Contos Eróticos

Filmando tudo para o corno ver

Olá, bom dia ! Meu nome é Shirley, casada com o Jony, ambos na faixa dos trinta anos, somos o casalsmith3030............, liberais, gostamos muito de sexo e fantasias, já realizamos várias, temos um círculo de amigos sigilosos e confiáveis que nos proporciona muito prazer realizando fantasias. Meu marido é um corninho assumido, ele adora saber ou ver que é corno, adora bater punheta assistindo um macho pauzudo me comendo, ele me incentiva a usar roupas provocantes, paquerar, namorar e adora chupar minha buceta depois que ela foi comida, nós dois planejamos tudo detalhadamente depois agente senta, conversa e escreve esses contos para vocês, fazemos isso com carinho e dedicação, estamos juntos há quatorze anos e temos muitas histórias pra contar. O relato que eu vou contar agora aconteceu com um amigo nosso, o Claudio, o Jony, meu marido quem conheceu ele através da internet em um site de relacionamento, adicionamos ele no msn e fizemos amizade, fomos ficando íntimos, ele passou a fazer parte dos nossos amigos sigilosos e eu acabei tranzando com ele várias vezes inclusive na frente do Jony meu marido onde fezemos questão de escrever toda nossa tranza pra vocês no conto de casais com o seguinte tema : TRANSANDO NA CHÁCARA COM UM AMIGO DO MEU MARIDO ( Relatos de Casais ).

Eu e o Jony estávamos pretendo comprar um sítio e o Claudio ficou de procurar um para nós. Um certo dia o Claudio ligou para a minha casa dizendo que havia um sítio a venda quatro quilômetros depois do seu, era uma chácara fechada dentro dos matos com uma casa grande cercada e com bastante plantações de árvores frutiferas, a casa estava mobilhada e ele estava com as chaves para nos mostrar, liguei pro Jony, meu marido e ele me pediu para eu ir olhar o sítio sozinha pois ele estava trabalhando e eu estava de férias, tudo bem, retornei a ligação para o Claudio e combinei de ir olhar o sítio no dia seguinte, no outro dia, eu peguei o carro e fui até a chácara do Claudio, chegando lá ele já me esperava na entrada, desci do carro, nos cumprimentados, ele me convidou para entrar e tomar um copo de água, sentei um pouco na varanda da casa pra tomar água e o safado do Claudio foi logo me lembrando do dia em que tranzamos naquele local, em seguida, foi logo me perguntando se o meu marido ainda gostava de ser corno, eu nada respondi, apenas dei um sorriso e perguntei onde ficava o sítio que estava a venda, ele pegou as chaves, mostrou a direção e disse que eu fosse no meu carro pois ele iria na sua caminhote para deixá-la na chácara e voltaria no meu carro comigo, tudo bem, entrei no meu carro e parti, Claudio veio logo atrás de mim, quando eu consegui avistar a chácara esqueci de olhar pra estrada e acabei atolando meu carro em uma possa de lama, era uma estrada apertada no meio dos matos com passagem para um carro de cada vez, cheia de buracos e lama, Claudio desceu do seu carro e veio tentar tirar o meu que estava atolado, ele tentou várias vezes mais não conseguiu, então ele pegou uma corda , retirou sua camisa, forrou o chão e se deitou sobre ela para amarrar a corda do meu carro para o dele, enquanto ele estava deitado eu fiquei em pé próximo dele, notei que ele estava de short sem cuecas, o volume do seu pau ficava visível e isso foi me deixando exitada, quando ele saiu debaixo do carro e se levantou eu peguei minha bolsa e fui em direção da caminhonete dele, abri a porta, me sentei no banco do carro e comecei a retocar minha maquiagem, ele amarrou a corda na caminhote, veio em minha direção e me perguntou se eu estava bem, eu respondi que sim e perguntei se ele também estava bem, ele me respondeu que sim só estava tendo dificuldades para se controlar pois não era fácil estar sozinho dentro dos matos com uma mulher bonita e gostosa como eu sem ficar exitado, eu também estava exitada e isso foi a gota d água de tudo, em seguida eu perguntei a ele se ele estava exitado e ele respondeu que sim e perguntou se eu queria ver, eu respondi que sim, então ele baixou seu short, colocou seu pau para fora e se aproximou de mim, eu peguei seu pau e comecei a punhetar um pouco e em seguida começamos a nos beijar, em seguida, eu perguntei ao Claudio se poderia filmar tudo para o corno do Jony ver quando eu chegasse em casa e ele respondeu que sim, então eu peguei a câmera digital, liguei e entreguei pro Claudio filmar, depois eu me inclinei um pouco e comecei a chupar seu pau que estava um delícia, chupei as bolas, passei a língua em volta da cabeça e depois tentei engolir tudo colocando a cabeça do pau dele no fundo da minha garganta, Claudio gemia com a minha chupeta e filmava tudo, sabendo que o Jony, meu marido iria assistir aquela filmagem ele provocava o seu amigo dizendo;....

Veja amigo como sua mulher chupa gostoso, olha como ela lambe esse pau, chupa Shirley, chupa meu pau todinho e mostra pro corno do seu marido a puta que você é....Eu chupei seu pau até ele ficar completamente duro dentro da minha boca, em seguida, eu olhei para a câmera e disse;.....Olha amor como o pau dele estar duro, agora ele vai me comer gostoso para você ver, em seguida, eu fiquei de quatro no banco do carro, ele levantou minha saía, baixou minha calcinha e começou a chupar minha buceta e meu cuzinho lubrificando tudo, em seguida, ele colocou a cabeça do pau no meu cuzinho e começou a enfiar lentamente, quando a cabeça do pau entrou ele começou a meter devagarinho, em seguida ele começou a acariciar minha buceta enquanto metia seu pau no meu cuzinho, isso me deixou mais exitada ainda, eu comecei a movimentar minha bunda e quando percebi o pau dele já estava todinho dentro do meu cuzinho, me comendo gostoso, estava um delícia, eu estava exitada e gemia bastante, Claudio sempre gostou da minha bunda e comia meu cuzinho sem dó enfiando tudo, eu olhei para trás para ver o Claudio comendo a minha bundinha e vi que ele continuava filmando, então eu olhei pra câmera e disse pro Claudio ;....

Me come meu gato gostoso, enfia esse pau dentro da minha bundinha ahaahahahahaha, Faz comigo o que o corno do meu marido não faz ahahahahaha, Arromba meu cu pra esse corno ver, me arromba vai, ahahahaahah Mete tudo, mete com força, vai...... Depois disso, Claudio me entregou a câmera, me puxou pelos cabelos e passou a meter tudo dentro de mim, eu gemia feito uma louca com aquele pau dentro da minha bunda, depois de alguns minutos nós mudamos de posição, eu me virei de frente pra ele e me deitei no banco do carro, ele levantou minhas pernas e enfiou seu pau no meu cuzinho novamente, ele estava adorando comer a minha bundinha, eu com uma das mãos acariciava minha buceta batendo uma siririca e com a outra filmava o Claudio me comendo, nesse momento, o tezão dos dois estava auto demais, agente gemia muito, Claudio metia forte na minha bunda, enfiava tudo, batia na minha cara e me chamava de piranha vagabunda, eu metia os meus dedos dentro da minha buceta e massageava forte enquanto ele comia meu cuzinho, nesse ritmo, Claudio anunciou que iria gozar dentro do meu cu, eu virei a câmera pra mim e disse ;..... Amor, o Claudio vai gozar dentro do meu cuzinho e vai encher ele de esperma pra você limpar quando eu chegar em casa, tá, olha seu corno esse macho gozando dentro do cu da sua mulher.... Em seguida, eu virei a câmera e direcionei pro pau do Claudio enfiando na minha bunda, poucos minutos depois, nós dois gozamos, eu gozei nos meus dedos enfiado na minha buceta e o Claudio gozou dentro do meu cuzinho, foi uma delícia, nós dois gozamos gostoso, em seguida, nós nos vestimos e fomos tirar o carro que estava atolado dentro da lama, depois fomos em direção a chácara, chegando lá, entramos e tomamos banho, comemos algumas frutas e ele foi me mostrar toda a chácara, depois disso, nós entramos dentro da casa, sentamos no sofá, ligamos a TV e ficamos conversando um pouco, Claudio me perguntou se eu estava precisando de mais alguma coisa e eu respondi que sim, que queria o pau dele outra vez mais dessa vez na minha buceta pois ele havia comido apenas minha bundinha, Claudio disse que meu pedido era uma ordem e foi retirando sua roupa, eu também retirei a minha e me sentei de pernas abertas no sofá, ele se ajoelhou entre minhas pernas e deu uma rápida chupada na minha buceta, depois chupou meus seios e se deitou no sofá, eu me deitei por cima dele colocando minha buceta em seu rosto e comecei a chupar seu pau, ficamos fazendo uma meia-nove gostosa por alguns minutos, depois eu fui pra cima dele, encaixei seu pau na minha buceta e comecei a cavalgar subindo e descendo no pau dele, ele me segurava pela bunda e chupava meus seios ao mesmo tempo, estava uma delícia, depois de alguns minutos nós resolvemos mudar de posição, eu fiquei de quatro em cima do sofá e ele se ajoelhou por trás de mim, enfiou seu pau na minha buceta e começou a meter, foi nesse momento que lembramos do Jony, meu marido, então pegamos a câmera outra vez e começamos a filmar toda a nossa transa, Claudio metia na minha buceta e filmava tudo ao mesmo tempo, como eu sei que o Jony, meu marido, adora ser provocado, eu olhava pra câmera e dizia ; ......Me come Claudio, ahahahaha, Enfia tudo dentro de mim, ahahahaah Me come gostoso, vai, Arromba minha buceta com essa pica gostosa que você tem, vai ahahahahhaha Em seguida, Claudio me pegou pela mão e nós fomos em direção a mesa da sala, chegando lá ele me pediu para deitar em cima da mesa, depois abriu minhas pernas e enfiou seu pau na minha buceta novamente, aparti desse instante eu passei a filmar tudo, o Claudio metia todo o seu pau dentro da minha buceta, ficava somente as bolas do lado de fora, a cada metida que ele dava eu soltava um grito, Claudio vendo que eu filmava tudo, olhou pra câmera e disse;.....

Olha seu corno estou comendo a buceta da sua mulher, que buceta apertadinha ela tem, olha como a sua puta gosta de dar a buceta pra mim, quando ela chegar em casa você vai ver o estrago que fiz na buceta e no cuzinho dela, gozando dentro e enchendo ela com meu esperma...Depois disso, eu me levantei e chamei o Claudio para a sala de estar pois eu queria gozar junto com ele, chegando lá eu me deitei de pernas abertas no tapete da sala e ele se deitou por cima de mim, enfiou seu pau na minha buceta novamente e começou a meter, eu coloquei a câmera do lado, peguei no seu rosto e começamos a nos beijar enquanto ele metia na minha buceta, estava muito gostoso, em seguida, eu peguei a câmera novamente e comecei a filmar o Claudio metendo na minha buceta e resolvi provocar o meu marido mais uma vez dizendo pra câmera ; .... Me come Claudio ahahahahha Come minha buceta, vai , aparti de hoje eu vou voltar a ser sua puta, sua amante, quero que você var na minha casa sempre e me coma na frente do corno do meu marido, ele adora levar chifre, mete na minha buceta Claudio, ahahahahah Enfia tudo, Mete tudo ahahahahaah Mais forte, com força, vai e goza junto comigo, ahahahaha Goza dentro da minha buceta pro corno do meu marido ver, ahahahaha Me dar seu leitinho dentro da minha buceta, vai goza dentro mim, vai ahahahahah,

Depois disso, Claudio acelerou as estocadas e nós dois acabamos gozando juntos, dessa vez ele gozou dentro da minha buceta me enchendo com seu esperma, foi muito gostoso, depois que ele saiu de cima de mim, eu ainda chupei seu pau por alguns segundos, limpando e sugando o restante do seu esperma que estava em seu pau pois eu queria levar para casa o gosto do esperma dele na minha boca, na minha buceta e no meu cuzinho. Depois de tudo, nós nos vestimos e fomos embora. Foi uma tranza gostosa, eu gozei como nunca, foi muito gostoso relembrar pois já fazia muito tempo que eu não tranzava com o Claudio. Quando cheguei em minha casa eu estava exausta de tanto gozar, alguns minutos depois o Jony, meu marido chegou do trabalho, antes de almoçar eu contei pra ele tudo que tinha acontecido, em seguida nós fomos pro quarto, ele pegou a câmera, conectou na TV e começou a assistir a minha tranza com o Claudio, rapidamente ele retirou a sua roupa e eu pude ver que seu pau já estava duro feito ferro, Jony me pediu para eu retirar minha roupa e deitar em cima da cama, em seguida ele me perguntou onde o Claudio havia gozado e eu respondi que ele gozou primeiro no meu cuzinho e depois na minha buceta, em seguida, Jony abriu minhas pernas e caiu de língua na minha buceta e no meu cuzinho, ficou me chupando e batendo punheta por vários minutos até gozar em cima dos meus seios, meu marido adora chupar minha buceta cheia de esperma, ele adora ser corno e eu adoro ser puta.

O negócio do sítio não foi fechado mais nós estamos sempre alugando ele nos finais de semana para descansar, fazer festinhas e realizar fantasias com nossos amigos, estamos sempre aperfeiçoando e inovando nas nossas fantasias fazendo loucuras. Até a próxima.

 

Milena: a noiva

Este CONTO é um relato de como iniciei uma bela menina como minha serva, ela tem um belo nome: Milena, uma linda fêmea com 23 anos, extremamente sensual, corpo bem feito, onde se destacava seu belo traseiro. Bem vamos lá, à época EU freqüentava um curso de curta duração em minha área de atuação empresarial. Um dos colegas da turma trabalha em uma agencia de publicidade e resolveu produzir um DVD caseiro com situações cotidianas de empresas para melhor aprendizagem do conteúdo. Pediu minha ajuda no sentido de intermediar àqueles interessados, que EU fizesse uma relação com seus nomes, e-mails e ainda arrecadasse o valor para o custo do DVD, e EU posteriormente repassaria a ele, e em resposta, ele que entraria em contato quando as cópias estivessem prontas. Bem, era de interesse comum, prontifiquei-me sim a dar-lhe assistência, assim sobraria mais tempo para a produção dos DVD’s.

Informei a todos os colegas da turma, meu e-mail para que me procurassem os que quisessem a produção final do DVD.
Alguns dias depois quando abri minha caixa de entrada, me deparei com uma mensagem de um contato que EU não conhecia à minha lista de amigos, identificando-se como Milena, o nome não me era estranho, li o que dizia o recado e qual não foi a minha surpresa ao ver que se tratava de uma das mais belas moças da sala me desejando um bom final de semana. Estranhei de imediato, pois não tinha amizade com ela, mas não maliciei, afinal, ela poderia apenas estar ampliando sua lista de contatos, respondi sua mensagem da mesma maneira e prossegui com a rotina.

Na semana seguinte procurei discretamente por seu olhar na sala de aula, mas nada, Milena voltava toda sua atenção ao professor, isso confirmou o que eu havia pensado, além disso, seu noivo sempre vinha lhe trazer e buscar nos dias de curso e eles aparentemente formava um casal bem feliz e resolvido.
Passados mais alguns dias recebi novas mensagens dela, agora de cunho mais gostoso, com slides sensuais, desenho de correntes, etc.. Não tardou a aparecer uma mais picante e atrevida, com uma algema de fundo no e-mail, fiquei meio perplexo e atônito, será que não teria vindo erroneamente, não respondi àquela e deixei passar em branco, mas, apareceu mais uma e outra, foi então tomei a iniciativa de mandar-lhe uma erótica na temática do sadomasoquismo que EU conhecia bem, pois era praticante. Não demorou a vir à resposta com o título “danadinho hein”, sem anexos, apenas as palavras “minha nossa, me deu um calorão danado”, foi minha deixa para adiantar um pouco mais o passo e apimentar ainda mais as coisas, mandei-lhes mais algumas mensagens e agora mais voltadas às práticas mais fortes de sado, da forma que EU aprecio. As respostas, para minha satisfação também chegavam mais quentes até chegar ao ponto de começar a receber vídeos de dominação e, em especial de spanking. Vi que estava aproximando-se uma grande amizade entre nós e quem sabe algo mais, rsrsrs

Agora EU realmente estava interessado e mandei um convite para nos vermos com o objetivo de conversar, embora quisesse mesmo é tê-la aos meus serviços. Em alguns dos seus e-mails, Milena confidenciou-me que tinha muitas duvidas a respeito de uma vida conjugal e que a pessoa mais certa para sanar seus receios quanto ao casamento seria alguém já casado e que gostasse de sexo apimentado, pois ela não se contentava com apenas o sexo comum, o dito “baunilha” e o noivo era muito conservador e, ela tinha medo de que ele se espantasse com os desejos e fantasias dela. Prontifiquei-me a servir de tutor matrimonial e marcamos um dia em que ela cabularia a aula da faculdade para nos vermos.

Na data acordada fui até o prédio da faculdade e liguei a ela dizendo que a estava esperando. Tão logo foi possível a ela, em dois minutos cronometrados, ela apareceu na porta de saída. Estava belíssima, trajava uma mini saia jeans que deixava suas lindas coxas roliças a mostra, duas pernas bem torneadas que se esgueiravam de uma sandália rasteirinha e amarrada até o meio da canela até sumir por entre a faixa de tecido que cobria apenas região do quadril e guardava uma bunda redondinha e firme, ainda usava um top branco e decotado que valorizava seus lindos seios, de tamanhos médios, os cabelos amarrados para trás num estilo rabo de cavalo. Entramos em meu carro e dirigi para um restaurante que conhecia – era mais afastado e menos movimentado. Lá chegamos e falamos algumas futilidades e então, após alguns chopp’s, mais a vontade ela começou a lamentar sobre as duvidas que tinha e a queixar-se do noivo que não a completava, embora ela o amasse bastante e não queria perdê-lo. Comoveu-me um pouco mais, estava extremamente carente e foi a deixa para que eu oferecesse o “ombro amigo”. Ficamos juntinhos alguns minutinhos, sem nada fazer, de mãos dadas. Com a proximidade de nossos corpos o tesão foi crescendo, chegando até a machucar-me dentro da cueca de tão duro que o meu pau estava. Aproximei-me mais ainda dela e fiquei admirando-a por alguns milésimos de segundos e pude ver o brilho de desejo em seu olhar. Dei-lhe a mão novamente e senti agora que estavam frias e suadas como se o medo e receio a dominassem. Senti os lábios de Milena, quase que trêmulos à espera de um beijo proibido. Embriagado pela excitação beijei-a com volúpia, um beijo quente, molhado e lânguido, acariciei seu rosto por um momento, ela então me pediu para que saíssemos dali e que eu a deixasse em sua kitinete, já que não se sentia bem estar em público trocando carinhos com um outro homem que não fosse seu noivo.

Ela estava tão desejosa como EU, o ar estava impregnado daquele cheiro gostoso de sexo, de tesão. Sob suas orientações dirigi até sua casa, deixei o carro parado do outro lado da rua, entramos em seu apartamento e estávamos de mãos dadas como fossemos dois namoradinhos.
Tinha um belo apartamento, grande, espaçoso e segundo ela, havia sido comprado em parceria com o noivo, para futura moradia de ambos. Conversamos, já mais agarradinhos, e depois de mais beijos, ela me ofereceu suco e imediatamente lhe disse: _ Não obrigado, prefiro comer a fruta, e hoje a fruta é você.
Ela deu-me uma olhada desejosa, molhou os lábios com sua língua vermelha e fina, mordeu levemente seu lábio inferior e agarrou-me pelo pescoço e me arrastou para o quarto enquanto nos entrelaçávamos em um beijo asfixiante, minhas mãos agora entravam em contato com aquelas coxas maravilhosas e exploravam por baixo daquela mini saia, pude sentir suas nádegas quentes encherem a palma e me estontear com o deslizar dos dedos para dentro do rego onde se escondia um minúsculo fio dental, senti o coração acelerado como um adolescente que tem seu primeiro beijo ao esgueirar minha mão para cima de sua bucetinha molhada, a essa altura ela já tinha se livrado da parte de cima e seus mamilos bailavam à minha frente implorando para serem sugados e que bocada deliciosa – continuava de pé ao lado da cama então a peguei nos braços e a atirei sobre seu colchão d’água, que visão maravilhosa ter aquele monumento plenamente a meu “bel prazer”, livrei-a do restante de suas vestimentas e pude, então, ver aquela xaninha depilada pronta para ser invadida, deitei meus lábios sobre ela e senti o sabor único de um clitóris ardente de tesão, ela gemia e dizia palavras desconexas, esfregava seu púbis em minha boca e me puxava pelos cabelos, e totalmente enlouquecida gozou. Deitou-me de costas e quase que desmaiando me disse para esperar a retribuição, foi ao banheiro e após um banho rápido trouxe um óleo corporal em um pequeno frasco, pingou algumas gotas na glande, aquele líquido exalava um delicioso cheiro de cravo e gelava todo o membro dando uma sensação que misturada ao tesão do momento proporcionava uma sensação única, ato contínuo ela aproximou sua boca do meu pau latejante e, de leve, começou a mamá-lo com maestria suprema, sua boca parecia ser de veludo, suavemente ela descia da cabeça até as bolas e voltava, eu estava em êxtase, um transe sensacional me fez ejacular em sua boca caprichosa que tomou tudo aos goles até a última gota. Sedentos por mais prazer nos atracamos em novo beijo e agora eu já me enlaçava em sua cintura à procura de me acomodar em seu interior e finalmente a angústia da espera foi acalentada por uma penetração lenta e minuciosa, pude sentir cada centímetro de sua grutinha apertada acomodando meu pau pulsante, as bocas enchendo de saliva como se provassem uma maçã verde, os corpos finalmente deleitando-se em um vaivém frenético para culminar em um gozo digno de dois amantes de encontro único.

EU já a tinha sob domínio, através da transada deliciosa que fazíamos ela estava totalmente entregue ao PRAZER, estava na hora de começar a possuí-la como minha cadela. Lembrei-me das mensagens que me enviou, valorizando o spanking e disse-lhe: – Milena estou lembrando que o que você gosta e quer é apanhar, não é?
A minha voz era dura, olhei pros olhos dela e era tesão puro… Ela tentou falar-me, mas a voz estava embargada pelo momento. Não esperei e afirmei-lhe:
-Não fale nada e fica com a boca calada, que agora você vai fazer o que eu quiser, vadia não tem querer, ENTENDEU? Ela ficou sem nada fazer, estática, apenas olhando para mim, parecendo um robô como aguardando novas ordens.

A coloquei de quatro e comecei a lhe penetrar mais uma vez, bem gostoso, enquanto isso Eu lhe batia na linda bundinha, Milena pediu-me para parar, mas ao mesmo tempo notava que ela queria ainda mais, cada tapa que Eu lhe dava, sentia sua bunda arder mas, ao mesmo tempo ficava mais molhada ainda. Quando a libertei um pouco, como uma gata ela se virou e ainda de quatro caiu de boca no meu pau… E Que coisa mais gostosa, quase me matou de tesão… Nessa hora ouvi o que tanto queria, quando ela me disse: Me chama de sua puta vai! Sou sua!!!
- Puta vadia! Você gosta disso não é cadela safada! E a senti com vontade de querer mais e mais. … Fiquei vendo sua bundinha e ao mesmo tempo lhe batia, EU a agarrei e ela tentava se soltar. Já prevendo que Milena viria a ser realmente minha cadela, tinha providenciado um pequeno par de algemas que trazia em meu bolso, já sabendo que iria usar, e prendi seus braços acima de sua cabeça. Ela meio que relutante, se deixou segurar e algemar.
Mordia devagarzinho suas lindas tetinhas e dizia: – Milena não era isso que você queria?
O melhor de tudo era que ela estava gostando de tudo aquilo! Era loucura, porém a cada mordida, chupão e tapa, ou ainda quando EU puxava seus cabelos ou apertava suas tetas, ela inundava o travesseiro de gozo e lágrimas até que, sem avisá-la gozei em sua cara… EU arfava de tesão, e ela também derretia-se ao contato do meu corpo.
-Agora vou vendar você!
-Pra que? Não faça isso não! Deixe-me ver o que vai fazer comigo.
-Não interessa…

Ela ainda se contorcia, dei-lhe outra boa chupada nas tetas e vendei seus olhos… Ficou com medo, EU procurava ser enérgico e ao mesmo tempo carinhoso e gostoso! Isso era loucura! Ela não via nada, e isso lhe dava uma sensação de desassossego! Quando ela percebeu estava chupando a cheirosa xaninha todinha, com força EU fazia, que a vinha gritar de dor e de tesão ao mesmo tempo, Milena estava todinha molhada, e EU chupava mais e mais, enfiava os dedos em seu ninho de amor enquanto ela se torcia todinha.
EU então lhe perguntei se eu queria mais e Milena ficou calada, daí lhe dei outro tapa e disse: te fiz uma pergunta? Ela logo respondi: -Quero!
-Ah você quer não é safada… Diz agora quem é seu homem diz? Quem te come assim cadela vadia fala!
Ela dizia que era EU com cara de choro, a mandei calar a boca…- Não quero choradeira a toa, fique quietinha, nem comecei ainda… Enquanto EU lhe batia, a fodia, lhe xingava… Ela gozava muito, na verdade gozando várias vezes como a muito tempo disse-me que não gozava… Dai então usei uma palmatória de couro, comecei a lhe bater… Milena chorava e EU lhe batia, mas seu choro era de puro prazer, ela nunca tinha gozado assim antes… A possuí com energia, a fiz gozar feito uma puta, a deixando ainda mais arrombada… Forcei Milena para baixo, bati com a pica várias vezes na sua cara e mandou-lhe chupar até achar que devia parar…
Enquanto EU a chupava ela dizia um monte de coisas pra mim, queria que batesse na sua cara, que mordesse seu pescoço, EU puxava seus cabelos e fazia minha pica chegar até a sua garganta, quase ficando sem ar, mesmo assim ela fazia forças para lamber… Quase engasgou com o jorro de gala que soltei em sua boca…
-Engole tudo vadia, não deixa uma gotinha sequer cair no chão… Para minha satisfação lambeu até a última gota… Então a empurrei para cama, coloquei suas pernas em meus ombros e a penetrei todinha… Ela era gostosa demais, como foi bom!
-Eu sabia que você gostava de apanhar?

Ela balançou a cabeça dizendo que não bem assim e, em resposta apenas ri, na verdade quase gargalhei: levanta a buceta pra mim vai cadela. Me deixa colocar o caralho aonde eu quero minha puta! (até parecia que ela ia impedir, cega e presa como eu estava!). Você não tem jeito, minha cadelinha safada, se fazia de certinha, mas o que você gosta mesmo é de levar uma bela surra…
Dessa vez EU dei cinco tapas tão fortes bem em cima de sua xaninha, que ela chegou a urinar do prazer que sentiu. Ela já não tinha mais controle de nada, já era minha escrava por completo…
- Diz! Confessa que gosta de ser tratada assim vai! Fala!
Ela respondeu: Me bate vai ! Eu gosto sim, me xinga, me faz sua do jeito que você quiser, vai mete todinho vai.. eu sou sua puta, sua cadela o que você quiser, mete todinho vai gostoso, mete!
Daí eu gozei de novo e de novo e de novo… E EU ria, meu riso era como de uma certeza de algo que só precisava ser confirmado: eu sabia que no fundo no fundo você gostava era de ser tratada assim safadinha…

Depois disso a soltei das algemas, tirei a venda dos olhos e vi seu corpo todo marcado, era como gado marcado pra saber quem era o dono, ela não se importou, afinal ela sabia que de minha propriedade mesmo, o que aconteceu depois, conto em outra oportunidade, só posso lhe garantir que a noite foi longa e perfeitamente diferente de tudo que EU já tinha vivido, pois Milena era uma escrava de primeira linha, sabia realmente como servir a um DONO!
E depois daquela noite ela confidenciou-me que tinha descoberto que gostava mesmo era de apanhar e ser tratada como uma vadia, mas tudo isso somente comigo, só EU sabia lhe fazer sentir-se assim…!
Hoje Milena é minha escrava total, faz tudo que for preciso e necessário para conservá-la. Milena se casou, tem dois filhos, um marido que a trata muito bem, mas continua minha serviçal, não nos encontramos como gostaríamos. Nunca mais tivemos encontros considerados normais… Bem, confesso que eu não tenho do que reclamar…rsrsrs!
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Se desejar receber outros contos de minha autoria, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com – ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus trabalhos.

 

Mary anne_serva fazendo anal

Meu nick name BDSM é mary anne_serva, moro no interior de Santa Catarina, cabelos louros, olhos claros, lábios grossos, 1.70 m. de altura, 65 kilos, seios fartos, pernas longas e bundinha ligeiramente arrebitada; sou casada com um homem bom, bem mais velho que eu e que faz todas as minhas vontades do mundo baunilha, até as que nem imagino, mas é incompleto para as minhas fantasias e menos ainda para satisfazer-me sexualmente, fazendo-me uma mulher sem alegria no dia-a-dia, não tenho prazer na cama e como me faz tanta falta. Compenso essa privação, que meu marido não consegue suprir, com um DONO a quem AMO MUITO e que me fez descobrir o mundo de BDSM – posso dizer que sou uma MULHER quase completa - não o sou mais porque não posso largar tudo e viver pelo meu SENHOR, porque pelo meu gosto viveria apenas para servi-lo. Sei que devo aproveitar o máximo possível de prazer que consigo com o meu SENHOR, pois como sempre digo: “tudo é eterno enquanto dure”, concordam? Espero não cansá-lo e que esteja satisfeito da forma com que procuro servir e satisfazê-lo. Sei que não sou a única que serve a DOM GRISALHO e nem tenho tal pretensão, penso apenas em ser escrava desse homem maravilhoso que a vida me mostrou, independente de ser somente eu a privilegiada ou Ele ter um canil a seu dispor.

Tenho 44 anos de idade e me considero uma pessoa recatada. A minha seriedade no campo pessoal é minha marca registrada em todos os ambientes em que freqüento. Sempre fui assim, talvez a sólida formação familiar que recebi tenha sido o fator responsável por isso. Atravessei os anos mais tenros da minha infância desta forma, longe do apelo sedutor das coisas ligadas ao sexo, mas hoje em dia, tudo que temos a nossa volta é associado ao sexo, desde a TV, com filmes, seriados e comerciais aonde expõem a sensualidade até as conversas de todos ou quase todos nós. Lembro-me na adolescência e até poucos anos atrás de amigas comentando suas curiosidades, suas pequenas ousadias do dia a dia, seus namoros, seus casos, suas traições, etc. Eu sempre acompanhei estes relatos à distância, como se aquelas estórias fossem apenas balelas, exageros, porque todos os relatos que eu ouvia não me pareciam convincentes. As experiências eram narradas como num filme de ficção científica, tudo parecia distante. Eu, aliás, achava que tudo eram apenas inventivas para elas poderem tocar a vida, pois sei (hoje) que a fantasia ajuda e muito a contornar as dificuldades de nosso dia-a-dia. Mas tudo isso era meu modo de pensar até eu conhecer o BDSM, quando tomei conhecimento desta maravilhosa filosofia de PRAZER a minha vida mudou por completo, tomei um rumo inesperado, comecei a entender as narrativas que tinha ouvido e, que achava que eram apenas pensamentos e devaneios daquelas que me confidenciavam seus desejos sexuais. Mas tudo mudou e comentarei a vocês pequenos lances dessa vivencia que tanto amo hoje; após ser agraciada como CADELA minha vida se transformou e, com certeza para bem melhor. Minha existência anterior resumia-se a quase nada interessante e, depois de DOM GRISALHO, a quem sirvo com todas as minhas forças, posso dizer que existo e que sei para que esteja neste mundo: SERVIR a ele, meu DONO, meu SENHOR, meu GUIA e ainda meu INSTRUTOR...

Tenho uma vida ainda quase toda virtual com meu DONO, porque moramos em cidades e estados bem distantes, mas de vez em quando tenho a honra de poder servi-lo, através de algumas oferendas que Ele manda-me fazer e que faço com o maior carinho e atenção. Agora contarei outros lances desta minha VIDA, que hoje é deliciosa, de como ela (vida) se tornou maravilhosa, isto tudo depois que sou propriedade de meu SENHOR... No meu depoimento de hoje falarei quando meu DONO e SENHOR traçou meu cuzinho, pela primeira vez de uma série que não sei numerar, rsrsrsrsrs. Meu Amo amado tomou meu traseiro como desejou, não coloquei nenhuma resistência. Auuuuuuuuuu Delicia, provavelmente não saberei descrever fielmente o PRAZER que tive e tenho, mas tentarei passar a vocês a forma e seqüência de como fui penetrada pelo Meu Amo e Senhor; farei o possível para contar como ele pegou meu rabinho – o que posso adiantar é que foi uma das minhas melhores experiências de VIDA até hoje.

Bom, marcamos de nos encontrarmos em um apartamento de determinado hotel em minha cidade e, quando lá cheguei já sabia o que deveria fazer, meu DONO já tinha me dado todas as instruções. Meu comportamento era de uma PUTA, aliás, que tanto gosto de ser e somente com meu SENHOR consigo colocar esse meu lado para fora, sem recriminações, sem cobranças de nenhuma espécie, sou o que quero e meu desejo é ser a VADIA dele. Por Ele não sou julgada de forma alguma. Bem, vamos lá: tirei toda a roupa e coloquei uma minissaia preta, sem nada por baixo, nuazinha e andei como uma cadela (que como vocês sabem: já sou mesmo, rsrsrsrs). Caminhei até ele e disse-lhe: Meu SENHOR sou sua cachorra, puta, serva, escrava, preciso que Meu Amo me instrua o que fazer, estou aqui para servi-lo da forma que mais lhe convier e desejar.

Procurarei retratar alguns dos diálogos que tivemos... Vamos lá: - mary fica de quatro e não diga uma palavra, você é minha puta e, serve-me apenas para que EU a use! - Fiquei ainda mais excitada, com essas palavras e, incontinente como uma serviçal colocou-me na posição ordenada. Meu DONO me fez ficar debruçada sob a mesa com a bunda empinada para facilitar a ele comer meu cuzinho, que naquele instante parecia que pulsava esperando que fosse arrombada por meu SENHOR. Ele pegou uma caneta apropriada e escreveu em meu rabo: PROPRIEDADE DE DOM GRISALHO. Meu dono ficou passando a mão na minha buceta que já estava encharcada e no meu cu, dizendo: agora vou arregaçar seu cu todinho, minha cadela vadia. Com a minha gosma de prazer besuntou meu cuzinho e logo fui penetrada, fiquei no inicio um pouco parada para facilitar a entrada da cabecinha do PAU, recebi alguns tapinhas (deliciosos, rsrsrs) na bunda e comecei um movimento frenético de vai-e-vem que deixou meu DONO louco e que o levou a um gemido alto e demorado. UUUUUUUUUUiiioooo doeu à primeira entrada, pois fazia tempo que tinha dado pela última vez o meu cuzinho ao meu marido que tem um pau bem menor que o meu DONO, foi preciso tirar o pau de dentro e colocar um pouco de gel porque não entrava de todo e estava ferindo a mim e o meu DONO. Doeu um pouco no começo, mas tudo foi se alargando com a entrada daquela PICA deliciosa. Inicialmente eu gemia de dor e prazer. A dor com o prazer ao mesmo tempo é inexplicável. Não sei escrever em palavras como é bom dar o cu, pois o prazer com o conseqüente gozo é totalmente diferente do que dar e gozar na xana. Eu não tinha idéia, antes de conhecer meu DONO, de que era tão bom, pois minha experiência anterior foi desastrosa.

Eu gemia e Ele me xingava (ou elogiava conforme for seu desejo interpretar, rsrsrsrs), e me dizia: mary agora rebola no meu pau como boa cadela que você é. Puxava meu cabelo, dava tapas no meu bumbum e me fudia com vontade, eu me sentia rasgada, mas com uma sensação inexplicável de dar prazer ao meu macho e como isto me excita. Ouvindo isso, ri de alegria e recebi mais alguns tapas na cara e Ele disse-me: - mary Eu falei pra ficar calada, sua vadia, por algum acaso você é surda? Se quiser falar alguma coisa vai ter que me pedir. Essas palavras me deixaram ainda mais excitada, mas mesmo assim perguntei se podia falar? Respondeu da seguinte maneira: - Pode, mas seja breve, você não fala muita coisa de útil....

Então eu disse-lhe: - Meu DONO me bate do jeito que me bateu antes, mas com mais força, e me permita gemer por que está muito melhor do que eu pensava que seria dar meu cuzinho ao Senhor - Ele respondeu: - Pode deixar que vou te satisfazer, vou lhe bater mais do que pensava anteriormente, rsrsrsrs! E dava mais tapas, ora na CARA, ora na BUNDA. Ordenou-me: mary – você é puta, como vagabunda urre.. – respondi: posso gemer? – disse-me geme!!! E Ele puxou os meus cabelos, deu mais uns tapas e disse: - Você perguntou e por isso vou meter em outro lugar. Logo seu pau saiu de meu cu e, enfiou o dedo indicador nele, remexeu bem dentro de mim, o tirou logo em seguida e levou até a minha boca, ordenou-me que o chupasse. Fiquei com misto de nojo e medo, mas estava muito excitada e o seu dedo molhado pelas minhas entranhas entrou em minha boca, chupei-o com facilidade, não me importando de que estivesse a alguns momentos em meu cu, pois o que meu DONO ordenava eu fazia, afinal sou D’Ele e como sua propriedade faço apenas o que quer. – Gostou cadela? mary você é VADIA e eu sei guiá-la. Eu a aceitei como CADELA - Ele me disse essas palavras, com uma voz firme que me arrebatava ás alturas. mary cadela.... quando ouvi meu nome e acompanhada de sua aprovação, me comoveu... Ele continuou: se for boa para trepar como foi para apanhar eu vou deixar você gozar, mas se reclamar eu a faço parar e apanhará como nunca. Tadinha de mim! Eu queria a PICA de meu DONO, era tudo que queria.

Meu DONO enfiava e tirava a cabeça do PAU com facilidade e dava-me mais alguns tapinhas que me agradavam. Em seguida forçou a entrada do resto do PAU e meu cuzinho começou a doer e quase cheguei a pedir pra parar, mas agüentei firme, rsrsrsrs. Ele pegou os meus cabelos novamente, recebi mais uns tapas, dessa vez no ombro e nos braços e retirou seu pau dizendo: - mary vou tirar por que é primeira vez que estou comendo o seu rabo, vagabunda. Essas palavras anestesiaram a nossa TREPADA... eu notei o erro que iria cometer se acaso suplicasse para parar e falei-lhe com lágrimas nos olhos: - Põe de novo, Dono! – Meu SENHOR atendeu-me e começou a colocou bem devagar. Lágrimas caíram mais uma vez dos meus olhos, agora de intensa alegria e felicidade. Alguns minutos depois, meu DONO retirou o pau de dentro das minhas entranhas e ordenou para eu repousar um pouco e deitou-se ao meu lado, fazendo-me deliciosos carinhos. Depois de um tempo, refeita e já sedenta por servir, eu decido fazer-lhe gozar e começo a virar a mexer sensualmente meu corpo e o meu cuzinho em sua direção, e acredite, ele começou a lamber-me. Chupa meu DONO, chupa tudo que é assim que eu gosto! - eu dizia e Ele após lubrificar com bastante saliva, apontou outra vez seu pau para meu cuzinho ainda dolorido e foi colocando devagar. Pegou-me pelo cabelo e fazendo um movimento de vai-e-vem com seu pau, eu gemia de dor, de prazer....mas alucinada gritava come....esse cu....que guardei pra o Senhor....durante esses anos todos......só pro Senhor...meu DONO....reservado ....hannnnnnn .....meu garanhão...come sua mary, sua CADELA ..... estica minhas pregas.....minha bundinha é todinha sua!!! Fui fudida com gosto, que tesao.....que vida maravilhosa é ser SERVA.... alucinado meu DONO gritou agora vai tudo vagabunda e enterrou ate as bolas...e dizia ....esse cu é meu...só meu...... e eu comecei a gozar igual a uma piranha....puta....vadia....cadela...no seu mastro arrombador.

Tadinha de mim, será, rsrsrsrs!!! Fui arregaçada!!! eu ainda gemendo... cansada... arfava, ia se recompondo de ter levado seu mastro em meu rabinho ....suspirava...
Seu pau ainda duro, pois ainda não havia gozado o suficiente, foi tirando do meu rabinho bem lentamente para eu sentir o tamanho do prazer que o aguarda sempre que possível, disse-me abre a boca vagabunda, colocando-o na minha boca... e fui chupando o pau inteiro, chupei as bolas, enquanto meu DONO batia uma siririca na minha bocetinha – Pouco depois colocou a língua no meu cu, fazendo carinhos, umedecendo, que maestria, isso me deixava louca - logo gozei e sem que ele pedisse, engoli toda a porra que saiu do seu cacete delicioso, o que o deixou contente! Digo a vocês: o prazer que DOM GRISALHO deu-me, em toda minha vida somente consegui com Ele, ninguém havia ainda me dado, ainda que de forma parecida, o que senti com esse homem maravilhoso. Essa delicia de poder aproveitar o sexo anal somente cheguei a atingir depois que literalmente me fiz submissa D’Ele. Nossa, agora quando me lembro, eu ainda sinto seu membro pulsando dentro do meu cu, nossa que delicia.

Deitei-me novamente no chão por sua ordem, DOM GRISALHO veio por cima de mim, e meteu todo o seu pau de uma estocada só, soltei um gemido, doeu-me mais que a primeira vez, e eu como boa cadelinha que sou sorri, meu DONO começou a penetrar-me, nossa como doeu desta vez, agüentei algum tempo ate Ele estar outra vez todo dentro de mim, depois começou a bombar e doeu muito, pois estava dolorida das trepadas daquele dia, quase vim a pedir para ele parar, outra vez. Alguns momentos depois Ele parou, levantou-me e me beijou, dizendo que haveria outras oportunidades, porem eu não queria só aquilo, também queria que ele comesse meu cuzinho de novo, então ajoelhei-me e fiz-lhe o meu melhor boquete, quando ele tava a começar a gozar, eu disse, mete no cuzinho Dono por favor, Ele meteu, meteu com cada estocada, as suas bolas quase que entravam também. Depois de repente Ele quase sai de dentro de mim, e muito bruscamente, alguns instantes depois, me disse que tinha uma surpresa para mim, sabe qual era, srrsrsr, gozou intensamente no meu cuzinho, que delicia sensação maravilhosa de ter meu cu inundado pela porra do meu dono.

Logo depois de encher meu cu de seu mel, ele me puxou pelos cabelos e me levou até o banheiro, colocou-me de joelhos e com dois tapas na cara, um em cada lado, me mandou ficar com a boca aberta e começou a mijar na minha cara e boca. Isso mesmo, urinou em mim todinha e então pude sentir outra vez o gosto da chuva do meu Amo e Senhor, me sentindo premiada pelo meu dono..... E com o tempo aprendi que não bastava mais trepar apenas, tinha que ao final de nossos encontros, meu DONO mijar-me inteirinha, eu só me fartava se recebesse um banho bem gostoso. Meu DONO tem que ficar tomando água o tempo todo, pois ele quer e eu queria cada vez mais receber seu “xixi” delicioso. Bem, nos acostumamos tanto que hoje, apenas ao colocar seu pau na minha boquinha e, lá mesmo meu SENHOR já mija ou dá sua pôrra, eu engulo tudinho o que ele me oferece. Fico prazerosa, feliz, satisfeita – afinal sou uma CADELA e apenas sirvo para dar PRAZER a ele.
Quando cheguei em casa e fui tomar banho, que eu notei: meu cu agora tem um buraco, hahahahahah. Eu tenho varias fantasias que quero realizar com ele, querem saber?

Quero colocar uma calça bem justa, uma blusa bem ousada no decote, mas sem calcinha e sutiã e sentar em um bar de quinta categoria e como uma puta bem vagabunda quando Ele passar, eu vou chamá-lo e perguntar quanto me paga para eu entrar no seu carro e chupar a sua rola, até não agüentar mais e jorrar sua porra gostosa na minha boca. Nossa isto vai ser uma loucura, nossa só de pensar já fico molhada.

A outra quero passar uma tarde inteira com Ele em um quarto de motel, com hidromassagem, encher de espuma, uma boa taça de vinho. Quero que ele me coma na hidro, principalmente o cuzinho, pra que eu me sinta ainda mais ser sua cadela. Depois no chuveiro e também na cama. Aliás, em todo lugar, pois adoro a PICA de meu DONO. Ao final ficarmos relaxados, entrelaçados, para descansar, ouvindo uma boa musica, Ele me fazendo carinho.

Outra mais ainda é estar passeando de carro com meu SENHOR e ele parar em uma estrada sem muito movimento, e me foder ali mesmo encostada no capo do carro, levantando minha saia, me traçando como uma puta de rua, enchendo todos os meus buraquinhos com sua pica gostosa...... Bem acho que poucos de vocês irão ficar sabendo de nossas fantasias. Quem sabe continuarei escrevendo e relatando as peripécias de meu amado DONO, junto comigo, claro, rsrsrsrsrs.....
Bom, para encerrar: vou falar a vocês, como é bom, melhor dizendo é demais dar o cu para o Meu Amo e Senhor, indescritível a sensação que eu tive hoje, estive nas nuvens e, quando me lembro, fico molhadinha novamente .

Esse é mais um lance da história verdadeira de mary _serva, a puta de DOM GRISALHO.
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Se desejar receber outros contos de autoria minha autoria, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com – com certeza ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus trabalhos.

 

 

Luana: a aluna safadinha!

Olá, meu nome é Luana e que o que escrevo abaixo aconteceu realmente.
Tenho 19 anos, resido em São Paulo-capital, falarei apenas isso, porque poderão reconhecer a mim e ao meu Senhor. Gosto demais de um professor chamado Srº Antonio, carinhosamente chamada de Prof. Antonio pelos alunos da escola. É um coroa muito bonito, charmoso e com uma voz firme que mexe com a gente, sonho com Ele direto me possuindo e acordo molhadinha acreditem.
Certo dia na escola eu estava de péssimo humor e o provoquei, acabando por discutir com o meu querido professor sem razão alguma, mas sei que o deixei uma “pilha de raiva”. Ficou muito furioso comigo, acho que se pudesse me daria uns tabefes na hora e, logo depois acabou indo embora. Isso ocorreu na quarta-feira logo de manhã. O resto da semana Ele ignorou-me, nem sequer olhava para mim, e eu estava totalmente aflita e não sabia como pedir perdão a Ele pela minha infantilidade.
No sábado próximo houve uma festa da faculdade, em que todos estavam presentes, o corpo docente: diretoria, professores e auxiliares dos diversos setores da faculdade e ainda nós, alunos. A festa transcorria normalmente, sem nada demais a acontecer, quando por volta da 01,00 hora da madrugada, Ele veio na minha direção, fiquei dura, não sabia como reagir e me puxou para perto D’Ele com força e disse: “luana daqui a pouco vamos sair juntos, precisamos conversar e você vai dormir na minha casa hoje! Conversa bem séria”, eu perguntei: “porque”…. Ele respondeu: “não faça perguntas, apenas obedeça senão vou te “lascar” nas notas….”. Senti um frio na coluna, um arrepio pelo corpo todo e foi o que fiz: obedeci, pois estava com medo que Ele desse mesmo uma nota baixa e acabasse ficando com a matéria novamente para o próximo ano, carregando em dependência e, fora isso achei que era uma boa oportunidade de resolvermos nossa situação que gerou briga e reatarmos a amizade…. Mas uma coisa tem que ser falado a vocês, quando Ele conversou comigo, falou de uma forma enérgica, bem autoritária e confesso que gostei de ter recebido ordens… Não sei como, acabei ficando bem excitada, rsrsrsrs….
Quando deu o horário Ele me chamou, fui até seu carro, e durante o caminho até sua casa não abriu a boca….estávamos um pouco alto pela bebida da festa….Chegando em casa o professor foi subindo até seu quarto e eu fui na frente como me foi mandado…. Quando chegou à porta do quarto, outra vez enérgico, falou-me: “luana ajoelha! Aqui no meu quarto você é uma vadia e só vai andar ajoelhada….”…Eu pensei que estivesse brincando e dei risada….Isso deixou-o irritado, em seguida pegou meu braço, torceu com força e que fez com que Eu ajoelhasse sozinha… então disse-me: ” Eu não estou brincando sua vadia….acho bom você fazer tudo que EU mandar…será melhor pra você….” Dizendo isto me deu um tapa na cara bem forte….. Não esperava a reação que tive: comecei a sentir muito tesão e medo ao mesmo tempo…. Eu estava gostando de ser dominada pelo meu professor….
Mas resolvi obedecer tudo que Ele mandava…. Então fui andando ajoelhada até o lugar que Ele ordenou, onde ele me deu outro tapa na cara, desta vez bem mais forte e disse: “luana você é uma cadelinha!! Ta ouvindo?? Vadia ….” Eu apenas respondi: “Sim, senhor”…
Então ele mandou-me ficar de quatro em frente à poltrona que ele sentou, Esticou os pés sobre minhas costas e ficou durante algum tempo…. Que sensação maravilhosa, ser assim tratada!!! E continuei lá de quatro servindo de apoio para meu Senhor, apenas esperando a próxima ordem.
Depois de uns trinta minutos nesta posição, mandou-me ficar de joelhos e disse: “luana agora você vai chupar meu pau, como uma vadia….!….” Tirou-o para fora e que delícia que era: grande e grosso!! E muiiito bonitoo… A essa altura meu tesão era enorme…. Estava sendo a putinha do professor e ainda iria chupar seu pau delicioso, que sonhava há tanto tempo….Antes de chupar, ele me deu uma surra com uma régua de madeira, dolorida - batia forte na minha bunda e na cara e, xingava-me de tudo quanto era nome, entre eles: putinha, vadia, safada, cadela, etc.... e sabem que estou gostando e muito, rsrsrsrs.
Em seguida mandou-me suplicar pelo seu pau: eu o fiz…implorei que ele deixasse chupar aquele belo exemplar.. Que delícia de pau…. ele me segurava pelo cabelo e enfiava-o inteiro na minha boca…e me deixava quase engasgar….Ele que coordenava o que eu fazia…. Eu era apenas a sua escrava….. Ele começou a foder minha boca com força…..Tirou o pau e gozou muito no chão do quarto….e disse: “luana agora você vai limpar tudinho com a língua!! Se ficar uma gota no chão vai apanhar, sua putinha” e dizendo isso me deu outro tapa forte na cara! “Sim Senhor” respondi.Eu limpei tudinho com a boca…. engoli todo o gozo que meu Senhor jogara no chão. Enquanto isso Ele foi no banheiro…..
Quando voltou mandou que eu Ficasse de quatro na beira da cama…. obedeci e Ele começou a esfregar-se no meu cuzinho…Eu gemia de prazer, mas me batia mandando eu calar a boca…. De repente Ele começa a enfiar o pau em mim com força e me xingar muito…. Eu sentia muita dor, fazia tempo que não tinha mais penetração anal, sem a prática estava doendo, mas ao mesmo tempo a sensação era maravilhosa, difícil de explicar…. Senti seu membro esquentando.. Pegando fogo.. Ele foi enlouquecendo e eu também.. já não víamos nem ouvíamos mais nada.. o mundo se fechou ali naquele momento…que delícia...possuiu-me, eu era D”Ele.
Depois de usar meu traseiro, ele repetiu o ritual, mas agora na minha xaninha. Falo a vocês, que penetração deliciosa, difícil de descrever, apenas falo que nunca tive um homem como Ele e, gozou tudo no chão outra vez e, mandou-me limpar com a boca….Eu obedeci rapidamente a ordem do meu agora DONO….Depois disso me deu uma seqüência de 3 tapas fortes na cara, apertou meu rosto e disse: ” você gosta de ser judiada cadelinha?!!” “Sim Senhor” respondi. Disse isso e deitou em sua cama e acabou cochilando….e eu fiquei lá na poltrona a noite toda, batendo siriricas lembrando da noite incrível que estava tendo, e com dor no cuzinho por ter sido arrombado por meu Senhor…..
De manha, quando Ele acordou era outra pessoa… estava muito legal e disse: “Bom dia luana, não consigo lembrar de nada que aconteceu ontem….” Era obvio que Ele estava mentindo, mas achei melhor concordar e também respondi: “É professor, bebemos muito, também não me lembro nem como cheguei aqui….” e Ele respondeu: ”luana o importante é que reatamos a amizade….”
Levantei-me, disse tchau e fui embora pela rua meio tonta, meio sem acreditar no que havia feito. Mas com uma sensação de que seria um momento único, inesquecível e foi mesmo.. e creio que Ele também não deixará de recordar os nossos momentos, embora tenha se mostrado “esquecido” na manhã seguinte, rsrsrsrs
Nos dias que se seguiram, na faculdade, o professor me tratou com naturalidade e nunca mais tocou no assunto…. Mas esta noite vai ser relembrado de que sou sua cadelinha, pois vou atrás D’Ele e com certeza se lembrará de tudo…..rs
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Garçom gostoso e safado

Olá meu nome é Lucas, tenho 21 anos, sempre leio os contos daqui e quando me interesso adiciono as pessoas no MSN pra ver se rolar alguma coisa.
Vou contar aqui o que aconteceu comigo dia desses. Moro numa cidadezinha do interior e faço a faculdade a noite. Diariamente frequento um bar que há perto da faculdade, e um dos maiores motivos que me leva até o bar é um garçom que trabalha lá. Ele chamasse Caio, moreno, olhos e cabelos escuros, aproximadamente 1.70 m e uns 75 kg, aproximadamente 23 anos, gostoso pra caralho, tatuado e do tipo safado. Sempre que vou ao bar não consigo tirar os olhos dele, mesmo eu não sendo afeminado e bastante discreto, o Caio já havia percebido as olhadas que eu dava nele e em sua mala.

Em uma sexta à noite fomos com a galera para o tal bar, bebemos algumas cervejas e caipiras, certa hora resolvi ir ao banheiro, até ai tudo beleza. Quando entro no banheiro (coletivo), não havia ninguém, então tirei meu pau pra fora e comecei a mijar, de repente percebo que entra alguém no banheiro, era o Caio, então ele se posiciona pra mijar também, ao meu lado, e fala: E ae viadinho, é disso aqui que você gosta né ( pegando no seu pau)? Na hora dei aquela olhada para o seu pau, que maravilha, estava mole e devia ter uns 15 cm, mesmo mole. Então respondi: Eu que sou o viado né, não pode ver um macho indo pro banheiro que vai correndo atrás. Ele não respondeu nada. Terminei de mijar, ainda estávamos sozinhos no banheiro, quando estava lavando minha mão ele fala: Mora aqui perto? Respondi que sim, ele pergunto, sozinho? Sim. Foi nessa hora que ele me perguntou se estava afim dele, na hora fiquei meio sem reação, então ele falou, passa o número do teu celular que te ligo quando estiver indo pra casa, dei meu número e ele me passou o dele. Voltei para a mesa e fiquei imaginando o que poderia acontecer depois. Já eram umas 23:30 quando todo mundo foi embora e eu também, cheguei em casa e fiquei esperando o celular tocar, passado uma meia hora ele me liga e pergunta: Ainda esta afim de levar uma rola no rabo?? Dei uma risada e lhe passei o endereço da minha casa, em poucos minutos ele chegou, e pediu se poderia colocar o carro na garagem, mesmo morando sozinho não quis levar ele pra minha casa, falei que em casa não dava, então fomos para um motel que eu já conhecia, perto da minha casa. No caminho todo ficamos praticamente calados, chegamos no motel, ele meio sem jeito ainda, e eu nem acreditando que aquilo estava acontecendo. Ele tirou a camiseta e deitou na cama, então pegando no seu pau, falou pra mim se eu não queria mamar, nem respondi, apenas arranquei minha camisa e fui. Comecei beijando por cima da calça mesmo, logo tirei sua calça e sua cueca e a minha também, que corpo, super definido, poucos pelos. Continuei o boquete por mais uns 5 minutos e ele forçando minha cabeça com suas mãos e gemendo já de tesão.

Mandou eu ficar na posição de frango assado que iria comer meu rabo, então olha na carteira e diz que não tinha nenhuma camisinha e por coincidência eu também estava sem nenhuma, na hora fiquei meio com medo, pois sem não rola. Mas ele me disse que por ele não haveria problemas e que ele sempre se cuidava... Molhou bem a cabeça do seu pau e o meu cuzinho com seu dedo e colocou tudo aquela piroca no meu rabo, senti muita tesão, então ele começou um vai e vem, meu rabo estava quente e eu prendia seu pau com meu cu, ficamos um tempo naquela sensação gostosa, quando ele avisa que ia gozar, começou a meter mais rápido e logo gozou, nossa que delicia aquele leite quente no meu rabo. Tirou seu pau do meu cu e deitou na cama novamente, estava todo suado, então comecei a lamber seu corpo, quando ele pediu que eu o chupasse novamente, desci até seu pau, que estava todo melado e com um cheiro que me deixava com mais tesão. Comecei chupar seu pau novamente e a bater uma punheta pra mim ao mesmo tempo, logo ele disse que iria gozar então fui mais devagar, pois queria gozar junto, pouco tempo depois gozamos os dois juntos e eu mamei todo o seu leite. Ficamos ali deitados mais um tempo, então tomamos banho, e fomos pra casa. Chegando na minha casa ele pediu para dormir lá, não consegui dizer que não. Como moro em um apartamento pequeno, tenho apenas uma cama (de casal), entramos e falei pra ele que teria que dormir comigo, disse que não teria problemas, tiramos a roupa e nos deitamos, que noite maravilhosa, ter aquele macho ao meu lado. No outro dia ele foi embora logo cedo, e eu continuo frequentando o bar, porém não rolou mais nada.

Se você gostou e estiver afim de uma foda gostosa meu e-mail é llucas_23@hotmail.com

No banheiro da escola

Eu tenho 18 anos, mim chamo Lucas, estudo o terceiro ano do ensino médio tenho um corpo, vamos dizer, Malhadinho, 1,65 Alt., cabelo Loiro, sempre gostei de freqüentar a escola, pois acho ser fonte dos nossos conhecimentos, era uma dia de Quinta-Feira os professores quase todos tinham compromissos durante o dia, e não poderia aparecer na escola, sabe aquele dia que não tem quase ninguém na escola, então, decidir ir ao banheiro mijar, estava vestido em uma calça, blusa do uniforme e Sapato, No banheiro tem somente 2 vagas , uma era pra deficiente , E a outra era normal pra todos, decidir então ir no de deficiente já que o outro estava ocupado, quando eu ia entrando, saiu um moleque, Felipe, o mais gostoso da escola, malhado ,1,70 ,Cabelo moicano, estava com calças justa ao corpo, dava pra se ver o volume dele.

Eu perguntei assim pra ele: -Vai usar o banheiro ainda? , Ele sorrindo disse: - Não, pode ficar à-vontade! Eu entrei no banheiro e urinei ao sair do banheiro vi que ele estava a eu olhar de longe, dei uma breve olhadinha, Ele com a mão no pau, deu uma piscadinha.

Nossa eu delirei de tesão, entrei pra sala de aula e terminei minha atividade, Logo em seguida a professora liberou agente .No outro dia eu com intenção de ver aquele homem novamente, Fui ao banheiro ele estava no final do corredor quando mim viu, eu entrei e fiquei esperando, cara quando ele entro não mim segurei,Encostei ele na parede e beijei-o esfregando meu corpo sobre o dele,pegando no pau dele que já estava uma vara, deveria ter 17 Cm,devagar eu fui abrindo o Zíper da calça dele, uma calça justa mais de outra cor, uma cor verde, Abracei ele poupado a bunda dele, decidimos entrar pro banheiro, caso ficasse ali alguém visse, entramos na vaga de deficiente pois tinha mais espaço, tranquei a porta logo em seguida desabotoei o botão da calça dele tirando o pau dele pra fora, e fazendo um belo Boquete.

Ficamos uns 20 minutos no boquete, depois ele mim puxou e tirou minha calça pegando fortemente em minha bunda, por eu ser novo é empinadinha, E mim levantou Abrindo minha bunda , colocou um pouco de saliva no dedo e colocou na portinha do meu cuzinho, E amaciou espalhando a saliva, sentando no vaso sanitário ele pediu pra mim sentar no pau dele, eu como estava louco pra ver aquele pau entrando dentro do meu cuzinho sentei, Nossa escorreguei naquele pau , estava com muita dor mais conseguir botar aquele pau pra dentro, E sentir os pêlos encostando em minha bunda, encostando os ovos dele em minha bunda, eu delirava de prazer, ele fazendo vai e volta, Depois ele pediu pra mim ficar de quatro, mais o piso estava sujo de urina, Ai então fiquei de quatro encima do vazo sanitário, ele encostou aquele pau delicioso na portinha do meu cú e começou a bomba forte muito forte eu gemia de prazer e dor, Nossa aquele dia pra mim foi uns dos melhores que eu já tive em minha vida pois o Felipe mim comeu dentro do banheiro da Escola, continuamos nos encontrando, mais com pouca freqüência!
Bom esse foi meu conto isso aconteceu mesmo na minha escola, Querem mim adicionar no MSN?

Pega aí: lucasdanoite2010@hotmail.com

 

Um Namorado Maduro

Já relatei varios momentos da minha vida sexual aqui. Mas esse tem um gosto um tanto especial.
Havia quase quatro meses, que eu estava solteiro e praticamente virgem novamente. Todo ano aqui em Manaus tem uma festa chamada 'CaranaBoi' (é o Boi-Bumbá no periodo do Carnaval, duas noites de festa, onde so toca toadas dos bois garantido e CAPRICHOSO). Nessa noite eu fui sozinho, mas fiquei de me encontra com minha amiga Ana, que estaria com o seu marido. Porém, eu nao a achei e fiquei por um bom tempo só. Dancei penks. Até que quando fui da uma volta (pelo Sambodramo de Manaus) parei num bar e de longe vi minha outra amiga Dani. Fui ao seu encontro falei com ela e sua namorada e perguntei se ela podia me emprestar o seu celular, pois o meu havia descarregado. Ela prontamente me deu. Liguei para Ana, mas ela nao atendeu. Resolvi ficar por la e dancei com ela. Eis que a namorada da Dani chega com um cara que eu nem dei thum pra ele. Tava louco pelo dancarino do bundao. Eles se sentaram e a namorada da minha amiga o apresentou. Seu nome era, Julio. So quando ele estendeu a mao para mim, que eu realmente dei uma olhada pelo 'produto' que era ele. Um homem por 43 anos, corpo atletico e cabelo meramente grizalho. Fiquei louco. Seu sorriso me prendeu loucamente e seu olhar penetrante (olhos verde) me prendeu ainda mais quando se encontrou com os meus.
Começamos a conversa... Quer dizer, ele com a namo da minha amiga e eu prestando atenção na conversa deles. Ele era do Rio, mas sua mae era de Manaus e sempre que podia passava as ferias na cidade. O que tava acontecendo. E estava terminando seu doutorado e pretendia dar aula na cidade. Meus desejos por ele se perdeu, quando eu me encontrei com o marido de ana pelo acaso. E eu fui pra la com eles. Me despedi de todos e ele se levantou e se despediu so com um aperto de mao.

Ainda nesse dia eu fiquei com o dance do bundão... Conto depois...

Voltando.

Na semana seguinte, na segunda-feira, recebi um ligação dele. Disse que minha amiga Dani havia dado o meu numero para ele. E que ele estava na frente da minha casa e que levaria para a faculdade naquele dia. Eu nem exitei, aceitei na hora. Quando sai de casa, ele estava encostado de frente para a porta do motorista, me recebeu com um sorriso enorme e lindo. Entramos no carro e fomos para a faculdade. Conversamos sobre tudo, menos sobre sexo. Quando tentava colocar o assunto como pauta ele mudava de assunto... E assim se passou os dias. Em vez de ter que esperar na parada meu onibus, tinha um motorista particular que ñ queria nada comigo. E nessa passou um mes. Tava louco pra perguntar qual era a dele, mas eu nao conseguia.

Tem uma festa gay aqui na cidade chamada, A Noite do Tudo Pode. Eu fui. Lá eu conversei com um carrinha, mas nao foi a msm coisa como era com o Julio. So conversamos e nessa noite eu nao fiquei com ninguem. Estava decidido a botar pra cima do Julio. Na segunda ele me mandou um sms dizendo que nao poderia me levar. Perguntei, pq? Mas nao me veio uma resposta. As semanas se passaram.
Quando estava passeando no shopping, ele apareceu e ficou do meu lado. Nao sabia oq falar. Ele nao me ligou mais, nao me mandou mensagem, nao respondia as minhas... Depois de muito silencio resolvi perguntar, oq havia acontecido com ele que havia sumido. Ele meio sem graça disse que havia me visto na festa do Tudo Pode e resolveu sair fora. Pois eu nao gostaria de ter nada com ele. Incredolo perguntei, como assim? Se voce me fizer a pergunta que quer tera a resposta que quer. Essa foi a deixa. Ele me pediu em namoro e respondi dando um selinho nele e sai andando. Ele ficou sem reação. Estava vermelho. Partimos de la para o primeiro motel que encontramos.
Ao chegar la, parti para cima dele e ja fui o beijando e tentando tirar a sua calça. O derrubei na cama e ele terminou de tirar a calça, enquanto eu tirava minha camisa. Puxei sua cueca e pude ver todo aquele instrumento (nunca medi, mas era do entorno de 18-23cm e muito grosso). Cai de boca. Chupei loucamente. Ele delirava de prazer. Eu engolia tudo, nao sei como consegui, mas eu consegui. Beijava, batia com ela na minha cara e boca e o punhetava. Ele disse que ia gozar e disse para ele gozar. Veio tudo na minha cara e enquanto ele gozava eu continuava chupando-o. Foi otimo. Depois ficamos completamente nus. Fiquei de quatro pra ele e ele começou a lamber, chupar e enfiar a lingua no meu rego. Pegou meu pau virou pra traz e me chupo. Naquela posição, eu gozei muito na sua boca. Depois ele foi pegar camizinha na sua carteira. Fiquei de ladinho para ele. Ele veio por traz, me abraçando e aos poucos foi enfiando. CARALHO!! Gritei. Era muito grande e grosso. Pelo menos pra mim que ja tava tanto tempo sem dar. Ficamos assim por um tempinho. Depois fui para cima dele, meti seu pau dentro do meu cu e comecei a pular loucamente. Ele se sentou e me abraçou e chupava o meu peito... Fiquei de quatro e ele sem pena, nem dó meteu de uma vez. Doeu ainda mais. Eu gritava e ele me chamava de puta, vagabundo, sabado, meu viadinho gostoso... Foi quando ele anunciou o gozo... Acho que pelo excesso de velocidade que ele fez a camisinha rasgou e senti todo o seu gozo invadir meu cu... Parecia que tinha mais do que a primeira gozada. Eu fiquei louco, nem pre preocupei.

Depois desse dia namoramos por cerca de seis meses. Depois ele teve que voltar para o Rio, pois o seu pai estava mto doente e por la ficou. Ele pediu que eu fosse mora com ele, mas eu havia começado a trabalhar e ele compreendeu... As vezes ele volta...

Mas depois eu conto essas suas voltas... Assim como o dancarino do bundão.

passivodmanaus@hotmail.com

 

O fim do meu namoro

Bem eu ja relatei por aqui como sou... é so procurar o conto A Tres E Melhor.
Vamos la... Esse acontecimento rolou a uns dois anos atras. Ja namorava a quase 6 meses com o Eduardo. Ele era realmente linda. Nos conhecemos na academia. Mas vou deixar bem claro que nunca pratiquei. Fui so acompanhar uma amiga. Passeando por la eu o conheci. Me chamou para a lanchonete e começamos a conversa... Conversa vai conversa vem... Ele me chamou para a sua casa e logicamente eu fui... (Não irei entrar em detalhes) Desde entao começamos a nomorar as escondidas.
[...]
Um mes de estarmos juntos, eu começei a trabalhar em uma empresa como menor aprendiz (auxiliar administrativo). Meses se foram e ja era o mes do meu aniversario. Sempre tive o bom relacionamento com os meus companheiros de trabalho, mas nao foi por isso que sai. O Eduardo nunca gostou muito de eu tralhar la. Principalmente das historias que eu contava para ele, de lá. Um dia antes do meu aniversario, eu recebi uma festa surpresa no trabalho. Deveria passar a noite com o Edu, mas nao rolou. Fui pego de surpresa com presentes e um bolo lindo. Curti muito a festa. Quando peguei no meu celular havia diversas chamadas perdidas do celular do Edu. Nesse dia o meu chefe me foi deixar em casa. Ele eh o sonho. Qualquer pessoa de bom gosto gostaria que ele fosse seu chefe.
Nesse dia ele usava um terno preto, com listas brancas finas. Uau!! Ate hoje vou a loucura quando vejo um homem vestido assim. Ele era e realmente eh lindo. Devia ter uns 1,80m, corpo malhado e forte. Suas roupas eram perfeitas em seu corpo. Destacava muito bem os seus muscolos. Um moreno claro, de cabelos negros, pele linda e o que matava todos. Um par de olhos castanho claro, quase verdes. Deixou-me em casa. Nos despedimos e tronto. Ah! o meu chefe se chamava Paulo.
No dia seguinte foi festa em casa... So deu para me encontra com o Edu a noite. Fui para a casa dele. Chegando la a primeira coisa que ele notou foi a minha calça. Ela destacava perfeitamente as minhas pernas. O que nao era de se jogar fora, principalmente o belo quadril que eu tenho. Todos ficaram me olhando. Nao consegui mais comer bolo e expliquei o motivo. Quando fomos para o quarto ele perguntou o porque de eu ter comprado aquela calça e disse que o meu chefe havia me dado... Edu nao gostou nenhum pouco. Ele disse que o meu chefe estava afim de me comer. Eu ri e dei um beijo nele.

Uma semana se passou...

Nesse dia eu trabalhei ate tarde. Iria tirar ferias e nao queria acumular trabalho quando voltasse. Nesse dia, quando me arrumava para ir embora, vi que a luz da sala do meu chefe ainda estava acesa. Fui para apagar. Quando apaguei tomei um susto quando o meu chefe disse: - Eu ainda estou aqui. Mas o que voce faz aqui? Demorei para responder. Estava em estado de choque com aquela visao. Ele estava deitado no sofa, com uma perna no chao. Aquela posição destacou o volume de sua calça. Quando ele se sentou é que voltei a mim e respondi que estava adiantando o trabalho. Dei tchau. Quando estava para ir embora ele deu um pulo do sofa e me segurou por traz. Entao pude sentir o seu penis. Ele estava meio duro, mas o volume era maravilhoso. Ele disse que nao dava mais e que estava pensando em mim. Virou-me e me beijou. Foi maravilhoso. O joguei no sofa, tirei a minha camisa e pulei em cima dele. E começamos. Ele me beijava de uma forma apaixonante e eu retribuia... Depois tirei a sua calça. Deparei-me com uma cueca box branca. Ela destacava muito bem a prefeição daquele instrumento. Botei para fora e começei a mama-lo. Ele ia a loucura. E eu amava tudo aquilo. Chupei com muito gosto, ate que ele me disse que ia gozar. Aumentei a velocidade do vai e vem e eis que sinto todo o seu jato em minha boca. Nao consegui ficar com a boca la. Alem dele ter gozado muito, seu instrumento alem de ser grosso media 21cm... Ficamos de pe, ele tirou toda a minha roupa e depois a sua. Colocou-me no sofa e começou a me mamar. Eu fui ao delirio. Depois de alguns minutos anunciei que ia gozar. Gozei. Ele engoliu tudo. Depois disso nos beijamos. Seu corpo estava por cima do meu e eis que começo a sentir a cabeça de sua pica no meu burraquinho. Ajeitei-me e ele meteu. Ai! Eu gritei. Entra metidas e saidas ficamos assim. Ele comeu de frango assado. Depois mudamos de posiçao. Começei a golotar no seu pal enquanto ele empurrava ao mesmo tempo... Ficamos assim por uns momentos. Depois ficamos de ladinho. E assim se foi... Gosei e muito no meu corpo. Ele passou espalhou o esperna com a mao e depois chupou os dedos... Ele nao disse nada. Cada vez mais ele enterrava com mais força. Depois ele simplesmente puchou de dentro de mim e gosou por todo o meu corpo. Gotas ate chegaram ao meu rosto...

Uma semana se passou...

Quis pedir demissao mas ele nao aceitou. Prometemos nao contar a ninguem e principalmente deixar que acontecesse de novo (o que nao aconteceu). Nao aguentava mais.
Chamei o Edu para uma conversa e contei tudo o que havia rolado. Ele nao acreditou. So nao me chamou de santo. Quis me dar uma tapa, mas teve coragem. Terminamos e Nunca mais nos falamos...

passivodmanaus@hotmail.com

 

Finalmente criei coragem

Oi minha baixinha, que de baixinha só mesmo o apelido carinhoso dessa mulher incrível, que tem o poder de me seduzir e extrair de mim todo o prazer que já experimentei ser capaz de dar e receber. Poder compartilhar minhas fantasias mais eróticas, meus desejos mais intensos, carnais, primitivos e portanto verdadeiros sem nenhum pudor oiu vergonha me dá ainda mais certeza de que nossas existencias e nosso enconbtro em lugar tão distante nunca foram por mero acaso. Adoro essa cumplicidade que temos. Adoaria ver você tendo a mesma liberdade para se abrir, primeiramente consigo mesma, dar vazão aos seus desejos secretos e fantasias, alimentálas, permitir que aconteçam antes em seus sonhos e depois, assim como eu, compartilhar vontades, anseios, desejos....

Da minha parte, já sabe que desde a muitos tempos, não vejo limites de gênero no sexo, e aprendi a aceitar que todos os sexxos me dão prazer, que gosto de dar prazer a todos, e que meu ego, meu narcisis mo, mesmo quando controlados norteiam minhas aventuras. gosto de quem se exibe para me atrair, gosto da exposição descarada que se faz para provocar, excitar, envcolver e conquistar.... Gosto de fazer o mesmo e quando tive poucas oportunidades de fazer acontecer, permitir a concretização dessas vontades, quase todas foram muito prazeirozas. Aprendi que gosto muuuuuito de uma bucetinha, amo sexo oral, adoro brincar e fazer uma mulher enlouquecer através de meijos, carícias e manipulações tanto do grelinho (clitóris...), quanto da dita cuja .... adoro lisinha, peludinha, rosinha, escurinha, mas sempre molhadinha de tesão.... descobri também que cu é muito bom, que sexo anal dá muito prazer, antes de comer, vc já sabe, meu primeiro sexo na vida, foi dando minha bundinha para um primo pausudo, porém carinhoso...rs !!

Escondi isso por muuuuito tempo, só depois de ter comido muitas, muitas e muitas bucetinhas e algumas bundinhas de mulheres nota 1000 é que f ui percebendo que algo ainda faltava, ou se não faltava, poderia complementar, apimentar, melhorar... aprendi com você a ter tesão anal com mulher.... sabia !??! Verdade, até hoje me lembro do prazer, do tesão, da magnitude dos meus orgasmos e da quantidade de porra de vários jatos seguidos, e volumosos e longos que só você já foi capaz de me proporcionar.... me lembro de vc com um brinquedo enorme, me olhando perplexa pelo fato de me ver tendo tanto prazer e ao mesmo tempo tentando entender como eu podia aguentar um pau tão grande na minha bunda sem reclamar e vc arregalhava os olhos e babava de tesão, ao ver sua mão empurrando aquele coiso enorme pra dentro de mim, e vc me beijando e me chupando, e eu rebolando e sentindo todo prazer do mundo nos nossos corpos....

Daquela vez em diante passei a aceitar que poderia sim sentir prazer anal, dando.... e uma confusão se instalou na minha cabeça, pois dar a bunda é uma coisa, mas dar a bunda e gostar muuuuit o é preocupante...rs !! Passei a querer saber se era, ou sou bisexual, se sou homosexual enrustido, se gostava de homem e bla, bla, bla.... !! A pouco tempo venho aprendendo a ser mais práticpo nesse sentido, e sei de algumas coisas.... com relação a mulher, aceito, adoro, e me excito com todas as possibilidades a serem propostas sem nenhuma restrição até o presente momento, mas com relação a homens, sei que me excito vendo caras transando, adoro ver uma bunda gostosa de um cara.... adoro que um cara veja a minha bunda e se excite, não só a bunda, mas meu narciso interior me faz sentir tesão por todo aquele que também me demosntra desejo.... gosto de pau grande, cara sarados de pau grande me excitam, mas não curto homem, não me atrai o masculino, nao gosto de cueca, não curto pelos, não me agrada nada a idéia de carinho, beijos e amassos... mas toda relação sexual oral, desde simples boquetes sendo eu o receptor ou o chupador.... lambidas na bunda, no cu.... da mesma forma sendo eu o lambido ou o lambedor.... e o próprio sexo anal em si, onde poucas vezes tive o prazer de me entregar de verdade, e jamais voltei a sentir com um homem com pau de verdade, o mesmo prazer que só voce me deu !!! mas mesmo assim, não desisto da busca... tudo isso alem de gostar de homens com bundas de mulher, sim, não curto a idéia de meter em bunda de homem, comer bunda peluda.... se for uma bunda gostosa, feminina, não to nem aí se tem um pau pendurado em baixo.... Foi sendo prático assim, que passei a ver os travestis, com um certo interesse, e me excitar muito com alguns que se encaixam nessas características.... pois apesar de femininas, corpos de mulher gostosas.... ainda vem com um brinde especial, mas como sou exigente, me atraem as femininas, gostosas, bonitas, e ainda, pausudas... Vale lembrar aqui que para todo o texto acima que se refere a homens e aqui neste parágrafo em especial para travestis, a pele escura, mor ena, negra, pelo fato do mito ser até certo ponto verdadeiro, confesso que as mulatas me enlouquecem sim, mas os morenos e negros bem dotados, sejam estes machos, gays ou travestis, acabam tendo um atrativo a mais !!!

Dito isso, imagino que já até saiba qual tenha sido minha experiência..... e te adianto, foi fantástica, 4 horas de muita intensidade de ambas as partes, pois tive a sorte e a felicidade de produzir nela a mesma atração e desejo..... e vc sabe como ninguém como retribuo essa deliciosa reciprocidade !!! Procurei, passava nas ruas onde elas ficam, umas deprimentes, outras extremamente sensuais, tesudas.... mas foi na internet e em um fórum que encontrei algumas interessantíssimas... e como jamais paguei para ter sexo e pretendo manter isso até o fim, não aceito a idéia de pagar para ter sexo.... se vou transar com alguém, quero que seja porque essa pessoa também quer transar comigo, e nao pela grana.... logo, não era tão fácil assim qu anto parece..... mas um dia, do nada, apereceu uma e começamos a conversar, e ela foi se encaixando perfeitamente num perfil que na minha cabeça já estava pronta. A próxima barreira era vencer meu medo, e ir até ela..... eis que numa quarta feira a taarde, todos os compromissos com outros foram cancelados pelos outros, e fiquei livre a tarde toda, e do nada, ela aparece e me manda uma mensagem..... fui pra casa, tomei um belo de um banho, e fui, com um suporte atlético daqueles que parecem uma cueca sem a parte que cobre a bunda sabe.... só as tiras elásticas e um saco na frente para colocar meu pintinho e as bolas lá dentro..... fui cheiroso e tesudo de calça jeans apertada, e blusa justinha, tipo fortinho, para agradar a minha parceira..... chegando lá, vi ela linda, cheirosa, tb toda produzida, de tanguinha enfiadinha, e cheia de tesão me esperando.... incenso aceso na sla, quase sem móveis, apenas uma mesa de centro grande com camisinhas, KY e le ncinhos umedecidos.... um sofá grande, aconchegante, confortável e mais tarde descobri ser também anatômico..... o quebra gelo foi difícil, sem beijos, abraço meio sem jeito, até que ela se aproxima, me cheira, me pega na bunda e vai abrindo minha calça, passando a mão no meu pau que já latejava de tão duro.... e que adorou me ver puto com aquela cueca que me dixava com a bunda toda exposta.... se excitou muito com a imagem, adorou minha bunda..... pegava nela de mão cheia, e com delicadeza, colocou meu pau pra fora e começou a me chupar.....

Ela ainda de shortinho justinho, calcinha minúscula enfiadinha.... e o pau ainda escondido, não sei onde nem como !!?!!? rsrs .... tirei toda roupoa, fiquei pelado, em pé, ela de joelhos me chupava.... até que sentei no sofá e disse que queria ver ela nua, e ela se levantou, subiu na mesa de centro, e com extrema sensualidade, tirou o shortinho e me mostrou umas das mais deliciuosas bundas que já vi.... redondin ha, durinha, malhada.... com marquinha de sol de biquininho enfiadinho tb.... um tesão !! e veio me chupar mais, e o pau dela aos poucos começou a querer sair daquela calcinha justa e logo não resisti, peguei nele, coloquei pra fora e para minha alegria ainda maior, era um belo de um pau, maior que o meu, e óbvio, não pensei 2 vezes antes de chupar.... a boca salivava, chupei gostoso.... ela mexia na minha bunda enquanto eu a chupava.... fizemos um 69 demorado.... deitados no sofá, ate que ela se levandou e veio me chupando e me lambendo as bolas.... e me lambendo e descendo, e quando percebi, ela mexia no meu pau e me lambia as bolas e o cu, que já piscava e relaxava ao toque preciso da lingua dela.... não demorou, eu estava de lado, ela só me lambia a bunda e o cu..... quando não resisti, fiquei de 4 e ela enfiou a cara no meio da minha bunda e me lambia tudo...... eu sentia um tesao enorme, o pau pingava aquelas primeiras gostas de tesao..... e eu ali, de 4 empi nadíssimo, me sentia a mais puta e mais vadia de todos os vciados.... e eu gostava de sentir isso.... rebolava na cara dele, q se excitava cada vez mais com a minha entrega..... e me chupou muuuuito.... e juntos percebemos que não restava mais nada a fazer a não ser, colocar uma camisinha no pau dele, e sentir aquele pau delicioso, quente entrando em mim...... e ele o fez com muita calma, paciencia e intensidade..... nos arrepiamos juntos..... e adorei sentir ele todo, acabar inteiro lá dentro.... o peso dele em mim, as mãos dele me pegando forte me puxando contra...... eu ali, rebolando em todas as direções.... de 4... depois deitado.... depios ele se sentou e fui por cima.... de ladinho..... e quando percebi que ela tb tinha uma bunda que pedia pau, e fizemos a tão esperada por ela troca, e sem muita espera nem paciencia fui socando o pau duro e cabeçudo pra dentro daquela bunda linda, daquele cu quente, quase apertado...... e pegando na cintura e as vezes enxia a mão lá na frente no pau dela e a punhetava.....

Não a comi com a mesma intensidade nem o mesmo tempo que ela me comeu...... eu já estava com tanto tesão que dei uma gozada deliciosa.... mas ela não..... e ela nao parou, me chupou, voltou a me lamber e eu pedi....." me come de novo !?".... e ela então adorou, e em pé, todo empinadinho, fui sentindo tudo de novo, e ela incansável, nao parava, metia forte, ritmada, profunda e caliente ...... e a coisa foi vindo, crescendo, evoluindo.... e começamos a perceber que algo estava aumentando, eu já de pau duro de novo.... e ela me comendo..... me lembrei de uma poisição que havia feito com você.... e fiquei ajoelhado, e senti o pau todo la dentro, e ela metia, gemia, socava.... eu rebolava, contraia o cu e puxava o pau dela pra dentro.... quase que fazendo uma sucção.... e assim continuamos ao ponto de ficarmos os 2 enxarcados de suor...... e quase na exaustão física, veio a gratificação em forma de orgasmo .... algo muuuito intenso, ondas de chock.... arrepios, espasmos, calafrios.... porra jorrando do meu pau para todos os lados..... as dela ainda dentro do meu cu quase estouram a camisnha.... e logo depois, os outros 4 jatos, na minha bunda....nas minhas costas...quente.... e ficamos ali, suados, gozados entregues ao delírio e calmaria pós tamanha viajem .... quase não falamos nada, poucas palavras, antes, durante e depois..... depois de alguns minutos, me levantei, fui a banheiro, tomei um banho, ela me observava.... saí, me seuqie, fui embora sem cueca.... sem meias.... feliz, realizado...

E assim foi... era só isso que queria te contar !!

escola.vida@bol.com.br

 

Bianca- Um novo Encontro com meu Senhor: DOM GRISALHO

Meu nome é bianca, e vou contar-lhes o novo encontro com o meu DONO: DOM GRISALHO. Se eu esqueci alguma coisa é porque a minha alegria foi muita em poder revę-lo. Procurarei ser a mais detalhista que me for possível. Posso falar a vocęs que nunca AMEI tanto como amo meu Senhor, nunca pensei que viria a fazer a algum homem o que faço a Ele, e digo a vocęs com extrema alegria e esperando que Ele se sinta feliz com a minha submissăo e total devoçăo.
Como a espera por estar aos seus pés parecia interminável. A ansiedade já estava me prejudicando no trabalho, năo sabia quando Ele haveria de vir, quando Ele iria fazer-me servir-lhe. Pois moramos em cidades distantes, com cerca de 1.000 kms. de separaçăo.
Até que Ele avisou-me que chegaria ŕ semana vindoura, fiquei feliz, precisava correr contra o tempo para organizar tudo para poder estar ŕ disposiçăo D’Ele. No dia anterior a sua vinda, fiz todo o necessário para que estivesse ao agrado do meu Senhor no dia seguinte. Fiz as unhas, o cabelo e a depilaçăo com todo o esmero, do jeito que Dono gosta e acima de tudo, merece. Mais vez estava indo ao encontro de DOM GRISALHO, parecia até que era a minha primeira vez dada a excitaçăo em que me encontrava.
Fui ao aeroporto buscá-lo, na capital de meu estado, Belo Horizonte. Ao descer a rampa de acesso do desembarque meu coraçăo disparou, ele estava vindo em minha direçăo. Ansiosa, encaminhei até ele, năo queria perder um minuto. Estar ao lado dele, nos primeiros momentos é sempre constrangedor, pois me sinto quase nua, exposta, uma vez que, em face da distância, nossa relaçăo se dá muito mais no plano virtual, e como já devem imaginar, é através da net que ele me conduz e domina totalmente a mim, jamais deixo de cumprir suas ordens ou exigęncias. Já fiz coisas para ele que jamais fiz para qualquer outro ser humano. Acho que a Internet e a confiança que tenho nele facilitam as coisas, mas, voltando ao assunto quando nos encontramos, năo consigo deixar de me sentir infantilmente envergonhada. Cumprimentamos-nos com um abraço discreto, beijei-lhe a măo direita como devia e logo nos encaminhamos para o estacionamento em direçăo ao meu carro.
Para minha surpresa ele pediu que eu fosse ŕ frente, aprecei o passo e corei, pois, de alguma forma, senti seus olhos crivados no meu bumbum protegida pela saia que vestia. Andei mais alguns passos quando o senti ao meu lado, com um sorrisinho discreto nos lábios, falou baixinho: Tá linda bianca!!! Ao passo que eu, sinceramente respondi: Lindo está o Senhor... Chegamos ao carro, trocamos um beijo e imediatamente nos dirigimos para a minha cidade e mais especialmente a minha casinha (como eu falo dela, rsrsrs), porém, antes de chegarmos lá precisava contar uma coisa ao meu Senhor, estava com um pouco de medo, mas, um pouco antes de chegarmos criei coragem e comecei a falar. Pela minha entonaçăo ele percebeu se tratar de algo desagradável. Encorajou-me. Comecei de mansinho, dizendo que havia sido uma correria antes da viajem, que tive que deixar as coisas no trabalho em dia... Ele me cortou, dizendo: Fale logo vadia!!! Sentindo-me uma tola, burra e esquecida falei: - Meu Dono esqueci as meias que queria em casa (mas năo era só isso) e, junto com elas, esqueci a minha coleira. Sabia que ele năo iria gostar, sabia que uma cadela que se preste năo sai de casa para uma sessăo e esquece a coleira. O olhar dele me gelou, sorriu e disse: bianca como fez isso? Como esqueceu a coleira que te dei de presente e te expliquei que teria que usá-la, SEMPRE, SEMPRE, que estivesse na minha presença? Enrubesci, a última coisa que eu queria era decepcioná-lo. Acho que ele sentiu meu pesar e, por isso, disse: Tudo bem, bianca... Mas sabe que as coisas năo irăo ficar assim, será castigada por isso. Respondi, imediatamente: - Sim, Senhor!!! Obrigado pela compreensăo, Senhor...
Nesse momento, já estávamos na entrada de minha aconchegante casinha, entramos, mas antes Ele mandou retirar nossas coisas do carro. O vi pegando com cuidado a bolsa colorida que eu já conhecia, era ali que Ele trazia seus utensílios e brinquedinhos que utilizava em nossas sessőes. Entramos e fomos direto ao quarto e, uma vez mais, a tensăo tomava conta de mim como da primeira vez. Ele, como que pressentindo minha inibiçăo, me tomou nos braços em um beijo longo, hiper merecido para nós dois, uma vez que a saudade que nos assolava era imensa. Conforme já fizera anteriormente, meu Dono sentou-se em uma cadeira próxima a uma mesa, calmamente, como em um ritual começou a retirar as coisas da bolsa. Conforme ele ia retirando, por antecipaçăo a excitaçăo ia me tomando inteirinha, afinal, sabia que tudo aquilo seria utilizado para o nosso prazer.
Ao final, abriu uma garrafa de vinho, esticou as pernas e indicou-me para massagear seus pés cansados da viagem, procurei fazer o melhor possível para aliviá-lo do stress originado pela longa distância percorrida para encontrar-me.
Em seguida ordenou-me que eu fosse tomar um banho. Eu ainda năo havia me acostumado e, por isso, quando Ele, já dentro do banheiro mandou que eu me despisse, ficando apenas de meia 3/4, enrubesci. Ele ficou ali parado, me olhando enquanto tirava a roupa. Assim que terminei me chamou, fez com que eu me sentasse no seu colo para entăo dizer: - Linda!!! Mexeu na minha bocetinha toda melecadinha por sinal, elogiou, já estava completamente excitada com os seus beijos. Quando mandou que eu me virasse de costas, sabia que ele iria gostar, pois adora a minha bundinha, rsrsrsrs.
Em seguida fui para o banho, ele ficou ali, o tempo todo observando. Năo comentou quase nada, somente observou que eu lavasse muito bem a buceta, pois ele estava ansioso para fazer a inspeçăo. Logo que sai do banho Dom Grisalho ordenou que eu me deitasse na cama com os braços e pernas bem abertos, pois iria verificar a minha depilaçăo. Aproximou-se com a pinça em punho. Olhou detalhadamente, năo encontrou nada, nenhum pelinho sequer, caprichei muito. Se existe uma coisa que meu Dono detesta săo pęlos. Parabenizou-me, mas percebi pela sua expressăo que ele queria muito ter usado a pinça. A técnica utilizada na inspeçăo era muito excitante, afinal, enquanto procurava algum pęlo, meu Senhor aproveitava para acariciar minha buceta, que nessa altura, continuava todinha molhada. Sabia que meu primeiro castigo estava por vir, dessa vez seriam tręs. Confesso que no último męs havia sido uma cadela desobediente e rebelde, estava, de fato merecendo e, por isso, quando ele ordenou que eu me deitasse sobre seu colo com o bumbum para cima năo hesitei. Confesso que adoro o spanking do meu Senhor, e quando ele começou a bater, o tesăo que já estava alto, deu um salto.
Inicialmente, meu Dono me daria 15 palmadas. As primeiras serviram para aquecer meu bumbum, porém, lá pela metade das quinze, a freqüęncia da pancada começou a me fazer sentir dor, eu arfava enquanto contava, e uma vez ou outra, errava a contagem, aumentando assim, o número de pancadas. Quanto mais doía, mais excitada eu ficava, e minha buceta já estava completamente molhada. Dom Grisalho, percebendo isso, fez com que eu ficasse de quatro, acariciou minha bunda, sentiu o calor advindo das palmadas, em seguida, sem dó, pegou um chinelo, bateu mais um pouco. O local a essa altura, já estava totalmente dolorido, e quando eu pensei que já estivesse acabando, ele pegou um cinto de couro, se aproximou, dando a primeira cintada. Gemi de dor, mas mantive a contagem. Mais uma - duas... Năo suportei e gritei. Nesse momento de forma irritadiça, meu Dono falou: NĂO QUERO OUVIR MAIS NENHUM RUIDO, ENGOLE A DOR CADELA!!! Se gemer ou gritar vai apanhar cada vez mais, ENTENDEU? Imediatamente, respondi: Sim Senhor, entendi... Depois disso ele bateu mais algumas vezes, sentia o couro do cinto machucando minha carne, mesmo a dor sendo grande, mantive o silęncio, pois sabia que se năo o obedecesse, o spanking năo acabaria tăo cedo. Ao final, quando olhei minha bunda e vi as marcas deixadas pelo meu Senhor, quase gozei. As marcas das măos e do cinto se misturavam, fazendo um lindo desenho. Depois disso, ele ordenou que eu me deitasse e esperasse de bruços sobre a cama. Foi até a mesa e pegou lá um chicote. Quando percebi as intençőes dele tremi, năo sabia o que fazer, afinal, já havia negociado que eu ainda năo estava preparada para receber os castigos provenientes de chicote.
Timidamente, quando ele se aproximou da cama perguntei: O que vai fazer com isso, Senhor? E ele, com um sorriso sarcástico respondeu: NĂO SABE O QUE EU VOU FAZER CADELA BURRA? Na mesma hora, lembrei das tolices que eu havia feito alguns dias atrás, de como tentara enganar meu Dono em năo dar-lhe a atençăo que sou devedora a Ele. Lembrando disso gelei e decidi que agüentaria qualquer coisa para me redimir perante meu Senhor. Ele ordenou que eu enfiasse o rosto no travesseiro e que năo emitisse um ruído sequer. Mesmo tomada pelo pânico obedeci, senti uma lágrima de medo molhar o travesseiro. Năo permiti que ele visse, afinal, năo queria parecer uma cadela medrosa. Ele estava me deixando maluca, meus dedos já estavam perdendo a circulaçăo de tanto que eu apertava o travesseiro, esperando a primeira chicotada, que ao final, năo veio. Ele estava apenas testando minha submissăo e até onde eu seria capaz de ir para satisfazę-lo. Agradeci por ter me comportado de acordo com as expectativas dele, pois sempre era recompensada de acordo. Meu Senhor é muito rígido, mas extremamente justo - o que faz com que eu o ame cada vez mais.
Depois de ter me beijado e acariciado, o semblante dele se transformou, senti que o primeiro castigo estava por vir, por isso, obedeci imediatamente quando ele ordenou que eu me encostasse-se a uma parede do quarto. E enquanto eu aguardava, ele começou a distribuir alguns prendedores sobre a cama. Pegou alguns deles e se aproximou. Depois disso começou a me lembrar todas as burradas que eu havia feito, de como eu era uma cadela vadia e de como merecia o castigo, ao passo que eu servilmente concordava com tudo. Senti o primeiro prendedor no lado direito do meu seio direito. Ele foi distribuindo calmamente os prendedores pelos meus seios. Enquanto os colocava ia falando, me lembrando da minha condiçăo de escrava e cadela. Deixou para o final os mamilos. Nesse momento, a dor já era intensa, tinha dez prendedores pendurados pelos meus seios. Enquanto eu ficava ali, parada, com os braços para trás, já suando frio devido ŕ dor, meu Senhor andava pelo quarto, voltou com mais um prendedor na măo, apenas um. Quando ele ordenou que eu colocasse a língua para fora năo acreditei, aquilo além de dolorido era muito humilhante. Ele, percebendo minha hesitaçăo falou: ANDA bianca!!! COLOCA LOGO ESSA LÍNGUA PARA FORA!!! Finalizou dizendo, com um riso no olhar: Năo vai doer nada, vocę vai ver... Imediatamente coloquei a língua para fora para receber o prendedor. Ŕ medida que o tempo ia passando o desconforto aumentava. O dia estava relativamente frio, e eu năo agüentava mais ficar ali, nua, com aqueles prendedores pelo corpo. Ele se afastou de mim e quando voltou, trazia nas măos um gancho, desses utilizados em açougues, confesso que me assustei. O quę será que ele faria com aquilo? Logo fiquei sabendo. Ele introduziu um aponta do gancho na argola de minha coleira, e com a outra saiu a me puxar pelo quarto. Maldosamente ria e perguntava: Năo queria passear com seu Dono Cadela? Imediatamente eu respondi: Sim, Senhor queria muito. ENTĂO ANDA CADELA!!!! E conforme eu ia andando, ele ia puxando o gancho para cima, me fazendo andar na ponta dos pés. Ele debochava da minha situaçăo e perguntava ironicamente: Por que está andando na ponta dos pés bianca? ANDE DIREITO SUA PUTA!!!! Mesmo com medo de ser ferida pelo gancho, voltava a colar os pés no chăo, para em seguida, ter que levantá-los novamente. Demos mais algumas voltas pelo quarto, até que ele resolveu me conduzir novamente ŕ parede. Assim que eu fiquei novamente na posiçăo de pernas abertas com os braços cruzados nas costas ele começou a retirar os prendedores, năo os apertava para retirar, apenas puxava. A dor era insuportável, principalmente quando o sangue voltava a circular pelo local.
Retirou todos, exceto o dos mamilos. Toda aquela situaçăo havia me deixado extremamente excitada. A humilhaçăo aliada ŕ dor fez com que eu gozasse ao simples toque dos dedos do meu Dono, que só queria testar a minha excitaçăo depois do castigo. Embora eu tivesse acabado de gozar, ainda estava muito excitada, por isso, quando o meu Senhor ordenou que eu voltasse para a cama e que ficasse de joelhos sobre a mesma com os braços para trás, seria capaz de fazer qualquer coisa. Por isso, quando ele veio com as cordas me mantive quieta. Ele amarrou meus pulsos e tornozelos, me deixando imobilizada com a bunda para cima. Nessa posiçăo meu Dono explorou meu corpo, tocou minha buceta, minha bunda, meu cuzinho... Eu já năo agüentava mais de tesăo, queria sentir seu pau dentro de mim, na minha boca, mas ele năo permitiu. De vez enquanto ele dizia alguma coisa, como: viu Bianca, minha cadelinha, viu como vocę é vadia? E esfregava mais minha buceta. Tá sentindo como a tua buceta fica molhada quando te amarro e humilho? Ao passo que eu respondia: Sim, Senhor... Sou muito puta, muito vadia mesmo... Quando eu já havia esquecido o desconforto das cordas e estava totalmente melada, ele puxou os prendedores dos mamilos, a dor foi fascinante, me fazendo gozar na mesma hora. Nesse momento, eu sinceramente achei que ele iria me comer, afinal, eu já havia gozado duas vezes e continuava louca de tesăo, ele também deveria estar sentindo o mesmo, porém, năo foi isso que aconteceu, eu teria que esperar um pouco mais pelo seu pau. Depois de me desamarrar, Ele me conduziu até uma cadeira de madeira. Mandou que eu me deitasse, dizendo que agora me aplicaria o segundo castigo. O fato de eu năo saber o que estaria por vir me deixou nervosa novamente, porém, ele logo me esclareceu o que aconteceria. Eu sentiria a cera quente da vela na minha pele. Antes de me vendar, meu Dono, bastante diligente me explicou que eu năo corria risco de queimaduras, que năo precisava me preocupar, enfim, quando ele terminou de me vendar, eu já estava completamente excitada outra vez. Logo nos primeiros pingos, descobri que aquilo passaria a ser um dos meus maiores fetiches, conforme ele ia pingando o meu tesăo ia aumentando e eu confesso, năo acreditei quando gozei, uma vez mais, apenas sentindo o toque do meu Dono aliado ŕ cera quente.
Dom Grisalho, vendo minha excitaçăo também năo se conteve, e eu exultei por dentro quando senti que ele dava seu pau excitado para mim, sua cadelinha vendada mamar. Deliciei-me passando a língua, lambendo, chupando aquele pau que tanta saudade me dava. Depois de ter pingado a cera por todo meu peito e abdômen, ele fez com que eu me virasse de costas, ficando de quatro para que pudesse pingar nas minhas costas e bumbum. Agora a sensaçăo era diferente e eu comecei a dar sinais de desconforto, pois o calor da cera parecia querer queimar meu traseiro bastante sensível devido ao spanking. Meu Dono năo admitiu minhas queixas, fazendo com que eu me calasse na hora. A queimaçăo provocada pela vela me enlouquecia, por isso, quando o senti me penetrando, năo resisti, gozei nas primeiras estocadas. Depois disso, meu Senhor me usou e muito, de todas as formas. Entre uma metida e outra, me colocava de quatro e me fazia arregaçar a buceta e a bunda, nessas horas, além de me lamber e me foder com os dedos, também forçava meu cuzinho deliciosamente, como a prepará-lo para o que viria depois. Chupou-me inteirinha, com sua língua sedenta esfregava minha buceta e ia em direçăo ao meu cuzinho. Assim meu Dono me comeu, e entre uma metida e outra, colocava seu pau duro, explodindo de tesăo na minha boca. Adoro a forma como ele fode minha boca, me deixando passar a língua pela cabeça, descendo de cima abaixo, primeiro vagarosamente, depois com força. Como que querendo me castigar, entre uma chupada e outra, ele metia o pau bem lá dentro da minha garganta, me fazendo engolir até o talo. Fez isso várias vezes, até que as lágrimas escorressem e que meu rosto estivesse completamente avermelhado. Quando percebia que eu estava sem ar ou engasgando tirava o pau todo babado e batia no meu rosto, para logo em seguida meter na minha buceta novamente, gozei duas vezes dessa forma e já năo agüentava mais ŕ vontade de sentir o gosto da sua porra. Queria muito que ele gozasse na minha boca. Como que lendo meus pensamentos, ele me tirou da cama com força, me fez ficar de joelhos no chăo para que eu pudesse voltar ao boquete. Depois de algum tempo ele afastou minha cabeça, fazendo com que eu me inclinasse, minha bunda estava bem empinada, e meu rosto quase alcançava o chăo. Comigo nessa posiçăo, com um dedo enterrado no meu cuzinho, enquanto eu beijava seus pés, meu Dono gozou, gozou muito. Quando o orgasmo veio, fez com que eu levantasse minha cabeça, para entăo, poder derramar todo o seu leite na minha cara de vadia.
Após esse momento me senti recompensada, feliz por saber que eu, uma mera escrava, brinquedinho do meu Senhor, podia dar-lhe tanto prazer. Depois de ter gozado ele pediu que eu ficasse imóvel por alguns instantes, pois ele iria fotografar meu rosto banhado de porra. Depois disso, tomamos um demorado banho de banheira, tomamos um vinho, conversamos algumas amenidades, enfim, matamos a saudade que tínhamos um do outro. Em alguns momentos sentia certa tristeza, pois sabia que o nosso tempo estava se esgotando, tínhamos poucas horas mais para ficarmos juntos. A nossa química era perfeita e depois de algum tempo ali, conversando e trocando caricias, voltamos a nos excitar. Dono ordenou que eu me sentasse na beirada da banheira, de pernas bem abertas. Assim, comigo ali, toda arregaçada, ele começou uma deliciosa siririca, esfregava minha buceta com maestria, me chamando de putinha safada, me deixando novamente molhada, porém, năo continuou por muito tempo, ordenou que eu continuasse, que deixasse ela bem molhada, pois meu terceiro castigo estava por vir. Fiquei ali, um pouco constrangida me masturbando para o meu Dono, que dentro da banheira, me observava avidamente.
Antes que eu pudesse gozar, saímos da banheira. Secamos-nos e voltamos para o quarto. Já no quarto Ele olhou fixamente para mim dizendo: tenho certeza que nunca mais irá esquecer sua coleira... Meu estômago gelou. Aquela altura, eu nem me lembrava mais que năo estava portando minha coleira. Sem que eu pudesse argumentar, fez com que eu me encaminhasse para a cama e amarrou minhas măos nas costas, colocou uma ballgag na minha boca e fez com que eu inclinasse o corpo para frente, até encostar o rosto no travesseiro. Comigo nessa posiçăo, começou a explorar meu corpo, mais especificamente meu rabinho. Lubrificando-o com KY, entremeando carinhos na xana com tapas na bunda. Quando percebi que aquilo năo permitia que eu engolisse a saliva e que, portanto em pouco tempo eu estaria babando, me senti extremamente excitada. Uma vez mais percebi que as situaçőes em que ele me colocava em posiçăo humilhante mexiam comigo. Meu Dono estava decidido, como castigo por eu ter esquecido minha coleira, iria me enrabar até eu năo agüentar mais, e ainda, para completar, eu năo iria poder me mexer nem gritar. O Senhor de mim sabe o quanto sou sensível para sexo anal, pois năo é algo que eu pratique com freqüęncia, mas a forma como ele estava acariciando meu rabinho e a baba escorrendo da minha boca, estavam me deixando cheia de tesăo. Ele sentiu com os dedos minha buceta molhada, e entăo năo esperou mais. Meu senhor ordenou que eu empinasse mais minha bunda, lambuzou mais um pouco meu cuzinho com o gel, enfiou um dedo e brincou um pouquinho ali, em seguida colocou seu cacete na minha bucetinha e brincou mais um pouquinho. Foi entăo que ele colocou devagarzinho no meu rabinho, comecei a rebolar enquanto ele me batia nas nádegas e me chamava de vadia, cadela, vagabunda. Ele batia pra valer, doía muito, e eu resmungava cada vez mais. Foi introduzindo aos poucos o seu caralho duro no meu rabo. Apesar de eu estar muito excitada e meu cu totalmente lubrificado, gemi de dor. Ŕ medida que ele ia metendo, a dor ia aumentando, e quanto mais eu gemia e tentava gritar, mais a baba escorria da minha boca, molhando completamente os lençóis. O tesăo dele também foi crescendo, e toda vez que eu tentava levantar a cabeça, ele a enfiava novamente no travesseiro. Em alguns momentos pensei que iria sufocar, mas ele estava sempre atento, deixando que eu levantasse a cabeça nesses momentos. Nesse ponto, ele tirou todo o pau do meu cu, e perguntava: - Vai esquecer de novo a Coleira sua Puta? Eu tentava responder, mas a ballgag em minha boca năo deixava, entăo ele metia sem dó todo seu caralho explodindo de tăo duro até o fundo do meu cu e tirava todo em seguida, e voltava a perguntar:- Vai esquecer a coleira que eu te dei Bianca safada, Vagabunda Boqueteira?...E tornava a socar o cacete inteiro no meu rabo. A essa altura, ele já estava socando meu cu com a toda a força, e aquela dor que eu senti no começo se transformou em um tesăo intenso, gostaria de estar com a boca livre para pedir que ele metesse mais, até o fundo, que me fizesse gozar gostoso com o pau enfiado no rabo. Enquanto ele apertava com força meu quadril e batia na minha bunda eu mexia gostosamente, aumentando o ritmo ao passo que o orgasmo se aproximava. Năo demorou e eu gozei mais uma vez loucamente, como uma cadela ensandecida. Quase chorei, pois o sufocamento da gag e a força de seu pau dentro de mim aliada ao orgasmo me tiraram as forças. Logo em seguida e urrando de prazer ele também gozou! Cuidadosamente ele retirou o pau ainda duro do meu ânus, me desamarrou e retirou a gag da minha boca. Sorriu ao ver o lençol lambuzado com a minha saliva...
Depois disso ficamos exaustos e meu Senhor decidiu que precisávamos descansar um pouco, tomamos um banho e nos deitamos, afinal dali a poucas horas teria que partir, deixando tudo aquilo para trás. Ficamos em silęncio por alguns instantes, ele pediu que eu me deitasse no seu braço. Nesse momento, apesar d’Ele nunca falar a cerca de sentimentos senti que nutria além do desejo de dominaçăo, carinho por mim... Ficamos ali, aproximadamente uma hora, falamos amenidades e ressonamos. Antes que eu partisse Dono me amou novamente, gozamos juntos dessa vez, fechando com chave-de-ouro nosso encontro perfeito.
Assim foi durante dois dias intensos, fui usada, abusada pelo meu DOM GRISALHO. Tudo que podíamos fazer, fizemos, eu completamente feliz, pois servi o melhor homem que conheci em toda minha vida. Precisávamos voltar para o mundo real, nos últimos instantes juntos, antes de partir, era necessário comer algo. Ele decidiu que faríamos isso na rua. Ele me levou e me alimentou. Durante a refeiçăo, trocávamos olhares furtivos e cúmplices um para o outro. Quando acabamos, meu coraçăo começou a apertar, năo permiti que ele percebesse. Tinha vontade de lhe dizer muitas coisas, principalmente como a nossa relaçăo estava mudando a minha vida, os meus conceitos e os meus sentimentos. Achei melhor calar, talvez um dia encontrasse a forma e o momento adequado de falar estas coisas ao meu Senhor, afinal, isso năo era o mais importante, o mais importante, para mim agora, é continuar servindo meu Dono e Senhor, sendo sua escrava e satisfazendo o seu menor desejo. Foi pensando nessas coisas que cheguei ao aeroporto, nos despedimos com um beijo demorado e a certeza de que outros encontros aconteceriam.
Partiu, fiquei cheia de saudade, já sabendo não nos veríamos tão cedo, mas com uma sensação de gratidão no coração. Acredito, ser esse o melhor momento na vida de uma cadela, quando ela percebe que mesmo o Dono não segurando a guia ela não quer ir a lugar algum onde ele não esteja, por isso, me sentindo uma cadela perdida, fiquei com enorme pesar, afinal para onde quer que eu estivesse voltando, meu Dono não estaria lá para me guiar...
Este Conto é Real, espero que tenham gostado. Vivido por bianca, serva de DOM GRISALHO.
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Se desejar receber outros contos de autoria de meu DONO, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com – com certeza ficará satisfeito por poder mostrar-lhe seus trabalhos.

 

Enrugadinho

Foi no finalzinho da tarde desta segunda-feira fria em Curitiba, quando já estava até cansada, pois alguns clientes vieram brincar comigo e eu, havia feito de tudo um pouco... Mas aí recebi uma ligação de alguém que gostaria de vir me conhecer. Decidi então atendê-lo ... Depois de acertamos os detalhes fiquei a esperá-lo. Ele demorou um pouco porque se perdeu aqui por perto e com o congestionamento normal neste horário, achei até que não viria mais. Mas ele veio. Gostei dele de cara e, acho que ele gostou de mim. Como estava limpinho e cheiroso, não precisou daquele meu banho especial e então já pulamos pra cama. Cama quentinha devidamente aquecida pelo lençol térmico. Que delícia de calorzinho, mas ele estava mais quente que o lençol... Deitou-se de barriga pra cima, olhou pra mim e ficou esperando pelo meu ataque... Meio tímido disse que havia tido apenas uma experiência e não sabia como proceder agora. Nem o deixei se explicar muito e deitei-me sobre ele. Comecei roçar meu corpo no dele que logo se acendeu ainda mais... Encostei meus lábios nos seus, mas fiquei mais na insinuação do que num beijo propriamente ardente. Senti que ele estava pronto. Coloquei camisinha no meu pau e disse pra ele chupar meu pirulito. Ele meio sem jeito logo estava chupando super bem. Fiz o mesmo no pau dele e poucos minutinhos depois estávamos fazendo um 69 de pirulitos, rs...

Pra ficar ainda melhor, pedi pra que ele deitasse de barriga pra baixo pois eu gostaria de fazer uma massagem bem safadinha nas suas costas e ... Ele virou-se e ficou bem do jeitinho que eu gosto para poder deitar-me em cima e esfregar-me nele feito uma 'cobrinha nas areias do deserto'... Deitada sobre ele encostei mi nha línguinha na sua orelhinha e mordi bem de leve, depois passei-a pela seu ombro, nuca e pescocinho. Senti que ele estava arrepiado e gostando dos meus carinhos ousados. Mais ousada ainda fui, quando desci minha linguinha pelas suas costas e parei em frente a sua linda bunda. Aliás, que bunda perfeita! Bem, daquelas que adoro, que adoro ficar comendo com o olhar... Mas, nessa não fiquei apenas olhando. Com as mãos abri suas nádegas e com a pontinha da língua encapadinha fiz carinhos de leve ao redor do anelzinho rosado, para depois entrar um pouquinho. Fiquei excitadíssima e louca pra devorá-lo. Debrucei-me sobre ele e perguntei se poderia colocar a cabecinha do meu pau no seu buraquinho. Ele titubeou um pouco, mas deixou, desde que eu fosse bem carinhosa, pois ele achou meu pau um pouco grosso... Com jeitinho lambuzei bem com lubrificante e brinquei com o dedinho, pondo e tirando bem devagarinho. Realmente meu pau estava muito duro, culpa dele que me me encheu de tesão. Com a cabecinha encostada no seu buraquinho, não forcei, deixei apenas que deslizasse naturalmente. Deliciosamente deslizou pra dentro um pouquinho. Parei porque ele disse que estava doendo. Tirei, brinquei de novo e insisti mais um pouquinho e, mais um pouquinho depois eu estava pondo e tirando...

Depois de me divertir comendo seu rabinho, quis deixá-lo provar o meu também. Queria agora aquela gostosura que era seu pau para meu guloso cuzinho saborear cm por cm. Lubrifiquei-me bem, fiquei em pé sobre ele e me abaixei bem devagarinho até que senti que seu pau estava todinho dentro de mim. Apenas fiquei no movimento de sobe e desce, aproveitando para fazer uma ginástica para as pernas e também para o anelzinho. Ele adorou. Quando cansei, pois esta posição é só pra atleta mesmo... Acho que sou uma... Uma atleta sexual... Assim disseram os muitos que me ajudaram no exercício. Entao fiquei de quatro na cama e ele veio por trás, me agarrou na cint ura e meteu com gosto. Por incrível que pareça, já estávamos até suando, apesar do frio lá de fora... Aí saímos da cama, ficamos frente a frente e nos masturbamos, envolvidos numa consumição de ansiedade e volúpia... Que delícia! Que vontade de gozar! Mas segurei... Fiquei de quatro na beiradinha da cama e ele veio por trás de novo e ficamos nos vendo pelo espelho. Quando ele cansou, pedi pra que deitasse na cama de novo.  Rapidamente sentei em cima, mas agora melhor posicionada, para não cansar minhas pernas. Quase gozei de tanto prazer...

Como era sua primeira vez, pensei em fazer-lhe gozar de um modo que ainda não conhecia. Afinal gozar comendo ele experimenta todo dia, mesmo que não seja meu cuzinho, claro. Mas, enfim vocês entenderam o que eu quis dizer, não é? Deitei-me na cama com o pau duríssimo e ele sentou em cima de mim. Ficamos brincando um pouco. Pedi então pra que ele se masturbasse e gozasse na minha barriga... Assim ele fez e teve um orgasmo perfeito com muito leitinho condensado sobre mim... Ele me olhou com uma carinha deliciosa e disse que tinha sido ótimo. Eu concordei com ele pois só eu sei muito bem como é gozar assim, pois por pouco eu não havia gozado em cima dele, mas preferi que ele tivesse esse gostinho desta vez... E foi sua primeira vez assim... Depois conversamos um pouco e lhe dei um apelido: enrugadinho... Apelido engraçadinho né? Mas como é de praxe, quando dou um apelido, só eu e a pessoa sabemos os detalhes... Neste caso, só eu e ele sabemos que rugas são essas, que resultaram no 'enrugadinho', he he he...

 

Boneca Drikka

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Experimentando uma DP

Já vi muitos filmes sobre dupla penetração e, na mulher acho bem prático, um no rabo, outro na boceta, normal dentro da possibilidade de quando se quer uma dupla penetração, pra ficar bem claro. Naturalmente, que já vi mulheres, homens e travestis levando dois paus no rabo. Tenho por exemplo um cliente que chamo de "Alice", um mega safadinho que coloca até dois consolos enormes no seu... Mas, sinceramente nunca senti vontade de experimentar a tal da dp. Uma tarde porém, estava com um cliente que adora inovar e por incrível que pareça, um bebê, digo isso porque ele tem 21 anos, uma graça, corpinho delineado, pele lisinha, uma delícia, mas é taradinho demais, eu o chamo de Marcelo. Quando ele me liga, pede já se t em como eu encontrar um outro cliente, que seja de preferência passivo para brincar conosco. E, olha que isso é raro, geralmente tenho clientes que gostam de outros, mas são de preferência passivo... Então no nosso último encontro, liguei para um cliente que já conheço e é bem safado também, que adora todo o tipo de sacanagens.

Douglas é nome desse outro safadinho... Logo estávamos os três brincando aqui n a minha cama. 'Mar'celo, totalmente ativo, mas adora comer um cuzinho de homem, peludo ou não, diz ele que já comeu por aí... 'Dou'glas, bem flex, o que vier ele topa e, adora levar no rabo... Então, tudo devidamente explicado, vamos à transa! Dou, que é bem safadinho já caiu de boca na pica do Mar... Eu então, chupei a do Dou... Que festa! Logo depois, Mar, quis me ver comendo o rabinho de Dou. Foi uma delícia. Mar ficou em pé, ao lado da cama se masturbando e se deliciando com a cena... Eu estava comendo o rabo do safado do Dou... Mar a té vinha e colocava o pau bem duro na boca de Dou, que estava de quatro na cama dando o cuzinho pra mim. Mar, insáciavel que é, quis que mudássemos, agora ele queria ver o Dou me comendo. Deitei de franguinha assada, pus um travesseiro sob minhas costas e fiquei pronta. Dou, que tem um pau respeitável, colocou tudo em mim. Meteu deliciosamente, mas ainda dando umas chupadas na pica do Mar, que continuava com sua pica bem dura e louca por nossas bocas, mas a boca do Dou, era mais gulosa, pouco sobrava pra mim .Eu sóassistindo tudo por baixo, claro e, levando no rabo... Humm, como estava gostoso!  E a suruba continuou... Logo depois, eu estava sentada na pica do Mar. Até tentei passar a mão no rabinho dele, mas ele tirou e não deixou mais eu brincar ali, zona proibida, rs... Então, tá... Eu chupava o pau de Dou que estava em pé na minha frente. Dou, todo nervoso, putinho que é, não via a hora de sentir a pica do Mar, no rabo dele.

Não deu outra, a lguns minutinhos depois, o safado estava gemendo de frango assado, dando gostoso o cuzinho para o Mar, que tocava uma punhetinha para Dou. Eu de ladinho, estava excitadíssima vendo dois homens gostosos transando na minha cama. Até que veio de Mar, a idéia da dupla penetração em mim. Ah, então tá, vamos ver se dá certo, a princípio eu nem imaginava que seria enrabada por dois paus. Dou, que tinha o pau maior ficou deitado na cama e eu sentei em cima, depois de passar bastante lubrificante. Então, Mar veio por trás. Com jeitinho, me debrucei sobre Dou e fiquei numa posição que Mar conseguisse chegar por trás e penetrar também. Aaaaaii, não gostei, acho que meu cuzinho rasgou na hora... Eles meteram acho que um minutinho, não mais e eu pedi pra que parassem... Não senti prazer. Eu não tenho boa elasticidade. Senti que o rabinho ficou machucado mesmo... Mas, tudo bem, pelo menos sei o que é uma dupla penetração no cuzinho. Saí da posição e o Mar ergueu as pernas de Dou e o comeu bem gostoso. Dou gozou se masturbando, mas depois fez caras e bocas e aguentou Mar ficar bombando até gozar dentro do seu rabo, claro que com camisinha. Fiquei alguns dias com o rabinho esfolado, lembrando da experiência. Não prometo que não faça, mas se depender de minha vontade, nunca mais.

Não tenho um rabo elástico como de Alice, Brenda e outros safadinhos que vem por aqui...

Boneca Drikka

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Eu, ele e o “ outro “

Quem disse que para fazer sexo a três é preciso estar solteira? Pois é, namoro e simplesmente realizei o desejo de sentir prazer mútuo.E não trair!Meu namorado, muito compreensivo,mostrou-se disposto a colaborar comigo presenteando-me com “outro”...
  Bom, eu faço o tipo “ vadia oculta”. Sou a típica dama na rua,contudo,na cama...torno-me uma verdadeira cadela no cio.
            Eu e o Ricardo ( nome fictício) decidimos chamar um “coleguinha” para nos dar mais emoção...Ele não imaginava o quanto isso me excitava...
 Fomos a um Motel,e lá estava o “outro” ( é dessa forma que irei me referir ao tal “coleguinha”),nos esperando. Eu estava adorando a idéia! Assim que entramos no quarto,deixei uma listinha de aperitivos com o Douglas,para que ele providenciasse tudo enquanto eu iria cuidar da minha produção. Fiz uma produção daquelas! Sim...Aliás, não é todo dia que seria devorada por dois “paus” deliciosos. Fiz uma maquiagem ousada,molhei o corpo e me vestir à caráter...
            Assim que saí do banheiro,notei como meu homem me olhava...Notei também que tudo o que eu tinha pedido já estava ao meu dispor,até o “outro”...E para minha sorte,ele se encontrava na cadeira ao lado do Douglas. Aproveitei a situação para provocar meu homem...Caminhei em sua direção e fiz questão de sentar em cima do”‘ outro”. Pedir a meu homem,dessa vez, que tirasse do meu pescoço uma correntinha religiosa,no qual eu possuía alegando que esta, não se adequava ao ambiente.
 Enquanto ele tirava, lhe pedir para que nada falasse nem fizesse a não ser o que eu lhe pedisse. Ele apenas afirmou com a cabeça. Mandei ir ao chuveiro e voltar completamente molhado...Muito obediente,meu namoradinho vem para mim todo molhado. Apontei para a cama, ele olha , e lá estava o “outro” ,pedir para que o tirasse de lá,pois a cama ,naquele momento,seria só nossa. Enfim,o  “outro”  encontrava-se na cadeira, e aquele que realmente é meu,ocupava seu lugar na cama. Peguei uma garrafa de vinho branco e levei à boca,enquanto bebia,deixava escorrê-lo sobre meu corpo...Eu realmente estava embriagada por inteira...
            Confesso que já estava ardendo de tesão.Meu desejo,no momento,era “cair de boca”  no pau delicioso do meu namorado,ali na cama,a implorar por mim. Resisti,peguei uma vela erótica(já se encontrava acesa,e a medida que derretia  formava um liquido um pouco aquecido,muito útil para massagem).Peguei a vela,ainda em chamas e pinguei gota a gota sobre o corpo do meu homem.Massageei as partes mais vulneráveis...Sentir o enlaçar de suas mãos em meus cabelos,conduzindo-me até seu pau fazendo-me o deliciar... Embalada com seus gemidos, o possuía cada vez mais.
             Enquanto o chupava, o “outro” surgia em meus pensamentos...Possuída de tesão,implorei ao meu amor que fosse buscá-lo,ansiava ser fodida pelo “ outro” enquanto fazia meu namorado delirar de tesão.
            Assim aconteceu...Não me contentando,debrucei-me de costas sobre o corpo quente e suado do meu homem e o informei que naquele momento ele tomaria posse apenas do meu bumbum,pois minha bocetinha gostosa, que ele sempre possuira,seria prioridade do  “outro”.
Chegar ao  “ápice” nunca foi tão difícil e tão prazeroso...Eu sorria e chorava entre profundos gemidos e suspiros .Confesso que foi um dos meus melhores orgasmos. Quanto ao  “outro”,deixamos lá! Afinal de contas, o “ outro” foi passageiro...
Enfim, nenhum consolo de silicone será capaz de me proporcionar orgasmos como a língua,o dedo,e o pau maravilhoso do meu homem.

Elzinha, a ameaça...

Estávamos em uma festa de comemoração da fira.
Algo por termos alcançado os maiores níveis de venda no ano.
Estavam presentes toda a chefia e todo o pessoal acompanhados de maridos ou mulheres.
Pelo grande numero de participantes fora resolvido fazer a festa em um dos galpões da firma.
O pessoal começou a chegar ai pelas 17:00 horas e agora as 20:00 creio deviam estar todos presente.
Havia uma mesa farta cheia de comidinhas gostosas. Fora se fazia-se um churrasco.
Havia também vários tipos de bebida.
Elzinha minha mulher estava encantada, pois tinha encontrado muitas de suas conhecidas e conhecidos.
Ela estava super bem vestida. Com um mini vestido de seda negra que alem de curto, muito mesmo. Tinha enorme decote.
Por ser bem justo, o vestido mostrava todas suas curvas.
Ela é muito graciosa e de largo sorriso.
O pessoal dançava e se divertia a valer.
Vez ou outra eu podia vê-la dançando sempre com Carlão. Um grande amigo meu e companheiro do time de vendas.
A esposa dele, não era muito chegada em dança. Assim estava sentada com mais algumas conhecidas.
Na firma sempre se comentava que Carlão era muito chegado em transar a mulher do próximo.
O que me era difícil acreditar, pois éramos amigos já há tantos anos.
E ele jamais falou em aventuras suas.
Saiamos juntos com nossas mulheres. Torcíamos para o mesmo time e sempre que possível viajávamos juntos nos feriados ou nas férias.
Elzinha gostava muito dele. E sempre repetia isso.
Tanto Carlão como Elzinha gostavam das viagens que fazíamos para a praia.
Os dois nadavam bem e se divertiam muito.
Eu e mulher dele, ficávamos na praia ou então em casa dormindo. Aproveitando as horas longe do trabalho.
Algumas horas e cervejas depois. Eu estava tonto e não via mais Elzinha.
Nisso chegou Waltinho, um outro colega, também já bem tocado dizendo:
-- Meu acorda! Vi a Elzinha e o Carlão no maior amasso lá no teu carro.
Ele nem acabou de completar a fase e eu, agora mais que desperto dei-lhe um murro que desviou e acertou seu ombro.
Eu estava cheio de raiva e gritei em alto e bom som, que Carlão era meu amigo de há muito. E Elzinha era uma mulher maravilhosa que nunca me trairia com ninguém.
Com minha reação, muitas pessoas ficaram a volta. Waltinho saiu e gritava que eu era um corno.
Estranhamente, entre as pessoas que estavam ali a volta pude ouvir algumas risadas e algumas palavras de confirmação. Isso me deixou mais que cheio de raiva e meio que tropeçando sai em direção a parte externa onde estavam nossos carros.
Lá fora estava bastante escuro. Mas consegui ir em direção a meu carro. Da forma como estava estacionado, cheguei pela parte traseira. Nisso pude ver algo que me gelou o sangue. Meu coração quase parou.
Pude ver que elzinha estava cavalgando Carlão. Como as janelas estavam abertas podia ouvir seus gritos de tesao. Também como Carlão a chamava de minha cadela, minha cadela gostosa. Minha puta safada.
De onde estava, encostado no carro eles não podiam me ver.
Nisso ouvi como ambos gritaram e gozaram juntos.
Deixei passar um tempo e fui até a janela de trás.
Nisso vi Elzinha chupando o pau de Carlão.
Entre espantado e com grande ciúmes falei:
-- O que vocês estão fazendo ai?
Elzinha como se não tivesse escutado continuou o que estava fazendo.
Carlão por sua vez, disse:
-- Sai pra lá seu corno. Te manda. Deixa eu acabar de foder tua mulher.
Ela esta um tesão hoje. Eu gosto das roupas que você compra para ela.
Vai, vai se manda.

Eu simplesmente não podia crer no que ouvia e via.
Elzinha minha esposa. Minha amada esposa, me traindo. Ainda mais com Carlão, meu maior amigo. Já de tantos anos.
E pelo que vira e ouvira, isso já acontecia há muito tempo.
Eu estava desconsolado.
Aturdido.
Não sabia o que fazer. Não sabia o que dizer.
Sentia que minha vida desmoronava toda ali, no estacionamento.
Ouvindo os gemidos de minha mulher chupando o pau de meu amigo.
E os gritos do Carlão.

Tomei coragem e disse:
-- Elzinha, para com isso. Vem comigo. Veste teu vestido, tão linda você fica com ele.
Vem comigo meu amor.
A gente conversa lá em casa e acertamos tudo. Vem meu bem. Eu te perdo-o.
Carlão teve um ataque de risos que acabou em um ataque de tosse.
Nisso Elzinha disse:
-- Meu corno me deixa em paz.
Não quero nem necessito de teu perdão.
Eu quero é o pau do Carlão. Quero que ele me coma todo dia, toda hora.
Como já fazem anos.
Se você ficar quietinho, ficar bonzinho eu posso voltar para casa com você.
E se o Carlão deixar, eu dou uma trepada com você de vez em quando.
E ouve bem:
-- Se você não quiser, vai andando, se manda.
Vai catar coquinho seu corno.

Biscate69@aol.com

 

Aconteceu num final de semana prolongado

Ola, o que vou relatar agora aconteceu comigo em um final de semana prolongado, em que fui para um porto próximo de onde moro, mas primeiro deixe me descrever, sou moreno claro tenho 1,74 em media de altura 76 kilos, olhos e cabelos castanhos tenho 38 anos mas minha aparência de menos idade , tenho namorada e com isso não sou afeminado ao contrário sou bem discreto.

Bem tudo começou no meu antigo trabalho, aonde trabalhava-mos em equipes e como toda equipe não seria diferente a minha não ter um chefe de setor, vou chama-lo de Fabio, um senhor de 43 anos de idade casado pai de tres meninas e muito bem conservado, formamos uma equipe muito entrosada sempre estamos tomando umas no final da tarde, só que durante um tempo via que o senhor Fabio me olhava muito e sempre estava a falar comigo de sua relação com a esposa que não fazia sexo anal com ele por ele ter uma rola grande e ela tinha medo eu sempre desconversava afinal meu chefe de setor e claro para não dar o que falr na firma, mas sempre que nos conversava-mos la estava ele se queixando e sempre acabava a conversa em sexo, nunca disse minha preferência bi, e tambem nunca havia-mos tocado no assunto de sexo entre homens, até que um dia ele me chamou em sua sala, ja era fim de tarde e me mostrou um video gay que ele estava vendo e disse que confiava em mim por isso iria me confidenciar que tinha uma tara muito grande de comer um cuzinho masculino, eu me fazendo de rogado perguntei por que ele estava me mostrando aquele video e pude perceber quando ele se levantou o volume em suas calças, e assim ele me disse que no final de semana iria para o porto com a desculpa de pescar mas que queria ir era festar e estava me convidando ja que eramos tão amigos e claro não iria somente nós dois seria-mos eu ele e mais dois amigos que por ventura ja tiha conhecido, em um destes fins de tarde nos barzinhos, bem eu não gosto de pescar logo disse mas como iria sem pagar nada e poderia aporveitar e quem sabe até tomar corajem e me revelar para aquele homem disse que tudo bem, mas que teria que arrumar uma boa desculpa para dar a minha namorada, pois ele ja tinha pensado em tudo.

Me ligou na sexta-feira e pediu se eu nao pderia viajar a trabalho juntamente com ele e foi bem na hora em que eu estava com minha namorada, assim não ficou nenhuma suspeita de que iria ser para outro fim. Tudo arrumado, la fomos nós em sua caminhonete. Durante a viajem não bebemos nada por respeit e cuidado com a estrada mas la chegando fomos logo tratando de arrumar as coisas na casa, uma casa de quatro quartos que ja estav limpa, depois de tudo ajeitado ja eram umas seis e meia snetamos todos na varando com a churrasqueira acesa e tomamos umas cervejas ja que estava calor demais, la tem uma pequena piscina, que estav limpa esperando a todos nós, logo que tomamos umas cervejas e ja estavamos descontridos começaram os papos o senhor Fabio logo começou a reclamar da sua situação e que foi seguida pelos seus amigos, todos reclamando do mesmo problema e me perguntavam se eu fazia sexo anal com minha namorda eu disse que sim ja que não tenho um dote tão descumunal e caimos todos na risada, ja tarde depois de uns pulos na piscina os amigos do senho Fabio foram descansar e eu e ele ficamos ali fora por mais um tempo, eu confesso que desde do dia em que vi seu volume estava cuiroso para ver o tamanho e bolei um plano, perguntei a ele se ele j tinha conversado com sua esposa sobre cremes lubrificantes, gel pomadas, ele deu uma risada safada e disse olha sei que não tem nada a ver mas vou te mostrar o por que ela não dá, e me mostrou seu cacete, um belo cacete eu tive que me conter mas depois tive a certesa de que ele ntou minha olhada, miha boaca se encheu d’gua, um pau de 22cm e grosso com uma cabeça de porte maior do que seu restante meio mole meio duro deu umas mexidas e disse para mim ta vendo o por que, eu nada disse estava anestesiado com a visão que tinha na minha frente, me controlei e falei é..... não da mesmo, ri e falei que iria dormir ou pelo menos tentar dormir, entrei tomei uma ducha e quando sai do banho ele entrou so de toalha para tomar uma ducha também, disse boa noite e fui me deitar mas a visão que eu tivera a pouco não me sai da cabeça, em atormentava eu me iamginava com aquele pau na boca sugando cada cm, eu estava de pau duro e como só durmo de cueca meu corpo que é até de certo modo bonito ficava bem a mostra minha bunda, me liguei que não tinha levado o repelente então fui ao quarto do senhor Fabio pedir o dele emprestado até o outro dia, bati na porta sem muito barulho pois sabia que ele estava acordado el abriu eu pedi o emprestimo então ele me disse para entrar que iria na mala pegar eu fique ali so de cueca esperando e olhando auilo tudo na minha frente, ele mais uma vez notou minha exitação e até brincou dizendo que eu estava necessitado fiquei sem saber o que fazer e me disse mais ainda que eu tinha uma bela bunda disfarcei levei na brincadeira e fui pra o meu quarto, quando entrei e tranquei a porta ouvi logo em seguida umas batidinhas na porta pensei em não abrir mas o meu tesão estava me empurrando para aquilo e eu sabia que era o senhor Fabio sua brincadeira não teria sido a toa, tinha, algo diferente em seu olhar, abri a porta e la estava ele nú com uma rola dura feito pedra na mão, não disse uma unica palavra somente olhei a ele e como se dizendo sim posicionei minhas mãos naquele cacete, quando segurei ele me disse baixinho, Sabia que você gostava, notava que você ficava difrente quando falava das minhas necessidades e que por isso estavamos ali.

Eu disse mas e os seus amigos? Ele me respondeu, meus amigos estão afim também e que ele os tinha convidado por que tinha certesa de que eu seria a pessoa certa, falando com afirmação nas palavaras puxei ele ao meu encontro e ele me beijou afavelmente, que beijo gostoso um corpão bem conservado braços fortes me envolviam suas mãos percorriam cada parte do meu corpo e embora o calor que fazia eu me arrepiava todo estava me sentindo propriedade daquele homem , mas no entanto temia pelos outros odis amigos que pudessem estar ouvindo o que ele tratou de me acalmar dizendo que eles nao poderia ouvir nada estavam em quartos mas distantes do meu, e sempre me beijando e eu sempre seguando seu cacete como se fosse um brinquedo ganho de natal, logo me posicionei de joelhos e comecei a chupá-lo bem devagar aumentando o ritimo sempre mais sempre mais me deleiciei porum bom tempo com o cacete em minha boca suguei cada gotinha do liquido que saia da sua rola masnão consegui colocar toda a cabeça dentor da minha boca, qundo vi que ele suspirava feito um animal enlouquecido deitamos na cama aonde ele me beijou todo, me apertou me mordiscou e dizia que eu seria dele e que ele faria tudo com carinho, mostrou para mim o gel que ele touxe e foi em lubrificando primeiro com um dedo, depois dois, três e ficou assim me alargando, até que resolveu me penetrar, não foi facil no começo embora o gel lubrificante estivesse passado não entrava doia muito mas eu queria, ja tinha levado vara grossa mas não igual aquela que uns instantes atras estava na minha boca mas que só descobri depois o quanto era grande quando estava tentando enfial dentro de mim, deitei ele de costas na cama e me ajeitei em cima fui lentamente sentando deslizando meu cu naquela tora até que a cbeça passou doeu pensei entirar mas a dor seria insuportavel entao fiquei ali um tempo ate me acostumar logo a dor deu lugar ao prazer, prazer de estar ali com aquele homem e realizando seu desejo, ele não parava de me acariciar dizendo sempre que eu seria dele, e quando eu senti sua roal ao maximo dentro de mim comecei um sobe e desce que o levou a loucura ficamos assi por um tempo e depois trocamos aposição fiquei de quatro para receber a minha rola linda no cu, desta vez entrou com mais facilidade eu cada vez que sentia que ele retirava a sua vara de dentro de mim podia sentir o meu cu arregaçado um burado que ficava vazio, sentia um pouco de sangue também escorrendo mas não queria parar, quando vi que ele iria gozar por que foi aumentando suas estocadas que eram cadenciadas para não me machuar, pedi que ele gozasse dentro de mim, que eu confiava nele e ele disse que eu poderia sim ter essa confiança foram jatos e mais jatos saindo daquela pica dentro de mim ficamos um tempo deitado e ele dentro de mim, quando ele saiu de dentro de mim olhou para mim e disse que estava apaixonado, e que não saberia se me dividiria com seus dois amigos, o que eu fiquei com medo e confuso, pensando sera que eles ouviram, viram algo ou ja tinham algo combinado, nos beijamos e ele se foi para o quarto, eu fiquei ali com o cu arrombado e me sentindo especial, me levantei após um tempo fui ao banheiro e me lavei, voltei ao quarto e dormi, de manhã quando acordei o café estava pronto etoso estava me esperando pra juntos tomá-lo, sentei-me a mesa junto e com um misto de orgulho, vergonha e cofusão afinal de contas não sabia se tinha sido sigilo o que acontecera na noite anterior, então o senhor Fabio tratou de quebrar o gelo, e disse .... meus amgos eu tive uma noite maravlhosa em uma bela compania do nosso amigo que beija muito bem, chupa muito bem e faz amor gostoso como niguem, quase morri de vergonha os outros dois amigos me aplaudriam e disseram que ja estavam prontos para serem meus, e se levantaram e mostraram suas rolas de tamho um tanto menor mas de grossura esplendidas, bem ja que eles ja sabiam por que soube depois que eles assistiram a tudo na noite anterior não me fiz de bobo não tomei café, fui direto para a sobremesa, foi ali qe meu fim de semana havia começado eu estava no meio de três machos picudos com tesão a flor da pele, disputando minha boca com suas picas babando de tesão, eu me deliciei novamente fomos todos para a sala e posicionei no sofá para poder chupar cada uma das três rolas maravilhosas e enquanto chupava uma a uma ouvia elogios dos meus três donos, levava dedada no cu, como se recebendo um aviso, para me preparar o que nao demorou muito a acontecer logo so senho Fabio estava me enrabando gosotso enquanto eu em deliciava com as outras duas picas, começaram a se revesar atras de mim cada um com sua tara se realizando, chupava o saco de cada um deles o que elevava mais ainda o nivel de tesão, foi neste tesão elevado que me deitei de costas no sofá e pedi para fuderem minha boca também pois eu tinha vsto isso em um filme, o amigo do senhor Fabio veio retirou a camisinha e foi colocando dentro da minha boca vagarosamente para que eu me acostumasse me engasgava saia lagrimas dos meus olhos e eu sentia a cabeça chegando na minha garganta, meu unico receio era levar uma esporrada na boca ja que eu nunca havia levado, mas seria ali o dia do acontecimento, depois de muito por e tirar sua rola da minha boca e me ver com lagrimas escorrendo pelo rosto, el me disse que queria gozar segrou minha cabeça e com sua roal dentro de mim enfiou novamente na minha garganta eu fiz sinal para ele retirar mas loguinho senti um gosto diferente de tudo que ja tinha experimentado, era o gosto de um amcho dentor de mim inundou minha boca garganta rosto, os outros dois vendo aquilo nao ficaram de fora vieram e o senhor Fabio me enrabou novamente enquato seu outro amigo enfia a rola na minha ba ja toda gozada tirava e batia uma punheta o que logo o fez gozar tambem dentro de mim, eu ja estava pra la de exausto, quando vi os olhos do meu macho o senhor Fabio brilhoando dizendo meu viadinho gostoso vou te encher de porra novamente retirou a camisinha e enfiou desta vez mais fundoe jorrou seu leite dentro do meu cu.

Depois de todos no limite de nosssas exaustoes, fomos tomar um banho, e no banheiro levei ferro novamente, meu final de semana foi prolongado pois havia um feriado na terça, ficamosno porto os quatro dias e eu fui a realização dos desejos de todos, as vezes um a um as vezes todos juntos na piscina na varanda no quarto, quando voltamos para casa ainda vim mamando a rola de cada um. Ainda saimos durante um bom tempo as vezes para uma boa conversa e uma boa chupada ou as vezes para uma chupada e uma gostosa calvagada, mas o tempo se encarrrega de separar as pessoas hoje o senhor Fabio não mora mais aqui e seus dois amigos tambe m foram para outros estados, mas as lembranças estarão sempre comigo.

Quen quiser me add meu msn é: podeservcs2@hotmail.com
NandoO

 

Mell - como começou a servir a seu DONO

Rose é uma moça simples que mora com seus dois filhos. Mora em São Paulo – capital. Separada de seu marido por divergências intransponíveis, não quis saber de mais ninguém sendo esposa, eventualmente algum parceiro para bate-papos, sair a noite, etc. Apesar de ter 43 anos, tem um belo corpo, “mignon”, bem atraente e por onde passa é admirada. Tem lindos cabelos longos, que a mais a embelezam. Durante toda sua vida teve poucos namorados, alguns flertes e já pertencera virtualmente a um DOM, que não foi o que esperava dele. Ficou um pouco ressentida com este último relacionamento, Rose resolveu dar um tempo e não se interessar tão logo por homens e em especial por dominadores. Bem, era o que ela pensava que seria, vamos ao que aconteceu e que mudou a vida dela por completo.
Rose saía cedo de casa pra chegar ao trabalho, quando resolvia ir a pé, outras vezes pegava condução. Numa dessas idas ao trabalho, resolveu mudar o trajeto que fazia todos os dias, seguiu por uma rua estranha, mas tranqüila àquela hora da manhã. O trajeto que fazia não era tão ameaçador, mas a violência sabe-se que está por toda parte. Rose apressava-se sempre, andando rápido e nesse dia não percebeu que estava sendo seguida por um homem. Até que Ele puxou conversa com ela dizendo: - Oi, te admiro há muito tempo e, você mexeu comigo, tenho muito desejo em você, não se assusta, eu só quero conversar mais nada. Rose fiel aos seus princípios ficou calada por um tempo e depois falou: - Não tenho o que falar com você, me deixe em paz e apressou-se olhando no rosto do homem. Notou que era um coroão charmoso, bonito até. Chegou ao trabalho afoita e nervosa, durante todo o dia não tirava aquela cena do pensamento, a abordagem do estranho. Decidiu que não viria mais por aquela rua nas outras manhãs. Estava temerosa, mas no íntimo algo a fazia tremer, não sabia ainda entender o que acontecia, mas na realidade sentiu-se atraída, como viria, a saber, naquele mesmo dia.
Sonhou à noite com o estranho, transara com Ele, lembrando-se que fora gostoso demais e, participou também de práticas de BDSM que recordou que fez com seu ex-DONO anteriormente, mas agora completamente diferente, sentiu um prazer imenso ao contrário de antes e, acordou toda melecada, excitada ao extremo. Contrariando o que decidira na véspera, por impulso e com tesão que não sabia explicar seguiu pela mesma rua, sem ainda discernir que no fundo tinha a esperança de voltar a vê-lo, ela estava confusa. As palavras do homem não saiam do seu pensamento: “desejo você”. Assim, absorta chegou ao trabalho, e um pouco humilhada, pois não o vira e pensava muito nele. O que Rose não sabia é que Ele a observou de longe, mas não a abordou, Ele queria fazer tudo com calma e da sua maneira... Imaginou que se a interpelasse novamente com ela, ela se esquivaria e não teria mais chance.
Rose trabalhava num escritório e encontrando-se sozinha, começou a pensar no homem e a sentir-se úmida, com tesão, com vontade de se entregar a Ele; lembrou da voz dele, bem máscula falando a ela. Foi quando o seu celular tocou, despertando-a.. E do outro lado da linha, ela ouviu aquela voz, a mesma voz que a fez ficar úmida dizendo: Olá, desejo você e terei você, será minha, não adianta fugir; ela ainda argumentou como descobriu o número do meu celular? Ele: - Não importa, não vou te causar mal, só bem a você, e afinal você trabalha em repartição pública, mas não se preocupe, não irei prejudicá-la. Só quero você; continue a pensar em mim, e bata uma siririca bem gostosa pensando em mim. E EU te espero amanhã, venha mais cedo e desligou.
Rose enlouquecida e incrédula sem saber como agir, pois sua razão falava-lhe para esquecer, mas seu corpo queria seguir aquelas ordens. E o corpo venceu: Rose obedeceu a aquelas instruções, estava louca de tesão, a voz do outro lado mexeu com ela, e mais Ele sabia o que se passava no íntimo dela. Sem que outras pessoas a percebessem, correu ao banheiro e se masturbou como nunca fizera, já estava toda melecadinha, e com o dedo indicador começou um vaivém na xaninha, que estava inchada de tanto tesão por um desconhecido. Sentiu o gozo vir, e colocava os dedos na boca sugando tudo... Ficou alguns momentos nessa onda de satisfação e prazer e depois se limpou e voltou as suas atividades.
Porém, Rose não conseguia trabalhar, e muito menos raciocinar direito, estava só pensando nele, na voz e como faria na manhã seguinte, o que usar, pois sabia que seria daquele estranho a dominava. Ela queria ser dele, estava começando a descobrir. Já sabia que seguiria as ordens da forma que recebeu.
Na manhã do dia seguinte, Rose parecia hipnotizada, estava seguindo as ordens conforme lhe foi instruída. Colocou o melhor lingerie, caprichou no visual, estava linda e sexy, seguiu para o trabalho (detalhe saiu muito cedo), num horário que não era seu costume. Em certo momento ouviu o toque do celular, atendeu era Ele: - Aqui, estou aqui, bem em sua frente, ela o avistou, abaixou os olhos e, ambos seguiram para uma casa próxima. Sou DOM GRISALHO disse Ele, não se assuste porque hoje você irá conhecer o que é ter prazer, Eu tinha plena consciência que você viria, sei que ficou no cio por mim, você é minha cadelinha.
Rose ainda um pouco assustada, ouvindo aquelas frases, quis sair, mas foi impedida. Não, não pode sair, disse DOM GRISALHO. EU não a forcei a vir, você veio de livre espontânea vontade e agora terá o que quer e merece, por isso fique quieta.
Sem demorar muito DOM GRISALHO a pegou, segurou-a com força e deu-lhe um beijo suave em sua boca e o inevitável aconteceu: Rose correspondeu sem rechaçar, estava sentindo o prazer do beijo arrebatador. DOM GRISALHO admirou-a, notando o corpo todo e a elogiando, pois ela era realmente bela.
Rose ficou menos tensa, e apenas acompanhou ao seu DOM, que a levou direto para o quarto. Delicadamente a despiu quase que totalmente e a posicionou na cama só de lingerie. Rose parecia que estava nas nuvens, o corpo estava em uma espécie de transe, misto de excitação e medo, mas já sabia que pertencia àquele homem. Ele beijou seu corpo quase todo, seus seios, seu colo e foi descendo com carícias e beijos até chegar à linda bucetinha, cheirosa, chupou-a por cima da calcinha e ela se contorcia de prazer. Rose ficava a cada instante mais úmida, Ele provocava-a ainda mais, chupando-a com uma maestria que ela não conhecia com tal prazer em toda sua vida, até então.
DOM GRISALHO de forma inesperada rasgou a calcinha dela, um tanto agressivo talvez... Rose gelou, estava gostando e Ele parou. DOM GRISALHO mandou que ela ficasse quieta e com uma corda amarrou seus pulsos. Rose tentou reagir, mas recebeu um tapa vigoroso no rosto, chorando quis sair e gritar, mas Ele a silenciou, não adianta gritar, estamos a sós, e você irá gostar, nós dois sabemos que você é uma cadela vadia. A feição D’Ele mudara e de repente o homem dócil se transformara e mostrava-se autoritário e enérgico, quase cruel. Ele saiu e retornou com pedras de gelo, passou nos bicos dos seios dela, que ficaram intumescidos e na xaninha, num vaivém que ela não conhecia, derretendo o gelo diante da excitação de Rose, Ele dizia: gosta vadia de gelinho no grelo, ta gostoso, não ta? Responde: Ta, ta gostoso, delicioso, não para dizia Rose.
DOM saiu por alguns minutos, deixando-a apreensiva. Quando voltou trouxe uma vela... Rose antevendo o que iria ocorrer, gritou alto: não, por favor. Calma disse-lhe Ele, é prazeroso, relaxa que é melhor a você. E sem esperar nenhum outro comentário começou a pingar a resina no corpo de Rose, que chorava e lágrimas caindo de seus olhos.. Ele foi pingando espaçadamente nela todinha, nos seios ela se contorcia e ardia, ao contrário do que ela imaginava começou a gostar, sua xaninha estava quente, úmida. Ele lambeu mais uma vez a xaninha dela... Com estridente alívio Rose gemeu de prazer.
Ele a desamarrou, seus pulsos ficaram marcados, ante a força que ela fez para se libertar, mas DOM GRISALHO disse que o que mais queria era comer aquela buceta gostosa, que já implorava pelo pau de seu DONO. Rose ainda chorosa abriu as pernas e exigiu o que seu íntimo mais queria: o falo de seu SENHOR, quente grosso, vigoroso, ele encostou o pau no seu ninho de amor e ficou alisando, acariciando e Rose desesperada pedia:- Enfia gostoso, vai me come logo, eu quero ser sua, eu sou sua vadia, vai eu não estou agüentado, numa estocada só Ele a penetrou e bombeou muito até sentir que ia gozar, fez menção de tirar o pau mas ela pediu, goza dentro de mim, quero sentir seu gozo dentro de mim, e ambos tiveram gozaram ao mesmo tempo, sensação mútua maravilhosa.
Descansaram alguns minutos, aproveitando os momentos em seguida a uma trepada gostosa. Logo após o SENHOR disse a Rose: eu sou DOMinador e quero ser a partir de hoje o seu DONO, você será apenas minha e de mais ninguém, devendo-me plena OBEDIÊNCIA e SERVILIDADE, por isso pense bem no que vou lhe perguntar: Rose, você quer ser minha, sendo uma cadela vadia a meu dispor? Rose não pensou duas vezes e disse: sim, sim meu DONO eu sou sua, faço tudo o que o SENHOR mandar. Pois bem EU a aceito e como primeira ordem a você: de agora em diante mudaremos o seu nome, será mell, ao escrever ou pronunciar o seu novo apelido deve lembrar-me, sempre, que é um doce que quero saborear, compreendeu bem? Dependendo do seu modo de agir, receberá plenamente minha COLEIRA, desejas? Sim, meu DONO, me chamarei de mell de hoje em diante e só servirei para ser submetida por meu DONO e SENHOR: DOM GRISALHO, a quem venerarei como Ele espera de mim e poder ter a honra de ter a sua COLEIRA em meu pescoço.
Eu a quero disse o DONO, sempre a quis, mas tem que ser como eu ordenar, determinarei tudo em sua vida, inclusive seu vestuário. Se não seguir a dispensarei, não gostaria de ficar lhe lembrando, grave bem todas as instruções e ordens que lhe der. Agora se arrume que está na sua hora de ir ao seu emprego. E, amanhã a espero mais cedo que hoje, para começarmos a adestrá-la convenientemente.
mell vestiu-se e foi trabalhar sem calcinha, porque seu DONO a rasgou, mas sentindo todo o gozo entre a sua pernas, não vendo a hora de chegar a manhã seguinte e ser a cadelinha adestrada novamente por DOM GRISALHO.
mell sabe que é uma mulher com muita sorte, pois conseguiu descobrir, entre muitos, um homem que a faz ser uma completa fêmea, dando e tendo PRAZERES que nunca os tinha experimentado, fazendo tudo que seu DONO e SENHOR desejar e assim Ele não terá que procurar qualquer outra. Quer ser sua CADELA e nada reclamar ou pedir ao meu DONO, apenas existindo para satisfazê-lo.
.-.-.-.-.-.
Se desejar receber outros contos de autoria minha autoria, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com – com certeza ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus trabalhos.

 

A secretária

Meu nome é Giancarlo, sou branco, olhos azuis, calvo, tenho 1,70 de altura, 71 quilos.  Conforme mencionei no conto anterior (A filha do Arquiteto), houve uma deixa da secretária da firma para mim, quando da minha saída do escritório para ir ao encontro da arquiteta Tereza: o selinho com ponta de língua e a resposta dela (leiam no conto anterior) foram o suficiente para mim.

Procurei chegar ao escritório bem antes do horário, pois sabia que ia encontrar a secretária já trabalhando.  Ao chegar dei-lhe um selinho e ela se levantou de sua cadeira, indo à cozinha preparar um cafezinho para mim.  Ao receber a xícara perguntei-lhe se eu a convidasse para sair mais cedo, ela toparia sair comigo? Iríamos a um local bem discreto, e longe das vistas do pessoal do escritório.  Ela olhando em meus olhos, respondeu-me: o que achas?  Claro que sim, mas a que horas?  Então eu falei que o horário seria ela quem iria estabelecer.  E ela então respondeu que às 15 horas ela estaria defronte as Lojas Americanas na Rua Uruguaiana.  Ótimo, respondi.
Peguei minha pasta e fui à luta.

Procurei visitar os clientes que eu tinha no centro da cidade, evitando com isso, ter que ir para outro bairro, e demorar a chegar ao ponto de encontro com a secretária.  Vou chamá-la de Olga, pois este também é um nome muito usado pelas mulheres na Alemanha, e a minha secretária, é de origem alemã, pois viera criança para o Brasil.  Cheguei ao local marcado cerca das 14h35mm.  Procurei um bar perto dali, de modo a tomar um cafezinho.  Após saboreá-lo, dirijo-me finalmente ao local marcado e espero em torno de 15 mm, quando a vejo vindo toda serelepe para o local.  De longe parecia a nossa modelo Gisele desfilando na Rua Uruguaiana.

Ao avistar-me, abriu um sorriso de “orelha a orelha”.  Sorri também, abraçando-a e dando-lhe um beijo “caliente” em plena via pública, sem me importar se tinha ou não alguém nos vendo.  Saímos dali abraçado, caminhando pela rua, até chegar-mos ao Largo da Carioca e tomar-mos a direção de um hotel modesto, limpo, seguro, e principalmente discreto.

Ao nos aproximar-mos, perguntei-lhe se aquele local estaria de acordo com ela, tendo então respondido que sim.  Subimos a escadaria do hotel, registrei-me na portaria, peguei das mãos do porteiro a chave do quarto, e então adentramos o corredor e paramos defronte a porta do quarto.  Abracei-a por trás, enlaçando-a pela cintura e encoxando-a na bunda (eu já estava de pau duro), quando ela então falou: olha que eu começo a tirar a roupa aqui mesmo. E  eu falei: NÃO.

Abri a porta, e finalmente entramos no quarto.  Mas antes de entrar em definitivo, dei uma olhada para a portaria, e observei que o porteiro sorria e fez um sinal com o polegar para cima, como uma forma de dizer “tudo legal”.  Fechei a porta do quarto por dentro e pedi que ela não se despisse logo, pois eu queria observar uma coisa.
Apaguei a luz do quarto, e procurei me aproximar de um espelho tamanho grande que existia no quarto, de modo a verificar da existência ou não de uma câmera secreta por detrás do espelho, filmando-nos em todos os nossos movimentos enquanto ali estivéssemos.

Nada constatado. Pedi que ela se despisse no banheiro e depois do banho, saísse enrolada na toalha e mantivesse a luz do cômodo apagada, o que ela prontamente me atendeu, deitando na cama.  Liguei o som bem baixinho e dirigi-me ao banheiro para também tomar um banho. Após o banho, enrolei-me também na toalha e fui deitar-me ao seu lado na cama, não sem antes apagar a luz do banheiro.  Quando eu a abraço na cama, vejo que através do espelho surge um pequeno ponto vermelho.  Levanto-me e peço a ela que se mantenha deitada que eu irei à portaria resolver um pequeno problema que houvera surgido.  Fui com a toalha enrolada no corpo, trazendo o porteiro até o quarto e amostrei a ele o tal ponto vermelho que aparecia no espelho, indo depois com ele ao quarto anterior ao meu, quando eu arrombo a porta com os pés, e encontro um elemento com uma filmadora apontada para o meu quarto.  Tiro o camarada de dentro do quarto no tapa, jogando a filmadora ao chão e danificando o rolo de filme, Volto ao quarto e vejo que a Olga se refugiara no banheiro, tendo inclusive se arrumado toda.  Arrumei-me também, peguei meu dinheiro de volta, e saímos daquele hotel, indo para um outro que não tivesse espelho no quarto.

Infelizmente, tudo muda nesta vida, até nós mudamos.  Andamos apenas dois quarteirões e encontramos um outro hotel, que a primeira vista, parecia ser um hotel confiável.  Entramos, e me registrei, recebendo as chaves do porteiro e fui para o quarto.  Como sempre faço, procedo a uma vistoria, para que não venha a acontecer de novo aquele fato desagradável de “voyeur”.  Nada encontrando, mantenho a luz do quarto apagada, e começo então uma seção de beijos na minha secretária (naquela hora ela era minha, só minha), abrindo sua blusa botão por botão.  Ao chegar aos seios, não os toco com amassamento, como até a maioria dos homens fazem, Fico, ora lambendo seus mamilos, ora chupando-os, inclusive, mordendo-os com os lábios.  Continuo com os beijos pelo seu corpo, braços, axilas, barriga, umbigo, e volto corpo acima, até chegar ao seu pescoço, virando-a de barriga para baixo, e continuar a beijar, agora a sua nuca.

Pego minha pasta de trabalho, e retiro do seu interior uma pena de pombo.  Com ela ainda deitada de barriga para baixo, começo a passar a pena leve e suavemente em suas costas, descendo até a linha da cintura, e tornando a subir.  Este tipo de carícia, provoca nela uma reação de arrepios, bem como o contorcionismo do seu corpo de forma bem profunda, semelhante ao movimento da cobra quando se desloca, arrancando dela fortes suspiros e gemidos guturais.  Ainda passando a pena em seu corpo, começo a retirar sua calcinha com a mão esquerda, e em seguida inicio uma seção de beijos, somente com o roçar dos meus lábios e a ponta de minha língua em suas nádegas, procurando a direção do rego de sua bunda. E ai sim, desce a pena até a entrada do seu cuzinho, o que a faz levantar o seu quadril, deixando à amostra sua bundinha rosadinha, e o seu buraquinho também rosinha e fechadinho.  Não me contive e coloquei minha cara no meio de suas nádegas, enfiando a pontinha de minha língua naquele buraquinho convidativo a ser penetrado.  E ela gemia alto de prazer dizendo em voz alta:  você assim vai me matar de tesão.  Enfia logo esta piroca em meu cú e me rasga toda.  Vai!

Virei-a de barriga para cima e observei que sua xaninha estava totalmente depilada, lisinha, sem um pêlo para atrapalhar. Voltei a passar a pena, agora em sua barriga e nos seios, deixando-a com maior tesão.  Começo então uma seção de beijos, com pequenas mordidas com os lábios nos seus mamilos.  Venho lambendo e beijando seu corpo, sua barriga, seu ventre até chegar à sua xaninha, a qual já se encontrava toda melada de tesão.  Não conversei e enfiei minha língua em sua vagina, recolhendo de lá, todo o seu gozo, e obviamente, engolindo-o todo, sem deixar uma gota.  Em seguida procuro seu clitóris, dou uma seção de lambidas rápidas, deixando-o durinho, mordendo-o com os lábios, deixando-a louca de tesão.

Observo que no quarto existe um frigobar.  Pergunto a ela se ela costuma bebericar alguma bebida quente, no que ela responde que sim.  Levanto-me e vou ao frigobar.  Abro-o e não encontro nenhuma bebida, porém encontro vários sorvetes de pauzinho, o que me dá uma idéia tremenda.  Pego um deles e volto para a cama e falo que hoje faremos sexo com picolé.  Ela rindo pergunta como, no que eu respondo: aguarde, pois verás como é.  Observo que o picolé está um pouco mole, o que vai facilitar de sobremaneira o meu intento.  Retiro o invólucro e enfio o picolé em sua vagina.  Ela sem esperar esta minha atitude, solta um grito e ao mesmo tempo profere vários impropérios.  Imediatamente coloco minha boca em sua vagina, e começo a lamber o caldo do picolé que começa a escorrer de sua buceta.  Que maravilha!  Enfio de novo o sorvete, demorando alguns segundos a mais, de modo ficar maior quantidade de sorvete derretido em sua vagina, e volto a sorvê-lo com sofreguidão.  Então ele pede que eu enfie minha caceta logo, pois ela ficou com mais tesão e ela não está agüentando mais.

Atendendo a seu pedido, enfio minha piroca em sua buceta geladinha do picolé e ela pede que eu enfie tudo, até o fundo, porque ela não estava sentindo a minha penetração, e eu explico que era o efeito do picolé gelado.  Continuo socando até ela me sentir dentro, o que leva uns cinco minutos, quando ela pede que eu soque com mais força, pois já estava quase gozando.  Digo para ela se segurar e a viro de bruços, e sem passar nada em seu rabo, forço a entrada até a cabeça passar, quando ela me pede que eu a maltrate, que eu a rasgue; que eu a arregace toda.  Fico socando por alguns minutos, quando eu peço que ela monte sobre mim, como se fosse cavalgar.

Ela assim faz e começa seu movimento de subir e descer. Bem como fazia ao mesmo tempo um movimento circular, o que me deu mais tesão ainda.  Ela intensifica seus movimentos, numa demonstração que vai gozar, quando ela dá um grito abafado e arfando, chega ao momento supremo de uma relação, que é o orgasmo final, mais conhecido como gozo.  Ela relaxando seus nervos que ainda estão tensos, deitasse sobre minha barriga, e começa a me beijar com muita ternura, carinho, me elogiando pela tarde maravilhosa em que passamos juntos, fazendo-me prometer que aquela seria a primeira de uma série de tardes que poderíamos nos amar, como aconteceu.

Após termos nos relaxado bem, ficamos trocando carícias por um tempo, quando olho para um relógio que se encontrava pendurado em uma parede do quarto, e vejo que o relógio marcava exatamente 17 horas. E então falo para ela que deveríamos tomar um banho, pois o horário já era bastante adiantado, e ela iria encontrar uma fila no ponto de ônibus muito grande, no que ela concorda.  Nos dirigimos ao banheiro para nos banharmos, logo em seguida saímos do hotel e caminhamos em direção ao ponto final do ônibus.  Fiquei com ela na fila até o momento em que embarcou no coletivo.  Despedindo-me dela com um beijo, dei um até segunda, pois aquele dia era sexta-feira, e não trabalhávamos no sábado, isto é, eu não trabalhava.

Saio dali e vou a direção à Central do Brasil, de modo a embarcar em um trem de volta para casa, pois aquele dia fora um excelente dia para mim, e eu queria completar esta minha satisfação, metendo muito e gostoso com minha esposa, o que seria feito em um motel, com direito até a banho de champagne.  É. Esta noite promete.  Vou amanhecer com a cabeça da piroca toda esfolada, mas eu vou.
Ah!  E como vou!!!

Para contato, use:  giancarlomartelli@bol.com.br

A filha do arquiteto

Após sair do escritório da esposa do arquiteto, dirigi-me de volta ao lar, tendo em vista que o horário já ultrapassava das 18 horas.  Durante o trajeto de volta, vinha pensando sobre o ocorrido.  Como pode uma mulher, tendo o cargo de arquiteta, bonita, uma empresária bem sucedida, não ter o menor cuidado com sua higiene pessoal.  Acredito que ela já sabia de sua situação, mas porque deixou que tal fato acontecesse?  E enquanto viajava de volta para casa, aquele odor não saia de minhas narinas.  Lembrei-me que em certa ocasião, em companhia de um amigo, visitei uma criação de porcos (pocilga), e o odor que exalava daquele local era forte e o mesmo impregnava nossas narinas.  E por incrível que pareça, o cheiro só saia de nossos narizes, cerca de três a quatro dias depois, da mesma forma, acontecia com nossas roupas, pois o cheiro também as impregnava.

Ao chegar a casa, a minha primeira preocupação era tirar a roupa, e jogá-la direto no tanque para serem lavadas, sem dar tempo de deixá-las no cesto de roupas sujas.  Minha esposa notou meus movimentos e perguntou-me o que estava acontecendo, porque eu joguei a roupa no tanque, então expliquei a ela que eu fui visitar um cliente em Piabetá, e ele era um criador de porcos, e durante minha estada naquele local, o proprietário fez questão de me mostrar sua criação, a maternidade, o local de desmame, etc.... O cheiro das fezes e urina dos porcos fica em nossos corpos e roupas, e eu não queria que o cheiro passasse para as roupas as quais se encontravam no cesto.  Após o banho, lavei também os sapatos, pois eles eram os piores, pois foi com eles que eu pisei nas fezes.  Lògicamente, tudo o que eu estava fazendo era uma encenação, pois eu não fora a nenhuma criação de porcos. 

No dia seguinte, indo para o escritório, encontro o cartão que a filha mais nova do arquiteto houvera me dado.  Vou chamá-la de Tereza (nome fictício).  Ligo para ela, e na quarta chamada ela atende ao telefone, e quando me identifico, noto que a voz dela passa de um tom para outro, e a forma de tratar-me  também, passando a ser com um pouco mais de intimidade (o que nunca houve entre nós).  Perguntou-me quando eu poderia visitá-la, pois ela precisava muito conversar comigo, e o que ela tinha a tratar comigo, eu iria gostar muito.  Pronto.  Acendeu a “lampadinha do desconfiômetro”, e da sacanagem.  Perguntei se poderia ser na segunda-feira.  Ela disse que sim, então falei: está combinado, mas a que horas, e ela falou que estaria a minha disposição o dia inteiro.  Tudo bem!  Como era quinta-feira, trabalhei até sexta-feira, e ao meio-dia, encerrei o meu trabalho indo direto para casa.  Ao chegar a casa, digo para a mulher preparar as crianças, pois iríamos para Friburgo passear de teleférico, visitar meu irmão e alguns lugares pitorescos na cidade, e que só voltaríamos no domingo à noite.

De volta a realidade, começo a semana com mais disposição, pois o final de semana com a família, foi uma injeção de ânimo.  As crianças voltaram maravilhadas com o passeio, principalmente minha filha que não se cansava de falar do teleférico.  Vou ao escritório pela manhã pegar mais catálogos, verificar se existe algum recado para mim de cliente, verificar se houve alguma alteração de preço na tabela, tomar aquele cafezinho que só a secretária do gerente sabe fazer (o único que elogia o cafezinho da secretária, sou eu, e por isso ela me dá oportunidades de lhe passar uma  “cantada”, o que até a presente data, tenho-me segurado, pois não quero pagar “mico”).

Olho minha agenda e vejo que eu tenho um encontro com Dª Tereza, a arquiteta.  Arrumo minha pasta, tomo outro cafezinho, fazendo aquele ruído bucal de estalar língua, quando a secretária olha para mim, dá um sorriso, levanta-se dirigindo para a porta, dizendo que vai fechar a porta à chave quando da minha saída, pois ela estava sozinha na firma.  Ao passar pela porta, paro, olho para ela e dou um até amanhã, seguro sua cabeça pela nuca, e dou-lhe um selinho com a ponta da língua para fora, introduzindo-a em sua boca.  Antes de fechar a porta totalmente, ela ainda fala: eu quero desse beijo em outro lugar.  Sorri por entender muito bem suas palavras, e dirigi-me ao elevador.

Já na rua, caminho em direção ao ponto de ônibus que me levará à Tijuca, bairro onde a filha do arquiteto montou o escritório dela.  Ao chegar ao local, observo que é um edifício residencial.  O porteiro pergunta se eu vou a algum  andar e eu digo que vou ao escritório de Dª Tereza, o que ele responde que tudo bem, e pergunta  se eu sei qual o andar, e eu respondo que sim.  Embarco no elevador e aperto o botão do andar correspondente.  Ao chegar ao andar encaminho em direção do apartamento e vejo que a porta é de vidro e tem uma moça sentada atrás de uma escrivaninha.  Era a atendente.  Chego a ela e pergunto se a arquiteta Tereza se encontrava, no que ela responde que sim e pergunta a quem devo anunciar.  Dei meu cartão e ato contínuo ela leva o cartão para a arquiteta.

Na volta, com o cartão na mão, diz que eu posso entrar.  Ao entrar observo que existe um casal na sala, e a arquiteta levanta-se da sua cadeira e vem me cumprimentar, e ao mesmo tempo apresenta-me ao casal, dizendo que eles são sócios de uma empresa que está sendo montada, e que estão precisando do mobiliar a empresa, e ela, a arquiteta é quem iria especificar o mobiliário.  Imediatamente, abro a pasta e retiro dela um jogo de catálogos de mobiliário da sala da diretoria (é lógico que eu peguei o mobiliário mais caro) e passo às mãos da arquiteta.  Ela por sua vez, toma a frente da conversa e começa a dissertar sobre os móveis ora apresentados, e foi aquele blá. blá, blá.

O casal se levanta e diz que adorou os móveis e, que a arquiteta preparasse o projeto em forma de planta.  Então se dirigindo para mim, agradecem pela ajuda que foi formidável, quando mos cumprimentamos com um aperto de mão.  A mulher segurou minha mão com as duas mãos e olhando-me nos olhos diz que nos encontraremos outra vez, pois ela viu uns móveis que ela poderá comprar para usá-los na casa dela.  Aproveitando a oportunidade, peguei um cartão de visita dos meus e dei para a senhora.

A arquiteta acompanha o casal à porta do escritório e na volta diz para a atendente que não vai atender mais ninguém.  Se alguém perguntar se eu estou, diga que sai para atender clientes.  Entra na sala dela e fecha a porta por dentro, vindo a se sentar ao meu lado no sofá.  Perguntou-me se aceitaria um cafezinho, o que eu respondi que sim, e ao trazer-me a xícara, se curva para frente de tal maneira, que deixa amostra seus seios, e eu olhei-os admirado, sendo que ela percebera meu olhar.  Perguntei a ela se era casada, ela disse que não, pois ainda era muito nova (tinha 25 anos) e queria aproveitar a vida de todas as maneiras possíveis e imagináveis, custasse o que custasse para ela.  Então perguntei se nessa lida de querer aproveitar a vida da maneira que ela queria e viesse a ficar grávida. O que ela faria?

Em seguida, levanto-me do sofá, pego as duas xícaras e levo para uma pequena sala que foi transformada em cozinha.  Ela mais que depressa se levanta também e corre ao meu lado pegando as xícaras levando-as  para a cozinha.  Ao virar-me, nossos corpos estão quase que colados, pois a distância entre nós dois é quase nenhuma.  Olho-a nos olhos, passo as mãos na sua fronte e trago seu rosto em direção ao meu e toco em seus lábios bem de leve, só roçando, quando ela abre a boca e me oferece a sua língua.  Abraço-a pela cintura, trazendo seu corpo para junto do meu, encostando-o completamente, quando deu um tremor no corpo dela, pois sentira que eu estava de pau duro.  Continuamos a nos beijar, já agora com mais volúpia, pois não se prendia só nos lábios, mas sim orelha, pescoço, olhos, queixo,
.
Mesmo agarrado a ela, conduzo-a para o sofá e ao sentá-la começo a abrir sua blusa lentamente, botão por botão, e sempre beijando e lambendo seu colo.  Após ter aberto sua blusa, começo a mordiscar-lhe os biquinhos dos seios por cima do sutian., sem fazer questão de tira-los.  Minha mão direita começa a soltar a blusa que está por dentro da saia.  Em seguida, começo a lamber sua barriga, descendo lentamente até chegar ao seu umbigo, o que provoca nela um tremor no corpo violento, fazendo com que ela peça que não a maltrate mais, pois ela já está a ponto de explodir de tesão.  Abro o fecho da saia dela que está nas costas e, começo a tirar-lhe a saia.  Já sem saia, toco-lhe por cima das calcinhas a sua região genital, fazendo movimentos para cima e para baixo no seu reguinho da xereca.  Volto a sua boca e começo a sugar sua língua que está cheia de saliva e engulo tudo.  Volto a descer minha boca pelo seu corpo e a mão direita ainda continua na sua região genital, bolindo sobre a calça, quando percebo que a calca está toda encharcada de gozo dela.  Não perco tempo e vou tirando lentamente sua calcinha, e minha boca vai acompanhando o movimento.  Tiro sua calcinha por completo e caio de boca naquela bucetinha totalmente depilada, sugando aquele néctar que escorria de suas entranhas.  Meu movimento se alternava entre sugar sua buceta e morder seu clitóris, puxando-o com os dentes, arrancando dela gritos e gemidos de tesão.

Levanto-me, tiro minha camisa, minhas calças e minha sunga.  Deito-a no chão do escritório, e então me coloco sobre ela e começo com uma seção de beijos, levanto-lhe as pernas, colocando-a na posição de frango assado e começo a penetrá-la, no início lentamente, para depois ser um pouco mais rápido, até chegar ao orgasmo.  Notei que durante os movimentos, ela gozou 3 vezes.
Ficamos deitados no chão durante algum tempo, quando ela falou que gostaria de marcar outro dia para darmos continuidade ao que houvéramos começado naquele dia, pois ela adorou demais.

Depois me falou que a mãe dela comentara sobre o incidente que houve quando estive no escritório dela.  Falou-me também que a mãe dela houvera ficado chateada com o ocorrido e que enviava seu pedido de desculpas e que gostaria de marcar um encontro comigo (que beleza de família: mulher traiu o marido, conta para a filha e tudo fica bem. Coisas de gente rica)

Para contato, use: giancarlomartelli@bol.com.br.

Conto enviado por desejoso.

 

 

A grande decepção sexual

Meu nome é Giancarlo e quem leu meus contos anteriores, já me conhece bem.

Antes de entrar na estória propriamente dita, gostaria de tecer comentários com relação a forma de contarmos nossas estórias.  Quando o homem conhece uma mulher e, marcam um encontro em um hotel, o homem conta diversas diabruras que fazem com elas na cama.  Quando é gay, a coisa não é diferente, pois todos gostam de contar vantagens nos seus contos.  Se por ventura, o encontro dá errado, ninguém tem coragem suficiente de contar a verdade sobre o que aconteceu.  O conto que ora vocês estão lendo, é uma estória em que o encontro “babou”.  Deu tudo errado.  A coisa foi tão braba, que não tive tesão de trepar com a coroa, em virtude de ... (leiam o conto).

Certa ocasião, quando fui ao escritório do arquiteto, cumprir minha visita comercial e pessoal, lá encontrei três mulheres loiras, lindíssimas, sentadas no sofá do escritório.  Acreditei serem clientes, e dirigindo-me ao arquiteto, disse-lhe que voltaria mais tarde para conversarmos, visto que não queria atrapalhar a conversa deles.  Porém o arquiteto dirigindo-se para mim falou que não havia necessidade, pois todas elas eram seus familiares.

Apresentou-me a primeira dizendo que era a sua esposa; a segunda, era sua filha mais velha por minutos, pois eram gêmeas e finalmente apresentou-me a terceira, a qual ficou segurando minha mão por um tempo maior.  Falou-me também o arquiteto, que ele tinha um projeto, e quando ele fosse colocá-lo em prática, quem iria ficar à frente do escritório, seria sua esposa.
Informou também que as três eram formadas em arquitetura, e que o escritório ficaria bem assessorado.

Na firma onde eu trabalhava, havia um acordo entre os vendedores.  Havia duas equipes de vendas: uma que trabalhava com zona fechada e a outra com zona aberta.  Nós vendedores, tínhamos que cumprir um espaço de tempo entre uma visita e outra de 29 dias.  Se porventura voltássemos ao cliente com trinta e um dias após a visita anterior, e um vendedor de zona aberta passasse por ele, nós perderíamos o cliente.  No conto de nº 3 eu mencionei uma discussão entre mim e um outro vendedor, que queria “dar-me uma volta” em um cliente.

Durante a ausência do arquiteto, visitei sua esposa mensalmente, pois ela tinha muitos projetos de mobiliário, e eu, lògicamente, vendia muitas peças de móveis.  Ocorre que ela passou por um período de falta de projetos, fazendo com que eu fosse visitá-la, de dois em dois meses.  Certo dia, ao chegar ao escritório, a filha mais nova abriu-me a porta e pediu-me que entrasse, e sentasse, pois elas estavam em reunião.  A filha mais velha demonstrou claramente, que não me esperava e nem gostou da minha presença naquela hora.  Notei também que ela engordara bastante, ficando muito longe daquela “gostosura” que me fora apresentada.

A mãe pede-me que aguarde um pouquinho, pois queria conversar comigo.
Então a filha mais velha levanta-se num rompante, e na maior grosseria, saindo da sala sem se despedir de todos. Após alguns minutos, a filha mais nova se despede da mãe, dirigindo-se à porta, e pede-me que feche a mesma.  Mas antes de sair totalmente, entrega-me um cartão e me pede que eu ligue para ela, pois queria conversar comigo, porque tinha uma coisa muito boa para mim.  Fecho a porta, entro e observo que a mãe houvera cerrado a janela.  Vira-se para mim e me diz: vou tomar uma decisão muito difícil, pois não estou suportando mais esta separação.  Está me fazendo muito mal.  Começa então a me beijar e me pede que a dispa, o que faço lentamente.  Tirei sua blusa, sempre beijando sua boca, enfiando minha língua toda, como que quisesse atingir sua garganta.  Logo em seguida tiro seu porta-seios, apertando seus seios e mordicando seus mamilos, alguns momentos até com força, fazendo com que ela gema alto.  Começo com beijos no pescoço, descendo lentamente para os seus seios, onde inicio uma seção de beijos e lambidas, ora em um seio e ora em outro, e sempre mordiscandos seus mamilos, ora o da direita, ora o da esquerda.

Começo a descer pela sua barriga, parando em seu umbigo.  Vou abrindo lentamente sua saia beijando e lambendo sua região da barriga, logo abaixo do umbigo.  Quando retiro sua calcinha e ela abrem suas pernas, de modo que eu colocasse minha boca em sua buceta, dou um giro nas pontas dos pés de 180º e me levanto ràpidamente, alegando que se eu fizesse aquilo, estaria traindo a amizade e a confiança de uma pessoa, a quem eu estimava muito, que era seu marido.  Ela sem nada entender, perguntava a todo o momento o que estava acontecendo, pois não estava entendendo a minha atitude, em virtude de estar indo tão bem, e de repente se levanta, deixando-a perplexa e com um baita tesão.

Ocorre que quando ela abriu as pernas, ascendeu um odor muito forte, semelhante ao cheiro de bacon estragado, podre, provocando em mim uma revolta muito grande no meu estômago, dando-me ânsias de vômitos.  Aquele odor ficou impregnado em minhas narinas durante três dias.  Uma das coisas que eu não suporto, é pessoa que não faz sua assepsia, antes de uma relação sexual, seja ela vaginal ou anal.

Sei que com minha atitude, perdi um grande cliente, mas acredito que tenha sido a melhor coisa que aconteceu, pois não devemos misturar água com pedras, pois nunca se misturarão.

Em tempo:  gostaria de explicar que o conto acima não foi para denegrir a imagem da mulher.  Não.  Não foi.  Eu adoro uma buça, do seu odor característico, do sabor do seu suco.  Mas infelizmente a arquiteta não foi tão precavida neste dia.  Deixou furo.  Pagou mico.  Mas ainda adoro mulheres, como sempre adorei e continuarei a adorá-las.

 

Enviado por Desejoso

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A grande decepção sexual

Meu nome é Giancarlo e quem leu meus contos anteriores, já me conhece bem.

Antes de entrar na estória propriamente dita, gostaria de tecer comentários com relação a forma de contarmos nossas estórias.  Quando o homem conhece uma mulher e, marcam um encontro em um hotel, o homem conta diversas diabruras que fazem com elas na cama.  Quando é gay, a coisa não é diferente, pois todos gostam de contar vantagens nos seus contos.  Se por ventura, o encontro dá errado, ninguém tem coragem suficiente de contar a verdade sobre o que aconteceu.  O conto que ora vocês estão lendo, é uma estória em que o encontro “babou”.  Deu tudo errado.  A coisa foi tão braba, que não tive tesão de trepar com a coroa, em virtude de ... (leiam o conto).

Certa ocasião, quando fui ao escritório do arquiteto, cumprir minha visita comercial e pessoal, lá encontrei três mulheres loiras, lindíssimas, sentadas no sofá do escritório.  Acreditei serem clientes, e dirigindo-me ao arquiteto, disse-lhe que voltaria mais tarde para conversarmos, visto que não queria atrapalhar a conversa deles.  Porém o arquiteto dirigindo-se para mim falou que não havia necessidade, pois todas elas eram seus familiares.

Apresentou-me a primeira dizendo que era a sua esposa; a segunda, era sua filha mais velha por minutos, pois eram gêmeas e finalmente apresentou-me a terceira, a qual ficou segurando minha mão por um tempo maior.  Falou-me também o arquiteto, que ele tinha um projeto, e quando ele fosse colocá-lo em prática, quem iria ficar à frente do escritório, seria sua esposa.
Informou também que as três eram formadas em arquitetura, e que o escritório ficaria bem assessorado.

Na firma onde eu trabalhava, havia um acordo entre os vendedores.  Havia duas equipes de vendas: uma que trabalhava com zona fechada e a outra com zona aberta.  Nós vendedores, tínhamos que cumprir um espaço de tempo entre uma visita e outra de 29 dias.  Se porventura voltássemos ao cliente com trinta e um dias após a visita anterior, e um vendedor de zona aberta passasse por ele, nós perderíamos o cliente.  No conto de nº 3 eu mencionei uma discussão entre mim e um outro vendedor, que queria “dar-me uma volta” em um cliente.

Durante a ausência do arquiteto, visitei sua esposa mensalmente, pois ela tinha muitos projetos de mobiliário, e eu, lògicamente, vendia muitas peças de móveis.  Ocorre que ela passou por um período de falta de projetos, fazendo com que eu fosse visitá-la, de dois em dois meses.  Certo dia, ao chegar ao escritório, a filha mais nova abriu-me a porta e pediu-me que entrasse, e sentasse, pois elas estavam em reunião.  A filha mais velha demonstrou claramente, que não me esperava e nem gostou da minha presença naquela hora.  Notei também que ela engordara bastante, ficando muito longe daquela “gostosura” que me fora apresentada.

A mãe pede-me que aguarde um pouquinho, pois queria conversar comigo.
Então a filha mais velha levanta-se num rompante, e na maior grosseria, saindo da sala sem se despedir de todos. Após alguns minutos, a filha mais nova se despede da mãe, dirigindo-se à porta, e pede-me que feche a mesma.  Mas antes de sair totalmente, entrega-me um cartão e me pede que eu ligue para ela, pois queria conversar comigo, porque tinha uma coisa muito boa para mim.  Fecho a porta, entro e observo que a mãe houvera cerrado a janela.  Vira-se para mim e me diz: vou tomar uma decisão muito difícil, pois não estou suportando mais esta separação.  Está me fazendo muito mal.  Começa então a me beijar e me pede que a dispa, o que faço lentamente.  Tirei sua blusa, sempre beijando sua boca, enfiando minha língua toda, como que quisesse atingir sua garganta.  Logo em seguida tiro seu porta-seios, apertando seus seios e mordicando seus mamilos, alguns momentos até com força, fazendo com que ela gema alto.  Começo com beijos no pescoço, descendo lentamente para os seus seios, onde inicio uma seção de beijos e lambidas, ora em um seio e ora em outro, e sempre mordiscandos seus mamilos, ora o da direita, ora o da esquerda.

Começo a descer pela sua barriga, parando em seu umbigo.  Vou abrindo lentamente sua saia beijando e lambendo sua região da barriga, logo abaixo do umbigo.  Quando retiro sua calcinha e ela abrem suas pernas, de modo que eu colocasse minha boca em sua buceta, dou um giro nas pontas dos pés de 180º e me levanto ràpidamente, alegando que se eu fizesse aquilo, estaria traindo a amizade e a confiança de uma pessoa, a quem eu estimava muito, que era seu marido.  Ela sem nada entender, perguntava a todo o momento o que estava acontecendo, pois não estava entendendo a minha atitude, em virtude de estar indo tão bem, e de repente se levanta, deixando-a perplexa e com um baita tesão.

Ocorre que quando ela abriu as pernas, ascendeu um odor muito forte, semelhante ao cheiro de bacon estragado, podre, provocando em mim uma revolta muito grande no meu estômago, dando-me ânsias de vômitos.  Aquele odor ficou impregnado em minhas narinas durante três dias.  Uma das coisas que eu não suporto, é pessoa que não faz sua assepsia, antes de uma relação sexual, seja ela vaginal ou anal.

Sei que com minha atitude, perdi um grande cliente, mas acredito que tenha sido a melhor coisa que aconteceu, pois não devemos misturar água com pedras, pois nunca se misturarão.

Em tempo:  gostaria de explicar que o conto acima não foi para denegrir a imagem da mulher.  Não.  Não foi.  Eu adoro uma buça, do seu odor característico, do sabor do seu suco.  Mas infelizmente a arquiteta não foi tão precavida neste dia.  Deixou furo.  Pagou mico.  Mas ainda adoro mulheres, como sempre adorei e continuarei a adorá-las.

 

Enviado por Desejoso

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