Contos Eróticos

Mais uma da Soninha e seu marido Sérgio

Passamos a freqüentar casas noturnas que tivessem muitos homens a sós.Eu, sentada,bebendo o meu vinho favorito, de pernas cruzadas, mostrando minhas coxas, balançando o pezinho e o Sergio do lado, eu era encarada por um mulato, cara de safado de uns 1,95 m, muito forte que não se intimidava com a presença de meu marido. Este por sua vez fingia não perceber nada e deixava a coisa rolar.O cara fez um sinal com a cabeça, como que me chamando e eu excitada falei ao meu marido que ia ao toalete. Levantei e passei pelo cara e fui ao toalete.Na saída ele esperava por mim, e pegando no meu braço, foi falando que eu era muito gostosa , que devia estar procurando alguém como ele, homem que sabia como se tratava uma mulher assim.Me disse que iria me pegar para dançar, assim que eu sentasse e informasse o cafetão sobre isso.

Vendo estrelas com um Homem

Olá pessoal, me chamo Brunno Scarlett e esse é o meu primeiro conto aqui. Há muito tempo leio relatos e histórias, na Casa da Maite, que me deixam arrepiados. De tanto visitar esse maravilhoso site, resolvi dividir minhas experiências e também colocar minha imaginação em prol da nossa busca por leitura prazerosa, tentando retribuir os ótimos momentos que vocês me deram e ainda dão. Espero que gostem. Eu sou moreno claro, tenho 1,73m, 30 anos bem vividos; sou um cara simples, que adora viver o lado positivo da vida.

A Primeira vez de um passivo

Desde de pequeno as roupas femininas me excitavam. Quando ficava sozinho em casa usava as roupas das minhas irmas escondido e isso me excitava muito. O tempo passou, estudei, me formei e ja adulto, quando morava sozinho em meu apartamento, comprei roupas de mulher para usar. Ja tinha minha rotina: chegava do trabalho, tomava um banho, me perfumava, passava hidratante no corpo todo, e colocava minhas roupas femininas e ia fazer as coisas normais, como, preparar meu jantar, lavar roupas, assistir tv, e ate dormir (dormia com camisolinha e coisas parecidas).

Segredos de uma mulher casada IV

Tomei consciência de que estava me aventurando em uma situação de grande risco. Além de estar me entregando a um outro homem, esse homem era chefe de meu marido e estávamos nos amando em minha casa, na cama em que dormia com meu marido.
O tesão era imenso porisso os riscos começaram a perder sua importância, afinal La estava eu, deitada em minha cama, tendo as minhas roupas suavemente retiradas por um homem intenso que sabia amar como ninguém. Abaixei o retrato de Claudio no criado-mudo e me senti mais liberada.

Alberto deitou-se ao meu lado e começou a alisar-me, suas mãos grossas passando pelo bico dos meus seios, descendo pela barriga, passando pelo umbigo e chegando ao meu monte de Venus me causavam um intenso frisson. Eu estava toda arrepiada e Alberto se divertia com isso. Ele então me conduziu lentamente até seu pinto que estava duro que nem um pau e me fez beijá-lo. Admirei aquele lindo falo e mergulhei nele, chupei-o vorazmente.

Segredos de uma mulher casada III

Eu estava realizando novas descobertas e a minha vida começava a ter novos contornos. Passei a desejar mais sexo, o que não era necessariamente a vontade de Claudio, passei a olhar os homens com mais desejo e passei a freqüentar a casa de Aline muito mais.
Temia que Claudio pudesse desconfiar de alguma coisa, porisso não queria envolvimentos com ninguém, se as coisas acontecessem, aconteceriam e ponto final, não tinha pretensão de repetir o mesmo prato.
A verdade é que essas duas infidelidades me mostraram um contexto que eu não conhecia. Eu não tinha noção do potencial do meu corpo. Não conhecia o quanto de prazer poderia ser obtido numa relação sexual intensa.

Segredos de uma mulher casada II

Ali estava eu, uma mulher bem casada, resolvida, a beira de cometer minha primeira infidelidade. Meio tonta, sem nenhuma resistência, me vi sendo levada para um canto mais ermo do bar, uma porta se abriu e entramos numa espécie de quartinho bem arrumado. Uma luz tênue iluminava o ambiente criando uma atmosfera de luxuria. Fui agarrada, uma vez mais seus lábios tocaram os meus e enquanto sua língua passeava em minha boca, suas mãos febrilmente desabotoava meu soutiem. Ao surgirem meus seios, duros pelo extremo tesão, ele se pôs a beijá-los, lambe-los e suas mãos não paravam, puxavam agora a minha saia para baixo e de repente, eu estava deitada de calcinha apenas, com as pernas abertas e uma boca a sorver meu clitóris esfomeadamente. Fui às estrelas! Nunca havia sentido tal sensação! Acho que o clima do proibido e a presença máscula de um outro homem despertaram uma puta que eu mesma desconhecia existir.

 

Segredos de uma mulher casada

As coisas acontecem, a gente nem sempre consegue entender porque.

Eu, uma mulher casada, bem resolvida, um bom marido, filhos adolescentes, mas ajuizados, enfim, uma vida que não poderia ser melhor. Aliás, a vida da gente, boa ou má, só passa a ter uma definição mais correta quando você a compara. E comparar é muito fácil. A Aline, minha amiga, casada com o Douglas, tem uma vida bem diferente da minha. O Douglas apesar de tratá-la bem, vive dando em cima das mulheres que aparecem. Aproveita de seu estilo brincalhão e aproveita-se disso. Não raro ouço a Aline reclamar de que ele a esta traindo. É apenas uma possibilidade, mas considerando o jeito do Douglas ser, pode muito bem ser verdade. Meu marido Claudio já se aborreceu com o Douglas. Um dia, em um churrasco, depois de beber muito, o Douglas disse ao Claudio que eu era uma mulher muito gostosa.

Dei naturalmente

Olá, tenho 51 anos de idade, aposentado, casado e aventureiro.
Peso 94 kg,  1,74m de altura, calvo pênis de 13 cm.
Há muito tempo quando eu e minha mulher transamos introduzimos vibradores em nós mesmo, nela na vagina e ânus e em mim é claro só no ânus.
Quando o vibrador atinge a região da próstata me dá muito prazer, e para não sentir dores usamos lubrificantes e preservativos.
Minha mulher sempre me incentivou a dar para alguém de verdade, sentir um pinto de verdade e mandou-me procurar um gay, más sempre usar preservativos.

A garrafa como mascote

Recostada na cama eu repassava os últimos acontecimentos daquela semana que haviam me conduzido àquele quarto agradável de motel. Saíra do escritório naquele final de manhã de terça-feira disposta a resolver o que para mim parecia simples de obter: uma declaração da escola quanto a algumas disciplinas de engenharia civil que havia cursado, paralelamente ao de engenharia ambiental e, que me daria habilitação legal para registro de projetos nessa área.
Cheguei ao guichê da Secretaria as 11:40 h e ali fui informada que somente após as 13:30 h o expediente seria reaberto.
- A Universidade não se adaptou aos novos tempos, pensei irritada diante da expectativa de retornar ao escritório ou ali permanecer aguardando a reabertura do horário de atendimento.

Meu dia de sorte

Mais um dia de trabalho árduo, pensei, enquanto esperava o ônibus de volta pra casa. Horário das 18 horas já viu, aquele maior auê, para conseguir pegar um lugar para sentar da condução. Ônibus lotado, por sorte a menina que estava sentada, saiu no ponto seguinte ao que eu entrei. Sentei naquele banco como se fosse paraíso, trabalhar 10 horas de pé é bem cansativo.

Ligia – a mais nova conquista

Sou DOM GRISALHO e, eventualmente faço contos de S & M, que, aliás, gosto muito de produzi-los. O mês próximo passado recebi um e-mail de uma leitora dos meus escritos, que se identificou como sendo lígia, dizendo que gostou de meus contos e gostaria de saber se as mulheres que cito nas narrativas se foram realmente conquistas de minha parte ou apenas ficção. Em resposta, de forma amistosa, mas formal dei-lhe alguns sites que publicam meus trabalhos e agradeci pela cordialidade de sua mensagem. Não esperava mais nenhuma notícia dela, porque procuro manter distância das solicitações e elogios que recebo por internet, em razão de que muitos se apresentam como mulheres e, na realidade não o são e, outros ainda têm simples curiosidade não querendo nada efetivamente.

Descobrindo o que é amor

Todo mundo quando jovem tem um melhor amigo, aquele que faz tudo junto com você, que brinca junto, apronta, estuda, faz bagunça e que até na hora de levar aquele esporro dos pais esta ali junto com você, pois bem eu também tive um amigo assim o William, eu morava em uma rua onde havia muitas crianças porem o nenhum dos meus amigos se comparava ao William quando brincávamos sempre dávamos um jeito de ficar juntos, fossem em duplas ou no mesmo time, estudávamos na mesma escola era parceria mesmo, porem com o passar do tempo quando íamos entrar no ensino médio os pais do William optaram por transferi-lo para um colégio militar tirando-o do colégio particular católico onde estudávamos tudo isso pelo fato dos pais dele terem se convertido ao evangelismo, ou seja, seus princípios filosóficos já não mais eram os mesmo da igreja católica, conforme os meses se passavam eu e meu amigo nos tornávamos estranhos um aos olhos do outro, apesar de morarmos na mesma rua, ele passou a me visitar apenas aos sábados

Dois casados no hotel....

Me chamo Marcelo, sou alto, tenho 1,88, 88 kgs, 34 anos, bonito e claro...realmente chamo a atenção!!!

Viajo constantemente para o interior do Paraná principalmente, e sempre me hospedo em hotéis. Como vocês sabem quando ficamos sozinhos sempre procuramos diversão e como passar o tempo de maneira prazersosa.

Estava em um hotel em Maringá e resolvi subir ao terraço, aonde ficava a piscina e a sauna, já que era um dia bem agradável naquela cidade.

Vesti a sunga e peguei um roupão que o hotel oferece e subi ao terraço. Cheguei lá entrei na piscina e comecei a me refrescar...

Neste meio tempo chegou um cara alto também aparentando uns 30 anos com um corpo similiar ao meu...Ele chegou e me encarou...e entrou no reservado da sauna!!!

Na hora achei normal e nem passou pela minha cabeça que poderia rolar alguma coisa...o cara ficou lá uns 5 minutos e saiu....apenas olhou novamente e disse que já voltava!!!

A diarista do sul de Minas

Conheci Najara através de uma anúncio que fiz na internet. Trocamos alguns emails e depois conversamos por telefone mais algumas vezes, ela não tinha pressa. Najara tinha 32 anos, divorciada e não tinha filhos. Depois descobri que trabalhava numa repartição pública onde era chefe.
Numa das ligações que ela sempre me fazia, onde sua voz calma e ao mesmo tempo misteriosa me deixava excitado, então ela combinou de nos conhecermos pessoalmente.
Foi num sábado, em um local público e bem movimentado, uma praça. Cheguei no horário determinado e pouco depois ela apareceu. Era alta, com seus 1,70, uns 60 kg, seios médios, cabelos longos, um sorriso misterioso. Curiosamente estava vestida de maneira informal, calçando um par de sandálias de borracha quando pude ver seus lindos pés, que depois descobri eram do tamanho 38.
 
Conversamos por quase uma hora, sem falar explicitamente nos nossos interesses em comum, é claro.

Uma viagem inesquecível

Estava estressada com o dia a dia da cidade grande que se tornou Fortaleza e resolvi viajar para a região Norte a fim de descansar. Cheguei em Belém e tomei um ônibus, à noite, com destino a Soure e que nos levaria ao hotel, um pouco afastado da cidade. Subi e me acomodei numa poltrona e, sozinha, virei-me para a janela e fiquei pensando em nada, quando ouvi a voz de um homem pedindo licença para sentar. Era jovem, atraente e cheirava a sexo. Estava muito frio dentro do ônibus. Ele, não sei porque, me perguntou se não gostaria de um cobertor. Não sei se ele percebeu que estava usando uma calcinha e que ela estava um pouco a mostra ou se o que o ataraiu foi meu jeito ou minha anatomia protuberante da bunda. Pois bem, ele trouxe um cobertor e me agasalhou. Dai em diante, comecei a pensar coisas, coisas que me davam tesão.

Versatilidade Virtual

Olá leitores! vou relatar nesse conto uma ótima experiência que tive com um garoto aqui em São Paulo. Primeiro, vou me descrever; tenho 21 anos atualmente, cerca de 1,80m, uns 75kg, em ótima forma, tenho olhos castanho claro, cabelo preto bem escuro e uso-o arrepiado, pele morena bem clara. Me considero bissexual (não assumido e discreto), mas tenho mais interesse em garotos.

No banheiro da estação de trem

Bom esse é meu primeiro conto, de tanto ler decidi escrever uma experiência que eu tive...
Tenho 20 anos, sou branco bem lisinho, uma bunda grande, lisinha e bem gostosa.. Tenho cara de ser mais novo, 1.80 e 80kg, me acho bem bonito com cara de muleke..
Discreto e ninguém sabe desse meu tesão por homens, e que tesão! Tem dias que me da aquela loucura pra achar o cara que vai tirar meu cabaço porque ainda sou virgem, nunca dei meu cuzinho...
E em um desses dias de tesão no máximo fui até o shopping Eldorado almoçar e na volta decidi voltar de trem, passei a catraca e claro decidi dar uma passada no banheiro... Ainda na escada vi que um cara entrou no banheiro, ele era moreno da minha altura, magro, bonito, barba pra fazer e cara de homem safado.. Ele ficou no mictório e eu entrei na cabine...
Mijei, e depois abri a porta e ele estava la ainda.. Saquei que ele tava afim de alguma coisa porque ninguém demora tanto pra miijar rsrs

Não Se Pode Confiar em Ninguém Mesmo

Oi... Meu nome é Michael e moro em Santos-SP... Em 2010 concluir o curso de Fisioterapia e no semestre passado aconteceu algo que transformou minha vida e confirmou que não existe melhor amigo e muito menos confiança entre as pessoas...

Durante o curso costumava sair com o Leandro, que considerava meu melhor amigo... Às vezes ficava puto com umas brincadeiras idiotas de passar a mão na bunda... Sempre gritava: “PORRA LEANDRO DEIXA DE SER GAY... CARALHO! VAI ALISAR A BUNDA DE OUTRO, SEU PORRA”... O pior é que o sacana fazia sempre isso... Passei a não esquentar mais... Numa sexta-feira por volta das 00h00min estávamos saindo de uma pizzaria, indo em direção ao carro de Leandro e percebemos um negro alto e forte se aproximando... O negro apontou uma arma e disse: “CALEM A BOCA E ENTREM NO CARRO... VAMOS LOGO SE NÃO ATIRO PORRA”...


Conteúdo sindicalizado