Contos Eróticos

Menáge em família

Olá pessoal,

Esse conto é verdadeiro, vou usar só as iniciais dos nomes para nos preservar. Quando ainda namorava minha esposa J, percebia que ela sempre se insinuava para meu irmão R, principalmente quando a gente bebia umas cervejinhas, no início ficava com um pouco de ciúmes, mas depois deixei pra lá, pois vi que meu irmão a respeitava sempre, percebia também que ela ficava excitada quando transávamos e eu mandava ela fazer de conta que era ele que estava comendo ela. Eu fui aos pouco, alimentando essa idéia, ver meu irmão fodendo minha mulher, sentia um prazer enorme. Até que em dezembro de 2003, dois anos depois de nos casarmos(juntar) anti-véspera de natal, meu irmão apareceu lá em casa a noite, resolvemos tomar um vinho, até então nossos filhos eram pequenos( dois e um anos).

Conversamos sobre tudo, bem descontraídos. Fomos dormir lá pelas 10:00 horas. Então aproveitei o momento e perguntei se ela queria transar com ele, aliás com nós dois, ela hesitou um instante, dizendo um não, como diz trás ele pra mim. Mas o efeito do vinho falou mais alto. Meu estava dormindo na sala, fui e falei com ele, que lógico não pensou duas vezes. Minha mulher tem estatura pequena, mas, muito atraente, do tipo a baixinha gostosa.

Fomos até o quarto, ela que dorme só de camiseta e calcinha, já tinha levantado um pouco camiseta, estava deitada de frente mostrando Aquela minúscula calcinha preta. Ele não se fez de rogado, e tirando a calcinha de lado caiu de boca na sua xoxota, ela já louca de tesão, pediu pra gente ir pra sala, minha esposa deitou no sofá e o meu foi logo tirando sua calcinha e continuou a chupada que começou no quarto. Ela se contorcia de tesão, pois adora ser chupada, e a sensação de ter outro macho, seu cunhado, ali no meio de suas pernas sugando seu grelo, a deixava mais louca. Tiramos nossas roupas, ficamos os dois em pé lado a lado e ela que sabe chupar um pau muito gostoso, se ajoelhou na nossa frente, e começou a nos chupar. É claro que ela chupou mais o dele que meu, tudo bem, eu queria mesmo era satisfazê-la dando pra outro macho; e por que não na família?

Meu pau tava tão duro que doía, botei ela de quatro, fui por trás enquanto ainda chupava o cacete do meu irmão, e enfiei gostoso na sua xaninha, ela gemia feito louca de tesão, nunca tinha visto minha baixinha feito uma putinha tarada. Tirei meu pau pois não queria gozar logo. Meu irmão sentou no sofá e ela passou a perna sobre ele , sentada no seu colo, segurando seu cacete ficou esfregando só a cabeça na boquinha da xana, deixando ele ainda mais louco de vontade comer logo a cunhadinha. Ela com uma maestreza que nunca vi, enfiou toda aquela tora e foi engolindo devagar até ficar só as bolas de fora.

Subia e descia, cavalgando e ele sugando seus peitos, ora se beijavam, chegava a mamar a língua do outro.
Eu me deliciava numa punheta deliciosa. Não demorou muito os dois gozaram ao mesmo tempo, ela urrava de prazer enquanto ele estocava jatos de porra dentro dela. Os dois ficaram ali alguns segundos grudados com o pau na xota dela. Era a minha vez, coloquei na posição de frango assado, ainda com porra escorrendo naquela xaninha meti meu cacete, bombei gostoso e enchi a bucetinha da minha mulher com meu leite quente. Meu já estava no banho e minha esposa claro, parecendo uma gata no cio foi banhar com ele, deixando a porta aberta fui até lá e super excitado em ver minha mulher fodendo com outro, bati uma punheta, vendo ela ali curvada, quase de quatro sendo comida no chuveiro pelo meu querido irmão.

Depois foi minha vez de banhar, enquanto isso eles se esfregavam no sofá. Saindo do banheiro disse que dormir, com a desculpa de deixá-los a sós, queria mesmo era me deliciar vendo minha querida mulher engolindo outro pau, não demorou lá estavam, ela de pernas abertas e Le deitado por cima bombando, num vai e vem muito gostoso, eu vim bem devagar que nem perceberam minha presença, e fiquei ali tocando mais uma punheta, depois de gozar fui dormir e deixei os dois fodendo, nem a hora que ela foi pra cama.

Depois transamos várias outras vezes, cada uma mais gostosa que a outra, pois já éramos íntimos e cúmplices. Depois contarei...

 

 

O maior orgasmo da minha vida: quando outra enrabou minha namorada

Esse foi certamente o dia em que mais gozei na vida. Namora Solange fazia 2 anos, já havia me confessado ter fantasias homo, ou melhor bi, pois o desejo secreto consistia em compartilhar um macho. Tivemos uma professora comum, pois fizemos a mesma faculdade, sabíamos que era lésbica assumida, embora muito bonita e gostosa, no entanto, percebíamos seu tesão escancarado por Sofia.

Certa vez Sofia inventou de fazer um jantar especial e só entendi a razão quando chegou a convidada especial, Helena, a ex-professora. Após o jantar regado a vinho do Porto, Sofia sugeriu que eu saísse e voltasse em meia hora, pois tinha um assunto particular a tratar com Helena, logo compreendi do que se tratava e meu pau reagiu de imediato, deixando-me constrangido com o grande volume aparente, pois estava sem cueca.

Quando retornei ouvi gemidos e quase tive um orgasmo imediato, ao abrir a porta e adentrar o recinto tive a surpresa mais excitante da minha vida. Helena enrabava minha namorada com um grande e grosso consolo e lhe tocava siririca. Foi a foda mais vigorosa que vi na vida, marlena vociferava: agora vc é minha sua putinha, pede pra levar no cu essa piroca de borracha, vou te deixar toda assada puta safada. Vou provar que sou mais macho que teu macho. Sofia gozava aos uivos e pedia pra Marlene atochar mais. Depois de gozar freneticamente, inverteram posições.

À certa altura, Sofia mostrou-se ainda mais violenta que nossa colega, que ficou surpresa quando lhe disse que havia chegado a hora de provar um macho de verdade e pagar pelo que tinha falado enquanto a comia, escancarou a xoxota de sua fêmea, agora passiva, e me ofereceu ao desfrute, chupei como um alucinado, depois fizemos 69, sempre com a pica fantástica na bunda da safada, sentíamos seu corpo dar choques e Sofia, por sua vez, agora até “gozava” enterrando o pau de borracha no rabo de Helena, depois fizemos dp na vadia, dilaceramos seu cu nos revezando. Gozei como um diabo no cu da infeliz , mas com o pau para fora, aí Sofia entrou em cena colocando toda a porra cu adentro, a mandou regurgitar com o rabo, em seguida, encharcou a rola falsa de sêmen grosso e fez a puta deixar seu cacete limpinho com boca, enquanto fazia uma espanhola nos grandes seios de Marlene. Foi um sonho!

E-mail: fepace@uol.com.br
http://fepace.blog.uol.com.br/
 

 

Inesquecível noite a três

Para quem ainda não me conhece, meu nome é Fernando, sou jornalista e moro em São Paulo. Namorava Cindy fazia dois anos, uma garota de 21 anos, de estatura baixa, pele branca, cabelos negros e lindos olhos verdes. Tinha seios e bunda farta, era muito atraente e, mais um detalhe: era bissexual. Ela me confessava suas transas e isso apimentava nossa atividade sexual, trepávamos dia e noite, mais um detalhe: ela era amiga de minha irmã, que na época tinha 31 anos, morena, olhos castanhos, características semelhantes e igualmente atraente.

Cindy dizia que nunca havia tido nada com Débora. Certa vez viajamos para o Guarujá e nos hospedamos no apartamento dos pais de Cindy. Ao chegarmos, fomos à praia, depois fomos descansar e ficamos jogando cartas até entardecer. À noite fomos a um show de blues na praia e ao regressar estávamos quase bêbados. Quando nos deitamos, os três na mesma cama de casa, pois se tratava de uma apartamento de apenas um dormitório e pouco mobiliado, em pouco tempo adormeci e não sei quanto tempo depois fui despertado de forma incrível e assustadora.

Cindy me fazia intensa felação, já estava quase gozando em sua boca. Ela lambia a glande, a base do meu pênis e o saco, engolia todinho, engasgava, babava e puxava com a língua os fios de sêmen que escorriam, enquanto dizia: chupa assim minha boceta que vou gozar junto com seu irmão sua vadia. O que está acontecendo? Perguntei atônito. Sua maninha tá chupando minha xoxota e preciso dizer que tô chupando seu pau? Mas como, Débora também é bi? Ela respondeu: não, mas não resisti à tentação, é muito bom chupar essa bocetinha cheirosa e depois ela vai me retribuir. Uns dois minutos depois tive o mais intenso orgasmo que um homem pode ter na boca de uma mulher, não sei como ela conseguiu engolir tudo. Aí desfaleci e fiquei observando a “retribuição”, que veio logo.

Meu pinto endureceu novamente em pouco tempo. Enquanto Débora gozava muito, dizia: vem maninho socar esse pintão na xana da tua mina, ela tá louca pra te dar. Ao ouvir aquilo, tirei toda a roupa em poucos segundos e dei uma surra de rola na Cindy de quatro, que até uivava de tesão. Débora dizia: Que delícia, bate na bunda dessa putinha que quero ouvir os estalos e obedeci minha irmã, bati com vontade, deixando suas nádegas bem vermelhas. Depois de gozar muito, Débora se levantou e disse: agora quero ver essa piroca entrando e saindo da xoxota dessa vadia. A boceta de Cindy pingava no lençol. Débora se aproximou, abaixou, abriu as nádegas de minha namorada e começou a lamber o cuzinho, ou melhor cuzão de tanto que já a enrabei, de Cindy, entrava um terço da língua no cu, aí, quando menos esperava, minha irmão tirou meu pau da xoxota de Cindy e o chupou com vontade, exclamando: nunca pensei que o pinto do meu irmão fosse assim grande e gostoso, quero ver você comendo o cu dessa puta, abre a bunda pra recer esse pintão, vadia. Vociferou minha irmã e Cindy prontamente obedeceu.

Débora segurou firme meu pau e meteu na entrada do rabo, Cindy gritava de tesão à medida que a rola entrava inteira e Débora siriricava gostoso minha namorada, revezando boca e dedos. O rabo de Cindy transpirava como nunca havia visto e a comi como um tarado que passa um ano sem sexo. Quando falei que estava prestes a gozar, ambas se ajoelharam e revezaram delicioso boquete, enquanto se masturbavam, gozei nas boquinhas tesudas que ainda se beijaram depois. Foi sem dúvida a mais intensa e inquietante trepada de minha vida.

Depois disso fingimos que nada aconteceu, Cindy afirmou que Débora sentia vergonha e não queria mais repetir a experiência. Cindy e eu ainda namoramos por um ano e tivemos mais três experiências incríveis de ménage, a terceira foi com outro macho, mas isso é assunto para um outro conto.

Email: fepace@uol.com.br

 

 

Noite romântica

Bom...

Não era motel..., era algo semelhante a casa de campo, chalé, ou coisa assim. Assim que chegamos, jogamos nossas malas num canto, e sem falar nada, começamos a nos bjar..., um intenso, demorado, longo beijo, onde minhas mãos passearam pelo seu corpo..., onde suas mãos passearam pelo meu corpo..., onde nossas bocas se entrelaçaram..., onde nossas linguas, queriam invadir, uma, o espaço da outra, foi, foi intenso..., foi excitante...!!!

Sem parar de bjar, fui te despindo..., roupa, por roupa..., devagar, sem pressa ! Tirei sua jaqueta..., porém, minhas mãos não conseguiam apenas tirar sua jaqueta..., elas deslizavam por suas costas, por sua nuca..., por seu rosto..., como se quisesse guiar aquele beijo...! Vc, retribuindo, tira minha blusa..., e logo, volto a minha boca..., num sedento bjo, ainda demorado, as vezes melado..., mas, intenso, excitante..., tirei, sua camiseta..., minhas mãos não estavam sem contentando em alisar costas, nuca e rostinho..., e que rostinho...!!! Ao tirar sua camisa, colado em vc..., não resisti, e bjando vc, comecei a acariciar seus seios, lindos..., e meus ! Eram meus, ja era ! Vc tira minha camisa..., de novo, em retribuição..., agora estavamos mais grudados ainda...! ! !

Caimos na cama..., o excitante bjo parecia não ter fim..., ofegantes gemidos..., sussurros saiam de nossas bocas..., era algo forte, sem fim..., relógio ?? Que relógio..., o tempo parou pra gente ! Coloquei vc em cima de mim..., e continuamos a nos bjar..., e eu alisando suas pernas..., mas, era poko, vc estava de calça..., mas, pude apertar vc, sentir vc..., tocar em vc..., e em todo momento eu alisava seus seios...., as vezes lambia eles..., cada pedacinho..., lambia deliciosamente o biquinho (SOU DOIDO POR ISSO, ADORO)..., eu, ja estava excitadissimo..., estavamos assim, era perceptivel, em mim, e em vc ! Levantamos..., fui por tras de vc..., alisando seus seios, lambendo seu pescoço..., nuca, falando algumas safadezas em seu ouvido..., algo como: "Essa noite será inesquecivel..., vc é minha, eu sou seu"..., nessa maneira estavamos praticamente "encaixados". Totalmentes entregues um ao outro..., então, eu abri seu ziper..., ainda te bjando, ainda por tras de vc..., literalmente encaixado em vc ! Pude sentir vc mais e mais..., a calça simplesmente foi caindo..., facilitando nosso contato...! Vc se virou de frente, me bjou com força, com volupia, com desejo..., e nesse momento, vc abre meu zíper..., assim que abriu o ziper, deu uma bela alisada na "mala"..., que nessa altura, estava "pulando" da calça..., minha calça caiu, simplesmente caiu..., deixamos nossas calças no chão, agora era eu vc..., vc e eu..., na cama, grudados, parecia apenas um corpo, de tão juntos que estavamos !

Gemidos, petições..., sussurros..., ofegantes e excitantes gemidos...

..., deitei vc de barriga pra cima, e fui bjando, lambendo seus seios..., biquinhos durinhos...delicia..., viajei..., esqueci do tempo ali..., mas, enquanto lambia seus deliciosos seios..., meu dedinho passeava vagarosamente..., deliciosamente por sua "ela", ja molhadinha..., ja digamos..., receptiva..., continuei bjando seus seios..., descendo pra barriga...e meu dedinho nela..., vc se contorcia, gemia..., ver vc com tesão, me deixava com mais vontade ainda..., com mais tesão..., desci..., e nela, me deliciei..., tirei o dedo, e coloquei a lingua..., que delicia..., passei a lambe-la, deliciosamente, vagarosamente..., aumentando a velocidade..., noossa..., que tesão senti-la..., que delicia..., voltei, a bjar vc..., vc se virou, de forma em que eu ficasse de barriga pra cima..., e vc como sempre, retribuindo meus "favores"..., veio, bjando minha barriga...olhando pra mim..., bjando, lambendo meu peito, barriga, e foi descendo...

...chegou na cueca..., começou a dar bjinhos, por cima da cueca mesmo..., começou a bjar..., alisar..., bjar, alisar..., até que suavemente tirou minha cueca..., e ele saiu pra fora..., e vc, suavemente começou a lambe-lo, começando da base..., suavemente, com a ponta da lingua, e qdo chegava na ponta, todo o "corpo" da lingua passava por ele..., que delicia, que boquinha..., eu apenas fechei o olho, e me entreguei a aquele momento..., mais uma vez, esqueci da vida..., que sensação inesquecivel..., durante o ato, ele todo na sua boca, vc alisava minhas bolas, aumentando a sensação de tesão..., nossa..., fascinante...!!!!!

Mudamos..., fizemos o famoso "69"..., vc por cima, e eu por baixo..., lamber, e ser lambido ao mesmo tempo..., delicioso, sem igual..., adorei...!!!

Depois de um tempo assim..., peguei um pacote de camisinhas, e abri (ODEEEEEEIO), mas vc fez ficar bom..., durante o ato de abrir, vc me bjava, bjava minha nuca, alisava meu corpo, e mordia meu ouvido e dizia: "Quero vc dentro de mim"..., aquilo me deixava doido !

Devidamente "protegido"..., vc na cama, e dei mais uma lambida deliciosa nela..., e depois, passei a penetra-la, suavemente..., olhando pra vc..., vendo seu rosto de tesão..., devagarinho, devagarinho, ele foi entrando..., nossa, que delicia..., comecei num vai e vem, devagar, suave..., mas era pouco, queria mais, a medida que eu aumentava a velocidade, nossos gemidos aumentavam nossos sussurros não existiam mais, e sim gemidos, que demonstravam muito, muito tesão, estava fascinante...!!! Olhava em seus olhos..., e aumentava a velocidade..., estava muito bom ! Levantamos..., fomos para algo semelhante a uma varanda..., uma vista linda de uma serra, somente a lua pra iluminar..., vc se apoiou naquela grade..., e eu fui por tras de bocê..., nossa..., o som dos "grilos", e nossos gemidos..., o friozinho da noite..., e o calor de nossos corpos..., estava delicioso ali, por tras de vc..., eu segurando em sua cintura..., puxando vc contra mim, entrando e saindo, apertando sua bunda..., nossa..., que tesão, ficamos muito tempo ali..., muito...!!!
...voltamos para o quarto..., vc veio por cima...

...sentou, e sentiu cada centimetro dele, entrando em vc..., que delicia..., começou a subir e a descer, aumentando tb a velocidade..., me chamando de safado, "meu nego"..., delicia, eu apertava sua bunda..., suas pernas, seios, e vc, subindo e descendo, olhando nos meus olhos (ADORO OLHAR NO OLHO NESSA HORA)..., deitei vc de bruços..., deitei em cima de vc..., apenas te encoxando, sentindo vc..., bjando sua nuquinha..., falando besteirinhas em seu ouvido..., que delicia...!!! Vc deu uma empinadinha..., de foto que "facilita", e nessa maneira mesmo, a penetrei de novo..., e ficamos ali, num gostoso vai e vem..., até que não resistindo mais..., tirei a camisinha..., e gozei na sua bundinha..., gozei nas suas costas..., jorrei muito ali, pra vc...!!! Não me contendo..., voltei a lamber sua xaninha (desculpa, falei), com volupia, tesão, desejo, até sentir vc gozando de tesão...! Delicia..., os dois, ali na cama..., gozaram juntos, de tesão !

 

Semi trepada no voo

Sempre viajei muito .....desde pequena...acho que é uma das melhores coisas do mundo além de trepar e comer rrsrsrsrrs.....então a minha mãe me falava quando eu era criança que quando viajava de avião era melhor me arrumar um pouco mais ... , já que sempre gostei de estar assim digamos sem sutiã...sexy ...mais confortável.........ou seja amo tenis mais gosto ainda mais de salto alto,as vezes uso no meu trabalho mais fico muito alta me sinto como........ ou seja, trabalho com muitos homens uns 40 então fico intimidada mais ao mesmo tempo o pessoal disfarça....porque sabem a minha postura...de séria.... mais ficam me olhando, babando todo por um poderoso salto...rsrsrsr, então nas viagens capricho...e mais que sempre nos Aeroportos tem muitos homens sozinhos....e um muito bom lugar para caçar ou ser caçada rsrsrrsr.....então daquela vez não foi diferente.....vôo desde Buenos Aires para o Rio de Janeiro pela Air France ,o vôo ia para Paris, então imagina os caras que tinham, o vôo estava lotado de italianos, argentinos ...eu naquela época viajava com muita bagagem (hoje não mais, já aprendi depois de pagar tanto excesso de peso rrssrsrsr)então embarquei .....fui no free shop, comprei um chocolate branco com avelãs e um bronzeador americano que se chama Hawaian Tropic, é um óleo com cheirinho a coco..perfeito e deixa a minha pele super bronzeada quando tomo sol...fico preta e com a marquinha de biquíni, adoro biquínis de cortininha e de lacinhos laterais na bunda.... toda a minha vida usei pequenos , quando era criança e adolescente ficava 2 meses no Rio em Ipanema com meus avos então sempre amei estar sem roupa, curtir praia e demais...

Vamos ao que importa......no free shop quando abri o bronzeador para sentir o cheirinho um cara tava me olhando porque percebeu que eu gosto desse cheiro e como eu estava bronzeada ....e com um vestidinho meio justo e com um decote que dava para perceber que embaixo tinha coisa boa...ele se fez de bobo e ficou puxando assunto sobre os bronzeadores......me pergunto para onde estava viajando e por coincidência pegaríamos o mesmo vôo só que eu desceria no Rio e ele continuaria para Europa......no Rio estava me esperando meu ex marido, já que passaríamos uns dias lá e depois iríamos para Florianópolis, onde morávamos.

Passei no caixa com ele e fui no banheiro do Aeroporto antes de subir no avião já que sabia que teria coisa boa naquele voo, cheguei no banheiro, tirei o sutiã e a calcinha e coloquei uma chaqueta por cima já que dava para notar que estava com tudo solto....com o bico bem firme....

Entro no avião e fiquei procurando o cara....disfarcei já que tinha muita gente....principalmente muitos machos ....não vi ele....

Me sentei na minha poltrona e estava o lado de uma senhora e de um senhor , logo no meio que não gosto, mais o senhor que estava do lado era um charme, tudo de bom, deveria ter uns 39 na época eu tinha 25 ou 26...me ofereceu um pedaço de chocolate um toblerone logo de cara...peguei e fiquei chupando o chocolate como se fosse seu pau..estava tão gostoso...pensei uehhh vou ter que escolher com qual ficarei nessas duas horas já que o argentino que tinha conhecido no free shop estava bem na frente do avião ..e como eu gostei mais do gringo... me escondi na poltrona...para que não me visse..ja que ai sabia bem quem seria o cachorro que queria que me penetrara seja como for, fazia uns 10 dias que estava sem dar, não agüentava mais a minha chana latejava , implorava a entrada de uma boa pica...estava tão quente ...desesperada...então fiz de conta que tinha sono disfarcei que estava dormindo quietinha , bem reta na minha poltrona assim por uns 5 minutinhos ..y apoiei a minha cabeça ... no ombro do gringo...ele gosto então comecei a disfarçar e a respirar mais profundo...para que ele perceba que eu queria alguma coisa a mais...ele era italiano , moreno, meio bombado estava no ponto...perfume bom ...

Meu tesão por ele era total...........somente pensava em cavalgar naquele Caralho que estava há uns dez centimetros, pois ele já estava com o pau duríssimo e eu que falo poucas palavras em italiano...pensei ...ueeee a linguagem corporal e única ...não preciso falar...disfarcei que iria no banheiro e ele veio atrás de mim....ficamos tentando conversar no final do avião já que estava meio vazio, já estávamos sentados em outro lugar, meus seios estavam pulando de tanta tesao... Nesse momento tive certeza que aquela viagem iria dar boa FODA. Conversamos bem devagar e baixinho.....eu não estava a fim de nada de conversa eu queria mesmo foder bem ...sentir uma boa rola dentro de mim.Tínhamos umas 2 horas de vôo pela frente.Ele pediu para a aeromoça uma manta, já que estava fazendo frio por conta do ar condicionado mais eu notei na hora....seria para disfarçar o joguinho que estava por começar....ele colocou a manta entre nos dois, por sorte não era tão pequena....e começou a fazer movimentos com a sua mão tocando o seu pau..e eu falei uhhhhh essa minha parte ,falei bem baixinho....então coloquei a minha mão e comecei a fazer movimentos, eu não via a hora de colocar a minha boca la embaixo....mais não tinha como...passava gente pelo corredor para ir ao banheiro...e continuei socando o cara....nem sei o nome dele e não me intersaba Tb...rsrsr...ele começou a passar a minha mao na minha chana...quando ele percebeu que estava sem calcinha ele quase teve um infartooo fulminante ....e começou a me fazer caricias na porta da chana ...começou bem calminho só com um dedinhooo ate que me colocou 3 ....sentia sua respiração...no meu ouvido...eu queria que ele me tocasse os seios ....peguei a mao dele e coloquei dentro do vestido....e ele pegou bem forte e me soltou...depois de um minuto fez a mesma coisa umas coisas 5 vezes...eu não queria que ele tirasse a Mao mais ao mesmo tempo estava amando...e eu com a Mao fazendo uma punhetinha para ele, cada vez estava maior, ele começou a gemer loucamente...com a boquinha aberta...so que baixinho...e eu comecei a beijar essa boca..com muita língua..muita saliva...bem molhados...eu balançava loucamente so que sentada....não sabia como me controlar estava ficando doida....achei que morreria de tanta vontade que tinha de ser penetrava mais não dava então acabei umas três vezes com esses super dedos mágicos e grossos dentro do meu grelinhooo...tinha medo de ser pressa rsrsrr então tive que me sustentar com essas boas tocadas...seu pau jogou tanta mais tanta porra .....que não cabia na minha Mao euuu queria colocar nos meus seios assim ele chupava e eu colocava os dedos nesse leite delicioso e engolia aos poucos....mais não deu.... eu falei para ele....este jogo continuara em no aeropuerto de rio....no banheiro de pessoas de cadeiras de rodas já que e bem grande e nunca vai ninguém ....eu dormi no ombro dele....depois de 1 hora chegamos ...eu entrei no banheiro sozinha.....deixei a porta aberta ou seja sem a travinha..coloquei a calcinha ...pequeninha com lacinhos aos lados...pretinha e transparente tirei o vestido...e cobrir os seios com o cabelo estava então so com o salto bem alto preto e so de calcinha....apoiada no cano com a perna aberta encima da privada....quando ele entrou me pegou ...começou a lamber o meu pescoço a dar uns bom chupoes .............abaixo a sua calca , tirou a camisa e começou a me penetrar loucamente como um cachorro, , apoio a minha bunda no cano do banheiro e me penetrou loucamente por uns 5 minutos...tempo suficiente para que eu acabasse e ele tb... , me estrupou ....subiu a calca rápido, colocou a camisa e foi embora....eu fiquei sem forças....coloquei calquinha, o sutiã....arrumei o cabelo...parecia um leão e fui pegar a minha mala...já que o corno do meu maridinho estava me esperando....coloquei perfume, escovei os dentes....e com carinha de que nada tivesse acontecido fui em busca dele.................

 

Andréia e a calcinha da boneca

Quando Andréia, a cdzinha oriental, acordou naquele sábado, quase não se levantou. Olhou para o lado e viu seu macho, Pedro. Passou a mão no caralho de Pedro, com carinho. Ainda de bruços, passou sua outra mão em sua bunda - aquela bunda que enlouquecia Pedro - e notou que ainda estava melada da porra do dia anterior. Pensou:

- Ainda bem, está tudo ali.

Tudo começou quando Pedro a chamou para sair. Foram a um festa especial na qual se podiam ver bonecas desfilando pela casa. Um grupo de amigos havia alugado um sítio e levado as bonecas para uma orgia. Pedro foi convidado e resolveu levar Andréia, sua namoradinha oficial.
Ao chegarem, Andréia notou que havia algo diferente e quis ir embora.
- Ai, gatinho, não quero ficar aqui. Tá rolando um clima estranho..
- Não se preocupe, princesa, nós só vamos aproveitar o quarto que reservei para nós. Nada de dividir minha putinha com outros, outras, ou ambos.
- Engraçadinho...
Andréia estava com um shortinho bem curto, e o top do biquini preto. Nem tanto para provocar Pedro, mas o calor nem a deixava vestir outra coisa.

Ao chegarem, Pedro foi cumprimentando os amigos, as bonecas, e apresentava Andréia como sua namorada fazendo questão de dizer que ela não estaria "na festa". Muitas bonecas olhavam para Andréia com um olhar de despeito. Afinal, muitas delas já haviam cavalgado o caralho de Pedro. Andréia sentiu que deveria evitar tumultos e procurou ser educada com as bonecas. Ao final da manhã, já tinha feito várias novas amigas que até a olhavam com certo desejo...

Os amigos de Pedro começaram com um churrasco leve e a cerveja rolou solta. Pedro bebeu bastante e Andréia ficou preocupada pois não havia levado sua carteira de motorista e também não queria ficar sozinha.

- Márcia, olha o Pedro..
- Querida, não se preocupe, qualquer coisa, amanhã ele está bem. Se dormir hoje....
- Como assim?
- Humm..quando ele bebe muito, sabe, algumas vezes fica com tesão...uma vez...ah, você não quer ouvir, não é?
- Conta, conta!
- Eu e Pedro já transamos muito. Ele fica mais selvagem quando está meio alcoolizado. Se você não deixar ele ultrapassar cinco chopps, poderá ter uma foda e tanto!
- Ai...isso seria ótimo...
- Eu sinto falta de quando ele me comia..mas agora é sua vez, né querida?

Andréia concordou. Márcia era uma boneca muito linda. Andréia não conseguia tirar os olhos dela. Quase involuntariamente, sua mão já alisava os ombros da boneca, que não se fez de rogada e deu uma alisadinha no "clitóris" de Andréia por cima do shortinho.

- Safada, heim?
- Ai, Márcia, que é isso?
- Calma, só estou te preparando para seu macho.

Em volta da casa, alguns casais já se formavam, outros fornicavam, e Márcia, Andréia e outra boneca, Patrícia, aidna estavam conversando.

- Me pre...parando...?
- Calma, querida, você vai me agradecer.

Márcia se esfregava em Andréia, que mal podia esconder seu tesão.. Ao seu sinal, Patrícia veio por trás e começou a lamber as costas da cdzinha delicada.

- Upa...ai , o que...ai...
- Calma, calma...curte, gata...você quer ser como nós, né?
- Eu não sei...ahhnn...humm..ai...

Com uma boneca lhe beijando fundo na boca, e outra lambendo suas costas e acariciando sua bunda, Andréia suava e se sentia cada vez mais acesa. Do outro lado, Pedro ainda não havia notado o que acontecia.

- Sabe, Andréia, você tem que dar a Pedro o que ele merece que é o maior tesão possível. Tem que gozar com a enrabada dele..
- Ai...sim...sim..por favor...eu vou...

Patrícia resolveu palpitar:

- Cdzinha, você tem que aprender a curtir as bonecas. Somos suas irmãs!
- Ai..mas...humm...

Após dizer isso, Patrícia agarrou o clitóris de Andréia por baixo da calça e o apertou, sentindo o tesão da japonesinha...

- Uiii...calma...meu Pedro, onde está meu Pedrinho..

Marcia já havia experimetado toda a boca de Andréia com sua língua enquanto Patricia encoxava a cdzinha enquanto alisava seu clitóris.

- Ai, queridas,..não, eu quero dar,...dar...
- Para quem?
- Para o Pedro, PAtrícia.
- Quem? Repete!
- Pedro...para o PEdro, Marcia.
- Muito bem, agora você está pronta. Vamos para o seu quarto. PAtrícia, chame Pedro.
- Já vou.

Patrícia foi chamar Pedro enquanto Marcia puxava Andréia pela mão até o quarto.

- Agora, querida, deite-se aí para o Pedro!

Andréia, toda molhada, esfregava uma perna na outra enquanto Márcia enfiava dois dedos em sua boca.

- Chupa, japonesa! Chupa!
- Sim senhora...

Foi então que Pedro chegou e, meio tonto, ficou espantado com a cena.

- O que está acontecendo aqui?
- Querido, Andréia e eu estávamos conversando sobre como seu cacete é grosso.
- Masturba ele para mim, Márcia, por favor. Depois eu quero ele me enrabando..

Pedro não podia acreditar no que ouvia. Márcia não perdeu tempo e começou a punhetar Pedro antes mesmo de tirar sua bermuda.

- Calma, boneca...nossa, estou tonto...não acredito que estou vendo minha boneca favorita e minha japonesinha safada..aqui..
- Fica quietinho, Pedrinho.

Dizendo isto, Márcia chupou o caralho de PEdro, de joelhos, mesmo sem tirar a cueca.

- Ah, adoro isso...gostosa..

Andréia se virou na cama, de bruços, baixou o shortinho e mostrou sua bunda durinha com uma calcinha fio dental que havia encontrado no armário de PEdro dias antes.

- Minha calcinha??

Márcia se espantou.

- Pedro, seu moleque! Você me disse que precisava dela para se lembrar de mim!
- Mas, querida, eu me lembro. Sempre que alguém a usa, eu sonho com você...

Márcia ficou confusa, mas continuou chupando. Desceu a cueca de Pedro e beijou a cabeça da pica. Deu umas lambidas e olhou para Andréia.

- Para você recebê-lo com um gostinho especial, sua putinha!

Levantou-se e foi até Andréia. Baixou a calcinha com força e meteu um dedo no cuzinho da japinha safada.

- Ai, ai...
- Peça perdão por usar minha calcinha!
- Perdão! Perdão!
- Pedro, vem cá e ensine a esta japinha como se come um cu!

Pedro, ainda tonto, não pensou duas vezes. Foi até a cama e encaixou o cacete duro na portinha daquele cuzinho desejado. Agarrou Andréia pela cintura e forçou.

- Ai, calma...
- Minha japonesinha safada...então você e Márcia..
- Não, eu não...foi só...ai...

Foi quando Pedro conseguiu enfiar a cabeça no meio daquelas pernas lisas e brancas de sua putinha namorada.

- Ai...ohh..
- Sim, gata. Agora vou fazer você sentir minha pica.
- Ai, por favor, sim...
- Sinta este cacete duro te lubrificando o rabo, puta oriental!
- Ah....
- Márcia, o que acha da minha namorada?
- Acho que é promissora...posso brincar com Patrícia agora?
- Só se me der um beijo de língua agora.
- Hummm

Márcia deu aquele beijo molhado em Pedro que, metendo cada vez mais forte em Andréia, sentiu aquele tremor e gozou nas profundezas daquele rabo quente e apertado. Ao mesmo tempo, Andréia gozou, melando a cama.

- Ahhhhhh...isso é gostoso, não Andréia?
- Ai,,,espera,....estou cansada...
- Você e eu, juntos, neste quarto...
- Sim...ai...

A conversa não rendeu. PEdro estava tonto e Andréia não tinha mais energias. Dormiram. Foi assim que tudo aconteceu.

Andreia de biquíni

Depois de muito picolé, Andreia, a cdzinha oriental, já se sentia mais mulher do que nunca. Seu desejo de se submeter aos caprichos de Pedro aumentava a cada dia. Foi assim que ambos continuaram se encontrando, todos os finais de semana.
Num destes dias, Pedro assistia mais um pornô com travestis quando a campainha tocou.
- Oi, querido!
- Ora, olha só quem está aqui, minha putinha gostosa, Andreia...
Pedro comia Andreia com os olhos. Desta vez, ela estava vestida com sua roupa preferida: a de bailarina.
- Gata, você não vai querer dançar o “Quebra-Nozes” comigo, não é?
Ambos riram e se sentaram. Andreia começou a assistir o filme junto com Pedro e reparou que todas as travestis estavam de biquíni e, claro, pareciam mulheres perfeitas. Andreia nunca tinha prestado muita atenção a este detalhe, mas lhe pareceu que seria interessante se vestir assim para Pedro.
- Pedro, o que você acha desta boneca aí?
- Qual?
- Esta loira, de biquíni.
- Está uma graça.
Pedro já alisava a perna de Andreia com uma mão enquanto tomava uma cerveja. Ao ouvir a pergunta, logo endureceu. Andreia percebeu que o volume sob as calças de Pedro estava como ela sempre curtia.
- Ai...querido...você não quer me ver de biquíni?
Pedro se lembrou de que uma boneca do programa da semana anterior tinha deixado um biquíni preto em seu apartamento. O biquíni era quase um fio dental e Pedro passara horas se punhetando com ele, mesmo após a boneca ter ido embora.
- Sabe, gata, tem um biquíni que ficou aqui em casa. Como a gente não se encontrava há algum tempo, eu andei namorando...
- Não precisa explicar, tesão.
Andreia sentia seu desejo aumentar e logo se lembrou do picolé. Tentou disfarçar um pouco o volume sob a calcinha, mas foi contida por um beijo forte de Pedro. Largando a lata de cerveja, Pedro agarrou-a e beijou-a com força. Andreia mal respirava.
- Ai, ai...gatinho...quanto tesão...
- Amaria te ver de biquíni, gostosa...vou buscar. Espera.
Assim, Andreia trocou de roupa e ficou de pé, na sala, ao lado da TV, exibindo-se para Pedro como se estivesse com ciúmes do filme de bonecas.
- Olha para mim, gato, não estou linda?
- Muito mais do que estas bonecas do filme, Dedéia.
Ser chamada de Dedéia a excitava. Como já havia treinado, conseguiu esconder bem seu “clitóris” sob a parte de baixo do biquíni.
- Parece mesmo uma gostosa da praia, gata.
Pedro se levantou, foi até ela e a segurou forte pela cintura. Andréia não sabia o que fazer, tamanha a excitação.
- Não se preocupe, minha putinha. Eu sei que você gostou do picolé, mas é natural sentir estes desejos. Seu clitóris é como o de qualquer putinha, fica mesmo molhadinho.
Pedro se abaixou, observou o biquíni e disse:
- Veja, gatinha, está molhadinho de tesão.
- Ai, querido....
Pedro a agarrou por trás, roçou o pau duro na sua putinha de biquíni...
- Olha, gata. Você está com muito tesão.
Alisou sua cintura até os peitinhos e passou a língua pelas costas da tremula Andreia.
- Ai, querido,..sou sua putinha da praia...vem...vem...
Pedro tirou o caralho para fora da bermuda. Podia-se sentir o cheiro do tesão. Todo melado, Pedro lubrificou as pernas de Andreia com ele.
- Que delícia, tesão...
- É meu filtro solar para você, putinha. Há, há, há.
Andreia não agüentou mais.
- Ai, que delicia de praia...quero sentir mais...
Virou-se de frente para Pedro, encarou-o nos olhos e sentiu todo aquele desejo.. Pedro não disse nada. Apenas alisou seus cabelos e forçou-a para baixo. Lá estava ela, Andreia, de joelhos, com um biquini preto, como uma daquelas putinhas que se escondem na praia para fazer o que devem fazer pelos seus machos. Não resistiu e afundou o rosto naquele pau duro. Começou a chupar enquanto Pedro mal se continha..
- Isso, putinha...sempre quis te ver assim, de biquini, chupando...
Andreia chupava mais e logo sentiu que a parte de baixo de seu biquini ficava mais estufada.
Não resistiu, enfiou a mão e começou a bater sua siririca.
- Ah, gatinha...tá gostando, né?
Andreia respondeu que sim, mas sem tirar o pau da boca.. Não conseguia parar de chupar. Era como se tivesse nascido para isso.. Pedro não resistia e forçava mais ainda o caralho na boca de sua putinha.
- Delícia. Continua, querida...
Andreia não resistiu e acelerou ambos os movimentos. Pedro suava e seguiu sua putinha: queria mais daquela boca safada.
- Minha putinha oriental, vamos...mais...continue...
Foi então que aconteceu o inesperado: ambos gozaram na mesma hora. Andreia sentiu os jatos de porra quente no céu da boca, na garganta, ao mesmo tempo em que melava a parte de baixo de seu biquini e o chão do apê.
- Ai, querido....como é bom sentir você dentro de mim...na boca, no cu, em qualquer lugar...
- Sim, putinha...
Andreia se levantou, olhou para Pedro, e disse:
- Você não vai devolver este biquini para a boneca, seu tarado. Ele agora é meu. Compre outro para ela, mas este é meu.
E começou a lamber a própria porra. Uma das fantasias de Pedro havia sido realiazada.
 

Um macho para Anabela II

Já contei em dezembro num relato erótico as fantasias de um cliente que apelidei de Anabela ( Um macho para Anabela) e, agora vou contar mais aventuras do mesmo, sei que muita gente vai adorar ler, rs... Na semana passada, ele me ligou dizendo que estava louco por um bofe bem pauzudo para saciar a vontade de seu rabo.

Liguei para um dos meu amiguinhos bofes pauzudos que se prontificou a matar a vontade de um dos meus clientes mais safadinhos, que vou chamar apenas de Anabela a partir de agora. Ainda sem se montar, chegou, já foi para o chuveiro e tomou uma duchinha, não quis nem retocar a chuca, pois disse que havia feito uma muito boa, já pensando nisso, rs... Fazia muito calor, mas mesmo assim quis colocar a peruca loira, uma calcinha e um baby doll, gostaria de agradar o macho que estava quase chegando para fodê-la. Logo que o garotão chegou, Anabela já se assanhou e disse que ele era delicioso, lindo e pauzudo(vendo apenas o volume na cueca) e gostaria que ele comesse muito sua cuceta ( que coisa mais gay essa palavra, uma mistura de cu com boceta), pois ela estava no cio, doida, doida, rs...

Sem problemas para ele, que deitou na cama e já ficou com a sua bela pica grossa bem dura pra deleite de Anabela. Anabela quase engasgava, pois não conseguia engolir aquela pica toda e, sequer deixou eu ajudá-la, simplesmente me afastava e dizia que era só dela, fazia nham nham nham, babava no pau e parecia enlouquecida, rs... Pelo jeito adorou o pauzão. Enquanto isso, eu coloquei uma camisinha no meu pau e fui comê-la, para já abrir caminho para a rola do garotão mais tarde. Lubrifiquei seu cuzinho que piscava sem parar e enfiei meu pau que entrou todinho naquele túnel quente e guloso, plufttt... Uau, que cu! Me ajeitei sobre ela e fiquei olhando para a carinha do garotão que se mantinha sério e pelo jeito estava adorando o boquetão de Anabela. Perguntei se ele estava gostando, ele apenas acenou com a cabeça que sim, todo timidozinho, rs... Daí a pouco Anabela pediu pra eu parar de comê-la e deixá-la sentar no pau do seu macho, que ela falava a toda hora... Sentou e começou a gemer, a pica logo entrou todinha dentro dela.

Ela só falava: Ai que delícia! Que macho gostoso! Quero esse pau todo dia na minha cuceta, blá, blá, blá... Eu só olhava e meio que me masturbava com o jeito todo louco de Anabela, derretendo de calor e gritando que aquilo estava bom demais, schluppp! Logo em seguida, ela quis de franguinha assada. Antes, arrancou a peruca, a calcinha e já nem se importou com nada, só queria era gozar com aquele pau comendo o seu rabo. Se posicionou na cama e pediu pra que eu colocasse meu pau na sua boca, pra ela não gritar, enquanto o garotão estivesse socando a rola na cuceta dela...

Coloquei então meu pau na boca da safada, desmilinguida e ensopada e, segurei suas pernas, enquanto isso o meu amigo pauzudo enfiou a pica e meteu sem dó. Nessa transa frenética, só sei que aí beijei o garotão na boca, que delícia, se vocês visse que bocão, uau!!! Plugada em nós, Anabela parecia uma cobra mal matada, chupando minha pica, gemendo, levando um picão no rabo, se masturbando e gozando... Sim, ela gozou-se toda, eu nem havia percebido, aí o garotão apontou para a lambuzeira, foi então que percebi que Anabela estava comida, suada, gozada, cansada e satisfeita! Tomou uma ducha e sumiu rapidinho, coisas loucas do tesão, rs... Eu fiquei com o garotão que agora queria gozar também, de preferência me comendo... Humm que delícia! Eu iria sentar no seu pau também e com certeza iria gozar muito... Iria, se não tivesse ainda um encontro agendado nessa noite e para o qual, precisaria de toda a energia possível...

Assim sendo, meu amiguinho garotão do pau grosso, o macho de Anabela, foi embora sem gozar, ele nem quis se masturbar, ainda com tesão, queria mesmo era arregaçar meu cu e gozar me comendo, mas ficou só querendo, tadinho, rs...Ele guardou seu pauzão e toda a vontade de querer detonar um cuzinho para a cuceta detonada e gulosa de Anabela, pois logo, logo ela vai querer mais um macho, que novamente pode ser ele, rs...

 

 Boneca Drikka

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Meu lado voyeur - prazer em ver

Tenho alguns clientes que adoram ver, sem necessariamente participarem de uma festinha. Ontem mesmo chamei o Robin, um dos meus amiguinhos para realizar o sonho de um cliente que gosta de ver sua esposa que vou chamar apenas Plu, transando com outro homem. O meu desempenho foi apenas de ser a diretora e câmera da ação, pois Plu já trouxe a máquina com fotos das posições que seu marido gostaria de vê-la chupando, sentando ou simplesmente sendo invadida por outro pau. Olhei as fotos e fiz desenhos numa folha para começar a ação.

Já não é a primeira vez que isso acontece, por isso mesmo ela já vem mais solta e também tem já uma afinidade com o rapaz pois ele participou de outras duas sessões. A gravação fica com mais ou menos 40 minutos, mas é o suficiente para que o marido em casa, fique quase louco vendo aquele filme caseiro, como já contou sua mulher... Plu que já goza durante as gravações, depois goza mais um pouco em casa, agradando o maridão safado! Ontem até eu fiquei excitada vendo a desenvoltura de Plu e o pau maravilhoso de Robin que estava bem duro e mostrou competência pois não cansou um minuto, como já acontecera em outras vezes. Filmei cada cena, uau! Foi muito fácil ser diretora e pouco falar para que eles se entrosassem e fizessem cenas que ficaram muito melhores que a maioria dos filmes pornôs que tem por aí!... Outros clientes vem só pra ver, mas acabam participando, como é o caso de um safadinho que veio aqui ainda no ano passado, a princípio sua fantasia era de me ver comendo um cuzinho.

Combinei com outro cliente daqueles mais safados ainda que gostam de participar de uma festinha. Então tudo certo, meu cliente que seria o passivo chegou primeiro, fez a chuca, tomou um banho e ficou brincando comigo na cama, até a hora que o outro, que seria o curioso safado chegou. Vou colocar dois apelidos pra ficar mais fácil: Ricardão e Ricardinho, rs... Entrou o Ricardão, nos cumprimentou, disse que estava meio nervoso, mas que ficássemos a vontade, pois ele sentaria na cadeira ao lado da cama e apenas nos observaria. Então, eu e o Ricardinho começamos um 69 como de costume, com gemidos, chupadas e dedadas, como se não tivesse ninguém ali olhando. É claro, que de vez em quando eu dava uma olhadinha para o Ricardão que simplesmente olhava já alisando seu pau que já dava um bom volume na sua calça. Até qu chegou o momento de comer o cuzinho do Ricardinho, o momento mais esperado pelo Ricardão.

Aí ele já estava em pé ao lado da cama, peladão, tocando uma enquanto via eu enfiar meu pau no cuzinho do putinho assanhado, que rebolava e pedia pra eu ir logo enquanto ainda dava umas olhadas e piscadas para o grandão que nos assistia... O Ricardão perguntava para o Ricardinho se era bom dar o cuzinho, que respondia que era uma delícia, que queria dar também pra ele, rs... Ricardão disse que estava ótimo apenas assistir, enquanto isso masturbava seu belo pauzão e dizia que eu era ótima comendo um cu, ohhhh, rs...

E, ele ficou ainda mais excitado quando eu coloquei Ricardinho de quatro e subi por cima feito cachorrinho, ele se ajoelhou no chão e pode ver os detalhes picantes bem ao vivo, quase lambeu meu rabo, até parou de se masturbar pois estava quase gozando, só em ver. Mas, o Ricardinho, que é uma putinha louca por pau, queria porque queria que o Ricardão o comesse...- Será? Nunca comi o cuzinho de um homem, apesar de que no seu estou quase convencido a meter o meu aí dentro. ( Falou o Ricardão, que já foi pondo uma camisinha no seu pau...)... Eu saí de lado, e fiquei a ver o Ricardão sobre o Ricardinho que deitou-se espichado na cama e empinou o bundão todo rebolativo... O putinho embaixo berrou, pois Ricardão enfiou toda sua pica comprida de uns 22 cm e socou sem dó até o talo.

Mas, não demorou a gozar, já estava por um triz... Quando tirou a camsinha, a mesma estava cheia de porra e também levemente 'batizada', rs... Ele me olhou e disse: - Que azar o meu, olha só... Aí entrei novamente em cena e disse que essas coisas de vez em quando acontecem, que não podia ter acontecido nesse dia, pois o Ricardinho fez a chuca no meu banheiro mesmo, mas vai ver não fez direitinhoo, rs... De qualquer forma, Ricardão realizou o seu desejo. Depois tomou uma ducha e se foi. Eu fiquei com o Ricardinho que depois de uma higienizada voltou com o rabo meio ardido, mas agora para ser só ativo, aí sim, ele me comeu gostoso e gozamos juntinhos, eu cavalgando como gosto, lambuzei sua barriga e ele por baixo, ainda auxiliado pelo meu dedinho devidamente encapado num leve fio terra, encheu a camisinha dentro de mim. Outras vezes, eu só tive o prazer de ver ou quase, rs, pois outro safadinho que chamo de Motelzinho adora vir aqui pra eu comê-lo, de vez em quando quer variar, quando por duas ocasiões trouxe duas amigas e eu arrumei dois amiguinhos para elas, então as amigas e os amiguinhos fizeram a festa sobre minha cama.

E, que festa, quase quebraram, além de rasgarem o lençol, rs... Pra não dizer que não fiz nada, fiquei de quatro apenas com as mãos apoiadas na cama, enquanto o Motelzinho me comia e me masturbava, mas isso não durava cinco minutos pois ele goza rapidinho, afinal vendo suas amigas se beijando, gemendo quase gritando e, levando as picas imensas dos meus amiguinhos, não dá pra aguentar mesmo...

E você tem um lado voyeur?

Eu acho que sim, afinal quem não gosta de ler meus relatos e se acariciar enquanto isso? Quem não curte ver um filminho pornô? Ou então, se masturbar apenas olhando fotos sensuais ou pornográficas?

 

 Boneca Drikka

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Tesão de Verão

Hoje à tarde fez muito calor, a temperatura não estava tão alta, acredito que ficou em torno de 30 graus, mas estava abafado, por isso fiquei com o ventilador ligado o tempo todo. Fiz muito sexo, fui ativa, passiva, abri meu leque de variedades, mas só gozei com um homem que veio no finalzinho dela. Eu não gozo com todos que vem aqui, não é possível, muitos entendem isso, sabem das condições, mas só pelo fato de me verem excitada, já sabem que estou gostando, sem ter que necessariamente gozar, o que sem dúvida seria melhor se acontecesse, mas, contudo, todavia, depois que eles gozam, esquecem desse detalhe, por sorte, rs...

Para aqueles que o gozo é fundamental, aí não tem jeito, mas isso tudo eu já tenho bem programado, como um bom intervalo entre as transas. Mas, agora vou falar da gozada de hoje, foi uma só e, com o homem do finalzinho da tarde. Já o conheço muito bem, mas acho que o calor me deixou com mais tesão, por isso até ele se surpreendeu com minha pegada, com a minha lambida, com a minha comida, rs... Primeiramente foi o banho básico, mas depois de uns dias na praia, seu belo corpão branco, agora tinha uma bela marca de sol, não era uma marquinha de sunga, mas tipo de um calçãozinho, que acho bem mais sexy, apesar de que quando estou numa praia, adoro ver homens de sunga, ô se adoooro, mas nesse caso, eu estava enlouquecida era com a aquela marca.

Quando ele se ajoelhou na cama e mostrou seu buraquinho bem no centro daquela marca, ah, eu caí de língua e fiz ele delirar, rebolar, gemer e, ficar com sua pica bem dura. Acho que fiz tão bem, que ele não se aguentou, saiu da posição e também quis fazer o mesmo comigo. Isso não vale, eu estava programada para uma sequência e, de repente estava derretida, delirando, gemendo, totalmente mudando de rota, agora com a sua língua no meu rabo. Eu acho que faço bem, mas ele também merece uma bela nota 10. Daí a pouco eu saí da posição novamente e o deixei de franguinho assado, devidamente posicionado com um travesseiro sob o bumbum.

Ergui suas pernas e fiquei ali naquela região entre o buraquinho, o seu belo sacão e sua pica bem dura. Olhava com olhar maroto pra ele que gemia, com qualquer toque da minha língua, mais ainda quando enfiei o dedinho. Safadona, ele dizia, rs... Aí ele me perguntou: - Você vai me comer? Respondi: - O que você acha?... E assim, com o dedinho já encapadinho, bem lubrificadinho eu comecei a penetr´-lo bem devagarinho pois ele já foi logo dizendo que estava virgem, desde nosso último encontro, rs... Claro, claro, não se preocupe, feche os olhos e sinta só prazer!...

Assim foi, ainda mais que ele não se continha e se masturbava. Falei pra ele parar pois iria acabar gozando e eu também queria sentar no seu pau bem durão. Comi, comi, deixei o seu rabinho bem satisfeito e ainda enquanto estava bem dentro dele, já estava a lambuzar o meu buraquinho também. Ele percebeu toda a ação e perguntou de novo: - Agora você vai deixar eu comer o seu rabinho? Respondi que sim, mas ainda não tirei o meu pau... Chega, chega, Drikka, agora eu quero seu rabo, vem, vem logo. Então eu fui. Simplesmente tirei o travesseiro que estava sob suas costas, pra ele ficar bem confortável e estendido na cama, só com seu pau bem ereto, que logo acoplei no meu rabo.

Ele estava deitado de barriga pra cima e eu de costas pra ele, subindo e descendo, ainda por cima, massageando seu cuzinho lambuzado que ainda piscava. Com toda a força das minhas pernas e da prática do meu anelzinho eu dei uma surra de cu na sua pica, que ele não estava aguentando segurar mais, eu sentia as vibrações do seu corpo, espichando e encolhendo as pernas ante o gozo iminente... Gozo iminente de ambos, pois antes da sua erupção, eu gozei sobre suas pernas, lençol, minha mão, rs... Sentindo minhas contrações por causa do orgasmo que tivera e ele já tendo segurado além da conta, se desmanchou também. Sei que foi um orgasmão sincronizado! Pra mim, foi, um daqueles que me deram até aquela dorzinha de cabeça, rs... Um daqueles que te deixam sem vontade de sexo pelo resto do dia ou da noite, rs... Ele levantou, tomou uma ducha e voltou dizendo que eu estive impossível, tinha o deixado totalmente sem forças...Que delícia de transa e não foi nada premeditado, não pelo menos conscientemente...

Com uma transa dessas logo no início do ano, com certeza eu vou tê-lo pelo resto sem dúvida, disse ele... Uau, assim espero! O carnaval é daqui a poucos dias, mas antes disso, ele já estará de volta, ainda mais bronzeado, ( hum com aquela marca mais perfeita) pois ainda vai curtir mais uns dias de sol no litoral, por falar em sol, espero que o mesmo apareça, pois ultimamente está tão arisco, rs...

Sol, por favor, deixe esses homens bronzeados ainda mais gostosos com suas marcas sensuais!!!

 

 Boneca Drikka

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Neste ano quero ser somente ativo

Com o título acima você já pode imaginar que alguém começou o ano com novas idéias, com novos propósitos, enfim querendo realmente mudar. A história se passa hoje à tardinha no meu apartamento, com um cliente de carteirinha, alguém que conheço há muito tempo e que já fez de tudo um pouco aqui dentro, como se montar, dar o rabo e chupar, bem putinha mesmo e, esse belo homem nunca havia me comido pra valer...Mas, nunca é tarde pra mudar, rs...

Deixa eu contar como tudo aconteceu... Ele me ligou e perguntou se eu o atenderia hoje no domingo, falei que sim, ele eu atenderia sem problemas, pois é uma pessoal especial... Então, assim sendo pediu que eu colocasse as botas de vinil e uma roupinha similar, que o esperasse num estilo meio dominadora. Tudo bem, quando ele chegou, eu fui é mesmo a devoradora, do seu pau, rs... Ele chegou num look todo garotão, bermudão, camiseta, barba levemente crescida e cabelo despenteado e já foi me deixando de quatro, esfregando seu pau na minha cara, dizendo pra eu cheirar o pau do meu macho, abocanhá-lo e chupá-lo direito, como uma boa chupadeira faz... Claro que dei uns beijinhos e no que a pica ficou dura já a encapei, engoli, sorvi, chupei bem a seu gosto, sei que ele adora meu boquete...

Ele estava assim meio num lance de dominar, me puxou pelas laterais da cabeça e enfiou seu pau lá fundo da minha garganta e segurou, mas me mantive firme, fiz uma ótima gulosa, daquelas bem profundas, ele até elogiou dizendo que era assim mesmo que as chupadeiras de verdade tratavam uma rola... Depois pediu pra que eu ficasse de quatro na cama, até estranhei, mas fiquei, ele mesmo pegou o lubrificante e lambuzou meu cuzinho e o seu pau, depois foi entrando pra dentro do meu minúsculo rosa, que ofereceu alguma resistência, mas logo foi invadido com tudo, huuuuum, uuuui, uuuuauuu, devagar.... Eu abaixei minha cabeça no colchão e empinei bem o rabo, que ele meteu com gosto.

Agarrou na minha cintura e deu umas belas penetradas. Logo em seguida tirou o pau de dentro, verificou se tudo estava em ordem e me fez ficar de franguinha assada, para continuar sendo o ativão. Fiquei na posição, entrelacei minhas pernas ao redor do seu pescoço e ele veio com vontade pra dentro de mim. Enquanto isso, aproveitei pra me masturbar, meu pau estava um ferro, louco pra entrar em erupção. Ele me comia, sorria e dizia que era meu macho. Nessas alturas, tudo o que ele viu foi minha porra se derramar sobre o vestido vermelho que coloquei pra deixá-lo mais excitado. Huuum, que gozada, fiquei acabadinha. Ele levantou-se, sorriu, tirou a camisinha e disse: gozou gostoso né sua putinha? Agora me faça gozar também... Mandou eu deitar de costas na cama. Subiu de cavalinho sobre mim e disse que iria lambuzar minha bunda com sua porra. Mais do que depressa, empinei a bunda, fechei bem as pernas e o cuzinho e deixei ele jorrar sua porra sobre minhas nádegas, mas não foi muita não, a minha lambuzou-me bem mais, rs...

Ele gozou urrando feito um leão, desempenhando o papel de macho dominante sem igual, rs... Depois de gozar, correu ao chuveiro, tomou uma duchinha e voltou todo feliz pedindo se eu havia gostado. Respondi, que gostado foi pouco, afinal foi a primeira vez em quase dez anos que nos conhecemos, que eu gozei com sua pica dentro de mim. Achei fantástico, adorei, foi uma gozada deliciosa, que me deixou de pernas bambas e indisposta pra qualquer outra proposta que porventura viesse ainda nesse domingo, rs... Ele me disse que neste ano quer ser só ativo. Acreditei, afinal nada como um dia após o outro, sei que amanhã ou depois ele vai voltar e dizer que já mudou de idéia, rs...

Mas tudo bem, só por essa comida no início do ano, já vale por tudo o que possamos fazer no decorrer do mesmo! Ativo ou passivo, ele é uma delícia, nossa química é que o importa! Mas, gostei de dar o cuzinho pra ele, ah, se gostei, rs...

 

 Boneca Drikka

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Apanhado com a pila e as calcinhas dela na mão

O meu gosto por tocar punheta e o meu fetiche por calcinhas femininas foram a causa do meu divórcio.
Habituado durante toda a adolescência e juventude a esfolar a pila à mão para a fazer ejacular, quando casei com Sandra constatei minha inexperiência na arte do coito e a minha incapacidade em levá-la ao orgasmo. Mal lha metia ejaculava logo pelo que ela defraudada retraía-se de me abrir as pernas. Apesar de tudo não me culpava. Dizia amar-me muito e uma vez que não conseguia satisfazê-la garantia-me não se importar de viver comigo sem sexo. E como conhecesse meu gosto por tocar punheta pois faláramos muito dele antes de casarmos, até nem se importava que eu continuasse fazendo à mão em vez de meter nela uma vez que isso, dizia-me, só lhe atiçava o fogo que meu pénis não conseguia apagar. Eu contudo como não me sentia bem na minha consciência de marido consegui convencê-la a masturbar-se com vibradores que lhe comprava em sex-shops, antes de lhe fazer uns minetes na rata como lhe fazia nos nossos tempos de namoro, pois Sandra sempre frisou querer casar virgem, como de facto aconteceu. Ela contudo garantia-me que embora aqueles vibradores lhe dessem de facto muito prazer só o fazia porque eu lhe garantia que nesses dias a punheta me sabia muito melhor.
E sabia de facto. Entesava-me muito vê-la toda nua na cama, a testa bem depiladinha só porque sabia que eu apreciava muito vê-la enterrando na rata sem pelos um enorme caralho de silicone muito maior do que o meu, e gemendo de prazer enquanto me ficava punheteando sem me vir.
- Como gostaria querida - dizia-lhe – de ter um caralho desse tamanho e conseguir aguentá-lo tanto tempo duro dentro de ti sem me vir.
Sandra dizia que isso não importava, que mais importante que o sexo era o amor que nos unia o que me fazia entesar mais, até se vir gostosamente, molhando sempre o lençol com o sumo do seu gozo.
No final como eu permanecesse de pau feito ela oferecia-se sempre para me concluir a punheta. E eu que no inicio aceitava a ajuda da sua mão a partir de uma certa altura deixei de o fazer.
- Sou um miserável de um punheteiro com um caralho tão pequeno que nem a uma mulher tão apetitosa como tu consegue dar prazer – dizia-lhe eu como se estivesse muito contrariado com isso – Depois de teres gozado com um bem maior que o meu não sou digno sequer que me toques uma punheta. Noutra altura sim, agora descansa queridinha – e cobria-a de beijos.
Sandra apreciou aquela minha vontade de conter o gozo e dormia satisfeita encostando seu corpo despido ao meu, sentindo meu pauzinho ainda duro e levantado. Na manhã seguinte porém, já o tesão me passara.
- Que aconteceu à tua pila que ainda ontem à noite estava dura e agora está tão murchinha? – perguntava-me apalpando-ma como era seu costume ao acordar. Eu dizia-lhe que simplesmente o tesão me passara, como não gozara meu caralho voltara ao ponto morto e era assim que ele devia estar sempre uma vez que não servia para cobrição.
- Queres punir-te por não me conseguires dar prazer e acabar por perder o tesão é isso? – perguntou-me. Não, nada disso, assegurava-lhe, mas durante tanto tempo tinha gozado metendo nela sem que o prazer fosse recíproco que agora até estava me satisfazendo só por a ver gozar com os vibradores que lhe arranjava. Era como se tivesse gozado também embora sem me vir. Minha resposta pareceu agradar-lhe pois Sandra pareceu contente por me ver perdendo a minha velha mania de tocar punheta. e continuou masturbando-se como eu queria.
A verdadeira razão contudo era outra. Eu sempre gostei de calcinhas femininas, já em solteiro fazia colecção delas pois adorava tocar punhetas tocando nelas, e quando consegui convencer minha mulher a masturbar-se com os vibradores que lhe comprava tratei de fazer com que ela trouxesse sempre vestida uma calcinha que eu mesmo despia antes de Mónica introduzir o caralho postiço nela.
- Nem imaginas como ficas bonita, Mónica, só com a calcinha vestida e as mamas ao léu, tendo na mão o caralho que te comprei e te vai consolar esta noite – dizia-lhe. Calcinhas eram os presentes que lhe estava sempre a dar. Pelos anos, pelo aniversário do nosso namoro, noivado e casamento, bastava ver um par de calcinhas entesantes na montra de uma loja de lingerie para lhas comprar e oferecer. Sandra até se cansou de tanta calcinha que teve. E teve-as de todo o tipo e feitio e de todas as cores com excepção do branco pois nunca gostei de calcinhas femininas brancas. Rosas, azuis, verdes, castanhas, amarelas lilases e sobretudo vermelhas e pretas. Teve-as de fio dental, rendadas à frente ou atrás deixando-lhe ver o cu ou a testa da cona, teve-as de tanguinha, com atilhos de apertar na cinta ou nas meias de perna inteira. Tinha-as de apertar à frente, a trás ou dos lados, com lacinho e sem lacinho. Teve até um par vermelho de calcinhas de puta pois que entre as pernas, sobre seu órgão genital e atrás bem no meio do rego do cu, ostentavam uma abertura permitindo a qualquer mulher foder com os dois buracos sem necessidade de as baixar e eram as calcinhas que mais teso me deixavam. A meu pedido Sandra masturbou-se várias vezes com elas vestidas.
Quando minha esposa se vinha eu próprio lhe limpava a rata com elas, procurando impregná-las bem com o cheiro do seu gozo, antes de as atirar para os pés da cama. E era por isso que eu não queria que fosse ela a tocar-me punheta. Quando era solteiro eu tocava punhetas mas as calcinhas que então usava eram virgens, nunca tinham sido utilizadas por mulher alguma nem muito menos servido para limpar a cona lambuzada de uma esposa acabadinha de se vir como era o caso daquelas que eu tinha ali à mão, no chão do quarto. E só o cheirinho que elas mandavam, já para não falar daquelas manchinhas de prazer feminino com que eu as procurava besuntar bem quando a limpava, davam-me uma pica bem maior do que as outras. Assim mal Sandra satisfeita adormecia, eu pé ante pé tratava de me esgueirar para a casa de banho levando a calcinha com as marcas do seu último orgasmo. Ali, com a tampa da sanita levantada, esfregava a calcinha na cara cheirando-a e lambendo-a. Lambia-a como se lhe estivesse fazendo um minete procurando engolir os restos do seu gozo que ainda estivessem incrustados nela, fazia dela um barrete enfiando-a na cabeça, voltava a esfregá-la na cara, no peito, na pila e nos colhões, à vezes ia ao roupeiro e pegava noutras calcinhas sujas dela e esfregava-as todas em mim, sempre com uma mão tocando punheta, punheta, punheta.. Cheguei quase a passar noites inteiras tocando punhetas. São as melhores recordações sexuais que levo do meu primeiro casamento.
Sandra descobriu tudo numa noite em que acordou e não me viu na cama. Eu tão entretido estava masturbando-me com uma sua calcinha de seda negra que não passava de uma delicada tira de pano que não lhe cobria nada que nem me apetecia vir.
- És mesmo um porco de um punheteiro que preferes aliviar a pila nas minhas calcinhas do que deixares que sejam as minhas mãos a fazê-lo – comentou com desprezo da porta da casa de banho e pondo fim à minha deliciosa punheta - Um homem assim não serve para meu marido.
No dia seguinte entrou com os papéis para o divórcio exigindo uma boa pensão de alimentos para não contar a todos minha tara, o que eu envergonhado aceitei. Mas ainda assim não foi mau de todo. Dizendo não quer mais nada meu do que o dinheiro da pensão, a casa com todo o recheio e o carro, e uma vez que eu gostava tanto das suas calcinhas que a faziam sentir uma puta, disse-me para ficar com elas.
- Que te sirvam para tocares muitas punhetas, tarado – desejou-me atirando-mas praticamente à cara. E serviram, está claro. Aliás para dizer a verdade ainda hoje estão servindo.

 

EUGÉNIO SADOC

 

A médica dos sonhos

Tinha uma fimose que muito me incomodava e criava coragem para ir ao urologista, mas acabei marcando consulta com uma clínica geral, pois se já seria difícil ser examinado por uma mulher, por um homem seria impossível. Seu nome era Tatiana, tinha uns 32 anos, cabelos e olhos castanhos claros, muito bonita e um corpo estonteante, com destaque para os seios e para a bunda carnuda.

Após conversa inicial para extrair informações sobre meu caso, pediu-me com muito carinho e gentileza para me despir. Percebera meu constrangimento e me explicou que se tratava de um problema cultural essa vergonha da nudez. Ela me ajudou a tirar a roupa e a me deitar na cama hospitalar, no entanto, o nervoso me rendeu uma grande ereção. Tatiana apalpava meus testículos e quando agarrou meu pau, já escorria da glande uma gota de sêmen, quando ela exclamou: assim me sinto lisonjeada com tanto tesão, que saúde hein? Começou a punhetá-lo e perguntou se doía, afirmei que sim e completei confessando que após uma ereção meu pênis só voltava à inércia com a ejaculação, senão poderia ficar por uma hora inteira de pau de duro.

Notei que ela ficou entre surpresa e excitada e, sem largar a base do meu pau, sussurrou ao meu ouvido: então, vamos ter que por esse pintão pra trabalhar e poder descansar depois. Após sua fala, eu mesmo a puxei pelos cabelos e fodi sua boca gostosa com meu pau, ela tirou a calça e a puxei para a cama, onde fizemos 69, ficamos totalmente arrepiados de prazer, ela teve uns quatro orgasmos na minha boca, foi a xoxota mais gostosa que chupei na vida. Acabamos trepando ali mesmo. No final, eu a fiz prometer que após a recuperação da cirurgia, ela me daria o cu, claro que topou e cumpriu a promessa. Foi no próprio consultório, ela não só me deu o rabo como uma puta tarimbada, mas ainda pediu pra apanhar, então lhe dei cintadas na bunda que a levaram a urinar no chão.

Nunca pensei que uma mulher podia gozar tanto com um pau no cu e siririca, ela parecia ter uma convulsão, gozei tanto em sua boca que fiquei com o saco dolorido e o pinto sensível, chegou a sair umas gotas de sangue. Não nos vimos mais, contudo nunca vou esquecer essa trepada de sonhos. Se alguma mulher quiser me conhecer, entre em contato, gosto de realizar fantasias, posso ser violento e animalesco ou profundamente carinhoso, mas sempre intenso. Meu pau é grande e grosso (não descomunal) e não sossego antes de fazer a fêmea chorar de tesão pelos orifícios. Sou jornalista, vivo em São Paulo, viajo com freqüência, sou moreno, olhos e cabelos claros, magro de porte atlético. Email para: fepace@uol.com.br

 

Camila, uma grata surpresa

Olá amigos leitores, meu nome é Carlos 47 anos, 1,70m, 88 kg, moreno claro, não sou de se jogar fora, pois ainda continuo fazendo sucesso com as mulheres.
O fato que vou narrar é absolutamente verídico.
Meu compadre me convidou para um churrasco na chácara dele num final de semana.
Chegou o dia fui eu e minha esposa, pois meus filhos tinham compromisso marcado e não puderam ir.
Chegando à chácara, tinha vários convidados, entre eles Camila, sua filha mais velha do primeiro casamento.
Camila com seus 20 aninhos, loirinha, rosto de boneca e com um corpinho escultural desfilava entre nós com uma minissaia curtinha fazendo os machos torcerem os pescoços para apreciar aquela bundinha durinha empinada e umas coxas grossas e pernas bem torneadas. Ela não era alta, mais ou menos 1.60m de pura gostosura. Por mais que tentasse disfarçar não tinha como não reparar naquele tesãozinho de menina moça, que com seu jeito sexy despertava o desejo sexual até dos mais recatados.
Soube que Camila tinha terminado um relacionamento com um cara bem mais velho que ela. Moravam juntos desde seus 18 aninhos mesmo contra a vontade dos seus pais.
Após o almoço, o pessoal se dispersou pra vários lugares, uns nas sombras das árvores, outros nos tanques de peixes, outros no pomar, e a mulherada se aglomeraram na beira da piscina para por em dias as fofocas e pegar um pouco de sol.
Eu me espreguicei no sofá da sala e tirei um cochilo, acordei e notei que a Camila no outro canto da sala disfarçadamente não tirava os olhos das minhas pernas, só então percebi que estava com um calção de jogar futebol e da forma que estava deitado deixava aparecer parte do meu pau. Como estávamos a sós no interior da casa, fiz que não percebi e ergui um pouco as pernas para que ela tivesse uma visão mais detalhada do conteúdo. Logo meu pau ganhou vida e estava quase saindo totalmente pra fora do calção duro que nem ferro. Camila disfarçadamente com uma mão por dentro da calcinha se masturbava lentamente olhando pra minha rola.
Para provocá-la, levantei-me e quando pensava em ir à sua direção, entrou correndo na sala umas crianças e voltei a sentar no sofá tentando esconder minha ereção, Camila olhou pra mim com um sorriso sacana tirando rapidamente seus dedos da sua bucetinha. Quando as crianças saíram, ela veio em minha direção e olhando pro meu pau perguntou se tudo isso era por causa dela, respondi na bucha, - E por quem mais poderia ser? Após minha resposta, Camila foi até a porta, deu uma olhada pra ver onde estava o pessoal, voltou, pegou na minha mão e me arrastou pro quarto dela. Chegando no quarto, trancou a porta e disse: – Não agüento mais de tesão! - Me come por favor! - Estou louca de vontade de sentir seu pau dentro de mim, só que tem que ser rápido para não notarem nossa falta.
Mais que de presa, joguei-a na cama, abaixei sua calcinha e caí de boca naquela bucetinha de poucos pêlos bem aparadinha, toda molhadinha, pois ainda a pouco tinha gozado na sua mão tocando uma siririca.
Suguei desesperadamente aquela bucetinha, até que ela se estremeceu e apertou minha cabeça de encontro a ela despejando todo seu néctar que fiz questão de engolir saboreando e sentindo o gosto daquela gata deliciosa em minha boca.
Rapidamente ela se levantou, eu fiquei de pé ao lado da cama, Camila abocanhou meu cacete e sugava com tanta vontade que às vezes até me machucava, mas deixei que ela continuasse pois vi que ela estava adorando assim.
Antes que gosasse em sua boca, puxei Camila pelos cabelos a coloquei de pé apoiada com as mãos na cama, levantei sua saia, puxei sua bundinha de forma que ficasse bem arrebitada, esfreguei meu pau na entrada da sua bucetinha e atolei de uma vez até meu saco encostar-se à sua bundinha arrancando um suspiro da sua garganta.
Camila mesmo com sua pouca idade, gemia na minha rola e rebolava de uma forma tão gostosa que até parecia uma profissional do sexo.
Vendo e sentindo aquela Ninfeta me oferecendo o que tinha de melhor, a penetrava forte e profundamente naquela bucetinha esquecendo até do perigo que estávamos correndo.
Camila fazia força para não gritar. Quando apertei seus peitinhos ao mesmo tempo em que castigava sem dó sua bucetinha, Camila não resistiu e mais uma vez gozou com meu pau no fundo da sua buceta agora toda melada pelo terceiro ou quarto orgasmo. Vendo o esforço que Camila fazia para controlar seus espasmos, segurei firme em sua cintura e meti com toda força meu caralho puxando-a de encontro a mim gozando no fundo da sua bucetinha inundando-a de porra.
Após termos gozados, enquanto nos limpávamos ouvimos barulho na sala. Esperamos um pouco até que Camila saiu na frente disse que estava tudo bem e fez sinal para sair do quarto.
Camila entrou no banheiro e eu fiquei aguardando na sala, assim que saiu entrei para retirar quaisquer vestígios da nossa rápidinha.
À noite quando estava preparando para voltar pra casa, Camila me chamou em um canto isolado da chácara, olhou nos meus olhos me agradeceu e pediu desculpa por sua ousadia, disse-me que estava passando por uma situação muito difícil, que neste momento da vida dela, o que mais precisava era do carinho de um homem de verdade que pudesse entendê-la, dar prazer e confortá-la para superar as dificuldades que estava passando, disse também que eu tinha todos os requisitos para ser essa pessoa. Claro que me coloquei a sua disposição.
Depois desse dia, sempre me encontro com Camila e rola muito sexo, só que agora num local apropriado. Vamos sempre a um motel muito aconchegante nos arredores da nossa cidade onde posso desfrutar sem pressa todo o prazer que Camila me proporciona.
Se gostarem do conto, deixe seu comentário, se não gostarem critique, pois só assim, vamos aperfeiçoando a maneira de escrever.
aventura.ctba@ig.com.br

 

 

Esposa infiel - parte VIII

Depois de conhecer e descobri me apaixonada pela travesti senti que não poderia mais viver sem ela que mesmo sob meus protestos me aconselhou a ficar firme em meu casamento que nosso relacionamento era puramente casual mesmo eu jurando me matar se ela me deixasse algum dia.
Sabendo que podia fazer o que quisesse comigo ela me pedia grande quantidade de dinheiro que dava sem reclamar fazendo me de sua escrava tanto na casa dela onde tinha que lavar passar cozinhar e arrumar a casa e como recompensa gemia gostoso em seu porrete a madrugada toda mesmo com ela chegando em casa muitas vezes com o cu todo dolorido e esfolado e o pênis no qual eu ficava horas fazendo ele endurecer para depois me extasia de tanto prazer.
Chegávamos a transar de oito á dez horas toda vez que nos encontrávamos por isso não tinha mais tempo para meus amores e meu sogro foi o que mais sentiu minha ausência ficando doente e em meses veio a falecer.
Meu marido por sua vez me jogava cada vez mais nos braços de minha dona pedindo sempre que ela cuidasse bem de mim dedicando todo seu tempo disponível para traçar sua irmã que pedia desesperadamente que voltasse pois não estava dando conta de saciar meu boizinho e minha sogra não mais falava comigo culpando me por tudo o que aconteceu com seu marido.
Numa noite por volta das três da manha meu minha cunhada me ligou chorando muito avisando que meu sogro avia falecido e estava sendo velado no cemitério perto de sua casa.
Estava bem dona Maria com um vestidinho rendado e lenço na cabeça e quando tencionava rumar para lá minha dona chegou me catando do jeito que só ela sabe me colando na parede enquanto beijava minha boca deixava me totalmente pelada e toda molhada com sua investida sobre mim.
Estava gozando em sua mão com seus dedos dedilhando minha boceta que não percebi suas amigas nos olhando e quando ela saiu de mim mandou que preparasse alguma coisa para elas comerem e fossem me banhar pois iríamos fazer uma suruba.
Esquecendo da vida preparei um lanche para as três meninas estando sempre pelada onde levava constantemente tapas na bunda puxões nos cabelos e seios e ate dedadas na boceta pelas damas de paus.
Terminando de servi-la corri para o quarto tomei um banho básico vesti uma minúscula calcinha como minha dona gosta e deitei muito ansiosa pela chegada de minhas devoradoras.
Estava com o corpo em brasa alisando a boceta por cima da calcinha já estando quase gozando quando me lembrei do ocorrido.
Quando minha dona chegou no quarto avisei a ela que muito triste e compreensiva se ofereceu para me levar ate o local do velório.
Chegando ao local minha dona não quis entrar comigo onde se reunia toda a família parentes amigos e ate a imprensa local estava presente.
Estava junto a minha cunhada ao lado do caixão quando minha sogra tentou me agredir culpando me pelo ocorrido e por sugestão de minha cunhada fui embora.
Meu boi estava passado tento que ser sedado minha cunhada se ofereceu para me levar e mesmo eu recusando ela insistiu avisando que tinha que sair dali senão ia pirar.
Ao informar que estava de carona com uma amiga ela deixou seu carro com uma prima e veio comigo conhecer minha nova aquisição segundo ela.
Depois de conhecer minha dona minha cunhada confessou esta toda babada elogiando muito minha namorada sussurrando coisa em meu ouvido que me deixava cada vez mais ouriçada apesar da situação.
Ao saímos dali tive que ir dirigindo com as duas no banco detrás e em poucos minutos já ouvia os gemidos delas se atracando num delicioso beijo e amassos com minha cunhada louca para pegar na “boceta” de minha dona sendo impedida de tal gesto se acalmando um pouco quando minha dona levantou sua blusa para mamar em seus seios já com a mão dentro de sua calcinha metendo fundo seus dedos que conheço bem em sua boceta.
Não conseguia dirigir ouvindo o escândalo que minha cunhada fazia com minha dona lambendo gostoso sua boceta por isso parei o carro numa rua pouco movimentada e me virei para assistir o show.
Minha cunhada estava saciada e quis retribuir o carinho vendo minha dona apreensiva incentivei ela a senta de pernas abertas e deixar minha cunhada se deliciar em sua cuceta nome dado carinhosamente ao seus vinte e dois centímetro.
Minha cunhada ficou boquiaberta com o volume que estufava a minúscula calcinha e quando teve tudo aquilo na boca quase morreu engasgada com minha dona segurando firme sua cabeça socando fundo tudo aquilo em sua garganta.
Em minutos estávamos todas fora do carro com minha ou melhor nossa dona deitada no capô com minha cunhada fazendo um delicioso boquete nela comigo já toda nua tendo um pé no penou do carro ficando toda escancarada para afundar a mão na boceta onde gozei copiosamente entre gemidos e gritinhos de satisfação.
Meu amor colocou minha cunhadinha de quatro e meteu fundo o porrete em sua boceta fazendo ela gemer alto enquanto eu intensificava as dedadas gozando loucamente com a cena.
Desespero mesmo minha cunhada sentiu quando meu amor tirou de sua boceta e afundou tudo de uma só vez em seu cuzinho e com estocadas ora rápidas ora bem lenta porem bem cadenciadas fez minha cunhada cair literalmente de tanto gozar.
Quando minha dona gemeu alto anunciando seu gozo tentei tirar de minha cunhada e abocanhar tomando todo o leitinho porem fui empurrada num desespero louco e alucinado por minha cunhada que caiu de boca em tudo aquilo sorvendo ate a ultima gota não deixando nada para mim.
Fiquei puta quando elas totalmente saciadas se atracaram num beijo indo pra dentro do carro informando que era muito perigoso permanecermos ali.
Eu xingava muito maldizendo as duas quando meu amor sentou ao meu lado abraçando me carinhosamente informando que ia acabar comigo quando chegássemos em casa o que respondi prontamente que com o tesão que estava daria ate pro cachorro com elas rindo e fazendo me rir muito também.
Estávamos quase chegando em casa com minha cunhada dormindo no banco traseiro e minha dona acariciando meus seios quando num grito repentino ela ordenou que parasse o carro o que obedeci prontamente sem nada entender.
Saindo rapidinho do carro ela me chamou enquanto corria para o meio da praça segurando um enorme vira lata e quando perguntei porque estava fazendo aquilo ela lembrou o que tinha dito mandando eu da pro cachorro ali no meio da praça.
Vendo minha resistência ela me deu um forte tapa no rosto rasgando meu vestido deixando me somente de calcinha no meio da rua e puxando pelos meus cabelos me levou para o centro da praça do largo do Arouche onde fui colocada Por ela de quatro na grama enquanto ela direcionava o cachorro pra trás de mim onde com algumas lambidas ele montou em mim tendo seu pênis direcionado por ela primeiro em meu cu que com uma única e rápida estocada afundou de uma só vez fazendo me gritar muito de prazer pela humilhação e as estocadas rápidas que o cão dava em meu cu.
Gemia muito gozando avassaladoramente com alguns homens em volta apreciando o espetáculo quando ela tirou tudo aquilo de meu cuzinho e direcionou para minha boceta onde cheguei a me mixar toda de tanto prazer sentindo seus jatos de porra incessante inundarem minha boceta.
O cão socava forte em mim com minha dona segurando em meus cabelos levantando meu rosto enquanto dizia se estava gostando me chamando de puta safada vadia e outros nomes mais quando explodi num gozo estonteante com o cão enchendo minha boceta de porra enquanto ela segurava o nó que não entrou em mim.
Tencionava lamber o pênis daquele invasor quando ouvimos alguém gritar pra galera no bar próximo:-Vem gente ver a mulher dando o cu pro cachorro aqui na praça.
Por mim ficaria ali mesmo e foda porem minha dona carinhosamente me pegou pelos braços e saímos dali rapidinho.
Chegando em casa fui tomar um banho pois estava me sentindo suja e enojada e quando cheguei no quarto enrolada somente em uma toalha vi minha cunhada sendo fodida pela língua do meu amor e ao pular no meio delas fui lambida pelas duas que me premiaram com fortes orgasmo onde transamos ate as honze horas da manha só parando porque tínhamos que ir despedir do meu sogro
Minha sogra voltou para o interior meu boizinho alugou um apto no centro tirando meu amor da rua dando um emprego a ela em sua empresa e pelo menos uma vez por semana nos reunimos eu minha cunhada minha dona e meu boizinho que após sentar gostoso no porrete da dama come bem gostoso nos três dedicando maior carinho e atenção a mim sua esposa vadia e infiel.
Beijos:
Deborha
camilledicarli@bol.com.br

 

Esposa infiel - parte VII

Tudo ia bem em casa onde passava o tempo todo com meus sogros onde era comida de varias formas jeitos e maneiras,ficando ate tonta com a performance principalmente de minha sogra que fazia me gozar muito em sua boca.
Minha única reclamação era eles não deixar eu dar pra mais ninguém apesar de ser meu grande desejo principalmente quando passava pelos funcionários do prédio com os minúsculos shortinhos todo socado ou as saias que eram super curtas sem nada por baixo.
Sentia uma pena enorme deles que para atiça-los cada vez mais abria as pernas levantando a saia para que vissem minha boceta carnuda e lisinha sempre babada.
Certa tarde após mais uma sessão de foda onde gemi gostoso com meu sogro socando seu porrete em meu cu enquanto minha sogra lambia ferozmente minha boceta e ao gozarmos caímos um ao lado do outro para um gostoso descanso.
Vendo meu sogro e sogra dormindo sai dali rapidinho correndo para o andar de cima e assim que a porta do apto se abriu corri pra dentro e para minha surpresa era a noiva do meu amigo que já estivera muitas vezes dentro de mim quem atendeu a porta.
Quase morri com a surpresa e o susto do momento e meu amigo vindo da sala vendo meu estado com sua noiva boquiaberta pedindo explicações correu em minha direção me abraçando enquanto perguntava:
O animal do seu marido te agrediu de novo amiga?dando uma piscadela pra mim que confirmei enquanto chorava teatralmente.
Ao sair do banho a noiva do meu amigo me ofereceu um vestidinho branco que por ela ser bem mais baixa e magra que eu ficou muito justo salientando meus seios com uma minúscula calcinha que sumia no meio de minha bunda que estava toda a mostra.
Vendo que estava muito indecente segundo ela correu para o quarto informando que ia procurar algo mais comportado para mim,nisto aproveitando que estava somente eu e meu amigo na sala me atirei em seu braços beijando muito sua boca e em pouco tempo estava com ele todo atolado em minha boceta molhada e sedenta onde gozou rapidinho me expulsando dali me chamando de louca,puta safada e gostosa.
Sai dali descendo direto para a portaria com alguns vizinhos chegando do trabalho muito deles reprovando minha atitude e ao chegar na sala da portaria sentei em uma cadeira me abrindo toda mostrando minha boceta toda melada para a rapaziada que não sabia o que fazer mesmo porque todos os condômino me viam ali.
Tomada pela pomba gira me arreganhei toda metendo os dedos na xana tocando uma deliciosa siririca quando um dos meninos avisou que meu boizinho tinha acabado de chegar e as donas Maria estavam me entregando para ele.
Sorrateiramente me recompus e caminhei discretamente ate eleS na intenção de meter a mão na cara daquelas vadias e mau amadas quando em resposta a elas meu boizinho disse: - O lha senhoras não sei mais o que fazer com aquela vagabunda.Vou ter que pedir divorcio e mandar ela ir plantar batatas.
Puta da vida sai dali correndo em direção a rua com meu boi atrás de mim e vendo que não tinha condições de me alcançar voltou para pegar seu carro enquanto eu peguei um táxi e rumei para o centro de sampa.
Caminhava sorrateiramente pensando na vida sendo ate confundida com as meretrizes do lugar quando os cartazes de filmes adulto me chamou a atenção e após comprar o ingresso entrei num cinema aparada por um lanterninha.
A sala estava muito escura um forte cheiro de urina e porra pairava no ar e na tela duas mulheres se lambiam com um negro todo enfiado no cu de uma delas.
Por sugestão do lanterninha sentei bem no meio do salão onde se tinha plena visão de toda sala.
Estava muito excitada com a cena de sexo e os gemidos que viam da tela e das pessoas se pegando nos cantos do salão.
Estava com a calcinha nos joelhos e os dedos todos atolados na boceta gemendo descaradamente quando percebi um bando de homens a minha volta alguns com os pênis pra fora apontando pra mim com um engraçadinho sentado ao meu lado alisando minhas pernas.
Muito mais por charme me fiz de difícil pedindo que paracem me deixando em paz saindo dali quando um negro informou que pudesse ficar a vontade que só iam fazer comigo o que eu quisesse.
Sentindo um fogo na boceta tirei a calcinha e atirei para ele que após dar uma forte cheirada guardou em seu bolso enquanto eu abrindo bem as pernas coloquei uma delas no braço da cadeira ficando bem exposta alisando gostosamente os seios duros com uma das mãos enquanto tinha a outra praticamente toda dentro da boceta.
Gozava muito com aqueles homens esperando meu sinal para caírem em cima de mim e quando num gesto de pura loucura chamei um deles ajoelhado a minha frente com o dedo indicador em segundos ele estava sentado no chão em minha frente chupando loucamente minha boceta.
Estava entregue com alguém fazendo um delicioso carinho em meus seios enquanto aquela língua ia fundo em minha boceta quando fomos surpreendidos por uma mulher loira e alta que fez me recompor a postura afastando todo mundo dali deixando me puta com sua atitude.
Ela sentada ao meu lado após descobrir que era tudo sob consentimento meu,chamou me de louca que assim eu poderia pegar alguma doença e por descobri que era depravada e cachorra pegou em meus cabelos arrastando me dali.
Apesar do medo de minha total submissão aquela mulher antes de chegar na rua me encostou na parede forçando uma perna entre as minhas avisando que eu seria dela a noite toda e se ficasse boazinha ela me deixaria ir no dia seguinte lembrando me com um forte tapa na cara que se tentasse alguma gracinha ela me quebrava na porrada.
Toda aquela situação só me deixava mais tesuda e fogosa e enquanto caminhava na avenida são joão por volta das vinte horas obedecia cegamente todo o que ela mandava como que levantar a saia enquanto caminhava mostrar os seios,com isso eu gozava copiosamente tendo ate que me escorar para não cair e quando chegamos em frente a um prédio na esquina com a barão de limeira ela mandou que parasse e tirasse o vetido.
Ao fazer isto quase fui ao chão com o forte orgasmo que tivera e entre assovios beliscões e passadas de mãos fui levada a um quarto no terceiro andar onde fui jogada na cama e depois de levar vários tapas na cara fui obrigada a chupar o porrete daquela travesti que em poucas estocadas inundou minha garganta de porra onde tive que engoli tudo com ela puxando meu cabelo e apertando muito meus lábios.
Adorei quando ela me pegou de quatro afundando todo seu porrete bem maior do que o do meu marido carinhosamente em minha boceta onde me comeu de uma forma magistral deixando me apaixonada pela aquela tora.
Estava extasiada e morta de tanto gozar quando ela saiu de mim e após lamber muito minha boceta e cu lubrificou meu cuzinho trocou a camisinha e me comeu carinhosamente de todas as formas que uma mulher merece ser comida.
Eu arfava ,gemia chorava e desfalecia com tudo aquilo socado em mim e quando ela me comeu embaixo do chuveiro encostada na parede comigo sentada em seu colo juro que morri de tanto gozar tendo que ser conduzida ate a cama onde dormi gostoso nos braços de minha dama de paus segundo ela.
Pela manha acordei com ela lambendo carinhosamente minha boceta e mesmo eu implorando que me comece ela negou dizendo que estaria me esperando logo mais a noite,se eu topasse é claro e assim dei um bom dinheiro pra ela já garantindo minha próxima noitada e após dormir o dia inteiro trancada em meu quarto sob os protestos
De meus sogros e marido acordei por volta das dezoito horas e após um banho e lanche reforçado corri para lá vestida somente com um sobre tudo e salto alto e quando a porta se abriu estava peladinha na frente de minha dona que me recebeu com um bofetão na cara me chamando de depravada avisando que não queria sua mulherzinha andando nua por ai enquanto me puxava pelos cabelos me jogando na cama onde passamos uma estonteante e louca noite de amor.
Confesso que estou apaixonada por essa dama que mandou me preparar pois quer me apresentar para suas outras amigas.
Meu boizinho vive reclamando ultimamente que tenho deixado ele na saudade e após combinar com minha dona vou apresentar ela a ela no próximo fim de semana e juro a vocês que assim que acontecer volto a relatar como foi.
Beijos

deborha

 

Marido corno e viado

Casei muito nova por imposição de meus pais que queriam ser parentes de pessoas influentes,como e´de costume nos interiores deste pais.Na época era magrela e rosto sardento como quase toda pré-adolescente que ainda sonha com seu príncipe encantado montado em seu garboso cavalo branco.
Meu príncipe,após nos casarmos com uma grande festa que durou mais de três dias tornou-se um grande e asqueroso sapo daqueles cururu bem grande,principalmente quando morando em uma casa em uma fazenda vizinha a minha família,tinha todo o tempo.
Após os afazeres domésticos passava horas me cuidando e com isso fui ganhando um corpo bonito e estonteante segundo os nossos amigos.
A menina magrela e feiosa deu lugar a jovem senhora de seios médios e empinados com um bumbum arredondado e bem empinado,cintura fina e coxas grossas com pernas bem torneadas,bocetinha carnuda e sedenta,louca pra ser chupada,lambida,mordida e fodida com fúria amor e ternura como todo homem deve fazer com sua mulher principalmente porque era desejada por toda pionada da fazenda..
Porem para minha desilusão meu homem após trabalhar o dia todo cuidando do gado do pai fazia questão que tirasse suas botas e servisse a comida em sua mão,coisa que fiz sempre de bom grado,porem na hora do sexo ele me jogava na cama levantava minha saia arrancava minha calcinha e metia tudo de uma só vez fazendo me sofrer muito com isso e quando começava a sentir um pouco de prazer ele rosnava enchendo minha rata de porra caindo pro lado dormindo feito pedra.
Nesta época eu ainda não conhecia a masturbação por isso vivia sempre com cara de poucos amigos e muito mal humorada.
No primeiro natal após seis meses de casada fomos passar na casa de meus sogros na fazenda vizinha tendo a companhia de todos meus familiares principalmente mamãe e papai.
A noite estava realmente feliz e após a reza do terço e festeiro religioso,comum nas grandes fazendas caímos no forró onde dancei com todos os homens presentes,todos parentes criados e amigos da família.
Em cada rebolada sentia a bocetinha cada vez mais molhada e tesuda com as variadas formas e tamanhos de pintos que encostava nela.
Foda mesmo foi quando um cunhado me pegou de jeito para dancar e por esta um pouco embriagado me abraçou envolvendo todo seu corpo ao meu com a mão em minha bunda forçava minha boceta em seu porrete que crescia cada vez mais no meio de minhas pernas deixando me louquinha e extasiada com um fogo no rabo que nunca havia sentido igual.
Em certo momento meu cunhado me arrastou enquanto dançávamos para os fundos da casa próximo ao jardim e antes que esboçasse qualquer reação ele já estava com uma das mãos em meus seios e outra dentro de minha calcinha dedilhando gostosamente minha boceta molhada e lisinha enquanto beijava loucamente minha boca fazendo me explodir em gozadas avassaladoras e estonteantes deixando me molinha de tanto prazer.
Mesmo sabendo que era errado desejei que me possuísse e quando me encostei na cerca do jardim deixando clara minha intenção meu cunhado ajoelhou em minha frente ficando com a cabeça embaixo de minha saia e após lamber muito minha boceta por cima da calcinha afastou ela pro lado e quando meteu fundo sua língua em mim foi inevitável um gemido meu com sua língua serpenteando dentro de minha boceta.
As lagrimas escorriam abundantemente em meu rosto comigo chorando, gemendo,arfando e gozando muito como nunca havia gozado antes que não percebi a chegada de minha cunhada e quando dei por mim estava somente eu e ela ali abraçadas com ela me consolando.
Fingindo esta passando mal fui conduzida por ela ate um dos quartos,foda mesmo foi caminhar coma a calcinha arriada e a boceta toda babada.
Já no quarto após um banho frio deitei e adormeci sentindo uma calma enorme na alma sendo a mulher mais feliz deste mundo.
Acordei de madrugada com alguém alisando minhas pernas e por esta muito escuro não dava pra saber quem era por isso fingi dormi e com isso a mão de veludo avançou entre minhas coxas e quando dei por mim ela já estava dentro de minha calcinha onde tive três dedos atolados na boceta.
Que mão maravilhosa e que dedos que faziam me gozar copiosamente.
De repente me temi toda com meu marido deitado ao meu lado como que acordando naquele momento veio para cima de mim beijando minha boca enquanto alisava meus seios e pela primeira vez mamou gostoso em meus seios arrancando de mim gritinhos de prazer e felicidade.
Fiquei mais calma quando sua mão dividiu espaco em minha boceta e mesmo morta de curiosidade me entreguei plenamente aos cuidados daqueles dois homens e desfaleci de tanto gozar.
Naquela escuridão era impossível enxergar alguém minha única certeza era que um daqueles dois homens era meu marido e após ser colocada de quatro cai de boca naquele pinto que tanto judiou de minha xaninha mamando feito criança apesar de nenhuma experiência enquanto aquela boca que trabalhava em minha boceta e cuzinho foi substituída por um majestoso porrete que após algumas dificuldade se alojou inteirinho dentro de mim fazendo me urrar de tanto prazer.
Não sabia se gemia ou lambia o pinto do meu homem e quando aquilo tudo começou um vaivém maravilhoso dentro de mim esqueci completamente de meu marido para desmaiar de tanto prazer gozando copiosamente com aquele porrete cutucando fundo em meu útero.
Aproveitando minha total submissão meu invasor atolou o dedo em meu cu e apesar da grande dor adorei tal gesto e quando ele tirou tudo aquilo de mim e pincelou na entrada do meu cu gelei de medo e após muitas tentativas para minha decepção e também do meu invasor ele voltou a atolar tudo em minha boceta onde com algumas estocadas gemeu muito enchendo minha boceta de porra deixando me mortinha de tanto gozar.
Dava pra perceber que os dois conheciam muito bem o local pois mesmo na escuridão total os dois saíram de mim com um deles se posicionando entre minhas pernas lambia ferozmente minha boceta deixando me limpinha e acessa novamente.
Gozando feito louca percebi que era meu marido quando ele saiu de minha boceta e veio beijar minha boca dividindo comigo meu gosto misturado com uma grande quantidade de porra.
Teria cuspido fora não fosse ele neste instante enterrar seu mastro dentro de mim numa única estocada fazendo me gemer alto quase me engasgando engolindo toda aquela porra e confesso que só não o amaldiçoei porque entrou fundo e com poucas,como sempre gozou um rio de porra dentro de mim.
Neste momento ele apesar de ter gozado continuou duro dentro de mim e enquanto beijava minha boca gemia mais que o normal por isso alisei suas costas arranhando fundo e fui descendo ate encontrar pelo tato uma cabeça enfiada em sua bunda lambendo muito seu cu fazendo ele se contorcer todo para em seguida gozar novamente em minha boceta.
Estava passada com esse acontecimento que não estranhei quando ele foi descendo lambendo meu pescoço seios barriga ate chegar em minha boceta ficando de quatro e co isso percebi que ele dividia sua atenção em minha boceta e com aquele homem atrás dele que pelo movimento do seu corpo indo e vindo em mim dava a clara intenção que estava sendo enrabado.
Confesso que fiquei muito enciumada com o prazer que o filho da puta tava tendo sendo que sempre negou isto a mim e muito triste e magoada acabei adormecendo não vendo o desfecho da trepada.
Acordei já com o sol a pino e após um bom e delicioso café tentei saber dele o que tinha acontecido conosco com ele se desvencilhando da conversa.
Ele fugia de mim o tempo todo e após o almoço deitei junto a ele na rede na sacada da varanda e quando toquei no assunto ele quis fugir depois quis me agredir quando perguntei se era meu cunhado que estava conosco a noite e vendo minha reação inesperada ele baixou os olhos enquanto lagrimas corriam de seus olhos saindo dali muito decepcionado com nossa conversa.
Estava sem ação quando minha cunhada veio sentar ao meu lado e enquanto conversávamos ela me confidenciou que seu pai não transa a anos com sua mãe e quando perguntei como ele se vira ela me respondeu:
-Ele não esteve com vocês ontem a noite.Agradeço por vocês ter ficado com ele assim pude dormir sossegada.
E durante nossa conversa esclarecedora descobri que desde pequenos eles são” obrigado” a satisfazer sexualmente seu pai que descobriu que o filho,meu marido,é o único que agüenta seu porrete no cu,por isso é obrigado a dar o cu ate hoje para o papai.
Após me abri com minha cunhada sobre meu relacionamento com seu irmão e por ela pedi minha ajuda pedi que me encontrasse a noite no quarto do pai.
Esperei ansiosamente pela chegada da noite e com isso tive que trocar varias vezes a calcinha de tão molhada que ficava e surpresa comigo mesma com a puta que tinha me tornado em tão pouco tempo.
A noite após um bom banho vesti uma camisolinha bem curtinha e transparente,uma minúscula calcinha que peguei emprestada de minha cunhada que me informou que seu pai adora e meu marido ao me ver assim quis transar comigo que sai rapidinho dali informando que se quisesse me comer teria que ser no quarto do seu pai.
Quando rumava pra lá encontrei minha cunhada de pijama com uma calcinha preta na mão e quando íamos entrar avistamos meu marido vindo em nossa direção todo apreensivo e quando chegou perto de nos sua irmã entregou a calcinha pro meu marido enquanto dizia:
-Vesti pro papai maninho.sei que você gosta.
E muito surpresa e com o tesão a flor da pele beijei loucamente sua boca enquanto sussurrava em seu ouvido pedindo que vestisse pra.
Pela primeira vez na vida notei meu marido todo excitado e feliz com a calcinha socada em seu rabo todo lisinho e depilado.
Meu sogro e sogra levaram um baita susto quando entrei beijando a boca de minha cunhada e de meu marido e após uma transa frenética entre nos três onde obriguei ele e sua mulher a ficarem no sofá me posicionei de quatro na beirada da cama e enquanto minha cunhada comia seu irmão no tapete informei a ele que meu cuzinho seria dele mais somente depois que ele saciasse minha sogra.
Enquanto gemia fazia caretas dedilhando minha boceta com dedos atolados no cuzinho vi meu sogro fazer minha sogra gemer como a muito não gemia,segundo ela e enquanto nos beijava ele socou tudo aquilo em meu cuzinho que apesar de ver estrelas agüentei firme e após ele gozar enchendo meu cu de porra caiu pro lado tencionando dormi quando meu marido saiu de sua irmã e caiu de boca sorvendo todo meu gosto no pinto de seu pai e vendo ele duro sentou nele que sumiu com grande facilidade em seu cu enquanto cavalgava gostoso gozando muito em minha boca enquanto minha sogra gemia muito na boca da filha
E foi assim que nos tornamos uma família mais unida e mais cúmplice um do outro.
Hoje meu marido esta muito mais carinhoso e delicado sendo que na fazenda e o homem responsável que ate engravidou a filha de um dos caseiros porem quando nos reunimos na casa de papai ele se transforma e Rebeca vestido com minhas roupas e sapatos onde eu minha cunhada minha sogra e Rebeca rebolamos gostoso na pica de papai que adora comer meu cu causando muito ciúme em meu marido.
Beijos.
camiledycarlli@bol.com.br

 

 

Picolé

Há muito tempo Pedro não via a cdzinha oriental, sua ninfetinha, Andreia. Semanas após o vestibular, ela se foi e o contato entre eles se perdeu. Pedro não sabia o que fazer até que, em uma noitada, encontrou a menina, agora universitária, toda montada, e mais sexy do que antes. O corpo liso mostrava que depilação era desnecessária para Andréia. Seu visual era mais feminino, mais delicado, enfim, a menina se tornava mulher...

E isso pedia uma comemoração, pensou ele. Ao reencontrá-la na pista de dança, a velha cumplicidade voltou e o funk inicial se transformou em uma pegação digna de quarto escuro. Pedro passava a mão nas pernas, agarrava a cintura, beijava fortemente Andréia e a chamava de coisas como "minha putinha, "minha cadela", enquanto roçava seu pau duro nela. Tanta pegação terminou em um convite educado para que se retirassem. Com o tesão a flor da pele, entraram no carro e mal se seguravam.

- Quanto tempo, Andreia, sua gostosa..
- Ai, Pedrinho, meu querido, tire a mão da minha perna...que saudades.
- Me dá mais um beijo, putinha gostosa...
- Sim, meu macho..

Pedro nem ligava mais para a mancha melada na calça, facilmente visível pelo volume nada discreto de sua vontade de penetrar, mais uma vez, aquele corpo suave e liso de Andréia.

- Vamos lá em casa?
- Claro. Vamos sim. Mas agora sou universit...

Antes de terminar, Pedro lhe deu mais um beijo ansioso.

- Calma, querido...

Andréia não se aguentava de tesão. Sentia sua calcinha entrar no rego, tamanho o tesão pelo reencontro com Pedro. Suando, tentava disfarçar.

- Ah, gostosa, quer ver seu macho de novo, não é?
- Não, não é isso...

Andréia sentia aquele conflito de algumas crossdressers iniciantes, quanto ao próprio pênis. Talvez isso acabasse naquela noite, pensou enquanto fantasiava sobre o reencontro. Lá fora, a paisagem parecia cada vez mais distante, e logo se pegou tentando se masturbar. Viu que Pedro não notou e disfarçou logo.

Pouco depois, chegaram à casa de Pedro.

- Lembra quando nos vimos a primeira vez, gata?
- Claro, querido.
- Então, entre...

Não foi possível entrar andando. Pedro a colocou no colo e a levou até o sofá.

- Minha japonesinha gostosa..
- Ai, ai...delícia...

Pedro abriu o zíper e Andréia se preparou.

- Sabe, ele está com saudades de você.
- Sim?

Andréia curvou a cabeça com a delicadeza de uma gueixa e começou a chupar o pau melado e duro de Pedro.

- Ai, delícia...você é ótima. Andréia, tanto tempo sem te ver...eu até tentei outras "meninas", mas nenhuma era como você.
- humm...sim...humm..ah..nnn..
- Você é uma putinha linda...tanto tempo...e parece que se lembra do meu corpo com detalhes.
- humm...ahhhh..sim, querido....

De repente, Pedro agarrou os cabelos de Andréia e a forçou até seu pau. Andréia sentiu o tesão pingando em sua calcinha. Tentou escapar, mas logo cedeu. Pedro sorriu.

- Querida, você está me chupando deliciosamente, mas espere um pouco.
- O que? Não, querido..deixa eu continuar...
- Calma, eu já volto. Sente-se aí.

Andréia se sentou e tentava esconder seu pênis duro sob a calcinha...sem graça. Pedro voltou com um isopor.

- O que é isso, macho?
- Nada, só umas cervejas.

Sem deixar passar mais um instante, sentou-se no sofá.

- Sabe, estou com saudade deste cuzinho gostoso...que tal você se sentar no colo de seu homem?
- Ai, delícia...sim...

Sem graça, Andréia tirou a calcinha e logo se virou de costas para Pedro. Sentou devagar. Após Pedro, ela teve poucos namorados e ainda não tinha flexibilidade para uma sentada brusca.

- Querido, devagar..
- Claro, dedéia...
- Ai que saudades deste cacete...
- Sim, dedéia...e eu morro de saudades deste seu cuzinho delicioso...ah...tá entrando...
- Sim, devagar....por favor...ainda não me acostumei...
- Calma, querida...mais...olha como entra. Sente ele latejando duro em seu rabo...minha putinha..mais um pouco..
- Ai, a cabeça..
- Sim, entrou. Agora você tem que ser uma boa japonesinha putinha e escorregar no meu pau...
- Ai, Pedro, eu te amo...humm..aii...nossa...

Andréia sentia-se bem, pois Pedro não a via de frente.

- Você é uma vadia gostosa...senta mais.
- Querido...ai..ah..me abre todinha...
- Vamos começar a cavalgada?
- Claro, amor...
- Sobe...
- Desço.
- Sobe...
- Desço...

Andréia sentia mais e mais tesão. Sua calcinha preta já não escondia seu pênis duro. Sentia vergonha e tesão ao mesmo tempo. Até que, de repente, sentiu algo gelado encostando na cabeça de seu pênis. Ao abaixar os olhos, viu a mão de Pedro segurando um picolé de limão. O susto a fez cavalgar bruscamente e seu pênis se retraiu.

- Ai....o que é isso?
- Gostou? Você vai gostar.
- Não, não...espera

Pedro a segurou com força enquanto a tocava com o picolé bem na cabeça do pênis.

- Ai, pervertido, o que é isso?
- Vou te fazer sentir tesão como mulher. Uma mulher com clitóris!
- Ai...uii

Andréia tentava sair, acelerando mais ainda os movimentos. Seu cuzinho esquentava e seu pênis esfriava, encolhia, enquanto Pedro socava mais forte.

- Ai, pare...não...eu...eu...
- Vamos, putinha...clitóris...
- Ai...eu quero me masturbar...
- Você vai...mas com o picolé junto.
- O que? Não, não...eu..

Pedro agarrou a mão direita de Andréia e a levou até o próprio pênis.

- Bate uma siririca com o picolé agarrado. Depois pode chupá-lo.
- Ah...ai...

Andréia pensava em seu pênis encolhido como um clitóris...um clitóris diferente...e lentamente começou a se punhetar com o picolé junto ao..clitóris. Pensamentos loucos lhe passavam pela cabeça, mas a sensação de culpa sumira. Enquanto isto, Pedro aproveitou para agarrar seus peitinhos e socar mais forte naquele tão desejado rabo oriental.

O tesão continuou até que o picolé estivesse na metade. Foi neste momento, sonhando com vários Pedros lhe alisando e comendo que ambos gozaram. Andréia sentiu as contrações do pau duro de Pedro em seu rabo enquanto ela mesma gozava de uma maneira estranha, diferente.

Após o orgasmo, Andréia levantou-se e pulou em cima de Pedro, beijando-o loucamente.

- Gostou, tesuda? Senti sua falta.
- Eu também, querido...
- Da próxima vez, vou querer você de biquini preto, fio dental.

Andréia sorria e chupava o picolé misturado com seu próprio gozo e se sentia livre, leve e solta. Pedro sentou no sofá e continuou alisando as pernas de Andréia. No dia seguinte, Andréia chegou atrasada na aula. Atrasada, mas feliz. Parou na cantinha, comprou um picolé, deu umas chupadas e se lembrou de Pedro. Imediatamente foi ao banheiro. Eles ainda se encontrariam novamente...

Fim

O vizinho da rola grossa

Olá pessoal, vocês já devem me conhecer de outros contos neste mesmo site, meu nome é Wicca. O que contarei agora aconteceu comigo ontem (Domingo, 20 de Dezembro de 2009), e ainda estou com o corpo todo doido.

Me mudei para um condomínio a cerca de dois meses, não falo e nunca falei com nenhum de meus novos vizinhos, ultimamente estou mais caseiro e pouco saio. Ontem fui ao shopping com alguns amigos, a fim de enriquecer meu guarda-roupas, para uma viagem que farei daqui há alguns dias. Foi uma tarde muito agradável, mas eu nem podia imaginar o que aconteceria antes do dia acabar.

Voltei para casa, estava uma noite quente, e não tendo nada para fazer nem para assistir, desci e fiquei no jardim lendo um livro. Minha atenção foi voltada para um cara de uns vinte e poucos anos, com um tom de pele bronzeado digno de quem freqüenta praia. Devia ter 1,80m, uns 80 kg, estava de bermuda e sem camisa, acredito que em seu peito se podia lavar roupa tranquilamente. Eu já o tinha visto algumas vezes, e confesso que na primeira vez que o vi, não pude deixar de ficar excitado.

Ele me perguntou, mostrando um cigarro:
- Você tem fogo?
- Não – Respondi o olhando dos pés a cabeça.
Ele deu uma ajeitada na rola, e isso me levou a loucura. Ele se apresentou dizendo que seu nome era Pablo.
Ficamos ali, em silencio por algum tempo, as vezes ele mexia no pinto (Que parecia já estar duro)e eu olhava discretamente por cima do livro. Me assustei quando ele pegou meu braço bruscamente e disse sem delongas:
- Eu já saquei a sua seu viadinho, você não tira os olhos da minha rola! Você quer levar essa rola nesse seu cuzinho arregaçado, quer?
Olhando para os lados, ele continuou:
- Tem alguém em sua casa – Fiz que sim com a cabeça, pois moro com meus pais.
Fiquei num misto de excitação e medo, ele se levantou (Ainda segurando meu braço com força), e saiu me arrastando discretamente.

Me levou ao térreo de nosso bloco, trancou a porta social do prédio (É totalmente proibido deixar a porta aberta), sentou na escada, e disse colocando o pau pra fora:
- Chupa essa porra!
Seu pau era assustador, devia ter uns 19 cm , e era muito grosso. Comecei a chupar, mas seu pau era tão grosso que mal cabia na boca, eu chupava com certa volúpia, engolindo-o até o talo (Coisa que não foi fácil de fazer!), ele dizia coisas obscenas, enquanto metia em minha boca com força.

Ele disse:
- Abaixa as calças que agora você vai ver o que é um rola grossa no seu cuzinho!
Isso me assustou, pois seu pau era muito grosso, e enquanto eu fazia o que ele mandara, ele colocava uma camisinha que tirara do bolso (Não sei, mas alguma coisa me diz que ele já tinha tudo em mente!). Ele deu cuspão em sua mão e passou em meu rabo, deu uma ajeitada colocando seu membro na entrada do meu cú, e segurando minha cintura, me puxou contra si com muita força, enterrando seu pau por completo em minha bunda, Senti aquela rola grossa rasgar todo o meu cú.
Ele mandou:
- Vai seu viadinho, rebola na minha vara!
Comecei a rebolar, e mesmo de costas para mim podia imaginar as caras de prazer que Pablo esboçava enquanto me xingava baixinho.

Fiquei ali rebolando por algum tempo, meu rabo já estava laceado das estacadas fortes que ele me dava, de repente a luz da escada acendeu (A luz se acende automaticamente por um sensor de movimento), rapidamente levantei minhas calças e ele fez o mesmo, seu pau estava visivelmente duro sobre a bermuda. Era uma maldita criança que atrapalhara aquela foda gostosa, após ela sair retomamos, desta vez ele me comeu em pé e com muito mais força. Como ele era mais alto do que eu, tive de ficar na ponta dos pés, o que me deixou com uma super dor nas costas (Mas valeu a pena!).

Nossas posições foram limitadas, devido ao local e a situação, já estava com o cú pegando fogo, quando ele anunciou que ia gozar, rapidamente se levantou me colocando de joelhos, e disse:
- Implora pelo meu gozo viadinho!
Fiz prontamente o que ele mandou, pedindo e implorando para que ele gozasse na minha cara. Ele o fez enchendo minha boca com sua porra quente, eu engoli tudo, e o chupei por alguns minutos. Ele me levantou e me deu um beijo na boca que jamais esquecerei, fechou o zíper da bermuda, e antes de subir as escadas me disse:
- Tô vendo que vou ter que te comer mais vezes!

Esta noite mal dormi querendo mais daquela rola grossa, estou esperando a próxima vez. Se você gostou deste conto (Ou dos outros), e está a fim de conhecer um garoto totalmente liberal, me mande um e-mail. Curto homens sarados, com corpos definidos ou que tenham um corpo legal.

Estou esperando seu e-mail, um beijo no seu...

wicca.hz@hotmail.com

 

Corno verdadeiro

Mas fantasia ou realidade, a verdade é que há muitos homens cornos, ou com o desejo concreto de o ser.
Eu me enquadro nesse meio, não fui corno por acaso, aliás, como muitos, me esforcei para me tornar um.
Casei-me com uma mulher bonita, com um corpo muito bonito, desde o início sempre fomos muito safados na cama, ela estava sempre pronta, e com um tesão incontrolável.

Nós, os cornos, temos adoração por nossas esposas, mas a minha, não vou dizer que seja o que não é Tenho lido muitos relatos de cornos, uns verídicos e outros tantos muito fantasiosos.
. Diria que é uma mulher normal como tantas, mas é a minha mulher, isso já faz a diferença. Negra, cabelos não muito compridos, mas muito bem cuidados, lábios carnudos, olhos negros, (tem um jeitinho safado de olhar), seios médios, coxas grossas, bumbum redondo e em pinado, uma xoxota com poucos pêlos, sempre muito bem aparados.
Como eu disse, não fui corno por acaso, começou mais ou menos numa brincadeira, falávamos de nossos antigos namoros, e ela me contou uma transa com um ex dela, dizendo que ele tinha um “pau enorme”, algo que mexeu comigo, e passei a imaginá-la com esse antigo namorado, mas nunca lhe disse nada
Aquilo não me saia da cabeça, passei a me masturbar pensando nisso, e meu desejo em ver ela com outro foi só aumentando, mas eu não tinha coragem de lhe contar.

Não sei se por causa desse desejo de ser corno, comecei a ver muita sensualidade nela, e comecei a dar algumas roupas provocantes, comecei por uma minissaia, e fui aumentando, sempre elogiando-a quando vestia uma roupa mais ousada, seguiram shortinhos, calças justas, roupas transparentes, e uma infinidade de calcinhas, modelos e cores, mas primava sempre pelas minúsculas e fio dental.

As vezes cheirava as calcinhas dela no banheiro, mas nunca sentia nada, até que um dia percebi que algo estava diferente, ela por si só estava muito cuidadosa, qualquer saída que ia dar, sempre se arrumava com esmero, pensei: “se ainda não me corneou, não demora”, mal sabia eu que já estava levando pontas a meses.

Um dia saímos os dois, e a deixei no banco pra pagar algumas prestações, a tarde quando cheguei, notei que a roupa que ela havia usado estava no varal, uma calça preta, uma blusa verde e o conjunto de calcinha e sutiã preto, tive a certeza, precisava agora de paciência para fazê-la me contar.
Ela se tornou ainda mais carinhosa comigo, e eu também com ela, eu sabia, mas queria que ela me contasse, e comecei a dar dicas, as vezes dizia que amava-a tanto que aceitava até um traição, desde que ela me contasse antes que outras pessoas viessem me contar.
Em nossas transas gosto de chamá-la de puta, safada, gostosa vadia, cachorra,(coisas que ela também adora) e numa dessas que a chamei de puta ela disse-me: “puta dá pra mais de um...” e no embalo falei: “minha putinha dá pra quantos quiser, minha putinha tem dado muito?” e continuei provocando :“tem dado essa bucetinha gostosa pra outros machos? Heim? Tem provocando muitos homens com essas suas calcinhas safadinhas né”, ela gemendo louca de tesão soltou :”... não... pra muitos não...” eu enlouqueci, bombava freneticamente em sua xaninha e falava cada vez mais coisas:” ele te pega assim? Heim putinha? Te fode gostoso assim? “

Ela doida de tesão começou a dizer coisas também:”... ai amor... eu não queria... mas aquele tarado é um bruto...” explodimos num gozo intenso, e ficamos um tempão abraçados sem nada dizer.
Após no s recuperarmos perguntei-lhe quem era o tarado bruto, queria saber de tudo, mas que não me escondesse nada. A seguir passo o relato para as palavras dela, serei o mais verídico possível, pois são palavras que nunca esquecerei.
“ È o Meneses, um colega de curso, houve um dia que saímos mais cedo, e ele ofereceu carona a mim e a outra colega, só que ela ficou primeiro, ele então me chamou pra conversar, disse que há tempos queria falar comigo, eu disse que tudo bem, ele então se dirigiu a um bairro novo com poucas casas e pouca iluminação, ficamos conversando e quando vi já estávamos nos beijando, ele disse: ”há tempos que tenho notado você, e tenho um desejo louco por ti.” Confesso que também deseja ele, então fomos pra um motel, quando lá chegamos ele me colocou na cama, tirou minha calça, quase rasgou minha calcinha, e começou a me chupar e bolinar meu cuzinho com um dedo.

pedi pra chupar ele também claro, quando ele tirou o pau pra fora assustei, ele sorriu e disse: “ nunca viu desse tamanho?”, nunca mesmo, enorme, grosso e reto, com a cabeçona vermelha, não consegui colocar nem a metade na boca, fizemos um 69 comigo por cima, ela me lambia desde o clitóris até o cuzinho, e ficava me enfiando o dedo , sentei então naquela tora e fui escorregando mas não conseguia por tudo, ele então me virou ficando por cima, e enfiou tudo, eu gemia e pedia para ele parar, mas ele ria e dizia: “ vai levar vara nessa buceta pra aprender, e vai dar pra mim sempre que eu quizer...” eu falava que seria só aquela vez que eu era casada, ele ria mais ainda e falava: “quem provou dessa pica sempre quer mais, você vai me dar é só eu querer, você agora é minha...” me fez gozar como uma louca.
Quando me deixou aqui próximo pensei, nunca mais saio com ele tarado, ele me deixou quebrada.
Passado uns dois dias saímos mais cedo novamente, ele nos ofereceu carona novamente, pensei em recusar, m as fomos todos, e mais uma vez ele deixou as outras meninas primeiro, quando estávamos sós ele disse: “ então, ta com saudade do meu pau?” falei:”você sabe que não podemos ficar de novo, meu marido pode desconfiar”, ele deu uma grande risada e respondeu: “ seu marido? Seu marido pode desconfiar de quê? Da puta que tem em casa? Seu marido sabe bem o que você é, e acho até que gosta, conheço bem mulher de corno, ou você acredita, que homem sério deixa a mulher usar essas roupas e calcinhas que você usa? Me engana que eu gosto” tentei retrucar: “ não fale assim do meu marido! Você não o conhece!”, ele riu debochando: “ tudo bem não vou mais falar do corno, vamos logo que meu pau já ta estourando”, seguiu pro lugar que se tornou repetitivo, nunca mais me levou num motel, estacionava sempre numa ruazinha escura e me fodia como uma puta de rua, e ria das vezes que me fazia goazar, lambia meu cuzinho e dizia” vai se preparando, que um dia vou entrar pela porta dos fundos”

E assim tem sido meu amor, sou mesmo uma puta, pois ele não me deixa, mas não faço por obrigação, gosto mesmo de dar pra ele, mas nunca dei pra mais ninguém. Pode fazer o que você quiser comigo”.
Na hora acalmei-a dizendo que a amava, e fudemos como nunca, foi uma noite de loucura. Nunca vi ela com ele, mas ela sempre me conta quando fica com ele, e as vezes chega toda inchada de levar vara dele, e isso já passam alguns meses.
Quero contatos como homens iguais a mim, que veneram sua mulher, que sabem que sua esposa dá pra outro, e que goste de trocar relatos de suas experiências.

lupera@bol.com.br


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