Contos Eróticos

O preço de três fodas e meia

O comportamento típico de uma puta quando está com um cliente é deixar-se estar de pernas abertas o mais imóvel possível, os músculos das coxas contraídos, e esperar que o sujeito se venha o mais depressa que puder. Há porém indivíduos que por aquilo que pagam merecem e exigem um tratamento VIP. São homens que procuram uma puta não apenas para verem satisfeitas as suas necessidades sexuais, mas sobretudo as suas fantasias. São quase sempre casados e procuram em nós aquilo que acham não dever pedir às esposas ou que estas devido à sua condição de mulheres de família entendem não lhes dever dar. Este tipo de cliente que muitas vezes nem se importa que gozemos com eles, e não se importa de pagar para ter o que quer, tanto pode aparecer a uma prostituta de casa montada, como a uma vulgar rameira da rua. Foi o que aconteceu comigo naquela noite em Coimbra.
Eu de carteira a tiracolo andava no engate entre a estação nova e o Parque João Braga, acompanhada da Tita e já aviara um cliente. Nossos namorados andavam por ali não só para imporem respeito a qualquer transeunte mal intencionado, mas o meu Rui particularmente por se entesar bastante vendo-me indo com outros, quando parou à nossa beira um homem dos seus trinta e tal anos conduzindo um Ford azul. Escolhendo-me a mim perguntou-me se tinha a cona suficientemente aberta para levar com uma coisa grossa dentro dela, o que me fez pensar que ele fosse super-dotado, que tipo de serviços oferecia, e porque preço estaria disposta a ir com ele e fazê-lo gozar no meu corpo. Respondi-lhe a tudo. Disse-lhe ter a pássara razoavelmente aberta para meter nela um bom bacamarte e querer uma nota de 1000 por uma foda mais oral, mais o custo do quarto a menos que quisesse ir foder comigo para o Choupal caso em que tal despesa lhe seria poupada. O homem escolheu a alternativa da pensão e disse que me pagaria o dobro se fizesse o que ele pretendia sem pressas. A Tita que em matéria de sexo profissional era sempre ela por baixo e o cliente por cima aconselhou-me a ter cuidado, que homem disposto a pagar a uma puta o dobro do que ela pedia só podia ser tarado, mas como se tratava de o levar para uma pensão não lhe dei ouvidos e entrei com ele no carro. O sujeito já conhecia a residencial manhosa da baixinha onde o conduzi pois que a dona o cumprimentou quando ele efectuou o pagamento do quarto, o que me tranquilizou mais.
O sujeito parecia de bom nível e não era unha de fome pois que alugou um quarto com duche privativo, pedindo um par de mudas de toalhas que teve de pagar por fora, e depois quando já no quarto me pagou o dobro do preço combinado e me mandou tomar um duche acrescentou ainda que me daria uma gratificação se me portasse bem com ele. Sem se despir assistiu ao meu duche e até me ajudou a ensaboar as costas e o peito aproveitando para me apalpar as mamas. Aqueles seus primeiros toques despertaram-me o tesão pois que a foda anterior que dera fora no estreito cumprimento dos meus deveres de prostituta, eu mais parecera durante ela uma boneca insuflável, e por isso não me soubera a nada. Quando acabei de me lavar e me enrolei no lençol de banho mandou baixar-lhe as calças e lavar-lhe a piça e os bagos. Quase sempre que os clientes requisitavam um quarto com chuveiro pediam-nos que lhes lavássemos o instrumento, pelo que não estranhei tal pedido e o satisfiz. O sujeito tinha um caralho com mais de 20 cms, grosso e rijo como uma tora de madeira, circuncidado, com uma volumosa cabeça e já completamente em pé. O tipo de caralho que consola a vista a uma apreciadora como eu e que mesmo como menina da vida sempre gostei de ver patenteado num cliente embora não tão exagerado que exigisse uma mulher especialmente aberta para o receber.
Sequei-o muito bem na outra toalha e ele então mandou-me tirar o lençol de banho e sentar-me toda nua de pernas abertas e a rata completamente exposta numa cadeira. Então despindo-se da cintura para cima e ficando igualmente sem roupa colocou-se em cima de mim na cadeira apalpando-me a vagina e o clítoris com as mãos e introduzindo à vez um dedo dentro daquela. Aquilo excitou-me ainda mais e eu não tive como o disfarçar.
- Huum! - comentou – Tens a cona bem aberta. Apesar de seres jovem já andas nesta vida há algum tempo, ou então sempre foste de foder muito. Ainda bem! Assim não te custará muito a ganhares a tua gratificação quando ta abrir ainda mais.
Com as suas mãos juntou as minhas mamas uma de encontro à outra, metendo o bacamarte dentro delas enquanto o seu pé direito se esfregava todo na minha rata.
- Tens um par de mamas igual ao da minha mulher, gordinha, mas a puta desde que casámos nunca mais me deixou enfiar a piça no meio delas – queixou-se ele. – Nem nunca mais me deixou esfregar-lhe a cona com os pés apesar dos orgasmos que com eles lhe dei, porque a puta tinha medo de ir grávida para o altar se me deixasse meter-lhe o cacete antes do casamento.
Como puta ouvi muitos queixumes do género. Por isso abria as pernas para o deixar esfregar-se, tentando obter o maior prazer que pudesse e pensando mesmo que aquilo iria ficar por ali. Mas o sujeito depois de me ter fodido as mamas durante um bocado de tempo começou a tentar meter o dedão grande do pé dentro da minha greta. Embora tivesse as unhas cortadas a sua penetração feriu-me um pouco os lábios vaginais e eu queixei-me.
- Ai! Queres-me dar cabo do meu ganha-pão? – perguntei-lhe. – Apesar do que me pagas ainda quero ver se fodo mais hoje.
- Cala-te e faz por mereceres o que te pago como combinado – respondeu-me – Tens ou não a cona suficiente aberta para te estares a queixar do meu dedo? Quando te enfiar o caralho vais ter muita mais razão de queixa.
Então ele sempre mo pretendia enfiar. Pensando na gratificação calei-me e os seus dedos dos pés ainda me ficaram ali cutucando a entrada da rata durante mais algum tempo embora ele não tenha enfiado nenhum dedo por inteiro dentro dela. Por fim ele levantou-se e de pé quis que lhe fizesse uma mamada.
- Chupa-me todo. E os colhões também.
Na posição em que ele estava os seus tomates carnudos e peludos batiam-me na testa pelo que tive de esticar o pescoço para os poder abocanhar e os sorver. Depois fiz-lhe o mesmo ao pau que nessa altura já estava bastante melado pois lhe senti a esporra quentinha pingando-me na língua. Aliás eu quando lhe meti o pau na boca já estava com o nariz e o rosto bem impregnados de esporra pois que enquanto lhe lambia os balões o sujeito ia espirrando leite na minha cara sem qualquer cerimónia, embora o estado de dureza do seu caralho não parecesse ameaçar um orgasmo iminente. O meu gargarejo parecia pelo contrário estar a satisfazê-lo muito o que não me admirava pois nunca nenhum homem a quem eu chupei se queixou do meu trabalho de boca, já que os gemidos de prazer que soltava, e os seus pedidos entrecortados por suspiros profundos de satisfação, dizendo “ continua a chupar-me, gordinha gulosa” e “ chupa-me todo que o meu caralho agradece-te e no fim deixo-te uma boa gorjeta”, eram bem elucidativos de tal facto. Eu também não estava só entretida dando prazer ao cliente que me contratara pois que este aninhara-se sobre meus ombros e com o seu braço direito esticado para baixo entre as minhas pernas, apalpava-me a rata e os lábios à volta dela, penetrando-me com os dedos da mão, ora só com um, ora com dois ou três ao mesmo tempo.
- Mexe-me essas coxas, gordinha. Mexe-as como se estivesses a foder com o caralho do teu príncipe encantado.
E eu chupava-lhe no pau inflamado e salgado de esporra levantando e baixando as pernas, deixando-o foder-me com os dedos. Mas quando me metia os três em simultâneo eu gemia. Não que não fosse agradável mas causava-me dor.
- Que é isso, cona funda? Quero ver-te bem arregaçada antes de ta meter. E pago-te bem para isso. Portanto abre bem as pernas e não pares o movimento com essa boquinha nem com essa língua.
E continuei chupando-o. Os seus dedos penetravam-me fundo, e as minhas coxas abriam-se e fechavam-se para os receber inteiros. Ele comentava que eu tinha a cona húmida de tesão e não deixava de ser verdade, tão verdade que estava quase a vir-me.
- Agora tu, minha linda – disse-me por fim antes de algum de nós ter gozado – Vais enfiar esses teus dedinhos que são mais pequeninos que os meus bem dentro da tua coninha elástica. Pago-te outro tanto para te ver com a coninha bem escancarada – e perante os meus olhos foi à carteira do casaco e brandiu-me outra nota de 1000 igual às duas que me dera quando chegamos ao quarto. – A partir do terceiro dedo que consigas enfiar na cona dou-te por cada um mais 500 paus.
Boa, pensei! Três notas daquelas e tinha a noite ganha, não precisaria de voltar para o giro da estação. Arrecadei de imediato o dinheiro como toda a boa puta deve fazer e dizendo-lhe que iria tentar, entre gemidos de prazer e dor, sempre rebolando-me o mais possível para facilitar a penetração e procurando alargar ao máximo as paredes da cavidade vaginal lá fui metendo um dedo de cada vez. A penetração não foi constante pois à medida que mais dedos ia enfiando maior era a dor pelo que por vezes eu tinha de os tirar fora e recomeçar.
- Que é isso? – dizia-me então – Quero vê-los todos lá dentro – e ele próprio me cuspia para dentro da vagina ou me esfregava os dedos com a langonha que me deixara nas mamas e no rosto para me ajudar a deslizar melhor, dizendo que cona como a minha tendo já apanhado muito banho de esporra bem podia agora apanhar com umas valentes cuspidelas. Mesmo assim foi difícil enfiar todos os dedos embora de facto a minha rata se abrisse à medida que meus dedos a iam penetrando como eu sabia pela experiência dos dois abortos que já fizera, e quando ao fim de uns 10 minutos os consegui enfiar todos suspirei de alívio.
Muito bem – exultou – Um caralho assim grosso nunca te entrou aí, pois não? Quero ver-te fazendo um funil com ele assim dentro da tua cona e que te masturbes com ele.
Em boa hora ele me escolhera e não à Tita, ela nunca faria aquilo ainda para mais com tal conversa, mas eu não me importava, queria era ganhar o meu dinheiro e de preferência tirar algum prazer daquilo. Foi o que fiz. Com os dedos em forma de funil introduzidos na pássara comecei simulando os movimentos do coito enquanto o cliente, que já há muito me tinha feito parar-lhe a mamada, me observava atentamente tocando ao bicho e rindo-se muito.
- Aposto que nunca tiveste a cona tão aberta como hoje. Adoraria ver a cona da minha mulher assim tão aberta. Mereces bem o dinheiro que vais ganhar pois precisarias de meia dúzia de clientes para ta deixarem assim tão aberta. Mas quero ver-te metendo os dedos todos até ao fundo.
Obedeci-lhe até só ficaram as costas da mão de fora embora aquilo me doesse bastante. O meu útero parecia estar tão dilatado como se me estivesse preparando para dar à luz ou fazer um aborto. Novamente ele se acercou de mim, batendo-me com o caralho na cara e nas mamas.
- Não pares de te masturbares, gordinha. Acção nesses dedos. Faz de conta que tens o caralho mais grosso do mundo fodendo-te a rata e que estás a gostar. Faz por mereceres a outra nota de 1000 que te dei.
Eu até gosto de ser humilhada por um macho potente, como era o caso, durante o acto mas nem tive tempo de lhe dizer que escusava de me estar sempre a lembrar que eu estava ali na condição de puta embora não houvesse nenhuma mentira nisso, como por uma questão de brio feminino me apetecia pois mal acabou de dizer aquilo e logo me mandou abrir a boca e continuar chupando-lhe o pau. Só quando eu já bastante dorida das minhas partes lhe disse não aguentar mais continuar com os dedos enterrados em tal buraco é que ele com o caralho completamente ensebado de esperma que já me escorria pela garganta abaixo, mo tirou da boca e se dispôs a concluir a foda:
- Levaste uma coçadela valente, não levaste, lindinha? Mesmo para uma cona bem aberta como a tua foi uma coçadela monumental, não foi? Pois bem vou-te dar a provar de um caralho mais fino mas cheio de músculos e muito mais meneável.
Claro, só podia ser o dele, não havia ali outro e para o satisfazer comigo pagara tanto dinheiro. Tirei então os dedos sentindo minha vagina contraindo-se à sua saída.
- A perna esquerda levantada, vais-me fazer gozar com a esquerda levantada – exigiu. Levantei a minha perna e ele deitando a cadeira no chão com o ombro esquerdo encostado na minha perna fodeu-me de joelhos demoradamente. O meu buraco íntimo estava agora completamente fechado envolvendo aquele músculo de carne cheio de tesão e tresandando a leite de macho. Foi divinal, coisa que uma puta poucas vezes pode dizer. Viemo-nos ambos intensamente numa sinfonia de prazer. Generosamente e apesar de eu também ter gozado o cliente deixou-me mais uma nota de 500 no final. Era a prometida gorjeta que efectivamente não falhou. Não me pagara o preço de meia dúzia de fodas como lhe lembrei quando saímos da pensão mas pagara-me o preço de três fodas e meia embora tivesse ultrapassado largamente o tempo de um cliente normal e eu tivesse ficado com a rata toda a arder.
Com a carteira recheada não fiquei na rua na companhia da Tita que também não vi quando cheguei à estação pois tinha ido com um cliente que a alugara, pelo que o meu namorado Rui ficou igualmente a ganhar com o cliente que me calhou. Como nunca lhe paguei nenhuma comissão para fazer de meu chulo a punheta que lhe tocava no fim de encerrar a minha actividade funcionava como paga dos seus serviços. E nessa noite ele teve a sua tocada umas duas horas mais cedo do que era habitual. Dorida como fiquei acho que na realidade de nós os dois foi ele quem mais lucrou com o cliente do Ford azul.

 

SANDRA

Humilhação na república da cozinha

Quando cheguei a Coimbra para frequentar o 1º ano do curso de Direito, não tinha onde me alojar pois que o dinheiro que levava comigo não dava para mais de três refeições na cantina da Universidade. Não fiquei contudo na rua nem passei fome pois por um golpe de sorte conheci o Tomás, um rapaz bexigoso estudante de Medicina e morador na república académica … que me ofereceu guarida no seu quarto. Percebi imediatamente o que ele esperava de mim mas habituada até então a ser fodida pelo meu padrinho e como não tinha onde ficar, aceitei.
Dormi com ele durante dois meses como pagamento do tecto que o Tomás me dispensava e essas foram as piores trepadas da minha vida pois que o futuro médico mal me metia a pila logo se estava a vir. Foram dois meses de insatisfação sexual completa até conhecer o Rodrigo. Este era igualmente estudante de Medicina, mais velho que o Tomás, e tinha acabado de cumprir o tempo de tropa pois que o tinham chamado para servir o Exército antes de concluir a formatura. Rodrigo era um homem dominador e mal soube que eu andava dormindo com o Tomás, a quem ele detestava, logo exigiu que eu lhe passasse a fazer companhia na cama, exigência que passei a satisfazer com agrado. Deixei assim de dormir com o Tomás e embora o meu novo parceiro fosse muito mais bruto que o anterior sabia pelo menos muito bem satisfazer uma mulher, pelo que nunca me queixei da troca apesar de com ele ter ganho a fama da puta da república de .. . Foi com Rodrigo que pratiquei a minha primeira DP, que perdi a virgindade do cu, e que fui fodida em público pela primeira vez depois de uma tentativa de violação na cozinha da república. As coisas passaram-se assim.
Eu fora a primeira moça que o Tomás arranjara em Coimbra, e acho que na vida, e como ele agora se encontrava sem boceta onde se aliviar pois nunca conseguia arranjar namoradas, não ficou nada satisfeito por ter voltado a dormir só. Despeitado para se vingar sempre que me apanhava sozinha na república passava a vida a tentar apalpar-me e a mandar-me bocas, chamando-me de puta fácil e de universitária da perna aberta, a quem ele ainda haveria de voltar a montar. Nunca o fazia na frente do Rodrigo a quem eu já por diversas vezes contara a facilidade com que o Tomás se esporrava quando me metia, nem de nenhum dos seus amigos mais íntimos pois era um covarde e eu para evitar problemas lá em casa durante bastante tempo procurei ignorar as suas atitudes. Mas um dia em que ele conseguiu enfiar a mão por baixo da minha saia e me apalpou a rata dizendo que já a tinha comido e um dia destes voltaria a fazê-lo, achei que as coisas estavam indo longe de mais e além da bofetada que lhe preguei denunciei os seus abusos a Rodrigo que além de meu macho era o presidente da república, na esperança que este conseguisse a sua expulsão.
Rodrigo porém era de outra opinião.
- Com que então o esporra barato quer-te voltar a comer como noutros tempos? Pois bem Sandra, vais ajudar-me a dar-lhe uma lição que o vai fazer compreender que tipos como ele quando querem despejar os tomates o melhor que têm a fazer é irem às mulheres da vida, que essas é que ficam satisfeitas por um homem se vir depressa.
Pensei que Rodrigo o quisesse apanhar em flagrante e receei vir a ser a causa de uma feia briga de galos, mas não foi bem isso que aconteceu. A humilhação do Tomás foi ainda muito maior do que esperava embora a minha reputação também não tenha saído muito bem deste episódio.
Duas ou três noites após esta conversa, já bem depois do jantar, encontrava-me com a restante malta da república a beber umas cervejas no Mono. Tomás não era grande bebedor e foi o primeiro a retirar-se. Foi depois dele sair que Rodrigo de repente me disse:
- Sandra, volta para a república e toma um bom duche que quero ver-te bem cheirosinha quando chegar.
Pensei que aquilo fosse um pretexto para me ter lavadinha para uma boa noite de sexo já que Rodrigo gostava de evidenciar perante todos as fodas que me dava e as posições em que me colocava, e como fazia eu tudo o que ele mandava despedi-me do pessoal e regressei à república onde tratei de tomar um duche, embora algo contrariada por saber que o Tomás provavelmente lá se encontraria e quase de certeza iria tentar algo. De facto estava, já que a luz do quarto dele se encontrava acesa e o rádio ligado por isso entrei sem fazer barulho e despi-me às escuras para não lhe chamar a atenção. No quarto de banho fechei a porta à chave e pendurei o toalhão de modo a tapar a fechadura para ele não me poder espreitar procurando lavar-me o mais rápido e silenciosamente possível para o barulho da água não o atrair. Quando entrei no meu quarto ainda molhada e enrolada no toalhão de banho vi que ele assomou à porta do quarto e como estava sozinha tratei de me vestir o mais rápido possível sempre coberta pelo toalhão. Calcinha preta, saia rodada comprida, uma t-shirt branca e uma blusa estampada pois embora ele já me tivesse visto nua muitas vezes no tempo em que dormia comigo não queria correr o risco de ser surpreendida pelo Tomás em traje de dormir. Uma vez que estava vestida e Rodrigo e os outros não voltavam decidi regressar ao Mono e foi assim que dei de caras com o meu-ex esperando-me no corredor.
Não vou reproduzir o diálogo que se travou, apenas direi que o Tomás me agarrou pelo braço e sempre esfregando-se todo em mim fazendo-me sentir-lhe o caralho teso debaixo das calças puxou-me para ele tentando beijar-me, chamando-me de puta vadia que o tinha trocado só porque Rodrigo me mandara abrir-lhe as pernas. Eu batia-lhe no rosto e no peito mandando-o parar até ele me segurar nos pulsos e empurrar-me contra a parede do corredor.
- Quieta, puta – seus pés pisaram os meus para não lhe poder desferir nenhum pontapé nas canelas ou nos tomates e completamente encostado a mim beijava-me agora o pescoço e o peito – Puta, há quanto tempo não me deixas provar-te? E que saudades eu tenho de te comer. Vês como estou teso com fome do teu buraquinho? Hoje não te vais negar a mim.
Rápido como era a foder não admirava que me conseguisse dar uma queca antes de Rodrigo e os outros chegarem se estes demorassem mais de um minuto. Não foi isso que felizmente aconteceu. O Tomás dizendo-me que já que eu gostava de homens brutos me ia mostrar o que era ser bruto, puxou-me pelos braços arrastando-me na direcção da cozinha que era a divisão mais próxima.
- Vou-te comer em cima da mesa da cozinha, puta – disse-me – Foi na cozinha que o Rodrigo te exigiu que passasses a dormir com ele quando eras a minha miúda, não foi? Pois vai ser na cozinha que vou comer a puta dele.
Eu ia-o arranhando mas mesmo assim ele conseguiu arrastar-me até à cozinha e deitar-me na mesa com o peito para baixo fincando-me os cotovelos nas costas.
- Vou-te foder por trás, à cão, vadia – rosnou – O Rodrigo diz que te fode muitas vezes por trás. E até o cu te come, não come puta? A mim nunca me deixaste ir-te por trás apesar do que me deves.
As suas mãos já me estavam levantando a saia e me faziam descer a calcinha. Quando conseguiu puxar-ma para baixo com a mão livre abriu o fecho e tirou a pila para fora esfregando-ma nas coxas.
- Que saudades o meu caralho tinha das tuas coxinhas gordinhas, Sandra – dizia-me ele – E da tua coninha, então…E tu, também tinhas saudades dele?
Eu já arrependida de ter voltado para a república procurava humilhá-lo. Chamando-lhe de esporrador precoce que demorara mais tempo a arrastar-me à força para a cozinha e a tirar-me a calcinha do que o que ia demorar a comer-me já pensava que não ia ter jeito de não dar para ele, ainda que na base da força. Foi por isso com um grande sentimento de alívio que quando o Tomás esfregava a sua palma da mão aberta na minha greta do entre pernas ouvi a voz de Rodrigo na porta perguntando o que aquilo queria dizer. Virei a cabeça na sua direcção e vi que vinha acompanhado dos restantes repúblicos e de mais alguns amigos que tinham estado connosco no Mono.
Covarde como era, o Tomás ficou todo atrapalhado. Embora a tivesse grande tratou de guardar a pila até porque estavam ali algumas raparigas e ainda disse que tinha sido eu a desafiá-lo para me montar em cima da mesa da cozinha. Ia negar tudo como era evidente mas o Rodrigo não me deixou falar.
- Não acredito que a Sandra tendo-me a mim para a montar, e depois de ter dormido já contigo alguns meses te fosse pedir tal coisa. E sabes porquê? Porque tenho a certeza de ser muito mais eficiente do que tu a cobri-la já que além de te fechares no banheiro batendo punhetas nunca ninguém te vê com miúdas no quarto. Nem às putas vais. Se queres que te diga, Tomás, a ideia que faço da tua capacidade de foder é que deves ser o tipo de homem para quem até os colhões estorvam na hora de montares uma mulher. Queres ver porque razão a Sandra te trocou por mim? Querem ver todos? Então deixem-se estar que vou foder com a Sandra na vossa frente e quero que me digam se há muitos homens a fazerem-no como eu o faço.
A maioria das moças presentes, namoradas dos outros repúblicos, disse logo não querer ficar a ver aquela sessão de sexo ao vivo, o que fez os namoradas imitá-las. Mas os rapazes que não tinham namoradas presentes e que eram uns sete ou oito, e quatro das moças, quase todos estudantes de Medicina, ficaram.
- Então vou-vos mostrar como um homem consola uma mulher. – disse Rodrigo. – E tu Sandrinha para me estimulares ainda mais o desempenho é melhor começares por me lamberes muito bem o instrumento.
Dando a volta à mesa para se acercar da minha cabeça Rodrigo baixou as calças e sem qualquer pudor chegou-me o caralho na boca. As moças algo constrangidas desviaram o olhar para não lhe verem o membro erecto. Eu também estava algo embaraçada já que nunca fodera nem chupara com gente a assistir e até me tentara opor mas quando Rodrigo antes de mo meter na boca me começou a bater com ele na cara chamando-me de putazinha gostosa todo a timidez me desapareceu.
- Chupa-me putazinha deliciosa, mostra a estas meninas como se chupa o caralho de um homem e a estes meninos o que é ter uma mulher que nos sabe chupar bem o caralho e os tomates.
Com o peito deitado em cima da mesa fiz-lhe um gargarejo que o deixou tesíssimo. Os rapazes vendo aquilo deviam também estar no ponto de rebuçado e não fosse a presença das colegas estou certa que muitos deles se masturbariam ali. Então o Tomás, pelo que eu conhecia dele, devia estar pingando tanto nas cuecas que já as devia ter todas molhadas.
- Então o Tomás queria-te comer por trás? Pois também te como por trás – e ao mudar de posição, dando a volta à mesa, exibia o seu caralho insuflado. As moças mais uma vez procuraram desviar os olhos mas Rodrigo exibicionista como era chamou-lhes a atenção para ele.
- Que é isso? Se querem comprovar como um homem de verdade fode uma mulher não podem ter vergonha de ver uma piça com tesão. Ainda para mais estudantes de Medicina.
As moças coradas mas progressivamente mais à vontade lá lançaram uma olhada ao caralho do Rodrigo, rindo-se muito e confirmando que de facto a olho nu ele parecia um ferro tão teso se encontrava. Como fiquei orgulhosa por as ouvir dizendo aquilo.
Rodrigo pôs-se então atrás de mim e levando-me a saia até aos quadris penetrou-me com um dedo, vagarosamente fazendo-me gemer de prazer.
- É assim que se começa por satisfazer uma mulher, Tomás – gabou-se – Vou-te abrir um pouco esta rachinha minha putazinha deliciosa. Vais precisar de a ter bem aberta já que quero meter muito nela.
Quando mo meteu, desabotoou-me a blusa e levantou-me a t-shirt interior apalpando-me as mamas até as deixar durinhas.
- Estás tão tesa como eu, não estás putazinha deliciosa? Então toma lá pau e goza nele – e os seus movimentos de vaivém dando-me na rata por trás eram mel para o meu corpo. Huuumm, haverá alguma coisa melhor do que aquilo? Para mais Rodrigo tinha uma maneira curiosa de foder que nunca vi em mais homem nenhum. À medida que o seu caralho entrava em mim ele deixava sair pequenos jactos de esperma mas sem se vir todo de uma vez o que me fazia dizer-lhe que ele se esporrava a conta-gotas. Mas eu adorava aquilo e com as mãos dele mas minhas mamas não demorei muito a gozar. Huuumm!
- Já, minha putazinha? – comentou Rodrigo –Estavas mesmo a precisar de pau. Mas eu não te tenho faltado com o meu.
Era verdade. Quase todas as noites o Rodrigo me dava uma queca. Este voltou-se então para a nossa assistência chamando-lhes a atenção para o facto e para o seu cacete ainda estar bem insuflado.
- Como notaram a Sandra já se veio e eu ainda continuo com os tomates cheios. O que quer dizer que a foda ainda não acabou e que ela ainda vai voltar a gozar comigo.
Mandou-me então voltar de barriga para o alto em cima da mesa e desta vez tirando o resto da roupa que o cobria, o que fez as quatro moças voltarem a corar e a desviarem o olhar embaraçadas, começou a beijar-me e a trincar-me as orelhas e o pescoço descendo por ele abaixo até às minhas coxas semi-tapadas pela saia. Alguns dos rapazes pediram-lhe que ma removesse mas Rodrigo não lhes fez a vontade.
- Isso queriam vocês! – observou-lhes – Estão tão pouco habituados a verem a rata a uma moça que se eu tirasse a saia à Sandra aposto que sujavam logo as calças – esta observação verdadeira fez com que agora fossem pelo menos alguns deles a ficarem corados e as moça a rirem-se.
Quando Rodrigo me começou beijando as coxas, e apesar da presença deles, não se inibiu de me fazer um curto minete que me voltou a despertar o tesão mas que motivou alguns comentários dos rapazes, do género que eu era uma mulher com sorte pois que tinha um homem que não se importava de me passar o chão da minha privada a pano e que ele até com a boca gostava de provar da minha latrina. Mas o que me soube mesmo bem foi quando Rodrigo depois de me beijar os mamilos os começou a trincar levemente e os sugou como se fosse um bebé mamando neles. Ohhh! Adoro que me mexam nas mamas.
- As pernas ao alto, tesuda – ordenou-me no final. Mas não tive de as levantar pois ele mesmo se encarregou de o fazer com as suas mãos agarradas aos meus joelhos e naquela posição fodeu-me demoradamente. De vez em quando tirava o cacete fora, esfregando-o nos meus lábios e nas minhas coxas, voltando-o a meter, enquanto com a boca me voltava a morder as mamas. Eu delirava de prazer sentindo-lhe o pau entrando e saindo sempre duro e forte, e os seus pequenos jactos de esporra quente e húmido molhando-me o canal.
- Aprende Tomás – dizia Rodrigo entusiasmado – é assim que se fode uma mulher, não é meninas? É assim que a Sandra gosta que a fodam. Aposto que os vossos namorados nunca vos foderam assim.
Os rapazes estavam excitadíssimos pois se tinham sentado e estavam de pernas cruzadas para não se lhes ver o inchaço genital. As moças também deviam estar e mais uma vez procuravam desviar o olhar das cenas mais quentes mas eu agora estava completamente à vontade. Senti que me estava novamente começando a vir-me. Rodrigo também já ameaçava o jorro final.
- De pé, Sandrinha – disse saindo de cima de mim – vou-me vir de pé para que todos vejam o meu gozo escorrer por ti abaixo.
Com os seus braços em cadeira como gostava de os colocar quando me fodia em pé, carregou-me até à parede, encostou-me a ela e eu com o meu pé direito encostado ao seu pescoço deixei que me penetrasse pela terceira vez até gozarmos ambos em simultâneo.
- Cheguem um bocado de papel senão o chão vai ficar cheio de esporra – ordenou Rodrigo no final, ainda eu estava sentada nos seus braços, as costas na parede fria, seu caralho murchando ia saindo de dentro da minha vagina muito lentamente e aquele leitinho que tão bem me soubera também. Dois dos rapazes estenderam uma toalha de papel entre os nossos pés, tendo aproveitado para me darem uma espreitadela à minha vagina sem o Rodrigo se aperceber. Depois vestindo as calças mandou-me lavar as partes mas não me demorasse o que mais uma vez tratei de fazer. Alguns dos presentes incluindo as quatro raparigas quiseram sair também, os rapazes provavelmente para tocar punheta ou para irem arranjar parceira com quem tentar fazer o mesmo, mas Rodrigo não o consentiu dizendo que o espectáculo ainda não acabara. Quando voltei à cozinha percebi que Rodrigo se gabava dos seus talentos de fodilhão e por isso não tinha problemas em que lhe vissem a ferramenta ou que o vissem em acção como acabara de provar.
- Não sei é se todos os meninos presentes poderão dizer o mesmo – continuou mal me viu entrar – Em especial os que têm o costume de mandar bocas e apalpar as namoradas dos outros quando os namorados não estão. Tomás, há pouco quando não estava ninguém na república quiseste comer a Sandra, não quiseste? Pelo que me pareceu ela não estava com a mesma vontade que tu, mas mesmo assim quiseste comê-la. Segundo ela diz quando a comias nunca a fizeste gozar um orgasmo. Pois bem, prova-nos que as acusações dela são falsas. Se não te passou o tesão, se a presença de público não te inibe, e ainda se não tens nos teus atributos de macho nada a esconder de ninguém, então faz agora o que não fizeste há pouco e come-a. Mas na frente de todos como eu fiz e não te comportes como um tarado para nos mostrares que és tão capaz de o fazer como eu. Já vistes como a Sandra gosta que a fodam por isso não te acanhes e afinfa-lhe como um homem se é que o és. E se a conseguires foder como eu então eu devolvo-ta e podes voltar a dormir com ela. Vamos. Podes mandar colocá-la na posição em que a querias foder quando entramos.
Tentei opor-me pois ele me estava tratando como uma vulgar mercadoria embora a proposta de Rodrigo me tivesse deixado algo entesada mas este ameaçou de imediato expulsar-me da república. Submeti-me não tanto por medo da ameaça mas por ter a certeza que Tomás depois daquilo que vira esporrar-se-ia todo só de encostar a pila na minha greta.
A maioria dos rapazes alinhou pelos argumentos de Rodrigo e Tomás pressionado por eles não quis dar parte de fraco embora já devesse saber que ia sair-se mal. Dizendo ser tão macho como o primeiro para me comer, baixou as calças mostrando a todos ter o caralho quase tão grande como o do Rodrigo, embora estivesse de facto bastante melado, e mandou-me colocar na posição em que me colocara quando foi surpreendido. Em seguida baixou-me a saia e a calcinha expondo a todos o meu rabo o que confesso não me agradou.
- Abre as pernas – obedeci-lhe embora procurando apertar ao máximo os músculos vaginais para lhe dificultar a penetração e fazê-lo esporrar-se mais depressa, truque que mais tarde como prostituta voltaria a usar mais vezes, em especial quando os clientes eram rapazes inexperientes. Em todo o caso não foi preciso tal expediente. Tomás estava excitadíssimo e assim mal começou a esfregar o seu bacamarte na minha brecha do prazer logo lhe senti a cabeça tremendo e em dez segundos ou menos, antes mesmo de a meter, já se vinha envergonhadíssimo tanto mais que estavam moças testemunhando a sua fraqueza.
- Ò Tomás, foder é bom, não foi? – comentou Rodrigo fazendo todos rirem-se – O Lucky Luke dispara mais rápido que a sombra mas tu esporras-te mais depressa do que levas a meter a piça. Agora é que o chão e a mesa da cozinha vão ficar sujos de esporra. Não admira que com a pressa com que despejas a Sandra te tenha trocado por outro homem na primeira oportunidade. E vocês meninas digam lá se não faziam o mesmo.
Com excepção da São, uma brasileira, as restantes três estavam demasiado embaraçadas de novo para dizerem fosse o que fosse. Tomás tentou defender-se, dizendo que se excitara demasiado e que eu apertara as coxas propositadamente para o fazer despejar e que se o Rodrigo permitisse que eu o chupasse ele voltaria a ficar com a piça em pé e então eles poderiam ver se ele sabia foder ou não, mas Rodrigo dizendo-lhe que ele perdera a sua oportunidade de provar que era homem mandou-o subir as calças e limpar o chão. Foi o primeiro homem que humilhei e a fama de esporrador precoce que tal humilhação valeu a Tomás fez-me sentir vingada da sua tentativa de violação e das suas apalpadelas furtivas. Foi a partir dessa noite que na república o Tomás ganhou a alcunha de Lucky Luke da esporrradela.
Nessa noite voltamos ao Mono que só fechava às duas da manhã, mas Tomás encerrou-se no quarto e durante uns dias só saiu dele para comer. Pelo menos nessa noite já aliviara os tomates e não precisaria de bater punheta. O mesmo não posso dizer dos outros três rapazes que assistiram à minha trepada com Rodrigo e que viviam na república. Nessa noite antes de se deitarem fizeram fila à porta da casa de banho e pelo tempo que cada um demorou podia ter a certeza que não estavam apenas a despejar a bexiga. Pelos vistos e apesar das quatro parceiras que também tinham estado na cozinha connosco, nenhum deles arranjou fêmea disponível a aliviá-los na cama pelo que tiveram de se desenrascar à mão estimulados com as imagens que lhes proporcionáramos. Rodrigo quando nos fomos deitar e viu dois deles perfilados à espera de vez na porta da casa de banho trancada ainda lhes fez uma sugestão que eles não aceitaram.
- Eu nem à porta de uma casa de putas esperaria tanto tempo para foder, quanto mais para esfolar uma punheta como me parece é isso que vão fazer. Porque não fazem como eu e a Sandra fizemos e não a tocam todos juntos?
Um deles, o Berto, olhou para mim e pelo olhar entendi o que ele quis dizer. Nenhum homem gosta de tocar punhetas em público. Já foder com a namorada do presidente da república estudantil, isto é eu, seria outra coisa. Se Rodrigo em vez de mandar o Tomás fazê-lo tivesse mandado qualquer um deles comer-me, tenho a certeza que o final desta história teria sido diferente.

SANDRA

Traição com holandês numa república de Coimbra

que em Coimbra preguei a meu namorado Rui e que nunca lhe contei aconteceu num fim-de-semana dos inícios do Verão.
Um colega de curso, morador numa república de estudantes, ia passar o sábado e o domingo a casa e meu namoradinho conseguira que ele nos emprestasse o quarto desde que nos comprometêssemos a não sujar-lhe os lençóis. Como o único que raramente se aproveitava da minha condição de menina fácil era o meu namorado, e já há muito tempo não o deixava meter, concordei em dormirmos juntos no quarto da república nesse final de semana. E para me achar mais receptiva a satisfazer-lhe tanto tesão acumulado, num gesto de boa vontade até prescindi de me prostituir nesses dias que para as putas são geralmente os mais rentáveis, ainda que para dizer a verdade não tenha ficado muito convencida do acerto da decisão.
Jantámos na cantina e fomos tomar café ao Mono, um bar muito frequentado pela malta universitária. Foi aí que conhecemos o Frank. Este era um holandês transportando uma mala de viagem, dos seus vinte e pouco anos, enorme e aspecto de jogador de basquetebol. Apesar de ser loiro coisa que não me atrai muito num homem, o seu aspecto entroncado, o facto de ter as mãos e os dedos grandes e ser moreno levaram-me a achá-lo muito gato. Com o bar estivesse cheio ele pediu licença para se sentar na nossa mesa a fim de comer e beber qualquer coisa. Palavra puxa palavra insistiu que bebêssemos umas cervejas com ele e ficamos a saber que era natural de Amesterdão, formara-se recentemente em Arquitectura, de momento andava pela Europa fazendo inter-rail e era a primeira vez que estava em Portugal. Disse-nos também ter acabado de chegar a Coimbra e se lhe poderíamos indicar uma pensão barata onde dormir. As pensões da baixinha eram pousos de putedo durante o dia mas à noite eram sossegadas o suficiente para se dar uma trepada ocasional ou para se dormir sem pagar muito desde que o cliente não fosse exigente. Como as conhecia todas garanti-lhe que lhe arranjaríamos uma pensão barata se quisesse e ele mandou vir mais cervejas.
Eu conheço Amesterdão pois trabalhara lá poucos anos antes no bordel de Mrs. B.., e já um pouco desinibida pelas cervejas bebidas e pela presença do namorado a que se sempre me habituei a cornear, resolvi lançar o isco. Disse-lhe então que para economizar dinheiro para os estudos já trabalhara na sua cidade durante um ano como ama-seca, numa agência que lhe disse não me lembrar o nome mas ficar situada num determinado endereço que nomeei e era precisamente o da casa de Mrs. B..,, num notório bairro conhecido na Holanda como zona de casas de putas. Frank rindo-se disse não conhecer naquele local nenhuma agência de colocação de amas-secas ao que lhe pisquei o olho fazendo um pequeno aceno na direcção de Rui, como se quisesse fazer ver a Frank não me interessar que o meu parceiro soubesse a verdade. A conversa era em inglês e Rui domina muito pouco o inglês, por isso estava à vontade. Ele acenou com a cabeça e vi logo que o excitou saber que eu tinha sido puta durante algum tempo. Era já perto da meia-noite, várias cervejas tinham sido bebidas e Frank perguntou-nos se o poderíamos conduzir à tal pensão barata. Dissemos-lhe que sim e ele muito simpaticamente levantou-se pagando toda a despesa. Foi enquanto ele pagava no balcão que decidi que nessa noite a minha foda não seria mais uma vez com Rui.
- Querido – disse-lhe – o Frank é tão simpático e estou certa ser de tanta confiança que não me parece correcto levá-lo a dormir numa pensão de putas. Que impressão ele vai ficar da sua primeira noite em Portugal? Porque não o deixamos dormir no quarto da república? Certo que isso significava não passarmos a noite juntos mas garanto-te que não te vais arrepender com a punheta que te vou tocar. Além de ser muito cavalheiro da tua parte. Esta semana o negócio tem-me corrido bem mas por isso mesmo trago a rata toda inchada de tanto levar nela, que me ia custar muito transar contigo apesar de teres a pila bem pequenina – nunca perco a oportunidade de lhe lembrar que considero a sua pila uma coisa irrisória.
Rui lá despejou o discurso habitual. Era sempre assim dizia ele, de cada vez que arranjava uma maneira de passarmos a noite juntos logo surgia um contratempo que o fazia ficar na punheta, mas consolado com a minha promessa de nessa noite lha tocar eu, e sem outra alternativa, aceitou. Eu adorava ouvir tais lamúrias pois me faziam ficar com mais vontade de dar para os outros o que lhe negava a ele. Assim quando o Frank voltou à nossa mesa disse-lhe que se quisesse lhe arranjaríamos dormida num quarto de uma república estudantil onde poderia passar o fim-de-semana sem pagar, o que ele aceitou encantado. A república era perto do Mono e quando lá chegamos e o levámos ao quarto ele não manifestou intenção de se ir deitar logo, antes voltou a insistir para lhe continuarmos fazendo companhia pelo que continuamos conversando. Pela maneira como se me dirigia constatei com agrado que Frank ficara na expectativa que poderia rolar algo entre nós e que isso lhe agradaria mas que a presença de Rui o inibia. Bom, eu ia dar um jeito de resolver isso.
- Ruizinho, meu querido – disse-lhe – depois das cervejas que bebi estou precisando de comer alguma coisa. Que me dizes de ires ao S… e trazeres uns pregos no pão para todos? E já agora traz mais umas cervejas para acompanhar os pregos.
Aborrecidíssimo sugeriu irmos os três, podíamos até comê-los num bar mais perto e mostrar a vida nocturna ao nosso novo amigo, mas eu usando um tom de voz que levou logo Frank a perceber que Rui andava às minhas ordens disse-lhe que os pregos do S.. eram os melhores de Coimbra e ali na república estaríamos melhor. Não lhe dei dinheiro, é claro, já que afinal por sua causa eu deixara nesse sábado de ganhar a vida. Era justo que além dos cornos que estava disposta a meter-lhe ele ainda pagasse os pregos e as cervejas que iriam retemperar minhas forças e as do holandês depois do acto consumado. Por isso Rui ainda não tinha fechado a porta do quarto e já eu piscava um olhar cúmplice a Frank. Este riu-se. Ainda ficava mais gato quando se ria.
- Pelos vistos as cervejas abriram-te o apetite – comentou.
E eu rindo-me, o que também sei me faz ficar mais bonita, concordei com ele.
- Sim. Estou esfomeada por um bom naco de carne de macho holandês.
Frank aproximou-se de mim, enlaçou-me, apertou-me contra si. Seu pau estava pulando nas calças e ele tratando de o esfregar em mim por dentro delas passou-me as mãos pelo corpo todo.
- Serve-te o meu? – perguntou.
- Estás a ver aqui outro, meu Hércules da Holanda?
- Quanto tempo temos até o corno chegar?
- Três quartos de hora, mais ou menos – disse-lhe.
- Era capaz de ficar mais tempo fodendo contigo. – gabou-se. E eu com um ar de dúvida.
- Isso quero ver. Olha que lá por teres o curso de Arquitectura e saberes trabalhar com o estirador não quer dizer que sejas macho na cama a trabalhar com o pau.
Aqueles meus comentários de puta ainda mais o excitaram. Dizendo que para ser meu macho nem precisava de me levar para a cama Frank começou então beijando-me o pescoço enquanto suas mãos me faziam tombar as alças da blusa, deixando-a cair pelas minhas pernas abaixo. Ficou encantado por não usar sutiã.
- Lindas mamomas, beautiful – exclamava apalpando-as e sorvendo nelas enquanto sobre o fecho das calças minhas mãos lhe apalpava a área genital.
- Sim, meu holandeszinho, tenho umas mamas peitudas e bonitas, não tenho? – perguntei-lhe saracoteando-as. - Ahh, como adoro sentir-te mamando nelas como um menino. Ohh, sim! Mama mais! Mas tu também tens um senhor caralho e a minha boquinha vai querer prová-lo.
Deslizei entre os seus braços e com a cabeça à altura das virilhas dele desapertei-lhe o fecho tirando-lhe o caralho fora. Ohh, que grande era, vinte e tal centímetros, grosso, circuncidado, com uma cabeça bem rosa-vivo, quase tão morena como o resto do corpo.
- Sempre que posso faço nudismo – esclareceu. Claro, pensei. Homem com um caralho tão bonito como aquele decerto aprecia fazer nudismo. Eu fizera bem em trocar a trepada com o meu namoradinho por aquela.
Depois de tirar fora o pau do Frank punheteei-o um bocado e ia mamando nele. O holandês tirara entretanto a camisa e eu enquanto o mamava desapertei-lhe as calças, apalpei-lhe e sorvi-lhe os tomates.
- Chupa o meu pau, ama-seca – suas mãos estavam de novo apalpando-me as mamas – Chupa-mo e diz-me se quando eras ama-seca também chupavas muitos paus.
Huuumm, siiiim, dizia-lhe abanando a cabeça pois que com o seu cacete ou as bolas na boca eu não podia falar nem Frank queria que parasse de o mamar.
- E também ficavas numa montra com as mamas à mostra a anunciar os teus serviços de ama-seca, lá na tal agência onde trabalhaste?
Huuumm, siiiim, fazia-lhe novamente com a cabeça. E o caralho dele ia ficando cada vez mais duro e melado.
- E o teu namoradinho apesar da tua roupa toda provocante não desconfia de nada? E ainda faz tudo o que lhe mandas, não é?
Huuumm, siiiim grunhia eu mais uma vez. Frank ria-se muito. Rui estava por dentro de tudo mas perante estranhos sempre gostei de passar a ideia que além de corno tinha um namorado que era cego. – Tiveste sorte com o corno que arranjaste, não haja dúvida.
Isso também eu sei, só não o disse pela razão apontada.
- Quero meter-te na rata. Aposto que o teu namorado passa a vida tocando ao bicho pensando quereres chegar virgem ao casamento. Vou começar por te meter na posição de ponte, queres?
Por mim nada tinha a opor, para começar queria era que metesse aquele caralhão todo dentro dela independentemente da posição. Com as mãos e os pés tocando no chão, as costas na perpendicular, Frank puxou-me a saia e a calcinha para baixo.
- Gordinha apetitosa – voltou a exclamar passando as mãos vagarosamente entre minhas coxas e fazendo-me abrir mais as pernas. Depois bolinou-me a rata antes de começar metendo cuidadosamente seus dedos nela – Como tens a coninha aberta! Já muito caralho entrou nela. Só um caralho abonado com o meu te consola, não é mesmo? Aposto que o teu namoradinho o tem muito pequenino, e por isso aprecias tanto ser puta não é?
Suspirando de prazer e toda embalada pelos seus movimentos manuais dizia-lhe a tudo que sim. E mais uma vez podia notar que isso o entesava tanto a ele como a mim.
- Olha que não temos todo o tempo do Mundo – observei-lhe. – Não me digas que além de te gabares conseguires fazeres-me gozar sem me levar para a cama também te queres gabar de me fazeres gozar sem me meter o pau.
- Nem pensar – redarguiu-me – Agora nem que o teu namoradinho aparecesse escapavas de apanhar com o meu pau na greta.
Não o tinha eu mandado comprar pregos no pão e cervejas tão longe se não fosse para isso, lembrei-lhe. E foi rindo-se muito que com as mãos agarradas no meu peito e o meu corpo fazendo de ponte Frank me penetrou por trás depois de ter posto uma camisinha.
- Toma ama-seca, prova do meu caralho na tua rata – e o caralho entrava e saía. Ohhh, sim, que booom, dá-me mais meu macho holandês pedia-lhe.
- Aposto que lá na agência de amas-secas era mais vezes o cliente por cima e tu por baixo, não era?
Sim era, confirmei, mas também cheguei a fazer de ponte e noutras posições.
- E não pedias por mais caralho ou pedias, ama-seca?
- Às vezes se o caralho me agradava tanto como o teu. Mas foram poucas. - E quando lhe dizia isto o seu caralho dava-me com mais forças o que ainda me sabia melhor pois naquela posição eu sentia-o entrando todo em mim, o que era delicioso. Era porém cansativa para mim e ao fim de algum tempo mudámos de posição.
- Ali, senta-te ali em cima da escrivaninha. Vou-te comer em cima da escrivaninha – mandou ele. Esta estava coberta de manuais de Direito que arrumámos para trás e quando me sentei nela ele levantou-me as pernas todas para cima.
- Ah cona boa – proferiu voltando a massajá-la – nunca imaginei que as moças portuguesas a tivessem tão acessível.
- Algumas têm-na como estás vendo. Tiveste sorte na que encontraste esta noite.
Com as pernas levantadas, o seu rosto enfiado entre elas e a língua fazendo-me um minete nas mamas, voltou a meter. Naquela posição ainda me soube melhor a foda. Vim-me quase logo e Frank como não tinha ainda gozado pegando em mim deitou-me no tapete do chão onde colocando-me na posição de frango assado concluiu o que eu lhe deixara começar, esporrando-se profusamente. Que booom que foi! Mesmo uma puta como eu não se podia queixar.
- Uma boa foda dá-se mesmo sem ser na cama – disse-me no fim, já plenamente satisfeito - Não concordas? E isto, onde o posso deitar?
Isto era o preservativo. Indiquei-lhe a casa de banho da república tendo ambos aproveitado para lavar nossos órgãos do prazer. Quanto à primeira pergunta que me fizera eu concordava plenamente. Tanto que até lhe disse que se ele quisesse passar mais uma noite em Coimbra e uma vez que o quarto na república continuaria livre no dia seguinte eu não me importaria de voltar a fazer-lhe outra visita.
- E desta vez sem tempo marcado para terminar pois não vou mandar o namoradinho às compras. Vou deixá-lo em casa - prometi.
Frank evidentemente depois daquela primeira trepada não ia recusar a oportunidade de uma segunda naquelas condições. Ficou combinado.
- Agora sim – disse-me quando voltamos para o quarto esfregando a barriga – Já comia os tais pregos e bebia as cervejas que o teu corninho foi buscar.
Ainda tivemos de esperar mais algum tempo pois Rui demorou um pouco mais de uma hora. Mas a carne estava bem grelhada como sempre acontecia com os pregos no pão da S.. e souberam-nos muito bem. Quando eu e Rui abandonámos a república estudantil já passava das três da manhã.
- Onde é que me vais tocar a punheta? – foi logo a primeira pergunta que me fez mal saímos, tal como aliás eu já esperava. A sua ingenuidade fez-me rir. O corninho já me devia conhecer o suficiente para saber que se o convencera a não dormirmos juntos é porque também e muito naturalmente nem me passava pela cabeça tocar-lhe uma punheta. Depois de ter tocado e provado do caralho avantajado do Frank nem pensar. E tocando-lhe num dos seus pontos fracos, objectei-lhe:
- Uma punheta, Ruizinho meu amor, não me parece que seja boa ideia. Não só porque de certeza que depois da quantidade de cerveja que bebeste a tua pila não só não está tão dura que não possa aguardar mais umas horas por ela, como ainda te arriscas a ter uma congestão. E não ias gostar nada de sofrer uma congestão só por eu te estar batendo uma punheta, pois não queridinho? Por isso é melhor ir cada dormir para a sua cama que já é tarde, e deixamos essa tua punhetazinha para amanha à tarde, está bem?
Que remédio, tinha de estar pois na nossa relação fui sempre eu a mandar. Umas horas naquele caso significa que fiz Rui esperar pela sua adiada punheta até à tarde do dia seguinte quando finalmente num canto do Jardim da Sereia lha toquei. Mas nessa noite voltei a transar com Frank na república. Ou não fosse a última que ele passou em Coimbra.

 

SANDRA

Mãozinha extra

Naquela tarde de sábado, Andréia, a cdzinha oriental de Pedro, estava decidida a ter uma foda sensacional. Sabendo que seu homem chegaria para o jantar , preparou-se toda, depilou os poucos pelos que tinha e, nua, colocou seu avental e foi para a cozinha. Pedro adorava uma bundinha lisa sob um avental na cozinha. Não demorou muito, ouviu o barulho da porta se abrir e Pedro a chamou:

- Gatinha, adivinha quem veio nos visitar?
- Que...quem, querido?

Foi então que ela se virou e viu aquela boneca de longos cabelos lisos, castanhos claros e de corpo fenomenal. Uma coisa de parar o quarteirão e enrijecer qualquer cacete: Márcia. Andréia, surpresa, a olhou de cima a baixo. Márcia estava com um vestido "tubinho", curto, mostrando suas deliciosas pernas. Andréia sentiu uma ponta de inveja. Afinal, era ela uma das transas de seu macho antes de conhecê-la. Mas como já a havia conhecido mais intimamente no sítio, há algumas semanas, não pôde evitar também de sentir um tesão imediato. O avental se mexeu e ela rapidamente colou o corpo no armário sob a pia da cozinha.

- Oii...pessoal...estou aqui na cozinha...já vou...

Para disfarçar, molhou um pouco o avental e foi recebê-los.

- Uau, Andréia, como você está sexy...
- Oi Márcia, querida...me dá um beijinho..

Márcia lhe deu um selinho e alisou a bunda de Andréia.

- Você está mal-intencionada hoje, não?

Então ela se lembrou que estava nua. Que havia se preparado para ser o prato principal da noite de seu tarado Pedro. Seu rosto ficou vermelho e ela não sabia o que fazer.

- Ai...gente..nossa...

Pedro olhou bem para ela. Aquele jeitinho de menina é que o deixava mais louco. Menina e, ao mesmo tempo, uma máquina de sexo. Como não amar uma cdzinha linda e tarada?

- Não se preocupe, Andréia. Olha, eu vou tomar um banho e me trocar. Vocês duas se comportem e vão conversando, ok?

As duas lhe responderam afirmativamente e foram para a cozinha.

- Andréia, menina, você está bem apaixonada, não?
- Sim...ai...que vergonha...
- Que é isso, menina, já te mostrei como se preparar para este safado do seu namorado, não?
- Mostrou sim.
- E você não gostou?
- Ah...foi ótimo. Aquela enrabada foi inesquecível....

Andréia olhava para Márcia imaginando como seria ter aquele corpo de fazer inveja a muito modelo profissional. Já Marcia olhava para Andréia imaginando como seria bom ser oriental, ter aqueles cabelos, aquela pele fácil de depilar.

- Está preparando salada?
- Sim.

Andréia teve que disfarçar bem porque o tesão era muito. Márcia e ela conversavam sobre homens, o que deixava Andréia mais atrapalhada. Parecia que Marcia sabia o que estava fazendo. Andréia já tinha dificuldades em cortar a alface e o tomate tendo que disfarçar seu volume sob o avental.

- Andréia, não se preocupe, eu sei que você tem tesão por mim.
- Não, não..não é bem isso.
- Eu entendo. Você é uma cd, uma boneca em flor, com estes desejos diferentes...
- Ai, você me entende...
- Claro, querida...e estou aqui para te ajudar...
- Ai...Marcia, sexo..de novo...?
- Japonesinha, japonesinha...o que você achou que ia acontecer...não estava nua hoje?
- Sim, mas você veio nos visitar...
- Eu sei, ele é seu macho, não é? Já te disse que não vou disputar Pedro com você...
- Eu sei, Marcia...mas...ai...

Relaxando, Andréia se afastou do balcão. Foi então que Márcia lhe deu uma rápida pegada por cima do avental.

- Ui!
- A cdzinha está excitada hoje, não é?
- Sim..ui...

Márcia era uma boneca totalmente passiva. Também ela sentia uma estranha atração por Andréia. Guiou a cdzinha pelo seu "clitóris" e virou-a de frente para ela. Abraçou-a firme. Como boneca passiva, seu instrumento não endurecia.No entanto, ao abraçar Andréia, sentiu como se algo diferente. Roçou bem na cdzinha para sentir seu tesão.

- Humm..você e eu...briga de aranhas diferente.
- Ai...Márcia...que bobagem...
- Não me contesta.

Falando isto, alisou as costas de Andréia, sem deixá-la se desvencilhar. Suas mãos suaves percorreram as costas até a bunda da cdzinha de Pedro.

- Uh...Marcia...que delícia...
- Gostoso, não é?
- Sim...
- Pode me alisar também.

Andréia, timidamente, sentiu o corpo da boneca. O corpo que tantas vezes foi possuído pelo seu namorado tarado. Sentiu-o com ambas as mãos e sentiu que seu tesão crescia.

- Andréia, Pedro já deve estar vindo. O que vamos fazer?
- Ai...não sei...hummm...eu não entendo o que estou sentindo...

Marcia chegou bem perto do ouvido dela:

- Que tal você me beijar bem forte?

Andréia não resistiu.

Foi quando Pedro chegou e se assustou.

- Como??

Ambas olharam para ele. Andréia tentou se soltar, mas Márcia a agarrou.

- Somos duas garotas, gato. Nunca quis ver duas garotas se beijando?
- Sim.
- E este volume aí..põe o pau prá fora, Pedro. Eu te conheço, vamos..
- Mas Andréia..
- Ela é sua, Pedro. Eu quero apenas beijá-la...

Pedro olhou para Andréia que se sentia envergonhada e ao mesmo tempo excitada. Aproximou-se das duas e começou a beijá-la.

- Isso, Pedrinho...beija a japonesinha.

Márcia começou a masturbar Pedro. Olhou para Andréia e, novamente, de maneira bem suave, ao seu ouvido, murmurou:

- Não se preocupe, gatinha, eu não vou chupá-lo, nem o quero em mim. Vou apenas lubrificá-lo para você.
- Hummm..ah....

Andréia não conseguia responder pois sentia o cacete de Pedro lhe pressionando a barriga. Tirou o avental e deu um beijo apaixonado em Pedro enquanto sentia seu cacete lhe roçar. Só que so sentia guiado pela mão de Márcia.

- Olha, querida, como ele está duro. Ele quer você. Ele já me comeu tantas vezes, em tantas posições, e agora ele quer a cdzinha que beija bonecas...

Pedro suava de tesão. Márcia se continha para não cair de boca naquele desejado cacete.

- Por que vocês dois não se deitam?

Pedro e Andréia foram ao chão. Ansioso, com tesão, o macho virou a fêmea e a pôs de quatro. Adorava comer sua gueixinha nesta posição. Marcia interrompeu.

- Espera, Pedrinho. Andréia queria lhe fazer uma salada. Me passa o azeite.

Surpreso, Pedro lhe obedeceu.

- Vamos lubrificar este cuzinho lindo...

Márcia ensopou o rabo de Andréia e enfiou um dedo devagar.

- Andréia, você não quer mostrar a Pedro o quanto sabe cozinhar?
- Sim..uiii...
- Ele adora uma salada....

E continuava a masturbar Pedro com a outra mão.

- Você gosta de pepino, Andréia?
- O que...o que?
- Pedrinho, meu querido, passe-me o pepino. Aquele médio porque japonesinhas são muito apertadas...
- Claro.

Devagar, Márcia introduziu o pepino até a metade.

- Olha, Pedro, como sua putinha cozinha bem...já sabe até o que fazer com o pepino...

Dizendo isto, apertou o cacete que tanto desejava...

- Sim..sim, Márcia...
- E você, cdzinha, o que acha disto?
- Eu, eu..ai...por favor...
- Por favor? Relaxa primeiro, cozinheira putinha...
- Ui...quero ...eu quero...
- Eu sei que você quer...Pedro, atenda o pedido da safada!

Pedro tirou o pepino devagar enquanto Márcia abria a bunda da japonesinha para receber o caralho de Pedro. Andréia estava excitada. Márcia largou Pedro e começou a alisar o "clitóris" de Andréia. Pedro começou a enrabar sua cozinheira oriental. Se Márcia não tivesse ido com ele, talvez ele a tivesse agarrado na cozinha. No final das contas, a situação seria a mesma. A diferença era o toque incofundível de sua boneca, que conhecia bem todo seu cacete e sabia como excitá-lo. Andréia suava e gemia enquanto era enrabada pelo seu macho e siriricada pela sua amiga boneca.

O tesão todo era imenso. Pedro e Andréia não conseguiam se conter. Pedro olhou para Márcia pedindo que acelerasse o trabalho na japonesinha que não resistiu. Foi assim que ambos gozaram, pela primeira vez, com uma mãozinha de Andreia...

 

contosdavidap@yahoo.com.br

 

Sexo virtual de Andréia e Pedro

Naquele domingo, o sol estava forte. Andréia, como sempre, estava de calcinha e sutiã em casa, tentando se refrescar com um copo de água gelada, já que um picolé poderia lhe causar efeitos perigosos...

Pedro havia viajado a serviço e a cdzinha oriental não tinha nada programado para aquela noite exceto esperar pela ligação virtual de seu amante. Pedro havia prometido a Andréia iniciar uma conversa no chat, mas queria que ela entrasse em uma destas salas de sacanagem, com fotos e tudo o mais. Andréia resolveu entrar com o apelido combinado e, para curtir um pouco, adiantou-se em meia hora.

Na sala de chat, como sempre, havia muita bobagem, propaganda e, claro, muita putaria. Andréia começou a se excitar com aquelas fotos de sacanagem. Boneca com boneca, boneca com homem, boneca com mulher. De vez em quando aparecia uma ou outra foto de alguma cd com homens, mas as bonecas reinavam. Sentada em sua cadeira, sentiu seu "clitóris" enrijecer e melar com tudo aquilo. "O tesão não tem hora, nem lugar". Andréia sempre ouvia isto de Pedro e as palavras ecoavam em sua mente enquanto suas mãos buscavam se controlar para não iniciar uma punheta antes da hora.

Vários tentaram uma conversa com ela, mas Andréia era fiel. Apenas seu homem, Pedro, poderia possuí-la. A esta altura, sua calcinha já estava toda estufada e gotas de prazer escorriam até a cadeira. Foi quando Pedro entrou na sala.

- Querido, que saudades.
- Oi, safada. Como foi o domingo?
- Muito chato sem você. E o seu?
- Chato também. Muito trabalho, agora que sobrou um tempo para descansar. Amanhã eu faço as malas. Colocou a webcam como eu te pedi?
- Claro, amor...
- Então, querida, primeiro, quero que coloque aquela minissaia linda que você comprou e a blusinha branca semi-transparente.
- Espere, tesão.

Pedro adorava sexo virtual. Conheceu muitas meninas como Andréia, meninas de verdade ou bonecas pela internet. Várias delas se tornariam seus contatos e adoravam fazer sexo na rede. Sempre começavam com certa resistência mas quem entra em sala de sacanagem quer mesmo é gozar de um jeito ou de outro. Pedro estava de cueca e já tinha ligado sua câmera, bloqueando outros usuários. Foi quando viu Andréia voltar, deliciosa, para o computador.

- Querido, você já está quase todo pelado...
- E você está um tesão, putinha
- Não me chama de putinha que eu fico louca, safado!
- Putinha e depósito de esperma. O meu depósito!
- Ai, não me trata assim..não sou objeto.
- É sim, é meu brinquedinho particular.
- Não...sou...não...
- Vamos, gatinha, estou com saudades...
- Mostre-me o quanto me deseja, seu puto!
- Claro, putinha.

Pedro tirou logo seu caralho para fora da cueca. Duro, grosso e parecia querer pular na boca de Andréia. Fazendo gestos provocantes, Pedro oferecia o cacete para sua namoradinha virtual. Andréia começou a se alisar de tanto tesão. Sentia-se uma mulher desejada. Precisava ter aquele cacete alisando-a por todo o corpo.

- Ai, tesão, queria a ponta da cabeça do seu caralho me lubrificando nos braços, nas pernas...em tudo!
- Sim, querida, eu também adoraria fazer isto agora.

As palavras de Andréia causaram um calafrio em Pedro que começou a se masturbar devagar. Do outro lado, Andréia tentava espremer seu "clitóris" com as pernas, melando-as mais ainda. Passou a mão e levou-a a boca. Chupou cada um dos dedos, provocando Pedro.

- Safada, caralho, levanta e me mostra suas perninhas sob a minissaia.
- Mas..eu tô excitada.
- Vamos. Levanta!

Andréia se levantou e a minissaia estava estufada na frente, melada. Com vergonha, não sabia o que fazer.

- Minha bonequinha está realmente com saudades, não é?
- Sim,...claro,..deixa eu me sentar?
- Não, querida. Ainda não. Dá uma voltinha.

A minissaia apertada tornava a bundinha de Andréia mais sexy. Pedro começou a se punhetar.

- Olha, querida.
- Ai...tesão...eu posso me sentar?
- Ainda não. Dança para mim um strip legal. Tira a blusinha mas deixa o resto.
- Sim, gato.

Andréia começou um strip gostoso, lento, bem sexy, enlouquecendo Pedro que não sabia mais o que fazer. Sua cdzinha oriental era uma perfeita combinação de namorada e piranha. Tudo o que um homem como ele poderia querer. Parou de se masturbar e exibiu o pau duro para Andréia que alisava discretamente o volume sob a saia.

- Está excitada, não é, minha putinha?
- Ai, mas eu sou mulherzinha..não posso...o picolé...vou pegar...
- Pega um consolo, gatinha. Enfia o consolo para adestrar este cuzinho gostoso...põe ele rasgando a calcinha, mas fica com esta sainha que eu tenho a maior tara!
- Ai, você tem cada idéia..safado...

Andréia pegou um consolo e fez o que sabia fazer de melhor. Pedro ficou louco. O pau pedia movimento e sua mão começou a trabalhar. Do outro lado, Andréia sentia aquele prazer diferente, que só seu macho podia lhe proporcionar.

- Sente-se e pense que sou eu que estou te penetrando, putinha.
- Sim, meu macho, sim!
- Vamos, começa!
- Ai...ui..sim..meu Pedrão está aqui, comigo, em mim, dentro de mim, ui...aiiii..
- Humm..delícia...vamos, quero ver a minissaia meladinha. Meladinha por mim.
- Ai..sim...claro, eu te quero, Pedro.
- Quem é você?
- Sou sua japonesinha safada! Sua gueixinha putinha! Ai...
- Isso, muito bem. Pode bater uma siririca de leve, para mim.

Andréia levou a mão sobre a minissaia e começou. Sentia aquele tecido macio entre sua mão e seu "clitóris". Aquilo a enlouquecia. Ao se lembrar da calcinha por baixo, ficou mais excitada. Cada movimento era um verdadeiro prazer para ela. Ia e voltava devagar enquanto se movimentava sobre o clitóris. Quase fechou os olhos mas podia ver seu homem na câmera, lentamente acompanhando-a em movimentos com o pênis, com e sem as mãos.

- Ai...que gostoso...
- Gostoso, né, putinha? Continua..não pára...
- Sim....sim...te amo,....
- Eu também..
- Quero você sempre dentro de mim...Pedro...sempre...
- Gostosa...como você é linda..minha cdzinha oriental...
- Ai...este consolo tá gostoso...mas me punhetar com esta roupa toda me deixa maluca...ai...ai...
- Eu sabia que você iria gostar de fazer isto..
- Mas só com você, meu gatão tarado!
- Claro..

A masturbação continuava sem parar. Tanta safadeza dita pelo microfone só esquentava o clima e fazia Andréia acelerar. Pedro também não aguentava mais. Ver aquela cdzinha toda sexy, dengosa e fogosa lhe deixava maluco. Acelerou a masturbação ouvindo os gemidos de Andréia. O esporro saiu forte, quente....como merecia sua putinha safada. Andréia, já quase enlouquecida com tanto tesão, não resistiu. deitou-se no chão com o consolo enfiado no cu e fez seu gozo de cd. Gritou de prazer, sem controle, se contorceu toda. Pedro podia ver aquilo da câmera, o que lhe fez punhetar novamente. Ver o prazer real e intenso de sua putinha oriental lhe deixou maluco. Gozou novamente. Andréia se levantou, suada, sentou-se no computador e olhou bem nos olhos de Pedro.

- Ai..estou exausta. Você me matou...
- Se eu estivesse aí você iria ver só, gostosa..
- Sou uma cdzinha safada...
- É, você é uma putinha oriental muito gostosa.
- Obrigada, querido.
- De nada. Gravei tudo aqui.
- Gravou?
- Sim, quero assistir de novo amanhã, ver você gozando por minha causa.
- Ai...safado...não vai mostrar pros seus amigos...
- Nem para a Márcia?
- Aquela boneca? Para ela...humm..pode. Mas eu vou ficar sem graça...
- Pode deixar, só mostro para ela se ela estiver com a gente e mais ninguém.
- Eu gostei da boneca, mas eu quero mesmo é você.
- Não se preocupe, querida.

Andréia ficou em dúvida. Será que estava começando a gostar da idéia de sexo a três? Depois de conhecer Márcia na fazenda, de ser "preparada" por ela para sua entrega a Pedro, Andréia tinha idéias confusas sobre o relacionamento. Pedro se despediu e desligou. Andréia pensou em desligar, mas continuou na sala, muda, observando as fotos de bonecas no computador. Para sua surpresa, sua calcinha estufou novamente, ao ver uma foto de uma boneca que lhe era bem familiar. Não resistiu e iniciou uma nova siririca, desta vez mais lenta, pensando em tudo o que aconteceu. Pensou em como estava se tornando mais pervertida após conhecer Pedro. Imaginou o caralho dele duro, quente, bem a sua frente. Olhou para a foto de Márcia e gozou. Naquele dia, a cdzinha dormiria exausta.

contosdavidap@yahoo.com.br

 

Menáge em família

Olá pessoal,

Esse conto é verdadeiro, vou usar só as iniciais dos nomes para nos preservar. Quando ainda namorava minha esposa J, percebia que ela sempre se insinuava para meu irmão R, principalmente quando a gente bebia umas cervejinhas, no início ficava com um pouco de ciúmes, mas depois deixei pra lá, pois vi que meu irmão a respeitava sempre, percebia também que ela ficava excitada quando transávamos e eu mandava ela fazer de conta que era ele que estava comendo ela. Eu fui aos pouco, alimentando essa idéia, ver meu irmão fodendo minha mulher, sentia um prazer enorme. Até que em dezembro de 2003, dois anos depois de nos casarmos(juntar) anti-véspera de natal, meu irmão apareceu lá em casa a noite, resolvemos tomar um vinho, até então nossos filhos eram pequenos( dois e um anos).

Conversamos sobre tudo, bem descontraídos. Fomos dormir lá pelas 10:00 horas. Então aproveitei o momento e perguntei se ela queria transar com ele, aliás com nós dois, ela hesitou um instante, dizendo um não, como diz trás ele pra mim. Mas o efeito do vinho falou mais alto. Meu estava dormindo na sala, fui e falei com ele, que lógico não pensou duas vezes. Minha mulher tem estatura pequena, mas, muito atraente, do tipo a baixinha gostosa.

Fomos até o quarto, ela que dorme só de camiseta e calcinha, já tinha levantado um pouco camiseta, estava deitada de frente mostrando Aquela minúscula calcinha preta. Ele não se fez de rogado, e tirando a calcinha de lado caiu de boca na sua xoxota, ela já louca de tesão, pediu pra gente ir pra sala, minha esposa deitou no sofá e o meu foi logo tirando sua calcinha e continuou a chupada que começou no quarto. Ela se contorcia de tesão, pois adora ser chupada, e a sensação de ter outro macho, seu cunhado, ali no meio de suas pernas sugando seu grelo, a deixava mais louca. Tiramos nossas roupas, ficamos os dois em pé lado a lado e ela que sabe chupar um pau muito gostoso, se ajoelhou na nossa frente, e começou a nos chupar. É claro que ela chupou mais o dele que meu, tudo bem, eu queria mesmo era satisfazê-la dando pra outro macho; e por que não na família?

Meu pau tava tão duro que doía, botei ela de quatro, fui por trás enquanto ainda chupava o cacete do meu irmão, e enfiei gostoso na sua xaninha, ela gemia feito louca de tesão, nunca tinha visto minha baixinha feito uma putinha tarada. Tirei meu pau pois não queria gozar logo. Meu irmão sentou no sofá e ela passou a perna sobre ele , sentada no seu colo, segurando seu cacete ficou esfregando só a cabeça na boquinha da xana, deixando ele ainda mais louco de vontade comer logo a cunhadinha. Ela com uma maestreza que nunca vi, enfiou toda aquela tora e foi engolindo devagar até ficar só as bolas de fora.

Subia e descia, cavalgando e ele sugando seus peitos, ora se beijavam, chegava a mamar a língua do outro.
Eu me deliciava numa punheta deliciosa. Não demorou muito os dois gozaram ao mesmo tempo, ela urrava de prazer enquanto ele estocava jatos de porra dentro dela. Os dois ficaram ali alguns segundos grudados com o pau na xota dela. Era a minha vez, coloquei na posição de frango assado, ainda com porra escorrendo naquela xaninha meti meu cacete, bombei gostoso e enchi a bucetinha da minha mulher com meu leite quente. Meu já estava no banho e minha esposa claro, parecendo uma gata no cio foi banhar com ele, deixando a porta aberta fui até lá e super excitado em ver minha mulher fodendo com outro, bati uma punheta, vendo ela ali curvada, quase de quatro sendo comida no chuveiro pelo meu querido irmão.

Depois foi minha vez de banhar, enquanto isso eles se esfregavam no sofá. Saindo do banheiro disse que dormir, com a desculpa de deixá-los a sós, queria mesmo era me deliciar vendo minha querida mulher engolindo outro pau, não demorou lá estavam, ela de pernas abertas e Le deitado por cima bombando, num vai e vem muito gostoso, eu vim bem devagar que nem perceberam minha presença, e fiquei ali tocando mais uma punheta, depois de gozar fui dormir e deixei os dois fodendo, nem a hora que ela foi pra cama.

Depois transamos várias outras vezes, cada uma mais gostosa que a outra, pois já éramos íntimos e cúmplices. Depois contarei...

 

 

O maior orgasmo da minha vida: quando outra enrabou minha namorada

Esse foi certamente o dia em que mais gozei na vida. Namora Solange fazia 2 anos, já havia me confessado ter fantasias homo, ou melhor bi, pois o desejo secreto consistia em compartilhar um macho. Tivemos uma professora comum, pois fizemos a mesma faculdade, sabíamos que era lésbica assumida, embora muito bonita e gostosa, no entanto, percebíamos seu tesão escancarado por Sofia.

Certa vez Sofia inventou de fazer um jantar especial e só entendi a razão quando chegou a convidada especial, Helena, a ex-professora. Após o jantar regado a vinho do Porto, Sofia sugeriu que eu saísse e voltasse em meia hora, pois tinha um assunto particular a tratar com Helena, logo compreendi do que se tratava e meu pau reagiu de imediato, deixando-me constrangido com o grande volume aparente, pois estava sem cueca.

Quando retornei ouvi gemidos e quase tive um orgasmo imediato, ao abrir a porta e adentrar o recinto tive a surpresa mais excitante da minha vida. Helena enrabava minha namorada com um grande e grosso consolo e lhe tocava siririca. Foi a foda mais vigorosa que vi na vida, marlena vociferava: agora vc é minha sua putinha, pede pra levar no cu essa piroca de borracha, vou te deixar toda assada puta safada. Vou provar que sou mais macho que teu macho. Sofia gozava aos uivos e pedia pra Marlene atochar mais. Depois de gozar freneticamente, inverteram posições.

À certa altura, Sofia mostrou-se ainda mais violenta que nossa colega, que ficou surpresa quando lhe disse que havia chegado a hora de provar um macho de verdade e pagar pelo que tinha falado enquanto a comia, escancarou a xoxota de sua fêmea, agora passiva, e me ofereceu ao desfrute, chupei como um alucinado, depois fizemos 69, sempre com a pica fantástica na bunda da safada, sentíamos seu corpo dar choques e Sofia, por sua vez, agora até “gozava” enterrando o pau de borracha no rabo de Helena, depois fizemos dp na vadia, dilaceramos seu cu nos revezando. Gozei como um diabo no cu da infeliz , mas com o pau para fora, aí Sofia entrou em cena colocando toda a porra cu adentro, a mandou regurgitar com o rabo, em seguida, encharcou a rola falsa de sêmen grosso e fez a puta deixar seu cacete limpinho com boca, enquanto fazia uma espanhola nos grandes seios de Marlene. Foi um sonho!

E-mail: fepace@uol.com.br
http://fepace.blog.uol.com.br/
 

 

Inesquecível noite a três

Para quem ainda não me conhece, meu nome é Fernando, sou jornalista e moro em São Paulo. Namorava Cindy fazia dois anos, uma garota de 21 anos, de estatura baixa, pele branca, cabelos negros e lindos olhos verdes. Tinha seios e bunda farta, era muito atraente e, mais um detalhe: era bissexual. Ela me confessava suas transas e isso apimentava nossa atividade sexual, trepávamos dia e noite, mais um detalhe: ela era amiga de minha irmã, que na época tinha 31 anos, morena, olhos castanhos, características semelhantes e igualmente atraente.

Cindy dizia que nunca havia tido nada com Débora. Certa vez viajamos para o Guarujá e nos hospedamos no apartamento dos pais de Cindy. Ao chegarmos, fomos à praia, depois fomos descansar e ficamos jogando cartas até entardecer. À noite fomos a um show de blues na praia e ao regressar estávamos quase bêbados. Quando nos deitamos, os três na mesma cama de casa, pois se tratava de uma apartamento de apenas um dormitório e pouco mobiliado, em pouco tempo adormeci e não sei quanto tempo depois fui despertado de forma incrível e assustadora.

Cindy me fazia intensa felação, já estava quase gozando em sua boca. Ela lambia a glande, a base do meu pênis e o saco, engolia todinho, engasgava, babava e puxava com a língua os fios de sêmen que escorriam, enquanto dizia: chupa assim minha boceta que vou gozar junto com seu irmão sua vadia. O que está acontecendo? Perguntei atônito. Sua maninha tá chupando minha xoxota e preciso dizer que tô chupando seu pau? Mas como, Débora também é bi? Ela respondeu: não, mas não resisti à tentação, é muito bom chupar essa bocetinha cheirosa e depois ela vai me retribuir. Uns dois minutos depois tive o mais intenso orgasmo que um homem pode ter na boca de uma mulher, não sei como ela conseguiu engolir tudo. Aí desfaleci e fiquei observando a “retribuição”, que veio logo.

Meu pinto endureceu novamente em pouco tempo. Enquanto Débora gozava muito, dizia: vem maninho socar esse pintão na xana da tua mina, ela tá louca pra te dar. Ao ouvir aquilo, tirei toda a roupa em poucos segundos e dei uma surra de rola na Cindy de quatro, que até uivava de tesão. Débora dizia: Que delícia, bate na bunda dessa putinha que quero ouvir os estalos e obedeci minha irmã, bati com vontade, deixando suas nádegas bem vermelhas. Depois de gozar muito, Débora se levantou e disse: agora quero ver essa piroca entrando e saindo da xoxota dessa vadia. A boceta de Cindy pingava no lençol. Débora se aproximou, abaixou, abriu as nádegas de minha namorada e começou a lamber o cuzinho, ou melhor cuzão de tanto que já a enrabei, de Cindy, entrava um terço da língua no cu, aí, quando menos esperava, minha irmão tirou meu pau da xoxota de Cindy e o chupou com vontade, exclamando: nunca pensei que o pinto do meu irmão fosse assim grande e gostoso, quero ver você comendo o cu dessa puta, abre a bunda pra recer esse pintão, vadia. Vociferou minha irmã e Cindy prontamente obedeceu.

Débora segurou firme meu pau e meteu na entrada do rabo, Cindy gritava de tesão à medida que a rola entrava inteira e Débora siriricava gostoso minha namorada, revezando boca e dedos. O rabo de Cindy transpirava como nunca havia visto e a comi como um tarado que passa um ano sem sexo. Quando falei que estava prestes a gozar, ambas se ajoelharam e revezaram delicioso boquete, enquanto se masturbavam, gozei nas boquinhas tesudas que ainda se beijaram depois. Foi sem dúvida a mais intensa e inquietante trepada de minha vida.

Depois disso fingimos que nada aconteceu, Cindy afirmou que Débora sentia vergonha e não queria mais repetir a experiência. Cindy e eu ainda namoramos por um ano e tivemos mais três experiências incríveis de ménage, a terceira foi com outro macho, mas isso é assunto para um outro conto.

Email: fepace@uol.com.br

 

 

Noite romântica

Bom...

Não era motel..., era algo semelhante a casa de campo, chalé, ou coisa assim. Assim que chegamos, jogamos nossas malas num canto, e sem falar nada, começamos a nos bjar..., um intenso, demorado, longo beijo, onde minhas mãos passearam pelo seu corpo..., onde suas mãos passearam pelo meu corpo..., onde nossas bocas se entrelaçaram..., onde nossas linguas, queriam invadir, uma, o espaço da outra, foi, foi intenso..., foi excitante...!!!

Sem parar de bjar, fui te despindo..., roupa, por roupa..., devagar, sem pressa ! Tirei sua jaqueta..., porém, minhas mãos não conseguiam apenas tirar sua jaqueta..., elas deslizavam por suas costas, por sua nuca..., por seu rosto..., como se quisesse guiar aquele beijo...! Vc, retribuindo, tira minha blusa..., e logo, volto a minha boca..., num sedento bjo, ainda demorado, as vezes melado..., mas, intenso, excitante..., tirei, sua camiseta..., minhas mãos não estavam sem contentando em alisar costas, nuca e rostinho..., e que rostinho...!!! Ao tirar sua camisa, colado em vc..., não resisti, e bjando vc, comecei a acariciar seus seios, lindos..., e meus ! Eram meus, ja era ! Vc tira minha camisa..., de novo, em retribuição..., agora estavamos mais grudados ainda...! ! !

Caimos na cama..., o excitante bjo parecia não ter fim..., ofegantes gemidos..., sussurros saiam de nossas bocas..., era algo forte, sem fim..., relógio ?? Que relógio..., o tempo parou pra gente ! Coloquei vc em cima de mim..., e continuamos a nos bjar..., e eu alisando suas pernas..., mas, era poko, vc estava de calça..., mas, pude apertar vc, sentir vc..., tocar em vc..., e em todo momento eu alisava seus seios...., as vezes lambia eles..., cada pedacinho..., lambia deliciosamente o biquinho (SOU DOIDO POR ISSO, ADORO)..., eu, ja estava excitadissimo..., estavamos assim, era perceptivel, em mim, e em vc ! Levantamos..., fui por tras de vc..., alisando seus seios, lambendo seu pescoço..., nuca, falando algumas safadezas em seu ouvido..., algo como: "Essa noite será inesquecivel..., vc é minha, eu sou seu"..., nessa maneira estavamos praticamente "encaixados". Totalmentes entregues um ao outro..., então, eu abri seu ziper..., ainda te bjando, ainda por tras de vc..., literalmente encaixado em vc ! Pude sentir vc mais e mais..., a calça simplesmente foi caindo..., facilitando nosso contato...! Vc se virou de frente, me bjou com força, com volupia, com desejo..., e nesse momento, vc abre meu zíper..., assim que abriu o ziper, deu uma bela alisada na "mala"..., que nessa altura, estava "pulando" da calça..., minha calça caiu, simplesmente caiu..., deixamos nossas calças no chão, agora era eu vc..., vc e eu..., na cama, grudados, parecia apenas um corpo, de tão juntos que estavamos !

Gemidos, petições..., sussurros..., ofegantes e excitantes gemidos...

..., deitei vc de barriga pra cima, e fui bjando, lambendo seus seios..., biquinhos durinhos...delicia..., viajei..., esqueci do tempo ali..., mas, enquanto lambia seus deliciosos seios..., meu dedinho passeava vagarosamente..., deliciosamente por sua "ela", ja molhadinha..., ja digamos..., receptiva..., continuei bjando seus seios..., descendo pra barriga...e meu dedinho nela..., vc se contorcia, gemia..., ver vc com tesão, me deixava com mais vontade ainda..., com mais tesão..., desci..., e nela, me deliciei..., tirei o dedo, e coloquei a lingua..., que delicia..., passei a lambe-la, deliciosamente, vagarosamente..., aumentando a velocidade..., noossa..., que tesão senti-la..., que delicia..., voltei, a bjar vc..., vc se virou, de forma em que eu ficasse de barriga pra cima..., e vc como sempre, retribuindo meus "favores"..., veio, bjando minha barriga...olhando pra mim..., bjando, lambendo meu peito, barriga, e foi descendo...

...chegou na cueca..., começou a dar bjinhos, por cima da cueca mesmo..., começou a bjar..., alisar..., bjar, alisar..., até que suavemente tirou minha cueca..., e ele saiu pra fora..., e vc, suavemente começou a lambe-lo, começando da base..., suavemente, com a ponta da lingua, e qdo chegava na ponta, todo o "corpo" da lingua passava por ele..., que delicia, que boquinha..., eu apenas fechei o olho, e me entreguei a aquele momento..., mais uma vez, esqueci da vida..., que sensação inesquecivel..., durante o ato, ele todo na sua boca, vc alisava minhas bolas, aumentando a sensação de tesão..., nossa..., fascinante...!!!!!

Mudamos..., fizemos o famoso "69"..., vc por cima, e eu por baixo..., lamber, e ser lambido ao mesmo tempo..., delicioso, sem igual..., adorei...!!!

Depois de um tempo assim..., peguei um pacote de camisinhas, e abri (ODEEEEEEIO), mas vc fez ficar bom..., durante o ato de abrir, vc me bjava, bjava minha nuca, alisava meu corpo, e mordia meu ouvido e dizia: "Quero vc dentro de mim"..., aquilo me deixava doido !

Devidamente "protegido"..., vc na cama, e dei mais uma lambida deliciosa nela..., e depois, passei a penetra-la, suavemente..., olhando pra vc..., vendo seu rosto de tesão..., devagarinho, devagarinho, ele foi entrando..., nossa, que delicia..., comecei num vai e vem, devagar, suave..., mas era pouco, queria mais, a medida que eu aumentava a velocidade, nossos gemidos aumentavam nossos sussurros não existiam mais, e sim gemidos, que demonstravam muito, muito tesão, estava fascinante...!!! Olhava em seus olhos..., e aumentava a velocidade..., estava muito bom ! Levantamos..., fomos para algo semelhante a uma varanda..., uma vista linda de uma serra, somente a lua pra iluminar..., vc se apoiou naquela grade..., e eu fui por tras de bocê..., nossa..., o som dos "grilos", e nossos gemidos..., o friozinho da noite..., e o calor de nossos corpos..., estava delicioso ali, por tras de vc..., eu segurando em sua cintura..., puxando vc contra mim, entrando e saindo, apertando sua bunda..., nossa..., que tesão, ficamos muito tempo ali..., muito...!!!
...voltamos para o quarto..., vc veio por cima...

...sentou, e sentiu cada centimetro dele, entrando em vc..., que delicia..., começou a subir e a descer, aumentando tb a velocidade..., me chamando de safado, "meu nego"..., delicia, eu apertava sua bunda..., suas pernas, seios, e vc, subindo e descendo, olhando nos meus olhos (ADORO OLHAR NO OLHO NESSA HORA)..., deitei vc de bruços..., deitei em cima de vc..., apenas te encoxando, sentindo vc..., bjando sua nuquinha..., falando besteirinhas em seu ouvido..., que delicia...!!! Vc deu uma empinadinha..., de foto que "facilita", e nessa maneira mesmo, a penetrei de novo..., e ficamos ali, num gostoso vai e vem..., até que não resistindo mais..., tirei a camisinha..., e gozei na sua bundinha..., gozei nas suas costas..., jorrei muito ali, pra vc...!!! Não me contendo..., voltei a lamber sua xaninha (desculpa, falei), com volupia, tesão, desejo, até sentir vc gozando de tesão...! Delicia..., os dois, ali na cama..., gozaram juntos, de tesão !

 

Semi trepada no voo

Sempre viajei muito .....desde pequena...acho que é uma das melhores coisas do mundo além de trepar e comer rrsrsrsrrs.....então a minha mãe me falava quando eu era criança que quando viajava de avião era melhor me arrumar um pouco mais ... , já que sempre gostei de estar assim digamos sem sutiã...sexy ...mais confortável.........ou seja amo tenis mais gosto ainda mais de salto alto,as vezes uso no meu trabalho mais fico muito alta me sinto como........ ou seja, trabalho com muitos homens uns 40 então fico intimidada mais ao mesmo tempo o pessoal disfarça....porque sabem a minha postura...de séria.... mais ficam me olhando, babando todo por um poderoso salto...rsrsrsr, então nas viagens capricho...e mais que sempre nos Aeroportos tem muitos homens sozinhos....e um muito bom lugar para caçar ou ser caçada rsrsrrsr.....então daquela vez não foi diferente.....vôo desde Buenos Aires para o Rio de Janeiro pela Air France ,o vôo ia para Paris, então imagina os caras que tinham, o vôo estava lotado de italianos, argentinos ...eu naquela época viajava com muita bagagem (hoje não mais, já aprendi depois de pagar tanto excesso de peso rrssrsrsr)então embarquei .....fui no free shop, comprei um chocolate branco com avelãs e um bronzeador americano que se chama Hawaian Tropic, é um óleo com cheirinho a coco..perfeito e deixa a minha pele super bronzeada quando tomo sol...fico preta e com a marquinha de biquíni, adoro biquínis de cortininha e de lacinhos laterais na bunda.... toda a minha vida usei pequenos , quando era criança e adolescente ficava 2 meses no Rio em Ipanema com meus avos então sempre amei estar sem roupa, curtir praia e demais...

Vamos ao que importa......no free shop quando abri o bronzeador para sentir o cheirinho um cara tava me olhando porque percebeu que eu gosto desse cheiro e como eu estava bronzeada ....e com um vestidinho meio justo e com um decote que dava para perceber que embaixo tinha coisa boa...ele se fez de bobo e ficou puxando assunto sobre os bronzeadores......me pergunto para onde estava viajando e por coincidência pegaríamos o mesmo vôo só que eu desceria no Rio e ele continuaria para Europa......no Rio estava me esperando meu ex marido, já que passaríamos uns dias lá e depois iríamos para Florianópolis, onde morávamos.

Passei no caixa com ele e fui no banheiro do Aeroporto antes de subir no avião já que sabia que teria coisa boa naquele voo, cheguei no banheiro, tirei o sutiã e a calcinha e coloquei uma chaqueta por cima já que dava para notar que estava com tudo solto....com o bico bem firme....

Entro no avião e fiquei procurando o cara....disfarcei já que tinha muita gente....principalmente muitos machos ....não vi ele....

Me sentei na minha poltrona e estava o lado de uma senhora e de um senhor , logo no meio que não gosto, mais o senhor que estava do lado era um charme, tudo de bom, deveria ter uns 39 na época eu tinha 25 ou 26...me ofereceu um pedaço de chocolate um toblerone logo de cara...peguei e fiquei chupando o chocolate como se fosse seu pau..estava tão gostoso...pensei uehhh vou ter que escolher com qual ficarei nessas duas horas já que o argentino que tinha conhecido no free shop estava bem na frente do avião ..e como eu gostei mais do gringo... me escondi na poltrona...para que não me visse..ja que ai sabia bem quem seria o cachorro que queria que me penetrara seja como for, fazia uns 10 dias que estava sem dar, não agüentava mais a minha chana latejava , implorava a entrada de uma boa pica...estava tão quente ...desesperada...então fiz de conta que tinha sono disfarcei que estava dormindo quietinha , bem reta na minha poltrona assim por uns 5 minutinhos ..y apoiei a minha cabeça ... no ombro do gringo...ele gosto então comecei a disfarçar e a respirar mais profundo...para que ele perceba que eu queria alguma coisa a mais...ele era italiano , moreno, meio bombado estava no ponto...perfume bom ...

Meu tesão por ele era total...........somente pensava em cavalgar naquele Caralho que estava há uns dez centimetros, pois ele já estava com o pau duríssimo e eu que falo poucas palavras em italiano...pensei ...ueeee a linguagem corporal e única ...não preciso falar...disfarcei que iria no banheiro e ele veio atrás de mim....ficamos tentando conversar no final do avião já que estava meio vazio, já estávamos sentados em outro lugar, meus seios estavam pulando de tanta tesao... Nesse momento tive certeza que aquela viagem iria dar boa FODA. Conversamos bem devagar e baixinho.....eu não estava a fim de nada de conversa eu queria mesmo foder bem ...sentir uma boa rola dentro de mim.Tínhamos umas 2 horas de vôo pela frente.Ele pediu para a aeromoça uma manta, já que estava fazendo frio por conta do ar condicionado mais eu notei na hora....seria para disfarçar o joguinho que estava por começar....ele colocou a manta entre nos dois, por sorte não era tão pequena....e começou a fazer movimentos com a sua mão tocando o seu pau..e eu falei uhhhhh essa minha parte ,falei bem baixinho....então coloquei a minha mão e comecei a fazer movimentos, eu não via a hora de colocar a minha boca la embaixo....mais não tinha como...passava gente pelo corredor para ir ao banheiro...e continuei socando o cara....nem sei o nome dele e não me intersaba Tb...rsrsr...ele começou a passar a minha mao na minha chana...quando ele percebeu que estava sem calcinha ele quase teve um infartooo fulminante ....e começou a me fazer caricias na porta da chana ...começou bem calminho só com um dedinhooo ate que me colocou 3 ....sentia sua respiração...no meu ouvido...eu queria que ele me tocasse os seios ....peguei a mao dele e coloquei dentro do vestido....e ele pegou bem forte e me soltou...depois de um minuto fez a mesma coisa umas coisas 5 vezes...eu não queria que ele tirasse a Mao mais ao mesmo tempo estava amando...e eu com a Mao fazendo uma punhetinha para ele, cada vez estava maior, ele começou a gemer loucamente...com a boquinha aberta...so que baixinho...e eu comecei a beijar essa boca..com muita língua..muita saliva...bem molhados...eu balançava loucamente so que sentada....não sabia como me controlar estava ficando doida....achei que morreria de tanta vontade que tinha de ser penetrava mais não dava então acabei umas três vezes com esses super dedos mágicos e grossos dentro do meu grelinhooo...tinha medo de ser pressa rsrsrr então tive que me sustentar com essas boas tocadas...seu pau jogou tanta mais tanta porra .....que não cabia na minha Mao euuu queria colocar nos meus seios assim ele chupava e eu colocava os dedos nesse leite delicioso e engolia aos poucos....mais não deu.... eu falei para ele....este jogo continuara em no aeropuerto de rio....no banheiro de pessoas de cadeiras de rodas já que e bem grande e nunca vai ninguém ....eu dormi no ombro dele....depois de 1 hora chegamos ...eu entrei no banheiro sozinha.....deixei a porta aberta ou seja sem a travinha..coloquei a calcinha ...pequeninha com lacinhos aos lados...pretinha e transparente tirei o vestido...e cobrir os seios com o cabelo estava então so com o salto bem alto preto e so de calcinha....apoiada no cano com a perna aberta encima da privada....quando ele entrou me pegou ...começou a lamber o meu pescoço a dar uns bom chupoes .............abaixo a sua calca , tirou a camisa e começou a me penetrar loucamente como um cachorro, , apoio a minha bunda no cano do banheiro e me penetrou loucamente por uns 5 minutos...tempo suficiente para que eu acabasse e ele tb... , me estrupou ....subiu a calca rápido, colocou a camisa e foi embora....eu fiquei sem forças....coloquei calquinha, o sutiã....arrumei o cabelo...parecia um leão e fui pegar a minha mala...já que o corno do meu maridinho estava me esperando....coloquei perfume, escovei os dentes....e com carinha de que nada tivesse acontecido fui em busca dele.................

 

Andréia e a calcinha da boneca

Quando Andréia, a cdzinha oriental, acordou naquele sábado, quase não se levantou. Olhou para o lado e viu seu macho, Pedro. Passou a mão no caralho de Pedro, com carinho. Ainda de bruços, passou sua outra mão em sua bunda - aquela bunda que enlouquecia Pedro - e notou que ainda estava melada da porra do dia anterior. Pensou:

- Ainda bem, está tudo ali.

Tudo começou quando Pedro a chamou para sair. Foram a um festa especial na qual se podiam ver bonecas desfilando pela casa. Um grupo de amigos havia alugado um sítio e levado as bonecas para uma orgia. Pedro foi convidado e resolveu levar Andréia, sua namoradinha oficial.
Ao chegarem, Andréia notou que havia algo diferente e quis ir embora.
- Ai, gatinho, não quero ficar aqui. Tá rolando um clima estranho..
- Não se preocupe, princesa, nós só vamos aproveitar o quarto que reservei para nós. Nada de dividir minha putinha com outros, outras, ou ambos.
- Engraçadinho...
Andréia estava com um shortinho bem curto, e o top do biquini preto. Nem tanto para provocar Pedro, mas o calor nem a deixava vestir outra coisa.

Ao chegarem, Pedro foi cumprimentando os amigos, as bonecas, e apresentava Andréia como sua namorada fazendo questão de dizer que ela não estaria "na festa". Muitas bonecas olhavam para Andréia com um olhar de despeito. Afinal, muitas delas já haviam cavalgado o caralho de Pedro. Andréia sentiu que deveria evitar tumultos e procurou ser educada com as bonecas. Ao final da manhã, já tinha feito várias novas amigas que até a olhavam com certo desejo...

Os amigos de Pedro começaram com um churrasco leve e a cerveja rolou solta. Pedro bebeu bastante e Andréia ficou preocupada pois não havia levado sua carteira de motorista e também não queria ficar sozinha.

- Márcia, olha o Pedro..
- Querida, não se preocupe, qualquer coisa, amanhã ele está bem. Se dormir hoje....
- Como assim?
- Humm..quando ele bebe muito, sabe, algumas vezes fica com tesão...uma vez...ah, você não quer ouvir, não é?
- Conta, conta!
- Eu e Pedro já transamos muito. Ele fica mais selvagem quando está meio alcoolizado. Se você não deixar ele ultrapassar cinco chopps, poderá ter uma foda e tanto!
- Ai...isso seria ótimo...
- Eu sinto falta de quando ele me comia..mas agora é sua vez, né querida?

Andréia concordou. Márcia era uma boneca muito linda. Andréia não conseguia tirar os olhos dela. Quase involuntariamente, sua mão já alisava os ombros da boneca, que não se fez de rogada e deu uma alisadinha no "clitóris" de Andréia por cima do shortinho.

- Safada, heim?
- Ai, Márcia, que é isso?
- Calma, só estou te preparando para seu macho.

Em volta da casa, alguns casais já se formavam, outros fornicavam, e Márcia, Andréia e outra boneca, Patrícia, aidna estavam conversando.

- Me pre...parando...?
- Calma, querida, você vai me agradecer.

Márcia se esfregava em Andréia, que mal podia esconder seu tesão.. Ao seu sinal, Patrícia veio por trás e começou a lamber as costas da cdzinha delicada.

- Upa...ai , o que...ai...
- Calma, calma...curte, gata...você quer ser como nós, né?
- Eu não sei...ahhnn...humm..ai...

Com uma boneca lhe beijando fundo na boca, e outra lambendo suas costas e acariciando sua bunda, Andréia suava e se sentia cada vez mais acesa. Do outro lado, Pedro ainda não havia notado o que acontecia.

- Sabe, Andréia, você tem que dar a Pedro o que ele merece que é o maior tesão possível. Tem que gozar com a enrabada dele..
- Ai...sim...sim..por favor...eu vou...

Patrícia resolveu palpitar:

- Cdzinha, você tem que aprender a curtir as bonecas. Somos suas irmãs!
- Ai..mas...humm...

Após dizer isso, Patrícia agarrou o clitóris de Andréia por baixo da calça e o apertou, sentindo o tesão da japonesinha...

- Uiii...calma...meu Pedro, onde está meu Pedrinho..

Marcia já havia experimetado toda a boca de Andréia com sua língua enquanto Patricia encoxava a cdzinha enquanto alisava seu clitóris.

- Ai, queridas,..não, eu quero dar,...dar...
- Para quem?
- Para o Pedro, PAtrícia.
- Quem? Repete!
- Pedro...para o PEdro, Marcia.
- Muito bem, agora você está pronta. Vamos para o seu quarto. PAtrícia, chame Pedro.
- Já vou.

Patrícia foi chamar Pedro enquanto Marcia puxava Andréia pela mão até o quarto.

- Agora, querida, deite-se aí para o Pedro!

Andréia, toda molhada, esfregava uma perna na outra enquanto Márcia enfiava dois dedos em sua boca.

- Chupa, japonesa! Chupa!
- Sim senhora...

Foi então que Pedro chegou e, meio tonto, ficou espantado com a cena.

- O que está acontecendo aqui?
- Querido, Andréia e eu estávamos conversando sobre como seu cacete é grosso.
- Masturba ele para mim, Márcia, por favor. Depois eu quero ele me enrabando..

Pedro não podia acreditar no que ouvia. Márcia não perdeu tempo e começou a punhetar Pedro antes mesmo de tirar sua bermuda.

- Calma, boneca...nossa, estou tonto...não acredito que estou vendo minha boneca favorita e minha japonesinha safada..aqui..
- Fica quietinho, Pedrinho.

Dizendo isto, Márcia chupou o caralho de PEdro, de joelhos, mesmo sem tirar a cueca.

- Ah, adoro isso...gostosa..

Andréia se virou na cama, de bruços, baixou o shortinho e mostrou sua bunda durinha com uma calcinha fio dental que havia encontrado no armário de PEdro dias antes.

- Minha calcinha??

Márcia se espantou.

- Pedro, seu moleque! Você me disse que precisava dela para se lembrar de mim!
- Mas, querida, eu me lembro. Sempre que alguém a usa, eu sonho com você...

Márcia ficou confusa, mas continuou chupando. Desceu a cueca de Pedro e beijou a cabeça da pica. Deu umas lambidas e olhou para Andréia.

- Para você recebê-lo com um gostinho especial, sua putinha!

Levantou-se e foi até Andréia. Baixou a calcinha com força e meteu um dedo no cuzinho da japinha safada.

- Ai, ai...
- Peça perdão por usar minha calcinha!
- Perdão! Perdão!
- Pedro, vem cá e ensine a esta japinha como se come um cu!

Pedro, ainda tonto, não pensou duas vezes. Foi até a cama e encaixou o cacete duro na portinha daquele cuzinho desejado. Agarrou Andréia pela cintura e forçou.

- Ai, calma...
- Minha japonesinha safada...então você e Márcia..
- Não, eu não...foi só...ai...

Foi quando Pedro conseguiu enfiar a cabeça no meio daquelas pernas lisas e brancas de sua putinha namorada.

- Ai...ohh..
- Sim, gata. Agora vou fazer você sentir minha pica.
- Ai, por favor, sim...
- Sinta este cacete duro te lubrificando o rabo, puta oriental!
- Ah....
- Márcia, o que acha da minha namorada?
- Acho que é promissora...posso brincar com Patrícia agora?
- Só se me der um beijo de língua agora.
- Hummm

Márcia deu aquele beijo molhado em Pedro que, metendo cada vez mais forte em Andréia, sentiu aquele tremor e gozou nas profundezas daquele rabo quente e apertado. Ao mesmo tempo, Andréia gozou, melando a cama.

- Ahhhhhh...isso é gostoso, não Andréia?
- Ai,,,espera,....estou cansada...
- Você e eu, juntos, neste quarto...
- Sim...ai...

A conversa não rendeu. PEdro estava tonto e Andréia não tinha mais energias. Dormiram. Foi assim que tudo aconteceu.

Andreia de biquíni

Depois de muito picolé, Andreia, a cdzinha oriental, já se sentia mais mulher do que nunca. Seu desejo de se submeter aos caprichos de Pedro aumentava a cada dia. Foi assim que ambos continuaram se encontrando, todos os finais de semana.
Num destes dias, Pedro assistia mais um pornô com travestis quando a campainha tocou.
- Oi, querido!
- Ora, olha só quem está aqui, minha putinha gostosa, Andreia...
Pedro comia Andreia com os olhos. Desta vez, ela estava vestida com sua roupa preferida: a de bailarina.
- Gata, você não vai querer dançar o “Quebra-Nozes” comigo, não é?
Ambos riram e se sentaram. Andreia começou a assistir o filme junto com Pedro e reparou que todas as travestis estavam de biquíni e, claro, pareciam mulheres perfeitas. Andreia nunca tinha prestado muita atenção a este detalhe, mas lhe pareceu que seria interessante se vestir assim para Pedro.
- Pedro, o que você acha desta boneca aí?
- Qual?
- Esta loira, de biquíni.
- Está uma graça.
Pedro já alisava a perna de Andreia com uma mão enquanto tomava uma cerveja. Ao ouvir a pergunta, logo endureceu. Andreia percebeu que o volume sob as calças de Pedro estava como ela sempre curtia.
- Ai...querido...você não quer me ver de biquíni?
Pedro se lembrou de que uma boneca do programa da semana anterior tinha deixado um biquíni preto em seu apartamento. O biquíni era quase um fio dental e Pedro passara horas se punhetando com ele, mesmo após a boneca ter ido embora.
- Sabe, gata, tem um biquíni que ficou aqui em casa. Como a gente não se encontrava há algum tempo, eu andei namorando...
- Não precisa explicar, tesão.
Andreia sentia seu desejo aumentar e logo se lembrou do picolé. Tentou disfarçar um pouco o volume sob a calcinha, mas foi contida por um beijo forte de Pedro. Largando a lata de cerveja, Pedro agarrou-a e beijou-a com força. Andreia mal respirava.
- Ai, ai...gatinho...quanto tesão...
- Amaria te ver de biquíni, gostosa...vou buscar. Espera.
Assim, Andreia trocou de roupa e ficou de pé, na sala, ao lado da TV, exibindo-se para Pedro como se estivesse com ciúmes do filme de bonecas.
- Olha para mim, gato, não estou linda?
- Muito mais do que estas bonecas do filme, Dedéia.
Ser chamada de Dedéia a excitava. Como já havia treinado, conseguiu esconder bem seu “clitóris” sob a parte de baixo do biquíni.
- Parece mesmo uma gostosa da praia, gata.
Pedro se levantou, foi até ela e a segurou forte pela cintura. Andréia não sabia o que fazer, tamanha a excitação.
- Não se preocupe, minha putinha. Eu sei que você gostou do picolé, mas é natural sentir estes desejos. Seu clitóris é como o de qualquer putinha, fica mesmo molhadinho.
Pedro se abaixou, observou o biquíni e disse:
- Veja, gatinha, está molhadinho de tesão.
- Ai, querido....
Pedro a agarrou por trás, roçou o pau duro na sua putinha de biquíni...
- Olha, gata. Você está com muito tesão.
Alisou sua cintura até os peitinhos e passou a língua pelas costas da tremula Andreia.
- Ai, querido,..sou sua putinha da praia...vem...vem...
Pedro tirou o caralho para fora da bermuda. Podia-se sentir o cheiro do tesão. Todo melado, Pedro lubrificou as pernas de Andreia com ele.
- Que delícia, tesão...
- É meu filtro solar para você, putinha. Há, há, há.
Andreia não agüentou mais.
- Ai, que delicia de praia...quero sentir mais...
Virou-se de frente para Pedro, encarou-o nos olhos e sentiu todo aquele desejo.. Pedro não disse nada. Apenas alisou seus cabelos e forçou-a para baixo. Lá estava ela, Andreia, de joelhos, com um biquini preto, como uma daquelas putinhas que se escondem na praia para fazer o que devem fazer pelos seus machos. Não resistiu e afundou o rosto naquele pau duro. Começou a chupar enquanto Pedro mal se continha..
- Isso, putinha...sempre quis te ver assim, de biquini, chupando...
Andreia chupava mais e logo sentiu que a parte de baixo de seu biquini ficava mais estufada.
Não resistiu, enfiou a mão e começou a bater sua siririca.
- Ah, gatinha...tá gostando, né?
Andreia respondeu que sim, mas sem tirar o pau da boca.. Não conseguia parar de chupar. Era como se tivesse nascido para isso.. Pedro não resistia e forçava mais ainda o caralho na boca de sua putinha.
- Delícia. Continua, querida...
Andreia não resistiu e acelerou ambos os movimentos. Pedro suava e seguiu sua putinha: queria mais daquela boca safada.
- Minha putinha oriental, vamos...mais...continue...
Foi então que aconteceu o inesperado: ambos gozaram na mesma hora. Andreia sentiu os jatos de porra quente no céu da boca, na garganta, ao mesmo tempo em que melava a parte de baixo de seu biquini e o chão do apê.
- Ai, querido....como é bom sentir você dentro de mim...na boca, no cu, em qualquer lugar...
- Sim, putinha...
Andreia se levantou, olhou para Pedro, e disse:
- Você não vai devolver este biquini para a boneca, seu tarado. Ele agora é meu. Compre outro para ela, mas este é meu.
E começou a lamber a própria porra. Uma das fantasias de Pedro havia sido realiazada.
 

Um macho para Anabela II

Já contei em dezembro num relato erótico as fantasias de um cliente que apelidei de Anabela ( Um macho para Anabela) e, agora vou contar mais aventuras do mesmo, sei que muita gente vai adorar ler, rs... Na semana passada, ele me ligou dizendo que estava louco por um bofe bem pauzudo para saciar a vontade de seu rabo.

Liguei para um dos meu amiguinhos bofes pauzudos que se prontificou a matar a vontade de um dos meus clientes mais safadinhos, que vou chamar apenas de Anabela a partir de agora. Ainda sem se montar, chegou, já foi para o chuveiro e tomou uma duchinha, não quis nem retocar a chuca, pois disse que havia feito uma muito boa, já pensando nisso, rs... Fazia muito calor, mas mesmo assim quis colocar a peruca loira, uma calcinha e um baby doll, gostaria de agradar o macho que estava quase chegando para fodê-la. Logo que o garotão chegou, Anabela já se assanhou e disse que ele era delicioso, lindo e pauzudo(vendo apenas o volume na cueca) e gostaria que ele comesse muito sua cuceta ( que coisa mais gay essa palavra, uma mistura de cu com boceta), pois ela estava no cio, doida, doida, rs...

Sem problemas para ele, que deitou na cama e já ficou com a sua bela pica grossa bem dura pra deleite de Anabela. Anabela quase engasgava, pois não conseguia engolir aquela pica toda e, sequer deixou eu ajudá-la, simplesmente me afastava e dizia que era só dela, fazia nham nham nham, babava no pau e parecia enlouquecida, rs... Pelo jeito adorou o pauzão. Enquanto isso, eu coloquei uma camisinha no meu pau e fui comê-la, para já abrir caminho para a rola do garotão mais tarde. Lubrifiquei seu cuzinho que piscava sem parar e enfiei meu pau que entrou todinho naquele túnel quente e guloso, plufttt... Uau, que cu! Me ajeitei sobre ela e fiquei olhando para a carinha do garotão que se mantinha sério e pelo jeito estava adorando o boquetão de Anabela. Perguntei se ele estava gostando, ele apenas acenou com a cabeça que sim, todo timidozinho, rs... Daí a pouco Anabela pediu pra eu parar de comê-la e deixá-la sentar no pau do seu macho, que ela falava a toda hora... Sentou e começou a gemer, a pica logo entrou todinha dentro dela.

Ela só falava: Ai que delícia! Que macho gostoso! Quero esse pau todo dia na minha cuceta, blá, blá, blá... Eu só olhava e meio que me masturbava com o jeito todo louco de Anabela, derretendo de calor e gritando que aquilo estava bom demais, schluppp! Logo em seguida, ela quis de franguinha assada. Antes, arrancou a peruca, a calcinha e já nem se importou com nada, só queria era gozar com aquele pau comendo o seu rabo. Se posicionou na cama e pediu pra que eu colocasse meu pau na sua boca, pra ela não gritar, enquanto o garotão estivesse socando a rola na cuceta dela...

Coloquei então meu pau na boca da safada, desmilinguida e ensopada e, segurei suas pernas, enquanto isso o meu amigo pauzudo enfiou a pica e meteu sem dó. Nessa transa frenética, só sei que aí beijei o garotão na boca, que delícia, se vocês visse que bocão, uau!!! Plugada em nós, Anabela parecia uma cobra mal matada, chupando minha pica, gemendo, levando um picão no rabo, se masturbando e gozando... Sim, ela gozou-se toda, eu nem havia percebido, aí o garotão apontou para a lambuzeira, foi então que percebi que Anabela estava comida, suada, gozada, cansada e satisfeita! Tomou uma ducha e sumiu rapidinho, coisas loucas do tesão, rs... Eu fiquei com o garotão que agora queria gozar também, de preferência me comendo... Humm que delícia! Eu iria sentar no seu pau também e com certeza iria gozar muito... Iria, se não tivesse ainda um encontro agendado nessa noite e para o qual, precisaria de toda a energia possível...

Assim sendo, meu amiguinho garotão do pau grosso, o macho de Anabela, foi embora sem gozar, ele nem quis se masturbar, ainda com tesão, queria mesmo era arregaçar meu cu e gozar me comendo, mas ficou só querendo, tadinho, rs...Ele guardou seu pauzão e toda a vontade de querer detonar um cuzinho para a cuceta detonada e gulosa de Anabela, pois logo, logo ela vai querer mais um macho, que novamente pode ser ele, rs...

 

 Boneca Drikka

:(41)3232-5054/9971-0844

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Meu lado voyeur - prazer em ver

Tenho alguns clientes que adoram ver, sem necessariamente participarem de uma festinha. Ontem mesmo chamei o Robin, um dos meus amiguinhos para realizar o sonho de um cliente que gosta de ver sua esposa que vou chamar apenas Plu, transando com outro homem. O meu desempenho foi apenas de ser a diretora e câmera da ação, pois Plu já trouxe a máquina com fotos das posições que seu marido gostaria de vê-la chupando, sentando ou simplesmente sendo invadida por outro pau. Olhei as fotos e fiz desenhos numa folha para começar a ação.

Já não é a primeira vez que isso acontece, por isso mesmo ela já vem mais solta e também tem já uma afinidade com o rapaz pois ele participou de outras duas sessões. A gravação fica com mais ou menos 40 minutos, mas é o suficiente para que o marido em casa, fique quase louco vendo aquele filme caseiro, como já contou sua mulher... Plu que já goza durante as gravações, depois goza mais um pouco em casa, agradando o maridão safado! Ontem até eu fiquei excitada vendo a desenvoltura de Plu e o pau maravilhoso de Robin que estava bem duro e mostrou competência pois não cansou um minuto, como já acontecera em outras vezes. Filmei cada cena, uau! Foi muito fácil ser diretora e pouco falar para que eles se entrosassem e fizessem cenas que ficaram muito melhores que a maioria dos filmes pornôs que tem por aí!... Outros clientes vem só pra ver, mas acabam participando, como é o caso de um safadinho que veio aqui ainda no ano passado, a princípio sua fantasia era de me ver comendo um cuzinho.

Combinei com outro cliente daqueles mais safados ainda que gostam de participar de uma festinha. Então tudo certo, meu cliente que seria o passivo chegou primeiro, fez a chuca, tomou um banho e ficou brincando comigo na cama, até a hora que o outro, que seria o curioso safado chegou. Vou colocar dois apelidos pra ficar mais fácil: Ricardão e Ricardinho, rs... Entrou o Ricardão, nos cumprimentou, disse que estava meio nervoso, mas que ficássemos a vontade, pois ele sentaria na cadeira ao lado da cama e apenas nos observaria. Então, eu e o Ricardinho começamos um 69 como de costume, com gemidos, chupadas e dedadas, como se não tivesse ninguém ali olhando. É claro, que de vez em quando eu dava uma olhadinha para o Ricardão que simplesmente olhava já alisando seu pau que já dava um bom volume na sua calça. Até qu chegou o momento de comer o cuzinho do Ricardinho, o momento mais esperado pelo Ricardão.

Aí ele já estava em pé ao lado da cama, peladão, tocando uma enquanto via eu enfiar meu pau no cuzinho do putinho assanhado, que rebolava e pedia pra eu ir logo enquanto ainda dava umas olhadas e piscadas para o grandão que nos assistia... O Ricardão perguntava para o Ricardinho se era bom dar o cuzinho, que respondia que era uma delícia, que queria dar também pra ele, rs... Ricardão disse que estava ótimo apenas assistir, enquanto isso masturbava seu belo pauzão e dizia que eu era ótima comendo um cu, ohhhh, rs...

E, ele ficou ainda mais excitado quando eu coloquei Ricardinho de quatro e subi por cima feito cachorrinho, ele se ajoelhou no chão e pode ver os detalhes picantes bem ao vivo, quase lambeu meu rabo, até parou de se masturbar pois estava quase gozando, só em ver. Mas, o Ricardinho, que é uma putinha louca por pau, queria porque queria que o Ricardão o comesse...- Será? Nunca comi o cuzinho de um homem, apesar de que no seu estou quase convencido a meter o meu aí dentro. ( Falou o Ricardão, que já foi pondo uma camisinha no seu pau...)... Eu saí de lado, e fiquei a ver o Ricardão sobre o Ricardinho que deitou-se espichado na cama e empinou o bundão todo rebolativo... O putinho embaixo berrou, pois Ricardão enfiou toda sua pica comprida de uns 22 cm e socou sem dó até o talo.

Mas, não demorou a gozar, já estava por um triz... Quando tirou a camsinha, a mesma estava cheia de porra e também levemente 'batizada', rs... Ele me olhou e disse: - Que azar o meu, olha só... Aí entrei novamente em cena e disse que essas coisas de vez em quando acontecem, que não podia ter acontecido nesse dia, pois o Ricardinho fez a chuca no meu banheiro mesmo, mas vai ver não fez direitinhoo, rs... De qualquer forma, Ricardão realizou o seu desejo. Depois tomou uma ducha e se foi. Eu fiquei com o Ricardinho que depois de uma higienizada voltou com o rabo meio ardido, mas agora para ser só ativo, aí sim, ele me comeu gostoso e gozamos juntinhos, eu cavalgando como gosto, lambuzei sua barriga e ele por baixo, ainda auxiliado pelo meu dedinho devidamente encapado num leve fio terra, encheu a camisinha dentro de mim. Outras vezes, eu só tive o prazer de ver ou quase, rs, pois outro safadinho que chamo de Motelzinho adora vir aqui pra eu comê-lo, de vez em quando quer variar, quando por duas ocasiões trouxe duas amigas e eu arrumei dois amiguinhos para elas, então as amigas e os amiguinhos fizeram a festa sobre minha cama.

E, que festa, quase quebraram, além de rasgarem o lençol, rs... Pra não dizer que não fiz nada, fiquei de quatro apenas com as mãos apoiadas na cama, enquanto o Motelzinho me comia e me masturbava, mas isso não durava cinco minutos pois ele goza rapidinho, afinal vendo suas amigas se beijando, gemendo quase gritando e, levando as picas imensas dos meus amiguinhos, não dá pra aguentar mesmo...

E você tem um lado voyeur?

Eu acho que sim, afinal quem não gosta de ler meus relatos e se acariciar enquanto isso? Quem não curte ver um filminho pornô? Ou então, se masturbar apenas olhando fotos sensuais ou pornográficas?

 

 Boneca Drikka

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Tesão de Verão

Hoje à tarde fez muito calor, a temperatura não estava tão alta, acredito que ficou em torno de 30 graus, mas estava abafado, por isso fiquei com o ventilador ligado o tempo todo. Fiz muito sexo, fui ativa, passiva, abri meu leque de variedades, mas só gozei com um homem que veio no finalzinho dela. Eu não gozo com todos que vem aqui, não é possível, muitos entendem isso, sabem das condições, mas só pelo fato de me verem excitada, já sabem que estou gostando, sem ter que necessariamente gozar, o que sem dúvida seria melhor se acontecesse, mas, contudo, todavia, depois que eles gozam, esquecem desse detalhe, por sorte, rs...

Para aqueles que o gozo é fundamental, aí não tem jeito, mas isso tudo eu já tenho bem programado, como um bom intervalo entre as transas. Mas, agora vou falar da gozada de hoje, foi uma só e, com o homem do finalzinho da tarde. Já o conheço muito bem, mas acho que o calor me deixou com mais tesão, por isso até ele se surpreendeu com minha pegada, com a minha lambida, com a minha comida, rs... Primeiramente foi o banho básico, mas depois de uns dias na praia, seu belo corpão branco, agora tinha uma bela marca de sol, não era uma marquinha de sunga, mas tipo de um calçãozinho, que acho bem mais sexy, apesar de que quando estou numa praia, adoro ver homens de sunga, ô se adoooro, mas nesse caso, eu estava enlouquecida era com a aquela marca.

Quando ele se ajoelhou na cama e mostrou seu buraquinho bem no centro daquela marca, ah, eu caí de língua e fiz ele delirar, rebolar, gemer e, ficar com sua pica bem dura. Acho que fiz tão bem, que ele não se aguentou, saiu da posição e também quis fazer o mesmo comigo. Isso não vale, eu estava programada para uma sequência e, de repente estava derretida, delirando, gemendo, totalmente mudando de rota, agora com a sua língua no meu rabo. Eu acho que faço bem, mas ele também merece uma bela nota 10. Daí a pouco eu saí da posição novamente e o deixei de franguinho assado, devidamente posicionado com um travesseiro sob o bumbum.

Ergui suas pernas e fiquei ali naquela região entre o buraquinho, o seu belo sacão e sua pica bem dura. Olhava com olhar maroto pra ele que gemia, com qualquer toque da minha língua, mais ainda quando enfiei o dedinho. Safadona, ele dizia, rs... Aí ele me perguntou: - Você vai me comer? Respondi: - O que você acha?... E assim, com o dedinho já encapadinho, bem lubrificadinho eu comecei a penetr´-lo bem devagarinho pois ele já foi logo dizendo que estava virgem, desde nosso último encontro, rs... Claro, claro, não se preocupe, feche os olhos e sinta só prazer!...

Assim foi, ainda mais que ele não se continha e se masturbava. Falei pra ele parar pois iria acabar gozando e eu também queria sentar no seu pau bem durão. Comi, comi, deixei o seu rabinho bem satisfeito e ainda enquanto estava bem dentro dele, já estava a lambuzar o meu buraquinho também. Ele percebeu toda a ação e perguntou de novo: - Agora você vai deixar eu comer o seu rabinho? Respondi que sim, mas ainda não tirei o meu pau... Chega, chega, Drikka, agora eu quero seu rabo, vem, vem logo. Então eu fui. Simplesmente tirei o travesseiro que estava sob suas costas, pra ele ficar bem confortável e estendido na cama, só com seu pau bem ereto, que logo acoplei no meu rabo.

Ele estava deitado de barriga pra cima e eu de costas pra ele, subindo e descendo, ainda por cima, massageando seu cuzinho lambuzado que ainda piscava. Com toda a força das minhas pernas e da prática do meu anelzinho eu dei uma surra de cu na sua pica, que ele não estava aguentando segurar mais, eu sentia as vibrações do seu corpo, espichando e encolhendo as pernas ante o gozo iminente... Gozo iminente de ambos, pois antes da sua erupção, eu gozei sobre suas pernas, lençol, minha mão, rs... Sentindo minhas contrações por causa do orgasmo que tivera e ele já tendo segurado além da conta, se desmanchou também. Sei que foi um orgasmão sincronizado! Pra mim, foi, um daqueles que me deram até aquela dorzinha de cabeça, rs... Um daqueles que te deixam sem vontade de sexo pelo resto do dia ou da noite, rs... Ele levantou, tomou uma ducha e voltou dizendo que eu estive impossível, tinha o deixado totalmente sem forças...Que delícia de transa e não foi nada premeditado, não pelo menos conscientemente...

Com uma transa dessas logo no início do ano, com certeza eu vou tê-lo pelo resto sem dúvida, disse ele... Uau, assim espero! O carnaval é daqui a poucos dias, mas antes disso, ele já estará de volta, ainda mais bronzeado, ( hum com aquela marca mais perfeita) pois ainda vai curtir mais uns dias de sol no litoral, por falar em sol, espero que o mesmo apareça, pois ultimamente está tão arisco, rs...

Sol, por favor, deixe esses homens bronzeados ainda mais gostosos com suas marcas sensuais!!!

 

 Boneca Drikka

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drikkaboneca@uol.com.br

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Neste ano quero ser somente ativo

Com o título acima você já pode imaginar que alguém começou o ano com novas idéias, com novos propósitos, enfim querendo realmente mudar. A história se passa hoje à tardinha no meu apartamento, com um cliente de carteirinha, alguém que conheço há muito tempo e que já fez de tudo um pouco aqui dentro, como se montar, dar o rabo e chupar, bem putinha mesmo e, esse belo homem nunca havia me comido pra valer...Mas, nunca é tarde pra mudar, rs...

Deixa eu contar como tudo aconteceu... Ele me ligou e perguntou se eu o atenderia hoje no domingo, falei que sim, ele eu atenderia sem problemas, pois é uma pessoal especial... Então, assim sendo pediu que eu colocasse as botas de vinil e uma roupinha similar, que o esperasse num estilo meio dominadora. Tudo bem, quando ele chegou, eu fui é mesmo a devoradora, do seu pau, rs... Ele chegou num look todo garotão, bermudão, camiseta, barba levemente crescida e cabelo despenteado e já foi me deixando de quatro, esfregando seu pau na minha cara, dizendo pra eu cheirar o pau do meu macho, abocanhá-lo e chupá-lo direito, como uma boa chupadeira faz... Claro que dei uns beijinhos e no que a pica ficou dura já a encapei, engoli, sorvi, chupei bem a seu gosto, sei que ele adora meu boquete...

Ele estava assim meio num lance de dominar, me puxou pelas laterais da cabeça e enfiou seu pau lá fundo da minha garganta e segurou, mas me mantive firme, fiz uma ótima gulosa, daquelas bem profundas, ele até elogiou dizendo que era assim mesmo que as chupadeiras de verdade tratavam uma rola... Depois pediu pra que eu ficasse de quatro na cama, até estranhei, mas fiquei, ele mesmo pegou o lubrificante e lambuzou meu cuzinho e o seu pau, depois foi entrando pra dentro do meu minúsculo rosa, que ofereceu alguma resistência, mas logo foi invadido com tudo, huuuuum, uuuui, uuuuauuu, devagar.... Eu abaixei minha cabeça no colchão e empinei bem o rabo, que ele meteu com gosto.

Agarrou na minha cintura e deu umas belas penetradas. Logo em seguida tirou o pau de dentro, verificou se tudo estava em ordem e me fez ficar de franguinha assada, para continuar sendo o ativão. Fiquei na posição, entrelacei minhas pernas ao redor do seu pescoço e ele veio com vontade pra dentro de mim. Enquanto isso, aproveitei pra me masturbar, meu pau estava um ferro, louco pra entrar em erupção. Ele me comia, sorria e dizia que era meu macho. Nessas alturas, tudo o que ele viu foi minha porra se derramar sobre o vestido vermelho que coloquei pra deixá-lo mais excitado. Huuum, que gozada, fiquei acabadinha. Ele levantou-se, sorriu, tirou a camisinha e disse: gozou gostoso né sua putinha? Agora me faça gozar também... Mandou eu deitar de costas na cama. Subiu de cavalinho sobre mim e disse que iria lambuzar minha bunda com sua porra. Mais do que depressa, empinei a bunda, fechei bem as pernas e o cuzinho e deixei ele jorrar sua porra sobre minhas nádegas, mas não foi muita não, a minha lambuzou-me bem mais, rs...

Ele gozou urrando feito um leão, desempenhando o papel de macho dominante sem igual, rs... Depois de gozar, correu ao chuveiro, tomou uma duchinha e voltou todo feliz pedindo se eu havia gostado. Respondi, que gostado foi pouco, afinal foi a primeira vez em quase dez anos que nos conhecemos, que eu gozei com sua pica dentro de mim. Achei fantástico, adorei, foi uma gozada deliciosa, que me deixou de pernas bambas e indisposta pra qualquer outra proposta que porventura viesse ainda nesse domingo, rs... Ele me disse que neste ano quer ser só ativo. Acreditei, afinal nada como um dia após o outro, sei que amanhã ou depois ele vai voltar e dizer que já mudou de idéia, rs...

Mas tudo bem, só por essa comida no início do ano, já vale por tudo o que possamos fazer no decorrer do mesmo! Ativo ou passivo, ele é uma delícia, nossa química é que o importa! Mas, gostei de dar o cuzinho pra ele, ah, se gostei, rs...

 

 Boneca Drikka

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Apanhado com a pila e as calcinhas dela na mão

O meu gosto por tocar punheta e o meu fetiche por calcinhas femininas foram a causa do meu divórcio.
Habituado durante toda a adolescência e juventude a esfolar a pila à mão para a fazer ejacular, quando casei com Sandra constatei minha inexperiência na arte do coito e a minha incapacidade em levá-la ao orgasmo. Mal lha metia ejaculava logo pelo que ela defraudada retraía-se de me abrir as pernas. Apesar de tudo não me culpava. Dizia amar-me muito e uma vez que não conseguia satisfazê-la garantia-me não se importar de viver comigo sem sexo. E como conhecesse meu gosto por tocar punheta pois faláramos muito dele antes de casarmos, até nem se importava que eu continuasse fazendo à mão em vez de meter nela uma vez que isso, dizia-me, só lhe atiçava o fogo que meu pénis não conseguia apagar. Eu contudo como não me sentia bem na minha consciência de marido consegui convencê-la a masturbar-se com vibradores que lhe comprava em sex-shops, antes de lhe fazer uns minetes na rata como lhe fazia nos nossos tempos de namoro, pois Sandra sempre frisou querer casar virgem, como de facto aconteceu. Ela contudo garantia-me que embora aqueles vibradores lhe dessem de facto muito prazer só o fazia porque eu lhe garantia que nesses dias a punheta me sabia muito melhor.
E sabia de facto. Entesava-me muito vê-la toda nua na cama, a testa bem depiladinha só porque sabia que eu apreciava muito vê-la enterrando na rata sem pelos um enorme caralho de silicone muito maior do que o meu, e gemendo de prazer enquanto me ficava punheteando sem me vir.
- Como gostaria querida - dizia-lhe – de ter um caralho desse tamanho e conseguir aguentá-lo tanto tempo duro dentro de ti sem me vir.
Sandra dizia que isso não importava, que mais importante que o sexo era o amor que nos unia o que me fazia entesar mais, até se vir gostosamente, molhando sempre o lençol com o sumo do seu gozo.
No final como eu permanecesse de pau feito ela oferecia-se sempre para me concluir a punheta. E eu que no inicio aceitava a ajuda da sua mão a partir de uma certa altura deixei de o fazer.
- Sou um miserável de um punheteiro com um caralho tão pequeno que nem a uma mulher tão apetitosa como tu consegue dar prazer – dizia-lhe eu como se estivesse muito contrariado com isso – Depois de teres gozado com um bem maior que o meu não sou digno sequer que me toques uma punheta. Noutra altura sim, agora descansa queridinha – e cobria-a de beijos.
Sandra apreciou aquela minha vontade de conter o gozo e dormia satisfeita encostando seu corpo despido ao meu, sentindo meu pauzinho ainda duro e levantado. Na manhã seguinte porém, já o tesão me passara.
- Que aconteceu à tua pila que ainda ontem à noite estava dura e agora está tão murchinha? – perguntava-me apalpando-ma como era seu costume ao acordar. Eu dizia-lhe que simplesmente o tesão me passara, como não gozara meu caralho voltara ao ponto morto e era assim que ele devia estar sempre uma vez que não servia para cobrição.
- Queres punir-te por não me conseguires dar prazer e acabar por perder o tesão é isso? – perguntou-me. Não, nada disso, assegurava-lhe, mas durante tanto tempo tinha gozado metendo nela sem que o prazer fosse recíproco que agora até estava me satisfazendo só por a ver gozar com os vibradores que lhe arranjava. Era como se tivesse gozado também embora sem me vir. Minha resposta pareceu agradar-lhe pois Sandra pareceu contente por me ver perdendo a minha velha mania de tocar punheta. e continuou masturbando-se como eu queria.
A verdadeira razão contudo era outra. Eu sempre gostei de calcinhas femininas, já em solteiro fazia colecção delas pois adorava tocar punhetas tocando nelas, e quando consegui convencer minha mulher a masturbar-se com os vibradores que lhe comprava tratei de fazer com que ela trouxesse sempre vestida uma calcinha que eu mesmo despia antes de Mónica introduzir o caralho postiço nela.
- Nem imaginas como ficas bonita, Mónica, só com a calcinha vestida e as mamas ao léu, tendo na mão o caralho que te comprei e te vai consolar esta noite – dizia-lhe. Calcinhas eram os presentes que lhe estava sempre a dar. Pelos anos, pelo aniversário do nosso namoro, noivado e casamento, bastava ver um par de calcinhas entesantes na montra de uma loja de lingerie para lhas comprar e oferecer. Sandra até se cansou de tanta calcinha que teve. E teve-as de todo o tipo e feitio e de todas as cores com excepção do branco pois nunca gostei de calcinhas femininas brancas. Rosas, azuis, verdes, castanhas, amarelas lilases e sobretudo vermelhas e pretas. Teve-as de fio dental, rendadas à frente ou atrás deixando-lhe ver o cu ou a testa da cona, teve-as de tanguinha, com atilhos de apertar na cinta ou nas meias de perna inteira. Tinha-as de apertar à frente, a trás ou dos lados, com lacinho e sem lacinho. Teve até um par vermelho de calcinhas de puta pois que entre as pernas, sobre seu órgão genital e atrás bem no meio do rego do cu, ostentavam uma abertura permitindo a qualquer mulher foder com os dois buracos sem necessidade de as baixar e eram as calcinhas que mais teso me deixavam. A meu pedido Sandra masturbou-se várias vezes com elas vestidas.
Quando minha esposa se vinha eu próprio lhe limpava a rata com elas, procurando impregná-las bem com o cheiro do seu gozo, antes de as atirar para os pés da cama. E era por isso que eu não queria que fosse ela a tocar-me punheta. Quando era solteiro eu tocava punhetas mas as calcinhas que então usava eram virgens, nunca tinham sido utilizadas por mulher alguma nem muito menos servido para limpar a cona lambuzada de uma esposa acabadinha de se vir como era o caso daquelas que eu tinha ali à mão, no chão do quarto. E só o cheirinho que elas mandavam, já para não falar daquelas manchinhas de prazer feminino com que eu as procurava besuntar bem quando a limpava, davam-me uma pica bem maior do que as outras. Assim mal Sandra satisfeita adormecia, eu pé ante pé tratava de me esgueirar para a casa de banho levando a calcinha com as marcas do seu último orgasmo. Ali, com a tampa da sanita levantada, esfregava a calcinha na cara cheirando-a e lambendo-a. Lambia-a como se lhe estivesse fazendo um minete procurando engolir os restos do seu gozo que ainda estivessem incrustados nela, fazia dela um barrete enfiando-a na cabeça, voltava a esfregá-la na cara, no peito, na pila e nos colhões, à vezes ia ao roupeiro e pegava noutras calcinhas sujas dela e esfregava-as todas em mim, sempre com uma mão tocando punheta, punheta, punheta.. Cheguei quase a passar noites inteiras tocando punhetas. São as melhores recordações sexuais que levo do meu primeiro casamento.
Sandra descobriu tudo numa noite em que acordou e não me viu na cama. Eu tão entretido estava masturbando-me com uma sua calcinha de seda negra que não passava de uma delicada tira de pano que não lhe cobria nada que nem me apetecia vir.
- És mesmo um porco de um punheteiro que preferes aliviar a pila nas minhas calcinhas do que deixares que sejam as minhas mãos a fazê-lo – comentou com desprezo da porta da casa de banho e pondo fim à minha deliciosa punheta - Um homem assim não serve para meu marido.
No dia seguinte entrou com os papéis para o divórcio exigindo uma boa pensão de alimentos para não contar a todos minha tara, o que eu envergonhado aceitei. Mas ainda assim não foi mau de todo. Dizendo não quer mais nada meu do que o dinheiro da pensão, a casa com todo o recheio e o carro, e uma vez que eu gostava tanto das suas calcinhas que a faziam sentir uma puta, disse-me para ficar com elas.
- Que te sirvam para tocares muitas punhetas, tarado – desejou-me atirando-mas praticamente à cara. E serviram, está claro. Aliás para dizer a verdade ainda hoje estão servindo.

 

EUGÉNIO SADOC

 

A médica dos sonhos

Tinha uma fimose que muito me incomodava e criava coragem para ir ao urologista, mas acabei marcando consulta com uma clínica geral, pois se já seria difícil ser examinado por uma mulher, por um homem seria impossível. Seu nome era Tatiana, tinha uns 32 anos, cabelos e olhos castanhos claros, muito bonita e um corpo estonteante, com destaque para os seios e para a bunda carnuda.

Após conversa inicial para extrair informações sobre meu caso, pediu-me com muito carinho e gentileza para me despir. Percebera meu constrangimento e me explicou que se tratava de um problema cultural essa vergonha da nudez. Ela me ajudou a tirar a roupa e a me deitar na cama hospitalar, no entanto, o nervoso me rendeu uma grande ereção. Tatiana apalpava meus testículos e quando agarrou meu pau, já escorria da glande uma gota de sêmen, quando ela exclamou: assim me sinto lisonjeada com tanto tesão, que saúde hein? Começou a punhetá-lo e perguntou se doía, afirmei que sim e completei confessando que após uma ereção meu pênis só voltava à inércia com a ejaculação, senão poderia ficar por uma hora inteira de pau de duro.

Notei que ela ficou entre surpresa e excitada e, sem largar a base do meu pau, sussurrou ao meu ouvido: então, vamos ter que por esse pintão pra trabalhar e poder descansar depois. Após sua fala, eu mesmo a puxei pelos cabelos e fodi sua boca gostosa com meu pau, ela tirou a calça e a puxei para a cama, onde fizemos 69, ficamos totalmente arrepiados de prazer, ela teve uns quatro orgasmos na minha boca, foi a xoxota mais gostosa que chupei na vida. Acabamos trepando ali mesmo. No final, eu a fiz prometer que após a recuperação da cirurgia, ela me daria o cu, claro que topou e cumpriu a promessa. Foi no próprio consultório, ela não só me deu o rabo como uma puta tarimbada, mas ainda pediu pra apanhar, então lhe dei cintadas na bunda que a levaram a urinar no chão.

Nunca pensei que uma mulher podia gozar tanto com um pau no cu e siririca, ela parecia ter uma convulsão, gozei tanto em sua boca que fiquei com o saco dolorido e o pinto sensível, chegou a sair umas gotas de sangue. Não nos vimos mais, contudo nunca vou esquecer essa trepada de sonhos. Se alguma mulher quiser me conhecer, entre em contato, gosto de realizar fantasias, posso ser violento e animalesco ou profundamente carinhoso, mas sempre intenso. Meu pau é grande e grosso (não descomunal) e não sossego antes de fazer a fêmea chorar de tesão pelos orifícios. Sou jornalista, vivo em São Paulo, viajo com freqüência, sou moreno, olhos e cabelos claros, magro de porte atlético. Email para: fepace@uol.com.br

 

Camila, uma grata surpresa

Olá amigos leitores, meu nome é Carlos 47 anos, 1,70m, 88 kg, moreno claro, não sou de se jogar fora, pois ainda continuo fazendo sucesso com as mulheres.
O fato que vou narrar é absolutamente verídico.
Meu compadre me convidou para um churrasco na chácara dele num final de semana.
Chegou o dia fui eu e minha esposa, pois meus filhos tinham compromisso marcado e não puderam ir.
Chegando à chácara, tinha vários convidados, entre eles Camila, sua filha mais velha do primeiro casamento.
Camila com seus 20 aninhos, loirinha, rosto de boneca e com um corpinho escultural desfilava entre nós com uma minissaia curtinha fazendo os machos torcerem os pescoços para apreciar aquela bundinha durinha empinada e umas coxas grossas e pernas bem torneadas. Ela não era alta, mais ou menos 1.60m de pura gostosura. Por mais que tentasse disfarçar não tinha como não reparar naquele tesãozinho de menina moça, que com seu jeito sexy despertava o desejo sexual até dos mais recatados.
Soube que Camila tinha terminado um relacionamento com um cara bem mais velho que ela. Moravam juntos desde seus 18 aninhos mesmo contra a vontade dos seus pais.
Após o almoço, o pessoal se dispersou pra vários lugares, uns nas sombras das árvores, outros nos tanques de peixes, outros no pomar, e a mulherada se aglomeraram na beira da piscina para por em dias as fofocas e pegar um pouco de sol.
Eu me espreguicei no sofá da sala e tirei um cochilo, acordei e notei que a Camila no outro canto da sala disfarçadamente não tirava os olhos das minhas pernas, só então percebi que estava com um calção de jogar futebol e da forma que estava deitado deixava aparecer parte do meu pau. Como estávamos a sós no interior da casa, fiz que não percebi e ergui um pouco as pernas para que ela tivesse uma visão mais detalhada do conteúdo. Logo meu pau ganhou vida e estava quase saindo totalmente pra fora do calção duro que nem ferro. Camila disfarçadamente com uma mão por dentro da calcinha se masturbava lentamente olhando pra minha rola.
Para provocá-la, levantei-me e quando pensava em ir à sua direção, entrou correndo na sala umas crianças e voltei a sentar no sofá tentando esconder minha ereção, Camila olhou pra mim com um sorriso sacana tirando rapidamente seus dedos da sua bucetinha. Quando as crianças saíram, ela veio em minha direção e olhando pro meu pau perguntou se tudo isso era por causa dela, respondi na bucha, - E por quem mais poderia ser? Após minha resposta, Camila foi até a porta, deu uma olhada pra ver onde estava o pessoal, voltou, pegou na minha mão e me arrastou pro quarto dela. Chegando no quarto, trancou a porta e disse: – Não agüento mais de tesão! - Me come por favor! - Estou louca de vontade de sentir seu pau dentro de mim, só que tem que ser rápido para não notarem nossa falta.
Mais que de presa, joguei-a na cama, abaixei sua calcinha e caí de boca naquela bucetinha de poucos pêlos bem aparadinha, toda molhadinha, pois ainda a pouco tinha gozado na sua mão tocando uma siririca.
Suguei desesperadamente aquela bucetinha, até que ela se estremeceu e apertou minha cabeça de encontro a ela despejando todo seu néctar que fiz questão de engolir saboreando e sentindo o gosto daquela gata deliciosa em minha boca.
Rapidamente ela se levantou, eu fiquei de pé ao lado da cama, Camila abocanhou meu cacete e sugava com tanta vontade que às vezes até me machucava, mas deixei que ela continuasse pois vi que ela estava adorando assim.
Antes que gosasse em sua boca, puxei Camila pelos cabelos a coloquei de pé apoiada com as mãos na cama, levantei sua saia, puxei sua bundinha de forma que ficasse bem arrebitada, esfreguei meu pau na entrada da sua bucetinha e atolei de uma vez até meu saco encostar-se à sua bundinha arrancando um suspiro da sua garganta.
Camila mesmo com sua pouca idade, gemia na minha rola e rebolava de uma forma tão gostosa que até parecia uma profissional do sexo.
Vendo e sentindo aquela Ninfeta me oferecendo o que tinha de melhor, a penetrava forte e profundamente naquela bucetinha esquecendo até do perigo que estávamos correndo.
Camila fazia força para não gritar. Quando apertei seus peitinhos ao mesmo tempo em que castigava sem dó sua bucetinha, Camila não resistiu e mais uma vez gozou com meu pau no fundo da sua buceta agora toda melada pelo terceiro ou quarto orgasmo. Vendo o esforço que Camila fazia para controlar seus espasmos, segurei firme em sua cintura e meti com toda força meu caralho puxando-a de encontro a mim gozando no fundo da sua bucetinha inundando-a de porra.
Após termos gozados, enquanto nos limpávamos ouvimos barulho na sala. Esperamos um pouco até que Camila saiu na frente disse que estava tudo bem e fez sinal para sair do quarto.
Camila entrou no banheiro e eu fiquei aguardando na sala, assim que saiu entrei para retirar quaisquer vestígios da nossa rápidinha.
À noite quando estava preparando para voltar pra casa, Camila me chamou em um canto isolado da chácara, olhou nos meus olhos me agradeceu e pediu desculpa por sua ousadia, disse-me que estava passando por uma situação muito difícil, que neste momento da vida dela, o que mais precisava era do carinho de um homem de verdade que pudesse entendê-la, dar prazer e confortá-la para superar as dificuldades que estava passando, disse também que eu tinha todos os requisitos para ser essa pessoa. Claro que me coloquei a sua disposição.
Depois desse dia, sempre me encontro com Camila e rola muito sexo, só que agora num local apropriado. Vamos sempre a um motel muito aconchegante nos arredores da nossa cidade onde posso desfrutar sem pressa todo o prazer que Camila me proporciona.
Se gostarem do conto, deixe seu comentário, se não gostarem critique, pois só assim, vamos aperfeiçoando a maneira de escrever.
aventura.ctba@ig.com.br

 

 

Esposa infiel - parte VIII

Depois de conhecer e descobri me apaixonada pela travesti senti que não poderia mais viver sem ela que mesmo sob meus protestos me aconselhou a ficar firme em meu casamento que nosso relacionamento era puramente casual mesmo eu jurando me matar se ela me deixasse algum dia.
Sabendo que podia fazer o que quisesse comigo ela me pedia grande quantidade de dinheiro que dava sem reclamar fazendo me de sua escrava tanto na casa dela onde tinha que lavar passar cozinhar e arrumar a casa e como recompensa gemia gostoso em seu porrete a madrugada toda mesmo com ela chegando em casa muitas vezes com o cu todo dolorido e esfolado e o pênis no qual eu ficava horas fazendo ele endurecer para depois me extasia de tanto prazer.
Chegávamos a transar de oito á dez horas toda vez que nos encontrávamos por isso não tinha mais tempo para meus amores e meu sogro foi o que mais sentiu minha ausência ficando doente e em meses veio a falecer.
Meu marido por sua vez me jogava cada vez mais nos braços de minha dona pedindo sempre que ela cuidasse bem de mim dedicando todo seu tempo disponível para traçar sua irmã que pedia desesperadamente que voltasse pois não estava dando conta de saciar meu boizinho e minha sogra não mais falava comigo culpando me por tudo o que aconteceu com seu marido.
Numa noite por volta das três da manha meu minha cunhada me ligou chorando muito avisando que meu sogro avia falecido e estava sendo velado no cemitério perto de sua casa.
Estava bem dona Maria com um vestidinho rendado e lenço na cabeça e quando tencionava rumar para lá minha dona chegou me catando do jeito que só ela sabe me colando na parede enquanto beijava minha boca deixava me totalmente pelada e toda molhada com sua investida sobre mim.
Estava gozando em sua mão com seus dedos dedilhando minha boceta que não percebi suas amigas nos olhando e quando ela saiu de mim mandou que preparasse alguma coisa para elas comerem e fossem me banhar pois iríamos fazer uma suruba.
Esquecendo da vida preparei um lanche para as três meninas estando sempre pelada onde levava constantemente tapas na bunda puxões nos cabelos e seios e ate dedadas na boceta pelas damas de paus.
Terminando de servi-la corri para o quarto tomei um banho básico vesti uma minúscula calcinha como minha dona gosta e deitei muito ansiosa pela chegada de minhas devoradoras.
Estava com o corpo em brasa alisando a boceta por cima da calcinha já estando quase gozando quando me lembrei do ocorrido.
Quando minha dona chegou no quarto avisei a ela que muito triste e compreensiva se ofereceu para me levar ate o local do velório.
Chegando ao local minha dona não quis entrar comigo onde se reunia toda a família parentes amigos e ate a imprensa local estava presente.
Estava junto a minha cunhada ao lado do caixão quando minha sogra tentou me agredir culpando me pelo ocorrido e por sugestão de minha cunhada fui embora.
Meu boi estava passado tento que ser sedado minha cunhada se ofereceu para me levar e mesmo eu recusando ela insistiu avisando que tinha que sair dali senão ia pirar.
Ao informar que estava de carona com uma amiga ela deixou seu carro com uma prima e veio comigo conhecer minha nova aquisição segundo ela.
Depois de conhecer minha dona minha cunhada confessou esta toda babada elogiando muito minha namorada sussurrando coisa em meu ouvido que me deixava cada vez mais ouriçada apesar da situação.
Ao saímos dali tive que ir dirigindo com as duas no banco detrás e em poucos minutos já ouvia os gemidos delas se atracando num delicioso beijo e amassos com minha cunhada louca para pegar na “boceta” de minha dona sendo impedida de tal gesto se acalmando um pouco quando minha dona levantou sua blusa para mamar em seus seios já com a mão dentro de sua calcinha metendo fundo seus dedos que conheço bem em sua boceta.
Não conseguia dirigir ouvindo o escândalo que minha cunhada fazia com minha dona lambendo gostoso sua boceta por isso parei o carro numa rua pouco movimentada e me virei para assistir o show.
Minha cunhada estava saciada e quis retribuir o carinho vendo minha dona apreensiva incentivei ela a senta de pernas abertas e deixar minha cunhada se deliciar em sua cuceta nome dado carinhosamente ao seus vinte e dois centímetro.
Minha cunhada ficou boquiaberta com o volume que estufava a minúscula calcinha e quando teve tudo aquilo na boca quase morreu engasgada com minha dona segurando firme sua cabeça socando fundo tudo aquilo em sua garganta.
Em minutos estávamos todas fora do carro com minha ou melhor nossa dona deitada no capô com minha cunhada fazendo um delicioso boquete nela comigo já toda nua tendo um pé no penou do carro ficando toda escancarada para afundar a mão na boceta onde gozei copiosamente entre gemidos e gritinhos de satisfação.
Meu amor colocou minha cunhadinha de quatro e meteu fundo o porrete em sua boceta fazendo ela gemer alto enquanto eu intensificava as dedadas gozando loucamente com a cena.
Desespero mesmo minha cunhada sentiu quando meu amor tirou de sua boceta e afundou tudo de uma só vez em seu cuzinho e com estocadas ora rápidas ora bem lenta porem bem cadenciadas fez minha cunhada cair literalmente de tanto gozar.
Quando minha dona gemeu alto anunciando seu gozo tentei tirar de minha cunhada e abocanhar tomando todo o leitinho porem fui empurrada num desespero louco e alucinado por minha cunhada que caiu de boca em tudo aquilo sorvendo ate a ultima gota não deixando nada para mim.
Fiquei puta quando elas totalmente saciadas se atracaram num beijo indo pra dentro do carro informando que era muito perigoso permanecermos ali.
Eu xingava muito maldizendo as duas quando meu amor sentou ao meu lado abraçando me carinhosamente informando que ia acabar comigo quando chegássemos em casa o que respondi prontamente que com o tesão que estava daria ate pro cachorro com elas rindo e fazendo me rir muito também.
Estávamos quase chegando em casa com minha cunhada dormindo no banco traseiro e minha dona acariciando meus seios quando num grito repentino ela ordenou que parasse o carro o que obedeci prontamente sem nada entender.
Saindo rapidinho do carro ela me chamou enquanto corria para o meio da praça segurando um enorme vira lata e quando perguntei porque estava fazendo aquilo ela lembrou o que tinha dito mandando eu da pro cachorro ali no meio da praça.
Vendo minha resistência ela me deu um forte tapa no rosto rasgando meu vestido deixando me somente de calcinha no meio da rua e puxando pelos meus cabelos me levou para o centro da praça do largo do Arouche onde fui colocada Por ela de quatro na grama enquanto ela direcionava o cachorro pra trás de mim onde com algumas lambidas ele montou em mim tendo seu pênis direcionado por ela primeiro em meu cu que com uma única e rápida estocada afundou de uma só vez fazendo me gritar muito de prazer pela humilhação e as estocadas rápidas que o cão dava em meu cu.
Gemia muito gozando avassaladoramente com alguns homens em volta apreciando o espetáculo quando ela tirou tudo aquilo de meu cuzinho e direcionou para minha boceta onde cheguei a me mixar toda de tanto prazer sentindo seus jatos de porra incessante inundarem minha boceta.
O cão socava forte em mim com minha dona segurando em meus cabelos levantando meu rosto enquanto dizia se estava gostando me chamando de puta safada vadia e outros nomes mais quando explodi num gozo estonteante com o cão enchendo minha boceta de porra enquanto ela segurava o nó que não entrou em mim.
Tencionava lamber o pênis daquele invasor quando ouvimos alguém gritar pra galera no bar próximo:-Vem gente ver a mulher dando o cu pro cachorro aqui na praça.
Por mim ficaria ali mesmo e foda porem minha dona carinhosamente me pegou pelos braços e saímos dali rapidinho.
Chegando em casa fui tomar um banho pois estava me sentindo suja e enojada e quando cheguei no quarto enrolada somente em uma toalha vi minha cunhada sendo fodida pela língua do meu amor e ao pular no meio delas fui lambida pelas duas que me premiaram com fortes orgasmo onde transamos ate as honze horas da manha só parando porque tínhamos que ir despedir do meu sogro
Minha sogra voltou para o interior meu boizinho alugou um apto no centro tirando meu amor da rua dando um emprego a ela em sua empresa e pelo menos uma vez por semana nos reunimos eu minha cunhada minha dona e meu boizinho que após sentar gostoso no porrete da dama come bem gostoso nos três dedicando maior carinho e atenção a mim sua esposa vadia e infiel.
Beijos:
Deborha
camilledicarli@bol.com.br

 


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