Contos Eróticos

Descobrindo o prazer (Como tudo começou)

By aventura.ctba
Olá caros leitores, meu nome é Carlos, 47 anos, 1,70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, , não sou bem dotado como os personagens da maioria dos contos eróticos, mas, me orgulho muito do meu amigo por até agora nunca ter me deixado na mão.
Prá vocês entenderem esta estória vou ter que voltar no tempo umas três décadas.
Conheci Jair quando tinha 18 anos, na época eu era um rapaz meio raquítico, magrinho, baixinho, meu corpo não tinha se desenvolvido como os rapazes da minha idade.
Jair ao contrário de mim era um rapaz viçoso, 19 anos, alto, forte, divertido, um cara muito legal, não foi difícil fazer amizade com ele, muitas vezes ele me defendia dos colegas quando zoavam do meu tamanho.
Por nossos pais freqüentarem a mesma igreja, também eram grandes amigos.
Jair sempre passava o final de semana em casa, e eu adorava quando meus pais me deixavam ficar na casa dele.
Seus pais cuidavam de um Clube de Campo, e na chácara tinha animais, piscina, bosque, resumindo, era um pequeno paraíso, aprontávamos muito lá.
Por ser imaturo e de uma família evangélica sexo era tabu, não sabia quase nada até conhecer Jair.
Vim descobrir o sexo de uma maneira diferente dos demais, mas confesso que foi muito bom e prazeroso, e sendo proibido era melhor ainda, talvez pelo fator perigo.
Meu pai e meu irmão mais velho eram feirantes na época e em casa, o costume era de ir pra cama cedo, pois três dias por semana levantavam às 3 da manhã e no máximo 3.30 h já deviam estar na estrada rumo ao Ceasa, pois as 8.00 começavam as vendas nos locais liberados pela prefeitura.
Em uma noite que Jair dormiu em casa, fui pra cama mais cedo e ele ficou na sala vendo televisão com meus pais e meu irmão.
Quando Jair ficava para pousar, dormíamos na mesma cama, pois no quarto só tinha duas camas e na outra dormia meu irmão.
Quando foram deitar-se, já passava das 22h, com o barulho que fizeram me acordei, mas continuei com os olhos fechados deitado de lado, Jair se acomodou por trás de mim.
Passado um tempo meu irmão pegou no sono e seus roncos ecoavam pelo quarto, percebi uns movimentos do Jair que logo me cutucou pra ver se estava acordado, fingi estar em sono profundo, então ele me encochou por trás esfregando seu pau na minha bunda, fiquei meio chocado pela aquela atitude, mas continuei quieto pra ver até onde ia sua ousadia, e pra ser sincero, também por que estava gostando.
Jair devagarzinho baixou minha cueca até os joelhos, tirou seu pau pra fora e foi roçando na minha bunda, me arrepiei quando a cabeça do seu pau tocou no meu anelzinho, eu tentava de todo jeito disfarçar meu sono.
Jair molhou seu dedo e enfiou devagar no meu cu, pela primeira vez senti algo estranho dentro de mim, confesso que fiquei um pouco injuriado, mas era bom.
Devagar ele retirou seu dedo, lubrificou seu pau, encaixou na entrada do meu cuzinho e tentou penetrar, mas conforme ia forçando, a cama rangia e ele recuava, e eu num estado de transe tentando não me denunciar que estava acordado.
Após várias tentativas sem resultado, ele desistiu de me penetrar.
Então pegou minha mão, levou até seu pau, colocou sua mão por cima e começou uma puhneta, senti seu pau pulsar na minha mão, não era muito grosso, mas estava enorme, na realidade 18 cm. Pra mim era imenso, pois o meu na época tinha no máximo 15 cm e bem mais fino.
Senti quando aumentou o ritmo e quando estava pra gozar retirou minha mão, abriu minha bunda e gozou com a cabeça na entrada do meu cuzinho, senti sua porra escorrendo por minha bunda, percebi que ele se limpou na minha cueca e devagar me vestiu novamente, depois se virou pro lado e dormiu.
Demorei pra pegar no sono pensando no que aconteceu, acordei com o despertador do meu irmão às 3hs, mas continuei de olhos fechados. Jair se levantou pra ir ao banheiro, ouvi meu pai e meu irmão se despedindo dele.
Quando o ronco do caminhão se distanciou, Jair voltou pra cama, eu continuei fingindo dormir pra ver até que ponto chegaria agora que estávamos a sós no quarto.
Não teríamos problema com barulho, pois o quarto dos meus pais era do outro lado da casa bem distante do meu.
Jair deitou-se de costa e ficou um tempo alisando seu pau, talvez criando coragem pra me atacar novamente.
Até que outra vez pegou na minha mão e levou no seu pau, desta vez não agüentei e dei uma apertadinha denunciando que estava acordado, ele se assustou um pouco e disse baixinho:
- Tou louco pra comer o seu cuzinho! Vamos brincar um pouco?
- Deixa vai, deixa! Só um pouquinho!
- Tá louco cara, se meus pais descobrem estamos ferrados!
- Vamos brincar um pouco, depois deixo você brincar comigo também!
- Jura? – Claro que juro!
- Então prove.
Jair pegou no meu pau e começou a punhetar, mas logo parou.
- Agora é você.
Pela primeira vez conscientemente, peguei num cacete de verdade e comecei a bater uma punheta pro meu amigo.
Seu pau estava enorme e duro, ele me pediu pra dar uma chupada e eu meio com nojo abocanhei seu pau meio desajeitado, mas aos poucos fui melhorando meu desempenho.
Adorei engolir uns liquido salgadinho que saía da cabeça do seu pau.
Jair gemia dizendo que minha chupeta estava deliciosa, parei quando minha boca começou a doer.
Jair me colocou deitado de barriga pra baixo, retirou por completo minha cueca, ficou pelado também e deitou por cima de mim esfregando seu pau na minha bunda, eu me arrepiava todo de tesão quando seu pau encostava-se ao meu anelzinho.
Jair saiu de cima de mim, abriu minhas pernas e até hoje não consigo expressar o que senti quando pela primeira vez sua língua explorou meu cuzinho, leitores só pra quem já passou por isso sabe do que estou falando, é uma delícia, eu me arrepiava da cabeça aos pés como se uma descarga elétrica percorresse por todo meu corpo, eu totalmente entregue ao meu amigo, esperava ansiosamente a hora de receber nas minhas entranhas centímetro por centímetro daquele cacete delicioso que daria adeus aos meus preconceitos, minha culpa e o cabaço do meu cuzinho.
Jair pediu pra que ficasse de quatro na cama ajoelhou-se por trás de mim, encaixou a cabeça do seu pau no meu buraquinho e foi forçando a entrada, embora a cabeça do seu pau não fosse tão grossa Jair teve dificuldade para me penetrar, pois meu cuzinho teimava em não ceder aquele invasor.
Com calma meu amigo salivou meu cu novamente e seus dedos trabalharam agilmente afim de lacear as pregas do meu cuzinho que bravamente iam resistindo àquela investida.
Quando estava mais relaxado, Jair colocou seu pau no meu cuzinho e foi forçando até que conseguiu passar a cabeça, dei um grito que não sei como minha mãe não escutou do seu quarto.
Jair tapou minha boca pedindo calma, mais a dor era intensa que não parava de chorar baixinho pedindo pra ele retirar seu pau.
Jair me disse que o pior já tinha passado, agora era só esperar que a dor logo passaria também.
Meu amigo vendo minha dificuldade em receber todo seu pau, sem tirar pra fora, me deitou na cama e com o peso do seu corpo por cima do meu, seu pau foi abrindo passagem estourando todas as pregas do meu cu, senti seu saco encostado na minha bunda e a dor era quase insuportável. Ficamos imóveis por um tempo até que a dor aos poucos foi desaparecendo, mas ainda deixava uma sensação de desconforto.
Com calma Jair foi se movimentando lentamente e devagarzinho a dor foi sumindo dando lugar a algo que nunca tinha sentido antes.
Agora eu já acompanhava seus movimentos sem dor e descobria uma nova maneira de sentir prazer, mesmo sabendo que era errado, estava adorando ser enrrabado pelo meu amigo.
Meu cuzinho já acostumado com seu novo invasor, não tinha mais dificuldade em receber o pau do meu amigo que me colocou de quatro novamente e metia forte na minha bundinha, às vezes tinha que diminuir o ritmo para que os rangidos da cama não nos denunciassem.
Jair me deitou de costa, ergueu minhas pernas no seu ombro e enfiou todo seu pau no meu cuzinho.
Dava pra ver em seu rosto, um semblante de vitória por ter dominado sua presa que agora acuada e indefesa não oferecia mais resitência aos seus ataques proporcionando ao seu algoz momentos de raro prazer.
Senti seu pau crescendo ainda mais dentro do meu cu, e com estocada forte, pela primeira vez senti sua porra inundando meu intestino, uma sensação muito boa de dever cumprido, por ter sentido e também ter proporcionado prazer ao meu amigo.
A partir desse dia sempre que surgia uma oportunidade nós dávamos um jeito de fazer um troca troca, até que um dia fomos flagrados pela irmã do meu amigo.
Soninha era da mesma idade minha 18 aninhos, 1.55m, morena clara, olhos verdes corpinho perfeito, seios médios, uma bundinha arrebitada e durinha, um tezãozinho de menina, quando ela nos viu ficou um pouco encabulada mas não disse nada, se afastou e Jair correu atrás dela.
De longe vi que eles conversavam muito, talvez meu amigo estivesse com medo que elas nos delatassem pro seus pais.
Depois Jair voltou e Soninha seguiu rumo a um galpão que ficava bem distante da casa principal. Jair me pediu para aguardar uns dez minutos e depois fosse até ao galpão, pois tinha uma surpresa pra mim.
Aguardei o tempo que ele pediu e encaminhei para o galpão, chegando lá, vi Soninha sentada numa caixa de madeira com seu vestidinho levantado e Jair agachado entre suas pernas chupava sua bucetinha, meu pau na hora deu sinal de vida, pois nunca tinha visto uma menina nua e também nunca tinha visto uma bucetinha na minha frente.
Fiquei num canto observando os dois tocando uma punheta, logo Jair se levantou e deu seu pau para sua irmã chupar, ela chupava com gosto o pau do seu irmão. Tempo depois meu amigo colocou sua irmã de pé escorada em umas sacarias levantou seu vestido empinou seu bumbum cuspiu na cabeça do seu pau e no cuzinho de Soninha e cravou seu cacete no cu da sua irmã, que jogava seu corpo pra trás para agasalhar todo o pau do meu amigo no seu cuzinho.
Jair estocava forte e profundo tirando suspiro de prazer da sua irmã, Jair aumentou o ritmo e gozou urrando enchendo o cu da Soninha de porra, Jair olhou pra mim e fez sinal para que me aproximasse.
Meio envergonhado cheguei perto e Soninha nem se importou com minha presença.
Jair me disse que sempre eles faziam isso, só que nunca meteu na buceta da sua irmã porque tinha medo de engravidá-la, então pediu que Soninha deitasse, levantou seu vestido e disse que era um presente pra mim.
Jair disse que ia ficar lá fora cuidando pra ver se não vinha gente.
Meio sem jeito, com vergonha e medo, me aproximei de Soninha toquei na sua bucetinha lisinha com uns pelinhos ralos olhei pro seu rostinho de menina moça, ela sorriu pra mim e apertou minha mão e disse:
- Vem que quero ser tua também.
Sem falar nada me ajoelhei e caí de boca na sua bucetinha chupando e mordendo levemente sua virilha, ela ali paradinha com os olhos fechado curtindo minha língua nas suas entranhas.
Jair pediu para nos apressar, então fiquei de pé, coloquei meu pau na entrada da bucetinha da Soninha e meio sem jeito fui forçando até que senti um estalo e meu pau rompeu seu cabacinho. Soninha fazia uma carinha de arrependimento e pedia pra meter devagar, pois estava doendo, me deitei sobre Soninha e mandei meu primeiro papai e mamãe, até que pela primeira vez gozei dentro de uma bucetinha.
Quando retirei meu pau, veio sujo de sangue, Soninha começou há chorar um pouco arrependida, mas logo se acalmou e se conformou por ter perdido seu cabacinho.
Logo depois veio morar na chácara um tio do Jair que foi contratado para ajudar seu pai a cuidar do Clube.
Jair ficou encantado com sua prima a Aninha, uma loirinha lindíssima de 19 aninhos, olhos azuis da cor do céu, seios grandes e firmes, cintura fina com quadriz largos, uma bundinha de parar o trânsito, ainda um pouco imatura talvez por ter sido criada no interior, mas de inocente não tinha nada.
Jair e Aninha logo começaram a namorar escondidos, e Aninha mostrou que era bem assanhadinha, pois tempo depois, já transávamos juntos no velho galpão Eu e Soninha e Jair com a Aninha.
Depois que começamos a transar com as meninas, nossos troca trocas foram ficando no esquecimento, pois era muito melhor com elas.
O tempo foi passando e talvez pelo efeito das vitaminas que tomava desde criança, fui crescendo e ganhando corpo, com 20 anos já era homem formado. 1.70m, 75 kg e bem afeiçoado, meu pau acompanhou meu crescimento, pois agora media 17 cm e bem mais grosso que o do Jair, que era um pouco maior19cm, mas mais fino. Soninha e Aninha esbanjavam beleza.
Nossos namoros foram oficializados, agora não precisávamos mais namorar escondido, tanto eu como Jair amávamos nossas namoradas, nossas transas a quatro continua até hoje, só que bem mais prazerosas, de vez em quando trocamos de parceiras, Jair fica com sua irmã e eu com minha concunhada.
Eu e Soninha e Jair com Aninha vamos ficar noivos, e pretendemos nos casarmos no mesmo dia.
Nossas aventuras não terminam aqui.
Em breve se for bem votado, continuarei narrando pra vocês nosso quadrado amoroso.
Se gostarem comentem, se não gostarem critiquem, pois só assim vamos aperfeiçoando o modo de escrever, abraços a todos.
aventura.ctba@ig.com.br

 

Um Chocolate Por Uma DP

Olá pessoal! Meus amigos me chamam de Wicca, moro no ABC em São Paulo. É meu primeiro conto aqui, e gostaria de compartilhar com vocês algo incrivelmente maravilhoso que aconteceu comigo na semana passada.
Era sábado e alguns amigos e eu havíamos marcado uma baladinha, combinamos de nos encontrar na casa de um desses meus amigos. Cheguei no horário em que havíamos combinado, mas devido a uma briga que minha amiga teve com seu namorado, ela não quis mais ir, consequentemente nós também não, pois ela quem dirigiria. Fiquei muito irritado, e fui para casa. Antes de voltar para casa, vi uma barra de chocolate e a levei comigo. A casa desse meu amigo era um pouco longe da minha casa, mais decidi ir andando, não queria chegar em casa tão cedo (Que ironia!) casa por isso decidi ir pelo caminho mais longo, pelo qual não estava habituado.
A rua estava deserta, a não ser por alguns carros que passavam por ali de vez em quando. Enquanto caminhava, eu falava ao celular e saboreava o chocolate, estava destraido quando vi que dois caras se aproximavam, fiquei assustado, pois pensei que eram assaltantes. Desliguei o celular e continuei, quando estávamos nos aproximando, atravessei a rua com medo de que algo me acontecesse. Já estava no meio da avenida, quando ouvi:
- Não vai me dar um pedaço desse chocolate não?
Foi a minha deixa, e sem pensar respondi sem olhar para trás:
- Se você me der um beijo eu te dou o chocolate e algo mais!
Atravessei a rua sem olhar para trás, pensei que eles não fossem levar aquilo a serio, mas quando vi os dois estavam dois estavam do meu lado, quando os vi de perto, não acreditei. Ambos eram super gatos, eram sarados, aqueles caras do tipo que você olha duas vezes quando os vê. O que havia falado comigo tinha os cabelos semi-longos, e estava com uma regata vermelha, bermuda de skatista e chinelos. O outro, tinha os cabelos arrepiados, estava de jeans e tênis, estava sem camisa exibindo uma tatuagem nas costas que me deixou exitado. O que estava de regata vermelha se apresentou:
- Eu sou o Brisa e esse aqui é o Beto.
Conversamos algumas bobagens do tipo; O que você faz aqui, e quantos anos você tem. Descobri que o Brisa tinha 21 anos e o Beto 23 e eram namorados. Foi o Beto quem disse:
- Você ofereceu e agora agente que esse chocolate.
- Você ainda não me deu o que eu pedi – Disse eu.
Ele deu uma risadinha malisiosa, e sem demora me deu um beijo de tirar o fôlego, ali no meio da rua mesmo. O outro disse, me puxando e também me beijando:
- Vai com calma eu também quero esse chocolate.
Após os beijos, cada um deu uma mordida no chocolate, o Beto disse:
- Agora que já demos o que você pediu, queremos o algo a mais que você ofereceu.
- É vamos para nossa casa.
- Mas, os dois e eu? – Perguntei com medo de uma DP, não estava tão largo aesse ponto.
- Não tem problema, o Beto só gosta de ver.
Ele me beijou de novo, desta vez pude perceber que um carro se aproximou. Pensei comigo mesmo: “Mais um! Socorro!” O motorista do carro parou e disse:
- Vocês não tem vergonha não? Deus está vendo isso! Que pouca vergonha!
Brisa disse segurando algo em seu bolso:
- Cai fora, ou eu descarrego uma na sua cara!
O homem foi embora ainda nos xingando, assustado perguntei:
- Você anda armado?
Levantando a camiseta ele respondeu:
- Foi você que me deixou armado!
Olhei aquele volume incrível dentro daquela bermuda, e sem perder tempo fomos para a casa deles. No prédio, a coisa toda já começou no elevador, ambos se revezavam me dando beijos e apertando a minha bunda, eu segurava seus paus duros como pedra, igual uma criança segura um pirulito. Ao entrar no apartamento, já fomos tirando a roupa, e sem esperar comecei a chupar o Brisa enquanto o Beto se punhetava sentado no sofá nos observando. O Brisa tinha um pau de uns 18x8, já o Beto devia ter uns 21cm. Fiquei ali chupando aquele gato por um bom tempo ia das bolas a cabeça, era língua pra todo lado. Ele me batia na cara e dizia que eu era uma puta profissional, um ninfeta arrombada. Colocando a camisinha ele disse:
- Fica de quatro que agora eu vou te enrrabar!
Fiz o que ele mandou, ele metia forte como um animal selvagem, me batia e me chamava de puta a todo momento, isso me enlouquecia mais e mais. O Beto já todo gozado, dizia:
- Vai Brisa, fode o cú dessa putinha por que ela quer vara!
Quando percebi já estava sendo comido pelo Brisa e chupando a rola do Beto, que socava aquele pau grande com tudo na minha boca. O Brisa perguntou:
- Ta gostando de ser comido por dois?
O Beto respondia rindo:
- A putinha é educada, não fala de boca cheia! Agora é a ninha vez de arregaçar esse cú.
Ele se sentou no sofá e eu sentei em cima, seu pau era tão grande que me fez delirar, comecei a cavalgar enquanto eles me batiam e me humilhavam. Naquela noite dei em todas posições possíveis, em um certo momento, Beto anunciou;
- Agora você vai ter duas rolas dentro do seu cú.
- Não, não sou tão aberto assim – Disse eu.
- Cala a boca, se era duas rolas que você queria, agora você vai ter as duas dentro do seu cú.
Rindo, o Brisa disse:
- Se seu cú não estiver não arregaçado, agente vai arregaçar!
Eles se ajeitaram, e entraram rasgando meu rabo, no começo eu chorei de dor mais depois essa dor virou prazer, um prazer indescritível, e me soltei pedindo mais e mais. Ambos disseram que não estavam mais se agüentando, e anunciaram que iam gozar, rapidamente tiraram as camisinhas. Beto enfiou seu pau em minha boca e afundou minha cabeça em sua rola urrando de prazer, só senti aquela porra quente cruzar minha garganta, engasguei e ainga tossindo, Brisa disse:
- Ta tossindo por que? Você vai engolir minha rola também!
Ele enfiou a rola na minha boca, mas não fez como o Beto, tirou gozando por toda a minha cara. Tocando uma punheta como se preparasse mais daquelas delicioso liquido, Beto disse rindo:
- Ah eu também quero gozar na cara da ninfetinha!
Beto gozou novamete me enchendo de porra. Naquela noite fui para casa mal conseguindo andar, mal havia terminado e eu já queria mais e mais.

Se você tem um amigo ou um namorado, enfim, e quer comer uma ninfeta putinha mande um e-mail:

wicca.hz@hotmail.com

 

Enrabado pela esposa por tocar punheta com as calcinhas dela

Mesmo depois de casado a maneira de conseguir aliviar meu tesão continuou a ser, tal como nos meus tempos de solteiro em que nunca arranjava mulher para levar para a cama, quase exclusivamente a punheta. Apesar de Raquel minha esposa ser uma mulher muito apetecível e ter a vagina bem aberta, minha inexperiência em matéria de sexo que não seja feito à mão, leva-me a ejacular muito rapidamente e a broxar com frequência o que desde há muito constitui um factor de dissuasão para a levar a abrir-me a pernas. Por outro lado Raquel também não morre de amores pelo tamanho diminuto do meu caralho e bagos e como não lhe faltam pretendentes muito mais bem abonados do que eu para a servirem não perde nada em dispensar os serviços do meu pau.
Bem ao menos como disse, resta-me o recurso à punheta. E á Internet já que outra das minhas taras é ser mirone. Sempre gostei de ver os outros fodendo e lembro-me de quantas fugas tive de fazer apressadamente por causa da minha mania de espreitar casais em locais impróprios enquanto esgalhava uma segóvia à mão. Graças á Net posso agora tocar descansado minhas punhetas vendo casais em acção. Não acho piada aos filmes de lésbicas nem aos de paneleiros, mas gosto de ver orgias em especial quando uma moça tem de dar para vários machos algo que nos locais discretos onde dantes os espiava nunca via. Aprecio muito os filmes porno de incesto, de sexo forçado, de humilhação masculina e dominação feminina pois neles revivo as cenas do meu casamento com Raquel e descobri também ter uma predilecção por filmes com travestis. Aquelas mulheres belíssimas, de corpos bem feitos, mamas grandes e empinadas, de voz gutural e grave, com um caralho e um par de tomates ao fundo da barriga, quase sempre muito mais maiores do que os meus apesar das formas e corpos deliciosos femininos e sensuais, excitam-me fortemente.
Aos poucos um novo desejo começou nascendo em mim. O de usar trajes íntimos femininos enquanto numa de mirone me punheteava e dessa forma ficar um pouco mais parecido com essas mulheres de caralho pendente que tanto me entesavam. Devo dizer que sempre gostei muito de tocar punhetas cheirando a calcinha e o sutiã de minha esposa, em especial quando ela vem de mais um dos seus encontros adúlteros e traz a rata e o cu a cheirar ainda ao caralho que a comeu. Muitas vezes quando Raquel está de bom humor deixa-me mesmo punhetear com a piça metida dentro da sua calcinha ou do sutiã e muito bem me sabem tais punhetas. Comecei assim, a partir de um determinado momento, a passar a assistir aos vídeos porno vestido com uma das calcinhas de Raquel e com um sutiã enfiado no peito. Com uma das mãos afagava meu caralho, ora por dentro da calcinha, ora por fora, e com a outra mão introduzida por dentro do sutiã apalpava meus peitos imaginando ter ali um par de mamas direitinhas e tesas como as de minha mulher, das actrizes porno e dos travecos efeminados que com o seu caralho e o seu saco ao penduro eram ainda mais bonitas e sexis do que as mulheres de verdade como Raquel. E calcinhas e sutiãs, de todas as cores e tecidos, mas sempre muito ousados e provocantes, sumidinhos e justos realçando-lhe o contorno das suas preciosidades de que todos se servem menos eu, é o que minha mulher tem mais. E como aquela fantasia me levava a orgasmos alucinantes!
Procurei sempre contudo não me vir nas calcinhas de Raquel para ela nunca notar as marcas do meu gozo. No entanto, inevitavelmente, havia sempre uma gota ou outra de esporra que acabava pingando na calcinha e que eu procurava remover da melhor maneira. Achei sempre tê-lo conseguido mas é claro que as mulheres têm um olho mais arguto do que o nosso, mesmo sendo homens como eu dotados de um lado mais feminino do que masculino. Acabou por descobrir que as manchas amareladas sobressaindo nas suas calcinhas de cores mais claras não eram resultado da descoloração provocada pelo Sol na roupa do estendal , mas resultado do sumo produzido pelos meus colhõezinhos imprestáveis como ela lhes chama, pois negam-me o vigor que eu precisaria ter para a satisfazer quando estou dentro dela.
- Punheteiro de merda – vociferou ela furiosa esfregando-me uma calcinha com o meu gozo melado já seco na cara – agora dá-te para tocares punhetas com a minha roupa íntima vestida? Já não te basta passares a noite tocando-te com a mão que até a cama estremece, e ainda tens que me sujar a roupa com esse leite de merda que estás sempre a verter dos tomates?
E como depois de vasculhar nas gavetas da cómoda constasse que todas as calcinhas praticamente ostentavam vestígios dissimulados do meu gozo, decidiu punir-me. E que óptima ideia ela teve!
- Meu tarado sem força na pila para satisfazer a mulher com quem casou mas com tesão suficiente para passar a vida tocando punhetas como quando não tinhas mulher – pronunciou com desprezo - Com que então gostas de vestir calcinhas de senhora, não gostas. Porquê, meu grande panasca? Não sabes mas eu explico-te. Porque com essa amostra de caralho miudinho que mede tanto como o meu dedo mindinho mas cuja grossura não lhe chega nem a metade, e com uns tomatinhos que mais parecem duas amoras, deves-te sentir mais fêmea que macho, não é mesmo? É por isso que quando te punhas em mim mal me metias esse teu tubinho ou ficavas logo com ele murcho ou o que ainda era pior para mim, desaleitavas-te todo. Porque não é o meu buraco do meio das pernas que atrai machinhos como tu, mas antes um bom caralho. De preferência grande e grosso como o que não tens e por que tanto suspiras. Pois hoje vou-te dar a provar um caralho desses que tanto te faz suspirar de desejo. Despe-te meu porco de piça broxa. Quando voltar quero ver-te todo nu e de joelhos.
Apressei-me a despir-me e a colocar-me de joelhos e Raquel saiu, voltando a entrar pouco depois. Vestia um corpete de vinil negro e justo ao corpo, oferta de um amante que se deve excitar tanto como eu quando a vê assim vestida, e trazia nas mãos um caralho grosso em silicone cuja cabeça imitava uma glande circuncidada, cor de rosa.
- Um caralho deste tamanho consegue bem consolar uma mulher – comentou exibindo-o aos meus olhos – Tem tamanho e consistência necessários para dar prazer a uma mulher mal fodida como eu era quando o comprei. Não é como o teu. E tem a vantagem de nunca se esporrar antes do tempo como tu me fazias, nem de ir abaixo como o teu, pica mole. Foi graça a ele, que antes de arranjar os amantes que tenho presentemente e com os quais gostosamente te corneio, me consolei tantas vezes já que o teu caralho não mo sabia fazer. Como já não preciso dele vou-to enterrar bem fundo no teu cuzinho, meu marido tão inútil na cama, e só espero que ele lhe dê tanto gozo, como deu à minha ratinha desconsolada.
Minha esposa prendeu o caralho numa cinta que lhe envolvia o ventre e aproximou-se da minha boca. Como ela parecia um traveco dos filme porno apesar da ausência do saco das bolas. Meu caralho levantou-se.
- É como digo, meu veadinho – comentou vendo-o insuflado – entesa-te mais um caralho armado que não tardará muito a enfiar-se-te no cu, do que a minha boceta húmida. Chupa-mo. E de quatro!
Com as mãos e os joelhos apoiados no chão introduzi seu pau cor de rosa na boca mas nem era preciso pois Raquel agarrando-me pelas orelhas forçou-me a engoli-lo todo começando a dar-me com ele na boca.
- Chupa-me a pica paneleiro de merda que tanto te divertiste masturbando-te com as minhas calcinhas postas – gritava-me ela puxando-me agora as orelhas – Chupa-me o pau enquanto te fodo a boca. Não é isso que fazem aos seus machos as fêmeas como tu que gostam de tocar punheta com lingerie de puta? Pois eu sou o teu macho e já vais provar com o meu caralho pelo cu dentro, punheteiro.
Depois de a ter mamado minha esposa tirou-me o cacete da boca cuspindo nele longamente. Com a mão espalhou o cuspo pelo cacete. Depois colocou-se atrás de mim examinando-me o olho do cu.
- Continua de quatro piça de esponja - ordenou – De facto ainda tens as pregas de trás intactas. És tão virgem de cu como o eras de caralho quando me conheceste e me fizeste tirar-te os três em tão má hora. Além do dedo e apesar das tuas tendências para seres una bicha nunca lhe deves ter enfiado nada de grosso. Ainda bem. Tal como te tirei a virgindade ao caralho vou-te igualmente tirar as pregas ao olho do cu. Com um caralho grosso e robusto como o meu estou certa de te fazer gemer, tanto como gemi eu da primeira vez que dei meu cuzinho ao Bernardo, aquele que dizia ser o teu melhor amigo.
Na verdade gemi quando aquela cabeçorra pressionada pelos movimentos de ancas de Raquel me começou a penetrar.
- Que é isso, panasquinha? Não te querias sentir como uma fêmea fodendo quando brincavas à mão com a pilinha e te aliviavas dentro das minhas calcinhas? – gozava-me – Pois agora já sabes o que sente uma fêmea sendo aliviada por um bom caralho. Espero que gostes mais do que fazendo à mão – e o seu pau dava-me forte no cu até Raquel se cansar dos meus gemidos.
- Paneleiro frouxo que nem com um caralho como o que devias ter nascido consegues apanhar no cu. Não penses que vou parar de te enrabar antes de te deixar este olhinho bem escancarado. Mas como estou farta de te ouvir gemer vou-te enfiar na boca a causa desta enrabadela.
Antes disso contudo voltou a fazer-me lamber-lhe o caralho de maneira, segundo me disse, a limpá-lo de algumas excrescências menos higiénicas removidas do meu ânus e a saborear com a língua o gosto que tinha um cu de paneleiro que só tocava punheta como eu. Depois fui buscar suas calcinhas onde minhas nódoas de esperma ainda eram visíveis e fazendo uma enorme bola com elas enfiou-ma na boca. Tive de a abrir até atrás para que aquela bola de calcinhas femininas com pingos impregnados de esperma me coubesse dentro dela.
- Atravancam-te mais a boca as minhas calcinhas que tanto tesão te inspiraram do que o meu caralho abonado, não é verdade meu maridinho de pilinha fina? – escarneceu – Pois espero que dentro da tua boca te despertem tanto tesão como te despertavam quando as vestias para tocares as tuas punhetazinhas que bem vais precisar dele quando te voltar a ir ao cu. Pernas bem abertas, bichona, que quero ver-te ao entrada do olhinho bem desimpedida.
E novamente por trás de mim enrabou-me pela segunda vez. agora com muito mais violência, puxando-me pelos cabelos, arranhando-me as costas e dando-me palmadas nas nádegas.
- Agora não podes gemer, pois não, paneleiro? – e o seu pau entrava e saía sem rodeios no meu cu – Achas que te estou a enrabar com muita força? Que é isso? Uma puta de verdade como tanto te imaginavas ser com as minhas calcinhas nunca se queixa da violência do caralho que a come. Afinal que tipo de puta és tu? Uma puta que só sabe tocar punheta? Acorda maridinho e aproveita o grosso caralho que a querida da tua esposa te arranjou, mesmo à medida do teu cuzinho. Sabias que o teu amiguinho Bernardo também me deu assim no rabo com o seu caralho portentoso de todas as vezes que me enrabou? E que em muitas dessas vezes eu usava uma dessas calcinhas que te enfiei na boca e onde ainda hoje se conservam os restos da esporra que verteste tocando punheta e sonhando seres uma puta muito dada como eu? Então de que te queixas, verga mole?
De nada, efectivamente não me queixava de nada tão teso me deixaram suas palavras, estou certo de que muito mais do que a sua enrabadela embora esta, tenho de admitir, não me estivesse sabendo nada mal. Ser bicha e apanhar no cu de uma mulher vadia como ela era de facto maravilhoso. Mas as palavras deixaram-me ainda mais em ponto de rebuçado. Então saber que tinha sido o sacana que se dizia meu melhor amigo o primeiro a tirar-lhe as pregas do cu, e que o seu caralho era muito maior do que o meu, punham-me quase à beira de ter um orgasmo. Provavelmente todos os meus amigos e conhecidos a andavam montando e eu rejubilava de tesão só de imaginar tal coisa. Ah, quem dera que isso fosse verdade e que todos nas minhas costas me apontassem como o marido frouxo e corno manso. Naquele momento Raquel não tinha razão em insultar-me de verga mole e incapaz de se pôr de pé pois que meu fininho e pequeno caralho estava todo distendido para a frente apesar das suas ordens para o colocar em baixo. Aliás a pressão que meu leitinho fazia para sair dos tomates era tanta que eu num certo momento não tive com que me conter e esporrei-me todo, molhando as paredes, os cortinados, os móveis da sala.
- Esporrador inútil – bradou Raquel furiosa – quando te deixava montar-me nunca foste capaz de me dares uma aleitadela assim. Porco! Nem nunca te aguentaste tanto tempo dentro de mim, sem gozares. Mas bastou encher-te a boca com o paladar das minhas calcinhas meladas com a esporra das tuas punhetas e ir-te ao cu para que te viesses como um garanhão que nunca conseguirás ser. Se fosses um macho de verdade eu mesma limparia convenientemente com a minha língua todos os vestígios do teu gozo para que nenhuma gota dele se perdesse fora do meu corpo. Mas como não passas de um paneleiro barato vou-te obrigar a provar o sabor do teu gozo tal como eu tantas vezes tive de provar contrariada o sabor do teu, meu ejaculadorzinho precoce.
Sempre vestida com aquele corpete negro, magnifico, que lhe confere ainda mais um ar dominador, colocou-me uma trela e como uma senhora conduzindo seu cachorro passeou-me ao redor da sala, obrigando-me a cheirar cada local onde minha esporra caíra, a lambê-la e a degluti-la até a fazer desaparecer por completo.
- Isso, meu cãozinho amestrado, lambe essa porcaria que fizeste, que quero tudo muito bem limpinho – seus pés apoiados no meu pescoço forçavam minha cabeça, obrigavam-me a chafurdar na poça de esporra - .Já limpaste tudo, paneleirote? Então não pares que tens ali mais. Vamos lá, cachorro. Deves gostar do paladar da tua esporra, não gostas? Afinal é uma coisa que todos os machinhos apreciam  muito.
Limpei tudo. E como complemento do castigo que levara tive de lhe comprar mais umas dúzias de calcinhas sexis e atrevidas com que ela gosta de se apresentar aos amantes e que me levaram quase o orçamento do mês pois Raquel disse logo que não mais voltaria a usar aquelas roupas com que o marido se pavoneara dentro delas de paneleiro e tocador de punheta. Mas generosamente minha esposa consentiu-me que eu ficasse com aquelas. E ao menos agora não preciso de me esconder para as vestir e ficar-me entretendo sozinho com a mão enquanto assisto vídeos porno na NET.

 

EUGÉNIO SADOC

Punheta na cona melada de minha irmã

Minha irmã mais nova Sara entrou a correr esbaforida no Café, naquela tarde de domingo, procurou-me com os olhos e chamando-me de lado para os meus amigos não ouvirem a conversa contou-me que nosso pai, pouco momentos antes, chegara a casa e não conseguira entrar pois que ela a fechara por dentro com a chave na fechadura precisamente para prevenir tal eventualidade. Pedia-me que inventasse ter sido eu quem o fizera por lapso e que mais tarde, entrando em casa pela janela do sotão resolvera o problema. Eu já imaginava qual a razão porque ela se fechara em casa e porque não abrira a porta ao papá mas quis ouvi-lo da boca dela.
- Porque te fechaste em casa com a chave na fechadura, maninha?
Sara corando lá me confessou que o tinha feito porque se encontrava com o namorado Carlos e nosso pai não ia querer muito de o saber.
- Não foi bem por isso – observei-lhe eu – Tu fechaste a porta à chave, minha vadia, porque levaste o Carlos lá para casa para te enroscares com ele, não foi? Não tens vergonha?
- Que é que tu a ver com isso? – respondeu-me ela furiosa – Pensas que toda a gente é como tu que se consola só com tocar punhetas? Vais desculpar-me perante o papá ou não?
Minha irmã sabia bem que eu ainda hoje adoro tocar pívias e ela própria com a sua boca, as suas mãos e as suas maminhas tenrinhas me ajudou a tocar muitas, pois por eu saber que ela abria as pernas ao namorado muito a chantageei para a obrigar a participar no meu desporto sexual preferido. Por isso respondi-lhe que lá procuraria convencer o papá que a história da chave não fora causada por ela com o fito de encobrir os seus pecados íntimos como meu pai devia estar desconfiando, desde que ela continuasse colaborando comigo. Porque embora goste muito de tocar punheta prefiro fazê-lo com uma mulher ao meu lado ou no corpo dela. E então o corpinho adolescente de minha maninha entesava-me de tal maneira que só pelo facto de ela me ter confessado ter acabado de transar com o namorado eu ficara de pau feito.
- Tarado – insultou-me ela – tu é que devias ter vergonha de andares a tocar punhetas perante a tua irmã que tem namorado em vez de arranjares uma garota que tas toque. Que é que tu vais querer mais que te faça se até a esporra que vertes nas tuas punhetas já me fizeste engolir?
- Ora –respondi-lhe gozando o tesão de a humilhar e de a forçar perante mim – tu és uma putinha bem bonita e eu um punheteiro como dizes. Nada mais normal que cobre de ti o resultado da tua putice com o Carlos, não te parece?. E contigo arranjo sempre uma maneira de tocar punheta como nunca toquei antes, assim como aposto que tu e o Carlos arranjam sempre umas novas posições para foder.
Minha mana lá acabou por concordar como sempre em submeter-se às minhas exigências e eu depois de nos lavabos do Café me ter masturbado imaginando estar a ver minha irmã apanhando do namorado no quarto lá contei ao nosso pai a história que minha irmã me preparara. Não me parece que ele tenha ficado muito convencido mas Sara livrou-se de apanhar uma tareia como tanto receara.
Uns dias mais tarde cheguei a casa vindo das aulas e reparei que a puta se encontrava mais uma vez fechada no quarto, gemendo muito pois Carlos era um indivíduo dotado de um caralho bem enorme que segundo Sara dizia gostava de lho meter bem até ao fundo. Muito fodiam eles. Era só os nossos pais não estarem em casa e a desalmada corria a levá-lo para pôr-se debaixo dele. Caminhei até à porta do quarto pé ante pé, tentei espreitar pelo buraco da fechadura mas não consegui ver nada mas consegui ouvir a fogosa da minha jovem maninha pedir-lhe entre dois gemidos de prazer:
- Vem-te Carlos por favor que eu estou-me quase a vir também.
Eles já deviam estar ali fodendo há algum tempo para a vaquinha pedir aquilo pois embora não tivesse nenhum experiencia de penetrar uma mulher sempre ouvira dizer que elas demoravam mais tempo do que nós a alcançarem o gozo. Carlos deve ter-lhe feito a vontade pois passado pouco tempo ouvi-a exclamar.
- Ahh, que boa esporradela a tua. Oh que bom, estou-me a vir toda.
Meu caralho estava todo levantado e eu que me ocorrera uma ideia tirei-o de fora e manuseei-o com uma das mãos enquanto batia à porta do quarto com a outra.
- Maninha – disse-lhe eu – não quero ser desmancha- prazeres mas encontrei o papá ali na rua, e ele disse-me que ia só passar na oficina antes de vir para casa.
Desmancha- prazeres seria sim se tivesse dito aquilo antes dele se ter desaleitado na cona da minha irmã. Mesmo assim enquanto metia a pila para dentro das calças ouvi-os dar um pulo na cama e percebi que ambos se vestiam à pressa, muito admirados com o meu aviso já que nem se tinham apercebido da minha chegada. Carlos sabia que o papá era algo violento e não queria por nada que ele o apanhasse no quarto com a minha irmã. Tratou assim de se escapulir pela porta dos fundos depois de ter beijado a Sara na boca e de me te agradecido. Minha irmã deu um arranjo na cama para não se perceber que houvera nela enroscanço e tal como eu queria nem se lavou esperando a chegada de nosso pai. Óptimo pensei, a putéfila devia ter a rata bem melada com o leitinho do Carlos e a mim apetecia-me mesmo gozar uma punheta com ela assim bem meladinha.
- Maninha vadia – disse-lhe pois gostava sempre de lhe dizer o que ia fazer e as posições que queria que ela se pusesse antes de esgadanhar a minha punheta – é agora que me vais pagar o favor que te fiz contando ao papá aquela peta da história da chave. Vais-me deixar encostar a piça entre a tua calcinha e a tua coninha assim bem esporrada como imagino deve estar, enquanto me punheteio.
- Taradão, que nem a irmã respeitam as tuas taras. Então não te atrapalha a chegada do papá ou vais-te punhetear assim tão depressa?
- Cala-te puta que cheiras a piça que tresandas – retorqui-lhe – sabes bem que nunca toco uma punheta apressadamente pois é uma coisa que gosto de fazer bem lentamente, para a saborear como deve ser. A chegada do papá foi um pretexto para fazer o Carlos ir-se embora mais depressa uma vez que já tinha esvaziado os tomates e me deixar a mim esvaziá-los agora da forma que eu aprecio.
Minha irmã insultou-me do piorio como sempre e os seus insultos só me faziam ficar com mais tesão. Ela sabia-o e eu não ignorava que gostava tanto como eu de sentir-se coagida às minhas fantasias.
- Vais ser um punheteiro toda a vida – e é verdade. – Se tivesses uma pila do tamanho da do Carlos não passarias a vida a tocar à punheta no quarto.
- E depois? Cada um fode como gosta – respondi-lhe – De costas puta, que a minha piça pode ser pequenina mas vai-se consolar tanto como a do Carlos quando estiver sendo punheteada mesmo na entrada da tua cona esburacada.
Minha irmã vestia como quase sempre na Primavera e no Verão uma mini-saia muito curta que apenas lhe tapava a calcinha. Que tesão ela não provocava em todos os rapazes do Liceu, e eu não era excepção, posso até confessar que minha irmã foi a moça que mais tesão e à conta de quem mais punhetas toquei na adolescência. Sara sempre chamando-me de nomes menosprezadores da minha masculinidade voltou-se de costas com o tronco ligeiramente apoiado na mesa da sala, pois tudo isto se passou na sala.
- As mamas de fora, maninha, que gosto bastante de te ver as maminhas e aposto que as mãos do Carlos fartaram-se de te dar uns valentes amassos nelas.
Sara despiu a blusa e o sutiã e eu aproveitei para lhe apalpar e apertar os bicos das mamas como tanto apreciava fazer sendo punheteado por suas mãos delicadas.
- Levanta a saia para cima, puta – e como ela me retorquisse não ser nenhuma puta e que às putas devia eu ir já que não arranjava graciosamente outra moça que não ela para me fazer desaleitar os colhões, respondi-lhe – Só uma puta com a cona muito quente é que não tinha vergonha de aparecer na rua com este pedaço de pano que te serve de saia e é ainda mais curta do que o meu caralho.
Sara levantou a saia para cima e eu admirei-lhe as coxas branquinhas e sedosas e a calcinha branca, muito justa realçando-lhe a formas das nádegas. Com a mini -saia como as que ela usava já todos os rapazes do Liceu lhe tinham vestido a calcinha muitas vezes e eu achincalhei-a o mais que pude lembrando-a disso para a convencer que ela não passava de uma reles vagabunda que tal como fazia comigo gostava de inspirar as punhetas de todos os rapazes da escola.
- Dás a cona apenas ao Carlos mas gostas de nos ver correr para a casa de banho quando exibes as tuas calcinhas a todos no recreio do Liceu, não gostas vaquinha? Pois então vais sentir agora a força da minha punheta na tua cona. Vamos, enfia-me a piça por entre a tua calcinha.
Nessa altura eu já baixara as calças e os shorts e minha irmã esticando os braços para trás agarrou-me na bilharda e escarnecendo dela ao dizer que poucos minutos atrás tinha estado com uma bem maior e mais grossa do que aquela introduziu-a por dentro da parte da calcinha que lhe tapava a rata. E que melada e húmida ela estava com o gozo do namorado!
- Pelos vistos o Carlos deu-te uma valente esporradela, não foi ó cona quente? – observei-lhe.
- Claro – foi a sua resposta – o Carlos é um macho de verdade com tomates de homem. Não os tem como os teus que pouco sumo produzem.
Era delicioso ouvi-la dizer aquilo, chamar-lhe puta e sentir o resto da esporra espessa do Carlos pingando-lhe da cona e lambuzando-me o caralho já bem mais grosso e insuflado do que habitualmente, muito apertadinho entre aquela e a calcinha.
- Fecha bem as pernas, mana – exigi-lhe – Quero sentir a piça bem apertadinha entre a tua cona, as tuas coxas e a tua calcinha, senão conto ao papá o que andas a fazer cá em casa com o Carlos.
Sara sabia bem como eu gostava daquilo tipo de punhetas que tocava com ela. Tratou de juntar as suas coxinhas entalando-me o caralho no meio delas e eu sempre apertando-lhe as mamas mandei que ela com as mãos junto aos meus colhões me envolvesse a piça na calcinha e me começasse a punhetear.
- Mas nada de o fazeres com pressas que quando estás a foder com o Carlos não o procuras despachar, vadia.
- Vais-me sujar a calcinha com a tua imunda esporra – comentou ela.
- Minha puta – retorqui-lhe – com a esporra do Carlos que vertes pela cona já suja há muito tens a calcinha.
- Taradão! Ainda fico grávida por conta das tuas punhetas e sem proveito nenhum.
- Minha puta! Estás preocupada em engravidares? Pois não devias. Com a esporradela que o Carlos te depositou hoje nos ovários não deve ser a minha esporrinha quem te vá assegurar descendência. E com um namorado tão bem provido de leite nos colhões mesmo que te engravidasse eu bem lhe podias sem favor atribuir a paternidade que ele nem iria desconfiar que o filho não era dele.
E nestes diálogos que me deixavam cheio de tesão as mãos de minha irmã por cima da tira de pano da calcinha iam-me tocando uma punheta memorável. Ela também estava húmida embora se fosse queixando que eu nunca mais me vinha e eu adivinhava que a sua humidade não era já só agora da esporra do Carlos, mas causada pela minha pilinha pequenina mas bem grossinha e cheia naquele momento roçando-lhe a entrada da greta, beijando-lhe os lábios vaginais com a minha cabeça bem melada, e com os amassos das minhas mãos no seu peito.
- Isso geme, puta, geme – dizia-lhe quando lhe torcia os biquinhos das mamas – que há pouco também gemias bem com o Carlos por cima de ti. Geme e diz-me como é sentires a minha piça lambendo-te a cona enquanto me tocas à punheta.
Minha irmã escarnecia de mim:
- Fininha e pequenina como tens a pila eu nem a sinto esfregando-me na rata – e as suas mãos cada vez com mais força puxavam-me a pila para trás e para a frente tocando-me uma punheta como só a Sara me sabia tocar. Meus quadris também não estavam parados já que com o movimento delas eu procurava imitar o movimento de uma foda a sério tal como via os actores fazerem nos filmes porno. E apesar das palavras de desprezo que a putazinha minha irmã ia proferindo e da foda que acabara de levar do namorado minha pila encostada na sua gretazinha devia estar-lhe dando muito prazer pois que apertava bem as coxas para não a deixar fugir.
- Ah porco que te estás a desaleitar todo na minha calcinha – gritou ela quando eu me comecei a vir.
- E não é só na calcinha, vabagunda – fiz-lhe ver – Hoje tal como o Carlos te faz vou-te molhar igualmente essa coninha de puta com a minha esporrinha. – e que jacto me saiu do cacete molhando-lhe a entrada da rata e ensopando-lhe a calcinha.
- De cada vez eu tiver de mentir ao papá para encobrir os teus pecados íntimos, é esta a receita que vou dar à tua cona – ameacei-a. Mas o brilho nos olhos de Sara dizia-me bem não recear muito a consumação da minha ameaça. Quem achou estranho foi a minha mãe. Com a calcinha toda esporrada Sara não a ia pôr no roupeiro da roupa suja e assim teve de a lavar à mão e a mamã quando chegou a casa viu-a a secar. Quis saber o motivo. À falta de melhor desculpa Sara inventou uma diarreia súbita que nem tempo lhe deu para chegar à sanita. Se minha mãe soubesse que tipo de descarga sujara a calcinha de minha irmã teria tido uma síncope.

 

RIBEIRO

Lugares apertados

No fim da tarde de hoje, eu já estava cansada, mas ainda não tinha gozado, apesar de ter entrado em boas rolas e ter comido dois cuzinhos, mas talvez pelo calor, o tesão estava fervendo a mil graus e eu queria muito, muito gozar bem gostoso. Tocou o telefone, era um dos meus fofinhos, ele gostaria de me ver em 20 minutos, se fosse possível e, por sorte foi. Passaram-se rápidos esses minutinhos e logo eu estava agarrada com ele, frente a frente, espada com espada e em sincronia nós dois apertando nossas bundas, rs... Levei-o ao chuveiro e caprichei no banho, tudo para aproveitar bem aquela bundona gostosa e sua boa pica duríssima, que por nada abaixava.

Chegamos na cama e ficamos namorando, beijinhos, bitoquinhas, carícias, abraços e muito romantismo. Então, ele me disse que daquela maneira acho que não haveria transa, só namoro, rs... Mas, que nada, ele não veio para namorar, eu acho, rs, por isso logo nos encapamos e começamos a fazer tudo o que tínhamos direito. Primeiramente ele me chupou, depois foi a minha vez. Em seguida, já o coloquei de franguinho assado, com um travesseiro sob suas costas para ter uma melhor visão do conteúdo. Comecei a beijar seu anelzinho rosa, seu saquinho e por fim engoli sua pica, tudo na maior delicadeza, enquanto isso ele era só gemidos de prazer. Daí a pouco, fui mais adiante, coloquei uma camisinha no dedinho e com jeitinho e bastante lubrificante comecei a penetrar bem devagarinho.

Quando achei que já estava no ponto, comecei a penetrá-lo com meu pau. Ele pediu calma, pois ele era muito apertadinho. Eu ri e disse que realmente era, apertado até demais. Meu pau entrou um pouquinho, mas ele pediu que eu tirasse, pois estava doendo. Então brinquei mais um pouquinho com o dedinho, até usei miligramas de pomada mágica, aí até que a pica entrou todinha, mas eu não podia mexer, rs... Pedi pra que ele saísse da posição de franguinho e ficasse de quatro. Fui por trás e comi um pouquinho mais, mas tive que parar. Ele disse que hoje estava muito dolorido. Quando tirei o pau, ele disse que estava se sentindo aliviado, rs... Que cu apertadinho, que não cedia mesmo, mas tudo bem... Outro dia a gente tenta de novo! Então foi a minha vez de dar o meu apertadinho. Aí eu fiquei na posição franguinho assado e mostrei meu minúsculo apertadinho piscante pra ele.

Se ele tivesse visto as duas picas grossas que entraram no meu apertadinho hoje à tarde, com certeza, não imaginaria ali um lugar apertado, mas por sorte, mesmo arrombada, depois eu fiquei apertadinha novamente, rs... Ele veio com jeitinho e disse que sabia como fazer, pois ele sentira na pele minutos antes, rs... Foi colocando devagarinho e logo estava me comendo com uma pegada bem forte, coisa que não consegui fazer com ele, mas eu não reclamo, adooooro, rs... Na continuação, pediu pra que eu ficasse de bruços e empinasse meu bundão. Atendi o pedido e ele veio com mais voracidade ainda. Comeu, comeu, suou, derreteu, mas não gozou. Com o intenso calor o jeito foi ir para o chuveiro de novo! Alguns minutos depois ele voltou e sentou-se em cima de um travesseiro bem no cantinho da cama. Cheguei em frente, ergui suas pernas e, novamente ele estava de franguinho assado.

Caí de língua novamente em seu cuzinho, enquanto isso o masturbei. Aí não deu outra, ele gozou muito. Eu, também quase gozei, saíram umas duas gotas contra minha vontade, pois segurei o que pude... Nisso pedi pra que ele se esticasse bem na cama pois eu queria terminar o meu gozo de uma maneira deliciosa, sentando em cima do seu pau e gozando na sua barriga. Ele até me olhou meio assustado e disse que tudo bem, mas não garantiria mais que seu pau ficaria duro, afinal ele tivera um orgasmo. Não tem problema, meio mole, já resolve minha situação. Coloquei uma camisinha na sua pica e sentei em cima, meio mole, mas não tanto, que foi o suficiente pra entrar gostoso. Como meu gozo estava parado no caminho, bastou algumas sacudidas pra eu gozar muito, meu fofinho até colocou as mãos no rosto, senão ficaria lambuzado até no rosto, rs... Eu pedi desculpas, não sabia que estava naquela situação, rs...

Saí de cima, exausta, com as pernas bambas. Meio tonta, me encostei na parede e fiquei ao lado da cama olhando pra ele todo suado e lambuzado, mas com as bochechinhas rosadas e feliz. Nesse instante ele disse que merecia um relato, citou até o nome que eu poderia usar: 'o apertadinho', com o que concordei na hora. Depois fomos ao banheiro juntinhos e foi aí que eu decidi mudar o nome para 'lugares apertados', rs, achei que ficaria mais amplo, rs...

Pronto, escrevi o relato, e, um daqueles em dias que estou bem inspirada para escrever, pois os detalhes bem picantes ficaram evidentes, coisa que vocês leitores adoram... Já o meu fofinho dessa história quente e molhada, já sabe, quando quiser vir de novo, basta dizer que é o rapaz do relato erótico ''lugares apertados''.

 

 Boneca Drikka

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Esposa infiel - parte III

Oi queridos olha eu de novo aqui para partilhar com vocês mais este conto que me deixa molhadinha só em lembrar,porem deixa eu me apresentar fato que não o fiz nos contos passados.
Sou uma menina de vinte aninhos olhos claros tenho um porte físico bem definido mesmo porque minha carreira artística exige.Seios e bumbum médios pra grande xaninha carnuda sedenta e toda depilada sempre molhada pois vivo no cio o tempo todo sendo ninfomaníaca,tendo que trocar de calcinha de três a quatro vezes por dia de tão molhada que fico vendo sexo e possibilidade de transar em tudo,isto quando estou sozinha pois quando meu boizinho esta comigo dou jeito dele me comer onde quer que estejamos.
Minha transa mais recente foi em um estádio de futebol e foi assim.
Como toda boa palmeirense adoro ver o timão se ferrar e meu marido sendo corintiano insistiu que fossemos assistir ao jogo do timão no interior de sampa uma vez que segundo ele tinha perdido o mando de campo e não podei jogar em casa. Casa?(risos).
No momento dei varias desculpas alegando que estava muito a fim de transar e que ficássemos em casa,porem como todo corintiano me dispensou preferindo o timão.
Fiquei puta da vida e vendo ele se trocar resolvi acompanha-lo lembrando que estaria no meio de um bando de homens que se abraçam e se agarram no pretexto de comemorar o gol,calma sãopaulinos,estou falando do curintians,pedindo que esperasse corri para meu quarto e após um banho rápido vesti uma mini blusa branca sem sutien bem decotada na intenção de que quando levantasse os braços meus peitos ficassem expostos,um shortinho de lã bem cavadinho também branco,tênis boné e lá fui eu.
Meu boizinho ao me ver com a bundinha praticamente de fora me agarrou e quase me comeu ali mesmo no saguão do prédio não fosse os amigos dele que chegaram justo nesta hora.
Estávamos em oito pessoas,cinco homens e três mulheres sendo a esposa e filha de nosso vizinho e vendo que elas estavam um pouco incomodadas com minha pouca roupa disfarçadamente corri ate meu apto vestindo uma saia verde clara por cima do shorts,só não o tirei porque estava sem calcinha.
Na viagem foi aquela agitação parecia um bando de crianças indo ao parque com todos me zuando mesmo porque era a única que não torcia pro timão.
Estava muito excitada molhando visivelmente meu shorts e como estava dirigindo fingi prestar atenção na estrada não vendo a hora de chegar lá onde gozaria muito somente pelo fato de ter contato com outra pessoa mesmo que não fosse meu marido.
Por imposição minha ficamos no meio da massa como dizem com minhas amigas morrendo de medo pelas constantes encoxadas e passadas de mãos que estávamos levando.
Com muita dificuldade conseguimos nos instalar bem no meio da massa e por implicação de alguns torcedores tive que tirar a saia pelo fato dela ser verde,acho, e ao fazer isso joguei ela na cara de um neguinho que estava atrás de nos sendo o mais agitado de todos.
Fazendo isto ele agarrou a sainha levando ao nariz cheirando-a enquanto me encarava com uma cara de safado e tarado.Pensei comigo:é hoje.
O jogo corria tranqüilamente com nosso amigo tendo que explicar cada acontecimento à sua filha e esposa e eu fingindo entender tudo prestava atenção no lance e nas explicações dele.
Como sou uma eximia dançarina rebolava gostoso ao som do batuque e quando finalmente saiu o tão esperado gol,do timão infelizmente,minha amiga me abraçou comigo aproveitando para colar meu corpo tremulo e febril ao dela respirando fundo sentindo todo seu perfume que me deixava cada vez mais tesuda quando fomos surpreendidas pelo neguinho que colou atrás de mim abraçando nos duas ao mesmo tempo.
Neste momento dei um gritinho para surpresa e espanto de minha amiga ao sentir tudo aquilo cutucar minha bundinha separado apenas pelo fino tecido do shorts e sua calça de moletom.
Percebendo minha ousadia minha amiga comentou que era louca e quando minuto depois saiu outro gol,vendo o moleque indo seco em nossa direção abracei minha amiga virando rapidamente fazendo ele colar na bunda dela para sentir todo o calibre do menino e com isso aproveitei para dar um beijinho meio sem querer no canto de sua boca enquanto o moleque colado atrás dela espalmava minha bunda enfiando a mão dentro do meu shorts deixando minha bunda toda exposta.
Estava delirando quando tudo passou ele sai de nos e minha amiga exclamou:que loucura colega.Esse menino é um jegue.
Neste momento segurei em suas mãos e disse:vamos ao banheiro?
Como ela excitou um pouco puxei-a pela mãos e vendo que o moleque não tirava os olhos de nos,dei uma piscadinha pra ele e saímos dali em direção ao banheiro.
Se não tivesse com muito tesão e vontade imensa de fazer xixi teria desistido de entrar naquele xiqueiro onde aprovetei para secar a danadinha e ao sair demos de cara com o garoto e outro amigo.
Tentando esconder o molhado na frente de meu shortinho tentei passar por ele meio de lado e neste instante ele colou em mim beijando minha boca,alisando meus seios me empurrando para um bequinho onde alguns meninos queimavam um fuminho.sem largar de mim ele por ser mais baixo que eu mamava gostoso em meus peitos enquanto com grande facilidade afastou meu shorts pro lado e afundou seu imenso pinto em mim numa única estocada fazendo me arfar gemendo muito atraindo a atenção da rapaziada que não tiravam os olhos de nos.
Gemendo e gozando avassaladoramente sem tirar os olhos da galera torcendo que viessem me comer também já com o shorts no joelho e a blusinha no chão me divertia com o desespero do menino que estava com minha amiga que não permitia nada além de beijo na boca e passadas de mãos em seu corpo.
Urrei,gemi e ate chorei de tanto prazer quando aquele moleque me estocava fundo rápido e veloz gozando juntinho comigo deixando me molinha.
Estava em espasmos quando ele me deixou toda exposta sumindo dali rapidinho e quando a rapaziada correu também,me recompus rapidamente com a policia chegando em seguida enquadrando todo mundo.
Vendo minha amiga que se urinou toda segundo ela de tanto tesão e medo abracei-a passando no meio da galera avisando que estava socorrendo minha amigo que tinha passado mal.
Ninguém entendeu quando encontramos a galera com minha amiga me chamando de louca por ter transado sem camisinha e foi assim que assistimos o final do jogo com ela grudada em minhas costas comigo enfiando a mão em sua boceta disfarçadamente com ela gemendo baixinho em meus ouvidos.
Ao termino do jogo nos perdemos dos homens e no empurra, empurra colei em sua bunda alisando toda as costas pescoço e num movimento mais ousado meti a mão dentro de sua calça e calcinha afundando os dedos em sua boceta muito molhada e ao tira-los lambi deliciosamente sentindo todo seu sabor com ela segurando na cintura de sua filha a nossa frente virou o rosto beijando ardentemente minha boca para dividir comigo seu gostinho e com o alvoroço da galera nos recompomos correndo para o carro onde aguardamos uma eternidade a chegada dos bois que aproveitaram para tomar uma cervejinha.
Enquanto esperávamos no carro riamos muito uma com a outra e mesmo receosas com a presença da filha foi inevitável um amasso bem gostoso entre nos com passadas de mãos lambidas ardentes.
Estávamos no banco traseiro e vendo o interse de sua filha em nos deitei o banco que ela estava caindo em cima dela beijando sua boquinha quente havida e inexperiente enquanto mamãe massageava seus lindos seios com ela suspirando forte com minhas mãos em sua bocetinha.
Não fosse a chegada dos homens teríamos transado ali mesmo.
No caminho de volta combinamos juntar panela na casa do vizinho do décimo andar que estava sozinho com sua esposa viajando.
Tudo combinado, fui tomar um banho com meu marido me pegando no banheiro para uma rapidinha me deixando mais acessa.
Como já era tarde e todos já estava lá reunidos e sem saber o que fazer vesti um minúsculo vestido preto básico e transparente sem nada por baixo salto alto e corri para lá pedindo ajuda para a minha amiga que se prontificou em me ajudar enquanto os demais ficavam bebendo.
Ao entrarmos no elevador já estávamos atracadas com beijos ardente gemidos e passadas de mão e chegando em casa nos jogamos no tapete da sala onde nos amamos eternamente num delicioso e frenético meia nove.
Foda mesmo foi quando ela se posicionou entre minha boceta colando na dela e num requebrado sincronizado desfalecemos de tanto gozar ficando mortinha uma ao lado da outra e quando pensávamos em sair dali demos de cara com sua filhinha sentada no sofá dizendo:adorei ver vocês transando...quem vai me comer também...
Simultaneamente caímos em cima dela e enquanto eu cuidava de sua boca e seios sua mamãe dedicava todo carinho em sua boceta virgem segundo ela.
E após umas três horas de amor as duas foram tomar banho deixando me mortinha no chão da sala e quando saíram do banheiro encontraram meu marido socando fundo em meu cu com seu pinto crescendo muito mais ao vê-las saindo abraçadinhas trocando caricias.
Convidamos elas a se juntar a nos porem por resistência da filha foram embora enquanto meu boizinho enchia meu cu de porra comigo aos berros prometendo que ia dar um jeito dele comer também a filhinha de nossos amigos.
Após gozar meu boi caiu ao meu lado comigo beijando seu lindo e adorado corpo e quando abocanhei seu pinto ele cresceu muito e antes que gozasse em minha boca sentei em tudo aquilo onde gritei gemi chorei me esperneei cavalgando em tudo aquilo onde passamos quase a madrugada toda transando com ele,por ter bebido muito,desfaleceu ao encher minha xaninha de porra.
Juro que tentei dormi após um banho,porem o fogo no rabo estava demais por isso sai peladinha indo ate a cabine da portaria onde fui seguida pela filha da vizinha que sentada no balcão teve a saia levantada a calcinha arrancada indo parar no calcanhar e enquanto eu lambia sua xaninha molhada sedenta e carnuda gemi gostoso com o vigia socando fundo em minha boceta posicionado atrás de mim.
Estava maravilhoso lamber aquela bocetinha enquanto alisava seus peitinhos com o vigia socando fundo em mim que contemplava aquele rostinho de anjo fazendo biquinho por isso segurei meu orgasmo ate ela gozar comigo gozando junto enquanto mordia o porrete do vigia com os músculos da boceta fazendo ele despejar rios de porra dentro de mim sem tira os olhos da princesa que despediu com um beijo em minha boca se recusando dar pra ele e vendo seu pinto ainda duro cai de boca mamando gostoso deixando ele durinho me posicionando de quatro na mesa onde gemi muito com ele comendo meu cu deixando-me toda ardida.
Por mim ficava ali pra sempre,porem a pedido dele fui embora já com o dia amanhecendo passando por alguns condôminos que me olhavam assustados e atônitos ao me ver entrando no elevador toda despenteada com o corpo avermelhado e sua de porra totalmente pelada.
Chegando em casa vendo meu boizinho deitado no chão cai de boca em seu pinto fazendo ele encher minha boca de porra acordando em seguida e antes de sair para o trabalho me comeu gostoso deixando-me mortinha no tapete da sala comigo acordando por volta das dez da manha e após um lanchinho básico corri para o apto da vizinha vendo a filhinha sai indo para o colégio onde passamos a tarde toda transando e como sou uma menina muito má fiz ele desfilar pelo jardim do condomínio somente de calcinha e sutien sedendo ao seu pedido que por mim iria peladinha,e quando retornou cai de boca em sua boceta que quase me afogou de tanto que avia gozado no passeio apesar de afirmar estava morrendo de vergonha.
Desde deste dia meu marido e os porteiros tem sofrido em nossa mão pois agora são duas devassas e em breve seremos três.
Beijos
camilledicarli@bol.com.br

 

Eu e mamãe

Morámos sozinhas em uma humilde casinha em Santana zona norte de são Paulo onde mamãe trabalhava como auxiliar de enfermagem dia sim outro não e fazia faculdade de medicina só tendo tempo para mim a noite quando volta da escola e jantámos juntas para colocava a conversa em dia.
Mamãe vive muito preocupada comigo que a exemplo dela nunca gostei de muita roupa ficando nua o dia todo dentro de casa.
Mamãe me da muitos conselhos a respeito dos homens avisando que eles só querem comer a gente,acho que por ela ter se casado muito cedo engravidando logo em seguida e por não ter dado certo com papai não queria o mesmo para mim e com isso me protegia com unhas e dentes mesmo porque sou uma menininha muito sapeca e extrovertida com um belo corpo e muito bonita.mamãe vive dizendo que esta muito preocupada comigo me chamando de menina do sorriso no canto da boca.
Sei tudo a respeito de sexo instruída por mamãe e por documentários de saúde da mulher que mamãe recebe mensalmente e principalmente pela net onde passo quase todo meu tempo navegando.
Dias desses mamãe me ligou a tarde avisando que por ser semana de prova ia direto para a faculdade e que trancasse bem a casa pois ia chegar tarde.
Depois de fazer os deveres tomei um banho e fui navegar.
Em certo momento fui convidada a teclar com uma pessoa de nik casadinhaexibacom cam.tratava de uma menina de pouca idade muito bonita e gostosa vestindo somente uma minúscula calcinha branca de rendinha e quando ela posicionava a cam para o meio de suas pernas dava pra ver toda silhueta da boceta quase toda a mostra sob o fino tecido branco e molhado da calcinha e seu homem também só de cueca branca ao seu lado confesso que ele não me interessou nem um pouquinho apesar do imenso volume entre suas pernas.
Delirava com ela falando besteirinhas pra mim sentindo um certo formigamento na boceta e quando a pedido dela passei a mão na minha boceta para minha surpresa e espanto estava toda melada chegando a molhar todo o acento da cadeira.
Neste momento estava entregue as ordens daquela mulher que mandou eu dedilhar a boceta e ao informar que era virgem ela ficou ouriçada pedindo que colocasse a cam bem pertinho da minha boceta o que atendi prontamente.
Com as pernas abetas apoiadas em cima da mesa do pc e com a boceta escancarada espalmei toda ela enfiando a pontinha do dedo médio no meu cu como ela ordenara e quase morri de tanto prazer pela descoberta e novidade dessas sensações.
Estava entregue e ao gozar pela primeira vez na vida fui sucumbida por torrentes de prazer que inundavam minha boceta principalmente visualizando aquele rostinho angelical daquela mulher gozando.
Delirei mais ainda quando ela aos berros chamou minha atenção com aquele rapaz que mais parecia um bebe lambendo sua boceta agachado no meio de suas pernas.
Tendo minha total atenção os dois dava um show deixando me extasiada com os líquidos que afloravam abundantemente de minha xaninha comigo gozando abundantemente sem mesmo me tocar sentindo um forte desejo de estr no lugar dele.
Explodi em um alucinado orgasmo quando instintivamente massageei meus seios que pareciam querer quebrar de tão duros que estavam.
Me contorcia toda na cadeira chegando a cair no chão quando fui pega por mamãe que vendo meu estado falou:
-Quando você acabar ai menina venha para a sala para conversarmos.
Apesar da satisfação e leveza que sentia tremi toda muito mais de vergonha por ter que encarar mamãe.
Após me recompor tomando banho e vestindo um roupão encontrei mamãe em seu quarto desmaiada de roupa em cima da cama.
Calmamente tirei seus sapatos e ao tocar em seus pés algo estranho aconteceu comigo.
Uma sensação estranha e maravilhosa tomou conta de todo meu ser e como estando fora de mim beijei cada pedacinho daqueles pesinhos de anjo.
Em seguida desabotoei sua calca e quando puxei pra baixo fiquei maravilhada com sua boceta lisinha e carnuda coberta pela aquela minúscula calcinha rosa.
Com muita calma e paciência apesar de sentir o coração na boca tirei toda sua calca deixando a toda exposta pra mim.
Sentindo a dona da situação desabotoei calmamente os botões de sua camisa fazendo ela sentir o toque de minhas mãos em sua pele macia e quente.
Quando terminei seus seios estavam exposto mesmo porque dificilmente ela usa sutien e quando aqueles dois monte de prazer que apontavam pra mim alisei os suavemente com eles parecendo crescer mais em minhas mãos.
Enquanto apalpava tudo aquilo notei a cara de prazer de mamãe e com isso me encorajei sentando acima dela colocando sua cabeça em meu colo donde tinha plena visão de corpo agora caprichando com meus carinhos em seus seios.
Massageava desde sua cabeça ate o meio de suas pernas e como que meio sem querer deixava as mãos passarem em sua boceta por cima da calcinha que parecia cada vez mais molhada com mamãe suspirando fundo com meus toques.
Em numas dessas descida de mão meus dedos levantaram o elástico da calcinha e o dedo médio se alojou bem no meio de seus lábios varginais com suas pernas prendendo minha mão ali.
Com o tesão a mil e vendo nenhuma resistência por parte de mamãe deitei em cima dela afundando praticamente a mão toda em sua boceta enquanto mamava feito criança em suas tetas divinas.
Mamei lambi mordi com mamãe se contorcendo toda dizendo palavras incompreendidas e gemendo muito comigo lambendo seus seios subindo para sua boca que recebeu a minha num delicioso e estonteante beijo, primeiro em minha vida bem diferente dos selinhos que trocavamos constantemente, sem me importar com o forte cheiro gosto de álcool que vinha dela.
Aquela boca mágica sugava com vontade a minha retirando de mim toda energia deixando me mortinha enquanto estremecia em múltiplos orgasmos sentindo todo o odor do prazer que emanava de nossas almas.
Desfaleci grudada em mamãe caindo agarradinha em seu corpo me sentindo a mulher mais completa amada e protegida deste mundo e foi assim que acabei adormecendo.
Fui acordada por mamãe que avisando esta atrasada me passou as recomendações do dia e ao sair me dei um leve beijo na boca informando que me preparase pois tinha que explicar a ela tudo o que havia acontecido naquela noite.
Passei o dia todo excitada e aflita não vendo a hora de mamãe chegar me molhando constantemente sentindo os líquidos escorrerem pernas abaixo só em lembrar sua boceta carnuda e sedenta coberta apenas pelo fino tecido da calcinha.Ah e os pés como são divinos e merecem serem lambidos beijados e amados por mim.
Após um banho e desjejum fui cumprir minhas tarefas e dentre elas uma era lavar o quintal e a calcada e foi assim somente de babydoll preto minúsculo e transparente que dei meu showzinho enquanto lavava o quintal ficando praticamente pelada ao me molhar toda porem a calçada não lavei temendo ser estuprada com o alvoroço de pessoas que aglomeraram em meu portão.
Quando mamãe chegou estava dormindo molinha de tanto gozar me exibindo pra galera e após jantarmos tive que explicar o que acontecera e com quem estava teclando naquela noite.
Não sei se foi cisma minha porem acho que mamãe ficou decepcionada comigo ao ouvir minhas explicações,só sei que a partir deste dia ela vive pegando no meu pe principalmente quando estamos em casa onde costumo ficar nua com ela mandando eu vestir calcinha que ela mesmo me presenteou sendo uma menor que a outra e com isso pego ela constantemente olhando para minha bundinha.
Outra exigência dela foi eu sair do meu quarto e me instalar definitivamente no quarto dela dormindo sempre na mesma cama agarradinha a ela onde me tremo toda com ela tocando meu corpo muito displicentemente deixando sempre uma duvida no ar,porem isso só aumenta e muito nosso desejo e que esta preste a se realizar mesmo porque sábado ela estará de folga e prometeu me depilar deixando minha xaninha lisinha igualzinha a dela.
Nos duas sabemos muito bem o que uma quer da outra porem acho que nenhuma quer forçar a barra fazendo o jogo da sedução porem temo não ser nada disso ou ela quer que seja submissa pois depois desta noite sempre cumprimento ela com um beijo ardente na boca onde me tremo toda deixando ela sentir todo meu desejo.
Estou muito ansiosa não vendo a hora de chegar sábado para ser depilada por mamãe e se ao chegar segunda feira eu não escrever contando como foi,podem ter certeza que me matei pois juro que não sei mais viver sem o único amor de minha vida.
Beijos;camilledicarli@bol.com.br

 

 

O dia que virei amante de mamãe

Tudo começou quando ainda moleque tive que abandonar os estudos para ajudar mamãe e papai cuidando da casa e da duas irmãs que ficavam o dia todo sob meus cuidados.
Papai trabalha em uma empresa de ônibus e quase não para em casa,mamãe fica cuidando do pequeno comercio da famila no centro da cidade.
Sendo o irmão do meio e para não deixar minhas irmãs sozinhas mamãe pediu que fizesse esse sacrifício e com isso ela me mantinha dando um bom dinheirinho o qual fui juntando em poupança por isso pude comprar meu apto.
Tenho um corpo legal pernas bem torneadas bundinha arrebitadinha e hoje com marquinhas de biquine.cabelos loiros ate os ombros olhos claros seios médios apesar de ser hominho.
Mamãe me ensinou que em vidas pregressas fui mulher e por alguma culpa hoje sou homem preso no corpo de mulher,não acredito muito nisto,porem como negar um homem com trejeitos femininos,corpo bem definido o que causa inveja em muitas mulheres sendo que os únicos cabelos em meu corpo são a vasta cabeleira e os pelos do sílios,o restante do corpo parece pele de bebe de tão lisinha e bem cuidada..A única coisa que me faz ter que assumir uma postura máscula diante de uma sociedade hipócrita é os 22 cm que carrego entre as pernas.
Como teria que cuidar da casa mamãe permitiu que me vestisse como menina o que sempre foi meu sonho,isto na ausência de papai.
Depois de conversar com minhas irmãs que prontamente me cederam alguns vestidos blusinhas e sapatos notei que os olhos de minha irmã caçula brilharam diferente ao me entregar algumas de suas roupas.
Quando questinei mamãe a respeito das calcinhas e sutiem ela me deu um grande esporro afirmando que era pra tomar vergonha pois assim já era demais.
Os dias passavam tranqüilamente comigo aprovetando a ausência de meus pais e irmãs ficando sozinha a manha toda.
Com meu rico dinheirinho comprei algumas calcinhas de menina moça embora a vontade era de ter os modelitos iguais as de mamãe me contentava porem com números bem menores para que elas ficassem bem enterradinha na bunda.
A única preocupação era a chegada de papai Poe isso quando estava no quintal ficava sempre alerta aprovetando para me exibir ficando muito excitada com as cantadas freqüente e ate passadas de mão na bunda quando estava varrendo a calcada.
Certa manha estava no quintal de mini blusa e sutien bem pequenininho que realçava muito mais meus seios e um minúsculo shortinho onde mostrava toda a borda da calcinha quando fui surpreendida por minhas irmãs que chegaram mais cedo da escola junto com papai.
Foi aquele alvoroço com papai me esbofeteando muito o rosto minhas irmãs chorando e ele me expulsando de casa somente com a roupa do corpo na frente de toda vizinhança.
Corri dali indo para o mais longe possível sem rumo vestida com aquela roupinha que mais revelava minhas formas do que escondia.
Caminhei muito sendo assediada por homens e ate mulheres e enquanto caminhava livre leve e solta sentia um tesão enorme principalmente com o shortinho entrando todo no rabo fazendo meus seios quase estourarem de tão durinhos que estavam.
Já se fazia noite quando entrei naquele bar e estando muito arrepiada muito mais de tesão do que frio pedi um lanche e um suco sentando nos fundos onde estava bem quentinho e aconchegante.
Quando o lanche chegou devorei-o em instante e um senhor que bebia uma cerveja no canto do balcão puxou conversa comigo dizendo:
-cê ta com fome em gatinha...que mais um??
-não brigada respondi educadamente.
Quando dei por mim estava no maior converse com aquele senhor muito educado e cavalheiro apesar de bastante humilde.
Conversávamos animadamente quando ele avisou que tinha que ir embora e ao se preocupar comigo me convidou para ir dormir em sua casa avisando que podia ficar despreocupada pois tinha filhas da minha idade e jamais permitiria que dormissem na rua.
Fiquei mais tranqüila quando ele disse que essas brigas entre os filhos e pais era normal e ao acordar no dia seguinte tudo estaria resolvido automaticamente pelo destino.
Sai dali sob os olhares gulosos da rapaziada nos braços daquele senhor...

Sua casinha muito humilde e limpinha me cativou.tudo muito bem arrumadinho e quando elogiei ele me disse que aprendeu com sua esposa que morrera rescentemente deixando com ele uma filha que ao se casar mudou dali e como ele não que se desfazer da casa lembrando de sua amada resolveu morar sozinho se mantendo com sua aposentadoria e a pensão que recebe da falecida.
Por esta muito a vontade fiz a janta caprichando no cozido e após jantarmos ele me mostrou sua cama de casal onde deveria dormir e ele dormiria no sofá na sala.
Como não cedeu em sua decisão apesar de insistir muito cedi e após um bom e demorado banho vesti um vestido emprestado por ele que informou ser de sua filha que ainda manten algumas roupas ali.ao me vesti apesar de bem comportado fiquei com medo que o vestido revelasse meu segredo por isso resolvi ficar com a mesma calcinha apesar de estar um pouco incomodada com isso.
Quando sai do banho a cama já estava arrumada com ele muito solicito me dando um beijo na testa de boa noite.
Estava com a cabeça a mil quando de repente apaguei dormindo feito anjo.
Acordei já com o sol alto e ao levantar encontrei o café posto a mesa e depois do desjejum encontrei um bilhete e uma chave onde se lia:”menina bonita.desculpe por não saber seu nome ainda.Esta chave é para você entrar e sair quando bem entender de minha casa que agora também é sua.
Converse com seus pais pois eles devem estar muito preocupados com você.
Fique a vontade e volte quando quiser”
De seu amigo e pai João(nome falso é claro).
As lagrimas caiam quando terminei de ler e ao ligar para casa fui atendida por papai desligando em seguida sem mesmo me identificar...

Já era tardinha quando seu joão chegou encontrando a casa arrumadinha e depois de contar todo o acontecido ele perguntou como poderia me ajudar.
Informei que tinha um bom dinheirinho guardado e precisasse que ele comprasse uma casinha pra mim.
Ele sorriu dizendo que eu era mesmo um anjo mandado por Deus pois acabara de vir do banco onde tentou fazer um empréstimo para viajar não conseguindo por estar com o nome restrito em uma compra antiga que sua filha fizera e necessitava viajar para ajudar a filha que estava com o marido doente necessitando trabalhar e não tinha ninguém para deixar as crianças.Sorrindo muito ele avisou que venderia pra mim sua casa pedindo muito menos do que guardado ate ali.
Após assinarmos o contrato de locação no qual ele fez questão e ao nos despedirmos entreguei uma das chaves para ele avisando que a casa era dele e que voltasse quando quizese...

Com o restante do dinheiro fiz uma bela reforma em nossa casa fazendo uma garagem na frente onde montei um pequeno comercio de roupas femininas atraindo muito a clientela que me conheciam como Gisele.
Neste período ligava para casa quase todo os dias falando muito com minhas irmãs e mamãe que só acreditavam que estava bem devido aos presentes que mandava constantemente pra elas.
Certa tarde recebi a visita da filha de seu joão que me entregou os documentos da casa afirmando que era o sonho dele e ao perguntar por ele fui informada que ele tinha morrido...
Sentindo muito dei uma boa quantia em dinheiro pra ela mentindo que ele havia pedido que guardasse e entregasse nas mãos dela quando isso acontecesse.
Estranhamente senti um frio na espinha quando aquela bela jovem me abraçou em soluços,sentindo seus seios roçando nos meus seu hálito quente em meu pescoço e quando ela beijou minha boca fazendo me sentir o salgado de suas lagrimas desabei quse que gozando ali mesmo com o pinto querendo rasgar a calcinha de tão duro.
Não fosse ele sair dali correndo entrando no carro indo embora teria descoberto meu segredo.
Ainda chorava sentindo como que descarga elétricas no corpo quando senti as mãos de mamãe alisando minha cabeça e entre soluços me levantei grudando meu corpo ao dela e enquanto chorando pedia mil perdoes automaticamente nossas bocas se grudaram num beijo louco ardente e apaixonado sem me importar com as minhas clientes.
Ficamos uma eternidade nos beijando e minhas mãos bobas passeavam pelas costas de mamãe apertando descardamente sua bunda.
Institivamente pisquei para uma de minhas amigas enquanto empurrava mamãe para dentro e enquanto beijava sua boca colando ela praticamente na parede suas roupas foram caindo comigo mamando em seus seios beijando sua boca e quando cheguei na boceta parecia que tinha feito xixi de tanto líquidos.
Ajoelhada entre suas pernas fiz ela por uma das pernas em meu ombro e ao afastar sua minúscula calcinha pro lado afundei a boca em sua boceta fazendo ele urrar em múltiplos orgasmo comigo sem experiência nenhuma no assunto.
Mamãe estava mortinha molhando muito minha boca rosto e seios por isso foi conduzida por mim ate meu quarto e estando deitada ficou louquinha ao me ver somente de calcinha fio dental preto.
Sua boca passeava em todo meu corpo fazendo me estremecer toda e quando abocanhou meu pinto fui ao paraíso com sua boca mágica e quando dei por mim sua boceta estava em cima de minha cara onde cai de boca num frenético 69.
Foda mesmo foi quando mamãe sentou em meu pinto gemendo muito informando que era muito maior ao de papai.
Em cima de mim mamãe estava alucinada,gemendo gritando ora beijando minha boca ora meus peitos me levando a loucura e quando coloquei ela de quatro na cama soquei fundo em sua boceta fazendo ele arfar enquanto gozamos simultaneamente.
Calmamente fomos nos ajeitando uma ao lado da outra e depois de por as fofocas em dia partimos para mais uma sessão de amor comigo apesar do trabalho e sufoco meti fundo no cuzinho de mamãe que aos berros pedia que parace e quando parei implorou para enterrar tudo comigo socando muito e fundo inundando seu cu virgem de porra.
Mamãe vem dia sim dia não em casa informando que esta viciada em mim onde apresentei ela como minha namorada a minhas clientes e ao me avisar que vem sábado para passar a noite comigo trazendo suas duas amigas descobri que minha melhor amiga e vizinha ficou muito interessada em transa”lésbica” e com certeza vou dar um jeito de traçar ela mamãe e minhas irmãzinhas.
Fico toda arrepiada e durinha só em pensar em transar com minha irmãs junto com mamãe porem isto contarei brevemente.

Beijos:carliantunessilva@ig.com.br

 

 

 

Castigo de um CD amador - parte 3 - Ganhando um par de cornos

Bárbara conduziu o carro durante mais de uma hora. Eu seguia no banco traseiro totalmente despido, com os tomates pousados em cima de um saco de gelo e duas pedras de gelo enfiadas no cu para estancar o sangramento que os quatro africanos me tinham provocado nele, apenas com os olhos e os lábios pintados e as botas de cano alto que ela me calçara antes de sair de casa. Eu seguia excitadíssimo com a ideia de saber com quem minha esposa planeava encontrar-se a fim de me pôr os cornos e finalmente já perto da meia noite, Bárbara parou a viatura perto de um armazém fechado, onde tal como na obra onde eu fora enrabado, ela sabia encontrar-se um guarda nocturno negro. Minha esposa consentiu então que eu tirasse as pedrsa de gelo e me cobrisse com um seu casacão comprido, de cor negra e gola com pele de raposa, ordenando-me em tom firme:
- Agora ó paneleiro vais bater na porta do armazém e quando o guarda vier abri-la vais-lhe dizer que estás com a tua mulher, e como és um frouxo de piça mole que te esporras depressa demais não a consegues satisfazer como um homem deve satisfazer uma mulher, e ela anda por isso muito carente. Como ouviste dizer que ele tem um bacamarte portentoso e 10 filhos das três mulheres com quem vive, vais-lhe rogar o especial favor de me comer. Quero que te humilhes ao máximo quando lhe estiveres pedindo para me cobrir, nem que seja preciso mostrares-lhe a tua pilinha enfezada e os teus ovos de codorniz para o convenceres como és muito mal formado de material masculino e incapaz de te pores numa mulher. Se lhe pedires com jeito até pode ser que ele te conceda deixar-te assistir à nossa trepada para te ensinar como é.
Esta recompensa pareceu-me óptima, vê-la fodendo com outro depois de ter sido enrabado pareceu-me o máximo gozo para culminar aquela noite. Vesti então o casacão preto e dirigi-me à porta do armazém. De facto o colosso que ma abriu era imponente. Não teria mais de 40 anos, mas era robusto e alto, com mais de 1,90 e umas mãos enormes. A minha indumentária feminina surpreendeu-o mas não me tratou com escárnio como os seus conterrâneos poucas horas antes, apenas me perguntou o que queria dali àquela hora. Bárbara a poucos metros de distância espiava-me pelo pára-brisas pelo que procurei desempenhar o meu papel o melhor possível para ganhar o prémio prometido. Expliquei-lhe que ao contrário dele eu era muito mau na cama, não conseguia satisfazer uma mulher pois meus colhões esvaziavam o leitinho mal eu metia numa mulher. Além disso o meu caralho era muito mal desenvolvido, demasiado fininho para um caralho de homem, tão fininho que mais parecia um fósforo pelo que qualquer mulher mais rodada se recusava a apanhar com ele, de tal maneira mal o sentia roçando-lhe as bordas dos lábios. Minha mulher andava por isso muito desconsolada pelo que eu gostaria de a ver sendo servida por um garanhão como ele, com força na verga suficiente para encher por 10 vezes a barriga de três mulheres, coisa que a minha nunca o conseguiria fazer. O homem parecia divertido com a minha história e o pau grosso como um bastão ia-lhe crescendo nas calças mas não parecia acreditar na minha conversa.
- Eu sei – disse-me – o que são caralhos de brancos. E nem de perto nem de longe se podem comparar com os nossos, mas nunca ouvi falar de nenhum branco que o tivesse tão pequeno que não conseguisse satisfazer mulher alguma. Mas se isso é verdade então a sua esposa se não anda a pular a cerca que era o que as minhas mulheres fariam se eu não as satisfizesse, deve trazer a cona tão fechadinha como a de uma virgem, e assim sendo não a aconselhava a provar do meu pois a iria deixar bem rebentada. Ou então como me parece mais certo a sua esposa é mas é um camafeu que nem o marido gosta de a montar.
Bárbara é um tesão embora pequenina e eu fiz-lhe sinal para sair do carro a fim de que o guarda pudesse comprovar como era apetitosa, o que de facto ele comprovou dizendo-me que se eu não tinha tesão suficiente para uma mulher daquelas então nada ma faria pôr de pé. Bárbara confirmou a minha pouca aptidão para foder e o tamanho reduzidíssimo dos meus genitais. E para que não restassem duvidas ela própria me estipulou que abrisse o casacão e os mostrasse ao africano avantajado que ficou pasmado vendo aquelas coisas tão minguadas e arroxeadas do gelo.
- Chica! – exclamou – já vi alguma pirocas brancas e sempre as achei pequenas, mas nunca vi nem nunca verei quero crer, nenhuma outra como essa. Não admira que sua mulher ande desconsolada e ande sonhando com pirocas mais preenchidas. Eu se tivesse uma assim teria vergonha de me pôr em mulher alguma.
Bárbara confirmou tudo o que ele dissera e ainda acrescentou que em sua opinião eu não passava de um paneleiro que acabara de apanhar no cu de quatro matulões, e gostando de me vestir com as suas roupas íntimas maquiado como uma puta. Acrescentou que sendo eu um esporrador precoce gostaria que me comesse à sua frente para lhe mostrar como se comporta um verdadeiro macho em cima de uma mulher. Minha esposa falava como uma mulher da rua e tanto eu como o negro achávamos aquilo fascinante. O caralho dele balouçava nas calças e o meu apesar de enregelado começava dando sinais de vida. Lia na cara dele que sendo aquilo tudo verdade eu era o marido apropriado para levar nessa noite com uma parelha de chifres, mas estava algo desconfiado. Nós éramos dois, ele estava sozinho embora fosse um Hércules, sabia lá se aquilo não era um pretexto para nos introduzirmos no armazém e o roubarmos. Minha mulher sossegou-o:
- Um homem com aspecto tão másculo capaz de assegurar tanta descendência não tem decerto medo de uma esposa mal fodida e de um maridinho panasca e corno. Mas para o tranquilizar mais amarrámos o meu marido e ele não o poderá molestar.
O homem tranquilizado mandou-nos entrar certificando-se que não havia mais ninguém na rua, e Bárbara tirando da carteira um conjunto de cordas que agora nunca se separa, mandou-me pôr de joelhos e esticando-me os braços para trás amarrou-mos aos tornozelos. Depois mandou-me inclinar a cabeça na mesma direcção e passando-me uma corda em torno do pescoço amarrou-ma igualmente aos tornozelos. Assim imobilizado Bárbara passou ao assunto que a levava ali e comentando que pela silhueta do fecho das calças não duvidava que ele tivesse um martelo de grande envergadura pediu-lhe que baixasse as calças e lho mostrasse para ela começar por deliciar sua vista em tal coisa, o que o negro fez prontamente gabando muito seu dote, que de facto agora que o víamos, não desmerecia em nada as palavras. Deveria ter bem perto de 30 cms. de comprimento e era bojudo como nunca vi, circuncidado na ponta e com aspecto tão robusto que me admirei como conseguia ele andar direito com tal peso suspenso. Bárbara exprimiu satisfação por aqueles abonados orgãos de macho.
- Isso sim! – comentou – Isso é um verdadeiro cajado de macho. Não admira que um homem assim tão preenchido viva com três mulheres e ainda tenha tesão para uma quarta.
Sem tirar a saia mas despindo os seios roliços e muito bem feitos, ajoelhou-se perante ele e fez-lhe aquilo que eu tantas vezes lhe pedi para me fazer mas ela sempre se recusou dizendo-me meter-lhe nojo: numa posição de puta submissa chupou os tomates e o pau do negro sorvendo-os como uma guloseima ao mesmo tempo que o punheteava deleitando-se em receber-lhe o sumo branco que ele ia soltando.
- Aproveita branquinha gostosa – dizia-lhe o negro batendo-lhe com a piroca na face sempre que ela engasgada fazia um intervalo na mamada- Aproveita que não levas com um cacete destes todos os dias.
Meu piçalho apresentava agora seu tesão que mesmo assim era 1/3 do dele e o negro aproveitou para comentar que pelos vistos eu tinha mais tesão vendo minha esposa consolando outro do que quando me queria consolar ela a mim. Para demonstrar ainda mais sua superioridade sobre mim passou a agarrá-la pelos cabelos fodendo-lhe a boca demoradamente e insultando-a de brochista. Apesar de alguma violência na sua atitude eu podia bem ver como Bárbara estava gostando de ser dominada pois de vez em quando quando ele tirava a pila da boca dela para a deixar respirar e era a própria Bárbara quem lha conduzia e às bolas para o vale das sua mamas e as apertava com força para melhor sentir aquela massa de carne compacta, dizendo-lhe que aquele era o melhor caralho que sua boca já petiscara e o seu leite o melhor do mundo. Eu estava pingando.
- O esporra barato ainda vai sujar o chão – observou o negro.
- Vamos tratar de evitar que isso aconteça com um cinto de castidade improvisado – retorquiu-lhe minha esposa.
Como meu pauzinho estava todo no ar Bárbara veio ter comigo e pressionando-mo com as mãos para baixo deixou-o apontando para o chão. Com outra corda deu-lhe depois um nó na ponta e estendeu esta de modo a atar a outra ponta também nos tornozelos. O negro pareceu gostar de me ver com o genital atado e impossibilitado de demonstrar sua erecção pois o seu bastão subiu ainda mais e ele disse a Bárbara que era chegado o momento de lhe dar a provar na sua rachinha aquele membro que tanto lhe consolara a boca e as mamas. Advertiu-a que lhe iria fazer doer já que a rata dela tinha pouco uso, não era pelos vistos como a das mulheres dele que todas as manhãs apanhavam nelas quando ele regressava a casa do trabalho, mas Bárbara respondeu-lhe não se importar com isso já que desde há muito andava ela com vontade de ser arreganhada. O guarda do armazém conduziu-a então para cima de uma mesa larga onde a deitou, tirando-lhe só agora a saia e a calcinha. Mirou-lhe a racha do meio das pernas, adivinho que com ar guloso.
- Oh, que pétala em flor tens tu aqui, branquinha esfomeada. E que lábios tão inchados ( tocou-lhe com as mãos fazendo-a gemer e contorcer-se de prazer). E que boquinha rosada tão fechada no meio deles. Quem me dera que a cona das minhas mulheres estivesse ainda assim. Agora sim acredito em ti, poucas vezes levastes com um caralho de macho por ela dentro.
Dizendo-lhe então que ela fora muito boa para ele chupando-lhe o pau ele queria retribuir agora lambendo-lhe o grelinho para não a fazer doer tanto quando lho metesse. Levantando-lhe as pernas para o alto e prendendo-as com as mãos mergulhou o rosto no meio delas e devia ter bastante jeito para o minete pois não tardou muito que eu sentisse Bárbara vir-se.
- És bom em tudo – disse-lhe Bárbara quando ele se levantou sugando-lhe os sucos do prazer – não és como o pila mole que está ali amarrado que nem com a boca sabe foder. Mas só a tua língua não me basta, quero sentir o teu canhão abrindo-me toda que já há muito tempo não sei o que isso é.
- Fica descansada – volveu-lhe o homem – não tarda estás a senti-lo por ti acima pois vou-to enterrar até aos colhões..
Levantou-lhe as pernas ao alto, cuspiu no pau dizendo-lhe que Bárbara tinha a cona virgem para um pau daquelas dimensões e esfregou-lho nos lábios. Minha mulher gulosamente friccionou suas coxas dizendo-lhe como era bom sentir a cabeça daquele membro beijando-lhe a entrada da rata, mas quando ele lho começou a meter Bárbara soltou um grito que o fez tirar fora.
- És mesmo apertadinha – voltou a esfregar a cabeça da pila na rata dela masturbando-a agora com o dedo durante algum tempo para a deixar mais relaxada até a sentir novamente humedecida. Só então voltou a meter um bocadinho mas mais uma vez teve de parar pois Bárbara não aguentava. Repetiu mais duas ou três vezes a operação até finalmente a cona de minha mulher conseguir engoli-la toda. Eu confesso que após a enrabadela que ela me fizera sofrer naquela noite e graças à qual ficara com o cu a sangrar estava satisfeito por ver como também para ela aquela penetração estava sendo dolorosa. Mesmo depois de a ter toda lá dentro, e apesar de se ter entregue toda, de as mãos do negro lhe percorrerem o corpo e de os seus lábios lhe morderem as orelhas como ela tanto aprecia e dos beijos na boca que lhe ia dando, Bárbara não parou de gemer algo que nunca aconteceu quando era eu quem a montava. O negro deu-lhe durante bastante tempo. Eu não perdia pitada daquela cena e se não tivesse a pila amarrada para baixo esta apresentar-se-ia totalmente erecta.
- Vê como se satisfaz uma mulher, corno – dizia-me ele metendo e tirando o dardo enquanto as pernas de minha mulher se lhe entrelaçavam por detrás do pescoço – é preciso ter-se uma piça e colhões de homem para se conseguir satisfazer uma mulher como eu satisfaço, e não umas coisinhas miudinhas como tu.
Bárbara entre gemidos e quase a vir-se concordava com ele, afirmando que as mulheres dele eram bem mais felizes do que ela pois se podiam satisfazer numa vara assim e que paneleiros como eu deviam ser castrados para só poderem foder com o cu.
- Já que gostas tanto da minha vara, branquinha apertadinha – disse-lhe – vou-ta dar a provar noutra posição.
Virou-a de costas na mesa e por trás fez-lhe novo minete. Ainda pensei que lhe fosse ao cu e exultei com a ideia, ver Bárbara sendo enrabada tal como eu fora seria o máximo, mas o tipo não se atreveu a tal ou talvez não gostasse de comer cu, embora a sua língua se lhe tivesse passeado no olhinho traseiro dela. Minha mulher parecia ter esquecido a dor pois lhe pedia com voz lânguida que lhe voltasse a meter o que ele fez sem presas. Quem me dera conseguir aguentar-me tanto tempo como ele e poder saber como é uma mulher a vir-se com a minha pila dentro dela, como Bárbara se estava vindo agora mais uma vez antes de levar com a esporra dele.
- Nada como um caralho africano para dar prazer a uma esposa tão necessitada – gabou-se o guarda do armazém. Mas Bárbara queria mais. Dizendo que quem durante os últimos tempos tivera uma vida sexual tão pobre só duas fodas não lhe bastavam desafiou-o a pô-la de pé uma terceira vez.
- Um caralho tão grande como o teu de certeza que é capaz de tal desafio – provocou-o – as tuas três mulheres afinal têm mais oportunidades do que eu de o provarem noutras alturas pelo que hoje bem podem prescindir da sua foda matinal em meu proveito.
O sujeito retorquiu-lhe que pô-la em pé só dependia do esforço dela.
- Três fodas dou eu todas as manhãs. Só preciso é que no intervalo de cada uma delas me façam uma boa chupadela como aquela que me fizeste há pouco.
Bárbara entendeu a mensagem e fez-lhe novo broche na piroca melada. Mas desta vez o piçudo negro deitou-se por cima com o nariz enterrado entre as pernas dela, entretendo-se ambos num delicioso 69 que me fez crescer água na boca. Bárbara parecia mesmo uma puta, quem me dera que ela fosse assim puta comigo e que eu durante o acto me conseguisse comportar como o guarda do armazém para merecer que ela fosse assim puta comigo. O caralho do negro depois da monumental esporradela que acabara de lhe dar estava murcho quando minha esposa o meteu à boca mas à medida que o 69 ia continuando não tardou a engrossar pois eu bem via que Bárbara abria bem a boca para o poder receber.
. Quero que me fodas outra vez – pediu-lhe sentindo-o no ponto de rebuçado. – Se me deres outra foda prometo que não te peço mais nada.
O negro sentindo-se operacional apressou-se a fazer-lhe a vontade. Sentou-se na borda da mesa e colocando-a no seu colo deu-lhe mais duas trepadas com Bárbara por cima dele. Primeiro sentou-a sobre as suas coxas com as costas encostadas na barriga dele, e depois ao contrário, de frente para ele, barriga com barriga. E como Bárbara pulava à medida que ele a ia cavalgando com força, parecia que aquele pau enorme agora já não a fazia doer, antes a satisfazia inteiramente. Mas desta vez Bárbara não quis que ele se viesse dentro dela. Dizendo-lhe querer sentir um banho de esperma pediu-lhe que a tirasse fora e que se esporrasse sobre ela apontando-lhe a pila para a cara e as mamas de modo a deixá-las bem cobertas com o leite dele o que ele fez. Que inveja me provocou a quantidade de esperma que ele parecia nunca mais acabar de ejacular e que Bárbara tratou de espalhar ao longo do corpo com as mãos.
- Oh sim – voltou a exclamar – isto é leite de macho, o paneleiro do meu marido não tem colhões capazes de produzirem assim tanto leite. Aprendeste como se come uma mulher, panasca? Lambe-me toda, pode ser que te faça nascer alguma nos teus tomatinhos, embora eu duvide.
Desamarrou-me os tornozelos e eu lambi a langonha salgada e ainda morna que o outro lhe depositara até a deixar limpinha. Pude ver que a acção da minha língua nos seus mamilos e na racha lhe deu prazer e percebi que dali para a frente seria esse o único favor sexual que iria obter dela. Não me importei pois percebi igualmente que pelo menos assim eu ia poder continuar a punhetear-me vestido com as roupas interiores dela que me davam tanto tesão.
- Se o teu marido continuar a não dar conta do recado, branquinha – disse-lhe o negro quando se despediram com muitos beijos na boca – podes voltar cá as vezes que quiseres que dou-te outro tratamento igual. Pode ser que com o tempo ele aprenda a ser homem embora não o creia pois estas coisas ou nascem no berço, ou simplesmente não. Bárbara também era da mesma opinião.
- Fica descansado – retorquiu-lhe – Mulher alguma que prove do teu cacete sente mais vontade de provar do dele. E eu fiquei a apreciá-lo tanto que se quiseres continuar encornando tuas mulheres como eu quero continuar a encornar este punheteiro transformista, terei todo o gosto em continuar a cá vir.
Oh, como minha pila minúscula subiu ouvindo aquilo. Sinceramente começou a parecer-me bem melhor ver minha mulher pôr-me os cornos com um homem tão abonado, do que fodê-la eu próprio. De facto ou se nasce ou não. Naquela noite aprendi que eu nascera para tocar punheta, apanhar no cu e ser corno. Abençoado Destino!

 

EUGÉNIO SADOC

Castigo de um CD amador - parte 2

Passei os três ou quatro dias seguintes a minha esposa Bárbara me ter agarrado vestido com as roupas intimas dela, deitado completamente nu de mãos atadas e com uma enorme barra de gelo, que ela ia substituindo à medida que a barra ia definhando, enfiada entre as pernas de modo a ficar com os tomates e a pila bem gelados e ainda mais reduzidos de tamanho do que o costume. No quarto dia Bárbara desatou-me, analisou-me os órgãos pendentes confirmando que eles estavam bem mirradinhos e roxos.
- Assim – disse-me – ficas mais parecido com uma fêmea como pelos vistos gostava de ser. Não é que tenhas pila e tomates de homem, nem que saibas foder como um, mas agora com essa coisinha tão encolhida até parece que nem a tens, tão invisível ela está. Estás mesmo no ponto certo para te fazer proporcionar uma experiencia de fêmea quando está dando para um macho.
Vestiu-me com uma calcinha fio dental de cor rosa e um sutiã da mesma cor dizendo-me que aquela era uma cor bem feminina, colocou-me um corpete branco bem apertado nas ancas, pintou meus lábios e olhos, colocou-me uma carteira vermelha a tiracolo e umas botas de cano alto pretas, meteu-me no carro e conduziu-me assim vestido sem me dizer para onde me levava depois de me ter filmado naqueles preparos, dizendo-me apenas que me iria apresentar a um grupo de homens sem mulher há muito tempo, cansados muito provavelmente de tocar punheta ou de irem ao cu uns aos outros, e para os quais o rabinho de uma puta desnudada como eu deveria ser uma bênção.
Ao fim de mais de meia hora de viagem Bárbara parou o carro perto de uma obra em construção, onde segundo me afirmou num barracão anexo pernoitava um grupo de quatro africanos que nela trabalhavam.
- Vais ter uns bons pares de caralhos a recepcionarem o teu cu, paneleiro – avisou-me com ar de satisfação – e se é verdade o que dizem do caralho dos africanos, algo que eu também ainda hoje vou saber, vais ficar com ele bem arrombado.
Era noite e naquele local não se via ninguém. Bárbara mandando-me então caminhar pelo passeio abaixo ordenando-me que batesse na porta do barracão e fosse lá pedir um cigarro. Tentei objectar, preferia continuar com os colhões sentados na barra de gelo e ser enrabado com o cabo da vassoura do que provar com a pila dos africanos no cu mas a ameaça de revelar a todos o filme onde eu estava tocando punheta vestido de mulher acabou por me decidir a obedecer-lhe. Com o coração batendo mais forte e a respiração entrecortada lá bati na porta. Quem ma abriu foi um negro encorpado de cabelo muito curto que se riu bastante vendo-me em tal figura, e ainda mais se riu quando lhe perguntei se por favor não tinha um cigarro que me pudesse dar.
- Olhem para este, malta – exclamou voltando-se para o interior do barracão onde se achavam mais três, todos igualmente negros e de aspecto físico semelhante ao primeiro – ou se calhar seria melhor dizer para esta, já que pela maneira como vens vestido só podes ser uma florzinha. Ó filha se calhar não é de um cigarro que andas à procura mas antes de um bom charuto. E se assim for vieste bater à porta certa que um charuto é o que cada um de nós tem para te oferecer, e que já há muito tempo não é usado numa racha como a que tu tens, não é assim rapazes?
Os outros vieram ver rodeando-me para não me deixarem escapar.
- Olha o paneleiro – disse um deles – para vir assim vestido deve estar cheio de calor. Pois podes ficar descansado que já to vamos tirar todo.
Outro ainda comentou ser pena eu não ser uma mulher de verdade pois assim teria mais de uma racha com que os pudesse fazer divertir-se ainda mais, mas os colegas fizeram-lhe ver que para quem estava em jejum há muito tempo ter o cu de uma bichona à sua disposição já não era nada mau, e depois de me empurrarem para dentro do barracão amarraram-me com as mãos atrás das costas. Como eles eram mais fortes e em maior nº nem tentei reagir, mas de facto eu nem o queria fazer já que a perspectiva de ter o meu olhinho violado por aqueles quatro portentosos machos estava-me deixando bastante entesado, tão entesado como quando vestia as calcinhas da minha mulher e me masturbava com elas. Eu agora estava começando a imaginar o prazer que uma mulher sente sendo subjugada por um macho de pau grande e o meu caralhito começou a insuflar por baixo da calcinha cor de rosa. Os quatro voltaram a gozar-me.
- O tipo é mesmo paneleiro. Olhem como ele fica de pau feito só de imaginar que lhe vamos ao cu. E tem uma boquinha bonita assim com o batôn. Fica descansada ó borboleta que não vai ser só o teu cu a provar os nossos sarrafos, a tua boquinha também vai ter de os chupar bem chupadinhos se quiseres sair inteira daqui.
O sutiã e a calcinha foram-me então arrancados e quando os quatro matulões me viram a pilinha desataram a humilhar-me.
- Não admira que sejas bicha. Com a piça que tens decerto que não podes fazer mais nada a não ser foder com a boca e com o cu. Ora diz lá se os nossos não são uns caralhos muito mais dignos de machos do que o teu? E diz-nos lá se não gostas de uns caralhos como os nossos?
E tirando os seus caralhos da abertura das calças exibiram-nos perante mim, batendo-me com eles na cara e na cabeça. Eram caralhos enormes, todos com mais de um quarto de metro, e grossíssimos, eu nem podia imaginar que existissem caralhos assim tão grandes e grossos. Como não lhes respondesse um deles pregou-me duas sonoras bofetadas na face, agarrou-me pelos cabelos arrancando-me alguns e repetindo-me a pergunta. Respondi então que sim, que gostava dos caralhos deles mas que por favor me deixassem ir embora e não me violassem pois eu não era paneleiro, aquilo fora uma brincadeira mas eu tinha o cu virgem de caralho e queria continuar a tê-lo.
- Ai é uma brincadeira? – perguntou-me um – Pois vais ver o que é brincares de puta com homens de colhões pretos que já não vêm a boceta de uma mulher à uma data de meses.
Mandando-me colocar de joelhos e abrir a boca, à vez foram metendo seus bacamartes nela aconselhando-me a que nem pensasse em trincá-los. O negro que me abrira a porta foi o primeiro a servir-se da minha boca enfiando nela seu pauzão enorme e com bastante cheiro a mijo, obrigando-me a que eu de língua de fora lhe fosse lambendo os balões enquanto ele me fodia a boca. De vez em quando vinha outro e metia nela também e eu tinha de chupar dois paus ao mesmo tempo o que quase me sufocava, em especial quando me agarravam pelos cabelos e me comprimiam meu rosto contra a sua região abdominal tentando meter-me os cacetes gigantescos pela garganta abaixo o que eu mesmo abrindo ao máximo a boca não conseguia fazer. Ou quando me apertavam o nariz por pura malvadez e quase me faziam sufocar. Quase desloquei meu maxilar quando um deles me obrigou a abocanar-lhe os tomates e o cacete ao mesmo tempo, mas eles estavam gostando do meu broche pois reviravam os olhos de prazer dizendo que já há muito suas piças, que estavam pingando profusamente, não se satisfaziam tão gostosamente assim.
- É mesmo bom que chupes como deve ser, paneleiro. Estás vendo como elas são grossas e não vais ter outro lubrificante – avisaram-me. Eu confesso que fiquei satisfeito ouvindo-os gabar meu jeito para a mamada e adoraria ter as mãos livres para poder tocar uma punheta. Contudo apesar do meu desempenho com a boca e a língua havia quem estivesse com pressa de me meter. Como eu estava de joelhos mamando-lhes nas varas, mandaram-me esticar minhas costas para a frente e dois deles passaram a analisar-me o olho do cu, metendo nele os seus dedos grossos dando-lhe palmadas com as suas mãos fortes e cuspindo-lhe no buraco.
- Afinal o paneleiro- comentou um – ainda tem o olho do cu bem fechadinho. O rabeta deve andar com fogo no cagueiro e veio aqui para lhe tirarmos as pregas do cu. Vai saber bem comer um cuzinho assim apertadinho.
Um deles tinha o lábio rachado e foi esse o primeiro a enrabar-me. Deitando-me as manápulas ao pescoço para não me deixar erguer encostou a ponta do caralho bem junto à entrada do meu rego esfregando-o longamente e deixando-me a entrada melada. De vez em quando forçava um pouco a entrada da chapeleta tentando alargar o buraco, e mesmo sem meter o pau fazia-me gemer de dor. Dois deles voltaram a agarrar-me pelos cabelos mandando-me continuar a mamar neles sem barulho. Eu pedira um cigarro e estava levando quatro charutões pelo que segundo eles não tinha do que me queixar. O do lábio rachado abriu-me então as bordas do cu com as mãos libertando-as do pescoço e meteu nele a sua tora avantajada deixando-me o rabo todo a arder. Infelizmente os dois caralhos que eu tinha na boca impediam-me de gritar até porque eles quando sentiram que o parceiro tinha-a enterrada em mim até aos colhões voltaram a forçar a entrada na minha garganta. Eu engasgava-me todo.
- Não querias dar o cu, panasca? – perguntou o do lábio rachado – Pois então dá-o como um verdadeiro paneleiro o deve dar e rebola-te todo na minha piça.
Fiz o meu melhor e à medida que me ia rebolando nele, sentindo-lhe a vara entrar e sair do meu cu ao mesmo tempo que seus tomates rugosos e suados me batiam na pele suave das nádegas, comecei ganhando entusiasmo por aquela enrabadela e por aquele macho que me fazia sentir todo seu, algo que eu nunca sentira quando fazia apressadamente amor com Bárbara, e agora o meu piçante apesar de quase congelado nos dias anteriores apresentava-se na sua máxima dimensão.
- Olhem a piça dele também se põe de pé como a dos homens – ouvi-os dizer – Nós bem sabíamos que uma bichinha com fome de pau ia gostar muito de apanhar no cu de quatro machos negros bem servidos.
O do lábio rachado parecia estar apreciando igualmente muito meu cuzinho que acabara de inaugurar e os outros também tinham pressa em prová-lo. Um deles comentou que já esperara de mais pelo momento de me comer e dizendo que onde cabe um caralho cabem dois deitou-se por baixo das minhas pernas de pau ao alto exigindo que me sentasse sobre ele sem tirar a outra fora. Horrorizado tentei negar-lhe tal desejo mas logo os outros dois pressionando-me os ombros me obrigaram a baixar-me sobre ele e a enfiá-lo por mim acima. A dor foi horrível, imagino que seja a dor que alguém sente sendo empalado vivo num pau afiado e duro, senti um fio de sangue deslizar por mim baixo, o meu caralho murchou, mas nem assim os dois safados pararam. Chamando-me donzela de cu mimoso redobraram suas estocadas, eu agora tinha de me rebolar no pau do lábio rachado e cavalgar no sarrafo do outro que me empalava ao mesmo tempo que continuava mamando no cacete dos outros dois. Mas quando novamente aquele par de paus me começou a bater na próstata a minha coisinha esporradora precoce voltou a subir e fazendo-me sentir grato por aquele castigo que Bárbara preparara para mim.
- Uma punheta – supliquei – quero muito tocar uma punheta.
Não mo consentiram embora o que estava por baixo de mim me tenha agarrado nos colhões, ora massajando-os ternamente ora torcendo-os com ferocidade dizendo que um paneleiro capaz de apanhar no cu com duas varas ao mesmo tempo não precisava daqueles apêndices masculinos para nada. Foi este o primeiro a vir-se copiosamente embora a tenha tirado fora antes disso dizendo que com as doença novas que existem ele nunca arriscava a vir-se dentro de putas como eu. Suspirei de alivio pois apesar do gozo que aquela violação dupla me dava a dor era também imensa, mas eles não me deram tempo de descansar. Mal o outro se retirou esporrando sobre a minha barriga, logo o que me abrira a porta e parecia ser o mais velho lhe tomou o lugar. Apesar do seu caralho gigantesco e de o do lábio rachado ainda estar dentro de mim não senti tanta dor quando me penetrou e compreendi que o meu olho estava já suficientemente lubrificado e aberto para acusar o ataque com a mesma intensidade que sentira momentos antes. Mas mesmo assim o sangue voltara a escorrer-me com mais intensidade, prova evidente que eu não estava sendo tratado com meiguice. Nem mesmo Bárbara nos quatro dias anteriores me tratara com tanta violência.
- O panasca era mesmo virgem – riram-se – é de maneira que não se vai esquecer desta noite.
Podem crer que não. Os dois vieram-se quase ao mesmo tempo e tiveram a mesma precaução do primeiro o que muito lhes agradeço, mas não ejacularam sobre minha barriga. Tirando os respectivos cacetes fora, pediram licença ao colega que me estava fodendo a boca, ocuparam-lhe o lugar e punheteando-se com gosto despejaram dentro dela. E que peganhosa e quente era sua esporra, muito mais viscosa e espessa que a minha, parecia que se me colava à saliva da língua e custava a cuspi-la. A minha era muito mais aguada e morna, aquela sim tinha a certeza de ser o gosto de uma verdadeira esporra de macho.
O último que restava preparou-se então para me ir ao cu. Agarrando-me pelos cabelos, arrastou-me até um catre onde provavelmente costumava dormir, apoiou minha barriga em cima da coberta, colocou-me de rabo empinado e dando-me palmadas nas nádegas, enfardou-me por trás. Depois ele próprio agarrando-me pelos quadris começou a conduzir meus movimentos, metendo e tirando o pau com bastante jeito. Já nem precisava que me mandassem, eu próprio, ou talvez fosse melhor dizer eu própria pois estava gostosamente me sentindo muito uma fêmea bem putinha, me rebolava toda dengosa naquele pau, procurando sempre senti-lo cada vez maior arregaçando meu cuzinho. Os três que já me tinham comido e se entretinham assistindo e manuseando seus paus, estavam de novo começando a entusiasmar-se e vieram sentar-se na beira do catre. Meu tronco deixou de estar apoiado no cobertor e foi sendo conduzido para o regaço dos negros, agora num, agora noutro, e depois noutro, e obrigando-me de novo a chupar-lhes os talos e os ovos até os deixar outra vez em ponto de rebuçado. Resultado: quando o que me comia o cu se veio esporrando-se agora sobre o meu rabo, os outros três exigiram de novo possuírem-me. Tive de sofrer assim uma nova rodada geral que me deixou completamente esfrangalhado e a cagar-me por todos os lados o que os fez rir muito. Minha pilinha estava outra vez mirrada e em ponto morto pois eu me viera com as massagens que as suas cabeçorras me tinham dado na próstata mas sem que tivesse sentido meu leitinho sair.
- O cu de um paneleiro como tu quando se caga é porque está satisfeito – disseram -. Diz lá se as charutadas que levaste nele não valeram bem mais que o cigarro que não te chegámos a dar?
Pedi-lhes que estando eles já satisfeitos me deixassem agora ir em paz que eu não contaria a ninguém. Eles confirmando que de facto a minha aparição lhe fizera quebrar um longo jejum de outra forma de sexo que não fosse a punheta, desamarraram-me e mandaram-me então embora.
- Quando voltares a sentir o mesmo formigueiro no rabo que estavas sentindo quando bateste à porta, já sabes onde encontrar dois pares de caralhos de pau preto prontos a encher-te esse cuzinho de bom grado. Mas vais deixar aqui a calcinha e o sutiã, bichona. Não é todas as noites que nos aparece uma puta assim disponível como tu e até que venha outra eles sempre são um bom consolo para as punhetas que nos vemos obrigados a tocar no dia a dia.
- E indo tu toda nua – acrescentou outro – quem sabe se não encontras outro grupo tão necessitado como nós e ainda não fazes mais alguém feliz esta noite?
Isso era o que eu não queria nada. Felizmente Bárbara estava perto, ficara combinado ir ter com ela no final, por isso achei melhor não discutir e pirei-me todo nu. Quando cheguei ao carro e minha esposa me viu chegar com as pernas todas abertas, fedendo a esporrra a suor e a mijo de macho, pingando porra por mim abaixo e o olho do cu vertendo sangue comentou:
- Pela demora já vi que a festa foi em cheio. E pelo estado do teu olho do cu e da tua pila também. Agora que já sabes o que um verdadeiro caralho de homem faz a um paneleiro como tu, vais assistir ao que ele pode fazer a uma mulher carente como eu e que o teu com a pressa que tem em cuspir o leite não consegue. Vamos que a nossa noite ainda não acabou. Paneleiros casados como tu que gostam de se vestir de mulheres merecem ser cornos e é isso que vou agora fazer de ti.
De uma mala térmica tirou uma saca com cubos de gelo, mandou-me enfiar dois no cu para estancar o sangue e colocar os restantes sobre a pila e os tomates para os fazer diminuir ainda mais e arrancou. Eu estava em pulgas para saber como Bárbara me iria pôr os cornos e estava agora encantadíssimo por ela me estar castigando pela minha fantasia cd.

 

 

EUGÉNIO SADOC

Castigo de um CD amador - parte 1

Eu nunca tive jeito para foder. Minha pila é muito pequena e como a minha experiencia nesta matéria é escassa uma vez, que antes de me casar apenas fodera com putas que me procuravam despachar o mais depressa possível, esporro-me ao fim de poucos minutos após a ter metido, muito menos minutos do que o tempo que uma mulher leva a atingir o orgasmo. Por isso, e mesmo sabendo que a moça com quem namorava, Bárbara, não era virgem nunca a tentei comer antes do casamento, nem mesmo depois de lhe ter pedido a mão, com medo que ela conhecendo o meu problema me rejeitasse. Não admira por isso que a lua de mel e os meses subsequentes ao nosso matrimónio tenham sido um Inferno, com Bárbara acusando-me de ser um egoísta incapaz de lhe proporcionar prazer, e não saber para que servia um marido como eu que além de ter um pilau tão diminuído nem sequer o sabia usar convenientemente com uma mulher. Cheguei a pensar propor-lhe arranjar um amante pois me sentia incapaz de viver sem ela, e só não o fiz por temer a sua reacção embora saiba hoje que ela não se importaria nada com tal proposta.
Bárbara é uma mulher lindíssima embora baixinha, e gosta de se vestir provocantemente, sempre de mini - saia exibindo suas pernas torneadas e botas de cano alto pretas ou vermelhas, o que lhe dá um ar algo de puta mas me deixa extremamente excitado. Para além disso minha esposa sempre curtiu muito usar lingerie sexy, calcinha fio dental, cuequinhas rendadas que deixam entrever seus pentelhos castanhos sempre bem aparadinhos, meias a ¾ ou de perna inteira com ligas, sutiãs cai - cai que lhe revelam por inteiro as mamas formosas e as mantêm empinadas. Logo nos nossos primeiros tempos de casados comecei a perceber que ficava de pau duro só de a ver em lingerie, muito mais duro do que quando a via nua. Tão duro e excitado me deixava tal visão que muitas vezes me esporrava todo só de a ver em trajes íntimos, antes mesmo de lho meter o que me valia logo ser por ela taxado de ejaculador precoce e pila frouxa cujo órgão para além de mijar não servia para mais nada. Apesar da vergonha que sentia adorava ouvir aquilo e até confesso que não me importava nada de me vir rapidamente só para a ouvir insultando-me furiosa pela trepada que ela não chegara a gozar. Mas também constatei que para me entesar e alcançar o orgasmo nem precisava de a ver vestida com tais peças, comecei a perceber que para obter o mesmo efeito bastava ver-lhe as calcinhas e os sutiãs dentro dos gavetões e tocar-lhes com as mãos ou esfregando-os no meu corpo. Comecei então sempre que Bárbara não estava em casa a usá-los para me masturbar e aquelas foram sem dúvida as punhetas que melhor me souberam na vida, muito melhor me sabiam do que quando metia nela, ou quando em solteiro ia às putas. E um novo apetite despertou em mim: vestir as suas roupas interiores, fazer de mulher e masturbar-me com elas postas. Todo nu frente ao espelho do guarda fatos do nosso quarto colocava um dos seus sutiãs, alguma das cuequinhas rendadas ou das calcinhas fio dental, vestia uma das cintas que ela usava ao redor da barriga para prender as suas ligas, e ficava tacteando meus colhões e meu pilau com uma das mãos enquanto fazia deslizar a outra por sobre o sutiã, imaginando ter um par de mamas e as estar apalpando até me vir. Por vezes não tinha tempo de tirar a pila para fora da calcinha e molhava-a com o meu gozo o que me obrigava a remover as manchas de esperma lavando-as e secando-as rapidamente para que Bárbara não se apercebesse. Pensava eu que com sucesso, até um dia… Um dia estando eu só em casa, corri ao guarda vestidos dela e produzi-me com os seus adereços íntimos. Sutiã cai-cai bem decotado, vermelho vivo, calcinha vermelha transparente na frente e com folhos na cintura, meias de licra cor de carne à altura das pernas, presas a uma cinta preta. Não calcei as suas botas pois não me serviam mas como achei que Bárbara ainda iria demorar pintei os olhos e os lábios, fiz mesmo o contorno dos olhos com o crayon e coloquei rouge  nas faces. Apenas não me atrevi a usar o seu verniz das unhas pois a sua remoção é demorada e o cheiro da acetona poder-me-ia trair. Quando conclui minha maquilhagem não pude deixar de apreciar o meu trabalho no espelho e fiquei satisfeito com a minha obra. Eu estava ou pelo menos sentia-me, uma verdadeira puta e o meu pilau minúsculo começou logo dando sinais de vida e a crescer. Acariciei-o, senti-o hirto e firme e com o braço comecei fazendo os movimentos de uma punheta. Estive muito tempo gozando a sensação de me estar punheteando vestido de mulher pois ao contrário de quando metia numa, sempre que me masturbava conseguia conter indefinidamente minha ejaculação, Tão entretido estava com aquilo que não escutei qualquer ruído. Foi de repente que a porta do quarto se abriu e minha mulher entrou de rompante. Felizmente vinha sozinha caso contrário ter-me-ia de enfiar pelo soalho dentro.
- Ah meu grande paneleiro – gritou-me Bárbara – então é assim que te divertes quando eu não estou, não é mesmo? Por isso é que há muito vinha dando conta que as minhas calcinhas e os sutiãs estavam ficando mais largos. Não admira que não saibas satisfazer uma mulher. Deves ser daqueles homens que em vez de apreciarem dar nas mulheres gostam mais de apanhar no cu. E ficas muito bonito assim vestido, não haja dúvidas. Pois vou tratar de te fazer a vontade e proporcionar-te uma experiencia de fêmea se é que o teu cu não a experimentou antes, como me parece mais provável.
Muito atrapalhado tentei explicar-lhe que nunca na vida dera ou pensara dar o cu e aquilo não passava de uma fantasia inocente como quando em rapaz me masturbava perante fotos de mulheres nuas, mas Bárbara nem me quis ouvir. Com a frustração acumulada por todos aqueles meses de vida em comum em que nunca eu a conseguira foder convenientemente, ameaçou-me de não só revelar minha tara que acabara de presenciar a todos os conhecidos, como também a facilidade com que me vinha dentro dela como se não gostasse de lhe comer a rata, se não me submetesse a um castigo que estava pensando aplicar-me.
- Será também a minha doce vingança por todos os orgasmos que não me conseguiste dar – disse-me. E o seu rosto tinha um ar deliciosamente mau o que surpreendentemente me deixou ainda mais excitado do que quando ela me abria as pernas e lhe via a vulva. Não me parecia ter outra saída que não fosse deixá-la punir-me da forma que muito bem entendesse e acedi por isso a ser castigado por ela ainda que sem nenhum entusiasmo, como é bom de ver.
- Muito bem – disse-me então Bárbara pegando no telemóvel e começando a filmar-me travestido – para começar vais baixar a calcinha e eu vou-te filmar nesses preparos para que de futuro se te portares mal todos possam ver a pilinha imprestável que tens, e como te entreténs quando estás só em casa. E continua masturbando-te panasca como estavas fazendo quando entrei. Mas sem te vires.
Recomecei a tocar ao bicho como Bárbara me mandara e enquanto me estava tocando ela ainda me obrigou a confessar, para que minhas palavras ficassem registadas, que eu era um paneleiro de cacete frouxo e um esporra fácil gostando mesmo de apanhar no cu vestido de mulher, porque meu órgão não me permitia usufruir do sexo de outra maneira. Fiquei punheteando-me longo tempo até não me poder aguentar mais e só então minha mulher me mandou parar.
- Vai agora, ó mulherzinha de pila tesa, à arca frigorífica e traz-me uma barra de gelo, que eu vou tratar de arranjar uns acessórios de que vamos precisar para te fazer passar a vontade de te vestires com as minhas roupas.
Fiz o que me era mandado e quando voltei ao quarto minha mulher empunhava um rolo de cordas e uma colher de pau. Nessa altura eu estava apenas com o sutiã posto mas meu pilau continuava inflamado e Bárbara disse-me então que a uma putazinha como eu não ficava nada bem ostentar aquela coisa entesada, tal postura devia ser apenas reservada a machos potentes, não a bichonas como eu.
- Vou tratar de ta pôr em baixo como uma fêmea deve andar sempre.
Deu um nó escorregadio na ponta de uma das cordas e nela enfiou a cabeça do meu caralho, puxando-a depois toda por baixo dos meus colhões. A corda acompanhando o desenho da coluna dorsal foi-me então amarrada à volta do pescoço como uma coleira, de modo a que eu não pudesse movimentar meu caralho.
. Agora panasca, deita-te em cima da barra de gelo – ordenou-me – Mas de maneira a que a tua piroca e os tomates fiquem em contacto com ela. Vais ver como com a temperatura que a barra apresenta vais ficar não só com os espermatozóides congelados, como a tua pilinha não tarda estará ainda mais encarquilhada e pequenina do que de costume.
No entanto para não ficar com tais partes sensíveis queimadas pelo gelo, Bárbara colocou sobre a barra um fino plástico o que atenuou um pouco tal tortura, antes de passar uma outra corda nos meus quadris, cujas extremidades foram atadas aos pés do guarda fatos de modo a não me deixar levantar. Apesar do plástico no entanto não tardei a sentir o frio tomar conta de minhas bolas e pirilau e a sentir este ficando cada vez mais mirrado, como se estivesse sumindo.
- Tens frio nas partes, paneleiro? – perguntou-me em ar de gozo – eu devia ser mazinha e deixar-te em cima do gelo sem nada de maneira a que amanhã tivesses essa zona toda queimada, para que saibas quanto te custa emporcalhar minhas cuequinhas. Mas para não correres o risco de te constipares vou-te aquecer o cu. Desgraçadamente para ti não o vou poder fazer com uma pixota como de certo te agradaria mais, mas com uma colher de pau como se faz aos meninos que se portam mal.
Mandando-me contá-las em alta voz começou a bater-me com força com a colher de pau alternadamente numa nádega e na outra. Foram 100 colheradas no total o que me deixou com o rabo todo vermelho e esfolado, dizendo-me que nos próximos dias sempre que me quisesse sentar me iria lembrar dos meus pecados e da lição que ela me estava dando por conta deles. As pancadas nas nádegas comprimiam-me a piroca e os tomates ainda mais contra a barra de gelo provocando-me um ardor insuportável naquela área. No entanto, e muito estranhamente, apesar de nem sequer conseguir pôr a pila em pé tão gelada a tinha, eu estava achando aquele espancamento muito excitante, muito mais excitante do que tocar punheta vestido com as suas roupas íntimas. Quando terminou de me bater amarrou minhas mãos para eu não conseguir desamarrar a corda da cintura, dizendo-me que ficaria ali manietado sem comer nem beber até a barra de gelo derreter totalmente e filmou-me naquela posição, dizendo que o filme ficaria muito bem guardado como uma garantia do meu comportamento futuro e da minha total submissão a ela.
- Já que gostas de ser mulher eu vou passar a ser o teu amante, e tu vais passar a obedecer-me incondicionalmente como uma boa esposa à moda antiga. E como não prestas para nada na cama, eu vou passar a arranjar os amantes que quiser, sempre que precisar que me consolem de maneira a deixar-te a cabeça bem coberta de chifres. E agora vou consolar-te eu a ti como as mulheres gostam de ser consoladas pelos seus machos: com um cajado bem grande e grosso.
Meu rabo estava todo empinado, mesmo em posição de ser enrabado. Bárbara foi à casa de banho e voltou com uma bomba de sucção de desentupir canos, com o cabo em madeira. Dizendo-me que devido a eu não cumprir convenientemente as minhas funções de marido já por diversas vezes se desenfastiara com ele, mandou-me chupá-lo e cuspir nele abundantemente para não me doer tanto a penetração, e alargando-me o olho para os lados enfiou-me aquele cabo pelo cu acima.
- Rebola-te nele, panasca, rebola-te nele como uma fêmea sedenta de prazer se rebola numa piroca de macho.
Eu sentia meu olho todo rasgado e não me apetecia nada rebolar-me naquela coisa dura mas fiz o meu melhor embora gemendo bastante.
- Tens jeito para paneleiro, de facto. A tua vocação em matéria de sexo é apanhares no cu e tocar ao bicho já que para cobrires mulher não tens jeito nenhum - observou-me. - Vamos, continua minha bichinha e ai de ti se o deixares sair.
O cabo estava bem enterrado no meu cu e eu apertei mais minhas nádegas para não o deixar escapar enquanto me rebolava nele, temendo a reacção de Bárbara se ele saísse. Minha esposa baixou então sua calcinha e agarrando-me pelos cabelos obrigou-me a levantar a cabeça na direcção do seu sexo. Estava mais húmido do que era habitual quando fazíamos amor e eu pude assim perceber que aquela sessão a estava deixando tão excitada como a mim.
- Cheira minha rata, bichona, cheira-a e lambe-a que de agora em diante será apenas desta forma que terás acesso a ela. De preferência depois de te ter metido os cornos para que limpes com a tua língua a esporra que os meus amantes nela vão deixar. Daqui para a frente dá-la-ei apenas a homens de verdade, de piroca e tomates grandes porque os teus só os esvaziarás à mão muito de vez em quando, quando te der permissão para tal, ouviste? Caso contrário o filme há-de ser visto por muita gente.
Bárbara acocorou-se diante do meu rosto e as suas mãos conduziram-no até ao seu entre pernas. “ Língua de fora”. Estendi a língua e fiz-lhe um minete com o cabo da bomba bem enterrado no cu. Minha mulher estava cheia de tesão e não foram precisos muitos minutos para que se viesse e me fizesse engolir seu gozo. Pela primeira vez na vida eu proporcionara um orgasmo a uma mulher, à minha mulher. Não fora com a pila é verdade mas fora o primeiro orgasmo que uma mulher tivera comigo e sentia-me muito orgulhoso com isso.
Como estava frio e a barra de gelo era enorme, ela demorou mais de 24 horas a derreter e eu permaneci todo esse tempo, tal como Bárbara me dissera, amarrado a ela com a piroca e os tomates congelados e quando ela me soltou minha pilinha estava de facto tão sumida que não me atreveria a mostrá-la fosse a quem fosse, quanto mais a tentar metê-la, o que levou minha esposa a escarnecer dela dizendo-me que se soubesse que eu era assim tão curto nunca teria casado comigo.
- Por isso - disse-me - é que nunca me quiseste comer quando namorávamos com medo que eu te fugisse, não foi?
Enquanto estive amarrado à barra de gelo fui ainda enrabado por diversas vezes não só com a bomba de sucção mas também com um toco de vassoura, e por diversas vezes tive de lhe voltar a fazer minetes até ela alcançar o orgasmo, ouvindo sempre Bárbara dizendo-me que já que eu não tinha pila podia e devia aprender a foder com a língua.
- Hoje abri-te esse olhinho do cu, meu maridinho ejaculador precoce de pila reduzida -. disse-me minha esposa quando me desamarrou – Desta vez foi só com dois acessórios de pau mas muito em breve quer-me parecer que vou fazê-lo experimentar uns pares de paus de machos a sério. E talvez depois quando sentires o leitinho quente dos mesmos inundando-te o rego tu vás gostar ainda mais de seres paneleiro e de te vestires de fêmea.
Bárbara cumpriu o prometido. Meia dúzia de dias mais tarde fez-me ser enrabado por quatro mânfios de quem ela me pôs à disposição para se encarregarem de tal tarefa. Foi um episódio memorável que marcou também o inicio da minha condição de corno manso e que consumou definitivamente a minha transformação num homem-fêmea inteiramente submetido a minha mulher, condição que presentemente tão feliz me deixa.

 

EUGÉNIO SADOC

 

Humilhado e enrabado na inpeção militar

Até então durante todo o Liceu sempre escapara das aulas de Educação Física com os atestados passados pelo médico de família. Mas agora que ia fazer 20 anos, e tal como todos os cidadãos masculinos da minha idade, tinha sido convocado para a Inspecção Militar que me iria apurar ou não para a tropa, não tinha como escapar de me despir na frente de todos. E como tal perspectiva me aterrava. Eu bem queria ser moça para não ter de prestar tal dever mas sabia bem que nesse dia não teria meio de me furtar a exibir perante todos os outros rapazes, muitos meus conhecidos, o meu corpo todo nu e o consequente pendente e o saco dos ovos bastante curtos e diminuídos. Mas como se não comparecesse ia preso como refractário e a minha situação pioraria muito, lá compareci no Centro de Selecção do Exército no dia e hora marcados.
Aquilo começou mal pois logo de manhã na colecta de sangue quase desmaiei o que fez o sargento e a maioria dos rapazes chamarem-me de améliazinha. Quando chegou o momento de nos exibirmos nus perante a Junta Médica, todos em frente uns dos outros, aconteceu o que esperava. O tamanho liliputiano do meu piçalho e bolas fez com que todos os mancebos me começassem a gozar indiferentes à presença dos médicos e enfermeiros. Os primeiros a verem foram os que estavam do lado de frente da parede, que começaram a comentar malévolos, rindo-se muito e apontando para mim com os dedos procurando chamar a atenção dos outros.
Hei, que pilinha pequenina aquele gajo tem. Aposto que se deve ver fodido para a pôr em pé. – ao que os meus colegas do Liceu que comigo tinham sido igualmente convocados retorquiam compreender agora porque nunca me despia em sua frente, nem nunca arranjara namorada.
- Ele até deve ter vergonha que uma miúda lhe descubra as curtas dimensões da coisa e deve contentar-se com esfolá-las à mão - comentavam, cruéis.
Os responsáveis pela Junta Médica lá impuseram ordem naquilo mas eu bem vi que habituados a inspeccionarem diariamente dezenas de rapazes nus também nunca tinham visto nenhum caralho e tomates tão mal formados como os meus, pois na expressão das suas caras lia-lhes o ar trocista. Além disso parecia-lhes dar prazer expor as minhas escassas dimensões masculinas pois não paravam de me manusear a piroca várias vezes, com a ajuda de uma vara de vime que usavam com esse fim. Verdade que também fizeram o mesmo a todos mas a mim pareceu-me que muito mais tempo e sempre com um ar muito escarninho. Eu também tão assustado ia com aquele momento que tenho a certeza minha pila estava ainda mais minguada e com aspecto muito mais murcho nesse dia do que costume.
No dia seguinte realizavam-se provas psicológicas e por isso tínhamos de dormir nessa noite no quartel. Na hora do recolher deixei que todos fossem tomar banho primeiro pois a área dos chuveiros era comum, sem divisórias, e eu não queria passar por outra humilhação. Não me adiantou nada, evidentemente. Como todos sabiam o meu problema trataram de me caçoar mais. Aliás durante todo o dia passara constantemente a ouvir piadas sobre o meu caralhinho.
- Ó piça de gato – gritou-me um – porque não vens tomar banho connosco? Não vale a pena esconderes o que já todos viram, por mais vergonha que tenhas.
- Fica descansado que com uma piroca desse tamanho e um parzinho de tomates mais pequenos que bolas de ping- pong, fiques livre da tropa como as meninas, que isto aqui é só para homens de colhões grandes.
Entre os rapazes que mais me gozavam pela minha falta de atributos genitais destacava-se um mulato, com quase 2 metros de altura, cabelo cortado à escovinha, e um peito à Tarzâ, que efectivamente se destacara na Inspecção Militar pelo seu caralho enorme pois mediria muito próximo dos 30 cms e ainda mais escuro do que o restante tom de pele, com uma glande circuncidada rosa- vivo. Eu mirara-lhe bem o caralho durante toda a Inspecção, não com qualquer secreta intenção, apenas admirado como pudessem existir caralhos daquele tamanho, ainda para mais possuindo eu um tão pequeno, e ele apercebera-se disso. Quando no final do jantar fomos conduzidos às camaratas o mulato procurara um beliche para dormir junto ao meu e agora no final do duche pavoneava-se todo nu em frente de todos gabando muito seu dote descomunal, brincando com ele e procurando esfregá-lo em mim:
- Quanto darias para ter um caralho como o meu, branquinho? Durante toda a Inspecção não tiraste os olhos dele. Porquê? Porque és um paneleiro de piça curta e admiras muito um caralhão enorme como o meu, não admiras?
Os outros incentivaram-no a esfregar-me a pila na boca e a dar-me na testa com os tomates que mais pareciam os badalos de um sino. Conseguiram mesmo puxar-me as calças e as cuecas para baixo cuspindo desta vez, desdenhosamente, no meu aparelho reprodutor. Assustado como me achava nem me atrevia a gritar por socorro e a minha pilinha cada vez apresentava um porte mais escasso, meus próprios balõezinhos pareciam sumir-se mais ainda dentro do saco. Aquele primeiro dia de tropa começava muito mal para mim.
- Piça de panasca sem préstimo – exclamavam entre gargalhadas – nunca conseguirás foder com uma coisa assim. Ao menos sente na boca a força de um caralho.
- No cu! No cu! – gritavam outros – No cu é que um picinhas destes devia provar um cacete com os colhões cheios.
Felizmente a algazarra que faziam atraiu as atenções do cabo de noite, que entrando de rompante com o pelotão de serviço intimou com ameaças de castigos, que deixassem as bolinhas da amealizinha que quase desmaiara ao tirar sangue. Também o cabo de noite troçava de mim por causa dos centímetros que me faltavam, ainda que graças à sua intervenção e às luzes da caserna que se apagaram pouco depois, tenha cessado o tumulto.
Sendo verdade que durante toda a humilhação verbal a que fui sujeito e durante o tempo em que estive nu perante todos minha pilinha ficou sempre flácida e morta, o facto é que depois de me ter deitado, relembrando todas as cenas anteriores e o caralho insuflado do mulato ela começou ficando tesa e a desenhar seu relevo por sobre o cobertor do beliche, como um prego enfiado ao alto. Nunca pensara em provar pila no cu mas aquela deixara-me fascinadíssimo. Ou talvez fosse por ainda ser virgem pois como muito bem tinham dito meus colegas eu ainda me consolava exclusivamente na base da ordenha manual. Sabia que uma vez voltado à terra no final da Inspecção Militar todas as miúdas da minha rua saberiam a causa da minha castidade pois o Pedro, um dos mancebos que ia comigo, não sabia guardar um segredo e passava a vida achincalhando-me antes mesmo de me ter visto o que viu. Sempre sentiria vergonha quando falasse com uma delas ou quando me cruzasse com qualquer um deles, e isso curiosamente entesou-me imenso. O volume do meu caralho era agora razoável, muito mais razoável do quando eu me punheteava em casa vendo vídeos porno, e como feliz ficaria se o tivesse visto ostentando pelo menos aquele tamanho quando os médicos militares, sem cuidar de pudores, nos mandaram tirar a roupinha toda na frente uns dos outros. Era muito agradável senti-lo teso assim. Privado toda a adolescência de um corpo feminino, sempre gostei muito de me masturbar e como já bastantes ressonares se ouvissem no amplo dormitório, comecei coçando-me com a mão. Estive mais de 15 minutos brincando com a piça, sem nenhuma vontade de dormir, procurando não molhar os lençóis nem a cueca com os pingos de esperma que estimulada ela ia vertendo pela cabecinha. De vez em quando, muito lentamente para não chamar as atenções de ninguém, limpava-a com um lenço de papel que guardava debaixo da almofada imaginando como seria maior a minha humilhação se na manhã seguinte alguém desse pelos lençóis conspurcados com o meu sémen, quando senti que a pressão da esporra para sair começava sendo incontrolável. Não quis correr riscos e sorrateiramente tratei de às escuras me encaminhar para a casa de banho onde debaixo do chuveiro com as pernas bem abertas, procurei concluir o que começara no beliche da tropa, deixando a água morna correndo.
Como ali não corria o risco de despertar ninguém masturbei-me com todo o gosto e quase posso dizer que ouvia o leitinho saindo dos meus colhões balouçando-se, em direcção à racha da minha piroca. OOOH, QUE BOM! Mas meu prazer não durou muito tempo. Ainda não me viera quando ouvi a voz de desdém do mulato nas minhas costas. Quando me voltei vi-o de boxeurs e na zona da abertura o desenho pormenorizado do mastro erecto, muito mais imponente do que o meu.
- Paneleiro branquinho! Eu logo vi que o único contentamento que consegues dar a essa piça tão clandestina é esganando-lhe o tesão à mão. Ficaste excitado com tanta piça que viste durante a Inspecção, não foi? E em especial com a minha pois tanto a miraste. Não me admira pois todos os paneleirinhos como tu se excitam muito com a minha piroca. – Nesse momento introduzira a mão por dentro do boxeur e afagava o seu instrumento. - Vou então dar-te a provar o que tanto te excitou. A menos que queiras que acorde todos e lhes diga o que te apanhei a fazer aqui na casa de banho, vais-me chupar o cacete antes de te enrabar.
Não queria que ninguém na caserna soubesse dos meus pecados solitários, isso não. Já me bastava a vergonha de ter sido forçado a mostrar-lhes a minha pila, não queria mais vergonhas. E a ideia de provar aquele caralho como uma fêmea no cio, embora parecesse capaz de me rasgar todo, agradava-me imenso algo que eu próprio só nessa noite estava descobrindo. O meu caralhito murchara quando ele me interrompera mas agora estava outra vez todo de pé em riste com a ideia de me ir ao cuzinho. Ele percebeu-o pois não notando nenhuma objecção da minha parte ordenou numa voz enérgica de comando:
- De joelhos, bichona. Quero-te ver rastejando de joelhos até mim.
Aquele tom de comando hipnotizava-me. Tratei assim de lhe obedecer imediatamente. Atirara com as minhas cuecas ao chão quando começara a tocar à punheta e foi inteiramente nu que rastejei no chão frio de cimento uns dois ou três metros até chegar onde ele se achava.
- Vou-te transformar num paneleirinho obediente que foi para isso que a Natureza te destinou embora não o soubesses, meu colhõezinhos de bebé. – disse apertando-me as bolas nas suas mãos gigantescas e torcendo-mas vigorosamente. Gemi de dor mas meu tesão afrouxou bastante – Não quero ver a tua coisa de pé. Pelo menos por enquanto. Uma bichinhha obediente só se entesa com a permissão do seu macho, ouviste bem?
Aconselhando-me a conter meus gemidos se não queria ver a minha condição de paneleiro evidenciada a todos ordenou que o chupasse.
- Quero um broche bem feito com a tua boca de puta. Uma bichinha como tu, na hora de servir seu macho, começa por lhe mamar no pau e nas bolas, que é isso que me vais começar por fazer.
Nunca mamara nem fora mamado mas já vira muito disso nos vídeos do X-Vídeo e de outros sites. Baixei-lhe por isso os boxeurs com os dentes iniciativa que apreciou dizendo que estava aprendendo depressa a servi-lo com um bom paneleiro, e comecei mamando-o procurando imitar as actrizes porno. Quando passei minha língua das bolas para o caralho introduzi-o na boca com as mãos e tocar-lhe, tomar-lhe o peso, envolvê-lo e senti-lo rijo como nunca sentira o meu, foi uma sensação nova que me fez sentir um novo ser. Afinal aquele primeiro dia de tropa não acabava nada mal.
- Sorve o meu caralho, bichona porca – exortava-me apertando as têmporas e fazendo-me sentir mais seu – sorve o meu leitinho que te quero tanto encher-te a boca com a minha porra como te vou encher o cuzinho de donzel.
Chupava-o e o seu caralho ia-me penetrando fundo. A esporra saía dele já em quantidades apreciáveis, e ele mandava-me engoli-la todinha coisa que eu fazia ainda que com algum custo. Mas apesar da chuva de esporra que me deixou na boca seu caralho não baixou o tesão, nem se mostrou mais mole do que antes. Aquele era mesmo um macho pensei com admiração.
- Esfrega-me bem o pau com o sabão, se o queres ver escorregando fácil pelo teu cuzinho acima – ordenou – De outra maneira vais acordar toda a gente com os teus gritinhos de fêmea sendo arrombada quando te furar o olhinho.
Com o sabonete que nos fora distribuído a cada um esfreguei-lhe o cacete duríssimo sem esboçar qualquer reacção. O seu caralho enfeitiçara-me, eu faria tudo o que me mandasse, o mulato estava apreciando muito o toque de minhas mãos lubrificando-o e dava-me constantemente com ele na cara e no peito dizendo que uma bichinha miudinha como eu não devia só provar com caralho no cu e na boca, mas em todo o corpo.
- Deita-te no chão, pilinhas – mandou quando achou já estar bem ensaboado – Vais sentir o peso de um macho vazando-te o olhinho e comendo-te todo.
Prontamente me submeti na posição exigida e o matulão forçando-me as pernas no sentido da cabeça – e oh, com que prazer senti seus músculos prendendo-mas, bíceps duros de macho, tão duros e fortes eram os seus músculos como o vigor do seu caralho – e me mandou arreganhar as bordas do cu.
- Abre bem esse olho, maricas, e cerra os dentes com força que quando a cabeça da minha piça entrar nele até vais sentir estrelas.
Tratei de o abrir ao máximo pois só a cabeçorra era bem capaz de o entupir todo. O mulato contudo não meteu logo. Aproveitando-se da minha posição de frango no churrasco deu-me um minete ao cu que me deixou mais relaxado chegando mesmo a meter sua língua fundinho nele e dando-ma a provar na boca. Minha pilinha empinada batia na barriga dele, melando-a com algum do meu líquido que ia saindo.
- Então não é só a tocares punhetas que o teu caralhinho se entesa, panasquinha – comentou – Também o fazes quando tens um macho por cima.
Com meu olhinho bem arreganhado, aquele soberbo exemplar de macho cuspiu dentro dele, penetrando-me longamente com o seu dedo. Em seguida deu uma cuspidela no membro, e tapando-me a boca com força enfiou-mo pelo rego acima. Fechei os olhos porque me doeu muito, a sua outra mão apertou-me o nariz:
- Caladinha, bichinha – ameaçou – Nem um pio se tens amor ao teu cuzinho.
Mesmo que me quisesse debater seu peso sobre o meu anularia qualquer efeito. E a pressão daquele caralho penetrando-me ia-me alargando todo o anel pelo que quanto mais ele metia mais fácil e mais saborosa me ia sabendo a penetração, até me bater no troço e me despertar sensações novas de prazer que nunca experimentara tocando apenas à punheta. A pressão das suas mãos na minha boca e nariz aliviaram, primeiro destapou-me o nariz permitindo-me respirar, depois a boca, deixando-me gemer baixinho e as mãos uma vez libertas foram-se passeando pelo meu corpo muito lentamente, fazendo-me rebolar todo como uma putazinha húmida. Minhas mãos continuavam arrebanhando as bordas do meu cu para que o seu caralho não encontrasse muito obstáculo em entrar e sair, e o mulato enrabou-me longamente. As suas mãos apertavam-me os seios, aii, aiii, que bom, suspirava eu apenas com medo de não poder gritar à vontade, foram descendo pelo meu peito abaixo, afagaram-me a barriga e o púbis, até me envolverem o saco e o pilau e me começarem a masturbar procurando que a minha cabeça com o prepúcio todo puxado para trás lhe fosse lambendo a barriga e os pelinhos.
- Vem-te paneleirinho branquinho – dizia-me – Esporra-te todo enquanto sentes o meu pau vazando-te o cu.
Não eram apenas os seus movimentos de mãos que eram rápidos e vorazes. Seus movimentos de ancas, seus tomates e seu cacete dando-me no cu sem dó, seu peito de macho abatendo-se sobre o meu, também. Uma das suas mãos voltou a abafar-me a boca quando meus gemidos ecoaram mais alto, pouco antes de eu cuspir todo meu tesão. Só então ele se veio como uma corrente. Quentinho seu gozo. Mesmo depois de ter gozado sua tora ainda permaneceu entalada no meu cuzinho pois aproveitando todo aquele sémen como lubrificante, o mulato ainda se entreteve muito tempo metendo e tirando até a sentir irremediavelmente murcha.
- Vou-te comer o rabinho mais vezes – disse-me no fim no duche que tomámos juntos. – A partir de agora comer-te-ei o rabinho sempre que quiser, pois vais-me deixar o teu contacto e passares a ser o meu paneleiro. Nunca vi uma piça tão pequena como a tua e ela deixa-me cheio de tesão pelo cuzinho que há atrás.
Cumpriu a promessa. Eu próprio cuidei que a cumprisse pois prontamente lhe deixei o meu contacto. Afinal a sessão de humilhação tinha-me valido uma experiência nova que muito apreciei. Se a tropa era aquilo, prometia. Graças pela minha pilinha pequenininha e meus colhões subdesenvolvidos que me valeram aquela deliciosa enrabadela, pensei pela primeira vez antes de me deitar. Mas não consegui dormir com o olho a arder.
Nota Final: o pouco tamanho da minha pila e tomates não me isentou de ir à tropa. Fiquei apto para todo o serviço na Inspecção Militar.

 

 

RIBEIRO

Esposa Infiel parte II

Depois que me descobri puta meu casamento melhorou 100% com meu boizinho me comendo em qualquer hora e lugar.Na cozinha enquanto fazia comida,no tanque na escada de incêndio,no carro estacionado em ruas pouco movimentada e nos estacionamento dos shopping.
Fazia questão de me expor porem não autorizava eu dar pra ninguém na frente dele.
Certa tarde estava em casa somente de camisola preta e transparente e calcinha rosa toda enterrada na bundinha e de tão apertada realçava minha boceta expondo o famoso capô de fusca como dizem,quando meu marido ligou avisando que um boy vinha em nosso apto pegar uns documento e ao informa-lo de como estava vestida ele mandou que atendesse o garoto somente de calcinha e salto alto.
Quando o porteiro avisou de sua chegada senti as pernas tremerem e o cu piscar de tanto tesão.Só quem é exiba sabe como é excitante saber que estamos sendo desejada.
Me preparei toda arrancando praticamente a camisola ficando só de calcinha que de tão pequena e apertada chegava a doer,estando visivelmente muito molhada com um visco brilhoso bem na frente na entrada da boceta.
Estava num frenesi total quando neste instante meu marido ligou querendo saber o que estava acontecendo e ao informa-lo o corno teve a seguinte idéia.
Deveria entregar somente um envelope a ele e quando estive na portaria era pra avisar que esperasse e iria levar o outro envelope com o total de documentos sem desligar o celular atualisando-o de todo o acontecimento.
Quando a campainha tocou quase tive um orgasmo e ao abrir deparei com um jovem de uns vinte anos barba por fazer e meio gordinho porem era notório o imenso volume que se formara entre as pernas.
Pedindo que entrasse enquanto falava ao telefone com o boi,caprichei no rebolado com ele praticamente colado atrás de mim.
Ao pegar o envelope em cima da mesinha deixei cair propositadamente me abaixando em seguida sem dobrar as pernas e com isso a calcinha entrou de tal jeito que foi possível ver meus lábios varginais que saltaram pra fora pela lateral da calcinha.
Demorei uma eternidade para levantar e quando isso aconteceu fiz questão de segurar o telefone com o ombro e levando as mãos para trás tirei a calcinha do rego primeiro puxando ela totalmente para baixo para depois com os dedos tirar ela de dentro da bunda.Ao me virar o rapaz estava pálido enquanto alisava seu pau por cima da calça e ao entregar o envelope a ele fiz questão de que pegasse em minha mãos que estava com os dedos molhados com meu néctar.
Ele educadamente beijou meus dedos lambendo meu gosto e ao sair parecia uma múmia ao andar sem tirar os olhos de meu corpo principalmente da boceta e dos seios que doíam de tão durinhos que estavam deixando meus bicos eretos e avemelhados.
Meu marido ao ser informado por mim me chamava de puta safada vadia e outros nomes mais me deixando mais tesuda ainda e qundo informei que o boy estava no portão mandou que fizesse o que tínhamos combinado.
Rapidamente pedi ao porteiro que mandasse ele aguardar um pouco peguei o envelope e sai rapidinho.A entrar no elevador quase tive um treco ao encontrar dona Maria do quarto e sua neta.
Fingindo preocupação desci no térreo saindo pelo corredor lateral deixando os empregados e alguns moradores estarrecidos com minha ousadia.
Quando cheguei ao portão os líquidos varginais escorriam pelas minha virilha de tanto prazer que estava tendo e ao sair na rua sucumbi num estrondoso orgasmo ficando molinha tendo que me encostar no muro para não cair.
O rapaz veio ao meu auxilio e quando entreguei o envelope ele disse me:
Puxa dona você é muito gostosa.pensei que você vinha quebrar meu galho,veja como você me deixou,mostrando o volume de seu pinto duro e grande.
Quando me despedi dele o filho da puta meteu a mão em minha boceta fazendo eu gritar de tesão e surpresa e com isso gozei gostoso molhando muito sua mãos que ao sair de mim foram direto para sua boca.
Não fosse o fato de estarmos noa meio da rua as três horas da tarde em uma terça-feira com a galera atônita olhando para mim,teria dado pra ele ali mesmo,porem sentindo os bicos do seios em brasa me encostando no muro com ele colando em mim atolando os dedos em minha boceta enquanto mamava em meus seios comigo totalmente entregue e rendida quando fui socorrida pelo desgraçado do porteiro que me pegou pelo braço e praticamente me carregou para dentro sobre o reprovo de alguns condôminos.
Fingindo ter uma recaída me acabei em choro copioso correndo para dentro de casa entrando corri para meu quarto arranquei a calcinha e desfaleci em gozadas avassaladoras enquanto siriricava a danadinha enterrando praticamente a mão toda nela.
Foda mesmo foi quando meu boizinho ligou para mim e acionando o vibro do celular enfiei ele no cu para estremecer com tudo aquilo que sumindo todo dentro de mim me deixava extasiada toda vez que tocava.
Gemia chorava gritava e gozava chegando a desfalecer de tanto gozar e já mortinha com o corpo mole e sem energias corri para o banheiro onde tive que evacuar para liberar o celular que foi descarga abaixo é claro.
Quando meu marido chegou me encontrou dormindo peladinha no sofá da sala com a porta aberta e ao me ver ali pulou em cima de mim para me comer como somente ele sabe fazendo me arfar socando tudo em meu cu enquanto esbofeteava minhas nádegas.
Passamos a noite toda transando e assim que ele gozava me sujando toda me preparava para dormir,e par meu desespero o filho da puta me punha de quatro para socar com fúria ora na boceta ora no cu deixando me muito cansada e toda esfolada sem falar as varias vezes que tive que descer ate o saguão em uma delas peladinha para pegar as correspondências ou para levar água gelada para o porteiro e os sewguranças.
Quando voltava para dentro apesar de cansada e acabada tinha que sentar gostoso em seu pinto em riste e quando ele me liberou o sol já raiava por isso me tranquei no quarto de hospedes onde dormi o dia todo acordando a noitinha com um dos segurança tocando a campainha pedindo um pouco de água gelada.
Ao atender-lo deixei a porta aberta e ao chegar na cozinha fui forçada por ele que me seguia a deitar sobre a mesa para com estocadas rápidas fundas e vigorosas inundar meu cu de tanta porra que escorria pelas pernas.
Ainda delirava toda aberta quando meu marido chegou me pegando daquele jeito e antes que me recomposse ele caiu de língua sorvendo com vontade a porra junto com meus líquidos enquanto me matava de tanto gozar principalmente depois que limpou toda minha xaninha para meter gostoso em mim.
Confesso que apesar do fogo que tenho no rabo estou pedindo arrego e ao encontrar uma caixinha de estimulante em sua gaveta estou pensando em substitui-la por outra vitamina.Que vocês acham da idéia.
Beijos camille.
Email:camilledicarli@bol.com.br

 

 

Esposa infiel - parte 1

Quando me casei tinha somente dezessete anos e foi com meu primeiro e único namorado,que fazia tudo para me agradar principalmente na cama onde passávamos horas nos amando com ele me lambendo todinha por horas e quando me penetrava eu já estava extasiada e mole de tanto gozar.
Gemia chorava me esperneava com ele todo dentro de mim,sou muito escandalosa quando transo.
Porem ao completar cinco anos de casamento sentia que faltava algo mais em nosso relacionamento.
Com um corpinho bem definido pernas bem torneadas,bundinha arrebitadinha seios médios e pontiagudos com os biquinhos sempre eretos devido ao constante cio,me vestia de forma sensual e provocante principalmente quando saiamos juntos para festas baladas ou passeios.
Certa noite estávamos em um barzinho com alguns amigos e como estava de mini saia justa e muito curta fiz questão de sentar bem próximo a pista de dança ao levantar constantemente abria as pernas displicentemente deixando que todos vissem minha minúscula calcinha branca e quase transparente muito molhada que estava,e já com os seios eretos de tanto desejo de ser possuída ali mesmo na frente de todos se possível fosse.
Estava na vitrine causando um freeson na galeja ,e o bobo do meu marido nem ai coma hora do Brasil.
Estava muito acessa devido aos drinks e por adorar me exibir e em certo momento tirei minha blusinha ficando somente com um top sumario que mal cobria meus seios.
Neste momento me senti a rainha da noite tendo a atenção de todos a nossa volta menos a de quem me interessava,meu marido é claro.
Quando ele soltou o copo vindo em minha direção tremi toda de desejo,porem antes que chegasse ate mim fui arrastada pelas meninas para a pista onde fomos cercadas pelos meninos para dançar descontraidamente sem nos importar com as encoxadas e passadas de mãos constantes na bunda.
Estando alheia a tudo rebolava gostoso no centro da pista quando rolou uma musica lenta e suave.neste momento as meninas voltaram para mesa e antes que pudesse fazer o mesmo fui abraçada por trás com alguém colando seu corpo ao meu fazendo me sentir o imenso volume encostado em minha bunda.
Fechando os olhos coloquei as mãos pra trás espalmando tudo aquilo enquanto suspirava fundo me entregando totalmente já com ele beijando loucamente meu pescoço em busca de minha boca.
Quando sua boca atingiu a minha resisti ao perceber que pela pegada não poderia ser meu marido e neste momento aquele rapaz negro me virou de frente sem sair de mim para beijar freneticamente minha boca enquanto suas mãos passeavam pela minhas costas descendo ate minha bunda levantando minha saia deixando me somente de calcinha no meio da galera que fizera uma roda em volta da gente para apreciar nosso shwouzinho.
Estava com o corpo em brasa tremendo da cabeça aos pés sabendo que tinha que resistir e fugir dali porem o tesão o desejo e a luxuria se apossou de mim revelando uma puta vadia e sem vergonha me entregando numa orgia total com aquele desconhecido pintudo.
Gemia descaradamente com a saia levantada o top arriado e a calcinha no joelho enquanto ele mamava freneticamente em meus seios dedilhando minha boceta com a mão praticamente toda dentro dela.
Ao me sentir totalmente entregue o rapaz tirou o pinto pra fora e antes que esboçasse qualquer reação ele afundou tudo aquilo em mim me pegando por trás com estocadas fundas e vigorantes com seu porrete tocando fundo em mim.
As lagrimas escorriam em minha face tal a intensidade do orgasmo que tivera e toda molinha fui inclinada para frente onde ele segurou em minha cintura para inundar meu útero de porra que escorria pelas pernas.
Estava entregue por isso não me importei quando alguém ocupou seu lugar assim que ele saiu de mim e uma garota loirinha assim como eu me abraçou alisando deliciosamente meus seios enquanto beijava freneticamente minha boca.
Sentia múltiplos orgasmos quando começou o empurra empurra e com isso fui jogada ao chão com o meu invasor sumindo dali rapidinho.
Quase fui pisoteada com a galera sendo empurrada pelos seguranças e antes que me machucasse um rapaz negro e muito sorridente me pegou em seus braços me encaminhando para uma sala reservada acima do palco onde se tem plena visão do ambiemnte,me colocando em cima de uma maca arrancando minhas roupas lambendo todo meu corpo dando maior atenção para meu cuzinho que piscava de tesão.
De onde estava podia ver minha turma bebendo conversando e o boi do meu marido sentado no canto da mesa se acabando na cachaça enquanto eu tinha uma língua ávida experiente e muito ágil na boceta e uma tora na boca num frenético meia nove.
Aquele porrete ia fundo em minha garganta quase me matando sufocada enquanto aquela língua acabava com toda minha resistência.
Em certo momento ele me colocou de quatro para invadir minha boceta numa única estocada comigo aos berros gozando avassaladoramente.
Ele socava socava e socava e eu gritava feito louca quando ele tirou tudo de mim tentando comer meu cu ainda virgem.
Juro que ate colaborei porem estava impossível ele me penetrar e com a chegada de mais dois de seus amigos resolvi ir embora dali prometendo voltar outro dia para completar o serviço.
Ao chegar em minha mesa meu boizinho correu em minha direção me abraçando muito beijando minha boca estranhando o gosto comigo disfarçando avisando que era porque tinha vomitado.
Demostrando muita preocupação para comigo meu marido me levou pra casa onde corri para o banheiro dando graças aos deuses por ele não ter passado a mão em mim senão ia descobrir que tava sem calcinha e depois de um bom e demorado banho gemi gostos em seu porrete com ele me comendo praticamente a noite toda.
Estranho mesmo ele ficou quando eu me posicionei de quatro na cama e pedi bem dengosa:
-benzinhoooo..come meu cuzinho.
Feito um animal ele se posicionou atrás de mim e mesmo comigo aos gritos pedindo que fosse de vagar pois estava doendo muito ele afundou sem dó e piedade todo aquele ferro em mim que me sentindo como que sendo partida ao meio gozei como nunca na vida agradecendo muito a ele por ter aberto a caminho.
Estava mortinha quase dormindo quando meu homem lambendo meus pés pernas e coxas como só ele sabe afundou sua boca em minha boceta fazendo me arfar em sua boca.
Delirei pensando em tudo o que tinha aprontado naquela noite e sentindo minha boceta arder principalmente quando ele afundo tudo aquilo deitando em seguida em cima de mim e enquanto nos beijava ternamente trocando juras de amor eterno explodimos simutâneamente em mais um gozo comigo como que mordendo seu porrete com meu canal varginal como ele adora.
Eu que já vivo num cio constante não via a hora de poder voltar naquele lugar dando quase todo dia pro maridão que fazia questão de me comer no elevador na garagem do prédio na sacada do terceiro andar onde moramos.
A pedido dele uso roupas curtas e provocantes e quase sempre sem calcinha,porem ele faz questão que seja sempre na presença dele,pois vive dizendo que não que concorrência.
A grande oportunidade surgiu quando ele em uma sexta feira ligou pedindo que encontrasse ele em frente ao seu trabalho por volta das vinte horas para uma esticadinha.
Estava no banho quando ele ligou novamente avisando que não era pra eu ir porque tinha ocorrido uma emergência em uma loja em Campinas e como a equipe dele é responsável pelo suporte técnico ele teria que viajar para lá imediatamente voltando provavelmente somente dia seguinte.
Juro que não ouvi este segundo recado,por isso vesti uma minúscula calcinha rosa e transparente e um vestidinho que mais parecia uma camisola de tão fino e transparente sem sutien salto alto e la fui eu para o “encontro com meu homem”.
A pista estava pegando fogo e assim que entrei corri para o meio da galera e quando dançava freneticamente com a galera em minha volta fui segura pelo braço e fingindo resistência sob os protestos da galera fui levada para o abate onde gemi gostoso com aquele negro todo enterrado em meu cu um alemão em minha boceta enquanto mamava gostoso no pinto de outro moreno.
Como é maravilhoso ter dois pinto dentro da gente.só de lembrar fico molhadinha.
Os três estavam insaciáveis não me dando descanço a noite toda pois semre que um saia de mim outro já me catava após a ronda pela casa.foda era quando os três me catavam de uma só vez e quando me liberaram não tinha força nem para dirigir com um deles tendo que me levar ate a esquina da rua de casa,mais para não descobrirem onde moro.
Ao entrar em casa toda molhada com porra ate nos cabelos com o vestido rasgado com os sapatos nas mãos e sem calcinha dei de cara com meu marido que assustado informou que tinha acabado de chegar querendo saber o que tinha acontecido comigo.
Chorando muito enquanto ele me abraçou me desvencilhei dele avisando que não era digna dele pois tinha acabado de ser estrupada por cinco homens e que a culpa era dele que marcou comigo e não foi.
Chorava copiosamente muito mais por culpa quando ele me abraçou pegando me em seu braços me levando para nosso quarto pedindo mil desculpas que tinha avisado para eu não ir e quando avisei que precisava tomar banho ele deitou em cima de mi beijando minha boca enquanto pedia que contasse com detalhes como tudo aconteceu.
Enquanto narrava os fatos senti minhas poucas roupas sendo rasgada de mim com ele delirando sorvendo toda porra de minha xoxota me deixando extasiada e já toda molinha de tesão
Quando ele afundou todo seu mastro em mim gemi chorei delirei com seu pinto feito pedra socando como nunca antes ate o talo em minha boceta.
E ao contar que tinha sido comida por três de uma só vez ele me forçou a ficar de quatro para com estocadas fundas rápidas e animalesca me fez derreter toda no melhor gozo anal de minha vida.
Transamos ate na hora dele ir trabalhar me deixando mortinha só conseguindo levantar por volta das treze horas.
Após um bom e demorado banho avistei em cima da cama um conjunto de mini saia ,mini blusa de lycra e uma minúscula calcinha fio dental ambos pretos um buquê de rosas vermelhas um conjunto de brincos anel e pulseira de ouro e um bilhete onde se lia:
“Amor vou chegar tarde hoje.vista estas roupinhas e saia para passear.
Beijos de quem te ama muito.”
Os:cuidado para não ser estrupada viu.
Ao me vestir era impossível esconder a bundinha e os seios e confesso que estava ate envergonhada me sentindo totalmente nua ao dirigir pelas ruas de sampa e julgando ser muito perigoso parar em algum lugar desconhecido corri para aquele salão e entre assovios e passadas de mãos na bunda fui direto para os fundos da pista entrando para a sala do pau como é chamado o local,onde tive que satisfazer cinco homens safados e sedentos de mim,porem isto contarei brevemente.
Foda mesmo foi quando cheguei em casa toda esfolada suja e fedida e tive que encarar o biozão que me comeu valendo pelos cinco.
Beijos.
Email:camilledicarli@bol.com.br

 

Enrabada...

Sou uma menina meiga sapeca e safada como diz minha mae.Nao perco uma oportunidade de me exibir vejo sexo em tudo.mamae esta pretendendo me levar ao medico desconfiandso que sou ninfomaniaca. Certa manha ao chegar da escola mais cedo por falta de professores me alegrei ao ver o carro de mamae na garagem imaginando que teriamos um dia juntas uma vez que sou filha unica de mae solteira. Como mamae nao estava em casa me troquei colacando um vestidinho basico bem curtinho e quando tencionava sair a procura dela pelas casas vizinhas ouvi seu riso alto vindo da casa de nossos vizinhos que moram no mesmo quintal nos fundos de casa. Notei que mamae estava soltinha e alegre conversando animadamente com o casal de vizinhos a quem chamarei de seu oscar e dona teresa.

Em certo momento notei que mamae falava algo incompleensivel parecendo que tava comendo e pelo desenrolar da prosa deu pra perceber que mamae conversava na sala com seu oscar e dona teresa que parecia estar na cozinha ou em outra dependencia da casa. Sendo muito curiosa entrei correndo sorrateramente pela lateral da casa e da janela vi dona teresa deitada com uma das pernas pra cima toda enjessada parecendo esta dopada pois sua voz era pastosa e pouco se entendia oque falava. Sem ser vista passei pela janela do quarto dela e quando cheguei na janela da sala quase tive um treco,seu oscar estava esticado numa cadeira de praia todo pelado com mamae sugando avidamente seu imenso penis que deveria ter no minimo uns vinte e cinco cm ou mais. Mamae abocanhava com furia tudo aquilo tentando meter tudo na boca segurando com as duas maos e ainda sobrava pinto . Seu oscar gemia xingando mamae de tudo enquanto era nome o mais suave que ouvi era puta,cadela safada e outros.

Neste momento tirei meu vestido ficando peladinha dedilhando minha buceta lisinha e carnuda enquanto estarrecida vi mamae sentar em tudo aquilo que sumiu todinho em sua boceta. Mamae subia e descia alucinada em tudo aquilo que lhe causava um pouco de dor quanto estava tudo dentro pois dava pra ver sua cara de desespero enquanto lagrimas escorriam em sua face. Em certo momento seu oscar colocou mamae de quatro segurando em sua cintura onde socava com furia tudo em mamae que implorava para que fosse de vagar o que só aumentava a furia daquele senhor que estava matando mamae que aos berros pedia pelo amor dos deuses que metesse devagar. Quando ele gozou despejou um montao de porra na boceta de mamae que caiu para o lado ficando como que morta enquanto seu oscar alisava seu corpo com sua mangueira ainda dura. Em certo momento seu oscar tentou meter novamente nela e como ela nao deixou levou um forte tapa na cara enquanto seu oscar puxando seu cabelo fez ela abocanhar tudo aquilo que crescia muito em sua boca. Ele dava muitos tapas na cara dela que chorando muito se posicionou de quatro enquanto ele coxichava em seu ouvido comigo curiosa para ouvir temendo pelo que ele ia fazer com ela.

Para nosso desespero seu oscar cumpriu o que temiamos ao pincelar tudo aquilo no cuzinho de mamae que aos prantos sentiu tudo aquilo invadir seu canal fazendo ela desmaiar de tanta dor. Num momento de puro desespero corri em socorro de mamae pulando em seu oscar que broxou com o susto de minha presença. Ao se refazer do susto comigo montado nele toda melada e xingando muito ele me segurou enquanto dizia:olha a putinha veio socorrer a mamae é.se prepara vagabunda pois vai tomar no rabinho tudo oque a mamae nao conseguiu. Ele me pegando no colo como pega um saco de pena me posicionou com a bucetinha emcima do seu pinto e enquanto os xingos se transformava em gemidos ele agassalhou todinho em minha buceta que de tao molhada recebeu com gosto tudo aquilo que entrava rasgando minha xaninha fazendo me gritar enquanto pedia mais. Parecia que ele tava batendo punheta comigo que subia e descia naquilo tudo.foda mesmo foi quando ele me jogou no chao me obrigando a ficar de quatro para se posicionar atras de mim e quando a cabeça do danado entrou dilacerando meu cu gemi chorei esperneei e pedi mais gritando:mete velho babaca ...mete tudo vai...me arromba.mamae nao aguentou mais eu aguento.. Mamae estarrecida assistia nossa transa frenetica com ele inundando meu cu de tanta porra que escorria pra fora com muito sangue.

O velho estava insaciavel porem quando ele me pegou de novo mamae interveio me tirando rapidinho dali me deixando puta da vida com ela e chegando em casa costatou que estava muito estragada precisando de ponto no anus,por sorte o medico era da mesma equipe de mamae e apos ser medicada voltei para casa com mamae que era xingada por mim de tudo quanto era palavrao possivel por ter me tirado dali.

Hoje apesar de morarmos num bairro distante dali pelo menos uma vez por semana cabulo aula para visitar seu oscar que me come gostoso um dia apos comer mamae que tambem continua visitando nosso "homem". Seu oscar conta tudo oque fez com mamae me deixando muito mais louquinha enquanto me enraba me elogia muito por neste quesito ter desbancado mamae. beijos. camilledicarli@bol.com.br

 

Mãezinha dos irmãos, mulherzinha do papai

Ola queridos já contei aqui como me tornei amante de meu pai e de meus irmãos,somos em sete, sendo que um esta num seminário estudando para padre e três estão na Bélgica onde jogam futebol alegando que lá terão maiores oportunidades,quanto a mim fiquei cuidando de papai e de dois irmãos.Eu me resumia em cuidar da casa lavar passar limpar e atender as necessidades deles pois quando estavam em casa quando um saia de mim outro já catava tudo isso depois de papai que era um perfeito amante me beijava o corpo todo e antes de meter tudo aquilo em mim deixava me louquinha com sua boca em minha boceta e cuzinho.Parecia uma senhora de trinta anos apesar de meus dessenove.
Em casa vivia constantemente nua e no cio,pois em meio dos afazeres era interrompida para um boquete em um ou uma rapidinha com outro.
Certa tarde estava na cozinha nua como de costume preparando o jantar quando papai chegou e depois de correr em seu encontro pulando em seu pescoço beijando sua boca com as pernas entrelaçadas em sua cintura notei que não estava sozinho.
Papai estava acompanhado por um de seus chefes e ao tentar correr para dentro do quarto papai me segurou enquanto me mostrava para aquele senhor fazendo me girar com ele avaliando todo meu corpo apalpando minha bunda pernas seios e barriga.
Me sentia um lixo principalmente quando papai falou para ele que podia meter a vontade em mim durante a tarde toda poie ele não devia mais nada a ele.
Cabisbaixa fui levada para o quarto e enquanto aquele senhor metia as mãos em meu seios lambendo ora um ora outro com os uma das mãos dedilhando freneticamente minha boceta,apesar da repugnância que sentia estremeci numa gozada animalesca.
Vendo meu corpo todo tremulo e arrepiado aquele senhor me jogou na cama arrancando sua roupa deitando em cima de mim para me matar de tanta dor com seu imenso pênis atolado em minha boceta.
O cara era um animal e mesmo comigo reclamando de dor ele socava cada vez mais fundo em mim urrando em seguida para inundar meu ânus de porra que chegava a arder dentro de mim.
Dei graças aos santos quando ele sai de mim e se posicionou entre minhas pernas lambendo minha boceta me levando ao paraíso.
Que língua ma-ra-vi-lho-a o filho da puta tem sorvendo seu próprio gosto fazendo me gozar copiosamente.
Estava nas nuvens e quando dei por mim ele estava posicionado atrás de mim tentando comer meu cu.O desespero aflorou novamente em mim e juro que ate tentei receber aquele porrete no cu porem estava impossível.
Foda mesmo foi quando ao tentar sair dele me deitei com ele em cima de mim e neste momento ele acertou a entrada de meu ãnus empurrando aos poucos aquilo tudo em mim que chorava pedia implorava para que parasse sem ser atendida desmaiando em seguida acordando horas depois no hospital.
Três dias depois recebi alta medica voltando pra casa e hoje estou empregada tenho acompanhamento psicológico estou estudando e morando sozinha pois papai esta preso meus irmãos foram dois para a Bahia e um pro Japão,a trabalho e papai preso por corrupção de menores formação de quadrilha e outros processos porem vive pedindo que eu vá lhe visitar.
Quando penso nisso fico com a calcinha molhada pensando naqueles homens tarados e maus encarados imaginando sendo comida por papai dentro da cela enquanto eles,lá fora esperam sua vez.
Beijos

camilledicarli@bol.com.br

 

Já praticava crossdresser sem nem saber - Parte 1

Como disse em outro conto, fui cd sem saber, pois à época não se usava esse termo delicioso. Simplesmente porque fui seduzido e me entreguei vestido de mulher e foi maravilhoso. Quando me vi num espelho produzida pela primeira vez fiquei fascinado. Estava vendo uma mulher bonita, gostosa e fogosa por sexo. E ,de fato, quando me entreguei pela primeira vez e depois todas as outras, me sentia e me sinto femea dando prazer a quem estou apaixonada, pelo menos naqueles instantes.

Fiquei exclusiva do Clóvis por dois anos, e depois de um ano de relação fui morar só e ampliei meu guarda roupas. comprava roupinhas lindas, a mini saia estava na moda e eu comprava minis, midis, botas, tudo o que era moda e que até hoje acompanho. Chegava em casa e me produzia pra mim mesmo sonhando com algum homem, pois já a essa altura nosso relacionamento havia esfriado pois ele sendo casado tinha suas obrigações sexuais com a esposa, o que não estava dando certo, pois com o meu fogo, exigia muito dele rsrsrss. Meus pais possuiam um apartamento na Praia Grande, (o qual é meu hoje)que num momento de solidão nas férias resolvi ir para lá. Explico que é desse prédios antigos de 3 andares, onde todas as portas dão para um pátio central, então dá pra se ver quem entra e sai. Nosso é no térreo pequeno com um 1 quarto e quintalzinho no fundo. Estacionei, entrei e vi que teria de fazer uma faxina. Coloquei um shortinho e comecei meu serviço. quando vejo uma família chegando no ap ao lado. Ela morena, comum, 2 crianças e êle alto não muito bonito, e uma barriguinha...Como era comum ao fim de tarde sentei na porta do ap e o casal tambem e nos apresentamos. O nome dele era Paulo (ainda é) e eram muito divertidos e como não podia deixar de ser a conversa virou pro assunto sexo. Não havia como esconder minha preferencia sexual devido ao meu jeito já bem mais afeminado e saiu muita bobagem e muitas risadas e eu de vez em quando olhava para o volume de sua bermuda e ficava assanhada.

De manha cedinho saíram pra ir a praia e eu deixei a porta aberta para que ele me visse. Me escondi na parede da cozinha e quando percebi que ele estava passando apareci "sem querer" de regatinha, parte de baixo de um biquininho e tamanquinhos. Ele me comeu com os olhos e me senti devorada, rapidamente me exibi, virei de costas para ele sorrindo e feliz. Terminei de arrumar a cozinha e fui ao banho, mas quando estava pensando em botar minha sunga de sapo e ir à praia ele voltou com a desculpa que precisava ir ao banheiro, pois a praia é perto. Êle estava só de sunga, mais nada, nem chinelos, nadinha. Barriguinha de cerveja, peito peludo, 1,82m (eu 1,67, cabelos loiros compridos na época, bumbum arrebitado) e eu num fogo que fazia gosto, apareci todinha na frente dela e ele me disse: voce fica bonita assim e muito sexy. eu disse: a intenção é essa mesmo, já colocando a mão em seu peito, daí fomos para um beijo, ele me passando a mão e eu virei de costas e sentia seu volume atras de mim. Me esfregava naquele pau. Virei de frente novamente abaixei sua sunga e lambi seu saco, chupei seu pau lindo, reto, não muito grande mas grosso e muito cabeçudo, sempre olhando nos olhos e fazendo carinhas de safada (sempre gostei de chupar um pau, olahndo pro macho e fazendo carinha de puta) até que Paulo gozou na minha boca dizendo: engole tudo sua piranha gostosa!

E engoli mesmo era o segundo homem de quem eu tomava leitinho. Me beijou e voltou para a praia com a promessa que na próxima noite inventaria algo para nos vermos quando sua familia fosse à feirinha. Nessa noite conversamos como de hábito. eu , eles e outros vizinhos.

Dia seguinte, praia, almoço descanso, e a noite chegando. Eu já sabia que ele iria dizer que ia a um bar próximo encontrar velhos amigos enquanto seu pessoal ia passear.

Eram 18:00 hs fui para o banho, depilei um pouquinho que teimava em nascer, esmalte rosa nas mãos e pés, calcinha vermelhina, vestidinho amarelo mini e sandálias brancas de salto 7 com apenas uma tirinha em cima dos dedos e presa no tornozelo. Maquiagem e cabelos rabo de cavalo, brincos de argolas ( de pressão ainda eu não tinha furado as orelhas).
Sinceramente me senti sensual. Ouvi que eles estavam saindo eram 20:30. Deixei a porta destrancada (já combinado) e sentei no sofá esperando ansiosamente. Ele chegou, entrou e para provocar cruzei as pernas deixando as coxas a mostra. Eu queria ser devorada, estuprada arreganhada, mas me contive. Ofereci uma bebido e tomamos abraçados no sofá, quando ele tirou o copo de minha mão e me beijou. Chupava minha lingua com gosto e eu abri minha boca o mais que podia pra receber sua lingua, sua saliva, seu hálito de whisky. Com habilidade me pos de lado no seu colo, enlacei seu pescoço e continuamos a nos beijar com ele passando a mão em minhas pernas (adoro isso até hoje). Levantou pegou em minha mão e disse : quero te comer! e respondi quero ser sua, a sua Carlinha. fomos para a cama e sempre nos beijando, fomos tirando a roupa um do outro. Fiquei só de calcinha e ele de cueca que puxei com os dentes até os pés. e que pés! Não resisti ao 43 lindo. Peguei seus pés e lambia cada dedo com voracidade beijava a sola e passava na minha cara, subi pelas coxas e comecei lamber usa virilha, passava a lingua na virilha, no saco e no outro lado da virilha, fazendo um "W" até que cheguei no que eu queria. Duro por minha causa, eu lambia, chupava, passava a lingua na cabeça e descia e engolia. Fazendo meu homem gemer bastante. Eu já estava sendo "xingada" e isso me dava mais tezão ainda. até que Paulo me virou de costas e disse abre! Obedeci e abri e senti a lingua, úmida, molhada tentando ser bastante dura que com a ajuda de um depois dois dedos entrou no meu buraquinho e mexia gostoso. Não aguentado eu pedia: Por favor me fode meu amor, me arromba meu macho. ele dizia: cala a boca vaca, voce vai receber meu pau agora. Pos na portinha e entrou tudo de uma vez. Socou tudo. apesar que já estava abertinha, doeu e eu dei um grito: Aiiiii seu FDP!!!. Ele tirou e me deu um tapa na cara. Não era o meu pau que vc queria? E agora seu viado vai querer ou não? TA fugindo? eu chorando me abracei a ele e pedi desculpas mas expliquei que queria devagar e com carinho. Eu nunca tinha apanhado de homem e confesso que passada a dor fiquei com mais T ainda. Ele arrependido me fez um carinho e de novo de 4 pos o cabeçudo na minha entradinha e desta vez devagar. Eu gritava, batia os dentes e mexia e mordiscava o pau dele com o cuzinho fazendo ele urrar e dizer que era a bundinha mais gostosa que ele havia comido.

Me virou, me pos de frango assado e enquanto me fodia me beijada, esfregava sua cueca na minha cara e seu pau entrando e saindo até que com seu urro veio seus jatos invadindo meu cuzinho que tambem nao aguentando gozei na minha barriga e peito. Eu estava satisfeita. fui daquele homem. eu estava me soltando da paixão pelo Clóvis. A partir desse dia sozinha no quarto à noite, decidi que sendo independente não devia ficar preso a um homem e que eu seria a Carlinha que sairia com outros homens e conheceira a vida. Apesar de trabalhar vestido de sapo sempre foi como CD que curti a vida e tive muitos homens e até hoje sou feliz.

 

coroapassivo54@hotmail.com

 

A passada de mão

Estava dando uma volta pelo Shopping, aqui em São Paulo, fui ao banheiro. Todos sabem que não existe em São Paulo um banheiro de Shopping que não rola pegação. Fui mijar notei que estavam quase todos completo e rolando as pegações de sempre. Acho a pegação muito arriscado, mijei mesmo fui ao lavabo troquei olhares um moreninho gostosinho que lembrava dele de algum lugar, e fui embora. Logo ao sair da porta, esse moreninho passa por mim e dá uma passada de mão na minha bunda que cheguei a assustar, senti seu dedo passar pelo meu rego, olhe por um lado e ele passou pelo outro rapidamente. Sou uma pessoa muito discreta, aquilo realmente assustou, mas mexeu com meu tesão fiquei de pau duro praticamente na hora. Tentei segui-lo, mas ele caminha muito rápido e olhando para trás, fiz sinal, mas ele foi embora. Perdi de vista. Sai do Shopping indo para a estação do Metro com aquela passada de mão na cabeça sentindo o dedo passar pelo rego e o pau duro. Como sempre o Metro lotado, entro ficando em pé, quando fecha as portas, começa a andar sinto alguém passando atrás de mim, passando com a rola dura na minha bunda, me movimentei, mas a enconchada no Metro é inevitável, olhei para cara do sujeito, não é que era o moreninho do banheiro, abriu um sorriso malicioso e falou:-
(Ele) - Ola, nós não nos vimos a pouco, ou estou enganado.
(Eu) – Acredito que não só vimos como também um algo mais e você sumiu rapidamente.
(Ele) – Sabe é que eu lembrei de você. Pois pegamos sempre o Metro nessa estação como também descemos na estação Carrão, você não lembre?
(Eu) - Realmente no Shopping, notei que o conheci de algum lugar e não sabia de onde. Para onde você está indo?
(Ele) - Vou para minha casa, que é próxima a estação e muitas vezes vejo você passar por mim, nunca tivemos oportunidade de nos aproximar, quando o vi no banheiro, não tive duvida, por isso da mão boba.
Eu – Porra dou bandeira, sempre pensei que era discreto.
Ele – Discreto não, discretíssimo, sempre tentei trocar olhares pelo mesmo aqui no trem, e nunca deu certo, agora no banheiro do Shopping, aquele olhar através do espelho eu pude perceber, assim arrisquei e depois o sinal com sua cabeça.
E a conserva seguiu normalmente, até saltarmos do Metro.
Fomos para um Parque que tem próximo a estação para uma conversa mais agradável e mais quente. Ele logo falou que era só ativo, que tinha tentado algumas vezes ser passivo, mas que não aconteceu e nenhuma penetração, e que não curtia ser penetrado. Falei para ele que gostava muito também de ser ativo, mas sou versátil. Mas as coisas têm que acontecer, e não planejada, nisso peguei em sua rola que estava dura igual uma pedra, ele sem pensar muito tirou para fora da calça e pediu para ser chupado.
(Eu) Cara........ Aqui, não vai rolar nada. Só em lugar mais discreto, ou melhor, entre 4 paredes. E com algumas condições.
(Ele). Quais as condições?
(Eu) – Sem qualquer restrição, o que acontecer, aconteceu...
(Ele) – Ta afim de me comer?
(Eu) – Se acontecer, e você liberar seu cuzinho. Porque não? Vou comer.
Ele falou que assim não queria, pois nunca tinha sido enrabado, e quando tentou a dor foi muito grande, que não aceitaria não. Como esse Parque e bastante deserto dei um beijo na boca e minha mão na rola dele que essa altura estava dentro da calça, ele quis tirar novamente eu que não deixei, comecei apertá-la gostosamente, o deixei dar uma enconchada, esfreguei muito a minha bunda em seu pinto, ele ficou alucinado. Ai falei
(eu) Se quer continuar, vamos para um lugar discreto, entre quatro paredes.
Ele topou, em dividir a despesa e seguimos para um hotel ali próximo. Chegando, ele me abraçou por trás com sua rola muito dura na minha bunda, pedi calma ele já foi tirando sua roupa ficando peladão deitado na cama, com a rola apontando para o teto pediu para chupá-lo. Sentei na beirada da cama com muita calma comecei a tirar minha roupa ele beijava minhas costas, orelha, nuca e falava para apressar-me que não agüentava mais de tesão, fiquei nu ele deitou novamente com a rola para teto pediu para chupá-lo.
Comecei pelas coxas lambia a parte interna ia até próximo de ao saco e voltava lambia a outra, ele se contorcia e pedia para abocanhar logo a rola, passei levemente a língua nela e comecei a chupar o saco, primeiro uma bola depois outra, ele estava a ponto de explodir, levantei seu saco e comecei a lamber a terra de ninguém (entre o saco e seu cuzinho), fui até seu cuzinho dei uma lambida ele reclamou.
(Ele) Ai não, não gosto.
Eu lambendo seu cuzinho falei
(Eu) Se não deixar vou embora agora, e continue a chupar sua rola, mas com meu dedo já penetrava em seu cuzinho. Primeiro com um dedo, depois dois. Ele contorcia, tremia e gemia de prazer, até que falou engrossando a voz.
-Pode enfiar o dedo,
Me levantei e me posicionei para colocar minha rola dentro dele.
(Ele) Cara não faça isso. Só coloca na portinha e é só, não quero, e não quero mesmo. Mas coloca a camisinha. Só para você brincar um pouquinho, depois o seu cuzinho será só meu. deixa que eu coloco a camisinha.
(Eu) Pode colocar.
Então colocou a camisinha no meu pau e me chupou a mesmo tempo.
Coloquei a cabeça na portinha de seu cuzinho, que pedia para ser penetrado. Ele se contorcia, pedia para ser devagar, e reclamava de dor, fiquei cutucando seu cuzinho, com muita paciência, até que pediu para tentar penetrá-lo, quando pediu enterrei de uma vez.
(Ele) Tira... Tira... Você me arrombou, ta doendo. Tira.. Tira.
(Eu) - Calma. Calminha, ta lá dentro, relaxa, senti o calor de nossos corpos, e comecei um delicioso movimento de vai e vem.
(Ele) Ta ardendo, sua rola é muito grossa tira um pouco ou espera mais um pouco, mas só um pouquinho.
(Eu) - Quanto quiser que continue, você e movimenta.
Logo ele foi começando a movimentar-se devagarzinho arrebitava a bundinha e aumentando o ritmo aos poucos me deixando louco de tesão. Eu fiquei alucinado vendo minha a rola entrando e saindo do seu cuzinho, uma cena e sensação indescritíveis.
Depois de um tempo fodendo, ele me provocou falando pra foder como homem, com força, bem fundo e eu fiquei louco, comecei a fuder com muita força e rápido eu estava ficando acabado já, ele me pediu para virar de ladinho e sem tirar o pau de dentro continuei fodendo forte, com minha mão peguei em sua rola e comecei a punheta-la, nós estávamos em ALPHA (se é que existe), acelerei a punheta, ele começou a gozar, e sentido seu cuzinho apertar minha pica, não deu para segurar mais gozamos juntos entre muito gemidos e gritos.....
Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
Gozamos muito, e fiquei dentro dele até amolecer a rola, aí ele falou que era a vez dele, para darmos um tempinho que ele me varia virar uma putinha. Mas conto depois

danalmeida@hotmail.com

 

Humilhação

Oi, volto aqui para relatar o que fizeram comigo sábado, domingo, segunda e terça feira, todos já devem saber que eu sou um escravo e que tenho uma dona travesti que me humilha em todos os lugares que eu vou com ela, e eu amo o que ela faz comigo. Bem, voltando ao acorrido, sábado a noite ela me levou às ruas em que as travestis fazem ponto, chegando em uma pracinha ela retirou sua calcinha e levantou sua sainha na frente, mandou eu abaixar minha calça de moletom só atrás e sentasse em sua picona, quem olhasse para nós acharia que eu apenas estava sentado em seu colo, porém quando alguma travesti passava pelo local em que estávamos ela dizia que estava adorando me comer e falava “Põe sua pica na boquinha dele que ele chupa gostoso demais”, enquanto ela me comia, gozou no meu rabo três vezes sem tirar e sem camisinha, passaram por ali umas oito travestis e eu chupei a pica de cinco, todas elas esporrearam na minha boca eu engoli tudinho, umas até me bateram na cara, não contente minha dona me levou a um local escuro, me mandou tirar toda a roupa e ficar ali a esperando enquanto ela ia conversar com umas amigas, fiquei esperando ela voltar sentado na sarjeta e encostado em uma árvore, depois de uns quarenta minutos ela volta com mais duas travestis e manda eu as chupar e dar o cu para elas, eram duas negras com picas descomunais, duras e com mais de 25 cm. cada, elas me obrigaram a chupar e dar durante duas horas, muitos carros passaram por ali e elas diziam que estavam me arrombando e se eles queriam o mesmo, mostravam como estava meu cu e me batiam muito, me chamando de safado e de putinho, depois de me lambuzarem todinho minha dona mijou em mim e me levou embora, já eram duas horas do domingo, chegando em casa ela me falou que domingo às três horas eu teria que ir na casa das duas que haviam me comido pois ela havia me emprestado e que eu deveria obedecer cegamente todas da casa. À tarde, depois da minha Dona me comer muito, eu fui e lá chegando já fui recebendo a ordem de tirar toda minha roupa e chupar umas dez picas enormes, cada uma que punha a pica na minha boca me batia muito, todas gozaram e me mandaram tomar banho, no BOX que eu estava entrava uma de cada vez, me comia, punha a pica na minha boca e quando ficava dura me comia e antes de sair dali mijava em cima de mim, esta brincadeira só terminou onze e meia da noite, elas me obrigaram a sair com três delas ir ao cinema de um shopping local, assim que a luz apagou fui empurrado ao chão e chupei a pica das três até o fim do filme, cada uma gozou duas vezes, saí de lá com muito enjôo pois havia engolido muita porra sem nada no estomago, antes de ir para casa ainda sentei no colo de cada uma, assim que chegamos eu dei um beijinho em cada e falei que tinha que ir embora pois tinha que trabalhar na segunda, levei dois tapas na cara e um chute no saco e elas me disseram que eu iria dormir ali com elas, pois não seria justo as outras amigas ficarem sem o que comer, concordei com as ordens dadas e fiquei ali, as meninas chegaram da rua e me comiam, batiam e mijavam em mim, não dormi naquela noite pois sempre tinha uma pica no meu rabo que me fazia despertar,passei o domingo, a segunda e a terça nestas condições dando, chupando e sendo mijado, quando fui para a casa da minha dona, estava todo arregaçado, esporreado, mijado e machucado, mas estava adorando isso.Caso algum travesti de campinas queira me comer, na frente da minha dona, entre em contato pois se ela deixar...

rimaju64@hotmail.com

 

Como virei menina submissa

SEMPRE FUI DIFERENTE DOS MENINOS DE CORPO E COMPORTAMENTO . DESDE PEQUENA TINHA CORPO E JEITO DE MENINA E POR ISSO NA ESCOLA TODOS MEXIAM COMIGO E ADORAVA AS PASSADAS DE MÃO NO MEU BUMBUM QUE POR SINAL JA ERA BEM GRANDE E EMPINADO.AMAVA AS AULAS DE EDUCAÇÃO FISICA ONDE USAVAMOS SHORTINHOS E CAMISETA , EU COMO ERA TODA DELICADINHA TINHA ATENÇÃO ESPECIAL DO PROFESSOR QUE ERA UM TESÃO DE HOMEM . EU NA ÈPOCA TINHA 13 ANINHOS , MAS COM MEU CORPO BEM DESENVOLVIDO E ELE SEMPRE QUANDO DAVA UM EXERCICIO ME APALPAVA E ME ALISAVA E EU ME ARREPIAVA TODA E ELE SABIA DISSO . UM DIA APÒS A AULA QUE FOI A ULTIMA FOMOS TODOS PRO VESTIARIO E OS MENINOS SEMPRE MEXIAM ME CHAMANDO DE VIADINHO , RABUDA , BICHINHA ETC... EU NEM LIGAVA , PELO CONTRARIO , ADORAVA . NESSE DIA FIQUEI A ULTIMA A SAIR E QUANDO ESTAVA ME ENXUGANDO OLHEI PRO LADO E VI MEU DELICIOSO PROFESSOR ME ADIMIRANDO DOS PÈS A CABEÇA , FIQUEI ENVERGONHADA , MAS ELE SE APROXIMOU SEM FALAR NADA ME PEGANDO PELOS CABELOS E JA FOI DIZENDO `` A PARTIR DE AGORA VC VAI FAZER TUDO QUE EU MANDAR SE NAO VOU TE COBRIR DE PORRADA SUA CADELINHA . A PARTIR DE AGORA VC VAI SER MINHA PUTINHA ENTENDEU ? `` EU COM MEDO E SEI LA COM UMA COISAS GOSTOSA FIZ SINAL COM A CABEÇA AFIRMATIVA . ELE MANDOU EU AJOELHAR O QUE FIZ RAPIDINHO E ENTAO ELE ME PERGUNTOU SE EU JA HAVIA FEITO ALGUMA COISA COM OUTRO MACHO . EU DISSE QUE NAO . AI QUE ELE FICOU LOUCO . DIZENDO `` ENTAO EU SEREI SEU PRIMEIRO MACHO ??? EU DISSE QUE SIM . ELE ME PUXOU PELO CABELO ME LEVANTANDO COM FORÇA E ENFIOU A LINGUA NA MINHA BOCA . FIQUEI LOUCA NA HORA E RETRIBUI , FIQUEI MOLINHA COM AQUELE BEIJO , ME SENTI UMA MULHER NAQUELA HORA COM UM DEUS ME PEGANDO DE JEITO , NISSO ELE PASSAVA A MAO PELO MEU CORPO , ME DIZIA QUE EU ERA UMA FEMEA PERFEITA , UMA GOSTOSA E QUE EU SERIA A MULHER DELE A PARTIR DAQUELE DIA . EU GEMENDO DIZIA QUE SIM . QUE SOU A FEMEA DELE E FARIA TUDO QUE MANDASSE . NISSO ELE PAROU DE BEIJAR E ME DEU UM TAPA NA MINHA CARA E MANDOU EU REPETIR O QUE FALAVA . DISSE QUE SERIA A CADELINHA DELE , A FEMEA , A ESCRAVA E FARIA TUDO QUE MANDASSE . ASSIM ELE MANDOU EU TIRAR O SHORT DELE . NOSSA . JA HAVIA VISTO OS PAUS DOS MENINOS DA ESCOLA , MAS QUANDO VI O DELE FIQUEI COM MEDO MUUUUIIIITTTTOOOO GRANDE E GROSSO . SEM TEMPO ELE JA ENFIOU NA MINHA BOCA . QUE DELICIA CHUPAR UM CACETAO . PARECIA QUE JA SABIA , TENTAVA ENFIAR TUDO NA BOCA , MAS ERA IMPOSSIVEL , FAZIA TUDO QUE ELE MANDAVA , POIS ELE VIU QUE NAO TINHA EXPERIENCIA , MAS LOGO PEGUEI O JEITO E LEVEI ELE AS NUVENS ,TANTO QUE ENCHEU MINHA BOQUINHA DE LEITINHO E ENGOLI TUDO E NAO LARGAVA DAQUELE CACETAO QUE AINDA DURO FIZ ELE GOZAR NOVAMENTE . ASSIM QUE ELE GOZOU ME COLOCOU NO SEU COLO E TODO MEIGO E CARINHO COMECOU A ME BEIJAR E DIZER COISAS LINDAS ACARICIANDO MEU ROSTO , MEUS CABELOS , ME FAZENDO SENTIR UMA MENINA DE VERDADE . COMO JA ERA TARDE ELE ME LEVOU ATE MINHA CASA , SENDO QUE NO CAMINHO AINDA FIZ UMA CHUPETA BEM DELICIOSA PRO MEU MACHO . A PARTIR DESSE DIA VIREI REALMENTE A MULHER DELE . APRENDI TUDO COM ELE E FICAMOS JUNTOS POR 3 1/2 . ME TRANSFORMANDO NUMA MULHER COM ROUPAS , MAQUIAGEM , SALTOS ETC... NESSE TEMPO DE RELACIOMENTO VIREI UMA VERDADEIRA ESCRAVA SUBMISSA AO PONTO DE TRANSAR COM VARIOS AMIGOS DELE DE UMA SÒ VEZ SEM QUESTIONAR SUAS ORDENS . TINHA QUE SERVI-LOS TODOS, ERA USADA E ABUSADA SEM DÒ POR ELES . HOJE TENHO 24 ANINHOS E SOU UMA FEMEA PERFEITA HOJE . CONTINUO SENDO ESCRAVA SUBMISSA A PROCURA DE DONOS .
FOI ASSIM QUE VIREI UMA VERDADEIRA MENINA SAFADINHA . VEM ME USAR VEM .
EMAIL E MSN : RAPHAELLACDZINHAGULOSA@HOTMAIL.COM

 


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