Contos Eróticos

Vivendo uma nova fase

Depois de namorarmos as escondidas por mais ou menos uns três meses, Brandom eu decidimos dar um passo importante quanto casal, ou seja, morarmos juntos, apesar de eu ser sete anos mais novo que ele, mesmo assim não temos diferenças entre um e outro, ate porque nada pior que uma pessoa se sentir mais inteligente ou importante que a outra em um relacionamento, o Brandom tem 28 anos de idade, 1,88 de altura, loiro de olhos verdes tem um filho de 4 anos de idade, no começo do nosso relacionamento cheguei a pensar que poderia ser um empecilho ao nosso namoro, mais com o passar do tempo, eu comecei a me apegar demais aquela criança quando estávamos com quatro meses de namoro, decidi trocar meu carro, e comprei um melhor e mais potente, enfim fiquei mais ou menos uns três dias com o carro e meu namorado me pediu emprestado pois viajaria e queria amaciar o motor na estrada e me deixou com a caminhonete dele, que por sinal ótima de dirigir, estava a uns dois dias com o carro dele e na minha casa, quando a Lorena mãe do Matheus me ligou, me pedindo para ficar com o Matheus por três dias pois teria que viajar e como não conseguia falar com o Brandom decidiu me ligar, aquilo me assustou 1° que eu não sabia, que ela era ciente da homossexualidade do pai do filho dela, 2° a naturalidade com a qual ela falou comigo ao telefone, 3° aonde ela arrumou meu telefone? Antes que eu pudesse dizer que o Brandom estava em viagem e que eu trabalho ela já me passou o endereço e desligou o telefone, ou seja, eu seria obrigado a buscar o menino, eu tinha duas opções ou ficava com o garoto ate o pai dele voltar, ou levaria para casa dos pais do Brandom, que ate então não me conheciam, e eu não queria ser apresentado dessa forma.

Então la fui eu buscar o menino, quando cheguei a casa dele, ele veio correndo em minha direção no portão e me deu um grande abraço, nada melhor que um abraço de criança eles são sinceros,e quando demonstram carinho pode ter certeza que é porque eles gostam mesmo de você, quando a mãe dele veio, eu queria morrer de tanta vergonha, porem mais uma vez fiquei surpreso, ela novamente muito educada, e muito bonita tinha 22 anos, me disse que bom que o Brandom arrumou alguém descente pra ele, finalmente, me convidou a entrar e tomar um café com ela, e o Matheus já foi me puxando pelo braço, então entramos nos sentamos a mesa e conversamos para mais de quarenta minutos, sobre a escola do Matheus essas coisas que mães ficam falando, quase que uma troca de figurinhas, perguntei como ela tinha conseguido meu telefone, ela então me respondeu que o Brandom tinha colocado ele na agenda de escola do Matheus como telefones uteis, e que ela deduziu que seria meu numero já que o próprio Matheus vivia a falar de mim, o quanto eu era legal e gostava de mim, Obs.: o Matheus me chamava de Zunio, fiquei satisfeitíssimo quando soube disso, me senti realmente parte da família do Brandom, depois do animado papo peguei as coisas do Matheus e fomos embora, chegamos em casa, mais eu não queria fazer comida, então tomei um banho e fomos ao Giraffas, deixei ele se esbaldar depois caminhamos um pouco pelo calçadão ele me contando coisas da escola dele, dos amiguinhos e fomos embora, chegamos na minha casa ele trouxe o caderno dele de artes e me mostrar que já aprendeu a escrever o nome dele, o que eu achei muito fofo, nessa hora eu tive certeza que queria ser pai. Ficamos assistindo TV ate umas 22:00 então iríamos dormir, ele me perguntou se poderia dormir na minha cama pois tinha medo do escuro eu falei que podia, então dormimos, no meu trabalho não tenho que cumprir horários britânicos, ate porque sou responsável pela minha carga horária e como era final de colheita eu poderia me dar ao luxo de não ir trabalhar, acordei as 8 da manhã tomei banho me arrumei, quando já eram quase 9 o Matheus acordou, perguntei se ele sabia tomar banho sozinho, ele disse que sim, então foi se banhar, depois saiu foi ao quarto eu já tinha arrumado as coisas dele no guarda roupa no dia anterior, ele se vestiu sozinho, passou perfume, um homenzinho, então fomos ao mercados comprar comida para tomarmos café, quando retornamos ele pegou um pacote de bolachas e Danone e foi para sala assistir Phineas e Ferb, nunca entendi esse desenho, mais enfim.

Quando se aproximava da hora do almoço o pai dele me ligou, e me disse que chegaria as 15:00 eu não disse nada sobre o Matheus queria fazer surpresa, então arrumei o Matheus e o levei a escola, confesso que sempre tive o sonho de ter um filho e levá-lo e buscá-lo todos os dias na escola, voltei para minha casa, passou um tempo o Brandom chegou, sujo de terra, com aquele jeitão de macho, não me segurei e cai matando, eu simplesmente adoro beijar a boca dele, ficamos nos beijando esbarrando nos moveis ate entrarmos no quarto, ele já foi tirando a roupa e vindo pra cima de mim me dizendo algumas obscenidades, me chamando de minha puta, me mordendo puxando minha roupa, me despi ai ele ficou doido, me virou de costas e começou a morder minha bunda, confesso que ate doía mais eu adoro dar prazer a ele, me dava tapas bem leves, era um homem de verdade, me puxava pelo pescoço, e começou a lamber minha bunda, descia ate minhas bolas e voltava novamente, naquele movimentos que chegava a estremecer minha pélvis e me causava prazer enorme, me virou novamente e me beijou, de forma muito máscula, era impressionante a química sexual que tínhamos na cama era algo quase que inexplicável, depois de me beijar me disse em tom de sussurro “amorzão, mama eu” não precisou pedir duas vezes, ele se sentou na cama, e comecei a mama-lo como se fosse o ultimo picolé do deserto, ficamos ali perdidos em caricias sexuais por quase meia hora, eu me engasgando com aquele pauzão na boca, e ele me chamando de puta e se contorcendo a medida em que eu o acariciava, uma das coisas que mais gosto nele, é que quando esta sentindo prazer os dedos do pé ficam em ritmo frenético acho muito fofinho, então depois de quase fazê-lo gozar, decidimos passar a parte sexual em si, ele me virou de costas, peguei um preservativo na gaveta ele colocou, e deitou-se sobre mim na cama eu sentia todo o peso do corpo dele em cima do meu, e me sentia totalmente submisso a vontade dele, e ele simplesmente adorava aquilo tudo, começou a fazer movimentos fortes e rápidos, ficava forçando a entrada, a dor era absurda, pois ele havia sido meu primeiro homem, mais o prazer era muito maior, depois de me comer deitado sobre mim, passa a fuder de quatro, ele me segurava pela cintura e dava estocadas fortes, eu rebolava bem devagar so pra demonstrar que estava adorando ele dava sorrisinho de canto de boca, e me chamava de puta de vadia, viadinho, eu adorava pois em um contexto sexual acho que coisas assim são bem validas, ficamos nesse vai e vem por muito tempo, se bem que minha noção de tempo ficou um pouco afetada a meia luz do quarto, não vi os minutos passando, Ele então acelerou ainda mais os movimentos eu já sabia que levaria um banho de esperma, ele tirou seu membro de dentro de mim de uma vez e me lavou as costas com seu leite espesso e em grande quantidade, depois caiu por cima de mim dando risada, e mais uma vez disse em tom de Sussurro “Eu te amo” é muito bom ouvir um eu te amo, ainda mais quando ele soa tão sincero da boca de uma pessoa que você também ama. Nossa nem me apresentei, me chamarei aqui de Junior tenho 21 anos de Idade, sou moreno, tenho cabelo curto, 1,83 altura, peso 85 kilos, então...

Depois do sexo tomamos aquele banho, abri as janelas da casa, e então contei a ele que o Matheus estava comigo, que tinha levado ele ao colégio e que a mãe dele estava em viagem, o Brandom ficou muito feliz quando soube disso, eu pensei que ficaria bravo pois eu não tinha contado a ele que o menino estava comigo, mais não, ele gostou da noticia e me disse que mais a noitinha sairíamos juntos, para levar o Matheus para assistir os Smurfs no cinema, e assim o fizemos, fomos ao cinema, depois o Brandom foi por um caminho que ate entao a mim era pouco conhecido, quando perguntei onde iríamos, ele me disse que iriamos na casa da mãe dele quê estava passando de hora da família dele me conhecer, nossa eu fiquei em estado de choque quando ele disse isso, não sabia o que pensar, o que dizer, como agir, enfim, chegamos a casa da mãe dele o Matheus de mãos dadas comigo, entramos e a mãe dele uma senhora muito distinta já veio de encontro a nos dois na porta da sala, me olhou com uma cara muito amistosa me deu um abraço e me disse:então finalmente conheci o Junior, eu dei um sorriso meio sem graça e olhei ao Brandom que se segurava tentando conter o riso, a mãe dele vendo meu desconforto me disse, calma não foi o Brandom que falou nada, e sim o Matheus que não para de falar de você é Zunio o tempo inteiro, ai eu consegui me soltar, quando entramos a casa, muito bela por sinal, encontrei o pai do Brandom sentado em uma poltrona os dois são parecidíssimos e ele um senhor muito charmoso se levantou me cumprimentou, e nos sentamos a sala de estar, conversamos enquanto o Matheus corria brincando com os cães da casa, aquela família só me surpreende a estrutura é totalmente diferente da do contexto em que eu fui criado, são todos muito mente aberta, e como eu já sabia, eles me disseram que o Brandom é assumido para família desde os 17 anos e que o Matheus foi uma tentativa de enganar-se a si mesmo, então meu namorado disse que sempre tinha tido relacionamentos ruins e por isso tentou com mulher também, ate que finalmente me encontrou, eu super me identifiquei com o pai dele pois como trabalho em uma grande industria agrícola e ele é fazendeiro tínhamos assuntos para mais de meses, já se aproximavam das 21:00 horas então decidimos ir embora, pois no outro dia eu acordaria muito cedo para trabalhar nos despedimos e fomos rumo a minha casa, quando chegamos ele me disse: pega sua roupa e vamos la pra nossa casa, dorme com a gente hoje, o Matheus no banco de trás deu um grito de empolgação, nesse momento me senti realizado e o homem mais feliz do mundo...

Depois eu continuo narrando a minha historia.

jsfj1990@hotmail.com

O gosto da orquídea

Essa foi minha primeira vez com uma mulher, e por sinal definitivo.
Fui pra uma festa americana e levei a cunhada da minha irmã. Eu sabia que ela era do babado, já até dormiu em casa algumas vezes, e comigo, mas nunca tinha acontecido nada.

Na véspera da festa ela dormiu comigo de novo, eu senti tesão dessa vez, mas apenas deitei ao lado dela sentindo o cheiro do pescoço, e coloquei minha perna em cima dela, da pra imaginar onde. Dava pra sentir a xaninha dela pulsando, mas ela não tomou atitude nem eu. O dia amanheceu deitei no colo dela e ela ficou me fazendo cafuné, que só aumentava meu tesão, fomos pra festa, e minhas amigas percebiam como eu tinha uma conexão com ela, afinal eu era a única hétero no lugar e tava dando uma bandeira! E ela também, depois de um tempo agente se olhava de um jeito tão gostoso! Malicioso, e com uma sintonia que tava me enlouquecendo, então a gente começou a jogar cartas e eu fiquei sentada no colo dela, vai vendo...

Ela começou a caçar assunto na minha nuca, cheirando primeiro, der repente eu vi minha outra amiga fazendo sinal com a cabeça pra ela ir adiante, senti uma boca quente na minha nuca, encostando de leve eu me derreti e acabei indo pra trás um pouco quando ela colou a boca de vez e deu uma chupadinha, levantei do colo dela, e falei se você fizer isso outra vez eu vou devolver. Sentei outra vez no colo dela e ela deu outra chupada no meu pescoço, levantei e fui por trás dela e chupei a tatuagem da rosa que ela tem no pescoço. De um jeitinho bem safado nem forte nem fraco o suficiente pra deixa La louquinha.

Pronto a gente ficou atiçada de vez, mas continuei no colo dela jogando baralho e ela acariciando minha coxa e beijando meu pescoço, não demorei muito eu acabei gozando bem ali na frente de todos, quase morri de vergonha. Mas não foi escandaloso, foi algo sutil ao ponto de uma amiga só perceber. E agora? O que faço? Pensei mil coisas menos no meu namorado! Pois é ele era um cara muito legal e a gente tinha um grande entrosamento na cama, íntimos demais eu nunca tinha traído (ainda), mas aquele momento era tão mágico e tão fora do comum que me deixei levar sem pensar em mais nada. Só fui deixando.

Depois de um tempinho, a gente foi pra um salão que estava só eu ela e minha amiga que tava ligada em tudo. Ela me pegou e levantou no braço encostada na parede com uma facilidade me ergueue colocou minhas coxas no ombro dela e me deu uma cheiradinha na minha xaninha com se fosse fazer sexo oral, foi tudo tão rápido que nem deu tempo de pedir pra me colocar no chão. Minha amiga rolava de rir, mas logo depois ela me colocou no chão e quase na hora de ir embora a gente se beijou e nesse momento tiraram foto, sacanagem né?

Fomos pra casa da minha amiga e pra piorar a gente tinha bebido além da conta a ponto de se beijar no caminho todo! Nem acredito que fiz isso até hoje. A gente acabou ali no carpete da casa de uma amiga tomamos banho e deitamos (daqueles de lã de carneiro) no chão, ela tava nos dias cruéis e realmente teve que ficar de calcinha, mas tinhas seios lindos que pude sentir eles quentes por cima de mim! A gente se beijou bastante interminável beijo gostoso e intenso que acabei gozando mesmo antes de tudo, ficava louca vendo como eu tava respondendo daquela forma só de beijar minha boca e encima de mim começou a se esfregar bem gostoso e quente. Então ela desceu a mão bem de vagar até meu sexo e sentiu que escorria tudo e deu um gemido juntinho comigo ao mesmo instante que me tocava e eu sentia aqueles dedos experientes acariciando meu grelinho pequeno, mas extremamente fogoso, eu delirava de prazer, mas não gemia alto pra não acordar minhas amigas, e isso me deixava mais excitada sem saber se alguém ouvia a gente ou não. E pude sentir o dedo dela entrando bem de vagar dentro de mim e saindo bem de vagar me torturando tanto que eu explodia por todo tempo gozando a ponto de expulsar o dedo dela de dentro de mim, ela amando saber que eu gozava daquele jeito diferente, e acabava me penetrando com mais força e afundando dentro de mim que eu nem sabia mais o quanto tinha gozado, só senti minha boca adormecida anestesiada e quando pensei que ela pararia ela voltava e me penetrava outra vez e gemia bem no meu ouvido me enlouquecendo de vez, naquele instante realmente percebi que não tinha mais volta que eu nunca mais seria a mesma senti medo desejo e fui me entregando toda pra ela como se a gente já tivesse feito antes, parecia que esta cena era uma repetição de algo que já tinha vivido, de tão completa e entregue que eu estava! Nunca imaginei ficar tão à vontade e confiante como naquele momento. Quando eu pensei que ela iria parar ela me beijando sem parar e acaba descolando os lábios carnudos da minha boca e sobe o dedo que me penetrava cheira dando um suspiro de prazer em sentir meu perfume dando um suspiro e depois chupa, deu uma risadinha, e ela fala bem baixinho, seu cheiro é tão delicioso quanto seu gosto, delícia! E foi descendo chupando meus seios e descendo até meu sexo encarou meu grelinho e deu um selinho depois uma bela lambida que eu senti meu corpo tremer, depois colocou aquela boca quente, carnuda e extremamente experiente no meu grelinho, que pensei que iria morrer de prazer, ouvia os gemidos dela abafados no meu sexo e eu gemia junto, eu gozei tanto naquela boca que quando ela levantou tava com o queixo o nariz tudo ali ao redor branco! Ela deu uma gargalhada gostosa e disse; noossa! Que delicia que é vc ! que que isso mulher?

Fiquei sem jeito, mais eu dei risada também e nos beijamos bastante quando vi o dia já estava claro eu fui pra casa, minha filha tava dormindo na casa de uma amiga, acabei descendo junto com minha amiga que não disse uma só palavra, mas com um sorriso no rosto com o olhar de eu sabia!
Não demorei em casa voltei e fui me despedir dela, acabamos não se desgrudando mais depois disso, ela vinha todo fim de semana em casa pra terminar comigo e a gente pulava na cama, sentia o cheiro dela olhava aquela bunda sexy e fiava louca, no dia que ela resolveu acabar tudo de vez, eu deitei de conchinha por trás dela sentia o cheiro dela e acabei tendo um orgasmo de maneira mais louca e inusitada que a fez agir imediatamente, se virou e nos amamos como loucas, era um vício uma com outra que se tornou impossível se separar. Só foi ficando maior ao ponto de todos perceberem, terminei com o namorado, tive uma conversa com minha irmã que era casada com o irmão dela, como foi ela quem incentivou a gente se conhecer e dizendo que a gente se parecia muito e principalmente que iria gostar uma da outra, nem preciso dizer que ela tinha razão. Minha família se assustou no começo, mas aceitou a dela já não gostou porque condenam dizendo que ela era a culpada e quem disse que eu liguei pra família dela? Não ligaria nem pra minha.

Eu só tinha que seguir a diante e ver no que dava, e depois de muito esforço eu consegui enfim possui La, e não foi nada fácil, ela não deixava nem chegar perto, eu odiava isso não me conformava mesmo! Nem hoje entenderia, afinal de contas ela já tinha transado com homem também, teve muitas mulheres, mas não as deixava possui La, mas eu nunca deixaria por isso mesmo. Eu sei que tentar ir direto nunca conseguiria então usei estratégia mais gostosa do que perder tempo tentando tocar ou falar com ela. Fui deixando ela atiçada sempre, em todas às vezes eu ficava fazendo algo pra despertar a fêmea fogosa que eu percebia nela, hora passando meus seios no corpo dela até nas regiões que com certeza eu sei que a deixaria louca, hora falando besteirinhas gostosas ao pé do ouvido, chupando os dedos dos pés que até hoje nunca vi um pé tão lindo como o dela, perfeito, perece até que foi desenhado a mão, e depois de chupar os dedos lindos eu colocava eles dentro de mim, e gozava nele, ela ficava louquinha, depois de tirar o dedo do pé dela de dentro de mim eu o chupava, me esfregava pelo corpo dela e gozava, por ele todinho, assim que ela raspou a cabeça não perdoei gozei na careca dela também. Na bucetinha, no cuzinho, até na rosa tatuada no pescoço, que foi o lugar que eu dei o primeiro beijo safado nela, por que não gozar? Não poderia deixar de fazer isso!

E é claro eu lambia logo em seguida a deixava louca, só deixei o melhor pro final, um belo dia eu tava gozando nos seios dela bem no biquinho ui, depois eu chupei eles e aproveitei e desci bem de vagar minha boca pelo corpo dela até chegar ao grelinho ela tentou reagir, mas dessa vez eu fui mais rápida e desci com tudo do nada, coloquei minha boca nela, e senti algo muito diferente juro que senti uma explosão enorme no meu grelinho que parecia querer sair do meu corpo, então entendi tudo o que ela tinha dito antes, ela queria retirar minha boca pra tirar o excesso do mel dela, mas não deixei, era muito tarde. Dalí eu não sairia mais, chupei todinho, e ela deu um gemido tão gostoso! E relaxou bem e eu pude gozar fazendo o que sei que mais gosto agora, chupar e chupar sentindo o calor o cheiro e o gosto do da orquídea quente saborosa se derretendo na minha boca até o final pulsando em minha língua me fazendo sentir como se fosse a minha. Aaaai como é bom! Depois de chupar a deixando bem à vontade eu coloquei meu dedinho dentro dela, e pude sentir como era mais gostoso ainda, e mais do rápido eu fiz um 69, o nosso primeiro de muitos, e nossos gemidos abafados por estar com a boca preza no sexo melado cheiroso e todo gozado da gente!

Daí em diante foi só melhorando, muito tesão, muito prazer e é claro loucuras, transamos na rua, no ônibus, na cozinha da minha irmã, na sacada da minha mãe, no quintal, mudei de casa e transamos no telhado! Eu dou risada quando me lembro das loucuras que fizemos, foram tantas, a três, com alguém olhando pra tentar contar meus orgasmos! Esse não deu certo. Kkkkk. Então comprei brinquedos, ficou ainda mais quente, mas eu prefiro os dedos mesmo, acho muito mais gostoso, sempre fica no lugar certo, não é? E fantasias! Como é bom realizar! Ela gravata nua vestida com a cinta de couro! Ui, quase enfartei! Com certeza foi uma das vezes que mais gozei aos berros.

Não sei o que aconteceu, a gente se perdeu no caminho o ciúme dela então! Acabamos amigas, agora estou pensando realmente que é impossível sermos amigas nesse momento, eu a amo muito, mas tenho que seguir em frente e deixa La ir. Do jeito que está não dá pra ficar.

fulgasbi@hotmail.com

 

30 minutos

Depois de minha amiga entender que eu gostava de mulheres acho que isso mexeu com as fantasias dela. E com ela eu já aprontei muito. Somos muito entregues na cama, temos muita química como muita gente diz, nossas transas são recheadas de muita sacanagens, e quando estamos juntas esquecemos do resto do mundo.

Certa vez uma amiga minha viajou e me deixou com a chave do seu AP. Eu e minha amiga amante estávamos conversando por telefone quando ela me pergunta onde estou . Eu digo que estou neste AP, pois a fulana tinha viajado a uns 15 min, e tinha me pedido pra ficar com chave até ela voltar. Ela me diz posso passar aí. Eu pensei muuuito cerca de 3 segundos e disse SIM! Na minha cabeça já passava o que ia acontecer, e meu corpo respondia aos estímulos de prazer só em pensa em ficar com ela. 20 minutos depois ela chega, fica enrolando jogando conversa fora, eu muito concentrada no corpo dela, num impulso arrastei ela pro quarto, ela dizia pra parar, que é isso? Me chamava de tarada. Que não podia ficar. Tava fazendo charminho. Deitei ela e fiquei beijando-a pelo pescoço e busto, pus as mãos dentro da blusa, tentava tirar, mais ela impedia, dizendo que não podia tinha que ir pra casa. Eu olhei nos olhos dela e disse: então por que veio?

Em seguida beijei-a demoradamente, queria aproveitar bem aqueles lábios. Ela me dava lambidinhas nos lábios e me disse baixinho: EU QUERO, mais tem que ser rápido meu marido me esp... 30 minutos disse eu. Dentro de instantes ela estava completamente nua, eu fazia questão de percorrer todo aquele corpo moreno, pele macia, com seios médios de mamilos proeminentes cor de chocolate, um umbiguinho fundo com pouquissimos pelinhos finos que desciam pelo seu ventre de encontro a vagina de pequenos lábios que cobriam bem o região do clitóris, era suave, pois estava depilada, tinha um cheiro indescritível que me enchia de desejo, olhei para as suas coxas , e pensava como eu quero essa mulher... Meu coração palpitava forte, minhas mãos inquietas tentavam percorrer todo aquele corpo nu, num ato quase violento, eu a queria completa pra mim. Nos beijamos e eu podia senti que ela também me desejava. Me posicionei entre suas pernas, abri suas coxas e mergulhei no seu sexo molhado, lambe a fonte do meu prazer, queria beber o gozo dela, eu poderia passar horas ali.Entre lambidas leves as vezes vinham xupões fortes e eu via ela se contorcer segurando meus cabelos, fazia movimentos pra cima e pra baixo com o quadril eu ouvia ais, ais , ais, e isso era melhor musica pra mim.

Um gemido mais forte, e silêncio por alguns instantes. Me deitei sobre ela e beijei seu rosto. Ela me disse louca, você é louca Marcia! Que é isso?Você ta me deixando louca também. De repente ficou por cima de mim, eu pude sentir a umidade dela no meu ventre, nos beijamos e teve que ir embora.
Foram os melhores 30 minutos da minha vida

 ilesgalmente@hotmail.com

 

Eu e minha cunhada

Tenho 31 anos, sou casado há 3 anos e conheço minha cunhada há pelo menos uns 7 anos, desde a época da faculdade. Minha cunhada é uma mulher gostosa, alta, cabelos lisos no meio das costas, peito farto e corpo delicioso. Muito sexy que sabe que é gostosa e desejada pelos homens e mulheres. Do tipo de mulher que desperta vontade e te faz pensar “vou comer essa mulher”. Sempre fui tarado nela e na época da faculdade sempre fui a fim de comê-la... pena que ela namorava.

Conheci minha esposa através da minha cunhada, que nos apresentou numa festa no último ano da faculdade.

Tudo aconteceu quando estávamos num churrasco de sábado a tarde com algumas amigas da faculdade da minha esposa na nossa chácara. Sabe como é, faculdade de Nutrição, muitas mulheres gostosas, cerveja vai, caipirinha vem, calor, sol, piscina, minha cunhada e outras mulheres de biquíni e eu de pau duro na churrasqueira.

Minha vara já estava quase estourando minha bermuda quando as amigas da minha esposa começaram a ir embora, pois já estavam ficando bêbadas e a chácara é um pouco longe da cidade, e minha esposa, que nunca foi de beber e naquele dia encheu a cara por estar animada com a presença das suas amigas, acabou ficando bêbada e foi dormir no quarto, sendo que acabamos ficando lá ainda tomando algumas cervejas apenas eu e minha cunhada gostosa.

Após mais algumas cervas começamos a nos lembrar da época da faculdade, das festas e das putarias que rolaram, de quem comeu quem, e eu olhando aquele corpo delicioso no minúsculo biquíni que ela usava meu pau voltou a ficar duro. Comecei a conversar com ela a comendo descaradamente com os olhos, fixando o olhar nos peitos e naquela buceta que sempre desejei.

Ela que não é boba e sabe que é gostosa, começou a fazer charme e reparou que minha bermuda quase não suportava a minha vontade que se manifestava no meu pau endurecido, quando perguntou na forma mais provocante e ingênua possível o que era que havia acontecido com minha bermuda e eu, numa resposta rápida e sacana, disse que eram anos de desejo acumulado.

Nessa hora não nos falamos mais, a peguei pela cintura e a beijei na boca já passando as mãos pela sua bunda durinha e empinada, puxando seu biquíni e o encavando no meio da sua bunda e roçando meu pau duro no seu corpo.

A coloquei de lado pra mim, ainda em pé encostado na bancada da churrasqueira, forçando minha vara contra a sua coxa, com a mão direita acariciando a entrada do seu cuzinho e com a mão esquerda bulinando sua buceta molhada, alternado as carícias com seus peitos fantásticos.

Ela se contorcia toda e soltava uns gemidos baixinhos, quando tirei a calcinha do seu biquíni, a coloquei sentada na pedra da bancada com as pernas abertas, agachei e coloqueis os pés dela nas minhas costas e comecei a chupar loucamente aquela buceta raspadinha, rosada, toda molhada de excitação.

Chupava e buceta variando com lambidas no cuzinho apertadinho, minhas mãos exploravam seus peitos grandes, duros e lindos quando ela disse “me come”. Como eu estava gostando de chupar aquela buceta (uma chupada que esperei durante anos) eu fingi que não ouvi seu pedido e enfiei mais ainda a língua. Suas mãos hora seguravam minha cabeça hora a apoiavam na bancada.

Suas coxas também eram lambidas em alternância com sua buceta, quando ela começou a tremer, segurou minha cabeça me fazendo olhar para seu rosto, quando tive a visão mais perfeita do mundo: eu agachado, minha boca ainda encostada na xana dela, suas pernas muito abertas passando ao lado da minha cabeça e seus pés nas minhas costas, a visão passava pela sua barriga, ultrapassava seus peitos duros e chegava no seu rosto de expressão de desejo e tesão, quando ela disse quase que suplicando (como se precisasse): “me come agora, me come”.

Eu fiquei em pé a puxando para frente e enfiei de uma vez só minha vara dura naquela linda buceta molhanda e comecei a comê-la ferozmente. Ela abriu as pernas o máximo que pôde e passou os braços pelos meus ombros e quando eu ia gozar eu tirei meu pau da sua buceta, ela desceu da bancada ajoelhando-se e atolando minha vara toda na sua boca e mamando toda a minha porra com cara de satisfação.

Deixei-a extasiada e dei um pulo na piscina para esfriar um pouco os ânimos e ela foi tomar uma ducha também para relaxar, o que não deu certo, pois da piscina, ainda com a vara dura, eu a via passando as mãos pelo corpo, o que me deu vontade de comê-la novamente. Saí da piscina caminhando em sua direção e o resto da trepada eu conto em outra oportunidade.

 

Cíntia conhece Pedro

Todas as tardes, no bairro da Liberdade, uma tgirl causava furor entre as pessoas: Cíntia. Tinha uns 20 anos e ninguém diria que não era uma mulher de verdade, sem pinto. Seu rosto era o de uma boneca japonesa. Sua silhueta sugeria um corpo também bem torneado, fruto de muito cuidado com a saúde. Durante a semana, parecia apenas cruzar o bairro para ir a algum lugar, talvez estudar. Mas nos sábados e domingos, divertia-se com os amigos e amigas na praça.

Pedro que sempre passeava por ali, não podia deixar de notá-la. Sempre atento a qualquer mulher, com ou sem pinto, ele não conseguia se conter ao ver aquela jovem. O tesão de vê-la era maior do que qualquer outro sentimento. Como já era um especialista em "garotas" e garotas, deu um jeito de puxar convers com ela, um dia, dentro de um pequeno restaurante de comida chinesa do bairro.

Ao chegar, da entrada viu aquela garota com sua blusa e jeans bem justos, mostrando a todos que ela era tudo, menos um homem. Pedro não sabia como abordá-la e foi caminhando até que, ao aproximar-se da mesa da solitária garota, acabou tropeçando sem querer. Apoiou-se na mesa e viu a tgirl assustada: "o senhor está bem"? Pedro, quase instintivamente, respondeu que sim. Perguntou a ela se poderia se sentar ali e Cíntia não se incomodou.

Foi então que percebeu a chance que estava em suas mãos. Tentou puxar um diálogo.

- Não se incomode. É só até me recompor.
- Tudo bem.

A resposta foi fria, nem receptiva, nem agressiva.

- Puxa, eu venho sempre por aqui, e nunca me aconteceu isto. Olha, nem me apresentei, sou o Pedro.

Estendeu a mão em busca de um cumprimento. Cindy cumprimentou-o com o olhar.

- Será que poderia lhe agradecer pagando-lhe um refrigerante?
- Por que? Eu não fiz nada?
- Fez sim. Nem todos ajudam as pessoas hoje em dia. Mas você me evitou um bom tombo.

Riu meio sem graça e notou que Cíntia esboçou um pequeno sorriso. Sentiu que poderia ter uma pequena chance de conhecê-la melhor.

- Você é..
- Pode me chamar de Cíntia.
- Ah, Cíntia. Ok.

Pedro notou que Cíntia havia reparando algo nele.

- O que foi?
- Ah, nada...estava apenas vendo que o senhor tem uma camisa legal.
- Obrigado, comprei numa loja aí em cima. Ei, olhe que boa idéia. Que tal se eu te agradecer comprando uma destas para você?
- Que isso...não...
- Mas não é cara. Eu insisto.
- Bem...

Cíntia usava um pouco seu charme natural em um misto de interesse pelo homem e interesse infantil em ganhar uma camisa. Pedro também começou a reparar cuidadosamente nas formas da garota. Tentava ser discreto, embora sentisse cada vez mais tesão por ela.

- Eu espero você terminar sua refeição e vamos.
- Mas o senhor...
- Não me chame de senhor, já falei, sou o Pedro.

Sentado, ali, de frente para ela, "aquela gata que sempre via por aqui", pensava em como fazer para disfarçar seu tesão. Tentava se ajeitar na cadeira, discretamente, e, embora fosse um homem normal, fazia uma força para evitar tocar o próprio pênis. Sim, o tesão era realmente muito grande. Pensou em ir ao banheiro, mas poderia assustar a recém-conhecida garota. Então tentou se acalmar pensando em outras coisas. O tempo passou, ele se acalmou e Cíntia terminou.

- Vamos então, Pedro?
- Ah, sim, claro.

Levantaram-se, Cíntia pagou a conta e foram até a tal lojinha que ficava no segundo andar de um pequeno shopping. As camisas, de malha, tinham as frases mais engraçadas. Pedro havia passado por lá um dia antes e comprado sua camisa. Cíntia perguntou-lhe se poderia experimentar uma ou duas.

- Claro, hoje é sábado. Tenho todo o tempo.

Sorrindo, notou um sorriso mais amistoso no rosto de Cíntia.

- Eu também tenho muito tempo livre hoje, Pedro. Já volto.

Cíntia pensou que não deveria ter falado aquilo. Poderia ser interpretada como uma facilzinha qualquer. Mas logo se esqueceu disto ao experimentar as camisas. Pedro estava muito contente com aquilo tudo.

- Bem, pode ser esta aqui, Pedro?
- Ela fica bem em você.
- Obrigada.

Pagaram e saíram. Começaram a conversar sobre vários assuntos. O passeio era tão bom que não viram a hora passar. Falavam sobre eles mesmos, sobre interesses, cinema, etc. Quando se deram conta, já eram umas sete da noite.

- Nossa! Já está tarde!
- Você tem algo importante a fazer, Cíntia?
- Bem, na verdade...tenho que ir para minha casa. Minhas amigas querem sair...tenho que avisar...
- Não se preocupe. Eu te levo em casa.
- Mas...a gente mal se conhece...este trabalho todo...
- Que é isso, Cíntia. Vamos comigo?

Cíntia pensou que poderia estar correndo perigo, mas, pela hora, resolveu aceitar, já que não morava longe mesmo.

Entraram no carro e conversaram mais um pouco. Cíntia apoiava seu queixo e olhava para Pedro, agora com um pouco mais de interesse. Sentia-se feliz, sem saber bem o porquê. Pensava se deveria chamá-lo para sair, mas ao mesmo tempo lembrava-se que mal o conhecia. Da janela, viu seu prédio se aproximar. Quando faltavam alguns quarteirões, começou uma chuva forte.

- Nossa!
- Calma que logo chegaremos, Cíntia.

O trânsito ficou um pouco pior, mas isso não os atrasaria muito. Logo, o carro chegou na esquina. Mas a chuva forte havia piorado bastante o trânsito.

- Eu desço aqui?
- Não senhora! Não quero que minha nova amiga se molhe toda!
- Ah...bem...vamos esperar um pouco...

Pedro começou a sentir novamente a sensação de tesão, mas tinha medo de assustá-la. Mas Cíntia notou o volume discreto surgindo sob sua bermuda. Como toda mulher, ficou muito excitada em saber que causava aquilo em um homem, mas estava confusa com a rapidez daquilo tudo. O carro andava lentamente, seguindo o fluxo, sob aquela chuva forte. Não estava fácil chegar até a entrada do prédio de Cíntia. O fluxo de carros lembrava uma cobra movendo-se lentamente sob aquela chuva toda.

- Pedro...
- Sim.
- Hoje foi ótimo, não foi?

Surpreso, Pedro respondeu que sim. Cíntia pegou sua mão, causando-lhe uma sensação incrível.

- A gente pode, sei lá, sair...
- Quando??
- Sei lá...um dia destes..

O olhar daquela princesa foi a gota d'água. Pedro agarrou-lhe e lhe beijou apaixonadamente. Cíntia não resistiu. Pelo contrário, retribuiu com o mesmo ardor. Mas a buzina dos carros interromperam aquele momento.

- Tudo bem, vamos ao meu apartamento então.
- Agora?
- Você quer? A gente pode ver um filme, fazer um lanche...quem sabe?

Cíntia ficou em dúvida sobre se deveria fazer aquilo. Mas o beijo tinha acendido algo nela. Seu lado selvagem, mulher, seu lado que se entrega com paixão. Tentou organizar os pensamentos, mas se viu beijando Pedro no rosto. Olhou discretamente para as calças de Pedro e resolveu aceitar o convite.

- Só se for agora!

O trânsito fluía lentamente e eles se tocavam no rosto, beijos rápidos, o que esquentava bastante o interior do carro. Pedro quase morria de tesão e já não tinha tanta vergonha de se manifestar. Após mais uns quarenta minutos, chegaram ao prédio onde Pedro morava. Entraram na garagem e não conseguiram resistir. Pedro começou a beijar o pescoço de Cíntia que já o abraçava com força. Pedro tentava colar seu corpo no dela e Cíntia discretamente tentava se afastar. Qual seria a reação dele se descobrisse que ela era....

Pedro insistiu e colocou as mãos entre as pernas da bela Cíntia que se assustou.

- Oh...
- Pedro...eu posso explicar...
- Não precisa, Cíntia. Eu não tenho problemas com isso.
- Não??
- Se você conhecer melhor, verá que você não é a primeira mulher "especial" que eu conheço.

A felicidade de Cíntia foi às alturas. Poderia curtir um pouco aquela noite com um homem? Saíram do carro já em ponto de explodirem e pegaram o elevador. A pegação entre eles fazia inveja a muito casal. Ao chegarem no apartamento de Pedro, Cíntia pôde ver alguns DVDs pornôs de filmes com travestis. Sentiu-se aliviada. Ambos cairam no sofá, rindo e se pegando. Cíntia enfiou a delicada mão na calça de Pedro e sentiu o outro lado daquele moço simpático e alegre. Isso a deixou mais excitada. Pedro arrancou a blusa e viu que Cíntia tinha pequenos peitinhos, de hormônio. Começou a beijá-los e a brincar com eles, roubando alguns suspiros da sua nova princesa.

Cíntia suava e Pedro mais ainda. Seu membro rijo e todo úmido foi delicadamente abrigado na boca de Cíntia que lhe fez um boquete como nunca ele havia visto antes. Pedro, admirado com aquela pele bem cuidado, pegou-a de lado, tirando seu caralho daquela boca faminta e começou a alisar-lhe as pernas, os braços, tentando excitar mais ainda Cíntia. Colocou-a de frente para a parede e começou a lhe dar leves palmadas naquela bunda firme. Cíntia começou a amar o momento. Pensava em todo tipo de fantasia com homens.

Pedro, por sua vez, estava quase fora de controle. Fugiu rapidamente para o quarto, pegou uma camisinha e um gel. Voltou e, cuidadosamente, acariciou o gel onde toda mulher deve ser acariciada. Cíntia gemia baixinho com aquele dedo lhe causando um desconforto que ela não queria deixar de sentir. Pedro veio devagar. Forte, mas devagar, para fazer daquele momento um momento inesquecível.

Devagar e forte, úmido...aos poucos seu corpo se colou ao dela. Abraçou-a com força. Beijou-lhe a nuca. E então começou a trabalhar como um homem para sua pequena garotinha. Ela sentia o desconforto, mas gostava. Se Pedro pudesse, ficaria ali para sempre. Mas estava com tanto tesão acumulado que não demorou muito a encher a camisinha de porra. Porra grossa, quente, de cheiro forte. Cíntia sentiu as vibrações e se mexeu com mais força. Foram se ajoelhando lentamente e deitaram-se no chão, exaustos.

Fim

 

O relato de Bruninha

Me chamo Bruninha, tenho 23 aninhos e isso que vou relatar aconteceu a duas semanas, como tenho um emprego publico nunca pude usar roupinhas o tempo todo, só na intimidade e isso me consumia, então preparei as ferias dos meus sonhos, rs, antes de entrar de ferias deixei o cabelo crescer e fiz minha barba a lazer, porém o corte de cabelo era masculino ainda. Chegada as ferias viajei para Belo Horizonte e fiquei em um hotel onde não conheço ninguem e nem tenho familia, o primeiro passo foi fazer um alisamento progressivo no meu cabelão que chegava na cintura,cortei bem feminino com uma franjinha do tipo que a angelina jolie estava usando recentemente,fiz a sombrancelha, pintei as unhas de vermelho, e depilei todo o corpo, sou branquinha e da boca vermelhinha, so faltava a marquinha, vesti um biquininho e fui pra piscina do hotel e queimei a tarde inteira, não peguei muita cor mas fiquei com a marquinha,pra isso tudo gastei dois dias, estava linda, muito mesmo, e ia por a prova minha beleza nas ruas Belo Horizontina, fiz o ultimo toque, com uma agulha de vacina e um seringa bem grande inseri subcutaneamente 300 ml de soro fisiologico em meus peitinhos, fiquei top, vesti um espartilho e amarrei bem na cintura pra ficar bem feminino, coloquei a cinta liga e as meias 7/8 pretas de rendinha, vesti um vestidinho tomara que caia bem curtinho que quase não escondia a cinta liga pra me deixar bem sexy, aparecendo a marquinha, passei blush, baton vermelho pra realçar mais minha branqueza, passei lapis e sombra estilo Jade, porém bem discreta, estava perfeita, tenho 1,73 m, e um bundão com coxas grossas tava um arraso com meu salto agulha estava muito parecida com a tgata Bailey Jay só que coma bunda maior.

Decidi sair e ir a uma boate Gay que tem em bh chamada Eros, chamei um taxi e desci até o saguão do hotel pra esperar ele chegar e testar minha beleza, e fiz o maior sucesso, os funcionarios do hotel so faltavam me atacar, quando taxi chegou do saguão até o taxi recebi uns fiu-fiu de pessoas que estavam na porta do hote, quando entrei no taxi o taxista me encarou bem e com um olhar safado me perguntou pra onde iria, quando disse que era pra eros ele entendeu tudo rs, chegando na eros, fui logo comprar bebida e comecei a dançar perto do bar, ainda meio timida com a esposição, em determinado momento fui me dirigir ao banheiro tendo que atravessar o salão e enquanto andava senti uma puxada e um giro quase fiquei foi tonta, e quando percebi era um homem moreno claro de quase 2 metros e todo fortao, que simplesmente me disse sussurrando no ouvido- lindinha eu ainda te pego- afastei um pouquinho meu corpo olhei pra ele e apenas sorri a um palmo de sua boca, ele sorriu e disse- daqui a pouco a gente conversa- e saiu com seus amigos, eu estava lokinha queria conversar agora, naum depois, mas obediente fui ao banheiro me retoquei e fiquei dançando de forma que ele me visse fazendo a distraida e derrepente quando me distrai mesmo senti uma encoxada bem forte por traz, olhei meio de lado e era meu deus grego, que logo me lascou um beijo de lingua que correspondi e de quebra empinei a bundinha no pau dele, que por sinal ficou durrasso, nos beijamos muito e fomos conversar, ele me disse que chamava Lucas e era veterinario e morava em bh mesmo, que adorava pegar travequinhas e por isso estava na Eros com seus amigos, depois de um tempo fomos atéa rodinha de amigos dele e ele me apresentou dizendo _ essa a bruninha, cuidado com a intimidade que ela é minha- e eu molhei toda, ficamos conversando e dançando e ele sempre me bulinando e enconxando sei que tarde da noite ele me mordeu a orelha e disse que queria me levar pra sua casa, e eu fazendo a bobinha perguntei- pra que- e ele seco me respondeu - pra te comer- molhei na hora e respondi com um beijão na boca e ele entendeu, nos despedimos dos meninos e fomos no seu carro, enquanto dirigia ele me apertava a coxa e eu adorando, apertou meus seios mas doeu um pouco, acho que pelo enchimento com soro, assim que entramos na garagem fiquei meio tremula de medo, ele percebeu e me disse- calma princesa vai ser como vc quiser, sem pressa- fiquei mais calma e excitada entramos em casa e ele foi logo me beijando e dizendo que eu estava linda, gostosa e coisas assim me segurou pela cintura e me levou pro quarto, fiquei lokinha, chegando lá não aguentei desci até seu pau e chupei ele todinho das bolas a cabeçona, passava a lingua circularmente pela cabeça ele não aguentou o boquete e gozou meio que na minha boca e parte no meu olho, me limpei engolindo tudo e reclamei pke ainda nem tinha levado no rabinho e ele me disse que isso não era problema que na verdade me comeria a noite toda pediu apenas pra que eu fisesse um strip pra ele e eu prontamene atendi, dancei no seu pau ainda de vestido, e depois tirei o vestidinho devagarzinho, mostrando meu espartilho e minha cinta liga ele pirou me pegou com força me deu um beijão na boca me virou na cama ainda me segurando, cuspiu na mão e arredando a calcinha meteu sem do no meu cuzinho eu gritei alto e as lagrimas começaram a escorrer pelos olhos, implorei pra ele ir devagar, e ele disse -você me provocou agora aguenta rola- eu tava sentindo muitaaaa dor, ai ele segurou minha cintura apoiou seu peso em mim e começou meter forte e quase que como magica a dor foi virando tesão, desci minha mão ate minha rolinha e comecei me masturbar e tava gostoso demais ele me dava tapas na bunda e chamava de cachorra eu quase gosava e por fim ele estremeceu todo e encheu meu cuzinho de porra e so entaum vi que estavamos sem camisinha, ele me beijou e me convidou pra dormir lá, mas eu não aceitei queria ir embora então ele me levou ate o hotel trocamos numeros e aguardo anciosa ele me ligar denovo.

meu email é bubucd@hotmail.com

 

Ajudando no trabalho de escola

Ola Meninas! Há um tempo, minha namorada me pediu pra que fosse a casa dela, ajudá-la com um trabalho de escola. Ao fazer o pedido, notei que não seria só o trabalho pela ênfase que ela deu ao dizer que estaria sozinha em casa pela tarde. Claro que também notei sua cara safada ao dizer isso. Tendo segundas intenções ou não, o fato é que fui, pois com certeza eu não me arrependeria e mesmo que alguém chegasse, uma boa parte da tarde seria bem aproveitada ao lado dessa mulher sensacional.

Arrumei-me e pra entrar no jogo dela, coloquei uma saia curta e uma blusinha provocante. Ao chegar a casa dela, pude comprovar suas intenções já que realmente estava sozinha e pela forma de se vestir. Ela só pra provocar estava com uma bermuda xadrez meio apertada (que eu adoro) e uma camiseta branca. Logo que cheguei, ela me deu um abraço apertado, como sempre muito carinhosa, seguido de um beijo maravilhoso. Fiquei ate sem ar. Fingindo não ter me ligado de suas intenções, a chamei para terminarmos o trabalho logo, pois logo ia chover muito e eu precisava ir embora antes disso. Isso foi o que eu demonstrei, pois fiz de tudo pra que ela não percebesse o quanto torcia por aquele temporal.

Começamos procurando as informações em livros e nas pesquisas que ela havia retirado da internet. Entre um livro e outro rolava uns beijinhos, nada de mais ate então. Estávamos na sala, quando o barulho de um trovão me deu um grande susto. Gritei e a abracei, ela ficou rindo de mim. Fiz-me de brava e a soltei, sentei do outro lado do sofá e peguei um livro. Ela veio pra perto de mim, levantei e fui ao outro novamente. Ela me disse pra parar de bobeira e deixá-la chegar perto de mim, mas sei o quanto ela adora me ver brava e continuei. Pedi pra que não chegasse perto de mim, ela brincou e disse que iria trovejar novamente, fingi não me importar. Ela novamente veio pra perto de mim com a desculpa de me proteger, eu disse que não era pra se preocupar, que me virava sozinha.

Ela vendo que eu não ia ceder, sentou no meu colo de frente pra mim, pegou o livro de minhas mãos e o jogou longe. Segurou em meu rosto e disse-me que agora eu não fugiria. Continuei dando uma de “nervosinha”, a empurrei, mas ela voltou, sentou-se novamente e segurou meus braços. Agora, nem se eu quisesse conseguiria levantar. (Também não fiz muito esforço). Ela segurou meu rosto com uma mão e me beijou, tentei virar o rosto, mas já não conseguia controlar meu desejo. Só de estar perto dela já me excito, temos uma sintonia fora do comum. Desde que cheguei a sua casa e a vi, vestida da forma que adoro, senti meu sexo ficar úmido. Ela por sua vez, já sabia dessa minha tara e era obvio que fazia propositalmente. Deixei o beijo rolar, no inicio bem carinhoso, mas foi ficando mais intenso e safado. Ela não perdeu a oportunidade e começou a me acariciar. Apertava meus seios, descia pela minha barriga. Eu já havia perdido a noção do perigo, pois apesar de ela ser assumida, se alguém nos visse daquela forma, seria um escândalo.

Para nosso azar, ou sorte, o telefone dela tocou, era sua tia. Ela não quis atender, mas pedi que ela atendesse, porque poderia ser algo urgente. Ela atendeu contrariada e logo se abriu um sorriso no rosto da minha morena. E que sorriso lindo ela tem. Aliviei-me um pouco mais, pois se ela ria, só podia ser algo bom.

Ela se sentou novamente ao meu lado e disse que sua tia só chegaria mais tarde por conta da forte chuva. Adorei. Com tanta excitação, foi a minha vez de sentar sobre ela. Virei-me e sentei em seu colo, como ela antes fizera. Beijei-a calmamente, pois agora teríamos todo tempo para nos amarmos.

Ela voltou a acariciar-me, adorei, continuamos com o beijo molhado, intenso e maravilhoso, e eu também a acariciava. Seu rosto, seios, pescoço, tudo que alcançava naquele momento era apalpado. Entre um beijo e outro, soltava gemidos para provocá-la. Logo senti sua mão subindo sobre minha coxa, levantando a saia. Ela apertava, provocando-me. Sua forma de me acariciar era suave, mas ao mesmo tempo ousadas sempre buscando meu sexo que há essa hora já estava bem mais do que molhado.

Quando sua mão alcançou entre minhas pernas, meu gemido foi maior. Ela colocou a calcinha pro lado, levantei-me um pouco mais para que ela me tocasse com facilidade. Nossos lábios continuavam grudados, em um beijo que se fazia necessário. Eu era puxada contra seu corpo, da mesma forma que ela, eu precisava sentir seu calor, sua pele.

Já não agüentava mais, fiquei em pé sobre o sofá e tirei a calcinha, minha saia já não era problema, o que eu queria era somente pertencer a aquela mulher, satisfazê-la e me satisfazer. Ser dela e fazê-la minha.

Apesar de adorar me provocar, vi que ela já não estava agüentando, foi então que em seu ouvido pedi que me fizesse sua mulher, que me possuísse e me amasse. Ela não se fez de rogada e me penetrou de forma magnífica, com força. Claro que não tive resistência, deixei que ela usasse meu corpo para seu único e exclusivo prazer.

Já não podia controlar meu desejo, estava a ponto de explodir, mas queria ainda dar prazer a minha amada. Deitei-a no sofá e fiquei por cima, sua mão ainda me explorava, minha boca desejava a sua. Nossos corpos tremiam, suavam. Ela me tocava e eu gemia bastante. Com tanta excitação não me agüentei, gozei em seus dedos. Ela me beijou devagar, fui me acalmando, seus dedos continuavam a me tocar. Deitou-me sobre o sofá, sua boca percorria meu corpo, meus seios, até chegar ao meu sexo. Aquela língua quente me penetrava, sugando meu mel. Arrepiava-me, me enlouquecia. Após me secar toda, ela me convidou para um banho, sem resistência nenhuma fui conduzida até o banheiro. Amamos-nos novamente no chuveiro, dessa vez de forma mais romântica, todo aquele amor era demonstrado por beijos, leves toques, palavras de afeto. Seu sexo junto ao meu era o que agora nos satisfazia. A chuva continuava, e o barulho nos deixava ainda mais envolvidas, desligadas de tudo que acontecia após aquelas paredes. Meu gozo foi espontâneo, senti que ela também estava no auge. Beijei-a. Ao terminar realmente o banho, fomos para a cama. Ficamos abraçadas, trocando caricias por horas, sua tia avisou que voltaria apenas no outro dia, e passamos a noite juntas.

E naquela noite, tive a certeza de que aquela era a mulher da minha vida, aquela que não só me satisfazia na cama, mas que fazia com que eu me senti-se amada, me fazia amá-la da forma que jamais havia amado.

Infelizmente o que é bom nem sempre dura muito, e logo o ciúmes e outras coisas nos afastaram. Mas jamais vou esquecer-me daquele sorriso, das brincadeiras, e daquela menina que me fez tão bem.

Esse guardei a sete chaves pra você!

Saudades C..

 

T... GirlOfDesire@hotmail.com

 

Transa com garota da net

Olá, meu nome é Annie (ficticio) sou clara, olhos castanhos claros, cabelos lisos e claros, tenho 1.70m, 59 kg, malho, tenho o corpo malhado e pernas torneadas e bubum empinado e durinho. tenho 21 anos. Sou atraente e bonita.

Vou contar a historia (veridica) da primeira transa entre minha ex namorada( q conheci na net) e eu. O nome dela é July( ficticio), ela é bonita, tem 1.60m, 48kg, tem um corpo bonito, é morena e é gostosa.

nos conhecemos de madrugada na internete, conversavamos bastante e depois de quase um ano, convenci ela a nos encontrarmos. Entao nos encontramos. Fomos ao cinema e la nao nos aguentamos, começamos a nos beijar no escuro do cinema, e começaram as maos bobas. Fui passando minha mao pelo seus seios, pela sua barriga, pela sua xana e ela foi fazendo o mesmo, primeiro bem timidas. Depois td começou a esquentar e ja nao nos aguentavamos de tanto tesao. Eu estava mto molhada e senti q ela tbm estava ensopada. Saiamos do cinema e fomos p um quarto de hotel. Ficamos com vergonha de entrar, pesnamos, mas o tesao estava demais, pagamos e entramos. Ela foi ao banheiro e eu fiquei esperando-a morrendo de tesao na porta do quarto. Assim q ela abriu, eu a peguei com força e a joguei em cima da cama. Senti q eu ja tinha molhado a minha roupa toda. Ela m olhou e percebeu e sorriu maliciosamente. Eu adorei! Começei a beijar sua boca gostosa, seus labios sao bem carnudos e gostosos. Fui beijando seu pescoço, ela arrepiava toda com isso. Tirei sua blusa com a boca e lambia sua barriga, tirei seu sutian, e mamei em seus seios, chupei cada um deles com toda vontade, ela gemia e eu adorava e m molhava cada vez mais. Tirei sua calça, e beijei sua xana, ainda com a calcinha, ela gemia e pedia, implorava p tirar a calcinha, eu sorri p ela e logo tirei e caia d boca naquela xana cheirosa e molhadinha, ensopada. Chupei todo aquele mel delicioso. Passei minha lingua no seu clitoris e ela se contorcia d tanto prazer, gemia, m arranhava. Ela m puxou com força e beijou a minha boca, sentindo o sabor do seu mel. Entao eu contiunei lambendo, chupando e ela gemia, pedia p eu fuder. Entao enfiei meu dedo com toda força bem no fundo d sua xana, na hora ela se contorceu toda e m chamou d gostosa. Eu disse q gostosa era ela. Eu fudia a xana dela com dois dedos e ela se contorcendo na minha mao, gemendo, m arranhando e ficando cada vez mais molhada. Eu nao aguentei e gozei e estava ainda de roupa. Ai ela começou a tirar minha blusa, ela sentou em cima da minha barriga com a xana toda ensopada e rebolava em cima d mim. Eu enlouqueci com aquilo. Ela chupou meus seios, beijou minha boca, tirou toda minha roupa, beijou minhas pernas, minhas coxas, ela estava louca d tesao e eu tbm. Ela tirou minha calcinha e chupou minha xana, eu gozei assim q ela colocou a lingua na minha xana. Ela sorriu p mim e m disse q ja era a segunda vez q fazia isso e dessa vez ela ia chupar tudo. Eu ficava louca d tanto tsao. Ela m chupou ate eu nao aguentar mais e gozei novamente. Comecei a tremer sem parar d tanto tesao. Ela passava a lingua devagar pelo meu clitoris e isso m dava tanto prazer. Eu tive um orgasmo assim. Ela enfiou o deo na minha xana e socava la dentro com força e velocidade e eu m contorcendo d tanto prazer.

Enquanto ela m fudia eu chupava os seios deliciosos dela.
Fizemos um 69 gostoso. Ela m chupando e eu chupava ela e aquilo nos deixava loucas e ensopadas. Sugamos tudo. Depois rebolamos com as nossas xanas uma sobre a outra, que maravilha, q delicia, q tesao. Aquilo era maravilhoso. Nos duas em estado de extase, prazer total, esfregavamos nossas xanas molhadas.
Depois eu fudi ela novamente com meus dedos, com tres dedos e ela adorava. Ela fez novamente em mim.
Fizemos 69 novamente e qnd ja nao aguentavamos mais, e nem nos davamos conta da hora, ja havia passado 3 horas e nos duas nessa maravilha de transa. Mas mesmo assim continuamos nos chupando, sem preocupaçoers.
Fomos tomar banho juntas e agente s ensaboava mutuamente e nos beijavamos. E acabmos o banho e ficamos nuas em pe, Uma com o dedo no clitoris da outra, estimulando, aquilo era otimo e excitante.

Eu ajoelhei e chupei a xana dela toda molhada e limpinha.
Fomos novamente para cama e esfregamos as xanas enaqunto nos beijamos loucamente.
E entao o celular despertou, tinahmos q sair, ja estava na hora do meu onibus para casa. Infelizmente, vestimos as roupas, nos beijamos mais algumas vezes e fomos para a rodoviaria. O onibus estava atrasado. Tomamos um sorvete. E agente se olhava com tanto desejo. Chupando o sorvete com tanto tesao e ficamos molhadas novamente. Q vontade d comer e fuder aquela garota novamente. Procuramos um local vazio na rodoviaria p nos beijar. nao achamos. Entao fomos ao banheiro. Estava vazio. Entramos no mesmo banheiro e nos beijamos mais mtas vezes e colocamos a mao dentro da calça uma da outra. Ate q ouvimos um barulho, nos recompomos, ou tentamos e fomos embora.
Estava na hora do onibus. Fomos at o portao d embarque. Estavamos com tanto desejo. Nos seuramos p nao nos beijar novamente. Entrei no oniubs e ela foi embora.
No caminho trocamos sms deliciosas.
Adorei aquela primeira transa.

Entao decidimos começara a namorar, mesmo distantes. Nos encontravamos 2 vezes ao mes. E sempre agente pegava fogo juntas. Sempre foi muito gostoso.
Mas 1 ano depois terminamos e ate hj sinto saudades daquela mulher gosotosa, daquela xana gostosa e daqueles dias d transa maravilhosas com ela.
Quem gostou do meu conto e quiser m escrever. Sou de Joao Monlevade, MG. Sou lesbica, mas nunca mais depois dela fiquei com uma mulher novamente, pq nao conheço nenhuma lesbica solteira em minha cidade, é uma cidade pequena, sem cinema, sem nada. E eu morro de tesao por mulheres e tenho vontade de namorar uma mulher novamente.
Meu email: senhoritametalica@yahoo.com.br
Beijos, espero q tenham gostado. Eu fiquei super excitada so de lembrar.

 

Fudendo o cara da academia

Me chamo Igor tenho 26 anos, sou branco, tenho 1,89 de altura peso 80 kilos, tenho cabelo loiro meio acastanhados e olhos azuis, essa é minha primeira vez escrevendo um conto, então vamos aos fatos.

Sempre que eu ia pra academia malhar eu encontrava com um garoto, muito bonito, de uma beleza máscula, porém eu o achava delicado vou chamá-lo aqui de Junior, ele tinha 19 anos de idade, moreno com 1,83 altura, 78 kilos, olhos castanhos claros, e cabelos negros, muito bonito mesmo, mais só consigo admitir isso agora, pois na época eu era hetero, voltando a historia eu sempre via ele malhando e o achava parecido com alguém mais eu me lembrava com quem era, enfim, só que ele ficava me encarando o que me deixava um pouco irritado, ora ele me olhava fixamente ora dava piscadinhas pra mim, eu sempre olhava pra ele com cara de mal, mais ele sequer ficava intimidado, o que mais me deixava excitado, é que as meninas da academia ficavam de cima dele, e ele dava moral pra elas ate beijava algumas, o cara era um safado.

Certo dia estava no vestiário quando eu ele cruzamos na porta eu entrando ele saindo, e a entrada do banheiro é bem estreita, encostei-me à parede pra ele passar, e o safado passou com o corpo bem colado ao meu esfregando sua bunda na minha rola, e aquele cheirinho de shampoo dele, me deixou meio doido, se esfregou em mim, olhou pra trás e disse um Oi, com um sorrisinho safado no rosto, minha vontade nessa hora, foi de dar uma surra nele, e depois meter a rola pra ele aprender a ser macho, mais me contive e fui tomar minha ducha, enquanto tomava meu banho, o sorriso daquele muleque não me saia da cabeça, e meu pau o tempo tudo duro, eu não acreditava que estava daquele jeito por causa de um homem, terminei minha ducha, me vesti dei uma ajeitada na mala e fui embora, mais a noite decidi ir a uma conhecida boate da cidade com meus amigos todos heteros, chegamos fomos ao camarote a festa estava muito boa quando já se aproximava das 03:00 da manhã olho para o camarote da frente, e vejo o Junior beijando uma garota, e essa garota ficava passando a mão na bunda dele, alisando o corpo dele, nessa hora fui tomado por um sentimento que eu desconhecia, mais mesmo assim me contive enrolei por ali mais um tempo e fui embora, no estacionamento quem eu encontro parado próximo a um carro preto, ele mesmo o Junior, quando ele me viu aproximando já deu um sorrisinho de canto de boca o que me deixou muito puto, no fundo eu gostava das provocações dele, mais sempre fazia cara de marrento, pode parecer mentira mais meu carro estava ao lado do carro dele.

Aproximei-me e ele me disse – Olha só que minha noite pode ter um final melhor do que eu esperava Boa noite Igor. Eu o respondi sem entender muito bem o que ele estava falando, ele então me disse algo que me deixou doido, ele chegou próximo a mim com um cheirinho gostoso de perfume, me olhou nos olhos e disse – Na sua casa ou na minha, mais me disse isso dando uma senhora gargalhada, antes que pudesse pensar melhor e desistir respondi a ele – Vamos embora pra minha então Ué.
Nessa hora foi que a conversa começou a pegar fogo porque o Junior começou a me provocar dizendo:
- Você por um acaso sabe o que eu pretendo fazer com você Igor?
Igor: Acho que sei sim.
Junior: Então tudo bem então me segue no seu carro, que deixo o meu em casa e nos iremos seguir pra sua, pode ser?
Igor: Pode ser sim, mais já vou te avisando que hoje vou te ensinar a ser macho de verdade rapaz, tu nunca mais vai ficar se engraçando pra machos em academia, nem em lugar nenhum.

Junior: Muitos já me disseram isso e falhou na missão meu querido, mais você pode tentar, eu deixo, e só pra constar, eu depilei hoje to com a bunda lisinha.
Na hora que ele falou isso meu pau já pulou dentro da calça eu sabia que aquilo que eu estava fazendo era loucura mais mesmo assim que queria comer aquele muleque de qualquer forma, então já entrei no carro e ele também, e fui seguindo ele ate sua casa, ele guardou o carro e fomos rumo a minha eu moro sozinho o que facilitava bem as coisas, entramos na garagem abri a porta e nesse tempo ficamos todos calados, ninguém dizia nada, entramos pela porta da sala e perguntei se ele queria beber algo, ele disse que sim e me perguntou onde era meu quarto, sinalizei e fui buscar a bebida, quando cheguei no meu quarto ele estava deitado só de cueca na cama, e me fazendo sinal pra deitar, eu larguei a bebida no criado mudo e fui em direção a Cama no que me sentei ele já me deu um beijo, eu estava meio sem jeito não sabia onde colocar a mão, nem pra qual lado mexer a cabeça, ele percebendo minha insegurança disse – Pensa que eu sou uma garota que você sempre quis na sua cama.

Foi só o que eu precisava ouvir, comecei a tocar o corpo dele, passar a mão naquele bundao gostoso, ele gemia muito baixo mais de forma máscula, aquilo parecia um premio pra mim, eu adorava beijar ele e abafar seus gemidinhos, ele começou a morder minhas orelhas e ficou em cima de mim, começou a tirar minha camiseta, desabotou minha calça eu pra ajudar já tirei meus calçados com os pés, e ele tirou minha calça, ao mesmo tempo em que tirou minha cueca, meu pau já saltou pra fora todo melado, pedi para ele apagar a luz porque eu estava morrendo de vergonha, mais ele fez sinal negativo com a cabeça e novamente veio em minha direção mais dessa vez parou a altura da minha virilha e começou a me chupar, eu modéstia a parte tenho um pau de responsa 20cm, grosso na medida certa, enfim ele começou a me chupar de forma muito gostosa, eu passava a mão em seu rosto enquanto ele me sugava, era uma sensação muito boa, e tinha ouvido uma vez que homens chupam melhor que as mulheres e isso é verdade mesmo, ele ficou ali me dando prazer com aquela boca gostosa um bom tempo como eu estava bêbado nem passei perto de gozar, mais eu sentia cada toque ele me dava enquanto ele me chupava eu dizia algumas sacanagens pra ele do tipo – Mama eu seu puto, chupa essa rola, hoje ela é todinha sua, e fazia movimento com meu corpo pro meu pau entrar mais e mais na boca dele.

Ate que ele parou de chupar me beijou, eu senti meu próprio gosto e aquilo me mostrou uma sensação completamente nova, ele me envolveu em um beijo e disse – Igor Me come. Nossa meu sangue ferveu quando ele falou isso, peguei uma camisinha encapei o menino e subi em cima dele, que ficou de quatro pra mim, comecei a meter bem devagar porque era bem apertadinho, fiquei fudendo bem devagar, mais ele olhou pra trás e disse me desafiando – É só isso Igor? Caraca eu fiquei muito puto quando ele me falou isso, comecei a meter feito um animal no cio, fudia mesmo, segurava ele pela cintura e mandava rola sem dó nem piedade e dizia –Toma seu viadinho tu fica beijando as meninas mais eu sempre soube que seu negocio era rola, era isso que você queria, ele ria, e dizia que tava adorando, fiquei metendo ate que senti sua bunda prender meu pau la dentro, ele então sem tocar no pau gozou mais gozou muito mesmo ficou ate mole na cama, eu segurei sua cintura e dei mais umas cinco bombadas, daquelas bem profundas, tirei meu pau de dentro e coloquei na boca dele, que me recebeu muito bem ele só deu umas três mamadas e gozei na boca dele, sem nem avisar e ele bebeu tudinho não deixou cair nada no chão,e depois me beijou eu fiquei meio receoso no começo mais deixei ele me beijar.

Era um gosto totalmente novo, ele se levantou e foi tomar banho, esperei ele terminar e fui, assim que sai da ducha ele estava na sala só de cueca assistindo TV sentado no sofá, me sentei a seu lado e antes que disse-se qualquer coisa ele me deu mais um beijo, eu então resolvi viver essa nova experiência com um homem, não sei se é amor ou apenas tesão, mais uma coisa é fato, meu viadinho da muito Gostoso.

brandom.damasceno@hotmail.com

Fantasias de um corno viadinho

Eu sou um cara que fantasia demais. Adoro fantasiar criando estorinhas e bater gloriosas punhetas pensando nelas. Adoro bater punhetas, bato várias ao dia. Tenho muito tesão e me considero insaciável, muito tarado e safado entre quatro paredes. Sou do tipo topa tudo, exceto violência. Amo dar a bundinha e mamar gulosamente num pau grande e grosso. Sou bissexual desde meus 25 aninhos, logo após ter casado. Casei e comecei a gostar de rola. Hoje, após alguns anos, sou louco por elas. Não posso ver uma rola dura que fico babando nela. Confesso que já tive algumas transas com machos. Já cheguei até mesmo a transar com dois de uma só vez, onde guardo com muito tesão, pois afinal, dar a bundinha e mamar gostoso ao mesmo tempo não é pra qualquer um.  Como disse, adoro fantasiar, criando estorinhas onde faço de tudo que tenho vontade. Uma das minhas taras e fantasias é a de ser corno viadinho dela. Imagino tantas coisas assim que já amanheço de pau duro olhando a minha esposa seminua e batendo punheta pensando nela com outros machos. Vou narrar a seguir como gostaria de me tornar corno viadinho dela, obviamente, isto não passa de uma fantasia, pois sei que ela não toparia nunca tal coisa, até porque, nem sonha que gosto de homens, mas, porém, eu faria tudinho se ela topasse. Não deixem de ler, principalmente os corninhos e maridos que gostam de rola, pois garanto, vai dar muito tesão..............rsrsrsssssssssss.

Depois de três anos de casado, comecei a comprar revistas eróticas do tipo classificados eróticos para apreciar as fantasias das pessoas. Sempre me prendi muito a esse tipo de fantasia, pois assim, sabemos o que as pessoas sentem em relação ao sexo. Não era diferente de mim com certeza. Sempre folheava as revistas na hora do banho, até que um dia cheguei em casa e peguei minha mulher no banheiro folheando as revistas. Ao ver-me, deu um sorriso safado e perguntou o que eram aquelas revistas. Antes de me explicar ela disse que adorou ler tanta fantasia que parecia estar toda molhada. Fiquei louco de tesão, pegando-a e levando-a para cama onde transamos gostoso em seguida. Depois da transa, ela me disse que pode continuar a comprar tais revistas que gostaria de ver mais. E assim eu fiz, toda semana chegava com uma nova. Nossas transas ficaram mais intensas, sempre imaginando-nos realizando todas aquelas fantasias. Minha mulher ficou mais liberal e, em dado momento, nas nossas transas, ela começou a fazer carinhos na minha bundinha dizendo que tinha vontade de lamber meu cuzinho.  Achei maravilhoso pois além de já gostar de rola (ela nem sonhava com isso), seria um presente pra eu ficar de quatro e ser lambido por ela. Fiquei muito feliz e disse a ela que faria qualquer coisa por ela, pois a amava demais e que faria com muito tesão ela realizar todas as fantasias que ela tem vontade. Seus olhos brilharam mais uma vez e pediu então para eu ficar de quatro pra ela. Assim eu fiz, me arreganhei todo pra ela e então começou a brincar com minha bundinha, passando a mão, a lingua e o dedinho no cuzinho. Foi lambendo devagarinho me arrancando suspiros e gemidos. Percebia que seu tesão aumentava pois a força com que exercia sua língua também aumentava. Suas mãos me apertavam com mais força a bunda e então ela começou a dar-me tapas na bundinha, perguntando se o maridinho estava gostando. Eu disse que sim, que estava adorando. Então ela começou a enfiar dedos e mais dedos, até me fazer gozar gostoso. Depois da transa, ficamos horas conversando sobre fantasias e acabei soltando que tinha tesão por cacetes. Ela levou um susto e perguntou se já havia transado com homens. Disse que não, mas que tenho vontade. Decidimos então comprar um consolo pra ela me foder quando quisesse. Minha mulher pegou tanto gosto pela coisa que me fodia todos os dias, dando-me tapas na bundinha, me chamando de viadinho, putinha e que eu ainda vou virar o corno dela. Ela fazia-me gozar e levava minha porra na minha boca, dizendo que eu tinha que provar da minha porra, pois todo viadinho gosta de leite. Disse também que era pra eu usar calcinhas, pois não gostaria de comer um cu de macho e sim, de um macho putinha, que adorava rola e de ser a menininha dela. Comecei então a usar suas calcinhas e suas roupinhas. Depois de algum tempo, até dormia de calcinha fio dental e camisolinha ou baby doll. Passei a amar essa situação. Comecei a me sentir mais fêmea e gostar mais ainda de levar vara. Ela parecia ter encontrado a “amiga dos seus sonhos”. Agora eu virei sua “amiguinha lésbica”, pois além de me fazer usar suas roupinhas, agora até me maquiava pra transar com ela. Numa dessas transas, eu disse a ela que deveria arrumar machos pra foderem a gente. Ela concordou de imediato, pois disse que iria adorar eu gemer nos braços de um macho, fazendo de tudo com ele como se fosse sua namoradinha. Eu disse a ela que também queria ser corno. Queria muito ver ela nos braços de outro, trepando gostoso e sendo a namoradinha dele. Ficamos loucos de tesão pelas declarações e trepamos feitos animais. Passamos os próximos dias a procurar um macho que realizassem nossas fantasias. Estávamos todos os dias na net batendo papo e nada de arrumar alguém especial que me desvirginasse o rabo e comece minha puta na minha frente. Dias depois, arrumamos um macho, aproximadamente com seus 40 anos, corpo atlético, espirito jovial, com tudo em cima, boa pinta, educado e acima de tudo, muito tarado e safado com casais, pois disse-nos que  já tinha experiências com casais bi, onde já havia saído com alguns. Fiquei animado pois era o que eu queria, um homem que estivesse não somente querendo comer uma xoxota com o marido do lado, mas sim, uma xoxota com o cu e a boca do marido juntos. Disse que adora os maridos junto de suas esposas, principalmente os mais viadinhos, que trepam sem pudor na frente dela. Já estávamos convencidos que era ele e então marcamos de nos encontrar. Marcamos na manhã de sábado próximo em um bar/restaurante de Brasília. Chegamos na hora marcada e ficamos aguardando ele em um cantinho mais reservado, tomando um chopinho. Quando ele chegou, pelas características, rimos de felicidade, pois parecia ser melhor que imaginávamos. Ele se aproximou, apresentou-se e convidamos-lhe para se sentar conosco. Depois de muito chope, conversas variadas e muita descontração, começamos a falar de nossas fantasias. Dissemos tudo: quando começou, como começou, o que queremos, como gostaríamos etc.  Nossas calcinhas já estavam molhadas (eu estava de calcinha), pois estávamos nos deliciando com aquele homem gostoso à nossa frente. Decidimos então sair dali e procurar um motel para passarmos a tarde juntos. Fomos então. Minha esposa foi no banco de traz com o Claudio, beijando-o na boca e massageando seu pau. Tirou pra fora e deu um grito:

- Amor, olha que cacete maravilhoso que nós duas vamos apreciar!!! Virei-me e pude perceber que pessoalmente era melhor que na fotografia que havia mostrado. Nossa que pau delicioso. Era grande, grosso, reto, liso e cabeçona vermelha. Claudio era um moreno muito bonito. Minha mulher caiu de boca naquela vara e tirava suspiros de Claudio, olhando para eu dizendo que estava adorando ser chupado pela minha puta e que queria ver minha boca gulosa nele também. Acelerei pra chegarmos logo no motel. Descemos do carro e corremos para o quarto. Lá, minha mulher deu um longo beijo na boca de Claudio, quando ao mesmo tempo ele esfregava seu corpo no dela. Ela tirou a roupa toda de Claudio enquanto eu tirava a minha. Ficamos os dois pelados e minha mulher de joelhos mamando no Claudio. Ela então me pediu para juntar ao Claudio para mamar as duas de uma vez. Posicionei-me do lado de Claudio e minha mulher ora mamava em uma ora mamava em outra. Claudio me abraçou e alisou minha bundinha. Me arrepiei todinha, pois era o primeiro homem que passava a mão em minha bunda. Olhei em seus olhos e fui surpreendido por um beijo que me deixou sem folego. Minha mulher até parou de chupar o Claudio. Disse que não acreditava ter me visto beijando na boca de outro homem. Pediu novamente que fizéssemos pois havia adorado ver o macho dela beijando na boca de outro. Entreguei-me então ao Claudio por completo. Olhamos olho no olho e ele beijou-me como nunca havia beijado alguém. Beijou-me loucamente, passando as mãos sob minhas costas, bunda, nuca, apertando-me contra seu peito, sugando minha língua e mordendo meus lábios. Acordamos do transe ouvindo minha mulher batendo palmas e me chamando de corninho viadinho.
- Que delícia meu corninho, isso, quero ver você como uma menina minha putinha safada. Meu viadinho, te amo meu amor. Você é o macho que eu amo e ao mesmo tempo a minha menina que adoro!!! Continua amor!!
Dei um lindo sorriso pra ela e voltei a chupar a língua de Claudio. Que homem gostoso. Estava me tirando o fôlego antes mesmo de começar. Nisso minha mulher já estava tirando a roupa e me chamando pra provar a rola do nosso macho. Abaixei-me então e pude segurar, cheirar, beijar, lamber e chupar minha primeira rola de verdade. Minha mulher deixou-me mamar por uns instantes sozinho, até reclamar que estava ali de joelhos juntamente comigo para mamarmos juntas naquela rola e não eu sozinha. Ri e passei o pau pra ela. Começamos a revezar naquela pica gostosa. Ora ela chupava as bolas e eu a glande, ora eu chupava as bolas e virilha e ela a glande. Nosso macho puxou minha esposa e eu pelos braços e colocou-nos de quatro na cama. Pediu que ficássemos com nossas caras no colchão e assim fizemos. Ficamos com a bunda empinada e ele enfiou sua cara na bunda da minha mulher, chupando ao mesmo tempo seu cú e sua xoxota, ao passo que alisava a minha bundinha tb.
- Hummmmmmmm............Adoro xoxota molhada!!!   Disse ele.
- Soca sua língua no meu cú seu tarado. Quero dar meu rabo pra vc seu puto!!  Disse ela.

Estava ansioso aguardando minha vez de levar uma língua no cú, até que ele largou o dela e veio para o meu. Arrepiei-me todinho quando ele encostou sua língua no meu buraquinho. Que delícia levar uma língua no cú. Só quem já teve tal experiência é que pode narrar isso. É DEMAIS. Ele socava com força sua língua no meu cú, parecendo querer abri-lo com ela. Dava tapas ao mesmo tempo, chamando-o de viadinho, putinha, cadelinha, safadinha. Minha mulher estava nos olhando apreciando aquela situação. Revirava os olhinhos, minha boca secava, meu pau estava duríssimo e queria que ele ficasse ali por horas. Minha mulher perguntou se estava gostando.........disse que não tinha palavras para descrever tudo aquilo. Disse que eu a amava demais e que somente uma mulher como ela pra entender os desejos de um marido. Ela riu e disse que merecia muito mais. Nosso macho então resolveu comer a xoxota dela. Enfiou todo seu pau nela e pediu para que eu ficasse por baixo, tipo 69. Enquanto ele comia a buceta dela, eu lambia sua xoxota e ao mesmo tempo o saco dele. De repente ele tirou o pau da xoxota dela e enfiou na minha boca. Que delícia poder provar a xoxota da minha mulher naquele pau. Minha mulher até virou pra traz pra ver a cara dele. Eu gemia de tesão e felicidade. Ele fez várias vezes isso, até não aguentar mais e gozar na buceta dela. Encheu sua boceta de porra ao mesmo tempo que fazia ela gritar de tesão, pois estava gozando. Quando tirou o cacete, enfiou na minha boca pra limpar e depois falou pra limpar a buceta da minha puta. Falou em tom arrogante................ “limpa tudo viado”!!!! Corno!!!...........................hummmmmmmmmmmmmm......pela primeira vez ouvia aquilo e me tremia todo de tesão.. Adorei ser corneado por um homem como aquele. Cai de boca na sua vara gostosamente limpando toda porra que nela estava e depois cai de boca na xoxota da minha mulher limpando e sugando toda porra grudada nela. Hummmmmmmmmmmmmmm...................delícia............Estava tão bom que minha puta gozou novamente. Só quem gosta de porra que sabe como é bom ser submisso nessas horas. Enquanto sugava a porra na buceta da minha mulher, nosso macho foi ao banheiro pra banhar-se. Depois foi minha mulher e eu aguardava meu macho de quatro na cama, pois sabia que agora ele iria querer meu cú. Ele voltou e sem falar nada, enfiou sua cara no meio do meu rabo. Disse que eu era uma delícia de viadinho e que iria me comer muito gostoso. Ao ouvir aquilo, rebolei como uma menina. Ele sugava meu botãozinho e dava tapas na minha bundinha me fazendo suspirar de tesão. Depois de enfiar três dedos no meu cú, disse que iria me arrombar. Hummmmmmm.............ao encostar sua cabeça na portinha do meu cú fiquei apreciava pois somente havia dado a bundinha pra minha mulher, agora estava com um macho de verdade. Mas Claudio foi lindo demais, pois fez questão de fazer com muito carinho, colocando e tirando devagarinho do meu rabo, ao mesmo tempo que lambia minha nuca, chupava minha orelha e tentava beijar minha boca. Eu com aquele peso todo em cima de mim, suado, gemendo muito, estava delirando de prazer. Minha mulher vendo aquela putaria, enfiou debaixo do meu corpo e começou a fazer um 69 comigo. Nosso macho comia meu cú e ela mamava no meu pau. Não aguentei muito tempo assim, gozei loucamente na boca da minha mulher. Ela saiu debaixo de mim e veio me beijar com minha porra na boca. Delícia beijar na boca de outra pessoa meladinha de porra. Minha mulher me beijou e disse a Claudio que agora era a vez dela levar no cu. Claudio então tirou do meu rabo e enfiou na boca da minha mulher dizendo que ela deveria provar o cu do maridinho primeiro pra depois levar vara no rabo. Ela então mamou no pau de Claudio, provando do meu rabo e depois me beijou novamente pra sentir o gosto  de cú na sua boca. Ela ficou de quatro então e Claudio enfiou a rola no seu cu. A puta gemia de prazer. Claudio resolveu fazer comigo o que fez com ela. Tirava o pau do cú dela e mandava-me mamar pra provar o doce gosto de seu cú. Fiz isso varias vezes até ele não aguentar a socar seu caralho no rabo da vadia e pediu então que nos duas ficássemos de joelhos para beber da sua porra. As duas putas sedentas por leite quente ajoelharam-se no chão e Claudio começou a jorrar leite em nossas caras e bocas. Quanta porra Claudio jorrou em nossas bocas. Ao terminar, ele socou sua vara na boca de minha esposa e depois na minha.

Olhamos nos olhos uma da outra e nos beijamos loucamente, felizes e realizadas por ter dado pra um macho tão gostoso, tarado e safado como o Claudio. Depois fomos os três para banheira e lá, mamamos novamente o Claudio, fazendo-o gozar mais uma vez, porém, desta vez, minha mulher disse que queria ver eu  tomando toda sua porra sozinho. Assim eu fiz, Claudio segurou meu queixo na hora de gozar e socou sua rola dentro da minha boca, fazendo-me quase engasgar com sua porra. Mas engoli tudinho, saboreando cada gota e depois continuei chupando, até amolecer na minha boca. Depois desta putaria, fomos para casa, porém, sem antes combinar com Claudio quando treparíamos novamente. Claudio disse ter ficado lisonjeado em poder foder um casal tão gostoso e safado como nós, deixando claro que de agora em diante, seríamos dele pra sempre, aonde iria foder sempre as duas putinhas. A partir desse dia, ter o Claudio em casa virou rotina. Chegava do trabalho em casa e Claudio estava lá comendo minha mulher. Às vezes ia lá em casa, estava apenas eu mas o pau comia do mesmo jeito. Para Claudio, tanto eu quanto minha mulher deixava-o satisfeito em gozar, afinal, éramos duas putinhas loucas por rola. Claudio por diversas vezes dormiu em nossa cama e por várias vezes, me comeu fora de casa. Quase apaixonei por ele e, foi quando percebi que deveríamos procurar outros machos, inclusive um para ela e outro para mim. Deveríamos ter nossos machos separados para poder sair e foder sempre com eles onde quiséssemos. Minha mulher concordou e a partir dai, começamos a levar outros machos pra casa. Eu tinha meu namorado e ela tinha o dela. Era uma delícia chegar em casa e pegar minha mulher dando na nossa cama pra outros. Por muitas vezes, tanto eu quanto ela, quando estávamos dando a bundinha, o convite era aberto pra participar, mas algumas vezes, queríamos ficar com nossos machos sozinhas, sem dividir uma com a outra. Tornei-me a melhor amiga de minha mulher. Sempre usando suas roupinhas na intimidade. Sempre trocando experiências com nossos machos e adorando tudo aquilo que fazíamos. Éramos confidentes uma da outra e sempre andávamos nas ruas nos oferecendo e insinuando para os machos.
Pessoal, para quem gostou, poderá ser continuado este conto com novas e gostosas putarias. Para quem não gostou, lamento, pois não deve fazer parte de suas fantasias. 

Escrevam comentando, vou adorar ouvir de vocês. Vou adorar trocar e-mail´s com estórias parecidas e/ou diferentes, porém, com muito tesão.

Sou um cara muito tarado e safado, boa pinta, quarentão, moro no DF e gostaria muito de fazer amizades e sexo real com pessoas idôneas, sexualmente taradas e safadas como eu, discretas, boa aparência e honestas. Se for de seu interesse, entre em contato e vamos nos tornar amigos. Sonho ter uma amiga CD.

Beijos.

Mikaela40df@hotmail.com

 

Meu dia de puta

Bom dia ! Meu nome é Shirley, sou casada há 13 anos com o jony, ambos na faixa dos 30 anos, formamos um casal liberal, gostamos muito de sexo e de fantasias, já realizamos muitas, meu marido adora ver ou saber que é um corno, ele me encentiva a usar roupas provocantes, paquerar e me auxilia na escrita desses contos. Vou contar agora pra vocês mais uma loucura que fiz sem o Jony, meu marido, estar presente, afinal ele me libera e depois eu conto pra ele. Eu tenho uma amiga que se chama Flávia, ela trabalha em uma revendedora de cosméticos vizinho ao escritório onde eu trabalho, o marido da Flávia é o João, ele trabalha com o Jony, meu marido, eles são representantes comercial e estão sempre viajando, nós quatro formamos dois casais liberais, estamos sempre juntos fazendo swing e menage.

Um certo dia eu estava trabalhando no escritório juntamente com o meu patrão, o Sr. Fernando, era uma sexta-feira a tarde, quase 16:00 Hs quando o telefone toca, era o Jony, meu marido, me dizendo que havia recebido uma determinação para viajar juntamente com o joão em uma hora e que ele queria que eu desse um jeito para sair mais cedo do trabalho para arrumar sua bolsa e se desse tempo namorar um pouquinho como despedida, mal eu baixei o telefone e um tezão enorme tomou conta de mim, então fui até a sala do meu patrão pedir a ele pra sair mais cedo, chegando lá eu expliquei pro Sr. Fernando que precisaría sair naquele momento para resolver um probleminha, Sr. Fernando aceitou o meu pedido e me liberou pra sair mais cedo até se prontificou a me dar uma carona no seu carro até a minha casa mais com uma condição; que eu desse uma rapidinha com ele ali mesmo no escritório, antes de ir me deixar em casa, Sr. Fernando é meu amigo/amante e eu já tranzei com ele várias vezes, inclusive nossa última tranza foi na frente do Jony, meu marido, mais mesmo assim eu não aceitei, eu disse a ele que estava apressada e naquele momento eu não tinha tempo, afinal o Jony iría viajar e depois disso eu e ele teríamos tempo de sobra, Sr. Fernando entendeu mais não compreendeu mesmo assim ele acabou aceitando, pegou seu carro e foi me deixar em casa, no trajeto ele ia dirigindo e me dizendo que estava morrendo de vontade de me comer e mostrando como seu pau estava duro dentro da sua calça, eu também estava com tezão danado mais o tempo era curto e eu tinha também de cuidar do Jony, meu marido, quando nós chegamos em frente a minha casa, Sr. Fernando parou o carro e me pediu para esperar um pouquinho, a rua estava deserta, em seguida ele abriu sua calça, colocou o pau para fora e começou a se masturbar rapidamente dizendo;......

Já que eu não posso te comer agora pelo menos me ajuda a gozar...... Em seguida peguei seu pau e comecei a masturbar, quando senti aquele pau duro pulsando na minha mão não resisti e cai de boca engolindo tudo, eu punhetava e chupava o pau dele ao mesmo tempo, ele delirava com a minha chupeta e vigiava pra ver se vinha alguém, algumas pessoas passavam pela calçada mas como os vidros do carro tem película escura ninguém via nada, depois alguns minutos ele acabou gozando dentro da minha boca, peguei um lenso e comecei a me limpar, nesse momento meu celular toca, era o Jony outra vez perguntando onde eu estava e eu respondi que já estava na porta de nossa casa, abri a porta do carro e desci rapidamente em direção da minha casa, entrei e o Jony estava no banheiro tomando banho, dei um oi pra ele e fui direto pro quarto arrumar sua bolsa, como a sua roupa e suas coisas já estavam separadas não demorou muito e sua bolsa já estava prontinha, em seguida ele saiu do banheiro enrrolado em uma toalha e veio em minha direção, me abraçou e começou a me beijar, segundos depois acho que ele sentiu o gosto de esperma na minha boca, parou de me beijar e perguntou o que eu havia feito e eu disse a ele tudo que havia acontecido, em seguida ele deu uma risada e me chamou de puta, me pediu para se ajoelhar nos seus pés e fazer o mesmo com ele, não perdi tempo e obedeci, retirei sua toalha e comecei a chupar o pau do meu marido, minutos depois ouvimos um som de buzina na nossa porta e em seguida o celular do Jony toca, era o João que estava enfrente a nossa casa pedindo pra ele se apressar para não perder o horário, depois disso, Jony, meu marido, pegou seu pau, começou a punhetar forte, rápido e me pediu para abrir minha boca, não demorou muito e ele enterrou seu pau todinho dentro da minha boca e gozou, senti o esperma dele descendo pela minha garganta, engoli tudo, em seguida ele se vestiu rapidamente, pegou sua bolsa, se despediu de mim e foi embora, eu continuei só na vontade, com tezão, pensei que iría ter uma rola na minha buceta para gozar gostoso mais só levei gozadas na cara, a noite chegou e resolvi ligar para a Flávia, esposa do João, ela também estava sozinha em casa pois nossos maridos viajaram juntos, convidei a Flávia para vir dormir comigo na minha casa e em 40 minutos ela chegou, abrimos uma cervejinha e ficamos conversando na sala, a hora foi passando e nós resolvemos ir até o banheiro tomar banho juntas antes de ir dormir, embaixo do chuveiro eu contei pra Flávia como teria sido a minha tarde e disse a ela que eu ainda estava morrendo de tezão por um pau grande e duro dentro da minha buceta, nesse momento, Flávia se aproximou de mim e me abraçou, começamos a se esfregar uma na outra, um demorado beija na boca rolou logo em seguida e apartir desse momento o nosso tezão ficou encontrolável, pegamos uma toalha, nos secamos e fomos direto pro meu quarto, chegando lá eu coloquei um filme pornô e deitamos nós duas na cama, mal o filme começou e nós duas já estávamos se masturbando, tocando uma siririca uma na outra, minutos depois eu abri as pernas da Flávia e me deitei em cima dela, ficamos se esfregando uma na outra e se beijando, desci um pouco e chupei seus seios, ela também chupou os meus, depois envertemos a posição e eu coloquei minha buceta na cara dela e fui chupar a sua, logo estavámos fazendo uma meia nove gostosa, não demorou muito e acabamos gozando as duas uma no rosto da outra, depois, fomos tomar outro banho e voltamos para a cama, ficamos relaxando um pouco e continuamos a assistir o filme, em alguns minutos o nosso tezão começou a se ascender novamente mais o que eu e a Flávia queríamos naquele momento era uma pica grande, grossa e dura, minutos depois começamos a falar putarias e a falar das tranzas loucas que já fizemos, eu contei pra Flávia sobre o Bruno meu primo, que ele era muito gostoso, liberal, educado e higiênico, que eu já havia tranzado com ele várias vezes e confiava muito nele, Flávia ficou enteressada e me perguntou onde estava o Bruno naquele momento, peguei o meu celular e liguei pro Bruno, ele atendeu, eu disse a ele que estava em minha casa juntamente com uma amiga também casada e que ambos os maridos estávam viajando e perguntei se ele não queria fazer companhia para nós duas, ele aceitou na hora e nos pediu um tempo dizendo que logo logo estaría em minha casa, depois de vários minutos ele chegou, apresentei ele a Flávia e fomos para a cozinha, sentamos na mesa e começamos a tomar umas cervejinhas, minutos depois meu priminho Bruno me chamou em um particular e perguntou o que eu e a Flávia estava aprontando pra ele, eu respondi que e a minha amiga estávamos em busca de prazer e só poderíamos encontrar isso em uma pessoa de confiança como ele, eu disse também que embora minha amiga fosse casada ela era bastante liberal e o que acontesesse ficaría somente entre nós três, depois disso, eu e o Bruno voltamos para a cozinha e nos juntamos a Flávia, depois de várias cervejas o clima foi esquentando e o tezão aumentando, eu e a Flávia estavámos vestidas somente de baby dool sem calcinha, como estava fazendo calor pedimos pro Bruno ficar a vontade e tirar sua camisa, ficando somente de short, devido a bebida nós já estavámos meio altas e começamos a falar putarias comentando sobre o tamanho do pau dos nossos maridos, Bruno entrou no assunto dizendo que não havia um pau igual ao seu e perguntou se nós queriámos ver, nós dissemos que sim, em seguida ele se levantou da cadeira, baixou sua roupa e apareceu aquele pau lindo, estava quase duro, a minha boca encheu de água e ele perguntou se alguém queria provar, a Flávia pediu pra ele sentar em cima da mesa, nós colocamos duas cadeiras próximas uma da outra e sentamos entre as pernas dele, pegamos aquele pau lindo e começamos a chupar, que pau delicioso, nós dividíamos aquela pica e alternavámos as chupadas entre o pau e as bolas dele, Bruno delirava de tezão tendo duas bocas famintas chupando seu pau, depois de vários minutos ele disse que queria chupar nós duas, pegamos na sua mão e fomos para a sala, tiramos nossas roupas e sentamos de pernas abertas no sofá, uma ao lado da outra, Bruno se ajoelhou no chão ente nós duas e começou a chupar nossos seios, depois nossas bucetas, ele chupava uma depois a outra, a língua dele era uma delícia, eu e a Flávia assistia a tudo abraçadas uma na outra até ele anunciar que queria meter em uma buceta, eu ofereci a minha e fui logo ficando de quatro no sofá por cima da Flávia, Bruno vestiu uma camisinha no seu pau e ficou em pé por trás de mim, em seguida, colocou seu pau na entrada da minha buceta e foi enfiando lentamente até entrar tudo depois começou a meter, que pau gostoso, ele metia com vontade, Flávia passou a chupar meus seios enquanto Bruno metia em mim, eu comecei a gemer alto, estava descontrolada, passei a falar putarias pro Bruno meter mais em mim, dizendo;......

Me come meu gato gostoso, enfia essa rola todinha dentro mim, arromba minha buceta ahahahhahahahh ........ Depois de ouvir isso, Bruno me puxou pelos cabelos e passou a meter forte na minha buceta, depois de vários minutos chegou a vez da Flávia também ser comida, Bruno se sentou no sofá e a Flávia foi pra cima dele, sentou em seu colo de frente pra ele, encaixou sua buceta no pau dele e começou a cavalgar subindo e descendo naquela rola, eu me sentei ao lado do Bruno e de vez enquanto chupava os seios da Flávia junto com ele, a safada da Flávia estava adorando, gemia feito uma louca com o pau do Bruno dentro da sua buceta, nossos corpos se desmanchavam em suor devido ao calor que fazia, então resolvemos ir até o banheiro, chegando lá fomos os três para debaixo do chuveiro e ficamos acariciando uns nos outros até o Bruno pedir para meter em mim novamente, fiquei em pé de costas pra ele, apoiei minhas mãos na parede e empinei minha bunda para tráz, ele se posicionou por tráz de mim, enfiou seu pau na minha buceta e começou a meter, o pau dele era uma delicia, entrava gostoso na minha buceta, Flávia pegou um sabonete líquido e começou a derramar por cima de mim, a água que caía do chuveiro se misturava com o sabonete liquido em minhas costas se transformando em espuma e escorria em direção a minha bunda, o safado do Bruno aproveitou a espuma que se formava na minha bunda e começou a enfiar os dedos no meu cuzinho enquanto metia seu pau na minha buceta, depois de algum tempo, ele retirou o pau da minha buceta, colocou na entrada do meu cuzinho e perguntou se poderia enfiar naquele buraquinho, eu nada respondi e fui forsando meu corpo para tráz, como seu pau já estava na entrada do meu cuzinho ensaboado, ele foi deslizando lentamente para dentro e quando percebi seu pau já estava todinho dentro do meu cuzinho, em seguida ele começou a meter e eu comecei a massagear minha buceta enquanto ele metia em meu cuzinho, o meu tezão foi almentando, eu gemia alto e comecei a falar putaria pois todo homem gosta de ouvir;.........

Mete no meu cuzinho Bruno, ahahahahaha Come minha bundinha bém gostoso, ahahahahaha Mete vai, mete, me come meu macho, ahahahah Arromba meu cuzinho com esse pau gostoso, vai ahahahaa Come a puta da sua prima, vai...... Depois disso, Flávia veio para a minha frente, enfiou seus dedos dentro da minha buceta e começou a chupar meus seios enquanto Bruno comia meu cuzinho, nesse momento um tezão enorme tomou conta de mim, meu coração disparou e o meu corpo parecia querer explodir, comecei a gemer alto e forte, eu agarrei o rosto da Flávia e começamos a nos beijar e em alguns minutos eu gozei feito uma louca, com os dedos da Flávia na minha buceta e o pau do Bruno dentro do meu cú, eu gozei tanto que as minhas pernas não conseguia mais segurar meu corpo em pé, caí no chão de tão fraca que fiquei, em seguida fiquei sentada, Bruno foi trocar a camisinha e a Flávia veio em minha direção, sentou no chão de costas pra mim, entre minhas pernas, eu abracei ela por tráz e fiquei lhe fazendo carinho, tocando seus seios e beijando seu pescoço, Bruno veio em nossa direção e se sentou no chão entre as pernas da Flávia, abriu suas pernas e foi enfiando seu pau na buceta dela, depois começou a meter, Flávia começou a gemer alto e pedir pro Bruno meter forte na sua buceta sem parar pois ela queria gozar, Bruno obedeceu e enfiou tudo na buceta da minha amiga, ficava somente as bolas do lado de fora, Bruno se agarrava em nós duas e meta tudo, nesse ritímo a minha amiga não aguentou muito tempo e acabou gozando no pau do Bruno, em seguida, ela se virou de frente pra mim, ficando de quatro no chão e me deu um demorado beijo de língua, o Bruno se ajoelhou por tras dela e foi enfiando seu pau lentamente no cuzinho da minha amiga, quando entrou tudo ele começou a meter, depois de alguns minutos, Bruno anunciou que queria gozar, então, ele retirou o pau do cuzinho da Flávia e ficou em pé na nossa frente, nós se ajoelhemos nos pés dele, retiramos a camisinha do pau dele e começamos a chupar, chupava e punhetava ao mesmo tempo, depois de alguns minutos, Bruno começou a gemer e gozou em nosso rosto, nós ainda limpamos o pau dele todinho e nos lambuzamos com o esperma dele. Foi uma loucura. Depois disso, nós terminamos o banho e nos vestimos, Bruno se despediu de nós dizendo que tinha gostado muito, que depois queria mais e foi embora, eu e a Flávia fomos pra cama dormir. Foi uma tranza inesquesivél e inédita na minha vida pois embora eu conhesesse a Flávia a bastante tempo eu nunca tinha trocado tantas carisias com uma outra mulher e nunca tinha experimentado o bi feminino, percebi que uma mulher carente é capaz de tudo e essa foi uma experiência gostosa que eu vou querer repetir. Até a Próxima !

Marido corno arruma negão dotado para sua esposa

Bom dia ! Acho que vocês já conhecem agente, somos o casal Jony e Shirley, ambos na faixa dos trinta anos, somos realmente casados há 14 anos, nosso relacionamento é aberto e liberal, namoramos cinco anos antes de casar e desde dessa época que gostamos muito de sexo, a curiosidade de ambos despertou novos desejos e fantasias que só começaram a ser realizadas no ínicio do nosso casamos há 14 anos atrás, de lá prar cá não paramos mais, conhecemos várias pessoas, selecionamos alguns amigos e realizamos muitas fantasias, algumas dessas pessoas fizeram parte das nossas fantasias em apenas um momento depois perdemos contato, outras fazem parte das nossas amizades e estamos sempre juntos realizando as nossas fantasias, nesse grupo de amigos confiavéis, sigilosos e seguros inclui um casal que sempre praticamos swing/menage e alguns amigos amantes da minha mulher, alguns já são íntimos da gente e tranzam com ela na minha frente pois eu adoro ver ela com outro, outros poucos saem com ela sozinha e pensam que eu não sei de nada mas ela me conta tudo até mesmo antes de sair com alguém, tudo é conversado e combinado, sempre que temos uma oportunidade segura estamos realizando fantasias, depois agente senta, conversa e escreve esses relatos pra vocês detalhando as nossas aventuras com nossos amigos, gostamos muito de fazer isso com bastante sigilo e segurança para não expor demais as pessoas. O fato que eu vou contar agora aconteceu recentemente com um amigo nosso e meu companheiro de trabalho. Sou representante comercial de uma empressa há dez anos e há cerca de um ano conheci o Luiz, gente finissima, casado, educado, moreno forte, 25 anos, na empressa, os nossos companheiros chamavam ele de kid bengala pois o luiz tem um pau extremamente grande e grosso.

Logo depois, Luiz foi designado para trabalhar e viajar comigo até para outros estados, devido a quantidade de tempo que passavámos juntos fomos ficando bastante amigos, conversavámos sobre muitos assuntos inclusive sexo e putarias, Luiz demostrava ser uma pessoa intelectual e sigiloso, depois de aproximadamente uns seis meses nós já falavámos de fantasias abertamente entre nós dois, um certo dia eu perguntei ao Luiz qual era a fantasia dele e ele me disse que tinha vontade de realizar várias fantasias e me surpreendeu dizendo que gostaría de experimentar com um casal ou duas mulheres juntas com o máximo de sigilo pois ele não queria e não permitiria que sua esposa participasse ou soubesse de tudo, no momento eu não quis entrar em detalhes mais não perdi a chance de ter a confiança do amigo, então eu disse a ele que os meus gostos eram parecidos com os dele e perguntei se ele topava realizar alguma fantasias juntamente comigo e outra pessoa, ele me respondeu que dependendo do que fosse, o estatus da nossa amizade e confiança já permitiria realizar algo preservando o sigilo e a segurança, era tudo que eu queria ouvir, depois disso, eu disse a ele que fária alguns contatos e planejaria algo e quando tudo estivesse certo eu o avisaria.

Depois dessa conversa o tempo foi passando, um certo dia eu estava na minha casa juntamente com a Shirley, minha esposa e falei sobre o meu companheiro de trabalho e amigo Luiz, disse a ela que ele era um cara legal, estrovertido, que na empressa entre os amigos próximos, o pessoal chamava ele de kid bengala devido ao tamanho e a grossura do seu pau, depois disso, eu notei que a Shirley ficou toda enteressada no meu amigo, perguntou como era ele, se ele era uma pessoa boa e se realmente ele tinha um pau tão grande e grosso como o pessoal falava, eu disse a ela que as poucas vezes que vi ele fazendo xixi dava pra notar que mesmo seu pau estando mole era bastante grande e grosso, em seguida, a Shirley, minha mulher ficou toda assanhada e me perguntou se ela podería conhecer o Luiz, eu disse a ela que sim, imediatamente peguei meu celular e liguei para o Luiz, convidei ele para jantar conosco em nossa casa naquela noite e ele aceitou, como já era quase dessete horas, a Shirley tratou logo de providenciar o jantar e depois se arrumou toda, vestiu um vestidinho curto colado na pele, provocante mesmo, se maquiou toda, enfim estava muito bonita e atraente. Próximo dás vinte horas o Luiz chegou, elegante vestindo roupas sociais, mandei ele entrar e em seguida apresentei ele a Shirley, os dois se comprimentaram e nós fomos para a sala de estar, abrimos uma garrafa de vinho e ficamos bebendo e conversando um pouco, a Shirley, minha mulher, não tirava o olho da cintura do Luiz, deveria ser pela curiosidade dos comentários a respeito do pau dele e o Luiz não começou a olhar para as pernas e a bunda da Shirley pois seu vestido estava bastante provocante, de vez enquanto eu saía da sala e deixava os dois a sós, ficava escondinho olhando os dois e pude notar que a cada saída que eu dava os dois ficavam mais íntimos na conversa e a troca de olhares começava a ficar mais intensa, como eu ainda não havia conversado nada com o Luiz achei melhor interromper o clima dos dois e dar inicio ao jantar, depois de tudo, o Luiz agradeceu pelo jantar e disse que já iría embora, eu me despedi dele na sala mesmo e pedi a Shirley, minha mulher, para acompanhar nosso amigo até a porta, em seguida fui para o meu quarto, segundos depois a Shirley entrou no quarto e foi logo me dizendo que o Luiz era muito bonito e gostoso, que na hora de ele ir embora lhe deu um abraço forte e apertado deixando sua buceta toda molhada pois ela sentiu o volume do pau dele quando encostou no seu corpo, vi logo que a minha mulher estava louca para tranzar com o nosso amigo e acho que ele percebeu isso, então pensei comigo mesmo, é hora de providenciar tudo.

No outro dia nos encontramos na empressa, eu e o Luiz, perguntei se ele havia gostado do jantar e ele respondeu sim, que gostou muito principalmente da minha esposa que era um pessoa gentil e bonita, eu apenas sorri e entramos para a sala do nosso supervisor, depois de uma pequena reunião com todos os representantes, nosso supervisor determinou que eu e o Luiz viajassemos até o estado vizinho em visita a alguns clientes nossos para apresentar uns produtos novos que acabara de chegar no mercado, não hávia o que fazer, passamos em nossas casas, pegamos nossa bagagem, abastecemos o carro e ligamos para as nossas esposas avisando da tal viagem que duraría em torno de vinte dias, a Shirley, minha mulher, foi logo dizendo no telefone que estava louca de tezão pelo Luiz, que não parava de pensar no pau dele, que sempre foi louca por paus extra-grande e grosso e nunca teve um, que estava doida para dar pra ele e que se eu não desse um jeito ela mesma daría pois estava anciosa demais para conhecer o pau do Luiz, eu disse a ela que ficasse calma e que durante esses vinte dias que eu iría passar fora, ela não me traísse pois eu iría fazer de tudo pra ver ela com todo tezão em cima do meu amigo pauzudo quando nós voltassemos,ela concordou e se despediu de mim, depois disso, eu e o Luiz embarcamos no carro e fomos trabalhar, durante toda a viagem o Luiz elogiava demais a minha mulher e depois disso, o assunto entre eu e o Luiz era somente sexo e fantasias até que chegou ao ponto da gente se abrir um pro outro, ele me disse abertamente que sua maior fantasia era tranzar com uma mulher casada na frente do seu marido mais que nunca havia achado um casal para realizar tal fantasia, depois de ouvir isso, eu fiquei um pouco calado mais meu pau começou a ficar duro, fiquei exitado na hora e abri o jogo para o meu amigo, eu disse a ele que a minha fantasia era ver minha mulher tranzando com outro, que eu sentia prazer em ver ela dando a buceta na minha frente, que eu e a Shirley já haviámos realizado essa fantasias algumas vezes mais que no momento estava faltando uma pessoa de confiança para fazer de novo, que nós nos amavámos e queríamos apenas prazer e realizar as nossas fantasia sem interesse algum, com total sigilo e segurança, depois de ouvir isso, Luiz ficou todo empolgado e disse que se eu permitisse e confiasse ele me ajudaría a realizar minha fantasia com total sigilo e respeito, depois disso, eu e o Luiz firmamos um acordo e combinamos que assim que chegassemos a nossa cidade realizaríamos a nossa fantasia.

No final da viagem eu liguei para a Shirley, minha mulher e disse a ela que já havia conversado com o Luiz e que estava tudo certo, que eu chegaria no dia seguinte e realizaríamos a nossa fantasia, a Shirley me disse que não via a hora da gente chegar, que durante esses vinte dias que eu estava fora ela não dormia direito pensando no pau do Luiz, que estava louca de tezão e que queria gozar muitas vezes no pau dele. Pois bém, no dia seguinte agente chegou, era um dia de sábado de manhã, umas sete e trinta, Luiz não avisou a sua mulher que havia chegado e foi direto para a minha casa junto comigo, chegando em minha casa fomos recebido pela a Shirley, minha esposa e pela minha sogra que estava de visita em minha casa durante o tempo que passei fora, nos comprimentamos, lanchemos e depois eu fui pro meu quarto juntamente com a minha mulher, lá ela me disse que a sua mãe iría ficar na nossa casa até ás treze horas quando ela pegaría o ônibus de volta para casa, a Shirley também me disse que ela não aguentava mais de tanto tezão e me perguntou se nós iríamos esperar sua mãe ir embora, eu disse a ela que não, que eu também estava com tezão, então pedi pra ela se ajeitar e dizer a sua mãe que eu, ela e o Luiz iríamos sair para fazer umas compras e já retornaría, depois de tudo feito, entramos no nosso carro e fomos direto para um motel, chegando lá escolhemos uma suíte e entramos, a Shirley foi pro banheiro tomar banho, Luiz retirou sua roupa e se sentou dentro da banheira da hidro, a Shirley terminou o banho e foi pro quarto se vestir e eu fui tomar banho, quando voltei a Shirley, minha mulher, estava sentada ao lado da banheira, vestida em uma saia curta e um top e olhando pro pau do Luiz que se masturbava lentamente, na verdade, o pau dele era extremamente grande e grosso e parecia mesmo com o kid bengala, devería ter mais de vinte centimetros, em seguida, eu retirei minha toalha e me sentei em uma cadeira enfrente aos dois, em seguida, o Luiz se levantou, ficou em pé na borda da banheira e ofereceu seu pau para a Shirley chupar, ela não perdeu tempo e segurou nas pernas dele, depois abriu sua boca ao máximo e tentou engolir aquele pau enorme, não conseguindo, ela segurou o pau dele pela base e ficou chupando somente a cabeça do pau que era enorme, parecia uma laranja, eu peguei meu pau e comecei a bater uma punheta assistindo ela chupar o pau dele, ela babava o pau dele inteiro lubrificando-o e depois tentava engolir o máximo que podia, a Shirley estava exitada só em ter aquele pau enorme na sua mão e na sua boca, de vez enquanto ela parava de chupar e ficava admirando aquele monumento de rola, depois passava a língua em volta da cabeça, batia em seu rosto, lambia igual a um sorvete e depois esticava toda a sua boca já conseguindo engolir um pouco mais profundo, ela estava encantada e descontrolada chupando um pau daquele tamanho, várias vezes ela se engasgava tentando engolir mais fundo, depois punhetava um pouco, olhava pra mim e me provocava dizendo;....Olha amor, o pau dele é do jeito que eu sempre sonhei, enorme, grande e grosso, ahahahah... Isso é que é um pau de verdade, vou chupar inteirinho e depois quero ele todinho dentro de mim,......

A Shirley estava amando chupar aquele pau que depois de vários minutos já estava grande e duro, pronto para entrar na buceta da minha mulher que já pedia pra que ele fizesse isso, descontrolada e gemendo, ela colocava o pau dele entre seus seio, chupava as bolas, cuspia o pau dele inteiro e implorava para ser penetrada por aquele pau enorme, em seguida, ele pegou na mão dela e ficaralm de pé um na frente do outro, se agarraram e começaram a se beijar, depois se deitaram em cima da cama, ele de lado por cima dela e continuaram a se beijar, ela não parava de punhetar o pau dele enquanto se beijava, eu já estava começando a ficar com ciúmes mais o tezão falou mais alto e continuei a bater minha punheta, em seguida, ele retirou a roupa dela e começou a chupar seus seios com vontade, parecia um bezerro desnutrido, depois, ele abriu as pernas dela e caíu de boca na sua buceta, a cada chupada que ele dava a Shirley se tremia toda, gemendo forte, se esfregando na cara dele e pedindo pra ele enfiar logo aquele pau dentro da buceta dela, ela já estava deitada de pernas abertas em cima da cama quando ele parou de chupar sua buceta e foi imediatamente pra cima dela, colocou seu pau na entrada da buceta dela e foi enfiando devagarinho até entrar tudo, depois começou a meter, a Shirley delirava com aquele pauzão entrando e saíndo de dentro dela, de onde eu estava dava pra ver que a buceta dela estava toda esticada e preenchida com aquele pau enorme, ela se segurava nos braços dele, olhava pra nós e nos provocava falando putarias para estimular mais o nosso tezão, a safada gemia alto dizendo;.....

Que pau gostoso você tem Luiz, ahahahahahah, Enfia tudo dentro de mim, ahahahahahah, Arromba minha buceta na frente desse corno, ahahahahaha, Me come gostoso vai , ahahahhahahah Seu pau é uma delícia, aahahahaha, Quase que eu gozo ouvindo isso, estava muito gostoso ver a minha mulher de pernas abertas em cima da cama com um macho de pau grande comendo sua buceta, depois , ele levantou a perna dela de lado pra que eu pudesse ver que o pau dele já entrava quase todo dentro da buceta dela, a Shirley revirava os olhos e gemia feito uma cadela, eu me acabava na punheta vendo aquilo tudo, depois disso, ele se deitou na cama e ela se deitou em cima dele, de pernas abertas e de costas pra ele, em seguida sentou com a sua buceta em cima daquele pau grande e foi deslizando em cima dele até entrar tudo, depois começou a pular naquele pau por alguns minutos, em seguida, ela enverteu a posição e continuou em cima dele, só que dessa vez de frente pra ele, com as mãos sobre seu peito e cavalgango em cima dele, ela subia e descia com vontade, ele segurava o corpo dela e forsava contra seu pau fazendo entrar tudo, eu via o pau dele sumindo dentro da buceta dela, a Shirley gemia e pedia pra ele não parar de meter pois ela estava adorando o pau dele, era uma loucura, depois disso, a Shirley não aguentou mais e acabou gozando pela primeira vez no pau dele, depois disso, eles deram uma pausa e resolveram mudar de posição, a Shirley ficou de quatro em cima da cama e ele foi por tras dela, colocou seu pau na buceta dela novamente, segurou ela pelos cabelos e começou a meter, a safada de quatro empinava a bunda, olhava para tras e dizia pro Luiz;...

Mete na minha buceta, ahahaha Me come meu macho gostoso, mostra pra esse corno como é que come uma buceta de verdade, Vai ahhahaa, Luiz gostava de ouvir isso, ele puxava os cabelos dela e enfiava tudo, depois de vários minutos nessa, a Shirley gozou outra vez no pau dele, em seguida deram outra pequena pausa e resolveram reeiniciar a tranza experimentando uma cadeira erótica que tinha dentro da suíte, enquanto Luiz foi no banheiro, a Shirley minha mulher, se sentou de pernas abertas em cima da cadeira erótica, naquela posição parecia uma mulher que iría ganhar bêbê em um parto pois as pernas e a buceta dela ficou toda aberta e arreganhada, eu aproveitei esse momento, me ajoelhei entre suas pernas e comecei a chupar sua buceta que estava uma delícia, a Shirley estava gostando da minha chupada e comecou a se exitar novamente esfregando sua buceta na minha cara, Luiz retornou e deu seu pau pra ela chupar um pouco, depois ele me pediu para voltar pro meu lugar que ele iría meter na Shirley novamente, assim feito, Luiz se a proximou da cadeira e ficou em pé entre as pernas da minha mulher, pegou seu pau, enfiou na buceta dela novamente e começo a meter, eu voltei a bater minha punheta, a cadeira erótica proporcionava uma visão privilegiada, ambos poderíam ver o pau entrando e saíndo de dentro da buceta, eles tranzavam e ao mesmo tempo assistia a tudo, era uma delícia, a buceta da minha mulher estava toda arrombada e ela estava exausta de tanto gozar, depois de vários minutos nessa, a Shirley já dava sinais que não estava mais aguentando aquele pau enorme dentro da sua buceta, ele percebendo isso, retirou seu pau da buceta dela e tentou enfiar no seu cuzinho, ela não aguentou também, o pau dele era muito grande e grosso, mesmo assim ela relaxou um pouco e ele conseguiu enfiar um pouco da cabeça do pau no cuzinho dela e ficou metendo devagarinho, eu resolvi entrar em cena e ajudar, então me aproximei dela, comecei a chupar seus seios e a acariciar sua buceta enquanto o Luiz tentava comer o cuzinho dela, em poucos minutos a Shirley foi se ascendendo novamente, ela mesma começou a tocar sua buceta e de vez enquanto enfiava os seus dedos dentro dela, gemendo baixinho, eu me afastei um pouco e vi que a cabeça do pau do Luiz já entrava toda dentro do cuzinho da minha mulher, depois de vários minutos metendo somente a cabeça do pau no cuzinho dela, Luiz começou a gemer forte dizendo que iría gozar, não demorou muito e o Luiz retirou seu pau do cuzinho da Shirley e gozou em cima da sua buceta inundando tudo de esperma, em seguida, a Shirley começou a espalhar o esperma dele acariciando sua buceta e acabou gozando outra vez batendo uma siririca.

Depois de gozarem bastante, os dois estavam exaustos, o Luiz foi pro banheiro tomar banho e a Shirley, minha mulher, desceu da cadeira e se deitou em cima da cama quase desmaiada, eu aproveitei o momento, abri as pernas da minha mulher e chupei sua buceta todinha cheia de esperma deixando ela bém limpinha, depois coloquei meu pau próximo da sua boca e fiz ela chupar um pouquinho até gozar na sua boca, a safada engoliu tudo, até a última gota. Depois foi a nossa vez de tomar banho e se vestir, em seguida pagamos a conta, pegamos nosso carro e fomos direto para casa. Aparti desse dia, Luiz também se tornou amante da minha mulher e de vez enquanto tranza com ela na minha frente. Foi uma tranza gostosa onde a Shirley saciou a sua fome e curiosidade por um pau extra-grande e grosso. Podem esperar que vai ter mais pois ela adora ser puta e eu adoro ser corno. Até a próxima !

 

Comendo o vizinho

Vou me apresentar.Sou moreno, 1,82 82kg corpo normal. É a priemira vez que eu escrevo nesse site. Bom como o próprio título já diz comi um vizinho meu. Isso aconteceu eu tinha 18 anos. (hj eu tenho 20)Ele tinha uns 24 (hj ele tem 26). Eu tava andando na rua aqui do Noroeste Paulista, cidade peguena. E logo q passei percebi q ele me olhou. Tipo tdos axavam q eu era vaido, mas nao sou passivo, somente ativo. E ele me encarou e fiz de conta q não era comigo. Mas logo ele assoviou e me xamou. parei olhe pra trás e era ele. Eu não podia imaginar q ele branco, 1,75.. 70kg. e talçs e com fama de catador... Curtia sexo oposto. Eu namorava e nem podia imaginar.
Ele meio q sem graça puxou papo cmgo. e eu percebi logo o q ele qria. Ele sabia q eu namorava. Perguntei o q ele qria e ele meio com medo e com tesão me perguntou se eu curtia uma pegação com maxo. Disse q já tinha experimentado, mas só comido .. Aí ele foi ao delírio pois ele era passivo. foi ai q perguntei onde seria a nossa foda. Tinha uma escola q fik aberta a noite pra comunidade usar a quadra pra fins esportivos. E seguimos pra láh.

Ele entrou e eu entrei logo atrás.
Qdo xeguei ele logo foi tirando a minha camiseta e meu short, e logo foi passando a mão em meu peito e foi me beijando (foi a primeira vez q eu bjei um h) e foi descendo as mãos e logo xegou a minah rola q por sinal não é tão pekena assim 18cm e kbçuda.. e ele logo caiu de bok e sugava como se fosse a última do mundo... e pedi pra ele parar se não ia gozar logo. eu pedi pra fuder ele... Ele pediu q antes eu xupasse o cu dele.. fiz com um poko de receio por ser a primeira vez... Mas mesmo assim fiz....
Ele gomeçou a gemer e rebolar na minha língua.. Ele pegou e colocou a camisinha no meu pau com a bok e eu flei pra ele fikar de 4.. ele obediente fikou na posição e como o seu cuzinho tava lubrificado comecei a enetração... Brinquei de colocar só a cabeçinha na portinha, ele loko pedindo pra eu penetrá-lo logo. E foi qdo ele menos esperou eu coloquei tdo. ele deu um grito eu flei pra ele calara boca pois poderiam nos pegar ali.... Aí fikei parado até ele se acostumar com meu pau no cu... aí qdo ele disse q passou a dor comecei bombando e ele pedindo mais, até q eu disse q só faltava os ovos, ele nem acreditou....

Pedi pra ele ficar de frango assado, sem tirar o pau da bunda dele, ele fikou de frango assado e bombei com força... e enqto isso a gente se beijava... e nisso ele começou a gozar sem tocar no pau... Foi aí q senti seu cuzinho apertando meu pau bombei mais forte e disse q ia gozar ele pediu pa encher seu cú de porra e foi o qeu fiz...
Ele limpou meu pau tdinho com sua boca .....

E saímos, sempre q eu vou pra casa da minha tia (onde eu morava e ele mora) sempre marcamos pra nos encontar de novo.... E deposi conto como foi o dia em q meu melhor amigo nos pegou metendo..... Isso conto em outra vez..

Quem curti ser passivo e for do noroeste paulista.. De São José do RIo Preto até 3 Lagoas MS entrem em contato....

giovani.volei@hotmail.com

Encoxando até gozar no metrô

TEM COISAS QUE PARECE QUE SÓ ACONTECEM COM OS OUTROS, OU ENTÃO DAR A IMPRESSÃO DE SER UMA GRANDE MENTIRA, MAS COMO ACHO UMA VERDAEIRA IMBECILIDADE ALGUEM INVENTAR UMA HISTÓRIA SÓ PARA IMPRESSIONAR, NÃO TENHO ESSE COSTUME, DE MODO QUE TODOS MEUS RELATOS SÃO VERDADEIROS.

PEGO O METRÔ TODOS OS DIAS SENTIDO CENTRO DO RJ ATÉ A ESTAÇÃO PRES. VARGAS. QUANDO OUVIA ALGUEM CONTAR OU LIA UMA HISTÓRIA SOBRE ENCOXADA, CONFESSO QUE NUNCA ACREDITEI MUITO.
NÃO CONSEGUIA ACREDITAR QUE UMA MULHER SE DEIXA ENCOXAR EM UMA CONDUÇÃO LOTADA. EU ATÉ JÁ DEI UMAS ENCOSTADINHAS MAS NA MEDIDADA QUE MEU PAU IA ENDURECENDO, ME AFASTAVA , MORRO DE MEDO DE UM ESCANDALO.
EU SOU SIMPLESMENTE LOUCO POR SEXO, SEI QUE MUITOS VÃO ME ACHAR TARADO, MAS SOU CAPAZ DE GOZAR MUITO FACILMENTE. APESAR DE MEUS 43 ANOS E 21 DE CASADO, FAÇO SEXO TODOS OS DIAS, E QUANDO MINHA ESPOSA NÃO PODE, EU ME MASTURBO, REALMENTE SOU MEIO TARADO MESMO.

BOM, MAS VAMOS AO QUE ACONTECEU. ESSA SEMANA EU PEGUEI O METRÔ COMO SEMPRE LOTADO, MAS PRECISAMENTE NO DIA 06/07 EM IRAJÁ. NA ESTAÇÃO DE DEL CASTILHO ENTROU UMA MULHER DE UNS 30 ANOS , MORENINHA 1.65 DE ALTURA APROXIMADAMENTE CABELOS LISOS, NA CINTURA , COM UM VESTINHO CURTO DESSES DE PANO MOLE QUE MODELA AS NÁDEGAS.
ERA TODA GOSTOSINHA E PARECIA MUITO SÉRIA, DEVIA SER CASADA, POIS TINHA UMA ALIANÇA NA MÃO ESQUERDA. ELA SE POSICIONOU DE LADO NA MINHA FRENTE, DE MODO QUE PARTE DA SUA COXA ENCOSTAVA EM MIM LEVEMENTE.
EM MARIA DA GRAÇA ENTROU MAIS UMA PORRADA DE GENTE E ELA SE ENCOSTOU MAIS UM POUCO, COMECEI A ME EXCITAR, FIQUEI NERVOSO POIS TINHA MEDO QUE ELA NOTANDO MEU PAU DURO, ME CHAMASSE DE TARADO E FIZESSE UM ESCANDALO, PÔ! ISSO DAR ATÉ LINCHAMENTO! TA LOUCO?!!!

PERCEBIR QUE ELA FAZIA MOVIMENTOS QUE PARECIAM DE PROPÓSITO, MEU PAU ESTAVA ESTOURANDO DE DURO, E COMO EU ESTAVA COM UMA CALÇA SOCIAL E UMA CUECA FOLGADA ERA NOTÓRIO O VOLUME.
AINDA BEM QUE COMO ESTAVA LOTADO, NINGUEM PERCEBIA NADA. ELA USAVA UMA BOLSA QUE ANTES ESTAVA NA FRENTE DO CORPO, ENTÃO ELA A COLCOU DE LADO E APOIOU A MÃO SOBRE A MESMA.
FAZENDO ISSO ELA FICOU COM A MÃO NA ALTURA DO MEU PAU, E COM AS COSTAS DA MÃO ELA COMEÇOU A ME TOCAR SUAVEMENTE, QUASE VOU A LOUCURA! ANTES PENSEI QUE PODESSE SER POR ACASO OU DESCUIDO, MAS DEPOIS VÍ QUE ELA CONTINUAVA ME APALPANDO COM VONTADE.

PASSOU A AGARRAR MEU PAU E PASSAR UM DOS DEDOS SOBRE A CABEÇA QUE ESTAVA PARA ESTOURAR, ERA GOSTOSO DE MAIS, ELA ENCHIA A MÃO E APERTAVA, UUUMMMM!!! QUE DELÍCIA!!! SE ALGUEM JÁ PASSOU POR ISSO, SABE O QUE EU ESTOU DIZENDO.
ELA ME APALPAVA POR BAIXO, SEGURAVA MEUS TESTÍCULOS E DEPOIS PARAVA NO CABEÇÃO E APERTAVA, QUE LOUCURA!! PARECIA QUE QUE NUNCA TINHA VISTO UM PAU DURO, ESPECIALMENTE EM SUAS MÃOS.
DE VEZ EM QUANDO ELA DAVA UMA OLHADA PRA MIM COMO SE ESTIVESSE PERGUNTANDO, TA GOSTANDO? SEUS OLHOS EXPRESSAVAM SEU TESÃO. ELA SE VIROU DE FRENTE PRA, MEU PAU SE ENCAIXOU NO MEIO DE SUAS PERNAS, BEM COLADO EM SUA BUCETINHA.

NESSA POSISSÃO EU CONSEGUIR ABAIXAR MEU BRAÇO DIREITO E DAR UMA SEGURADA EM SUA BUNBINHA E PUXA-LA PARA MIM, COMO NAQUELE APERTO NINGUEM PRECISA SE SEGURAR QUE NÃO CAI, COM A OUTRA MÃO EU LHE TOCAVA OS SEIOS FIRMES.
SÓ TOCAVA POR CIMA DA BLUSA, ELA ESTAVA SEM NADA POR BAIXO, TOCAVA EM SEUS BIQUINHOS E APERTAVA ENTRE DOIS DEDOS MUITO DISCRETAMENTE, O TESÃO ERA DE MAIS, SUA RESPIRAÇÃO FOI FICANDO OFEGANTE, A MINHA TAMBEM.
ELA SE VIROU E EU ENCAIXEI EM SUA BUNBINHA, COMO TANTO O VESTIDO DELA E MINHA CALÇA ERAM DE TECIDOS FINOS, O ENCAIXE ERA PERFEITO, ELA CONTRAIA AS NÁDEGAS COMO SE QUISESSE ME MORDER COM A BUNDINHA. NOOOSSA! ERA DE MAIS!!!
ELA ME EMPURRAVA PARA TRAZ E EU A EMPURRAVA PARA FRENTE DANDO AQUELAS BALANÇADAS GOSTOSAS. PEGUEI ELA PELA CINTURA E FIRMEI MEU PAU EM SUA BUNDA ESFREGANDO BEM GOSTOSO. GOZEEEEEI COMO UM LOUCO.
ELA PERCEBEU E REBOLAVA NA CABEÇA DO MEU PAU, NÃO SEI SE ELA GOZOU, MAS SEI QUE SENTIU MUITO TESÃO. DEPOIS DE GOZAR , ME AFASTEI UM POUCO PARA NÃO SUJAR MINHA CAMISA QUE ESTAVA POR CIMA E CONSEQUENTEMENTE SEU VESTIDO. DESCIR NA PRES, VARGAS, ELA CONTINUOU A VIAGEM.

CHEGUEI NO TRABALHO TODO SUJO E TIVE QUE JOGAR A CUECA FORA, AINDA BEM QUE NO CENTRO É MUITO FÁCIL COMPRAR OUTRA. ONTEM A ENCONTREI NOVAMENTE E ELA ME RECONHECEU MAS DESTA VEZ NÃO DEU PORQUE O METRÔM ESTAVA VAZIO. ESPERO ENCONTRA-LA NOVAMENTE, OU OUTRA QUEM SABE?
RAYKETO@HOTMAIL.COM

 

O dia em que virei fêmea

Esta história é real, porque é minha. Vou condensá-la para cansar quem ler e alterar os nomes, por motivos óbvios.
Sou um cara branco de mais de 30 anos, atlético. Tenho físico de fisiculturista. Aliados à um bonito rosto, olhos azuis e algumas tatuagens, é impossível passar despercebido.
Desde que me separei da minha esposa, venho tentando um novo relacionamento fixo.
A falta de sexo me deixaram com muito desejo. Vendo vídeos na net, sempre me despertou tesão os de travesti. Mas não sei por que sempre me imaginava no lugar deles, sendo sodomizado.

Numa segunda-feira de junho, madrugada, antes do trabalho, conheci Juliano, pela sala de bate-papo. Moreno escuro, mais alto que meus 1,71, simpático. O que me atraiu nele foi o respeito com quem me tratou. Mas minha severa educação religiosa me afastou dele no início.
Mas na quinta-feira - eu até hoje não entendi o que aconteceu - eu enlouqueci de tesão e não tive a segunda aula na universidade. Liguei para ele, não sabia o porque na hora (dias depois entendi que era o desejo que pulsava mais forte) e ele me convidou com aquela voz educada para ir ao apartamento dele.
Sentei no sofá, tremendo, mas disfarcei. Ele estava mais calmo, mas deveria estar um pouco nervoso, no fundo. Ele terminou de ver a novela. Conversamos frívolidades. Ele fechou a janela e desligou a luz e sentou do meu lado no sofá.

Pegou no meu pênis sobre a calça e dirigiu minha mão ao seu. Me colocou de pé, me abraçou tão forte ao mesmo tempo que beijei pela primeira vez na boca um homem. O tesão foi tão inacreditável que meu pau ficou duro na hora.
Tinha dito na internet meus desejos de ser passivo. E ele me tratou como uma mulherzinha. Tirou minha roupa, me chupou, mordeu minha bundinha branquinha e disse que nunca havia transado com alguém tão branquinho. Pôs a camisinha, me apoei nos braços do sofá, dobrei meus pezinhos pequenos (38) e delicados, como uma fêmea e ele endoideceu de ver um homem sarado se portando como uma moça. Socou no meu cú e eu quase desfaleci de tamanho prazer misturado à dor de ser rasgado no meu toba. Pedi para ele sentar no sofá e sentei naquele cacete delicioso de frente, para beijá-lo e acariciar seus cabelos. Eu era a putinha dele. Explodi no melhor prazer da minha vida e em seguida ele.

Tomei banho e fui para casa. Infelizmente nunca mais o vi. Mas o agradeço. Porque ele foi o primeiro. E único até hoje. Continuo sozinho e infeliz.

 

Eu e mais duas travestis

Oi, pessoal, sempre leio os relatos aqui nesta pagina e hoje decidi escrever o meu. Sou um homem e tenho 56 anos. CASADO Certo dia eu estava passando com o meu carro onde os travestis fazem ponto aqui na minha cidade quando vi uma loira alta, com corpo escultural, linda e extremamente feminina. Parei o carro e comecei a conversar com ela, seu nome era MARCELA (nome ficticio) ela era uma pessoa muito legal e atenciosa. Comentei com ela que tinha um sonho de transar com 2 travestis ao mesmo tempo e ela disse que poderiamos realizar esta fantasia e com isto chamou outra amiga que estava no ponto. O nome dela era BRUNA (nome ficticio) uma morena mais baixa, com um corpo ainda mais escultural e mas nao tao feminina quanto a MARCELA.

Elas entraram no carro e durante o percurso do motel, tivemos uma otima conversa, falando sobre nossas vidas e experiencias... Chegando no quarto do motel, a BRUNA foi logo entrando no banho, me deixando sozinho na cama com a MARCELA... Nos dois ficamos ali deitados (eu de Cueca e ela de calcinha)conversando e nos acariciando e ai pude ver como o corpo dela era demais, seios enormes e lindos, e uma bunda que nunca vi igual... tbm queria ver o pau dela, mas ela nao queria deixar eu ver, disse que depois do banho eu teria o prazer de ver, mas nao antes. Quando a Carla chegou a Sheila se levantou e foi ao banheiro tomar o banho deixando eu e a MARCELA sozinhos... A MARCELA estava enrolada em uma toalha, sentou-se ao meu lado e comecamos a nos acariciar... depois ela tirou minha cueca e comecou a chupar o meu pau... nossa esta uma delica a chupeta que ela fazia... Depois ela se levantou e tirou a toalha, e vi o pau dela, nao era muito grande, devia ter uns 18cm, mas era muito bonito, ai ela pediu para eu chupa-la o que eu fiz imeditamente. Era somente a segunda vez eu eu chupava um pau e estava delicioso... ai ela pediu um pouco para eu parar... segurou minha cabeca e comecou a fazer um vai e vem, como se tivesse fudendo minha boca... foi demais... Ai ela pediu pra eu ficar de quatro deu uma leve chupada no meu cuzinho e depois passou um creme no meu cuzinho e no pau dela... ela se pos atras de mim e comecou a enfiar... eu pedi a ela pra ir com carinho, pois seriasomente a segunda vez que eu iria dar o cuzinho...

Ela deu um beijinho na minha nuca e disse para eu nao me preocupar pois ela iria fazer com todo cuidado... ela foi enfiando com todo cuidado e carinho... a dor foi grande mas no final ela conseguiu enfiar tudo... Depois ela foi fazendo um movimento de vai vem que foi ficando cada vez mais rapido... a dor foi diminuindo e o prazer aumentando, e quando me dei conta eu ja esta gritando de prazer e empinando toda a minha bundinha pra ela... Nisto a BRUNA chegou, parou do lado da cama e disse com um ar safado..."a donzelinha ja esta gritando com a pica da MARCELA, imagino entao quando estiver com a minha toda enfiada no rabinho" ai ela tirou a toalha e pudever um pau enorme de uns 24 cm e bem grosso... Ela bateu um punhetinha rapida, depois sentou na minha frente e disse "vem aqui donzelinha e chupa seu presentinho" eu cai de boca meio sem jeito, nisto a Carla aumentou ainda mais o vai e vem e comecou a dar leves tapas na minha bunda e comecou a me chamar de bichinha... Aquele momento foi incrivel, eu nao sabia se gemia, se rebolava ou se chupava... Passado um tempo elas resolveram trocar as posicoes... a BRUNA saiu de cima de mim e ficou sentada na minha frente e mandou eu chupa-la... enquanto a MARCELA ia buscar mais creme para passar no pau...

Depois de um tempinho ela se recolocou debaixo da cama e enquanto eu chupava o pau dela, ela comecou a chupar o meu tmb, com isto fizemos um otimo 69... A MARCELA finalmente chegou eja foi logo colocando o pau... mesmo meu cuzinho ja estando meio relachado apos o servico da BRUNA, foi dificil e doloroso mas ela conseguiu enfiar tudo e quando fez isto parou... Meu cuzinho estava estralando com aquela tora dentro dele e comecou a apertar aquele pau.. nisto ela disse "ta gostando do meu pau ai dentro ne donzelinha" ai ela me deu um tapa na bunda e comecou a fazer um vai e vem, foi ficando cada vez mais rapido... a mistura de dor e prazer era tao grande que eu parei de chupar o pau da MARCELAla e fiquei apenas rebolando e gritando feito uma louca com o pau no meu cuzinho... Ficamos assim por um longo tempo, eu de quatro sendo enrabado pela BRUNA e chupado pela MARCELA ate que a BRUNA gozou...

Neste instante ela segurou forte minha cintura e deu uma estocada super forte, a dor foi enorme, mas o prazer... foi demais... A BRUNA saiu de cima de mim e foi tomar outro banho, com isto a MARCELA continuou a chupar o meu pau e meu cuzinho ao mesmo tempo... foi depois, depois de receber dois paus, agora receber aquela linguinha massageando meu cuzinho... Enquanto ia chupando o pau da MARCELA fui percebendo aquela bundinha dela redondinha e bem feita e pedi para ela ficar de quatro... Eu disse que queria come-la, ela nao se fez de rogada, ficou de quatro e comecou a balancar aquela bundinha linda e disse.. "vem aqui meu machao... venha comer minha rosinha", eu di uma leve chupada em seu cuzinho e enfiei meu pau... Ele entrou tranquilo e ligeiro e comecei um vai e vem que estava me deixando louco... Nisto a BRUNA saiu do banho e vendo aquilo comecou a acariciar minha bundinha, depois deu leves tapas e comecou a enfiar um, depois dois dedos no meu cuzinho... Aquilo ja era demais para mim, e apos pouco tempo acabei tendo a melhor gozada da minha vida... Cai na cama exausto e so consegui tomar banho depois por que a MARCELA me levou... tomamos banho juntos e depois fomos embora e no caminho ainda tivemos uma otima conversa sobre nossa transa e sobre a vida... Algumas semanas depois eu voltei ao ponto e por minha surpresa a BRUNA lembrou de mim e disse que gostaria de repetir, mas infelizmente a MARCELA havia se mudado... mesmo assim saimos somente nos dois e fizemos outro programinha, mas isto e outra historia... Bem pessoal, foi um prazer poder escrever meu relato e espero que vcs tenham gostado... beijos a todos!

Obs: adoraria manter contatos com vcs, travesti, homem, mulher, casal que estao afim de uma boa conversa, amizade ou algo mais se tbm quiserem me escrevam pois vou estar esperando: URSAOPASSIVO10@BOL.COM.BR

 

O cara mais foda da minha vida

Bom o que vou relatar aqui foi o cara mais foda da minha vida ate agora eu trabalhava no shopping estava na porta da loja esperando o meu momento de atender quando vejo no fundo do correndo um homem alto que dava pra ver de longe, 1.97 de altura estilo social cabelo militar olhos verdes fiquei secando ele sem disfarçar, pois ele era lindo corpo definido e pele cor do pecado aquele bronze que só um carioca tem.
Quando ele percebeu que eu o olhava virou a cara e foi embora nosso que metido, mas ele e lindo mesmo.
Foi embora não vi pra onde foi no final do dia vou ao salão fazer minha sobrancelha quando chego lá quem esta ele me mediu de cima ate embaixo olhei pra ele boa noite tudo bom e fui fazer minha sombracelha quando o terminei já não estava, mas já tinha indo embora uma semana depois minha gerente volta do salão e me diz quem um menino queria me conhecer, mas nem ligue falei depois vou lá, mas nem me lembrei dele quando eu estava no estoque minha gerente fala vini cliente preferencial desci correndo quando o vejo na minha loja meu coração quase parou.
Ola boa noite prazer Marcus que horário vc esta disponível depois das Seis posso te espera deve ele blz ate as seis todos dentro da loja me olha minhas pernas treminhão fiquei parado um bom tem aquele homem lindo ali na minha frente quase morri.
As seis ele estava na porta da loja fomos embora conversa vai vem dentro do trem lotado ele me virou quero sentir sua bumba fiquei sem graça, pois alguém poderia ver fomos ao shopping jantar tudo tranqüilo, mas teve uma hora que ele me olhou e pegou minha mão e falou olha como vc me deixa quando pegue gente grande grosso em todo minha vida nunca nunca tinha pegando em algo assim.
Fomos embora esperando o elevador, mas demorou ele vamos de escada de emergência eu desci na frente dele, mas teve um dado momento entre o três e quatro andar ele me puxou com muita força me tacou na parede me pegou no colo e me beijos muito gente era muito homem pra min (eu um 1.67 de altura corpo de quem faz academia uns 70 kilos bem distribuídos cochas grossas bumba que modesta parte todos adora) foi maravilhoso mas, ele teve que ir embora, mas cedo, pois tinha reunião no escritório blz ele se foi quando foi à noite ele me ligar estava morto de raiva e carente.
Passa compre um bom vinho chandon chocolate suíço um incenso velas aromáticas e fui quando ele me viu me abraçou muito forte, mas ele não viu nada foi tomar banhar quando ele voltou estava tudo pronto incensos e velas acesas e eu com a taça de vinho na mão ele veio me abraço durante um bom tempo abraçado.
Beijos maravilhoso lábios grossos e que pegada, mas gato quando ele foi tirando minha roupa e eu a dele, mas quando ele tirou a cueca gente uma pica linda pra cima grossa e de 24 cm olhei assim vai dar trabalho. Desci e chupei mesmo muito que delicia parecia que tinha mel era gostosa demais ele me virou na cama me puxou e começou ha me chupar embalamos num maravilhoso 69 que loucura eu tentando engolir tudo, mas era difícil eu todo lisinho ele começou a chupar meu ânus como ninguém nunca tinha feito com vontade com gosto ele me fazia ir às nuvens.
Como era grande e grosso resolvi sentar ate me acostumar, pois nunca tinha dada pra um desse tamanho sentei com muito custo, mas fui me acostumando quando com muito k méd. consegui meu foi maravilhoso minha aulas de alongamento valeu muito a pena, pois chegou uma hora que ele me vira sem tirar de dentro ai ele me mostrou o que era um ativo de verdade começou a bom bar com vontade me virou de lado de papai e mamãe quando menos o espero começa a gemer mais alto cara vou gozar e foi mágico ele gozou ficou dentro de min sentiu sua respiração na minha nuca acelerada seu coração batendo forte ficamos sem palavras ele ficou dentro de min um bom tempo e a pica dele deu uma acalmada, mas não dormiu quando seu coração se acalmou ele começa a me beijar e morde minha nuca orelha sua pica que já estava dentro de min ficou dura de novo e começamos novamente num ritmo, mas louco com pegada ele me mordia me dava uns tapa e me chamava de veadinho de puta ta gostando empinei minha bumda pra ele e você gosta ne sua puta só olhei pra ele e disse adoro nossa não sei o que desceu nele há vc gosta nem eu adorooooooooo.
Ele me virou de frango assada e nos beijamos muito ai olhei pra ele falei você me falou que era ativo que gostava de foder
Me fode gostoso me fode gostoso me mostra o que sabe fazer ele me olhou com um cara meu há e vc quer sua puta me deu um tapa na cara e vem aqui e meteu fundo vi estrelas ele metendo um min de frango assado estava tão bom que minha pica estava dura e gozei sem pegar no meu pinto quando ele viu que eu gozei meu ai que ele me fodeu com vontade vc gosta ne sua puta meu ele me pegou a gente estava de frango assado e ele me fodeu com gosto teve hora de querer clamar Jesus me ajude ai não posso chamar Jesus nessa horas ai Buda me acuda porque o cara era foda meu quando ele anuncia gozar novamente foi mágico ele gozou e como estávamos de frango assado ele caiu encima de min sentiu seu corpo pega fogo nossos corpo suados ele me abraço gostoso sua respiração era forte ele pegou um pedaço de chocolate colocou na boca e me beijo bem lentamente ficamos ali parado ate nosso corpo voltarem ao normal fomos tomar banho e voltamos e fomos dormi, pois já era quase cinco da manha nossa não acreditei quando tempo a gente ficou fazendo sexo quando me deitei ele veio e dormimos de conchinha foi maravilhoso.
Tivemos um relacionamento de um ano e três meses ate ele chegar pra min e dizer que era casado e que seu marido estava vindo de Londres para buscá-lo meu mundo desabou
O que me marcou foi um vez que ele quis varias posição e nos fizemos ele olhou dentro dos meus olhos e me disse cara sabe porque te amo você não me fala não.
Ele foi embora só fiquei na lembranças do que foi maravilhoso.
Se tiver alguns ativo de verdade como esse me fez muito feliz me mandei e-mail:

Lechergostoso4@gmail.com

No aguardo bjos

--
Markus Winicyus

 

Boy come patrao em sua própria cama

O domingo amanheceu tenso para Marcos. Já tinha sido difícil limpar tudo e se acalmar no sábado de manhã, antes que sua mulher voltasse. Ainda bem que ela estava distante, assim ficava mais difícil desconfiar de algo. Agora mais essa, a qualquer momento Clayton poderia bater na sua porta.
A manhã corria calma. Quando a família já estava na mesa do almoço, a campainha toca. Marcos dá um pulo, sobressaltado. A esposa estranha e quando vai levantar para atender, ele corre e se adianta. O empresário está bem à vontade, de short, havaianas e camiseta regata, como costuma ficar em casa.Tenso, abre a porta e não se surpreende ao se deparar com o boy, de bermuda mostrando as pernas fortes e firmes, camiseta com mangas curtas e tênis. De novo vem com um envelope na mão. Antes de qualquer reação, ele fala alto:- Vim trazer os documentos que o senhor pediu para olhar. A voz não demonstra nada, mas o sorriso é cínico.
Com a autoridade de sempre, empurra Marcos pelo peito e vai entrando na sua casa. A mulher do loirão fala da sala de jantar:
- Nossa, mas nem no domingo você dá folga para os seus funcionários? Coitado do menino! Aparecendo na porta, diz,toda simpática:
-Vem cá rapaz, pelo menos almoça aqui com a gente.
Clayton bem humilde, retruca, sem nem olhar para ela direito:
- Não senhora, não precisa.
- Que isso moço, não deixa esse aí te explorar assim não, vem cá... - Fala, brincalhona, enquanto volta pra sala de jantar.
Clayton segura o patrão pela bunda, fazendo-o ficar na ponta dos pés e fala debochado:
- Vou passar bem hoje, comer e comer... - Vai levando o empresário assim quase até a outra porta quando então o solta, indo para a mesa de novo com ar humilde.
O almoço é tenso, como não poderia deixar de ser. Sentado ao lado de Marcos, o negro volta e meia acaricia suas coxas macias com aquela mão firme, máscula, fazendo o parceiro arrepiar e ao mesmo tempo olhar com apreensão para a mulher. Ela é gentil o tempo todo e, ao final do almoço, diz:
- Bem, já que vocês têm trabalho a fazer, vou na casa da minha mãe. Pega a criança e sai, sem dar muita confiança para o marido, já que não engoliu ainda o seu desaparecimento do outro dia.
Quando escuta o carro distanciar, Clayton levanta, pega Marcos pelos braços e o faz levantar também. Encarando sempre com firmeza e o sorriso cínico fala:
- Enfim sós! Tomba o grandão em seus braços e inicia um beijo apaixonado. Gemendo, o empresário sente o corpo amolecer, enquanto a língua do boy lhe invade cada canto da boca. Interrompendo o beijo, o macho encara o loirão dizendo:
- Hoje vai ser na sua cama...
O passivo abre a boca para argumentar, mas se cala, com olhar submisso, quando vê Clayton já erguendo a mão pesada. Segurando delicadamente sua bunda, o macho o conduz para a escada, em direção ao quarto. Quando chegam na porta, agarra Marcos de novo, com força, fazendo-o tombar para um novo beijo. Vai levando-o assim até a cama. Quando estão próximo, solta-o encarando, mais uma vez com aquele ar de macho sacana. Inesperadamente, manda um tapa na cara do outro, que já cai ali mesmo na cama, com um gemido. Marcos olha Clayton assustado, enquanto ele se despe, mostrando aquele corpo magro e todo definido, fruto da prática de trabalhos pesados e briga de rua. O empresário agora já é o símbolo da submissão, aguardando inerte as ações do seu dominador.
Clayton aperta-lhe o peito com força e começa a sugar, arrancando gemidos, até alguns gritinhos do homem indefeso, que somente se contorce na cama. Na seqüência, levanta-lhe a perna esquerda, segurando seu pezão branquinho pelo tornozelo, e dá uma risadinha sacana prá ele, antes de iniciar uma sessão de chupões e mordidas naquele pé macio e delicado. Quem olhasse a cena de fora veria um garoto negro, pequeno, com um loirão grandão totalmente a sua mercê.
Sem perder tempo, Clayton arranca o short do empresário junto com a cueca, deixando-o peladinho na cama de casal. A respiração de Marcos é ofegante. Sua cabeça gira. Ele percebe cada vez mais, mesmo a contragosto, que o boy soube dominá-lo. Ele já é dependente deste sexo selvagem. O boy sobe então na cama, deixando o loirão na clássica posição de frango assado. Segura seus braços acima da cabeça, prensando-o contra a cama, e começa a beijá-lo, aquele beijo selvagem e másculo. Marcos corresponde ao beijo com delicadeza, chupando a língua do negro, sentindo as salivas se misturando. Até no beijo os papéis estão definidos. Somente a língua de Clayton entra na boca do passivo, como se fosse uma penetração.
O macho vai ficando cada vez mais excitado, o que o torna mais selvagem. Chupa a orelha de Marcos, suga e morde seus peitinhos, arrancando gemidos e gritos do loirão, totalmente imobilizado na cama, indefeso. Ele já percebeu que quando o boy segura-lhe os braços, por mais que tente, não consegue se soltar. Cada vez está mais claro o seu papel nessa loucura toda. Mantendo as longas e belas pernas do empresário erguidas, Clayton inicia mais uma penetração. Seu grande pau negro vai abrindo caminho na grutinha rosada de Marcos, que geme, agora também cada vez mais consciente do tesão que sente nesse modo de transar do seu parceiro. É verdade que em eventuais fantasias já havia se imaginado fazendo sexo com um homem, mas nunca pensou que seriam nessas condições.
As investidas de Clayton naquela bundinha branquinha são cada vez mais fortes e violentas. Meio descontrolado, ele bate na cara de Marcos, que geme sempre com delicadeza, sem coragem de se indispor com aquele macho que o come feito um animal. Mais uma vez sente seu cu sendo lotado pela grossa porra do negro, que ainda escorre pelas suas pernas. Satisfeito, o boy desaba sobre o corpo grande, branco e macio daquele que mais uma vez lhe serviu de fêmea.
Descansado, Clayton se levanta de uma vez. Marcos sente o corpo moído da surra de pica que levou. Está desfalecido na cama, as pernas abertas meladas de porra, uma marca roxa de chupão na lateral do seu pé direito. De uma só vez, o negro segura-o de novo pelos cabelos lisos e cheios, puxando-o da cama e jogando de joelhos no chão. Consciente de sua obrigação, o empresário coloca o pau negro que acabou de arrombá-lo na boca e chupa, deixando limpinho. Clayton dá um tapinha de leve na sua cara e diz:
- Até que você aprende rápido loirão.
Vai vestindo sua roupa, enquanto Marcos, ainda todo mole, vai levantando. Pronto para sair, o boy segura firme o mamilo rosadinho do empresário e vai puxando-o para abrir a porta. Ao chegar na sala e encarar o aquele corpo grande, bem feito, tão branquinho, macio por não ter músculos definidos, Clayton não resiste. Ali mesmo, perto da porta, coloca Marcos de quatro e mete, sem nem tirar a roupa, só com o pau prá fora. A rola entra mais fácil com o cu rosado ainda melado da metida anterior. Segurando o cabelo do passivo como se fosse uma rédea, Clayton fala num tom cafajeste:
- Toma pistolada loirão gostoso. Engole essa pica minha fêmea.
São 10 minutos cavalgando o brancão, quando explode em novo gozo dentro da sua bunda. De novo o pau na boca, de novo a limpeza. O boy então levanta Marcos do chão, todo mole e indefeso, morde seu mamilo, abre a porta e diz com ar superior:
- Até amanhã chefinho...
Este é um trecho do livro DOMINAÇÃO - Sexo e Violência Transformando Uma Vida. Ele está disponível na versão tradicional, livro impresso, e também em e-book, para ser lido no computador e demais leitores eletrônicos. Acesse www.comprelivrosgls.com.br e adquira o seu a preços especiais.

Vícios

Me chamo Nathalia B.M., tenho 21 anos e esta história aconteceu comigo no início do ano passado.

Há 2 anos estava em outra cidade, morando sozinha e cursando direito noturno em uma faculdade federal. Durante a tarde, dava aulas de inglês em um renomado curso da cidade. O que me possibilitou conhecer muitas pessoas, e também, bares da cidade.
Fiz város amigos gays (como eu) e através deles, passei a ser presença pontual em vários bares GLS pelo menos uma vez por semana.Sou muito feminia, apesar de meu cabelo "repicado e bagunçado" que como dizem os meus amigos: "significa" (fans da @fadacaminhão).Era sexta-feira, que marcava o fim de uma semana de provas e estressantes trabalhos em grupo. Eu precisava sair. Então, depois de recusar vários convites anteriores para sair, (devido a provas e suas consequências) um grupo de amigas me intimou a ir em uma festa que estava sendo divulgada há semanas. É claro que fui.
Mulheres nunca foram um problema para mim, não mesmo.Deve ser consequência de meu estilo "cara-de-pau" e brincalhão. (Só assim mesmo pra ter "pau" nessa história). Nossas relaçoes sempre eram muito intensas, mas não sérias. Sempre fui muito clara:"- não estou disposta a namorar". Algumas não conseguiam lidar com isso, o que não é nada de errado, mas acabávamos nos afastando.
Enfim, eu iria sair com D, P, A, M, e Gábi, eramos todas boas amigas. Mas o engraçado é que mantiamos a naturalidade, indiferentes ao fato de eu ter "ficado" com todas, exceto Gábi, pois ela nunca me pareceu interessada.
Logo que cheguei, encontrei C, uma garota com quem fiquei por um tempo. Ela é linda, muito interessante e feminina, que sabe exatamente o que fazer para ficarmos outras vezes.

- Sabia que você viria.- Disse C.
- É, esse lugar está reamlente lotado. Eu é que não sabia que tanta gente viria. - Brinquei.

Ela estava sozinha e acabou nos acompanhando ao bar. Papo vai, papo vem. Bebida entra, xixi sai. Estávamos juntas outra vez. C e eu pensamos de maneiras muito parecidas quando o assunto é relacionamento. Buscamos outras "companhias" mas ao final da noite nos reencontramos e combinamos de passar a noite em meu apartamento.Restava apenas um problema: ela havia perdido um familiar bem proximo, recentemente, vítima de câncer de pulmão e passou a detestar o meu hábito de fumar, que antes só a incomodava um pouco pelo cheiro/gosto. Eu estava há uma hora com ela e precisava fumar sem que ela visse. Arquitetei um plano.

- C, vou ao banheiro.
- Você volta mesmo ou melhor eu passar a noite em outro lugar? - Perguntou ela, irônica.
- Volto, sim e já estamos indo. Tudo bem? Fica com a minha bolsa.
- Tá - Disse ela rindo da "garantia" de volta que eu havia deixado.

"Perfeito, ela não viu a carteira de cigarros no meu bolço de trás, vou fumar sem culpa alguma." - Pensei.

Mas, quando abro a carteira, estava vazia. Lembrei, então, que tinha dado meu último cigarro para uma loirinha maravilhosa que havia conhecido.

"Por essa eu não esperava"- lamentei.

Encontro um conhecido, ele puxa papo como fazem em todo final de noite.

"Achei o meu cigarro" - pensei.

Não prestei muita atenção no que ele dizia. Então perguntei:

- Por acaso, você tem um cigarro?
- Claro, aproveita porque com a lei anti-fumo não vai ter área para fumantes com essa vista para o palco.
- Sério?

"Injusto"

Entro no banheiro, perdida em meus pensamentos e divagações. Mal prestei atenção nas pessoas que ali estavam, só pude ver uma placa de "Não fume" e alguma explicação colada abaixo que mencionava um exaustor. Eu já estava com o cigarro aceso, era conhecida no lugar, esse era meu último cigarro.

"Foda-se"- pensei.

- Ei, mocinha, não pode fumar aqui, não. - Disse Gábi. Com tom de deboche, pegando meu cigarro e levando à sua boca.
- Sinto muito, terei que detê-la devido ao flagrante. - Sussurrou em meu ouvido uma voz conhecida.

Era L, lembrando-me das tantas outras outras coisas que ela já avia sussurrado: suplícios, gemidos, tantas vontades. Ela, sem dúvidas, era a pessoa que mais me enlouquecia na cama. Nossa sintonia era perfeita. Boas lembranças vieram a minha mente.

- Vem - Disse Gábi, pegando em meus pulsos simulando algemas.
- Para, tenho aqui o meu pedido de habeas corpus, você nem vai ler minha petição? - Brinquei, fingi entregar uma folha.
- Não será necessário, petição negada.

Gábi estava me olhando como nunca havia feito antes. Notei o quanto era sedutora e deixei que seguisse a brincadeira.

- Leve, carcereira - disse Gábi para L.

Estavam com um sorriso na cara. Riam. Pareciam ser grandes amigas, cúmplices até. Eu estava curiosa para saber até onde iria tanta "atitude". L prendeu meus pulsos e assim andamos então, eu na frente com os punhos para trás como se estivesse realmente detida e L em minhas costas como se estivesse me vigiando. Chegamos ao banheiro especial, para caderantes. Ela abriu a porta e me empurrou para dentro. L nunca tinha sido tão decidida. Rapidamente, me agarrou como se todo esse tempo que ficamos afastadas só tivesse alimentado o grande desejo que sentiámos. Nos beijavamos muito, mas notei nela uma preocupação em me dominar, controlar meus movimentos. Conseguir vence-la, me aproveitar livremente daquele corpo que eu conhecia tão bem.

- Precisamos de ajuda aqui - Disse L - Reincidente. Mau comportamento. Preciso de reforço - Repitiu.

E destrancou a fechadura.

"Ela só pode estar bebada" - pensei - "Com quem está falando?"

Então, Gábi abre a porta. Entra, e L volta a se posicionar as minhas costas segurando meus pulsos.

- Terei que intervir, detenta.- Disse Gábi.

Eu estava entendendo o joguinho delas. Quando ela me beijou, eu estava um pouco surpresa, mas muito excitada. Meus pulsos continuavam presos, isso me incomodaria se L não estivesse, com a outra mão, livrando meus cabelos e beijando meu pescoço. Essa postura mais submissa era novidade para mim, mas havia outra novidade também: eu estava adorando.
Quando elas perceberam que eu iria "cooperar" e me deixar levar pela brincadeira, elas me deram mais liberdade. Nosso tesão nos fez experimentar várias posições. E apenas uma coisa me incomodava: o que nos restava de roupas.

- Nathalia? Você está ai?

Algo mais me encomodou de repente. Permaneci imóvel.

- Acho que nem sua bolsa serviu como garantia. - Era C, cansada de esperar. E então saiu.

"Que que eu faço?" - Questionei-me por um segundo. Minha "cara-de-pau" foi colocada em teste.

- Acho que você tem que ir - Disse Gábi, interrompendo meus pensamentos.
- Uma pena - Completou L.
- Preciso pegar minha bolsa.. que tal uma prisão domiciliar? - Brinquei. Achei que essa elas não iriam topar, mas fiz o desafio.

Elas se entreolharam, riram discretamente.

- Nos vemos lá fora.

Eu havia conseguido, só faltava achar minha bolsa com C. E me desculpar.

- Ah, ai está você - C estava impaciente.

- Desculpe, acho que bebi mais do que devia - Menti.

- Você passou mal?

- É - eu estava sem jeito de ser tão descarada - preciso encontrar Gábi ela disse que dirigiria na volta para casa.

- Eu posso dirigir - disse C

- Você também está bebada. E Gábi não pode beber por causa dos remédios - Menti outra vez - É mais prudente que ela dirija.

Ela sorriu, me beijou e devolveu a maldita bolsa.

- Até mais, então.
- Até - respondi.

Paguei a comanda. Sai. E lá estavam elas como o combinado. Que mais me esperava nesse fim de noite?

(Através das iniciais protegi os verdadeiros nomes das pessoas envolvidas pois trata-se de um relato real)

A lição do professor de matemática

Vou contar minhas aventuras com meu adorável professor de matemática e aproveitar este conto para dar umas dicas de como seduzir seu professor. Foram coisas que fui descobrindo ao longo de minha vida escolar. O primeiro ponto é que todos são homens e os homens observam nossos corpos, ainda mais o professor que fica numa posição de destaque. Tudo começou quando o calor era insuportável e resolvi ir à aula com uma saia que ia até o meio das minhas coxas. Notei que cada vez que eu mexia as minhas pernas os olhos dos professores eram atraídos para ela, uns mais discretos outros mais ostensivos. Gostei da brincadeira de tentar os professores e fiz eles babarem no meu corpo. Cruzava as pernas deixava minhas coxas à mostra, abria a pernas levemente e, algumas vezes, deixava aparecer minha calcinha, senti que alguns professores ficaram loucos, devem ter se masturbado pensando em minhas pernas. Coloquei blusa e camisetas sem soutians, via-os devorarem meus seios com os olhos, isso me excitava. Colocava camisetas baby look e calça de cós baixo, aproximava da mesa quando eles estavam sentados e deixava minha barriga o mais próximo possível de seus rostos, alguns ficavam vermelhos, mas esse jogo de sedução era apenas uma brincadeira sensual que me excitava muito, às vezes eu mesmo me masturbava de tanto tesão que sentia no cortejar dos professores.

Quando estava no terceiro ano do colegial, conheci um professor que chamou minha atenção, não pelos dotes físicos, mas pela sua maneira de ver a mulher, em algumas situações ele demonstrava saber como tratar uma mulher, ser carinhoso e ser gentil. Aquilo que atraiu, comecei a sentir tesão pelo professor, queria que ele me desse uma aula, não de sua disciplina Matemática, mas de sexo, ele deveria ser um excelente amante. Resolvi torturar esse professor, coloquei uma mini saia e sentei no centro da sala na última fileira, onde eusabia que ele podia ver minhas pernas, comecei cruzando as pernas, notei que, embora tentasse disfarçar, ele comia minhas pernas com os olhos. Cada vez que eu movia minhas pernas, seus olhos me devoravam, resolvi ser mais ousada, abri levemente as pernas e percebi que ele engoliu seco. Ele não conseguia me olhar nos olhos,mas não tirava atenção das minhas pernas, por algumas vezes até errou as contas na lousa. Fingi que procurava alguma coisa no meu material e virei para apanhar alguma coisa que nem mesmo eu sabia o que era na minha bolsa pendurada atrás da carteira, nesse movimento, abri minhas pernas e deixei minha calcinha bem a vista. Quando olhei para o professor, percebi que ele deveria estar muito tarado, doido para devorar minha xaninha.

Percebi que ele ficou mais meu amigo, vinha conversar comigo, coisa que nunca tinha feito, mas enquanto falava, percebi que ele observava cada centímetro do meu corpo. Resolvi aumentar a pressão, fui sem soutian na aula, sentei na primeira carteira, desabotoei o botão superior da minha blusa e, por várias vezes, debrucei sobre sua mesa para perguntar alguma coisa sobre o exercício, cada vez que eu debruçava meus seios ficavam à mostra e ele os devorava. Chegou a dizer: Meu Deus! Eu estava conseguindo aquilo que queria, seduzir e aprender segredos do sexo com aquele experiente professor. Eu sabia que ele ficaria apenas como vouyer se eu não lhe desse ocasião para me cantar. Então resolvi dar-lhe esta oportunidade. Pedi para ele se não poderia falar com ele em particular, pois precisava de um conselho sobre um problema pessoal que estava passando. Ele prontamente se ofereceu para me ajudar, pediu para que o procurasse num determinado dia que ele estava sem aulas. Procurei e ele me levou até a biblioteca da escola e disse para que eu contasse o meu problema. Falei que estava muito interessada em uma pessoa, mas que esta pessoa não sabia e eu não sabia como fazer. Ele disse que homem é assim mesmo, desligado, não percebe quando uma mulher esta interessada nele , principalmente jovens da minha idade. Disse que não era da minha idade, era mais velho que eu. Ele disse que eu deveria demonstrar com sorrisos, insinuações sutis, criar situações para ficar a sós com ele, encheu-me de conselhos. Perguntei para ele se ele teria coragem de sair com uma garota da minha idade, ele disse que o problema não era sair como uma garota da minha idade, mas a discrição. Tomei coragem e disse: “eu não contaria nada para ninguém.” Imediatamente ele se e=levantou e disse assustado, você teria coragem de transar com um velho como eu?:Respondi que se ele fosse muito carinho e me ensinasse, eu toparia. Ele fechou a porta da biblioteca, me levou para o meio das estantes de livros e começou a me acariciar os seios com delicadeza e maestria, beijou suavemente os meus lábios, passou sua língua sobre meus lábios, enquanto sua mão descia em direção à minha barriga com suavidade e acariciando cada parte que tocava, procurou a fenda da minha calça e atravessou minha calcinha, suavemente me beijava e acariciava meu corpo, sem pressa e sem brutalidade, delicadamente como eu previa. Beijou minha boca várias vezes e me ensinou alguns segredos de como tornar o beijo mais gostoso, eu começava a aprender mais do sexo. Mandou que eu me curvasse e senti seu dedo se aproximar de minha bucetinha, suavemente ele tocou, sem penetrar, procurou meu clitóris, senti minhas pernas amolecerem e uma sensação que eu nunca tinha sentido percorreu meu corpo,parecia um arrepio misturado com uma sensação fria, ouvi ele murmurar: “isto é tesão”. Tenho muito mais para você, mas não pode ser aqui. Amanhã você vem para a aula normalmente, só que não venha para a escola, me espere no ponto de ônibus da praça da matriz, passo lá, finjo que te reconheço e ofereço carona, vou fazer de você uma mulher de verdade.

Fizemos como combinado e ele me levou para um motel. Fez algumas perguntas básicas sobre masturbação e orgasmo, pois queria saber como e com quem lidar. Diferente dos garotos da minha idade, ele foi mais calmo, começou me beijando e tocando o meu corpo som suavidade, como se quisesse conhecer cada centímetro, aos poucos foi tirando a minha roupa e fascinava-se ao ver e sentir meu corpo, aquilo me deixava louca de tesão, eu estava sendo curtida, amada, explorada e acariciada. Quando eu estava peladinha e excitada, perguntou se eu já tinha tido um orgasmo, disse que achava que sim. Mandou que eu deitasse pelada, ajoelhou-se na lateral da cama e acariciou todo o meu corpo, sua língua quente deixou minha boca e escorregou suave em direção da minha buceta, não havia pressa nem vagareza, era a velocidade ideal, eu contorcia meu corpo de um tesão que nunca tinha sentido, nenhum garoto havia me feito sentir tal tesão. Sua língua parecia conhecer o caminho do prazer, suas carícias eram deliciosas. De repente um tremor misturado com uma sensação de frio começou a invadir meu corpo, parecia que ia me amortecer toda, como se fosse um vulcão, senti pela primeira vez, meu corpo tremer e uma sensação gostosa de prazer me invadir, eu queira ser penetrada naquela hora, agarrei seus cabelos e puxei-o para mim, ele compreendeu e abriu minha pernas mais ainda e penetrou seu belo pau duro na minha buceta, começou um vai e vem rápido, minha ansiedade aumentava mais e mais, meu se contorcia e eu perdi o controle dos meus movimentos, uma paz suave e deliciosa me fez saber que eu estava gozando pela primeira vez naquele pau gostoso. Descobri que as sensações que eu tinha na masturbação não era gozo. Ele continuou a bombar minha buceta, era uma sensação muito boa, relaxava e dava prazer. Parecia que ele queria absorver cada gota do meu gozo. Deixei o corpo solto com uma sensação de estar nas nuvens. Ele se levantou abriu o frigobar retirou dois refrigerantes, me deu um. Quando acabei de tomar o refrigerante, ele apanhou a latinha e me disse: “agora é sua vez de me dar prazer”, ofereceu seu cacete para eu chupar, meti a boca como já havia feito com outros garotos, de repente ele segurou minha cabeça e disse: calma,não é assim que se faz oral. Pegou meu dedo e levou até a boca e mostrou como eu tinha que fazer. Voltei a abocanhar aquele cacete e sentir sua glande roçar o céu da minha boca, fiz como ele me ensinou e pude observar o prazer ir crescendo, senti como se aquele cacete inchava em minha boca, de repente, minha boca foi invadida por uma porção de esperma que me afogou, tossi, guspi esperma, me lambuzei toda. Então ele me disse como deveria fazer quando sentisse que o pau fosse soltar o esperma. Eu estava aprendendo a fazer sexo sem me sentir envergonhada, pois ele era gentil ao me ensinar. Ele ficou acariciando meu corpo enquanto me ensinava alguns segredinhos. Reiniciamos a troca de carícias, fiquei muito excitada, ele me colocou por cima e me fez encontrar a posição que seu pinto me causava mais tesão, pela segunda vez explodi num gozo gostoso. Ele não gozou, disse que iria reservar o esperma para um “gran finale”. Mandou que eu deitasse de bruços e começou a acariciar minha bunda, fiquei com medo, pensei: “vai doer para caralho!”

Ele sentiu minha tensão e me acalmou disse que era apenas carícias e se eu sentisse qualquer incomodo, ele pararia. Relaxei, senti sua mão acariciar minha bunda, seu dedo rodear meu cu, entrar suave na minha buceta, fechei os olhos como ele recomendou e passei a curtir o carinho, ele me colocou de quatro e entrou entre as minhas pernas, chupou gostoso minha buceta, enquanto sua mão acariciava meu cu, senti que seria enrabada, quando aquele dedo começou a tentar penetrar no meu cu, com movimento circulares suaves, ele ia pedindo passagem e entrando devagar no meu cu, ele pediu para eu prestar atenção no carinho de sua boca na minha buceta, mas aquele dedo insistia em invadir meu cu, quando percebi, o dedo estava atolado no meu cu e eu estava trêmula de tesão.Foi então que percebi que um segundo dedo tentava invadir meu cu virgem, sempre como movimento circulares, meu cu ia cedendo e eu estava com dois dedos no cu, percebi que ele estava laceando meu cu enquanto chupava minha buceta. Depois de enterrar os dois dedo no meu cu, ele me manteve de quatro e posicionou atrás de mim. Guspiu na cabeça do seu pau, pequeno,mas grosso, passou sua mão na minha buceta e usou o liquido vaginal para ajudar a lubrificar meu cu. Colocou a cabeça daquele pau na porta do meu cu e disse para que eu controlasse a penetração, mandou que eu fosse me afastando aos poucos com muita calma, sem forçar muito, empurrei meu cu naquele pau e senti doer para caralho, gemi e fiz careta, ele mandou que eu parasse, meteu a boca no meu cu, lambeu bem, salivou, deixou meu cu bem molhadinho e retornou a posição anterior, enfiou novamente o dedo no meu cu com movimentos circulares e depois colocou aquela cabeça na porta do meu cu e me mandou empurrar. Fui empurrando aos poucos, agora, a dor era muito pequena e suportável, fui sentindo aquele cacete invadir meu cu, enquanto uma de suas mãos acariciava meu seios e a outra minha buceta, era um misto de dor com muito tesão, empurrei minha bunda naquele pau, até engolir ele todo. Sua mão saiu da minha buceta e empurrava minha anca, depois senti as duas mãos levando e tirando meu cu daquele pau.

Sua mão escorregou suave procurando meu clitóris, aumentando de mais meu tesão, pensei em gozar com aquele pau no meu cu. Senti que o tesão dele aumentava a cada instante e seu pau pareceu tomar conta de todo meu cu, foi quando senti aquele liquido quente encher meu cu. Não consegui gozar e ele percebeu minha frustração, mas disse que dificilmente eu iria conseguir na primeira vez, mas que ele iria me ensinar a gozar com um pau no cu. Foram quatro horas ininterruptas de sexo, coisa que eu jamais havia feito. Até o final do ano fomos mais três vezes ao motel. Quando os alunos faziam paredão, dávamos uma metida rapidinha numa das salas de aula ou na biblioteca. Sempre eu estava lá dizendo que tinha que fazer prova. O ano acabou e o meu melhor diploma foi no sexo, aprendi segredos que muito me ajudam na vida sexual, hoje eu sei levar um homem à loucura e excitar qualquer um deles usando apenas palavras ou gestos sutis, tudo isso devo ao meu adorável professor, que comecei excitar com uma brincadeira e acabei arrumando um excelente amante. Saudades dele. Não se esqueça, durante sua vida você precisa transar com uma pessoa mais velha para aprender segredos que te darão prazer na cama, foi bom aprender, pois acho que desfruto melhor os prazeres do sexo.


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