Contos Eróticos

Sabonetinho pra cá, sabonetinho pra lá...

Depois que viu a foto em que estou embaixo do chuveiro, um cliente que conheço há muitos anos me ligou. Fazia tempo que não saía comigo, por isso ficou perguntando como eu estava, se estava ainda gostosa, safadinha, se eu estava reconhecendo a sua voz e coisas do tipo... Pra disfarçar o tempo em que não vinha aqui, contou historinhas de que não estava na cidade, por isso demorou a me procurar, mas enfim estava é louquinho pra me ver, pra me ter novamente entre seus braços, suas pernas, etc, rs... Falei que o melhor jeito seria ele vir conferir minhas medidas de pertinho, pra ver se ainda estavam do seu agrado. Huuuum, ele disse, acho que vou sim...
 
Inclusive estou pertinho aqui do seu apartamento. Que coincidência né? Antes porém de perguntar só pra conferir o endereço certinho, disse que gostaria de me encontrar peladinha, que o esperasse assim, sem nada e se possível de pau duro, pois seria melhor pra conferência, rs... Tudo bem, disse pra ele que eu estaria embaixo do chuveiro, pois sei que ele gosta de uma brincadeirinha assim, afinal já fizemos muitas dessas de um alisar o outro e deixar o sabonete cair. Ele chegou, tirou toda sua roupa e já foi para o chuveiro, estava já de pau duro, não sei porquê! Eu já estava toda ensopadinha, aproveitando a água deliciosa e me acariciando com um sabonetinho, afinal a sensação térmica devia estar em torno de uns 38º C. Nos esprememos no meu banheiro pequeno, mas suficientemente espaçoso para nossas fantasias. Ele não perdeu tempo e já rasgou elogios como: você estava mais gostosa ainda... Qual é o segredo de tão boa forma? Respondi que era apenas a prática de muito, muito sexo. Ele sorriu já deixando cair água sobre seu rosto e refrescando-se.
 
Perguntou o que muitos perguntam, se eu o havia traído muito. ''Imagine, claro que não, o que você pensa que eu sou? Nesse tempo todo que você ficou sem aparecer, eu acho que saí apenas com toda a torcida do Atlético e do Coritiba, estava faltando a do Paraná Clube, rs''... Então nos abraçamos e roçamos nossas espadas, depois virei de bumbum pra ele enquanto ele ficou enfiando seu pau no meio das minhas coxas e, passando sabonetinho nas minhas costas, depois invertemos, eu passei o meu no meio das suas. Sabonetinho pra cá, sabonetinho pra lá, dedinho aqui, dedinho acolá, ele estava simplesmente no máximo do seu tesão.
 
Me agarrava, me beijava, embaixo da água que caía e falava que eu estava deliciosamente puta e safada, do jeito que ele gostava. Lavei sua bundinha e tentei colocar o dedinho, mas ele fechava e não permitia, podia apenas carinhos e beijinhos nas suas nádegas. Mas chupávamos o pau, um do outro embaixo dá água corrente, aproveitando para encontrar o sabonete que escorregava e caía pelo chão. Precavida já havia deixado uma camisinha ali pertinho pra encapar seu pau pra ele comer meu rabo, em outras vezes ele gozou assim. Mas desta vez, ele não quis penetração, só contato de corpos lisos e molhados na maior esfregação. Eu estava adorando a brincadeira, esqueci até do calor, rs... Brincamos mais um pouco e enquanto eu o agarrava por trás, enfiando meu pau entre suas coxas.
 
De repente senti ele gemer mais e com suas pernas ele apertou meu pau, se masturbou e gozou alucinadamente. Uau, que delícia! Goze então fofinho, já vi que a brincadeira foi melhor do que você imaginou, pois não deu pra segurar muito o seu tesão hoje! Sim, disse ele, foi delicioso brincar aqui embaixo, você continua gostosa, safada e sempre me surpreendendo. Saí do chuveiro e deixei ele tomar um banho de acordo sozinho. Eu tomaria o meu mais tarde, pois preciso de toda aquela sessão de shampoo especial, cremes e secador. Fiz isso depois que ele deixou um agrado e saiu todo satisfeito, dizendo que me aguardasse, pois a partir de agora, ele vai voltar a bater cartão, rs...
 
Então tá, beijos meu fofo, não passe calor, venha brincar de sabonetinho e se refrescar comigo! Até mais...
 

 Boneca Drikka

:(41)3232-5054/9971-0844

drikkaboneca@uol.com.br

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Eu vou te comer

Nem bem viu a minha foto com a roupinha de colegial que usei no carnaval de Antonina, um cliente safadinho já me ligou e veio todo afoito na segunda-feira à tarde: quero te comer, quero te comer! Diz ele que viu a marquinha e ficou com muito tesão pelo meu rabo. Chegou, me apertou, me beijou, nossa que saudade! Ele quer me comer mesmo! Realmente já se passaram alguns meses desde sua última visita. Então ele veio todo eufórico e tesudo pra tirar o atraso. Como fazia muito calor, ele chegou já transpirando e foi tomar uma ducha.

Pediu pra que eu colocasse a roupinha de colegial, sem calcinha e ficasse de quatro na cama esperando por ele. Não demorou nadinha pra ele já aparecer com seu pauzão bem duro. Olhou pra mim e disse que eu tenho uma cara de safada, eu só sorri e rebolei o bundão que ele olhou pelo espelho e disse: hoje vou arregaçar seu rabo, quero te deixar esfolada! Hummm, que delícia, eu disse, quero sentir então essa pica, pois meu rabo já está piscando pra ela louquinho de saudade, rs... Ele ficou em pé ao lado da cama, só olhando meu rabo e enquanto isso eu abocanhei seu pau.

Ele delirou de tesão e disse que não aguentava mais me ver só pelo blog, principalmente contando o que fazia com outros caras, enquanto ele só se masturbava imaginando meu buraquinho aberto levando seu pau. Eu só ouvia e mamava bem gostoso, aproveitando para empinar bem o rabão e deixá-lo mais tarado! Daí a pouco ele disse: - pare de chupar, eu quero por pra dentro! Olhei pra ele com uma carinha de medo, fazendo cena: - devagar fofinho, calma, meu cuzinho é apertadinho! Peguei o tubo de lubrificante e enchi meu rabo, aproveitei e já coloquei o dedinho, tudo isso enquanto ele e seu pau me olhavam com vontade de me devorar! Quando fiquei pronta falei pra ele viesse! E, ele veio... Entrou com tudo, me segurou forte pela cintura e falou que meu cu era a coisa mais gostosa do mundo, rs... Então coma! Coma mais! Quero tudo! Deixava ele bem doidinho, enquanto rebolava e fazia cara de safada para ele ver pelo espelho! Ele ergueu minha saia e ficou elogiando a marquinha.

Dizia que a marquinha era como a ponta de uma flecha mostrando o alvo que ele acertara em cheio, pois o alvo, estava bem preenchido com sua pica gulosa entrando e saindo! Alguns minutos depois de muito bombar, ele estava suando e deu uma paradinha básica. Eu estava na boa, com o rabo perfeito querendo mais pica, rs... Então ele deitou na cama e eu sentei em cima. Agora ele só via meu rabão subindo e descendo devagarinho engolindo sua pica. Não demorou muito pra ele dizer devagar Drikka, devagar... Ué, você já está quase gozando? Sim, ele disse. Aí eu fui má, subi e desci com muito jeitinho só pra ver ele delirar e gemer de prazer gozando muito dentro de mim. Gozou muito, tirei a camisinha cheia! Ainda brinquei com ele, dizendo que meu rabo não estava esfolado e eu queria mais... Ele sorriu, todo desmilinguido, acabado, suado, colocando a culpa em mim. Então tá!

Foi tudo culpa da roupinha de colegial e da marquinha de biquini. Brincadeiras à parte, foi muito bom revê-lo e dar muito o rabo! Esse relato me lembrou uma música desse carnaval: "eu sou o lobo mau, au au... E o que você vai fazer? Ha, vou te comer, vou te comer...

 

 Boneca Drikka

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O que querem as mulheres? Para começar, muita pica

Quando Lívia atendeu-me à porta, trajava apenas uma calcinha branca de algodão e uma camiseta rosa, cheirava cio, nosso primeiro contato foi irresistível e nos atracamos ali mesmo. Conheci Lívia numa viagem a Portugal, é uma maravilhosa morena do Tejo. Lá não tivemos nada, tudo ficou guardado para quando ela viesse ao Brasil, o que aconteceu seis meses depois, no verão. Hospedou-se na casa da irmã casada e recebeu-me quando casal estava no trabalho. Após longo beijo, dediquei-me a chupar seus seios e ela logo tratou de libertar meu pau pra encaixá-lo numa deliciosa espanhola e deliciar-me com uma chupada dos céus. Delirei de prazer e jorrei muito leite quente em sua boca carnuda, ela regurgitou e engoliu de volta, adorou a mamadeira.

Depois dirigiu-me ao quarto e em sua cama de casal chupei aquela deliciosa xoxota depilada por uns vinte minutos, levando-a a três orgasmos avassaladores. Depois a comi com fúria nunca sentida antes, gozei e a rola continuou latejante. Chupou novamente meu pinto e meu saco com maestria, aí a coloquei de quatro e dediquei meus préstimos a seu cuzinho rosado, chupei, lambi, cuspi, meti um, dois e três dedos, e a fiz pedir: come meu cu, por favor. Não hesitei e soquei pica no rabo que piscava e mordia a glande do meu pau. Fui devagar no começo, depois acelerei e numa penetração violenta e profunda eu a fiz gozar muito, com apoio de uma siririca. Gozei naquele cu gostoso e ela confessou amar aquela sensação, disse que o marido português sentia nojo de fazê-lo. Na segunda vez, resolvi que iria subjugá-la, pois aprendi coma experiência que é disso que as mulheres gostam na hora do sexo, cabe ao homem a missão da ousadia.; Agora minha cadelinha vai mamar feito puta que se preze.

Peguei uma gravata branca de seu cunhado e a enlacei pelo pescoço de Lívia, vociferando: Mama a pica do teu macho, deixa ela túrgida de novo, vai chupar até chorar, vadia, ordinária. E foi assim: chupou, lambeu, mordiscou, engoliu até sufocar, babou e uivou como loba em meu pau latejante e, como havia prometido, tirei lágrimas de seus olhos. A boceta parecia um arquipélago rosado, circundado por um oceano de néctar de puta. Nunca havia feito uma mulher gozar daquela forma. Comi outra vez a xoxota que chorava lágrimas de quem é deflorada pela segunda e decisiva vez na vida, ou seja, quando leva a primeira rolada de verdade, com choques de alta voltagem. Mandei a biscate por a calcinha de novo, pois agoria me daria a bunda, afastei o tecido deitado ao lado de Lívia e soquei vara de uma vez, ela retraiu o corpo e enchi só uma das nádegas de tapas violentos, ficou um tomate. Aí ficou obedinte, engoliu a pica sem choro nem vela, mas tinha que arrebitar mais, então a castiguei de novo, batendo na outra nádega com igual ira. Aí ela chorou. Mas quem disse que não curtiu. Amou.

Gamou na pirocada. Pediu mais e levou! Passou uma semana sem sentar, mas confessou nunca ter experimentado tal satisfação. Ser puta é o destino da mulher que se descobre na cama.

E-mail: fepace@uol.com.br

Gozando como animais na inversão de papéis: conto contado por ela e por ele

Versão dela

Sempre fui desinibida e já experimentei todas as formas de experiências sexuais. Sempre curti bastante o sexo anal, apesar de nas primeiras vezes ter sentido muita dor, mas de pagar uns micos, a gente vai aprendendo o preparo adequado, incluindo a forma específica de higiene, como se posicionar, quando e como contrair ou dilatar as entranhas. O fato é que já putinha em incontáveis sexuais. Hoje sou putinha fixa do meu namorado. Até aí nenhuma novidade. Esta veio de forma inusitada, como perceberão pelos relatos que faço a seguir. Sempre, ao chupar meu namorado, ficava brincando com a língua na região do períneo, dando leves passadinhas no ânus, punha também um dedinho no buraco do danado, percebia que ele se arrepiava de tesão, mas reprimia isso e retirava meu dedo. Isso até a noite em que eu lhe confessei um sonho: Enquanto ele babava na minha xoxota, era enrabado por um negro forte e virava putinha na piroca do machão.

Gozei muito com esse sonho, meu amor, veja como estou ensopada. Naquela noite trepamos com incrível volúpia, mas fui ousada e disse que só o deixaria comer minha bunda, se depois me deixasse enrabá-lo com um grande toy, um consolo transparente que havia ganho de presente de uma amiga lésbica. Ele assentiu, não tinha escolha pois já estava claro que não tinha mais como recalcar o próprio desejo. Então, após o ritual de preparativos, eu o vesti de putinha, com calcinha vermelha e espartilho, passei batom nele e o fiz mamar meu “pintão” pra aquecer o tesão. Nessa noite fiz meu namorado chorar na pica de borracha, eu o virei do avesso de forma ainda mais brutal do que até então ele fazia comigo. Depois de fodê-lo até ele ficar com o rabo vermelho e assado, precisou de muita pomada depois, mas tomou tal gosto em ser putinha da namorada que ás vezes quer ser comido antes de me comer.

Sempre chupo seu pau depois de comê-lo e parece que vai explodir em minha boca, seu corpo inteiro entra em convulsão. Às vezes ele não resiste e goza enquanto é comido, quando isso acontece, minha putinha leva umas boas cintadas pra aprender que quando minha fêmea goza pelo cu é só pelo rabo que deve gozar. Depois da surra eu o como mais um pouco pra finalmente tomar seu gozo na boca. É um prazer indescritível, pois antes de tudo isso ambos já gozamos muito da forma convencional, dessa forma realmente nos completamos. Nossa história subseqüente é meu namorado quem narra, pois combinamos que minha “putinha” tinha que ser enrabada por um pau de verdade, então combinamos o esquema com Renato, um ex-namorado meu, negro forte e pirocudo

Versão dele

Nunca pensei que um dia isso aconteceria e menos ainda pensei que pudesse sentir tanto prazer com tal evento, mas o fato é que me senti plenamente saciado. Minha namorada recebeu Renato no apartamento de camisola e calcinha vermelha, antes de sua chegada, ela produziu a “putinha” da cena, com sainha, espartilhos e salto alto, até batom passou carmim passou em minha boca. O combinado era de eu esperar eles se aquecerem pra depois entrar, foi o que fiz: quase gozei ao observar as preliminares, ele a agarrava com muito tesão, ela gania, gemia, arfava e gozava com a boca do negão em sua xoxota recém depilada. A hora que vi o trabuco do negão , tremi de nervoso e tesão, pois meu pau é bem grande e grosso, mas aquele é concorrência desleal. Sofia o engoliu inteiro, não sei como coube em sua garganta. Entrei com Renato Gozando na boca de minha namorada. Quando irrompi, ele vociferou: eis nossa putinha da noite, vai começar limpando a piça.

Chupei muito aquela rola preta, parecia uma mulher experiente, sendo que nunca havia feito isso, Sofia tocava siririca e dizia: chupa putinha, chupa esse pinto pra ele rasgar seu rabo depois, deixa ele no ponto. Num dado momento, ele levantou, me posicionou de quatro, arrebitando bem minha bunda, afastou a calcinha e chupou meu rabo e períneo como nunca havia feito. Então, exclamou: está no ponto Renatão, vem comer o cu dessa puta que ela quer pica. Cuspiu no meu rabo, no pau do negão e este me comeu sem dó, fazendo-me chorar como uma menina. Depois me fez abrir a bunda de Sofia para comê-la. Abriu uma cratera em sua bunda vermelha com os tapas da mão gigante, fez um escândalo sem precedentes, xingou o negão de todos os nomes, mas gozou muito.

Eu aproveitei para foder sua boca e a enchi de porra, ela segurou o líquido e depois que o negão tirou o pau de sua bunda, cuspiu todo o sêmen no pintão e me fez chupá-lo , deixando-o limpinho. Depois que o Renato foi embora, Sofia começou a me humilhar, dizendo que finalmente tinha sido comida por um macho de verdade, que eu só sirvo pra ser putinha. Aí baixou uma ira inexplicável, fiquei possuído, peguei um cinto no armário e lhe dei uma surra que nunca levei quando criança. Depois a enrabei com mais força que o negão, ela soluçava de tanto chorar, mas alguns minutos depois já gozava como uma cadela. Bebeu toda minha porra. Depois desfalecemos, antes me desculpei pela brutalidade, mas ela disse que gostou, afinal casou-se com um macho e não com uma putinha, isso é só uma fantasia.

E-mail contato: fepace@uol.com.br

Nunca imaginei

Sou casado, tenho 37 anos, e para ser sincero nunca pensei que um dia estaria com alguém em minha cama que não fosse uma mulher.
Mas certo dia a empresa me mandou fazer um trabalho no sul de Minas, na cidade de Pouso Alegre, como viajei para atender uma solicitação urgente de um cliente esqueci cartão de credito e outros documentos, ai fiquei em um hotel pequeno e barato, o que dava para eu pagar com o dinheiro do bolso.
Cheguei no hotel por volta das 22 horas, estava calmo, noite quente e o atendente um moreno de cabelo alisado fala mansa, muito atencioso, vi que me olha de cima a baixo sem nenhum constrangimento.
Preenchi a ficha e ele me levou ao quarto no andar de cima, passou a minha frente e subiu as escadas, isso foi de propósito arrebitando a bunda, que nao dava para acreditar que fosse de um homem, fiquei excitado ali na hora.
chegando no quarto ele entrou mostrou tudo, o que não era nada, era uma desculpa só, ai disse que se eu precisasse de algo era só chamar, e ai olhou e disse esta precisando?
Eu vi o jeito safado dele, e tão delicado, ai eu disse que precisava de alguém para me dar banho, ele riu e saiu.
Achei que ficaria por isso mesmo, e fui tomar banho, qd entrei no chuveiro a porta do quarto abriu e logo ele estava no banheiro, mal reagi, ele abaixou as calças e tirou a camiseta, ficando de calcinha, ai virou a bunda e disse gostou?
Uma bunda linda, lisa, moreninha, incrível aquela bunda ser de homem, eu não consegui dizer nada, ai ele me levou para debaixo do chuveiro, já pegou meu pau e disse calma que agora vc ira gozar como nunca...
E eu continuava quieto, de pau duro, e ele me alisando, chupando dando mordidinhas na cabeça do meu pau, depois me ensaboava peito, pernas costas, e ai começou a passar as mãos em minha bunda, enquanto me chupava, e ficou brincando com as pontas dos dedos no meu cu, e eu só gemia, não conseguia reagir, ali ele me virou e colocou a língua no meu cu, e eu abri as pernas quase por instinto não sei, e ele brincou ali e eu gozei, e o puxei e beijei ele forte e com vontade.
Nos secamos e fomos para a cama, ele me chupando e indo do meu saco para meu peito, e começou a roçar seu pau no meu, era um pau menor e grosso, e ele foi me chupando e eu colocando o dedo no cu dele, ele gemia, e foi se virando e começou passar o pau no meu rosto, e encontrou minha boca, que prontamente o recebeu e o chupei, bolas e a cabeça, todo o pau, ficamos assim um bom tempo, ate que ele disse para eu o foder, e colocando ele de quatro fiz isso, meti com desejo e força e ele urrava rebolava, com o rosto no travesseiro, quando fui gozar ele virou e agarrou meu pau e mordia a cabeça eu gemia e gozei na boca dele, que bebia tudo.
Cai na cama exausto, de costas, logo em seguida ele começa com uma massagem que vai da nuca ao meu quadril, coloca a língua no meu cu, se ajeita entre minhas pernas, e disse agora você ira entender o que é troca-troca, eu não conseguia me mexer e senti aquele pau grosso devagar entrando, mais rápido do que eu imaginava, segurava a dor, mordia o travesseiro, ele começou muito devagar, e foi acelerando, eu urrava e passava um filme na minha cabeça, mulheres, amigos, tudo de uma só vez.

Ate que ele gozou, e se levantou colocou a roupa e disse que voltaria assim que eu pedisse mais.
No outro dia, pedi mais....

Lucas-amor69@hotmail.com

 

Uma tarde de sábado

Pedro e Andréia andavam um pouco distantes. A cdzinha oriental tinha suas dúvidas sobre o relacionamento e não se decidia sobre o que realmente sentia quando a boneca Márcia aparecia para apimentar um pouco a cama agitada dos dois.

Isto deixava Pedro desesperado. Ligava para Andréia, mas ela sempre dava uma desculpa. Tentando ser fiel, Pedro voltou a alugar seus filmes de bonecas. Para aliviar seu tesão, começava com o filme, assistia aquelas bonecas deliciosas se entregando e, no meio, pegava suas fotos com Andréia e fazia uma homenagem que sempre terminava em mais vontade de tê-la de novo em suas mãos.

Em um destes finais de semana, no sábado, Pedro não aguentou mais e foi até a casa dela. Andréia foi pega de surpresa.

- Oi...
- Oi, gata. O que tá rolando?
- Nada...

Pedro não podia esconder seu desejo. Andréia nem estava vestida de maneira sexy. Um short esportivo e uma camiseta, entretanto, eram suficientes para exibir aquilo que Pedro mais amava: a pele suave e naturalmente depilada de sua cdzinha.

- Já faz um mês que a gente não namora...

Andréia sentiu que ele se aproximava devagar. Instintivamente permitiu que ele chegasse mais perto. No fundo, queria sentir de novo o tesão de seu amante safado. Sentiu o caralho duro de Pedro por baixo da calça enquanto ele lhe abraçava.

- É que eu estou em dúvida sobre tudo isto. Márcia é ótima, mas será que sexo com mais uma pessoa...
- Ciúmes, gata?
- Não, bem, eu também adoro quando ela me acaricia...mas...
- Dedéia...é você quem eu quero...
- Mas não sou tão feminina quanto uma boneca..
- Claro que é. Você é feminina o bastante para mim.

Dizendo isto, Pedro apertou mais ainda o abraço. A cdzinha sentiu aqueles braços apertarem sua delicada cintura. O cheiro de Pedro a deixou excitada. Pedro notou e provocou mais ainda...

- Querida, você está muito bonita...
- Mas nem me arrumei?
- Estes seus cabelos longos, seu corpo, tudo em você é mulher.
- Uma mulher diferente...
- Mas ainda assim, uma mulher. A minha cdzinha. A minha gueixinha safada...

Aproximou-se do ouvido direito da garota e sussurrou:

- Vamos brincar de papai e filhinha?

Andréia enlouqueceu. Era sua brincadeira favorita. Virou-se, agarrou o rosto de Pedro e o beijou com força. Em seguida, ajoelhou-se e abriu o ziper da calça do seu macho. Sentiu aquele cheiro novamente. Tirou a cueca e encarou seu destino. Sua língua endureceu mais ainda o cacete do seu homem. Seu pequeno clitóris começou a suar, encharcando sua calcinha e quase transparecendo no short.

Pedro sentia a chupada, olhava para ela a chamava de "menina safada", "filhinha putinha" enquanto forçava o pau naquela boquinha naturalmente delicada.

Andréia chupou, chupou e chupou. Estava quase esgotada quando Pedro lhe apontou o gel KY que estava em cima da mesa.

- Você não vai me dizer, filhinha, que andou usando isto com outros...
- Não, papai.
- É mesmo?
- Sim, papai. Por favor...
- Então tire a roupa, fique de quatro e abre este cuzinho para o papai.
- Sim senhor.
- Mas antes, pega a camisinha e bota no papai.
- Sim, papi.

Andréia ficou de quatro, encostou o rosto no tapete e mostrou a seu papai aquele tesouro de cuzinho. Pedro lubrificou aquele desejado buraquinho e enfiou a cabeça devagar.

- Ai, papai..ai..
- Quieta, menina. Relaxa, filhinha.
- Ai, papai...o senhor é muito tarado...

Enfiou mais um pouco e começou a mexer devagar..

- Ui, papai..ui...ai...
- Gostoso, filhinha putinha?
- Sim...

Andréia olhou para trás com um sorriso safado, de puta que sabe o que quer. Pedro ficou mais excitado e não aguentou. Deu mais umas bombadas naquele cuzinho apertado e quente, tirou o pau, arrancou a camisinha e correu para o rosto de Andréia. A putinha entendeu e se ajoelhou. Por pouco não pega o jato de porra quente na boca. Lambuzou-se toda.

- Filhinha, pode gozar agora.
- Ai papi,só se o senhor me enfiar dois dedos no rabo.
- Que linda....claro filhinha...

Andréia pegou sua calcinha,colocou em volta de seu "clitóris" e começou a se siriricar . Pedro enfiou os dedos no rabinho de Andréia que gozou logo depois, sujando o tapete.

- Eu sou uma menina má...
- É sim, mas é minha menina má...

Andréia sentia ainda a porra quente de Pedro em sua boca e decidiu:

- Pedro, vamos voltar a nos ver?

Pedro a abraçou forte e a levou para cama do quarto. Foi uma longa tarde.

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Deusa do tesão!

Minha primeira transa com uma travesti foi um tesão total. Tudo começou com um olhar de cima em baixo quando eu passava de carro por uma rua no centro de SP, vi de longe aquela delicia bem na frente a um hotel, sandália de tirinhas de amarrar nas pernas, cor transparente, unhas vermelhas, pernas a mostra, bunda escultural, mini saia e blusinha, cabelos pretos, seios fartos, olhos azuis, uma delicia travesti pra mulher nenhuma botar defeito.

Perguntei o preço e pedi que ela entrasse. Ela rapidamente segurou meu pau por cima da calça e me indicou um hotel simples e reservado nas redondesas, fui passando a mão por suas pernas, de cima para baixo, sentindo seu volume apetitoso crescendo sobre a calça, não queria saber nem mesmo seu nome, queria aproveitar cada segundo daquela delicia.

Chegamos ao quarto, não pensei muito, tirei minha roupa, pedi que ela ficasse só de calcinha e a sandália, deitada na cama, lambi seu corpo, pedacinho por pedacinho, comecei pelos dedos dos pés, chupei um a um, lambi seu salto alto, subi por suas pernas, uma de cada vez, passando as mãos na outra, pernas semi-bronzeadas e lisinhas, um arraso. Encontrei a calcinha e seu pau já manifestando que estava gostando daquele momento, o meu já estava duro como uma rocha desde a hora que a vi pela primeira vez.

Ela pede para que eu deite e a deixe trabalhar um pouquinho, eu nego, queria ela assim, a minha disposição, queria vê-la louca de tesão bem no início de nossa transa, para que ao final ela estivesse subindo pelas paredes. Ponho uma camisinha em seu pau e começo a massageá-lo, ele endurece por completo e finalmente fica pronto para meu próximo passo, onde coloco em minha boca, não era grande, mas branquinho e quente, faço movimentos de subida e descida, ela ainda não sabe, mas sou ativo, ainda assim não deixo de aproveitar o que ela tem de bom, ela faz gemidos que esta gostando, seu pau vibra em meus lábios e eu começo a por o dedo em seu rabinho, só na pontinha, ela pega sua bolsa e passa um gel para meu dedo entrar melhor, ele escorrega em seu rabo enquanto eu a chupo, suas pernas em forma de frango assado, me deixavam ainda mais louco de tesão.

Paro repentinamente e tiro sua camisinha, pego firme em seu pau e encosto junto ao meu, sinto meu pau se esfregando junto ao dela, um tesão indescritível. Sigo lambendo sua barriga, seus peitos (maravilhosos) e seu pescoço com um doce perfume. Ela fala em meu ouvido que esta cheia de tesão, querendo pular em mim.

Finalmente me deito, ela fica de pé, tira sua sandália e sua calcinha, coloca uma camisinha em meu pau, usando sua boca, sobe em pé na cama e começa a passar seus pés em meu corpo, começando pela boca, descedo, para no meu pau, fazendo uma massagem que me levou ao céu, quase gosei até que ela fica de costas, senta em meu pau e começa a rebolar, olhado de lado para mim, com a lingua tocando seus lábios, um olhar que me fez querer jorrar de tesão.

Gozei em pouquíssimo tempo, não pude aguentar mais, e a sensação de prazer após o gozo durou uma ternidade, pedi a ela então que gozasse também, ela se deitou na cama novamente, meu pau estava ainda totalmente duro, fiquei esfregando minha barriga em seu pau, passando o meu pau em seu rabo, até que de esfrega em esfrega ela gosou em minha barriga, um jato de porra quente que escorreu da minha barriga até a cama.

Terminamos nossa transa e ficamos um pouquinho lado a lado conversando, segurando nossos paus lambusados, que delicia, ela me conta que achou nossa transa incrível, brincou que ia ficar apaixonada, que seu corpo tremeu quando lambi entre seus dedinhos dos pés, hummm que delicia de traveca, não vou esquecer nunca aquele olhar. Passado alguns anos desde que isso aconteceu, tentei re-encontrá-la mas não a vi mais no local de antes, que pena... mas o tesão que senti naquele dia nunca saiu dos meus pensamentos.

E você, tem uma história de uma transa gostosa com travestis também? Gostaria de me contar? Escreva-me!

Ass: Jovem Desconhecido (wbcff@hotmail.com)

 

AP de diversões

No começo eu era uma Crossdresser, logo na infância aquelas roupinhas "emprestadas" da irmã e da mãe, os sapatos de salto, dormir de porta trancada, me masturbar quase todos os dias, os sonhos eróticos...até que apareceu uma mulher e "virei homem". Demorou mas ela veio. Mas nunca tinha me esquecido da "bixinha" da 7ª série que tinha me chupado e depois me beijado. Meu primeiro beijo. Tudo OK para uma infância quase feliz, mas fui crescendo, transando só com mulheres, casei e separei, não tive filhos, perdi meus pais, outros parentes foram morrendo e, sem nenhum tipo de repreensão, pois não sou de julgar as pessoas, na solidão do cotidiano, resolvi me montar e viver como uma fêmea todas as noites durante quase um ano. Já tinha 35 hoje tenho quase 40. Era muito trabalhoso, mas já tinha a internet e os chats. Ainda não era o tempo das webcams. Me cuidava, me depilava todo sábado de manhã, fui fêmea de um macho casado e não me arrependi, mas sentia falta de ser H, pois ele só me chupava e eu raramente gozava com ele. Enfim, não sentia mais prazer em dar. Lia Nova e Marie Clarie todos os meses, desisti. Minhas duas perucas foram ficando velhas e não comprei nova. Minhas roupinhas iam se desgastando e não repunha. Quase entrei em depressão se não fosse o trabalho sério de uma psicóloga muito boa. Até que...

Apareceu uma CD do chat que topou sair comigo. Foi coisa de duas semanas e nos conhecemos num bar hétero. Das mulheres ficou a atração pela submissão e Lia confessou-me que gostava de tomar uns tapinhas na cara. Fomos direto pro meu ap., depilei sua bunda e o buraquinho, meu pau já estava duríssimo, ela fez um enema, nunca tinha feito, é melhor que chuveirinho, tomamos um banho, emprestei umas lingeries e uma sandália e ela me chupou enquanto eu fumava e tomava uma vodka. Estava em pé, excitadíssimo, batia com meu pau no rosto dela, enfiava até ela engasgar, depois deixava ela me chupar ao seu gosto e assim fomos indo. Segurei ao máximo e gozei. Era um homem novamente. Um homossexual, mas ativo novamente. Tinha um pau e gostava dele. Fiz ela conversar com meu pinto ainda um pouco ereto. Fiz ela robolar um pouco enquanto acendia outro cigarro. Quando nos beijamos senti o gosto do meu sêmen, gosto de sentir o gosto do meu sêmen, e enfiei o dedo no cú dela. Mais um dedo. Ela caiu do salto e disse que queria fazer as unhas. Ainda tinha esmalte vermelho, roxo, bege e branco. Sugiri o vermelho e vendo que as unhas dela estavam ficando uma porcaria eu mesmo fui a manicure. Não precisei ajudar na maquiagem, e tinha ficado muito boa. Não tinha um local para se montar, tadinha, se virava como podia na casa dela. Dei um lar pra ela e depois lambi aquele cuzinho. Quase gozei. Há muito tempo não era ativo...

Resolvi começar pelos pés 39 de unhas vermenhas dela. Sou podólatra. Lambi o salto preto, os dedinhos, um pé depois o outro, tirei uma sandália depois a outra, deitei, me massageou com óleo hidratante e os pés o corpo inteiro, brincou muito com meu pau, recoloquei as sandálias nela, que se sentiu aliviada por pisar num salto novamente (queria ser puta e os sapatos eram muito importante para ela), se apoiou no encosto do sofá e abriu as pernas com as mãos de unhas vermelhas. Lembrei-me do enema, pois não gosto de cú sujo, e ela estava limpíssima. Lambi, abri e lambi, abri mais ainda e lambi de novo, ela excitou-se como eu nunca tinha me excitado quando passivo, senti sua ereção, chupei seu clit, punhetei ele, engoli inteiro, AMO SEXO ORAL DE TODAS AS FORMAS, voltei pro cuzinho, e meti. Quase gozei na primeira estocada. Fui acender outro cigarro e dar um bico na vodka quente.

Apaguei o cigarro com duas tragadas e meti de novo. Punha inteiro e tirava inteiro. Punha inteiro e tirava inteiro. Do jeito que estava ia ter a terceira, ia gozar rápido de novo, fui buscar um consolo com que me masturbava no tempo de passivo e o cú dela estava limpo e lisinho do enema. O consolo entrava e saía sem lubrificante e ela gozou no meu sofá. Chupei o clit dela, cuspi no seu cuzinho e foi a minha vez. Queria meter muito e meti. Derramei o líquido da camisinha na bunda dela e lambi tudo. Era homem de novo. Já não tinha mais rejeição pelo meu pau. Entendo uma CD pois já fui uma, se é que se pode dizer que não haverá recaídas.

Ainda tinha a terceira, mais demorada, mas isso eu conto depois...

Beijos do Lucky

colchaderetalhos10@hotmail.com

 

1º vez inesquecivel

Ola, meu nome é Alex tenho 18 anos e moro no RJ em Ipanema. Bom vamos ao que interessa rsrs Eu sempre tive dificuldades com meninas alguns colegas meus ate achavam que eu era gay.

Uma vez tive que pagar (dinheiro) para um colega meu para ele num falar que me viu com um cara, eu estava apenas abraçado a ele, mas minhas mãos o acariciavam denunciando o meu gosto, o suborno foi aceito e o tal colega não contou a ninguém. Certo dia estava indo para o colégio quando esbarrei com um homem e que homem, tinha cerca de 1,85m de altura uns 87 kg de pura massa muscular e um tom moreno bronzeado de praia o que eu adoro pedi desculpas gaguejando muito e ele disse sem problemas e perguntou para onde eu tava indo respondi meio tremulo que estava indo para o colégio e estava atrasado ouvindo isso, ele me ofereceu carona na moto dele e eu não pude evitar e aceitei sim como ele só tinha 2 capacetes 1 todo preto o que ele usava e um rosa da namorada dele eu tive que fica com esse eu não reclamei, mas perguntei se ele tava namorando ele disse que sim, mas sua namorada era muito ciumenta e ele tava de saco cheio, quando ouvi isso meu coração quase saiu pela boca ele perguntou se eu estava bem e disse que sim dito isso ele arrancou com sua moto e perguntou onde eu estudava, disse a ele que era na tijuca (não vou fala nome do colégio) e ele me levou ate la quando chegamos fui descer de sua moto e senti sua mão deslizar sobre minha bundinha eu olhei para ele que me pediu desculpa dizendo que foi sem querer eu fiquei arrepiado com aquilo mas fui andando e ele me perguntou que horas que eu saia para agente ir almoçar junto, eu achei estranho mas dei meu numero de celular para ele e disse para ele me ligar por volta das 12:30h ele concordou e foi embora. Na aula quase não conseguia prestar atenção em nada ate que deu a hora do intervalo e fui desce para jogar futebol com meus colegas o que eu faço muito bem de cara fui escolhido de primeira começou o jogo porem eu não estava inspirado o que resultou em uma bronca do meu time e eu pedi pra sair do jogo fui me lavar e terminar de assistir as aulas.

Finalmente acabou e eu fui embora peguei um taxi para ir, mas rápido, pois estava querendo chegar a minha casa logo. Dentro do taxi meu celular começou a tocar e nem percebi a hora, fui atender para minha surpresa era o carinha da moto eu nem sabia seu nome e perguntei-o, ele disse que iria falar pessoalmente e pediu para encontrá-lo em um restaurante na gávea, falei com o taxista e mudamos o destino. Quando cheguei paguei a ele e fui embora entrei no restaurante procurando o cara da moto, ate que encontrei em uma seção reservada do restaurante. Ele me chamou eu fui ate ele meio com vergonha disse oi ele retribuiu com um sorriso perguntando o que eu iria comer. Peguei o cardápio e pude observar os preços eram bem caros ele disse não se preocupe a conta sai por minha parte, eu disse já que insiste pedi uma boa carne de cordeiro com batatas e verduras ele pediu a dois dizendo que iria comer também para beber um bom vinho Shiraz bem encorpado combinando bem com a carne do cordeiro.

Demorou uns 20 minutos ate a refeição ser servida e ele me perguntou o que eu gostava de fazer setinha namorada coisa e tal a conversa tava muito bom ate que chegou a refeição e demos uma pausa para comermos que por sinal estava divino e o vinho muito bom depois desse almoço privilegiado ele me convidou para ir a casa dele eu topei liguei para os meus pais e disse que ia fazer trabalho do colégio na casa de um amigo. Quando agente chegou ele disse que ia toma banho e disse eu podia ficar vendo filmes na sala eu topei e passado uns 10 minutos ele volta só de toalha e para na minha frente eu não conseguia tirar os olhos do belo corpo sarado dele bem definido e seu membro mesmo escondido dava sinal de vida ele olhou para mim com cara de safado e disse quer que eu tire a toalha eu não estávamos agüentando e disse que sim ele me mandou ficar de joelhos perante a ele o que fiz rapidamente e tirou a tolha e pude ver seu membro duro devia ter uns 20 cm bem grosso com a cabeça pulsando bem rosada ele começou a esfregar na minha cara e mandou-me chupar ele como nunca tinha feito tive que pegar pratica, mas depois de um tempo já tava engolindo ele chupando as bolas e tudo e ele só me chingando de bixinha, putinha, cadelinha e eu tava adorando ate que ele gozou na minha boca nunca tinha sentido o gosto e pensei em cuspir, mas ele não deixou e me fez engolir tudo, eu me engasguei mas tive que engolir ele falou, uma boa cadelinha não reclama e engole todo o leitinho do seu macho.

Eu já estava me sentindo uma mulherzinha ate que ele tirou uma camisinha da gaveta e pôs em seu pau e disse que queria me comer, eu falei que ainda era virgem e tinha medo ele falou que ia meter devagarzinho para não doer. Eu deixei e me posicionei de 4 para ele que chupou meu cuzinhu lisinho me deixando louco e mirou seu membro na entrada do meu cuzinhu e enfiou de uma vez só o que me fez gritar muito, ele começou a dar tapas bem fortes na minha bunda dizendo que ia me arrombar todo eu comecei a gritar Mas alto ele batia ainda, mas dizendo para eu ficar quieto senão ele ia bater cada vez, mas com força eu tentei me controlar mas não consegui ele foi tirou o pau de mim, meu cuzinhu tava ardendo pensei que ele ia para mas não voltou com uma cueca dele e uma corda, eu disse pra que isso ele falou você já vai ver e me amarrou, eu não pude fazer nada e pôs sua cueca na minha boca e me fez empinar a bundinha, ele voltou a meter só que mas forte e batendo muito na minha bunda isso doeu muito e eu chorei também mas depois me deu um prazer enorme e comecei a rebolar ele falou você ta gostando né e foi assim por uns 10 minutos comendo minha bundinha sem dó.

Até que gozou na minha bunda senti aquele liquido quente em mim ele tirou a cueca da minha boca me desamarrou e eu terminei de limpar seu pau com a minha boca, ele disse que foi uma foda muito boa e disse que eu só daria para ele sempre e que ele seria meu macho e eu sua cadelinha e isso realmente acontece sempre que da eu vou ate a casa dele dar meu rabinho para meu machão. Espero que tenham gostado do meu conto em breve postarei, mas obrigado qualquer contato mandem um email do preferência para quem tenha foto xau!!!!!!!

ninfa.rj@hotmail.com

 

Esposa Infiel - parte XII

Estava muito excitada com a chegada do carnaval onde ia poder me deliciar nos bailes sentindo pênis de todos os tamanhos e para isso passei o dia todo no salão de beleza apesar de não precisar caprichei no visual com um corte de cabelo arredondado deixando meu rosto ainda mais belo sem modéstia pois papai do céu caprichou ao me fazer dando me um lindo corpo e rosto e com a idade fiquei muito mais bonita e gostosa.
Meu boizinho adora desfilar comigo ao seu lado e por ser muito sem vergonha sempre garanto uma boa transa para nos nós mais variados e inusitados lugares.
Estava pronta para sair quando ele recebeu um telefonema urgente de sua irmã pedindo sua presença na casa de sua mãe deixando me puta da vida mesmo porque a dias ele tem se fartado metendo com sua mamãe me deixando sem seu delicioso porrete.
Ele fez de tudo para ir com ele porem como estou de mal com minha sogrinha resolvi espera-lo em casa dando um prazo de duas horas avisando que não atenderia seu celular caso quisesse me engabelar.
Enquanto esperava sentei no pc de costa par rua na janela do segundo andar de minha casa que fica em frente a uma padaria muito freqüentada por garotos da alta burguesia.
Tentava não pensar em sexo quando recebi um e-mail de uma amiga com fotos dela lambendo minha sublinha de dezoito aninhos na casa de minha cunhada.
Vendo aqueles peitinhos apetitosos que cabiam perfeitamente em minha boca estremeci toda sentindo a calcinha molhada e gemi com um orgasmo tremendo quando minha sobrinha aparecia deitada de costas com as pernas abertas e com a mão escancarava sua boceta oferecendo para minha amiga lamber coisa que relutei em fazer a pedido de minha cunhada sua mãe que não queria que ensinasse essas coisa para sua filhinha.
Quando dei por mim estava com as pernas aberta uma em cada lado da mesa com a calcinha afastada para o lado me desfalecendo com as dedadas na boceta que parecia uma lagoa de tão molhada que estava.
Como já relatei anteriormente sofro de distúrbios sexuais chegando a gozar varias vezes sem mesmo me tocar e como sou muito sem vergonha imaginando que estava sendo observada levantei calmamente tirando a camiseta e calcinha virando de frente para a galera onde fingia arrumar o cabelo aproveitando para caminhar ate a sacada totalmente nua deixando que todos me vissem com alguns engraçadinhos me fotografando.
Sentia como que um vulcão na boceta com gozadas avassaladoras que me deixavam atordoadas com o êxtase do momento e num gesto de loucura fiz sinal para a rapaziada enquanto corria em direção a rua onde me entregaria a todos se possível ali mesmo no meio da rua.
Estava no quintal com a galera se amontoando em frente a grade quando tive um forte orgasmo que me fez cair deixando me molinha no chão por alguns minutos o que me fez recobrar os sentidos onde me recompus e corri para dentro de casa onde fui para o banheiro tomar um banho frio para me acalmar.
Ao ensaboar meu corpo com a água caindo nele senti os seios duros que ate doíam de tanto tesão por isso afundei os dedos na boceta e gemi alto gozando muito coma a mão praticamente toda dentro da boceta.
Após o banho senti que necessitava de uma boa transa por isso vesti uma minúscula calcinha vermelha com um short de malha e blusinha ambos vermelhos salto alto peguei meu carro e sai ignorando as inúmeras chamadas e mensagens de meu boizinho em meu celular.
Estava impossível dirigir sentindo o short atolado junto a minúscula calcinha na bunda deixando as polpas de fora e por ser exibicionista estacionei o carro numa rua qualquer peguei minha bolsa e sai caminhando sem destino sentindo a alma em brasa descarregando o fogo em minha boceta.
Estava desesperada para sentar gostoso num porrete e enquanto caminhava era cantada por muitos homens porem nenhum tomava a iniciativa de me comer ali mesmo se necessário fosse e quando num gesto de puro tesão e ousadia resolvi tirar o short antes porem resolvi atender o celular que tocava insistentemente dentro da bolsa.
Fiquei mais calma e tranqüila enquanto falava ao celular com minha dona aquele travesti que me defendeu num cinema no centro da cidade como já relatei anteriormente.
Ao informa-la onde e como estava ela pediu pelo amor dos deuses que não fizesse nada que me comprometesse pois precisava de mim naquela mesma noite.
Sentia os líquidos vaginais escorrendo pelas pernas quando corri para meu carro e voltei para casa e em poucos minutos ela chegou toda radiante vestindo um lindo macacão amarelo que em contraste com seu corpo deixava ela muito mais linda e gostosa.
Ao vela desce do carro corri em sua direção para me jogar em seus braços dando um delicioso beijo em sua boca deixando ela sentir todo meu tesão sem me importar coma a galera que fazia um grande alvoroço vendo nos atracadas uma na outra.
Calmamente ela saiu de mim pedindo calma mandando que me arrumasse pois tinha uma apresentação na Espanha a noite do dia seguinte e precisava de mim.
Ela estava preparando uma dose de bebida quando voltei de meu quarto com a mala em punho avisando que estava pronta comigo vestindo um sobre tudo por cima da pouca roupa que usava um leve toque na maquiagem e rumamos direto para o aeroporto.
No avião ela me catou de jeito comigo fazendo um escândalo enorme enquanto me enrabava no banheiro e quando saímos dali fomos repreendidas pela tripulação comigo disfarçando um choro avisando que minha sogra tinha falecido e minha amiga estava me consolando no banheiro.
Rimos muito já nos lugares onde gemi muito com seus dedos em mim e quando desembarcamos resolvi atender o telefone de meu boizinho que aos prantos avisou que minha sogra havia falecido e ele estava tentando falar comigo a dois dias.
Ele ainda falava quando o celular foi para o chão comigo sendo amparada por minha dona que depois de me reanimar avisou que nem pensasse em voltar deixando ela na mão caso contrario me arrebentaria na porrada ali mesmo e entre soluços ela me levou para aquela maravilhosa e conceituada casa de show.
A casa estava super lotada e enquanto ela se direcionava para os camarins fui levada para um camarote ao lado do palco onde estava cinco senhores e três travestis com um deles fazendo um delicioso boquete em um deles.
Ao ser apresentada beijei um por um na boca enquanto um dos senhores reclamava muito ao descobrir que eu não era travesti.
Com muita gentileza e educação que me é peculiar informei aquele senhor que era namorada da xx que se juntaria a nos após a apresentação.
Sentada numa poltrona toquei uma deliciosa siririca enquanto o travesti de nome Vanessa babava no pênis daquele senhor tendo um outro todo atolado em seu cu enquanto os outros dois senhores mamava gostoso os potentosos porretes dos travesti.
Em certo momento os três travestis vieram ate mim e após tirarem minha roupa se deliciaram com meu corpo mamando gostoso em meus seios enquanto outro lambia minha boceta e cuzinho fazendo me urrar de tanto prazer.com extrema facilidade fui colocada em cima de um deles que escorregou com muita facilidade pra dentro de mim enquanto outro se posicionou atrás de mim afundando seu mastro todo em meu cu enquanto me deliciava com o terceiro metendo fundo em minha garganta.
Juro que morri de tanto prazer enquanto eles metiam em mim ora com calma e delicadeza e em outro momento socavam com força deixando me extasiada.
O que estava em minha boca foi o primeiro a gozar enchendo a camisinha com uma quantidade fenomenal de porra e quando ele trocou rapidamente a camisinha se posicionando atrás de mim para meter seu porrete duro feito pedra em meu cu comigo aos berros com avassaladores orgasmos.
Estava toda mole e dolorida com os três travestis me comendo incansavelmente de muitos jeitos formas e maneiras e quando fui colocada em cima daquele porrete tive sua pica direcionada para meu cu enquanto beijava muito sua boca macia e sedenta onde com muita experiência sorvia toda minha língua deixando me maluquinha de tanto prazer apesar de ter as pernas dormente e a boceta ardendo muito.
Tentei sair dela que ao perceber minha resistência segurou me enquanto abafava meu grito com seu beijo enquanto ele saiu todo de meu cu para se ajuntar a outro porrete que vieram pra dentro do meu cu numa dupla penetração comigo aos prantos enquanto sentia eles me rasgando ao meio com seus pênis atolado em meu cu enquanto os cinco homens despejavam rios de porra em cima da gente com suas alucinadas punhetas.
Sentia me como que sendo dilacerada porem urrei de prazer quando eles anunciaram seus gozos com um deles mordendo meus seios enquanto outro estapiava meu rosto chamando me de puta devassa safada e outras coisa deliciosas fazendo me urrar caindo em seguida mortinha para o lado toda sua dolorida porem saciada.
Com muita dificuldade caminhei ate o banheiro de um dos camarins onde me banhei me recompus e ao descobri que um deles estava em viagem para o Brasil pedi carona em seu jato particular.
Após o show que não pude assistir minha dona veio ate nos informando o local da suruba logo mais a noite e enquanto todos rumavam para lá me desvencilhei deles e vim embora para casa onde encontrei meu boizinho triste e abatido que não me deixou se quer entrar em casa me esbofeteando na frente de todos os parentes e amigos me expulsando somente com a roupa e por sorte estava com minha mala.
Sai dali jurando a mim mesma nunca mais se quer olhar na cara desse filho da puta a não ser perante o juiz rumei para a casa daquele senhor que me atendeu alegremente deixando me a vontade em sua mansão no alto do Morumbi e como já tinha me comido gostoso na viajem de volta em seu jatinho particular calmamente me encaminhou para uma suíte onde delicadamente pediu que fizesse um striper para ele o que atendi prontamente e quando abriu os braços me chamando pra cama me lambeu toda dando total atenção para meus seios e boceta onde sorveu toda minha energia chupando como nunca havia sido chupada fazendo me desfalecer em sua boca com gozadas avassaladoras e quando montou em mim meteu de forma suave como quem tem todo o tempo do mundo fazendo me gemer muito em seu potente caralho.
Hoje vivo cercada de luxo com meu homem que atende todos meus pedidos porem não aceita de forma alguma me dividir com ninguém.
Estou resistindo o Maximo possível pois neste mundo de riqueza principalmente os homens acham que podem tudo e alguns engraçadinhos me cantam na cara dura.
Sei que não resistirei por muito tempo porem espero tratar com carinho e respeito a quem me acolheu sem cobrar nada em troca na hora que mais precisei.
Dias desses ele me ‘presenteou’com uma linda secretaria informando que fizesse com ela o que bem entender e ao perceber que havia um certo brilho em seu olhar aproveitei sua ida a Espanha a negócios e fiz minha ninfetinha se deliciar com minha boceta sedenta porem isso prometo contar em outra oportunidade.
Beijos a todos
Camille
camilledicarli@bol.com.br
 

 

Esposa Infiel - parte XI

Como já relatei anteriormente sou loca por calcinhas.
Tenho verdadeira adoração por esta pecinha e sempre que saio pela cidade não consigo tirar os olhos da bunda das outras mulheres tentando identificar o tipo de calcinha que estão usando e sempre acabo me molhando toda principalmente quando avisto as marquinhas que fica sob as calcas ou saias delas.
Dias desses estava sozinha em casa sem nada para fazer então resolvi dar um role pela cidade.
Depois de um bom banho e café reforçado sai de casa vestindo somente um sobre tudo e salto alto sem mais nada por baixo embora estive levando na bolsa um vestidinho básico em uma calcinha para eventuais necessidades.
Como sou muito sem vergonha deixei a parte de baixo da saia aberta pouco a mais que o normal deixando minhas coxas a mostra ao caminhar.
Estava muito excitada por isso resolvi ir de metro.
Caminhava sentindo os líquidos vaginais escorrerem pernas abaixo apertando as pernas uma na outra friccionando os lábios um ao outro enquanto me deliciava com diversas formas de bundas que me acendia cada vez mais deixando visível a marca de suas minúsculas calcinhas.
Estremeci toda quando apareceu de repente em minha frente uma mulher negra vestida com um conjunto de saia e mini blusa deixando seu lindo corpo quase a mostra.
Ao passar por mim não pude resistir olhando fixamente em seu lindo rosto onde ganhei um inebriante sorriso que me deixou molhada principalmente quando olhei pelas costas e a saia era de costura baixa deixando a mostra um lindo e minúsculo fio dental vermelho que sumia em sua bunda firme e deliciosa.
Sem consegui desgrudar os olhos daquilo tudo resolvi segui-la mesmo com ela em direção contaria a minha.
Não somente ela mais todas as demais pessoas notaram meu interesse e ao me ver indo atrás me fez babar toda com seu delicioso rebolado.
Estava hipnotizada com aquele rabo de saia e quando ela entrou em uma loja de lingerie tremi toda com o tesão a mil imaginando tudo aquilo naquele santuário de calcinhas.
Estava fora de mim e muito excitada por isso resolvi passar direto e tentar me recompor colocando em ordem minhas idéias senão seria capaz de agarrar aquilo tudo ali mesmo.
Fui ate uma lanchonete da esquina tomei um guaraná depois fui ao banheiro onde consegui me lavar deixando a boceta limpinha e seca onde resolvi vesti a calcinha.
Com os pensamento a mil em minha mente arquitetava um modo de abordar aquela deusa de ébano.Parecia uma adolescente a espera do primeiro beijo,porem não poderia perder esta oportunidade e depois de respirar fundo caminhei decidida entrando na loja onde caminhei parecendo esta no paraíso apalpando cheirando e me deliciando com aquelas minúsculas peças ficando um pouco decepcionada em não encontrar minha deusa.
A loja estava vazia por isso após me certificar que ela não se encontrava por ali resolvi ir embora e quando já estava na porta fui abordada por uma mocinha que pediu que a seguisse ate o escritório que fica num mezanino nos fundos da loja quando questionei porque ela educadamente disse que eu era suspeita e precisava me revista.
Pensei em meter a mão na cara daquela menina que me chamava de ladra na cara dura porem seu jeito sorridente e seu corpinho lindo moldado por uma camiseta branca e calça jeans me fizeram mudar de idéia pensando que poderia ser compensada por algumas apalpadas e passadas de mão o que para mim era um consolo.
Enquanto caminhava atrás dela perguntei o que elas faziam quando pegavam alguém roubando na loja.
Ela com uma voz toda melosa me informou que não faziam nada porem a dona da loja fez uma vez uma jovem de escrava obrigando ela a desfilar somente de calcinha o dia todo pela loja e segundo ela havia rumores que ela levou esta jovem para um motel e fez o que quis com ela.
Com as pernas bambas e a calcinha molhada perguntei se ela estava me levando para falar com a dona e após sinal afirmativo pedi que esperasse enquanto coloquei dentro da bolsa algumas calcinhas que peguei neste momento.
Com o coração quase saído pela boca e a boceta em brasa delirei quando chegamos na sala e dei de cara com minha deusa de ébano sentada de costa pra nos enquanto falava ao telefone.
Ao me ver ali ela não pode conter um sorriso que coloriu toda a loja e antes de sair a mocinha cochichou algo com ela enquanto me deixa sozinha a mercê daquela deusa.
Depois de me explicar todo o procedimento ela pediu autorização para me revista já pedindo que tirasse a roupa.
Antes mesmo de terminar o pedido eu já estava somente de calcinha a sua frente.
-Boa menina.Assim que eu gosto.Decidida dedicada e submissa.
-Tem alguma coisa dentro da calcinha?
Sem mesmo responder já estava com a calcinha no joelho molhando toda minha coxa com o liquido viscoso que escorria da boceta.
Nossa menina você esta mesmo a perigo olha sua boceta.
Derreti toda com ela espalmando minha boceta já com seu corpo colado ao meu enquanto cheirava minha nuca.
Explodi numa gozada avassaladora quando ela enfiou o dedo médio em mim enquanto beijava minha boca beliscando meu mamilo deixando me cada vez mais alucinada apesar da forte dor de seu beliscão em mim.
Ainda gozava quando ela encostou na mesa ordenando que lambesse sua boceta.
Feito uma cadela no cio obedeci cegamente ajoelhando entre suas pernas onde uma delas foi colocada em meu ombro enquanto ela aproveitou para forçar minha boca em sua boceta enquanto mandou que lambesse sua boceta por cima da calcinha.
Que tesão imenso aquilo me deu enquanto sentia a língua dormente de tanto lamber sentindo seu gosto em minha boca mesmo separada pelo minúsculo fio dental vermelho e tentador que escorria de tanto liquido de sua boceta e minha baba.
Fiz ela urrar enquanto sussurrava coisas deliciosas me chamando de princesa amorzinho e outros elogios quando afastei com a boca sua calcinha e meti a língua em sua boceta que mais parecia um lago de tão melada e sedenta que estava.
Fiz ela se estrebuchar toda em cima da mesa enquanto gozava comigo bebendo todo seu gosto deixando a sequinha e quando me posicionei deitando em cima dela nossas bocas se uniram com ela se acendendo novamente se posicionando em cima de mim onde desfaleci com sua boca em minha boceta e a minha na dela num delicioso meia nove onde gozamos juntinhas nos beijando muito trocando eternas juras de amor esmo sabendo que só durarão ate o por do sol.
Estávamos abraçadas e nuas no tapete da sala trocando deliciosos beijos quando fomos interrompidas pela jovenzinha que exigia sua presença num assunto urgente e quando ela saiu dali perguntei qual seria meu castigo quando ela apontou um pacote em sua mesa pedindo que a jovem me ajudasse a me vesti e depois deveria varrer toda a loja ate a calçada e quando terminasse estava liberada.
Quase não consegui levantar de tão acabada que estava porem me reanimei quando a mocinha abriu o pacote me entregando um minúsculo short de lycra preto e uma frente única que mal cobria meus seios deixando os praticamente de fora pouco acima do umbigo.
O tecido do short abraçou minha bunda e boceta fazendo me estremecer apertando me muito comigo puxando o bem para cima onde ele enterrou todo na bunda separando minha nádegas fazendo meu cu piscar de tanto prazer.
Não só varri toda a loja e a calcada das lojas vizinhas como também tirei pó fiz café troquei todas as pecas do mostruário dando um toque mais juvenil na loja o que atraiu muito a clientela com algumas que entravam somente para me ver se deliciando com meu corpo quase desnudo e quando isso acontecia abordava esta cliente não deixando que saísse dali sem comprar algum artigo.
A loja fora uma das ultimas a fechar tal a quantidade de mulheres que não economizaram comprando artigos mesmo sem precisão disfarçando enquanto me cantam diziam coisas deliciosa em meu ouvido me entregando números de telefones com seus nomes marcando encontro comigo.
Pensei ate em vira garota de programa atendendo a todas elas porem ao identificar que é coisa seria embora sendo um programa casual não cobro nada porem se é somente aventura faço questão de cobrar uma taxa a qual deposito em nome de uma instituição de caridade que tem me agradecido muito com minhas doações generosas.
Quem esta muito contente com isso é meu boizinho que faz questão de chupar minha boceta sempre após um encontro onde me fez prometer não tomar banho deixando que ele me limpe todinha.
Muitas vezes ele me leva ao local e espera ansioso onde me come muitas vezes ali mesmo dentro do carro a vista de quem quiser olhar o que me deixa alucinada onde somos filmados por algumas de minhas amantes.
Mesmo com a agenda cheia dedico um dia da semana onde me desvencilho de tudo e vou para a loja de minha deusa onde me derreto toda em seu corpo maravilhoso e mais ainda quando sou obrigada a ficar nua o que aumenta suas vendas e amplia meu terreno de caça.
Minha deusa esta muito contente desde minhas visitas a clientela de homens aumentou consideravelmente e como sou safada estou enamorada por um senhor muito bonito e charmoso que acredita que sou virgem e esta prometendo comer somente meu cu afirmando pagar quanto eu pedir.
Pelo volume formado em sua calça quando esbarra displicentemente em mim notei que é um belo porrete e que vou sofrer muito com tudo aquilo porem prometo escrever contando como foi assim que não agüentar mais e terminar dando pra ele.
Mulheres se querem me contratar mande foto de corpo todo de preferência nua para nosso primeiro contato.
Não sou lésbica ,porem só atendo mulher.
camilledicarli@bol.com.br

 

Esposa Infiel - parte X

Quando meu boizinho ligou avisando que estaria passando na casa da sua mãe e não teria hora para voltar fiquei puta da vida sabendo que iria meter gostoso com minha cunhada e minha sogra me deixando na mão como sempre acontecia.
Como já relatei aqui depois que meu sogro morreu minha sogra me culpa por isso o que tem me afastado dela e de sua filha e recentemente mudei de casa indo morar em um bairro distante o que me afastou mais ainda delas principalmente de minha cunhada a qual me lambe todinha.
Minha sogra sendo muito filha da puta mete com meu marido deixando o coitadinho esgotado propositadamente e com isso ele mal comia a mim e minha cunhada por isso depois de um bom e demorado banho vesti um vestidinho de seda curto colado e transparente sem mais nada por baixo mesmo porque gozo muito quando uso calcinha e sinto ela apertar meus lábios vaginais enquanto caminho porem neste dia queria me derreter toda em um porrete ou em uma boca ávida e sedenta.
Quando liguei para “minha dona”ela estava indo atender um cliente no jardim América e que tomasse banho e aguardasse que passaria em casa para me pegar.
Neste momento senti um frio na barriga sentindo a bocetinha arder com a surpresa é exatamente no bairro onde moro.
Ao informa-la disto ela me deu o endereço do cliente e para meu total espanto era numa rua acima da minha sorri mesmo porque se tratava de meu contador.
Rapidamente corri para lá atraindo a atenção de todos ao caminhar o vestidinho subia muito deixando me pelada da cintura abaixo.
Quando avistei seu carro apontando vagarosamente na esquina fingi não saber de nada enquanto simulava falar ao celular quando ela parou ao meu lado me chamando de louca pegando firme em meu braço fazendo me sentir seu porrete duro dentro da calcinha.
Dentro do carro ela esbofeteou minha face puxando meu cabelo deixando as pessoas a nossa volta intrigadas vendo duas lindas mulheres brigando dentro do carro.
Ela me xingava de todos os palavrões possíveis enquanto eu me molhava muito e quando abri as pernas mostrando minha bocetinha totalmente molhada e lisinha como ela gosta com um sorriso malicioso ela pegando em minha nuca segurando forte meus cabelos lascou um beijo em minha boca sem nos importamos com a galera dos bares vizinhos que assistiam nosso show.
Estava entregue quando ela me jogou no banco e suspirei pensando que ela iria me comer ali mesmo porem para meu desespero ela ligou o carro avisando que estava atrasada e depois do compromisso cuidaria de mim.
Ao chegarmos naquela mansão fomos recebidas pelos serviçais e como eu não fazia parte do pacote minha dona mandou que ficasse no carro enquanto ela atendia seu cliente.
Estava quase dormindo no banco do carro ouvindo um cd romântico sentindo o gosto de sua boca na minha quando uma menina bateu no vidro do carro avisando que estava sendo convidada a entrar.
Não pude deixar de olhar aquela criança que caminhava a minha frente com uma saia rodada donde se via a marca da minúscula calcinha toda enterrada na bunda e ao entrar fiquei encantada com o bom gosto do lugar com quadros na parede ornando os moveis rústicos.
Contemplava o lugar quando fui interrompida por minha dona que estava algemada a uma grande cama com sua minúscula calcinha toda enfiada no cu enquanto um senhor vestido de senhora a qual todas chamava de patroa, mandou que chegasse ate ele.
Minha dona teve a boca tampada com uma calcinha que depois de dizer que ele teria que pagar dobrado. Aquele senhor sentado numa grande almofada mandou que caminhasse chamando o de mamãe com voz de criança o que atendi prontamente achando graça no primeiro momento e vendo que a coisa era seria me entreguei sentindo a boceta formigar de desejo.
Calmamente aquele senhor mandou que me despisse e se não o conhecesse teria acreditado que se tratava de uma mulher.Por sorte ou azar sei lá ele não me reconheceu.
Caminhava rebolando muito quando ele pediu que ficasse de pe nos braços da poltrona e assim que me posicionei ele mandou que agachasse em sua boca onde sorveu toda minha boceta deixando me extasiada com a habilidade de sua língua em mim.
Enquanto me lambia eu gemia alto de tanto prazer e em certo momento olhei para minha dona que tinha a calcinha muito enfiada no cu mesmo porque seu porrete estava muito duro o que estufava a calcinha deixando sua bunda toda de fora.
Estava gozando quando aquela jovenzinha deu um forte tapa em meu rosto pegando me de surpresa enquanto dizia que somente a patroa poderia gozar e nos suas escravas só gozaríamos quando ela autorizasse.
Como sou muito sem vergonha e adoro que me batam ignorei tal ordem e gritei:estou gozando ai que delicia.....
Neste instante cai em cima daquela “senhora”tal a intensidade do orgasmo e quando dei por mim olhei para minha dona toda amarrada na cama com os olhos esbugalhados.
Dava pra ver o pavor em seu olhar embora seu pênis parecia que ia estourar de tão duro que estava.
Calmamente a patroa olhou para a menina que num gesto muito provocante caminhou de quatro pela cama onde tirou a calcinha de minha dona pro lado e começou um estonteante boquete.
Com grande maestria ela beijava a cabeça e descia lambendo toda a extensão daquele mastro que quando era solto dava cabeçada no ar de tanto tesão.
Estava totalmente envolvida contemplando a chupada que não percebi a patroa se despindo ficando somente de calcinha me deixando boquiaberta com o imenso volume de seu porrete,aquilo tinha no mínimo uns vinte e seis centímetros .
Neste momento senti um calorzinho na boceta e gozei copiosamente imaginando aquilo tudo dentro de mim.
Calmamente ela deitou ao lado das meninas e de onde estava via a garota engolindo o porrete da minha dona empinando muito a bunda onde me deliciava vendo suas linda nádegas separadas pelo minúsculo tecido da calcinha que estava molhadissima.
A patroa deu seu pênis para minha dona lamber enquanto a garota ligava fios no saco de minha dona introduzindo um pino de metal em seu ânus.
Estava curiosa com o que ia acontecer por isso sentei numa poltrona junto com outras serviçais para assistir de camarote o espetáculo.
A senhora tirou a calcinha e sentou naquele mastro que escorregou em seu cu com total facilidade enquanto a garotinha pegava o controle remoto me entregando segurando minha mão para acionar o comando.
Sempre que apertava o botão minha dona e a patroa se esticavam toda gemendo desesperadamente descarregando ondas elétricas nas duas meninas.
Vendo que não tinha coragem de acionar o controle aquela putinha me pegou pelos cabelos fazendo me sentar na boca de minha dona de frente para a patroa e enquanto isso tinha a boceta e os seios sugados com forca por minha dona enquanto descargas elétricas eram descarregadas em nos deixando nos cada vez mais loucas de tanto prazer apesar da dor e incomodo momentâneo.
Aproveitei que o mastro daquela senhora estava esticado sobre a barriga de minha dona espalmei tudo aquilo abocanhando a cabeça que em poucos minutos despejou rios de porra em minha boca fazendo nos gozar juntinhos caindo todos abraçados e extasiados de tanto prazer.
Em pouco segundos nossa respiração voltou ao normal e quando tencionava meter de novo minha dona mandou que me arrumasse rapidinho enquanto a menina entregava uma generosa quantia em dinheiro para minha dona que tentou dividir comigo que recusei é claro enquanto a patroa dormia carinhosamente esticada na cama com seu porrete meio duro.
Saímos dali em direção a um motel quando minha dona mandou que saísse do carro em plena avenida e tirasse toda roupa me entregando um conjunto de blusa e shorts e ao fazer isso quase fui estuprada por vários homens e não fosse a intervenção de minha dona teria dado pra todos ali mesmo.
No motel minha dona judiou de mim me comendo de muitos jeitos e maneiras como nunca havia comido antes e quando meteu em meu cu fez me ver estrelas com a violência das estocadas deixando me sentando de ladinho por vários dias.
Minha dona estava com o diabo no corpo deixando me molinha com gozadas avassaladoras e depois de socar muito em meu cu fazendo chorar de dor e tesão tirou e tentou socar em minha boca e quando recusei morrendo de nojo fui espancada com gosto e enquanto me enchia de porrada socou fundo em minha garganta vendo meu desespero enquanto gozava em minha boca deixando me sentir o gosto de seu néctar misturado com meu gosto deixando me enojada.
Ao reclamar ela me deu um forte tapa na cara enquanto segurava meu cabelo urinou em meu rosto me afogando com seu liquido escorrendo em minha garganta rosto e seios.
Confesso que senti repugnância neste ato porem não consegui conter o forte orgasmo que me fez cair molinha de tanto gozar.
O dia já estava quase amanhecendo quando ela me deixou duas quadras abaixo de minha rua onde tive que chegar em casa a pé toda molhada e fedida e totalmente nua.
Por sorte não havia ninguém na rua e ao entrar em casa encontrei meu boi deitado no sofá ainda vestido com um copo na mesinha ao lado e quando me acordou por volta das noves da manha demonstrou grande preocupação comigo ao me ver cheia de feridas pelo corpo e mesmo sob protestos me levou ao medico onde fiz uma lavagem estomacal e anal ficando quase o dia todo em observação.
Quase chorando meu boizinho pediu que tiremos outras pessoas de nossas vidas ficando somente eu e ele.Concordei imaginado que como sou ninfomaníaca ele terá somente a mim para meter me satisfazendo como a tempo não o faz.
Quanto a mim não vou nem tentar ser fiel mesmo porque sei que será em vão mesmo porque nasci para ser possuída por quem quiser me comer mesmo que com isso ganhe o inferno como morada infinita e se isso acontecer terei que dar o dia todo pro capeta KkK
Beijos
deborha

 

Papai meu homem amado

Tudo começou quando cheguei na casa de meus pais aqui na capital vindo de mato grosso onde fiquei na casa dos meus avos por cinco anos estudando veterinária e durante este tempo estive por aqui apenas três vezes a passeio.
Na ultima visita meus pais já estavam separados embora continuam sendo muito amigos.
Com minha chegada meus pais se reuniram fazendo uma grande festa para me receber com minha mamãe preparando um delicioso jantar onde teve a presença de parentes amigos e vizinhos.
Minha mãe estava um espetáculo no auge de seus trinta e nove anos parecendo uma menininha de dezesseis com um vestidinho sexy chamava a atenção de todos da casa.
Por volta das doze horas a maioria já tinham ido embora e como estava sem sono curtia o Maximo dançando muito e bebendo caipirinha.
De repente meu pai quis sair na porrada com um tio afirmando que ele estava dando em cima de mamãe o que teve nosso total reprovo já que estão separados e mamãe tem o direito de curtir quem ela quiser não é mesmo gente.
A turma do deixa disso entrou em ação terminando minha festa antes do previsto.
Como estava sem sono pedi que meus pais me levassem a algum lugar estava louca para curtir e beber mais alguma coisa.
Com muita insistência meu pai resolveu atender meu pedido porem ficou combinado que mamãe que nada bebe levaria o carro que é de papai.
Segundo ela a balada estava um saco e vendo me divertir combinou com papai que iria embora e quando fossemos embora ligaria que ela vinha nos buscar causando um grande conflito entre eles que só não saíram na porrada porque estavam em minha presença.
Na ocasião eu estava vestida de mini saia mini blusa ficando na altura de papai devido ao salto alto.
Dançava freneticamente ao lado da mesa de papai já toda suada e despenteada quando notei os olhos de papai fixo em mim.
Dançando muito com os cabelos caído ao rosto fui ate o chão deixando que papai visse minha minúscula calcinha branca e quando subi coloquei um beijo na palma da mão e soprei para ele que se derreteu todo sorrindo pra mim.
Quando rolou um samba sabendo que papai é excelente dançarino de samba corri pegando em suas mãos pedindo que me ensinasse.
Quando abracei seu corpo podia sentir o imenso volume entre suas pernas que ele com muita dificuldade tentava esconder de mim.
Em certo momento num gesto de pura ousadia grudei em seu corpo com sua mão em minha cintura quase em cima da bunda comigo rebolando gostoso sentindo tudo aquilo cutucar minha boceta que ansiava ardentemente em ser deflorada.
Quando ele me puxou para si fiquei estática apertando as pernas prendendo seu pinto que cutucava minha boceta para gemer baixinho estremecendo toda numa gozada inesquecível bem mais gostosa do que as inúmeras dedadas que metia na boceta nas noites de solidão.
Sem me importar com as outras pessoas curti cada segundo daquele interminável momento e quando já estava refeita dei um beijo na boca de papai que não correspondeu agradecendo –o pela estonteante gozada.
Sem ação e meio atordoado ele perguntou se queria ir embora pedindo que ligasse para mamãe vir nos pegar.
Liguei varias vezes para casa e não tendo resposta liguei para o celular de mamãe que depois de muita insistência resolveu atender ficando mais calma ao saber que era eu que estava ligando.
Sua preocupação era em saber se papai estava por perto e quando disse que não ela pediu que esperasse mais um pouco segurando o papai por ali que ela estava ocupada no momento e não poderia ir nos buscar.
Neste momento ouvi mamãe gemer nitidamente com barulhos de chupões e algo que não consegui compreender.
Pedi que desligasse o celular caso o papai teimasse em ligar com ela aos berros dizia que me amava muito.
Quando retornei para papai encontrei o já do lado de fora da casa perguntando por mamãe e quando dize que não consegui falar com ela ele falou um grande palavrão esmurrando a parede.
Neste momento abracei-o pedindo que fossemos de táxi ônibus ou mesmo a pé.
Era impossível pegar táxi ali por isso quando avistei um ônibus puxei pelas mãos correndo para o ponto e antes de dizer qualquer coisa contraria já estava dentro do ônibus com ele entrando atrás avisando que este iria para o centro da cidade contrario a nossa casa.
Pedindo calma avisei que chegando lá a gente pegaria o negreiro que passa próximo de casa ou dormiríamos num motel.
Ao ouvir isto meu pai emudeceu e por estarmos de pe com o ônibus cheio a maioria de homens puxei o pelo braço fazendo ele se encostar atrás de mim que devido o balanço do ônibus era impossível ele não colar em mim fazendo aquilo tudo endurecer cada vez mais apertando minha bunda separando minha nádegas de tão duro que estava.
Conversávamos animadamente com ele grudado em mi m acho que para esconder o imenso volume com uma das mãos em minha cintura e eu encostada em seu peito com a mão em sua nuca sentindo seu hálito quente ora na nuca ora misturado ao meu.
Enquanto conversávamos fazia questão de chama de papai deixando todos cada vez mais ouriçados com nosso”pega” que estava cada vez mais quente.
Ate dava para sentar porem nenhum de nos se atrevia a sair dali e num momento de puro tesão levei a mão para trás espalmando tudo aquilo que dava coice no ar de tão duro e pulsante que tava.
Não agüentando mais com o corpo em brasa abri sua calça tirando tudo aquilo pra fora que com um gesto ousado meu onde fiquei na ponta dos pés prendi tudo aquilo no meio de minhas pernas.
Ao sentir tudo aquilo quente e pulsante cutucar minha boceta quase desmaiei soltando um gritinho abafado por sua mão em minha boca enquanto sussurrava pedindo calma em meu ouvido.
Rebolava displicentemente com tudo aquilo que só não me penetrava porque era impedido pela minúscula calcinha e ele segurando me forte pedia pelo amor de Zeus que não fizesse isto notando minha intenção de tira-la ali mesmo.
Não fosse o ônibus chegar ao final teria dado pra ele ali mesmo e quando todos começaram a descer ele já tinha se recomposto saindo de mim deixando minha saia visivelmente molhada com a abundancia de líquidos vaginais que escorrera de mim.
Estava molinha com as pernas bambas e a boceta em brasa com ele me abraçando beijando minha boca como dois namorados pedindo que esperássemos o ônibus de volta.
Delicadamente sussurrei :
-Papai, quero fazer xixi!
Olhando calmamente ao redor pediu que fosse atrás de um monumento próximo ao ponto onde ele ficaria me vigiando.
Sua preocupação era com as pessoas que passavam com a cidade acordando e eu aproveitando este descuido dele tirei minha calcinha enrolando na mão e voltei para ele.
Estranhei quando o ônibus chegou e ele me segurou deixando que todos entrassem primeiro que nos e quando já não tinha mais nenhum lugar para sentar ele pegou em minha mãos me conduzindo para dentro do ônibus onde nos posicionamos próximo a porta traseira do carro.
Em poucos segundos estávamos espremidos por uma multidão de trabalhadores e em certo momento ele que estava colado atrás de mim saiu por um instante e quando voltou senti tudo aquilo cutucar minha menininha que pingava de tanto tesão e a surpresa dele em mim com seu ato repentino e sua surpresa ao encontrar minha boceta exposta sem calcinha.
Ele estava surpreso ainda quando entreguei minha calcinha a ele que depois de uma leve cheirada guardou no bolso como se fosse um troféu.
Com muita calma levantei um dos pés colocando o num ferro debaixo do banco ficando com a menininha totalmente aberta e quando ele cutucou pela terceira ou quarta vez acertou em cheio a entrada e como estava molhada a cabeça entrou gostoso trazendo tudo aquilo pra dentro de mim que segurando em sua nuca puxei sua boca de encontro a minha para abafar meus gemidos com seus beijos.
Sentia ele cutucar meu útero e como era impossível rebolar gostoso como ansiava ardentemente comecei mordendo seu pinto com minha boceta e já não me continha com os gemidos e gritinhos que não conseguia conter de tanto prazer
Aquilo parecia crescer cada vez mais dentro de mim que já tinha gozado inúmeras vezes e num gesto de pura loucura empurrei tudo aquilo pra trás com minha bunda e quando voltei ele veio com tudo pra dentro de mim cada vez mais fundo.
Bastou eu repetir este gesto umas três a cinco vezes para explodirmos juntinhos numa gozada avassaladora onde foi impossível conter nossos gemidos atraindo a atenção de todos pra nos principalmente quando falei:
_ Ai papai...tô gozando....que gostoso aiiii.....
Neste momento meu papai saiu de mim trazendo junto um rio de porra molhando minhas pernas a calça de papai e o chão do ônibus e enquanto as pessoas discutiam a nosso respeito aproveitamos que o ônibus parou saindo dali correndo onde rumamos para casa de mãos dada feitos dois pombinhos apaixonados.
Ao entrar em casa mamãe estava deitada no sofá vestindo uma minúscula camisola e calcinha e quando papai rumou para ela com acara fechada segurei em sua mão dando um forte beijo em sua boca deixando mamãe boquiaberta enquanto falei baixinho em seu ouvido:
_Papai não brigue com a mamãe fui eu que pedi que não fosse nos buscar.Come ela come...
Enquanto tomava um delicioso banho, ouvi mamãe gemendo gostoso em tudo aquilo que a pouco estourou meu cabaço me fazendo mulher.
Quando voltei enrolada em uma toalha encontrei papai socando fundo tudo aquilo no cu de mamãe que ao me ver me chamou pedindo que beijasse sua boca me xingando de traidora safadinha e cachorra da mamãe e antes que papai enchesse seu cu ela mandou que saísse dela me colocando de quatro pediu que papai comesse meu cu.
Papai dividiu espaço com a boca de mamãe em um cu e boceta porem por mais que tentássemos não consegui que ele comesse meu cu e por sugestão de mamãe tenho que dar o cu para outros meninos ate me acostumar porem papai quer ser o primeiro homem a quebrar o cabaço também do meu cu por isso acho que vou sofrer muito quando ele resolver me pegar de jeito.
Beijos a todos
Deborah

 

A carona

Olha este acabou de acontecer, ainda estou com o gosto do guri na minha boca. Que delicia !!!
Antes de tudo vou me apresentar: Chamo-me Marcos, tenho 38 anos, sou branco de olhos e cabelos negros, tenho 1,73 de altura e 79Kg. Soua ativo e passivo, mas confesso que curto muito mais ser passivo. Não sou nenhum Deus grego, tenho aquela barriguinha de cerveja, mas me acho atraente.
Sou casado com mulher e tenho filhos e NÃO PRETENDO SAIR DO ARMARIO.
NÃO CURTO AFEMINADOS E BICHINHAS, nada contra, mas quero transar com homens, mulher já tenho em casa e não precisaria me arriscar na rua.
DISCRICÃO É FUNDAMENTAL PRA MIM, AFINAL NÃO QUERO E NÃO VOU ME EXPOR
Vamos ao conto:
Moro em Juiz de Fora, no bairro São Pedro e tive que descer pro centro. Fizum caminho que passa pela Universidade Federal de Juiz de Fora e como de costume, tem universitarios pedindo carona. Olha cada um mais gato que o outro ta. Pena que as vezes eles estao com umas garotas juntas e ai, eu não dou mesmo, a carona. Mas qdo estao sozinhos e são gatos eu paro e dou, a carona, na esperança de quem sabe lá, ter mais ...
E hoje eu tive sorte, estava descendo e um rapaz me pediu carona, passei bem devagar e pude ve-lo melhor. Parei mais na frente e ele veio ate o carro.
Ao baixar o vidro fiquei pegando no meu pau e perguntando pra ele onde iria. Ele me respondeu tambem pegando no pau, foi a deixa ne ....
Ele entrou e fui perguntado nome, idade e etc.
Gabriel, 24 anos, branquinho de camiseta branca e calca xadrez e chinelos. Um pau que já se mostrava ser bem apetitoso.
Disse-lhe que era gato e peguei na sua perna , ele deixou e já levou a minha mão no seu pau, que já estava a ponto de bala.
Fomos pra um dos estacionamentos e la ele pos o pau pra fora.
Gente, que pau lindo !!!! Branquinho, apontando pra cima, com uma cabeça que mais parece um morango, com uma boquinha grande, apetitosa. Que pau, lindo, LIMPO, SEM SUJEIRA, SEM CHEIRO DE MIJO. Que pau !!!!
Umas pernas grossas e bem peludas, uma saco lindo, com as bolas cheirosas e bem branquinho.
Chupei muito. Ele me forçava a cabeça pra eu fazer uma gulosa e me fazia esgasgar.
Chupei e ele disse que tava quase gozando.
Me pediu pra chupar mais e eu fiz.
Olha sei que foi loucura mas o guri gozou na minha boca e eu não deixei uma gotinha fora.
Só a que ficou no pau dele e ele não me deixou limpar, pois segundo ele, dava ate doendo de tanto tesao que ele tava pelo boquete.
Depois o deixei em casa e le me disse que estava brigado com a namorada e trocamos telefones.
Quem sabe amanhã ele não esta no mesmo local pra uma nova carona ????
Como disse sou casado e procuro homens para uma boa transa e quem sabe ate nos relacionarmos.
Caras de 20 ate 40 anos, gatos, e machos.
Meu e-mail e msn é: marcos.thierry@bol.com.br
Entrem em contato, comentem o conto.
Caras com fotos e casados ou compromissados com mulheres terão muita preferencia.
Mais uma vez repito, nada contra, mas não curto afeminados, bichinhas, alem de drogas e sadomasoquismo.
Discrição é fundamental.
Ninguém precisa trazer na testa suas opções sexuais.
Beijos a todos e estarei esperando ta.

marcos.thierry@bol.com.br

 

Carnaval com uma gostosa de pau feito

O tesão que me tem provocado a troca de mails com uma amiga transexual de além-mar levou-me este dia de Carnaval a fazer uma loucura que já não fazia há muitos anos. Meu cu andava fervendo com os beijos que minha amiga me enviava através do teclado do computador, e farto de enfiar nele vibradores andava eu. Abri o jornal do dia, procurei nos anúncios de relax, uma gostosona com pau, de preferência com foto, como tanto aprecio e tão poucas vezes tenho provado nos últimos tempos, que fosse activa, pois mesmo com mulheres-macho, eu gosto de ser a sua fêmea.
Encontrei-a. A Carol. Um belo pedaço de mulher, olhos verdes, loira com os cabelos em cacho, lábios carnudos e seios fartos, um cacete de 18 cms por 6 de largura, activa/passiva. Liguei-lhe com a minha piça completamente em pé só de imaginar a arrombadela que meu cu, pouco habituado a apanhar, iria sofrer, e combinámos os detalhes. Como lhe disse que iria querer que ela se esporrasse dentro de mim, a gostosa cobrou-me 75 euros dizendo que nas horas seguintes ficaria imprestável para outros clientes que como eu quisessem seu pau. Achei caro mas com a fome de piça de fêmea com que ando aceitei, e marcamos encontro no seu apt. na zona das Antas, no Porto. Antes de sair tomei um duche rápido, e mudei minha cueca que substitui por uma calcinha feminina, cor de rosa, transparente na frente, e com um lacinho lateral, das muitas que tenho, pois sou bastante cross-dresser, e adoro tocar punheta usando roupa interior feminina. Então quando marco com uma gostosa de pau, faço sempre questão de trajar uma calcinha de mulher, bem sexy.
Tal como dizia no anúncio, Carol recebeu-me em trajes íntimos, roupão azul escuro, de cinto de trespasse, mas aberto à frente, deixando ver um sutiã preto transparente, mal tapando umas mamas enormes, mas direitinhas, e uma calcinha que depois vi ser de fio dental, da mesma cor e tecido, igualmente transparente oferecendo aos meus olhos, sobre o seu rendilhado, um imponente caralho, e um par de colhões vermelhos vivo, que as minhas mãos em concha mal conseguiriam abarcar, de tão grandes que eram, e para os quais meus olhos foram logo atraídos. Meu caralho, que comparado com o dela, era muito mais pequeno mais parecia um palito, entesou-se de imediato como se quisesse romper das calças, só com a visão daquele corpo maravilhoso. Carol, riu-se e comentou numa voz grave, masculina, como eu tanto gosto de ouvir numa mulher de pau:
- Você está impaciente mesmo, queridinho. Vamos já dar um bom tratamento no seu pau e cuzinho. Mas primeiro me pague.
Paguei-lhe sem regatear, pedi um beijo na boca, pois mesmo pagando gosto de sentir ternura no acto, e por isso há muitos anos que deixei de ir às putas, nunca tive uma puta que me beijasse na boca. Ela então, após nos beijarmos, conduziu-me para um espaçoso sofá no meio da sala (o apt. era um estúdio, não tinha quartos), onde me despiu, tendo elogiado muito minha calcinha o que me deu mais prazer, e consentiu que a despisse. Seu cacete soberbo, rosado, e com um chapéu largo na ponta surgiu integralmente a meus olhos. Contrariamente a mim, Carol ainda não estava de pau feito mas que lindo caralho tinha a Carol! Que vontade de o engolir, de o meter em todos os meus buracos. Mas só tinha meia hora para isso. Carol ofereceu-se para me chupar a piça dizendo que isso a entesava muito, habitualmente sua piça demorava um pouco a entesar-se pois estava mais predisposta a apanhar no cu do que a dar em homem fêmea como eu, mas embora quisesse vê-la fazendo-me uma mamada, estava tão fascinado com o seu cacete que o queria saborear com a boca antes de o sentir no cu. Pedi-lhe permissão para ser eu a chupá-lo primeiro, e não me teria importado de o fazer sem preservativo para melhor sentir o sal da esporra dela na minha língua, mas Carol como boa profissional, não o consentiu. Coloquei-lhe a camisinha no pau, chupei-lhe as bolas à medida que as tentava engolir na boca o que era impossível, fui-a punheteando lentamente enquanto Carol sentada por cima de mim passava as suas mãos nas mamas carnudas e siliconadas, à medida que com a língua lhe percorria o pau, metia-o na boca, sugava-o, sorvia-o como se lhe quisesse extrair todo o leitinho. A fome que eu andava de pau de uma gostosona!
Carol que tinha agora o cacete tão inchado que já mal me cabia na boca, deitara-se sobre meus quadris, vestira meu pau com uma camisa, e começara a punhetear-me.
- Tens mesmo uma piroca e uns colhões pequeninos, não é mesmo? Mas não faz mal. É de maneira que tos posso engolir todos de uma vez.
Durante muito tempo pensara que por ter o pau e as bolas diminutas, é que sempre tivera tendências para homem-fêmea, mas não deve ser por isso, pois afinal Carol é abonada de pendentes, e é travesti. Mas pela primeira vez na vida agradeci ter a pixota e os balões curtos, pois Carol abrira a boca e metera meu aparelho todo na sua boca sem deixar nada de fora, cerrara os dentes mordendo-me ao de leve a base da pila e dos tomates, enquanto sua língua os percorria em círculos, e me ia fodendo com a boca, como se esta fosse uma máquina de sugar. Que 69 fantástico! Uma mulher de nascença não mo teria feito tão bem. Eu estava-me segurando teso para não vir. Queria que ela me fosse ao cu, com os colhões cheios.
- Enraba-me – pedia-lhe – Preciso muito de esporrar-me, e quero vir-me enquanto me vais ao cu.
Paramos a mamada que já durava há algum tempo, e Carol perguntou-me em que posição eu queria apanhar com o pau dela. Disse-lhe que queria com ela por baixo já que assim lhe poderia apalpar as mamas. Ela riu-se, chamou-me maroto, além de muito bonita Carol era super simpática. Ela já me apalpara o rego e constatara que eu tinha o cu muito apertado, o que não admira, já que ele pouco mais é do que virgem. Mandou-me por isso, pôr de quatro e untou-o com um creme próprio para relações anais. À medida que o punha, ia introduzindo seu dedo cada vez mais fundo, masturbando-me o traseiro e proporcionando-me uma primeira massagem prostática muito suave, que me soube bem e me relaxou os músculos do anûs . Depois ia começar a espalhar o lubrificante no seu pau, mas eu pedi-lhe a honra de tal tarefa para mim, que ela novamente concedeu. Não queria perder por nada aquela oportunidade de afagar o caralho daquela gostosura, mesmo encamisado, nas minhas mãos antes de o receber no cu. Antes porém de lhe começar a espalhar o creme beijei-lhe o caralho ternamente. Carol gozou-me, mas com ternura:
- Mais um bocado e ainda sais daqui apaixonado por mim.
Mal ela sabe que é verdade. Apaixono-me sempre por gostosas de pau que me vão ao cu. Deve ser por isso que as procuro poucas vezes. Bom, espalhei o creme lubrificante abundantemente apesar de ter meu cu bem lubrificado, procurando tornar a penetração o menos dolorosa possível, ainda que goste de sentir um pouco de dor no princípio do acto. O cacete de Carol engrossou ainda mais, estava um belo batoque que iria deixar meus fundos bem doridos, e eu então deitando-a de costas no sofá, com as mãos massajando-lhe as mamas e fazendo-a soltar gemidos de prazer, deixei-me sentar naquele belo e apetitoso pénis erecto de gostosona, enquanto as mãos dela me arregaçavam as pregas para o lado, abrindo-me o olho. Sua glande cabeçuda fazia pressão para passar o aro do olho, o resto do troço vinha atrás e só procurava uma brecha para entrar com a cabeça. Gemi. De dor. Carol tentou impedir que me acabasse de sentar nela.
- Não, não pares – pedi-lhe- Mete tudo. Quero a tua piça deliciosa dentro de mim. Continua. Faz de mim a tua puta, deliciosa.
Carol retirou as mãos, e procurei então de novo continuar a deslizar naquele pau ensebado. A cabeça passou com o seu chapéu, o resto do pau entrou também trespassando-me, até sentir os colhões esponjosos e rugosos dela encostarem aos meus. Deitando então meu peito sobre o dela, minha boca procurou-lhe o rosto e beijou-o, e ela demonstrando não ser uma vulgar puta, deixou que a beijasse, lhe trincasse o nariz e as orelhas, lhe beijasse a língua, o pescoço, os seios, retribuindo-me com prazer os beijos que lhe dava, enquanto meu cu fervendo não parava de deslizar naquele pau tão saboroso, acima e abaixo, fora e dentro, durante vários minutos que parecendo-me então intermináveis, se esgotaram depressa de mais. Meu pau, tesíssimo, roçava o umbigo dela. Ah que bom que é sentir o pau de uma gostosa no cu!
- Estou-me quase a vir – avisou-me Carol. Eu então pedi-lhe:
- Toca-me uma punheta. Quero vir-me quando a ti.
Carol concedeu-me uma graça. Tirou-me o preservativo, e tocou-me ao badalo por cima da barriga nua dela, que ficou coberta com o meu leitinho. Nunca nenhuma punheta me soube tão bem como aquela. Quando me esporrei, Carol levantou-me as pernas, deitou-me para trás de costas numa posição muito parecida com a do frango assado, e com mais dúzia de bombadas que me deu, veio-se finalmente copiosamente. Nossas duas barrigas ficaram lambuzadas com a minha esporra. Que pena a camisinha não me deixar receber o dilúvio dela dentro de mim. Há que tempos o meu cu não era assim tão bem tratado. Graças à Carol não esquecerei o Carnaval deste ano. Agradeço-lhe muito e apesar do preço creio que não vou tardar muito a visitá-la. E à minha amiga de além-mar, se me estiver a ler, saiba que lhe agradeço igualmente o tesão que seus mails me provocam. Afinal foram eles que, à falta dela, me incentivaram este ano a procurar uma gostosona de pau coisa que eu não fazia já há muito tempo.

 

RIBEIRO
 

Perdendo os três no cu da Matilde

Matilde morava a meia dúzia de passos de casa de meus pais era uns dois anos mais velha do que eu. Bonita, de olhos castanhos amendoados, magra com umas maminhas pequenas mas perfeitamente desenhadas no peito, e confesso que quer eu quer todos os rapazes lá da minha rua muita punheta tocámos fantasiando que nos estávamos a pôr nela. Apesar do tesão que me inspirava nunca tentara nada com ela apesar dos sorrisos convidativos que Matilde me endereçava quando nos encontrávamos a sós, mas a que eu na minha imaturidade nem fazia caso, e ainda que a fama que corresse a seu respeito não fosse lá muito lisonjeira para ela pois constava na rua que saía com homens mais velhos, casados, sem que seus pais soubessem. Tudo porém mudou uma tarde. Tanto o quintal da casa dos pais dela como o dos meus tinha uma saída para um beco nas traseiras, por onde eu muitas vezes entrava e saía para ir ter com os meus amigos. Ora nessa tarde primaveril ao sair lobriguei a minha bela e safada vizinha meio oculta por detrás do muro do quintal de sua casa fumando um cigarro. Não era a primeira vez que a via fumando e nunca dissera nada a ninguém mas naquele dia ela ao ver-me com o cigarro na mão aparentou ficar muito perturbada e antes que eu dissesse alguma coisa disse-me ela a mim:
- Ó Zé não digas nada aos meus pais que me viste a fumar.
Ia-lhe responder que nunca fui bufo para a ir denunciar, pois se o fosse já o teria feito tantas vezes a vira naquele acto, mas alguma coisa me fez fazer-me caro:
- E que é que me dás em troca para eu ficar calado?
Confesso que não tinha nada na mente quando lhe fiz tal pergunta mas ela revelou-se-me logo a puta que era:
- Se não lhes contares nada deixo-te montar-me.
Nem queria acreditar. Eu nunca montara mulher alguma e não ia deixar passar tal oportunidade de me estrear. Onde é que seria? Respondi-lhe conhecer o sítio ideal não muito longe dali. E lá fomos os dois.
Perto de nossa casa havia uma vinha com uma casa de lavrador algo afastada, e um terreno coberto de giestas e codessos para onde conduzi a Matilde. Apesar do meu ar seguro para a tentar convencer que apesar da minha idade eu era um rapaz já com alguma experiência, confesso que ia algo nervoso. De maneira que quando lá chegamos nem a tentei beijar pois não sabia o que deveria fazer em circunstâncias daquelas, limitei-me a olhar para ela com cara de parvo.
- Não me digas que nunca estiveste com uma rapariga? – perguntou-me. Podia-lhe ter respondido já ter estado com muitas ainda que nunca numa situação íntima como aquela que íamos viver, mas limitei-me a corar. Matilde riu-se demonstrando-me toda a sua experiência:
- Estou a ver que és virgem. Não gosto nada de foder com rapazes virgens pois não sabem satisfazer uma moça como eu. Os virgens esporram-se mal a metem e deixam-nos a ver navios. Espero que não seja esse o teu caso.
Calei-me, sabia lá se ia ser esse o meu caso. O que eu sabia é que ninguém nasce ensinado e também para foder há-de haver uma primeira vez, seja para os rapazes seja para as raparigas. Como Matilde visse que eu não tomava qualquer iniciativa decidiu ser ela a comandar as operações.
- Baixa as calças, ou achas que me consegues comer com elas postas?
Certo, de facto era por aí que eu devia começar ainda que estivesse algo envergonhado por ser eu o primeiro a fazê-lo antes de a ver nua a ela. Desapertei o cinto, ainda hesitei um pouco em baixar as calças, afinal para o que íamos fazer bastaria tirar a pila para fora do fecho, assim pelo menos ela não me veria os tomates que eu sabia serem pequeninos, mas acabei por arriar as calças por achar que isso seria mais à homem. Depressa me arrependi pois Matilde mal me viu com as calças em baixo, apontou para o meu caralho com o dedo indicador rindo-se muito o que me levou a pensar que o seu verdadeiro objectivo ao propor-me que a montasse era apenas o de caçoar de mim:
- Que pilinha mais pequenina tens! E os tomatinhos não lhe ficam atrás em tamanho. A tua pila mais parece a de um bebé assim tão curta. É mesmo uma pilinha, nem 10 cms deve medir. A uma coisa dessas nem piça se pode chamar. E que fininha ela é! Já vi muitas e nunca vi uma assim tão pequena e magra. E não te cortaram a pele da cabeça como deviam fazer a todas as pilas. Espero ao menos que tenhas tesão pois de outro modo nem te vais conseguir esporrar.
Eu já tocara muitas punhetas e a minha piça sempre se entesara, mas de facto agora ouvindo tais palavras, e com receio de ser ainda mais gozado de futuro a puta brochara e parecia incapaz de se levantar. Que vergonha! Só queria enfiar-me pelo chão abaixo. Felizmente minha parceira sabia lidar com situações daquelas e apesar do seu pretenso desprezo pelos rapazes ainda não inaugurados como eu, parecia até deliciada por me ir tirar os três.Com os olhos brilhando de malícia, agarrou-me na piroca, envolveu-a na palma da mão e apesar de habituado ao gozo dos prazeres solitários nunca a palma de minha mão me soube tão bem, como aquela.
- Quero ver se és mesmo homem a sério ou se és daqueles condenados a mijar para os pés para o resto da vida, como me parece atendendo ao tamanho da tua grila. Para isso é melhor fazer-te uma coisa que deves estar mais habituado a fazer na falta de mulher.
O seu braço direito começou a movimentar-se e não tardou muito que a pele não circuncidada da cabeça da minha pixota ficasse toda puxada para trás deixando-me a glande descoberta como quando eu me punheteava.
- Vês? – disse-me ela – era assim que devias trazer sempre a cabeça da piça como a trazem todos os machos cobridores.
Delicia. A Matilde sabia tocar ao bicho e até muito melhor do que eu, queria-me parecer, devia estar mais habituada do que eu a tocá-las, apesar de ela ser uma menina e eu um rapaz. Seus movimentos iam aumentando de ritmo e à medida que a dinâmica ia aumentando minha piroca ia engordando e aumentando de tamanho, o que a fazia brilhar os olhos de gozo e de gula. Ela devia ser mesmo puta. Mas também o leitinho dos meus colhões ia assomando á cabecinha com mais intensidade e eu para não lhe dar mais argumentos de que nós os virgens não nos aguentávamos muito tempo sem nos virmos, estava fazendo um esforço danado para o conter dentro deles. Matilde percebeu-o:
- Não te venhas meu piça curta. Eu sei que com uns tomates tão pequenos como os teus deve ser difícil nestes momentos aguentares a esporra dentro deles, mas espero que te saibas aguentar como um homem na presença de uma mulher. Senão te garanto que nunca mais te deixo cá vir e ainda vou contar a toda a gente que és muito mal servido de pau.
Pelos vistos já não receava que eu fosse contar aos seus pais que a vira fumando. Entretanto como a punheta começava a cansar-lhe o braço Matilde mudou de mão e continuou o chlapp-chlapp com uma intensidade e empenho tais que me faziam revirar os olhos de prazer. Foi aí que eu comecei a acariciar-lhe os cabelos e a face e a baixar-lhe as mãos pelo peito. Parecia-me que assim a vontade de me esporrar diminuíra um pouco o que me fez sentir mais à vontade.
- Também gostava de te ver o corpo – sussurrei-lhe – ou só tu é que estás pensando em ver-me as partes secretas?
Matilde vestia uma saia de ganga e uma blusa vermelha. Rindo-se muito e dizendo que para um inexperiente como eu ter minha pila punheteada por uma gostosona como ela até já era bom de mais, consentiu que lhe baixasse a blusa pelos ombros e lhe tirasse os marmelos por cima do sutiã.
Oh, que maminhas tão bonitas e perfeitinhas tinha, tão tesas como minha piroca, mais brancas que o resto do corpo, com uma auréola bem pontiaguda e castanha na ponta de cada uma delas, tão lindas como as das plébias que posavam nuas nas revistas para adultos.
- Como tens a cabeça melada – observou-me a malandra – até custa a acreditar que uns colhões assim tão pequenos como os teus consigam produzir tanta esporra dentro deles. Se te continua a sair assim tanto leite deles quando ma chegares a meter já não deve sobrar nenhum para mim.
Continuando a punhetear-me ajoelhou-se no chão perante mim, levou-me o caralho à boca e estendendo a língua passou-a vagarosamente na minha gretazinha da cabeça.
- Agora é que vou ver se és mesmo um homem a sério – dizia-me no intervalo de cada chupadela – Oh que bom que é o sabor da esporra. Huuummm! Salgadinho e quente. Huuummm. É o leitinho que mais gosto de meter na boca. Huuumm.
Ela era mesmo puta como diziam todos mas estava-me fazendo um bem danado. Limpou-me cuidadosamente toda a esporra que me escorria da piroca e quando a viu sequinha meteu-a toda na boca depois de me ter trincado e sorvido os colhões cheios, como me diziam os colegas mais velhos as actrizes porcas faziam nos filmes porno. Era uma experiência inédita para mim mas nestas coisas o instinto fala mais alto e eu agarrando-a pelos cabelos fazia-a encostar o rosto mesmo aos meus pentelhos e ia-lhe fodendo a boca com força à medida que ela me estava mamando. Infelizmente minha piroca era pequenina como ela muito bem dizia, se não o fosse entrar-lhe-ia pela garganta abaixo o que me teria dado um gosto imenso. Mas mesmo assim eu sentia-me nas nuvens tanto mais que Matilde sabia bem fazer broches, apertando os lábios ao máximo de maneira a fazer-me sentir estar metendo num buraquinho apertadinho. Como eu sentia o meu caralho duro. Muito mais duro do que quando era eu a tocar ao bicho.
- Tens ao menos a piroca dura – reconheceu Matilde e era bom ouvi-la dizendo tal coisa – gosto de homens com pirocas grandes mas tenho de admitir que é melhor uma pequena e dura do que grande e mole.
Minhas mãos tocavam-lhe nas mamas apertando-lhe os biquinhos e simulavam estar a esgalhar-lhe uma pívia nelas. Era a primeira vez que tocava nas mamas tesas de uma mulher e estava encantado por sentir aquela massa de carne simultaneamente dura, esponjosa e quente. A própria Matilde devia estar gostando muito daquilo pois começou a gemer de prazer.
- Trinca-me as mamas – pediu parando a punheta. Curvei-me sobre seu peito e comecei a mamar nelas, imitando com a língua e a boca os mesmos movimentos orais que a minha vizinha mais velha me fizera momentos antes na pila. Huuuuummm, maminhas gostosas! Minha piroca balouçava toda de excitada.
- Deixa-me foder-te as mamas – roguei-lhe então lembrando-me de uma foto que vira em tempos numa revista porno. Matilde acedeu e eu com as mãos juntei-lhe os marmelinhos de modo a fazer neles um reguinho parecido com a racha de sua cona, onde lhe introduzi o caralho. Fodi-lhe então longamente aquela abertura macia como lhe fodera a boca o que me deixou novamente pingando.
- Vais-me deixar as mamas cobertas de esporra, piça pequenina – observou-me embora não me parecesse nada preocupada com aquilo, antes me pedindo que lhe apertasse mais as mamas para poder sentir bem minha piroca no meio delas. Oh siiiimm pensei, abençoada hora em que a vi fumando e em que a putazinha decidira comprar meu silencio concedendo-me alguns dos favores que dispensava a homens casados.
- Disseste-me que me deixavas montar-te – lembrei-lhe pois embora a foda nas mamas estivesse-me sabendo muito bem eu via que se continuasse com ela mais tempo vinha-me todo e deixá-la-ia vendo navios como ela dizia. Mas Matilde parecera ter mudado de ideias.
- É melhor não – volveu-me – não temos nenhuma camisa de Vénus e eu posso ficar mal.
Insisti que o trato para eu me calar fora esse e por isso queria que ela cumprisse a sua parte. Além disso parecia-me que ela estava farta de dar o grelo a outros e por isso tendo-o furado não via razão para não o dar igualmente a mim. Se ela quisesse, comprometia-me a tirar o caralho fora antes de me vir e assim não corria o risco de lhe encher a barriga, mas Matilde não se deixou convencer. Coito interrompido já o fizera sim, admitiu, mas com homens mais experientes e não com um virgenzinho de pila pequenina mortinho por desaguar o leite das bolas.
- Mas deixo-te que ma metas no cu – concedeu-me – Aí não há perigo de me engravidares. E como a tens pequena não me farás doer muito.
Para mim servia bem, afinal o que eu queria era enfiar o pau num dos buracos de baixo.
- Ao menos sê cavalheiro e estende a tua camisa no chão para eu me deitar.
Apressei-me a despir a camisa e deitei-a no chão. Matilde deitou-se sobre ela de barriga para cima dizendo-me que naquela posição era mais fácil a penetração anal, tirou finalmente a saia e a calcinha branca, exibindo-me os seus pentelhos negros e bem aparados, e a sua rachinha rosada de fazer meninos de onde sobressaíam em alto relevo dois belos e compridos lábios inchados e túrgidos que mais tarde vim a saber serem sinal de tesão nas mulheres, levantando as pernas ao alto na direcção da cabeça.
- Anda, cospe na pila – mandou-me ela – apesar de a teres pequenina não estás pensando em metê-la no meu cu sem a lubrificares primeiro, pois não?
Ora, eu sabia lá disso! Alem disso ensebada de esporra como estava não me parecia necessário usar mais lubrificante do que o que ela já tinha mas Matilde era quem sabia. No entanto não queria ser eu a cuspir-lhe. Apresentei-lhe por isso o piçalho à boca.
- Cospe-lhe tu – convidei-a. A safadona pregou-lhe duas valentes cuspidelas e ainda teve o desplante de lhe voltar a dar duas boas chupadelas, sempre dizendo apreciar imenso tomar o gosto da pixota na boca. Mas Matilde queria que eu também tomasse o gosto dela na minha língua.
- Já que te estou lambendo a tua coisa tu podias também lamber a minha – cobrou-me. Aaarrgh, que nojo! Uma coisa é ser lambido e chupado, outra é fazermo-lo nós, pelo menos pensava eu então. Mas ela fora tão querida comigo que eu não lho podia recusar. Colocando-me sobre ela com minha cabeça na direcção das suas pernas levantadas, encostei minha boca na sua parreca aberta e exposta e todo o nojo que inicialmente sentira me passou imediatamente mal lhe aspirei o cheirinho adocicado de sua cona. E que húmida ela estava como logo senti mal lhe encostei a língua, o que me deixou surpreso pois não sabia que com o tesão a cona das mulheres ficava também húmida como o nosso caralho. Minha língua rondou-lhe os lábios vaginais inchados, mordi-os ternamente como quem mete os dentes num pitéu delicioso que o é de facto, deixei que ela lhe penetrasse na abertura da vulva, e depois como uma gata lavando o filhote fiz-lhe um minete sorvendo-lhe todo o sumo do seu grelo, enquanto ela me continuava mamando no pau. Matilde contorcia-se toda o que era para mim um indicio de estar gostando muito do meu minete, e as pernas levantadas não paravam de se agitar até me mandar parar dizendo-me não pretender ainda atingir o orgasmo.
- Mete-ma no cu – pediu-me mas agora o seu tom de voz era baixo, humilde, suplicante – mete-ma a tua pila no cu que eu preciso muito de uma pila dentro de mim. E enfia-me, quando a meteres, o teu dedo na minha pássara para eu poder gozar com ela.
Virei-me ao contrário, minha barriga ficou sobre a dela, meu pau completamente armado estava mesmo apontando para o rabo da minha vizinha e foi ela mesma quem o conduziu para dentro do seu olhinho enquanto lhe introduzia o meu indicador na sua cona aberta. Matilde gemeu sentindo os dois buracos penetrados, o que me fez sentir mais homem apesar das curtas dimensões do meu pilau.
- Mexe essas ancas, dá-me com força – exortou-me. E a minha pila a entrar e sair do seu cu parecia um martelo pneumático malhando numa rocha, entrando e saindo com força daquele buraquinho estreito e fundo e obrigando-a a gemer sempre cada vez mais, enquanto com o dedo repetia os mesmos gestos no buraco da frente. Ahhhh! Havia lá algo melhor do que aquilo, pelo menos que eu já tivesse experimentado.
Vim-me primeiro do que ela o que a levou a dizer novamente que nós os virgens éramos todos iguais naqueles momentos, sempre com pressa de nos esporrarmos, mas eu continuei penetrando-lhe o grelo com o dedo até a fazer vir-se igualmente, melando-me a mão com o liquido do seu gozo. Quando terminamos e saí de cima dela, Matilde deixou que a minha esporra se lhe escorresse para fora do cu, tomando cuidado para que ela não lhe entrasse na pássara, após o que colocou a calcinha e a saia. Minha piroca estava murcha mas totalmente melada e Matilde muito simpaticamente limpou-ma com as minhas cuecas antes de eu voltar a subir as calças.
- Até que não te portaste mal para a tua primeira vez – admitiu o que me deixou orgulhoso – só é pena seres tão escasso de pila, se a tivesses maior estou certa que serias no futuro um homem com o qual nenhuma mulher se importaria de foder.
Bom, de facto neste anos todos já volvidos o pau não me cresceu, e talvez por isso mulheres para foder não foram assim tantas como as que gostaria de ter tido. Talvez por isso também aquela enrabadela que dei na Matilde e onde perdi os três me tenha ficado tão gravada na memória em todos os seus pormenores.
 

RIBEIRO
 

Eu, uma mulher e cinco travestis

TUDO COMEÇOU QUANDO ESTAVA INDO DE CAMPINAS A SUMARÉ À NOITE DANDO CARONA A UMA MOÇA, QUE EU NÃO CONHECIA MUITO BEM MAS QUE UM GRANDE AMIGO HAVIA ME PEDIDO PARA LEVÁ-LA EM CASA, AI COMO ESTAVA COM POUCO COMBUSTÍVEL, RESOLVI PARAR EM UM POSTO DE GASOLINA, PAREI NO POSTO BORSSATO E DESCI DO CARRO, FUI AO BANHEIRO COM A INTENÇÃO EM URINAR, QUANDO ENTRO NO BANHEIRO TINHA UMAS OITO TRAVESTIS, TODAS LINDAS, MUITO DOTADAS E PRATICAMENTE NUAS, AS MAIS VESTIDAS ESTAVAM APENAS DE CAMISAS QUE DEIXAVAM A BARRIGUINHA DE FORA, FIQUEI EXCITADO NA MESMA HORA, PENSEI “VOU LEVAR A VANESSA EM CASA E VOLTO AQUI”, QUANDO FUI ATÉ O CARRO, NÃO ENCONTREI NINGUÉM NELE E PERGUNTEI AO FRENTISTA, “VOCÊ VIU A MOÇA QUE ESTAVA COMIGO?”, ELE RESPONDEU, “SAIU, FOI NA DIREÇÃO DAQUELE CAMINHÃO”, SEGUI NA DIREÇÃO APONTADA, APÓS PASSAR POR VÁRIOS CAMINHÕES ESTACIONADOS VEJO A VANESSA NUA CHUPANDO O PAU DE UMA TRAVESTI LOIRA ENQUANTO UMA TRAVESTI MULATA COM UMA PICA DESCOMUNAL A COMIA O CU, NÃO AGÜENTEI ME SEGURAR E JÁ FUI AJOELHANDO E CHUPANDO AQUELE PINTÃO COM ELA, ACHEI AQUELE LUGAR MUITO PERIGOSO, CONVIDEI A TODAS SE GOSTARIAM DE CONTINUAR AQUELA SURUBA EM UM MOTEL, AÍ UMA DAS TRAVESTIS, A LOIRA, ME DISSE “ADORARIA IR COM VOCÊS, PORÉM UMA AMIGA MINHA CHEGOU DE MINAS HOJE E NÃO QUERO DEIXAR ELA SOZINHA NO SEU PRIMEIRO DIA”, FALEI PARA ELA “E PORQUE VOCÊ NÃO A LEVA JUNTO?”, “BOA IDÉIA, PODE?, “LÓGICO”, “ESPERA, VOU CHAMÁ-LA”, PEGUEI MEU CARRO E TODAS ENTRARAM E FOMOS A UM MOTEL, LÁ CHEGANDO TODOS FICARAM PELADOS E COMEÇOU A SURUBA, LEVEI A LOIRA E SUA AMIGA PARA A BANHEIRA, ENQUANTO EU CHUPAVA A PICA DA LOIRA, SUA AMIGA, A LUISA, ME COMIA COM UMA PICONA DE 23 CM., EM BELO HORIZONTE ELA ERA FAMOSA POR ARROMBAR TODO TIPO DE CU, SEU PINTO, ALÉM DE GRANDE ERA BEM GROSSO, SUA COLEGA QUANDO VIU AQUELE COLOSSO QUIS SENTAR NELE, ATÉ ELA QUE ERA ACOSTUMADA A DAR, GRITOU E XINGOU DURANTE A PENETRAÇÃO, DEPOIS QUANDO FOMOS PARA A CAMA E MINHA AMIGA VIU AQUELE PINTO RAPIDAMENTE O PEGOU E ENFIOU ELE NO MEIO DOS PEITOS, QUE ERAM ENORMES, COMEÇOU UMA ESPANHOLA QUE SÓ TERMINOU COM A TRAVESTI GOSANDO E LAVANDO OS PEITÕES DA MINHA AMIGA COM MUITA PORRA, DEPOIS DO GOZO MINHA AMIGA JÁ FICOU DE QUATRO E COMEÇOU A ACARICIAR O PINTO DA LUISA COM A BUNDA, ENQUANTO ELA BRINCAVA COM A LUISA EU CHUPAVA O PINTO DA MULATA, OLHEI PARA A VANESSA E ACHEI LEGAL O QUE ELA FAZIA COM A BUNDA, PASSE ENTÃO A IMITÁ-LA, PORÉM A MULATA GOZOU EM CIMA DA MINHA BUNDA E CAIU DE LADO, AÍ FOI A VEZ DA CAMILA ENFIAR SEU PINTO NA MINHA BOCA, ELA TINHA O PINTO FINO, MAS ENORME NO COMPRIMENTO, DEVERIA TER UNS 27 CM., E ERA MUITO SACUDA, DEPOIS QUE EU A CHUPEI POR MAIS DE VINTE MINUTOS ELA PASSOU A ME COMER, ME ARROMBAVA SEM CAMISINHA, DEPOIS QUE TODOS JÁ HAVIAM GOZADO MUITO DEITAMOS PELADOS E DORMIMOS, AÍ A LUISA ACORDOU E ME DISSE NO OUVIDO, “QUER QUE EU CHAME MAIS DUAS AMIGAS PINTUDAS, ELAS MORAM AQUI PERTO E TEM CARRO”, FIZ SINAL DE SIM COM A CABEÇA, DEPOIS DELA LIGAR PARA AS AMIGAS E CONFIRMAR, ELA CONTINUOU FALANDO NO MEU OUVIDO, “TODOS ADORARÃO AS DUAS LOIRAS QUE ESTÃO VINDO, POIS ALÉM DE SACUDAS, PINTUDAS E PEITUDAS, AINDA SÃO LINDAS”, AGUARDEI POR UNS DEZ MINUTOS E ELAS CHEGARAM, UMA MAIS BONITA E GOSTOSA QUE A OUTRA, MAL CHEGARAM JÁ FICARAM SÓ DE CALCINHA E COM O PINTO PARA FORA, DOIS PINTOS ENORMES E DUROS, ELAS, FIQUEI SABENDO DEPOIS, ERAM NAMORADAS E AMANTES, COMERAM TODOS DALI E GOZARAM NA MINHA BOCA, QUANDO O SOL JÁ APARECIA AS TRAVESTIS FORAM EMBORA COM A PÂMELA E EU E A VANESSA FICAMOS DEITADOS E NUS POR MAIS UMA HORA, TRANSAMOS E FOMOS EMBORA. ESTA BRINCADEIRA CUSTOU R$ 120,00 DE MOTEL E MAIS R$ 50,00 PARA CADA UMA, MAS VALEU E AINDA REPETIREI. SOU DE CAMPINAS E CASO ALGUMA TRAVESTI PINTUDA E SACUDA QUEIRE ME COMER ENTRE EM CONTATO, DINHEIRO NÃO É PROBLEMA ALGUM.

rimaju64@hotmail.com

Demorou, mas a DP enfim aconteceu

OLA, conheco esse site a alguns anos e sempre me deliciei e imaginei qdo chegaria a minha vez, enfim chegou e com estilo...

Tenho 30 anos, de sao paulo capital e uso lingeries desde pekena, mas oficialmente desde q fui morar sozinha aos 23, sempre me exibia pros predios do lado, e sempre fiz d tudo p q alguem me visse, nao me importava, me enchia de tesao, sempre fui audaciosa e meio doidinha...

Em 2007 d tanto por anuncios aqui conheci um cara quarentao q aqui vou chamar de Clovis, safadao, morava c um primo q vou chamar aqui de Carlos, antes vou falar de mim, tenho 1.78, morena clara de olhos verdes, 75 kg saradinha, bem distribuida, me depilo, bem gatinha, safada e cuzudinha, montada arraso, macharada pira, ja dei p uns 10 caras em toda vida, mas nunca dei p mais d um ao mesmo tempo e sempre sonhei com o qto mais melhor, um dia chegarei a dar p um time de futebol, eh a minha meta... Pois bem...

Conheci o Clovis, quarentao mais baixo q eu, separado e bem safadao, conversamos pela net algumas vezes, me deu seu fone e alguns fonemas depois la estava eu indo p casa dele no centro, perto da Frei Caneca, tipica rua d bichinhas, mas como tinha saido do trabalho, estava somenmte d fio dentao por baixo da roupa de trabalho e tinha dito isso a ele, q nao se importou muito, cheguei la, entrei e ele foi bem simpatico, mas embora estava c roupas de menino, ja entrei c a bicha no corpo, rebolando, desmunhecando c aquela voz dengosa, como uma bela bichinha afeminada saltitante, ele logico ja estava a toda, mas se conteve, me serviu um drink e pergunteimo q ele fazia enqto me esperava e ele dissera q estava em seu quarto vendo putaria, perguntei entao se nao podiamos ir p la p vermos mais, logico q ele nem pestanejou, muito simpatico sentou ao computador ao lado da cama e na tela ja estava um site de acompanhantes machos sarados c muitas rolas e cus expostos, achei legal elogiei tudo e perguntei se ele comia muitos viadinhos como eu, ele disse q toda semana tinha uns fixos q ligavam p ele, p dar p ele e pro seu primo, ah, esqueci de mencionar q seu primo nao estava em casa, pois estava num bar longe c amigos e nao chegaria cedo...

Bom, continuamos ali daquele jeito, ele pondo fotos p nos vermos, eu na cama sentado vestido e ele somente de shorts, entao eu ja morrendo de tesao resolvi atacar e pedi p ir ao banheiro, ele me disse onde era e la fui eu, tran quei a porta e ja arranquei as calcas atoxando meu fio dental branco d tira unica bem cavada no rego ate doer um pokito, peguei a camisa de botoes tb branca e enrolei tipo bustie, com um no na frente, levantei as golas p ficar mais sexy, molhei os cabelos e sai decidida...

qdo adentrei no quarto ja fui em sua direcao e ele pirou pois nao sabia q eu estava de calcinha e ainda mais q eu fosse tao gostosa.... cheguei perto e ja me virei de costas p ele ali sentado perguntando o q ele achava do meu cuzinho, bem assim, ele sem pestanejar meteu a maozona me chamando de gotosa, apertou, abriu meteu o dedo, me puxo pelas ancas e comecou a me estapear, eu ja ali dando gritinhos e gemidinhos como puta q sou e ja curvando-me p dar mais abertura ao putao, ele me fez sentar no seu colo e rebolar p eu sentir seu caralho ja duro sob o shorts, me pegou pelo pescoco e me beijou, nao me aguentei me desvincilhei e pulei p cama ja ficando de quatro e pedindo pica... Ele tirou o shorts e me mostrou uma rola grossa e media, uns 16cm e ja veio enfiando na minha guela q eu prontamente fiz questao de mamar direito, ele ali comec ou a fuder minha boka num vai e vem doido, mas antes q ele comecasse a gozar, mudamos de posicao e sem q ele tirasse minha calcinha, montou sobre mim e ficamos num 69 com ele me lambendo inteira, cu, saco e rola e eu engolindo ele o maximo q ele podia, ate q nao aguentando mais entre beijos, chupacoes e gemidos ele inundou minha guela de leite e eu a dele enqto piscava meu rabo num delicioso cunete de 3 dedos.... foi d+.... Nos beijamos como muito afinco e muito leite, um jogando porra na boka do outro, um tesao, mas como ja estavamos estasiados e ele se dizia cansado pelo seu dia, conversamos um pouco, tomei um banho e fui embora prometendo voltar p dar o rabinho p ele e pro primo Carlos, e assim me fui...

Nos falamos algumas vezes por fone comigo prometendo q ia p la e nunca dava, sempre surgia um emprevisto, falei c seu primo por fone tb q parecia tao legal e tarado qto Clovis. Carlos era mais novo e mais gostoso, deve ter uns 28, uns 1.75 e uns 80 kg, careca raspado e pauzudo, uns 18cm... Bom, eis q nesse ultimo fim de semana, passado uns 2 meses desde a sarrasao c Clovis, estava trabalhando num sabado e como nao tinha ninguem na firma a noite, eu tava trabalhando e bebendo umas cervejas tb alone, qdo resolvi ligar p eles e eles estavam em casa de bobeira e me chamaram p ir la dar p eles, disse q iria, mas queria 2 coisas, queria ir p me montar inteira e queria q eles me dessem um banho de xixi (chuva dourada) e me humilhassem bastante, eles adoraram a ideia e disseram q ja iriam comecar a beber liquidos enqto me esparavam nessa hora q levaria p eu ir ate eles...

Corri p shopping ao lado do trab e comprei um baby doll c cinta ligas e meias, maquiagem basica e um saltinho barateeenho p fazer um clima e p la corri... Qdo cheguei c as sacolas em maos o Carlos me atendeu ja pelado, olhei, sorri e pegando na sua vara dura o comprimentei c um beijo, entrei c um tapao na bunda e fui p sala onde Clovis me esperava em pe sorrindo tb peladao, como o Clovis eu ja conhecia mais ele me chamou d putinha e me abracou c um lindo beijo e eu agasalhando com minhas duas maos sua rola... pedi p ir ao banheiro me produzir e se eles nao me fariam um drink especial pq estava c sede, eles muito gentis mas naos e tocando da minha sacanagem, perguntaram o q eu queria beber, como ja sabia pnde era o banheiro, de costas ja me dirigindo p la, sem olhar p traz e rebolando, disse q queria um grande copo d mijo e entrei ao banheiro... saquei as roupas e ela me produzi em qustao de 10 minutos... Entrava o afeminado e saia Drica, a CDzinha obediente, nenhum dos 2 sabia como seria eu totalmente produzida e qdo sai eles piraram, estava ali uma travecona de salto maior q os dois, d mais d 1,80, c uma bunda deliciosa e faminta, ambos me rodearam, elogiaram e Carlos me srviu um copo quentinho d mijo dizendo, to, bebe vagabunda, soltei um gemidinho, agradeci e ali abracei os dois beijando-os, em seguida passei a lingua como uma gatinha no mijo, experimentei e ali comecei a beber devagar aquela urina q depois vim a saber q era um pouco d cada um deles... Mal tinha terminado de beber, carlos se ajoelhou atraz de mim e comecou a chupar meu cu afoitamente enqto Clovis ajoelhou na frente e meteu meu pau na boka, estava sendo sugada ao mesmo tempo, coloquei o copo pela metade na estante e comecei a gemer, rebolar c as pernas semi abertas e falar: "AAAIIIII UIIIIIII, QUERO MACHOS, QUERO MACHOS DE VERDADE, QUERO PICAAAAAAASSSSSS..... AAAAAAAAIIIII UUUUUUIIIIIIIIIIII" e assim rebolava, ate q nao aguentei e ordenei rola, eu q fui ali p ser submissa ja estava mandando, pois bem, eles levantaram e eu ja fui indo p cama do Clovis, me deitei de costas, invertida c a cabeça p fora da maca e pedi p ambos me darem rola na boka, e fui prontamente atendida... ali nao teria mais volta, tinha 2 rolas na boka.. mamei e mamei por uns 10 minutos, ate q Clovis se deitou na cama e pediu p eu mamar mais, sai da cama me ajolhei no chao meio de 4 oferecendo meu rabo p Carlos q prontamente meteu minha calcinha de lado e comecou a chupar, eu com a pica do clovis e sendo lambida por Carlos q passado uns 3 minutos ja meteu uma camisinha no paui e se aprontou... E la estava ele me currando, me lubrificou c KY e entrou facil e sem dor quase tamanho era meu tesao, pronto, meu sonho estava sendo realizado, uma rola na boca e eoutra sarrando meu rabinho num entra e sai gostoso, sendo chingada e levando tapas... eu ali gritando e praguejando me chamando de gay, EU SOU GAY, UI, NASCI P DAR O CU PROS HOMENS, UI, NUNCA QUIS SABER MESMO D MULHER, MEU NEGOCIO EH ROLA ETC ETC ETC e qto mais eu falava mais eles me xingavam e mais o carlos me fodia, entao ele saiu e pediu p eu montar no Clovis e la fui eu, sentando e cavalgando, pulando na pica feito uma doida, eis q a bichona insasiavel falou mais alto e ja q estava ali debruçada sobre o Clovis, me virei e vi o Carlos tocando uma punheta, entao eu disse: "ESTA ESPERANDO O Q P RASGAR MEU REGO?", ele entendeu na hora, pegou o tubo de KY e enfiou a ponta inteira no meu cu expremendo um jorro de creme ladentro junto a rola de Clovis me deixando mega molhada internamemte, naquela altura eu ja nao sabia mais de nada e foi ai q o Carlos se posicionou p me tornar o recheio daquele sanduiche maravilhoso, e enfio devagar deslizando como um profissional, c uma dor bem suportavel eu virei os olhos e meu corpo tremeu todo, pronto, cheguei onde tinha imaginado por tanto tanto, ele enfiou tudo, parou, chegou na minha nuca e baixinho falou em meu ouvido p eu o Clovis ouvir: "AAAAAIIIIII Q CU DOS DEUSES", delirei e entao gentilemnte falei: "MACHOS, PELO AMOR... ME EXTUPREM JA" e entao ambos comecaram a bombar, me arregacaram por uns 20 minutos sem dor comigo gritando e urrando MAAAACHOS MAAAACHOS EU KEROOOOOOO ROOOOOOLLLLLLLAAAAAAAAA, AAAAAAAIIIIIIII MEEEETTTTEEEEEE TTUUUUUUDDDDDOOOOOOOO AAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIII.... e gritava, entao ambos sairam me deixando oca, aberta, Carlos me pegou pelos cabelos puto e me jopou no chao ordenando q a puta ficasse no chao na frente deles.... me esbofeteou na cara e eu gemi, em seguida ele e Clovis gozaram em todo meu rosto e boka e eu bem obediente mamei e llmpei tudo... Eles ficaram extasiados e eu ali d cu duro e pau tb.. toquei uma punheta p poder gozar enqto beijava o Clovis e enqto pedia p Carlos meter os dedos em mim.. gozei gostoso, agradeci meus machos, tomei um banho e me fui, pois tinha uma festa... Ja faz 3 dias e qdo pisco meu cu sinto uma dorzinha ainda q me faz lembrar a bicha q sou e quem manda no meu rabinho, proximo fim de semana se der estarei la de novo, e me disseram se eu ligar c antecedencia me arrumaram mais um amigo negao dotado.. assim q rolar eu conto...

Quem quiser provar dos meus dotes e tiver amigos ou ate mesmo um cao me adicionem e avisem com antecedendia, curto muitas dominacoes, zoo, etc... beijos mil CD-PATY@HOTMAIL.COM
intes

 

Wolverine

Olá, tive uma encontro inusitado, estava diante do Wolverine????? Deixa eu explicar melhor esta história, tinha ido em um belo clube em Goiás curtir uma piscina, o calor estava de matar.

Quando olho para o lado, lá estava a maior expressão de beleza que já vi, um belo moreno, 1,95 de altura, ombros largos, sorriso fácil e lindo, o cara era a cópia do Wolverine, cabelo, barba e corpo (que corpo), só que estava acompanhado da mulher gato, e a bruxa da sogra.

Não conseguia me concentrar em outra coisa, cada gesto, cada parte do corpo que surgia na superfície, eu ficava babando.

Tive que sair pra não dar bandeira, pois a sua mulher já percebia que eu e a metade da piscina, não tirava os olhos do seu herói das telonas.
Dei uma volta tomei uma ducha fria, pois meu pau latejava quase explodindo dentro da sunga.

Quando volto pra um mergulho ouço as reclamações dela que estava com dor de cabeça e coisa e tal (devia ser as guampas, pois um cara daqueles não podia ser de apenas uma pessoa), pensei perdi minha visão do paraíso, só que ele disse que ainda tinha que dar uma caminhada, e ela que fosse indo na frente, então assim foi, ela e velha saíram e foram meio desconcertadas. Quando ele sobe a escada aparece aquela sunga branca, com aquela bunda perfeita, que loucura. Sai da piscina e fui ao vestiário, ele entra com cara de maroto, seca o corpo e põe uma bermuda em cima da sunga . Putz....tudo acabado, perdi, que nada o cara me olha e pergunta se quero dar uma caminhada no bosque do clube, claro que aceitei, ele pediu pra esperar pra a mulher realmente ir embora. Loucura, loucura, loucura...

Saímos caminhando e entrando no bosque, ele disse que conhecia uma trilha e o que eu achava, ri e disse que me sentia protegido afinal estava com o Wolverine, conversa vai conversa vem, ele começa a coçar aquela mala deliciosa, todos sentidos atentos não queria estragar nada, disse que iria mijar e eu fui junto, ele tira aquela jebaaaaaaaaa enorme da sunga, e eu digo, agora sei onde você guarda sua garra, ele rindo pergunta se quero pegar, era dura como aço, grande grossa cheia de veias, cabeça rosada e babona, delicia.

Caio diante daquela arma letal, chupo, chupo, chupo. Não queria parar ele gemendo e empurrando tudo pra dentro, me dizendo que desde que cheguei, ele não tirava os olhos de mim, me chamando de gostoso. Me puxa pelo braço, me escora em uma arvore, baixa minha sunga e pede gentilmente pra me comer (pra que tanta gentileza me come logo, não agüento mais o tesão), aqueles músculos fortes, peito liso, coxas grossas, e seu membro me forçando a entrada, suspirei, rebolei, e foi entrando bem gostosão.

Cara o cara mete muito, manipula muito bem seu 21 cm, senti seu pentelhos roçando minha bunda, ele abrindo as abas pra entrar até o talo, meteu muito, gemidos, sussurros no pé do ouvido, carinho, suas mãos grande e fortes me tocando, o ritmo aumentando, urros de prazer, o mais puro prazer, senti seu corpo voraz estremecer e um mundo de porra me invadir. O cara quando acabou me vira me dando um beijo macio e forte.....

Me olha nos olhos e diz é minha vez de sentar na sua pica........ Delirei, mais isso fica pra próxima historia do Wolverine, (até porque enquanto teclava, batia uma gostosa pensando nele, acabei de gozar meu monitor).

 

A tia da Camila 2 - Depois do acordar

Oi gente, sou a Thaty (do conto "A tia da Camila"), vou continuar minhas férias para vocês.

...Depois da manhã maravilhosa acordei revitalizada. A Norah havia preparado um ótimo café da manhã pra mim, me tratou como rainha, com café na cama e toda a pompa possível. DEpois que eu tomei café, levantei e fui lavar o rosto e escovar os dentes. Percebi que ela estava atrás de mim mas fingi que estava surpresa, ela me disse que estava na hora de eu aprender como satisfazer já que ela tinha me ensinado a ficar satisfeita. No começo me espantei, fiquei receosa, mas decidi que queria aprender. Dei risada e ela me puxou pelo braço. No quarto ela se despiu e deitou na cama sem cerimônia alguma, fiquei olhando meio sem graça, eu realmente não sabia o que fazer.

ELa me chamou com o dedinho e deu risada, nessa hora me senti mais confiante e fui. Ela disse que eu podia começar com um gostoso beijo na boca, e foi o que fiz. Comecei a beijá-la e quando dei por mim já estava com aqueles seios fartos na boca, mamando. Fiquei impressionada, mas estava adorando, fui me empolgando e comecei a mordiscar, a Norah gemia como louca, beliscava meus mamilos enquanto eu chupava os dela. Deitei meu corpo sobre o dela e ficamos nos beijando, ela com delicadeza começou a forçar a entrada do dedo dela no meu cuzinho apertado, comei a gemer de dor e prazer, mais prazer do que dor, até dei umas reboladinhas no dedo dela pra entrar mais. ELa começou a me empurrar em direção a xana dela, eu confesso que fiquei com um pouco de medo, de não conseguir dar prazer à ela, mas enfrentei e fui. Quando fiquei de frente à buceta dela, parei, olhei pra ela e ela me olhou com cara de safada.

Disse que era como beijar na boca de um namorado, ia ser tão gostoso quanto. E foi assim que consegui, imaginei que fosse beijar uma boca, comecei dando selinhos, molhava os lábios e dava mais selinhos, fui me empolgando com aquele beijo e comecei a mordiscar a xana dela, cada vez mais e mais forte. Quando dei por mim estava dando um beijo de língua naquela xana que aquela altura estava encharcada de tesão. A Norah gritava e gemia, me chamava de safada, dizia que não acreditava que eu nunca tivesse chupado uma mulher.

Quanto mais ela falava, mais eu me empolgava. Lambia aquele grelinho e enfiava o dedo no buraco e ela gemendo. Tirei o dedo da xana dela e coloquei na minha, comecei a me masturbar enquanto chupava e lambia a xana dela. Minha xana estava pingando de tesão, meus seios raspando no lençol estava me levando à loucura. QUando senti que ia gozar, a Norah me puxou mais forte e disse que ia gozar, fiquei feliz pois gozaríamos juntas. Aumentei a velociadade das linguadas dentro da xana dela e comecei a esfregar mais forte meu grelinho.

Gozei e senti a Norah tremer inteira e a xana dela latejar. Ela gritou que foi a gozada do século. Naquela tarde vim embora para a capital e quero logo voltar para o interior para repetir a experiência.

By Thaty

thatynha_loira@hotmail.com


Sou Maite Schneider, atriz profissional (DRT 24564 - SATED-PR) , poetisa, escritora, depiladora, trabalho com TV e rádio, webdesign e lutadora por um mundo em que as pessoas possam ser elas mesmas, sem medo de arrancarem seus direitos e até perderem sua vida.
O site é atualizado várias vezes por dia e este trabalho é feito pensando em você.
Conte sempre comigo no que precisar. Basta usar nossa linha direta que é casadamaite@gmail.com

 

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