Contos Eróticos

Já nasci menina, mas precisei me tranformar

Vou lhes contar com me transformei numa menina, nasci numa família rodeada de mulheres, tinha minha irma mais velha Dora, que tinha um pouco a mais de diferença de idade para as outras, depois tinha a Beth, e depois tinha eu que nasci com uma irmã gemea, e esta minha irmã teve poucos dias de vida, ela Daniela e eu Daniel, como nasci prematuro, sempre tive uma atenção especial, por parte de todas a minhas irmãs de minha tia, que neste tempo veio morar conosco, meu pai havia falecido. Moravamos numa casa, já na area rural, de uma pequena cidade do interior, casa razoavelmente confortavel com uma sala grande, quatro quartos, dois banheiros, copa cozinha e nos fundos uma area de lazer e serviços Vou lhes contar alguns fatos que aconteceram e me ajudaram a ser a menina que hoje eu sou, livre e leve, hoje com 25 anos, moro em um apartamento em uma grande cidade, trabalho com tradução da lingua inglesa para o portugues, sou free-lancer de uma multi, para ser interprete de alguns de seus funcionários, e por vezes dou aula de ingles, sou indepentente financeiramente e tenho um circulo de amizades bem restrita. Desde de muito pequena, ou melhor desde que me entendo por gente, sempre vesti roupas de meninas, pois cercada de cuidados e de muitas mulheres, foi mais facil ser igual as elas e elas se espelhavam nelas, principalmentre para me vestir, esta maneira de me vestir nunca foi imposta, eu que sempre me senti uma menina, e com a morte de minha irmã gemea, fui matriculada na escola rural com sua certidão de nacimento, e daí em diante passei a ser a Daniele, ou Dani para os mais intimos. Nesta fase da infância fui muito feliz, brincavamos muito, mas tambem não descuidavamos dos estudos, é claro que nossas brincadeiras eram todas de meninas, como desfile de modas, os mais variados, casinha que eu sempre a filhinha, pular amarelinha.

Sempre tive em Dora uma protetora, pincipalmente fora de casa, me habituei com gestos e as fragilidades femininas, pois so fazia xixi sentada e usava um papel higiênico para secar o meu piu-piu. Outro fato marcante, foi que fomos levada ao posto de saude, para furar as orelhas, sendo eu a mais nova, minha mãe não quis contar o que era, para eu não chorar, mas chegando la ela me entregou um lindo par de brincos com uma pequena perola, que eu achei muito bonito e por isso não chorei quando furou minhas orelhas, tivemos os cuidados, mas eu sempre que podia ficava admirando minha orelha com os brincos, me sentia muito mais bonita. Mais uma vez fui surprendida, pois Dora ganhou um jogo de manicure completo, e diversos esmalte, pois ela sempre atenta a minhas reações viu que eu tinha gostado, e logo se propos a limpar e pintar minhas unhas, das mãos e dos pes, e eu me lembro muito bem pintou de rosa bem clarinho, neste dia brincamos de desfile de modas com roupas íntimas, pois estava me sentindo mais mulher, usando cinta, corpetes, calcinhas e sutiã, é claro com enchimento, meias com ligas, meia calças, e sandalias e sapatos de salto, eu preferi as sandalias de salto, pois assim mostrava minhas unhas pintadas.

Dora sempre atenta as minhas preferências, sempre me perguntava se eu realmente queria ser uma menina de verdade, e afirmava que ela sempre iria me ajudar. Um belo dia durante o banho, notei que as tetinhas de Dora, estavam estufadinhas para fora, e que os manilos estavam maior, que já se promunciava um pequeno peitinho ao redor, me fazendo admirar e sonhar como ficaria o meu, fiquei encantada, e gostei muito de alisar com minhas pequenas mãozinhas, e Dora se sentia bem gostando de minhas carícias, naquele final de semana, fizemos uma pequena comemoração, e Dora, ganhou seu primeiro sutiã, era um conjuntinho de calcinha e sutiã, branco com detalhes em rosa, e eu fiquei maravilhada, meus olhos nem piscavam, pois quando Dora foi para o quarto e se trocou, e voltou desfilando seu novo conjuntinho e por cima um hoby de seda, que ela desamarou e amarou, diversas vezes para mostrar como seu conjuntinho de calcinha e sutiã tinha lhe ficado bem, nem preciso dizer que eu fiquei sem piscar os olhos, e Dora é claro que notou, mas não disse nada, e não fez nenhum gesto para me reconfortar, como era de seu costume.

No dia seguinte, para nossa surpresa, minha tia havia comprado, muitos outros joguinhos de calcinha e sutiã, de diversas cores e presenteou a todas nos, foi um dia que rolou outro desfile com roupas íntimas, so que agora com as nossas próprias, ficamos todas muito contente, e eu em particular pois para compensar minha falta de peitinho, Dora providenciou uma bola de soprar, encheu com um pouco de agua, e me disse que era para eu ir me acostumando, com volume e peso de um peitinho, quando vesti meu sutiã, pude ter uma sensação que eu realmente estava com um peitinho de menina moça, pois tinha um pequeno volume que fazia encher o sutiã, e o peso é bem semelhante, pois com qualquer movimento o meu peitinho me fazia lembrar que eles estavam la, fazendo me lembrar da sensação gostosa que era ter um belo par de peitinho de menina moça, desde esse dia eu nunca mais deixei de usar sutiã, ele se tormou um marca registrada de eu mulher. Mais alguns meses se passaram e Dora ficou menstruada pela primeira vez, o que foi motivo de comemoração, e daí a algum tempo ela foi ao ginecologista, que após alguns exames lhe receitou o uso de anticoncepcional que era para regular seu período, e disse tambem que os hormonios femininos de baixa quantidade, iriram modelar seu corpo de mulher. Dora quando ouviu isto, na mesma hora se lembrou de min, e quando chegou em casa já tinha comprado, algumas caixas a mais deste anticoncepcional, conversou com mamãe e com titia, e elas concordaram, titia tinha em sua juventude tinha iniciado o estudo de medicina, mas depois de algum tempo desistiu, porem estes estudos de muito me ajudaram. Comecei ai o processo de me transformar, verdadeiramente em uma menina, pois com doses baixas de hormonios feminino, meu organismo deu os primeiros indicios, mas antes que os hormonios masculinos se aflorassem, tomei um medicamento para anular e inibir seus efeitos, mas tambem continuava com as doses menores do hormonios femininos.

Quando minha tia percebeu que os hormonios masculinos, não mais me afetariam definitivamente, ela passou a usar os hormonios femininos com uma concentração e dosagem maior e ai sim tive modificalçoes significativas, e a primeira evidencia foi com meus peitinhos, pois os mamilos ficaram, inicialmente muito senciveis, o peitinho que começava a despontar, ficou um pouco dolorido, porem alguns dias depois, eles ficaram bem grandinhos, e já não cabiam em um sutiã de tamanho P, meus manilos ficaram pequenos e com uma coloração rosacea, e os biquinhos que pareciam estar sempre pontudinhos, ficava a admirar, sempre de sutiã para que eles não perdessem as formas, porem sempre que podia vestia uma blusinha de malha, bem justinha e um pouco transparente, e juro que ficavam lindos. Minha cintura havia afinado e minha bunda crescido, mas num tamanho bem proporcional, pois eu sempre fui do tipo fisico bem miuda, mas agora quando eu vestia minhas calcinhas, eu as sentia mais justinhas e quando rebolava sentia os olhares dos meninos de cobiça. Pelos eu quase não tinha, pernas, região pubiana, meu cuzinho, barba, axilas, tudo é muito lisinho e quando algum pelo aparecia, Dora tratava de arancar, calçava nº 35, durante o tratamento meus cabelos cresceram muito, e neste decorrer, experimentei diversos cortes, gostei mais deles com franjas e altura ate os ombros, eles são castanhos claros, e eu tenho a pele marena bem clara, e olhos castanhos, de altura tenho 1,61 m, e tem tambem o meu pintinho, que ate agora so usei para fazer xixi, fiz cirúrgia de fimose ainda quando bebe, e por isso não tenho prepúcio, durante o tratamento ele ficou bem pequeno e dolorido, porem isso melhorou, quero dizer, quando ele esta bem durinho, já medi tem quase 11 cm espero que na hora H ele funcione, porem pelo que já vi e ouvi, eu quero mesmo é ser menina, sempre.

Vou contar aguns fatos que aconteceram em minha infância: quando estudavamos em um colégio na cidade, tinha uma menina de outra sala e de outra turma, que sempre implicava comigo, dizia que eu era homem vestida de menina, e Dora sempre por perto me defendia, porem um dia ela falou que iria provar, Dora ouvindo isto, no dia seguinte após o banho, antes de irmos a aula, me fez sentar na banheira com agua fria e gelo, ate o que eu aguentase, quando sai ela me enxugou e me fez vestir uma calcinha bem pequenininha, tipo tapa sexo, uma calcinha de lycra e da cor da pele, eu saquinho tinha quase sumido, minhas bolas se abrigaram na cavidade pelvica, e meu pintinho estava do tamanho da falange de um dedo, o que ficou facil de esconder tudo, melhor tudinho, sendo que atras a calcinha fica toda atoladinha na minha bundinha, e por cima ela me vestiu uma calcinha, tipo normal, quando me olhei no espelho, nem estava acreditando, pois estava lindo, liso, assim como se eu tivesse uma vagininha, vesti meu uniforme e fomos para o colégio, a única recomendação Dora é que eu não usase o banheiro, que segurasse um pouco. Pois na hora do recreio,esta tal menina, me empurou para dentro do banheiro, e dizendo que queria ver minha periquita, quando entramos, Dora estava la dentro como tivesse nos esperando, ela me abraçou, piscou seu olho para min, e me colocando de costa para a tal menina, levantou minha saia e abaixou minha calcinha, e me virando de frente, começou a gritar, dizendo para esta menina, que se ela continua-se a falar estas coisas, que iria denuncia-la, assim ela não reparou a outra calcinha que eu usava por baixo, e acho que ela consegiu ver minha periquita, e asustada foi embora, não falando mais neste assunto.

Dora me protegia e sempre que podia me ensinava, ela percebendo que eu poderia me relacionar com algum menino, e consequentemente transar com ele, me ensinou que quando eu usa-se o banheiro, que eu deveria usar o chuveirinho, para fazer uma boa higiene dentro do meu cuzinho, no inicio achei meio esquisito, pois não controlava a quantidade de agua, e com isso voltava e demorava no trono, depois que consegui controlar a quantidade de agua, as coisa ficaram mais rapida e eu nunca mais perdi este habito, e estou sempre com meu cuzinho, bem limpinho para o que vier. Dora teve alguns namorados, ela não deu para todos, e para os que ela deu ela so dava o cuzinho, a principio eu ahava que ela tinha medo de engravidar, porem num dia que ela estava mais próxima de min, ela me confidenciou, que so dava o cuzinho, porque sempre pensava e min e queria me orientar e passar todas as sensações que ela sentia, porem os escolhidos eram pelo tato primeiramente, e depois ao ve-lo, os maiores e os mais grossos eram os preferidos, mas ela me disse que tambem experimentou um menor e mais fino, so que este apesar de ter sido bom,não foi tão ótimo como os grossos e grandes que doiam, que ela achava que iriam lhe rasgar, que saía com seu cuzinho bem ardido, esfolado, que ate precisou usar hipoglos, para se refazer, e dentres estes escolhido um para ser o primeiro a me comer, Nando não tinha um tipo fisico forte, era ate bem magro, mas segundo ela, ele tem uma pica linda e enorme, com a glande toda esposta, bem feita com a pontinha um pouco mais fina e com a parte de tras da cabeça com diametro maior que o restante, mas o melhor era a grossura, bem grosso firme e ao mesmo tempo macio, e de comprimento longo, ela não chegou a medir, porem quando ele estava deitado, ela via ele passar do seu proprio umbigo, para testar este ela deu para ele diversas vezes, e sempre preparando o terreno para ele me comer, mas seus pais mudaram e o contato com ele se perdeu.

Dora me disse que ate para chupar esta pica ela tinha dificuldade, pois so cabia a cabeça e um pouquinho mais, e que quando Nando ia gozar ela tinha que ficar so com a cabeça, senão ela podia se engasgar, mas que ela acha simplesmente ótimo e não disperdiçava nada, sorvia com muito gosto. Uma das transa de Dora, foi em casa, estavamos so as duas e ela com seu namorado, fiquei escondida em um dos quartos, tinhamos instalado uma camera, escondia sob alguns livros, que estavam na estante, porem desarumados, e eu assistia a tudo muito apreensiva, Dora tomou as iniciativas, tirou-lhe a camisa, desabotou sua calça, enquanto ele tirava seu tenis e a meia, ficando de cuecas e com sua pica parecendo que iria estourar a sua cueca, então Dora deu-lhe alguns beijinhos por cima da cueca, e percebi que sua pica tinha levantado ainda mais, tal era seu tesão, Dora não deixava que ele se mechesse, a seguir ela levantou sua cueca, deixando somente a cabeça de sua pica para fora, e colocou-a dentro de sua boca, eu so conseguia ver sua lingua percorendo toda aquela glande e seus labios sugando aquela pontinha de pica, tinha a impressão de ser muito doce, e eu rolava na cama e com uma almofada fazia pressão entre as pernas, de repente ela parou não queria ver ele gozando antes do tempo, tirou-lhe a cueca, foi ao banheiro e trouxe um creme, condicionador de cabelo, passou em sua pica e pediu que ele passase em seu cuzinho, o que ele fez enfiando um depois dois dedos, e fez movimento de vai e vem, eu vendo aquilo me contorsia de tesão, após isso ela o colocou na beirada da cama e foi lentamente sentando em sua pica, ele com suas mãos na cintura dela, e ela descendo lentamente, porem sem parar, seu rosto mostrava um desconforto de dor, porem seus labios se abriam a um sorriso muito contente, quando ela sentiu que tinha entrado tudo, ficou uns instantes imovel, e lentamente começou a rebolar com se tivesse um pouco mais de pica para entrar, suas mãos abriam as bandas de sua bundinha a procurar um pouco mais, eu não conseguia ver a cara do seu namorado, pois ela estava na sua frente, porem conseguia ver que toda aquela pica tinha sumido dentro de seu cuzinho, agora ela fazia os movimentos de sobe e desce, pude escutar um urro de prazer de seu namorado, seus movimentos eram bem devagar mais cadenciado, porem as mãos em sua cintura, era para que este movimento se intenficasse, e foi o que ela fez, levantava seu corpo e a pica que estava enterrada em seu cuzinho, so ficava com a cabeça dentro, e em seguida ela sentava fazendo entrar tudo novamente, e uma vez la dentro ela rebolava e subia mais rapidamente, ate que ele a segurou abraçando pela cintura, não querendo a solta-la mais estava gozando tudo que podia, no mais fundo do cuzinho de Dora, fiquei extaziada, rolava e apertava a minha almofada, estav completamente aerea, Dora ainda ficou mais um pouco com a pica no seu cuzinho e quando deu sinal que estava mole ela saiu de cima, levou-o ao banheiro e quando voltaram já tinham se trocado. quando ele foi embora Dora veio ter comigo, fiquei tão surpresa que nem percebi que pelo meu pitimho tinha vazado algum liquido mais gossinho e tinha molhado minha calcinha, ficando bem encharcada, Dora pediu que eu lavasse meu pintinho no chuveirinho do vaso e trocase minha calcinha, quando voltei Dora tinha lambido e cheirava minha calcinha que ainda estva úmida. Naquele dia, quando nos preparavamos para domir Dora uniu nossas camas, e meio a minha surpresa, me beijou, a princípio suavemente, com seus labios bem molhado, com um hálito de creme dental, e com sua lingua procurando a minha e quando a encontrou, tive a impressão, que estava fora do chão, agora com mais intensidade e vigor, porem suavemente delicado, soltou-me e disse bem baixinho dentro de meus ouvidos que queria me ensinar, algo mais prático ao vivo, sendo eu a protagonista, tirou meu babydol, sem presssa, beijou- me novamente e descendo seus labios encontrou meus peitinhos, que apesar de grandinhos, estavam sendo acariciados pela primeira vez, ela se revesava, ora em um ora no outro com peqenos beijos chupadinhos e com gostosas lambidas com toda a extensão de sua lingua, desceu mais me lambendo toda,que delícia, demorou na minha região pubiana, eu me contorsia toda e me deliciava, ela abaixou minha calcinha o suficiente para libertar meu pintinho, e ainda que meio mole ela com um sorriso nos labios, acho que é por causa do seu tamanho, ela colocou-o todinho em sua boca e seus labios chuparam meu saquinho, ora uma se minhas bolas ora a outra, a sensação é indescritivel, chupou tambem com muita firmeza e uma certa pressão dos seus labios a cabecinha de meu pintinho, que nesta altura já estava durinho no seu máximo, foi muito delicioso esta carícia, mas o melhor estava por vir, ela me deitou de bruço, não tirou minha calcinha, apenas abaixou abriu minhas pernas e com as mãos abriu minha bundinha e beijou, lambeu e por fim enfiou sua lingua no meu cuzinho, e com certeza nesta hora entrei em órbita, com meu cuzinho bem molhadinho, ela enfiou em dedo senti um pequeno desconforto, mais estava gostando tanto, que nem liguei, e com o movimento de entra e sai fui ficando cada vez mais mole, sem reação, e com a cabeça em órbita, sei la de qual estrela, no movimento de eu ficar de bruço, minha calcinha, na parte da frente tinha subido um pouco e meu pintinho ficou dentro dela e em um dado momento eu levei uma espécie de choque, gosei pela primeira vez, gosei gostoso, meu corpo estremeceu, meu cuzinho se fechou prendendo o dedo de Dora, minha boca estava muito seca, mas minha cabeça estava muito longe, Dora me virou lentamente, tirou meu piruzinho da calcinha e disse, agora você realmente gosou de verdade e não se fazendo de rogada, chupou, lambeu, procurou em cada fio de minha calcinha tudo que pode sorver, chupou mais uma vez meu pintinho, como que tirando a última gota, e outra surpresa, me beijou dividindo comigo, toda minha porra, adorei o sabor a textura, deixei em minha boca e aos poucos fui engolindo, e me deliciando, ficamos abraçadas, eu disse que estava muito contente, feliz e gostando de como aconteceu, Dora me disse que eu era um meninha muito gostosa mas em breve iria, me tormar uma mulher nos braços de um homem, dorminos abraçadinhas, toda molhadinha e com o cheiro do sexo em nossas bocas e cabeças.

O caseiro II

Meu nome é Giancarlo, e vou dar continuidade na estória de O Caseiro.  Mas antes de recomeçar, gostaria de esclarecer alguns pontos, de modo que os leitores possam entender o que aconteceu na minha vida.  Todo ser humano passa por diversas fases na vida: umas boas e outras más.  Muitas vezes, dão para roubar, outros a defraudar, outros a difamar, outros a praticar a homossexualidade, etc...  Alguns gostam tanto que não procuram sair daquela vida, outros, após terem experimentado, voltam para o seu lado bom, abandonando aquela vida.  Vocês poderão observar, lendo os meus contos, que eu também tive meu período ruim, porém com o passar dos tempos, eu resolvi abandonar....leiam os outros contos e saberão o que me aconteceu.

Após três dias da ida a Itaguaí, estava no escritório, quando a minha paixão que é a secretaria (ela ainda vai ser minha) entregou-me uma solicitação de visita, exatamente em Itaguaí.  Como era sexta-feira e minha agenda de visitas estava lotada, resolvi deixar para o dia seguinte, tendo em vista que eu costumo ficar em casa aos sábados, mas como era em Itaguaí, eu também poderia ir ao sítio do caseiro, fazer-lhe uma visita.

Acordei cedo no sábado, fiz minha higiene pessoal (enema), tomei meu café matinal, e fui à garagem pegar meu carro.  Já na rua, procurei o melhor caminho que me levasse à Itaguaí mais rápido, pois assim teria mais tempo para ir à casa do caseiro sem ter que ficar preocupado com as horas.  Chegando a Itaguaí, procurei pelo mercado e seu proprietário, o Sr. Onofre.  Rapidamente encontrei o mercado, bem como também, o seu proprietário.  Subimos até o girau onde ficavam as salas da administração do mercado, e observei que os móveis eram improvisados.  Abri minha pasta, peguei um jogo de catálogos e entreguei nas mãos do Sr. Onofre, de modo que ele escolhesse o melhor para a firma dele.  Ele então pede minha opinião com relação à escolha, tendo em vista que eu já trabalho com aquela mercadoria, e provavelmente já teria vendido para algum mercado.  De posse da autorização dele, indiquei-lhe um modelo que viria a compor sua firma, e o preço era bastante convidativo, o que foi aceito de imediato pelo dono da firma.  Preenchi o pedido, preparei o cadastro dele, e despedi-me dando um prazo para a entrega da mercadoria de sete dias após a aprovação do cadastro.

Saindo do mercado, peguei a estrada que me levaria ao sítio do amigo.  Após cerca de 20 minutos de viagem, finalmente entro na estradinha de terra batida e logo avisto o sítio do amigo.  Ao chegar defronte a porteira, observo que ela esta trancada com cadeado, e mais à frente, enxergo um rapaz que se encontra de costas para a entrada.  Chamo por ele, e ao virar-se, vejo que é a pessoa a quem procuro.  De imediato, ele não me reconhece, mas logo em seguida pergunta se eu já não estive conversando com ele, o que eu respondo que sim, e pergunto:  não estás me reconhecendo?  Tomamos banho juntos no rio, lembras?  Já esquecestes?  Quando eu falei banho no rio, ele caiu em si e disse que estava se lembrando de mim, mas não passava pela cabeça dele que eu iria retornar.  Ato contínuo veio até a porteira e abrindo-a, pede que eu entre com meu carro e pare defronte a casa dele.  Fecha a porteira e vem ao meu encontro. Abraçamo-nos e ele me convida para entrar em sua casa.

Pude observar que a casa dele era bem simples, com o estritamente necessário para um homem solteiro.  Já mais a vontade, pergunto se ele é casado, separado, desquitado, divorciado ou viúvo, e ele responde que foi corneado pela companheira dele, e mandou-a embora de “mala e cuia”.  No momento, está curtindo a vida de solteiro, inclusive experimentando outras situações bem diferentes das que ele já houvera passado antes.  Não arrisquei nenhuma pergunta, para não estragar o clima que começava a rolar, isto é, nossa conversa estava ficando mais solta e objetiva, tudo indicando que a tarde seria bem aproveitada e maravilhosa.

De repente ele se levanta, perguntando se eu aceitaria um cafezinho, e digo que sim.  Quando ele retorna da cozinha com o café e me entrega a xícara, arrisco uma pergunta:  o que aconteceu com ele no outro sítio?  Ele esboça um sorriso maroto e diz que a causa foi o filho mais novo do patrão, o Sr. Onofre.
Diz que o rapaz gostava de ficar chupando uma rola, e queria toda hora, quando certo dia, ele deu um flagra em nós dois.  Resultado: ele foi mandado embora, recebendo como pagamento aquele sítio e uma pequena quantia em dinheiro, que daria para me sustentar durante um ano, tendo em vista que  trabalhara no sítio dele durante 20 anos.  Perguntei qual era a idade dele e falou-me que tinha 35 anos de idade.  Então comentei que o flagrante foi muito bom, pois ele saíra lucrando. Perguntei qual o tamanho do sítio e ele responde que o sítio mede 10 hectares, ou seja, 100 mil metros quadrados, e que ele está sabendo aproveitar bem o terreno, diversificando a produção.

Ele me pede que o acompanhe até a parte detrás da casa, de modo que possa me amostrar a propriedade.  Ao chegar lá, constatei que o terreno era imenso, e que um homem sozinho, não daria conta de trabalhá-lo.  Pergunto se ele tem algum trabalhador com ele, e ele diz que tem dois, mas que naquele dia estavam dispensados.  Paramos próximo a uns caixotes, e eu me eoncosto neles, quando ele vem e  encosta-se em mim, roçando sua bunda em meu pau e dizendo que esta é a situação que ele tem experimentado nos últimos tempos.  Diz também que ficou admirado com a minha desenvoltura naquele dia do banho no rio, quando eu me deixei penetrar por trás. Sem nada falar ou reclamar.  A partir daquela data, ele já teve contato homo com quatro homens, e todos vendedores, e sempre no mato, nunca na propriedade dele, para não ficar conhecido demais.

Voltamos para dentro de casa, pois lá fora, soprava um vento frio, vento de inverno, pois estávamos no mês de julho. E na roça a temperatura é bem diferente que a da cidade.  Preparou outro cafezinho, e sentamo-nos juntos.  Após termos saboreado tal aperitivo, começamos a nos acariciar e ele tomou a iniciativa, dando-me um beijo na boca, beijo com gosto de café.  Paramos e começamos a nos despir.  Ele vai até a porta e a tranca por dentro e depois vai à janela e a tranca por dentro também.  Em seguida fomos pra o quarto e nos deitamos como estávamos, isto é, sem tomarmos banho, pois como ele disse que queria sentir o meu sabor.  Pediu-me que a nossa relação naquele dia não ficasse só no normal.  Ele queria conhecer todas as variações de uma relação homo..  Então perguntei se ele iria fazer o mesmo comigo, e ele respondeu que sim, porque gostara muito de mim, e se fosse da minha vontade, poderia morar junto com ele, pois gostaria de ser minha mulherzinha.  Rio disfarçadamente e peço a ele para irmos ao banheiro para fazermos nossa higiene pessoal, de modo não emporcalharmos um ao outro.

De volta ao quarto, deito-me de bruços e peço que ele deite sobre mim, de modo que eu possa ensiná-lo a partir desta posição.  Então digo para ele que a partir daquele momento, ele tomaria toda iniciativa.  Ele posiciona sua piroca em direção ao meu cú, forçando a entrada dela lenta e vagarosamente, com movimentos de ida e volta, até que ela entra de toda.  Ele inicia então a movimentação, agora um pouco mais rápida, sem ser veloz, indo até o fundo do meu rabo.  Para facilitar ainda mais, levanto os meus quadris e abro bem as pernas.  Mal sabia ele que era eu quem queria sem enrabado.  Estava uma delícia sentir aquela vara em meu rabo.  Digo para ele não gozar, pois experimentaríamos outra posição.

Ele tira o pau de dentro de mim e então me viro, ficando agora de barriga para cima, abro bem as pernas, segurando-as com as mãos e levanto-as, assumindo a posição de franco assado.  Ele percebendo a manobra, crava de novo sua caceta em meu rabo. Desta vez socando firme e bem mais profundo.  Com ele cravado em mim, puxo-o em minha direção, dando-lhe um beijo na boca, sendo correspondido por ele.  Enquanto ele me socava, beijava-me de uma forma faminta, quando ele me avisa que iria gozar, e eu digo para ele me encher com aquele néctar maravilhoso, quando sinto que ele gozou dentro de mim.  Fiquei por algum tempo naquela posição até sentir o pau dele murchando dentro de mim.

Ele sai de mim e deita-se ao meu lado, fazendo carícias em meu peito e começa a chupar o bico dos meus peitos que estavam durinhos, o que me dava um tesão da porra (como dizem os nordestinos).  Pergunto a ele se ainda tem café na cozinha.  Ele diz que sim e eu me levanto indo pegar duas xícaras.  Retorno com elas nas mãos, dando uma para ele.  Após tomarmos o café peguei as xícaras para levá-las à cozinha, indo em seguida ao banheiro lavar-me, pois a gala dele escorria pelas minhas pernas.  Ele me acompanha e entramos juntos no box.  Já debaixo do jato de água do chuveiro, começo a lavar o pau dele com sabonete.  Jogo água nele, fecho o registro do chuveiro, abaixo-me e abocanho aquele cacete, e começo a punhetá-lo com a boca.  Percebo que ele começa a entrar em êxtase e a tremer as pernas, num prenúncio de que vai gozar, e enfio a piroca dele garganta a dentro.  Ele segura minha cabeça, e goza na minha garganta, provocando em mim um engasgo e princípio de vômitos, porém eu não queria perder aquele leitinho e engoli tudo.  Que coisa estupenda, maravilhosa, deliciosa.

Ele me levanta, beija-me e então quem se abaixa é ele.  Coloca minha pica em sua boca, e faz exatamente como eu fiz.  Gozo abundantemente em sua boca, dizendo para ele engolir tudo, não deixar nenhuma gota em meu pau, o que ele faz com maestria, para quem estava aprendendo a ser viado.  Acabamos de nos banhar, e nos dirigimos para o quarto.  Sentamos na beira da cama e começamos a conversar, quando eu digo para ele:  quem diria. Você na outra vez me enrabou no rio, e hoje deu uma de gay.  Como as pessoas mudam.  Foi muito bom, disse-lhe, para encorajá-lo.  Você está indo muito bem.  Abraçamo-nos, quando ele me convidou para fazer-mos um lanche que ele iria preparar para nós dois.  Ele se levanta indo em direção à cozinha, enquanto eu permaneço sentado na beira da cama, pensando em minha vida e o caminho que eu estava trilhando.  Será este verdadeiramente o meu caminho?  Será esta a minha vida daqui para frente, só transando com homens?

Ele retorna com o lanche, apóia-os sobre o criado-mudo, e começamos a saboreá-lo.  Era um sanduba de queijo com presunto e como bebida, coca-cola.  Digo para ele que é chegada a hora de partir, pois tinha que realizar um serviço em minha casa antes de escurecer, e eu morava bem longe da casa dele.  Perguntou-me se eu retornaria, eu disse que sim, mas que não poderia precisar uma data correta, tendo em vista que a maioria dos meus clientes ficava no Rio, e ali em Itaguaí, só tinha como cliente, o supermercado do Sr. Onofre, mas que retornaria sim.  Visto minha roupa, e dirijo-me à porta de saída, acompanhado por ele.  A chegarmos ao carro, pergunto a ele qual era o nome dele, pois até aquele momento eu não sabia.  Ele me responde que ele se chama Pedro.  Despeço-me dele com um beijo e um afago em seu cacete e entro em meu carro.  Enquanto isso, ele se dirige à porteira de modo a abri-la.

Dou a partida no motor do carro, manobro-o no pátio fronteiriço à casa e vou em direção à porteira.  Aceno para ele e pego a estrada em direção à minha casa.  Durante o trajeto de volta, torno a pensar sobre como eu tenho agido, o que estou fazendo, e me pergunto: e o meu amanhã?  Tenho que tomar agora uma atitude definitiva com relação á minha masculinidade, e faço uma promessa a mim mesmo, que a partir de aquele dia não mais teria relações sexuais com homens, e sim com mulheres.  Doravante não mais escreverei contos gays e sim héteros.

Conto enviado por desejoso.

Para contato, use giancarlomartelli@bol.com.br

O caseiro

Meu nome é Giancarlo. E vou contar o que aconteceu com o meu retorno ao sitio em Itaguaí, onde eu conheci o caseiro que me enrabou dentro do rio.

Após duas semanas de minha ida ao sítio em Itaguaí retornei, conforme houvera prometido ao caseiro.  Primeiro passei em um cliente em Campo Grande e depois me dirigi para o local.  Em lá chegando, encontro a porteira trancada, e um jovem na guarita, de aproximadamente 28 anos, alourado, corpo malhado, branco, com mais ou menos l,70 de altura, olhos verdes.  Paro o carro, desço dele e pergunto ao jovem acerca do caseiro que ali trabalhava.  Ele então, procura saber de mim se eu sabia o nome dele, e respondo que não.
Descrevo então, que a pessoa que eu procuro, tem mais ou menos a nossa altura, moreno acablocado, cabelos pretos, quando ele me interrompe e diz que o rapaz que eu procuro não trabalha mais no sítio, porém ele está bem perto daquele local, e ele se propõe a me levar até ele.  Então eu disse: ótimo.

Espero o rapaz sair da guarita, abro a porta do carro para que entre, quando me indica qual o caminho a tomar.  Com a entrada do jovem no carro, passa por minha cabeça, inúmeros pensamentos eróticos, tendo em vista que o rapaz era um pedação de mau caminho e eu não queria perder a oportunidade.  O jovem me aponta o caminho, e eu dou a partida no carro, indo a direção que me fora apontada.  Vou dirigindo devagar, tendo em vista que a estrada era muito esburacada.  Em certo momento ele me pede para tomar uma entrada à esquerda.  O caminho era muito estreito e mais devagar ainda me dirigi em frente.  Mais adiante, avisto uma casinha muito simples, com uma pequena varanda, e o rapaz então me fala, que aquela era a casa onde ele morava, e me trouxera até ali, pois queria conversar comigo acerca de um assunto, o qual ele nunca conversou com ninguém. Por não sentir confiança nas outras pessoas, e ao me conhecer sentiu que eu era bastante diferente, e ele queria ou gostaria que eu escutasse o que ele tinha para contar, e se possível o entendesse.

Então o rapaz começa a me confidenciar, que desde tenra idade, sentia atração por outros meninos, mas se segurava com medo.  Ele tinha um primo com o qual costumava “brincar” com ele, quando certa ocasião, seu pai o flagrou na brincadeirinha com o primo.  Disse-me que tomou uma coça de cinto do seu pai que o deixou marcado fisicamente durante muito tempo e mentalmente esta marca nunca se apagou.  Com o passar dos anos, observou que seus pais tinham preferências pelos dois irmãos mais velhos, e que ele era tratado como um peão, um serviçal, e até lavar as roupas dos de casa, ele era obrigado.  Os anos foram se passando, quando ele então resolveu tirar umas férias, pois seu pai o pagava como pagava para os trabalhadores do sítio.  Como o meu dinheiro era pouco, resolvi pedir uma carona ao primeiro caminhão que passasse por lá ou próximo dali, o que não demorou muito.  Embarquei na boléia e fui embora com o motorista para o sul do Brasil (Santa Catarina).  Até a metade do caminho, o motorista me tirava de cima em baixo, dava aquele sorriso disfarçado e balançava a cabeça como quisesse dizer sim.

Estacionamos próximo a um posto de gasolina e descemos do caminhão para podermos comer alguma coisa, pois a fome era muito grande.  Ele (o motorista) perguntou-me se eu tinha dinheiro para pagar a minha conta, o que respondi que o dinheiro que eu levava era muito pouco, foi quando ele falou que pagaria tudo e depois eu devolveria de alguma forma para ele.  Interrompi a narrativa do rapaz, pois já estava se tornando muito longa, e perguntei quantos dias passou em companhia do motorista, e ele respondeu que foram 15 dias.  Perguntei se durante a viagem ele dividira a cama com o motorista, ele respondeu que sim.  Em seguida fui direto ao assunto:  você estava procurando alguém que fizesse com você o que não houvera conseguido enquanto morava com seus pais, isto é, queria ser enrabado, pois era o seu maior desejo?  Ele respondeu que sim.  Então fiz uma outra pergunta, mas já adivinhando qual seria a resposta: qual o teu interesse em me contar todo este drama?  Finalmente ele entra direto no assunto, o qual eu já adivinhara.  Queria que eu transasse com ele, sendo ele a fêmea.

Perguntei se os pais dele costumavam vir até aquele local.  Ele disse que não.  Sua mãe morrera quando ele era ainda criança, e seu pai viajava muito, como o estava fazendo no momento, visto que fora a Natal no Rio Grande do Norte, visitar seu irmão mais velho que mora naquela cidade, e que só voltaria dentro de duas semanas.  Quanto ao seu irmão do meio, não mora no sítio e não gosta da vida na roça.  Entramos na casa, e ele foi ao banheiro se lavar.  Aproveito, tiro minha roupa, ficando completamente nu, pego uma garrafa de bitter campari da estante, vou a geladeira e pego quatro pedras de gelo e as coloco em dois copos, e deito a bebida sobre as pedras de gelo, e fico na espera do rapaz.

Logo ele aparece envolto em uma toalha e leva um susto quando me vê pelado.  Já?  Pergunta ele.  Sim, claro, respondo.  Peço que ele tire a toalha de volta do seu corpo e que dê uma voltinha.  Tinha uma bundinha lisinha, arrebitada, bem delineada, coxas lisinhas, bem torneadas, mandei que juntasse as pernas, e notei que elas não deixavam espaço entre elas.  Tentei enfiar minha mão entre elas e não consegui.  Pedi que se virasse de frente e meus olhos fixaram no membro dele.  Tinha mais ou menos 15 centímetros e um diâmetro de aproximadamente 4 centímetros, isto é, uma boa piroca, que dá para satisfazer qualquer amante de uma caceta.  Perguntei o que ele gosta de fazer, tendo respondido que apesar de não ter feito de tudo, mas somente dar o cu, foi naquela viajem, esperava que eu fizesse com ele o que ele tinha de conhecer na arte de amar um homem.

Perguntei se ele tinha vaselina e ele foi pega-la no armário do banheiro.  Abri o potinho, tirei uma pequena quantidade e passei no seu cuzinho, e o que sobrou no meu dedo, passei também no meu rabo, pois não iria perder aquela caceta gostosa que se encontrava defronte a mim.  E o mais charmoso era a cabeça da piroca, que não era vermelha nem arroxeada, mas sim rosa claro, e eu não ia perder a oportunidade de abocanhá-la.

Abracei-o e nos dirigimos para o quarto, onde deitamos em sua cama. Abraçado a ele, comecei a alisar suas costas, vindo em direção aos seus peitos, e comecei a chupá-los com sofreguidão.  Subi minha boca, indo ao encontro de sua boca, dando-lhe um beijo de língua, e, vai direção ao seu ouvido e disse-lhe: chupa-me, seu viadinho safado, porque eu quero gozar em tua boca.  Então, me lembrei das bebidas e pedi que ele pegasse para podermos saborear os drinks, o que fiz lentamente, mas sempre punhetando o jovem e enfiando a mão no seu rabinho.

Após termos saboreado a bebida, voltamos a nos tocar.  Do corpo do rapaz, ascendia um odor de chocolate, muito gostoso, o que aumentava o prazer da transa.  Em seguida, o rapaz começa a me chupar, de uma forma diferente, isto é, com uma fúria descomunal, parecendo que queria sugar minha gala com os escrotos juntos, tanta era a força que usava para chupar o meu pau.  Pedi que ele parasse e expliquei como deveria fazer.  Ele recomeçou, e desta vez, certo.  Ele deixava a piroca entrar e sair em sua boca, indo até a garganta e depois voltando até os lábios, e repetindo os movimentos, Aproveitei a ocasião e comecei a chupar também o seu pau.  Que maravilha de sabor.  Até o seu membro tinha gosto de chocolate.  Espetacular, saborosíssimo.  Quando senti que ia gozar, pedi que parasse e deitasse de costas, levantando as pernas, na clássica posição de frango-assado.

Apontei o pau na entrada do seu rabo, e fui penetrando lentamente, sem haver nenhuma reclamação de dor ou incômodo por parte do rapaz.  Fui até o fundo e voltei, tirando todo o pau do seu rabo e penetrando outra vez, agora com um pouco mais de velocidade.  Não houve reclamação, e então continuei um pouco mais rápido, pois já sentia que ia ejacular.  Nesse momento ele fala que está quase gozando.  Eu paro e digo a ele para não gozar ainda, isto é, só quando eu dissesse que poderia.  Continuei com os meus movimentos e finalmente cheguei ao clímax, soltando uma enxurrada de gala dentro do seu rabo.  Em seguida tiro meu pau do seu rabo, chego um pouco à frente, pegando seu pau que estava duríssimo, aponto-o em direção ao meu rabo, e vou sentando em cima dele, agasalhando-o inteirinho dentro do meu cu.  Começo então um movimento de cavalgada, com o pau dele enterrado em meu rabo, e digo para ele:  agora sim, você pode gozar, encha também o meu cu com a tua porra, vem fdp.  E o cara mandou ver dentro de mim.  Que delícia de piroca.

Ele se levanta da cama e vai ao banheiro dizendo que está com uma vontade tremenda de verter, mas o rapaz foi lavar o pau.  Ótimo.  Ao voltar, pergunta de se eu quero outra dose de campari, e eu digo que sim.  Trás as bebidas e começamos a saboreá-las.  Quando acabamos, colocamos os copos no chão e deitamo-nos de lado, de frente um para o outro, e iniciamos a chupação de pau.  No início ele relutou em chupar o meu pau alegando que poderia estar sujo de fezes.  Mandei que ele olhasse, caso estivesse, eu iria lavá-lo, mas ele tornou a enfiar meu cacete na boca, pois assim ele poderia saber realmente qual o sabor do seu cu, que ficara impregnado em meu pau.  Desta vez foi mais rápido e cheguei aos finalmente, gozando abundantemente em sua boca.
Ele também não fica para trás e goza uma enormidade em minha boca, e eu depois de muito tempo, volto a engolir a gala de outro homem, o que valeu a pena, pois até a gala dele, tinha gosto de chocolate.  Levanto-me, olho para o relógio e vejo que levei muito tempo com o jovem, e eu tinha que procurar o outro rapaz.

Vou ao banheiro tomar um banho, quando o rapaz entra também para tomar banho.  Então após ter-se molhado, começo a esfregar o sabonete em suas costas, descendo até a sua bunda, quando deixo o sabonete ir ao chão propositalmente.  Quando ele se abaixa, isto é, curva-se para pegar o sabonete, eu o seguro pela cintura e sem dó nem piedade, enterro tudo  em seu rabo, e digo para ele não tocar punheta, o que ele cessa de imediato.  Logo, logo, gozo em seu rabo, e falo baixinho em seu ouvido: você gostou?  Gostaria que eu retornasse?  Gostaria de ser minha fêmea?  Eu gostei, e você?  Então ele respondeu: posso dizer daqui a um pouco?  Sim, respondi.  Pode.  Então ele fala que agora era ele que ia passar o sabonete em mim, e eu deduzi: o cara vai fazer o mesmo que eu fiz.  Tudo bem.  Molhei-me e ele passou para a minha retaguarda e começa a passar o sabonete em min. Antes que ele deixasse o sabonete cair, peguei o seu pau e o coloque na entrada do meu cu, e ele só teve o trabalho de enfiar também de uma só vez.  Após algumas bombadas, gozou bastante, que chegou a escorrer pelas minhas pernas.

Ainda cravado em mim, ele faz as mesmas perguntas que eu fiz e eu respondo:  será necessário responder?  Ele diz que não e me dá um beijo de língua e sai do banheiro, me deixando lá para que eu complementasse minha higiene, pois eu iria para longe.  Sai do banheiro, me arrumo todo e sinto no ar um cheiro de café fresco, e pergunto: é você quem está preparando?  Ele responde que sim e vem com duas xícaras com café.  Saboreio-o e me despeço dele, dizendo que poderia retornar, mas não iria procurá-lo na casa do pai não, viria para cá.
Despedi-me dele e dirijo-me ao carro que estava estacionado defronte a casa.

Já na estradinha, em vez de tomar a direção à esquerda, viro à direita e venho em direção ao Rio de Janeiro.  Quanto a visita ao outro caseiro, fica para o próximo conto.

Enviado por:  desejoso

Para contato,  use: giancarlomartelli@bol.com.br

 

No colégio

Bom , meu nome é thais ,tenho18 anos , sou morena cabolos cacheados na altura do ombro 1.62 de altura 53kg. O que vou contar a vcs aconteceu no mes passado .

Estava eu no colegio assistindo aula de historia . A minha professora é muito linda tem a pele clarinha cabelos vermelhos e olhos cor de avela ela é muito linda. Bom ela sempre me dava uma atençao especial e eu sempre gostei dela tanto como mulher como professora.

Neste dia ela estava com um vestido preto lindo q marcava seu corpo mas nao de maneira vulga , ela é super chique e isso me atrai nela. Mas em fim , quando acabou a aula ela falou pra mim ficar na sala que ela queria falar comigo .A minha turma era a ultima do colegio todas as outras ja tinha sido despensada . Ela despensou os meus colegas e fiquei com ela la.

Ela sentou se em sua mesa e pediu para que sentace proxima a ela para conversamos. Eu estava nervosa pos gosto muito dela . Ela olhou nos meus olhos e dice que precisava melhorar minhas notas e que ela podia me ajudar , era so eu aceita um acordo .Eu perguntei a ela oq era , ela me olhou acariciou meu rosto e dice que queria que eu foce dela. Eu nao respondi , pos n sabia se estava assustada por ela gosta de garotas ou se por finalmente o meu sonho ia se realiza .Nos encaramos por um tempo e ela me beijos , um beijo doce como ela . Depois ela me perguntou se eu toparia , eu balacei a cabeça em sinal positivo . Nos beijamos outra vez .As coisas começaram a esquenta ela foi passando as maos em minhas pernas e na minha bunda. Eu falei pra ela parar pois alguem podia ver , e nao queria problemas nem pra mim nem pra ela .Ela sorriu e falou que gostava de perigo . Ela foi desabotoando minha blusa e começou a me chupar . Aí como foi bom ! Eu gemia baixinho e ela me chupava com mais vontade . depois ela foi levantando minha saia pasou a mao sobre minha calsinha ficou acariciando minha bucetinha .Ate que começou a chupa-la eu gemia e a chamava de professorinha puta , a minha professorinha . Eu comço a beija-la chupa seu lindos peitos e partologo pra sua chaninha que me chamava . Ai ela me pede pra para eu fique sem entender , ela dice que tinha uma surpresinha para mim . fico curiosa mas ela nao fala , ela sai e pede pra mim espera . QUando ela volta ela vem com uma cinta com um penis nela. Ela pede pra mim chupar seu pau . eu começo a chupar .Ela pede para mim ficar de quatro e começa me fuder , eu coemeço a gemer . ate gozar . Depois nos recompomos e nos vetirmo ela me deu uma carona ate em casa .

Bom o resto conto pra vcs em um outro conto . Espero q tenha gostado . beijos e ate a proxima.

O amor soube esperar

Conheci a Nanda quando tínhamos 10 anos. A Nanda foi estudar na minha escola. Desde o primeiro dia eu sabia que ela seria alguém muito especial para mim e me sentei ao seu lado. Logo ficamos amigas. Ela era muito tímida e eu nem tanto. A Nanda era linda, tinha um rosto rosado, uns olhos castanhos, um cabelo louro e um sorriso lindo. Me chamo Yanna, tenho o cabelo castanho, liso, olhos verdes, sou branca e tenho 1,62 m. Nanda era um pouco gordinha e às vezes ficava um pouco grilada com isso, mas eu a achava linda e falava isso com ela. Nossa amizade ficava mais intensa a cada dia e só andávamos juntas.


No segundo grau a mesma coisa. Fizemos os três anos juntas. Ela nunca arrumava namorado nem falava em garotos, e curiosamente nem eu. No último ano criamos uma mania: saíamos da escola e íamos para uma praça conversar. Sentávamos em um banco de madeira, lado a lado, mas depois a Nanda sempre deitava entre minhas pernas e eu ficava afagando seu cabelo e sempre ela segurava minhas mãos entre as dela e o tempo passava assim. Nunca maldamos nada, nunca aconteceu nada além disso. Só sei que era muito bom passar o meu tempo ao lado da Nanda e sentir o cheiro dela.


Quando acabou o segundo grau minha amizade com a Nanda continuou e nos víamos sempre, com menos intensidade, mas nos víamos. Até que com passar do tempo eu me distanciei dela, pois meu pai alugou para mim um apartamento próximo a minha faculdade. De certa forma eu preferi assim porque eu, no fundo sabia do meu sentimento pela Nanda e do dela por mim. Mas eu não queria admitir. Sentia vergonha do meu sentimento; eu não admitia pra mim a possibilidade de ser lésbica e ter qualquer relacionamento amoroso com a Nanda. Deixei de vê-la de propósito, até que um dia (já estava no fim da faculdade) ela apareceu em meu apartamento; meu pai lhe deu o endereço. Ela estava irada com o meu sumiço e brigamos feio; feio mesmo. Eu chorei muito, até que em certo momento nos abraçamos e nos beijamos. Nossa, foi um beijo longo, gostoso e acabamos fazendo amor. Foi lindo, mas eu estava tão confusa...Acabei, na manhã seguinte pedindo a ela que não voltasse mais. Eu fui cruel com ela, e disse que estava com nojo do que tínhamos feito. Eu arrasei com a pessoa que eu mais amava no mundo e a Nanda foi embora.


Uns cinco meses depois eu soube que ela tinha ido para os Estados Unidos, participar de um programa de intercâmbio, pois ela sempre estudou idiomas. Fiquei péssima. Enfim, depois que me formei comecei a trabalhar lecionando Geografia por um ano e pouco, mas corri atrás e arrumei uma bolsa para fazer um mestrado em São Paulo. Fui, é claro; uma oportunidade dessas não se perde de jeito nenhum. Lá em São Paulo, depois de um tempo me envolvi com um cara, carioca, por sinal, mas depois de um ano e meio vi que não dava certo, e eu não conseguia tirar a Nanda da minha cabeça. Então comecei a aceitar o que eu realmente era e sou e também o que sentia pela Nanda. Só o que eu tinha dela era uma foto nossa na minha carteira. Eu passei a olhar para aquela foto todos os dias e depois, todas as horas. Eu queria a Nanda de volta, mas como? Ela devia estar com ódio mortal de mim, pensei. E se estivesse seria muito justo. Eu a humilhei demais.


Eu já não conseguia me relacionar com mais ninguém, desde que me separei do meu ex-namorado. Fiquei deprimida e só conseguia mesmo estudar para acabar com o mestrado. Acabei depois de quase de três anos e me arranquei de volta para o Rio. Não tive coragem para procurar a Nanda, embora eu morasse não muito longe dela. Eu passava sempre perto de sua casa, mas não a via. Tive medo de que ela estivesse namorando alguém, fosse homem ou mulher, ou mesmo que tivesse casado ou estivesse num relacionamento sério e comprometido com alguém. Então eu vi sua avó certa tarde, quando estava indo trabalhar na faculdade. A avó dela, que me conhecia desde pequena ficou feliz em me ver e disse que a Nanda estava trabalhando como coordenadora em um curso de idiomas e dava aulas em outros dois. Ela me disse que a Nanda às vezes falava em mim. Fiquei muito feliz e perguntei com jeitinho se ela tinha se casado e a avó disse que não e que nem sabia se ela tinha namorado. Fiquei radiante. Pensei que poderia ter ainda uma chance de ter minha amada para mim. Agora eu já sabia com certeza que amava a Nanda e não tinha mais medo de encarar a realidade de ser lésbica.


Como os pais da Nanda foram separados, ela ficava durante a semana toda na casa do pai, em Vargem Grande e vinha para a casa da avó nos finais de semana (sua mãe tinha morrido há dois anos, foi o que a avó me disse). Aquela era uma quinta-feira. Sábado eu finalmente veria o amor da minha vida. Passei a sexta-feira toda ansiosa, nem comi quase nada, pensando só na Nanda, pois já tinham se passado mais de cinco anos desde que nos separamos. Nem dormi direito de sexta para sábado. Sabia que ela chegava cansada já no final da tarde. Fui fazer plantão na calçada de sua casa desde as quatro e meia da tarde. Passou um bom tempo quando um carro parou bem ao meu lado; eu nem dei bola, pois a lembrança que tinha de Nanda era de uma mocinha estudante um pouco cheinha ainda, embora menos gordinha do que na época da adolescência. Saiu do carro uma mulher alta (ela sempre foi mais alta que eu), um corpo com curvas, vestindo um vestido bonito, com umas flores discretas. Ela me olhou e ficou parada me olhando por um tempo longo. Pensei: ela vai me dar um tapa na cara agora, mas isso não aconteceu. Nanda veio pra perto de mim, sim, mas pra me dar aquele abraço gostoso. Ah, que bom. Era mais que um sonho, nós ali nos abraçando, sem palavras, um tempão, só nos abraçando. Depois fui eu quem lhe deu um beijo, ali mesmo na rua. Nem quis saber da vizinhança nem nada. Dei um beijo na Nanda. Ela me chamou pra entrar quando já estávamos sem fôlego. Fomos para o quarto dela, daí choramos pra caramba. Ficamos um tempão conversando e chorando. Contamos muito do que tinha acontecido no tempo em que ficamos longe uma da outra. Nanda ainda era tímida e não se envolveu sério com ninguém. Eu contei tudo para ela também. Por fim já era tarde. Ela pediu para eu dormir lá. Era tudo o que eu mais queria, a minha amada ali em minha frente, me chamando para dormir com ela. Detalhe: a Nanda continuava com o mesmo sorriso de sempre, o mesmo rosto rosado e as mãos macias. Eu não aguentei, pulei da cama e fiquei de joelhos e pedi perdão para ela pelo que eu fiz, por ter dito que tinha ficado com nojo do que tínhamos feito, mas ela falou que entendia, que realmente ficou com muita raiva de mim por um tempo, mas que pôde entender. Ela segurou o meu queixo e disse: eu te amo. Eu fiquei louca de desejo, ali mesmo. Estava praticamente entre as pernas da Nanda e sentia o seu cheiro mais do que gostoso. Fui levantando seu vestido e fui tirando sua roupa. Caramba, de novo eu sentia aquele corpo macio. Fui beijando todas as suas partes e sentindo seu gosto bom. Nisso ela foi tirando a minha roupa e eu passei a chupá-la, a sugar-lhe o seu mel gostoso. Fiquei fazendo isso, ainda que sem tanta experiência assim, pois Nanda tinha sido minha única mulher. Aí percebi que ela iria gozar quando puxou meu cabelo e apertou minha cabeça contra si. Ela gozou muito. Eu gozei só de sentir que ela gozou. Eu estava muito, muito molhada. Daí foi melhor do que jamais imaginei. Nanda se refez e falou que agora ela me daria prazer. Ela me abraçou, me beijou por todo o corpo e me chupou de uma forma que eu mais achava que iria desmaiar. Só de pensar nisso já fico louquíssima de desejo. Gozamos demais naquela noite. Nossa, ficamos a noite toda fazendo amor e depois ficamos conversando e nos acariciando.


Bom, nem preciso dizer que estamos juntas, já tem dois anos e seis meses. Depois daquela noite resolvemos ir morar juntas, num cantinho só nosso. Todas as manhãs acordamos abraçadinhas. Isso me faz muito feliz e ela diz que é a mulher mais feliz do mundo ao meu lado. Sei que isso é verdade, pois agora mesmo revisando nossa história ela está aqui ao meu lado, me beijando, acariciando o meu cabelo e tal. Valeu a pena esperar, embora eu pense que perdi muito tempo longe dela. Mas aí ela está me dizendo: coloca aí que assim foi mais gostoso porque fortaleceu nosso sentimento e que você me ama. Tá bom, meu amor, eu te amo muitooo e você é tudo pra mim. Faço tudo o que ela manda. Sou escrava dela. Essa loura tímida não é fácil não!

yanna_nanda1991@hotmail.com

Amante arranjado

Olá a todos. Já escrevi dois contos aqui e a repercussão foi maravilhosa. Obrigado a todos que entraram em contato.
Bom, como já escrevi contos antes aqui ( Pupilo aplicado e aluno eficiente), só vou recordar minhas características: Sou moreno, 1.75 alt, 90 kg, olhos verdes e passivo(bem, já experimentei ser ativo, mas não me dá tesão, faço para agradar os companheiros), bumbum gg no qual muitos homens tem uma tara enorme.
O que vou relatar aqui aconteceu comigo em meados de dezembro do ano de 2010.

Tenho um amigo, que também é homossexual ( só que não é discreto, como eu sou), e vivia dizendo que tinha um caso que era maravilhoso e que qualquer dia ia me apresentar para que ele me comesse, pois ele tinha o maior em ver algum macho dele me fodendo. Concordei, apesar de achar que não iria render muita coisa. Mas como eu estava enganado!

Num dia, a noite, estava eu em casa quando meu celular toca e era esse meu amigo, dizendo que era para eu ir em sua casa naquele momento que o cara estava indo para lá e que estava louco para me conhecer, pois meu amigo tinha falado muito bem de mim. Tomei um banho e claro, fiz a chuca, para evitar constrangimentos.
Ao chegar na casa do meu amigo o cara não tinha chegado ainda. Depois de uns dez minutos ele chega. Não era bonito. Tinha por volta de 1.68 alt, uns 78kg, 32 anos, cara de macho parrudo mas muito legal. Começamos a conversar um pouco e descobri que ele era casado e tinha dois filhos, só que ele falou para mim que gostava mesmo era de transar com homem, pois ele podia fuder a vontade que macho aguentava muita pica no cu. Dito isso, meu amigo colocou um dvd de sexo e notei que o cara já estava de pau duro. Meu amigo me incentivava dizendo: Pega no pau dele, mostra o que você sabe fazer!

Nesse momento, ele tira toda a roupa e diz para eu fazer o mesmo, e tudo isso com meu colega vendo tudo com uma tremenda cara de safado, adorando tudo. Assim que vi o pau daquele macho duríssimo apontando para mim (tinha uns 18 cm de comprimento), não resisti e cai de boca, chupando toda a extremidade daquele cacete, da cabeça até a base e de vez em quando chupava também as suas bolas, de forma que ele gemia e se contorcia inteiro de prazer. Vendo isso, aí que eu me sentia mais estimulado a fazer com vontade e maestria. Meu colega a esta altura do campeonato também estava com um puto tesão, batendo uma e falando para eu engolir todo aquele pau.

Depois de muito chupar, o cara pede para eu ficar de quatro em cima da cama, o que fiz prontamente, pois estava louco para receber aquele pau todinho dentro de mim. Ele sem cerimonia nenhuma trepa em cima de mim e enfia seu pau sem dó nem piedade todinho dentro do meu cu. Mesmo estando acostumado a levar pau de todos os tamanhos e grossuras no rabo senti uma dor que em pouco tempo foi substituído por um prazer enorme. A esta hora meu colega já se aproveitava da situação, abrindo bem minha bunda para que o cara me fodesse com vontade e gritava para o outro: isso, fode o cu dessa bicha com vontade, soca este cacete no cu dela... Agora tira um pouco que eu vo dar um trato nesta bundinha para vc... neste momento sinto uma coisa no meu cu e qual foi minha surpresa: Meu colega tava enfiando com tudo a língua no meu cu.... Foi maravilhoso. Ele enfiava a língua toda no meu cu, me dava tapas na bunda, mordiscava a polpa da minha bunda, me levando a loucura. Depois falou pro cara meter de novo no meu cu, enquanto isso se enfiou por debaixo de nós e começou a chupar meu pau... Nossa!!! Que delicia ser enrabado por um cara e ser chupado ao mesmo tempo por outro.... Eu ia as nuvens e voltava....

O cara metia feito louco, com toda a velocidade e força possíveis, batendo com suas bolas na minha bunda e as vezes batia na minha bunda me chamando de putinha safada, gostosa... e não aguentando mais de prazer, sinto que ele goza, pois seu pau incha e ele urra de prazer. Quando tira a camisinha noto que esta lotada de porra.
Ele vai ao banheiro e fala no meu ouvido para eu segui-lo, pois queria um segundo round só que sozinho comigo.

Eu, claro fui. Chegando lá, ele me abraça com força e me mete um beijo daqueles de tirar o folego. Neste momento, todo o tesão de minutos atrás voltam com uma intensidade bombástica. Dou mais uma chupada no seu pau (ele já tinha uma camisinha em mãos), encapa o seu pau e enfia sem dó dentro do meu cu que já estava laceado pela surra de pouco antes. Ele bomba por mais um tempo e goza feito louco de novo e para minha surpresa eu também gozo com ele sem nem colocar a mão no pau. Vi estrelas neste momento. Banhamo-nos juntos, saciados pelo prazer dado um ao outro. Antes de sair, ele pega meu numero e diz que a partir daquele dia ele iria trocar meu colega por mim, pois eu consegui satisfaze-lo plenamente. Já nos encontramos muitas vezes e transamos muito, mas isso fica pra depois.

Se alguém quiser entrar em contato, meu msn é claudiolina@hotmail.com e e-mail claudioliveira10@gmail.com. Abraços e até a próxima!!!!

 

O quê que a baiana tem?

Isso aconteceu em 2010
Pedi pra uma amiga comprar a play boy da Cléo, não sou muito fã dessas revistas, mas pra quem leu o meu outro conto (amigas e uma play boy) deve estar pensando, mentirosa!
Não é bem assim, as únicas que me interessaram até hoje só foram essas duas.

Antes de ir buscar a gente tava batendo papo pelo MSN, ela me contou que uma amiga da mulher dela viria de Salvador passar as férias aqui em São Paulo na casa dela, e já foi logo me pedindo pra eu ser guia da Lú. Aceitei, imaginei uma pessoa simpática e só, nem perguntei se era do babado, só por gentileza mesmo eu a levaria pra conhecer toda a cidade, então fui pra casa dela umas 10 da noite, esperei no portão e acabei conhecendo e se surpreendendo.
Eu; branquinha, 1e 59 de toco de gente, e ela um e 70, morena, corpão, e com sotaque que eu particularmente acho lindo! Fiquei sem jeito, e é claro, só minha amiga percebeu, a gente tem uma sintonia bacana, é uma amizade de irmã só de olhar uma pra outra já entende o que está acontecendo, é um barato essa sintonia que nós temos. Imaginei como seria o corpo porque ela estava de moletom mesmo assim deu pra perceber as curvas perigosas...
Folheei a revista com elas, tomamos vinho fiquei só um pouco e a esposa da minha amiga disse que levaria a Lú lá em casa no fim da tarde, fui pra casa ver a revista direito e fui dormir.

Eu estava de bate papo com minha amiga e como a gente não presta, começamos especular se a Lú era do babado ou não, porque não dava pra perceber nada, foi quando elas chegaram e eu que não sou boba avisei que elas estavam no portão, fechei a página de bate papo e abri uma nova. Como eu tinha imprimido umas cifras novas, fui arrumar minha pasta, as deixei de bate papo com minha amiga e fui buscar cerveja pra gente tomar, nem percebi o que a Lú estava fazendo no meu PC.
Como sou um pouco distraída, nem dei muita bola pra mina, conversei com a mulher da minha amiga mais que tudo e quase não falei com a Lú, nem acredito, sempre que vejo uma mulher do meu interesse, pareço um bicho do mato credo!
Ela ali fazendo um charminho, gata morena, feminina, cheirosa, singela, com um sorriso lindo, esbanjando sensualidade, e eu nem se quer olhava pra ela morria de vergonha.
Foram embora, no dia seguinte eu entrei no meu MSN, e recebi uma mensagem instantânea quase na hora que entrei, era ela tinha se add no meu MSN e eu nem vi.
Dei uma gargalhada quando percebi o que ela tinha feito, e comecei a tc com ela, perguntei onde ela estava ela disse que era uma lam house, e puxei assunto, e é claro no decorrer do bate papo ela não deixou passar e soltou essa; pensei que vc não tinha ido com minha cara até perguntei pra sua amiga porque vc não me olhava nos olhos de jeito nenhum, ela até tentou me convencer que vc era tímida no começo, mas eu não tinha acreditado, mesmo assim não deixei de tentar te convencer que sou legal.

Então expliquei que sou tímida mesmo no começo, mas depois quando começo a se sentir segura eu me solto mais. Principalmente no MSN. Foi quando pedi pra ela esperar, pois eu tinha saído do banho há pouco tempo e tinha que passar hidratante nas mãos.
Ela me enviou um. Hum! Não fala assim!
Perguntei por que, ela responde, vc é cuidadosa sempre?
Respondi que sim, gosto de manter minhas mãos sempre macias, afinal mulher tem pele macia merece ser acariciada por mãos que estejam de acordo com pele do rosto, pois adoro fazer carinho.
Pronto, foi à gota, ela ficou um tempo sem responder perguntei se mencionei algo errado e recebi uma resposta rápida dessa vez.
Claro que não minha linda! É que vc falando assim fico pensando na maciez que deve ser, e pode ter certeza que quero ver pelo menos sentir sua maciez.
Pensei; meu Deus! Ela é do babado! E se não é quer ser!
Era minha chance de convida La e não perdi, ficamos de papo e ela me falou dos seus relacionamentos anteriores e percebi como eram creditas com ela, depois combinamos dela vir aqui no sábado, e logo nesse eu estaria sozinha!
Como não sou besta contei pra minha amiga que a hóspede dela é do babado, a primeira coisa que ela respondeu foi, vai pra cima bi, pega aproveita bem a chance, porque ela é bacana, gostosa e ta super a fim de vc, percebi que ela não para de perguntar por vc, ela até conheceu algumas amigas minhas e não quis nada com elas, só pergunta por vc o tempo todo, como vc não deu trela e as outras ficam babando e pagando cerveja acho que ela não se interessou por nenhuma delas.
Aí eu realmente me senti, poxa tentaram comprar ela e não conseguiram? Pensei eba! Toda minha por um mês!
E sábado nunca chegava... Fiz fantasias incríveis pensando nela!

Enfim quando chegou ela demorou mais do que eu esperava, e dois amigos meus que trouxe ela pra mim, como eu tinha sentido um pouco de dor nas costas nem sai de casa passando remédio e colando salompas, eles chegaram bem na hora que eu estava no banho, então pedi pro Fernando passar um spray nas minhas costas como os três estavam sentados um ao lado do outro ela pode ver minha calcinha e percebeu que era fio dental, o Fernando deu risada e falou eita bi! Se eu não fosse gay eu te pegaria agora desse jeito até mudo de idéia!
Ficaram uns cinco minutinhos e foram embora deixando a Lú comigo dizendo que não se preocupariam porque ela estaria em boas mãos, nesse momento olhei pra minha mão e fui buscar o hidratante e passei, ela olhou meio sem graça então me aproximei peguei um cobertor joguei sobre a cama de solteiro que ficava na sala e falei; ta muito frio, vamos ver ao um filme?
Ela topou e me confessou que tinha bebido cerveja na casa do Fê. Coloquei o filme e a gente nem prestava atenção, puxei o cobertor porque fazia muito frio aquele dia e ficamos bem juntinhas ela encostou a cabeça em mim e senti o cheiro do cabelo dela, da pele dela, e me deu um tesão!
Mas não fiz nada, fiquei ali com aquela sensação deliciosa que tomava conta de mim, então ela colocou as mãos dela sobre a minha e disseque mão gelada, nossa vc falou a verdade sua mão é realmente bem macia nossa! É mais macia que a minha!

Acabei não resistindo e então a beijei, um beijo suave e foi ficando intenso, quando dei por mim já estava encima dela beijando loucamente, acabei inesperadamente tendo um orgasmo, ela percebendo isso ficou louca de tesão , ela estava de bermuda jeans e blusinha, afinal era a primeira vez que ela vinha pra Sampa, nunca imaginaria que aqui faria frio daquele jeito, mas naquele momento o frio estava fora daquela casa, a gente se beijava aos gemidos intensos que percorriam como uma fogueira quente que percorria em nossos corpos, então como louca arranquei sua blusinha de maneira extremamente louca que quase rasguei, ela nem teve tempo de me impedir e eu já estava com minha boca quente mamando seus seios firmes com uma marquinha de biquíni que só fez me deixar mais excitada, chupando e lambendo e mordiscando os biquinhos a fazendo gemer freneticamente e descendo as mãos para a bermuda dela comecei a abrir o zíper e tirei a deixando só de calcinha, ela sussurrou algo como nunca ter transado com alguém no primeiro encontro fiz que não ouvi e segui quando olhei pra baixo pude ver uma tatuagem de borboleta na cintura que descia pra virilha, muito bem desenhada achei um charme e dei um beijo suave nela e fui descendo com a língua até o final do desenho, e pude perceber a calcinha molhada, dei um beijo por cima dela mesmo beijando e dando mordidinhas em seu sexo carnudo e puxei a alça com os dentes tirei com a boca e me deparei com uma delicia bem na minha frente, mas não fui com sede ao pote ela quase me implorando pra chupar ela todinha e eu torturando ela comecei a tirar minha roupa e ela tirou minha camiseta enquanto eu tirava minhas calças, ficando com minha calcinha fio dental e olhou cheia de tesão com aquela cena puxou minha calcinha de lado e colocou o dedo sentindo o quanto eu estava extremamente molhada me penetrou se deitando por cima de mim gozei outra vez quase que imediatamente aos gritos de prazer expulsando o dedo dela de dentro de mim que a fez ficar mais excitada, e sussurrou ao meu ouvido; nossa, que diferente vc goza muito gostoso até expulsou meu dedo de tão intenso! É massa! Que gostosa isso que é férias! Viajar pra São Paulo e acabar comendo um machinho que dá gostoso desse jeito pra mim! Adorei!

Falava besteiras e me penetrava com força me fazendo gritar de prazer e gozando sem parar de um jeito que a deixava mais louca ainda e eu enlouquecida de prazer sentindo aqueles dedos me penetrando profundamente enquanto ela ficava encharcada de suor eu gozava gritando e ela gritava safada, tesuda, paulista safada... Aquilo tudo me enlouquecia, estava toda entregue a uma desconhecida de maneira que nunca imaginava que me fazia sentir um prazer maior ainda.
Então ela desaba ao meu lado e eu ofegante depois de ter perdido as contas de orgasmos, ela deu um sorriso olhando pra mim e disse nunca vi isso na minha vida, e juro que vc foi a primeira mulher que fiz isso, nenhuma mulher ativa que tive me deixava fazer isso, e vc dá gostoso demais machinho viadinho!
Dei uma gargalhada e depois a beijei e o fogo foi tomando conta, então a virei de costas me deitei por cima dela que a fez sentir todo meu caldo escorrer no seu rabão quente a fazendo gemer, eu fui chupando o pescoço e descendo pelas costas dela mordendo de leve e chupando até chegar ao caldinho do meu sexo que ficou nela, passei a língua e dei mordidinhas ela se arrepiando e gemendo então desci minha língua até o botãozinho e enfiei a deixando-a louca que a fez empinar imediatamente pra mim e eu comecei a passar a língua por todo seu sexo do grelhinho até o rabinho e ela gemendo pra mim, me implorava pra penetra La deslizei minha mão até a xaninha carnuda dela e enfiei um dedo bem de vagar que a fez gritar de prazer retirei meu dedo todo molhado e resolvi colocar dois, e comecei a penetrar bem de vagar como uma tortura gostosa retirava e colocava aos gemidos que tomavam conta da sala enquanto eu chupava seu cuzinho fui aumentando a pressão ela acariciando o grelinho foi quando ela gozou aos gritos logo depois começou desfalecer relaxando na minha frente ofegante e suada.

Deitei ao lado dela com um sorriso estampado no rosto a gente se olhou se beijou então ela disse mulher que é isso? Tem certeza que vc é paulista mesmo?
Respondi claro que sim! Aqui a gente leva a sério trabalho! Porque achou que seria diferente?
Porque todo mundo fala que baiano que é fogoso, e lá nunca vi uma mulher assim...
Respondi fogo é fogo em qualquer lugar, basta saber acender que causa queimadas irreparáveis.
Enfim, a gente passeou, e acabamos fazendo loucuras em todos os lugares, ônibus, banheiro de shopping, Ibirapuera, av. paulista, cinema, quintal de casa, foi assim até no dia da despedida foi só loucura, intensa e descarada com direito a um presente, uma passagem de avião pra Salvador continuar a lua de mel, hoje toda vez que penso nela me vem um refrão de uma música...

fulgasbi@hotmail.com

 

D&M apaixonados

Eu estava na faculdade quando o Rodrigo ( aqui o chamarei assim) resolveu abrir o jogo com a minha família, eu não sabia, mas ele estava realmente determinado á acabar com o meu sofrimento de uma vez por todas. Nossa relacionamento já durava seis meses, um namoro discreto, saudável, com muito amor e carinho, tudo isso sob um total sigilo. Até então eu nunca tinha revelado a ninguém sobre minha opção sexual, e nunca havia contado a ninguém nem mesmo aos meus melhores amigos quem era a pessoa que eu realmente amava (Rodrigo) nunca o apresentei a ninguém que eu conhecia, quando ele me perguntava sobre quando eu iria contar toda a verdade eu de imediato mudava de assunto, ele não queria viver nosso amor apenas entre quatro paredes, nem eu mas eu ainda não estava pronto, e isso abalava o nosso namoro, acho que ele começava a se perguntar se eu realmente o amava. eu tinha que fazer alguma coisa, provar o meu amor por ele ou perde-lo para sempre, e o Rodrigo é uma pessoa tão especial que se eu o perdesse, com certeza minha vida perderia todo o sentido pra mim ele é perfeito, na maneira de ser: carinhoso, romântico, atencioso...e em sua aparência: 1,92 de altura, másculo, pele branca, lábios finos naturalmente avermelhados, olhos castanhos claro, cabelos dourados na altura dos ombros, um loirão muito gostoso!! 34 anos, gerente de uma das agências de um famoso banco ( que eu tenho certeza que você conhece), separado há dois anos de um casamento conturbado. Ele sempre me dizia que um dia iria conversar com os meus pais, eu não conseguia o imaginar subindo até o nosso "apê" para contar tudo aos meus pais, o choque seria grande pois eles são pessoas super conservadores e antes eu sempre aparecia com namoradas em casa, ninguém jamais desconfiou, eu tinha medo mas o que eu mais temia aconteceu... Naquela sexta-feira sai da faculdade ( curso o segundo ano de publicidade) e sem saber de nada cheguei em casa, inocente e desenformado, já era tarde mas percebi que meus pais ainda não dormiam entrei pro meu quarto, Meu pai veio ao meu encontro, e em seguida minha mão, chorando, eles me disseram calmamente que um rapaz de nome Rodrigo havia lhes visitado naquela noite, comecei a chorar e a pedir perdão por ter lhes escondido a verdade por tanto tempo, eles pediram para eu não chorar disseram que me aceitavam da maneira que eu sou e que nada iria mudar, ouve certos questionamentos da parte do meu pai, ele se perguntava onde ele errou e o que havia acontecido com aquelas garotas que eu levava para casa... era só uma questão de tempo para eles se acostumarem com a idéia, nos abraçamos e conversamos até mais ou menos 1:00 hora da madrugada, no final minha mão com um senso de humor incrível disse que o Rodrigo era o de príncipe que ela sempre sonhou para minha irmão (risos). Eu estava aliviado e feliz, naquele momento tive certeza de que o Rodrigo realmente me amava. Despedi-me, o taxi já me esperava La em baixo, agradeci a Deus por tudo ter terminado bem, agora era hora de agradecer ao Rodrigo pessoalmente (se é que você me entende...). Aproximadamente 1:45 da madrugada eu tocava a sua campainha, eu ainda chorava de emoção, que já passou por isso sabe o quanto é bom não ser rejeitado pela família, ou terceiro toque a porta se abre, cabelos úmidos, shorts leves, sem camiseta, pés descalços com o controle da TV na mão e com um grande sorriso no rosto, também sorri e chorei ao mesmo tempo, ele me abraçou forte e me beijou, nos abraçamos novamente e ele disse: - eu sabia que daria tudo certo!. Eu o agradeci e repeti várias vezes que o amava. No apartamento do Rodrigo eu me sentia em casa, entrei pro banho depois vesti roupas, ao retornar o encontrei na cozinha esquentando uma pizza congelada, o abracei por traz, acariciei seu peitoral e sua barriga musculosa, beijei seu ombro e disse:
-Cara... eu não quero nunca te perder.
Se virando de frente para mim ele me disse:
- E eu não sei viver sem você...
Enquanto jantava-mos comentei com ele como tinha sida nossa conversa, e ele disse o quanto meus pais foram atenciosos e compreensivos. Fomos para a sacada bebemos um pouco de vinho e tiramos algumas fotos, o frio parecia não atingir o seu corpo maculo, então ele me abraçou, senti algo tocar o meu rosto olhei e vi a corrente em seu pescoço que eu o presenteei com uma plaquinha com nossas iniciais “D.W “ Entramos pro quarto ele me beijava com seus lábios molhados e quentes, eu andava de costas em direção á cama enquanto ele me segurava pela cintura, roçando sua rôla meio mole no meu pau que já estava duro e beijava minha boca. Deitei na cama fria, o lençol de seda não era tão macio quanto a sua pele. Rodrigo deitou-se sobre mim, o abracei forte girando nossos corpos e ficando por cima, a luz branda na parede não me impedia de apreciar o seu rosto lindo, beijei seu queixo, seu pescoço, chupei carinhosamente seu peitoral, desci até a barriga, eu já podia sentir o seu pau agora completamente duro, tirei seus shorts, pra mim não era nenhuma novidade pois eu já estava acostumado com aquela rola deliciosa, mais era impossível não se surpreender, tirei sua cueca box e seu pau levantou imediatamente, beijei e chupei seus pés macios e cheirosos tamanho 44 com alguns fios longos, segurei firme seu cacete beijei e em seguida chupei aquela cabeçona grande descendo até o saco raspadinho... suas bolas eram enormes e quentes, o cacete do Rodrigo tinha uns 21 cm grosso e ligeiramente encurvado para cima eu o chupava loucamente com uma sede insaciável, depois de algum momento ele me mandou deitar, obedeci e ele me chupou, chupou meu pau e minha boca bom um bom tempo e eu gemia baixinho... Depois ele me mandou ajoelhar novamente obedeci e ele abriu minha bundinha e começou a chupar meu cuzinho sua língua nervosa me levava ao céu, ele lembia do meu reguinho até o centro do meu cuzinho que piscava, ele enfiou bem devagar um dedo... depois dois... e finalmente três, o Rodrigo me fodia com seus três dedos mágicos e grandes, e com outra mão ele acariciava o meu pau que já estava todo melado ele beijou minhas costas e se levantou foi até o criado mudo, mas eu disse: - Não... não precisa... ele sorriu, o rodrigo sempre quis fazer amor comigo sem camisinha eu nunca aceitei mas naquela noite foi diferente, eu o queria perfeito como ele é, do jeito que ele nasce. Depois de passar saliva no meu cuzinho, senti ele botar a cabeça e força-la uma... duas... na terceira senti sua rola me penetrar lentamente e eu gemia cheguei a gritar de dor ao aumentar a velocidade do vai e vem comecei aos poucos a sentir prazer ele bombava rapidamente e me perguntava
-Ta gostoso ta...?
e entre gemidos respondi:
-Ta...
-Aé? então geme pro seu gostoso aqui geme...
A velocidade almentava e eu gemia alto enquanto ele dizia:
-Ai que cú gostoso... grita pro seu macho grita... diz que me ama vai...
-Te- amo!! eu disse sentindo suas grandes bolas baterem aqui atrás.
-Agora rebola vai... isso gostoso...
Comecei a rebolar no pau do meu macho...
-Isso... rebola a rola do seu macho vai...
Depois mudamos de poisição de ladinho ele metia sem parar, depois sentei no cacete do meu cawboysão loirão gostosão, joelhos ele bombava novamente e batia uma pra mim, eu estava prestes á gozar e ele tambem:
-Ai pôrra eu vou gozar!! Eu segurava firme seus cabelos por de trás do meu ombro, depois de um uivo senti seu pau latejar ele ejaculou tres vezes dentro de mim uma porra quente, e em seguida eu gosei como nunca caímos exasustos na cama, sente seu corpo suado escurregar sobre o meu, ví em minhas mão alguns fios de seus cabelos. Entre respirações profundas ele me beijou e disse sorrindo:
-Você quase me deixou careca sabia? (risos)
-Você não sabe o quanto eu te amo... Eu disse.
-Acho que é um pouco maior que o universo, estou certo?
-Ainda bem que ele é infinito... Eu disse. (risos)
Após o banho acendemos as luzes trocamos o lençol todo gozado!! abrimos uma janela nos deitamos de conxinha, seus braços fortes me apertavam, seu perfume me acalmava e sentir seu álito fresco tocar o meu pescoço era a melhor sensação do mundo, já era quase 3:40 da manhã meu amado já dormia como um bêbê, eu estava muito canssado e em apénas 3 segundos... adormeci.

 

Iniciação da Gláucia

Meu nome é conhecido como DOM GRISALHO no meio do BDSM, sou DOMinador a mais de vinte anos e com experiência no trato com mulheres submissas. Vou contar-lhe como iniciei Gláucia, secretária na empresa que trabalhamos algum tempo atrás. Era um escritório de assessoria e consultoria financeira, localizava-se na zona Sul de São Paulo-Capital, EU ocupava a função de chefia, subordinado apenas ao gerente e aos proprietários da empresa.
Já havia algum tempo que a Gláucia, minha secretária, me chamava bastante à atenção. Eu a queria como minha escrava, mas pelo que já havíamos conversamos e EU dado-lhe umas indiretas, ela não tinha a mínima idéia do que fosse ter um DONO. Minha forma de tê-la seria EU conquistá-la como minha amante “baunilha” e depois EU a iniciaria. Era apenas questão de tempo, pois sabia que ela me desejava e muito para também para termos um relacionamento ainda que não fosse o desejava de imediato. Mas sei esperar.
Notei que de uns tempos para cá ela tem se vestido diferente. Deu uma modernizada no seu guarda-roupa, está mais sensual, mas sem nenhuma vulgaridade. Gláucia tem 37 anos e possui um corpo finamente esculpido. Tudo nela é proporcional, bundinha bem feitinha, seios médios, bastante sensual sem ser exagerada ou vulgar, ela fazia o tipo “mignon”.
Nosso escritório é pequeno. Somos poucos funcionários. Tem feito dias de muito calor em São Paulo. Normalmente às sextas-feiras trabalhamos mais a vontade, com roupas casuais, sem aquela coisa sisuda de consultoria. Nesta última sexta, Gláucia veio trabalhar com um vestido florido daqueles de pano molinho, soltinho, destes que as mulheres diuturnamente a usam em dias muito quentes.
Mas naquele dia estava linda! A barra do vestido era um pouquinho acima do joelho. Quando ela sentava em sua mesa de trabalho, dava para ver suas belas coxas torneadas e seus finos pelinhos loiros sobre a pele bronzeada. Vale lembrar que quase todos os finais de semana Gláucia desce para as praias de Santos, razão pela qual está sempre com um belo bronze.
Neste dia ela estava me deixando louco e acho que ela notou isso rapidinho. A cada instante eu arrumava uma desculpa qualquer para ir até a mesa dela. Em uma destas ocasiões, enquanto eu lhe entregava um documento, coloquei a mão sobre o seu ombro e me inclinei o mais próximo possível dela enquanto lhe passava instruções. Gláucia voltou o seu olhar para mim e deixou escapar um discreto, porém safado sorriso. Era a senha que eu precisava, seria hoje que iria me servir daquele belo exemplo de fêmea.
O escritório estava quase vazio. A maioria dos consultores estava viajando, atendendo empresas fora da capital. Depois do almoço, tratei logo de arrumar atribuições fora do escritório para as três pessoas que restavam, além de mim e da Gláucia. Isso não era incomum, acontecia com freqüência e dependendo da atividade EU já falava para o funcionário ir embora direto pra casa depois de concluída a tarefa. Mas jamais eu havia feito isto com segundas intenções. Eram 15h30min horas quando ficamos só eu e a Gláucia no escritório.
O caminho para se chegar à copa do escritório é um corredor que liga quase todas as salas até a área de banheiros e copa. A porta da minha pequena sala fica sempre aberta. Vi que Gláucia passou pelo corredor em direção à copa. Esperei alguns segundos e fui atrás, era a hora da minha conquista tão desejada. A copa é um espaço bem reduzido, uma salinha minúscula com um corredor estreito. Entrando, tem uma bancada com uma máquina de café expresso e no fundo o purificador de água.
Cheguei à copa e vi Gláucia tirando um café expresso. Pensei rápido, vou pegar água. Para chegar até o purificador, não pedi licença para ela. Simplesmente peguei na cintura dela e fui passando lentamente por trás dela, dando-lhe uma encoxada de leve como se fosse num ônibus lotado. Ela como EU previa, não retrucou.
Seus cabelos exalavam um perfume delicioso. Ela permaneceu no mesmo lugar enquanto eu pegava minha água. Na volta repeti o processo. Peguei novamente na cintura dela e fui passando, só que parei bem atrás dela. Meu pau a essa altura do campeonato já estava duro por baixo do jeans. Era tudo ou nada naquele instante. Se reclamasse EU simplesmente pediria desculpas e me afastaria, mas se ela aceitasse... rsrsrs.
Ela se recostou em mim e inclinou a cabeça para trás oferecendo seu pescoço. Incontinenti comecei a beijá-la suavemente no pescoço enquanto deslizada minhas mãos pela sua cintura subindo até encontrar seus seios, durinhos e médios. Voltei sua boca para mim e a beijei longamente. Ela se entregou completamente à volúpia de meu beijo ardente, colocando sua língua em contato com a minha, estava sedenta de PRAZER. Disse a ela para irmos até a minha sala e a trouxe embalando-a com muito carinho e paixão...
Na minha sala, tirei tudo que havia sob a minha mesa jogando para um canto. Sentei na minha cadeira e convidei a Gláucia para sentar na minha mesa de frente pra mim. Prontamente ela sentou-se à minha frente e percebi que por baixo daquele vestido não existia calcinha alguma. Que delícia!
Comecei a beijar suas pernas e coxas dando-lhe pequenas mordidas. Gláucia tirou seu vestido por completo como se estivesse tirando uma camiseta. Que visão maravilhosa, era tudo que EU já tinha antevisto, bucetinha linda!!! Lisinha com um pequeno e bem aparado filete de pelos. Gláucia, dengosa com o rostinho de safadinha, sentou-se mais na ponta da mesa e se deitou, esperando minha ação.
Eu estava sentado, ali diante de uma xaninha caprichadamente desenhada, de pele clara e detalhes rosados. Comecei a deslizar minha língua sobre a virilha dela, bem lentamente. Brincava ao redor de seus lábios vaginais, sentia que ela ia ficando cada vez mais molhada, mais entregue aos meus desejos.
Enfiei minha língua em suas entranhas, sentindo seus líquidos, seus sabores. Seu clitóris estava rígido. Comecei a travar uma luta entre aquele grelinho delicioso e a ponta da minha língua. Ela se contorcia sobre a mesa. Não tinha a menor pressa. Torturei-a até que não agüentou e gozou na minha boca. Estava louco para sentir aquela mulher se contorcendo e pulsando na minha língua. Ela queria muito mais.
Gláucia levantou-se da mesa puxando minha camisa e abrindo a fivela do seu cinto. Tirou toda minha roupa em questão de segundos. Eu estava com tanto tesão que para gozar a primeira não demoraria muito. Ela ajoelhou-se diante de mim e abocanhou o meu pau com maestria. Sua boca quente e úmida sugava meu pau deliciosamente, hora bem devagar, hora com uma velocidade frenética.
Ela circulava a cabeça do meu pau com a língua de maneira que me deixava sem ar. Parecia que queria se vingar da tortura que eu lhe havia feito com a luta entre minha língua e seu grelo. Gláucia parou por um segundo e sussurrou: "quero leite!". Voltou a sugar o meu pau de forma intensa até que não pude mais agüentar e jorrei todo o meu mel em sua boca. Ela deixou o meu pau limpinho, não desperdiçou nada, inclusive umas gotas que caíram sobre minha coxa direita.
Fomos para a sala ao lado. Nesta sala havia um pouco mais de espaço e possuía um pequeno sofá de dois lugares. Sentei e a Gláucia sentou-se no meu colo de frente pra mim. Recomeçamos a nos beijar e a nos acariciar. Eu queria explorar cada centímetro daquela deliciosa mulher. Logo eu estava a ponto de bala novamente.
Gláucia começou a cavalgar em meu pau enquanto abocanhava seus lindos peitos. Como rebola gostoso!!! Mudamos de posição. Ela ficou de quatro no sofá e eu em pé comecei a foder aquela bucetinha deliciosa batendo forte. Segurava firme na cintura dela. De vez em quando, eu parava um pouco deixando meu pau lá dentro.
Estávamos exaustos, suados. Por todo o escritório tinha aquele cheiro de sexo. Não poderia ter tido melhor fim de expediente do que este. Sabia que estava entregue totalmente a mim, pois ficou jurando-me elogios diversos, que me queria como seu homem, que ela seria somente minha. EU já sabia que isto iria acontecer.
Era agora que EU iria fazer o que desejava: submetê-la às minhas vontades. Aproveitei que ela estava extenuada com a aula de sexo que lhe dei, e deitada lhe dei um tapa no rosto e disse-lhe para baixar seus olhos e se não o fizesse iria ser esbofeteada. Ela olhou-me estupefata, noto que não sabe o que fazer, tenta reagir, mas dou-lhe outro tapa, desta vez mais ardido. Ela obedece à contra gosto e fica quieta como que esperando o meu próximo passo. Sabia que seria minha, bastava ser enérgico com ela e dar-lhe ordens.
Como estava com os olhos abaixados, abri uma das gavetas em minha mesa e de lá retirei minha maleta de práticas deliciosas de BDSM. Neste meio tempo ela viu o que peguei e sinto que a deixei muito intrigada, o que poderia ser aquilo? Ela me pergunta e EU respondo que no devido tempo saberá o que é e que ficasse quieta senão apanharia mais.
Disse-lhe que ela era minha, a partir daquele momento EU era seu Senhor, ela olhava para mim como senão entendesse nada do que EU falava. Não esperei muito e peguei uma venda e tampei seus olhos, e também amarrei suas mãos de forma que não reagisse ao que iria lhe fazer. Falava-lhe que se fosse boazinha iria ter prazeres que nunca teve, senão aceitasse meus comandos iria apanhar bem mais. Perguntei-lhe se queria que EU a desamarrasse e fosse embora. Gláucia nada respondeu, EU sabia que estava gostando, porque de sua xaninha os pingos de excitação não paravam. Ela estava completamente nua sentindo as minhas mãos tocando seu corpo em pontos isolados, primeiro em seus mamilos que já estavam eriçados de frio e pela excitação que o medo estava lhe dando, em seguida por vários pontos até que tudo pára e ela fica tentando adivinhar onde EU estou, porque a venda a impedia de ver-me.
E o que faço em seguida a fez arrepiar-se, quando algo corta o ar para estalar em sua carne imediatamente, ela não sabe o que é, mas lhe parece um chicote ou um cinto, suas mãos presas tentam impedir os golpes sem sucesso, EU então pergunto:
- Sabe por que está apanhando vadia?
- Não; diz ela.
- Porque ainda não entendeu que hoje você será minha cadela e te quero de quatro no chão.
EU sabia que aquilo a faria se sentir muito humilhada. Ela começou a chorar, implorando-me para libertá-la, mas falei que se não ficasse quieta iria apanhar mais, dei-lhe a entender que não tinha saída alguma. Vejo que ela aquieta-se, finalmente acaba obedecendo, vindo até o chão da forma que EU queria, sem qualquer reclamação, até o choro tinha acabado.
Voltei a açoitá-la de forma leve e perguntei o que ela está esperando para seguir o som da voz do seu macho e lamber minhas coxas como uma cadela no cio? Ela consumida por um misto de humilhação e raiva, mas segue a minha ordem e começa a passar a língua em minhas coxas, o cheiro do sexo invade suas narinas e contra tudo que ela possa pensar sente os músculos da vagina se contraindo, porque aquele cheiro mexe com a fêmea apaixonada que ela é por mim, mas seu orgulho não a deixa dizer; o que é completamente inútil, pois EU notei esta sua fraqueza por mim. Então ela sente a minha mão estalar novamente em seu rosto e minha voz dizendo:
- Implora pra chupar o pau do seu Dono e Senhor. Anda cadela vadia, peça, mas implora direito que eu ainda não sei se vou deixar você fazer, pois é rebelde e muito desobediente.
Com voz balbuciante ela diz: - Por favor, meu Dono, quero chupar você.
Então dou-lhe mais uns tapas, agora em sua bundinha, e digo-lhe que não pediu direito, que implore suplicando e dizendo que ela sabia o que quero ouvir. - Por favor meu Dono e Senhor, me deixe chupar seu pau, quero muito sentir o gosto dele em minha boca.

Então preencho sua boca com meu falo latejante de tesão de ver aquela mulher fazer o que EU esperava já há algum tempo; segurei seus cabelos e penetrei sua boca com volúpia por algum tempo; depois a mandei para a cama e disse-lhe para ela mostrar-se despudoramente: seus seios, seu sexo e se oferecer como uma puta implorando para EU sugar e lamber sua xoxota; brinco um pouco com o corpo e o sexo dela deixando-a muito excitada, mas de repente a pego pelo pulso e a puxa abruptamente da cama, ata seus pulsos e prende seus braços acima de sua cabeça, deixando-a de frente para a parede que ela ainda não pode ver, o medo a invade ainda mais porque agora não apenas está presa pelo compromisso de obediência e sem poder ver o que seria feito, mas estava completamente indefesa. Começo a açoitá-la como a uma escrava dos poemas de Castro Alves, a fiz dizer que será minha escrava sempre que EU desejar, que obedecerá a todos os seus comandos. Desesperada e vencida pela dor e pela impotência ela aceita e diz que sim.
- Agora implore pra teu dono chupar tua xoxotinha, minha putinha linda, confessa que você só se realiza com meu cacete dentro dos teus buraquinhos, minha vagabunda gostosa. Você é puta, mas minha puta. Você já entendeu que sou teu Dono e que quero que se comporte como minha propriedade e que seja bem vadia?
Quase sem voz ela diz que sim, e começa a implorar pelos meus carinhos em seu corpo, pede que a sugue, pois nunca gozara tanto. Deslizando meus dedos pelo corpo dela do jeito que Eu quiser, ela começa a ter espamos, querendo gozar, totalmente entregue a mim. Fiquei a brincar com seus lábios da xaninha que estavam totalmente sem pêlos, exatamente como Eu gosto, parecia que já sabia da forma que EU queria que ela etsivesse. Finalmente passo a língua e sugar alternado, enfio os dedos dentro de sua xoxota que está molhada de tesão, apesar dos sentimentos controversos. Ela tem um orgasmo alucinante em minha boca, entregando a mim seus sucos vaginais. Agora EU solto seus braços, e a penetra com meu membro a sua linda bocetinha, ela totalmente devassa, é uma fêmea queimando de tesão, ela se mexe esfregando as paredes de sua buceta no meu pau, como uma putinha e tendo uma avalanche de orgasmos.
Tiro o pau de dento dela fazendo-a provar o sabor de sua xaninha, e depois beijo sua boca pra sentir o gosto dela também. Faço comentários sobre o sabor doce que dela sai.
Ela nunca tinha sentido o que sentiu comigo, o modo como aconteceu, ao mesmo tempo em que sentia-se desprotegida, estava também se sentindo confortada.
Foi quando ela, surpreendentemente falou-me: Se eu concordar com as suas condições e lhe obedecer em tudo que desejar e mandar, este prazer será mantido e eu poder servi-lo?.
__ Chegarás as alturas, respondi-lhe.
__ Então eu aceito.
__ E obedecerá a tudo quanto te ordenar?
__ Sim.
__ E estás ciente de que se desobedecer e falhar, EU tenho livre poder de te castigar da maneira que eu bem entender?
__ Sim, sei e aceito.
__ E que você estará disposta a mim 24 horas por dia e que posso lhe chamar a qualquer hora e que não pode se recusar, a não ser por um motivo justo?
__ Sim.
__ Sabes que de agora em diante viverás para me agradar e me satisfazer, e que seu prazer só será meu?
__ Sim.
__ Então você já pode ser minha escrava. De hoje em diante seguirás as minhas ordens. Não poderás ter outro homem, seja namorado ou seu Senhor.
Ela ouviu todo o meu discurso e em resposta consentia em tudo. A desamarrei e EU fiquei de pé, na sua frente. Ela me olhou da cabeça aos pés, admirando-me, senti que estava realmente satisfeita. Sua carinha demonstrava um pouco de vergonha e estava vermelha. Quando a vi assim, submissa, aos meus pés, não poderia deixar em branco e lhe dei logo um tapa para tirar do transe em que estava.
__ Você não tem o direito de sentir vergonha perante mim, entendeu?
__ Sim...
PAFT! Dei-lhe outro tapa, dessa vez mais forte.
__ Me chame de Dono ou Senhor de agora em diante, bem curvada para mim, como deve ser, está entendendo?
__ Sim Senhor, meu DONO, serei sua escrava de hoje em diante, FELIZ e muito SATISFEITA!
Assim iniciei Gláucia, que me serviu muito tempo, apenas se afastou de mim porque sua família foi embora para o Paraná e ela teria que ir junto para cuidar de sua mãezinha que já tinha idade avançada. Mas Gláucia me considera seu DONO ainda e, quando pode vêem a São Paulo avisa-me com antecedência, pedindo minha autorização para ter os momentos prazerosos de poder servir ao seu DONO, prazeres que nunca deixou de lembrar-se. Hoje ela sabe que tenho outras, mas me ama firmemente e não deseja saber quem é ou deixam de ser, apenas quer ter o PRAZER com o seu DONO e SENHOR, sendo-me completamente fiel.
Este CONTO garanto a vocês é a mais pura verdade!!! Quem sabe o que é a DOMinação saberá.
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Se desejarem receber outros contos de minha autoria, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com
ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus trabalhos.

 

 

 

 

 

História de um amigo que eu conheci aqui

Esta história não é minha, mas e fruto de uma longa troca de emails entre mim e um cara muito tímido e fantástico que eu conheci neste site. Ele me escreveu depois de ler um conto meu e nos passamos a trocar emails e aos poucos ele foi me contando coisas sobre ele que eu achei fantásticas e lindas. Depois de alguns meses de conversas, deixamos de nos corresponder, mas ele me inspirou a escrever esta história que é mais ou menos parecida com as histórias de vida que ele me contou. Escrevi em primeira pessoa, porque me deá tesão imaginar que eu pudesse ter tido uma história de iniciação com a dele, vamos lá:

Sou bissexual, bem resolvido, mas não assumido. Isso quer dizer que mantenho relações sexuais com mulheres (principalmente a minha esposa) e com homens (principalmente o meu sócio e amigo de infância). O sexo com meu amigo é algo bom e que já dura quase toda a minha vida e pra falar a verdade, sexualmente eu estou mais ligado a ele do que a qualquer outro ser humano.

Nossas esposas, certamente são amadas e bem cuidadas por nós. Não há hipocrisia nos sentimentos, acontece que, para nós é impossível obter todo o prazer que necessitamos somente em relações heterossexuais. Acho que depois de tantos anos de casamento, minha esposa sabe, ou pelo menos desconfia fortemente, do meu caso com meu melhor amigo, mas mesmo assim ela não diz nada. Acho que, de algum modo, no fundo do seu coração ela me entende. Eu, por minha vez, passo a vida agradecendo por ter encontrado uma mulher tão maravilhosa (alem de tudo ela é linda). Tenho certeza que o nosso jogo consiste em manter tudo como está. Eu não tenho a menor intenção de confessar nada e tenho certeza que ela não espera e nem quer isso de mim. Tudo está perfeito do jeito que é.

Alem do sexo com amigo, muitas vezes, eu sinto desejos homossexuais e sinto-me atraído por homens que eu vejo na rua ou em outros lugares. Adoro prestar atenção no volume entre as pernas dos homens que usam calças apertadas e gosto mais daqueles que estão na minha faixa etária, ao redor dos 45. Não vou dizer que sou santo e já tive experiências com outros homens e com outras mulheres também. Já experimentei prostitutas e prostitutos, saunas e casas de swing, mas isso foi há muito tempo, quando eu ainda não me conhecia direito.

Hoje, meu desejo se desenvolve na forma de fantasias que eu, às vezes reparto com meu amigo, costumamos ficar deitados, nus, assistindo filmes pornográficos homo ou bissexuais enquanto masturbamos lentamente um ao outro. Uma das diversões do meu amigo é encontrar contos eróticos gays que seja interessantes e bem escritos. Às vezes em me envia alguns por email. Bom! Hoje é o aniversário dele e resolvi contar a nossa história e publicar num site da Internet, ainda não sei qual.

Acho que eu não saberia dizer quando conheci meu amigo, acho que ele sempre existiu. Na verdade, nós nascemos e fomos criados na Mooca, numa daquelas ruas com casas velhas no meio do cheiro da poluição. Estudávamos numa escola que ficava e acho que ainda fica na rua da Mooca e sempre brincamos e fizemos tudo junto.

O desejo começou a surgir tão logo chegamos na puberdade. No começo eram seções de masturbação para nossas colegas de classe ou para a professora de francês. Estávamos na 5ª série do ginásio. Um dia, em plana sala de aula, meu amigo propôs uma brincadeira. Disse que se eu o deixasse ele passar a mão na minha bunda, ele também me deixava fazer a mesma coisa. Eu era muito novo, mas já sabia exatamente o que aquilo significava, sabia que teria que fazer em segredo, sabia que aquilo era coisa de viado, então eu tentei recusar e fiz um contra-proposta. Disse que topava, se ele me deixasse passar a mão primeiro.

Na nossa escola, as carteiras eram duplas e os alunos sentavam-se de dois em dois e eu me meu amigo, que sempre fomos meio bagunceiros, ficávamos sentados na última fileira, junto a parede dos fundos da classe.

Em reposta a minha contra-proposta, meu amigo se ajeitou na cadeira e ficou com uma parte da nádega direita para fora da cadeira e me disse para ter cuidado pra ninguém perceber.

Lembro que eu desloquei minha mão esquerda com cuidado para não ser percebido e, pela primeira vez na vida, tive um contato erótico com outra pessoa. As pontas dos meus dedos tocaram de leve a nádega do meu amigo e o acariciei em movimentos suaves, quase inexistentes, e circulares. Fazia tudo olhando para a professora para que ninguém percebesse e ele agia da mesma forma. Foram apenas alguns segundos, mas meu pau ficou completamente duro.

Depois dessa curta relação sexual, meu amigo voltou a sua posição normal na cadeira e eu retirei a minha mão. Eu sabia o que eu tinha que fazer naquela hora e fiquei morrendo de vergonha, pois seria a minha vez de oferecer a bunda. Coisas do tipo. Ai se meu pai ficar sabendo? Passaram pela minha cabeça, mas era tarde de mais. Meu código de honra de púbere sabia que eu tinha que retribuir o que o meu amigo fez por mim e então eu me arrastei discretamente pela cadeira até ficar com a metade esquerda da bunda para fora e imediatamente senti os dedos do meu amigo, assanhando-se lentamente, fazendo um carinho secreto e delicioso. Meu pau continuava duro e eu descobri que era tão gostoso passar a mão na bunda dele, quanto dar a minha pra ele alisar.

Foram alguns segundos e tudo acabou. Ninguém percebeu e nós continuamos como se nada tivesse acontecido, mas na saída da escola, nós fomos pra casa conversando sobre aquilo e cada um de nós fez elogios a bunda do outro. Fizemos elogios sinceros, mas fui eu quem teve a coragem de dizer que também achei gostosa dar a bunda pra ele passar a mão.

Eu falei isso esperando que ele retribuísse a confissão, mas não foi isso que aconteceu. Ele me disse que não contaria pra ninguém e que se eu quisesse, ele podia me passar a mão outras vezes. Fiquei meio sem jeito e não sabia bem o que dizer. Eu nunca tinha visto a mim mesmo como uma bichinha e eu sabia o que é isso. Na nossa rua tinha um garoto afeminado de uns 15 ou 16 anos e todos riam dele e até o ofendiam quando ele passava.

O problema é que eu já tinha confessado e meu amigo sabia que eu gostei de sentir a mão dele na bunda então eu acabei tentando escapar, mas não teve jeito. Nós fomos pra casa dele e ficamos na lavanderia, onde normalmente não ia ninguém e foi lá que o papel na dupla se desenvolveu. Eu me tornei o passivo, a menininha e ele era o menininho. Nós continuamos assim até os dezesseis anos, e depois disso, nossas transas passaram a ser mais completas e passamos a alternar a condição de passivo e ativo, mas de um modo geral, até hoje eu costumo ser passivo mais vezes do que ele. Depois eu conto por que.

Na infância, nós não íamos muito longe. A brincadeira tinha mais haver com passar a mão e encoxar, sempre usando roupas. Com o passar do tempo eu comecei a sentir vontade de beijar a boca dele e um dia eu arrisquei e fui bem recompensado. Depois disso, sempre arrumávamos tempo pra ficar esfregando os corpos um no outro e se beijando.
Não me lembro exatamente como foi, mas sei que teve um dia em que nós começamos a esfregar os paus um no outro enquanto nos beijávamos e nos abraçávmaos e ele gozou pela primeira vez comigo, melando a cueca. Antes disso, nós sempre gozávamos sozinhos, nos banheiros de nossas casas, através de masturbação, geralmente pensando nele.

Sei que, enquanto eu escrevo, parece até que eu era um menino gay, experimentando o inicio da sua vida sexual, mas isso não é bem assim. Tanto ele como eu, não nos víamos como gays. Nós também sentíamos tesão por garotas e começamos a namorar, dar os primeiros amassos com meninas. Nossa adolescência corria em todos os sentidos, do mesmo jeito que a adolescência dos outros garotos da Mooca. Mesmo a masturbação não era dedicada exclusivamente ao sexo homossexual. Eu tinha muito tesão pela Leninha, uma gata que morava na minha rua e que de vez em quando parecia estar interessada em mim.

Na maioria das vezes, eu pensava na minha relação com meu amigo, como se fosse uma válvula de escape, já que as garotas não estavam interessadas em dar pra gente. Então era isso, nós íamos pra escola, namorávamos, jogávamos bola e quando ficávamos cheios de tesão, íamos para a lavanderia da casa dele e ficávamos nos amassando contra a parede. Depois daquela vez que ele gozou, nós sempre ficávamos ralando até ele gozar e quase sempre isso acontecia com ele esfregando o pau na minha bunda. Eu lembro que eu adorava fazer ele gozar e aos poucos eu fui aprendendo a fazer isso cada vez melhor. Aprendi a esfregar a bunda, dar aquela rebolada clássica e como não poderia deixar de ser, hoje eu sei disso, um dia eu quis beijar o pau dele pra fora da cueca e acabei chupando até ele gozar na minha boca.

Claro, que depois disso, ele ficou completamente louco por mim e acho que durante uns seis meses pelo menos, nenhum de nós dois queria saber de nada, a não ser arrumar tempo e ir na lavanderia onde eu sempre chupava ele até levar esperma na boca. Eu nunca gozava fazendo nada nele, mas eu não dava a mínima pra isso. Fazer ele gozar, sempre foi mais importante do que eu mesmo gozar. Depois de um tempo, eu aprendi a bater punheta enquanto ficava meio ajoelhado na frente dele e muitas vezes nós gozamos juntos, ele na minha boca e eu na punheta.

Com o tempo, essa brincadeira foi esmorecendo e eu comecei a ficar mais envergonhado, assim que a Leninha topou namorar comigo. Eu já tinha tido outras namoradas, mas a Leninha era a mais bonita de todas e eu estava começando a achar que essa coisa de chupar o pau dele tinha que acabar e então nós continuamos amigos, mas eu escapava um pouco das chupadas da lavanderia. Não é que tivesse acabado de vez, mas diminuiu bastante.

A Leninha era filha do dono da imobiliária e estava começando a trabalhar com o pai, então tinha acesso à chaves de casas vazias e nós íamos namorar nessas casas. Quando comparado com o meu relacionamento com meu amigo, eu e Leninha tínhamos um namoro às antigas. Ficávamos um pouco, às vezes, nalguma velha casa e ela me deixava acariciar a bunda, mas nunca passou de beijos abraços e passadas de mão por cima da roupa.

O meu amigo, também arrumou uma namorada e era comum nós ficarmos batendo papo nos sábados a tarde, em frente a casa da Leninha e numa dessas vezes, a namorada do meu amigo perguntou se não dava pra arrumar a chave de algum apartamento onde a gente pudesse namorar a vontade. Não que ela e meu amigo fossem muito mais longe do que eu, mas naquele tempo, até os beijos, abraços e passadas de mão tinham que rolar meio escondido.

Naquele mesmo sábado, nós fomos para um apartamento no centro da cidade, acho que ficava na Rua Boa Vista e era um escritório que estava pra alugar. Ficava no 15º andar de um prédio muito antigo e o elevador era a coisa mais lenta que dá pra imaginar. Era um daqueles elevadores que a gente tinha que fechar a porta com mão e depois ele ia se arrastando lentamente até o 15º andar. Não que isso fosse problema pra gente, assim que entramos no prédio, eram umas três da tarde e a maioria dos escritórios já tinha fechado. A Leninha cumprimentou o porteiro e disse que ia mostrar o escritório pra gente. Duvido que o porteiro tenha acreditado, mas também não criou caso.

Nós subimos nos ralando intensamente, cada casal num canto do elevador. Tudo completamente heterossexual e com todo a sinceridade, eu estava subindo pelas paredes de tesão pela Laninha, naquela momento eu não estava nem aí pro meu amigo. Só queria comer a Leninha e finalmente perder o meu maldito cabaço.

Quando chegamos no velho escritório, estava tudo muito claro e sem janelas nem cortinas. Não havia nada, exceto um carpete no chão e eu já fui puxando a Leninha para um dos cômodos e dizendo ao meu amigo para ficar com o outro. Nada disso, as meninas já tinham combinado, não sei quando, que todo mundo ia ficar no mesmo cômodo e que ninguém ia tirar a roupa.

Quando eu reclamei a Leninha me disse, que seria melhor que os outros dias, porque ela não ia regular nada, desde que fosse de roupa. Me conformei.

Começamos a nos ralar loucamente num dos cantos enquanto meu amigo e a namorada dele ficavam no outro lado. Eu beijava, abraçava, passava a mão na bunda, mas naquele dia eu já podia ir mais longe. Comecei a alisar a buceta dela e tudo bem, depois fui esfregando o dedo com força, pra cima e pra baixa na vagina dela, sempre por cima da calça, e ela adorava. Era visível o tesão que ela estava sentindo. A única hora que ela pareceu recuar foi quando eu coloquei a mão dela sobre o meu pau duro, mas aí eu mostrei que o outro casal estava fazendo exatamente aquilo, ou seja, um esfregando o genital do outro por cima da roupa, então lá fomos nós e foi ficando cada vez mais gostoso.

Mas já que este é um conto gay, vamos deixar a mulherada de lado e ir direto ao ponto. Depois de meia hora naquela esfregação de alto nível, não tava dando mais pra segurar a onda. Eu tinha que comer a Leninha e não sabia como fazer. Tentava enfiar a mão por dentro da blusa, tentava enfiar a mão por dentro da calça, mas que nada, ela deixava um pouquinho e depois acabava com a festa.

Teve uma hora que o meu amigo se levantou e se ofereceu pra comprar coca-cola e perguntou se eu não tava a fim de descer com ele. As meninas não pareceram se importar porque eu acho que elas queriam um tempinho pra ficar menos molhadnhas e poderem resistir mais as nossas investidas.

Quando nós chegamos na frente do elevador, meu amigo já me disse que não tava mais agüentando, ele tinha que gozar se não ia estourar de tesão e me pediu pra dar uma chupada quando a gente entrasse no elevador. Eu disse que não ia dar tempo, mas ele falou que o elevador demorava bastante (naquele tempo não tinha câmera em elevador), então não deu outra.

Assim que a porta do elevador se fechou ele já estava com aquele pau duro pra fora da calça e eu não perdi tempo, ajoelhei e comecei a chupar ali mesmo. A única coisa que passava pela minha cabeça era: Ai que delícia de pintão! Eu nem lembrava que a Leninha existia. De fato, eu estava me sentindo vingado, pois já que ela não me deixava chupar a buceta dela, eu ia chupar aquele caralho delicioso. Abocanhei com tudo e fiz de tudo para o meu amigo me encher a boca de porra, que eu já estava com saudades, mas não teve jeito. O elevador chegou e nós tivemos que interromper a brincadeira.

Compramos as cocas e voltamos pro prédio e no elevador, comecei tudo de novo. Nem o esperei por pra fora, já fui abrindo o zíper e abocanhando, mas outra vez não levei porra na boca. O elevador foi mais rápido que o meu amigo, depois eu fiquei sabendo que ele estava meio encanado, com medo do elevador parar em algum andar e sermos pegos.

No escritório estavam a Leninha e a namorada do meu amigo, esperando por nós, trocamos uns beijos e depois bebemos as cocas. Depois disso, parece que a coisa tinha ficado mais fria, as meninas começaram a dizer que tinham que voltar pra casa e bla-bla-blá, já viu. Ninguém comeu ninguém.

Fomos andando do centro de São Paulo até a Mooca e acompanhamos as meninas até a casa delas, depois, olhamos um pra cara do outro e já sabíamos o que íamos fazer. Lavanderia.

Chegamos lá e eu já fui me ajoelhando, enquanto ele ficava reclamando das meninas que eram muito reguladas e me elogiando, por que eu sempre dava prazer pra ele. Ele disse que preferia ficar comigo do que com a namorada e eu ali, só no boquete, esperando sentir a porra na boca. Não via a hora.

TVE uma hora que ele tirou o pau e me disse:

- Dá pra mim.

Eu fiquei meio grilado, pois isso era a única coisa que faltava pra eu virar viado de vez. Meu cu ainda era virgem e eu sabia que o pau do meu amigo também era. Fiquei parado sem falar nada e nem chupar por um tempinho e meu amigo também não disse nada.

Sei que parece esquisito alguém repassar a vida inteira antes de dar a bunda, mas foi isso que eu fiz. Pensei bem, seu eu ia mesmo querer ser viado e conclui que não tinha jeito. Se não fosse aquele dia, ia ser outro dia, se não fosse com ele, ia ser com outro homem, mas eu percebi que eu ia querer fazer com homens pelo resto da minha vida. Vou ser sincero, teve muitas vezes na vida em que eu pensei que me arrependia daquela decisão, mas no fundo eu sempre soube e ainda sei que gosto de dar prazer sexual para homens e naquele dia, meu amigo ia ser meu homem.

Levantei-me e abaixei as calças até os tornozelos e fiquei de quatro pra ele, de propósito enquanto acabava de tirar a minha calça. Ele também tirou a dele enquanto acariciava a minha bunda nua, era a primeira vez que eu sentia a mão dele acariciando meu rego aberto. Depois coloquei as duas mãos contra a parede e abri bem as pernas enquanto ele se ajoelhou atrás de mim e lambeu meu cu.

Nunca, nada, que eu tivesse sentido até aquele momento, se igualava ao tesão, a paixão, a intensidade do prazer de sentir a ponta da língua dele penetrando meu ânus. Eu tinha tanta certeza que aquele era o meu destino, que pelo menos naquele momento, não havia dúvida ou medo do futuro que me aguardava como viado. Aquilo era tudo que eu queria

Depois ele se levantou e encostou o pau no meu ânus e ajeitou as minhas pernas para que nossas alturas combinassem, quando ele colocou uma das mão na minha cintura e com a outra aprumou o pau para se encaixar com perfeição, eu senti uma tesão que superou até mesmo o de ser chupado no cu. Segurei com força na parede, pois sabia que ia doer.

Ele enfiou, o pau foi entrando lentamente em mim e eu sentia dor, sentia sim, mas não sei explicar o que me aconteceu, pois a dor me dava ainda mais prazer. Eu me sentia possuído, eu me sentia eu mesmo enquanto dava prazer ao meu homem. Eu estava orgulhoso por dar a ele o que sua namorada tinha lhe recusado. O pau entrou até o fundo. Senti ele agarrando as minhas ancas e me puxando com uma força descomunal contra o pau dele, que nessa altura já estava entalado até quase as bolas. Eu quase chorei de felicidade ao sentir meu homem tomando conta do meu corpo e então percebi que ele estava gozando.

Sei que muitos diriam que uma ejaculação precoce não é exatamente o sonha de uma bichinha recém desvirginada, mas para mim era tão bom como se fossem horas de foda. Meu homem tinha gozado dentro de mim e aquilo era o bastante pra mim. Nós nos tornamos amantes e ainda somos, 30 anos depois, somos sócios em um escritório de contabilidade e moramos no mesmo prédio. Cada um de nós tem sua própria família e cada um de nós teve suas dores, prazeres, dúvidas, ao longo da vida.

Hoje, eu sei que sou bissexual, e vivo bem, esta vida dupla e escondida, meio escondida, e para minha sorte, depois dessa primeira vez, ele me comeu inúmeras outras, algumas delas duraram horas. Mas aquela primeira, que levou somente um segundo, foi a mais importante, pois me mostrou o quanto esse homem me desejava.

Depois ele ainda aprendeu a me ajudar a gozar, na boca dele ou do lado de fora da bunda, mas nunca deu o cu pra mim e pra ser sincero, eu não faço questão. Eu continuo sendo o cara que sente mais prazer em fazer gozar do que gozar.

Beijos para todos e sobretudo pra você.

Cláudio

O meu primeiro amor como cd

No meu tempo de cursinho eu era um dos caras mais disputados pelas meninas da escola. Surfista sarado, sempre bronzeado, cabelos negros longos até os ombros, alto com um belo par de olhos verdes num rosto de traços delicados. Eu era o "gatinho" do cursinho por quem as meninas suspiravam. A minha popularidade junto ao público feminino só perdia para o "Gatão" da escola, o Hans. Filho de diplomata escandinavo, o Hans, também surfista, era como um deus viking. Mais alto do que eu, loiro, olhos azuis, de ombros largos e musculosos, todo coberto de pelos loiros que contrastavam com a pele bronzeada do sol de praia. Hans e eu estudávamos na mesma sala, sentávamos juntos, lado a lado, com a turma do fundão e formávamos a dupla dos sonhos das mulheres da nossa turma. O assedio feminino e a rivalidade com os demais caras do cursinho, sempre enciumados conosco, fez com que tornássemos bons amigos. Estudávamos, paquerávamos e íamos para as baladas sempre juntos. Muitas vezes compartilhávamos até as mesmas garotas em festinhas a quatro, verdadeiras surubas de troca de pares, às vezes em drive-ins ou em motéis.

Em meados de setembro o cursinho costumava dar uma semana de folga para os estudantes do extensivo. Um tipo de "semana do saco cheio". O Hans estava muito cansado e resolveu ir para casa de praia da família em Angra. A casa estaria vazia. A sua idéia era somente mar, sol, windsurfe e nada mais. Ele me convidou para ir também já que totalmente sozinho seria chato de mais. Aceitei prontamente o convite e lá fomo nós.

Chegamos a noite. A casa era maravilhosa e ficava numa ilha praticamente deserta. Além de nós, lá estavam somente os empregados, como a cozinheira, a empregada, o caseiro e um segurança. Estávamos bem cansados da viagem e após jantarmos fomos logo dormir. O Hans sugeriu, para um melhor conforto e liberdade, que eu ficasse no quarto da sua irmã, que estava estudando nos Estados Unidos. No quarto, após desfazer as malas, deparei-me com algumas roupas da sua irmã, como biquínis bem cavadinhos, pois o fio dental era a moda da época, vestidinhos de praia curtíssimos, cangas, calcinhas, sutiãs, shortinhos e numa das gavetas achei ainda babydolls, corsets, cinta liga, meias 7/8, etc. A irmã do Hans costumava dar escapas para essa casa em Angra com os seus namorados e provavelmente deixou esse "enxoval" já que a maioria das peças não teria utilidade nos EUA. Para mim que desde pequeno sempre fui fascinado pelas roupas femininas era um sonho ter tudo aquilo disponível na total privacidade do meu quarto. Naquela noite eu praticamente não dormi. Experimentei tudo o que havia ali, incluindo até um modess dentro da calcinha. Quando finalmente me rendi ao sono fui deitar de calcinha, sutiã e baby doll. Que delícia!

Na manhã seguinte encontrei o Hans na cozinha já tomando o café. O Hans perguntou-me se eu havia dormido bem já que ele levantou a noite para tomar água e viu pela janela do quarto a luz acesa. Eu gelei. Será que ele tinha me visto travestido? Não poderia ser. As cortinas tampavam as janelas e a porta estava trancada. Eu desconversei e disse que havia estranhado a cama. Após o café, fomos aproveitar aquela praia paradisíaca. Nadamos, andamos por quilômetros, tomamos muito sol. Num certo momento o Hans resolveu tirar toda a roupa para sentir o sol e o mar totalmente em pêlo. Eu fiz o mesmo e foi delicioso. O sentimento de liberdade e privacidade era demais. Depois de muita atividade ficamos os dois deitados desfalecidos, cada qual na sua toalha, morgados pelo suave sol de setembro. De olhos fechados eu recordava como eu fiquei linda na noite passada vestida com as roupas da irmã do Hans. Fiquei imaginado que à noite eu estaria novamente sozinha com todas aquelas roupas sexy. Fiquei bastante excitada e planejei que naquela noite iria usar maquiagem e bijuterias também. Eu queria ficar uma perfeita mulherzinha. Era pena não haver um consolo de borracha para que o meu deleite ser ainda maior. Com esses pensamentos na cabeça e cheio de excitação imaginando-me mulher, olhei para o Hans que dormia ao meu lado. Aquele macho lindo, másculo e bem maior do que eu, atiçava as minhas fantasias. Comecei a imaginar eu todinha produzida sendo bolinada pelo Hans, o número um das menininhas do cursinho. Ai, que tesão gostoso e diferente comecei sentir.

Já cheios de sol e mar voltamos para a casa. Tomamos uma ducha fria ao lado da piscina e fomos almoçar lá pelas quatro da tarde. Os empregados da casa eram discretíssimos deixando-nos sempre a sós. O que me intrigava era que quando tínhamos contatos com as mulheres da casa elas sempre me olhavam de forma meio estranha. Comentei isso com o Hans e ele me contou que a irmã dele fazia muitas festinhas por lá. Verdadeiras orgias na praia, pela casa e principalmente na piscina. Os empregados estavam acostumados e talvez até estranhassem quando tinham hospedes na casa tão comportados como nós. Imaginando as orgias da irmã do Hans, que provavelmente rolaram na cama que eu dormiria, aflorou ainda mais o meu lado feminino. Eu não via a hora de ir "dormir". À noite, após o jantar, fui logo dizendo boa noite e dirigindo-me para o quarto. O Hans estranhou muito e ficou na varando lendo revistas.

Naquela noite eu me montei o melhor que pude usando a maquiagem, presilhas no cabelo e demais adereços. Fiquei com um rosto bem feminino. Vesti a calcinha fio dental, sutiã, cinta liga, meias 7/8 e o corset, todos pretos. Por cima de tudo pus um vestido preto longo, mas com uma abertura na perna que ia até a calcinha. O clavage nos meus peitos grandes ajudou muito, mas para melhorar o visual pus ainda, como enchimento, algumas meias. Ainda bem que apesar dos peitos grandes o resto do corpo sempre foi franzino. Quando me olhei no espelho, tomei um susto. Eu estava uma linda mulher. A única coisa que realmente atrapalhava eram os pêlos das pernas, já que no resto do corpo, inclusive no rosto, eu praticamente não tinha pêlos. Infelizmente esse era um detalhe que eu não podia mudar o que me frustrou muito. Nessa segunda noite perdi a conta de quantas vezes eu me masturbei, sempre fantasiando com o Hans.

Na manhã seguinte acordei cansada e bem tarde, lá pelas 11hs. Pus o meu "bermudão" de surfista, mas não resistindo, por baixo, vesti um biquíni fio dental branco. Eu não queira parar de sentir aquela doce sensação de algo enterrado no meu bumbum. O Hans aguardava-me na praia já há muito tempo. Assim que cheguei na areia ele me perguntou se a "noitada" tinha sido boa para eu acordar assim tão tarde. Achei a pergunta estranha e comecei a desconfiar que ele sabia de alguma coisa, mas isso era impossível, pois estive sempre trancada e sozinha no quarto. Eu retruquei que afinal era para isso que nós tínhamos vindo, ou seja, descansar. Ele deu um risinho maroto dizendo: é isso aí. Nesse segundo dia de praia o Hans tirou logo o seu bermudão e sunga, ficando nu. Fiz o mesmo, mas tirando tudo de uma só vez para ele não ver o que eu vestia por baixo da bermuda. O dia estava quente e ficamos lá morgando sob o sol. Para relaxarmos tomávamos muitas caipirinhas que o caseiro nos servia a todo a hora. Antes de irmos para nadar, fizemos uma longa caminhada. Quando voltamos tomamos mais caipirinhas e logo caímos na água. No mar, já meio alto, o Hans começou a brincar de me dar caldo e volta e meia ele mergulhava para me agarrar por traz e afundar a minha cabeça. Assim que eu lutando me livrava dele lá vinha ele de novo me dominando com facilidade já que ele era maior e mais forte do que eu. Solto pelo álcool, extasiado pela liberdade de nadar nu numa praia deserta, fui deixando me levar pela excitação. A cada nova investida dele ele eu oferecia menos resistência. Ele me agarrava tentando brincar e eu me imaginava vestida de biquíni fantasiando que estava sendo estuprada por aquele homem que se tornou o meu objeto de desejo. Ele começou também a brincar de me enconchar em cada caldo. Ele dizia que como não tinha mulher por ali eu ia ser a putinha dele. Eu protestava dizendo: "pega aqui no meu cacete, seu bundão!" Eu fingia, que por estar bêbado, não conseguir desvencilhar-me dele. Ainda bem que ele não percebeu a minha excitação e ereção do meu membro.

Depois da brincadeira, recompostos, voltamos para areia. Já era fim de tarde. Vestimos a nossa roupa e voltamos para a casa. Que delícia sentir o meu biquininho entrando de novo entre as minhas nádegas. Antes de tomarmos a ducha de água quentinha no cano que ficou o dia todo sob o sol, tomamos mais algumas caipirinhas. A essa altura eu já estava bem embriagado e sem muito controle do que fazia. O Hans levantou-se e foi para a ducha primeiro. Tirou toda a roupa e percebendo que eu não tirava os olhos dele, começou a esfregar o sabonete bem devagar exibindo o seu corpo de macho para mim. Depois passou a usar o sabonete para esfregar o seu pau e o saco sem parar até que o seu membro estar bem ereto. Ele estava a me provocar descaradamente. Eu estava paralisado, num misto de excitação e susto. Tinha medo de lançar-me em algo que sempre desejei, mas nunca havia feito. Eu não queria cruzar além a linha da fantasia e do prazer de só vestir-me de mulher. Xinguei ele de viado e parei de olhar. Ele retrucou que sabia que eu gostava, mas talvez temendo expor os seus desejos parou a bolinação no seu pau. Ele sentou-me ao meu lado e eu imediatamente levantei-me e fui para a ducha. Não queira ficar do lado dele com medo de ficar ainda mais excitada, perder o controle e fazer alguma besteira. Havia uma certa tensão no ar. O meu instinto já sabia que daqui para frente alguma coisa iria acontecer. Estávamos ainda no segundo dia das nossas férias e de forma inusitada o Hans estava realmente flertando comigo. Eu não sabia o que fazer, pois não estava preparada para esse tipo de comportamento dele. Eu podia controlar as minhas fantasias e desejos, mas jamais iria supor que ele, o Hans, um dos caras mais machão que eu conhecia iria me assediar. O pior e que não tinha como fugir daquela situação. Enquanto eu estava sob a ducha, mesmo bêbada, tentava me controlar e pensar em como agir frente aos seus assédios caso a suas brincadeiras fossem longe demais. Ainda meio alta pela bebida e amortecida pela água morna da ducha, continuei o meu banho pensando em como barrar qualquer provável investida do Hans. Estava até disposta a parar as minhas brincadeiras solitárias de mulherzinha das últimas noites. Talvez assim, o Hans não me deixasse desconcertada e nem excitada com as suas insinuações. Eu estava com muito medo de soltar a "franguinha" que sempre viveu debaixo da minha carcaça de garanhão. Absorta nos meus pensamentos e meio zonza pelo álcool tirei a bermuda e fiquei lá no banho de sunga. Imaginava eu estar de sunga. Naquele instante eu esqueci que estava de biquíni fio dental. De repente, senti as mãos do Hans massageando os meus ombros. O Hans sempre foi ligado em do-in e outros esoterismos orientais. Ele começou a falar para mim que eu devia esquecer as brincadeiras dele, pois eram apenas brincadeiras. Essas palavras dele me deram segurança e eu fui relaxando o medo e a tensão. O álcool, o calor da água e a massagem do Hans me levaram para um outro estado de consciência e relaxamento. Eu não percebia que tudo isso me inebriava e que uma sensação de torpor tomava o meu corpo. O Hans aproximou o seu corpo do meu. Uma das suas mãos começou a alisar a minha barriga e depois subiu para os meus peitos. A outra mão subia pelas minhas coxas, lentamente até a bunda. Quando a sua mão esfregou indecentemente a minha bunda eu percebi que eu estava de biquíni e não de sunga. Eu tinha me revelado. A essa altura o membro do Hans estava duríssimo e roçando entre as minhas pernas. Fiquei em estado de choque e quase entrei em pânico, mas estava paralisada pela surpresa de suas ações. O Hans, senhor total da situação, começou a chupar a minha nuca e a sussurrar no meu ouvido. Ele chamava-me de tesão. Ele falava que era meu amigo incondicional. Dizia para eu me soltar que estávamos sozinhos lá e que devíamos liberar os nosso desejos. As minhas pernas tremiam de tesão e eu me sentia fraca de mais para reagir. Fui caindo no domínio daquele homem. A mulher que eu sou aflorava suavemente, mas de forma imperativa. O Hans desceu a sua mão dos meus peitos e deslizou até o meu sexo. Só então eu percebi que o meu membro estava duríssimo como pedra. O Hans estava me mostrando o quanto o meu corpo denunciava os meus desejos. Tentei olhar para traz para ver o seu rosto e assim acreditar que tudo aquilo estava realmente acontecendo. Olhei nos seus olhos e ele novamente, antecipando as minhas reações, beijou a minha boca. Foi como se um raio tivesse me atingido. A mão do Hans no meio pênis, o seu cacete encoxando a minha bunda e a sua língua invadindo a minha boca tirou de mim os últimos resquícios de masculinidade e de resistência. Retribui com furor o seu beijo. Ele continuou a bolinar suavemente o meu pênis dizendo no meu ouvido: "Ah que bocetinha gostosa". A sua outra mão já puxava o biquíni para o lado e seus dedos entravam pela porta do meu buraquinho. Outro beijo. Eu já estava desesperada de tesão por aquele homem. Naquele momento eu me sentia totalmente mulher.

O Hans pegou a minha mão e conduziu-me para o meu quarto. Sentado na cama, enquanto ele me beijava, ele puxou a minha mão para o seu membro. Era enorme. Eu já suspirava só de segurar aquele pinto nas minhas mãos. O Hans levantou-se e me segurou pelos cabelos ordenando: Chupa o meu pau sua putinha! Eu ajoelhei-me a seus pés, debrucei as minhas mãos sobre as suas coxas musculosas e comecei a abocanhar aquele mastro enorme. A sensação era incrivelmente deliciosa. Eu me sentia totalmente submissa tentando dar o máximo de prazer para o meu homem. O Hans, cada vez mais excitado, iniciou um vai e vem puxando e empurrando a minha cabeça com as suas mãos grandes. Eu era um objeto a mercê do seu prazer (ou do meu prazer?). O ritmo aumentou e eu, já ansiosa, preparava-me para receber uma cachoeira de leite na boca. O Hans então, subitamente, parou, me puxou para cima e virou-me de costas para ele. Eu instintivamente inclinei-me apoiando as mãos sobre a cama. Oferecida, empinei o meu traseiro para traz. Confesso que eu esperava mais preliminares, mas o Hans, estava louco e descontrolado. Com medo da sua força, muito superior a minha, eu fazia o que ele mandava incondicionalmente. Ele puxou o biquíni para baixo. Ui, que gostoso! E logo meteu a sua língua no meu reginho. Eu tremia muito, suspirava de tesão e confessava os meus desejos de mulher, dizendo: "Ai meu macho, meu tesão, me lambe toda. Ai, é disso que eu gosto, de homem, de macho. Me fode, me faz mulher." O Hans esfregou hidratante no meu bumbum e a seguir enfiou os seus dedos nas minhas entranhas. Eu gemia muito, pois a sensação e o tesão eram intensos demais. Ele no vai e vem dos seus dedos debruçou-se sobre mim e chupava a minha nuca e orelha. Ele dizia: "Vou te comer toda. Vou te foder sua putinha. Vou te fazer minha cadelinha". Eu não agüentando mais gozei com as suas palavras, com as suas coxas me apertando, com o seu corpo de macho sobre o meu e os seus dedos me violando. Ele rindo maliciosamente disse: "Que putinha tá gozando só de sentir o seu macho brincado com o dedinho é?" Eu retrucava: "Ai meu amor, eu já me sinto fodida por você. Já me sinto tua mulher". Mais bolinação de dedos e gozei novamente. Ele continuava a tortura de bolinação, de baixarias no meu ouvido e agora dava tapas na minha bunda quando me chamava de puta. Louca de tesão eu implorava que ele me penetrasse, não sei se pelo tesão ou pela dor dos tapas daquele gigante. Finalmente ele foi me penetrando com maestria, bem devagar, mas de forma segura e constante. Eu gemia de dor, mas o tesão era tão grande que eu empurrava a minha bunda para traz tentando enfiar tudo o que eu tinha direito. Assim que eu estava totalmente preenchida, ele ficou parado por alguns instantes dizendo mais coisinhas para mim. Ele perguntava. "Tá gostando de ser minha putinha, benzinho?" E eu respondia: "Ai amor, estou gostando demais. Eu te quero muito meu macho, meu homem. Goza em mim, goza". Eu tentava segurar um novo gozo, mas em vão, gozei mais uma vez. Ele, a seguir, começou o vai e vem bem devagar. O ritmo foi pouco a pouco aumentando entre tapas no bumbum e mordiscadas na nuca e orelhas. Eu já não agüentava mais, mas ainda me esforçava empurrando meu traseiro para traz. Quase sem forças as minhas pernas começavam a dobrar, mas o Hans me segurava. A essa altura ele urrava, tirava e puxava os meus quadris sem dó. Eu estava a ponto desfalecer, pois não agüentava gozar mais e nem mesmo continuar de pé. Finalmente, urrando muito e me batendo fortes tapas no bumbum ele gozou muito, enterrando o seu pau e levantando-me para cima. Parecia que eu seria rasgada ao meio e surpreendentemente, também gozei novamente. O meu gozou desta vez foi longo e intenso, mas sem ejaculação, pois eu não tinha mais nem uma gota. Nunca na minha vida eu tinha sentido um prazer tão forte. O Hans empurrou-me sobre a cama e ficamos lá deitados, quase desfalecidos, com ele sobre mim. O seu membro semiduro ainda enterrado na minha "buceta". Depois dessa verdadeira catarse, dormimos juntinhos na minha cama. Abraçadinhos, trocávamos beijos e caricias como dois velhos amantes, enquanto jazíamos naquela cama de putaria e amor. Ainda estávamos no segundo dia de férias, ou melhor, de "Lua de Mel", mas o resto da estória fica para a parte dois.

Parte II

Acordei na manhã seguinte com um pouco de ressaca da bebedeira. O Hans dormia ao meu lado. Estava meio tonta e constrangida com tudo o que aconteceu. Preocupada eu indagava. Como seria a nossa amizade daqui para frente? Seria a minha masculinidade comprometida depois dessa minha entrega? Levantei-me para tirar o biquíni quando o Hans acordou. Ele levantou-se todo sorridente e deu-me um beijo na testa.

_Bom dia, Bruninha.

Eu fiquei ainda mais embaraçada por ser chamada de Bruna ao invés de Bruno.

_Olha, Hans, não é nada disso que você está pensando. Eu não sou homossexual e não quero mais esse tipo de relação. Eu gosto de mulher, você sabe disso. O Hans alegre e de alto astral perguntou-me.

_Você gosta de vestir esse fio dental?

_Sim, mas eu não sou...

_Eu sei que você não é viado. Já estive em muitas baladas contigo.Além do mais quando você está como Bruna você não é homem e sim mulher, não é?

_Olha Hans eu não sei o que você está pensando, mas...

_ Não tem, mas, mas. Vocês brasileiros são muito preconceituosos e preocupados demais com a masculinidade. Nós escandinavos, bem mais liberais, não temos nenhum problema em curtir os nossos desejos sexuais. Relaxe! Eu gostei bastante e não estou nem aí. Afinal eu te desejei e o você era um homem vestido de mulher, certo? E daí, qual é o problema? Tenho certeza, que a despeito disso tudo, vamos continuar azarando as gatinhas, como dois garanhões que somos. Sabe, acho que somos privilegiados porque além de curtir a mulherada podemos também ter outros tipos de prazeres. Isso é um privilégio e não um problema. Tem muito machão por aí que não consegue nem ter prazer sexual direito com as mulheres. Nós, ao contrário somos afortunados, pois podemos ter mais de um tipo de prazer.

O Hans com aquelas palavras demonstrava uma segurança incrível. Fiquei mais calma e acreditei nele. Ele tinha razão. Eu tenho uma mulher dentro de mim, isso ficou claro, mas era um homem também. O Hans prosseguiu.

_ Além do mais, que legal que isso aconteceu entre a gente, dois amigões do peito, que jamais fariam qualquer coisa que prejudicasse a amizade. Não é melhor assim, que o seu lado mulher e o meu desejo por alguém travestido tenha sido entre nós?

_Sim, você tem razão.

_ Se você acha que eu tenho razão vamos tomar banho juntos, mas como dois homens, sem rolar nada. Depois disso a gente conversa sobre esse assunto novamente.

Fomos juntos para a ducha. O Hans começou a falar sobre outros assuntos sobre a turma do cursinho e do seu stress pré-vestibular e outras amenidades. Eu esqueci o ocorrido e tudo pareceu ter voltado ao normal. Saímos do banheiro e no quarto peguei a minha bermuda e a camiseta para vestir. Foi então que o Hans interveio.

_Olha, como eu te disse, eu gostei muito da Bruna. Eu gostaria muito se ela ficasse até a semana terminar como a minha namorada, em tempo integral ou parcial. Agora é com você. O que você decidir eu vou respeitar, mas pense bem, pois temos uma oportunidade única de explorarmos os nossos desejos sem censura, com privacidade e segurança. A menos que você não confie em mim.

_ Agora vendo como você está tirando de letra essa situação, eu confio ainda mais.

_Ok, eu vou descer então e te esperar para o café. Você vir como Bruna ou Bruno. Vou torcer pela Bruna. Não se preocupe com os criados, pois são discretíssimos e estão acostumados com qualquer tipo de coisa.

Fiquei sozinha pensativa por algum tempo lutando entre o desejo e o medo do desconhecido. Comecei então a analisar todas as roupinhas da irmã do Hans, o mundinho feminino daquele quarto. Comecei a ficar excitada e impulsivamente vesti um biquininho amarelinho, fio dental. Ajeitei o quanto pude a peça de cima do biquíni. Pus uma tiara amarela nos cabelos. Com muito cuidado, passando a gilette, retirei todos os pelos das minhas pernas, bunda e nas axilas. Depois usei e abusei de cremes para amaciar a pele da irmã do Hans. Pintei as unhas dos pés e mãos de vermelho vivo. Acrescentei um batom vermelho forte nos lábios. Acertei as sobrancelhas com lápis e passei sombras nos olhos. Por fim vesti uma canga amarela alaranjada, curtinha e aberta do lado para exibir as minhas pernas depiladas. Um par brincos de pressão de conchinhas, colarzinho de ossinhos de tubarão e pulseiras de argolas de casca de tartaruga, completaram o visual de ratinha de praia. O resultado final, comprovei no espelho, foi fantástico. Nascia ali a Bruna, agora uma mulher decidida e assumida.

O Hans quando me viu descendo a escada, rebolando suavemente, engasgou de susto o café que tomava.

_ Oi amor, demorei muito? Eu sou uma dorminhoca, né, benzinho?

_ Não meu bem, vale a pena esperar por você. Tome logo o seu café para irmos bronzear e marcar esse corpinho de mulherzinha gostosa. Estou doido para passar o bronzeador nessas pernas.

Foi um dia maravilhoso. Eu agia o tempo todo como mulher. Passeamos de mãos dadas. Tomei banho de sol com o biquíni e ganhei as tão invejadas marquinhas no bumbum e nos peitinhos. O Hans me deu um trato de bronzeador que me deixou excitadíssima. Se não fosse o segurança estar na praia eu teria implorado para ser fodida ali mesmo. No mar ele me agarrou e ficamos malhando o tempo todo em beijos e abraços apaixonados. Eu me esqueci completamente da minha masculinidade. Eu era a mulher do Hans, apaixonada e totalmente entregue ao meu homem. Voltamos para areia agora deserta. O Hans me abraçou novamente e trocamos um longo beijo. Ele pegou as minhas mãos e levou até o seu pau duríssimo. Enquanto uma das suas mãos alisava as minhas costas a outra esfregava indecentemente a minha bunda. Quando ele terminou o beijo me deu tapa na bunda - Ai! - tirou o calção e disse:

_Ajoelha e chupa meu cacete sua vagabunda.

Eu mais do que depressa entrei na brincadeira e cai de joelhos. Peguei o seu membro e inicie uma chupetinha bem vagarosa, enfiando e tirando a sua glande na minha boca. Com a outra mão eu ora apertava levemente o seu saco, ora alisava a suas pernas loiras e musculosas. O Hans gemia. Fui aumentando o vaivém, enfiando o seu pau cada vez mais fundo, até que sentindo a iminência do seu gozo, enterrei tudo até a sua glande tocar a minha garganta. Ele urrando gozou. Um gozo longo e farto. Eu estava com a boca cheia da porra do meu homem, quando ele me puxou para um beijo. Juntos, saberemos aquele leite.

O Hans era assim, um doce de homem. Tratava-me como uma princesa, mas quando transávamos, ele era dominador e me fodia como uma puta. Cansada, deitei-me de bruços sobre a toalha com o Hans do meu lado. Ficamos ali deitados. Ele me acariciava, beijava as minhas costas e nuca, passava a mão nas minhas pernas e bunda. Fui ficando excitada e ele já estava duro de novo. Ele tirou com violência o meu biquíni, pós uma toalha dobrada embaixo dos meus quadris e encharcou o meu reguinho com hidratante. Os seus dedos invadiram-me e ele manipulava o meu ânus, alargando as paredes. Ele dizia:

_Vamos relaxa essa boceta, vagabunda.

Um tapa forte nas nádegas me excitou ainda mais. Ai, como eu gosto de apanhar desse homem. Excitadíssima, comecei a suplicar para ser penetrada logo. O Hans ajoelhou-se atrás de mim, abriu as minhas pernas e em seguida puxou para os lados as minhas nádegas me expondo toda para ele. Ele deitou-se sobre mim colocando a cabeça do pau na entrada do meu buraquinho. Ter aquele homem grande, pesado e musculoso deitado sobre mim era um sonho. Ele então de forma autoritária, ordenou.

_Tá gostando, cadela? Pede para eu te meter, pede!

_Ai, amor, mete, mete tudo. Come a sua puta. Sou tua, toda sua. Por favor, mete logo que eu não posso mais viver sem esse caralho dentro de mim.

Ele agarrou as nádegas e iniciou a penetração. Eu empinei os quadris para traz e tentei relaxar ao máximo. Doía, mas à vontade de dar era enorme. Ele foi enfiando e parando para eu ir acostumando. As muitas caipirinhas que tomamos ajudou a minimizar a dor. Logo o seu membro de 20 cm estava todo dentro de mim. O Hans ficou lá um tempão, com o pau enterrado, sem se mover. A única coisa que fazia era manter o seu pau latejando lá dentro, me levando a loucura de tesão. Eu não demorei muito para gozar. Novamente gozei sem tocar no meu membro. Depois do meu gozo ele começou, lentamente o vaivém. Ele metia o seu mastro bem fundo, apertando as suas bolas contra a minha bunda, depois puxava para traz deixando apenas a cabecinha no meu ânus. O meu membro estava encolhidinho, quase sumido, mas assim mesmo gozei de novo, sem ejaculação e sem ereção. Seria um gozo de mulher? Ai, eu era a mulher mais feliz desse mundo. O meu homem era uma máquina de me dar prazer. O vaivém foi se tornando pouco a pouco mais frenético. O Hans entre tapas na minha bunda puxou o meu quadril e eu, submissa, fiquei de quatro. Arrebitei todo o bumbum para traz e ele deu um risinho dominador. Ele enterrava com força, sem dó. Parecia que eu estava sendo atravessada ao meio. Eu gemia baixinho sem parar. Ai, ui, ai.

_Me come toda, sou tua puta, tua mulher.

_Puta, sua puta, galinha...

Ele urrando, enterrou bem fundo e gozou, enquanto ora me batia nas nádegas ora puxava os meus cabelos. Caímos desfalecidos lado a lado sob a toalha. Já era fim de tarde. Eu olhei para ele. Aquele homem lindo de morrer, dormindo lá do meu lado, numa praia só nossa. Eu estava perdidamente apaixonada por ele. Depois de recompostos, levantamos. Ele me beijou na boca suavemente. Eu vesti a minha canga, calcei os meus chinelinhos amarelos, retoquei o batom, escovei e prendi os cabelos com a tiara.O Hans, cavalheiro, pegou as cadeiras de praia e as toalhas. Voltamos para o nosso ninho de amor de mãos dadas sob um céu cor de rosa. Rosa de mulher. Rosa de amor.

Parte III

Foi um fim de tarde maravilhoso. O Sol já se punha num céu sem nuvens. O mar estava calmo, baixo e revestido por uma coloração de prata como um tapete sem fim. Sob aquele céu carmim e aninhados pela suave brisa quente, caminhávamos vagarosamente de mãos dadas como se não quiséssemos nunca chegar. Eu andava sensualmente como uma mulher, balançando as ancas e trocando olhares e sorrisos com o Hans. Sem trocar palavra alguma, o Hans passou o seu braço na minha cintura e apertou-me junto ao seu corpo. Deu-me um beijo suave e longo.

Chegamos a nossa casa. Fui para o banho na suíte da irmã do Hans. Queria privacidade para me produzir. Tirei a canga e o biquíni e me admirei no espelho. As marquinhas me deixavam bem feminina, mesmo nua. Que delícia ver-me mulher no espelho. Eu estava apaixonada e feliz. Estava amando um homem e só queria dar prazer e carinho para ele. Sob o chuveiro só pensava na tarde maravilhosa que passei ao lado do meu homem. Depois, passando creme pelo meu corpo todo, deslizando as mãos pelas coxas e nádegas depiladas eu sorria de alegria. Sou mulher, disse a mim mesma. Neste momento, neste lugar, neste ninho de amor, com este homem, sou mulher, pensei. Eu esqueci totalmente do meu gênero biológico. Escolhi demoradamente a calcinha, uma tanga branca cavada e rendada. Sem sutiã, vesti um top branco bem apertado, ajeitando os meus seios. Uma mini saia pequenérrima rosa e sandálias de tirinhas, brancas e pronto. Escovei bem o cabelo e prendi com um tiara branquinha. O resto foi na maquiagem. Produzi os olhos com rimel e lábios de baton com brilho vermelho desejo. Acertei as sobrancelhas, que ficaram o mais próximo possível do feminino. Os brincos de argolas de pressão e as várias pulseiras de prata, além do colarzinho branco de pérolas, complementaram a gata. As minhas unhas ainda estavam pintadas de vermelho da produção da noite anterior.

Desci para o jantar. A mesa estava posta pelos criados, mas o Hans estava na varando curtindo a noite quente. Abracei-o por traz. Ele se virou e nos beijamos. Ficamos sentados na varanda trocando carícias e risos, esperando pela fome. Jantamos a luz de vela trocando olhares. O Hans perguntava sobre a Bruna. Como se fossemos namorados recentes, ele queria saber sobre os meus gostos e preferências: música, cores, passeios, relacionamento e homens. Eu entrando na brincadeira respondia com desenvoltura. As respostas saiam naturalmente e eram muito diferentes do que o Bruno responderia. O Hans comentou.

_ Você percebe, Bruna, que você realmente está respondendo o que sente. Isso não é brincadeira é o seu eu verdadeiro.

Refleti por um momento e disse:

_ É verdade Hans. Eu gosto realmente de música romântica, de vermelho e rosa, de relacionamentos sinceros, sem jogos, e de homens carinhosos, mas dominadores. Meu deus! Eu gosto de homens.

_ É natural, Bruna. Você é mulher.

Depois do jantar e da conversa voltamos a varanda. Namoramos bastante na rede. Ele me beijava quase tirando-me o fôlego. E eu sentia o seu membro duro como estaca pressionando a minha bunda. Suas mãos percorriam as minhas costas,coxas e nádegas como se as condissessem a muito tempo. Já louca de tesão, pedi que ele me levasse para o quarto. Fomos para o quarta dos seus pais, onde uma enorme cama redonda nos aguardava. O Hans dócil da rede, no quarto tornou-se impetuoso. Beijava-me loucamente. Suas mãos apertavam as minhas nádegas e seus dedos tocavam o meu ânus. Suas chupadas no pescoço e ouvido me derretiam toda. Eu me entregava totalmente a ele. Faria qualquer coisa que esse homem pedisse. Eu beijava o seu peito grande e cabeludo. Agarrava a suas pernas musculosas e viris. Eu era todinha dele e ele sabia disso. Ele de pé, ordenou me que de joelhos no chão o chupasse. Ajoelhei-me e lambi docemente as suas bolas, a parte interna das suas coxas e segurando o saco com uma das mãos enfiei aquele membro dentro da minha boca, lambendo sempre em volta da glange. O gosto e cheiro do macho me embriagava, tornando-me uma fêmea no cio. Agarrei as suas pernas e num vai e vem fundo e ritmado fiz com que ele gozasse abundantemente na minha boca. Eu engolia e lambia cada gota daquele leite do meu macho. Ele então levantou-me e retribuiu com um beijo molhado de língua enquanto suas mãos deslizavam nas minhas costas, nádegas e seus dedos penetravam novamente a minha intimidade. Sua virilidade era impressionante. Seu membro novamente duro como pedra cutucava a minha barriga. Virei-me de costas, então. Adora ser bolinada por traz. Ele beijava o meu pescoço e mordiscava minha nuca com ninguém, enquanto suas mãos percorriam coxas e peito. Ele sussurrava: Vou te comer fundo. Você vai querer ser mulher para sempre, ouviu. Vai sentir-se vazia sem um macho te agarrando e te penetrando. Eu louca de tesão, implorei: Hans, meu amor, me fode. Me fode toda. Quero tua gala bem dentro de mim. Quero ser tua fêmea, tua puta, tua cadelinha no cio. Ele jogou me de bruços sobre a cama e deitou-se. Aquele corpo grande me cobria toda. Ele continuou a chupar a minha nuca e pescoço e a sussurrar baixarias no meu ouvido. Encheu o meu anus de creme hidratante, abriu as minhas nádegas, expondo-me todinha para ele e iniciou a penetração. Com jeito foi entrando. Apesar da dor eu desejava demais ser comida. Quando tudo finalmente estava dentro ele mexia devagar e continuava a chupar, mordiscar e sussurrar no meu ouvido mostrando-me a putinha que eu me tornara. Tesão e amor. É tudo que eu sentia. Eu tremia de tesão e jorrava em gozo. Ele puxou me de quatro e começou a meter e a tirar fundo. Ai, como eu apanhei! Ele adorava bater numa bunda enquanto metia sem dó. Quando gozou, enterrou tão fundo o seu cacete, que quase desfaleci. Gozamos aos gritos. Naquela noite ele ainda me comeu diversas vezes. Praticamente não dormimos. Tornamo-nos definitivamente amantes. Sei que não poderia mais ficar sem esse homem.

No dia de voltarmos o Hans disse que eu podia levar o que quisesse das roupas da sua irmã. Como eu morava sozinha em Sampa, peguei tudo. A Bruna tinha agora um enxoval. Coloquei a roupa de sapo para a viagem de volta, mas por baixo mantive a calcinha. Cueca? Nunca mais usei na vida. Não vou contar aqui o resto da minhas estória com o Hans, pois se por um lado fomos amantes por ano, teve também suas desilusões. Fui uma amante apaixonada e muito feminina e durante o tempo do nosso amor. O meu sapo ficou morto e enterrado, pois eu só queria ser mulher, a fêmea do Hans.

Bruna Lippi - brunalippi@hotmail.com

Amiga Solidária

Sempre tive vontade de me sentir e ser menina, desde o começo da adolescência. Quando fiz 20 anos, fui morar sozinha num apartamento em outra cidade para fazer faculdade. Minha família nunca desconfiou de nada.

Eu sempre via Talita, 22 anos, passando na rua, rumo ao seu trabalho, num salão de beleza próximo de meu apartamento. Era uma menina linda, delicada, e muito sexy, roupas provocantes a não ser por um pequeno detalhe. Tinha nascido homem e, como tal, era uma "menina" muito safadinha. Não escondia de ninguém que era um homem, que gostava de se sentir "mulher". Um belo dia, criei coragem e abordei-a na rua. Ela logo percebeu, pela minha voz tremulada, que eu a admirava e no fundo queria ser como ela.

Convidei-a para ir ao meu apartamento e logo ficamos amigas. Ela se ofereceu pra me ajudar, com dicas de roupas, montagens, e como agir para ser mulher. Deu-me sugestões de como andar, maquiagem, roupas, enfim, tudo o que uma bichinha precisava. Deu-me até uma aula teórica de como satisfazer um macho, e eu, aluna curiosa e aplicada, prestava muita atenção. Fiz minha depilação e procedi a uma montagem junto com minha amiga. Em umas 3 semanas já estava bem caracterizada e ela sempre ia ao meu apartamento para fofocarmos, trocarmos idéias de como ser uma moça.

Eu já tinha comprado várias roupinhas, saias, vestidinhos, sandálias de salto agulha, calcinhas, um arsenal completo. Quando estava em casa, eu vivia de mulher o tempo todo. Andava pra lá e pra cá de salto e fazia tudo em casa como tal. Talita freqüentava minha casa e nos tornamos grandes amigas. Ela sempre me dando dicas e ajudando na difícil arte de ser mulher.

Porém, estava faltando algo. Eu precisava de algo que me fizesse sentir menina por completo. Seria uma boa vara e uma boa chupeta em um macho que soubesse tratar sua bichinha, e me fizesse de sua mulherzinha. Comentando esse assunto com Talita, ela me disse que ia falar com Marcos, um rapaz moreno, forte e viril que era a válvula de escape de Talita quando seu cuzinho piscava. Um rolinho pra todas as horas. Eu topei, meio ressabiada.

Uma semana depois, Talita veio me dizer que Marcos topara em me conhecer e na mesma hora eu tremi nas bases. Eu já era uma bichinha completa, quase uma menina, mas nunca tinha chegado aos finalmente. Marcamos para sexta feira ás 23:00, no meu apartamento. Naquele dia, a minha amiga me ajudou na produção. Tomei um banho de sais perfumados, depilei-me, e passei um talco na entrada do cuzinho. Perto das 21h:00 coloquei uma saia rodada bem curtinha branca, um top azul, sandália de salto agulha, 12 cm, unhas e boca rosa, brincos de argola, uma calcinha fio dental branquinha, uma tiara vermelha na cabeça, fiz a sobrancelha, tudo sob a supervisão da minha orientadora. Ao finaL, eu estava uma perfeita "viadinha" a espera de seu dono. Eu estava linda e sexy. Talita estava orgulhosa, pois tinha uma "amiga" perfeita.

O relógio passava 5 minutos das 23:00 quando marcos chegou. Ficamos nós três conversando uma meia hora pra quebrar o gelo, quando o celular de Talita tocou, e ela "teve" que sair. Ficamos eu e Marcos. Ele me olhava, me elogiava e dizia que Talita tinha falado muito bem de mim. Eu ofereci uma bebida e ele aceitou. Quando me levantei, ele veio por trás de mim e me deu um beijo no pescoço. Nessa hora meu pau já estava duro e eu senti o dele mais duro ainda. Eu me virei e Marcos me agarrou e me beijou fortemente. Primeira vez que beijara um homem. Adorei!! Ele então disse: " A minha mulherzinha disse que você também queria ser menina não? Está precisando levar vara pra virar bichinha totalmente." Ele então tirou o pau pra fora e eu tremendo, não sabia o que fazer. Ele mandou eu me ajoelhar que ele ia me ensinar chupar uma pica.

Ajoelhei e coloquei a cabeça rosada na minha boca vermelha e ele mandou eu relaxar e imaginar que era um pirulito. Eu comecei a chupar e logo parecia que eu tinha nascido pra fazer aquilo. Fiz um boquete lento e suave e ele adorou. Enquanto eu ia e vinha no cacete duro e imenso, ele me chamava de viadinha, bichinha, putinha e cadela. Continuei chupando. Eu estava adorando aquilo. Depois de alguns minutos ele tirou o pau da minha boca e mandou eu colocar a língua pra fora. Eu coloquei, ele segurou minha cabeça e gozou fortemente na minha boca, mandando eu não perder uma gota, o que fiz sem pestanejar. Com a boca melada ele mandou eu chupar novamente, o que fiz de pronto. Ele mandou eu me levantar e eu, ainda meio grogue, estava super feliz.

Foi então que ele, com o pau melado, me apoiou na mesa, eu de salto alto, levantou minha saia, colocou a calcinha de lado e mandou eu empinar a bundinha. Preparei-me pra receber a tora. Ele colocou devagar no meu cuzinho. O pau melado facilitava a entrada. Doeu no começo, mas depois me acostumei e amei a posição de bichinha submissa. Ele me comeu gozou novamente na minha boca. Logo após, disse que ia embora e que se eu não fosse a outra viadinha dele, nunca mais eu ia saborear aquela pica doce.

Desde então ele passou a comer a mim e Talita alternadamente, o que eu e ela adorávamos. Eu e Talita somos grandes amigas, saímos juntas somos confidentes. E foi assim que descobri o prazer de ser menina, a coisa mais deliciosa desse mundo. Levar vara e chupar um grande e delicioso pirulito.

Paula Lex - paolalex_2@hotmail.com

Uma noite muito diferente





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Essa estória que ocorreu comigo foi muito legal, foi um momento muito gostoso e bonito da minha vida. Bem eu moro numa cidade do interior vizinha de Campinas. Um dia estava a tarde a toa em minha casa e resolvi dar uma volta no Shopping Iguatemi em Campinas. Bom era um dia de semana muito ensolarado e bonito. Um amigo meu havia recomendado esse lugar para eu dar umas voltas, me disse que havia mulheres bonitas e disponíveis no meio da semana procurando homens e resolvi então dar uma conferida. Tenho 35 naquela época estava com 33 anos.

Chegando em Campinas fui pegar um ônibus para ir até o shopping, e quando entrei fui passar a roleta e vi um rapaz muito bonito, olhos castanhos redondos, um rosto afeminado, pele bem branquinha, jeito de bem afeminado, nossa gostei demais a hora que vi, esqueci que estava procurando paquerar alguma mulher, nossos olhos se cruzaram, pensei em sentar ao seu lado era minha maior vontade no momento mais não o fiz.

O ônibus parou em seu destino e descemos, pude olhar aquela silhueta sumir a tarde nos corredores do shopping, e pensei nossa se esse rapaz se montasse seria um show, eu já havia saindo com cd bem feminina, gosto muito, minha grande e secreta paixão. Fui dar a volta que eu queria havia algumas mulheres que paquerei, pude reparar também que tive a impressão que vi alguns rapazes que ali certamente procuravam mulheres, mais não virou nada mais valeu o passeio, estava a toa de folga do trabalho.

Sempre conheço cds pelo chat, as vezes no orkut ou no uolk, e uma tarde entrei no chat de Campinas, depois de um mês mais ou menos daquele passeio no shopping, e vi que havia alguém na sala com o nick de cdzinha, e começamos a trocar uma idéia, e trocamos fotos por e-mail, nossa uma loirinha muito linda montada, mas eu pensei, eu já vi esses olhos antes quando vi aquela foto, muito produzida, bonita. Em seguida me ligou no celular, uma pessoa educada um doce de menina ela gostou também da foto que mandei.

Começamos a trocar mensagens todo dia no celular no almoço, na noite, conversávamos sempre ao telefone, uma conversa sadia e legal. Ela queria ser minha esposinha e eu nas mensagens era seu maridão foi tão legal, sempre uma emoção, as vezes no almoço deitava na obra em que trabalhava, trabalho na construção civil, pra descansar um pouco e mandava mensagens e ela sempre me respondia, essa paixão aumentava mais e mais, era tão gostoso ouvir sua voz tão feminina e linda, no escuro do meu quarto deitado na minha cama amava sua voz.

Bom liguei pra ela de madrugada e disse tudo que queria com ela, ela também não se agüentava mais e queria me conhecer eu também. Marcamos então, já fazia umas duas semanas que havíamos nos conhecido virtualmente. Marcamos em uma sexta a noite eu um hotel no centro em Campinas, nossa um hotel muito aconchegante. Cheguei a cidade no centro e liguei pra ela e ela me pediu mais uns 10 minutinhos, entrei em um bar tomei uma coca-cola, não sou bebo bebidas alcoólicas, e fui ao hotel, passei pela recepção e subi. Cheguei ao quarto quando ela abriu a porta pra mim foi uma grande surpresa.

Nossa que loirinha linda e meiga de vestidinho azul, toda produzida, uma pessoa maravilhosa de corpo e alma, não pude resistir nossos lábios se encontraram ali mesmo, acariciei seu corpo de menina, magrinha tão frágil. Ergui ela nos meus braços e nos beijamos gostoso. E ali rolou de tudo aquela noite nosso desejo se concretizou ela queria ser minha esposinha e eu seu maridão naquele momento, passamos aquela noite toda junto depois daquele sexo gostoso ela dormiu abraçadinha comigo, adorei aqueles olhos castanhos e redondos. As luzes da cidade eram tão linda naquela noite estávamos no décimo primeiro andar.

Acordamos pela manhã tomamos um banho e nunca mais vou esquecer aquele sorriso bonito enquanto estava com a toalha cobrindo seu corpo, ela é uma pessoa linda tanto desmontada quanto montada, para mim o que importa é a mulher que existe dentro dela, me arrependo até hoje de não ter entrado na ducha junto com ela. Fomos tomar café no saguão do hotel, lógico ela desmontada, nos pegamos de novo no corredor do hotel e no elevador abraços e beijos gostosos mesmo, aquele abraço me transmitia tanta coisa linda que jamais pensei que poderia ocorrer em minha vida, uma paixão assim diferente.

Bem no saguão do hotel disse para ela que havia visto ela em um ônibus uma tarde indo para o shopping mais de um mês atrás, e ela me confirmou que era ela mesmo, pois ela trabalha em uma loja em um outro shopping em Campinas e era difícil ir ao Iguatemi, mas aquela tarde ela havia ido fazer um teste em uma loja de lá, e me disse que havia alguém interessante no ônibus mas não se lembrava quem era, em uma cidade de dois milhões de habitantes mais ou menos ter ocorrido esse fato foi uma coisa interessante, nossa ficou tudo mais gostoso com essa estória nosso encontro.

Subimos ao quarto depois mais uma pegação gostosa e descemos pra eu pegar o circular que vai pra minha cidade nossa fomos juntos até o ponto, queria abraçar essa pessoa maravilhosa ali no ponto, trocar mais umas caricias, mais não foi assim, ai senti o peso de como deve ser homessexual nesse sociedade, já era umas onze horas da manhã, mas mesmo assim valeu ela com sua presença do meu lado, foi gostoso, depois o ônibus se foi comigo e eu vi sua imagem ficando cada vez menor até sumir.

Bem depois disso nos encontramos mais uma vez mas só trocamos idéias, valeu a pena, hoje somos grandes amigos, valeu a pena ter vivido um momento assim, e ter conhecido uma pessoa tão maravilhosa e ver que vida tem momentos maravilhosos pra se viver. Hoje ela vive com um outro homem assim de disse, mais a paixão ainda resiste. Espero encontrar alguém assim pra eu esquecer ela. Bem esse é meu conto, conheci outras cds também, mais paixão assim não a conheci por isso foi uma noite muito diferente.

gato disponivel - gatodisponivel-35@hotmail.com


O dia em que resolvi furar minhas orelhas

Olá amigas essa história como a de minha iniciação, cujo título é "Minha iniciação não podia ser melhor" é totalmente verídica.
Tudo começou quando estava um dia sozinha em casa vestindo somente um biquíni estilo asa delta amarelo bem bonitinho, com as alças cor de rosa e quando não mais que de repente, aparece minha mãe em casa, e por minha sorte consegui sair correndo para meu quarto e não ser descoberto o meu segredo.

Chegou a noite e minha mãe junto de meu pai começou a dizer que gostariam muito de que eu tivesse nascido uma menininha, eu logo fiquei super animado e achei que seria hora de assumir minha condição perante todos, afinal pensei que iria ter o apoio de todos, e não perdi tempo fui logo imaginando uma forma de surpreender a todos, aquela noite foi sem dúvida alguma, a melhor noite de minha vida, pois pensei que seria a última noite que dormia de menino,  e que a partir dali eu seria para meus pais e para a sociedade uma menina toda meiga e delicada que se chamava Patrícia.

Amanheceu, e quando acordei, já estava sozinho em casa pois todos já tinham ido para seus compromissos, e que a partir dali, meu coração pulava pela boca pensando como seria feliz em ser aquela menininha que sempre sonhei ser.
Comecei a minha transformação indo para o banho e depilando todos os pouquinhos pelos que tinha com 15 anos, passei 1 hora e meia passando cremes,  shampoo, e tudo que uma garota tem direito.

Saí do banho toda cheirosa, coloquei uma calcinha branca bem pequenininha enfiadinha em meu bumbum, e quase gozei só de lembrar que agora em diante sentiria sempre aquela sensação deliciosa que só as mulheres tem este privilégio, depois coloquei uma minissaia jeans bem curtinha com a barra desfiada e uma blusinha de alcinha branca para combinar com minha calcinha que ficava aparecendo as tirinhas do lado, pintei os olhos com rímel, penteei meus cabelos para trás e fiz um rabinho de cavalo que adoro, coloquei dois anéis, uma pulserinha e uma tornozeleira linda tudo combinando, passei um batom bem clarinho, e escolhi uma sandália rasteirinha pois iria andar bastante até meu objetivo que era a farmácia para felizmente realizar um de meus sonhos que era ter as orelhas furadas com dois furinhos cada uma, para usar uma argola e um brilhantinho sempre juntos, acho lindo e muito sexy.

Criei coragem e sai de casa morrendo de medo das pessoas da rua me reconhecerem, antes dos meus pais terem me visto.

Cheguei até a farmácia , escolhi uma farmácia que nunca tinha ido antes, a atendente perguntou assim:

- Olá posso ajudá-la ?

Meu coração bateu a mil de felicidades pois vi que estava convencendo, e respondi que gostaria de furar as orelhas, e que  pretendia fazer dois furos em cada uma, fomos para a sala do fundo e ela disse que não iria doer e realmente a vontade era tanta que não senti nada mesmo, ela colocou em mim dois brinquinhos lindos, um era uma lua prateada e o outro um brilhantinho redondinho, depois que terminou disse que sabia que eu não era mulher que já tinha me visto antes pelo bairro e que tinha muita coragem de me assumir, pois disse que eu fiquei uma menina sexy, e que os outros balconistas da farmácia estavam comentando entre eles, sobre a nova menina do bairro e que sabiam que eu não era mulher e que iriam fazer de tudo para me conquistar, me senti a mais sexy de todas as mulheres dei um beijinho no rosto da atendente paguei pelos brincos e pelos furos, e sai rebolando o máximo que conseguia só para ver a reação dos funcionários.

Quando já estava na metade da esquina um deles, seu nome era Ricardo veio correndo atrás de mim e me perguntou se nós não poderíamos nos conhecer melhor.

Ele era muito lindo e logo respondi que sim, afinal eu estava louca para transar com um homem diferente, pois nessa época só transava com meu primo como disse no conto sobre minha iniciação.

Convidei ele para ir até minha casa que ficava a alguns minutos dali, e que se ele fosse não iria se arrepender, ele me pediu o endereço e disse que iria inventar uma desculpa na farmácia para ir até lá, pois afinal eu ficava a manhã inteira sozinha em casa e não iria ter nenhum perigo.

Cheguei em casa toda feliz pois estava me achando muuuuuiiiitttooo feminina com aquela roupa e as orelhas furadas, eu ficava passando a mão na tarracha que prendia os brincos toda hora , pois não estava acreditando em tudo aquilo.

Passou 20 minutos que eu tinha chego, Ricardo  tocou o interfone apareceu em casa todo suado pois tinha vindo correndo, olhei aquele homem lindo em minha frente e sabia que iria ser maravilhoso se tomássemos um banho juntos para quebrar o gelo inicial, foi o que eu propus a ele e Ricardo imediatamente aceitou, sem vergonha nenhuma foi logo indo para o banheiro dizendo que estava louco de tesão e que desde que eu entrei na farmácia tinha ficado encantado com meu jeito de menina comportada e ao mesmo tempo insinuante, pois disse que viu minha calcinha no momento que sentei de costas para a outra funcionária furar minhas orelhas e que tinha achado linda e gostaria de me ver com outras mais vezes se eu deixasse é claro.

Paramos de nos falar começamos nos olhar quando ele me agarrou e me deu um beijo de língua bem demorado, logo foi se despindo e entrando no chuveiro , era tão gostoso ficar o admirando se lavando que não conseguia imaginar outra coisa a não ser aquele membro delicioso arregaçando meu cuzinho apertadinho.

Ricardo me convidou para tomar banho com ele, e não pensei duas vezes tirei minha blusinha e minha minissaia, fiquei só de calcinha ele abriu a porta do box e me virou de costas na parede e começou a lamber meu cuzinho de maneira tão deliciosa que fiquei excitada e acabei gozando em menos de um minuto, ele achou lindo e disse que seria sua vez, mas que gostaria de me ver de biquíni antes, não pensei duas vezes, me lavei e fui logo para meu quarto e coloquei um verde água bem cavadinho e uma sandália branca e vim ao seu encontro, ele me elogiou muito e disse para relaxar que iria querer gozar muito aquele dia, pediu que fica-se de quatro tirou me biquíni de ladinho lambeu meu cuzinho e já muito excitado começou a dar estocadas maravilhosas gozou muito rápido e pediu que ficasse fazendo desfiles de lingerie pela casa para ele, foi o que fiz e a cada desfile era uma chupada que dava nele e depois de alguns minutos transávamos, e me pedia para cada hora ficar em uma posição diferente, depois de um bom tempo nos despedimos ele foi embora para seu trabalho e eu fiquei em casa ansiosa esperando minha mãe chegar para definitivamente lhe mostrar a filha linda que ela tinha, mais isso é uma outra história que conto mais para frente afinal já me estendi de mais, beijinhos a todas.

Patrícia Sex - patriciasex@ig.com.br

A irmã de Kika

De tudo o que mais me chamou a atenção e me fez ter certeza de que a minha transformação não seria tão solitária, foi o que minha irmã me disse ao desligar o telefone:
- Até amanhã Kika, minha irmã .......

Acho que comecei no mundo CD muito antes do que eu mesma possa imaginar.
Lembro que quando tinha uns 9 para 10 anos, minha irmã e uma amiga fizeram uma brincadeira e me vestiram de menina. Eu fiquei muito brava e quando mostraram aos meu pais e eles riram, fiquei mais chateada ainda. Mas aquilo não saiu da minha cabeça, tanto que quando tinha 12 anos comecei a me vestir com peças da minha irmã e sempre me lembrava daquele dia. Foi assim até os 17 quase 18 anos. Eu sempre que podia fazia pequenas montagens com as roupas dela, sem que ela percebesse, ou fazia que não percebia.
Um dia estavam minha irmã e a mesma amiga, que ficamos um tempo sem ver, conversando na nossa casa, quando o assunto entrou naquele dia que me vestiram de mulher. Rimos muito, dessa vez não fiquei mais nervosa, e acabou por ai. Quando nossa amiga foi embora, não sei bem porque esse assunto voltou entre eu e minha irmã.
Ela disse que seria engraçada fazer novamente e perguntou se eu toparia. A vontade de dizer SIM na mesma hora foi grande, mas eu me segurei, disse que não, mas para minha sorte ela insistiu tanto que eu concordei. Então eu disse que seria um pouco diferente que da outra vez:
- Como vai ser ? perguntou ela
- Quero que seja por completo.
- Não entendi ainda.
- Não vai ser só roupa. Vai ser calcinha, soutien e tudo mais.
Notei que ela não se espantou muito, parecia que já sabia que eu pediria isso e topou. Aproveitamos um fim de semana que nossos pais estariam fora e começamos a transformação. Devo explicar que já não tenho muito pelo e estava usando cabelo um pouco comprido. Tomei um belo banho, ela me fez as unhas, cabelo, maquiagem e escolheu um belo conjunto de calcinha e soutien preto (que ela nem podia imaginar que eu já tinha usado e morri de tesão neles), mini saia jeans, camiseta bem justa, e um tênis, para dar um toque bem esportivo. Pronto, eu me achei linda. Ela disse que eu estava um arraso. Decidimos sair para dar uma volta de carro. Voltamos rapidinho e nossa conversa esquentou. Ela notou que eu estava gostando daquilo e quando uns caras nos paqueraram eu nem me importei e até dei uma certa bola. Então ela foi direta:
- Você já mexeu nas minhas gavetas que eu sei. Gostou de se vestir hoje que eu notei. O que está acontecendo ?
- Não sei. Só sei que gosto de me vestir de menina.
- E rapazes ? Gosta também ?
Preciso fazer outra explicação. Na verdade que ja sabia do que gostava. Uma vez tinha saído com um travesti, ou seja, não era mais virgem. Mas me fiz de inocente.
- Não sei. Estou confusa, ou melhor, confuso ...... não sei .....
- Você precisa se decidir.
Minha irmã é meio liberal, mas por via das dúvidas achei melhor não me abrir inteira.
- E o que você sugere ?
- Eu tenho um conhecido que curte sair com viadinhos ...... desculpe o termo.
- Eu não sei se sou viadinho.
- Eu sei - ela disse se desculpando novamente - posso falar com ele, sem dizer que é meu irmão. Topa ?
- Não sei ..... mas você tem razão .... preciso me decidir ..... tá eu topo.
Ela conseguiu marcar para o próximo fim de semana. Mas como faria para me vestir ? Ela pesou em tudo. Iríamos par o apartamento do Tadeu (esse era o nome dele) umas horas antes e lá eu me montaria, claro que ele chegaria depois.
Para esse dia eu não quis nada de roupas de minha irmã. Compramos tudo novo.
Vestido, meia, sapato, lingeries e acessórios. Para não ter surpresa, usei um famoso pretinho básico, com uma bela calcinha fio dental, soutien meia taça e uma maquiagem bem simples. Não esqueci de uma minúscula camisola. Tudo pronto, minha irmã foi embora e combinamos que ligaria para vir me buscar.
Quando Tadeu chegou, fiquei meio sem jeito, pois, embora quisesse muito aquilo, era a primeira vez que tinha um encontro marcado.
- Oi - ele disse
- Tudo bem com você ?
- Sim. E antes de mais nada quero dizer que você é mais bonita do que sua amiga disse.
- Obrigada - e baixei a cabeça como encabulada.
Tadeu então levantou minha cabeça e me deu um beijo na boca molhado e já pude sentir que sua calça iria estourar.
- Fique calma. Sua amiga disse que era para eu ir devagar pois você é iniciante.
- Sim, é verdade. Mas vou fazer de tudo para termos uma noite ótima.
- Tenho certeza que sim, Ericka.
- Pode me chamar de Kika. E retribui aquele beijo maravilhoso.
Tadeu me beijou com vontade e já levantou meu vestido apertando a minha bundinha. Eu até parei o beijo para dar um gemido de tanto tesão.
Ele percebendo que eu estava louca, tirou seu pau para fora e pediu para chupar, o que obedeci. Comecei pela cabeça vermelha, grossa e linda.
Fui beijando, engolindo de leve e meu macho que gemia forte agora. Então ele tirou o seu cacete duro da minha boca, fomos para sua cama e lá ele ficou nu e pediu para eu tirar tudo menos a calcinha. Me pos de 4, lambuzou meu cuzinho com creme e começou a penetrar devagar. Logo todo aquele delicioso membro estava dentro de mim. Ficamos em um vai-e-vem e ele apertando meus peitinhos e dando tapinhas na minha bundinha e, como que adivinhando que eu gostava, começou a me chamar de cadelinha, putinha, safada e tudo que sempre quis ouvir enquanto estava sendo enrabada.
Ele gozou e eu também gozei sem que tivesse que encostar no meu pintinho.
Trepamos mais umas 3 vezes até que ele disse para eu dormir com ele. Então liguei para minha irmã e ela disse que já sabia que isso iria acontecer e me desejou boa sorte.
De tudo o que mais me chamou a atenção e me fez ter certeza de que a minha transformação não seria tão solitária, foi o que minha irmã me disse ao desligar o telefone:
- Até amanhã Kika, minha irmã .......

Ericka Cristina Dias - ecrisd@hotmail.com

Namorado Voyeur

Meu namorado é Voyeur. Faz quase quatro anos que estamos juntos e desde o início ele sempre desejou de alguma forma me ver com outro homem. À princípio, ele se contentava em fazer sexo nos olhando no espelho, depois começamos a tirar fotos transando, eu as enviava por e-mail para que ele, de sua casa, nos visse transando. Agora estamos mais sofisticados, fazendo filmes VHS os quais ficamos assistindo quando ele vem me ver. Várias e várias vezes ele me pediu para mandar fotos sem nossos rostos, só para ele me imaginar transando com outro homem. Muitas vezes eu me montava como empregadinha, ou loira vamp, ou ruiva fatal, só para que ele se imaginasse com outra mulher e assim poder me ver em várias produções transando com ele.

Mas, essa sua fantasia está cada dia mais forte e tomando rumos cada vez mais estranhos e perigosos. Agora ele começou a exigir que eu arrume outro homem para poder nos observar. Todos os contato que eu faço, constrangida, explico ao pretendente que caso haja um encontro, meu namorado gostaria de estar presente, proposta essa que sempre afasta qualquer intenção de avanço numa relação inicial. A cada recusa, meu namorado fica mais e mais furioso, a ponto de começar a me ameaçar de não mais sair comigo se eu não satisfazer seus instintos ou pelo menos de me empenhar em satisfazê-lo..

Eu me esforço e a cada nova conquista, ligo para ele entusiasmada e ele enlouquecido pede para deixar o fone fora do gancho para escutar a transa, ou fica atrás da porta, correndo o risco de ser descoberto e criar uma situação terrível e sempre me pede para perguntar se aceitam uma relação a três, o que é sempre negada.

A sua insistência em escutar eu transando com outro homem é tanta que às vezes dá certo e quando o rapaz vai embora, ao pegar o fone para verificar se ele ainda continua lá, percebo-o alucinado dizendo para eu não me mexer, pois está a caminho para me ver e terminar o serviço que o outro começou... é uma delicia de vida e continua sendo, pois ainda continuamos a procurar este outro homem.

Semana passada, num belo dia, a coisa deu certo... confirmando aquele velho ditado profundo e filosófico: “Quem procura acha...” e nós achamos.

Fui acessada pela Net por um homem, e na troca de e-mails e papos pelo chat, trocamos telefone, fotos e ficamos algumas semanas nos conhecendo e trocando informações... expliquei que eu namorava e que meu namorado era voyeur e gostaria de estar presente para assistir nossa transa, ele ficou meio assim, não gostou muito mas disse que aceitaria desde que antes pudesse estar comigo para me conhecer e ver se haveria empatia entre nós. Aceitei lógico.

Liguei para o meu namorado e contei o que estava rolando. Conheço-o muito bem, a partir desse momento ele não me deu mais sossego, ficava insistindo para estar presente logo no primeiro encontro, me pondo numa situação terrível de desespero, pois não queria contrariá-lo e nem contrariar o outro.

Escondida, marquei encontro com o rapaz num sábado a noite, dei meu endereço, e combinamos que assim que ele chegasse, me ligaria e eu desceria e ficaríamos conversando no carro. Estava me aprontando e meu gato me liga e pergunta o que eu estava fazendo, disse que havia marcado um encontro e que estava me aprontando para conhecê-lo. Sua resposta: To indo já para ai.. nem deu tempo de contestá-lo, ele desligou e de propósito, deixou o seu celular fora do ar. Comecei a ficar nervosa. Eu estaria com um homem que eu não conhecia, e meu namorado apareceria e não sei o que poderia haver entre os dois.

O rapaz chegou, eu desci entrei em seu carro e ficamos conversando... disse que estava muito nervosa, pois meu namorado estava vindo e queria estar presente... vi o ar contrafeito no rosto dele. Nisso o meu tel toca, era ele, me pergunta onde eu estava, disse que estava no carro, ele pede para falar com o rapaz, trocam idéias sobre mim, e nisso eu percebo que o rapaz começou a concordar com algo que meu gato estava propondo. Desligaram e ele me disse então que iríamos esperar meu namorado chegar.. Meu coração estava a mil.. não fiquei mais preocupada, pois conheço muito bem meu namorado, sei da sua paixão e do seu tesão por mim, conheço a sua idoneidade e de seu imenso carinho para comigo e fiquei tranqüila, pois com ele por perto eu estaria segura.

Eu estava com uma blusinha preta de alcinha que demarcava muito bem os meus seios, uma saia xadrez tipo escocesa, bem curtinha, meia-calça preta, estava bem maquiada, um salto preto.. estava como se diz: “disponível”...

O rapaz tocou os meus seios e me pediu para tirar minhas meias, pois queria acariciar minhas pernas. Cada gesto que eu fazia percebia que ele se contorcia de tesão.. quando levantei a perninha para tirar a meia do pé, ele não se conformou com o meu pezinho, pegou-o, beijou-o e exclamou: Que coisinha linda... ahhh eu estava no céu.

Pediu para eu ficar de ladinho, queria ver a minha bundinha. Reclamei... aqui na rua? Acho que não vai dar.. vamos para um lugar mais tranqüilo. Nisso chega meu namorado... ele encosta, eu aceno para ele, ele estaciona e vem em nossa direção, entra no carro no banco de trás.

Aquele clima constrangedor, e eu ali, de saia levantada mostrando que estava sendo explorada. Fomos para um lugar mais tranqüilo... estacionamos, ficamos conversando um pouco, meu namorado dizendo ao rapaz para ele tocar nos meus seios, explicando como eu era gostosa, como eu fazia um boquete delicioso, e eu li escutando dois homens falarem da maravilha que eu era. Ele quis conferir e voltou a pedir para eu ficar de ladinho.. fiquei, minha saia foi levantava, senti suas mãos tocarem em mim, e um dedo tentou explorar meu cuzinho.. meu namorado delirava lá atrás. Virei meu rosto e ele me beijou alucinadamente... o rapaz estava com a sua respiração ofegante. Toquei no seu pênis por cima da calça e percebi a monstruosidade, pedi para colocá-lo para fora, eu ainda de ladinho, com a minha bundinha empinada para aquele garanhão, peguei no seu pênis e vi como estava duro.

Não deu tempo, ele me virou de lado, pegou um creme, colocou a camisinha e enterrou no meu anus, eu gritei de dor... depois acostumei e fui possuída ali mesmo sem dó. Fiquei de quatro no banco, ele se posicionou atrás de mim, enfiou com força e meu namorado no banco de trás com o pau pra fora se masturbava.. pediu para chupá-lo. Dar e chupar dentro de um carro não é nada fácil, precisei me contorcer para manter minha bundinha empinada e para alcançar com a boca a rola deliciosa do meu gato.

Os dois gozaram ao mesmo tempo... um dentro de mim, e o outro na minha boca... nunca me senti tão puta, tão vagabunda, tão de rua como nesse sábado... meu namorado tinha razão.. dois é bem melhor do que um, e depois sempre dá para temperar e viver novas emoções.

Limpei o pênis do meu namorado com a boca, depois tirei a camisinha do outro e dei outra limpadinha com a boca.. eles estavam extasiados, largados, cada um no seu canto. Eu me recompus, coloquei a minha calcinha, as meias, refiz minha maquiagem no espelhinho, penteei meu cabelo e fiquei pronta para voltar ao meu ap.

O rapaz, nos deixou em frente ao meu prédio e foi embora, meu namorado me deu um beijo na boca, ali na calçada mesmo, disse que me amava. Voltei ao ap, um pouco triste, mas contente por ter dado prazer ao meu gato que eu adoro.

Estamos agora, os dois, procurando novos parceiros para viver esta vida maravilhosa.

Selminha - selminha@hotmail.com

Uma antiga paixão

Depois de alguns meses namorando o Fernando (ver “Minha Amiga Sandra”), pouco a pouco fomos nos afastando e tudo acabou, sem traumas felizmente. Já não havia aquela paixão inicial e achamos, os dois, continuar apenas bons amigos.

Eu fiquei um pouco decepcionada porque realmente no início esperava muito daquele relacionamento, e por isso dediquei-me totalmente ao trabalho nos meses seguintes. Saí umas duas ou três vezes porque sem sexo não dá para ficar totalmente, mas foi uma coisa sem envolvimento, com gatinhos que encontrei numa ou outra balada. Nada de especial. Eu precisava de um homem mas eles só me conseguiram me satisfazer como machos. Na hora foi gostoso mas foi uma coisa meio vazia.

E enquanto não encontrava meu Príncipe Encantado, um homem com H, que me satisfizesse não só as necessidades físicas mas também as intelectuais e espirituais. Por isso dediquei-me a trabalhar, juntar um dinheirinho e comprar roupas e jóias, o que qualquer de nós a-do-ra.

Para mudar um pouco o visual, pintei meu cabelo de preto e deixei crescer até os ombros. Fiz ainda uma tatuagem muito bonitinha, de uma flor, bem no finalzinho das costas. E comecei a malhar bastante, tendo perdido uns dois quilinhos, o que me deixou com um corpo bem bonito, modéstia à parte, 54 quilinhos e 1m70 de altura.

Uma tarde, era um fim de semana, acho, estava em casa quando minha mãe me ligou. Nós já havíamos resolvido todos os nosso problemas e ela finalmente me aceitara como Tanya:

- Oi Tanya, é sua mãe, como vai.
- Oi mãe. Tudo bem. E você?
- Tudo ótimo. Você se lembra do Bruno, perguntou-me?

É claro que eu me lembrava. Eu havia saído com ele, fora um de meus primeiros namorados, só que ninguém sabia, porque na época eu ainda morava em casa e vivia uma vida de menino. Mas havíamos nos distanciado e há muito eu não via. Mas se ele não havia mudado, era um gatinho. E imediata,mente senti um friozinho na barriga.

- Claro, disse, porque?
- Ele está indo aí para o Rio e disse-me que queria te ver. Será que eu posso dar o endereço para ele? Ou seu telefone? Não sei se ele vai te entender. Aliás nem sei sem ele sabe que agora você é a Tanya.
- Não tem problema mãe, pode dar o meu telefone prá ele.

Conversamos mais um pouco e logo depois desligamos. O Bruno, pensei, como estará ele? Gordo, magro? Ele tinha um corpinho bem sarado, mas éramos jovens.... O nosso caso, se é que posso chamar de caso, foi rápido, coisa de adolescentes. Três ou quatro vezes, enquanto estudávamos. Ele era um ano mais velho que eu, mais experiente e viu que eu estava a fim. Na primeira vez ele veio por trás e roçou o pau duro na minha bundinha. Quando eu ia protestar ele me deu um beijo pegou minha mão e quando eu segurei nele foi um gozo só. Depois disso ele foi menos apressado e transamos direito, com penetração e tudo. Mas logo em seguida ele saiu da cidade e, quando voltou,, quem havia saído era eu.

Agora iríamos nos ver novamente. Será que ele sabia? Estaria casado, divorciado?

Confesso que nos dias seguintes o Bruno vinha à minha cabeça com frequencia, afinal eu estava curiosa para ver a reação dele. Estava muito orgulhosa de mim, do meu corpo, muito segura de minha feminilidade e há muito sem gostar de ninguém. O Bruno era uma possibilidade. Afinal, dizem que amor que fica é amor de p...

Uma quarta-feira à noite toca o telefone:.

- Alô, respondi.
- Tanya?
- Sim, quem é, perguntei.
- É o Bruno. E ficou em silêncio.

Eu estava com a minha voz mais feminina possível e ele me chamara de Tanya! Logo ele sabia.

- Minha mãe te deu meu telefone não?
- É, foi sim. E também me contou que agora você não é mais o Beto. É a Tanya! Puxa, que mudança! Mas como vai você?
- Bem, muito bem mesmo, e você Bruno, como você tem passado?
- Tudo bem. Trabalhando muito. E você?
- Eu também. Agora sou tradutora. Não paga muito mas eu faço meus horários e posso trabalhar e,m casa se quiser. Tem lá suas vantagens. E você? O que você faz? Casou?
- Casei sim mas separei-me há uns dois anos. Agora estou solteiro. Só trabalhando. E estou indo ao Rio porque recebi uma oferta de emprego num banco e vou falar com os caras. O negócio está quase certo, é só eu ficar uns dias com eles para ver se vou me adaptar e tudo mais. Aí lembrei-me que você morava no Rio e falei com sua mãe. E ela me contou as novidades.
- Aha, entendi.
- E como vai sua vida, muitas festas e badalações pela Cidade Grande?
- Nada disso, eu estou só trabalhando.
- Eu gostaria de te ver. Você pode ou tem alguém?
- No momento estou sozinha. Morei com um cara, o Fernando, por dois anos, mas agora estou sozinha. Só trabalhando também. Então, quanto tempo você vai passar mesmo por aqui?
- É, vou passar uma ou duas duas semanas por aí e gostaria mesmo de te ver, bater um papo.
- Seria ótimo, se bem que eu estou um pouco, digamos, diferente.
- Imagino, disse ele. Mas tenho certeza de que você deve estar bem bonita. Aliás, você sempre teve traços finos e delicados.
- Isto não sei, mas não tenho recebido reclamações, respondi dando uns risinhos.
- Olhe, estou de saída para viajar. Nos vemos hoje à noite?

Resolvi ser um pouco dura e disse: “Hoje não posso mas que tal nos vermos amanhã para almoçar, você pode?”

- Bem, tenho umas duas horas livres e podemos. Onde você quer que nos encontremos. Eu posso te pegar em sua casa.
- Não é necessário. Eu te encontro para você não perder tempo.

Marcamos um local para almoço, um restaurante tranquilo, na Zona Sul, e despedimo-nos.

No dia seguinte acordei cedo, terminei rapidamente um trabalho que tinha para fazer e planejei meu dia. Eu ia levar a coisa devagar. Não iria me entregar a ele assim sem mais nem menos. Queria ver como nos sentiríamos. Era óbvio que ele se lembrava de nossos encontros e se estava me procurando era porque queria mais. Só que agora eu não era mais a mesma pessoa. Estava segura de mim e sabia oque queria.

Por isso tomei um banho tarde, coloquei uma maquiagem bem leve, apropriada para o dia, sem carregar muito mesmo porque ia estar de óculos escuros. Retoquei as mãos (deveria ter ido à manicure, mas deixei para depois, se saíssemos, ou quando saíssemos à noite) e coloquei um vestidinho preto, com bolinhas brancas, um pouquinho acima do joelho, uma graça. O decote era discreto mas mostrava um pouco dos meus seios, sem exagerar. Amarrei meus cabelos num rabo de cavalo, botei uma sandalinha preta, alta, algumas jóias discretas e fui para encontrar o Bruno. O que será que me aguardava?

Não iria demorar a saber. Cheguei um pouquinho atrasada e logo vi que ele já estava no bar, muito elegante, de terno e gravata. Ele a princípio não me reconheceu. Quando eu cheguei perto, parei, coloquei as mãos na cintura e disse:

- Ué Bruno, não tá me reconhecendo?

Ele ficou me olhando sem dizer nada um bom tempo até que levantou-se com um sorriso e disse:

- Tanya, que linda você está! Nunca iria te reconhecer.
- Poxa Bruno, mas eu te reconheceria facilmente. Você continua o mesmo. E isto é um elogio hein!
- Mas o meu também é um elogio. Você não sabe como! Você está linda mesmo. E sem tirar os olhos dos meus seios, concluiu: “E com muita saúde...”.

Sentamo-nos, ele pediu um chope e eu uma Diet Coke. Depois de uns momentos assim meio sem jeito o papo fluiu naturalmente. E ele foi logo ao ponto:

- Olhe Tanya, eu não sumi assim sem mais nem menos, é que meus pais saíram da cidade e...
- Eu sei, respondi. Mas mesmo assim senti saudades. Mas isto já passou.
- Espero que não, respondeu. Vou matar estas saudades nestes dias. A não ser que você não queira....

Bem, agora já era quase uma cantada. E eu queria ser cantada mas não podia ser muito fácil. Como não sabia o que dizer, mudei de assunto.

- Bem, vamos pedir, estou morta de fome.

Pedimos o almoço, comemos e continuamos conversando amenidades, até que o telefone dele tocou. Pela sua cara vi que não havia gostado nada mas respondeu “está bem, amanhã estarei aí” e virando-se para mim disse:

- Uma pena mas há uma emergência e terei de voltar esta noite. Não temos muito tempo. Uma pena..e segurou minhas mãos por sobre a mesa e ficou me olhando com aqueles olhos fundos enquanto acariciava minhas mãos.

Eu fiquei, claro, decepcionadíssima porque estava muito a fim dele. E acho que ele notou. Tanto que levantou-se de seu lugar e veio sentar na cadeira de meu lado. Passou o braço sobre meus ombros, puxou-me de encontro a ele e beijou-me, delicadamente mas com paixão.

Não consegui resistir e retribui o seu beijo. Depois encostei minha cabeça em seu ombro e quando senti suas mãos acariciando meus cabelos virei-me e voltamos a nos beijar, desta vez um pouco mais demoradamente. Sua mão, sobre meus ombros, enquanto nos beijávamos, tocava delicadamente meu corpo, procurando meus seios e minhas mãos. Que estavam entrelaçadas sobre minhas pernas escorregaram até que pude sentir sua virilidade.

- Acho que temos tempo para matarmos um pouco de saudade, o que você acha, murmurou no meu ouvido.
Eu não via nada, somente assenti com a cabeça e voltei a encostá-la em seu ombro, enquanto ele me apertava com força para junto a si e pedia a conta.

Não podíamos perder o controle porque, afinal, ainda estávamos no meio da tarde, mas ficamos namorando, discretamente, até que a conta veio e saímos agarradinhos à procura de um taxi que nos levasse até seu hotel. Olhando no relógio ele disse:

- Poxa, já são quase duas horas e às seis tenho de sair para o aeroporto. Mas qualidade é melhor que quantidade disse sorrindo....

No taxi, até o hotel, beijamo-nos algumas vezes mas com cuidado para não dar vexame. A minha vontade era de chupá-lo todinho alí mesmo. Os seus olhos não saiam de meu decote e por mais de uma vez sua mão boba já “sentira” meus seios.

- Quero chupar estas tetinhas a tarde toda sunssurou ele no meu ouvido enquanto se ajeitava para que minhas mãos ficassem mais à vontade. Mas percebendo que o motorista estava de olho no banco de trás mantive-me discreta até chegarmos ao hotel.

No elevador, por sorte, estávamos sós e fomos nos beijando até o andar em que ele estava hospedado. Felizmente o quarto era próximo ao elevador porque nenhum de nós ia aguentar muito tempo mais. Ao abrir a porta e fechá-la ele me agarrou contra a parede e pude sentir, junto à minha barriga, sua excitação por completo.

Enquanto ele buscava os botões para tirar meu vestido eu soltei meus cabelos e ajudei-o a desabotoar, já que do jeito ansioso que ele estava iria me estragar todo o vestido que caiu no chão, deixando-me somente de calcinha e sutien.

Enquanto ele me apertava contra a parede segurando uma de minhas mãos no alto, com a outra soltava um de meus seios do soutien e beijava-me toda, começando no pescoço e até colocar o mamilo todo – que já estava durinho - eu sua boca.

Ninguém falava nada, só gemíamos de prazer. Mas quando consegui, com a mão livre, soltar o cinto, abrir sua calça e colocar a mão dentro de sua cueca para acariciar e sentir aquela maravilha duríssima, ele não se controlou:

- Ah meu amor, que gostoso. Você está maravilhosa. Acho que vou ficar apaixonado e soltando a minha mão que estava contra a parede acabou por tirar meu soutien e acariciar (e beijar) com carinho meus seios. Com um movimento de pernas ele livrou-se da calça e isto foi como um código. Tirei sua cuequinha com a duas mãos e foi me abaixando até ficar de joelhos, chupando aquela pica gostosa.
Foram uns dois minutos de chupada quando senti que o Bruno não ia resistir. Fiz que ia para mas ele pediu para que eu continuasse e pouco tempo depois ele estava me dando aquele leitinho todo que escorria pelos lados de minha boca enquanto ele urrava de tesão e prazer.

Eu bem que tentei engolir tudo mas não consegui e quando ele finalmente ficou mole levantei-me fui até o banheiro, onde lavei a boca e quando ia voltar para o quarto senti que o Bruno me encoxava por trás enquanto acariciava meus peitos e beijava meus ombros. Ficou assim uns 30 segundos e novamente pude sentir que ele estava pronto para outra.

E mais uma vez ele tomou o controle. Levou-me para a cama e deitou-me de costas. Em seguida, já com o pau duro, veio por cima de mim, beijando-me o rosto todo, os peitos, as orelhas até que perguntou-me se eu tinha camisinha. Por sorte eu tinha e também estava com pomada para que ele me lubrificasse todinha.

Coloquei a camisinha em seu pau no mesmo momento que ele enviava um e depois dois dedinhos no meu rabo que estava ansioso por algo mais substancioso. Depois de mais uns 30 segundos de preliminares ele botou-me novamente de costas, Pôs um travesseiro embaixo da minha bundinha e penetrou-me, a princípio devagar e, quando sentiu que eu já estava aberta, estocou com mais força.

- Ah meu amor, que gostoso. Me penetra todinha e ne faz sua fêmea eu gemia enquanto ele gemia e dizia que ia me fuder todinha e estocava seu pau todinho para dentro de mim.

Depois de alguns segundos e começou a beijar-me enquanto eu, de pernas abertas, do gemia e grudava minhas unhas em suas costas, na posição submissa de fêmea querendo mais e mais o seu macho. O Bruno perguntou-me se eu precisava que ele tocasse uma punhetinha pata que eu gozasse mas fiz que não com a cabeça e puxei-o mais para junto de mim.

Ficamos assim, ele me beijando e penetrando por quase 15 minutos quando eu senyi que iria gozar:

- Aí amor, eu vou gozar eu disse. Quero que você venha junto comigo. Ele aumentou a frequência e uns 30 segundos depois ele explodia dentro de mim ao mesmo tempo que eu chegava ao orgasmo mais maravilhoso que tivera em toda a vida.

Eu estava apaixonada de novo...

Tanya Trich - tanyatrich1@yahoo.com

Doce Transformação de Carlinha

Vou tentar contar como foi meu inicio de minha vida como mulher, temo que o conto seja um pouco longo, mas acho que vcs. Vão gostar. Sou moreno, quarentão, 1,75 alt. 85 quilos, simpático, mas vamos ao que interessa quando me tornei rapaz de mais ou menos 18 anos, sempre que podia me vestia com lingeries, de minha irmã ou de minha mãe, tinha sido muito feliz como fêmea de meu pai e meus tios, no passado quando garotinho.

Mas estava só e não me encontrava como homem e não tinha como ser mulher, pois tinha de trabalhar e não podia me depilar e nem tomar hormônios ou coisa parecida, era responsável por ajudar nas despesas da família, tinha pai aposentado, mãe ligeiramente doente e minha irmã que dependia de mim.

Conversando com minha irmã certo dia ela me disse por que eu era tão tristonho e não sei como me abri com ela e contei que gostaria muito de ser mulher e me vestir como tal e que já tinha tido experiências quando garoto com o papai e meu tio, ela ficou horrorizada e disse que iria me ajudar, pois achava que eu tinha sido abusado por eles e que isto não poderia ficar assim, eu fui aos poucos expondo a ela que não eu tinha deixado e tinha adorado, mas meu tio faleceu, meu pai era um velho doente e eu fiquei sem ninguém, mas que isto já faziam mais de 8 anos eu tinha desejos de ser mulher, mas não podia devido as convenções sociais, ela disse que no dia seguinte Falaríamos sobre este assunto.

Passado alguns dias minha irmã que vou chamar de Dani, me chamou e disse que tinha solução para meu caso, eu teria de viver duas vidas, da seguinte forma: ela iria me arrumando roupas intimas suas e eu sem que ninguém soubesse iria usar por baixo de meus ternos e me depilaria nos locais que não fosse visível, como coxas, braços, pois eu trabalhava de terno, corpo, bundinha, peito, etc. eu vibrei e aceitei suas idéias e comecei a viver meu paraíso escondido.

Quando recebi o primeiro pagamento de salário, do mês seguinte, ela separou uma parte e disse que fariam economias na casa e foi comigo a uma loja de lingeries, e compramos soutiens, calcinhas, camisolas etc.

Então sempre estava depilada e passei a me chamar quando na intimidade de CARLINHA, e todos os dias ia ao trabalho de calcinha e no inverno quando usava malhas, por baixo ia de soutiens também, mesmo sem ter os seios desenvolvidos (usava alguns enchimentos).

Assim fui formando meu guarda-roupa, e adorava estar depiladinha e de calcinhas, minha irmã vendo minha felicidade, resolveu falar com minha mãe tudo o acontecido comigo, e disse ela iria deixar eu me portar e me vestir como mulher em casa na intimidade, minha mãe ficou emocionada chorou muito, pois não sabia de meu passado com meu pai, e disse que sim que eu fizesse o que fosse melhor para mim e que iria obrigar meu pai aceitar também

Senti-me no paraíso, passei a me vestir com saias, corpetes, lingeries, meia calça, e tudo o que conseguia comprar com as sobras de meu salário, passei a ser a Sandrinha feliz daquela casa.

Com o passar do tempo a vida que estava deliciosa, passou a ser uma coisa só minha embora com o incentivo de mãe e irmã, mas faltava algo, e minha irmã começou a procurar alguém para ser meu homem, e brincávamos muito com isto, ela perguntava e no trabalho não tem ninguém que te olha, eu dizia que não, pois me portava como machão, e no metro, no ônibus eu dizia nada querida DANI, ela disse vou continuar procurando, pois vc. Fica linda quando produzida, vai ter que ter alguém para lhe amar de verdade, não como os homens que vc. Teve na infância, mas como mulher de verdade.

Um dia estava só em casa toda produzida e tocou a campainha eu não sabia o que fazer para atender, corri para meu quarto a procura de uma roupa de homem e não encontrava, pequei de qualquer jeito um roupão e fui atender a porta, era o Sr. Fernando dono da padaria, que foi entregar uma encomenda de minha mãe, ao apanhar o pacote o roupão abriu e ele viu meu soutiens e que eu estava depilada, mas nada falou, depois soube que viu também minhas meias de nylon.

Ele disse a minha irmã em um dia que ela foi à padaria que gostaria muito de conhecer sua irmã, ela disse que não tinha irmãs e sim um irmão, ele disse é ele mesmo gostaria de lhe conhecer e falar com ele, Malu ficou de falar comigo, mas eu recusei-me a recebê-lo, pois tinha vergonha e ele era muito conhecido no bairro.

O Sr. Fernando era um homem maduro de uns 50 anos, forte, másculo, negro, com alguns fios de cabelos grisalhos, com 1,80 de altura, 80 quilos mais um menos, enfim um deus grego havia ficado viúvo há uns 10 anos e que se soubesse nunca mais tinha tido ninguém.

Quando minha irmã chegou a casa estava esfuziante de alegria e disse CARLINHA, o Sr. Fernando que falar com vc, eu fiquei assustado e contei para ela que ele havia me visto de soutiens e não sei mais o que, fiquei morrendo de medo que ele fosse depois espalhar pelo bairro que eu era mulher, quando todos me conheciam como homem.

Um dia minha mãe foi as compras e o Sr. Fernando, falou se ele poderia vir visitar sua filha, ela pensando que fosse minha irmã disse pode sim e ele marcou que iria no próximo sábado por volta das 8h00 minha mãe disse tudo bem.

Quando ela contou para minha irmã, ele disse mãe ele quer é visitar a Carla, pois já havia perguntado sobre ela para mim, e tenho certeza que ele quer conversar com ela e não comigo.

Ao me falarem eu fiquei apavorada, pois nunca tinha recebido visitas de homem, que estivesse interessado em mim, mas quando foi chegando o dia minha irmã disse, vamos fazer uma super produção em vc. e vai aparecer para ele como Sandra, e começamos a me arrumar, fazendo as unhas, me depilando todinha, escolhemos as roupas adequadas para a ocasião, calcinhas, soutiens, meia calça, mini saia, top e sandália de salto., segundo que me viu fiquei um tesão.

Minha família, mãe, pai e irmã, estavam apreensivos, do que iria acontecer, quando chegou à visita, minha irmã o recebeu e pediu para entrar e aguardar na sala apareceu meu pai e mãe também, e ele disse e a sua irmã não vem, ela então foi me buscar.

Quando entrei na sala todos ficaram deslumbrados com a visão proporcionada por mim, inclusive seu Fernando, ficou paralisado, e disse linda vc é nunca pensei que fosse tão linda.

Entregou-me um ramalhete de rosas vermelhas e disse que eu era a rosa mais linda de todas e pediu para falar comigo a sos, ao ficarmos sozinhos, eu muito constrangida tentei explicar para ele porque me vestia e me portava assim na intimidade, ele de pronto respondeu, sou um negro, viúvo, não lindo para aspirar alguém como vc. mas gostaria de pedir vc. em namoro, e ai após nosso casamento eu lhe farei mulher, sempre quis alguém como vc. e pediu quer namorar comigo.

Se vc. aceitar vou falar com seus pais, e aos poucos vc. poderá deixar de ser h na rua e será somente fêmea linda como agora, acho que posso lhe fazer feliz, de pronto muito emocionada falei, mas não sou mulher e vc. pode encontrar muitas mulheres completas e que o farão muito mais felizes do que eu que ainda quero me transformar em mulher, ele disse estou apaixonado por vc. desde o dia que lhe vi de roupão, vi que vc. é a mulher ideal para ser minha companheira pela vida toda, aceite, eu disse aceito.

Falou com meus pais e todos ficaram contentíssimos, e minha mãe ainda alertou que seria muito difícil os vizinhos e conhecidos aceitarem a nossa situação, mas se era de gosto de nos dois ela daria a maior força.

O Namoro

No dia seguinte Fernando como havia prometido, chegou logo após terminar seus afazeres e como havia prometido, me levou a um cinema, lá nos beijamos e fiquei encantada com seus carinhos, suas gentilezas etc., etc. após o cinema fomos jantar em uma cantina no centro de São Paulo, como dois namorados, pois eu estava linda completamente feminina, com um lindo vestido preto tubinho e lingeries da mesma cor, salto alto, meias enfim uma verdadeira dama, meus cabelos castanhos caiam sobre meu ombros escondendo o decote, que ia quase ate a cintura nas costas, enfim estava um tesão

Fernando disse que infelizmente não poderíamos passar a noite em um motel, pois só iria por ocasião de nosso casamento, eu estava louca para ser possuída, morrendo de tesão e ele também, pois sua calça quando ao volante do carro pude notar estava com o pau duríssimo e pela altura do monte, deveria ser enorme.

Assim todo o dia chegava correndo em casa, me vestia me maquiava e ficava esperando meu namorado chegar, pois fechava seu estabelecimento por volta das 22:00h e namorávamos muito.

Um dia ele me beijava me acariciava e eu com bastante tato, mas eu ao olhar para o seu pau, sabia que era para só o aliviar. Alisei seu pau, por cima da calça... Sentia o suave perfume do seu cacete atravessando o tecido da roupa. Esfreguei o rosto sobre o pau que endurecia, era a primeira que sentia o cheiro do pau do homem amado. Ainda por cima da cueca, fui mordiscando, beijando o pau dele, esfregando, pegando, apertando e sentindo a jeba ficar durona. Puxei a cueca dele e aquela tora, duraça, apareceu latejando na minha cara. quando vi o tamanho do pau dele, quase não acreditei era enorme com cerca de 23/24 cms de comprimento muito grosso, apesar de meio curvado prum lado, torto, era gostoso, as veias saltadas, que ia engrossando ainda mais na direção da base e com uma cabeçona respeitável. Abri bem a boca engolindo cada pedacinho daquela pica deliciosa. Beijei, lambi, engoli a baba que saia, desci lambendo todo aquele tronco grosso e cheio de veias, beijei e mordisquei as bolas, chupei a virilha e, dando um banho de língua, fui descendo pelas coxas, pernas e pés, até tirar a cueca por completo, deixando-o peladão ali deitado. Era uma visão do paraíso. Voltei a chupar a pica e ele gemia de prazer: - Ahhhh! Que boca gostosa! Chupa mais, chupa. Aaaaaaaaaiii, sua puta safada. Era isso que você queria, então toma. Tua boca parece uma buceta agasalhando meu cacete. Viado gostoso. Chupa meu cacete, chupa mais. Ele mexia os quadris enfiando o cacete na minha boca, me fodendo, segurando minha cabeça e empurrando ela na direção da sua vara. Remexia as pernas, se contorcia de tesão. Eu chupava e ele fodia. O pau chegava na minha garganta e eu quase perdia o fôlego de tanto levar vara na boca. Ele urrava de prazer e pedia mais: chupa, deixa ele duraço que eu vou te foder. Você vai ser minha puta. Esse cu agora vai ser meu e de mais ninguém. Só meu, entendeu, quero este monumento dentro de mim e disse, não aquento mais quero ser sua, vou tentar agüentar esta maravilha, ele disse vamos ficar noivos logo ai poderá concretizar seu sonho.

O Noivado

Fernando resolveu abrir de vez nosso relacionamento e quis fazer uma festa de noivado, e me apresentar para todos os parentes e amigos, e assim foi feito, convidou seus parentes eu os meus e seus amigos, junto comigo fomos escolher roupas para a festa, compramos varios conjuntos de lingeries, vestidos, saias, tops, sapatos, sandálias, perfumes, etc.

Convidamos cerca de 100 pessoas, e alguns sabiam que algo não era normal no noivado do Fernando, algumas nem imaginavam qual o mistério de nosso noivado tão repentino, pensavam que a noiva poderia estar grávida ou coisa parecida.

A festa iniciou com a chegada de convidados, eu fui ao salão de beleza, fiz o cabelo, maquiador, massagista, manicure, e por volta de 10:00h, com quase todos os convidados presentes, Fernando foi me buscar no camarim do salão de festas, e entramos de mãos dadas, foi um frenesi geral, ninguém conhecia a noiva e fui apresentada a família de meu noivo, amigos, e todos ficaram encantados com minha beleza e performance.

Quando a festa terminou após muito baile, e de muitas valsas com Fernando e com seus familiares, ele me beijou um delicioso beijo de língua e falou, a partir de hoje vc. vai se transformar em mulher realmente, vai a especialistas, vai tomar remédios para se feminilizar, hormônios, para crescerem seus seios, e tudo mais, tudo com acompanhamento medico, e vai pedir demissão do emprego, eu cuido de seus familiares, quando muito vc. Pode me ajudar em meus negócios, mas sempre a meu lado. Ele assumiu para seus parentes e amigos que eu era um homem e que iria virar mulher e quando isto o acontecesse iria casar comigo e viveríamos sempre juntos.

Toda a noite esperava ansiosa por Fernando, para poder beijar e acariciar meu homem, e quase sempre terminava em uma chupada deliciosa e ele me beijava inteirinha e todos os dias chupava meus peitinhos que começaram crescer com os hormônios e remédios que os médicos me receitaram e fui ficando mais mulher ainda. Ele me tirava a roupa e lambia meu corpo todo ia me beijando a boca, enfiando aquela língua deliciosa, e depois beijava minhas costas e lambia toda a minha bunda me fazendo gemer e gritar de tesão, quando ele enfiou sua língua em meu cuzinho, gosei tanto que até minha irmã, ouviu pois me perguntou como tinha sido, eu disse que não ainda, foi só a língua dele entrando em mim. Aproveitei e contei a minha irmã que tinha um pouco de medo pois o pau dele é muito grande e a muito tempo eu não recebia nada em meu cuzinho, ela disse tenha sempre a mão um tubo de ky, e eu passei a fazer isto deixando sempre em minha bolsa.

Uma noite ao chupar seu pau, ele gozou muito em minha boca e eu engoli tudo, fazendo-o segundo ele o homem mais feliz do mundo ele então disse, vamos ao seu quarto, pois hoje vc vai ser minha mulher.

 Ao chegar à porta do quarto ele me pegou nos braços e levantou-me e beijando minha boca, enfiando sua língua dentro dela, entramos no quarto. Fez questão de tirar toda a minha roupa beijando cada parte que ficava exposta, depois chupou meus peitinhos durinhos, e lambeu minha nuca, pediu para eu me deitar de bruços e começou a lamber cada centímetro de minhas costas e foi baixando, até chegar as nádegas onde lambeu cada pedacinho e enfiou com bastante tesão a língua em meu cuzinho, eu estava nas nuvens fiquei louca e pedi por favor me come meu macho, come.

Ele então com muito carinho colocou a cabeça no meu buraquinho, mas era muito grande eu disse peque o ky em minha bolsa amor, ele assim o fez, e com muito jeito conseguiu enfiar a cabeça de seu enorme pau em meu buraquinho eu gritava de dor e prazer ao mesmo tempo, ele continuou enfiando bem devagarzinho e conseguiu enfiar até o meio do pau e quase desmaiando de dor chorava e pedia para ele não parar, mas ele ficou com receio de me machucar e gozou com apenas a metade de seu pau dentro de meu cu, foi porra para todo o lado, delirei de prazer e desmaiei de dor.

Cobrindo-me de beijos ele pediu desculpas, pois tinha cometido duas falhas, tentado me comer antes do casamento e me machucado, quando voltei a mim estava toda ardida e com o cu em brasa, e fiquei triste por não ter agüentado aquela jeba toda no cu. Nos beijamos e prometi que da próxima vez eu agüentaria, ele muito feliz disse que eu era uma mulher maravilhosa, e que sabia que com o tempo eu acostumaria e nunca mais conseguiria viver sem este pau no cuzinho diariamente.portanto iria providenciar o casamento para o quanto antes.

O Casamento

Ele me convenceu e a meus pais que deveríamos casar o quanto antes, pois queria me colocar em sua casa para cuidar dele e ajudá-lo em seus negócios. Portanto marcou o casamento para dali a um mês, não fazia nem um ano que nos conhecemos, o casamento consistia em uma festa, na qual assinaríamos um contrato de união estável, e um testamento me deixando como herdeira de todos os seus bens. Eu falei em seu ouvido não quero nada disso só quero o seu pau inteiro dentro de mim mais nada.

Minha irmã me levou logo cedo ao salão de beleza, onde eu iria me preparar para casar, era o dia da noiva, fui logo cedo, tiraram a sobrancelha, cuidaram do cabelo, maquiagem depilação etc.

A festa e a cerimônia foram divinas, eu estava contentíssima, afinal iria me casar com o garanhão do bairro, já conhecia o tamanho de seu pau, era cheirosinho e carinhoso, enfim iria me fazer a mulher mais feliz do mundo. Ele disse esse cu agora vai ser meu e de mais ninguém. Só meu, entendeu? Aquela era a primeira vez, a partir dali, de muitas que seria a mulher dele e estava gostando... Aquela pica era seu trunfo para mostrar quem mandava de nós dois... As minhas forças foram vencidas, a barreira masculina que havia, em mim, estava quebrada, meu espírito estava quebrado, e eu nada mais podia fazer, a não ser me entregar totalmente como mulher para seu homem. Fernando chegou como um conquistador de nações, foi se apoderando de mim, como se todo o corpo fosse dele... Ele ordenou que eu parasse, para a minha surpresa... Fernando colocou me de quatro e, depois me calçou a barriga com os travesseiros... Pelo espelho da cabeceira da cama, de quatro, via um homem nu preparando-se para possuí-me. Eu agora seria a mulher de Fernando, acolheria em meu corpo o pênis de um homem, que estava viril ao extremo. Por vezes olhei para meu próprio pênis que não manifestava sinal de vida, apenas ficava mole, inerte e melado. Aguardou então a decisão do homem de me invadir, o que não demorou muito.

Paulo avidamente segurou-me pelas ancas, que bem definida, e começou a forçar a entrada. Paulo pediu para eu colaborar rebolando. Além de aceitar um homem dentro de mim, teria de colaborar? Assim o fez, e a cabeça começou a tomar conta de meu interior. Doía, mas nada mais podia ser feito. Fernando me segurava com força, e forçava cada vez mais, no que restou me, apenas, relaxar e rebolar, enquanto Fernando se regojizava ao ver seu pênis cada vez mais me invadir. Lágrimas brotavam de meus olhos e ele via isso pelo espelho. Após pelo menos quinze minutos, Paulo retirou seu mastro de mim, e mandou me virar de frente, pois queria que eu olhasse bem no rosto do homem que me tirou a minha masculinidade. Novamente fui possuído, vendo-se com as pernas erguidas nos ombros de Fernando, e meu traseiro totalmente livre para aquele homem se satisfazer. Após um tempo, Paulo gozou e me fez gozar junto, sem ereção, apenas sendo penetrado. Uma coisa eu sabia. Homem eu nunca mais seria. Senti seu caralho crescer, endurecer ainda mais, vibrando, e aí uma onda de energia sair da base da pica, descendo por dentro do meu cu, até explodir num jato de porra escaldante, plantando no meu âmago a sua semente. Era magnífico ter os genes do Fernando serem absorvidos pelo meu corpo e a misturar-se com os meus. Acabamos adormecendo, jamais irei esquecer como foi ser mulher de meu macho e até hoje parece estar vivendo cada momento.

Marcela Ramos - marcelaramos74@yahoo.com.br

Virei namorada por acaso

Meu nome é Rodrigo tenho 28 anos e desde criança o mundo feminino, principalmente roupas e maquiagens me chama a atenção.

Quando criança sempre que tinha oportunidade experimentava as roupas de minha que ficavam no banheiro para lavar. Aos 23 anos quando fui morar sozinho comecei a ter minha própria coleção mas isso sempre foi um fantasia reprimida que nunca havia sido revelada a ninguém até esse dia.

Eu e mais alguns amigos sempre saímos juntos nos finais de semana, e nesse dia no final da noite um deles, Paulo, o meu amigo mais próximo com quem estava de carona me convidou para passar em sua casa e tomar mais algumas cervejas. Aceitei. Chegando lá começamos a conversar normalmente, já consideravelmente bêbados. Paulo que apesar de ser um cara bonito e com um corpo em forma estava sem namorada a alguns meses e depois de várias cervejas e muito papo resolveu começar a brincar.

- Bem que você podia tocar uma punhetinha para mim, ser minha namoradinha. Faz tempo que não como ninguém e uma mão diferente seria uma boa.

Levei na brincadeira e não dei bola. O problema é que ele ficava insistindo na mesma coisa de tempos em tempos e ficava massageando o pau por cima da calça na minha frente. Até que resolvi entrar na brincadeira e provocar. - Assim direto não dá! Tem que fazer um carinhos, dar uns beijos que eu faço. Inacreditavelmente ele (acho que meio sem noção pela bebida) veio em minha direção e me tirou para dançar (continuei levando na brincadeira), e começou a acariciar minha bunda e logo segurou minha nuca e me beijou. Meio sem reação, assustado, nunca havia tido contato com homem antes (nem ele), retribuí o beijo. Foi um beijo de uns 30 segundos, com vontade, bem molhado.

Paulo sem falar nada pega a minha mão e a conduz ao seu pau e eu começo a acariciar por cima da calça, ele então vai ao sofá, tira a roupa ficando só de cueca pede para eu tocar uma para ele. me ajoelho no chão tirou o pau para fora (um belo pau, estava meia bomba mas duro deve ter uns 17 cm, grosso e cabeçudo) e ficou uns minutos punhetando até que não resisto e ponho a boca. Meu amigo vai a loucura e começa a gemer forte fica falando que está uma delicia que minha boquinha e macia.

Não demorou muito e ele começou a gozar na minha boca, engoli o que deu, mas era tanto que um pouco acabou escorrendo pelo seu pau. Ficou um clima estranho depois disso como se estivéssemos arrependidos e levantei para ir ao banheiro lavar meu rosto. Quando voltei ele estava vestido e falei que ia embora.

No dia seguinte, passado o efeito do álcool não acreditava no que tinha acontecido e tentava esquecer. Fiquei alguns dias sem falar com meus amigos, procurando me afastar, com medo que Paulo tenha dito alguma coisa. Na sexta-feira seguinte pela manhã recebo um email dele agradecendo por ter sido a namorada dele aquele dia e dizendo que havia recebido a melhor chupeta de sua vida. Dizia ainda que queria curtir um final de semana com a "namorada" em casa e estava me convidando para passar o final de semana na casa dele. Achei que ele estava me sacaneando e liguei para ele. Paulo foi extremamente carinhoso comigo ao telefone, não parecia meu amigo falando comigo, mas sim com uma mulher que ele quer comer mesmo. Aceitei o convite. Resolvi que seria a minha oportunidade de ouro para ser a Camila (nome que uso quando estou montada) e fui para casa dele com várias roupas do armário da Camila.

Chegando lá Paulo me abraça e me dá um selinho para quebrar o clima. Falei que já que ele queria uma namorada no final de semana que faria uma surpresa para ele, e fui ao banheiro.

Comecei a dar vida a Camila, coloquei uma calcinha de rendinha preta fio dental, cinta liga, meias finas, um par de próteses de silicone para mastectomia em baixo do bojo do sutiã (deixam o visual lindo) e uma blusinha fechadinha. Uma sandália salto alto, peruca longa e um pouco de maquiagem. Ao sair do banheiro Paulo ficou boquiaberto, apenas disse:

- Caralho! É você mesmo Rodrigo? Respondi: Não Paulo sou a Camila, muito prazer! Paulo ficava repetindo... que gostosa.... e veio ao meu encontro.

Logo estávamos na cama nos beijando como casal recém formado e apaixonado. Não demorou para estar com o pau de Paulo na minha boca novamente, dessa vez com ambos sóbrios.

Paulo ficava falando: - Vai minha Camilinha, chupa o pau do seu macho, do seu amor, vai minha putinha gostosa. Tesão de boquinha! Aquilo me dava muito tesão e tomei a iniciativa de parar de chupar e entre alguns beijos sussurrar no ouvido dele. - Come minha bundinha amor? O olho dele brilhou! Me tascou um beijão e disse: - Claro linda! Me deitei de costas na cama e deixei eu fazer o resto. Beijos minha bunda meu anelzinho e começou e colocar um dedo, dois dedos e logo senti ele se posicionar sobre meu corpo. A sensação da cabeça do pau dele tocando a entrada do meu cu é inesquecível! A dor de quando ele forçou tudo para dentro também! Confesso que ele não foi muito carinhoso no início, mas após meus pedidos ele se acalmou.

Estava em transe com seu pau dentro de mim, ele bombando devagar, eu gemendo baixinho e ele beijando minha nuca. Após alguns minutos ele acelerou me comeu forte, sabia que ele estava para gozar e não deu outra, sinti o pau dele pulsar forte no meu cu e não resisti e acabei gozando junto. Paulo desfaleceu sobre mim, me beijou carinhoso e disse: Te amo Camila!

Apesar de ser óbvio que era efeito do climax, aquilo me deixo muito feliz como mulher, saber que tinha realizado meu macho. Tomamos banhos juntos, coloquei uma camisolinha e fomos dormir

No dia seguinte ele me trouxe café na cama e retribuí com uma bela chupeta. Fiquei o final de semana inteiro montada para ele, ele sempre me tratando como Camila e como sua namorada.

No domingo a noite enquanto ele tomava banho me troquei e fui embora. Essa rotina se repetiu em alguns finais de semana durante uns 3 meses até que Paulo começou a namorar uma mulher novamente e não nos encontramos mais como casal, mas nossa amizade continua e ele sempre brinca comigo. Manda um beijo pra Camila que eu não esqueci dela não hein!!!!

Camila Maia - camilinha-cd@hotmail.com

Que prima

Isso que aconteceu é real e nunca mais saiu da minha cabeça!! Quando eu tinha por volta de uns 9 anos era comum para minha família passar o final de semana na casa de praia e ficávamos todos juntos primos e primas. Todo final de semana a casa sempre ficava lotada, era uma casa grande e ficavam mais ou menos umas dez crianças brincando.

Numa certa ocasião só estava na casa eu e minha prima Sofia, além é claro de nossos pais. Sofia na época devia ter uns 14 ou 15 anos e naquela noite dormimos no mesmo quarto, não me lembro quando dormi, só sei que estava cansado e dormi bem cedo.

Nesta noite que tudo aconteceu. Só sei que de madrugada percebi que minha prima estava mexendo em mim, quando vi ela tinha tirado meu shorts e minha camiseta e me colocado um vestidinho dela, inclusive sua calcinha já estava nos meus joelhos, não entendi nada e disse pra ela parar. Ela me segurou a força e me deu um beijo na testa e foi descendo até a minha boca, então ela disse:

-  Vi isso num filme, fica quietinho que vai ser bom pra gente.

Realmente fiquei assustado mas estava gostando!! foi o meu primeiro beijo!! ela ficou me acariciando e eu gostei!! logo em seguida ela me colocou em pé e começou a arrumar o meu vestido (tudo isso no escuro). Eu tinha o cabelo um pouco comprido e ela ficou me penteando  e me acariciando, ela dizia somos duas meninas lindas, eu retrucava dizia que não e ela colocava a mão na minha boca e logo em seguida me dava um selinho!! Isso durou pouco porque nossos pais poderiam acordar, tirei a roupa e fiquei atordoado!! Não consegui dormir!!

No dia seguinte aconteceu a mesma coisa ela me acordou e já foi tirando minha roupa e me colocando um vestidinho de praia. Ficamos mais tempo desta vez!! O Diferente foi que ela ficou um bom tempo acariciando minhas partes intimas, todas elas e dizendo baixinho: - Ta Gostando!! E lambendo meu ouvido ao mesmo tempo!!

 Na tarde de domingo nossos pais queriam fazer uma caminhada para o morro da asa delta, antes de irmos embora, disseram: -  fiquem aí que vocês não vão agüentar a caminhada, daqui umas duas horas voltamos.

Era tudo que ela queria, assim que nossos pais saíram ela já foi até o quarto pegou um biquíni e veio em minha direção eu tentei fugir mas ela era mais forte, me segurou, tentei resistir mas não deu!! Ela me colocou o biquíni, penteou meu cabelo e pôs uma tiara, me levou até a frente do espelho, eu estava realmente parecido com uma menina!! De repente ela falou:- Esqueci de uma coisa importante!! Pegou um baton, fiz que ia fugir mas ela me segurou pelo cabelo e passou com todo cuidado!! quando terminou ela começou a me beijar pra valer!! Recebi um belo beijo de língua!!  Beijou também meu pescoço!! Ficamos deitados na cama todo tempo com ela dominando a situação!!

De repente ela disse chega de biquíni agora vou te transformar numa menina de verdade. Ela pegou o secador de cabelos e começou a fazer uma escova, pegou uma caixa de maquiagem e me colocou sentado no colo dela e foi fazendo tudo com muito cuidado!! Pegou também um vestido, uma calcinha e um sutiã, de novo tentei impedir mas ela era bem mais forte, me segurou novamente pelo cabelo e não teve jeito!! Depois disso ela me vestiu e me colocou de frente pro espelho, não acreditei estava parecendo uma menininha!!!

Então ela me pegou me beijou novamente  e ficamos no sofá e eu gostando de receber muitas carícias. De repente ela resolveu prender o meu cabelo, pegou um spray, jogou nele e fez um cock de bailarina, de novo eu estava parecendo um menina!! O pior é que eu estava gostando!!!!

 Percebemos que já estava ficando perigoso, ouvimos o barulho do carro dos nossos pais e  tirei tudo rapidamente!!!! ela guardou toda roupa. Corri e pulei na piscina lavando toda minha cara e atrapalhando todo cabelo!!! Neste mesmo dia fomos embora, na hora da despedida ela só me olhou com uma cara de sacana e perguntou pra minha mãe se voltaríamos no carnaval!!

Depois deste final de semana nunca mais tivemos a oportunidade de fazer tudo isto de novo!! Nunca mais tocamos no assunto!! Hoje ela mora no interior e quando nos vemos sinto que ela me olha diferente!! Toda este episodio mexeu comigo para sempre!!

Lara Matos - laracma@hotmail.com


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