Contos Eróticos

A grande decepção sexual

Meu nome é Giancarlo e quem leu meus contos anteriores, já me conhece bem.

Antes de entrar na estória propriamente dita, gostaria de tecer comentários com relação a forma de contarmos nossas estórias.  Quando o homem conhece uma mulher e, marcam um encontro em um hotel, o homem conta diversas diabruras que fazem com elas na cama.  Quando é gay, a coisa não é diferente, pois todos gostam de contar vantagens nos seus contos.  Se por ventura, o encontro dá errado, ninguém tem coragem suficiente de contar a verdade sobre o que aconteceu.  O conto que ora vocês estão lendo, é uma estória em que o encontro “babou”.  Deu tudo errado.  A coisa foi tão braba, que não tive tesão de trepar com a coroa, em virtude de ... (leiam o conto).

Certa ocasião, quando fui ao escritório do arquiteto, cumprir minha visita comercial e pessoal, lá encontrei três mulheres loiras, lindíssimas, sentadas no sofá do escritório.  Acreditei serem clientes, e dirigindo-me ao arquiteto, disse-lhe que voltaria mais tarde para conversarmos, visto que não queria atrapalhar a conversa deles.  Porém o arquiteto dirigindo-se para mim falou que não havia necessidade, pois todas elas eram seus familiares.

Apresentou-me a primeira dizendo que era a sua esposa; a segunda, era sua filha mais velha por minutos, pois eram gêmeas e finalmente apresentou-me a terceira, a qual ficou segurando minha mão por um tempo maior.  Falou-me também o arquiteto, que ele tinha um projeto, e quando ele fosse colocá-lo em prática, quem iria ficar à frente do escritório, seria sua esposa.
Informou também que as três eram formadas em arquitetura, e que o escritório ficaria bem assessorado.

Na firma onde eu trabalhava, havia um acordo entre os vendedores.  Havia duas equipes de vendas: uma que trabalhava com zona fechada e a outra com zona aberta.  Nós vendedores, tínhamos que cumprir um espaço de tempo entre uma visita e outra de 29 dias.  Se porventura voltássemos ao cliente com trinta e um dias após a visita anterior, e um vendedor de zona aberta passasse por ele, nós perderíamos o cliente.  No conto de nº 3 eu mencionei uma discussão entre mim e um outro vendedor, que queria “dar-me uma volta” em um cliente.

Durante a ausência do arquiteto, visitei sua esposa mensalmente, pois ela tinha muitos projetos de mobiliário, e eu, lògicamente, vendia muitas peças de móveis.  Ocorre que ela passou por um período de falta de projetos, fazendo com que eu fosse visitá-la, de dois em dois meses.  Certo dia, ao chegar ao escritório, a filha mais nova abriu-me a porta e pediu-me que entrasse, e sentasse, pois elas estavam em reunião.  A filha mais velha demonstrou claramente, que não me esperava e nem gostou da minha presença naquela hora.  Notei também que ela engordara bastante, ficando muito longe daquela “gostosura” que me fora apresentada.

A mãe pede-me que aguarde um pouquinho, pois queria conversar comigo.
Então a filha mais velha levanta-se num rompante, e na maior grosseria, saindo da sala sem se despedir de todos. Após alguns minutos, a filha mais nova se despede da mãe, dirigindo-se à porta, e pede-me que feche a mesma.  Mas antes de sair totalmente, entrega-me um cartão e me pede que eu ligue para ela, pois queria conversar comigo, porque tinha uma coisa muito boa para mim.  Fecho a porta, entro e observo que a mãe houvera cerrado a janela.  Vira-se para mim e me diz: vou tomar uma decisão muito difícil, pois não estou suportando mais esta separação.  Está me fazendo muito mal.  Começa então a me beijar e me pede que a dispa, o que faço lentamente.  Tirei sua blusa, sempre beijando sua boca, enfiando minha língua toda, como que quisesse atingir sua garganta.  Logo em seguida tiro seu porta-seios, apertando seus seios e mordicando seus mamilos, alguns momentos até com força, fazendo com que ela gema alto.  Começo com beijos no pescoço, descendo lentamente para os seus seios, onde inicio uma seção de beijos e lambidas, ora em um seio e ora em outro, e sempre mordiscandos seus mamilos, ora o da direita, ora o da esquerda.

Começo a descer pela sua barriga, parando em seu umbigo.  Vou abrindo lentamente sua saia beijando e lambendo sua região da barriga, logo abaixo do umbigo.  Quando retiro sua calcinha e ela abrem suas pernas, de modo que eu colocasse minha boca em sua buceta, dou um giro nas pontas dos pés de 180º e me levanto ràpidamente, alegando que se eu fizesse aquilo, estaria traindo a amizade e a confiança de uma pessoa, a quem eu estimava muito, que era seu marido.  Ela sem nada entender, perguntava a todo o momento o que estava acontecendo, pois não estava entendendo a minha atitude, em virtude de estar indo tão bem, e de repente se levanta, deixando-a perplexa e com um baita tesão.

Ocorre que quando ela abriu as pernas, ascendeu um odor muito forte, semelhante ao cheiro de bacon estragado, podre, provocando em mim uma revolta muito grande no meu estômago, dando-me ânsias de vômitos.  Aquele odor ficou impregnado em minhas narinas durante três dias.  Uma das coisas que eu não suporto, é pessoa que não faz sua assepsia, antes de uma relação sexual, seja ela vaginal ou anal.

Sei que com minha atitude, perdi um grande cliente, mas acredito que tenha sido a melhor coisa que aconteceu, pois não devemos misturar água com pedras, pois nunca se misturarão.

Em tempo:  gostaria de explicar que o conto acima não foi para denegrir a imagem da mulher.  Não.  Não foi.  Eu adoro uma buça, do seu odor característico, do sabor do seu suco.  Mas infelizmente a arquiteta não foi tão precavida neste dia.  Deixou furo.  Pagou mico.  Mas ainda adoro mulheres, como sempre adorei e continuarei a adorá-las.

 

Enviado por Desejoso

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Para contato, use:  giancarlomartelli@bol.com.br

A grande decepção sexual

Meu nome é Giancarlo e quem leu meus contos anteriores, já me conhece bem.

Antes de entrar na estória propriamente dita, gostaria de tecer comentários com relação a forma de contarmos nossas estórias.  Quando o homem conhece uma mulher e, marcam um encontro em um hotel, o homem conta diversas diabruras que fazem com elas na cama.  Quando é gay, a coisa não é diferente, pois todos gostam de contar vantagens nos seus contos.  Se por ventura, o encontro dá errado, ninguém tem coragem suficiente de contar a verdade sobre o que aconteceu.  O conto que ora vocês estão lendo, é uma estória em que o encontro “babou”.  Deu tudo errado.  A coisa foi tão braba, que não tive tesão de trepar com a coroa, em virtude de ... (leiam o conto).

Certa ocasião, quando fui ao escritório do arquiteto, cumprir minha visita comercial e pessoal, lá encontrei três mulheres loiras, lindíssimas, sentadas no sofá do escritório.  Acreditei serem clientes, e dirigindo-me ao arquiteto, disse-lhe que voltaria mais tarde para conversarmos, visto que não queria atrapalhar a conversa deles.  Porém o arquiteto dirigindo-se para mim falou que não havia necessidade, pois todas elas eram seus familiares.

Apresentou-me a primeira dizendo que era a sua esposa; a segunda, era sua filha mais velha por minutos, pois eram gêmeas e finalmente apresentou-me a terceira, a qual ficou segurando minha mão por um tempo maior.  Falou-me também o arquiteto, que ele tinha um projeto, e quando ele fosse colocá-lo em prática, quem iria ficar à frente do escritório, seria sua esposa.
Informou também que as três eram formadas em arquitetura, e que o escritório ficaria bem assessorado.

Na firma onde eu trabalhava, havia um acordo entre os vendedores.  Havia duas equipes de vendas: uma que trabalhava com zona fechada e a outra com zona aberta.  Nós vendedores, tínhamos que cumprir um espaço de tempo entre uma visita e outra de 29 dias.  Se porventura voltássemos ao cliente com trinta e um dias após a visita anterior, e um vendedor de zona aberta passasse por ele, nós perderíamos o cliente.  No conto de nº 3 eu mencionei uma discussão entre mim e um outro vendedor, que queria “dar-me uma volta” em um cliente.

Durante a ausência do arquiteto, visitei sua esposa mensalmente, pois ela tinha muitos projetos de mobiliário, e eu, lògicamente, vendia muitas peças de móveis.  Ocorre que ela passou por um período de falta de projetos, fazendo com que eu fosse visitá-la, de dois em dois meses.  Certo dia, ao chegar ao escritório, a filha mais nova abriu-me a porta e pediu-me que entrasse, e sentasse, pois elas estavam em reunião.  A filha mais velha demonstrou claramente, que não me esperava e nem gostou da minha presença naquela hora.  Notei também que ela engordara bastante, ficando muito longe daquela “gostosura” que me fora apresentada.

A mãe pede-me que aguarde um pouquinho, pois queria conversar comigo.
Então a filha mais velha levanta-se num rompante, e na maior grosseria, saindo da sala sem se despedir de todos. Após alguns minutos, a filha mais nova se despede da mãe, dirigindo-se à porta, e pede-me que feche a mesma.  Mas antes de sair totalmente, entrega-me um cartão e me pede que eu ligue para ela, pois queria conversar comigo, porque tinha uma coisa muito boa para mim.  Fecho a porta, entro e observo que a mãe houvera cerrado a janela.  Vira-se para mim e me diz: vou tomar uma decisão muito difícil, pois não estou suportando mais esta separação.  Está me fazendo muito mal.  Começa então a me beijar e me pede que a dispa, o que faço lentamente.  Tirei sua blusa, sempre beijando sua boca, enfiando minha língua toda, como que quisesse atingir sua garganta.  Logo em seguida tiro seu porta-seios, apertando seus seios e mordicando seus mamilos, alguns momentos até com força, fazendo com que ela gema alto.  Começo com beijos no pescoço, descendo lentamente para os seus seios, onde inicio uma seção de beijos e lambidas, ora em um seio e ora em outro, e sempre mordiscandos seus mamilos, ora o da direita, ora o da esquerda.

Começo a descer pela sua barriga, parando em seu umbigo.  Vou abrindo lentamente sua saia beijando e lambendo sua região da barriga, logo abaixo do umbigo.  Quando retiro sua calcinha e ela abrem suas pernas, de modo que eu colocasse minha boca em sua buceta, dou um giro nas pontas dos pés de 180º e me levanto ràpidamente, alegando que se eu fizesse aquilo, estaria traindo a amizade e a confiança de uma pessoa, a quem eu estimava muito, que era seu marido.  Ela sem nada entender, perguntava a todo o momento o que estava acontecendo, pois não estava entendendo a minha atitude, em virtude de estar indo tão bem, e de repente se levanta, deixando-a perplexa e com um baita tesão.

Ocorre que quando ela abriu as pernas, ascendeu um odor muito forte, semelhante ao cheiro de bacon estragado, podre, provocando em mim uma revolta muito grande no meu estômago, dando-me ânsias de vômitos.  Aquele odor ficou impregnado em minhas narinas durante três dias.  Uma das coisas que eu não suporto, é pessoa que não faz sua assepsia, antes de uma relação sexual, seja ela vaginal ou anal.

Sei que com minha atitude, perdi um grande cliente, mas acredito que tenha sido a melhor coisa que aconteceu, pois não devemos misturar água com pedras, pois nunca se misturarão.

Em tempo:  gostaria de explicar que o conto acima não foi para denegrir a imagem da mulher.  Não.  Não foi.  Eu adoro uma buça, do seu odor característico, do sabor do seu suco.  Mas infelizmente a arquiteta não foi tão precavida neste dia.  Deixou furo.  Pagou mico.  Mas ainda adoro mulheres, como sempre adorei e continuarei a adorá-las.

 

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O bem dotado da Internet me arrombou

Meu nome é Giancarlo, e hoje resolvi contar para vocês o encontro que eu tive com um carinha que conheci através dos contos enviados por mim, para serem publicados em alguns sites de contos eróticos.
Mas antes, gostaria de explicar algo aos meus queridos leitores, isto é, como eu procedo quando conheço alguém pela Internet, e com ela marco um encontro.
Em primeiro lugar, procuro sempre manter contato por e-mail por um bom tempo, até eu sentir que há possibilidade de nos encontrar-mos. Procuro saber como o meu pretenso parceiro cóstuma agir, onde mora, se realmente o estado civil fornecido pelo mesmo é real, pois não quero atrapalhar a vida de ninguém, se ele possui local para o encontro (íntimo),
Muitos me perguntam se eu tenho conta no MSN, o que respondo que não, se tenho Webcam, e a resposta também é negativa.
Quando eu chego a marcar um encontro para simplesmente nos conhecermos, o faço bem longe de onde moro ou morei. Também procuro fazer o mesmo com o parceiro, pois a coisa fica desagradável quando um age a favor e o outro contra.
Outra coisa é com referência à cor da pele. Não tenho preconceito: a gala de todo homem é da mesma cor, bem como o odor e o sabor. Não há distinção.
Quando chegamos a nos encontrar, com certeza vamos tomar um cafezinho e conversar bastante a primeira vez, a segunda, a terceira, a quarta e finalmente, vamos chegar aos finalmente.
Nessas conversas, normalmente nos mostramos quem somos realmente, como costumamos agir, se somos carinhosos (homem também é carinhoso e gosta de receber carinhos, mesmo de um outro homem. Não é privilégio das mulheres não. Faz parte dos homens também).
Muitos me escreveram, fazendo comentários ofensivos, denegrindo a pessoa, ao que ela é (opção sexual), talvez pensando que assim procedendo, estariam excitando a quem estavam escrevendo. Ocorre que eu sei observar quando é elogio, ofensa, agrado, etc... Quando o termo viado é empregado, ele varia conforme a forma como foi empregado: na hora do sexo, ele atua como uma excitação; quando empregado em correspondência , é considerado como ofensa. Eu descarto de imediato este cidadão, e deleto do meu computador todas as mensagens dele e ativo o bloqueio. Outra coisa muito importante. Que tenho observado, é a forma que a maioria dos homens costumam empregar na hora em que estão metendo, seja no cu ou na buceta. Os movimentos de entra e sai são violentos e rápidos demais, muitas vezes fazendo com que o parceiro que está “sendo traçado”, não consiga sentir prazer, face ao movimento muito rápido, parecendo um martelete quebrando uma placa de concreto. O prazer não vem com a velocidade rápida, mas sim com uma velocidade leve, bem compassada, de modo que ambos possam chegar ao êxtase, sem sentirem incômodos, o que tira o prazer. É uma concentração mental do que está fazendo, que o gozo vem rápido e com um imenso volume.
Bom. Vamos ao que interessa realmente, que é o meu encontro com o bem dotado (particularidade que eu desconhecia). Face a publicação dos meus contos, costumo receber muitas mensagens de e-mail de todas as partes do Brasil, bem como do exterior, notadamente do Chile, do Uruguai e da Bolívia. A todas respondo com o maior prazer e consideração. Alguns e-mails de brasileiros, de tão vulgares que são eu os deleto de imediato e outros, mantenho em minha caixa de entrada. Houve uma mensagem em que eu a li diversas vezes, visto que o português empregado na mesma era meio poético, gostoso, o que me deixou meio balançado. Após alguns dias, resolvi responder ao e-mail, desta feita, procurando saber alguma coisa do meu interlocutor, com a maior doçura possível. Para minha surpresa o jovem responde à minha mensagem, bem como informando tudo o que eu houvera perguntado.
Esta troca de mensagens durou um período de 45 dias, visto que a troca de mensagens era diária. Após este período, resolvemos marcar um encontro para saborearmos um cafezinho. O nosso encontro foi no Méier, bem longe do local onde ele mora, como também do local onde moro. Foi muito bom, tendo em vista que o rapaz era branco, olhos castanhos claros, cabelos castanho claros e lisos, altura em torno de 1,70, corpo normal e um peso em torno de 85 kgs, e 48 anos de idade. Apresentamo-nos e procuramos um bar mais afastado do centro comercial, de modo que pudéssemos conversar mais tranqüilo. Após alguns metros percorridos, encontramos um que inclusive tinha mesas. Sentamo-nos em uma delas e eu perguntei ao rapaz que se encontrava por detrás do balcão se ele serviria café na mesa, o que prontamente ele respondeu que sim.
Tomamos nosso café e ficamos conversando por um período de mais ou menos 45 minutos. Logo após nos despedimos, já deixando marcado para um outro dia, um novo encontro e no mesmo lugar. Durante os três encontros posteriores, trocamos idéias e confidências (homens também têm e muitas), bem como nossos desejos íntimos. Ele também falou que tinha um cantinho sossegado e bastante confortável, e com chuveiro e mini-ducha.
Resolvemos então sair da fase de conhecimentos e partir para a fase principal que era o contato carnal. Acertamos para o sábado da mesma semana em Duque de Caxias, no bairro Itatiaia.
Como é normal, qualquer pessoa fica tensa e ansiosa pelo dia, e pelo que poderá acontecer neste encontro, que poderá ser excelente como também poderá ser péssimo. Finalmente chega o dia marcado. Acordo cedo, preparo minha refeição matinal, descanso por meia hora, indo após tomar um banho e fazer meu enema. Saio de casa cerca de 1 hora depois do banho e vou para D. Caxias, me encontrar com o Gumercindo (vou chamá-lo assim por medida de segurança), de modo a completar-mos o que iniciamos através da Internet. Quando chego ao local previamente marcado, já o encontro à minha espera, e olhando para o relógio, quando então lhe pergunto: estou atrasado? No que ele responde que não; que ambos chegamos antes da hora marcada. E eu então retruco: melhor assim, pois teremos mais tempo a nosso favor. Saímos dali e entramos em seu carro que se encontrava estacionado perto e nos dirigimos ao bairro Olavo Bilac em D. Caxias. A casa que ele dissera que poderíamos usá-la, ficava um pouco afastado da área residencial, em uma propriedade que eu diria ser um sítio, totalmente murada com muros de mais ou menos 5 metros de altura, um portão bem grande de madeira trabalhada. A casa por fora, possuía um varanda que circundava toda a casa. Varanda com 5 metros de largura. Ou seja, uma senhora casa. Por dentro não irei descrevê-la, para não tornar a narrativa muito longa e cansativa.
Ao entrarmos, o Gumercindo me diz que estamos sozinhos na casa e que eu poderia ficar à vontade, e pergunta se eu iria tomar um banho junto ou em separado, quando respondo que em separado. Ele se dirige ao banheiro enquanto aguardo na cozinha. Não demora nada no banho, saindo do banheiro envolto em uma toalha, quando então vou tomar meu banho. Levo menos tempo no banho, saindo de lá, também enrolado em uma toalha. Ao chegar à cozinha, ele me entrega um copo com uma bebida esverdeada e então pergunto que bebida é aquela e ele responde não saber, pois é estrangeira. Diz que é um licor muito saboroso, e que nos deixa mais ligado na hora do sexo. Não deixei uma só gotinha no copo. Ele dá uma gargalhada e diz: É. Hoje o dia promete ser pra lá de bom. Colocando o braço sobre meu ombro, descendo até a minha cintura, me conduz para o quarto, em direção à cama. Aliás, cama não: uma alcova, pois tinha cortinas em volta da mesma, e com babados.
(Vocês já devem ter notado que eu estou assumindo um papel de uma putinha recatada, para deixar o clima mais sensual). Deito na cama ainda enrolado com a toalha, e ele também faz o mesmo e ele é quem toma as iniciativas. Começa dando-me um beijo tipo selinho e ai sim, começa a me beijar de língua, sugando minha língua e eu a dele, numa troca tremenda de salivas por cerca de dez minutos, em seguida ele começa a me beijar o ouvido, me deixando meio azuretado, arretado, começando a descer até os meus peitos, dali partindo para as minhas axilas, o que me deixou mais arrepiado e com o tesão à mil por hora. Vem descendo até a minha barriga, beija meu umbigo com sofreguidão, abrindo em seguida a toalha que se encontrava enrolada no meu corpo. Após ter tirado a minha toalha, ele chega a minha virilha, a qual lambe toda, em ambos os lados, chegando ao meu saco. Segura minha rola e lambe a base dela, subindo bem devagar pelo corpo, até chegar à glande, a qual abocanha por inteiro engulindo-a até a garganta, tirando-a logo em seguida, dando um chupão na cabeça da piroca, fazendo um barulhão. Larga a piroca e volta a lamber meu corpo, desta feita fazendo o sentido contrário, isto é, subindo, indo até os meus peitos os quais chupa e os morde com os lábios, e dando puxões nos mesmos, indo depois para a minha boca, dando-me um beijo prolongado.
Após isso, ele me diz que agora é você quem deve fazer à mesma coisa ou mais do que ele fez. Em seguida, deita de barriga para cima, porém ainda enrolado na toalha. Ocorre, que até aquele momento, não percebi o Gumercindo de pau duro, isto é, nenhum volume por baixo da toalha, o que me deixou encucado. Começo beijando-o na boca, chupando sua língua, sem lhe tocar no corpo, desço pelo seu pescoço, descendo até seu peito, que por sinal não tinha nenhum pêlo, sendo totalmente liso; procuro seus peitinhos. Que já se encontravam estumecidos de tesão, dou várias mordidelas nos biquinhos e os lambo-os demoradamente, para depois abocanhá-lo, fazendo sução com a boca. Como estivesse com vontade de engoli-lo por inteiro, deixando-os vermelhos de tanto sugá-lo. Continuo descendo até sua barriga e passo a lambê-la toda. Enquanto lambo sua barriga, desenrolo a toalha de volta do seu corpo e noto que o mesmo estava de sunga. Começo a retirar sua sunga, quando tenho uma enorme surpresa. Ele usava um apetrecho em forma de cinto de castidade fechado por velcro. O da cintura fechava no lado esquerdo, enquanto o que descia se fechava nas costas, exatamente na cintura. Após retirá-lo, levo o maior susto.
O Gumercindo não tinha uma piroca. O que ele tinha entre as pernas era uma caceta cavalar. Não era comprida, pois só tinha 18 centímetros. Mas seu diâmetro é que era de assustar: 6 centímetros, por baixo. Parei e disse para ele: não vai dar. Eu não tenho condições de continuar, pois com este caralho baitola, para abocanhá-lo, só se rasgar minhas buchechas, e no cu, muito menos. Nem lubrificando o brinquedo para facilitar a penetração, tendo em vista que o meu buraquinho de prazer era muito pequeno, e se aquela rola entrasse, eu não teria mais um buraquinho anal, e sim uma cavidade vagianal, e eu não seria louco em permitir tal tentativa. Levanto-me de cima dele e me sento à beira da cama. Nesta altura do campeonato, meu pau que estava duro, brochou, isto é, perdi o tesão com aquela visão assustadora (para mim foi assustadora, porque nunca levei no rabo uma piroca daquele diâmetro). Levanto-me indo a direção do banheiro, quando ele também se levanta e vai em minha direção e me abraçando pelas costas Me pede que eu não vá embora, que fique, porque ele não tentará nada contra mim. Ele respeita minha atitude, tendo em vista que o caralho dele assusta qualquer um pelo diâmetro que é avantajado. E nisso ele se encosta-se a minha bunda e eu sinto o pau dele duro, roçando no meu rego. Enquanto ele me abraça, eleva-me do chão cerca de um palmo, o suficiente para ele apontar seu caralho em direção ao meu buraquinho de prazer. Eu não percebo sua intenção, quando ele me desce um pouco e o caralho dele adentra em meu rabo. A dor é violenta quando da entrada daquela tora em meu cu, e ele só enfiou a cabeça do pau. Tento tirá-lo de mim sem sucesso. Chamo ele de filho da puta, viado, seu puto, mas de nada adianta.
Então tento uma outra estratégia, isto é, me jogo para frente de modo eu poder usar os pés nas pernas dele e assim me soltar (a emenda foi pior que o estrago). Era o que ele queria, pois ao me curvar para frente, ele acabou enfiando o resto até a base. A dor foi ainda maior, pois em senti tonteiras, a visão ficou turva, meu coração disparou de tal forma que parecia que iria sair pela boca, e o meu corpo tremeu todo e logo em seguida foi tomado por um calor tremendo, como se estivesse pegando fogo. Ele por sua vez, ainda me segurando, caminha para frente me colocando encostado em uma mesa e me fala ao ouvido: - agora, sua putinha, vais sentir o que é rola. Você agora será sempre a minha vagabunda, a minha cadelinha, a minha putinha, a minha fêmea.
Enquanto falava, o puto socava aquele picão em meu rabo de forma lenta e compassada. e me beijava o pescoço e apertava os meus peitos, principalmente os biquinhos. Ele não levou mais que cinco minutos para chegar ao gozo, enchendo o meu rabo com sua pôrra. Ficou com a caveta dele enterrada um meu cu por mais algum tempo, de modo que o pau dele amolecesse, e saí-se de dentro de mim. Quando ele tira o pau do meu cu, sinto um volume imenso de gala escorrer pernas abaixo. Passo a mão e entro em pânico, pois ao olhar para a mão, vejo que estou vertendo sangue pelo rabo, e grito para ele, quando ele me pede calma pois aquilo é passageiro. Leva-me ao banheiro, coloca-me no box e abre a torneira do chuveiro e usando do chuveirinho (desviador) lava o meu rabo com sabonete e passa uma pedra no meu buraco, quando sinto uma queimação tremenda. Então ele diz que com aquilo que ele passara em mim, não iria mais sangrar, porque ele passou em mim uma pedra-ume, a mesma que o baibeiro usa quando “tira um bife” dos clientes. Acabei de tomar o meu banho, enxuguei-me e fui par a o quarto me arrumar, enquanto ele também tomava banho.
O meu cu doía para caralho e depois deste dia, vou ter de ficar de molho por uma semana e meia, mais ou menos, até eu puder sentar direito.
Duas coisas me aconteceram neste encontro: a primeira foi que eu fui enrabado por um descomunal que me deixou descadeirado; a segunda foi que a quantidade de pôrra ejaculada por ele, também foi enorme que se recolhida em um copo de 100ml, a quantidade chegaria ao meio do copo; e a terceira que foi a mais importante: DOEU PARA CARALHO, MAS FOI PRAZEROSA, GOSTOSA, só que eu não tenho intenções de repetir uma transa igual, pois se caso acontecer, com certeza que ficarei de molho por cerca de 30 dias.
Você leitor que ao ler este conto, gostaria de fazer alguma colocação, ou dar uma opinião com a forma de relatar o fato, fique a vontade. Pode usar o e-mail abaixo.
Conto enviado por DESEJOSO.
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E-mail= giancarlomartelli@bol.com.br

 

A recaída fatal

Meu nome é Giancarlo, e eu já falei de mim por vários contos. Hoje vou relatar o que aconteceu comigo recentemente, quando eu me encontrava na fazenda de um primo que está residindo no sul do Brasil, na forma de uma carta que enviei a um amigo no Rio de Janeiro. Nela falo tudo o que aconteceu naquele dia, digo, noite, entre a mulher do meu primo, seu filho e eu. O episódio que ora vou relatar, aconteceu em abril de 2011.

Escrevi-te recentemente o quanto é difícil segurarmos a onda quando no passado praticamos de uma maneira intensa o sexo homo, pois quem já deu de forma intensa, como eu, a coisa fica feia: o cu pisca, o corpo treme e você sente calafrios, o cheiro de uma piroca que está gravado no teu subconsciente, aflora de uma forma violenta, fazendo com que você trema, tua boca passa a sentir aquele gostinho de piroca, principalmente aquelas primeiras gotas que aparecem antes do gozo final. Enfim, é ´FODA!
Na noite passada, aconteceu um caso aqui na fazenda muito estranho. O filho do meu primo, um rapaz com 25 anos, falou para o pai, quando todos nos encontrávamos reunidos na sala, participando de uma rodada de chimarrão, que iria dormir em meu quarto, tendo em vista que o quarto era o único que tinha laje e um telhado por cima, e que a localização dele era próxima da cozinha. A mãe dele logo retrucou dizendo que não, que ele tinha um quarto e ele dormiria lá. Mas o pai rebateu a mulher e disse que não se importava, pois conhecia bem seu primo. Durante um pequeno tempo a discussão continuou, e logo depois o rapaz disse que ele já era adulto e faria o que ele quisesse e que ninguém poderia se intrometer na vida dele, e ponto final. Continuamos por um tempo tomando o chimarrão, quando a mulher se levanta, dá boa noite e se dirige para o quarto dela. Logo em seguida o rapaz faz a mesma coisa, deixando o pai e eu na sala. Ficamos na sala até o mate acabar na cuia, e daí fomos para os nossos quartos. Ao chegar ao meu quarto, tenho uma surpresa estarrecedora. Encontro o filho do meu primo pronto para dormir, isto é, todo ataviado, de camisola cor-de-rosa, com laçinhos na cintura e tudo mais. Então ele pergunta se ele está bonito, e eu digo que sim.
Ele solta o laço e abre a camisola e pergunta de novo: e agora? Caralho, quase que eu vou ao chão. O viado, filho da puta, estava de biquíni rendado, também cor de rosa.
Ai eu gritei: pêra ai! Que porra e essa, seu viado do caralho? E ele responde com o maior cara-de-pau: esta noite vou ser sua mulher e vou sugar toda porra que tiveres nesse caralho. Ai veio a segunda surpresa: a mãe dele também estava no quarto, vestida somente com a batinha de um baby-doll, totalmente transparente. Sento-me na beira da cama e pergunto: afinal de contas, o que está havendo por aqui? Estão querendo fazer um bacanal ou uma surubada em meu quarto? Podem me explicar, por favor? Então a mãe dele começa a dizer que já faz sexo com o filho há um bom tempo, isto é, a mais ou menos 6 anos, em virtude de o pai dele já não dar mais no couro, pois tinha ficado impotente. Pelo filho ter muita tendência à pederastia, ela tenta provocar nele o desejo de transar com mulheres e não com homens. Então eu falo que quem já nasceu com a tendência de ser viado, nunca que será homem, a não ser que ele se transforme em bissexual, isto é, transe com mulheres e com homens também.

Por isso é que ela armou toda aquela discussão na sala, de modo que ele viesse dormir no meu quarto, para que ela viesse também, e ai sim, você (no caso eu) pudesse participar também da brincadeira, porque com três fica muito melhor. Ta legal, respondo. E teu marido, meu primo. Como ele fica nessa estória toda? Ele já sabe de toda esta bandalheira? Ele por um acaso concordou? Ele é um corno conformado do próprio filho? Ou só é corno? No que ela responde: a última proposição. Então pergunto: quem pode ir à cozinha trazer-me um copo com leite gelado? Ela se propõe e pergunta se é com açúcar, e eu responde que sim. Assim que ela sai, tiro minha roupa e fico só de sunga (fazia um frio do caralho). Ela volta com o copo de leite, entregando-me e eu o coloco sobre o criado-mudo.
Ela olha para mim e vê que eu estou só de sunga, e então resolve tirar a batinha do baby-doll. Olho para o seu corpo e fico admirado pela beleza dele: peitinhos médios e durinhos; sem barriguinha; sem pneus na cintura; região pubiana totalmente depilada. Bundinha durinha e empinadinha. A altura dela variava em torno e 1m e 50 cms, isto é, de estatura mignone (média). Uma pintura de mulher. Boquinha pequena, lábios carnudos, morena jambo, olhos pretos. O tipo de mulher para você ficar (se tiveres condições) fudendo a noite inteira, até deixar a buceta dela totalmente inchada e a cabeça do caralho, igualmente inchada. Chego para perto dela, seguro sua cabeça com as duas mãos, curvo meu corpo em direção aos lábios dela e começo a beijá-la, usando somente a língua, ora chupava-a, ora ela me chupava, e assim ficamos por mais ou menos quinze minutos. Eu babava em sua boca e ela sorvia com a maior vontade e tesão. Fui abaixando o meu corpo indo a direção aos seus seios e comecei a mordiscar os seus mamilos somente com os lábios e que provocava nela vários estremecimentos e arrepios, fazendo com que ela soltasse, de forma baixa, vários grunhidos roucos de quem está gozando. Fico nos seios dela por mais ou menos dez minutos.
Em seguida, pego-a no colo e a deito na cama, quando o jovem se assanha, tirando a roupa e deitando-se ao lado dela, quando lhe dou uma bronca, mandando-o levantar-se e apreciar como se faz com uma mulher, quando ela está sedenta por uma piroca. Ele levanta-se e vai sentar-se em uma poltrona que se encontrava no quarto, muito a contragosto. Não agüentando mais, caio de boca em sua buceta, quando eu noto que a abertura dela é bem pequena, o que torna a transa muito mais interessante. Começo a chupar o seu clitóris e a morder-lhe de leve com os lábios e a puxá-lo. Ela solta vários gritinhos abafados, se contorcendo toda, como se estivesse tomando pequenos choques elétricos, de intenso gozo. Observo que ela ao começar a gozar violentamente, e se contorcer, ela começa a soltar um líquido de sua vagina o qual eu não deixo se perder, sugando-a vorazmente. Neste momento, ela pede que o filho introduza a piroca em sua boca, pois ela queria tomar leitinho dele, no que ele atende com a maior presteza.
O rapaz não leva mais de cinco minutos e começa a gozar na boca da mãe violentamente, quase provocando um engasgo nela. Após alguns segundos, ela se

recompõe e engole toda a gala do filho, sem deixar cair nenhuma gota de esperma.. Levanto-a me colocando por baixo dela, de modo que ela viesse cavalgar em minha pica, o que faz com maestria, fazendo os movimentos para cima e para baixo, como os movimentos circulares com a pélvis. Em dado momento, ela joga o corpo para frente para beijar-me, quando o filho aproveitando-se da posição da mãe e do momento, crava sua piroca no cu da mãe, no que ela pede que ele lhe rasgue toda. Gozamos quase que ao mesmo tempo, quando ele larga o corpo sobre o corpo da mãe e ela sobre o meu corpo. Ficamos assim parados por cerca de cinco minutos, e eu a beijando só de língua. O filho sai de cima dela e ela sai de cima de mim, deitando-se ao meu lado de barriga para cima, quando o filho aproveitando a posição, começa a sugar-lhe a buceta, e sorvendo a minha gala que começava a sair do seu interior. O viado fazia um barulhão chupando a cona da mãe. Logo após ela se levanta, dizendo que iria tomar um banho e dormir, pois estava muito cansada, porém satisfeita sexualmente .
Eu ainda fiquei deitado na cama, quando ele também foi ao banheiro se preparar e tomar um banho. Assim que ele volta, vou também ao banheiro preparar-me e tomar um banho bem quente. De volta ao quarto observo o rapaz, agora com mais detalhamento e vi que a caceta dele deveria medir mais ou menos quinze por cinco e alguma coisa, isto é, bem grossa por sinal. Tinha uma cabeçorra bem escura e grande. Enfim: ele tinha uma piroca de grosso calibre, e haja cu para agüentá-la. Um detalhe: cama do meu quarto era de casal, mas das camas antigas, que mediam 1,30 x 1,80, ou seja, era uma cama relativamente quase de solteiro. O viado queria, porque, queria dormir na cama também e junto comigo, o que começou a feder. Falei para ele se ele viesse com gracinhas, eu iria enfiar a porrada nele ali mesmo, e em quem mais aparecesse. Ele concordou e ficou quietinho no cantinho, junto a parede. Troco de posição com ele, indo eu para o canto e ele ficando na parte externa da cama. Caso viesse com sacanagem, eu o empurraria para fora da cama. Cobri-me com o cobertor, e ele com o dele, e procurei dormir. Mas cerca de quinze minutos depois, ainda sem conseguir dormir, ele me fala em tom baixo e pergunta se eu estou com raiva dele. Respondo que não, quando torna a perguntar se ele pode me tocar. Pergunto por que ele queria me tocar, e ele responde que a intenção dele era ser minha fêmea durante a noite e que a mãe dele veio se saciar e atrapalhar seus desejos. Enquanto falava, sua mão percorria minha perna, percorrendo minha região pubiana e chegando ao meu cacete, o qual ele agarrou com firmeza, e antes de iniciar os movimentos de uma punheta, pergunta se ele pode continuar. Digo que sim, pois já estava sentindo uma coisa que há vinte e cinco anos venho segurando com sucesso, mas tinha medo que naquela noite eu viesse a sucumbir, e ter uma recaída violenta.
Ele então inicia os movimentos de para cima e para baixo na minha piroca, o que a deixa tremendamente dura e ereta, como um aríete, pronto para perfurar uma grossa parede. Lentamente, vai puxando o cobertor para o lado, expondo minha piroca e em seguida, abocanha-a com sofreguidão, fazendo com que ela sumisse por inteira em sua

boca, indo até a garganta. Sinto que estou a ponto de gozar e peço a ele que venha a sentar-se como fez a mãe dele e de frente para mim. Também digo para ele, que se ele gozar em cima de mim, vou enfiar tanta porrada nele, que durante o dia, ele teria que ficar de molho em casa sem poder sair de tão quebrado ele iria ficar. Ele ri e se joga em cima dos meus peitos e me tasca um beijo na boca, deixando-me sem ação, pois foi uma coisa inesperada e gostosa (cá pra nós). Gozo violentamente em seu rabo e ele gemia bem baixinho de prazer. Demora um pouco mais sentado com minha vara enterrada em seu rabo, quando se levanta e abocanha minha caceta, procurando lamber toda porra que escorrera do seu rabo e lambuzara meu pau e minha região pubiana como também meu saco. Após ter lambido tudo, levanto-me e vou a banheiro lavar-me, pois eu estava todo melado de porra e de saliva.
Volto para a cama e vejo que ele passara para o canto da cama. Deixei-o lá, e deitei-me na beirada dela. De repente, em um movimento de arrumar o cobertor, encosto-me em seu corpo e sinto o volume do seu caralho roçando minha bunda, Noto que o filho da puta não está dormindo, pois a sua piroca cresceu de volume, ficando dura e toda encostada em meu rego. Aqui dou uma parada para uma explicação, conforme te escrevi.
Duas horas e trinta minutos. Uma noite fria do caralho; o quarto em penumbra; um jovem com uma disposição violenta; uma piroca de grosso calibre encostada em teu rabo. Que fazes? Existe alguma forma de resistir a tentação, que vens reprimindo por cerca de trinta anos seguidos, sem sucumbir a um desejo desse? Cara. A carne fala mais alto, o tesão é muito forte, e você treme nas bases. Você perde a razão, o pudor. Transforma-se de repente em uma puta rampeira, rameira, vadia. Pois foi o que aconteceu comigo. EU TIVE UMA RECAÍDA E COM O FILHO DE MEU PRIMO, O QUE É PIOR, POIS PODERIA TER MEU SEGREDO DESCOBERTO POR TODA A FAMÍLIA. Vamos continuar com a estória, que foi caso verídico.
Meio trêmulo, tiro minha sunga e me encosto todinho em seu pau. Que calor eu senti.
Seu cacete começou a pulsar em minhas nádegas. Levo a mão à boca. Salivo em meus dedos e passo minha mão na entrada do meu cu, quando ele me agarra por trás e falando bem baixinho em meu ouvido, que gostaria de sentir minha boca em seu pau. Viro-me e pegando seu pau, coloco-o em minha boca e começo a sugar-lhe em primeiro lugar sua cabeçorra, em seguida lambo seu pau da cabeça até o saco, subindo e descendo. Coloco todo o seu saco em minha boca, para finalmente engolir aquele pedaço de músculo pulsante, todo em minha boca, indo até a garganta. Paro e pergunto se ele teria condições de gozar duas vezes: uma em minha boca e outra em meu cu, e ele diz que sim.
Recoloco o pau dele na boca e agora sim, começo o movimento mais firme de modo que ele possa finalmente gozar em minha boca, o que não demorou muito. Ele encheu minha boca com seu esperma, o qual eu fiz questão de engolir tudo, sem deixar uma

gota em seu canal espermático. Levanto-me e procuro sua boca e com um pouco de esperma dele na boca, beijo-o, passando para ele o seu néctar delicioso, o qual ele sorveu com gula. Descansamos um pouco e pergunto a ele qual a posição que ele queria que eu ficasse, pois eu estava ali para receber e não mandar, e ele me pede que eu fique de bruços, porém com a bunda levantada um pouquinho. Viro-me de bruços, abro bem as pernas de modo a facilitar a penetração e peço a ele que o faça com calma, em virtude de já ter mais de vinte e cinco anos que não levo ferro no rabo. Ele ri, encosta a cabeçorra em meu orifício anal, dá um empurrãozinho, tira, passa cuspe no meu rabo, torna a encostar sua cabeçorra em meu rabo e de uma só estocada firme, introduz aquele pedaço de músculo pela metade em meu cu. Tira, e torna a colocar, e continuou com estes movimentos, até sua caceta sumir toda em meu rabo. Então ele pergunta se está doendo, eu digo que não. Agora sim, ele começa o movimento de entra e sai, tirando toda e enfiando toda e aumentando o movimento muito lentamente. De repente ele dá quatro estocadas bem mais fortes e chega ao gozo final, inundando meu rabo com um jorro forte e quente do seu esperma. Fecho as pernas numa forma de segura-lo dentro de mim, enquanto ele lambia minha nuca e minhas costas que estavam úmidas de suor. Ele sai de mim e me pergunta se eu fizera meu enema, e eu digo que sim, quando ele cai de boca em meu cu, sugando o esperma que começava a escorrer pelas pernas. Logo depois, levanto-me, vou ao banheiro lavar-me. Volto para a cama, não sem antes de tomar o leite que me fora trazido pela mulher do meu primo, que agora também será minha mulher, igual ao filme: Dona flor e seus dois maridos.
Deito-me, e agora um pouco mais relaxado, me encosto todo no jovem, quando ele então me pergunta o seguinte: minha mãe quer que eu só transe com mulheres; e você o que acha que eu devo fazer: transar só com mulheres ou com os dois, isto é, como disseste: ser bissexual? No que eu respondo que ele deve fazer aquilo que mais gosta, mas sem chegar ao escândalo, ou seja, deve ser discreto e escolher bem os seus parceiros masculinos para transar, os quais devem ser de boa saúde e também não serem viados ou travecos, e sim bissexuais como você deve ser. E ele todo satisfeito beija-me na nuca agradecendo-me pelo conselho. Em seguida dá-me “boa noite”, abraça-me procurando dormir, e eu faço o mesmo, só que vou dormir com uma arma de grosso calibre encostada em meu rego.
No dia seguinte, acordei com mais disposição e para disfarçar, comecei a reclamar que o rapaz roncava muito, e que à noite ele iria dormir no paiol, pois atrapalhou meu sono a noite toda; Todos riram bastante. Cada um foi para o seu afazer diário, e eu ainda fiquei um pouco à mesa tomando meu café, quando a mulher do meu primo chegou-se a mim, e disse que a noite ela tornaria ao meu quarto, porém só ela. O filho não iria, porque a tarde ele viajaria para a capital do estado. E ela realmente foi dormir comigo na noite seguinte, como tem dormido toda a noite.

Conforme te prometi, que se eu caísse te contaria, estou cumprindo o prometido.
Conto enviado por DESEJOSO.
Gostou? Dê seu voto.
Próximo conto: A g u a r d e.
                                

 
 

E-mail= giancarlomartelli@bol.com.br

Um passeio nas trilhas diferente com a morena

ola é a fernanda e estou aqui novamente pra fl do meu outro momento sexo com mulher.

eu morava do lado de uma morena linda chamada camila tinha 18 ans msm idade qe a minha e era meio magra e msm assim sedutora.
resolvemos um dia de sabado de manha fazer uma trilha qe tinha na nuss cidade qe levava pra um lugar lindo qe tds casais se encontravam pra fazer amr, então eu fui de short jans bem curto so tampando bunda um top de ginastica uma blusa larga por cima e tenis passei na casa dela no hr marcado as 8 da manha ela tava se trocando e mandou eu entrar eu entrei e fui ao quarto dela chegando la ela td nua eu olhava e ficava me imaginando fazendo sexo com ela e fl qe ia e logo hj msm no mato ela sabia qe eu gostava do sexo feminino e ela me seduzia e agachou pra catar a roupa do chão td nua e vi aquela xota carnuda arrombada e me excitei ela virou e fl ae fer blz ? eu fl ooo mt mt msm eim ela riu e lambeu os labios eu olhei pra ela e mordi olhando pra xota dela ela logo rapidamente colocou a roupa qe era uma biquini mt pqn um macacão e sem blusa somente de biquini e tenis mt dlç pegou seu lanche e fl pra sua mãe nos levar a trilha de carro então fomos e chegando la na trilha não tinha ng pq era dia de semana ela ja desabutuou o macacão e eu tirei a blusa so fiquei de top ela e eu tavamos certa qe queriamos chegar logo no lugar qe chamavam de ninho do amr e nos deleiciarmos então ela e eu fomos mt rapido no caminho ela parou e tirou o macacão e ficou so de biquini eu tirei o short e fiquei so de casinha fio dental então ela olhou e ficou excitada e pegou na minha mão e fomos correndo pro ninho do amr chegando la tem uma cama de bambu ela ja ficou nua e foi tirando meu top gemendo de tesão se agachou e se deliciou do meus seios ela mordia e lambia e eu gemia bem de leve ela segurava na minha bunda e logo se ajuelhou e agachou minha calcinha ela bj minha xota eu coloquei minha perna num banquinho de pau qe tinha pra fica mas facil dela ver meu grelinho molhado e ela ja foi no ponto no grelinho ela vhupava mt eu não aguentava e gemia mt alto e gozei ela fl goza msm fer vai gosa eu peguei no cabelo dela e esfregei minha xota na cara dela ela gemia tbm de tesão e gozava eu fl qe qeria lamber esse mel qe sai dela ela se deitou e fl lambe qe ta de mt esse mel eu mordi os labios e fui em direçao a sua boca qe era mt carnuda msm eu mordia e passei a mão nos seios dela qe logo ficou durinho e eu fui a alvo deles e peguei na xota dela enquanto lambia e mordia seu mamilo durinho ela sentiu um tesão e gozou e logo fui pegar aquele mel direto da abelha qnd ja estava descendo ela ja abriu as pernas e ela ja tava td arrombada e enchado qe o namorado dela fudia ela td dia tava uma deliçia então mordi im lado e não me aguentei e ja fui no grlinho dela e chupei como se fosse chupeta ela gemia alto e pegava na minha cabeça massegeando meus cabelos e fl vai qe ta dlç vai e eu chupava mas e ela não aguentava mas e coemçava a gritar ai e se retorcendo ela gozava mt e ja começou a tremer eu enfiei a lingua dentro dela e rodiva ela so passava a mão na minha cbç ja tava fraca eu resolvi parar ela ja tava td doida de tesão e respirava bem fundo ae resolvemos tomar banho na cachoeira ela se esfregava em mim mt no cio e eu fl no ouvido dela qer sentir sua xoxota na minha ela fl qe sim e andava ela repeti td cachorra ela fl qe sim então encostei ela numa pedra qe tinha la e ela ja abriu a perna pois eu subi na pedra e sentei em cima da xota dela td molhada abri bem as pernas e esfregando bem de vagar ela virava os olhos e eu a bj mas ela ñ conseguia e começava a gemer bem baixo fui e almentei a velocidade ate eu não me segurei e gozei mt e aqueles gozos se misturaram e ficou mas facil de se mexer então eu e ela la transando e gemendo mt eu me cansei e parei fui bj a boca dela devagar e fui chupando sua lingua e ela a minha deitei ela na pedra e começei a bj bem rapido ela estava encontolavel eu estava lok de tesão pela aquela safada o jeito qe ela gemia e susurava era de dexar com tesão eu me esfregava na perna dela e segurava a perna dela ae resolvi me controlar e parei fomos comer isso ja era 2 da tarde e resolvemos ir embora no caminho ela fl qe nunca senit tanto tesão como sentiu cmg qe nunca gozou tanto assim e nunca sentiu prazer mas qe agr o prazer dela veio a tona e eu fl qe eu fiquei lok com o gemido dela ela fl é msm ? e gemeo no meu ouvido eu excitei e peguei na bunda dela fazendo ela se levantar e lasquei um bj nela eu olhei foi um grande prazer te satisfazer ela riu e fomos em bora na rua a gente so arrasava com os homens pq nossas roupas estava mt dlç e naquela noite ela transou com o namo dela mas ela disse qe so goza e senti prazer cmg e td dia eu vo fazer uma visita intima pra ela .

fernandainacio@msn.cn

Como CD, minha primeira vez com um homem

Olá a todos, procurei recordar com todos os detalhes, a minha primeira vez e vou contar porque desse apego muito forte que tenho com meu homem hoje.
Na época eu passava por uma crise de identidade e queria um homem/amante.
Meu amigo, e como ele é Advogado, e depois de nos conhecer e ver nossa afinidade marcamos, e combinamos de eu ir até seu escritório depois do horário de expediente e eu me montaria somente para ele ver.
Seria só para eu me mostra e também poder apreciar sua euforia e podia até rolar alguma coisinha rápida.
No dia marcado cheguei lá por volta das 17:50 horas como um cliente, ele dispensou a sua atendente e conversamos um pouco e logo fui ao banheiro me trocar. Tirei minhas roupas e guardei num armário dele e me montei rapidinho e sai de mansinho mais morrendo de vergonha e inibição.
Vi em seu rosto e pelo semblante de seus olhos algo que não sei explicar mais creio que era uma mistura de admiração, alegria, euforia, inibição, etc... tanto como eu.
Dei uma desfiladinha e me aproximei dele para ver sua reação.
Ele sorriu e pediu que eu sentasse no seu colo como uma menina. Beijou meu rosto, alisou meu corpo, minhas cochas, sorriu, e disse: “Minha menina”...
Nisso alguém bateu na porta.
Ele disse: “deve ser a mulher da limpeza, me esqueci”.
Eu ia para o banheiro quando ele disse: “lá não ela vai limpar, entre debaixo da mesa”.
Era uma mesa grande de Advogado e dava sim para se esconder sem ninguém notar.
Ele abriu a porta numa boa e realmente era a mulher da limpeza.
Ele sentou e ficou fazendo de conta que estava trabalhando no computador.
Eu ali debaixo me acomodei e resolvi dar uma de safadinha.
Ele ficou numa boa, e lógico, esperando alguma safadeza minha sim.
Então abri o zíper, peguei sua rola que estava em ponto de bala e comecei alisar.
Nisso a mulher saiu do banheiro dizendo que queria falar algo para ele.
Ele pediu que ela sentar e disse que poderia falar que ele estava ouvindo, mas também iria continuar no computador pois estava recebendo algo que não podia parar.
Aquilo me excitou pra valer e ai resolvi ser mesmo uma Puta sem vergonha e comecei a chupar a cabeça do seu pau e fui abocanhando pra valer.
Ele fazendo que trabalhava no computador e conversando com a mulher, porem ela notou que ele estava com um ar diferente e perguntou se ele estava bem.
Ele respondeu que sim, é que estava tentando elaborar uma defesa alguém especial, uma amiga que estava ali e que estava mexendo com seu estado emocional.
Ai eu comecei chupar pra valer mesmo pra ver o que aconteceria.
Ele explicando a mulher, disse a ela: Eu não posso explicar pra senhora o que ocorre, não iria entender nunca, é algo tão inédito que me deixa atônito, sem ação, da prazer mas creio que NÃO VOU AGUENTAR e vou ACABAR EXPLODINDO.
A mulher que não sabia o que estava acontecendo, porem eu sabia que a mensagem era para mim, ai chupei pra valer.
A mulher disse: “não estou entendendo”.
Ele respondeu com a voz meia tremula: “Não conseguiria entender, é coisas minha.
Mas digo que se explodir vai ser PRA VALER, VAI SER UMA LAMBUSADA SÓ, E VAI TER QUE LIMPAR TUDO ATÉ A ULTIMA GOTA.
A mulher disse: eu limpar, continuo não estou entendendo.
Não é senhora não ira entender, é coisa que esta acontecendo aqui que só eu posso entender, mas A MINHA AMIGA ELA ENTENDE, isto é, POIS É PRA ELA QUE DIGO ISSO, aqui em que estou escrevendo.
A mensagem era pra mim, então ai resolvi dar o “golpe final” e coloquei todo o pau na boca apertei e ele deu uma gozada que quase me afogou. Uma esporrada que senti o jato de porra na garganta. Engoli tudo e devagar fui chupando até limpar a ultima gota. Ai guardei seu pau limpinho e fechei o zíper bem devagar.
Ai ele disse para a mulher: “a senhora pode não ter entendido nada e pediu desculpa a ela por ele agir assim, disse que ele era assim mesmo e fala alto tudo que vai escrevendo, pois era algo que nunca tinha acontecido na vida dele mas que jamais iria esquecer. E finalizou dizendo me de um minutinho que vou escrever aqui para a minha amiga “PRONTO, GOSTEI, FOI MAIS QUE EU ESPERAVA, ESTOU FELIZ MESMO” e ai conversou com a mulher sobre o que ela queria e mandou que ela voltasse no outro dia logo cedo que ele resolveria o assunto.
Ai se levantou e acompanhou a mulher até a porta e voltou... bem ai e depois que conto outra vez.

stelapassini@hotmail.com

 

 

O pai da minha melhor amiga

Olá, leio sempre os contos desse site. E na última semana aconteceu a coisa mais inusitada da minha vida. Eu usarei nomes fictícios aqui.

Moro numa cidade de interior, e aqui amigos são praticamente "pra sempre", tenho uma amiga há mais ou menos uns 6 anos, conheço a família dela desde o primeiro dia que a gente se conheceu, já viajamos juntos mais de uma vez, e sou amigo de todos.
Mas num dia desses, em uma festa na casa dela aconteceu algo muito estranho e bom ao mesmo tempo.

O pai dela sempr teve fama na cidade de se interessar por homens, mas eu nunca liguei porque sempre o vi como pai da minha melhor amiga e meu amigo também. Sou bi, tenho uma namorada, mas até o dia nunca havia transado com homens, apenas beijado mesmo. Estava eu na cozinha colocando água num copo para curar um pouco a bebedeira e eis que aparece o Paulo (nome fictício), pai da minha miga na cozinha e sem mais nem menos me encoxa por trás e pega no meu pau. Me assustei, achei que era por ele estar bêbado, tirei a mão dele e saí de perto, mas ele veio atrás e disse:

- Lembra quando te vi tomar banho lá em Caldas, me ofereci para tomar banho junto e você disse que já estava saindo?

Eu respondi que lembrava. E ele disse:

- Desde aquele dia morro de vontade de te chupar. Entra no banheiro que eu vou te fazer feliz hoje.

Disse isso acariciando meu pau e colocando a mão em sua bunda.
Fui para o banheiro e em menos de um minuto ele já estava batendo na porta. Abri para ele, ele entrou trancou, e com muita rapidez me jogou contra a parede, me deu um beijo, se ajoelhou, desceu minha bermuda e cueca e começou a me chupar. Ficamos nisso uns 10 minutos. Ele falava que sempre me achou gostoso e tava com vontade de me dar.
De repente meu celular toca, era a filha dele perguntando onde eu estava, que estava me procurando. Disse que estava do lado de fora conversabdo com um amigo e que estava entrando.
Saímos do banheiro e ele disse pra eu falar para ela que estava indo embora, e espera-lo na esquina, que nós iriamos ao motel. Assim o fiz, disse a ela que não me sentia bem e por isso iria embora.

Esperei na esquina uns três minutos, ele chegou, abriu a porta e disse pra eu entrar, sentei ele colocou a mão dentro da minha bermuda e ficou acariciando até chegarmos no motel.

Logo que estramos no quarto, ele tirou a roupa. Um homem de uns 45 anos, 1,75 de altura, magro, barba por fazer, um pau pequeno, uns 15,5 cm e uma bunda redondinha, daquelas que ao olhar você ja fica com água na boca. Me beijando e mordendo meu pescoço e orelha disse:

- Sempre quis te ter todinho pra mim! Baixinho gostoso.

Tenho 18 anos, moreno claro, cabelo curto preto, olhos castanho escuro, 1,62 de altura, pernas grossas, ombro largo, mas nada musculoso. E um pau que impressiona, pelo meu pouco tamanho, tenho de dote 18x13 cm.

Ele mandou eu tirar a roupa e entrar na hidromassegem com ele. Lá ele me chupou mais, mordia e sulgava minha bolas, subia com a língua até a cabça e engolia tudo, me deixando foder sua boca. Fodi a boca daquele coroa gostoso até enxer ela de porra. Ficamos nos beijando até meu pau ficar duro de novo. Fomos para a cama, eu o coloquei de quatro e comecei a lamber e morder seu cu, e que cu delicioso, estava evidente que não era sua primeira vez. Depois de foder seu cu com a língua e deixar molhadinho, coloquei a camisinha e disse que ia começar a enfiar. Foi nessa hora meu maior susto, pois ele disse o seguinte:

- Eu gosto de sentir a dor. Deita ai com esse pau gostoso pra cima que eu vou sentar nele.

E assim foi, deitei e ele sentou com tudo, e não teve muita dificuldade não. Gritando muito de dor ele cavalgava e rebolava no meu pau. Os gritos eram histéricos, acompanhados de lágrimas e risadas de quem estava adorando aquilo tudo. E isso me deixava com muito tesão, eu estava assustado, mas com muito tesão.
Com rapidez inverti a posição sem desatolar meu pau, coloquei ele com as pernas em meus ombros e comecei a estocar com muita velocidade e batendo uma punheta. Em poucos minutos ele gozou, lambuzando minha mão toda. Aquela porra na minha mão, em seu toraz e em seu rosto me deu mais tesão. Anunciei que iria gozar. Ele me empurrou, tirou a camisinha e começou a me chupar. Gozei, gozei muito, que nem coube toda a porra em sua boca. Ele engoliu tudo, sorriu e me beijou.
Tomamos banho juntos, ele me lavou, me mordendo, e eu enfiando o dedo no cu daquele safado. Sem pensar começamos um 69 no chão do box mesmo, até gozarmos um na boca do outro.

Fomos embora, ele me deixou na porta de casa, me deu R$50,00 dizendo que era pelos melhores 40 minutos da vida dele. Pegou meu número para combinarmos algo. No outro dia fiquei com remorço por ele ser pai da minha melhor amiga. Mas que foi gostoso foi, e ainda descolei uma grana.
Se quiser trocar emails é só entar em contato ou add o msn.

figueirinhacomedor@hotmail.com

 

Descobri o amor com meu amigo hetero

Ola meu nome é Paulo,sou de Recife,23 anos,moreno claro magro com o corpo dividido e 1,70m.
Bom depois de ler varios contos aqui,decidi depois de muito tempo contar minha historia com um amigo (que vou chamar de David para preservar sua imagem).
Tudo começou a 4 anos atrás quando eu trabalhava em uma loja aqui no centro e um dia ele foi apresentado como novo funcionário, de inicio nem dei bola. Porem com o passar do tempo,nos aproximamos e nos tornamos muito amigos.Em meu trabalho todo mundo sabia de minha opçao sexual e não havia frescura. Depois de um tempo percebi que ja nao o via como amigo mas com um sentimento que nao conhecia e so depois descobri que era amor. Sempre o falei que o amava,que o desejava e ele HETERO, dizia que me amava mas como amigo. Conheci sua familia,namorada e amigos e ele os meus.

Passavamos o dia juntos no trabalho,a noite antes de dormir conversava-mos ao celular por horas.
David me respeitava de uma forma que nunca nenhum amigo hetero meu havia me tratado antes.
Quando o conheci,apos um tempo rompi meu namoro e ele o dele,mas nunca houve nada.
Ja o vi ate chorar por nao poder me amar da mesma forma que eu o amava e segundo ele eu merecia esse amor mas ele nao podia me dar.
Passei 3 anos sem ficar com ninguem pois só queria ele.
Um dia tive a ideia de convida-lo ao casamento de uma amiga que ele nem conhecia,mas ainda assim ele veio.
Fomos ao casamento com alguns amigos e amigas minha,a festa e depois viemos pra casa.
Decide que eu e ele dormiria-mos na casa da vizinha de meu primo que viajou e deixou a chave com ele.
Imaginem,uma casa no meio de um sitio,ele e eu apenas.
Ele quiz tomar banho e eu fiquei sentado na cama esperando ele voltar para poder tomar meu banho,e antes de se banhar ele volta com a roupa na mão e me entrega para guardar.

Nossa quasse morri quando vi o homem que desehava a mais de 3 anos de cueca box e branca na minha frente.Lutei contra mim mesmo para nao entrar naquele banheiro.
Ele termina e deita na cama para dormir.tomei meu banho e fui dormir ao seu lado,mas o sono nao vinha,só queria olhar para aquele corpo branco,dividido,seu bumbum arredondado que eu nunca havia reparado e seu cabelo liso e preto alem da boca mais convidativa que ja vi.
Por medo de nao resistir fui dormir no sofa.Quando cai no sono,acordo com ele me pegando nos braços,quando pergunto o que estava fazendo ele falou que estava frio e que eu deveria voltar a cama.
Ele caiu no sono e eu o admirava.Morrendo de medo passei a mao sobre seu corpo e quando minha mao passou sobre sua cueca ele tremeu.Fui ao seu ouvido e chameu seu nome,disse que sabia que estava acordado e perguntei se ele queria ficar comigo,ele deu um riso de canto de boca e respondeu com a cabeça que sim sem abrir os olhos.
Era tudo que queria ouvir,fui pra cima dele e o beijei...Nossa me faltam palavras para descrever aquele beijo,o melhor de minha vida,talvez por ser o primeiro de amor.
Nos beijamos por muito tempo,varios amassos e entao perguntei se ele queria fazer amor comigo e ele respondeu que nao,nunca havia ficado com um cara quem dira transar e tinha medo de achar estranho e nao gostar e acabar me magoando.Disse a ele que desejava aquela noite a 3 anos e transar ou nao nao iria tirar a minha felicidade.

Nos beijamos mais e depois fomos dormir abraçados
Depois acordei com seus beijos e ele me pedindo para fazer amor com ele,que nao conseguia pregar o olho me tendo ao seu lado e que essa noite talvez nao se repetisse e nao queria deixar a oportunidade de me amar por inteiro.
Nao tive duvidas,agarrei-o com toda força.Beijei todo seu corpo ate chegar a seu pau.
Nossa era lindo,beijei e chupei como se fosse acabar a qualquer momento,ele pediu para me penetrar,mas tinha medo de me machucar por nunca ter feito e ele sabia que alem de nao gostar de ser passivo eu nao ficava com ninguem desde o dia em que o conheci,subi em cima dele e deixei ele me penetrar,nossa como ele comia bem...sabedoria e carinho num sexo que so ele podia me dar.
Ele gozou dentro de mim e perguntou se eu havia gozado,disse que nao mas nao tinha importancia.Ele respondeu que tinha sim e disse:
-Não é justo apenas um sentir prazer,desculpa acho que nem pensei em voçê,se estiver ruim me avisa e eu paro.
E pra minha surpresa ele começou a me chupar...eu nem acreditava,meu amor hetero na cama comigo,transou comigo e ainda estava me chupando,gozei como nunca havia gozado antes.

Tomamos banho e dormimos.Almoçamos na casa de meu primo com meus amigos e depois o levei ao ponto de taxi.
Estava bobo com o que havia acontecido,mas a noite ele me manda uma mensagem dizendo que era melhor passamos um tempo afastados pois tudo aconteceu muito rapido e ele nao queria por esperanças em mim para me magoar mais na frente.
desde de janeiro nao nos falamos,voltamos a nos falar a alguns dias mas ele entrou de ferias e viajou para São Paulo.
Não vejo a hora dele voltar e nos conversamos,quero abraça-lo to com muita saudade.
Espero que tenham gostado,resumir 4 anos nao é facil.

paulo88santos@gmail.com

Fantasias de Corno Viadinho II

Continuando o conto FANTASIAS DE UM CORNO VIADINHO I........... A partir desse dia, ter o Claudio em casa virou rotina. Chegava do trabalho em casa e Claudio estava lá comendo minha mulher. Às vezes ia lá em casa, estava apenas eu mas o pau comia do mesmo jeito. Para Claudio, tanto eu quanto minha mulher deixava-o satisfeito em gozar, afinal, éramos duas putinhas loucas por rola. Claudio por diversas vezes dormiu em nossa cama e por várias vezes, me comeu fora de casa. Quase apaixonei por ele e, foi quando percebi que deveríamos procurar outros machos, inclusive um para ela e outro para mim. Deveríamos ter nossos machos separados para poder sair e foder sempre com eles onde quiséssemos. Minha mulher concordou e a partir dai, começamos a levar outros machos pra casa. Eu tinha meu namorado e ela tinha o dela. Era uma delícia chegar em casa e pegar minha mulher dando na nossa cama pra outros. Por muitas vezes, tanto eu quanto ela, quando estávamos dando a bundinha, o convite era aberto pra participar, mas algumas vezes, queríamos ficar com nossos machos sozinhas, sem dividir uma com a outra. Tornei-me a melhor amiga de minha mulher. Sempre usando suas roupinhas na intimidade. Sempre trocando experiências com nossos machos e adorando tudo aquilo que fazíamos. Éramos confidentes uma da outra e sempre andávamos nas ruas nos oferecendo e insinuando para os machos.

.......Nossa vida estava uma maravilha. Sempre fazendo sexo com algum macho gostoso, seja com nossos namorados e/ou com outros que conseguíamos nas nossas noitadas. Sempre saíamos juntas para barzinhos na captura de algum. Certo dia, já no final de uma noite de sexta feira, estávamos num barzinho só eu e ela tomando umas cervejinhas e nos deparamos com quatro rapazes de aproximadamente 25 anos, em outra mesa bebericando e batendo papo. Minha mulher se interessou por eles e fez com que eu me interessasse também, afinal eram quatro machos gostosos. Ela então começou a dar mole pra eles. Eles desconfiados com a minha presença ficaram tímidos, porém, quando viram que minha mulher estava atirando sobre eles, ai não teve jeito, um deles veio até nós perguntado se eu era o marido dela mesmo. Disse que sim, que embora fosse casado, era bissexual e estávamos interessados neles. Disse ainda que minha mulher é uma puta tarada que adora rapazinhos. O rapaz ficou desconcertado, porém, animado com a resposta que dei. Foi até seus amigos e comentou com eles. Só via os sorrisos deles. Fiz um sinal para que viessem para nossa mesa. Assim o fizeram. Apresentaram-se e sentaram-se animados. Começamos a conversar sobre diversos assuntos e entramos no assunto pelo qual se sentaram conosco. Disse que éramos casados a mais de sete anos e que somos bissexuais. Disse que minha mulher e eu somos extremamente tarados e safados na cama e que topamos todo tipo de putaria, desde que seja com segurança e sem violência, desfrutando somente do prazer. Eles fizeram várias perguntas, curiosos em saber como é ser corno de uma mulher tão bonita e gostosa como a minha, desde quando passei a gostar de machos, como tudo aconteceu, etc. Ficaram animados e com tesão em comê-la. Quanto a mim, perguntei se também poderia entrar na festa ou se o interesse deles era somente na minha mulher. Disseram que a princípio seria somente a minha mulher, porém, na hora do tesão, pode até rolar. Convidei a todos que fossemos para nossa casa. Pagamos a conta e saímos. Lá, abri umas cervejas e servi a todos. Minha mulher pediu licença e foi para o quarto retocar a maquiagem. Retornou apenas de calcinha fio dental e salto alto, fazendo poses e lambendo os lábios. Os rapazes já excitados e na expectativa, levantaram-se todos e puseram-se a tirar rapidamente suas roupas. Minha mulher ficou no centro deles e beijou na boca de dois deles e então começaram a boliná-la por todos os lados. Um passava a mão na bunda, outro na buceta, outro nos peitos e o outro esperava uma chance para tal. Ela se pôs de joelhos e começou a chupa-los, ora um ora outro. Era um na boca e um em cada mão batendo punheta. Ficou assim por mais de 15 minutos e eu apenas olhando com o cú piscando sem parar e o pau babando de tesão. Quando ainda chupava, um e outro aproveitavam para enfiar dedos na sua xoxota e no seu cuzinho. Sempre a chamando de puta safada, cadela, piranha. Ela estava adorando aquela putaria. Quando se lembrou de mim, olhou-me e disse, vai se trocar minha gatinha. Entendi seu toque e fui para o quarto me trocar. Vesti-me com meias 7/8, salto alto, calcinha fio dental e cinta liga. Coloquei também uma blusinha para ficar mais feminina. Aproveitei para passar um brilho e uma leve maquiagem no rosto. Quando retornei à sala, minha mulher já estava de quatro sendo comida na buceta e estava com outro na boca. Dois aguardavam a vez de serem chupados por ela, pois revezavam os três ao mesmo tempo na sua boquinha. Ao me verem, se impressionaram na mudança radical de homem para mulher e assoviaram. Assim já dá para te comer viadinho!!!!!...disseram olhando pra mim. Dei uma disfiladinha pra eles e falei que também estava louco pra provar daquelas rolas duras.

Os dois que estavam aguardando para serem chupados partiram pra cima de mim. Ajoelhei e pus-me a mamar gulosamente os dois, gemendo alto e socando-os no fundo da minha garganta. Perceberam de cara que eu sabia fazer a coisa. Colocava os dois na boca, engolia um ora outro, mamava em um e punhetava o outro e assim foi por alguns minutos. Enquanto isso minha mulher gemia com um pau na sua buceta e outro na boca. Depois se revezaram, porém, o Márcio, o mais pauzudo de todos, queria era comer o cú dela. Ela nem pensou duas vezes. Disse logo, come esse rabo safado, enfia tudo no meu cú. Márcio não pensou duas vezes. Posicionou atrás dela e começou a empurrar seu cacete no rabo da minha puta esposa. Ela deu um grito na hora, mas ele nem se importou, pelo contrário, deu um tapão na bunda dela chamando-a de piranha safada. Não queria no cú vadia, agora aguenta, disse ele. Nisso o João que socava na garganta dela pediu para revezar com o Eduardo que socava na minha garganta. Então João já veio com seu cacete balançando pra enfiar na minha boca e Eduardo enfiou sua rola na boca da minha mulher. Márcio, que comia o cu da Júlia, tirou pra fora e pediu o João licença pra enfia-lo na minha boca. João aproveitou e foi comer o cu de Júlia e Márcio enfiou o cacete na minha boca falando: “chupa viado, chupa corno, prova o rabo da sua puta vadia putinha”!!.....Hummmmmmmmmmm...........................como gosto de ouvir isso. Parecia estar me elogiando....rsrsrssss. Mamei e mamei muito aquele cacete. Ele suspirou de tesão e não aguentou, começou a gozar feito um louco, segurando minha cabeça para não tirar o pau da boca e me fez engolir toda sua porra. Só depois que amoleceu ele tirou feliz da vida por ter gozado na minha garganta, se vangloriando. Enquanto isso o Bruno alisava minha bunda já querendo comê-la. Fiquei de quatro pra ele e pedi então dengosamente “fode minha bunda Bruninho”!!! E ele então começou a empurrar seu cacete duro no meu rabo guloso. Gemia de tesão. Do lado, João saiu do cu de Júlia para dar a vez ao Eduardo, que até então socava sua rola na boca de Júlia. João deu-me sua rola pra mamar e Eduardo já comia o cuzinho de Júlia quando o Márcio já pedia de pau duro pra foder a boceta de Júlia. Fizeram então uma dupla penetração nela. Márcio na buceta e Eduardo no cú. Enquanto isso estava eu com o João na boca e o Bruno no rabo. Depois João pediu a Bruno pra foder meu cú. Então tirou do meu rabo e enfiou na minha boca. Depois de uns 15 minutos assim, o Eduardo pediu para trocar de cú com o João. Eduardo me comia e João fodia o rabo de Júlia. Eduardo não aguentou muito no meu cú e gozou lá dentro muita porra. Bruno ao ver o amigo gozando não aguentou também é encheu minha boca com seu leite quente. Fiz questão de saborear a porra dele, levando de um lado a outro da boca, brincando com a língua e os lábios antes de engolir tudo. Delícia!!!! Quero mais Bruninho, disse a ele rindo. Comecei a ouvir gemidos altos, minha mulher estava gozando feito uma cadela nas duas picas. Gritava, urrava, pedia pra socar forte, e desfalecia deitada sobre o corpo do João. Ao mesmo tempo, João enchia sua bocetinha de porra. Minha mulher saiu das duas picas e foi tomar um banho. João, que tirava o pau da xoxota dela melado de porra  me obrigou a limpá-lo todinho. “chupa viadinho, é assim que vc gosta putinha, chupa corno safado”!!...Dizia ele. Não me fiz de rogado e nem o decepcionei, abocanhei o pau melado de porra que saíra da buceta da minha vadia.  Quando menos espero, os quatro se posicionaram ao meu redor pedindo para que os chupassem. Hummmmmmmmm sonhava com isso. Quatro picas gostosas balançando sob minha cabeça, cada uma esperando sua vez de ser engolida pela minha boca gulosa. Engolia uma e punhetava as outras. Fiquei assim até minha mulher voltar do banho. Todas duras e prontas novamente, voltaram a foder novamente eu e  minha mulher. Bruno colocou no cú dela, sentada de costas pra ele, enquanto o Eduardo comia sua buceta de frente, novamente numa dupla penetração. Eu continuava a mamar João e Márcio. Que pica gostosa tinha Márcio. A melhor dos quatro. Era muito grande e grossa. Ruim mesmo foi na hora que ele resolveu comer meu rabo. Que dor imensa, além do mais, ele não foi nada carinhoso, sendo  bruto e violento na sua foda. Comia-me com força, dando tapas na minha bunda e me xingando de viado corno. Do outro lado João socava seu cacete na minha garganta pra abafar os gemidos. Depois João pediu pra foder meu cú e o Márcio pediu pra comer a buceta de Júlia, trocando com o Eduardo. Eduardo então enfiou seu cacete na minha boca e Márcio bombava na xoxota de minha amada. Quando todos estavam prestes a gozarem, Márcio pediu que gozassem todos em cima de nós duas. Assim o fizeram, ficamos as duas de joelhos e os quatro punhetando acima de nossas cabeças. Estávamos com nossas boquinhas abertas e com a língua de fora só esperando jorrar leitinho nas nossas caras. Bruno foi o primeiro a esporrar, mirando bem na cara de minha puta. Ele deu seu pau para que eu limpasse o restinho. Cheguei a enfiar a língua no seu canal pra sugar tudinho. Márcio veio em seguida com se pauzão, esguichando muita porra em nossas bocas. João e Eduardo parecem ter combinado, pois gozaram juntos, cada um mirando em uma cara. Depois de terminarem, chupamos seus cacetes para limpar o restinho de porra que neles tinha e depois fiz o que mais amo fazer, beijar na boca de minha mulher toda meladinha de porra. Lambemos-nos e nos beijamos loucamente, limpando nossos rostos com a língua e ao mesmo tempo fazendo carinhos um no outro.  Estávamos exaustos de tanto trepar e fomos dormir, depois de despedir dos quatro rapazes, dizendo-lhes que sempre que quiserem foder um cuzinho guloso, estaríamos à disposição. Disseram que voltariam pra repetir sempre que nós os convidássemos.

No dia seguinte, felizes da vida e com o cú ardendo, tive uma grande felicidade. Ao pegar o elevador do prédio estavam realizando mudança um casal jovem que nos chamou atenção. Uma linda morena muito gostosa de aproximadamente 26 anos e seu marido, um jovem rapaz mesma idade, que simplesmente mostrava-se como uma menininha. Isso mesmo, o cara era afeminado, falava parecendo uma mocinha e seus gestos entregavam o rapaz. Diferente de mim, pois apesar de amar outro macho, sou macho muito discreto, pois ninguém desconfia. Bom, acontece que ao encontrarmos-lhes, houve uma química muito forte entre nós. Claro, a mulher dele ficou de olho em mim e na minha esposa e seu marido de olho em mim. Não faziam ideia do que éramos capazes de fazer. Oferecemos ajuda na mudança e aceitaram de imediato. Depois conversamos bastante sobre suas vidas e sobre as nossas. Era domingo, ficamos o dia todo na casa deles ajudando com algumas coisas e à noite, os chamamos para tomarem um caldo em nossa casa, já que na deles a bagunça não permitia fazer qualquer coisa naquela hora. Aceitaram e fomos. Conversamos até altas horas e descobrimos coisas maravilhosas. Estava  na sala batendo papo com Juninho e minha mulher com a Claudia na cozinha preparando o caldo. Minha mulher, astuta e curiosa, perguntou a Claudia se já havia traído o seu marido, pois era muito bonita e gostosa, com certeza deveria chamar muito atenção dos homens. Ela disse que sim, depois de flagra-lo na cama com outro homem, deu o troco na mesma moeda. Deixei que me flagrasse com outro homem na cama bem no horário de sua chegada do trabalho. Júlia arregalou os olhos e perguntou novamente a ela o que aconteceu depois disso, afinal, estão juntos e parece que não houve nada. Claudia então disse que depois disso conversaram bastante e chegaram a uma conclusão de que não deveriam se separar e sim aproveitar da situação uma vez que eu também tenho minhas fantasias com mulheres e outros homens, já havia dito isso a ele numa oportunidade na cama, mas não passava de fantasia até então.  Eu tinha várias fantasias e ele também, portanto, porque não realizá-las, além do mais, ela o amava muito, sendo ele do jeito que é.  Depois disso, era tudo que seu marido queria, dar livremente por ai sem qualquer impedimento e, ao mesmo tempo, posar de marido macho para toda família. Ela topou, afinal o amava muito e sempre quis foder com outros homens e mulheres, pois é louca por sexo de todas as formas. Confessou que antes dele ser flagrado na cama com outro, ela já fantasiava ver seu maridinho dando pra outro. Ela também disse que é louca por mulheres. Ama chupar uma bocetinha e beijar na boca de outras mulheres. Aproveitou e disse que depois da liberação total, traiu seu marido por algumas vezes, sendo a maioria com sua ex-vizinha. Minha mulher ficou excitadíssima com suas confissões. Enquanto isso, eu e o Juninho papeávamos na sala. Eu já estava com tesão por ele, afinal sempre tive vontade de ter “uma amiga” putinha e viadinha como eu. Juninho é um cara bonito, corpo bonito, lisinho, bunda grande, boca gostosa e carnuda, mas nada aconteceu neste dia, pois depois de ouvir tudo aquilo da Claudia, minha mulher se manteve quieta até eles irem embora. Quando ela me disse tudo que ouviu, fiquei com vontade de busca-los de volta........rsrsss.....pois fiquei excitadíssimo com os dois. Disse a minha mulher que gostaria de ser amigo íntimo do marido dela. Minha mulher disse ter ficado com tesão no Juninho também, queria muito comer o cú daquele viado, disse ela.

Depois de alguns dias, combinamos de almoçar na casa deles como forma de retribuir o carinho quando chegaram. Aceitamos com muito prazer. Aliás, muito prazer era o que nós duas esperávamos. Fomos pra lá por volta das onze horas. Bebemos algumas cervejas antes do almoço e já estávamos meio altos pela quantidade. O almoço ficou pronto por volta das 14h. e ainda continuamos a beber e beliscar alguma coisa. Em dado momento, soltei uma que fez com que todos se assustassem................Juninho, estou louco pra foder esse seu cuzinho!!.....ele ficou vermelho de vergonha e sua mulher pra sacaneá-lo, disse que o que ele mais ama na vida é dar a bundinha dele, que inclusive flagrou ele na cama dela com outro. Ai não teve mais jeito, o Juninho não sabia o que dizer e, a puta da mulher dele já não queria mais parar de falar. Completava dizendo que ela também o encheu de chifres e ele não come ela mais. Eu e minha mulher começamos a rir e antes que o viadinho dela ficasse mais sem graça do que estava, disse a ele que o amei no instante em que o vi e disse que também somos bissexuais e que sou louco por rolas e amo ser corneado. Nesta hora tanto ele quanto sua mulher ficaram eufóricos em ouvir tudo aquilo. Nossa, que delícia, somos iguais amiga!!!...Disse Claudia à minha esposa. Com o álcool na cabeça e excitadíssimos pela conversa, insinuei começarmos uma putaria naquela hora. Claudia apenas olhou pra minha mulher e sem dizer nada, beijou-a na boca de forma alucinada. Adorei ver minha mulher beijando na boca de outra. Era a primeira vez que via isso, embora ela tenha tido a vontade de experimentar o sexo feminino há muito tempo, nunca teve tal oportunidade. Era agora então. Claudia, mais experiente com mulheres, beijava-a e alisava seus seios ao mesmo tempo. Eu e Juninho vendo tudo aquilo, também olhamos um para o outro e nos abraçamos e beijamos loucamente, passando as mãos no corpo um do outro. Começamos então a tirar nossas roupas, que eram poucas por ser um domingo, pois estávamos apenas de shortinho e camiseta. Quando Juninho meu viu de calcinha, deu um grito de felicidade e disse: ai amiga você também gosta de usar calcinhas?....

Disse a ele que amava usar calcinhas e que desde minha iniciação com minha mulher, passei a usar sempre suas roupinhas, inclusive para dormir. Márcio aproveitou o momento e também tirou seu short. Mostrou-me uma minúscula calcinha enfiada em sua bunda. Amei ao vê-lo de calcinha. Que bunda linda ele tem. Que bunda gostosa de comer o meu viadinho tem. Disse a ele pra desfilarmos uma para a outra. Dei a ele um salto alto e peguei o meu e começamos a andar pela casa rebolando. Nossas mulheres aplaudiram e disseram pra gente se maquiar também. Gostei da ideia e fomos para o quarto deles para brincarmos de maquiagem. Enquanto isso escutávamos os gemidos das duas na sala deitadas no tapete fazendo um 69. Eu e Juninho maquiávamos e brincávamos uma com a outra. Fomos para sala e nossas mulheres se deliciaram com a gente. Claudia brincou, agora somos quatro meninas, vamos todas brincar juntas? Perguntou ela. Rimos e entramos na brincadeira. Porém, antes de mais nada, beijei loucamente minha amiga. Lambi seu corpo todinho. Lambi seu pescoço, suas orelhas, seus peitinhos, sua virilha (sem tocar no seu pau) e ao mesmo tempo apalpando sua bundinha gostosa, depois mamei na sua rola enquanto enfiava um dedinho no seu cuzinho. Meu viadinho gemia como uma mocinha. Nossas mulheres continuavam a fazer 69. Que delícia ver minha mulher lambendo uma buceta e um cuzinho. Claudia ficou por cima dela esfregando sua bunda na sua cara. Eu e Juninho nos amassávamos em pé mesmo. Nesse momento ele se abaixou e pôs-se a mamar gulosamente no meu pau. Que delícia ele mamando. Guloso igual a mim. Socava na garganta dele fazendo-o engasgar com minha rola. Ele estava adorando saboreá-la. Depois o coloquei de quatro no sofá e a Claudia fez a mesma coisa com a minha mulher. Ficamos eu e a Claudia lambendo o cú das duas. Juninho e Júlia gemendo juntas com nossas línguas gulosas socando fundo no cuzinho delas. Minha mulher pediu a Claudia que enfiasse dedos no seu cú. Juninho já pedia pica. Coloquei carinhosamente no rabo de minha amiga enquanto Claudia enfiava três dedinhos no rabo de minha mulher. Brinquei bastante no cu de Juninho e depois enfiei no rabo de minha mulher. Claudia por sua vez deu a xoxota pra ela lamber enquanto gemia no meu pau. Já Juninho, lambia minhas bolas por traz. Depois a Claudia pediu pra ser comida e então enfiei também no seu cu. Júlia ficou de quatro na sua frente pra ser lambida novamente. Resolvi então tirar do cú de Claudia para dar ao meu viadinho pra provar. Ele não titubeou, viu que estava limpinho e não desperdiçou a chance de provar o cú da sua puta mulher. Mamou gostoso e ele mesmo colocou de volta no rabo de sua putinha. Soquei gostoso novamente enquanto ela se deliciava com a xoxota da Júlia. Juninho pediu novamente pra provar minha pica e assim o fiz. Neste momento, Claudia enlouquecia a Júlia com as suas chupadas fazendo-a gozar como uma cadela, gritando e gemendo alto.

Claudia então chupava mais e mais sua buceta. O tesão tomou conta de todos e Claudia também começou a gozar pelo cú, gemendo e pedindo pra socar com mais força. Eu também não aguentei e comecei a gozar. Tirei do rabo de Claudia gozei loucamente, dando a minha amiga viadinha pra chupar em seguida. Mamou e se lambuzou com toda minha porra, degustando e engolindo tudinho. Como minha putinha ainda não havia gozado pôs-me de joelhos a mama-lo gulosamente até ele jorrar seu leitinho quente na minha boca gulosa. Desta vez eu não bebi, levei até a boca dele e engolimos beijando e chupando nossas línguas meladas de leite. Descansamos e almoçamos. Como passamos o domingo juntos, dormimos agarradinhos (eu e ele, ela e ela). Á noite começamos tudo de novo. A partir desse dia, nossa amizade parecia ser de longos anos. Estávamos íntimos demais um do outro. Minha mulher passou a amar bucetas, queria sempre nossa amiga pra fazer sexo com ela. Portanto, sempre estavam juntas. As duas já estavam saindo juntas pra foderem com homens e mulheres sem nos chamar. Pro outro lado, eu e minha amiga putinha também. Sempre saíamos juntas à procura de machos e começamos a trepar com todos que podíamos. Às vezes levávamos pra casa pra fazer uma festinha com nossas putas. Eu e Juninho sempre brincávamos de nos maquiar e de vestir as roupinhas de nossas mulheres. Sempre dormíamos juntos, seja eu com ele e ela com ela ou os quatro juntos em vários colchoes na sala. Numa dessas transas, eu e Júlia lembramos-nos dos quatro amigos nossos que nos foderam anteriormente e contamos para nossos novos amigos o que aconteceu, levando-os à loucura, pois queriam muito fazer o que nós fizemos. Combinamos então de ligarmos pra eles com a finalidade de fazermos uma festinha na nossa casa. Agora sim, eram quatro cús para quatro picas. Porém, quando eles chegaram no dia e hora marcada em nossa casa, nos deparamos com seis caras. “Ficamos muito tristes”........rsrsrss
Se gostaram, o conto ainda terá sua terceira parte.
Aguardo vossos comentários.
Beijos a todos.

mikaela40df@hotmail.com

Chupado por uma anã gostosa no ônibus

Olá galera, esse negócio de esvrever contos vira realmente um vício, parece que tudo que acontece com agente, já estamos imaginando como vamos escrever e publicar no dia seguinte.
Bom, mas vamos ao acontecido, minha esposa trabalha com vendas de cama mesa e banho, viajamos sempre juntos para Ibitinga, uma cidade do interior de SP onde tem várias fabricas desses produtos.

Em setembro precisamos viajar e no dia da viagem minha esposa pegou uma infecção de garganta e não pode ir, eu nunca tinha viajado sem ela, até porque não entendo muito dessas coisas, meu ramo é outro totalmente diferente.
Ela me pediu que eu fosse e me deu uma lista dos produtos encomendados por suas clientes, como não eram muitos eu fui, e até que não me sair muito mal, conseguir comprar tudo que ela pediu, mesmo porque já conheço as lojas.
O ônibus que sempre viajamos pertence à uma empresa voltada para essas finalidades, o ônibus saiu as hs 17:00 a poltrona dos fundos estava vazia, como eu pensava em dormir me acomodei ali achando que ficaria com as duas poltronas só pra mim.
Passamos em Nova Iguaçu pra pegar mais passageiros e a minha alegria duraria pouco (na verdade foi o contrário pois durou a viagem inteira) pois certamente alguém oucuparia a outra poltrona, e não foi diferente. aguem se aproximou e sentou do meu lado.
Pensei que fosse uma criança, até estranhei pois não costuma vijar crianças conosco, não que não possa, mas por se tratar de viagem para compras não tem muita lógica levar crianças, a viagem costuma ser muito cansativa.

Na verdade depois pude perceber que não era uma criança e sim uma anã, não devia ter mais de 1.30, branquinha e muito linda, ela estava com uma sainha curtinha e quando sentou suas perninhas ficavam à mostra, me disse que era sua primeira viagem e não conhecia nada em Ibitinga.
Perguntou se eu poderia ajuda-la o que naturalme me coloquei a disposição. Eu não sabia se olhava pra ela ou pra suas perninhas grossas, ela percebeu mas não se importou muito, parece ter gostado de está chamando a atenção de um homem bem maior que ela.
Me disse que já tinha sido casada com outro anão, mas o casamento não deu certo pois ele era muito grosso e ignorante, já tinha mais de três anos de separada e depois disso nunca mais se envolveu com nenhum outro homem, tinha 32 anos e um corpinho lindo.
Ao cair da noite e com o ar condicionado ligado o ônibus ficou um verdeiro gelo, ela como nunca tinha viajado, não tinha levado nada, só uma bolsa feminina e sacolas para trazer as mercadorias, percebi que ela estava toda arrepiada de frio, peguei minha manta para me cobrir.
Ela esfregava os braços pernas e mãos. Dizia... que besteira a minha! Como pude fazer isso? Sempre fui tão prevenida, como fui esquecer de trazer um cobertor? Nem mesmo um casaco, que droga! Vou congelar aqui dentro desse ônibus!!
Aí foi a minha vez.. Como fiquei contente ao ver que ela não tinha levado nada! Perguntei... vc quer dividir minha manta? Ela é de casal, sempre trago ela quando venho com minha esposa e dar tranquilamente. Vou aceitar sim, pegou a ponta da manta e começou a se cobrir.
Tivemos que levantar aquele braço que divide as poltronas para que ficássemos mais juntos a fim de a manta poder cobrir nossos corpos. Continuamos a conversar, fiz várias perguntas, entre elas se ela já tinha se envolvido com um homem de tamanho normal.

Disse que não, que os homens parecem ter vergonha de sair com uma anã, na sua adolecencia chegou a ter um namoradinho bem mais alto, mas os colegas dele começaram a fazer bricadeiras sem graça do tipo, leva ela no colo Beto! Ele morria de vergonha e acabou terminando tudo. Eu não gosto de ser muito direto, mas eu uma frese e outra deixava claro que ela me atraia, o ônibus parou as hs:20:00 para janta, eu a convidei e ela topou. Voltamos para o ônibus que saiu as hs:21:00 falei pra ela que tinha-mos que poucurar dormir um pouco pois o dia seguinte seria de muito trabalho. Pegamos a manta que já lhe tinha oferecido e nos cobrimos, ela ainda disse.. sua esposa não ficaria com ciumes se visse essa cena? Eu falei.. certamente, mas ela não está vendo e eu não poderia deixar vc aqui morrendo de frio, ela agradeceu e fechou os olhos para dormir. Eu não sou de dormir em viagem mas gosto de fechar os olhos para descansar um pouco. Depois de um certo tempo já estava quase cuchilando quando sinto um peso sobre mim, ela parecia está dormindo, se jogou um pouco sobre mim e seu braçinho curto ficou entre minhas pernas, eu estava com uma calça de moleton e uma cueca folgada, gosto de viajar assim pois é mais confortável, qundo sentir o contato do braço dela meu pau começou a se manifestar, fiquei meio receoso com medo de ela acordar e ficar constrangida com a situação, meu pau já estava estalando de duro, percebir uma leve pressão sobre ele e esperei pra ver no que ia dar. Ela movia o braço e meu pau já estava ao alcance de sua mãozinha, o tesão era enorme, pensei que ela fosse segura-lo mas ela não fez isso, fiquei na dúvida, estaria ela dormindo mesmo?

Resolvir agir, levantei um pouco a calça e sua mão deslizou para dentro, ela passou a fazer pequenos movimentos, nossa que loucura! Era gostoso demais! Passei a mão seus seus seios e fui acariciando seus biquinhos, fui descendo a mão e enfiando entre suas pernas, ela estava molhadinha mas era difícil enfiar o dedo pois suas pernas grossinhas impediam, ela então colocou os dois pés em cima do banco e assim suas perninhas ficaram abertas, que bucetinha fofinha! Parecia uma bolachinha, pequeninha mas inchadinha, fui deslizando meu dedo e penetrando ali, ela me punhetava com sua mãozinha, meu pau não é grande (15 cm) mas é grosso, sua mão quase na conseguia abraçalo, ela ia subindo e descendo, fazendo carinho na cabeça, nossa que delícia. Onde nós estava-mos dava pra ver todo o ônibus, assim quando ágüem vinha ao banheiro nós ficava-mos imóveis com aquilo na mão e mão naquilo. Perguntei no ouvido dela, quer dar uma chupadinha? Ela disse que sim mas tinha medo de alguém ver, falei... se vir alguém eu te aviso, ela então veio com se fosse deitar em meu colo, eu a cobrir totalmente com a manta e ela começou então o seviço. Que gostoso! Que boca macia! Meu pau lateja dentro de sua boquinha, ela chupava e me punhetava ao mesmo tempo, passei a fezer movimentos de vai e vem como se estivesse fudendo a sua boquinha, ela ficou paradinha só recebendo meu cacete duro que ia até sua garganta e voltava, não demorei muito e gozei como nunca, enchendo sua boquinha de porra, ela esperou até a ultima gota e depois cuspiu no chão do ônibus. Gostaria de fazer o mesmo com ela mas no meu caso era complicado pois se viesse ágüem seria difícil, não sei como tem gente que conta que transou dentro de ônibus, pra mim é tudo mentira. Mas coloquei meu dedo em sua xaninha e a fiz gozar também. O ônibus parou e descemos para esticar as pernas um pouco, falei pra ela que tinha adorado e que queria denovo.

Foi a melhor viagem da minha vida, ela me fez gozar umas 4 vezes e eu a ela também, ela dizia que nunca tinha visto um pau como o meu (e olha que não é grande) que o do ex marido era do tamanho do meu polegar rsrsrs falei que ela ia gostar mais quando eu o enfiasse em sua bucetinha, quando chegamos peguei o número do seu celular, mas não sei se anotei errado, até hoje não conseguir falar com ela. Um dia que sabe? rayketo@hotmail.com

 

Corneando o marido na Rua

Minha mulher na época com 36 anos, trabalhava á em períodos noturno em e Belo Horizonte e sempre saía para jantar . Ela tem a pele branca, um corpo bem formado, cabelos e olhos pretos e como nome A.C.
No início achei estranho a mudança de comportamento dela, demora mais na hora de jantar do que de costume e notei outras atitudes diferentes com a de beber mais do que eu estava acostumado a vê-la fazer além de passar a usar roupas mais apertadas, saias curtas, decotes esse tornou muito comum ele a não usar mais sutiã.
Mal sabia que ela era safada e estava me corneando!!!!

Começou a sair sozinha a noite, fora do horário de trabalho dizendo que ia encontrar com as amigas.
Certa vez precisa falar com ela e liguei no celular, ela atendeu meio nervosa e pelo som de fundo vi que estava em um bar, mesmo estando de serviço, ela me perguntou o que eu queria e lhe perguntei algo sem muita importância.
Passado um tempo liguei de Nov e desta vez ela me disse não me ligue mais que você esta me atrapalhando e que me ligaria assim que pudesse, eram 19:30 horas, lembro-me até hoje com exatidão!
Recebi a uma hora da manhã o seu telefonema de retorno me dizendo que já havia retornado ao serviço, perguntei se ela sabia que horas eram ela me disse que sim e desligou.
Em um dado momento de nossa vida conjugal perguntei que havia acontecido naquela noite ela me disse, eu dei pra outro na rua e começou a me contar:
Eu o conheci a alguns dias num bar perto do trabalho onde ia jantar e disfarçadamente ele fez um contato comigo através de um olhar eu gostei dele de imediato era claro d cabelos pretos, 1,80 m e tinha 39 anos, tinha a camisa aberta e mostrava o seu peito cabeludo . Era muito gostoso.
Como estava perto de conhecidos sai disfarçadamente e ao passar pela mesa dele ele me olhou eu sorri e pisquei para ele, ele entendeu e me segui em pouco tempo.
Comecei a conversar e ele meio safado, já foi pegando Ana minha mão e eu meio sem jeito deixava, mas logo ele já me abraçava pela cintura enquanto caminhávamos pela rua .

Como já era trade para mim, troquei o telefone e me despedi com um beijo gostoso de língua que deve ter durado uns bons minutos e foi muito bom sentir a mão dele apertando as minhas nádegas!
Na data marcada fomos a um bar, mais longe de onde trabalho e ficamos conversando e eu me desinibi e sentei ao lado dele que de imediato pegou minha mão e começou a me beijar e aliás como ele beijava gostoso, começou a passar as mão em minhas pernas e ele me convidou depois de um tempo para caminharmos.
Para quem conhece o Bairro de nome Barro Preto tem pouca iluminação e as poucas existentes são mascaradas por grandes árvores.
Fomos caminhado e em dado momento ele me abraçou forte me encostou em uma árvore e começamos a nos beijar . Ele passava as mãos em meus seios, minha bunda e me convidava para ir a um motel ali perto.

Eu respondi que não tinha tanto tempo e que não poderia ir, assim mele me pegou firmou contra a árvore e começou beijar o meu pescoço, ao mesmo tempo em que uma das mãos procura o meio das minas pernas.
Tentei falar que estávamos na rua e sua boca achou os meus seios, como estava de camiseta, propositadamente sem sutiã, ele descobriu facilmente um dos seios e começou a sugar o bico e a dar leves mordidas e sua mão já abrir o zíper da minha calça que era colada e começa a me masturbar.
O Tesão aumentou e eu já não me controlava mais quando ele abriu o botão da calça e pos a mão toda dentro da minha calcinha alcançando a minha xaninha e começou a enfiar os dedos.

Eu gemia e fazia movimentos de subir e descer e ele colocou o pau pra fora e começou a se esfregar em mim, depois rapidamente ele abaixou a minha calça jeans até o joelho e junto com ela a calcinha, falei aqui não, mas senti uma estocada forte ele enterrou tudo de uma vez, era grande, gostoso.
Ele me pegou de jeito segurou a minha bunda com as duas mãos e meteu forte até me esqueci que estava ma rua ele fazia movimentos gostosos de vai e vem e ai começou a bombar forte e eu vi que ele e eu íamos gozar, comecei a gozar, você sabe que gozo fácil , e disse a ele que não gozasse dentro pois não tomo remédio e ele não estava usando camisinha, mas não deu ele aumentou o ritimo e começou a gemer e falou, puta casada merece uma buceta cheia!!!!
E num instante socou forte e eu gozei de novo e senti a minha xaninha se encher do gozo dele.
Ficamos uns instantes unido enquanto ele gozava até que ele tirou para fora e me pediu o meu lenço e quando ia lhe entregar ele falou, você limpa. Primeiro com a mão.

Limpei aquele pau gostoso e melado ainda meio duro e quando fui usar o lenço ele me prensou junto á árvore e falou: usa a boca para lavar a sua mão, lambi minha mão toda melada de nosso gozos e assim que fui me limpar do gozo dele que começava a escorrer de minha xaninha ele não deixou, puxou a minha calcinha para cima e falou que eu ia gozada para o trabalho.
Vesti a calça e saímos de mão dadas, quis correr mas ele não deixou, me levou até perto do serviço para se certificar de onde eu trabalhava e antes deu ir embora ele me beijou e me fez masturbá-lo um pouco e falou que essa era a primeira de muitas que agora ele sabia que a casada era uma mulher fácil , gostosa e safada.
Se leu e acha que sabe mais sobre A.C. mande um email semanticus@hotmail.com

 

Marido corno assisti sua mulher com dois machos

Aqui estamos mais uma vez, somos o casal Jony e Shirley, ambos na faixa dos trinta anos, realmente casados, liberais e gostamos muito de sexo, eu sou corno manso assumido, adoro ver ela em ação, ela é muito safada, adora ser puta e me cornea sempre, estamos juntos há mais de uma decáda e em todos esses tempos fizemos várias amizades que resultou na realização de muitas fantasias sempre respeitando os limites de ambos com sigilo, higiêne, respeito e segurança, alguns desses amigos fizeram parte das nossas fantasias em apenas um único momento e depois nunca mais os avistemos, outros iniciaram uma amizade através da internet e hoje moram em cidades de até 500 Km de distância da nossa e uma pequena parcela de amigos moram em nossa cidade pois é dificil achar pessoas de confiança com personalidade compativel com a nossa para realizar fantasias, mesmo assim, eu e a Shirley já fizemos muitas fantasias, depois nós dois sentamos os dois juntinhos, documentamos tudo e escrevemos esses contos, adoramos fazer isto, já temos vários relatos publicados nesse site e estamos preparando mais alguns para serem divulgados incluindo este, é que nós ainda estamos escrevendo as fantasias que fizemos quando ainda não tinhá-mos o hábito de escrever contos em sites por isso temos muitos relatos para escrever que aconteceram conosco em todo esse tempo que estamos juntos, no mês de abriu 2011 completamos 14 anos de convivência, sexo, loucuras e fantasias. Na nossa cidade, nos consideramos um casal de sorte, nossas amizades seletivas inclui um casal liberal que sempre praticamos swing/menage e também alguns amigos amantes que tranzam com ela na minha frente, desses amigos apenas um pensa que eu não sei de nada, o Sr. Fernando ( Patrão da Shirley ).

O relato de hoje é para contar como foi a iniciação dele tranzando com ela na minha frente e depois a primeira vez dela com dois caras ao mesmo tempo. Eu vou contar em duas etapas. 1ª Etapa- Já faz um tempo que eu sei que a Shirley, minha mulher, tranza com o Sr. Fernando, seu patrão, ela mesma me contava, a maioria das vezes que ela saía com ele chegava em casa toda sorridente, olhar brilhante, eu esperava ancioso pra saber de tudo, mal ela chegava e já ía me contanto como tería sido a tranza com o seu patrão, eu escutava tudo chupando sua buceta úmida que havia acabado de ser comida e depois agente tranzava gostoso, depois de um certo tempo, eu pedi a Shirley para que toda vez que ela saísse com Sr. Fernando fosse aos poucos tentando convencer ele a tranzar com ela na minha frente pois eu adoro ver ela em ação e também por que nós estávamos procurando uma outra pessoa para que futuramente junto com seu primo Bruno, pudéssemos realizar a minha fantasia de ver ela com dois caras ao mesmo tempo, essa tarefa de convencer o Sr. Fernando a tranzar com ela na minha frente não foi fácil, a Shirley, minha mulher, aos poucos conversou com ele várias vezes sobre o assunto mais Sr. Fernando era um pouco tímido e tinha medo das minhas reações, dizia que não tinha coragem e se negava a acreditar que tudo fosse real, foi preciso a Shirley abrir o jogo e dizer que desde o inicio eu já sabia de tudo que acontecia entre eles dois, que eu sentia prazer em saber e mais ainda em ver minha mulher com outro homem, a Shirley foi mais ousada e deu o número do meu celular para o Sr. Fernando e disse a ele que se tivesse alguma dúvida poderia ligar diretamente pra mim, depois disso, Sr. Fernando acreditou um pouco mais na minha mulher e depois de uma semana ligou pra mim perguntando se era realmente verdade a proposta que a minha mulher lhe tinha feito, eu confirmei tudo e ele gostou da idéia se dizendo estar muito curioso, então tratamos de sair os três juntos para um baile de forró que aconteceria na noite seguinte, na hora combinada ele chegou na nossa casa e fomos pro baile nós três juntos no carro do Sr. Fernando, chegando lá sentamos em uma mesa e começamos a beber, depois de várias horas nós já estávamos meios altos devido a bebida, foi quando Sr. Fernando convidou a Shirley,minha mulher para dançar, os dois dançavam agarradinhos e eu fui ficando de pau duro, depois disso, eu convidei o Sr. Fernando e a Shirley para sair daquele lugar e ir para um local onde nós pudéssemos ficar mais a vontade, eles concordaram e nós três fomos em direção ao estacionamento onde estava o carro, chegando lá, Sr. Fernando me pediu para eu dirigir pois ele havia bebido um pouco, em seguida entrou no carro no banco de trás, a Shirley perguntou se poderia ir também no banco de trás para ir conversando com o Sr. Fernando e foi logo entrando, eu dei partida no carro e saímos, em poucos instantes os dois já estavam no maior amasso, eu dirigia de pau duro e de vez enquanto olhava para trás para ver o que estava acontecendo e via os dois se esfregando e se beijando então tratei de levar todos até o motel.

Chegando lá eu estacionei o carro na garagem da suíte e fui baixar a cortina, quando retornei os dois já estavam em pé escorados no capô do carro, Sr. Fernando levantou a blusa da minha mulher e começou a tocar nos seus seios, eu abri a porta da suíte e convidei os dois a entrarem, mal eu fechei a porta e os dois caíram em cima da cama se beijando, aos poucos foram tirando suas roupas até ficarem completamente nus, eu retirei minha roupa e me sentei em uma cadeira próximo da cama, Sr. Fernando e a Shirley estavam muito excitados e faziam de conta que eu não estava ali e começaram a tranzar, a Shirley se abaixou entre as pernas do Sr. Fernando e começou a chupar seu pau até ele ficar completamente duro, em seguida, ele pediu a ela que virasse ao contrario pois queria chupar sua buceta, logo logo os dois estavam se chupando fazendo uma meia nove gostosa, depois de alguns minutos, eu peguei uma camisinha e dei para a Shirley que tratou logo de vestir no pau do Sr. Fernando, depois disso, ela foi pra cima dele, encaixou sua buceta no pau dele e começou a cavalgar, nesse momento eu assistia a tudo batendo uma punheta, depois disso eles mudaram, a Shirley saiu de cima dele e ficou de quatro em cima da cama, ele se ajoelhou por trás dela, enfiou seu pau na buceta dela e começou a meter, a Shirley gemia de tezão me chamando de corno e pedindo pro Sr. Fernando meter tudo dentro da sua buceta, Sr. Fernando estava adorando e vibrava com tudo que estava acontecendo, depois de vários minutos os dois resolveram gozar, ela se deitou na cama e ele foi pra cima dela, abriu suas pernas e enfiou de uma vez seu pau dentro da buceta dela ficando somente as bolas do lado de fora, em seguida ele começou a meter forte pulando em cima dela, não demorou muito e os dois gozaram juntos e eu também gozei batendo minha punheta.

Depois de tudo, a Shirley foi tomar banho e eu fiquei conversando com ele, Sr. Fernando disse ter gostado muito da experiência e perguntou do que mais agente gostava de fazer ou fantasiar, eu respondi que há muito tempo tinha vontade de ver a Shirley, minha mulher, tranzando com dois caras ao mesmo tempo mas isso nunca foi possível pois só havia conseguido uma pessoa para tal feito e faltava uma segunda pessoa de confiança para que tudo pudesse acontecer, também disse a ele que já cheguei a fazer uma Dp nela juntamente com seu primo mais ver ela em ação com dois caras ficou mesmo só na minha imaginação, em seguida, Sr. Fernando me perguntou se a minha mulher topava fazer uma Dp com ele, eu disse a ele que já havia conversado com a minha mulher sobre o assunto e ela ficou interessada, ela também me disse que as poucas vezes que teve a sua disposição dois paus ao mesmo sentiu uma sensação gostosa e gozou feito uma louca, como ela havia concordado só faltava agora achar as pessoas certas e nós contávamos com ele e o Bruno primo dela pois ele já tranzava com ela há algum tempo, em seguida, Sr. Fernando concordou na hora e disse que nós poderíamos contar com ele para realizar essa fantasia, em seguida a Shirley chegou e eu falei pra ela que o Sr. Fernando topou fazer uma Dp nela juntamente com o seu primo Bruno, a Shirley gostou e disse que queria realizar essa fantasia o mais breve possível e combinamos que quando tudo estivesse programado agente o avisaria, depois disso, nos vestimos, pagamos a conta, pegamos o carro e fomos pra casa. 2ª etapa- O tempo foi passando até chegar o dia do aniversário do nosso casamento, eu e a Shirley fomos pessoalmente convidar o Sr. Fernando para tomar umas cervejinhas com agente em nossa casa, no ato do convite ele perguntou quantas pessoas estariam presente em nossa casa e nós respondemos que era apenas uma comemoração simples, que nós não convidamos ninguém além dele e do Bruno primo da Shirley, Sr. Fernando entendeu tudo e gostou da idéia confirmando que estaria presente. Marcamos tudo para o domingo de manhã e pedimos a ajuda do Bruno para ajudar a realizar a nossa fantasia. Chegado o dia e hora combinados o Sr. Fernando chegou, trouxe consigo uma garrafa de wisk importado e um presente para a Shirley, ela agradeceu o presente e nós fomos para a sala, colocamos um som ambiente, abrimos a garrafa de wisk e começamos a beber e conversar, depois de várias doses a Shirley foi tomar banho e voltou vestida em uma blusa pequenina quase transparente e uma saía curta, minutos depois ela convidou o Bruno para dançar, eu e o Sr. Fernando ficamos sentados no sofá assistindo os dois dançarem, devido ao efeito do wisk, os dois começaram a dançar escandalosamente e de vez enquanto o Bruno levantava a saía da Shirley mostrando para nós dois que ela estava sem nada por baixo, sem calcinha, eu fui ficando de pau duro e o Sr. Fernando também, Bruno foi mais ousado e começou a se esfregar na minha mulher, depois colocou sua mão por baixo da blusa dela e começou a pegar nos seios dela enquanto dançavam, nesse momento, eu baixei um pouco o volume do som, coloquei meu pau pra fora e comecei a me punhetar lentamente, Sr. Fernando não sabia o que fazer, em seguida, a Shirley retirou sua blusa e veio em minha direção, ficou de joelhos entre minhas pernas e começou a punhetar meu pau, Bruno retirou toda a sua roupa, se aproximou de nós e em pé mesmo colocou seu pau na boca da minha mulher, ela me punhetava e chupava o pau dele ao mesmo tempo, Sr. Fernando foi retirando sua roupa até ficar completamente nu, em seguida começou a bater uma punheta vendo a Shirley chupar o pau do Bruno, a safada chupava com vontade, tentava engolir o pau dele por inteiro, depois vinha em minha direção e me dava um beijo na boca fazendo com que eu sentisse o gosto da rola do Bruno em sua boca, Sr. Fernando quando viu isso se levantou imediatamente e ofereceu seu pau para a Shirley também chupar, eu me afastei um pouco e fiquei batendo uma deliciosa punheta vendo a Shirley, minha mulher, chupando aqueles dois paus duros ao mesmo tempo, ela colocava os dois paus juntos na boca, depois punhetava um e chupava o outro até os dois ficarem completamente duros, em seguida, eu peguei uma camisinha e dei pro Sr. Fernando vestir em seu pau, Bruno se sentou no sofá ao meu lado, Shirley se ajoelhou entre as pernas do Bruno e começou a chupar seu pau de quatro no chão, deixando sua bunda empinadinha, Sr. Fernando se ajoelhou no chão, por trás da minha mulher, pegou seu pau, colocou na entrada da buceta da Shirley e foi enfiando lentamente até entrar tudo, depois começou a meter, a Shirley rebolava no pau dele e chupava o pau do Bruno ao mesmo tempo, eu assistia a tudo batendo uma gostosa punheta, a Shirley olhava pra mim e me provocava dizendo;......

Tá gostoso amor ver a sua puta dando a buceta ? Olha como meu patrãozinho me come gostoso, ahahahahahahahh Mete Sr. Fernando, não pare, come minha buceta ahahahahha, me come gostoso,ahahaha Enfia esse pau dentro de mim, vaiii aahahaaha, a Shirley estava eufórica devido as doses de wisk que bebeu, Depois disso, ele resolveram mudar, ela se sentou no sofá e Sr. Fernando ficou de joelhos entre suas pernas, pegou seu pau e enfiou na buceta da minha mulher outra vez, Bruno ficou de joelhos em cima do sofá e deu seu pau para a minha mulher chupar, a Shirley dava a buceta para o Sr. Fernando e chupava o pau do Bruno ao mesmo tempo, eu assistia a tudo batendo uma punheta, depois de vários minutos nessa, agente resolveu ir para a cozinha, lá o Sr. Fernando puxou uma cadeira próximo a mesa e se sentou, a Shirley se sentou em seu colo, de costas pra ele, Bruno se sentou em cima da mesa, a minha mulher cavalgava sentada no pau do Sr. Fernando e se esticava toda para chupar o pau do Bruno, estava muito gostoso ver a minha mulher se deliciando com duas rolas ao mesmo tempo, parecia um filme pornô, depois disso, a Shirley se levantou e se deitou em cima da mesa, Sr. Fernando se levantou, se aproximou da mesa, levantou as pernas da minha mulher e meteu na sua buceta novamente, Bruno se aproximou dos dois e deu seu pau para a Shirley continuar chupando, Sr. Fernando metia tudo, deixando somente as bolas do lado de fora, a safada da minha mulher gemia alto com o pau do Bruno na boca, em seguida, me provocava mais uma vez dizendo;.....

Me come Sr. Fernando, enfia tudo, que rola gostosa você tem, arromba minha buceta na frente desse corno, ele adora levar chifre, olha amor como ele me come gostoso, a rola dele é uma delícia, olha como ela entra gostoso na minha buceta, nesse momento meu pau parecia querer explodir na minha mão, Sr. Fernando metia forte chamando a Shirley de puta safada, piranha e gostosa, a Shirley ouvindo isso acabou gozando no pau dele, depois disso, resolvemos dar uma pequena pausa e fomos para o nosso quarto, chegando lá eu me sentei na pontinha da cama, a Shirley veio e se sentou em meu colo, de costas pra mim, Sr. Fernando se aproximou de nós, ficou em pé na frente da minha mulher, retirou a camisinha e deu seu pau para a Shirley chupar, Bruno fez o mesmo, a Shirley cavalgava no meu pau e chupava aquelas duas rolas duras ao mesmo tempo, eu metia na buceta da minha mulher e assistia, bém de pertinho, ela chupando aqueles dois paus enormes, o tezão da gente estava alto, eu aproveitei o momento, retirei meu pau da buceta da minha mulher e enfiei no seu cuzinho, no começo ele reclamou que estava doendo mais depois se acostumou, em seguida, eu puxei a Shirley para trás e nós deitamos na cama, ela ficou deitada de costas em cima de mim, eu continuei comendo seu cuzinho e deixei sua buceta toda aberta para os nossos amigos, o primeiro a se aproximar foi o Bruno, ele ficou de joelhos em cima da cama e meteu seu pau na buceta da minha mulher, pronto, estavámos fazendo uma DP na minha gata, eu metia em seu cuzinho e o Bruno na sua buceta, Sr. Fernando colocou outra camisinha no seu pau e veio para próximo de nós, Bruno saíu e foi a vez do Sr. Fernando meter na buceta da minha mulher, os dois ficaram se revezando na buceta da Shirley por vários minutos, mais eu gosto mesmo é de ser corno, de levar chifre e ver minha mulher dando pra outro, então eu saí de perto deles e deixei minha mulher a vontade com nossos amigos, me sentei em uma cadeira e fiquei batendo minha punheta, em seguida, Bruno se deitou na cama e a Shirley foi pra cima dele, ela encaixou sua buceta no pau dele e começou a cavalgar, deixando sua bunda aberta e empinada para o Sr. Fernando, ele se aproximou, ficou de joelhos em cima da cama por trás dela, pegou seu pau e foi enfiando no cuzinho da minha mulher até entrar tudo, depois começou a meter, Bruno metia na buceta e Sr. Fernando no cuzinho dela, a DP parecia estar gostosa, a safada da minha mulher revirava os olhos e gritava de tezão gemendo feito uma cadela, como ela adora me provocar, a puta olhava pra mim e dizia;.....Olha amor, tenho duas picas dentro de mim, é gostoso ver a sua mulher dando o cuzinho e a buceta ?

Olha seu corno, bate uma punheta vendo esses dois machos me arrombando,ahahahahhahah, aprende como se come uma puta de verdade, quando ouvi isso o tezão foi a mil e eu me segurei para não gozar naquele momento, depois de vários minutos nessa, os três resolveram enverter a posicão e gozar, então Sr. Fernando saiu detras da minha mulher e se deitou na cama, a Shirley foi pra cima dele e encaixou sua buceta no pau dele, Bruno foi por tras dela e enfiou seu pau no cuzinho dela continuando a Dp, os dois começaram a meter forte, ficava somente as bolas do lado de fora, nesse ritmo, não demorou muito e os dois explodiram em gozo alucinante, Bruno gozou dentro do cuzinho da minha mulher enchendo ela de esperma, depois de alguns segundos, Bruno saiu de cima da Shirley e se sentou ao lado, a Shirley saiu de cima do Sr. Fernando e se aproximou do pau dele, retirou a camisinha do pau dele de uma forma que o esperma que estava dentro da camisinha caisse todinho sobre seu pau e em seguida começou a chupar se lambuzando e limpando tudo, depois disso, eu pedi ao Sr. Fernando e ao Bruno que saíssem do quarto e deixasse eu e minha mulher a sós por alguns instantes, assim que eles saíram do quarto, eu fechei a porta e fui em direção da cama onde estava a minha mulher, me aproximei dela, abri suas pernas e vi que sua buceta brilhava e saia esperma de dentro do seu cuzinho, não perdi tempo e caí de língua chupando a buceta e o cuzinho dela, adoro fazer isso, limpei tudo, suguei até a última gota, a Shirley, minha mulher, começou a se exitar de novo com a minha língua na sua buceta, ela pegava minha cabeça e pressionava contra sua buceta dizendo;.... Me chupa amor, limpa meu cuzinho e minha buceta, engole o esperma do macho que estar em meu cuzinho, ele arrombou meu cuzinho e gozou dentro dele, vai seu corno, viado, me chupa, depois de ouvir isso, eu parti pra cima da minha mulher, dei um demorado beijo de língua em sua boca com gosto de esperma, em seguida, peguei meu pau e enfiei em seu cuzinho e comecei a meter, estava muito gostoso, eu metia no cuzinho da minha mulher com vontade, ela olhava pra mim e dizia que me amava, que eu era o melhor marido do mundo, em seguida, a Shirley começou a massagear sua buceta, batendo uma siririca enquanto eu comia seu cuzinho, não demorou muito e nós acabamos gozando os dois juntos, ela gozou com seus dedos enfiado na sua buceta e eu gozei dentro do cuzinho dela, foi muito gostoso. Essa foi uma das melhores fantasias que já realizamos.

Depois de tudo, tomamos banho e fomos ficar com nossos amigos, depois não rolou mais sexo mais ainda bebemos e dançamos a tarde inteira.Neste dia, o Bruno dormiu na nossa casa, no outro dia cedo, antes dele ir embora, ainda bati mais uma punheta vendo a Shirley, minha mulher, chupar o pau do Bruno por vários minutos até ele gozar dentro da boca dela. Depois desse dia, o Bruno e o Sr. Fernando se tornaram amigos, as vezes saímos juntos com total sigilo e confiança, sempre que é possível eles tranzam com ela independente de eu estar presente ou não, depois a Shirley me conta tudo em detalhes. Esta foi mais uma das muitas que virão pois gostamos muito de sexo e fantasias, eu gosto de ser corno e ela adora ser puta, adoro bater uma punheta vendo um macho de pau duro metendo na buceta da Shirley e ela adora dar a buceta para um macho na minha frente, nós nascemos um por outro por isso não desperdiçamos nenhuma chance, estamos sempre realizando fantasias.

Até a próxima !

 

Só passivo (antes do crossdresser)

A maioria dos contos, que encontramos na internet, ou são frutos da imaginação ou fantasiados para o que realmente desejamos, alguns são pura invenção, outros mesmo sendo verídicos, foram fantasiados pelos desejos de quem escreve.......

Eu gosto muito de escrever contos sobre minhas aventuras, mas é dificil não incluir no conto alguns desejos não realizados, porque só nos contos é que nos realizamos verdadeiramente, nós crossdressers sonhamos muito mais do que realizamos, pois poucas de nós são assumidas, e nem todas nós somos tão lindas e corajosas quanto a Betinha... entre uma aventura e outra, entre um conto e outro, vamos levando nossa vida .... é claro que quando conhecemos alguém, através de bate-papos pela internet, que também costumam ler contos e gostam de apimentar uma fantasia, fica mais fácil realizar alguma fantasia ou situação, do que uma pessoa que conhecemos num barzinho....

E foi assim, através da internet, que conheci o Paulo, ele era um leitor habitual de contos, e num dos contos que escrevi ele deixou um comentário, e ainda me mandou um e-mail, perguntando se tudo que eu havia relatado aconteceu de verdade, claro respondi que boa parte dos acontecimentos foram fantasiados... e assim começamos a nos corresponder, até que um dia ele sugeriu de nos encontrarmos, o que realmente aconteceu, foi no Mcdonalds da av bandeirantes ..... não é lindo??????

Eu cheguei primeiro, ansioso que era, ele chegou logo depois, impossível não notar, pois ele era alto, fortão, gordo, grandão mesmo (o encontro só deu certo porque ele se descreveu como grandão, senão eu teria fugido, homem baixinho ... bláááá!!!!), estava de calça jeans, camisa azul, óculos escuros, passou os olhos pelo ambiente e sorriu ao cruzar com o meu olhar, é incrível como esses caras conseguem nos identificar só pelo olhar, ele foi ao caixa e comprou batatas fritas e guaraná, levou para a mesa, se sentou e abriu o maior sorriso, dizendo... aceita?

Conversamos por meia hora, apenas amenidades, pois o local estava meio cheio, mas ninguém reparava na gente, falou do trabalho, que morava no jabaquara, falei do meu trabalho, que morava na lapa, mais um monte de pequenas bobagens, então ele me convidou para conhecer sua casa, tomamos o guaraná e deixamos metade das batatas, e o segui ao estacionamento. Fomos conversando mais abertamente durante o trajeto, contei minhas experiências e minhas fantasias, ele me contou as dele, falou que eu escrevia bem, e queria saber se eu realmente iria a fundo numa transa, se eu seria tão submisso e obediente quando escrevia ... olhei para ele e sorri, dizendo, ... bom para ser submisso e obediente, depende do macho, é o macho que conquista e submete a fêmea. Falei que gosto de tudo, mas não de sadismo, não gosto de apanhar, gosto de ser convencido, um pouquinho de força tudo bem, mas apanhar e sofrer não dá .....

Ele concordou e disse, então, que devíamos experimentar, pois ele gostava de um sexo mais forte, com pegada e gostava de medir forças, e ele se sentia mais atraído por um homem resistente, aquele que não se entrega facilmente e coisas assim ..... e eu também era alto, forte(eu tenho 1,85m e 85kg), ele não entendia porque eu gostava de ser passivo, pois eu aparentava ser bem forte, tive que explicar que eu não fui sempre passivo, até perto dos 30 anos, só saía com mulheres, casei, separei, minha primeira vez como passivo foi com uma travesti, e só depois de algum tempo tomei gosto pela coisa (rsrrsrsrs .... pela pica né?).... aí um dia, saí com um homem, eu ainda não sabia o que era crossdresser e nunca tinha experimentado, e foi com ele, que tive minhas primeiras experiências, num monte de coisas, minha primeira calcinha, primeiro batom, primeira depilação, e foi ele, que foi me convencendo, me fazendo desabrochar, ele dizia, que o homem certo, me faria virar fêmea dele, e quando eu experimentasse, viraria viado para sempre, e aquele homem soube fazer, me transformou em bichinha, que morria de vontades por um pinto.... estávamos nessa conversa quando chegamos na casa dele, era uma casa grande, assobradada, e com uma garagem na frente, os portões se abriram ele entrou e os portões se fecharam.

Eu sabia, que se chegasse até ali, o que iria ser, só não sabia se seria gostoso ou não, perto um do outro, ele era pouco mais alto, mas era grandão, braços fortes, barriga grande, parecia em forma, mas sem exagero, então pela garagem entramos numa sala, e depois numa outra, onde se via uma esteira, uma maca (dessas de massagem), vários almofadões num canto da parede, uma mesa cheia de potes e pequenas toalhas... era o seu cantinho onde ele gostava de ficar ... ali ele deve ter levado inúmeros parceiros ... ele fechou a porta, virou-se para mim e me puxou para um abraço bem forte, então olhou nos meus olhos e me beijou ..... com força, me tirando o folego e me abraçava ao mesmo tempo ... quando paramos de nos beijar ... ele me olhando diretamente começou a me despir ... fiz o mesmo com ele e em poucos minutos estávamos os dois nus, voltamos a nos beijar e ele acariciava meu corpo com suas mãos, fortes e grossas, mas a sensação era muito boa ... ele não teria muito trabalho, pois eu estava deixando me levar e esperava que ele realmente me dominasse por inteiro....

Ele me deitou e eu me ajeitei na maca, ele trouxe alguns potes para o chão e começou a me massagear, foi muito bom, relaxante, em determinado momento ele concentrou-se no meu ânus, me deixando lubrificado e morrendo de tesão, senti seus dedos me conhecendo, desbravando meu cuzinho, até que ele alcançou a próstata e massageou profundamente, e aquilo me deu um tesão incontrolável, não consegui controlar os espasmos, soltei gritinhos e gozei, mas ele continuou me massageando, foi tudo tão rápido, me senti envergonhado por ter gozado tão rápido, mas ele começou tudo de novo, e quando senti meu pinto começar a endurecer, ele parou.... colocou algumas almofadas por baixo de mim, afastou minhas pernas e montou sobre mim, senti seu pau a procura do meu cuzinho, e ao mesmo tempo que ele iniciava a penetração eu dava uma reboladinha para ajudar, ele foi enfiando calmamente, bem devagar, carinhosamente, afagava meus cabelos e me mordia o pescoço, e continuou enfiando, tudo, bem devagar, até que senti suas coxas em minha bunda, eu estava totalmente preenchido, sentia a pica daquele homem pulsando dentro de mim, sua pica era grossa e grande, eu estava deliciado, então ele começou um vaivém gostosa, devagar, calmo, e quando enfiava ia de uma vez, depois tirava devagarinho, e enfiava com tudo, eu sentia suas bolas me tocando, ele naquele ritmo tranquilo, foi me deixando com tesão novamente, então senti que ia gozar de novo, avisei e ele aumentou o ritmo, ambos estávamos empapados de suor, então senti, um jato quente, demorado, e gozei ao mesmo tempo que ele enchia meu cu de porra, porra quentinha, grossa .....então ele se deixou cair sobre mim.... e ficamos ali, em silencio, só curtindo, por um tempinho, nem nos movemos, até que ele falou .... vamos nos lavar ....

No banho, ele me lavou todinho e eu a ele, nos recostamos sobre os almofadões e começamos a conversar, ele me puxou para mais perto e nos beijamos, esse modo de beijar eu nunca esqueci, era um beijo forte, quente, sua língua invadia me boca me tirando o folego, encostei minha cabeça em seu peito e com a mão direita procurei seu pau para acariciar, ele disse que já tinha sido casado, mas logo depois se separou, disse que sua preferência eram homens, e procurou assumir desde cedo, sempre gostou de homens franzinos, delicados, mas às vezes gostava de medir forças com homens que se diziam ativos, e comeu quase todos, ele disse que era uma questão de persuadir, convencer e se impor, um dos machos vai ceder, é uma questão de tempo, perguntei se ele queria me ver vestido de calcinha, ele disse que não, queria me me ver dominado como macho, me transformando em viadinho, eu disse que já tinha acabado de ser viado para ele, ao que ele respondeu .... haahhh isso foi pouco, quero mais ..... e levou meu rosto até seu pau, e me fez chupá-lo, fui chupando e engolindo aquele pau grosso e lambendo sua cabeça vermelha e redonda, seu pau era lindo, não muito comprido, mas bem grosso, a cabeça linda, vermelha para fora (era circuncidado), lambia sua babinha, ele já estava endurecendo, já não cabia inteiro em minha boca, seus pelos bem aparados, cheiroso, lambia e engolia suas bolas, ela gemia, cada vez que eu engolia seu pau, fazendo chegar na minha garganta ... perguntei se ele queria me comer ... mas ele disse que não, que queria gozar em minha boca, me mandou continuar, e eu ora lambia, ora engolia, seu pau já estava bem duro agora, a babinha salgada, escorria em maior quantidade, seu pinto cheiroso, aquele vaivém em minha boca, fechei os olhos e procurei sentir seu pau todo em minha boca, lambia, chupava, lambia seu saco, engolia as bolas, até que seus gemidos ficaram mais fortes, ele tentava pegar minha cabeça, mas eu não deixava, suas pernas se esticavam, ele queria que eu aumentasse o ritmo, mas ia bem devagar, engolia toda sua pica e voltava devagar, pressionando seu pau com meus lábios, tomei muito cuidado para não arranhar com meus dentes, ele tentava se dobrar e eu não deixava, montei em sua barriga e virei minha bunda para ele, ele pe apertava as pernas, mordeu minha bunda várias vezes, mas eu não deixava se pinto em paz, com o peso das minhas pernas eu não deixava ele se virar, e continuava chupando, engolia sua pica de uma vez e soltava bem devagar, lambia a cabeça e a babinha e engolia de novo, ele já se remexia muito, seu corpo chegava a se erguer do chão, seu pinto estava duríssimo, eu sabia que ele estava prestes a gozar, eu fiz o possível para judiar dele, com o peso das minhas pernas continuava forçando o peito dele para trás e com as mãos não deixava ele erguer os joelhos, eu já estava suando muito, sentia sinais de cansaço pelo força que fazia, ele estava completamente empapado de suor, gemia alto agora, eu apertava seu pau com lábios, fazendo pressão logo abaixo da cabeça, então pressenti..... sua pica engrossou de repente, a força que ele fazia para erguer a pélvis era grande, ele gritou e então fui inundado com um esporro tão forte, quente, salgado, grosso, sua cintura se erguia do chão e desabava, ele continuava esporrando, engoli grande parte, senti o gosto na língua, escorreu grande parte, estava com o rosto lambuzado, tinha espirros de porra no pescoço e no peito, me ergui e fui deitar minha cabeça em seu peito, que arfava muito forte, ele nada disse, pensei que ele fosse me beijar, mas ele apenas acariciou minha cabeça e ficamos assim, eu recostado em seu peito e acariciando seus mamilos com a mão direita, estávamos banhados em suor, respiração ofegante, foram muitos minutos para nos acalmar ......

Então, após tomarmos outro banho, ele saiu para buscar alguma coisa... voltou alguns minutos depois e disse assim, vá até o banheiro, deixei algumas coisas lá, acho que você vai gostar ... olhei para ele e o beijei, fui até o banheiro, vi algumas roupas dobradas sobre a tampa do vaso, no lavatório encontrei um creme hidratante e um batom, gostei muito, então me vesti, calcinha (tipo biquíni que amarra dos lados) e blusinha cor de rosa, meias pretas 7/8, passei o creme nas pernas, nos braços, rosto e peito, usei o batom, e nessas horas que eu gostaria de ter uma peruca, mas, tudo bem ..... pelo menos eu estava lisinho, lisinho ........voltei à sala ... ele me esperava de pé, ao lado do banheiro... sorriu e me beijou, aahhhhhh esse beijo .... tudo de bom ... me levou pela mão e me deitou, falou que eu realmente parecia uma bichinha, muito bonita, deitou sobre mim, e me beijou de novo, e começamos o nos esfregar, ele caiu de lado e me levou junto, olhávamos intensamente um ao outro, então ele se posicionou sobre mim, abriu minhas pernas e desamarrou a calcinha, eu olhava para ele, ansiosamente, ele era cuidadoso, a cada movimento parava e me beijava, me olhava e dizia que queria me comer olhando nos olhos, queria ver o que eu sentiria, sendo penetrada por ele, enquanto falava ele lubrificou meu cuzinho, delicadamente, e senti quando ele encostou a cabeça de sua pica na minha portinha, ele começou a forçar a entrada, doeu um pouco, estava dolorido pela primeira trepada, ele forçou mais uma vez, soltei um gemido abafado, ele sorriu e senti a cabeça de seu pau dentro de mim, eu segurava as suas pernas, para que ele não fosse de uma vez, ele foi forçando, devagar, bem devagar, seu pinto era grosso, grande, eu sentia sua penetração, cada veia de sua pica grossa e quente, entrando em meu corpo, me possuindo, me penetrando, ele tentava alcançar minha boca e isso forçava mais ainda a penetração, eu gemia bastante agora, estava totalmente a mercê dele, estava gostando, mas doía um pouco, então, ele fez mais uma tentativa, entrou tudo, eu senti, levantei meu pescoço procurando sua boca, nos beijamos calmamente, ele foi jogando o corpo sobre mim, suspirei e gemi ao mesmo tempo, senti meu cu totalmente alargado, estava suando, pedi para ele esperar eu me acostumar, ele disse sim, a dor foi diminuindo, eu me enrosquei em seu pescoço, com minhas pernas enlacei sua cintura e disse ... vem ..meu macho, meu macho querido, vem toma sua bichinha que sou sua, vem, vem ...... então ele começou um vaivém, bem devagar, ele tirava com calma e enfiava um pouco mais rápido, e foi aumentando, aumentando, eu sentia perfeitamente toda sua pica, me preenchia totalmente, sentia suas veias pulsando dentro do meu cu, e pedia mais, ele aumentava o ritmo, eu não desgrudava do pescoço dele, ele aumentava o ritmo, nos beijávamos, ele sinalizou que iria gozar, apertei minhas pernas empurrando meu cu de encontro ao corpo dele, para que ele enfiasse sua pica o mais profundamente que pudesse, eu gemia, ele tremia convulsivamente, então ele deu as últimas estocadas, fortes, sentia sua pélvis em minha bunda, então um calor tomou conta de mim, sentia seu pau despejando uma porra quente dentro de mim, ele continuava bombando, e mais porra entrando, ele me beijou e agora sentia as contrações, e aos poucos ele foi se acalmando, e nos viramos de lado, um de frente para o outro, eu me sentia totalmente satisfeita, arrumei a blusinha e me aninhei no peito dele ...... cochilamos um pouquinho depois .......

Depois desse dia, nos encontramos muitas vezes, então, um belo dia, ele atendeu o celular na minha frente e falou com alguém por quase uma hora, sua expressão era de grande felicidade, ele estava exultante, era um convite que ele esperava há muito tempo .... uma grande empresa do sul o chamou para dirigir uma fábrica .... dois meses depois nos despedimos ... e perdemos o contato .... faz muitos anos e ambos trocamos de celular e de números e nunca mais nos vimos ..... mas eu nunca mais esqueci aquele beijo .....

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

 

Um macho chamado Paulo - parte II (a paquera)

eu me sentia plenamente realizado, meu cu alargado e esporrado, me sentia realizada, plenamente, eu sentia como meu corpo liso junto ao dele todo peludo, me fazia arrepiar, me sentia a própria fêmea, subjugada, conduzida, penetrada ..... e felizzzzz ... sentia sua porra escorrer para minhas coxas, virei de lado e adormecemos ..... amanhã seria outro dia ..... ..... .....

Eu e o Paulo saímos mais algumas vezes, mas ele às vezes dava uma sumida e durantes os meses seguintes aumentei meu círculo de amizades, a Monica, O casal Ricky e Andre, estavam sempre nos nossos programas, conheci outros casais de homens gays, e percebi que os problemas e dúvidas nos relacionamentos, são iguais, quer sejam héteros ou homos, ansiedade, ciúme, possessão, distração, briguinhas e brigonas, acontecem com a mesma intensidade e quantidade, em todos os casais, independentemente de gênero. Saí algumas vezes com a Sonia e a Jane, conheci alguns amigos por intermédio delas também, mas o que achei mais difícil, foi manter uma vida dupla e depois descobri que a grande maioria dos gays ainda não conseguiram sair do armário, e isso era motivo de constante preocupação e frustração, percebi também que as mulheres lésbicas conseguiam se libertar desse estigma com mais facilidade que os homens gays, e então percebi que eu tinha um longo caminho a percorrer, pois eu acreditava que tudo para mim seria muito mais difícil, muito mais ....

A Jane me convidou para uma festa, disse que ela estava organizando junto com uma amiga e elas iriam fazer na casa da amiga que era bem grande. Realmente a casa dela era muiiito grande, num dos residenciais de Alphaville, chegamos no sábado por volta das oito da noite, eu a Sonia e a Jane, alguns casais já estavam lá, estranhei que eram só mulheres, duas travestis, estavam todos na varanda, ou nos sofás ou em poltronas, e... aí notei que era só eu de homem, a amiga de Jane veio nos receber, ela era baixinha, mignon, morena, bronzeada, cabelos curtos, curtíssimos, super delicada, ela se chamava Jandra, dei 3 beijinhos e pensei se ela seria lésbica também, me apresentaram as outras pessoas, e depois a Jandra levou a Jane para dentro da casa, eu fui olhar o jardim e a Sonia me acompanhou, ela acendeu um cigarro e me ofereceu, eu recusei e perguntei sobre a Jandra, ela deu de ombros, disse que era amiga de infância da Jane, mas que já tinha o cacho dela, você se interessou por ela? ... não, me apressei em responder, claro que não.... estou estranhando, aqui tem nove mulheres e só eu de homem, ao que ela me olhou e disse ... Pedro, pelo que você me falou sobre você, aqui tem 10 mulheres, você não conta, mesmo fantasiado de homem, ... aquelas palavras me chocaram, ela percebeu, olhou para mim e falou, pois é, são palavras duras, mas você vai ouvir isso muitas vezes, melhor se acostumar e começar a ouvir de uma amiga, podemos te ajudar até você aprender a escutar sem sofrer, não é??? ... sim, respondi de cabeça baixa, ela levantou meu queixo e disse, se você já se montou alguma vez e se sentiu bem, porque não vai lá dentro e se monta, eu te ajudo e a Jandra tem tudo aqui, ela trabalha com maquiagem, para um studio, e faz trabalhos profissionais para certos fotógrafos, atrizes, travestis e Cds, ninguém vai te criticar, você realmente é depilada??? .. eu disse que sim, mas tinha vergonha de parecer ridícula, ... bom, tem várias mulheres aqui, se depois da maquiagem, você se parecer mais com um viado cinquentão, do que uma CD cinquentona, a gente desfaz tudo, eu te ajudo .....

Entramos, a Jane a Jandra preparavam alguma coisa na cozinha, a Sonia disse para as duas subirem e me darem um trato e ela se encarregaria de levar as bebidas lá fora... subimos e elas pediram para eu tirar a roupa, fiquei nú, e elas elogiaram minha depilação, não encontraram um pelinho fora do lugar, como meu pinto é pequeno, me deram um calcinha apertada que o prendesse para trás, e depois um outra calcinha preta por cima, vesti uma saia, na altura abaixo dos joelhos, pedi uma blusa de mangas compridas, pois estava com vergonha, me deram uma blusa preta de gola alta, eu me olhava no espelho e não me sentia a vontade, falei para elas ... meninas, a roupa é linda, mas a cara não ajuda, então a Jandra disse, .... calma, com peruca é outra coisa, então ela trouxe algumas perucas, pedi as morenas, ela então escolheu um de cabelos pretos, com bastante volume e meu rosto mudou muito, ela perguntou e agora??? .... mudou??? ... me senti melhor, a Jane passou um liquido refrescante no meu rosto e depois esfregou um chumaço de algodão, meu rosto ficou cheio de fiapos, denunciando pelos crescendo, e eu tinha feito a barba poucas horas antes de sair de casa, então ela passou um creme e raspou com aparelho, passou de novo o líquido refrescante e o algodão, agora parecia bem melhor, ela passou outro creme, tirou o excesso, e passou um pouco de pó, .... nada de excessos, não é verdade???? ... a Jandra voltou e delineou meus olhos, terminou a maquiagem, estava bem leve, quase nada, perguntou se eu queria baton ou gloss, olhei para ela com cara de dúvida e ela me passou o gloss, como não tinha sandália no meu número, vesti uma bota, de cano alto, ficou muito bom com a saia, então a Jane desceu para chamar a Sonia, se ela aprovasse, ficaria assim, senão.... bom, aí tirava tudo e voltaria a ser sapo ....a Sonia apareceu, olhou e falou ... nossa, mudou bastante, realmente de peruca você fica com o rosto afeminado, ficou muito bom, muito bom mesmo ... me senti bem e descemos, a Jandra pegou no meu braço e me apresentou a todas novamente, todas gostaram, mas as travestis foram bem econômicas nas palavras, agora estávamos todas na varanda, bebendo alguma coisa, eu estava tomando uma saquerinha de kiwi, as outras bebiam cerveja ou whisky já eram quase 9 horas .... a Jane colocou um disco para ouvirmos ....

A Jandra sentou ao meu lado, ficamos conversando algumas frivolidades, e perguntei se ela serviria algo para comer, ao que ela respondeu, .... sim, claro, daqui a pouco os rapazes vão chegar, eles vão trazer salgadinhos, mais bebidas, ... olhei para ela ... que rapazes??? ... ela disse que havia convidado alguns rapazes, para a festa, eles trariam uns comes e mais bebidas, eram todos amigos, todos gays, todos .... mas nem todos tinham par, ...... e o seu namorado, vem junto???? .... ela sorriu, e disse, ... ahhh, bom ela vem depois ... ahhh, claro ... (ela??, então ela também é gay), bom tudo certo, ninguém vai ficar reparando em ninguém ..... mas essa turma se conhece??? ou você está empurrando algum namoro??? ahh não, muitos se conhecem, você é a única novata, mas não se preocupe tem 3 ou 4 solteiros para você escolher, quem sabe você não faz uma paquera aqui..... sua namorada , como ela é?? ... quer dizer, se quiser falar, .... ahhh, claro, ela é morena, alta, adora uma academia, é professora de educação física e é dona de uma academia, nós estamos namorando há um ano, ela me chamou para morar com ela, então estamos experimentando... ahh, que legal eu disse, e onde vocês vão morar..... ué?!, aqui claro, ahh desculpe você não sabia, esta casa é dela, ..... poxa e você guarda todo esse material, roupas, fica tudo aqui, .... aaah, agora entendi, não, tudo isso que você está usando é dela. ... (enquanto eu ficava de boca aberta, ela continuou) .... sim, ela tem uma coleção de perucas, sandálias, botas, tem muita coisa, roupas então nem se fala, ela tem quase o seu tamanho, por isso as roupas serviram, a bota, ..... ela é uma travesti!!!! é linda!!!! e eu estou gamada nela, e nos damos muito bem, inclusive na cama .... eu sei que você está confusa, mas pense assim .... nós somos duas mulheres, somos mesmo, só que ela tem um pinto e eu gosto, mas não trocaria ela por um homem, porque eu posso passar muito bem sem o pinto, mas não sem ela, entendeu???? ....... a campainha tocou, eram os rapazes......

Os rapazes chegaram, na verdade só tinha um rapaz, os outros eram bem mais velhos, senhores para ser exato, todos foram se apresentando e se cumprimentando, as meninas foram colocando alguns baldes de gelo nas mesas e os rapazes rechearam os baldes de cerveja, conversas e brincadeiras, alguém aumentou a musica, distribuíram os salgados pelas mesinhas, estávamos todos na varanda, a noite estava linda e quente, os inevitáveis grupinhos iam se formando, a conversa era animada, o combinado era ir embora só no dia seguinte, por isso ninguém estava economizando na bebida.... a Jandra me apresentou um homem chamado Marcelo, ele era mais baixo do que eu, calvo, olhos azuis, bigode bem cuidado, barriguinha saliente, hhumm bem saliente, ... mas tinha a voz macia, parecia muito calmo, ... quase Zen, ... ficamos conversando, ele, eu, a Jandra, Jane e a Sonia, comecei a perceber que os casais se formavam, ou trio, porque um dos homens estava sentado entre as duas travestis, e acho que ele queria dar conta das duas, ....a Jandra notou que eu observava e nos contou que eles saíam os 3 juntos, e já tinha algum tempo, não era novidade, o Marcelo perguntou, bom, é só uma variação do ménage, e olhou para mim sorrindo e perguntou, .... não me diga que você nunca teve uma ménage? .... bom, ... gaguejei ....claro que eu sei ....... nem precisei continuar, elas já tinham sacado, a Sonia falou, bom menina ... você precisa aprender, é muito bom ... então eu perguntei, mas quem vai ser minha professora??? você? ... ela retrucou: ... querido, o seu caso só será resolvido com professores, não é Marcelo??? ... ele concordou, dizendo que poderia me ensinar, mas ele era um professor à moda antiga, exigente, autoritário e exigia a lição em todas as aulas .... todos rimos, estávamos nessa folia quando toca ao celular da Jandra, ela saiu correndo para a porta, .. era a namorada dela........

A namorada da Jandra era uma travesti linda, alta, esguia, morena de cabelos bem pretos, chegou numa roupa super justa, de botas até o joelho, chegaram abraçadas, a Jandra realmente era miudinha perto da .....Jennifer, até o nome era lindo, ... eu levantei para lhe dar 3 beijinhos, ... ela retribuiu e reconheceu a roupa e sorriu, dizendo, ...... a Jandra deixou você linda, gostei... eu agradeci corada, quando sentei, senti o braço do Marcelo no meu ombro, olhei para ele, seu rosto estava quase colado ao meu, ele me beijou suavemente no rosto, ... dizendo ... você está entre pessoas de bem, relaxa, aproveita, você quase não bebeu nada, quer trocar a bebida, quer um vinho branco, lambrusco, pode pedir ...... aceitei o lambrusco, ele foi buscar, ... um dos rapazes, o Marcos, que já estava meio alto, veio se apresentar e me tirar para dançar, mas a Sonia me salvou na hora H e o levou lá para dentro, enquanto o Marcelo vinha vindo com a minha taça de lambrusco, ... estava muito gosto e bem gelado, refrescante, fomos para um canto da varanda, um pouco longe dos outros, encostei na parede e ele ficou de frente, ... ele perguntou se eu tinha algum namorado, ... eu disse que não e ele pediu que eu ficasse no quarto dele, ... afinal todos nós vamos dormir por aqui, .... é sempre assim, eu perguntei..... se em cada festa ele ficava com alguém diferente?, ... ele disse, que as vezes sim, o objetivo das festas era esse, aqueles que não tinham compromisso ficavam com quem quisesse, bastava se entenderem, mas poucos ali estavam sem compromisso, só ele, o Marcos (que é um cara muito louco, mas é boa gente, amigão) e o Ricardo (aquele das travestis), ... depois de algum tempo ele disse, você não precisa de "casar", amigos são mais importantes quando estamos sós, além do mais, ... para ter uma boa transa, um bom sexo, não precisa ter compromisso, precisa ter confiança e respeito, não admitimos qualquer pessoa em nosso círculo, e se precisamos de sexo, quem melhor do que um amigo, para podermos compartilhar, desabafar, sorrir e chorar... ele foi buscar uma outra cerveja e eu fiquei divagando nesses pensamentos, ..... é verdade, quando estamos "loucas" para dar, não podemos simplesmente dar para o primeiro homem da net que aparecer, nossa de quanto perigo já me livrei, ... ele voltou, abriu um sorriso ..... e n c a n t a d o r ......, depositei minha taça no muro e me enrosquei no pescoço dele, e me ofereci para ser beijada, e me entreguei completamente àquele beijo, foi tão quente, carinhoso, ... quando nossas bocas se descolaram eu disse ... simplesmente... sim!!!... ele voltou a me beijar, senti uma leve impetuosidade no segundo beijo, acho que ele gostou .....

Demos a volta pela outra sala, passamos pela cozinha e nos despedimos da Jane e da Jandra, elas riram, nos deram beijinhos e subimos, para um dos quartos, no fim do corredor, alguém já tinha subido antes de nós, pois ouvimos sussurros vindos do outro lado, o Marcelo, já estava muito acostumado, porque elas nem disseram qual quarto usar e ele já estava com uma chave ... eu entrei, e olhei ao redor, ele fechou a porta e me puxou, me encoxando e beijando meu pescoço, me ajudou a tirar a bota, então tirei a roupa e fiquei só de calcinha, me ajeitei na cama e fiquei esperando, ele ficou totalmente nú, tinha um peito bem peludo, mas quase todo grisalho, deitou ao meu lado e me beijou e fomos nos beijando, aquilo foi esquentando, e ele me colocou para chupar seu pau, eu engolia ele todinho, mole, cabia todo em minha boca, estava com os pelos aparados, limpo, cheiroso, a medida que eu chupava ele crescia e endurecia, eu passava a língua em volta cabeça, sentia o gosto da baba que escorria, o pinto dele nem era tão comprido, mas era bem grosso, e a cabeça, vermelha, lustrosa, era muito grande, eu chupava e lambia e chupava mais ainda, engolia suas bolas, .... ele gemia. ... segurava minha cabeça e enfiava sua pica cada vez mais fundo, quase engasgava, mais pela grossura, ele socava, eu tomava cuidado em não machucar com os dentes.... então, ele começou a socar mais rápido, gemia, se contorcia ....eu pressentia, que ele ia gozar na minha boca, ele inundou minha boca, com muita porra, engasguei, cuspi, engoli um pouco, mas gostei, estava gostando, eu estava com o rosto e pescoço todo respingado, ele me lambeu todo, e me beijou, me abraçou forte, e nos beijamos demoradamente, senti que seu pau ainda estava duro, ele me pediu para virar e fiquei de ladinho, ele começou a me lubrificar, enfiava um dedo no meu cú, me alisava, passava bastante gel, lubrificou o pau e começou a forçar no meu cuzinho, a cabeça dele era bem grande e seu pau era mais grosso que o do Paulo, ... lembrei do Paulo, fazia duas semanas que não tinha notícias dele, ... senti uma fisgada mais forte, tinha entrado a cabeça, eu pedi para ele ir devagar, estava doendo, ele me atendeu, forçava um pouquinho e parava, sentia ele me rasgando, ... tentei falar ... gaguejei e misturei as palavras,... Ma Marcelo.. .aaaiiii, aaaiii Marcelo, dói, seu pau é muito grosso .... ele parava sussurrava nos meus ouvidos, passou uma perna por cima das minhas, e continuou, devagar, mas enfiando, eu sentia cada prega do meu cuzinho se desfazendo, se alargando, .... aaiiii iii iii, que pau grossso, aiii iii ii, senti quando ele enfiou tudo, seu corpo estava coladinho ao meu, seu caralho, grosso, duro, estava todinho dentro de mim, verti lágrimas de dor .... tá sentindo minha pica, tá sua putinha????...... tôoo eu disse, tá doendo Marcelo ..... ssshhhh, eu sei, espera que seu cuzinho vai se acostumar, relaxa .... sshhh ... relaxa ........... seu abraço era quente, forte, sentia seus braços me apertando contra seu corpo, a dor foi diminuindo aos poucos, comecei a relaxar, meu cuzinho foi se acostumando ... ele começou os movimentos de tirar um pouquinho e enfiar de novo, bombava bem devagar, com carinho mesmo, ....... senti sua pica me invadindo, bem devagar, sentia grossura dela, muito mais grossa que a do Paulo, me preenchendo, as vezes eu pedia para parar, depois ele recomeçava, apesar da dor, eu queria sentir aquele macho me dominando, me penetrando, ele estava sendo tão paciente, tão carinhoso, aaiii ... ele enfiou tudo em mim de novo, ia cada vez mais fundo, sentia seu pau todinho em mim, meu corpo pulsava e eu estava adorando dar meu cu novamente, eu me remexia, rebolava, a dor já não incomodava, ele continuava, bem devagar, tirava e enfiava, eu me contorcia, pedia mais, ele ia mais rápido agora, mais rápido, eu gemia, rebolava, nós suávamos muito, fazia calor e eu meu cuzinho ardia em brasa, sentia seu pau tão duro, ele enfiava fundo, a cada estocada eu chegava a pular, ele sussurrava em meus ouvidos, ...... dizia que queria me fuder muito, que eu era um viado muito gostoso, ele gostava de comer viado vestido de fêmea, sentia sua pica sair e voltar, eu gemia muito alto, pedia mais pica, mais pau, meu cu era todinho dele, a cada estocada ele alargava meu cu mais ainda, ........ sente essa pica no cu, ele dizia ......... então ele parou, senti espasmos no seu corpo todo, ele me apertava contra ele, sua pica crescia atolada no meu cuzinho e então........ ele gozou, encheu meu cu de de porra, e não parava .... continuou esporrando, estávamos ofegantes, pelo esforço, pela entrega, continuamos abraçados, ambos suados, ficamos assim algum tempo ... até a pica dele amolecer .... eu me sentia plenamente realizado, meu cu alargado e esporrado, me sentia realizada, plenamente, adormecemos nessa posição, ......... sonhei com o Paulo e com o Marcelo ...... não sei aguentaria dar para os dois na mesma noite, mas eles eram muito parecidos, carinhosos, mas eu fiquei pensando muito em fazer sexo a três ..... mas não sabia como .... talvez as meninas .... ................... amanhã quem sabe ....................

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

 

Um macho chamado Paulo - parte I

ando tão cansado..... preciso tanto me libertar ...

As primeiras coisas que fiz em minha nova vida, quando passei a viver só, foi frequentar lugares conhecidamente como redutos da comunidade gay. Eu precisava de aventura, queria um pouco de romance, queria me expor, mas não queria caçar, queria ser caçado. Para meu próprio prazer, passei a frequentar salões de beleza, adorava me depilar, fazer as unhas, conheci um studio onde podia me maquiar e me transformar numa crossdresser, só quem sabe e já provou pode dizer como é gostoso, excitante, tão prazeroso, experimentar as sensações reservadas ao mundo feminino, para nós CDs, é muito, muito gostoso.

Mas esses momentos, além de raros, duram pouco, pois nem todas Cds têm coragem de sair montadas pelas ruas, então, nos passeios que passei a ter, nos fins de semana, fora de casa, estava sempre vestido de sapo, alguma coisinha, muito sutil, para afeminar a aparência, era o máximo a que me encorajava, pois queria ser caçado, por um homem que soubesse o que estava caçando, que não tivesse dúvidas e que não houvesse constrangimentos depois.... claro, que por baixo da roupa de sapo, eu estava impecavelmente feminina, depilada, unhas feitas, calcinha, camisetinha ou blusinha, meia fina, tudo isso, imaginando que se o papo fosse agradável e a conquista bem feita, poderia me entregar e me derreter facilmente também.

Algumas semanas depois, quando eu já frequentava alguns lugares pela segunda ou terceira vez, é que comecei a ter mais coragem, ou para ir até a pista de dança, sozinho ainda, ou para acenar para pessoas que me reconheciam, eu ainda sentia muita dificuldade em perceber as diferenças entre as pessoas, por exemplo entre as moças e rapazes mais jovens, claro que percebia que eram casais gays, mas nem todos eram espalhafatosos e nem todos os passivos eram "super delicados" e nem todas as ativas era "masculinizadas", isso me assustava, pois eu tinha medo de iniciar alguma amizade e dar bola fora com gente que eu não conhecia, e com os homens mais velhos, então, era mais difícil, porque mesmo aqueles que tinham preferência em ser passivos, não davam na vista, pelo menos para mim, que estava em mundo diferente do que estava acostumado, muito diferente dos contos da internet e da imaginação que temos sobre essas pessoas. Por meu lado, eu queria deixar claro para o homem que me abordasse, que eu era passivo e que queria ser conquistado, mas não sabia como fazer, então passei a usar pequeninas coisas, que para um bom observador, perceberia minha inclinação, pois observação era o que mais se fazia nesses lugares. Então, passei a usar anel, relógio e pulseira femininos, prestei mais atenção nas roupas, nada de calças largas, caindo, camisas fora da calça, e assim fui tateando dentro desse mundo, totalmente novo para mim.

Comecei a frequentar livrarias, cafés, bares, boates, todos próximos dos ditos redutos da comunidade gay, procurei lugares abertos e com bastante movimento, pois não queria me meter com pessoas que se escondiam (principalmente casados, frequentadores de saunas e ocultos pela internet), eu procurava alguém que quisesse conversar, paquerar e não apenas combinar um local para transar e nunca mais se ver, e essas pessoas viviam escondidas, não iam a bares, não se mostravam, não era isso o que eu queria. Como não tinha amigos gays e não conhecia ninguém, tive que esperar as abordagens, o que acontecia pouco e não era o que eu queria. Aos poucos, porém, iniciei algumas amizades e foi através delas que passei a transitar melhor por esse mundo. Procurei me aproximar de homens e mulheres frequentadores das livrarias, e aos poucos, fui fazendo amizade com algumas pessoas, eu adoro história, leio muito e consequentemente sei um bocado de coisas, e encontrei pessoas que têm o mesmo gosto. Foi numa livraria que conheci a Jane, uma loirinha baixinha, que era namorada da Sonia, esta mais encorpada (rsrs), a Jane adorava história, antropologia, arqueologia, essas coisas, e procurava livros sobre a civilização maia, ah! pensei, é comigo mesmo, Maias, Aztecas e outras civilizações antigas me fascinavam, e ficamos tagarelando bastante tempo, e eu a ajudei a comprar dois livros, até um comprei um livro sobre civilizações antigas, foi quando a Sonia estava chegando (com cara de poucos amigos) e a Jane (me pegando pelo braço) me levou ao encontro dela para me apresentar, fiz o possível para parecer inofensivo, dei três beijinhos, e ela foi relaxando aos poucos, convidei-as para almoçar, pois seria uma ótima oportunidade de mostrar quem sou e ainda iniciar uma amizade.

Fomos almoçar num shopping ali perto, foi muito bom, rimos bastante, a Sonia até se desculpou pela maneira fria como me cumprimentou, eu aceitei, dizendo que ela estava certa, tem mais é que cuidar do que é seu, a Jane perguntava um monte de coisas sobre história, engraçado, e nunca me passou pela cabeça ser professor, acho que eu me daria bem nessa área, a Sonia já estava beirando os quarenta anos, e a Jane tinha 28, mais de 10 anos de diferença, eu observava o tratamento das duas, era muito interessante, a Sonia parecia interessada e atenciosa, será que um casal hetero com a mesma idade seira igual? ... e se fossem dois homens? ... , comecei a me interessar por essas coisas, e nos bares e boates comecei aprestar atenção nos casais, e no meu caso, como seria? ... estou com 52 anos, seria melhor alguém com a mesma idade? .... pensei, mais velhos... como seria? Voltando ao almoço, eu disse a elas que era recém separado, morava só e não tinha amigos, elas eram as primeiras pessoas com quem eu conversava depois da minha separação, a Jane se mostrou muito interessada, fiz um breve resumo, e perguntei se poderíamos trocar nossos telefones, pois como eu não tinha amigos, poderia convidá-las para outro almoço qualquer dia destes. A Sonia, sempre desconfiada, perguntou, como você mudou de lado de uma hora para outra? Então, tive que contar, um pouco mais sobre vinha vida anterior, as escapadas, as mudanças .... então, percebendo sua fisionomia, disse, Sonia, eu realmente não me interesso por mulheres, a não ser pela amizade delas, e tirei da minha pasta, o relógio, as pulseira, que eu costumava usar a noite, e confessei .... estou totalmente depilado agora, passe o pé em minha perna e comprove, e ainda estou de calcinha.... Elas ficaram brancas, pasmas, então a Jane caiu na gargalhada e disse, ... então agora você é totalmente ..... sim, eu disse, não precisa dizer, sim, é minha preferência agora, e ela retrucou ... e se você tiver uma recaída ... por exemplo ... se você encontrar a mulher que é o seu tipo ..... eu a interrompi dizendo ... meninas ..... por favor .... eu já tentei isso ... já passei pela fase de dúvida, já tentei .... fui, tentei, mas realmente, não me interessa mais ... não sinto atração e nem prazer, admiro as que sejam belas, mas elas não me atraem, mesmo que eu esteja trancado com uma delas num quarto, não vou atacá-la, ao contrário, vamos chorar juntas e ficaremos amigas ..... entende meu drama ... ? Eu poderia ter me separado mais cedo, mas não tinha coragem, deixei passar muitos anos, poderia ter aproveitado mais, mas não fiz, então vou tentar agora... e a primeira coisa a fazer é criar novas amizades ... pelo menos é o que eu penso ...... trocamos os telefones, nos despedimos e elas prometeram me apresentar aos amigos, me parecia promissor ... estava contente, mas em pleno sábado, às 4 da tarde, não sabia o que fazer, eu planejava ir numa boate, que só abria as 11 da noite, então resolvi ir num studio, me montar e me maquiar, poderia passar algumas horas agradáveis, fazer uma massagem, seria muito gostoso, além do que, eu precisa cuidar muito bem do meu rosto, pois nos finais de semana chegava a fazer a barba duas vezes no dia, isso era muito ruim, olhar no espelho e ver os pelos crescendo era horrível.

Cheguei em casa super relaxada, agora iria tomar uma banho bem quente, hidratar minha pele e sair, quem sabe conhecer pessoas novas nessa boate. Pensei em convidar as meninas, mas achei que seria melhor esperar por um convite delas, então, me arrumei e lá pelas 11 e meia saí de casa, deixei o carro em casa e peguei um táxi, como era noite, e estava indo para uma boate, resolvi passar um batom rosa, bem clarinho, esse era um dos meus fetiches agora, adorava sentir meus lábios com gloss ou batom, era excitante ... muito excitante ... ao chegar no local, peguei o cartão de consumação, comprei uma água e tomei ela toda, é sempre bom estar hidratada e principalmente se fosse beber, não sabia se iria ter companhia ou não, percebi que nessa boate, a grande maioria era de jovens, muito jovens por sinal, o que me deixou levemente deprimida, um ou outro homem que passava estava acompanhado, até fui abordado por uns carinhas, mas ao se aproximar de mim, eles já percebiam a minha sacada e se afastavam, um ou outro puxava conversa de dois minutos, ... achei particularmente engraçado o comentário de um rapaz, com menos de 30 anos, falamos por alguns minutos e ele quase bêbado, me veio com esta ... aaiii, homem hoje em dia tá difícil!!! (eu pensei, ué, tinha que ser difícil mesmo, porque os homens que sobraram estão sendo disputados por nós e pelas mulheres, .....) e se afastou para dançar..... fiquei apreciando o movimento, por volta das duas horas da manhã, a casa já devia estar lotada, muita gente na pista, no balcão e nas mesas, e como tinha muita gente sózinha na pista, resolvi me mexer um pouco, a musica era forte e animada, tentei acompanhar o ritmo, alguns grupinhos se davam os braços e pulavam juntos, alguém do meu lado pegou no meu braço e juntos tentamos repetir os passos do outro grupo, foram 3 minutos de euforia, quando terminou, nos afastamos, eram 3 homens e uma mulher, eles estavam muito suados, já estavam pulando a mais tempo, fiquei só no meio da pista e fui me afastando para o lado, a mulher voltou a cabeça e me achou, voltou um passo e me pegou pelo braço, me convidando para uma cerveja, chegamos na mesa, percebi que todos eles estavam meio altos, pelo menos mais do que eu estava, sentei entre a mulher e o homem mais velho, os mais novos sentaram juntos e se beijaram, não sei que cara eu fiz, mas ela foi logo explicando, eles estão apaixonados, ficam o tempo todo se agarrando, dei uma risada e falei que o amor era lindo, todos riram, ela pediu cerveja, os garçons trouxeram e anotaram na comanda dela, eu me ofereci para pagar uma rodada, afinal me considerava um visitante, todos riram e aceitaram a próxima rodada como minha.

Ela, que parecia líder da trupe, me apresentou aos demais, o casal era Ricky e André, o mais velho era Paulo e ela Monica. Falei que podiam me chamar de Pedrito (era mais charmoso, do que Pedrinho)... brindamos ao amor jovem, ao amor maduro, à cerveja gelada e outras coisas mais, Ricky e André voltaram à pista e eu, Monica e Paulo ficamos conversando, eles notaram meu anel, o relógio e a pulseira, eles também eram gays e não precisei dar maiores explicações, Paulo e Monica eram irmãos, mesmo pai, mães diferentes, ele arquiteto e ela psicóloga, Ricky e André trabalhavam no mesmo studio que ele, ela tinha um consultório na região da Paulista, ela tinha 55 anos, morena, meio gordinha, coxas grossas, braços fortes, peitos grandes, grandona, quase 1,70, e ele 52, bem mais alto, mais alto do que eu, barba, grande e cerrada, cabelos compridos, fortão, não parecia fazer academia, mas era bem grandalhão, parecia estar próximo de ficar obeso, a barriga acusava, mas não parecia muito cansado, eu estava curioso para saber se ele era comprometido, mas não tive coragem, então perguntei para ela se ela tinha namorada, ela disse que sim, que se chamava Ana e que estava de plantão no hospital ... tal (esqueci o nome) ... mas que me apresentaria logo mais, pois ela viria buscar ela e o Paulo, ..... então, quase ao mesmo tempo olhamos para o Paulo, ele esvaziou o copo de cerveja e antes de servir mais, disse que estava só ... e não queria falar nisso e perguntou sobre a minha história, .. suspirei e falei que tinha me separado há pouco tempo, mas que tinha esses desejos há muito tempo e estava tentando me encontrar, fiz um resumo da minha história recente ........ nesse momento Ricky e André, voltam e se esparramam na cadeira, tão suados, que dava para enxergar os mamilos por baixo da camisa branca, a Monica levantou e me puxou para a pista, entramos para dançar, mas atravessamos para o outro lado e fomos ao banheiro, percebi que o corredor estava lotado, muita gente saindo do banheiro e muita gente encostada nas paredes, alguém passou a mão na bunda dela, e ela me disse, se eu fosse ao banheiro, que era para esperá-la ali, se não fosse, se plantasse ali, até ela voltar.... esperei, 3 minutos depois, ela espia e vem ao meu encontro, ouvi beijinhos endereçados a ela, outras mãos esbarraram nela, ela me olhou e agradeceu, voltamos a mesa, então, dessa vez eu disse que iria ao banheiro, atravessei a pista, fui ao fim do corredor, e entrei no outro lado, todos se olhavam, a procura de um sinal, por mais imperceptível que fosse, muita gente, muita gente mesmo, não fui ao privativo, usei o mictório mesmo, os homens se olhavam, tinha fila de 3 ou 4, mesmo no mictório, procurei não olhar na direção de ninguém, chegou a minha vez, e ao começar o xixi, senti a mão roçar em minha bunda, bem devagar, procurei olhar para o lado, ninguém se olhava, terminei e me virei para sair, senti novamente, procurei não encarar, levantei apenas um pouquinho o rosto, era um loiro, bem alto, musculoso, com um risinho no lábio, me afastei e foi a vez dele, me senti estranho, nunca tinha me acontecido isso.... o corredor parecia mais cheio agora, pedi licença para passar, o cheiro de cerveja e de urina naquela parte da boate estava bem forte, senti algumas mãos na minha bunda, e um braço enlaçou o meu pescoço, quando virei o rosto, vi um homem negro, mais alto que eu, eu estava quase grudado nele, minhas mãos estavam em seu peito, tentei me afastar, percebi que ele apertava o braço com força e sua boca vinha em minha direção, então seu braço afrouxou de repente, um outro braço me puxava para longe dali, era o Paulo ..... estava branco, atônito, foi tudo tão de repente, agradeci .... ele me levou pela mão e entramos na pista, era musica lenta agora, paramos e ele me abraçou, dançamos alguns passos, ele perguntou se eu já estava bem, disse que sim, ele me beijou levemente nos lábios e me puxou para a mesa ....

A Monica foi logo perguntando, ele se perdeu ou ia ser devorado ...... caíram na risada, eu fiquei com cara de bobo, ri também, ela já tinha falado a eles que pela minha cara, quando ela foi ao banheiro, que se fosse comigo eu não saberia reagir, pois parecia um coelho assutado, .... ela corrigiu ... uma coelhinha assustada. ... as risadas aumentaram .... ficamos jogando conversa fora, eles foram dançar mais um pouco, a Monica com o Paulo, eu fiquei tomando conta das bolsas, duas musicas depois, ela voltou, dizendo que ele estava me chamando, eu falei que estava com vergonha .... então ela me pegou pela mão ... aproximou seu rosto, ficamos a um passo de um beijo, eu não podia acreditar que ela iria fazer uma coisa dessas .... então ela falou baixinho ..... vai lá agora boba, senão eu arranco tuas calças aqui mesmo ..... começamos a rir e eu fui ..... ele me esperava ao lado da pista, não disse nada, me pegou pela mão e eu encostei meu rosto no dele, ficamos assim duas músicas inteiras, ele me apertou contra ele, senti que ele estava excitado, então ele procurou meus lábios, me abri para recebê-lo, foi um beijo ardente, ele me apertou o quanto pôde, sua língua me invadiu, quente e forte, me deixando mole, suas mãos fortes me aparavam, paramos com as palmas, a banda estava se despedindo e anunciando o bis ...... já passava das quatro, era hora de ir embora ...... voltamos para a mesa, conversamos um pouco mais, pedimos a saideira, o Ricky e o André confessaram ter bebido demais e iriam chamar um táxi, a Monica e o Paulo me convidaram a aceitar uma carona, eles moravam na Pompéia e eu na Lapa, era bem perto (e eu esperava que ele me convidasse para ficar com ele), alguns minutos depois o telefone da Monica toca ... era a Ana dizendo que tinha chegado, levantamos e fomos ao caixa acertar as contas ...

Já na calçada, aquele bolo de gente, nos despedimos do Ricky e do André, e atravessamos a rua, a Ana estava de pé ao lado de um Citroen Picasso, preto, ela era loirinha, baixinha, menos de 1,60m, bonita de corpo, cinturinha ... muito bonita mesmo, achei mais bonita ainda quando soube que ela tinha 40 anos, sinceramente não acreditei, ... mas também não pedi o RG, ... assim que chegamos perto ela se pendurou na Monica e lascou aquele beijo, eu e o Paulo ficamos esperando a cena terminar, depois a Monica me apresentou e entramos no carro. Elas entraram e a Ana perguntou se queríamos ir ao apto delas, pois amanhã era domingo, elas não tinham compromisso e ela prepararia um super almoço, eu estava meio sem jeito, recusei, pois tinha acabado de conhecê-los (e depois queria ficar a sós com o Paulo, mas percebi que eu seria o primeiro a ser levado), enquanto estávamos a caminho o Paulo me perguntou se eu teria compromissos nesse fim de semana, ... eu disse que não, esperando que ele fizesse algum convite .... então, quando estávamos chegando perto do meu prédio, ele perguntou se eu faria um cafezinho para ele, ... olhei e não acreditei... respondi que sim, era só dizer quando e onde ..... então ele me beijou e disse ... agora e na sua cafeteira ..... antes que elas dissessem alguma coisa, ele disse que iria apenas tomar um café e depois iria para casa de táxi, ... pedi para Ana entrar na garagem do prédio, pois assim não teríamos que ver o porteiro, já no subsolo descemos e nos despedimos, ninguém nos viu subir no elevador, e elas foram embora ....

Chegamos, eu estava supercansado, mas também estava super afim, perguntei se ele queria tomar uma ducha, ele aceitou, ... eu disse que colocaria o café para fazer e também iria me lavar, dei uma toalha prá ele e fui procurar alguma roupa que servisse, eu era tamanho 4 e ele tamanho 5, achei uma bermuda de moleton meio velha e emprestei meu velho roupão, deixei a roupa no banheiro e fui fazer o café, preparei e liguei a cafeteira, voltei ao banheiro perguntei se podia entrar, ele respondeu que sim, eu entrei e ele saiu do chuveiro e estava enrolado na toalha, então me despi, e fui tomar a ducha, ai, estava uma delícia, água bem quente, uma gostosura, quando saí, vesti uma calcinha tipo shortinho e um robe curto, ele me esperava na sala, peguei-o pela mão e fomos à cozinha, servi o café e esperei ... ele elogiou, e disse que queria passar a noite comigo, pois já estava de olho em mim antes mesmo de eu ir para a pista a primeira vez, pediu para a Monica descobrir que apito eu tocava, mas nem precisou, tudo ficou mais fácil quando perceberam eu me dirigindo para a pista, eu fiquei corado de vergonha, mas satisfeito, porque alguém tinha me notado ... ele terminou o café e me puxou para sentar no seu colo, nos beijamos novamente, como da primeira vez, então, eu sussurrei que ele viesse atrás de mim, fomos até o quarto, ele se livrou da roupa e tirou meu robe ... nos deitamos e ele ficou me acariciando o rosto e me beijou novamente, abraçou-me e deitou sobre mim, senti seu membro, muito duro entre minhas coxas, ele então me despiu a calcinha, e beijou minha barriga, foi descendo, chupou meu pinto, minhas bolas, e lambeu meu cuzinho, eu já estava rebolando, gemendo, suspirando, antes que ele começasse a me penetrar, peguei seu rosto com ambas as mãos e pedi para não me machucar, e dei a ele o creme, ele me beijou e disse que seria muito carinhoso, que eu relaxasse, ele não iria me machucar ... então ele lubrificou meu cuzinho, a portinha, por dentro, enfiou um dedo e brincou, lambuzou meu cu, enfiava e tirava, eu só via estrelas, estava me deliciando, então ele disse que ia tentar, pediu que eu relaxasse, inciou a penetração, meu cuzinho acusou o golpe, estava doendo, fazia tempo que eu não era penetrado, pedi para esperar, ele procurou me acalmar, passava a mão em meu peito, eu respirava fundo, ofegava, ele recomeçou, senti que a cabeça de sua pica tinha entrado, doía, mas eu queria suportar, as lágrimas brotaram, ele perguntou se era melhor parar, eu disse que não, era só um pouquinho de paciência, ele me beijou, aos poucos meu cuzinho foi se acostumando, eu o abracei e fui puxando sobre mim, bem devagar, senti sua pica me invadindo, bem devagar, sentia grossura dela, me preenchendo, as vezes pedia para parar, depois recomeçava, apesar da dor, eu queria muito dar meu cu para ele, queria sentir um homem, um macho me dominando, me penetrando, queria ser fêmea naquele momento, e ele estava sendo tão paciente, tão carinhoso, aaiii ... senti sua coxas grudarem nas minhas, ele enfiou tudo em mim, sentia seu pau todinho em mim, chegava a sentir ele bater no estomago, doía menos agora, meu corpo pulsava e eu estava adorando dar meu cu novamente, ele me disse que adorava eu ser apertadinho, então ele tirou um pouquinho e enfiou de novo, eu me remexia, a dor já não incomodava, ele iniciou os movimentos, bem devagar, tirava e enfiava, eu me contorcia, pedia mais, ele aumentou a frequência, mais rápido agora, mais rápido, eu gemia, rebolava, ele suava muito, seu suor respingava em meu rosto, sentia seu pau tão duro, ele enfiava fundo, a cada estocada eu chegava a pular, ele me beijava, sussurrava em meus ouvidos, ...... dizia que queria me fuder muito, me fazer seu viado, eu já estava abraçado enrolado em seu pescoço, sentia sua pica sair e voltar, ele parecia exausto, sentia ele cravar fundo sua pica em mim, eu gemia cada vez mais alto, pedia mais pica, mais pau, queria dar meu cu todinho prá ele, a cada estocada ele alargava meu cu, eu gritava ... me dá sua pica, enfia no meu cu, então ele gritava, .... toma sua puta, sente essa pica no cu, ele tremia todo, senti sua pica inchar e então ele gozou, me inundou com jatos de porra, quente, grossa, muito quente, continuou esporrando, então sua respiração diminuiu, ele se deixou jogar sobre mim, eu acolhi seu leitinho no meu cu e seu corpo no meu, ambos suados, ficamos assim algum tempo ... até a pica dele amolecer .... eu me sentia plenamente realizado, meu cu alargado e esporrado, me sentia realizada, plenamente, eu sentia como meu corpo liso junto ao dele todo peludo, me fazia arrepiar, me sentia a própria fêmea, subjugada, conduzida, penetrada ..... e felizzzzz ... sentia sua porra escorrer para minhas coxas, virei de lado e adormecemos ..... amanhã seria outro dia .....

apedrito007@hotmail.com

Shirley: hoje sou serva

Chamo-me Shirley, nome fictício, pois sou conhecida onde moro: Alphaville/São Paulo. Tenho 28 anos e casei-me com a idade de 21, tenho um casal de filhos até agora e pretendo poder ter pelo menos um (quem sabe de meu DONO, rsrsrsrs). Meu marido chama-se Ciro, é um homem extremamente amoroso e que constantemente demonstra o quanto me quer bem. Trabalhador tem como função atual ser gerente de uma empresa de consultoria empresarial em São Paulo capital. Ele tem um ano a mais que eu na idade e, posso dizer a vocês que nos combinamos muito bem, realmente afirmo que nascemos um para o outro. Bem gosto demais dele, mas existem fatos que acontecem em nossa vida que mudam totalmente o rumo em que vivemos.

Eu fiz uma sinopse do que aconteceu, mas meu DONO que a colocou com coerência e em seu lindo estilo a narrativa abaixo, a fez corretamente e sob a forma de CONTO. Por ordem D’Ele contarei desde o começo como virei escrava, garanto que é a mais pura verdade o que relatarei abaixo, procurarei ser a mais coerente possível com tudo que me aconteceu, para poder transmitir a vocês a vida interessante que hoje levo, servindo a um DONO que me dá só prazer e alegrias mil e tendo um marido realmente companheiro e que o amo. Vivo uma vida diferente, eu sei, talvez não consigam entender essa minha forma de ser, mas posso dizer que eu também às vezes não me entendo, apenas sei que é maravilhoso tudo que me acontece... Tenho experiências que me causaram admiração pela forma que ocorreram e que dariam para fazer um livro se as contasse integralmente, mas aqui é um breve relato.

Há cerca de três anos começou para mim uma nova vida, virei escrava de um homem charmoso e inteligente ao extremo, é um relacionamento que me satisfaz muito, mas que teve um início bastante atribulado. Meu esposo até hoje nada sabe e nem desejo que venha saber, pois seria uma imensa desilusão a ele e, não desejo magoá-lo. Sou bem branquinha, embora esteja quase sempre bronzeada, pois vamos às praias de Santos a cada quinze dias aproximadamente, cabelos lisos negros até o ombro. Meço 1.69, sou magra (58 kg) tipo mignon, de bundinha arrebitada e seios tamanho médio, procuro sempre estar na moda e bem sensual. Gosto de me exibir, de chamar a atenção dos homens e das mulheres também, porque não, embora até conhecer DOM GRISALHO tivesse sido totalmente FIEL ao meu marido. Sempre gostei que todos me olhassem e ficava muito satisfeita intimamente quando mexem comigo na rua, por isso, sempre usei roupas bem provocantes, que delineiam minha sensualidade. Tenho olhos azuis claros e um rosto de menina sapeca. Formei-me em Pedagogia e andei dando aulas em alguns colégios como professora substituta, mas não pude continuar porque além de me pagarem mal, eu precisava cuidar das crianças e da casa. Sinceramente confesso que até conhecer o meu DONO, depois que me casei nunca havia saído com outro homem senão meu esposo. Confesso e acreditem é verdade mesmo! Mas de três anos para cá, sou outra mulher, que conheceu um verdadeiro homem que me satisfaz e me dá prazeres que nunca ousei experimentar, aliás, nem sabia que existiam tais prazeres...

Como falei, gosto de ser desejada, mas abortava de forma dura os que tentassem alguma coisa a mais que gracejos, ostentava uma aliança bem bonita e grande para que vissem que sou casada e não se atrevessem a tentar alguma coisa mais ostensiva. Essa forma de que sou, bem sensual é desejo de meu marido também, porque gosta de exibir-me como um troféu e despertar inveja de quem nos vê e com isso fica muito orgulhoso de mostrar-se ao seu meu lado, eu percebo que ele se excita vendo-me desejada, eu diria que é um fetiche nosso, pois tanto Ciro quanto eu adoramos esse despertar nos homens em especial, e nós dois ficamos excitadíssimos quando notamos esse “frisson” e sempre que podemos, agimos assim, independente do local que estamos. Eu sou exibicionista por natureza e meu marido gosta de mostrar-me, rsrsrsrs. Nunca conversamos sobre esta nossa fantasia, apenas fazemos...

Embora tenha um jeitão de ser malandrinha, tive poucos namorados antes de conhecer Ciro e apenas com um fiz sexo, mas depois de casada permaneci totalmente fiel, pois como eu disse, meu marido era suficiente para mim. Bem isso foi verdade até conhecer DOM GRISALHO. Não digo que não desejava outros homens, mas entre o desejar e o fazer havia uma distância enorme que não me atrevi a transpor. Nunca aconteceu, até...

Vamos lá, contarei como foi o início. Eu e Ciro fomos a uma confraternização familiar, aniversário de minha cunhada, irmã mais velha do meu esposo, sem filhos, divorciada e que mora com a mãe. Minha sogra é engenheira arquiteta de grande prestígio e viúva há alguns poucos anos. Residem no mesmo bairro que nós, a casa em que moramos é presente de meu falecido sogro quando nos casamos. Naquela ocasião minha cunhada já morava com eles aproximadamente uns seis meses, desde que se separou do companheiro e voltou para a casa dos pais.

Eu naquele dia estava muito excitada, provavelmente em razão de estar ovulando, e ainda mais depois de um banho reconfortante e complementado por um creme delicioso no corpo. Coloquei uma roupa sensualíssima como meu marido já me havia pedido, ele em reunião intima gostava de mostrar-me e despertar tesão em seus familiares. Escolhi uma roupa linda, bem chamativa, diria até exuberante: um conjunto azul claro que combinava com meus olhos e que deixava um bom pedaço de minha coxa esquerda exposta e sem sutiã, com um decote que deixava também metade de meus seios à mostra. O conjunto adequado ao meu corpo - ficou bem torneado em mim, tinha um corte do lado esquerdo que ia até encima e quando eu cruzava as pernas dava pra ver até a calcinha se eu deixasse... E, como complemento Ciro escolheu uma lingerie bem curtinha que combinava com o que eu vestia. Era azulzinho também, fio dental que entrava bem em minha bundinha, foi comprada por meu marido e que me pediu para usar.

Quando lá chegamos, senti diversos olhares em minha direção, aliás, como sempre acontecia; mas desta vez eu notei alguma coisa diferente no olhar de seu Antonio, sogro de meu irmão, especialmente. Ele sempre pareceu olhar-me com certo fervor, mas eu entendia aquilo como um elogio e até o provocava brincando, mas naquele instante, ele me comeu com os olhos de forma fixa, diria até exagerada. Depois eu percebi seus olhos me seguindo por diversas vezes na festa. No início, lisonjeada, permiti até que dissimuladamente, ele visse parte de minha calcinha quando se posicionou à minha frente, mas com a sua insistência já estava se tornando inconveniente, com os seus olhares firmes e constantes, aquilo me incomodando mesmo, fazendo-me já esquivar-me dele. Ciro perdia-se em conversas com amigos e de vez em quando aparecia e me dava um beijinho no rosto e cada vez mais bêbado com um copo de whisky ou sei lá o quê na mão. Eu estava com tesão a flor da pele e procurava excitá-lo dizendo à ele “... quero-te inteiro logo mais, hem", ele ria e continuava bebendo. Aquela noite eu queria transar com meu marido de forma intensa, estava precisando. Foi depois de uma dessas aparições de Ciro que seu Antonio surgiu por trás de mim sem que eu tivesse percebido. Ele me segurou pelo braço me apertando com certa força ao mesmo tempo em que dizia “eu sei que você trai o Ciro” “o Senhor está louco seu Antonio e está me machucando, 55 anos é muito novo pra ficar gagá, hem”. Tentei ser sarcástica pra disfarçar minha surpresa indignada. Ele falou mais ou menos isso “eu vejo esse seu jeito de piranha metida e vou te provar, eu tenho fotos suas com um camarada”. Eu estava perplexa. “eu nunca traí o Ciro, e que negócio é esse de me chamar de piranha seu Antonio? O senhor está bêbado?”. “E aquelas fotos com aquele cara?”. “Que fotos, o Senhor tá louco ou bêbado como o Ciro?". “Eu te mostro, vamos lá encima no terceiro andar, no meu escritório”. Embora não quisesse ir porque não haveria foto nenhuma, mas fiquei de certa forma curiosa, poderia ser outra pessoa e ele estava achando que era eu, sei lá, ou uma montagem, coisa tão comum hoje em dia. Olhei ao redor para chamar o Ciro para ir conosco, mas ele havia sumido de novo. Pedi que ele me soltasse e chamasse o Ciro ou alguém e deu pra ver o vermelhão no meu braço pela força que ele me apertou. Eu fiquei mesmo chateada. “O senhor ta pensando o quê para me apertar desse jeito?”. Ele alegou que o Ciro estava bêbado pra fazer algum juízo e que se tratava de algo muito sério e que não gostaria de prejudicar meu nome aos parentes e amigos; pediu mais delicadamente para que eu subisse na frente me empurrando levemente. “Vamos lá ver e você me prova minha querida, que realmente não é você e eu lhe peço desculpas então”. “Vou sem vontade de ir, para provar ao senhor de que sou uma mulher séria e que nunca deixe de cumprir minha função de esposa fiel e não deixar dúvidas alguma sobre meu comportamento, mas depois irei contar ao Ciro o que está me falando”.

Então, resolutamente segura, ofendida e irritada, comecei a subir rapidamente as escadas. Dava pra ouvir o barulho da respiração de Seu Antonio logo embaixo de mim na escada. Eu não parava de pensar que aquele velho estava ficando maluco e podia estragar meu casamento por uma cisma injusta. Ao mesmo tempo em que, não sei muito bem por que, a respiração ofegante dele atrás de mim, embora me fizesse surgir o pensamento: “velho tarado” já quase chegando à porta, sentindo que ele poderia estar vendo, e estava com certeza vendo minha calcinha enquanto eu subia, excitou-me e eu fiquei envergonhada e quis voltar, mas ele não deixou me impedindo a passagem e já estávamos quase na porta que fica exatamente no fim das escadas. Ele se mostrava bem mais agressivo. "Não! agora você vai lá ver sua putinha e me explicar que fotos são aquelas". Certo medo surgiu-me, mas eu já começava a acreditar na merda das fotos. Mas que fotos? Seu Antonio, que negócio é esse de putinha? Ele abriu com força a porta e me empurrou para dentro acendendo imediatamente uma luz. Quando ele me empurrou mais uma vez eu acabei me desequilibrando e caí sentada na poltrona e meu vestido subiu colado no corpo, aparecendo toda minha perna esquerda e parte da calcinha. Um medo estranho, desconhecido, foi tomando conta de mim. Pensei: o homem está louco! Parecendo sempre reservado e sério, o homem deve ser na verdade um maníaco como os seus pacientes, era psicólogo criminal, com trabalho no governo estadual dedicando-se a tratar de presos com diversos graus de desequilíbrio mental.

O olhei de forma dura e pude ver nos olhos dele um olhar de bicho encurralando uma presa e um novo tremor de medo percorreu-me a espinha. Ele é um doido e vai me matar! O barulho de vozes e o som lá embaixo parecia oferecerem a cumplicidade que seu Antonio desejava naquele momento. Eu me levantei rapidamente me recompondo, ajeitando o vestido pensando em como sair dali, quando veio o primeiro tapa no meu rosto, sim isso mesmo um tabefe dolorido. O inesquecível primeiro tapa... “não tem foto porra nenhuma não, mas eu sei que você é uma putinha e trai descaradamente o Ciro. Olha essa roupa! piranha metida!”. É o que posso me lembrar de tê-lo ouvido dizer entre outras coisas. Eu estava zonza com a tapa e com medo crescente. Que eu podia fazer para sair dela era o que me vinha a mente.

Quando algo completamente inusitado meu algoz o fez, pude vê-lo desafivelando o cinto e abaixando a calça e a sua cueca com rapidez e surgir já surpreendentemente ereto, um pênis maior do que o do meu marido, aliás, muito maior. Lembro-me de ter-me impressionado nos breves segundos com a envergadura do membro, já que pude olhar com nitidez. Causou-me espanto estar já tão duro. Não esperava de causar-lhe tal efeito, confesso. Ameacei gritar, cheguei a soltar um grunhido mais alto, mas ele se aproximou mais e com a mão esquerda tapou minha boca e enfiou a mão direita pela abertura do meu vestido e me tocou por cima da calcinha “não falei que era uma putinha... já tá toda meladinha só de estar comigo aqui nessa situação, olha só. Olha a calcinha da piranhinha toda enfiada no cu, por que tá toda molhadinha? Eu sei por que putinha. É porque quer me dar piranha". E puxou-a mais para cima, enfiando mais, puxou pela parte da frente mesmo a calcinha. Eu me contorci para frente de dor. Eu estava desnorteada e me estranhando, um tanto surpreendida por estar tão excitada e desequilibrada com aquela situação, tentando tirar suas mãos fortes, embora maduras, fortemente presas em mim. Não há como alguém possa imaginar o meu transtorno naquele momento, não tinha a mínima idéia como agir e o que fazer para sair daquela situação em que me encontrava. Mil pensamentos iam e viam em minha mente, será que eu seria estuprada? Será que eu seria morta? Seu Antonio era um louco completo, o que ele faria comigo. Tentei dialogar, mas a minha voz não saia de tão estupefata que estava...

Uma mão na minha boca e outra entre minhas pernas, achando tudo muito estranho por essa minha reação, que incompreensivelmente, quase que instintivamente, apesar de todo medo, eu abri mesmo um pouco mais a perna para quê ele tocasse melhor, para sentir enfim aquele dedo, ou aquela mão insistente... Ele ameaçou um sorriso, mas num impulso de consciência, num ímpeto de moral e pudor, eu tentei me desvencilhar para sair e pensei em voz alta: o senhor está me violentando! Foi quando ele abriu o sorriso e me soltou, eu cambaleei e Ele desferiu um novo tapa, agora no outro lado do rosto, e dessa vez mais forte, que me fez sentar novamente tonta na poltrona. Ele se aproximou cada vez mais, sua mão direita forte se enroscou no meu cabelo por trás da minha cabeça me puxando de encontro ao pênis que parecia estar cada vez mais duro e ordenou falando várias coisas sem parar “chupa piranha, anda cadela, eu sei que você quer chupar, eu sei de que você é devassa! Chupa, anda, pode chupar que eu sei que você quer. Shirley ninguém vai saber que você é uma puta e me de uma chupada e logo, vamos. Eu estava mentindo sobre as fotos, mas que você é uma puta eu sei, e vai trair o Ciro agora pela primeira vez. Vai, pode trair ninguém vai saber". Dizia isso entre outras coisas que não me lembro bem. Ele me pegava com força pelo queixo com a mão que não segurava o cabelo e aproximava mais a minha boca. Um pênis enorme, completamente duro... Eu não imaginava que seu Antonio, com aquela idade e tão respeitado, fosse ficar assim tão duro e por minha causa e dizer aquelas coisas... “piranha! Eu sei que você é mesmo uma cadela e quer chupar! Está louca para chupar! Anda! Chupa! Ninguém vai mesmo saber.”.

Tudo me chocava... E excitava de uma forma que não sei explicar, pois estava com tesão a flor da pele, e já estava assim desde o período da tarde de hoje. Eu percebia o quanto estava sendo humilhada e tentava virar o rosto fortemente seguro por ele, mas minha indignação e medo aos poucos foram estranhamente minados e surpreendentemente sendo superados por um desmedido e inebriante prazer e uma impensada curiosidade; uma onda que começou a me envolver e que até então eu não conhecia e que ia se apossando de todo meu corpo, me tirando as forças, me fazendo mole e fraca. Eu estava tonta sem ter bebido nada. Minha cabeça girava, não tinha idéia do que fazer. Estava sem saber como sair dele. A tentação maior a cada segundo, começando o superar o medo que eu sentia pela situação. No exato momento que Seu Antonio mais uma vez repetiu, me falando para lamber seu pênis e a minha cabeça desvairada, estava me convencendo de vez que eu queria aquele membro, comecei a desejar de forma imensa, mas que faria, Seu Antonio é sogro de meu irmão, se Ciro descobrir, se minha família vem a saber. Outra ordem de forma incisiva: “chupa puta, que ninguém vai saber...”, eu, já entre lágrimas, a mim mesma mais uma vez surpreendi, quando por fim, não ofereci mais resistência e fiz o que meu corpo desejava muito mais do que minha razão podia comandar...

Perdi o medo e a vergonha da situação, e deixei os instintos predominarem e coloquei a boca em direção ao que Seu Antonio desejava e insistia. Não era mais dona de mim e meus lábios se aproximaram daquele pau imenso e comecei a chupar devagar, curiosidade e receio ao mesmo tempo, incrível, o receio de quem comete um crime, aos poucos, bem devagar, mas com um prazer crescente ao som dos gemidos que ele mostrava e falava... Lembro-me bem que nesse momento levantei os olhos para vê-lo melhor e à sua reação e, o vi mordendo os lábios, gemer mais alto e fazer que sim com a cabeça, como que aprovando e dizendo delicadamente “pode chupar...”. Então, estremeci de tesão puro e com o instinto dominando-me, envolvi a cabeça do pau de Seu Antonio todinha com meus lábios e, chupei, chupei a cada instante com mais vontade e sofreguidão, com meus olhos tentando ver seu rosto e a aprovação dele e vi que me olhava satisfeito enquanto murmurava vitorioso e sorridente entre gemidos "isso, puta, agora sim, assim que se faz putinha. Que delícia! Eu sabia, eu sabia... Eu sabia Shirley que tu eras uma puta mesmo! Que delícia te ver assim. Que boquinha! Putinha! Linda! Piranha! Assim... que delícia!” E eu chupava já completamente molhada e languidamente entregue, submissa; acho que surpreendendo até a Ele pela volúpia e devassidão que estava a tomar conta de mim.

Chupava com gosto sentindo o leve aroma de perfume que exalava dos pelos de sua virilha. Ainda surpreendida, mas já completamente envolvida pelo prazer, inclusive as coisas que ele falava já não sentia ofensa e um lado do rosto latejante e vermelho pelo tapa que ele dera. “ta muito boa essa boca, sua vadiazinha linda.”. Ele tirava o pau da minha boca e mandava que eu lambesse o saco e eu obedecia entorpecida, desfalecida, entregue, ávida, prazerosa. Lembro-me que ele falava sem parar e suas palavras iam me excitando loucamente cada vez mais. “Isso, assim puta! Humm, muito bom, chupa muito bem, cadela, tem vocação profissional, eu sabia. Piranha mesmo, eu sabia! Aquele viadinho do Ciro... não sabe e nem vai saber. Pode ficar tranqüila Shirley, você é mesmo vadia, pode chupar. Chupa!”. Num ato mais nervoso e parecendo super-excitado, ele largou do meu cabelo com a mão direita sem que tirasse sua virilha do meu rosto e bateu entre meus joelhos com força para que eu abrisse mais minhas pernas. Eu, ainda inibida, mas já sem pudor, abri vagarosamente até abrir tudo e ele enfiou por entre elas sua mão atrevida e massageou com força meu clitóris e depois enfiou um dos dedos me fazendo gemer de dor e surpresa, e eu chorei mais ainda. "Puta merda. Shirley como é gostosinha a vadia. Bucetinha do jeito que eu gosto: pouquinho pêlo e encharcadinha, tenra e macia. Agora levanta piranha, aquele corno do Ciro não te dá o que você precisa. Por isso tu és tão metida, cadela! Anda, levanta senão vai levar outra tapa e desta vez bem mais forte. Sei que é vadia!".

Eu levantei obediente e tremendo de tesão sem parar mais de chorar e gemer. Eu estranhava os termos pesados para serem utilizados por Seu Antonio, Ele é um psicólogo de renome na cidade. O pouco que o conhecia não tinha absolutamente nada a ver com aquele Dr. Antonio daquele momento. Eu não tinha idéia daquele Dr. Antonio. Mas eu estranhava mais ainda o fato de eu estar gostando daquele jeito e querendo mais ainda... Minhas pernas balançavam mesmo, pareciam que iam se curvar involuntariamente. E meus joelhos chegavam mesmo a se curvar levemente. O medo que eu sentia ainda era enorme, mas mesmo assim, menor que o prazer. Nesse instante, uma coisa me invadiu e eu queria só obedecer. Não me perguntem por que de tanto prazer, não sei mesmo explicar. “Apóia as mãozinhas na mesa e vira a bundinha para cá pirainha”. Ele ordenou dessa vez delicada e estranhamente. Eu obedeci rapidamente, e tamanho já era o tesão que eu resolvi ajudar e eu mesma suspendi com dificuldade o vestido apertado até acima da cintura. Ele deu uma gargalhada mais forte. “Agora já ta doida que eu lhe enfie logo a pica hem, és vagabunda e Eu sabia. É uma piranha mesmo, Eu já desconfiava a muito tempo... Eu sabia... Vai me dar muita alegria. Mais do quê Eu pensava... Quanto tempo Eu perdi que ainda não fudi essa buceta... Mas não é assim tão fácil a você, sua puta, antes você vai levar um castigo por ser tão piranha e trair meu querido Ciro assim. E por ter sido mais fácil do que eu pensava, cadela mesmo!”. Sorria e dizia isso ao mesmo tempo em que se debruçava na mesa comigo no caminho, até achar e pegar uma régua de madeira e começar a bater nas minhas nádegas com força com a tal régua. Sem motivo, só pelo prazer de bater e me ver sofrer. Eu comecei a chorar de soluçar mesmo. Era uma dor lancinante, cortante, que eu não esperava sentir um dia... E com um prazer que eu não esperava de sentir também... O medo do que Ele ainda pudesse vir a fazer comigo se juntava a um tesão incomparável e talvez isso fizesse com que eu tremesse cada vez mais a cada silencio que precedia mais uma “reguada”. Eu soltava entrecortada de dor, lembro-me bem, algo como um ai, que saía fechado e chorado da minha boca, que em bico, era molhada por lágrimas, saliva e suor. O barulho lá embaixo parecia aumentar para abafar meus soluços “chora baixo cadela, senão vou fazer você engolir a merda dessa régua”. Consegui segurar um pouco o choro, mas a tremedeira não. Ele encostava com força a régua nos meus lábios reprovando os sons que por ventura saíam mais altos da minha boca e depois voltava a bater misturando o som das tapas a suas risadas e frases. Eu sofria, mas inacreditavelmente, sentia um prazer que me desfalecia e entorpecida. E o medo? O medo estava ali também sempre na expectativa do que mais viria. Ele seria completamente louco? O que mais faria? Mas eu passei a ansiar para que Ele mandasse só para que eu pudesse obedecer; tonta de prazer, desejo e medo. E o prazer de obedecer cegamente nunca mais saiu de mim. Eu nunca tinha tremido daquele jeito. Tremia de prazer e medo... Era tarde para voltar atrás. Eu não queria mais voltar atrás, que me matasse de prazer. Eu me entregara de vez ao Seu Antonio, o queria mais, faria tudo que Ele mandasse.

Foi quando ele se aproximou mais e senti sua mão puxando a calcinha para o lado e encostar o pau enorme. “como treme hem cadela! Adoro putas que tremem assim”. Eu não tremia assim antes, foi dali para frente. Devia ser uma reação do medo associado ao tesão. Sei lá, de repente me fez ver estrelas enfiando tudo de uma vez na minha xana assim por trás e logo em seguida começou os movimentos de vai-e-vem com força me fazendo gemer e mexer sem parar, quase gozando, puxando ele pra junto de mim, empinando-me mais para trás. Eventualmente, eu conseguia que uma das minhas mãos deixasse de se apoiar na mesa para puxá-lo mais para dentro de mim ou para massagear meu clitóris, adicionando mais prazer ainda. Eu nunca tinha sido penetrada por um pau tão grande. Eu nunca havia apanhado assim e não sabia que ficaria tão excitada com isso, que estaria tão submissa, que teria tanto prazer. Ele não parava de me bater na bunda, agora com suas mãos fortes, puxava-me pelo cabelo, dava risadas olhando diretamente para mim e falando coisas, xingando sem parar. Enfiava o dedo na minha boca que eu chupava gulosamente, dava tapinhas na minha cara, até que se inclinou todo por sobre as minhas costas, puxando pelo lado esquerdo do cabelo para que eu oferecesse o meu ouvido e falou mais baixo e num tom mais grave “você agora é minha putinha, Shirley minha piranha. Eu sou seu Dono. Seu Dono! Ciro não saberá de nada e continuará sendo seu marido corno sem saber de porra nenhuma. Ouviu piranha?”. Eu não falava nada, só gemia, estava quase gozando, me inclinava mais para traz pra que ele entrasse todo e ele ria parecendo vitorioso. Ele perguntou mais uma vez “Shirley ouviu, responda piranha?!” Eu fiz que sim com a cabeça e ele me perguntou “Shirley quer gozar?” Eu fiz que sim com a cabeça novamente quase suplicando.

Ele mandou “então fale repetindo o que eu vou mandar - e eu fui redizendo chorosa à medida que ele ia falando: “eu, Shirley, agora sou a cadelinha do meu Dono e Senhor Sr. Antonio, que chamarei de ora em diante de DOM GRISALHO e eu farei tudo que Ele mandar, sem questionar ou reclamar de qualquer forma, somente dando PRAZER; serei tudo que uma putinha obediente tem que fazer quando seu Dono mandar...” E recomeçou a me bater e meter, bater e meter e mandar que eu dissesse que era uma puta de novo e que estava gostando de ser sua puta e eu já quase gritava rouca, chorosa “eu sou sua puta e estou gostando!” Quando eu comecei a gozar alucinadamente, alucinadamente... como eu nunca havia gozado na minha vida.... sem controle, chorando e gozando sem parar. Gozei várias vezes, uma atrás da outra. Eu não acreditava que era possível gozar assim, gemi e gritei sem receio de que alguém pudesse ouvir lá fora. Eu o ouvi quase uivar e o senti gozando dentro de mim, me inundando inteira e já com seu dedão da mão direita todo enfiado em meu ânus. Nesse dia, acho que foi uma das poucas vezes que ele gozou também dentro de mim, na minha xana, eu digo, Ele adora minha bundinha, rsrsrs.

Ele me ajudou a me recompor para que eu saísse em segurança. Eu tive ímpetos de agarrá-lo e beijá-lo por me fazer gozar assim, mas eu saí reclamando baixinho envergonhada, dizendo que contaria tudo para o Ciro e que isso não ficaria assim, enquanto ele se vestia e ria sem parar, parecendo satisfeito consigo mesmo e dizendo "amanhã apareço lá, cadela". Não falei mais nada, apenas sai de onde estávamos e fui procurar Ciro. Para minha insatisfação, completamente bêbado, tive que, desconfortavelmente, levar o carro. Não demonstrou desconfiar de nada em razão de eu ter ficado longe por um bom tempo na festa. Dentro do carro, tive alguns momentos de reflexão, eu olhava para ele entristecida, arrependida, cheguei quase a chorar de vergonha, pois nunca o havia traído, mas vou não procurar falar muito aqui, dos meus dramas de consciência da época, que quase já nem tenho mais, porque superei tudo, isso porque hoje sei com toda a convicção que tenho um DONO que me faz sentir-me uma fêmea satisfeita e feliz.

Vou tentar mais transcrever o que ocorreu e minhas reações. Quando chegamos em casa, Ciro bêbado tentou alguma gracinha, mas eu não queria mais nada até por que estava marcada e dolorida e com dificuldade para sentar devido às dores que ficou e me sentindo desmoralizada, culpada, mas com tudo isso sentia uma estranha sensação de satisfação e leveza indefinível. Meu marido bêbado não agüentaria nada mesmo e rapidamente dormiu. Eu é que não dormia. Eu pensava em tudo, em falar mesmo para o Ciro o que aconteceu, em ir à polícia, em falar com a Juliana, filha de Seu Antonio, etc. Decidi que ia contar tudo para o Ciro primeiro, pronto! Assim que acordasse, omitiria qualquer participação minha claro. E lembrei como tinha participado e gozado; certamente, como nunca na vida. Essa lembrança me deu uma leve excitação que foi surpreendentemente crescendo de novo. Uma excitação misturada com vergonha, indignação e medo. Ele era sogro de meu irmão! E só agora eu via: completamente louco! Mas eu me lembrava e minha xana latejava lembrando-se dos tapas, da régua e outros detalhes; quando vi, estava completamente molhada de novo, as marcas nas nádegas latejando e acusando o meu prazer, será que eu era mesmo que o DOM GRISALHO falou: uma cadela e puta dele agora? Não sabia o mais que pensar, embora meu corpo já soubesse o que minha mente recusava a aceitar: eu era a vadia de meu DONO, este homem que tanto prazer me deu e que nunca havia experimentado com tal vigor e satisfação.

Eu me perguntava, será que sou mesmo masoquista? Por que esse prazer desenfreado? Mas o cansaço foi maior e venceu, até que dormi e sonhei com tudo que aconteceu e estranhamente lembrava-me dele como Dom Grisalho e não mais como Seu Antonio. Sonhei que continuava lá na mesa do escritório de Dom Grisalho completamente exposta a Ele e o som de sua voz ecoava estranhamente pelo meu corpo fazendo-me tremer de novo, como nunca havia tremido. Por que tremi tanto? Acordei sobressaltada e molhada, excitada mesmo e já eram 10 horas da manhã, mas o barulho do Ciro vomitando no banheiro do quarto retornou-me à realidade. Estava de calcinha sob a coberta e coloquei rapidamente a saia pra que ele não visse as marcas, envergonhada ainda. Mas não seria melhor se ele visse mesmo? Ele reclamava que estava passando mal, mas não poderia deixar de ir com urgência ao trabalho naquela manhã, que não poderia deixar de ir..., que era quarta-feira, que terça-feira não era dia de festa, etc. e resmungava e vomitava. Falaria com ele agora mesmo? Tudo? Eu estava angustiada e com vontade de comer pão como todas as manhãs. Afinal, eu não bebia, não passava mal. arrumei-me rapidamente e o avisei gritando que ia à padaria.
Quando voltei Ciro já não estava e havia deixado um bilhete dizendo que ia à farmácia e de lá mesmo iria para o trabalho. Foi só o tempo de eu comer o pão e tomar café para a campanhinha tocar. Estranhei não terem tocado o interfone, mas intuitivamente eu comecei a imaginar quem era e essa possibilidade me fez a pele arrepiar e estranhamente minhas pernas fraquejarem e o medo do que poderia vir reapareceu forte. É o louco, pensei, mas comecei a me arrumar como pude, ansiosamente. E quando abri a porta não me surpreendi, lá estava
como imaginei, Dom Grisalho, imponente e belo. O porteiro o conhecia bem, pois era nosso familiar, entrando com um sorriso enorme e constante no rosto. Deu-me uma coisa no estômago e comecei levemente a tremer de novo. Lembro-me bem desse dia, que já tem uns três anos, como se fosse hoje. Era possível ver minhas pernas estranhamente começarem a tremer mesmo. Meus joelhos balançavam e eu não conseguia pará-los... Meus lábios também mexiam levemente sem controle... Eu estava, me lembro bem, morrendo de medo... E de tesão... Eu baixei a cabeça envergonhada por demonstrar aquele tesão imprevisto e incontrolável. Ele percebia e ria até que ficou mudo, parou de rir e ficou só olhando pra mim. Parecendo se deliciar com a minha reação toda trêmula e entregue. A porta ainda estava entreaberta. E me lembro bem de eu baixar mais ainda a cabeça, da minha tremedeira se acentuar e de começar uma espécie de um choro do nada saindo de mim, assim, de cabeça baixa. Acho que eu chorava de vergonha de estar tão excitada e demonstrar isso. De não ter ido à polícia, de não ter falado ao Ciro e de no fundo estar querendo mais, etc. acho que era isso. Ou era de medo? Ainda não sei. Essa minha reação continua até hoje. Consegui controlar um pouco o choro e comecei a chorar baixinho. Mas a tremedeira continuava igual se não aumentava. De repente, ele deu uma gostosa risada e por fim entrou fechando a porta atrás de si. Eu pouca intimidade tinha com ele, pouco nos havíamos relacionado até então, mas me lembrava bem dele de sunga na piscina de sua casa e de seu corpo atlético apesar da idade. Ele tirou a camisa e seu peito forte de quem se exercita diariamente de pêlos brancos e pele bronzeada, apareceu na minha frente sem que eu pudesse ver direito porque não conseguia levantar a cabeça. Ele dava a impressão de já prever todas as minhas reações. Foi tirando o cinto da bermuda sem deixar a bermuda cair completamente e sem parar um instante de rir, falou alto “eu vi o corno do Ciro saindo da farmácia, nem desconfia da puta que sempre teve em casa, não é verdade shirley cadela!” Não respondi, mas hoje eu sei que sou realmente dele e de agora em diante escrevo meu nome no minúsculo, pois sou cadela e puta de DOM GRISALHO e devo colocar-me no lugar que mereço. Eu só percebia que minhas pernas tremiam mais e que imediatamente fiquei completamente úmida, molhada mesmo, de escorrer. Molhada de medo e tesão para tudo o que viesse. Sem conseguir me compreender, sem mais tentar me entender também. Intimamente, no fundo mesmo, a única coisa que eu entendia, era que se expandia em mim era uma vontade irresistível de me entregar completamente àquele novo e totalmente desconhecido prazer, que me invadia e me dominava como uma droga que causasse dependência instantaneamente. A cada vez que ele me chamava de puta ou coisa parecida, me lembro bem, a tremedeira se acentuava e me escorria entre as pernas. A calcinha, que era uma branca que eu havia colocado após o banho que tomei antes de dormir, dava mais facilmente para perceber o quanto estava molhada. "shirley tira a saia, pois vou tratar como você já sabe o que é para mim: uma cadela".

Só pra vocês terem uma idéia, é uma saia jeans, azul, desbotada, velha, que eu adoro colocar para pequenas saídas nas redondezas, ainda é uma mania minha aquela saia. Eu dessa vez obedeci imediatamente. “E vira para me deixar ver se tá muito machucadinha. Puta que calça é essa?! Troca essa porcaria dessa calçona, bota uma pequena e enfiada e não demore”. Eu rapidamente entrei no quarto e coloquei uma vermelha pequena e levemente transparente na parte da frente, que foi a primeira que eu vi do jeito que Ele talvez pudesse querer e voltei correndo. “Deixa-me ver, isso, essa ta boa, enfia mais, já sabe o que deve usar quando Eu for vê-la. Isso, agora vira cadela!”. Eu obedeci suspendendo toda a calcinha para cima, com as marcas ainda ardidas e tremendo mais ainda, eu ia me virando devagar “anda vagabunda! Vira logo sua puta!”. Então virei rapidamente. Ele se aproximou e começou a passar a mão aonde estava me ardendo, examinando. Passou a mão na marca maior e ouvi-o rindo baixinho. "Vou comer esse cuzinho lindo machucadinho assim, ainda hoje, ou será que ele vai querer um pouco mais machucado, adoro quando ta machucadinho e gosto muito de cuzinho, especialmente agora que conheço e vejo o seu, entendeu shirley? Eu, cabisbaixa respondi bem baixinho, com: “Sim, Dom Grisalho”.

“shirley você quer me dar o cuzinho?” “Vamos responda, senão vai apanhar” Respondi mais alto: “Sim, meu DONO” pela segunda vez chamava DOM GRISALHO de meu DONO, já me sentia totalmente D’Ele. “Ah! quanto tempo Eu perdi, já podia ta te usando antes, o Ciro já te comeu por aí?". Eu fiz que sim com a cabeça, mas o pau dele era muito maior que o do Ciro. O medo do que viria acontecer, cresceu. Eu tremi mais ainda aumentando os soluços. Eu estava com muito medo. Eu estava completamente molhada de medo e um tesão louco, que me enfraquecia, me bambeava. E se eu acabasse tudo ali? Eu poderia acabar tudo naquela hora, dizer para Dom Grisalho que fosse embora. Ele parecendo adivinhar meus pensamentos perguntou “você quer eu vá embora cadela?”. Meu choro se acentuou e eu fiz que sim com a cabeça. Ele concordou “então eu vou-me embora e não a procurarei mais, pense nisso.” Se meu pudor fosse um pouquinho maior que meu prazer eu teria insistido para que Ele fosse e, talvez acabasse tudo ali. Foi a única vez que Ele se manifestou daquela forma. E se dirigiu à porta e de lá perguntou ainda mais alto “shirley posso ir?”. E eu chorando já convulsivamente, consegui gemer fazendo não com a cabeça enquanto dizia: “fica...”. “Não entendi sua puta, repete!”. E eu consegui falar mais nitidamente: “fica meu DONO, sou sua mesmo!!!” Ele imediatamente deu um sorriso e retornou em minha direção.

“Como pediu para que EU fosse embora irá apanhar!” E falou-me mais uma vez: “cadela você acha que merece ou não levar um castigo pela bobagem que iria fazer?” Apenas respondi: “Sim Senhor”. Minhas pernas estavam completamente bambas quando ele bateu com o cinto encima do hematoma que Ele mesmo produzira na noite anterior para que o hematoma ficasse do jeito que iria gostar e então eu tombei de joelhos e Ele me puxou pelo cabelo me colocando em pé novamente. "levanta puta!" deu uma nova gargalhada "já é completamente minha hem putinha. É ou não é?". Dava pra ver o meu cabelo balançando, respondendo que sim com a cabeça. Dom Grisalho disse isso e começou a cuspir na altura do meu ânus empurrando minhas costas para que eu me inclinasse mais sem parar de falar: "sabe que eu tenho e já tive muitas putas, mas lindinha assim nem tanto como você, shirley você será minha putinha e será uma fêmea cada dia mais FELIZ...". “Sim, Dom Grisalho”. E depois de puxar a minha calcinha, toda enfiada, para o lado, Ele foi enfiando o seu PAU em mim, bem devagar e eu gemia de dor, mesmo enfiando devagar eu fui me desequilibrando, indo pra frente até que apoiei as mãos na parede; mas confesso que senti que queria mais... e mais... E chorava mais... E puxava ele... E Ele ria e batia e enfiava mais "quer mais ainda não é cadela? Não conseguiu dormir direito só pensando em como gostou de ontem não é puta? Seu dono voltou." Eu fazia que sim com a cabeça chorando sem parar, envergonhada por estar realmente querendo mais. E Ele enfiava mais ainda e percebia minha vergonha. "Não fica com vergonha não. Você é puta mesmo. shirley, minha puta!". E eu chorava mais ainda... "to comendo o cu de uma puta, hem, cadela não estou?". Eu fazia que sim com a cabeça sem parar de gemer e chorar. Impressionantemente, minhas lágrimas não paravam de descer. Até que Ele tirou tudo e ordenou: "fica de joelho diante do teu Dono, sua vadia!" Eu chorava ainda da dor por Ele ter tirado tudo de uma vez, mas havia muito prazer também e eu me ajoelhei rapidamente sob seus pés, puxei sua bermuda que estava presa nos seus joelhos até o chão e comecei e chupar voluntária e sofregamente. Ele ria sem parar se deliciando. Ele se inclinou e me afastou um pouco, pegou um comprimido que estava no bolso da bermuda e engoliu, deve ser Viagra, e mandou-me voltar com a boca "vamos vagabunda! gostei dessa sua iniciativa! chupa mais! sempre soube que você era uma puta, só faltava um trato. Vai me dar muitas alegrias ainda. Você não sabia o que é pertencer a alguém. E só não sabia que é uma puta. Agora sabe. Pertence a mim e é minha cadela. Já engoliu a porra do Ciro?” Eu fiz que não com a cabeça. Não falei para o meu DONO, mas sempre tive nojo, sempre recusava na verdade. "já engoliu alguma porra?". Fiz novamente que não com a cabeça. Ele prendeu minha cabeça no seu pau e começou a gozar na minha boca e eu engoli pela primeira vez na vida. Engoli tudo, Ele passava os dedos no que escorria no meu rosto e botava na minha boca falando alto "engole sua cadela de rostinho lindo, engole tudo, lambe, lambe”. E eu lambia, lambia completamente, era serva e escrava completamente dele... Eu engoli e engoliria mais se mais tivesse naquele momento... Eu já era mesmo sua cadelinha... E apenas na segunda vez que estava com ele... Eu já sabia que Dom Grisalho era meu homem, meu DONO, nada recusaria, apenas cumpriria o que Ele mandasse ou quisesse, e estou gostando demais de ser D’Ele, não tinha a mínima idéia que delicia seria pertencer a um DONO.

Um pesado silêncio estabeleceu-se na sala por infinitos segundos. Até que Dom Grisalho virou-se para mim e deu a ordem já sorrindo: "vira, cadela, vira e depois levanta a saia, baixa a calcinha e mostra a bundinha, mostra como é uma vagabunda, vai". Eu fiquei parada, não tinha forças nem para obedecer, estática, chorosa, tímida e muito envergonhada para me mexer, depois daquele discurso constrangedor de Dom Grisalho. Agora, um longo e curioso silêncio, quebrado pela voz forte e grave de me DONO percorreu a sala. Dava pra sentir a tensão e a expectativa de minha parte pulsando no ambiente. "Anda cadela! Obedeça!". Eu juro que não queria obedecer, eu não tinha esse tipo de coragem, mas comecei a tremer de novo quando ele gritou "puta! Esse nome de puta me deixava feliz, por incrível que possa parecer, eu quero ser puta mesmo, sei disso e estava em êxtase. “shirley você tem um Dono agora, cumpra minhas ordens!" Eu fui virando devagar e, começando um novo choro, virei todinha. "Levanta a saia agora!". E eu nada, embora já sentisse de novo a umidade entre as pernas cada vez mais forte, quase escorrendo e o recomeço de leve da tremedeira diante das palavras dele. "shirley já sabemos, que você é minha cadela mesmo, agora que você virou, levanta a saia e mostra essa bunda logo! Bota um negócio na tua cabeça: tu é uma puta e é minha. O corno do teu marido nasceu para corno e pronto, não vai saber de nada. E tu? o que é? shirley você é minha cadela, minha puta! puta! Minha cadela agora! anda puta, cadela! Levanta a saia agora!" Eu solucei mais alto e já tremendo toda, parecendo que não me conteria de tão trêmula, inebriada, com tesão a 1.000, comecei a levantar a saia devagarzinho, aos prantos, aos poucos, até que levantei, indecentemente, toda para que o meu homem visse. Eu era a cadela de Dom Grisalho, já o sabia e não tinha dúvida alguma, pertencia a Ele.

“Tire a calcinha shirley!” Eu obedeci maquinalmente de novo a meu DONO, e imediatamente a tirei, jogando pelas pernas abaixo. Foi o suficiente para que Dom Grisalho fizesse um movimento, eu estava de costas não o via, senti meu DONO se aproximando, até que veio uma palmada desferida com muita força do lado direito da minha bunda e só pude gritar e chorar enquanto ouvia o barulho do estalo. Meu DONO dera uma tapa de mão aberta que me fez ver estrelas, sem exagero. Mas fui recompensada logo em seguida, rsrsrs, meu DONO se ajoelha atrás de mim e começou a dar-me o prazer que tanto eu esperava e precisava. Começou a lamber minha bunda onde batera e em outros lugares ardidos também, lambia e mordiscava. Eu sentia seus bigodes e seus dentes passearem por toda a extensão da minha bundinha, coxas e subir pelas costas como um apetite voraz. Até que senti suas mãos subirem por baixo da minha camiseta e a esquerda e a direita apertarem meus peitos. Meu DONO apertava com bastante força e encostava sua barriga em minhas nádegas e costas me fazendo dobrar levemente para frente só não caindo graças às minhas mãos que apoiei na parede. Ele murmurava em meus ouvidos "adoro esses peitinhos deliciosos, parecem de criança". "shirley Eu já vi os biquinhos endurecerem atrás daquela sua blusinha branca um dia..." Eu não sei como, ele conseguiu enfiar a cabeça por baixo de mim e abocanhar meu seio direito mordendo-o e chupando-o vorazmente, como se chupasse e comesse uma manga. Podia sentir seu pau cutucar por trás já completamente nu. "Cadelinha, essa sua mãozinha linda de fada, essa aqui". Falou isso enquanto alisava minha mão direita apoiada na parede. "Essa sua mãozinha, pega no meu PAU que eu quero". Até que envolveu delicadamente sua mão por sobre a minha mão tirando-a da parede que tive que me apoiar quase inteira com o braço esquerdo na parede. Ele conduziu minha mão até seu pau completamente duro por baixo da barriga. Eu, já totalmente envolvida, peguei curiosa e excitada, senti uma vibração percorrer por todo meu corpo quando ele pulsou latejante e grosso na minha mão, ele latejava curiosamente. Era muito mais grosso que de meu corninho (rsrsrs, já o considerava assim), enchia minha mão, eu mexi e Ele falava alto. "que delícia, que mãozinha doce... continua". Eu, obediente, comecei a gostar cada vez mais da brincadeira de masturbá-lo desse jeito apesar da minha posição incomoda e aumentei um pouco mais o ritmo. Ele ficou um tempo assim extasiado e debruçado em mim. Eu sentia sua saliva escorrer quente pelas minhas costas, quando Ele saiu de cima de mim, e ganhei outro tapa, o golpe veio mais forte que da vez anterior, mas agora do outro lado da minha bunda. Minhas mãos foram descendo pela parede e eu, assim de costas pra eles, caí de joelhos soluçando. Mas, incrivelmente, presente e latejando como a dor em minhas nádegas, estava um constante e indefinível prazer me tomando a alma, me realizando como uma putinha como queria Dom Grisalho. Mesmo quando o homem bruscamente me pegou por debaixo dos meus braços me fazendo levantar, mesmo assim, estava ali presente o indefinível prazer de pertencer, de ser completamente uma puta mesmo, desse homem extraordinária que é meu DONO. Tanto gostei de como era tratada que me ajeitei e apoiando novamente minhas mãos na parede, me inclinei para trás e pude ouvir meu DONO dizendo. "isso puta! isso mesmo, já sabe que é uma cadela mesmo!". Dom Grisalho antes de novamente se debruçar em mim, me dava tapinhas e enfiava seus dedos no meu ânus e vagina, assim, eu de costas, inclinada para trás, até que cuspiu na altura da entrada do meu ânus como já fizera anteriormente e começou a penetrar com seu pau grosso enquanto dizia mais ou menos isso “eu gosto é de cuzinho, eu gosto é de um cuzinho assim...”. suas mãos correram novamente para os meus peitos e os apertaram com força descomunal dessa vez. “e de tetas gostosas como a sua também...”

Eu não sabia aonde a dor era mais forte. Eu me abria mais pra facilitar a penetração, mas ao mesmo tempo tentava tirar uma das mãos do meu DONO do meu peito que parecia estar sendo esmagado. Foi quando DOM GRISALHO me deu dois tapas leves na minha cara (cadela tem é cara, sei disso) e ajeitou meu cabelo para o lado, por trás da orelha, expondo meu lado direito do rosto mais livremente e fez com que minhas duas mãos voltassem para apoiarem-se na parede e começou a se masturbar ali, do lado do meu rosto e não parou mais. Surpreendentemente largou um dos seios somente (a outra mão continuava a apertar com força) e começou a massagear com uma perícia que eu não conhecia, o meu clitóris. Um jato de esperma, saindo do pênis de meu DONO grudou nos meu cabelos e veio mais nos cabelos e no meu rosto. Ele ordenava "passa a língua piranha, lambe meu mel". E eu passava a língua freneticamente. Ele trazia da minha cara para a boca o que de mel que ejaculou e, eu lambia e engolia sequiosamente já sem nenhum resquício de nojo, mas sim, com muito prazer e volúpia mesmo. A perícia do meu DONO no meu clitóris e a sua conseqüente gozada me fizeram começar a gozar simultaneamente com gosto de seu esperma na boca, que achei-os deliciosos, se tivesse queria mais e mais. E, como já se tornava regra, eram gozos convulsivos acompanhados de muita lágrima. Quando Ele acabou, fui surpreendida pela sua mão direita batendo com força no lado esquerdo da cara, fazendo-me cair deitada de lado chorando convulsivamente. “Levanta vadia! Vai tomar um banho, porque o Ciro deve chegar logo”. E eu obedeci prontamente, embora ainda chorando muito, não sei se cheguei a falar anteriormente, mas meu DONO é formado em psicologia e embora não fosse médico, Ele mesmo ligou para a farmácia e mandou virem uns tubos de pomada e outros remédios que me mandou passar e tomar em horários diferentes para tratar os hematomas e outras marcas e me dar mais "disposição" para tocar a vida, aliás, a nova vida de escrava. Eu estava no banheiro quando meu DONO recebeu as entregas da farmácia e depois saiu dizendo-me um tchau distante, eu quase que dormi, eu praticamente desmaiei na banheira, fiquei pensando nas alegrias que tive...

De lá pra cá me tornei mesmo sua escrava e cadelinha e Ele me usa de diversas formas e em diversas ocasiões. Para mim, meu DONO tornou-se um vício. Quando ouço sua voz, eu tremo da cabeça aos pés e tenho dificuldade pra disfarçar quando o Ciro ou conhecidos estão por perto. Espero sempre ansiosa uma nova ordem D’Ele, quer seja vindo aqui ou me ligando pra que eu vá a um determinado lugar, o que mandar-me fazer, farei sem pensar duas vezes.

Mas apesar de todo prazer, me incomoda o constante drama de consciência que vivo. Dom Grisalho conduz a coisa de tal forma que até hoje Ciro não desconfia de nada. Essa vida que passei a levar de três anos pra cá, não tem nada com o que eu considero, aliás, considerava ser uma vida normal. Vida normal é a que eu levava. O fato é de estar assim tão entregue ao meu DONO que me faz não conseguir viver sem Ele, não sei o que acontecerá se um dia Ele me dispensar. Claro que hoje não tenho PRAZER quando eu e Ciro transamos, embora eu o ame muito, não sinto quase nada de tesão por meu marido em comparação quando eu estou com meu DONO, são situações bem diferentes. Com DOM GRISALHO libero-me de qualquer limite, sei que não serei julgada por Ele. Posso disser que amo aos dois, embora de modos diferentes, não sei explicar em palavras. Uma outra coisa mudou também, meu modo de vestir em público, hoje estou bem mais discreta, não gosto de chamar atenção dos homens como anteriormente, apena um homem faço questão de me mostrar radiante e demonstrar com sua realmente uma puta e, vocês sabem quem é, rsrsrs.

Sou muito FELIZ e SATISFEITA com a vida dupla que levo e muito obrigada por poderem ler esta minha narrativa,
que é verdadeira e procurei ser a mais realista possível.

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Se desejar receber outros contos de autoria de meu DONO, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com – com certeza ficará satisfeito por poder mostrar-lhe seus trabalhos.

 

Já nasci menina, mas precisei me tranformar

Vou lhes contar com me transformei numa menina, nasci numa família rodeada de mulheres, tinha minha irma mais velha Dora, que tinha um pouco a mais de diferença de idade para as outras, depois tinha a Beth, e depois tinha eu que nasci com uma irmã gemea, e esta minha irmã teve poucos dias de vida, ela Daniela e eu Daniel, como nasci prematuro, sempre tive uma atenção especial, por parte de todas a minhas irmãs de minha tia, que neste tempo veio morar conosco, meu pai havia falecido. Moravamos numa casa, já na area rural, de uma pequena cidade do interior, casa razoavelmente confortavel com uma sala grande, quatro quartos, dois banheiros, copa cozinha e nos fundos uma area de lazer e serviços Vou lhes contar alguns fatos que aconteceram e me ajudaram a ser a menina que hoje eu sou, livre e leve, hoje com 25 anos, moro em um apartamento em uma grande cidade, trabalho com tradução da lingua inglesa para o portugues, sou free-lancer de uma multi, para ser interprete de alguns de seus funcionários, e por vezes dou aula de ingles, sou indepentente financeiramente e tenho um circulo de amizades bem restrita. Desde de muito pequena, ou melhor desde que me entendo por gente, sempre vesti roupas de meninas, pois cercada de cuidados e de muitas mulheres, foi mais facil ser igual as elas e elas se espelhavam nelas, principalmentre para me vestir, esta maneira de me vestir nunca foi imposta, eu que sempre me senti uma menina, e com a morte de minha irmã gemea, fui matriculada na escola rural com sua certidão de nacimento, e daí em diante passei a ser a Daniele, ou Dani para os mais intimos. Nesta fase da infância fui muito feliz, brincavamos muito, mas tambem não descuidavamos dos estudos, é claro que nossas brincadeiras eram todas de meninas, como desfile de modas, os mais variados, casinha que eu sempre a filhinha, pular amarelinha.

Sempre tive em Dora uma protetora, pincipalmente fora de casa, me habituei com gestos e as fragilidades femininas, pois so fazia xixi sentada e usava um papel higiênico para secar o meu piu-piu. Outro fato marcante, foi que fomos levada ao posto de saude, para furar as orelhas, sendo eu a mais nova, minha mãe não quis contar o que era, para eu não chorar, mas chegando la ela me entregou um lindo par de brincos com uma pequena perola, que eu achei muito bonito e por isso não chorei quando furou minhas orelhas, tivemos os cuidados, mas eu sempre que podia ficava admirando minha orelha com os brincos, me sentia muito mais bonita. Mais uma vez fui surprendida, pois Dora ganhou um jogo de manicure completo, e diversos esmalte, pois ela sempre atenta a minhas reações viu que eu tinha gostado, e logo se propos a limpar e pintar minhas unhas, das mãos e dos pes, e eu me lembro muito bem pintou de rosa bem clarinho, neste dia brincamos de desfile de modas com roupas íntimas, pois estava me sentindo mais mulher, usando cinta, corpetes, calcinhas e sutiã, é claro com enchimento, meias com ligas, meia calças, e sandalias e sapatos de salto, eu preferi as sandalias de salto, pois assim mostrava minhas unhas pintadas.

Dora sempre atenta as minhas preferências, sempre me perguntava se eu realmente queria ser uma menina de verdade, e afirmava que ela sempre iria me ajudar. Um belo dia durante o banho, notei que as tetinhas de Dora, estavam estufadinhas para fora, e que os manilos estavam maior, que já se promunciava um pequeno peitinho ao redor, me fazendo admirar e sonhar como ficaria o meu, fiquei encantada, e gostei muito de alisar com minhas pequenas mãozinhas, e Dora se sentia bem gostando de minhas carícias, naquele final de semana, fizemos uma pequena comemoração, e Dora, ganhou seu primeiro sutiã, era um conjuntinho de calcinha e sutiã, branco com detalhes em rosa, e eu fiquei maravilhada, meus olhos nem piscavam, pois quando Dora foi para o quarto e se trocou, e voltou desfilando seu novo conjuntinho e por cima um hoby de seda, que ela desamarou e amarou, diversas vezes para mostrar como seu conjuntinho de calcinha e sutiã tinha lhe ficado bem, nem preciso dizer que eu fiquei sem piscar os olhos, e Dora é claro que notou, mas não disse nada, e não fez nenhum gesto para me reconfortar, como era de seu costume.

No dia seguinte, para nossa surpresa, minha tia havia comprado, muitos outros joguinhos de calcinha e sutiã, de diversas cores e presenteou a todas nos, foi um dia que rolou outro desfile com roupas íntimas, so que agora com as nossas próprias, ficamos todas muito contente, e eu em particular pois para compensar minha falta de peitinho, Dora providenciou uma bola de soprar, encheu com um pouco de agua, e me disse que era para eu ir me acostumando, com volume e peso de um peitinho, quando vesti meu sutiã, pude ter uma sensação que eu realmente estava com um peitinho de menina moça, pois tinha um pequeno volume que fazia encher o sutiã, e o peso é bem semelhante, pois com qualquer movimento o meu peitinho me fazia lembrar que eles estavam la, fazendo me lembrar da sensação gostosa que era ter um belo par de peitinho de menina moça, desde esse dia eu nunca mais deixei de usar sutiã, ele se tormou um marca registrada de eu mulher. Mais alguns meses se passaram e Dora ficou menstruada pela primeira vez, o que foi motivo de comemoração, e daí a algum tempo ela foi ao ginecologista, que após alguns exames lhe receitou o uso de anticoncepcional que era para regular seu período, e disse tambem que os hormonios femininos de baixa quantidade, iriram modelar seu corpo de mulher. Dora quando ouviu isto, na mesma hora se lembrou de min, e quando chegou em casa já tinha comprado, algumas caixas a mais deste anticoncepcional, conversou com mamãe e com titia, e elas concordaram, titia tinha em sua juventude tinha iniciado o estudo de medicina, mas depois de algum tempo desistiu, porem estes estudos de muito me ajudaram. Comecei ai o processo de me transformar, verdadeiramente em uma menina, pois com doses baixas de hormonios feminino, meu organismo deu os primeiros indicios, mas antes que os hormonios masculinos se aflorassem, tomei um medicamento para anular e inibir seus efeitos, mas tambem continuava com as doses menores do hormonios femininos.

Quando minha tia percebeu que os hormonios masculinos, não mais me afetariam definitivamente, ela passou a usar os hormonios femininos com uma concentração e dosagem maior e ai sim tive modificalçoes significativas, e a primeira evidencia foi com meus peitinhos, pois os mamilos ficaram, inicialmente muito senciveis, o peitinho que começava a despontar, ficou um pouco dolorido, porem alguns dias depois, eles ficaram bem grandinhos, e já não cabiam em um sutiã de tamanho P, meus manilos ficaram pequenos e com uma coloração rosacea, e os biquinhos que pareciam estar sempre pontudinhos, ficava a admirar, sempre de sutiã para que eles não perdessem as formas, porem sempre que podia vestia uma blusinha de malha, bem justinha e um pouco transparente, e juro que ficavam lindos. Minha cintura havia afinado e minha bunda crescido, mas num tamanho bem proporcional, pois eu sempre fui do tipo fisico bem miuda, mas agora quando eu vestia minhas calcinhas, eu as sentia mais justinhas e quando rebolava sentia os olhares dos meninos de cobiça. Pelos eu quase não tinha, pernas, região pubiana, meu cuzinho, barba, axilas, tudo é muito lisinho e quando algum pelo aparecia, Dora tratava de arancar, calçava nº 35, durante o tratamento meus cabelos cresceram muito, e neste decorrer, experimentei diversos cortes, gostei mais deles com franjas e altura ate os ombros, eles são castanhos claros, e eu tenho a pele marena bem clara, e olhos castanhos, de altura tenho 1,61 m, e tem tambem o meu pintinho, que ate agora so usei para fazer xixi, fiz cirúrgia de fimose ainda quando bebe, e por isso não tenho prepúcio, durante o tratamento ele ficou bem pequeno e dolorido, porem isso melhorou, quero dizer, quando ele esta bem durinho, já medi tem quase 11 cm espero que na hora H ele funcione, porem pelo que já vi e ouvi, eu quero mesmo é ser menina, sempre.

Vou contar aguns fatos que aconteceram em minha infância: quando estudavamos em um colégio na cidade, tinha uma menina de outra sala e de outra turma, que sempre implicava comigo, dizia que eu era homem vestida de menina, e Dora sempre por perto me defendia, porem um dia ela falou que iria provar, Dora ouvindo isto, no dia seguinte após o banho, antes de irmos a aula, me fez sentar na banheira com agua fria e gelo, ate o que eu aguentase, quando sai ela me enxugou e me fez vestir uma calcinha bem pequenininha, tipo tapa sexo, uma calcinha de lycra e da cor da pele, eu saquinho tinha quase sumido, minhas bolas se abrigaram na cavidade pelvica, e meu pintinho estava do tamanho da falange de um dedo, o que ficou facil de esconder tudo, melhor tudinho, sendo que atras a calcinha fica toda atoladinha na minha bundinha, e por cima ela me vestiu uma calcinha, tipo normal, quando me olhei no espelho, nem estava acreditando, pois estava lindo, liso, assim como se eu tivesse uma vagininha, vesti meu uniforme e fomos para o colégio, a única recomendação Dora é que eu não usase o banheiro, que segurasse um pouco. Pois na hora do recreio,esta tal menina, me empurou para dentro do banheiro, e dizendo que queria ver minha periquita, quando entramos, Dora estava la dentro como tivesse nos esperando, ela me abraçou, piscou seu olho para min, e me colocando de costa para a tal menina, levantou minha saia e abaixou minha calcinha, e me virando de frente, começou a gritar, dizendo para esta menina, que se ela continua-se a falar estas coisas, que iria denuncia-la, assim ela não reparou a outra calcinha que eu usava por baixo, e acho que ela consegiu ver minha periquita, e asustada foi embora, não falando mais neste assunto.

Dora me protegia e sempre que podia me ensinava, ela percebendo que eu poderia me relacionar com algum menino, e consequentemente transar com ele, me ensinou que quando eu usa-se o banheiro, que eu deveria usar o chuveirinho, para fazer uma boa higiene dentro do meu cuzinho, no inicio achei meio esquisito, pois não controlava a quantidade de agua, e com isso voltava e demorava no trono, depois que consegui controlar a quantidade de agua, as coisa ficaram mais rapida e eu nunca mais perdi este habito, e estou sempre com meu cuzinho, bem limpinho para o que vier. Dora teve alguns namorados, ela não deu para todos, e para os que ela deu ela so dava o cuzinho, a principio eu ahava que ela tinha medo de engravidar, porem num dia que ela estava mais próxima de min, ela me confidenciou, que so dava o cuzinho, porque sempre pensava e min e queria me orientar e passar todas as sensações que ela sentia, porem os escolhidos eram pelo tato primeiramente, e depois ao ve-lo, os maiores e os mais grossos eram os preferidos, mas ela me disse que tambem experimentou um menor e mais fino, so que este apesar de ter sido bom,não foi tão ótimo como os grossos e grandes que doiam, que ela achava que iriam lhe rasgar, que saía com seu cuzinho bem ardido, esfolado, que ate precisou usar hipoglos, para se refazer, e dentres estes escolhido um para ser o primeiro a me comer, Nando não tinha um tipo fisico forte, era ate bem magro, mas segundo ela, ele tem uma pica linda e enorme, com a glande toda esposta, bem feita com a pontinha um pouco mais fina e com a parte de tras da cabeça com diametro maior que o restante, mas o melhor era a grossura, bem grosso firme e ao mesmo tempo macio, e de comprimento longo, ela não chegou a medir, porem quando ele estava deitado, ela via ele passar do seu proprio umbigo, para testar este ela deu para ele diversas vezes, e sempre preparando o terreno para ele me comer, mas seus pais mudaram e o contato com ele se perdeu.

Dora me disse que ate para chupar esta pica ela tinha dificuldade, pois so cabia a cabeça e um pouquinho mais, e que quando Nando ia gozar ela tinha que ficar so com a cabeça, senão ela podia se engasgar, mas que ela acha simplesmente ótimo e não disperdiçava nada, sorvia com muito gosto. Uma das transa de Dora, foi em casa, estavamos so as duas e ela com seu namorado, fiquei escondida em um dos quartos, tinhamos instalado uma camera, escondia sob alguns livros, que estavam na estante, porem desarumados, e eu assistia a tudo muito apreensiva, Dora tomou as iniciativas, tirou-lhe a camisa, desabotou sua calça, enquanto ele tirava seu tenis e a meia, ficando de cuecas e com sua pica parecendo que iria estourar a sua cueca, então Dora deu-lhe alguns beijinhos por cima da cueca, e percebi que sua pica tinha levantado ainda mais, tal era seu tesão, Dora não deixava que ele se mechesse, a seguir ela levantou sua cueca, deixando somente a cabeça de sua pica para fora, e colocou-a dentro de sua boca, eu so conseguia ver sua lingua percorendo toda aquela glande e seus labios sugando aquela pontinha de pica, tinha a impressão de ser muito doce, e eu rolava na cama e com uma almofada fazia pressão entre as pernas, de repente ela parou não queria ver ele gozando antes do tempo, tirou-lhe a cueca, foi ao banheiro e trouxe um creme, condicionador de cabelo, passou em sua pica e pediu que ele passase em seu cuzinho, o que ele fez enfiando um depois dois dedos, e fez movimento de vai e vem, eu vendo aquilo me contorsia de tesão, após isso ela o colocou na beirada da cama e foi lentamente sentando em sua pica, ele com suas mãos na cintura dela, e ela descendo lentamente, porem sem parar, seu rosto mostrava um desconforto de dor, porem seus labios se abriam a um sorriso muito contente, quando ela sentiu que tinha entrado tudo, ficou uns instantes imovel, e lentamente começou a rebolar com se tivesse um pouco mais de pica para entrar, suas mãos abriam as bandas de sua bundinha a procurar um pouco mais, eu não conseguia ver a cara do seu namorado, pois ela estava na sua frente, porem conseguia ver que toda aquela pica tinha sumido dentro de seu cuzinho, agora ela fazia os movimentos de sobe e desce, pude escutar um urro de prazer de seu namorado, seus movimentos eram bem devagar mais cadenciado, porem as mãos em sua cintura, era para que este movimento se intenficasse, e foi o que ela fez, levantava seu corpo e a pica que estava enterrada em seu cuzinho, so ficava com a cabeça dentro, e em seguida ela sentava fazendo entrar tudo novamente, e uma vez la dentro ela rebolava e subia mais rapidamente, ate que ele a segurou abraçando pela cintura, não querendo a solta-la mais estava gozando tudo que podia, no mais fundo do cuzinho de Dora, fiquei extaziada, rolava e apertava a minha almofada, estav completamente aerea, Dora ainda ficou mais um pouco com a pica no seu cuzinho e quando deu sinal que estava mole ela saiu de cima, levou-o ao banheiro e quando voltaram já tinham se trocado. quando ele foi embora Dora veio ter comigo, fiquei tão surpresa que nem percebi que pelo meu pitimho tinha vazado algum liquido mais gossinho e tinha molhado minha calcinha, ficando bem encharcada, Dora pediu que eu lavasse meu pintinho no chuveirinho do vaso e trocase minha calcinha, quando voltei Dora tinha lambido e cheirava minha calcinha que ainda estva úmida. Naquele dia, quando nos preparavamos para domir Dora uniu nossas camas, e meio a minha surpresa, me beijou, a princípio suavemente, com seus labios bem molhado, com um hálito de creme dental, e com sua lingua procurando a minha e quando a encontrou, tive a impressão, que estava fora do chão, agora com mais intensidade e vigor, porem suavemente delicado, soltou-me e disse bem baixinho dentro de meus ouvidos que queria me ensinar, algo mais prático ao vivo, sendo eu a protagonista, tirou meu babydol, sem presssa, beijou- me novamente e descendo seus labios encontrou meus peitinhos, que apesar de grandinhos, estavam sendo acariciados pela primeira vez, ela se revesava, ora em um ora no outro com peqenos beijos chupadinhos e com gostosas lambidas com toda a extensão de sua lingua, desceu mais me lambendo toda,que delícia, demorou na minha região pubiana, eu me contorsia toda e me deliciava, ela abaixou minha calcinha o suficiente para libertar meu pintinho, e ainda que meio mole ela com um sorriso nos labios, acho que é por causa do seu tamanho, ela colocou-o todinho em sua boca e seus labios chuparam meu saquinho, ora uma se minhas bolas ora a outra, a sensação é indescritivel, chupou tambem com muita firmeza e uma certa pressão dos seus labios a cabecinha de meu pintinho, que nesta altura já estava durinho no seu máximo, foi muito delicioso esta carícia, mas o melhor estava por vir, ela me deitou de bruço, não tirou minha calcinha, apenas abaixou abriu minhas pernas e com as mãos abriu minha bundinha e beijou, lambeu e por fim enfiou sua lingua no meu cuzinho, e com certeza nesta hora entrei em órbita, com meu cuzinho bem molhadinho, ela enfiou em dedo senti um pequeno desconforto, mais estava gostando tanto, que nem liguei, e com o movimento de entra e sai fui ficando cada vez mais mole, sem reação, e com a cabeça em órbita, sei la de qual estrela, no movimento de eu ficar de bruço, minha calcinha, na parte da frente tinha subido um pouco e meu pintinho ficou dentro dela e em um dado momento eu levei uma espécie de choque, gosei pela primeira vez, gosei gostoso, meu corpo estremeceu, meu cuzinho se fechou prendendo o dedo de Dora, minha boca estava muito seca, mas minha cabeça estava muito longe, Dora me virou lentamente, tirou meu piruzinho da calcinha e disse, agora você realmente gosou de verdade e não se fazendo de rogada, chupou, lambeu, procurou em cada fio de minha calcinha tudo que pode sorver, chupou mais uma vez meu pintinho, como que tirando a última gota, e outra surpresa, me beijou dividindo comigo, toda minha porra, adorei o sabor a textura, deixei em minha boca e aos poucos fui engolindo, e me deliciando, ficamos abraçadas, eu disse que estava muito contente, feliz e gostando de como aconteceu, Dora me disse que eu era um meninha muito gostosa mas em breve iria, me tormar uma mulher nos braços de um homem, dorminos abraçadinhas, toda molhadinha e com o cheiro do sexo em nossas bocas e cabeças.

O caseiro II

Meu nome é Giancarlo, e vou dar continuidade na estória de O Caseiro.  Mas antes de recomeçar, gostaria de esclarecer alguns pontos, de modo que os leitores possam entender o que aconteceu na minha vida.  Todo ser humano passa por diversas fases na vida: umas boas e outras más.  Muitas vezes, dão para roubar, outros a defraudar, outros a difamar, outros a praticar a homossexualidade, etc...  Alguns gostam tanto que não procuram sair daquela vida, outros, após terem experimentado, voltam para o seu lado bom, abandonando aquela vida.  Vocês poderão observar, lendo os meus contos, que eu também tive meu período ruim, porém com o passar dos tempos, eu resolvi abandonar....leiam os outros contos e saberão o que me aconteceu.

Após três dias da ida a Itaguaí, estava no escritório, quando a minha paixão que é a secretaria (ela ainda vai ser minha) entregou-me uma solicitação de visita, exatamente em Itaguaí.  Como era sexta-feira e minha agenda de visitas estava lotada, resolvi deixar para o dia seguinte, tendo em vista que eu costumo ficar em casa aos sábados, mas como era em Itaguaí, eu também poderia ir ao sítio do caseiro, fazer-lhe uma visita.

Acordei cedo no sábado, fiz minha higiene pessoal (enema), tomei meu café matinal, e fui à garagem pegar meu carro.  Já na rua, procurei o melhor caminho que me levasse à Itaguaí mais rápido, pois assim teria mais tempo para ir à casa do caseiro sem ter que ficar preocupado com as horas.  Chegando a Itaguaí, procurei pelo mercado e seu proprietário, o Sr. Onofre.  Rapidamente encontrei o mercado, bem como também, o seu proprietário.  Subimos até o girau onde ficavam as salas da administração do mercado, e observei que os móveis eram improvisados.  Abri minha pasta, peguei um jogo de catálogos e entreguei nas mãos do Sr. Onofre, de modo que ele escolhesse o melhor para a firma dele.  Ele então pede minha opinião com relação à escolha, tendo em vista que eu já trabalho com aquela mercadoria, e provavelmente já teria vendido para algum mercado.  De posse da autorização dele, indiquei-lhe um modelo que viria a compor sua firma, e o preço era bastante convidativo, o que foi aceito de imediato pelo dono da firma.  Preenchi o pedido, preparei o cadastro dele, e despedi-me dando um prazo para a entrega da mercadoria de sete dias após a aprovação do cadastro.

Saindo do mercado, peguei a estrada que me levaria ao sítio do amigo.  Após cerca de 20 minutos de viagem, finalmente entro na estradinha de terra batida e logo avisto o sítio do amigo.  Ao chegar defronte a porteira, observo que ela esta trancada com cadeado, e mais à frente, enxergo um rapaz que se encontra de costas para a entrada.  Chamo por ele, e ao virar-se, vejo que é a pessoa a quem procuro.  De imediato, ele não me reconhece, mas logo em seguida pergunta se eu já não estive conversando com ele, o que eu respondo que sim, e pergunto:  não estás me reconhecendo?  Tomamos banho juntos no rio, lembras?  Já esquecestes?  Quando eu falei banho no rio, ele caiu em si e disse que estava se lembrando de mim, mas não passava pela cabeça dele que eu iria retornar.  Ato contínuo veio até a porteira e abrindo-a, pede que eu entre com meu carro e pare defronte a casa dele.  Fecha a porteira e vem ao meu encontro. Abraçamo-nos e ele me convida para entrar em sua casa.

Pude observar que a casa dele era bem simples, com o estritamente necessário para um homem solteiro.  Já mais a vontade, pergunto se ele é casado, separado, desquitado, divorciado ou viúvo, e ele responde que foi corneado pela companheira dele, e mandou-a embora de “mala e cuia”.  No momento, está curtindo a vida de solteiro, inclusive experimentando outras situações bem diferentes das que ele já houvera passado antes.  Não arrisquei nenhuma pergunta, para não estragar o clima que começava a rolar, isto é, nossa conversa estava ficando mais solta e objetiva, tudo indicando que a tarde seria bem aproveitada e maravilhosa.

De repente ele se levanta, perguntando se eu aceitaria um cafezinho, e digo que sim.  Quando ele retorna da cozinha com o café e me entrega a xícara, arrisco uma pergunta:  o que aconteceu com ele no outro sítio?  Ele esboça um sorriso maroto e diz que a causa foi o filho mais novo do patrão, o Sr. Onofre.
Diz que o rapaz gostava de ficar chupando uma rola, e queria toda hora, quando certo dia, ele deu um flagra em nós dois.  Resultado: ele foi mandado embora, recebendo como pagamento aquele sítio e uma pequena quantia em dinheiro, que daria para me sustentar durante um ano, tendo em vista que  trabalhara no sítio dele durante 20 anos.  Perguntei qual era a idade dele e falou-me que tinha 35 anos de idade.  Então comentei que o flagrante foi muito bom, pois ele saíra lucrando. Perguntei qual o tamanho do sítio e ele responde que o sítio mede 10 hectares, ou seja, 100 mil metros quadrados, e que ele está sabendo aproveitar bem o terreno, diversificando a produção.

Ele me pede que o acompanhe até a parte detrás da casa, de modo que possa me amostrar a propriedade.  Ao chegar lá, constatei que o terreno era imenso, e que um homem sozinho, não daria conta de trabalhá-lo.  Pergunto se ele tem algum trabalhador com ele, e ele diz que tem dois, mas que naquele dia estavam dispensados.  Paramos próximo a uns caixotes, e eu me eoncosto neles, quando ele vem e  encosta-se em mim, roçando sua bunda em meu pau e dizendo que esta é a situação que ele tem experimentado nos últimos tempos.  Diz também que ficou admirado com a minha desenvoltura naquele dia do banho no rio, quando eu me deixei penetrar por trás. Sem nada falar ou reclamar.  A partir daquela data, ele já teve contato homo com quatro homens, e todos vendedores, e sempre no mato, nunca na propriedade dele, para não ficar conhecido demais.

Voltamos para dentro de casa, pois lá fora, soprava um vento frio, vento de inverno, pois estávamos no mês de julho. E na roça a temperatura é bem diferente que a da cidade.  Preparou outro cafezinho, e sentamo-nos juntos.  Após termos saboreado tal aperitivo, começamos a nos acariciar e ele tomou a iniciativa, dando-me um beijo na boca, beijo com gosto de café.  Paramos e começamos a nos despir.  Ele vai até a porta e a tranca por dentro e depois vai à janela e a tranca por dentro também.  Em seguida fomos pra o quarto e nos deitamos como estávamos, isto é, sem tomarmos banho, pois como ele disse que queria sentir o meu sabor.  Pediu-me que a nossa relação naquele dia não ficasse só no normal.  Ele queria conhecer todas as variações de uma relação homo..  Então perguntei se ele iria fazer o mesmo comigo, e ele respondeu que sim, porque gostara muito de mim, e se fosse da minha vontade, poderia morar junto com ele, pois gostaria de ser minha mulherzinha.  Rio disfarçadamente e peço a ele para irmos ao banheiro para fazermos nossa higiene pessoal, de modo não emporcalharmos um ao outro.

De volta ao quarto, deito-me de bruços e peço que ele deite sobre mim, de modo que eu possa ensiná-lo a partir desta posição.  Então digo para ele que a partir daquele momento, ele tomaria toda iniciativa.  Ele posiciona sua piroca em direção ao meu cú, forçando a entrada dela lenta e vagarosamente, com movimentos de ida e volta, até que ela entra de toda.  Ele inicia então a movimentação, agora um pouco mais rápida, sem ser veloz, indo até o fundo do meu rabo.  Para facilitar ainda mais, levanto os meus quadris e abro bem as pernas.  Mal sabia ele que era eu quem queria sem enrabado.  Estava uma delícia sentir aquela vara em meu rabo.  Digo para ele não gozar, pois experimentaríamos outra posição.

Ele tira o pau de dentro de mim e então me viro, ficando agora de barriga para cima, abro bem as pernas, segurando-as com as mãos e levanto-as, assumindo a posição de franco assado.  Ele percebendo a manobra, crava de novo sua caceta em meu rabo. Desta vez socando firme e bem mais profundo.  Com ele cravado em mim, puxo-o em minha direção, dando-lhe um beijo na boca, sendo correspondido por ele.  Enquanto ele me socava, beijava-me de uma forma faminta, quando ele me avisa que iria gozar, e eu digo para ele me encher com aquele néctar maravilhoso, quando sinto que ele gozou dentro de mim.  Fiquei por algum tempo naquela posição até sentir o pau dele murchando dentro de mim.

Ele sai de mim e deita-se ao meu lado, fazendo carícias em meu peito e começa a chupar o bico dos meus peitos que estavam durinhos, o que me dava um tesão da porra (como dizem os nordestinos).  Pergunto a ele se ainda tem café na cozinha.  Ele diz que sim e eu me levanto indo pegar duas xícaras.  Retorno com elas nas mãos, dando uma para ele.  Após tomarmos o café peguei as xícaras para levá-las à cozinha, indo em seguida ao banheiro lavar-me, pois a gala dele escorria pelas minhas pernas.  Ele me acompanha e entramos juntos no box.  Já debaixo do jato de água do chuveiro, começo a lavar o pau dele com sabonete.  Jogo água nele, fecho o registro do chuveiro, abaixo-me e abocanho aquele cacete, e começo a punhetá-lo com a boca.  Percebo que ele começa a entrar em êxtase e a tremer as pernas, num prenúncio de que vai gozar, e enfio a piroca dele garganta a dentro.  Ele segura minha cabeça, e goza na minha garganta, provocando em mim um engasgo e princípio de vômitos, porém eu não queria perder aquele leitinho e engoli tudo.  Que coisa estupenda, maravilhosa, deliciosa.

Ele me levanta, beija-me e então quem se abaixa é ele.  Coloca minha pica em sua boca, e faz exatamente como eu fiz.  Gozo abundantemente em sua boca, dizendo para ele engolir tudo, não deixar nenhuma gota em meu pau, o que ele faz com maestria, para quem estava aprendendo a ser viado.  Acabamos de nos banhar, e nos dirigimos para o quarto.  Sentamos na beira da cama e começamos a conversar, quando eu digo para ele:  quem diria. Você na outra vez me enrabou no rio, e hoje deu uma de gay.  Como as pessoas mudam.  Foi muito bom, disse-lhe, para encorajá-lo.  Você está indo muito bem.  Abraçamo-nos, quando ele me convidou para fazer-mos um lanche que ele iria preparar para nós dois.  Ele se levanta indo em direção à cozinha, enquanto eu permaneço sentado na beira da cama, pensando em minha vida e o caminho que eu estava trilhando.  Será este verdadeiramente o meu caminho?  Será esta a minha vida daqui para frente, só transando com homens?

Ele retorna com o lanche, apóia-os sobre o criado-mudo, e começamos a saboreá-lo.  Era um sanduba de queijo com presunto e como bebida, coca-cola.  Digo para ele que é chegada a hora de partir, pois tinha que realizar um serviço em minha casa antes de escurecer, e eu morava bem longe da casa dele.  Perguntou-me se eu retornaria, eu disse que sim, mas que não poderia precisar uma data correta, tendo em vista que a maioria dos meus clientes ficava no Rio, e ali em Itaguaí, só tinha como cliente, o supermercado do Sr. Onofre, mas que retornaria sim.  Visto minha roupa, e dirijo-me à porta de saída, acompanhado por ele.  A chegarmos ao carro, pergunto a ele qual era o nome dele, pois até aquele momento eu não sabia.  Ele me responde que ele se chama Pedro.  Despeço-me dele com um beijo e um afago em seu cacete e entro em meu carro.  Enquanto isso, ele se dirige à porteira de modo a abri-la.

Dou a partida no motor do carro, manobro-o no pátio fronteiriço à casa e vou em direção à porteira.  Aceno para ele e pego a estrada em direção à minha casa.  Durante o trajeto de volta, torno a pensar sobre como eu tenho agido, o que estou fazendo, e me pergunto: e o meu amanhã?  Tenho que tomar agora uma atitude definitiva com relação á minha masculinidade, e faço uma promessa a mim mesmo, que a partir de aquele dia não mais teria relações sexuais com homens, e sim com mulheres.  Doravante não mais escreverei contos gays e sim héteros.

Conto enviado por desejoso.

Para contato, use giancarlomartelli@bol.com.br

O caseiro

Meu nome é Giancarlo. E vou contar o que aconteceu com o meu retorno ao sitio em Itaguaí, onde eu conheci o caseiro que me enrabou dentro do rio.

Após duas semanas de minha ida ao sítio em Itaguaí retornei, conforme houvera prometido ao caseiro.  Primeiro passei em um cliente em Campo Grande e depois me dirigi para o local.  Em lá chegando, encontro a porteira trancada, e um jovem na guarita, de aproximadamente 28 anos, alourado, corpo malhado, branco, com mais ou menos l,70 de altura, olhos verdes.  Paro o carro, desço dele e pergunto ao jovem acerca do caseiro que ali trabalhava.  Ele então, procura saber de mim se eu sabia o nome dele, e respondo que não.
Descrevo então, que a pessoa que eu procuro, tem mais ou menos a nossa altura, moreno acablocado, cabelos pretos, quando ele me interrompe e diz que o rapaz que eu procuro não trabalha mais no sítio, porém ele está bem perto daquele local, e ele se propõe a me levar até ele.  Então eu disse: ótimo.

Espero o rapaz sair da guarita, abro a porta do carro para que entre, quando me indica qual o caminho a tomar.  Com a entrada do jovem no carro, passa por minha cabeça, inúmeros pensamentos eróticos, tendo em vista que o rapaz era um pedação de mau caminho e eu não queria perder a oportunidade.  O jovem me aponta o caminho, e eu dou a partida no carro, indo a direção que me fora apontada.  Vou dirigindo devagar, tendo em vista que a estrada era muito esburacada.  Em certo momento ele me pede para tomar uma entrada à esquerda.  O caminho era muito estreito e mais devagar ainda me dirigi em frente.  Mais adiante, avisto uma casinha muito simples, com uma pequena varanda, e o rapaz então me fala, que aquela era a casa onde ele morava, e me trouxera até ali, pois queria conversar comigo acerca de um assunto, o qual ele nunca conversou com ninguém. Por não sentir confiança nas outras pessoas, e ao me conhecer sentiu que eu era bastante diferente, e ele queria ou gostaria que eu escutasse o que ele tinha para contar, e se possível o entendesse.

Então o rapaz começa a me confidenciar, que desde tenra idade, sentia atração por outros meninos, mas se segurava com medo.  Ele tinha um primo com o qual costumava “brincar” com ele, quando certa ocasião, seu pai o flagrou na brincadeirinha com o primo.  Disse-me que tomou uma coça de cinto do seu pai que o deixou marcado fisicamente durante muito tempo e mentalmente esta marca nunca se apagou.  Com o passar dos anos, observou que seus pais tinham preferências pelos dois irmãos mais velhos, e que ele era tratado como um peão, um serviçal, e até lavar as roupas dos de casa, ele era obrigado.  Os anos foram se passando, quando ele então resolveu tirar umas férias, pois seu pai o pagava como pagava para os trabalhadores do sítio.  Como o meu dinheiro era pouco, resolvi pedir uma carona ao primeiro caminhão que passasse por lá ou próximo dali, o que não demorou muito.  Embarquei na boléia e fui embora com o motorista para o sul do Brasil (Santa Catarina).  Até a metade do caminho, o motorista me tirava de cima em baixo, dava aquele sorriso disfarçado e balançava a cabeça como quisesse dizer sim.

Estacionamos próximo a um posto de gasolina e descemos do caminhão para podermos comer alguma coisa, pois a fome era muito grande.  Ele (o motorista) perguntou-me se eu tinha dinheiro para pagar a minha conta, o que respondi que o dinheiro que eu levava era muito pouco, foi quando ele falou que pagaria tudo e depois eu devolveria de alguma forma para ele.  Interrompi a narrativa do rapaz, pois já estava se tornando muito longa, e perguntei quantos dias passou em companhia do motorista, e ele respondeu que foram 15 dias.  Perguntei se durante a viagem ele dividira a cama com o motorista, ele respondeu que sim.  Em seguida fui direto ao assunto:  você estava procurando alguém que fizesse com você o que não houvera conseguido enquanto morava com seus pais, isto é, queria ser enrabado, pois era o seu maior desejo?  Ele respondeu que sim.  Então fiz uma outra pergunta, mas já adivinhando qual seria a resposta: qual o teu interesse em me contar todo este drama?  Finalmente ele entra direto no assunto, o qual eu já adivinhara.  Queria que eu transasse com ele, sendo ele a fêmea.

Perguntei se os pais dele costumavam vir até aquele local.  Ele disse que não.  Sua mãe morrera quando ele era ainda criança, e seu pai viajava muito, como o estava fazendo no momento, visto que fora a Natal no Rio Grande do Norte, visitar seu irmão mais velho que mora naquela cidade, e que só voltaria dentro de duas semanas.  Quanto ao seu irmão do meio, não mora no sítio e não gosta da vida na roça.  Entramos na casa, e ele foi ao banheiro se lavar.  Aproveito, tiro minha roupa, ficando completamente nu, pego uma garrafa de bitter campari da estante, vou a geladeira e pego quatro pedras de gelo e as coloco em dois copos, e deito a bebida sobre as pedras de gelo, e fico na espera do rapaz.

Logo ele aparece envolto em uma toalha e leva um susto quando me vê pelado.  Já?  Pergunta ele.  Sim, claro, respondo.  Peço que ele tire a toalha de volta do seu corpo e que dê uma voltinha.  Tinha uma bundinha lisinha, arrebitada, bem delineada, coxas lisinhas, bem torneadas, mandei que juntasse as pernas, e notei que elas não deixavam espaço entre elas.  Tentei enfiar minha mão entre elas e não consegui.  Pedi que se virasse de frente e meus olhos fixaram no membro dele.  Tinha mais ou menos 15 centímetros e um diâmetro de aproximadamente 4 centímetros, isto é, uma boa piroca, que dá para satisfazer qualquer amante de uma caceta.  Perguntei o que ele gosta de fazer, tendo respondido que apesar de não ter feito de tudo, mas somente dar o cu, foi naquela viajem, esperava que eu fizesse com ele o que ele tinha de conhecer na arte de amar um homem.

Perguntei se ele tinha vaselina e ele foi pega-la no armário do banheiro.  Abri o potinho, tirei uma pequena quantidade e passei no seu cuzinho, e o que sobrou no meu dedo, passei também no meu rabo, pois não iria perder aquela caceta gostosa que se encontrava defronte a mim.  E o mais charmoso era a cabeça da piroca, que não era vermelha nem arroxeada, mas sim rosa claro, e eu não ia perder a oportunidade de abocanhá-la.

Abracei-o e nos dirigimos para o quarto, onde deitamos em sua cama. Abraçado a ele, comecei a alisar suas costas, vindo em direção aos seus peitos, e comecei a chupá-los com sofreguidão.  Subi minha boca, indo ao encontro de sua boca, dando-lhe um beijo de língua, e, vai direção ao seu ouvido e disse-lhe: chupa-me, seu viadinho safado, porque eu quero gozar em tua boca.  Então, me lembrei das bebidas e pedi que ele pegasse para podermos saborear os drinks, o que fiz lentamente, mas sempre punhetando o jovem e enfiando a mão no seu rabinho.

Após termos saboreado a bebida, voltamos a nos tocar.  Do corpo do rapaz, ascendia um odor de chocolate, muito gostoso, o que aumentava o prazer da transa.  Em seguida, o rapaz começa a me chupar, de uma forma diferente, isto é, com uma fúria descomunal, parecendo que queria sugar minha gala com os escrotos juntos, tanta era a força que usava para chupar o meu pau.  Pedi que ele parasse e expliquei como deveria fazer.  Ele recomeçou, e desta vez, certo.  Ele deixava a piroca entrar e sair em sua boca, indo até a garganta e depois voltando até os lábios, e repetindo os movimentos, Aproveitei a ocasião e comecei a chupar também o seu pau.  Que maravilha de sabor.  Até o seu membro tinha gosto de chocolate.  Espetacular, saborosíssimo.  Quando senti que ia gozar, pedi que parasse e deitasse de costas, levantando as pernas, na clássica posição de frango-assado.

Apontei o pau na entrada do seu rabo, e fui penetrando lentamente, sem haver nenhuma reclamação de dor ou incômodo por parte do rapaz.  Fui até o fundo e voltei, tirando todo o pau do seu rabo e penetrando outra vez, agora com um pouco mais de velocidade.  Não houve reclamação, e então continuei um pouco mais rápido, pois já sentia que ia ejacular.  Nesse momento ele fala que está quase gozando.  Eu paro e digo a ele para não gozar ainda, isto é, só quando eu dissesse que poderia.  Continuei com os meus movimentos e finalmente cheguei ao clímax, soltando uma enxurrada de gala dentro do seu rabo.  Em seguida tiro meu pau do seu rabo, chego um pouco à frente, pegando seu pau que estava duríssimo, aponto-o em direção ao meu rabo, e vou sentando em cima dele, agasalhando-o inteirinho dentro do meu cu.  Começo então um movimento de cavalgada, com o pau dele enterrado em meu rabo, e digo para ele:  agora sim, você pode gozar, encha também o meu cu com a tua porra, vem fdp.  E o cara mandou ver dentro de mim.  Que delícia de piroca.

Ele se levanta da cama e vai ao banheiro dizendo que está com uma vontade tremenda de verter, mas o rapaz foi lavar o pau.  Ótimo.  Ao voltar, pergunta de se eu quero outra dose de campari, e eu digo que sim.  Trás as bebidas e começamos a saboreá-las.  Quando acabamos, colocamos os copos no chão e deitamo-nos de lado, de frente um para o outro, e iniciamos a chupação de pau.  No início ele relutou em chupar o meu pau alegando que poderia estar sujo de fezes.  Mandei que ele olhasse, caso estivesse, eu iria lavá-lo, mas ele tornou a enfiar meu cacete na boca, pois assim ele poderia saber realmente qual o sabor do seu cu, que ficara impregnado em meu pau.  Desta vez foi mais rápido e cheguei aos finalmente, gozando abundantemente em sua boca.
Ele também não fica para trás e goza uma enormidade em minha boca, e eu depois de muito tempo, volto a engolir a gala de outro homem, o que valeu a pena, pois até a gala dele, tinha gosto de chocolate.  Levanto-me, olho para o relógio e vejo que levei muito tempo com o jovem, e eu tinha que procurar o outro rapaz.

Vou ao banheiro tomar um banho, quando o rapaz entra também para tomar banho.  Então após ter-se molhado, começo a esfregar o sabonete em suas costas, descendo até a sua bunda, quando deixo o sabonete ir ao chão propositalmente.  Quando ele se abaixa, isto é, curva-se para pegar o sabonete, eu o seguro pela cintura e sem dó nem piedade, enterro tudo  em seu rabo, e digo para ele não tocar punheta, o que ele cessa de imediato.  Logo, logo, gozo em seu rabo, e falo baixinho em seu ouvido: você gostou?  Gostaria que eu retornasse?  Gostaria de ser minha fêmea?  Eu gostei, e você?  Então ele respondeu: posso dizer daqui a um pouco?  Sim, respondi.  Pode.  Então ele fala que agora era ele que ia passar o sabonete em mim, e eu deduzi: o cara vai fazer o mesmo que eu fiz.  Tudo bem.  Molhei-me e ele passou para a minha retaguarda e começa a passar o sabonete em min. Antes que ele deixasse o sabonete cair, peguei o seu pau e o coloque na entrada do meu cu, e ele só teve o trabalho de enfiar também de uma só vez.  Após algumas bombadas, gozou bastante, que chegou a escorrer pelas minhas pernas.

Ainda cravado em mim, ele faz as mesmas perguntas que eu fiz e eu respondo:  será necessário responder?  Ele diz que não e me dá um beijo de língua e sai do banheiro, me deixando lá para que eu complementasse minha higiene, pois eu iria para longe.  Sai do banheiro, me arrumo todo e sinto no ar um cheiro de café fresco, e pergunto: é você quem está preparando?  Ele responde que sim e vem com duas xícaras com café.  Saboreio-o e me despeço dele, dizendo que poderia retornar, mas não iria procurá-lo na casa do pai não, viria para cá.
Despedi-me dele e dirijo-me ao carro que estava estacionado defronte a casa.

Já na estradinha, em vez de tomar a direção à esquerda, viro à direita e venho em direção ao Rio de Janeiro.  Quanto a visita ao outro caseiro, fica para o próximo conto.

Enviado por:  desejoso

Para contato,  use: giancarlomartelli@bol.com.br

 

No colégio

Bom , meu nome é thais ,tenho18 anos , sou morena cabolos cacheados na altura do ombro 1.62 de altura 53kg. O que vou contar a vcs aconteceu no mes passado .

Estava eu no colegio assistindo aula de historia . A minha professora é muito linda tem a pele clarinha cabelos vermelhos e olhos cor de avela ela é muito linda. Bom ela sempre me dava uma atençao especial e eu sempre gostei dela tanto como mulher como professora.

Neste dia ela estava com um vestido preto lindo q marcava seu corpo mas nao de maneira vulga , ela é super chique e isso me atrai nela. Mas em fim , quando acabou a aula ela falou pra mim ficar na sala que ela queria falar comigo .A minha turma era a ultima do colegio todas as outras ja tinha sido despensada . Ela despensou os meus colegas e fiquei com ela la.

Ela sentou se em sua mesa e pediu para que sentace proxima a ela para conversamos. Eu estava nervosa pos gosto muito dela . Ela olhou nos meus olhos e dice que precisava melhorar minhas notas e que ela podia me ajudar , era so eu aceita um acordo .Eu perguntei a ela oq era , ela me olhou acariciou meu rosto e dice que queria que eu foce dela. Eu nao respondi , pos n sabia se estava assustada por ela gosta de garotas ou se por finalmente o meu sonho ia se realiza .Nos encaramos por um tempo e ela me beijos , um beijo doce como ela . Depois ela me perguntou se eu toparia , eu balacei a cabeça em sinal positivo . Nos beijamos outra vez .As coisas começaram a esquenta ela foi passando as maos em minhas pernas e na minha bunda. Eu falei pra ela parar pois alguem podia ver , e nao queria problemas nem pra mim nem pra ela .Ela sorriu e falou que gostava de perigo . Ela foi desabotoando minha blusa e começou a me chupar . Aí como foi bom ! Eu gemia baixinho e ela me chupava com mais vontade . depois ela foi levantando minha saia pasou a mao sobre minha calsinha ficou acariciando minha bucetinha .Ate que começou a chupa-la eu gemia e a chamava de professorinha puta , a minha professorinha . Eu comço a beija-la chupa seu lindos peitos e partologo pra sua chaninha que me chamava . Ai ela me pede pra para eu fique sem entender , ela dice que tinha uma surpresinha para mim . fico curiosa mas ela nao fala , ela sai e pede pra mim espera . QUando ela volta ela vem com uma cinta com um penis nela. Ela pede pra mim chupar seu pau . eu começo a chupar .Ela pede para mim ficar de quatro e começa me fuder , eu coemeço a gemer . ate gozar . Depois nos recompomos e nos vetirmo ela me deu uma carona ate em casa .

Bom o resto conto pra vcs em um outro conto . Espero q tenha gostado . beijos e ate a proxima.


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