cidade Tal. eu fiquei gelado! atendi e conversamos e ela disse que tinha contado para o marido sobre nossa conversa...etc... marcamos um encontro que seria numa praça na cidade deles que no primeiro encontro seria so uma bom papo pra gente ver se rolava...

Marcamos e lá estava eu eu todo excitado! deixei o meu carro naquela praça e fomos no carro deles numa pizzaria que na época rolava muito caraoke por este ser um lugar barulhento, o casal escolheu com medo de alguém houvir nossa conversa... Nossa conversa foi agradável o casal me passou ser muito tranquilos... dali o marido me perguntou e aí gostou da gente gostaria de ir até a nossa casa? Fiquei mais excitado ainda com o convite lá fomos...

Entrando na casa eu fiquei meio sem geito! rsrsr mas...ela veio e me beijou na boca comçamos a dar um malho ali mesmo na sala, e o cara abaixou suas calças e começou a se masturbar...tirei a blusa dela o sutiã e comecei a beijalos...ela abriu meu cinto e começou a me chupar foi uma loucura! o marido dela disse a ela é isso que vc quer minha putinha...deliciosa! ela sacodia a cabeça dizendo que simmm rsrsrs ele veio e me ajudou a tirar sua calça e a calcinha dela depoia começou a chupar a bocetiha dela e me disse coloca a camisinha no seu pau gostoso e a fodi bem gostoso que eu quero ficar olhando....Puts foi muito gostoso, fiquei um bom tempo me segurando para nao gosar... depois ela disse agora vc dai o cara foi pra cima dela e coneçaram a transar.... e ela me fazendo uma gulosa....depois ele ofereceu dupla penetração ela rapidinha se ageitou no sofa, que loucura sentia o pau deledentro dela eu atras e ele na frente ela gritava de prazer....gosamos praticamentes juntos....fomos os tres para o chuveiro tomar banho! conversando e nos tornando amigos conversavamos sobre tudo! filhos familia...um bom papo dali fomos para a cama do casal, fizemos amor novamente...e continuamos até hoje 2010 rsrs, a uns dois anos atras, ela me disse que gostaria de ver o marido me chupando, se eu topava eu disse que sim pois preciso agradar o corno tbm...

o cara caiu de boca no meu pau junto com ela cada minuto e um que me chupa se beijam se lambem junto com meu pau na boca deles...no ano passado! enquando ela tomava banho ele me chupava como sempre dai ele me disse!!! coloca seu pau na minha bunda mas sem enetrar quero senti-lo tem geito? eu continuava com muito tesao pois eu consigo segurar e fico horas sem gosar... ele deitou de bruço e eu comecei a esfregar no rabo dele...ele passou um pouco de KY, dei um empurraozinho e entrou so a cabeça!e ali ficamos brincando....de re pente ela veio do banheiro enrolada numa toalha e ficou muito decepcionada com ele naverdade ela ficou é muito doida magoada! paramos fui tomar banho e os dois ficaram na cama qdo voltei eles estavam discutindo e ela me disse \Poxa! isto eu nao queria, ver meu marido sendo penetrado e que já havia achado estranho ele ter pedido pra ela me chupar...

Dai ficamos meses sem eles lme ligar pois é esse o trato! um dia ela me ligou e disse que gostaria de sair comigo sozinho fomos a um motel pois nossos encontros sempre foram na casa deles e sempre pela manhas pois ´temos horários flexiveis no trabalho... sai com ela fizemos amor deliciosamente como sempre mas se a presença dele! dai ela disse que tinha conversado com ele e que ela tbm tinha chegado a conclusao que era um direito dele pois ele a permitia comigo! e achou melhor aceitar o desejo dele em ser penetrado por mim... nunca tinha transado com um cara na verdade nunca tive atração por isso!!! hoje continuamos a sair pelo menos a cada dois meses nos vemos transamos com ela juntos...e depois dou uma bombada nele! as vezes enquando penetro nele ele penetra nela tbm kkkkkk é muito engraçado e excitante nossa transa! somos amigos nos respeitamos...Bom sou o ativo para os dois e tbm já deixei claro que jamais vou chupa-lo ou ser enrabado por Ele.

meu e-mail para os casais rsrsrsrs interessados.... lirdeu@hotmail.com

 

Gozando como animais na inversão de papéis: conto contado por ela e por ele

Versão dela

Sempre fui desinibida e já experimentei todas as formas de experiências sexuais. Sempre curti bastante o sexo anal, apesar de nas primeiras vezes ter sentido muita dor, mas de pagar uns micos, a gente vai aprendendo o preparo adequado, incluindo a forma específica de higiene, como se posicionar, quando e como contrair ou dilatar as entranhas. O fato é que já putinha em incontáveis sexuais. Hoje sou putinha fixa do meu namorado. Até aí nenhuma novidade. Esta veio de forma inusitada, como perceberão pelos relatos que faço a seguir. Sempre, ao chupar meu namorado, ficava brincando com a língua na região do períneo, dando leves passadinhas no ânus, punha também um dedinho no buraco do danado, percebia que ele se arrepiava de tesão, mas reprimia isso e retirava meu dedo. Isso até a noite em que eu lhe confessei um sonho: Enquanto ele babava na minha xoxota, era enrabado por um negro forte e virava putinha na piroca do machão.

Gozei muito com esse sonho, meu amor, veja como estou ensopada. Naquela noite trepamos com incrível volúpia, mas fui ousada e disse que só o deixaria comer minha bunda, se depois me deixasse enrabá-lo com um grande toy, um consolo transparente que havia ganho de presente de uma amiga lésbica. Ele assentiu, não tinha escolha pois já estava claro que não tinha mais como recalcar o próprio desejo. Então, após o ritual de preparativos, eu o vesti de putinha, com calcinha vermelha e espartilho, passei batom nele e o fiz mamar meu “pintão” pra aquecer o tesão. Nessa noite fiz meu namorado chorar na pica de borracha, eu o virei do avesso de forma ainda mais brutal do que até então ele fazia comigo. Depois de fodê-lo até ele ficar com o rabo vermelho e assado, precisou de muita pomada depois, mas tomou tal gosto em ser putinha da namorada que ás vezes quer ser comido antes de me comer.

Sempre chupo seu pau depois de comê-lo e parece que vai explodir em minha boca, seu corpo inteiro entra em convulsão. Às vezes ele não resiste e goza enquanto é comido, quando isso acontece, minha putinha leva umas boas cintadas pra aprender que quando minha fêmea goza pelo cu é só pelo rabo que deve gozar. Depois da surra eu o como mais um pouco pra finalmente tomar seu gozo na boca. É um prazer indescritível, pois antes de tudo isso ambos já gozamos muito da forma convencional, dessa forma realmente nos completamos. Nossa história subseqüente é meu namorado quem narra, pois combinamos que minha “putinha” tinha que ser enrabada por um pau de verdade, então combinamos o esquema com Renato, um ex-namorado meu, negro forte e pirocudo

Versão dele

Nunca pensei que um dia isso aconteceria e menos ainda pensei que pudesse sentir tanto prazer com tal evento, mas o fato é que me senti plenamente saciado. Minha namorada recebeu Renato no apartamento de camisola e calcinha vermelha, antes de sua chegada, ela produziu a “putinha” da cena, com sainha, espartilhos e salto alto, até batom passou carmim passou em minha boca. O combinado era de eu esperar eles se aquecerem pra depois entrar, foi o que fiz: quase gozei ao observar as preliminares, ele a agarrava com muito tesão, ela gania, gemia, arfava e gozava com a boca do negão em sua xoxota recém depilada. A hora que vi o trabuco do negão , tremi de nervoso e tesão, pois meu pau é bem grande e grosso, mas aquele é concorrência desleal. Sofia o engoliu inteiro, não sei como coube em sua garganta. Entrei com Renato Gozando na boca de minha namorada. Quando irrompi, ele vociferou: eis nossa putinha da noite, vai começar limpando a piça.

Chupei muito aquela rola preta, parecia uma mulher experiente, sendo que nunca havia feito isso, Sofia tocava siririca e dizia: chupa putinha, chupa esse pinto pra ele rasgar seu rabo depois, deixa ele no ponto. Num dado momento, ele levantou, me posicionou de quatro, arrebitando bem minha bunda, afastou a calcinha e chupou meu rabo e períneo como nunca havia feito. Então, exclamou: está no ponto Renatão, vem comer o cu dessa puta que ela quer pica. Cuspiu no meu rabo, no pau do negão e este me comeu sem dó, fazendo-me chorar como uma menina. Depois me fez abrir a bunda de Sofia para comê-la. Abriu uma cratera em sua bunda vermelha com os tapas da mão gigante, fez um escândalo sem precedentes, xingou o negão de todos os nomes, mas gozou muito.

Eu aproveitei para foder sua boca e a enchi de porra, ela segurou o líquido e depois que o negão tirou o pau de sua bunda, cuspiu todo o sêmen no pintão e me fez chupá-lo , deixando-o limpinho. Depois que o Renato foi embora, Sofia começou a me humilhar, dizendo que finalmente tinha sido comida por um macho de verdade, que eu só sirvo pra ser putinha. Aí baixou uma ira inexplicável, fiquei possuído, peguei um cinto no armário e lhe dei uma surra que nunca levei quando criança. Depois a enrabei com mais força que o negão, ela soluçava de tanto chorar, mas alguns minutos depois já gozava como uma cadela. Bebeu toda minha porra. Depois desfalecemos, antes me desculpei pela brutalidade, mas ela disse que gostou, afinal casou-se com um macho e não com uma putinha, isso é só uma fantasia.

E-mail contato: fepace@uol.com.br

Esposa Infiel - parte XII

Estava muito excitada com a chegada do carnaval onde ia poder me deliciar nos bailes sentindo pênis de todos os tamanhos e para isso passei o dia todo no salão de beleza apesar de não precisar caprichei no visual com um corte de cabelo arredondado deixando meu rosto ainda mais belo sem modéstia pois papai do céu caprichou ao me fazer dando me um lindo corpo e rosto e com a idade fiquei muito mais bonita e gostosa.
Meu boizinho adora desfilar comigo ao seu lado e por ser muito sem vergonha sempre garanto uma boa transa para nos nós mais variados e inusitados lugares.
Estava pronta para sair quando ele recebeu um telefonema urgente de sua irmã pedindo sua presença na casa de sua mãe deixando me puta da vida mesmo porque a dias ele tem se fartado metendo com sua mamãe me deixando sem seu delicioso porrete.
Ele fez de tudo para ir com ele porem como estou de mal com minha sogrinha resolvi espera-lo em casa dando um prazo de duas horas avisando que não atenderia seu celular caso quisesse me engabelar.
Enquanto esperava sentei no pc de costa par rua na janela do segundo andar de minha casa que fica em frente a uma padaria muito freqüentada por garotos da alta burguesia.
Tentava não pensar em sexo quando recebi um e-mail de uma amiga com fotos dela lambendo minha sublinha de dezoito aninhos na casa de minha cunhada.
Vendo aqueles peitinhos apetitosos que cabiam perfeitamente em minha boca estremeci toda sentindo a calcinha molhada e gemi com um orgasmo tremendo quando minha sobrinha aparecia deitada de costas com as pernas abertas e com a mão escancarava sua boceta oferecendo para minha amiga lamber coisa que relutei em fazer a pedido de minha cunhada sua mãe que não queria que ensinasse essas coisa para sua filhinha.
Quando dei por mim estava com as pernas aberta uma em cada lado da mesa com a calcinha afastada para o lado me desfalecendo com as dedadas na boceta que parecia uma lagoa de tão molhada que estava.
Como já relatei anteriormente sofro de distúrbios sexuais chegando a gozar varias vezes sem mesmo me tocar e como sou muito sem vergonha imaginando que estava sendo observada levantei calmamente tirando a camiseta e calcinha virando de frente para a galera onde fingia arrumar o cabelo aproveitando para caminhar ate a sacada totalmente nua deixando que todos me vissem com alguns engraçadinhos me fotografando.
Sentia como que um vulcão na boceta com gozadas avassaladoras que me deixavam atordoadas com o êxtase do momento e num gesto de loucura fiz sinal para a rapaziada enquanto corria em direção a rua onde me entregaria a todos se possível ali mesmo no meio da rua.
Estava no quintal com a galera se amontoando em frente a grade quando tive um forte orgasmo que me fez cair deixando me molinha no chão por alguns minutos o que me fez recobrar os sentidos onde me recompus e corri para dentro de casa onde fui para o banheiro tomar um banho frio para me acalmar.
Ao ensaboar meu corpo com a água caindo nele senti os seios duros que ate doíam de tanto tesão por isso afundei os dedos na boceta e gemi alto gozando muito coma a mão praticamente toda dentro da boceta.
Após o banho senti que necessitava de uma boa transa por isso vesti uma minúscula calcinha vermelha com um short de malha e blusinha ambos vermelhos salto alto peguei meu carro e sai ignorando as inúmeras chamadas e mensagens de meu boizinho em meu celular.
Estava impossível dirigir sentindo o short atolado junto a minúscula calcinha na bunda deixando as polpas de fora e por ser exibicionista estacionei o carro numa rua qualquer peguei minha bolsa e sai caminhando sem destino sentindo a alma em brasa descarregando o fogo em minha boceta.
Estava desesperada para sentar gostoso num porrete e enquanto caminhava era cantada por muitos homens porem nenhum tomava a iniciativa de me comer ali mesmo se necessário fosse e quando num gesto de puro tesão e ousadia resolvi tirar o short antes porem resolvi atender o celular que tocava insistentemente dentro da bolsa.
Fiquei mais calma e tranqüila enquanto falava ao celular com minha dona aquele travesti que me defendeu num cinema no centro da cidade como já relatei anteriormente.
Ao informa-la onde e como estava ela pediu pelo amor dos deuses que não fizesse nada que me comprometesse pois precisava de mim naquela mesma noite.
Sentia os líquidos vaginais escorrendo pelas pernas quando corri para meu carro e voltei para casa e em poucos minutos ela chegou toda radiante vestindo um lindo macacão amarelo que em contraste com seu corpo deixava ela muito mais linda e gostosa.
Ao vela desce do carro corri em sua direção para me jogar em seus braços dando um delicioso beijo em sua boca deixando ela sentir todo meu tesão sem me importar coma a galera que fazia um grande alvoroço vendo nos atracadas uma na outra.
Calmamente ela saiu de mim pedindo calma mandando que me arrumasse pois tinha uma apresentação na Espanha a noite do dia seguinte e precisava de mim.
Ela estava preparando uma dose de bebida quando voltei de meu quarto com a mala em punho avisando que estava pronta comigo vestindo um sobre tudo por cima da pouca roupa que usava um leve toque na maquiagem e rumamos direto para o aeroporto.
No avião ela me catou de jeito comigo fazendo um escândalo enorme enquanto me enrabava no banheiro e quando saímos dali fomos repreendidas pela tripulação comigo disfarçando um choro avisando que minha sogra tinha falecido e minha amiga estava me consolando no banheiro.
Rimos muito já nos lugares onde gemi muito com seus dedos em mim e quando desembarcamos resolvi atender o telefone de meu boizinho que aos prantos avisou que minha sogra havia falecido e ele estava tentando falar comigo a dois dias.
Ele ainda falava quando o celular foi para o chão comigo sendo amparada por minha dona que depois de me reanimar avisou que nem pensasse em voltar deixando ela na mão caso contrario me arrebentaria na porrada ali mesmo e entre soluços ela me levou para aquela maravilhosa e conceituada casa de show.
A casa estava super lotada e enquanto ela se direcionava para os camarins fui levada para um camarote ao lado do palco onde estava cinco senhores e três travestis com um deles fazendo um delicioso boquete em um deles.
Ao ser apresentada beijei um por um na boca enquanto um dos senhores reclamava muito ao descobrir que eu não era travesti.
Com muita gentileza e educação que me é peculiar informei aquele senhor que era namorada da xx que se juntaria a nos após a apresentação.
Sentada numa poltrona toquei uma deliciosa siririca enquanto o travesti de nome Vanessa babava no pênis daquele senhor tendo um outro todo atolado em seu cu enquanto os outros dois senhores mamava gostoso os potentosos porretes dos travesti.
Em certo momento os três travestis vieram ate mim e após tirarem minha roupa se deliciaram com meu corpo mamando gostoso em meus seios enquanto outro lambia minha boceta e cuzinho fazendo me urrar de tanto prazer.com extrema facilidade fui colocada em cima de um deles que escorregou com muita facilidade pra dentro de mim enquanto outro se posicionou atrás de mim afundando seu mastro todo em meu cu enquanto me deliciava com o terceiro metendo fundo em minha garganta.
Juro que morri de tanto prazer enquanto eles metiam em mim ora com calma e delicadeza e em outro momento socavam com força deixando me extasiada.
O que estava em minha boca foi o primeiro a gozar enchendo a camisinha com uma quantidade fenomenal de porra e quando ele trocou rapidamente a camisinha se posicionando atrás de mim para meter seu porrete duro feito pedra em meu cu comigo aos berros com avassaladores orgasmos.
Estava toda mole e dolorida com os três travestis me comendo incansavelmente de muitos jeitos formas e maneiras e quando fui colocada em cima daquele porrete tive sua pica direcionada para meu cu enquanto beijava muito sua boca macia e sedenta onde com muita experiência sorvia toda minha língua deixando me maluquinha de tanto prazer apesar de ter as pernas dormente e a boceta ardendo muito.
Tentei sair dela que ao perceber minha resistência segurou me enquanto abafava meu grito com seu beijo enquanto ele saiu todo de meu cu para se ajuntar a outro porrete que vieram pra dentro do meu cu numa dupla penetração comigo aos prantos enquanto sentia eles me rasgando ao meio com seus pênis atolado em meu cu enquanto os cinco homens despejavam rios de porra em cima da gente com suas alucinadas punhetas.
Sentia me como que sendo dilacerada porem urrei de prazer quando eles anunciaram seus gozos com um deles mordendo meus seios enquanto outro estapiava meu rosto chamando me de puta devassa safada e outras coisa deliciosas fazendo me urrar caindo em seguida mortinha para o lado toda sua dolorida porem saciada.
Com muita dificuldade caminhei ate o banheiro de um dos camarins onde me banhei me recompus e ao descobri que um deles estava em viagem para o Brasil pedi carona em seu jato particular.
Após o show que não pude assistir minha dona veio ate nos informando o local da suruba logo mais a noite e enquanto todos rumavam para lá me desvencilhei deles e vim embora para casa onde encontrei meu boizinho triste e abatido que não me deixou se quer entrar em casa me esbofeteando na frente de todos os parentes e amigos me expulsando somente com a roupa e por sorte estava com minha mala.
Sai dali jurando a mim mesma nunca mais se quer olhar na cara desse filho da puta a não ser perante o juiz rumei para a casa daquele senhor que me atendeu alegremente deixando me a vontade em sua mansão no alto do Morumbi e como já tinha me comido gostoso na viajem de volta em seu jatinho particular calmamente me encaminhou para uma suíte onde delicadamente pediu que fizesse um striper para ele o que atendi prontamente e quando abriu os braços me chamando pra cama me lambeu toda dando total atenção para meus seios e boceta onde sorveu toda minha energia chupando como nunca havia sido chupada fazendo me desfalecer em sua boca com gozadas avassaladoras e quando montou em mim meteu de forma suave como quem tem todo o tempo do mundo fazendo me gemer muito em seu potente caralho.
Hoje vivo cercada de luxo com meu homem que atende todos meus pedidos porem não aceita de forma alguma me dividir com ninguém.
Estou resistindo o Maximo possível pois neste mundo de riqueza principalmente os homens acham que podem tudo e alguns engraçadinhos me cantam na cara dura.
Sei que não resistirei por muito tempo porem espero tratar com carinho e respeito a quem me acolheu sem cobrar nada em troca na hora que mais precisei.
Dias desses ele me ‘presenteou’com uma linda secretaria informando que fizesse com ela o que bem entender e ao perceber que havia um certo brilho em seu olhar aproveitei sua ida a Espanha a negócios e fiz minha ninfetinha se deliciar com minha boceta sedenta porem isso prometo contar em outra oportunidade.
Beijos a todos
Camille
camilledicarli@bol.com.br
 

 

Esposa Infiel - parte XI

Como já relatei anteriormente sou loca por calcinhas.
Tenho verdadeira adoração por esta pecinha e sempre que saio pela cidade não consigo tirar os olhos da bunda das outras mulheres tentando identificar o tipo de calcinha que estão usando e sempre acabo me molhando toda principalmente quando avisto as marquinhas que fica sob as calcas ou saias delas.
Dias desses estava sozinha em casa sem nada para fazer então resolvi dar um role pela cidade.
Depois de um bom banho e café reforçado sai de casa vestindo somente um sobre tudo e salto alto sem mais nada por baixo embora estive levando na bolsa um vestidinho básico em uma calcinha para eventuais necessidades.
Como sou muito sem vergonha deixei a parte de baixo da saia aberta pouco a mais que o normal deixando minhas coxas a mostra ao caminhar.
Estava muito excitada por isso resolvi ir de metro.
Caminhava sentindo os líquidos vaginais escorrerem pernas abaixo apertando as pernas uma na outra friccionando os lábios um ao outro enquanto me deliciava com diversas formas de bundas que me acendia cada vez mais deixando visível a marca de suas minúsculas calcinhas.
Estremeci toda quando apareceu de repente em minha frente uma mulher negra vestida com um conjunto de saia e mini blusa deixando seu lindo corpo quase a mostra.
Ao passar por mim não pude resistir olhando fixamente em seu lindo rosto onde ganhei um inebriante sorriso que me deixou molhada principalmente quando olhei pelas costas e a saia era de costura baixa deixando a mostra um lindo e minúsculo fio dental vermelho que sumia em sua bunda firme e deliciosa.
Sem consegui desgrudar os olhos daquilo tudo resolvi segui-la mesmo com ela em direção contaria a minha.
Não somente ela mais todas as demais pessoas notaram meu interesse e ao me ver indo atrás me fez babar toda com seu delicioso rebolado.
Estava hipnotizada com aquele rabo de saia e quando ela entrou em uma loja de lingerie tremi toda com o tesão a mil imaginando tudo aquilo naquele santuário de calcinhas.
Estava fora de mim e muito excitada por isso resolvi passar direto e tentar me recompor colocando em ordem minhas idéias senão seria capaz de agarrar aquilo tudo ali mesmo.
Fui ate uma lanchonete da esquina tomei um guaraná depois fui ao banheiro onde consegui me lavar deixando a boceta limpinha e seca onde resolvi vesti a calcinha.
Com os pensamento a mil em minha mente arquitetava um modo de abordar aquela deusa de ébano.Parecia uma adolescente a espera do primeiro beijo,porem não poderia perder esta oportunidade e depois de respirar fundo caminhei decidida entrando na loja onde caminhei parecendo esta no paraíso apalpando cheirando e me deliciando com aquelas minúsculas peças ficando um pouco decepcionada em não encontrar minha deusa.
A loja estava vazia por isso após me certificar que ela não se encontrava por ali resolvi ir embora e quando já estava na porta fui abordada por uma mocinha que pediu que a seguisse ate o escritório que fica num mezanino nos fundos da loja quando questionei porque ela educadamente disse que eu era suspeita e precisava me revista.
Pensei em meter a mão na cara daquela menina que me chamava de ladra na cara dura porem seu jeito sorridente e seu corpinho lindo moldado por uma camiseta branca e calça jeans me fizeram mudar de idéia pensando que poderia ser compensada por algumas apalpadas e passadas de mão o que para mim era um consolo.
Enquanto caminhava atrás dela perguntei o que elas faziam quando pegavam alguém roubando na loja.
Ela com uma voz toda melosa me informou que não faziam nada porem a dona da loja fez uma vez uma jovem de escrava obrigando ela a desfilar somente de calcinha o dia todo pela loja e segundo ela havia rumores que ela levou esta jovem para um motel e fez o que quis com ela.
Com as pernas bambas e a calcinha molhada perguntei se ela estava me levando para falar com a dona e após sinal afirmativo pedi que esperasse enquanto coloquei dentro da bolsa algumas calcinhas que peguei neste momento.
Com o coração quase saído pela boca e a boceta em brasa delirei quando chegamos na sala e dei de cara com minha deusa de ébano sentada de costa pra nos enquanto falava ao telefone.
Ao me ver ali ela não pode conter um sorriso que coloriu toda a loja e antes de sair a mocinha cochichou algo com ela enquanto me deixa sozinha a mercê daquela deusa.
Depois de me explicar todo o procedimento ela pediu autorização para me revista já pedindo que tirasse a roupa.
Antes mesmo de terminar o pedido eu já estava somente de calcinha a sua frente.
-Boa menina.Assim que eu gosto.Decidida dedicada e submissa.
-Tem alguma coisa dentro da calcinha?
Sem mesmo responder já estava com a calcinha no joelho molhando toda minha coxa com o liquido viscoso que escorria da boceta.
Nossa menina você esta mesmo a perigo olha sua boceta.
Derreti toda com ela espalmando minha boceta já com seu corpo colado ao meu enquanto cheirava minha nuca.
Explodi numa gozada avassaladora quando ela enfiou o dedo médio em mim enquanto beijava minha boca beliscando meu mamilo deixando me cada vez mais alucinada apesar da forte dor de seu beliscão em mim.
Ainda gozava quando ela encostou na mesa ordenando que lambesse sua boceta.
Feito uma cadela no cio obedeci cegamente ajoelhando entre suas pernas onde uma delas foi colocada em meu ombro enquanto ela aproveitou para forçar minha boca em sua boceta enquanto mandou que lambesse sua boceta por cima da calcinha.
Que tesão imenso aquilo me deu enquanto sentia a língua dormente de tanto lamber sentindo seu gosto em minha boca mesmo separada pelo minúsculo fio dental vermelho e tentador que escorria de tanto liquido de sua boceta e minha baba.
Fiz ela urrar enquanto sussurrava coisas deliciosas me chamando de princesa amorzinho e outros elogios quando afastei com a boca sua calcinha e meti a língua em sua boceta que mais parecia um lago de tão melada e sedenta que estava.
Fiz ela se estrebuchar toda em cima da mesa enquanto gozava comigo bebendo todo seu gosto deixando a sequinha e quando me posicionei deitando em cima dela nossas bocas se uniram com ela se acendendo novamente se posicionando em cima de mim onde desfaleci com sua boca em minha boceta e a minha na dela num delicioso meia nove onde gozamos juntinhas nos beijando muito trocando eternas juras de amor esmo sabendo que só durarão ate o por do sol.
Estávamos abraçadas e nuas no tapete da sala trocando deliciosos beijos quando fomos interrompidas pela jovenzinha que exigia sua presença num assunto urgente e quando ela saiu dali perguntei qual seria meu castigo quando ela apontou um pacote em sua mesa pedindo que a jovem me ajudasse a me vesti e depois deveria varrer toda a loja ate a calçada e quando terminasse estava liberada.
Quase não consegui levantar de tão acabada que estava porem me reanimei quando a mocinha abriu o pacote me entregando um minúsculo short de lycra preto e uma frente única que mal cobria meus seios deixando os praticamente de fora pouco acima do umbigo.
O tecido do short abraçou minha bunda e boceta fazendo me estremecer apertando me muito comigo puxando o bem para cima onde ele enterrou todo na bunda separando minha nádegas fazendo meu cu piscar de tanto prazer.
Não só varri toda a loja e a calcada das lojas vizinhas como também tirei pó fiz café troquei todas as pecas do mostruário dando um toque mais juvenil na loja o que atraiu muito a clientela com algumas que entravam somente para me ver se deliciando com meu corpo quase desnudo e quando isso acontecia abordava esta cliente não deixando que saísse dali sem comprar algum artigo.
A loja fora uma das ultimas a fechar tal a quantidade de mulheres que não economizaram comprando artigos mesmo sem precisão disfarçando enquanto me cantam diziam coisas deliciosa em meu ouvido me entregando números de telefones com seus nomes marcando encontro comigo.
Pensei ate em vira garota de programa atendendo a todas elas porem ao identificar que é coisa seria embora sendo um programa casual não cobro nada porem se é somente aventura faço questão de cobrar uma taxa a qual deposito em nome de uma instituição de caridade que tem me agradecido muito com minhas doações generosas.
Quem esta muito contente com isso é meu boizinho que faz questão de chupar minha boceta sempre após um encontro onde me fez prometer não tomar banho deixando que ele me limpe todinha.
Muitas vezes ele me leva ao local e espera ansioso onde me come muitas vezes ali mesmo dentro do carro a vista de quem quiser olhar o que me deixa alucinada onde somos filmados por algumas de minhas amantes.
Mesmo com a agenda cheia dedico um dia da semana onde me desvencilho de tudo e vou para a loja de minha deusa onde me derreto toda em seu corpo maravilhoso e mais ainda quando sou obrigada a ficar nua o que aumenta suas vendas e amplia meu terreno de caça.
Minha deusa esta muito contente desde minhas visitas a clientela de homens aumentou consideravelmente e como sou safada estou enamorada por um senhor muito bonito e charmoso que acredita que sou virgem e esta prometendo comer somente meu cu afirmando pagar quanto eu pedir.
Pelo volume formado em sua calça quando esbarra displicentemente em mim notei que é um belo porrete e que vou sofrer muito com tudo aquilo porem prometo escrever contando como foi assim que não agüentar mais e terminar dando pra ele.
Mulheres se querem me contratar mande foto de corpo todo de preferência nua para nosso primeiro contato.
Não sou lésbica ,porem só atendo mulher.
camilledicarli@bol.com.br

 

Esposa Infiel - parte X

Quando meu boizinho ligou avisando que estaria passando na casa da sua mãe e não teria hora para voltar fiquei puta da vida sabendo que iria meter gostoso com minha cunhada e minha sogra me deixando na mão como sempre acontecia.
Como já relatei aqui depois que meu sogro morreu minha sogra me culpa por isso o que tem me afastado dela e de sua filha e recentemente mudei de casa indo morar em um bairro distante o que me afastou mais ainda delas principalmente de minha cunhada a qual me lambe todinha.
Minha sogra sendo muito filha da puta mete com meu marido deixando o coitadinho esgotado propositadamente e com isso ele mal comia a mim e minha cunhada por isso depois de um bom e demorado banho vesti um vestidinho de seda curto colado e transparente sem mais nada por baixo mesmo porque gozo muito quando uso calcinha e sinto ela apertar meus lábios vaginais enquanto caminho porem neste dia queria me derreter toda em um porrete ou em uma boca ávida e sedenta.
Quando liguei para “minha dona”ela estava indo atender um cliente no jardim América e que tomasse banho e aguardasse que passaria em casa para me pegar.
Neste momento senti um frio na barriga sentindo a bocetinha arder com a surpresa é exatamente no bairro onde moro.
Ao informa-la disto ela me deu o endereço do cliente e para meu total espanto era numa rua acima da minha sorri mesmo porque se tratava de meu contador.
Rapidamente corri para lá atraindo a atenção de todos ao caminhar o vestidinho subia muito deixando me pelada da cintura abaixo.
Quando avistei seu carro apontando vagarosamente na esquina fingi não saber de nada enquanto simulava falar ao celular quando ela parou ao meu lado me chamando de louca pegando firme em meu braço fazendo me sentir seu porrete duro dentro da calcinha.
Dentro do carro ela esbofeteou minha face puxando meu cabelo deixando as pessoas a nossa volta intrigadas vendo duas lindas mulheres brigando dentro do carro.
Ela me xingava de todos os palavrões possíveis enquanto eu me molhava muito e quando abri as pernas mostrando minha bocetinha totalmente molhada e lisinha como ela gosta com um sorriso malicioso ela pegando em minha nuca segurando forte meus cabelos lascou um beijo em minha boca sem nos importamos com a galera dos bares vizinhos que assistiam nosso show.
Estava entregue quando ela me jogou no banco e suspirei pensando que ela iria me comer ali mesmo porem para meu desespero ela ligou o carro avisando que estava atrasada e depois do compromisso cuidaria de mim.
Ao chegarmos naquela mansão fomos recebidas pelos serviçais e como eu não fazia parte do pacote minha dona mandou que ficasse no carro enquanto ela atendia seu cliente.
Estava quase dormindo no banco do carro ouvindo um cd romântico sentindo o gosto de sua boca na minha quando uma menina bateu no vidro do carro avisando que estava sendo convidada a entrar.
Não pude deixar de olhar aquela criança que caminhava a minha frente com uma saia rodada donde se via a marca da minúscula calcinha toda enterrada na bunda e ao entrar fiquei encantada com o bom gosto do lugar com quadros na parede ornando os moveis rústicos.
Contemplava o lugar quando fui interrompida por minha dona que estava algemada a uma grande cama com sua minúscula calcinha toda enfiada no cu enquanto um senhor vestido de senhora a qual todas chamava de patroa, mandou que chegasse ate ele.
Minha dona teve a boca tampada com uma calcinha que depois de dizer que ele teria que pagar dobrado. Aquele senhor sentado numa grande almofada mandou que caminhasse chamando o de mamãe com voz de criança o que atendi prontamente achando graça no primeiro momento e vendo que a coisa era seria me entreguei sentindo a boceta formigar de desejo.
Calmamente aquele senhor mandou que me despisse e se não o conhecesse teria acreditado que se tratava de uma mulher.Por sorte ou azar sei lá ele não me reconheceu.
Caminhava rebolando muito quando ele pediu que ficasse de pe nos braços da poltrona e assim que me posicionei ele mandou que agachasse em sua boca onde sorveu toda minha boceta deixando me extasiada com a habilidade de sua língua em mim.
Enquanto me lambia eu gemia alto de tanto prazer e em certo momento olhei para minha dona que tinha a calcinha muito enfiada no cu mesmo porque seu porrete estava muito duro o que estufava a calcinha deixando sua bunda toda de fora.
Estava gozando quando aquela jovenzinha deu um forte tapa em meu rosto pegando me de surpresa enquanto dizia que somente a patroa poderia gozar e nos suas escravas só gozaríamos quando ela autorizasse.
Como sou muito sem vergonha e adoro que me batam ignorei tal ordem e gritei:estou gozando ai que delicia.....
Neste instante cai em cima daquela “senhora”tal a intensidade do orgasmo e quando dei por mim olhei para minha dona toda amarrada na cama com os olhos esbugalhados.
Dava pra ver o pavor em seu olhar embora seu pênis parecia que ia estourar de tão duro que estava.
Calmamente a patroa olhou para a menina que num gesto muito provocante caminhou de quatro pela cama onde tirou a calcinha de minha dona pro lado e começou um estonteante boquete.
Com grande maestria ela beijava a cabeça e descia lambendo toda a extensão daquele mastro que quando era solto dava cabeçada no ar de tanto tesão.
Estava totalmente envolvida contemplando a chupada que não percebi a patroa se despindo ficando somente de calcinha me deixando boquiaberta com o imenso volume de seu porrete,aquilo tinha no mínimo uns vinte e seis centímetros .
Neste momento senti um calorzinho na boceta e gozei copiosamente imaginando aquilo tudo dentro de mim.
Calmamente ela deitou ao lado das meninas e de onde estava via a garota engolindo o porrete da minha dona empinando muito a bunda onde me deliciava vendo suas linda nádegas separadas pelo minúsculo tecido da calcinha que estava molhadissima.
A patroa deu seu pênis para minha dona lamber enquanto a garota ligava fios no saco de minha dona introduzindo um pino de metal em seu ânus.
Estava curiosa com o que ia acontecer por isso sentei numa poltrona junto com outras serviçais para assistir de camarote o espetáculo.
A senhora tirou a calcinha e sentou naquele mastro que escorregou em seu cu com total facilidade enquanto a garotinha pegava o controle remoto me entregando segurando minha mão para acionar o comando.
Sempre que apertava o botão minha dona e a patroa se esticavam toda gemendo desesperadamente descarregando ondas elétricas nas duas meninas.
Vendo que não tinha coragem de acionar o controle aquela putinha me pegou pelos cabelos fazendo me sentar na boca de minha dona de frente para a patroa e enquanto isso tinha a boceta e os seios sugados com forca por minha dona enquanto descargas elétricas eram descarregadas em nos deixando nos cada vez mais loucas de tanto prazer apesar da dor e incomodo momentâneo.
Aproveitei que o mastro daquela senhora estava esticado sobre a barriga de minha dona espalmei tudo aquilo abocanhando a cabeça que em poucos minutos despejou rios de porra em minha boca fazendo nos gozar juntinhos caindo todos abraçados e extasiados de tanto prazer.
Em pouco segundos nossa respiração voltou ao normal e quando tencionava meter de novo minha dona mandou que me arrumasse rapidinho enquanto a menina entregava uma generosa quantia em dinheiro para minha dona que tentou dividir comigo que recusei é claro enquanto a patroa dormia carinhosamente esticada na cama com seu porrete meio duro.
Saímos dali em direção a um motel quando minha dona mandou que saísse do carro em plena avenida e tirasse toda roupa me entregando um conjunto de blusa e shorts e ao fazer isso quase fui estuprada por vários homens e não fosse a intervenção de minha dona teria dado pra todos ali mesmo.
No motel minha dona judiou de mim me comendo de muitos jeitos e maneiras como nunca havia comido antes e quando meteu em meu cu fez me ver estrelas com a violência das estocadas deixando me sentando de ladinho por vários dias.
Minha dona estava com o diabo no corpo deixando me molinha com gozadas avassaladoras e depois de socar muito em meu cu fazendo chorar de dor e tesão tirou e tentou socar em minha boca e quando recusei morrendo de nojo fui espancada com gosto e enquanto me enchia de porrada socou fundo em minha garganta vendo meu desespero enquanto gozava em minha boca deixando me sentir o gosto de seu néctar misturado com meu gosto deixando me enojada.
Ao reclamar ela me deu um forte tapa na cara enquanto segurava meu cabelo urinou em meu rosto me afogando com seu liquido escorrendo em minha garganta rosto e seios.
Confesso que senti repugnância neste ato porem não consegui conter o forte orgasmo que me fez cair molinha de tanto gozar.
O dia já estava quase amanhecendo quando ela me deixou duas quadras abaixo de minha rua onde tive que chegar em casa a pé toda molhada e fedida e totalmente nua.
Por sorte não havia ninguém na rua e ao entrar em casa encontrei meu boi deitado no sofá ainda vestido com um copo na mesinha ao lado e quando me acordou por volta das noves da manha demonstrou grande preocupação comigo ao me ver cheia de feridas pelo corpo e mesmo sob protestos me levou ao medico onde fiz uma lavagem estomacal e anal ficando quase o dia todo em observação.
Quase chorando meu boizinho pediu que tiremos outras pessoas de nossas vidas ficando somente eu e ele.Concordei imaginado que como sou ninfomaníaca ele terá somente a mim para meter me satisfazendo como a tempo não o faz.
Quanto a mim não vou nem tentar ser fiel mesmo porque sei que será em vão mesmo porque nasci para ser possuída por quem quiser me comer mesmo que com isso ganhe o inferno como morada infinita e se isso acontecer terei que dar o dia todo pro capeta KkK
Beijos
deborha

 

Meu negro!. ( “My Negger! Or an argument fellatio”)

Tenho acordado de mau-humor frequentemente. Passo o dia inteiro mal-humorada. Culpo um pouco a mim, ou tanto a minha vida, e grande parte a rotina dos dias. Sabe? Aquilo tão igualzinho e repetitivo, como se fosse sempre o mesmo dia, como no filme “O dia da marmota” (“Groundhog Day” – 1993), só que nem um pouco engraçado. Sei que o nome dos dias muda pela programação da tevê e sábado tem zorra total (urgh!). De resto, é tudo sempre a mesmíssima coisa: acordar, fazer xixi, escovar os dentes, preparar o café, arrumar a casa, ir pro trabalho, voltar, preparar a janta, dormir. À noite, então, a coisa fica ainda pior.

Um marido cada vez mais insosso, ranzinza, gordo, que naturalmente ronca e peida. Pois o que ele solta do seu enorme traseiro não são pode ser denominado de pum. Eu? Se soltar um punzinho que seja durante o sono, será sem querer, e eu já acordo e ainda fico com vergonha, preocupada com a possibilidade de alguém ter escutado o barulho ou, o que é pior, sentido o cheiro. Sou educada até comigo mesma. Não adianta, sou assim. Mas a insônia, apesar de incômoda, tem me ajudado um pouco. Pois, enquanto o sono não vem, uma cena não sai da minha cabeça. Não sei se a vi em algum filme, ou a li em algum livro, ou é mesmo fruto da minha fértil imaginação. Interajo e me deixo levar. Há um homem. Um negro. Um homem negro forte e alto.

Estou sentada numa sala de espera de algum consultório. Parece um consultório. Não sei. Ele entra na sala, mas não o observo, apenas sinto sua presença. Não vejo seu rosto. Meu negro não tem rosto, mas tem vida. Está descalço. Vejo-o quando ele pára bem na minha frente. Estou cabisbaixa, olhando para o chão. Avisto seus grandes e belos pés negros e muito bem desenhados, dignos de uma escultura. Instantaneamente me vem, como um flash, “A vereadora antropófaga” de Almodóvar (2009), mas procuro não divagar. Concentro-me. Vou erguendo minha cabeça lentamente, contemplo suas canelas lisinhas sem um pêlo, os joelhos sem cicatrizes, a barra do hobby de seda branco. Ele desata o cinto com suas mãos ágeis e abre o hobby para exibir uma das coisas mais lindas e impressionantes que já vi. Um belo “pinto” negro. Ou melhor, um pênis negro. Não, um enorme, mas ainda flácido, pênis, como aqueles de livros de educação sexual. Perfeito, harmônico, na cor e na textura.

A expectativa de vê-lo ereto me é excitante. E o que fazer diante de uma obra prima da natureza diante da sua face. Um pênis maravilhoso a poucos centímetros da sua boca. Hipnotizada, e fazendo a única coisa a se fazer num momento como aquele, tento, com relativo esforço, erguer o mais belo dos “paus” (desculpem-me a expressão chula!) e uso ambas as mãos. Observo o lindo contraste da pele clara das minhas mãos, o vermelho das unhas com o chocolate daquela preciosidade. Levo minha boca entreaberta para desfrutar de tamanha beleza, mas é em vão, mal consigo abocanhá-lo. Então uso o plano B: a língua. Ufa! Seria frustrante se não conseguisse. Esta minha língua nunca me falta, pois também me orgulho por salivar em abundância. E começo a agir, sem perder tempo.

Ouço os primeiros suspiros do dono daquela “magnífica ferramenta” (perdão, mais uma vez!) e percebo o rápido processo de enrijecimento, fruto do sangue fluindo rápido no corpo cavernoso. Eu sempre adorei biologia e os corpos cavernosos desde a juventude despertaram minha curiosidade. Ainda bem que fui filha única e, desde pequena, tive a excitante curiosidade por tocar e sentir a pele de um pênis, ainda mais de um negro. Sei de muitas mulheres que tem verdadeira ojeriza (totalmente sem sentido) por tocar em um pênis, quanto mais lambê-lo ou tomá-lo na boca. Acredito que tudo é fruto de educação castradora conservadorismo religioso que ainda impera na nossa sociedade terceiro-mundista, ou então de aversão psicológica ao pai, ou repulsa comportamental a um irmão que a tenha incomodado. Não falo em molestar. É diferente. Enquanto os homens adoram observar a nudez feminina, inclusive a de uma irmã, a recíproca não é verdadeira. Mas não quero fugir e volto ao meu negro. Continuo.

Minhas mãos e boca não dão conta daquela maravilha natural. Sem muito refletir, começo a lamber toda a extensão daquele membro e volto, volto sempre à cabeça. A cabeça é linda, quente e lateja e reluz com minha saliva. Persistente, insisto ainda em tomá-la na boca num grande esforço, mas a dor nas articulações do maxilar me faz recuar em mais uma tentativa. Volto com a língua. Ele geme e geme alto. Seu corpo já está curvado em minha direção. Sinto suas mãos num toque delicado segurando minha cabeça forçando-a num vai-e-vem. Acho que ele teme que eu pare, mas não sou louca e tenho os pés no chão. Jamais faria a coisa errada no momento certo. Ele parece ser bem resistente. Já se passaram bons minutos e ele se mantém ali, firme. Acho que todos os homens deveriam ser como este. Deveriam ser menos brancos, ter mais cor e menos pêlos. Deveriam ter pênis maiores e mais vistosos.

E, claro, uma resistência homérica, para dar conta de um corpo feminino, repleto de prazeres e rico em enigmas a serem desvendados, pois, como bem disse Luís Fernando Veríssimo, “as mulheres são de outro planeta”. Fico curiosa em saber até quando e o quê e quanto sairia daquela frestinha no meio daquela cabeça lustrosa, a qual jamais esqueço de lamber. Excita-me a idéia de ver o contraste do branco do sêmen com a cor achocolatada daquele pênis. Mas... nem tudo são flores na minha vida e tudo fica escuro. A noite no meu quarto é muito escura. Se meu negro estivesse aqui nessa escuridão, talvez não conseguisse vê-lo, mas sentiria sua presença e seu calor. Nas trevas do quarto da minha vida, sou despertada pelo som de um pum barulhento e fétido de meu marido. Cubro minha cabeça para diminuir o desconforto. Uma indignação quase ódio. Mas quase sufoco e volto a respirar aquele ar contaminado. Torço para voltar a dormir e rezo para que o dia logo amanheça. Nestes momentos, quero a minha rotina diária. Passam-se os dias.

Tão iguais que até perco a conta. De repente, sentada na cama, numa sensação de “dejà-vu”, tenho a impressão de que o homem negro alto irá adentrar no meu quarto, irá parar na minha frente para me mostrar aquela obra prima de perfeição. Mas não. Quem entra é um homem branco, baixinho, barrigudo e pálido, de peito peludo e grisalho, ridiculamente envolvido até na cintura por uma toalha surrada e de cor estranha. Pára na minha frente, despe-se da toalha e exibe algo deprimente: um pinto pequeno, murcho, sem cor e sem vida. É meu marido. Minha vontade é de gritar por socorro: “Tirem-me daqui!”; “Onde está o negro dos meus sonhos?”. Mas me contenho. Sou comedida. Não esboço qualquer reação. Num reflexo, limito-me a dizer, apenas, estrategicamente, claro: “Ai, querido. Hoje não! Estou com uma dor-de-cabeça que nem imagina!”. E reflito agora, num exercício pleno de razão: estou convicta de que a evolução da sociedade moderna deve passar obrigatoriamente pela miscigenação com a raça negra. Teríamos menos câncer de pele, mais resistência, mulheres com mais bumbum e requebrado, e homens bem mais atraentes e, obviamente, com pênis mais belos. E não se deixem levar, pois, infelizmente, minha suposta promiscuidade limita-se a uma tela de monitor de 17 polegadas. E, claro, todos têm o direito de discordar do meu ponto de vista. Sorri guys! But this is really all fiction! (catherine.lanou@gmail.com)

P.S.: Não entendo como, mas muitos “evangélicos” estão lendo meus textos e enviando e-mails para me converter, muito provavelmente tentando garantir suas entradas para o Céu. Agnóstica convicta, digo que o Céu não existe ( e “o Inferno são os outros”) e a vida? Esta que está aí diante dos nossos olhos, a vida é uma só. Portanto, aproveitem o quanto puderem. Não há “segunda chance”!

 

 

Fantasia realizada

A minha pretensão aqui é contar como todo este envolvimento se deu a partir do inicio, quando tudo ainda não passava de simples idéias e quando estas idéias eram apenas uma forma de incrementar as relações com meu marido. Depois, com o passar dos tempos e não havendo aquelas obrigações constantes de estar todo o tempo cuidando de filho e de tudo em casa, passamos a pensar mais detalhadamente numa situação em que pudesse existir mais alguém nas nossas relações sexuais. Mas, no entanto, vimos que para viver uma situação real não seria apenas como imaginar. Havia as pessoas em volta, a pessoa envolvida, o convívio depois do envolvimento, enfim muitas coisas precisariam ser analisadas. E com esta idade, eu 44 e ele 47, deveria ser algo sem problemas, sem conseqüências ruins.

Como estávamos agora pensando mais seriamente, começamos a selecionar pessoas, porque também imaginávamos que deveriam ser pessoas conhecidas sem envolvimentos tipo aventureiras. Mulheres havia algumas, mas homens eram mais difíceis, mais pelos requisitos.

O meu marido, Paulo, a principio, tinha receios em me ver transando com outro homem, na dúvida de um ciúme repentino, ver sua propriedade invadida, coisas assim. Eu também temia um acesso de culpa, frustração. Tudo acrescido do fato de não ter tido nenhuma relação completa com outro homem. Para o meu marido, como na maioria dos homens, isso era menos problemático e ele até sugeriu ter ele primeiro uma relação com uma mulher com o meu consentimento e até a minha presença. Mas o fato é que a força do pensamento voltado para esta situação fez com que numa festa de aniversário na casa de uma amiga descobríssemos uma pessoa da forma que imaginava-mos e que já conhecíamos. O meu marido percebeu os meus olhares e a forma com que eu conversava com este nosso amigo cujo nome é André, um homem de conversa relativamente fácil, casado, de bom físico, reservado.

Aproximei do Paulo e disse a ele que imaginava ter encontrado um bom parceiro porque estava sentindo reações de afinidade e de desejos. Paulo ficou surpreso mas a minha cara de felicidade deu imaginações a ele, me incentivando para continuar a conversa, ficar um pouco mais solta. Foi assim que ao sairmos dali o André já estava convidado a ir à nossa casa e pela sua cara vi que o meu recado não estava de todo incompreendido. No fim de semana seguinte, conforme combinado, ele apareceu. Estava só, dizendo que a esposa tinha outro compromisso e não poderia vir. Eu estava bem tensa pelo que poderia acontecer. Os drinks e a conversa me aliviaram. O Andre tentava disfarçar os olhares para meus seios e para as minhas pernas provocantes. Em dado momento quando o Paulo estava no banheiro, peguei o André pela mão e o levei ao meu quarto. Expliquei a ele aquilo que não sei se seria necessário explicar. Ele confirmou que havia pressentido pela nossa conversa anterior. Perguntou sobre o Paulo. Eu disse a ele que tínhamos dúvidas sobre a participação dele ou não. Foi o bastante para o André entender que eu já havia conversado com meu marido a respeito. Começou a me beijar e ir aos poucos me deixando nua, em minutos eu já estava peladinha. Ele me beijava e sugava os meus seios sem muita pressa. Aos poucos fui me soltando. Sem receios ele foi se despindo também, até que, completamente nu, eu pude ver um caralho diferente do tamanho da do meu marido mas bem mais grosso. Continuou a me beijar e cada vez mais próximo da minha buceta lisinha, que a esta altura já estava toda molhadinha e pulsando, até que percebi sua língua para dentro e para os lados a percorrê-la. O meu grelinho saliente deu a ele mais tesão para incrementar ainda mais as chupadas. O meu liquido já molhava muito sua boca. A sua língua ia até o meu cuzinho e eu rebolava de tesão. Mas o que eu queria ele me levou à boca: o seu caralho. Viramos num 69 frenético. Daquele diâmetro só nos filmes eróticos. Passei a língua em volta da cabeçona vermelha descendo até o saco. Coloquei as bolas na boca. Seu saco estava com os pelos bem aparados fazendo enaltecer sua pica. Foi ótimo. E fui percebendo na boca a sua excitação, quando ele começou a soltar aquela porra inicial lubrificante. Eu mamava muito, chupava muito e engolia.

Não dava para prolongar mais e ele me colocou de quatro pincelando a minha buceta e eu sabia que seria muito bom ser enrabada por aquele macho gostoso e de pau grosso. Seu caralho foi procurando meios, abrindo caminho, até eu sentir o seu saco encostando em mim. Depois de ter encontrado o buraquinho ele começou um vai-e-vem aos poucos aumentando o ritmo e eu não conseguia conter gemidos altos. Quanto mais ele me abria mais eu queria aquela tora dentro de mim. Eu tinha virado puta. Eu já havia gozado quando percebi a sua reação pressionando seu corpo contra o meu e me esquentando com seu liquido viscoso e quente, metendo mais forte. Gozei de novo. Antes que ele jogasse tudo lá dentro ele retirou-o e levou à minha boca. Nossa, ainda havia porra e eu engoli gostoso. Estendi na cama e ele começou a lamber o meu rego e a mordiscar a minha bunda. Montou em cima de mim. Beijava e lambia as minhas costas. Enfiou as mãos por baixo dos meus seios e um tempo naquela posição foi o suficiente para eu sentir seu caralho ainda duro. Ele tinha o endereço certo: o meu cuzinho. Disse a ele que não suportaria mas ele foi sendo carinhoso, tirou um pouco da porra na minha buceta e deu uma lubrificada. Foi difícil no inicio mas dei uma relaxada, uma reboladinha e abri bem as pernas. Por baixo peguei sua pica e dei umas pinceladas com ele no meu cuzinho.

Direcionei e segurei-o na entrada. Ele forçou e a cabeça já achou caminho, aos poucos ele foi introduzindo pra dentro do meu rabo até que só ficaram as bolas. Pensei não agüentar. Senti que a temperatura aumentou quando o que havia de porra pronta entrou para dentro. Me comeu toda. Gozei até ficar quase sem sentidos. Mais um pouco, recompusemos e fiquei imaginando como estaria o meu marido, a sua reação. Ele não apareceu. Estava em outro quarto e lá ficou até que o André se retirasse. Sua tática deu certo e evitou qualquer situação de constrangimento para todos naquele momento inédito para nós. Disse que não me perguntaria como foi já que os meus gemidos e gritos tinham sido altos o suficiente para imaginar como tinha sido a foda. A minha cara de puta alegre também dizia tudo. Posteriormente encontramos com o André em várias ocasiões e claro que ele voltou a me comer. Ele soube me foder deliciosamente, sendo a pessoa certa para me iniciar. As minhas imaginações viraram realidade. Duas surpresas nesta relação super excitante: conhecer a pessoa ideal onde e quando menos se esperava e a outra que ficou por conta do próprio Andre oferecendo sua mulher de presente para o Paulo que confirmou ser ela uma putona vadia deliciosa. Claro que foi uma retribuição porque segundo o Andre eu soube dar a ele muito prazer me entregando totalmente aos seus desejos.

Com certeza quanto mais submissa, receptiva e carinhosa, mais eu também me sentiria realizada. Fiquei conhecendo, através dele, mais dois amigos que depois de um tempo de conhecimento e que por se tratar de pessoas com as mesmas características, acabaram por transar comigo também. Mantenho estes relacionamentos sem outros envolvimentos e prejuízos na minha relação com meu marido. Se você tem estas mesmas fantasias e desejos de se entregar a outro homem por prazer e uma escapada da rotina, a sua chance de encontrar alguém ideal pode também estar perto. Se já existe alguém em mente pode ajudar. Mas você tem que fazer a sua parte, é só tentar.

 

 

Esposa Infiel XI

Como já relatei aqui sou uma mulher com distúrbios sexuais ficando excitada praticamente o tempo todo ate quando durmo tenho orgasmo avassaladores que me deixam mortinha por isso tenho necessidade de sexo vinte e cinco horas por dia.
Na adolescência iniciei tratamento porem não dei continuidade aproveitando para tirar proveitos da situação pois sempre fui esperta e muito sapeca em relação a sexo sendo criada por meus pais que são médicos me deixando bem informada sobre reprodução humana penetrações felação e outros coisas mais.
Lembro que ficava sozinha em casa quase o tempo todo aproveitando para me exibir ficando somente de calcinhas minúsculas que pegava da mamãe no quintal e muitas vezes num ato de pura loucura e tesão saia pra rua caminhando ate o fim da rua onde me acabava em gozos múltiplos sem mesmo me tocar enquanto caminhava tendo que sair correndo em seguida com alguns engraçadinhos tentando me comer ali mesmo.
Com o passar do tempo fiquei muito bonita gostosa e sapeca tendo que me controlar ate ficar noiva e me casar com um lindo e maravilhoso homem que por mais que tenta não consegue me satisfazer sexualmente me dividindo com sua mãe irmã e meu falecido sogro
Tivemos que mudar do condomínio onde vivia a pedido dos moradores que moveram uma ação judicial contra minha pessoa e estou sendo julgada podendo pegar de dois a cinco anos de cadeia se condenada for por atentado ao pudor pratica de ato sexual em publico e atentado violento a moral e ordem publica.
Morando em um bairro afastado estou tentando selecionar melhor minhas presas ficando o tempo todo molhadinha só em poder escolher para quem vou dar neste novo endereço.
Estou subindo pelas paredes principalmente porque meu boizinho já não me come mais come antigamente.
Com a desculpa de ver sua mãe ele tem chegado tarde em casa me da um beijinho e cai na cama dormindo me deixando na saudade por isso estou andando muito pela redondeza com sainhas minúsculas e sem calcinha na esperança que apareça alguns estupradores para me comer do jeito que uma puta como eu mereça ser comida.
Quando isto acontecer se não me matarem escrevo contando como foi.
Beijos

O preço de três fodas e meia

O comportamento típico de uma puta quando está com um cliente é deixar-se estar de pernas abertas o mais imóvel possível, os músculos das coxas contraídos, e esperar que o sujeito se venha o mais depressa que puder. Há porém indivíduos que por aquilo que pagam merecem e exigem um tratamento VIP. São homens que procuram uma puta não apenas para verem satisfeitas as suas necessidades sexuais, mas sobretudo as suas fantasias. São quase sempre casados e procuram em nós aquilo que acham não dever pedir às esposas ou que estas devido à sua condição de mulheres de família entendem não lhes dever dar. Este tipo de cliente que muitas vezes nem se importa que gozemos com eles, e não se importa de pagar para ter o que quer, tanto pode aparecer a uma prostituta de casa montada, como a uma vulgar rameira da rua. Foi o que aconteceu comigo naquela noite em Coimbra.
Eu de carteira a tiracolo andava no engate entre a estação nova e o Parque João Braga, acompanhada da Tita e já aviara um cliente. Nossos namorados andavam por ali não só para imporem respeito a qualquer transeunte mal intencionado, mas o meu Rui particularmente por se entesar bastante vendo-me indo com outros, quando parou à nossa beira um homem dos seus trinta e tal anos conduzindo um Ford azul. Escolhendo-me a mim perguntou-me se tinha a cona suficientemente aberta para levar com uma coisa grossa dentro dela, o que me fez pensar que ele fosse super-dotado, que tipo de serviços oferecia, e porque preço estaria disposta a ir com ele e fazê-lo gozar no meu corpo. Respondi-lhe a tudo. Disse-lhe ter a pássara razoavelmente aberta para meter nela um bom bacamarte e querer uma nota de 1000 por uma foda mais oral, mais o custo do quarto a menos que quisesse ir foder comigo para o Choupal caso em que tal despesa lhe seria poupada. O homem escolheu a alternativa da pensão e disse que me pagaria o dobro se fizesse o que ele pretendia sem pressas. A Tita que em matéria de sexo profissional era sempre ela por baixo e o cliente por cima aconselhou-me a ter cuidado, que homem disposto a pagar a uma puta o dobro do que ela pedia só podia ser tarado, mas como se tratava de o levar para uma pensão não lhe dei ouvidos e entrei com ele no carro. O sujeito já conhecia a residencial manhosa da baixinha onde o conduzi pois que a dona o cumprimentou quando ele efectuou o pagamento do quarto, o que me tranquilizou mais.
O sujeito parecia de bom nível e não era unha de fome pois que alugou um quarto com duche privativo, pedindo um par de mudas de toalhas que teve de pagar por fora, e depois quando já no quarto me pagou o dobro do preço combinado e me mandou tomar um duche acrescentou ainda que me daria uma gratificação se me portasse bem com ele. Sem se despir assistiu ao meu duche e até me ajudou a ensaboar as costas e o peito aproveitando para me apalpar as mamas. Aqueles seus primeiros toques despertaram-me o tesão pois que a foda anterior que dera fora no estreito cumprimento dos meus deveres de prostituta, eu mais parecera durante ela uma boneca insuflável, e por isso não me soubera a nada. Quando acabei de me lavar e me enrolei no lençol de banho mandou baixar-lhe as calças e lavar-lhe a piça e os bagos. Quase sempre que os clientes requisitavam um quarto com chuveiro pediam-nos que lhes lavássemos o instrumento, pelo que não estranhei tal pedido e o satisfiz. O sujeito tinha um caralho com mais de 20 cms, grosso e rijo como uma tora de madeira, circuncidado, com uma volumosa cabeça e já completamente em pé. O tipo de caralho que consola a vista a uma apreciadora como eu e que mesmo como menina da vida sempre gostei de ver patenteado num cliente embora não tão exagerado que exigisse uma mulher especialmente aberta para o receber.
Sequei-o muito bem na outra toalha e ele então mandou-me tirar o lençol de banho e sentar-me toda nua de pernas abertas e a rata completamente exposta numa cadeira. Então despindo-se da cintura para cima e ficando igualmente sem roupa colocou-se em cima de mim na cadeira apalpando-me a vagina e o clítoris com as mãos e introduzindo à vez um dedo dentro daquela. Aquilo excitou-me ainda mais e eu não tive como o disfarçar.
- Huum! - comentou – Tens a cona bem aberta. Apesar de seres jovem já andas nesta vida há algum tempo, ou então sempre foste de foder muito. Ainda bem! Assim não te custará muito a ganhares a tua gratificação quando ta abrir ainda mais.
Com as suas mãos juntou as minhas mamas uma de encontro à outra, metendo o bacamarte dentro delas enquanto o seu pé direito se esfregava todo na minha rata.
- Tens um par de mamas igual ao da minha mulher, gordinha, mas a puta desde que casámos nunca mais me deixou enfiar a piça no meio delas – queixou-se ele. – Nem nunca mais me deixou esfregar-lhe a cona com os pés apesar dos orgasmos que com eles lhe dei, porque a puta tinha medo de ir grávida para o altar se me deixasse meter-lhe o cacete antes do casamento.
Como puta ouvi muitos queixumes do género. Por isso abria as pernas para o deixar esfregar-se, tentando obter o maior prazer que pudesse e pensando mesmo que aquilo iria ficar por ali. Mas o sujeito depois de me ter fodido as mamas durante um bocado de tempo começou a tentar meter o dedão grande do pé dentro da minha greta. Embora tivesse as unhas cortadas a sua penetração feriu-me um pouco os lábios vaginais e eu queixei-me.
- Ai! Queres-me dar cabo do meu ganha-pão? – perguntei-lhe. – Apesar do que me pagas ainda quero ver se fodo mais hoje.
- Cala-te e faz por mereceres o que te pago como combinado – respondeu-me – Tens ou não a cona suficiente aberta para te estares a queixar do meu dedo? Quando te enfiar o caralho vais ter muita mais razão de queixa.
Então ele sempre mo pretendia enfiar. Pensando na gratificação calei-me e os seus dedos dos pés ainda me ficaram ali cutucando a entrada da rata durante mais algum tempo embora ele não tenha enfiado nenhum dedo por inteiro dentro dela. Por fim ele levantou-se e de pé quis que lhe fizesse uma mamada.
- Chupa-me todo. E os colhões também.
Na posição em que ele estava os seus tomates carnudos e peludos batiam-me na testa pelo que tive de esticar o pescoço para os poder abocanhar e os sorver. Depois fiz-lhe o mesmo ao pau que nessa altura já estava bastante melado pois lhe senti a esporra quentinha pingando-me na língua. Aliás eu quando lhe meti o pau na boca já estava com o nariz e o rosto bem impregnados de esporra pois que enquanto lhe lambia os balões o sujeito ia espirrando leite na minha cara sem qualquer cerimónia, embora o estado de dureza do seu caralho não parecesse ameaçar um orgasmo iminente. O meu gargarejo parecia pelo contrário estar a satisfazê-lo muito o que não me admirava pois nunca nenhum homem a quem eu chupei se queixou do meu trabalho de boca, já que os gemidos de prazer que soltava, e os seus pedidos entrecortados por suspiros profundos de satisfação, dizendo “ continua a chupar-me, gordinha gulosa” e “ chupa-me todo que o meu caralho agradece-te e no fim deixo-te uma boa gorjeta”, eram bem elucidativos de tal facto. Eu também não estava só entretida dando prazer ao cliente que me contratara pois que este aninhara-se sobre meus ombros e com o seu braço direito esticado para baixo entre as minhas pernas, apalpava-me a rata e os lábios à volta dela, penetrando-me com os dedos da mão, ora só com um, ora com dois ou três ao mesmo tempo.
- Mexe-me essas coxas, gordinha. Mexe-as como se estivesses a foder com o caralho do teu príncipe encantado.
E eu chupava-lhe no pau inflamado e salgado de esporra levantando e baixando as pernas, deixando-o foder-me com os dedos. Mas quando me metia os três em simultâneo eu gemia. Não que não fosse agradável mas causava-me dor.
- Que é isso, cona funda? Quero ver-te bem arregaçada antes de ta meter. E pago-te bem para isso. Portanto abre bem as pernas e não pares o movimento com essa boquinha nem com essa língua.
E continuei chupando-o. Os seus dedos penetravam-me fundo, e as minhas coxas abriam-se e fechavam-se para os receber inteiros. Ele comentava que eu tinha a cona húmida de tesão e não deixava de ser verdade, tão verdade que estava quase a vir-me.
- Agora tu, minha linda – disse-me por fim antes de algum de nós ter gozado – Vais enfiar esses teus dedinhos que são mais pequeninos que os meus bem dentro da tua coninha elástica. Pago-te outro tanto para te ver com a coninha bem escancarada – e perante os meus olhos foi à carteira do casaco e brandiu-me outra nota de 1000 igual às duas que me dera quando chegamos ao quarto. – A partir do terceiro dedo que consigas enfiar na cona dou-te por cada um mais 500 paus.
Boa, pensei! Três notas daquelas e tinha a noite ganha, não precisaria de voltar para o giro da estação. Arrecadei de imediato o dinheiro como toda a boa puta deve fazer e dizendo-lhe que iria tentar, entre gemidos de prazer e dor, sempre rebolando-me o mais possível para facilitar a penetração e procurando alargar ao máximo as paredes da cavidade vaginal lá fui metendo um dedo de cada vez. A penetração não foi constante pois à medida que mais dedos ia enfiando maior era a dor pelo que por vezes eu tinha de os tirar fora e recomeçar.
- Que é isso? – dizia-me então – Quero vê-los todos lá dentro – e ele próprio me cuspia para dentro da vagina ou me esfregava os dedos com a langonha que me deixara nas mamas e no rosto para me ajudar a deslizar melhor, dizendo que cona como a minha tendo já apanhado muito banho de esporra bem podia agora apanhar com umas valentes cuspidelas. Mesmo assim foi difícil enfiar todos os dedos embora de facto a minha rata se abrisse à medida que meus dedos a iam penetrando como eu sabia pela experiência dos dois abortos que já fizera, e quando ao fim de uns 10 minutos os consegui enfiar todos suspirei de alívio.
Muito bem – exultou – Um caralho assim grosso nunca te entrou aí, pois não? Quero ver-te fazendo um funil com ele assim dentro da tua cona e que te masturbes com ele.
Em boa hora ele me escolhera e não à Tita, ela nunca faria aquilo ainda para mais com tal conversa, mas eu não me importava, queria era ganhar o meu dinheiro e de preferência tirar algum prazer daquilo. Foi o que fiz. Com os dedos em forma de funil introduzidos na pássara comecei simulando os movimentos do coito enquanto o cliente, que já há muito me tinha feito parar-lhe a mamada, me observava atentamente tocando ao bicho e rindo-se muito.
- Aposto que nunca tiveste a cona tão aberta como hoje. Adoraria ver a cona da minha mulher assim tão aberta. Mereces bem o dinheiro que vais ganhar pois precisarias de meia dúzia de clientes para ta deixarem assim tão aberta. Mas quero ver-te metendo os dedos todos até ao fundo.
Obedeci-lhe até só ficaram as costas da mão de fora embora aquilo me doesse bastante. O meu útero parecia estar tão dilatado como se me estivesse preparando para dar à luz ou fazer um aborto. Novamente ele se acercou de mim, batendo-me com o caralho na cara e nas mamas.
- Não pares de te masturbares, gordinha. Acção nesses dedos. Faz de conta que tens o caralho mais grosso do mundo fodendo-te a rata e que estás a gostar. Faz por mereceres a outra nota de 1000 que te dei.
Eu até gosto de ser humilhada por um macho potente, como era o caso, durante o acto mas nem tive tempo de lhe dizer que escusava de me estar sempre a lembrar que eu estava ali na condição de puta embora não houvesse nenhuma mentira nisso, como por uma questão de brio feminino me apetecia pois mal acabou de dizer aquilo e logo me mandou abrir a boca e continuar chupando-lhe o pau. Só quando eu já bastante dorida das minhas partes lhe disse não aguentar mais continuar com os dedos enterrados em tal buraco é que ele com o caralho completamente ensebado de esperma que já me escorria pela garganta abaixo, mo tirou da boca e se dispôs a concluir a foda:
- Levaste uma coçadela valente, não levaste, lindinha? Mesmo para uma cona bem aberta como a tua foi uma coçadela monumental, não foi? Pois bem vou-te dar a provar de um caralho mais fino mas cheio de músculos e muito mais meneável.
Claro, só podia ser o dele, não havia ali outro e para o satisfazer comigo pagara tanto dinheiro. Tirei então os dedos sentindo minha vagina contraindo-se à sua saída.
- A perna esquerda levantada, vais-me fazer gozar com a esquerda levantada – exigiu. Levantei a minha perna e ele deitando a cadeira no chão com o ombro esquerdo encostado na minha perna fodeu-me de joelhos demoradamente. O meu buraco íntimo estava agora completamente fechado envolvendo aquele músculo de carne cheio de tesão e tresandando a leite de macho. Foi divinal, coisa que uma puta poucas vezes pode dizer. Viemo-nos ambos intensamente numa sinfonia de prazer. Generosamente e apesar de eu também ter gozado o cliente deixou-me mais uma nota de 500 no final. Era a prometida gorjeta que efectivamente não falhou. Não me pagara o preço de meia dúzia de fodas como lhe lembrei quando saímos da pensão mas pagara-me o preço de três fodas e meia embora tivesse ultrapassado largamente o tempo de um cliente normal e eu tivesse ficado com a rata toda a arder.
Com a carteira recheada não fiquei na rua na companhia da Tita que também não vi quando cheguei à estação pois tinha ido com um cliente que a alugara, pelo que o meu namorado Rui ficou igualmente a ganhar com o cliente que me calhou. Como nunca lhe paguei nenhuma comissão para fazer de meu chulo a punheta que lhe tocava no fim de encerrar a minha actividade funcionava como paga dos seus serviços. E nessa noite ele teve a sua tocada umas duas horas mais cedo do que era habitual. Dorida como fiquei acho que na realidade de nós os dois foi ele quem mais lucrou com o cliente do Ford azul.

 

SANDRA

Humilhação na república da cozinha

Quando cheguei a Coimbra para frequentar o 1º ano do curso de Direito, não tinha onde me alojar pois que o dinheiro que levava comigo não dava para mais de três refeições na cantina da Universidade. Não fiquei contudo na rua nem passei fome pois por um golpe de sorte conheci o Tomás, um rapaz bexigoso estudante de Medicina e morador na república académica … que me ofereceu guarida no seu quarto. Percebi imediatamente o que ele esperava de mim mas habituada até então a ser fodida pelo meu padrinho e como não tinha onde ficar, aceitei.
Dormi com ele durante dois meses como pagamento do tecto que o Tomás me dispensava e essas foram as piores trepadas da minha vida pois que o futuro médico mal me metia a pila logo se estava a vir. Foram dois meses de insatisfação sexual completa até conhecer o Rodrigo. Este era igualmente estudante de Medicina, mais velho que o Tomás, e tinha acabado de cumprir o tempo de tropa pois que o tinham chamado para servir o Exército antes de concluir a formatura. Rodrigo era um homem dominador e mal soube que eu andava dormindo com o Tomás, a quem ele detestava, logo exigiu que eu lhe passasse a fazer companhia na cama, exigência que passei a satisfazer com agrado. Deixei assim de dormir com o Tomás e embora o meu novo parceiro fosse muito mais bruto que o anterior sabia pelo menos muito bem satisfazer uma mulher, pelo que nunca me queixei da troca apesar de com ele ter ganho a fama da puta da república de .. . Foi com Rodrigo que pratiquei a minha primeira DP, que perdi a virgindade do cu, e que fui fodida em público pela primeira vez depois de uma tentativa de violação na cozinha da república. As coisas passaram-se assim.
Eu fora a primeira moça que o Tomás arranjara em Coimbra, e acho que na vida, e como ele agora se encontrava sem boceta onde se aliviar pois nunca conseguia arranjar namoradas, não ficou nada satisfeito por ter voltado a dormir só. Despeitado para se vingar sempre que me apanhava sozinha na república passava a vida a tentar apalpar-me e a mandar-me bocas, chamando-me de puta fácil e de universitária da perna aberta, a quem ele ainda haveria de voltar a montar. Nunca o fazia na frente do Rodrigo a quem eu já por diversas vezes contara a facilidade com que o Tomás se esporrava quando me metia, nem de nenhum dos seus amigos mais íntimos pois era um covarde e eu para evitar problemas lá em casa durante bastante tempo procurei ignorar as suas atitudes. Mas um dia em que ele conseguiu enfiar a mão por baixo da minha saia e me apalpou a rata dizendo que já a tinha comido e um dia destes voltaria a fazê-lo, achei que as coisas estavam indo longe de mais e além da bofetada que lhe preguei denunciei os seus abusos a Rodrigo que além de meu macho era o presidente da república, na esperança que este conseguisse a sua expulsão.
Rodrigo porém era de outra opinião.
- Com que então o esporra barato quer-te voltar a comer como noutros tempos? Pois bem Sandra, vais ajudar-me a dar-lhe uma lição que o vai fazer compreender que tipos como ele quando querem despejar os tomates o melhor que têm a fazer é irem às mulheres da vida, que essas é que ficam satisfeitas por um homem se vir depressa.
Pensei que Rodrigo o quisesse apanhar em flagrante e receei vir a ser a causa de uma feia briga de galos, mas não foi bem isso que aconteceu. A humilhação do Tomás foi ainda muito maior do que esperava embora a minha reputação também não tenha saído muito bem deste episódio.
Duas ou três noites após esta conversa, já bem depois do jantar, encontrava-me com a restante malta da república a beber umas cervejas no Mono. Tomás não era grande bebedor e foi o primeiro a retirar-se. Foi depois dele sair que Rodrigo de repente me disse:
- Sandra, volta para a república e toma um bom duche que quero ver-te bem cheirosinha quando chegar.
Pensei que aquilo fosse um pretexto para me ter lavadinha para uma boa noite de sexo já que Rodrigo gostava de evidenciar perante todos as fodas que me dava e as posições em que me colocava, e como fazia eu tudo o que ele mandava despedi-me do pessoal e regressei à república onde tratei de tomar um duche, embora algo contrariada por saber que o Tomás provavelmente lá se encontraria e quase de certeza iria tentar algo. De facto estava, já que a luz do quarto dele se encontrava acesa e o rádio ligado por isso entrei sem fazer barulho e despi-me às escuras para não lhe chamar a atenção. No quarto de banho fechei a porta à chave e pendurei o toalhão de modo a tapar a fechadura para ele não me poder espreitar procurando lavar-me o mais rápido e silenciosamente possível para o barulho da água não o atrair. Quando entrei no meu quarto ainda molhada e enrolada no toalhão de banho vi que ele assomou à porta do quarto e como estava sozinha tratei de me vestir o mais rápido possível sempre coberta pelo toalhão. Calcinha preta, saia rodada comprida, uma t-shirt branca e uma blusa estampada pois embora ele já me tivesse visto nua muitas vezes no tempo em que dormia comigo não queria correr o risco de ser surpreendida pelo Tomás em traje de dormir. Uma vez que estava vestida e Rodrigo e os outros não voltavam decidi regressar ao Mono e foi assim que dei de caras com o meu-ex esperando-me no corredor.
Não vou reproduzir o diálogo que se travou, apenas direi que o Tomás me agarrou pelo braço e sempre esfregando-se todo em mim fazendo-me sentir-lhe o caralho teso debaixo das calças puxou-me para ele tentando beijar-me, chamando-me de puta vadia que o tinha trocado só porque Rodrigo me mandara abrir-lhe as pernas. Eu batia-lhe no rosto e no peito mandando-o parar até ele me segurar nos pulsos e empurrar-me contra a parede do corredor.
- Quieta, puta – seus pés pisaram os meus para não lhe poder desferir nenhum pontapé nas canelas ou nos tomates e completamente encostado a mim beijava-me agora o pescoço e o peito – Puta, há quanto tempo não me deixas provar-te? E que saudades eu tenho de te comer. Vês como estou teso com fome do teu buraquinho? Hoje não te vais negar a mim.
Rápido como era a foder não admirava que me conseguisse dar uma queca antes de Rodrigo e os outros chegarem se estes demorassem mais de um minuto. Não foi isso que felizmente aconteceu. O Tomás dizendo-me que já que eu gostava de homens brutos me ia mostrar o que era ser bruto, puxou-me pelos braços arrastando-me na direcção da cozinha que era a divisão mais próxima.
- Vou-te comer em cima da mesa da cozinha, puta – disse-me – Foi na cozinha que o Rodrigo te exigiu que passasses a dormir com ele quando eras a minha miúda, não foi? Pois vai ser na cozinha que vou comer a puta dele.
Eu ia-o arranhando mas mesmo assim ele conseguiu arrastar-me até à cozinha e deitar-me na mesa com o peito para baixo fincando-me os cotovelos nas costas.
- Vou-te foder por trás, à cão, vadia – rosnou – O Rodrigo diz que te fode muitas vezes por trás. E até o cu te come, não come puta? A mim nunca me deixaste ir-te por trás apesar do que me deves.
As suas mãos já me estavam levantando a saia e me faziam descer a calcinha. Quando conseguiu puxar-ma para baixo com a mão livre abriu o fecho e tirou a pila para fora esfregando-ma nas coxas.
- Que saudades o meu caralho tinha das tuas coxinhas gordinhas, Sandra – dizia-me ele – E da tua coninha, então…E tu, também tinhas saudades dele?
Eu já arrependida de ter voltado para a república procurava humilhá-lo. Chamando-lhe de esporrador precoce que demorara mais tempo a arrastar-me à força para a cozinha e a tirar-me a calcinha do que o que ia demorar a comer-me já pensava que não ia ter jeito de não dar para ele, ainda que na base da força. Foi por isso com um grande sentimento de alívio que quando o Tomás esfregava a sua palma da mão aberta na minha greta do entre pernas ouvi a voz de Rodrigo na porta perguntando o que aquilo queria dizer. Virei a cabeça na sua direcção e vi que vinha acompanhado dos restantes repúblicos e de mais alguns amigos que tinham estado connosco no Mono.
Covarde como era, o Tomás ficou todo atrapalhado. Embora a tivesse grande tratou de guardar a pila até porque estavam ali algumas raparigas e ainda disse que tinha sido eu a desafiá-lo para me montar em cima da mesa da cozinha. Ia negar tudo como era evidente mas o Rodrigo não me deixou falar.
- Não acredito que a Sandra tendo-me a mim para a montar, e depois de ter dormido já contigo alguns meses te fosse pedir tal coisa. E sabes porquê? Porque tenho a certeza de ser muito mais eficiente do que tu a cobri-la já que além de te fechares no banheiro batendo punhetas nunca ninguém te vê com miúdas no quarto. Nem às putas vais. Se queres que te diga, Tomás, a ideia que faço da tua capacidade de foder é que deves ser o tipo de homem para quem até os colhões estorvam na hora de montares uma mulher. Queres ver porque razão a Sandra te trocou por mim? Querem ver todos? Então deixem-se estar que vou foder com a Sandra na vossa frente e quero que me digam se há muitos homens a fazerem-no como eu o faço.
A maioria das moças presentes, namoradas dos outros repúblicos, disse logo não querer ficar a ver aquela sessão de sexo ao vivo, o que fez os namoradas imitá-las. Mas os rapazes que não tinham namoradas presentes e que eram uns sete ou oito, e quatro das moças, quase todos estudantes de Medicina, ficaram.
- Então vou-vos mostrar como um homem consola uma mulher. – disse Rodrigo. – E tu Sandrinha para me estimulares ainda mais o desempenho é melhor começares por me lamberes muito bem o instrumento.
Dando a volta à mesa para se acercar da minha cabeça Rodrigo baixou as calças e sem qualquer pudor chegou-me o caralho na boca. As moças algo constrangidas desviaram o olhar para não lhe verem o membro erecto. Eu também estava algo embaraçada já que nunca fodera nem chupara com gente a assistir e até me tentara opor mas quando Rodrigo antes de mo meter na boca me começou a bater com ele na cara chamando-me de putazinha gostosa todo a timidez me desapareceu.
- Chupa-me putazinha deliciosa, mostra a estas meninas como se chupa o caralho de um homem e a estes meninos o que é ter uma mulher que nos sabe chupar bem o caralho e os tomates.
Com o peito deitado em cima da mesa fiz-lhe um gargarejo que o deixou tesíssimo. Os rapazes vendo aquilo deviam também estar no ponto de rebuçado e não fosse a presença das colegas estou certa que muitos deles se masturbariam ali. Então o Tomás, pelo que eu conhecia dele, devia estar pingando tanto nas cuecas que já as devia ter todas molhadas.
- Então o Tomás queria-te comer por trás? Pois também te como por trás – e ao mudar de posição, dando a volta à mesa, exibia o seu caralho insuflado. As moças mais uma vez procuraram desviar os olhos mas Rodrigo exibicionista como era chamou-lhes a atenção para ele.
- Que é isso? Se querem comprovar como um homem de verdade fode uma mulher não podem ter vergonha de ver uma piça com tesão. Ainda para mais estudantes de Medicina.
As moças coradas mas progressivamente mais à vontade lá lançaram uma olhada ao caralho do Rodrigo, rindo-se muito e confirmando que de facto a olho nu ele parecia um ferro tão teso se encontrava. Como fiquei orgulhosa por as ouvir dizendo aquilo.
Rodrigo pôs-se então atrás de mim e levando-me a saia até aos quadris penetrou-me com um dedo, vagarosamente fazendo-me gemer de prazer.
- É assim que se começa por satisfazer uma mulher, Tomás – gabou-se – Vou-te abrir um pouco esta rachinha minha putazinha deliciosa. Vais precisar de a ter bem aberta já que quero meter muito nela.
Quando mo meteu, desabotoou-me a blusa e levantou-me a t-shirt interior apalpando-me as mamas até as deixar durinhas.
- Estás tão tesa como eu, não estás putazinha deliciosa? Então toma lá pau e goza nele – e os seus movimentos de vaivém dando-me na rata por trás eram mel para o meu corpo. Huuumm, haverá alguma coisa melhor do que aquilo? Para mais Rodrigo tinha uma maneira curiosa de foder que nunca vi em mais homem nenhum. À medida que o seu caralho entrava em mim ele deixava sair pequenos jactos de esperma mas sem se vir todo de uma vez o que me fazia dizer-lhe que ele se esporrava a conta-gotas. Mas eu adorava aquilo e com as mãos dele mas minhas mamas não demorei muito a gozar. Huuumm!
- Já, minha putazinha? – comentou Rodrigo –Estavas mesmo a precisar de pau. Mas eu não te tenho faltado com o meu.
Era verdade. Quase todas as noites o Rodrigo me dava uma queca. Este voltou-se então para a nossa assistência chamando-lhes a atenção para o facto e para o seu cacete ainda estar bem insuflado.
- Como notaram a Sandra já se veio e eu ainda continuo com os tomates cheios. O que quer dizer que a foda ainda não acabou e que ela ainda vai voltar a gozar comigo.
Mandou-me então voltar de barriga para o alto em cima da mesa e desta vez tirando o resto da roupa que o cobria, o que fez as quatro moças voltarem a corar e a desviarem o olhar embaraçadas, começou a beijar-me e a trincar-me as orelhas e o pescoço descendo por ele abaixo até às minhas coxas semi-tapadas pela saia. Alguns dos rapazes pediram-lhe que ma removesse mas Rodrigo não lhes fez a vontade.
- Isso queriam vocês! – observou-lhes – Estão tão pouco habituados a verem a rata a uma moça que se eu tirasse a saia à Sandra aposto que sujavam logo as calças – esta observação verdadeira fez com que agora fossem pelo menos alguns deles a ficarem corados e as moça a rirem-se.
Quando Rodrigo me começou beijando as coxas, e apesar da presença deles, não se inibiu de me fazer um curto minete que me voltou a despertar o tesão mas que motivou alguns comentários dos rapazes, do género que eu era uma mulher com sorte pois que tinha um homem que não se importava de me passar o chão da minha privada a pano e que ele até com a boca gostava de provar da minha latrina. Mas o que me soube mesmo bem foi quando Rodrigo depois de me beijar os mamilos os começou a trincar levemente e os sugou como se fosse um bebé mamando neles. Ohhh! Adoro que me mexam nas mamas.
- As pernas ao alto, tesuda – ordenou-me no final. Mas não tive de as levantar pois ele mesmo se encarregou de o fazer com as suas mãos agarradas aos meus joelhos e naquela posição fodeu-me demoradamente. De vez em quando tirava o cacete fora, esfregando-o nos meus lábios e nas minhas coxas, voltando-o a meter, enquanto com a boca me voltava a morder as mamas. Eu delirava de prazer sentindo-lhe o pau entrando e saindo sempre duro e forte, e os seus pequenos jactos de esporra quente e húmido molhando-me o canal.
- Aprende Tomás – dizia Rodrigo entusiasmado – é assim que se fode uma mulher, não é meninas? É assim que a Sandra gosta que a fodam. Aposto que os vossos namorados nunca vos foderam assim.
Os rapazes estavam excitadíssimos pois se tinham sentado e estavam de pernas cruzadas para não se lhes ver o inchaço genital. As moças também deviam estar e mais uma vez procuravam desviar o olhar das cenas mais quentes mas eu agora estava completamente à vontade. Senti que me estava novamente começando a vir-me. Rodrigo também já ameaçava o jorro final.
- De pé, Sandrinha – disse saindo de cima de mim – vou-me vir de pé para que todos vejam o meu gozo escorrer por ti abaixo.
Com os seus braços em cadeira como gostava de os colocar quando me fodia em pé, carregou-me até à parede, encostou-me a ela e eu com o meu pé direito encostado ao seu pescoço deixei que me penetrasse pela terceira vez até gozarmos ambos em simultâneo.
- Cheguem um bocado de papel senão o chão vai ficar cheio de esporra – ordenou Rodrigo no final, ainda eu estava sentada nos seus braços, as costas na parede fria, seu caralho murchando ia saindo de dentro da minha vagina muito lentamente e aquele leitinho que tão bem me soubera também. Dois dos rapazes estenderam uma toalha de papel entre os nossos pés, tendo aproveitado para me darem uma espreitadela à minha vagina sem o Rodrigo se aperceber. Depois vestindo as calças mandou-me lavar as partes mas não me demorasse o que mais uma vez tratei de fazer. Alguns dos presentes incluindo as quatro raparigas quiseram sair também, os rapazes provavelmente para tocar punheta ou para irem arranjar parceira com quem tentar fazer o mesmo, mas Rodrigo não o consentiu dizendo que o espectáculo ainda não acabara. Quando voltei à cozinha percebi que Rodrigo se gabava dos seus talentos de fodilhão e por isso não tinha problemas em que lhe vissem a ferramenta ou que o vissem em acção como acabara de provar.
- Não sei é se todos os meninos presentes poderão dizer o mesmo – continuou mal me viu entrar – Em especial os que têm o costume de mandar bocas e apalpar as namoradas dos outros quando os namorados não estão. Tomás, há pouco quando não estava ninguém na república quiseste comer a Sandra, não quiseste? Pelo que me pareceu ela não estava com a mesma vontade que tu, mas mesmo assim quiseste comê-la. Segundo ela diz quando a comias nunca a fizeste gozar um orgasmo. Pois bem, prova-nos que as acusações dela são falsas. Se não te passou o tesão, se a presença de público não te inibe, e ainda se não tens nos teus atributos de macho nada a esconder de ninguém, então faz agora o que não fizeste há pouco e come-a. Mas na frente de todos como eu fiz e não te comportes como um tarado para nos mostrares que és tão capaz de o fazer como eu. Já vistes como a Sandra gosta que a fodam por isso não te acanhes e afinfa-lhe como um homem se é que o és. E se a conseguires foder como eu então eu devolvo-ta e podes voltar a dormir com ela. Vamos. Podes mandar colocá-la na posição em que a querias foder quando entramos.
Tentei opor-me pois ele me estava tratando como uma vulgar mercadoria embora a proposta de Rodrigo me tivesse deixado algo entesada mas este ameaçou de imediato expulsar-me da república. Submeti-me não tanto por medo da ameaça mas por ter a certeza que Tomás depois daquilo que vira esporrar-se-ia todo só de encostar a pila na minha greta.
A maioria dos rapazes alinhou pelos argumentos de Rodrigo e Tomás pressionado por eles não quis dar parte de fraco embora já devesse saber que ia sair-se mal. Dizendo ser tão macho como o primeiro para me comer, baixou as calças mostrando a todos ter o caralho quase tão grande como o do Rodrigo, embora estivesse de facto bastante melado, e mandou-me colocar na posição em que me colocara quando foi surpreendido. Em seguida baixou-me a saia e a calcinha expondo a todos o meu rabo o que confesso não me agradou.
- Abre as pernas – obedeci-lhe embora procurando apertar ao máximo os músculos vaginais para lhe dificultar a penetração e fazê-lo esporrar-se mais depressa, truque que mais tarde como prostituta voltaria a usar mais vezes, em especial quando os clientes eram rapazes inexperientes. Em todo o caso não foi preciso tal expediente. Tomás estava excitadíssimo e assim mal começou a esfregar o seu bacamarte na minha brecha do prazer logo lhe senti a cabeça tremendo e em dez segundos ou menos, antes mesmo de a meter, já se vinha envergonhadíssimo tanto mais que estavam moças testemunhando a sua fraqueza.
- Ò Tomás, foder é bom, não foi? – comentou Rodrigo fazendo todos rirem-se – O Lucky Luke dispara mais rápido que a sombra mas tu esporras-te mais depressa do que levas a meter a piça. Agora é que o chão e a mesa da cozinha vão ficar sujos de esporra. Não admira que com a pressa com que despejas a Sandra te tenha trocado por outro homem na primeira oportunidade. E vocês meninas digam lá se não faziam o mesmo.
Com excepção da São, uma brasileira, as restantes três estavam demasiado embaraçadas de novo para dizerem fosse o que fosse. Tomás tentou defender-se, dizendo que se excitara demasiado e que eu apertara as coxas propositadamente para o fazer despejar e que se o Rodrigo permitisse que eu o chupasse ele voltaria a ficar com a piça em pé e então eles poderiam ver se ele sabia foder ou não, mas Rodrigo dizendo-lhe que ele perdera a sua oportunidade de provar que era homem mandou-o subir as calças e limpar o chão. Foi o primeiro homem que humilhei e a fama de esporrador precoce que tal humilhação valeu a Tomás fez-me sentir vingada da sua tentativa de violação e das suas apalpadelas furtivas. Foi a partir dessa noite que na república o Tomás ganhou a alcunha de Lucky Luke da esporrradela.
Nessa noite voltamos ao Mono que só fechava às duas da manhã, mas Tomás encerrou-se no quarto e durante uns dias só saiu dele para comer. Pelo menos nessa noite já aliviara os tomates e não precisaria de bater punheta. O mesmo não posso dizer dos outros três rapazes que assistiram à minha trepada com Rodrigo e que viviam na república. Nessa noite antes de se deitarem fizeram fila à porta da casa de banho e pelo tempo que cada um demorou podia ter a certeza que não estavam apenas a despejar a bexiga. Pelos vistos e apesar das quatro parceiras que também tinham estado na cozinha connosco, nenhum deles arranjou fêmea disponível a aliviá-los na cama pelo que tiveram de se desenrascar à mão estimulados com as imagens que lhes proporcionáramos. Rodrigo quando nos fomos deitar e viu dois deles perfilados à espera de vez na porta da casa de banho trancada ainda lhes fez uma sugestão que eles não aceitaram.
- Eu nem à porta de uma casa de putas esperaria tanto tempo para foder, quanto mais para esfolar uma punheta como me parece é isso que vão fazer. Porque não fazem como eu e a Sandra fizemos e não a tocam todos juntos?
Um deles, o Berto, olhou para mim e pelo olhar entendi o que ele quis dizer. Nenhum homem gosta de tocar punhetas em público. Já foder com a namorada do presidente da república estudantil, isto é eu, seria outra coisa. Se Rodrigo em vez de mandar o Tomás fazê-lo tivesse mandado qualquer um deles comer-me, tenho a certeza que o final desta história teria sido diferente.

SANDRA

Traição com holandês numa república de Coimbra

que em Coimbra preguei a meu namorado Rui e que nunca lhe contei aconteceu num fim-de-semana dos inícios do Verão.
Um colega de curso, morador numa república de estudantes, ia passar o sábado e o domingo a casa e meu namoradinho conseguira que ele nos emprestasse o quarto desde que nos comprometêssemos a não sujar-lhe os lençóis. Como o único que raramente se aproveitava da minha condição de menina fácil era o meu namorado, e já há muito tempo não o deixava meter, concordei em dormirmos juntos no quarto da república nesse final de semana. E para me achar mais receptiva a satisfazer-lhe tanto tesão acumulado, num gesto de boa vontade até prescindi de me prostituir nesses dias que para as putas são geralmente os mais rentáveis, ainda que para dizer a verdade não tenha ficado muito convencida do acerto da decisão.
Jantámos na cantina e fomos tomar café ao Mono, um bar muito frequentado pela malta universitária. Foi aí que conhecemos o Frank. Este era um holandês transportando uma mala de viagem, dos seus vinte e pouco anos, enorme e aspecto de jogador de basquetebol. Apesar de ser loiro coisa que não me atrai muito num homem, o seu aspecto entroncado, o facto de ter as mãos e os dedos grandes e ser moreno levaram-me a achá-lo muito gato. Com o bar estivesse cheio ele pediu licença para se sentar na nossa mesa a fim de comer e beber qualquer coisa. Palavra puxa palavra insistiu que bebêssemos umas cervejas com ele e ficamos a saber que era natural de Amesterdão, formara-se recentemente em Arquitectura, de momento andava pela Europa fazendo inter-rail e era a primeira vez que estava em Portugal. Disse-nos também ter acabado de chegar a Coimbra e se lhe poderíamos indicar uma pensão barata onde dormir. As pensões da baixinha eram pousos de putedo durante o dia mas à noite eram sossegadas o suficiente para se dar uma trepada ocasional ou para se dormir sem pagar muito desde que o cliente não fosse exigente. Como as conhecia todas garanti-lhe que lhe arranjaríamos uma pensão barata se quisesse e ele mandou vir mais cervejas.
Eu conheço Amesterdão pois trabalhara lá poucos anos antes no bordel de Mrs. B.., e já um pouco desinibida pelas cervejas bebidas e pela presença do namorado a que se sempre me habituei a cornear, resolvi lançar o isco. Disse-lhe então que para economizar dinheiro para os estudos já trabalhara na sua cidade durante um ano como ama-seca, numa agência que lhe disse não me lembrar o nome mas ficar situada num determinado endereço que nomeei e era precisamente o da casa de Mrs. B..,, num notório bairro conhecido na Holanda como zona de casas de putas. Frank rindo-se disse não conhecer naquele local nenhuma agência de colocação de amas-secas ao que lhe pisquei o olho fazendo um pequeno aceno na direcção de Rui, como se quisesse fazer ver a Frank não me interessar que o meu parceiro soubesse a verdade. A conversa era em inglês e Rui domina muito pouco o inglês, por isso estava à vontade. Ele acenou com a cabeça e vi logo que o excitou saber que eu tinha sido puta durante algum tempo. Era já perto da meia-noite, várias cervejas tinham sido bebidas e Frank perguntou-nos se o poderíamos conduzir à tal pensão barata. Dissemos-lhe que sim e ele muito simpaticamente levantou-se pagando toda a despesa. Foi enquanto ele pagava no balcão que decidi que nessa noite a minha foda não seria mais uma vez com Rui.
- Querido – disse-lhe – o Frank é tão simpático e estou certa ser de tanta confiança que não me parece correcto levá-lo a dormir numa pensão de putas. Que impressão ele vai ficar da sua primeira noite em Portugal? Porque não o deixamos dormir no quarto da república? Certo que isso significava não passarmos a noite juntos mas garanto-te que não te vais arrepender com a punheta que te vou tocar. Além de ser muito cavalheiro da tua parte. Esta semana o negócio tem-me corrido bem mas por isso mesmo trago a rata toda inchada de tanto levar nela, que me ia custar muito transar contigo apesar de teres a pila bem pequenina – nunca perco a oportunidade de lhe lembrar que considero a sua pila uma coisa irrisória.
Rui lá despejou o discurso habitual. Era sempre assim dizia ele, de cada vez que arranjava uma maneira de passarmos a noite juntos logo surgia um contratempo que o fazia ficar na punheta, mas consolado com a minha promessa de nessa noite lha tocar eu, e sem outra alternativa, aceitou. Eu adorava ouvir tais lamúrias pois me faziam ficar com mais vontade de dar para os outros o que lhe negava a ele. Assim quando o Frank voltou à nossa mesa disse-lhe que se quisesse lhe arranjaríamos dormida num quarto de uma república estudantil onde poderia passar o fim-de-semana sem pagar, o que ele aceitou encantado. A república era perto do Mono e quando lá chegamos e o levámos ao quarto ele não manifestou intenção de se ir deitar logo, antes voltou a insistir para lhe continuarmos fazendo companhia pelo que continuamos conversando. Pela maneira como se me dirigia constatei com agrado que Frank ficara na expectativa que poderia rolar algo entre nós e que isso lhe agradaria mas que a presença de Rui o inibia. Bom, eu ia dar um jeito de resolver isso.
- Ruizinho, meu querido – disse-lhe – depois das cervejas que bebi estou precisando de comer alguma coisa. Que me dizes de ires ao S… e trazeres uns pregos no pão para todos? E já agora traz mais umas cervejas para acompanhar os pregos.
Aborrecidíssimo sugeriu irmos os três, podíamos até comê-los num bar mais perto e mostrar a vida nocturna ao nosso novo amigo, mas eu usando um tom de voz que levou logo Frank a perceber que Rui andava às minhas ordens disse-lhe que os pregos do S.. eram os melhores de Coimbra e ali na república estaríamos melhor. Não lhe dei dinheiro, é claro, já que afinal por sua causa eu deixara nesse sábado de ganhar a vida. Era justo que além dos cornos que estava disposta a meter-lhe ele ainda pagasse os pregos e as cervejas que iriam retemperar minhas forças e as do holandês depois do acto consumado. Por isso Rui ainda não tinha fechado a porta do quarto e já eu piscava um olhar cúmplice a Frank. Este riu-se. Ainda ficava mais gato quando se ria.
- Pelos vistos as cervejas abriram-te o apetite – comentou.
E eu rindo-me, o que também sei me faz ficar mais bonita, concordei com ele.
- Sim. Estou esfomeada por um bom naco de carne de macho holandês.
Frank aproximou-se de mim, enlaçou-me, apertou-me contra si. Seu pau estava pulando nas calças e ele tratando de o esfregar em mim por dentro delas passou-me as mãos pelo corpo todo.
- Serve-te o meu? – perguntou.
- Estás a ver aqui outro, meu Hércules da Holanda?
- Quanto tempo temos até o corno chegar?
- Três quartos de hora, mais ou menos – disse-lhe.
- Era capaz de ficar mais tempo fodendo contigo. – gabou-se. E eu com um ar de dúvida.
- Isso quero ver. Olha que lá por teres o curso de Arquitectura e saberes trabalhar com o estirador não quer dizer que sejas macho na cama a trabalhar com o pau.
Aqueles meus comentários de puta ainda mais o excitaram. Dizendo que para ser meu macho nem precisava de me levar para a cama Frank começou então beijando-me o pescoço enquanto suas mãos me faziam tombar as alças da blusa, deixando-a cair pelas minhas pernas abaixo. Ficou encantado por não usar sutiã.
- Lindas mamomas, beautiful – exclamava apalpando-as e sorvendo nelas enquanto sobre o fecho das calças minhas mãos lhe apalpava a área genital.
- Sim, meu holandeszinho, tenho umas mamas peitudas e bonitas, não tenho? – perguntei-lhe saracoteando-as. - Ahh, como adoro sentir-te mamando nelas como um menino. Ohh, sim! Mama mais! Mas tu também tens um senhor caralho e a minha boquinha vai querer prová-lo.
Deslizei entre os seus braços e com a cabeça à altura das virilhas dele desapertei-lhe o fecho tirando-lhe o caralho fora. Ohh, que grande era, vinte e tal centímetros, grosso, circuncidado, com uma cabeça bem rosa-vivo, quase tão morena como o resto do corpo.
- Sempre que posso faço nudismo – esclareceu. Claro, pensei. Homem com um caralho tão bonito como aquele decerto aprecia fazer nudismo. Eu fizera bem em trocar a trepada com o meu namoradinho por aquela.
Depois de tirar fora o pau do Frank punheteei-o um bocado e ia mamando nele. O holandês tirara entretanto a camisa e eu enquanto o mamava desapertei-lhe as calças, apalpei-lhe e sorvi-lhe os tomates.
- Chupa o meu pau, ama-seca – suas mãos estavam de novo apalpando-me as mamas – Chupa-mo e diz-me se quando eras ama-seca também chupavas muitos paus.
Huuumm, siiiim, dizia-lhe abanando a cabeça pois que com o seu cacete ou as bolas na boca eu não podia falar nem Frank queria que parasse de o mamar.
- E também ficavas numa montra com as mamas à mostra a anunciar os teus serviços de ama-seca, lá na tal agência onde trabalhaste?
Huuumm, siiiim, fazia-lhe novamente com a cabeça. E o caralho dele ia ficando cada vez mais duro e melado.
- E o teu namoradinho apesar da tua roupa toda provocante não desconfia de nada? E ainda faz tudo o que lhe mandas, não é?
Huuumm, siiiim grunhia eu mais uma vez. Frank ria-se muito. Rui estava por dentro de tudo mas perante estranhos sempre gostei de passar a ideia que além de corno tinha um namorado que era cego. – Tiveste sorte com o corno que arranjaste, não haja dúvida.
Isso também eu sei, só não o disse pela razão apontada.
- Quero meter-te na rata. Aposto que o teu namorado passa a vida tocando ao bicho pensando quereres chegar virgem ao casamento. Vou começar por te meter na posição de ponte, queres?
Por mim nada tinha a opor, para começar queria era que metesse aquele caralhão todo dentro dela independentemente da posição. Com as mãos e os pés tocando no chão, as costas na perpendicular, Frank puxou-me a saia e a calcinha para baixo.
- Gordinha apetitosa – voltou a exclamar passando as mãos vagarosamente entre minhas coxas e fazendo-me abrir mais as pernas. Depois bolinou-me a rata antes de começar metendo cuidadosamente seus dedos nela – Como tens a coninha aberta! Já muito caralho entrou nela. Só um caralho abonado com o meu te consola, não é mesmo? Aposto que o teu namoradinho o tem muito pequenino, e por isso aprecias tanto ser puta não é?
Suspirando de prazer e toda embalada pelos seus movimentos manuais dizia-lhe a tudo que sim. E mais uma vez podia notar que isso o entesava tanto a ele como a mim.
- Olha que não temos todo o tempo do Mundo – observei-lhe. – Não me digas que além de te gabares conseguires fazeres-me gozar sem me levar para a cama também te queres gabar de me fazeres gozar sem me meter o pau.
- Nem pensar – redarguiu-me – Agora nem que o teu namoradinho aparecesse escapavas de apanhar com o meu pau na greta.
Não o tinha eu mandado comprar pregos no pão e cervejas tão longe se não fosse para isso, lembrei-lhe. E foi rindo-se muito que com as mãos agarradas no meu peito e o meu corpo fazendo de ponte Frank me penetrou por trás depois de ter posto uma camisinha.
- Toma ama-seca, prova do meu caralho na tua rata – e o caralho entrava e saía. Ohhh, sim, que booom, dá-me mais meu macho holandês pedia-lhe.
- Aposto que lá na agência de amas-secas era mais vezes o cliente por cima e tu por baixo, não era?
Sim era, confirmei, mas também cheguei a fazer de ponte e noutras posições.
- E não pedias por mais caralho ou pedias, ama-seca?
- Às vezes se o caralho me agradava tanto como o teu. Mas foram poucas. - E quando lhe dizia isto o seu caralho dava-me com mais forças o que ainda me sabia melhor pois naquela posição eu sentia-o entrando todo em mim, o que era delicioso. Era porém cansativa para mim e ao fim de algum tempo mudámos de posição.
- Ali, senta-te ali em cima da escrivaninha. Vou-te comer em cima da escrivaninha – mandou ele. Esta estava coberta de manuais de Direito que arrumámos para trás e quando me sentei nela ele levantou-me as pernas todas para cima.
- Ah cona boa – proferiu voltando a massajá-la – nunca imaginei que as moças portuguesas a tivessem tão acessível.
- Algumas têm-na como estás vendo. Tiveste sorte na que encontraste esta noite.
Com as pernas levantadas, o seu rosto enfiado entre elas e a língua fazendo-me um minete nas mamas, voltou a meter. Naquela posição ainda me soube melhor a foda. Vim-me quase logo e Frank como não tinha ainda gozado pegando em mim deitou-me no tapete do chão onde colocando-me na posição de frango assado concluiu o que eu lhe deixara começar, esporrando-se profusamente. Que booom que foi! Mesmo uma puta como eu não se podia queixar.
- Uma boa foda dá-se mesmo sem ser na cama – disse-me no fim, já plenamente satisfeito - Não concordas? E isto, onde o posso deitar?
Isto era o preservativo. Indiquei-lhe a casa de banho da república tendo ambos aproveitado para lavar nossos órgãos do prazer. Quanto à primeira pergunta que me fizera eu concordava plenamente. Tanto que até lhe disse que se ele quisesse passar mais uma noite em Coimbra e uma vez que o quarto na república continuaria livre no dia seguinte eu não me importaria de voltar a fazer-lhe outra visita.
- E desta vez sem tempo marcado para terminar pois não vou mandar o namoradinho às compras. Vou deixá-lo em casa - prometi.
Frank evidentemente depois daquela primeira trepada não ia recusar a oportunidade de uma segunda naquelas condições. Ficou combinado.
- Agora sim – disse-me quando voltamos para o quarto esfregando a barriga – Já comia os tais pregos e bebia as cervejas que o teu corninho foi buscar.
Ainda tivemos de esperar mais algum tempo pois Rui demorou um pouco mais de uma hora. Mas a carne estava bem grelhada como sempre acontecia com os pregos no pão da S.. e souberam-nos muito bem. Quando eu e Rui abandonámos a república estudantil já passava das três da manhã.
- Onde é que me vais tocar a punheta? – foi logo a primeira pergunta que me fez mal saímos, tal como aliás eu já esperava. A sua ingenuidade fez-me rir. O corninho já me devia conhecer o suficiente para saber que se o convencera a não dormirmos juntos é porque também e muito naturalmente nem me passava pela cabeça tocar-lhe uma punheta. Depois de ter tocado e provado do caralho avantajado do Frank nem pensar. E tocando-lhe num dos seus pontos fracos, objectei-lhe:
- Uma punheta, Ruizinho meu amor, não me parece que seja boa ideia. Não só porque de certeza que depois da quantidade de cerveja que bebeste a tua pila não só não está tão dura que não possa aguardar mais umas horas por ela, como ainda te arriscas a ter uma congestão. E não ias gostar nada de sofrer uma congestão só por eu te estar batendo uma punheta, pois não queridinho? Por isso é melhor ir cada dormir para a sua cama que já é tarde, e deixamos essa tua punhetazinha para amanha à tarde, está bem?
Que remédio, tinha de estar pois na nossa relação fui sempre eu a mandar. Umas horas naquele caso significa que fiz Rui esperar pela sua adiada punheta até à tarde do dia seguinte quando finalmente num canto do Jardim da Sereia lha toquei. Mas nessa noite voltei a transar com Frank na república. Ou não fosse a última que ele passou em Coimbra.

 

SANDRA

Menáge em família

Olá pessoal,

Esse conto é verdadeiro, vou usar só as iniciais dos nomes para nos preservar. Quando ainda namorava minha esposa J, percebia que ela sempre se insinuava para meu irmão R, principalmente quando a gente bebia umas cervejinhas, no início ficava com um pouco de ciúmes, mas depois deixei pra lá, pois vi que meu irmão a respeitava sempre, percebia também que ela ficava excitada quando transávamos e eu mandava ela fazer de conta que era ele que estava comendo ela. Eu fui aos pouco, alimentando essa idéia, ver meu irmão fodendo minha mulher, sentia um prazer enorme. Até que em dezembro de 2003, dois anos depois de nos casarmos(juntar) anti-véspera de natal, meu irmão apareceu lá em casa a noite, resolvemos tomar um vinho, até então nossos filhos eram pequenos( dois e um anos).

Conversamos sobre tudo, bem descontraídos. Fomos dormir lá pelas 10:00 horas. Então aproveitei o momento e perguntei se ela queria transar com ele, aliás com nós dois, ela hesitou um instante, dizendo um não, como diz trás ele pra mim. Mas o efeito do vinho falou mais alto. Meu estava dormindo na sala, fui e falei com ele, que lógico não pensou duas vezes. Minha mulher tem estatura pequena, mas, muito atraente, do tipo a baixinha gostosa.

Fomos até o quarto, ela que dorme só de camiseta e calcinha, já tinha levantado um pouco camiseta, estava deitada de frente mostrando Aquela minúscula calcinha preta. Ele não se fez de rogado, e tirando a calcinha de lado caiu de boca na sua xoxota, ela já louca de tesão, pediu pra gente ir pra sala, minha esposa deitou no sofá e o meu foi logo tirando sua calcinha e continuou a chupada que começou no quarto. Ela se contorcia de tesão, pois adora ser chupada, e a sensação de ter outro macho, seu cunhado, ali no meio de suas pernas sugando seu grelo, a deixava mais louca. Tiramos nossas roupas, ficamos os dois em pé lado a lado e ela que sabe chupar um pau muito gostoso, se ajoelhou na nossa frente, e começou a nos chupar. É claro que ela chupou mais o dele que meu, tudo bem, eu queria mesmo era satisfazê-la dando pra outro macho; e por que não na família?

Meu pau tava tão duro que doía, botei ela de quatro, fui por trás enquanto ainda chupava o cacete do meu irmão, e enfiei gostoso na sua xaninha, ela gemia feito louca de tesão, nunca tinha visto minha baixinha feito uma putinha tarada. Tirei meu pau pois não queria gozar logo. Meu irmão sentou no sofá e ela passou a perna sobre ele , sentada no seu colo, segurando seu cacete ficou esfregando só a cabeça na boquinha da xana, deixando ele ainda mais louco de vontade comer logo a cunhadinha. Ela com uma maestreza que nunca vi, enfiou toda aquela tora e foi engolindo devagar até ficar só as bolas de fora.

Subia e descia, cavalgando e ele sugando seus peitos, ora se beijavam, chegava a mamar a língua do outro.
Eu me deliciava numa punheta deliciosa. Não demorou muito os dois gozaram ao mesmo tempo, ela urrava de prazer enquanto ele estocava jatos de porra dentro dela. Os dois ficaram ali alguns segundos grudados com o pau na xota dela. Era a minha vez, coloquei na posição de frango assado, ainda com porra escorrendo naquela xaninha meti meu cacete, bombei gostoso e enchi a bucetinha da minha mulher com meu leite quente. Meu já estava no banho e minha esposa claro, parecendo uma gata no cio foi banhar com ele, deixando a porta aberta fui até lá e super excitado em ver minha mulher fodendo com outro, bati uma punheta, vendo ela ali curvada, quase de quatro sendo comida no chuveiro pelo meu querido irmão.

Depois foi minha vez de banhar, enquanto isso eles se esfregavam no sofá. Saindo do banheiro disse que dormir, com a desculpa de deixá-los a sós, queria mesmo era me deliciar vendo minha querida mulher engolindo outro pau, não demorou lá estavam, ela de pernas abertas e Le deitado por cima bombando, num vai e vem muito gostoso, eu vim bem devagar que nem perceberam minha presença, e fiquei ali tocando mais uma punheta, depois de gozar fui dormir e deixei os dois fodendo, nem a hora que ela foi pra cama.

Depois transamos várias outras vezes, cada uma mais gostosa que a outra, pois já éramos íntimos e cúmplices. Depois contarei...

 

 

Esposa infiel - parte IX

Após me casar apesar de ser ainda muito novinha sabia muitas coisas a respeito de sexo mesmo sem ter praticado pois vivia em fazenda gerenciada por meus pais e lá era constante ver as cabritas gemendo embaixo dos bodes,os cachorros grudados os galos catando as galinhas e muitas vezes flagrei meu irmão transando com as cabritinhas,sem falar nas noites em que acordava com o corpo em chamas e vendo todos dormindo subia para o sótão por onde entrava no forro me arrastando ate o quarto de mamãe onde contemplava ela gemendo embaixo de papai ou engolindo tudo aquilo que sufocava ela deixando a quase sem fôlego para inundar sua boca com aquela gosma branca que me causava nojo vendo mamãe babando com aquilo escorrendo em seu queixo onde ela lambia engolindo o Maximo possível..
Sempre que isto acontecia saia dali rapidinho com a bocetinha molhada e sabendo que devia casar virgem,que sexo somente após o casamento e esses blá blá blá que mamãe vive nos ensinando corria para meu quarto tendo na mente a cena nojenta de mamãe com a boca toda suja de porra onde acabava dormindo.
Na festa de casamento quase perdi o cabaço com um primo de meu marido que não fosse minha tia chegar a tempo tinha dado ali mesmo pra ele encostada numa arvore no meio do pasto vestida de noiva porem minha tia por ser boazinha aliviou para nos dando me muitos conselhos comigo puta da vida com ela que quebrou meu barato.
Na festa que durou três dias já no segundo dia estava subindo pelas paredes muito mais por ansiedade creio eu com meu boizinho querendo somente beber e dançar e sempre que conseguia ficar sozinha com ele sempre apagava depois de alguns beijinhos me deixando cada vez mais ouriçada e acessa.
Minha sorte mudou quando mamãe antecipou nossa viajem onde passaríamos vinte dias numa pousada em ilha bela e dez dias em são Paulo onde aproveitaríamos para assinar um contrato de vendas de gado do meu sogro.
Estava muito eufórica e tesuda não vendo a hora de sentar gostoso no porrete de meu homem.
Na viajem,ate a rodoviaria levamos duas horas com meu marido enchendo a cara de cachaça incentivado por meu irmão que dirigia o carro.
Estava puta da vida e sabendo que minha única esperança era quando estivéssemos no quarto do hotel esqueci completamente dos dois filhos da puta e ficando de joelhos no banco do carro pus o tronco para fora sentindo o vento esvoaçando meus cabelos enquanto levantava o fino tecido de minha blusa deixando meus seios totalmente a mostra.
Vendo que meu irmão dividia sua atenção no trajeto e em meus seios pulei para o banco da frente ficando na mesma posição tendo ele a visão total de minha bunda quase desnuda coberta somente pela minúscula saia com a calcinha toda atolada na bunda.
Como sou muito sem vergonha e estando louca para entrar numa vara puxei discretamente a saia pra cima ficando somente de calcinha branca e transparente que de tão molhada e apertada salientava muito minha boceta já totalmente exposta.
Estava alheia a tudo sentindo como que algo represado dentro da boceta pronto para explodi quando meu irmão numa freada brusca quase me jogou pra fora do carro.
Quando me recompus me preparando para dar um esculacho,ele virou para mim mostrando o imenso volume dentro de sua calça enquanto dizia:-assim não dá,maninha!olha o estado que você me deixou.
Fiquei cega neste momento e como que possuída por uma pomba gira espalmei tudo aquilo já babando de desejo em ter tudo aquilo dentro de mim.
Com muita calma e carinho meu irmãozinho me acalmou apontando para meu marido que babava no banco do carro dormindo feito pedra.
Sem me importar dando sinal com os ombros para meu irmão tirei tudo aquilo pra fora e sob as orientações de meu maninho fiz meu primeiro boquete na vida.
Estava extasiada tendo muito mais prazer em contemplar as caretas de desejo que meu irmão fazia enquanto engolia fundo seu porrete deixando ele me sufocar socado em minha garganta.
Estava delirando mamando gostoso em tudo aquilo quando senti a mão mágica de meu homem afastando minha calcinha pro lado e ao espalmar minha boceta quase mordi seu porrete tal a gozada avassaladora que tivera gemendo abafado enquanto ele dedilhava minha boceta.
Em certo momento espremi seu porrete entre minha boca e língua sugando forte fazendo meu irmãozinho se esticar todo e enquanto gemia encheu minha boca de porra onde sorvi tudo lembrando de como mamãe fazia achando a coisa mais saborosa do mundo.
Lambi lambi e lambi deixando tudo aquilo limpinho e de pé novamente e quando ele me tirou dali tentei me recompor estando totalmente saciada quando ele me puxou pra fora do carro me pondo inclinada sobre o capo deixando me totalmente aberta e após arriar minha calcinha afundou a boca em minha boceta fazendo me estremecer com sua língua funda em mim.
Estava nas nuvens quando senti ele esfregando a cabeça do seu porrete em minha boceta e quando gemi alto ele empurrou para dentro de mim quase me matando de tanta dor.
Vendo meu sofrimento ele pediu que relaxasse ficando quietinha que iria tirar de mim, porem ao me abrir toda ele empurrou de uma só vez enchendo meu canal com seus vinte e um centímetros fazendo me chorar copiosamente.
Calmamente ele deitou em cima de mim e enquanto pedia calma lambia minha nuca orelha e pescoço e quando virei para ele com os olhos cheios de lagrimas ele grudou sua boca na minha e socando fundo fez me explodi num orgasmo forte e intenso com as estocadas rápidas e fundas em mim fazendo me chorar muito porem agora de prazer.
Sentia me como que sendo jogada para o alto explodindo enquanto caia e quando ele segurou em minha cintura socando forte e gemendo muito mordi seu porrete com minha vagina caindo para o lado com ele grudado em mim enquanto enchia minha boceta de porra.
Estávamos abraçadinhos com ele acariciando meu corpo enquanto beijava minha boca quando avistamos um carro vindo em nossa direção e rindo muito nos recompomos e fomos embora dali.
Já estava de noite quando chegamos na rodoviária e enquanto meu marido foi trocar os bilhetes da viagem corri com meu irmão para o banheiro onde demos mais uma rapidinha enquanto jurava que ia dar sempre que ele me quisesse.
Sentia uma brandura na alma com o corpo leve deitada na poltrona do ônibus com meu boizinho alisando minhas pernas indo com as mãos ate minha calcinha e ao me perguntar o que era aquela molhadeira toda sorri pra ele informando que era porque estava louca de vontade de dar pra ele.
Neste instante meu marido levantou minha saia deitando em cima de mi sem importar com as pessoas ao nosso lado e enquanto beijava muito minha boca afundou gostoso todo seu pinto em mim fazendo me gemer descaradamente atraindo a atenção de todos a nossa volta.
Quando tentei sair dele na intenção de sentar em tudo aquilo o filho da puta gemeu alto enchendo minha boceta de porra caindo em seguida para o lado me deixando com a calcinha na mão,como dizem.
O filho da puta roncava comigo puta da vida ao seu lado e ao levantar para ir ao banheiro fui seguida por cinco homens que ficaram na espreita do ldo de fora do banheiro.
Após uma deliciosa mijada onde saiu muita porra e sangue me lavei e ao sair tive que passar entre dois homens um de cada lado do corredor e quando me virei de lado dando as costas para o outro este me empurrou colando me praticamente no homem a minha frente e antes de qualquer reação de minha parte tive a boca beijada enquanto eles apalpavam meu corpo deixando me louquinha de tesão.
Em pouco tempo tinha um pinto na boca com outro socado fundo em minha boceta me rasgando de tanta fúria que era socado em mim.
Por sorte ele gozou rápido e quando tentei sai dali fui segura por outro que com algumas poucas tentativas afundou em mim de um jeito gostoso e tranqüilo me fazendo gozar muito.
Em certo momento o homem no qual estava fazendo um boquete me puxou fazendo me sentar em seu porrete que devia ter uns vinte cinco centímetros e enquanto eu chorava gemia e pedia mais fui deitada em cima dele enquanto outro tentou de todo jeito comer meu cuzinho.
Estava entregue e cada vez mais alucinada não vendo a hora de ter dois porretes dentro de mim,porem para minha decepção ele não consegui entrar em mim comigo chupando muito ele que em poucas lambidas inundou minha boca de porra.
Gemia descaradamente com tudo aquilo na boceta e tendo a boca toda suja de porra,muito mais por sacanagem,beijei meu invasor esperando qualquer reação contaria porem para minha surpresa ele beijou me avidamente dividindo comigo a porra do outro cara.
Fiquei muito excitada com ele beijando me lambendo meus lábios enquanto sentia seu pinto crescer muito em mim descarregando rios de porra em minha boceta e sem deixar ele sair de mim abocanhei o porrete de um rapaz em pé ao meu lado forçando ele ir um pouco pra cima onde dividir com meu invasor o porrete que era disputado muito por nossas bocas sedentas e sem mesmo me mexer senti encher minha boceta de porra novamente deixando me plenamente saciada.
Foram dois dias de viajem com meu boizinho querendo saber porque ia tanto ao banheiro e quando chegamos ao hotel ele ao me jogar na cama levantou minha saia perguntando porque estava sem calcinha e antes mesmo de responder ele meteu a boca em minha boceta lambendo muito deixando me maravilhada com a habilidade de sua língua.
Acho que o filho da puta percebeu algo estranho mesmo porque mesmo eu implorando que me comece ele preferiu apenas lamber minha boceta.
Ficamos vinte e dois dias neste paraíso e quase todos os dias íamos a praia comigo socada nos minúsculos biquínis fio dental dado por ele que chegava na praia deitava na areia para um merecido descanso enquanto eu ia a caça dando pra quem quisesse me comer e ao voltar pra casa meu boizinho não deixava eu me lavar sorvendo toda minha boceta deixando a limpinha comigo ao berros em sua língua de veludo.
Uma da poucas vezes que ele me comeu foi quando transei descaradamente com um rapaz dentro d’agua a vista de todos e ao voltar para a areia ele praticamente me arrastou para casa onde socou com força em mim deixando me toda dolorida.
Por culpa dele hoje sou devassa e safada dando ate pros cachorros.
Beijos
Deborha.

 

Apanhado com a pila e as calcinhas dela na mão

O meu gosto por tocar punheta e o meu fetiche por calcinhas femininas foram a causa do meu divórcio.
Habituado durante toda a adolescência e juventude a esfolar a pila à mão para a fazer ejacular, quando casei com Sandra constatei minha inexperiência na arte do coito e a minha incapacidade em levá-la ao orgasmo. Mal lha metia ejaculava logo pelo que ela defraudada retraía-se de me abrir as pernas. Apesar de tudo não me culpava. Dizia amar-me muito e uma vez que não conseguia satisfazê-la garantia-me não se importar de viver comigo sem sexo. E como conhecesse meu gosto por tocar punheta pois faláramos muito dele antes de casarmos, até nem se importava que eu continuasse fazendo à mão em vez de meter nela uma vez que isso, dizia-me, só lhe atiçava o fogo que meu pénis não conseguia apagar. Eu contudo como não me sentia bem na minha consciência de marido consegui convencê-la a masturbar-se com vibradores que lhe comprava em sex-shops, antes de lhe fazer uns minetes na rata como lhe fazia nos nossos tempos de namoro, pois Sandra sempre frisou querer casar virgem, como de facto aconteceu. Ela contudo garantia-me que embora aqueles vibradores lhe dessem de facto muito prazer só o fazia porque eu lhe garantia que nesses dias a punheta me sabia muito melhor.
E sabia de facto. Entesava-me muito vê-la toda nua na cama, a testa bem depiladinha só porque sabia que eu apreciava muito vê-la enterrando na rata sem pelos um enorme caralho de silicone muito maior do que o meu, e gemendo de prazer enquanto me ficava punheteando sem me vir.
- Como gostaria querida - dizia-lhe – de ter um caralho desse tamanho e conseguir aguentá-lo tanto tempo duro dentro de ti sem me vir.
Sandra dizia que isso não importava, que mais importante que o sexo era o amor que nos unia o que me fazia entesar mais, até se vir gostosamente, molhando sempre o lençol com o sumo do seu gozo.
No final como eu permanecesse de pau feito ela oferecia-se sempre para me concluir a punheta. E eu que no inicio aceitava a ajuda da sua mão a partir de uma certa altura deixei de o fazer.
- Sou um miserável de um punheteiro com um caralho tão pequeno que nem a uma mulher tão apetitosa como tu consegue dar prazer – dizia-lhe eu como se estivesse muito contrariado com isso – Depois de teres gozado com um bem maior que o meu não sou digno sequer que me toques uma punheta. Noutra altura sim, agora descansa queridinha – e cobria-a de beijos.
Sandra apreciou aquela minha vontade de conter o gozo e dormia satisfeita encostando seu corpo despido ao meu, sentindo meu pauzinho ainda duro e levantado. Na manhã seguinte porém, já o tesão me passara.
- Que aconteceu à tua pila que ainda ontem à noite estava dura e agora está tão murchinha? – perguntava-me apalpando-ma como era seu costume ao acordar. Eu dizia-lhe que simplesmente o tesão me passara, como não gozara meu caralho voltara ao ponto morto e era assim que ele devia estar sempre uma vez que não servia para cobrição.
- Queres punir-te por não me conseguires dar prazer e acabar por perder o tesão é isso? – perguntou-me. Não, nada disso, assegurava-lhe, mas durante tanto tempo tinha gozado metendo nela sem que o prazer fosse recíproco que agora até estava me satisfazendo só por a ver gozar com os vibradores que lhe arranjava. Era como se tivesse gozado também embora sem me vir. Minha resposta pareceu agradar-lhe pois Sandra pareceu contente por me ver perdendo a minha velha mania de tocar punheta. e continuou masturbando-se como eu queria.
A verdadeira razão contudo era outra. Eu sempre gostei de calcinhas femininas, já em solteiro fazia colecção delas pois adorava tocar punhetas tocando nelas, e quando consegui convencer minha mulher a masturbar-se com os vibradores que lhe comprava tratei de fazer com que ela trouxesse sempre vestida uma calcinha que eu mesmo despia antes de Mónica introduzir o caralho postiço nela.
- Nem imaginas como ficas bonita, Mónica, só com a calcinha vestida e as mamas ao léu, tendo na mão o caralho que te comprei e te vai consolar esta noite – dizia-lhe. Calcinhas eram os presentes que lhe estava sempre a dar. Pelos anos, pelo aniversário do nosso namoro, noivado e casamento, bastava ver um par de calcinhas entesantes na montra de uma loja de lingerie para lhas comprar e oferecer. Sandra até se cansou de tanta calcinha que teve. E teve-as de todo o tipo e feitio e de todas as cores com excepção do branco pois nunca gostei de calcinhas femininas brancas. Rosas, azuis, verdes, castanhas, amarelas lilases e sobretudo vermelhas e pretas. Teve-as de fio dental, rendadas à frente ou atrás deixando-lhe ver o cu ou a testa da cona, teve-as de tanguinha, com atilhos de apertar na cinta ou nas meias de perna inteira. Tinha-as de apertar à frente, a trás ou dos lados, com lacinho e sem lacinho. Teve até um par vermelho de calcinhas de puta pois que entre as pernas, sobre seu órgão genital e atrás bem no meio do rego do cu, ostentavam uma abertura permitindo a qualquer mulher foder com os dois buracos sem necessidade de as baixar e eram as calcinhas que mais teso me deixavam. A meu pedido Sandra masturbou-se várias vezes com elas vestidas.
Quando minha esposa se vinha eu próprio lhe limpava a rata com elas, procurando impregná-las bem com o cheiro do seu gozo, antes de as atirar para os pés da cama. E era por isso que eu não queria que fosse ela a tocar-me punheta. Quando era solteiro eu tocava punhetas mas as calcinhas que então usava eram virgens, nunca tinham sido utilizadas por mulher alguma nem muito menos servido para limpar a cona lambuzada de uma esposa acabadinha de se vir como era o caso daquelas que eu tinha ali à mão, no chão do quarto. E só o cheirinho que elas mandavam, já para não falar daquelas manchinhas de prazer feminino com que eu as procurava besuntar bem quando a limpava, davam-me uma pica bem maior do que as outras. Assim mal Sandra satisfeita adormecia, eu pé ante pé tratava de me esgueirar para a casa de banho levando a calcinha com as marcas do seu último orgasmo. Ali, com a tampa da sanita levantada, esfregava a calcinha na cara cheirando-a e lambendo-a. Lambia-a como se lhe estivesse fazendo um minete procurando engolir os restos do seu gozo que ainda estivessem incrustados nela, fazia dela um barrete enfiando-a na cabeça, voltava a esfregá-la na cara, no peito, na pila e nos colhões, à vezes ia ao roupeiro e pegava noutras calcinhas sujas dela e esfregava-as todas em mim, sempre com uma mão tocando punheta, punheta, punheta.. Cheguei quase a passar noites inteiras tocando punhetas. São as melhores recordações sexuais que levo do meu primeiro casamento.
Sandra descobriu tudo numa noite em que acordou e não me viu na cama. Eu tão entretido estava masturbando-me com uma sua calcinha de seda negra que não passava de uma delicada tira de pano que não lhe cobria nada que nem me apetecia vir.
- És mesmo um porco de um punheteiro que preferes aliviar a pila nas minhas calcinhas do que deixares que sejam as minhas mãos a fazê-lo – comentou com desprezo da porta da casa de banho e pondo fim à minha deliciosa punheta - Um homem assim não serve para meu marido.
No dia seguinte entrou com os papéis para o divórcio exigindo uma boa pensão de alimentos para não contar a todos minha tara, o que eu envergonhado aceitei. Mas ainda assim não foi mau de todo. Dizendo não quer mais nada meu do que o dinheiro da pensão, a casa com todo o recheio e o carro, e uma vez que eu gostava tanto das suas calcinhas que a faziam sentir uma puta, disse-me para ficar com elas.
- Que te sirvam para tocares muitas punhetas, tarado – desejou-me atirando-mas praticamente à cara. E serviram, está claro. Aliás para dizer a verdade ainda hoje estão servindo.

 

EUGÉNIO SADOC

 

Esposa infiel - parte VIII

Depois de conhecer e descobri me apaixonada pela travesti senti que não poderia mais viver sem ela que mesmo sob meus protestos me aconselhou a ficar firme em meu casamento que nosso relacionamento era puramente casual mesmo eu jurando me matar se ela me deixasse algum dia.
Sabendo que podia fazer o que quisesse comigo ela me pedia grande quantidade de dinheiro que dava sem reclamar fazendo me de sua escrava tanto na casa dela onde tinha que lavar passar cozinhar e arrumar a casa e como recompensa gemia gostoso em seu porrete a madrugada toda mesmo com ela chegando em casa muitas vezes com o cu todo dolorido e esfolado e o pênis no qual eu ficava horas fazendo ele endurecer para depois me extasia de tanto prazer.
Chegávamos a transar de oito á dez horas toda vez que nos encontrávamos por isso não tinha mais tempo para meus amores e meu sogro foi o que mais sentiu minha ausência ficando doente e em meses veio a falecer.
Meu marido por sua vez me jogava cada vez mais nos braços de minha dona pedindo sempre que ela cuidasse bem de mim dedicando todo seu tempo disponível para traçar sua irmã que pedia desesperadamente que voltasse pois não estava dando conta de saciar meu boizinho e minha sogra não mais falava comigo culpando me por tudo o que aconteceu com seu marido.
Numa noite por volta das três da manha meu minha cunhada me ligou chorando muito avisando que meu sogro avia falecido e estava sendo velado no cemitério perto de sua casa.
Estava bem dona Maria com um vestidinho rendado e lenço na cabeça e quando tencionava rumar para lá minha dona chegou me catando do jeito que só ela sabe me colando na parede enquanto beijava minha boca deixava me totalmente pelada e toda molhada com sua investida sobre mim.
Estava gozando em sua mão com seus dedos dedilhando minha boceta que não percebi suas amigas nos olhando e quando ela saiu de mim mandou que preparasse alguma coisa para elas comerem e fossem me banhar pois iríamos fazer uma suruba.
Esquecendo da vida preparei um lanche para as três meninas estando sempre pelada onde levava constantemente tapas na bunda puxões nos cabelos e seios e ate dedadas na boceta pelas damas de paus.
Terminando de servi-la corri para o quarto tomei um banho básico vesti uma minúscula calcinha como minha dona gosta e deitei muito ansiosa pela chegada de minhas devoradoras.
Estava com o corpo em brasa alisando a boceta por cima da calcinha já estando quase gozando quando me lembrei do ocorrido.
Quando minha dona chegou no quarto avisei a ela que muito triste e compreensiva se ofereceu para me levar ate o local do velório.
Chegando ao local minha dona não quis entrar comigo onde se reunia toda a família parentes amigos e ate a imprensa local estava presente.
Estava junto a minha cunhada ao lado do caixão quando minha sogra tentou me agredir culpando me pelo ocorrido e por sugestão de minha cunhada fui embora.
Meu boi estava passado tento que ser sedado minha cunhada se ofereceu para me levar e mesmo eu recusando ela insistiu avisando que tinha que sair dali senão ia pirar.
Ao informar que estava de carona com uma amiga ela deixou seu carro com uma prima e veio comigo conhecer minha nova aquisição segundo ela.
Depois de conhecer minha dona minha cunhada confessou esta toda babada elogiando muito minha namorada sussurrando coisa em meu ouvido que me deixava cada vez mais ouriçada apesar da situação.
Ao saímos dali tive que ir dirigindo com as duas no banco detrás e em poucos minutos já ouvia os gemidos delas se atracando num delicioso beijo e amassos com minha cunhada louca para pegar na “boceta” de minha dona sendo impedida de tal gesto se acalmando um pouco quando minha dona levantou sua blusa para mamar em seus seios já com a mão dentro de sua calcinha metendo fundo seus dedos que conheço bem em sua boceta.
Não conseguia dirigir ouvindo o escândalo que minha cunhada fazia com minha dona lambendo gostoso sua boceta por isso parei o carro numa rua pouco movimentada e me virei para assistir o show.
Minha cunhada estava saciada e quis retribuir o carinho vendo minha dona apreensiva incentivei ela a senta de pernas abertas e deixar minha cunhada se deliciar em sua cuceta nome dado carinhosamente ao seus vinte e dois centímetro.
Minha cunhada ficou boquiaberta com o volume que estufava a minúscula calcinha e quando teve tudo aquilo na boca quase morreu engasgada com minha dona segurando firme sua cabeça socando fundo tudo aquilo em sua garganta.
Em minutos estávamos todas fora do carro com minha ou melhor nossa dona deitada no capô com minha cunhada fazendo um delicioso boquete nela comigo já toda nua tendo um pé no penou do carro ficando toda escancarada para afundar a mão na boceta onde gozei copiosamente entre gemidos e gritinhos de satisfação.
Meu amor colocou minha cunhadinha de quatro e meteu fundo o porrete em sua boceta fazendo ela gemer alto enquanto eu intensificava as dedadas gozando loucamente com a cena.
Desespero mesmo minha cunhada sentiu quando meu amor tirou de sua boceta e afundou tudo de uma só vez em seu cuzinho e com estocadas ora rápidas ora bem lenta porem bem cadenciadas fez minha cunhada cair literalmente de tanto gozar.
Quando minha dona gemeu alto anunciando seu gozo tentei tirar de minha cunhada e abocanhar tomando todo o leitinho porem fui empurrada num desespero louco e alucinado por minha cunhada que caiu de boca em tudo aquilo sorvendo ate a ultima gota não deixando nada para mim.
Fiquei puta quando elas totalmente saciadas se atracaram num beijo indo pra dentro do carro informando que era muito perigoso permanecermos ali.
Eu xingava muito maldizendo as duas quando meu amor sentou ao meu lado abraçando me carinhosamente informando que ia acabar comigo quando chegássemos em casa o que respondi prontamente que com o tesão que estava daria ate pro cachorro com elas rindo e fazendo me rir muito também.
Estávamos quase chegando em casa com minha cunhada dormindo no banco traseiro e minha dona acariciando meus seios quando num grito repentino ela ordenou que parasse o carro o que obedeci prontamente sem nada entender.
Saindo rapidinho do carro ela me chamou enquanto corria para o meio da praça segurando um enorme vira lata e quando perguntei porque estava fazendo aquilo ela lembrou o que tinha dito mandando eu da pro cachorro ali no meio da praça.
Vendo minha resistência ela me deu um forte tapa no rosto rasgando meu vestido deixando me somente de calcinha no meio da rua e puxando pelos meus cabelos me levou para o centro da praça do largo do Arouche onde fui colocada Por ela de quatro na grama enquanto ela direcionava o cachorro pra trás de mim onde com algumas lambidas ele montou em mim tendo seu pênis direcionado por ela primeiro em meu cu que com uma única e rápida estocada afundou de uma só vez fazendo me gritar muito de prazer pela humilhação e as estocadas rápidas que o cão dava em meu cu.
Gemia muito gozando avassaladoramente com alguns homens em volta apreciando o espetáculo quando ela tirou tudo aquilo de meu cuzinho e direcionou para minha boceta onde cheguei a me mixar toda de tanto prazer sentindo seus jatos de porra incessante inundarem minha boceta.
O cão socava forte em mim com minha dona segurando em meus cabelos levantando meu rosto enquanto dizia se estava gostando me chamando de puta safada vadia e outros nomes mais quando explodi num gozo estonteante com o cão enchendo minha boceta de porra enquanto ela segurava o nó que não entrou em mim.
Tencionava lamber o pênis daquele invasor quando ouvimos alguém gritar pra galera no bar próximo:-Vem gente ver a mulher dando o cu pro cachorro aqui na praça.
Por mim ficaria ali mesmo e foda porem minha dona carinhosamente me pegou pelos braços e saímos dali rapidinho.
Chegando em casa fui tomar um banho pois estava me sentindo suja e enojada e quando cheguei no quarto enrolada somente em uma toalha vi minha cunhada sendo fodida pela língua do meu amor e ao pular no meio delas fui lambida pelas duas que me premiaram com fortes orgasmo onde transamos ate as honze horas da manha só parando porque tínhamos que ir despedir do meu sogro
Minha sogra voltou para o interior meu boizinho alugou um apto no centro tirando meu amor da rua dando um emprego a ela em sua empresa e pelo menos uma vez por semana nos reunimos eu minha cunhada minha dona e meu boizinho que após sentar gostoso no porrete da dama come bem gostoso nos três dedicando maior carinho e atenção a mim sua esposa vadia e infiel.
Beijos:
Deborha
camilledicarli@bol.com.br

 

Esposa infiel - parte VII

Tudo ia bem em casa onde passava o tempo todo com meus sogros onde era comida de varias formas jeitos e maneiras,ficando ate tonta com a performance principalmente de minha sogra que fazia me gozar muito em sua boca.
Minha única reclamação era eles não deixar eu dar pra mais ninguém apesar de ser meu grande desejo principalmente quando passava pelos funcionários do prédio com os minúsculos shortinhos todo socado ou as saias que eram super curtas sem nada por baixo.
Sentia uma pena enorme deles que para atiça-los cada vez mais abria as pernas levantando a saia para que vissem minha boceta carnuda e lisinha sempre babada.
Certa tarde após mais uma sessão de foda onde gemi gostoso com meu sogro socando seu porrete em meu cu enquanto minha sogra lambia ferozmente minha boceta e ao gozarmos caímos um ao lado do outro para um gostoso descanso.
Vendo meu sogro e sogra dormindo sai dali rapidinho correndo para o andar de cima e assim que a porta do apto se abriu corri pra dentro e para minha surpresa era a noiva do meu amigo que já estivera muitas vezes dentro de mim quem atendeu a porta.
Quase morri com a surpresa e o susto do momento e meu amigo vindo da sala vendo meu estado com sua noiva boquiaberta pedindo explicações correu em minha direção me abraçando enquanto perguntava:
O animal do seu marido te agrediu de novo amiga?dando uma piscadela pra mim que confirmei enquanto chorava teatralmente.
Ao sair do banho a noiva do meu amigo me ofereceu um vestidinho branco que por ela ser bem mais baixa e magra que eu ficou muito justo salientando meus seios com uma minúscula calcinha que sumia no meio de minha bunda que estava toda a mostra.
Vendo que estava muito indecente segundo ela correu para o quarto informando que ia procurar algo mais comportado para mim,nisto aproveitando que estava somente eu e meu amigo na sala me atirei em seu braços beijando muito sua boca e em pouco tempo estava com ele todo atolado em minha boceta molhada e sedenta onde gozou rapidinho me expulsando dali me chamando de louca,puta safada e gostosa.
Sai dali descendo direto para a portaria com alguns vizinhos chegando do trabalho muito deles reprovando minha atitude e ao chegar na sala da portaria sentei em uma cadeira me abrindo toda mostrando minha boceta toda melada para a rapaziada que não sabia o que fazer mesmo porque todos os condômino me viam ali.
Tomada pela pomba gira me arreganhei toda metendo os dedos na xana tocando uma deliciosa siririca quando um dos meninos avisou que meu boizinho tinha acabado de chegar e as donas Maria estavam me entregando para ele.
Sorrateiramente me recompus e caminhei discretamente ate eleS na intenção de meter a mão na cara daquelas vadias e mau amadas quando em resposta a elas meu boizinho disse: - O lha senhoras não sei mais o que fazer com aquela vagabunda.Vou ter que pedir divorcio e mandar ela ir plantar batatas.
Puta da vida sai dali correndo em direção a rua com meu boi atrás de mim e vendo que não tinha condições de me alcançar voltou para pegar seu carro enquanto eu peguei um táxi e rumei para o centro de sampa.
Caminhava sorrateiramente pensando na vida sendo ate confundida com as meretrizes do lugar quando os cartazes de filmes adulto me chamou a atenção e após comprar o ingresso entrei num cinema aparada por um lanterninha.
A sala estava muito escura um forte cheiro de urina e porra pairava no ar e na tela duas mulheres se lambiam com um negro todo enfiado no cu de uma delas.
Por sugestão do lanterninha sentei bem no meio do salão onde se tinha plena visão de toda sala.
Estava muito excitada com a cena de sexo e os gemidos que viam da tela e das pessoas se pegando nos cantos do salão.
Estava com a calcinha nos joelhos e os dedos todos atolados na boceta gemendo descaradamente quando percebi um bando de homens a minha volta alguns com os pênis pra fora apontando pra mim com um engraçadinho sentado ao meu lado alisando minhas pernas.
Muito mais por charme me fiz de difícil pedindo que paracem me deixando em paz saindo dali quando um negro informou que pudesse ficar a vontade que só iam fazer comigo o que eu quisesse.
Sentindo um fogo na boceta tirei a calcinha e atirei para ele que após dar uma forte cheirada guardou em seu bolso enquanto eu abrindo bem as pernas coloquei uma delas no braço da cadeira ficando bem exposta alisando gostosamente os seios duros com uma das mãos enquanto tinha a outra praticamente toda dentro da boceta.
Gozava muito com aqueles homens esperando meu sinal para caírem em cima de mim e quando num gesto de pura loucura chamei um deles ajoelhado a minha frente com o dedo indicador em segundos ele estava sentado no chão em minha frente chupando loucamente minha boceta.
Estava entregue com alguém fazendo um delicioso carinho em meus seios enquanto aquela língua ia fundo em minha boceta quando fomos surpreendidos por uma mulher loira e alta que fez me recompor a postura afastando todo mundo dali deixando me puta com sua atitude.
Ela sentada ao meu lado após descobrir que era tudo sob consentimento meu,chamou me de louca que assim eu poderia pegar alguma doença e por descobri que era depravada e cachorra pegou em meus cabelos arrastando me dali.
Apesar do medo de minha total submissão aquela mulher antes de chegar na rua me encostou na parede forçando uma perna entre as minhas avisando que eu seria dela a noite toda e se ficasse boazinha ela me deixaria ir no dia seguinte lembrando me com um forte tapa na cara que se tentasse alguma gracinha ela me quebrava na porrada.
Toda aquela situação só me deixava mais tesuda e fogosa e enquanto caminhava na avenida são joão por volta das vinte horas obedecia cegamente todo o que ela mandava como que levantar a saia enquanto caminhava mostrar os seios,com isso eu gozava copiosamente tendo ate que me escorar para não cair e quando chegamos em frente a um prédio na esquina com a barão de limeira ela mandou que parasse e tirasse o vetido.
Ao fazer isto quase fui ao chão com o forte orgasmo que tivera e entre assovios beliscões e passadas de mãos fui levada a um quarto no terceiro andar onde fui jogada na cama e depois de levar vários tapas na cara fui obrigada a chupar o porrete daquela travesti que em poucas estocadas inundou minha garganta de porra onde tive que engoli tudo com ela puxando meu cabelo e apertando muito meus lábios.
Adorei quando ela me pegou de quatro afundando todo seu porrete bem maior do que o do meu marido carinhosamente em minha boceta onde me comeu de uma forma magistral deixando me apaixonada pela aquela tora.
Estava extasiada e morta de tanto gozar quando ela saiu de mim e após lamber muito minha boceta e cu lubrificou meu cuzinho trocou a camisinha e me comeu carinhosamente de todas as formas que uma mulher merece ser comida.
Eu arfava ,gemia chorava e desfalecia com tudo aquilo socado em mim e quando ela me comeu embaixo do chuveiro encostada na parede comigo sentada em seu colo juro que morri de tanto gozar tendo que ser conduzida ate a cama onde dormi gostoso nos braços de minha dama de paus segundo ela.
Pela manha acordei com ela lambendo carinhosamente minha boceta e mesmo eu implorando que me comece ela negou dizendo que estaria me esperando logo mais a noite,se eu topasse é claro e assim dei um bom dinheiro pra ela já garantindo minha próxima noitada e após dormir o dia inteiro trancada em meu quarto sob os protestos
De meus sogros e marido acordei por volta das dezoito horas e após um banho e lanche reforçado corri para lá vestida somente com um sobre tudo e salto alto e quando a porta se abriu estava peladinha na frente de minha dona que me recebeu com um bofetão na cara me chamando de depravada avisando que não queria sua mulherzinha andando nua por ai enquanto me puxava pelos cabelos me jogando na cama onde passamos uma estonteante e louca noite de amor.
Confesso que estou apaixonada por essa dama que mandou me preparar pois quer me apresentar para suas outras amigas.
Meu boizinho vive reclamando ultimamente que tenho deixado ele na saudade e após combinar com minha dona vou apresentar ela a ela no próximo fim de semana e juro a vocês que assim que acontecer volto a relatar como foi.
Beijos

deborha

 


Conteúdo sindicalizado