Contos Eróticos

Corneando o marido na Rua

Minha mulher na época com 36 anos, trabalhava á em períodos noturno em e Belo Horizonte e sempre saía para jantar . Ela tem a pele branca, um corpo bem formado, cabelos e olhos pretos e como nome A.C.
No início achei estranho a mudança de comportamento dela, demora mais na hora de jantar do que de costume e notei outras atitudes diferentes com a de beber mais do que eu estava acostumado a vê-la fazer além de passar a usar roupas mais apertadas, saias curtas, decotes esse tornou muito comum ele a não usar mais sutiã.
Mal sabia que ela era safada e estava me corneando!!!!

Começou a sair sozinha a noite, fora do horário de trabalho dizendo que ia encontrar com as amigas.
Certa vez precisa falar com ela e liguei no celular, ela atendeu meio nervosa e pelo som de fundo vi que estava em um bar, mesmo estando de serviço, ela me perguntou o que eu queria e lhe perguntei algo sem muita importância.
Passado um tempo liguei de Nov e desta vez ela me disse não me ligue mais que você esta me atrapalhando e que me ligaria assim que pudesse, eram 19:30 horas, lembro-me até hoje com exatidão!
Recebi a uma hora da manhã o seu telefonema de retorno me dizendo que já havia retornado ao serviço, perguntei se ela sabia que horas eram ela me disse que sim e desligou.
Em um dado momento de nossa vida conjugal perguntei que havia acontecido naquela noite ela me disse, eu dei pra outro na rua e começou a me contar:
Eu o conheci a alguns dias num bar perto do trabalho onde ia jantar e disfarçadamente ele fez um contato comigo através de um olhar eu gostei dele de imediato era claro d cabelos pretos, 1,80 m e tinha 39 anos, tinha a camisa aberta e mostrava o seu peito cabeludo . Era muito gostoso.
Como estava perto de conhecidos sai disfarçadamente e ao passar pela mesa dele ele me olhou eu sorri e pisquei para ele, ele entendeu e me segui em pouco tempo.
Comecei a conversar e ele meio safado, já foi pegando Ana minha mão e eu meio sem jeito deixava, mas logo ele já me abraçava pela cintura enquanto caminhávamos pela rua .

Como já era trade para mim, troquei o telefone e me despedi com um beijo gostoso de língua que deve ter durado uns bons minutos e foi muito bom sentir a mão dele apertando as minhas nádegas!
Na data marcada fomos a um bar, mais longe de onde trabalho e ficamos conversando e eu me desinibi e sentei ao lado dele que de imediato pegou minha mão e começou a me beijar e aliás como ele beijava gostoso, começou a passar as mão em minhas pernas e ele me convidou depois de um tempo para caminharmos.
Para quem conhece o Bairro de nome Barro Preto tem pouca iluminação e as poucas existentes são mascaradas por grandes árvores.
Fomos caminhado e em dado momento ele me abraçou forte me encostou em uma árvore e começamos a nos beijar . Ele passava as mãos em meus seios, minha bunda e me convidava para ir a um motel ali perto.

Eu respondi que não tinha tanto tempo e que não poderia ir, assim mele me pegou firmou contra a árvore e começou beijar o meu pescoço, ao mesmo tempo em que uma das mãos procura o meio das minas pernas.
Tentei falar que estávamos na rua e sua boca achou os meus seios, como estava de camiseta, propositadamente sem sutiã, ele descobriu facilmente um dos seios e começou a sugar o bico e a dar leves mordidas e sua mão já abrir o zíper da minha calça que era colada e começa a me masturbar.
O Tesão aumentou e eu já não me controlava mais quando ele abriu o botão da calça e pos a mão toda dentro da minha calcinha alcançando a minha xaninha e começou a enfiar os dedos.

Eu gemia e fazia movimentos de subir e descer e ele colocou o pau pra fora e começou a se esfregar em mim, depois rapidamente ele abaixou a minha calça jeans até o joelho e junto com ela a calcinha, falei aqui não, mas senti uma estocada forte ele enterrou tudo de uma vez, era grande, gostoso.
Ele me pegou de jeito segurou a minha bunda com as duas mãos e meteu forte até me esqueci que estava ma rua ele fazia movimentos gostosos de vai e vem e ai começou a bombar forte e eu vi que ele e eu íamos gozar, comecei a gozar, você sabe que gozo fácil , e disse a ele que não gozasse dentro pois não tomo remédio e ele não estava usando camisinha, mas não deu ele aumentou o ritimo e começou a gemer e falou, puta casada merece uma buceta cheia!!!!
E num instante socou forte e eu gozei de novo e senti a minha xaninha se encher do gozo dele.
Ficamos uns instantes unido enquanto ele gozava até que ele tirou para fora e me pediu o meu lenço e quando ia lhe entregar ele falou, você limpa. Primeiro com a mão.

Limpei aquele pau gostoso e melado ainda meio duro e quando fui usar o lenço ele me prensou junto á árvore e falou: usa a boca para lavar a sua mão, lambi minha mão toda melada de nosso gozos e assim que fui me limpar do gozo dele que começava a escorrer de minha xaninha ele não deixou, puxou a minha calcinha para cima e falou que eu ia gozada para o trabalho.
Vesti a calça e saímos de mão dadas, quis correr mas ele não deixou, me levou até perto do serviço para se certificar de onde eu trabalhava e antes deu ir embora ele me beijou e me fez masturbá-lo um pouco e falou que essa era a primeira de muitas que agora ele sabia que a casada era uma mulher fácil , gostosa e safada.
Se leu e acha que sabe mais sobre A.C. mande um email semanticus@hotmail.com

 

Marido corno assisti sua mulher com dois machos

Aqui estamos mais uma vez, somos o casal Jony e Shirley, ambos na faixa dos trinta anos, realmente casados, liberais e gostamos muito de sexo, eu sou corno manso assumido, adoro ver ela em ação, ela é muito safada, adora ser puta e me cornea sempre, estamos juntos há mais de uma decáda e em todos esses tempos fizemos várias amizades que resultou na realização de muitas fantasias sempre respeitando os limites de ambos com sigilo, higiêne, respeito e segurança, alguns desses amigos fizeram parte das nossas fantasias em apenas um único momento e depois nunca mais os avistemos, outros iniciaram uma amizade através da internet e hoje moram em cidades de até 500 Km de distância da nossa e uma pequena parcela de amigos moram em nossa cidade pois é dificil achar pessoas de confiança com personalidade compativel com a nossa para realizar fantasias, mesmo assim, eu e a Shirley já fizemos muitas fantasias, depois nós dois sentamos os dois juntinhos, documentamos tudo e escrevemos esses contos, adoramos fazer isto, já temos vários relatos publicados nesse site e estamos preparando mais alguns para serem divulgados incluindo este, é que nós ainda estamos escrevendo as fantasias que fizemos quando ainda não tinhá-mos o hábito de escrever contos em sites por isso temos muitos relatos para escrever que aconteceram conosco em todo esse tempo que estamos juntos, no mês de abriu 2011 completamos 14 anos de convivência, sexo, loucuras e fantasias. Na nossa cidade, nos consideramos um casal de sorte, nossas amizades seletivas inclui um casal liberal que sempre praticamos swing/menage e também alguns amigos amantes que tranzam com ela na minha frente, desses amigos apenas um pensa que eu não sei de nada, o Sr. Fernando ( Patrão da Shirley ).

O relato de hoje é para contar como foi a iniciação dele tranzando com ela na minha frente e depois a primeira vez dela com dois caras ao mesmo tempo. Eu vou contar em duas etapas. 1ª Etapa- Já faz um tempo que eu sei que a Shirley, minha mulher, tranza com o Sr. Fernando, seu patrão, ela mesma me contava, a maioria das vezes que ela saía com ele chegava em casa toda sorridente, olhar brilhante, eu esperava ancioso pra saber de tudo, mal ela chegava e já ía me contanto como tería sido a tranza com o seu patrão, eu escutava tudo chupando sua buceta úmida que havia acabado de ser comida e depois agente tranzava gostoso, depois de um certo tempo, eu pedi a Shirley para que toda vez que ela saísse com Sr. Fernando fosse aos poucos tentando convencer ele a tranzar com ela na minha frente pois eu adoro ver ela em ação e também por que nós estávamos procurando uma outra pessoa para que futuramente junto com seu primo Bruno, pudéssemos realizar a minha fantasia de ver ela com dois caras ao mesmo tempo, essa tarefa de convencer o Sr. Fernando a tranzar com ela na minha frente não foi fácil, a Shirley, minha mulher, aos poucos conversou com ele várias vezes sobre o assunto mais Sr. Fernando era um pouco tímido e tinha medo das minhas reações, dizia que não tinha coragem e se negava a acreditar que tudo fosse real, foi preciso a Shirley abrir o jogo e dizer que desde o inicio eu já sabia de tudo que acontecia entre eles dois, que eu sentia prazer em saber e mais ainda em ver minha mulher com outro homem, a Shirley foi mais ousada e deu o número do meu celular para o Sr. Fernando e disse a ele que se tivesse alguma dúvida poderia ligar diretamente pra mim, depois disso, Sr. Fernando acreditou um pouco mais na minha mulher e depois de uma semana ligou pra mim perguntando se era realmente verdade a proposta que a minha mulher lhe tinha feito, eu confirmei tudo e ele gostou da idéia se dizendo estar muito curioso, então tratamos de sair os três juntos para um baile de forró que aconteceria na noite seguinte, na hora combinada ele chegou na nossa casa e fomos pro baile nós três juntos no carro do Sr. Fernando, chegando lá sentamos em uma mesa e começamos a beber, depois de várias horas nós já estávamos meios altos devido a bebida, foi quando Sr. Fernando convidou a Shirley,minha mulher para dançar, os dois dançavam agarradinhos e eu fui ficando de pau duro, depois disso, eu convidei o Sr. Fernando e a Shirley para sair daquele lugar e ir para um local onde nós pudéssemos ficar mais a vontade, eles concordaram e nós três fomos em direção ao estacionamento onde estava o carro, chegando lá, Sr. Fernando me pediu para eu dirigir pois ele havia bebido um pouco, em seguida entrou no carro no banco de trás, a Shirley perguntou se poderia ir também no banco de trás para ir conversando com o Sr. Fernando e foi logo entrando, eu dei partida no carro e saímos, em poucos instantes os dois já estavam no maior amasso, eu dirigia de pau duro e de vez enquanto olhava para trás para ver o que estava acontecendo e via os dois se esfregando e se beijando então tratei de levar todos até o motel.

Chegando lá eu estacionei o carro na garagem da suíte e fui baixar a cortina, quando retornei os dois já estavam em pé escorados no capô do carro, Sr. Fernando levantou a blusa da minha mulher e começou a tocar nos seus seios, eu abri a porta da suíte e convidei os dois a entrarem, mal eu fechei a porta e os dois caíram em cima da cama se beijando, aos poucos foram tirando suas roupas até ficarem completamente nus, eu retirei minha roupa e me sentei em uma cadeira próximo da cama, Sr. Fernando e a Shirley estavam muito excitados e faziam de conta que eu não estava ali e começaram a tranzar, a Shirley se abaixou entre as pernas do Sr. Fernando e começou a chupar seu pau até ele ficar completamente duro, em seguida, ele pediu a ela que virasse ao contrario pois queria chupar sua buceta, logo logo os dois estavam se chupando fazendo uma meia nove gostosa, depois de alguns minutos, eu peguei uma camisinha e dei para a Shirley que tratou logo de vestir no pau do Sr. Fernando, depois disso, ela foi pra cima dele, encaixou sua buceta no pau dele e começou a cavalgar, nesse momento eu assistia a tudo batendo uma punheta, depois disso eles mudaram, a Shirley saiu de cima dele e ficou de quatro em cima da cama, ele se ajoelhou por trás dela, enfiou seu pau na buceta dela e começou a meter, a Shirley gemia de tezão me chamando de corno e pedindo pro Sr. Fernando meter tudo dentro da sua buceta, Sr. Fernando estava adorando e vibrava com tudo que estava acontecendo, depois de vários minutos os dois resolveram gozar, ela se deitou na cama e ele foi pra cima dela, abriu suas pernas e enfiou de uma vez seu pau dentro da buceta dela ficando somente as bolas do lado de fora, em seguida ele começou a meter forte pulando em cima dela, não demorou muito e os dois gozaram juntos e eu também gozei batendo minha punheta.

Depois de tudo, a Shirley foi tomar banho e eu fiquei conversando com ele, Sr. Fernando disse ter gostado muito da experiência e perguntou do que mais agente gostava de fazer ou fantasiar, eu respondi que há muito tempo tinha vontade de ver a Shirley, minha mulher, tranzando com dois caras ao mesmo tempo mas isso nunca foi possível pois só havia conseguido uma pessoa para tal feito e faltava uma segunda pessoa de confiança para que tudo pudesse acontecer, também disse a ele que já cheguei a fazer uma Dp nela juntamente com seu primo mais ver ela em ação com dois caras ficou mesmo só na minha imaginação, em seguida, Sr. Fernando me perguntou se a minha mulher topava fazer uma Dp com ele, eu disse a ele que já havia conversado com a minha mulher sobre o assunto e ela ficou interessada, ela também me disse que as poucas vezes que teve a sua disposição dois paus ao mesmo sentiu uma sensação gostosa e gozou feito uma louca, como ela havia concordado só faltava agora achar as pessoas certas e nós contávamos com ele e o Bruno primo dela pois ele já tranzava com ela há algum tempo, em seguida, Sr. Fernando concordou na hora e disse que nós poderíamos contar com ele para realizar essa fantasia, em seguida a Shirley chegou e eu falei pra ela que o Sr. Fernando topou fazer uma Dp nela juntamente com o seu primo Bruno, a Shirley gostou e disse que queria realizar essa fantasia o mais breve possível e combinamos que quando tudo estivesse programado agente o avisaria, depois disso, nos vestimos, pagamos a conta, pegamos o carro e fomos pra casa. 2ª etapa- O tempo foi passando até chegar o dia do aniversário do nosso casamento, eu e a Shirley fomos pessoalmente convidar o Sr. Fernando para tomar umas cervejinhas com agente em nossa casa, no ato do convite ele perguntou quantas pessoas estariam presente em nossa casa e nós respondemos que era apenas uma comemoração simples, que nós não convidamos ninguém além dele e do Bruno primo da Shirley, Sr. Fernando entendeu tudo e gostou da idéia confirmando que estaria presente. Marcamos tudo para o domingo de manhã e pedimos a ajuda do Bruno para ajudar a realizar a nossa fantasia. Chegado o dia e hora combinados o Sr. Fernando chegou, trouxe consigo uma garrafa de wisk importado e um presente para a Shirley, ela agradeceu o presente e nós fomos para a sala, colocamos um som ambiente, abrimos a garrafa de wisk e começamos a beber e conversar, depois de várias doses a Shirley foi tomar banho e voltou vestida em uma blusa pequenina quase transparente e uma saía curta, minutos depois ela convidou o Bruno para dançar, eu e o Sr. Fernando ficamos sentados no sofá assistindo os dois dançarem, devido ao efeito do wisk, os dois começaram a dançar escandalosamente e de vez enquanto o Bruno levantava a saía da Shirley mostrando para nós dois que ela estava sem nada por baixo, sem calcinha, eu fui ficando de pau duro e o Sr. Fernando também, Bruno foi mais ousado e começou a se esfregar na minha mulher, depois colocou sua mão por baixo da blusa dela e começou a pegar nos seios dela enquanto dançavam, nesse momento, eu baixei um pouco o volume do som, coloquei meu pau pra fora e comecei a me punhetar lentamente, Sr. Fernando não sabia o que fazer, em seguida, a Shirley retirou sua blusa e veio em minha direção, ficou de joelhos entre minhas pernas e começou a punhetar meu pau, Bruno retirou toda a sua roupa, se aproximou de nós e em pé mesmo colocou seu pau na boca da minha mulher, ela me punhetava e chupava o pau dele ao mesmo tempo, Sr. Fernando foi retirando sua roupa até ficar completamente nu, em seguida começou a bater uma punheta vendo a Shirley chupar o pau do Bruno, a safada chupava com vontade, tentava engolir o pau dele por inteiro, depois vinha em minha direção e me dava um beijo na boca fazendo com que eu sentisse o gosto da rola do Bruno em sua boca, Sr. Fernando quando viu isso se levantou imediatamente e ofereceu seu pau para a Shirley também chupar, eu me afastei um pouco e fiquei batendo uma deliciosa punheta vendo a Shirley, minha mulher, chupando aqueles dois paus duros ao mesmo tempo, ela colocava os dois paus juntos na boca, depois punhetava um e chupava o outro até os dois ficarem completamente duros, em seguida, eu peguei uma camisinha e dei pro Sr. Fernando vestir em seu pau, Bruno se sentou no sofá ao meu lado, Shirley se ajoelhou entre as pernas do Bruno e começou a chupar seu pau de quatro no chão, deixando sua bunda empinadinha, Sr. Fernando se ajoelhou no chão, por trás da minha mulher, pegou seu pau, colocou na entrada da buceta da Shirley e foi enfiando lentamente até entrar tudo, depois começou a meter, a Shirley rebolava no pau dele e chupava o pau do Bruno ao mesmo tempo, eu assistia a tudo batendo uma gostosa punheta, a Shirley olhava pra mim e me provocava dizendo;......

Tá gostoso amor ver a sua puta dando a buceta ? Olha como meu patrãozinho me come gostoso, ahahahahahahahh Mete Sr. Fernando, não pare, come minha buceta ahahahahha, me come gostoso,ahahaha Enfia esse pau dentro de mim, vaiii aahahaaha, a Shirley estava eufórica devido as doses de wisk que bebeu, Depois disso, ele resolveram mudar, ela se sentou no sofá e Sr. Fernando ficou de joelhos entre suas pernas, pegou seu pau e enfiou na buceta da minha mulher outra vez, Bruno ficou de joelhos em cima do sofá e deu seu pau para a minha mulher chupar, a Shirley dava a buceta para o Sr. Fernando e chupava o pau do Bruno ao mesmo tempo, eu assistia a tudo batendo uma punheta, depois de vários minutos nessa, agente resolveu ir para a cozinha, lá o Sr. Fernando puxou uma cadeira próximo a mesa e se sentou, a Shirley se sentou em seu colo, de costas pra ele, Bruno se sentou em cima da mesa, a minha mulher cavalgava sentada no pau do Sr. Fernando e se esticava toda para chupar o pau do Bruno, estava muito gostoso ver a minha mulher se deliciando com duas rolas ao mesmo tempo, parecia um filme pornô, depois disso, a Shirley se levantou e se deitou em cima da mesa, Sr. Fernando se levantou, se aproximou da mesa, levantou as pernas da minha mulher e meteu na sua buceta novamente, Bruno se aproximou dos dois e deu seu pau para a Shirley continuar chupando, Sr. Fernando metia tudo, deixando somente as bolas do lado de fora, a safada da minha mulher gemia alto com o pau do Bruno na boca, em seguida, me provocava mais uma vez dizendo;.....

Me come Sr. Fernando, enfia tudo, que rola gostosa você tem, arromba minha buceta na frente desse corno, ele adora levar chifre, olha amor como ele me come gostoso, a rola dele é uma delícia, olha como ela entra gostoso na minha buceta, nesse momento meu pau parecia querer explodir na minha mão, Sr. Fernando metia forte chamando a Shirley de puta safada, piranha e gostosa, a Shirley ouvindo isso acabou gozando no pau dele, depois disso, resolvemos dar uma pequena pausa e fomos para o nosso quarto, chegando lá eu me sentei na pontinha da cama, a Shirley veio e se sentou em meu colo, de costas pra mim, Sr. Fernando se aproximou de nós, ficou em pé na frente da minha mulher, retirou a camisinha e deu seu pau para a Shirley chupar, Bruno fez o mesmo, a Shirley cavalgava no meu pau e chupava aquelas duas rolas duras ao mesmo tempo, eu metia na buceta da minha mulher e assistia, bém de pertinho, ela chupando aqueles dois paus enormes, o tezão da gente estava alto, eu aproveitei o momento, retirei meu pau da buceta da minha mulher e enfiei no seu cuzinho, no começo ele reclamou que estava doendo mais depois se acostumou, em seguida, eu puxei a Shirley para trás e nós deitamos na cama, ela ficou deitada de costas em cima de mim, eu continuei comendo seu cuzinho e deixei sua buceta toda aberta para os nossos amigos, o primeiro a se aproximar foi o Bruno, ele ficou de joelhos em cima da cama e meteu seu pau na buceta da minha mulher, pronto, estavámos fazendo uma DP na minha gata, eu metia em seu cuzinho e o Bruno na sua buceta, Sr. Fernando colocou outra camisinha no seu pau e veio para próximo de nós, Bruno saíu e foi a vez do Sr. Fernando meter na buceta da minha mulher, os dois ficaram se revezando na buceta da Shirley por vários minutos, mais eu gosto mesmo é de ser corno, de levar chifre e ver minha mulher dando pra outro, então eu saí de perto deles e deixei minha mulher a vontade com nossos amigos, me sentei em uma cadeira e fiquei batendo minha punheta, em seguida, Bruno se deitou na cama e a Shirley foi pra cima dele, ela encaixou sua buceta no pau dele e começou a cavalgar, deixando sua bunda aberta e empinada para o Sr. Fernando, ele se aproximou, ficou de joelhos em cima da cama por trás dela, pegou seu pau e foi enfiando no cuzinho da minha mulher até entrar tudo, depois começou a meter, Bruno metia na buceta e Sr. Fernando no cuzinho dela, a DP parecia estar gostosa, a safada da minha mulher revirava os olhos e gritava de tezão gemendo feito uma cadela, como ela adora me provocar, a puta olhava pra mim e dizia;.....Olha amor, tenho duas picas dentro de mim, é gostoso ver a sua mulher dando o cuzinho e a buceta ?

Olha seu corno, bate uma punheta vendo esses dois machos me arrombando,ahahahahhahah, aprende como se come uma puta de verdade, quando ouvi isso o tezão foi a mil e eu me segurei para não gozar naquele momento, depois de vários minutos nessa, os três resolveram enverter a posicão e gozar, então Sr. Fernando saiu detras da minha mulher e se deitou na cama, a Shirley foi pra cima dele e encaixou sua buceta no pau dele, Bruno foi por tras dela e enfiou seu pau no cuzinho dela continuando a Dp, os dois começaram a meter forte, ficava somente as bolas do lado de fora, nesse ritmo, não demorou muito e os dois explodiram em gozo alucinante, Bruno gozou dentro do cuzinho da minha mulher enchendo ela de esperma, depois de alguns segundos, Bruno saiu de cima da Shirley e se sentou ao lado, a Shirley saiu de cima do Sr. Fernando e se aproximou do pau dele, retirou a camisinha do pau dele de uma forma que o esperma que estava dentro da camisinha caisse todinho sobre seu pau e em seguida começou a chupar se lambuzando e limpando tudo, depois disso, eu pedi ao Sr. Fernando e ao Bruno que saíssem do quarto e deixasse eu e minha mulher a sós por alguns instantes, assim que eles saíram do quarto, eu fechei a porta e fui em direção da cama onde estava a minha mulher, me aproximei dela, abri suas pernas e vi que sua buceta brilhava e saia esperma de dentro do seu cuzinho, não perdi tempo e caí de língua chupando a buceta e o cuzinho dela, adoro fazer isso, limpei tudo, suguei até a última gota, a Shirley, minha mulher, começou a se exitar de novo com a minha língua na sua buceta, ela pegava minha cabeça e pressionava contra sua buceta dizendo;.... Me chupa amor, limpa meu cuzinho e minha buceta, engole o esperma do macho que estar em meu cuzinho, ele arrombou meu cuzinho e gozou dentro dele, vai seu corno, viado, me chupa, depois de ouvir isso, eu parti pra cima da minha mulher, dei um demorado beijo de língua em sua boca com gosto de esperma, em seguida, peguei meu pau e enfiei em seu cuzinho e comecei a meter, estava muito gostoso, eu metia no cuzinho da minha mulher com vontade, ela olhava pra mim e dizia que me amava, que eu era o melhor marido do mundo, em seguida, a Shirley começou a massagear sua buceta, batendo uma siririca enquanto eu comia seu cuzinho, não demorou muito e nós acabamos gozando os dois juntos, ela gozou com seus dedos enfiado na sua buceta e eu gozei dentro do cuzinho dela, foi muito gostoso. Essa foi uma das melhores fantasias que já realizamos.

Depois de tudo, tomamos banho e fomos ficar com nossos amigos, depois não rolou mais sexo mais ainda bebemos e dançamos a tarde inteira.Neste dia, o Bruno dormiu na nossa casa, no outro dia cedo, antes dele ir embora, ainda bati mais uma punheta vendo a Shirley, minha mulher, chupar o pau do Bruno por vários minutos até ele gozar dentro da boca dela. Depois desse dia, o Bruno e o Sr. Fernando se tornaram amigos, as vezes saímos juntos com total sigilo e confiança, sempre que é possível eles tranzam com ela independente de eu estar presente ou não, depois a Shirley me conta tudo em detalhes. Esta foi mais uma das muitas que virão pois gostamos muito de sexo e fantasias, eu gosto de ser corno e ela adora ser puta, adoro bater uma punheta vendo um macho de pau duro metendo na buceta da Shirley e ela adora dar a buceta para um macho na minha frente, nós nascemos um por outro por isso não desperdiçamos nenhuma chance, estamos sempre realizando fantasias.

Até a próxima !

 

Só passivo (antes do crossdresser)

A maioria dos contos, que encontramos na internet, ou são frutos da imaginação ou fantasiados para o que realmente desejamos, alguns são pura invenção, outros mesmo sendo verídicos, foram fantasiados pelos desejos de quem escreve.......

Eu gosto muito de escrever contos sobre minhas aventuras, mas é dificil não incluir no conto alguns desejos não realizados, porque só nos contos é que nos realizamos verdadeiramente, nós crossdressers sonhamos muito mais do que realizamos, pois poucas de nós são assumidas, e nem todas nós somos tão lindas e corajosas quanto a Betinha... entre uma aventura e outra, entre um conto e outro, vamos levando nossa vida .... é claro que quando conhecemos alguém, através de bate-papos pela internet, que também costumam ler contos e gostam de apimentar uma fantasia, fica mais fácil realizar alguma fantasia ou situação, do que uma pessoa que conhecemos num barzinho....

E foi assim, através da internet, que conheci o Paulo, ele era um leitor habitual de contos, e num dos contos que escrevi ele deixou um comentário, e ainda me mandou um e-mail, perguntando se tudo que eu havia relatado aconteceu de verdade, claro respondi que boa parte dos acontecimentos foram fantasiados... e assim começamos a nos corresponder, até que um dia ele sugeriu de nos encontrarmos, o que realmente aconteceu, foi no Mcdonalds da av bandeirantes ..... não é lindo??????

Eu cheguei primeiro, ansioso que era, ele chegou logo depois, impossível não notar, pois ele era alto, fortão, gordo, grandão mesmo (o encontro só deu certo porque ele se descreveu como grandão, senão eu teria fugido, homem baixinho ... bláááá!!!!), estava de calça jeans, camisa azul, óculos escuros, passou os olhos pelo ambiente e sorriu ao cruzar com o meu olhar, é incrível como esses caras conseguem nos identificar só pelo olhar, ele foi ao caixa e comprou batatas fritas e guaraná, levou para a mesa, se sentou e abriu o maior sorriso, dizendo... aceita?

Conversamos por meia hora, apenas amenidades, pois o local estava meio cheio, mas ninguém reparava na gente, falou do trabalho, que morava no jabaquara, falei do meu trabalho, que morava na lapa, mais um monte de pequenas bobagens, então ele me convidou para conhecer sua casa, tomamos o guaraná e deixamos metade das batatas, e o segui ao estacionamento. Fomos conversando mais abertamente durante o trajeto, contei minhas experiências e minhas fantasias, ele me contou as dele, falou que eu escrevia bem, e queria saber se eu realmente iria a fundo numa transa, se eu seria tão submisso e obediente quando escrevia ... olhei para ele e sorri, dizendo, ... bom para ser submisso e obediente, depende do macho, é o macho que conquista e submete a fêmea. Falei que gosto de tudo, mas não de sadismo, não gosto de apanhar, gosto de ser convencido, um pouquinho de força tudo bem, mas apanhar e sofrer não dá .....

Ele concordou e disse, então, que devíamos experimentar, pois ele gostava de um sexo mais forte, com pegada e gostava de medir forças, e ele se sentia mais atraído por um homem resistente, aquele que não se entrega facilmente e coisas assim ..... e eu também era alto, forte(eu tenho 1,85m e 85kg), ele não entendia porque eu gostava de ser passivo, pois eu aparentava ser bem forte, tive que explicar que eu não fui sempre passivo, até perto dos 30 anos, só saía com mulheres, casei, separei, minha primeira vez como passivo foi com uma travesti, e só depois de algum tempo tomei gosto pela coisa (rsrrsrsrs .... pela pica né?).... aí um dia, saí com um homem, eu ainda não sabia o que era crossdresser e nunca tinha experimentado, e foi com ele, que tive minhas primeiras experiências, num monte de coisas, minha primeira calcinha, primeiro batom, primeira depilação, e foi ele, que foi me convencendo, me fazendo desabrochar, ele dizia, que o homem certo, me faria virar fêmea dele, e quando eu experimentasse, viraria viado para sempre, e aquele homem soube fazer, me transformou em bichinha, que morria de vontades por um pinto.... estávamos nessa conversa quando chegamos na casa dele, era uma casa grande, assobradada, e com uma garagem na frente, os portões se abriram ele entrou e os portões se fecharam.

Eu sabia, que se chegasse até ali, o que iria ser, só não sabia se seria gostoso ou não, perto um do outro, ele era pouco mais alto, mas era grandão, braços fortes, barriga grande, parecia em forma, mas sem exagero, então pela garagem entramos numa sala, e depois numa outra, onde se via uma esteira, uma maca (dessas de massagem), vários almofadões num canto da parede, uma mesa cheia de potes e pequenas toalhas... era o seu cantinho onde ele gostava de ficar ... ali ele deve ter levado inúmeros parceiros ... ele fechou a porta, virou-se para mim e me puxou para um abraço bem forte, então olhou nos meus olhos e me beijou ..... com força, me tirando o folego e me abraçava ao mesmo tempo ... quando paramos de nos beijar ... ele me olhando diretamente começou a me despir ... fiz o mesmo com ele e em poucos minutos estávamos os dois nus, voltamos a nos beijar e ele acariciava meu corpo com suas mãos, fortes e grossas, mas a sensação era muito boa ... ele não teria muito trabalho, pois eu estava deixando me levar e esperava que ele realmente me dominasse por inteiro....

Ele me deitou e eu me ajeitei na maca, ele trouxe alguns potes para o chão e começou a me massagear, foi muito bom, relaxante, em determinado momento ele concentrou-se no meu ânus, me deixando lubrificado e morrendo de tesão, senti seus dedos me conhecendo, desbravando meu cuzinho, até que ele alcançou a próstata e massageou profundamente, e aquilo me deu um tesão incontrolável, não consegui controlar os espasmos, soltei gritinhos e gozei, mas ele continuou me massageando, foi tudo tão rápido, me senti envergonhado por ter gozado tão rápido, mas ele começou tudo de novo, e quando senti meu pinto começar a endurecer, ele parou.... colocou algumas almofadas por baixo de mim, afastou minhas pernas e montou sobre mim, senti seu pau a procura do meu cuzinho, e ao mesmo tempo que ele iniciava a penetração eu dava uma reboladinha para ajudar, ele foi enfiando calmamente, bem devagar, carinhosamente, afagava meus cabelos e me mordia o pescoço, e continuou enfiando, tudo, bem devagar, até que senti suas coxas em minha bunda, eu estava totalmente preenchido, sentia a pica daquele homem pulsando dentro de mim, sua pica era grossa e grande, eu estava deliciado, então ele começou um vaivém gostosa, devagar, calmo, e quando enfiava ia de uma vez, depois tirava devagarinho, e enfiava com tudo, eu sentia suas bolas me tocando, ele naquele ritmo tranquilo, foi me deixando com tesão novamente, então senti que ia gozar de novo, avisei e ele aumentou o ritmo, ambos estávamos empapados de suor, então senti, um jato quente, demorado, e gozei ao mesmo tempo que ele enchia meu cu de porra, porra quentinha, grossa .....então ele se deixou cair sobre mim.... e ficamos ali, em silencio, só curtindo, por um tempinho, nem nos movemos, até que ele falou .... vamos nos lavar ....

No banho, ele me lavou todinho e eu a ele, nos recostamos sobre os almofadões e começamos a conversar, ele me puxou para mais perto e nos beijamos, esse modo de beijar eu nunca esqueci, era um beijo forte, quente, sua língua invadia me boca me tirando o folego, encostei minha cabeça em seu peito e com a mão direita procurei seu pau para acariciar, ele disse que já tinha sido casado, mas logo depois se separou, disse que sua preferência eram homens, e procurou assumir desde cedo, sempre gostou de homens franzinos, delicados, mas às vezes gostava de medir forças com homens que se diziam ativos, e comeu quase todos, ele disse que era uma questão de persuadir, convencer e se impor, um dos machos vai ceder, é uma questão de tempo, perguntei se ele queria me ver vestido de calcinha, ele disse que não, queria me me ver dominado como macho, me transformando em viadinho, eu disse que já tinha acabado de ser viado para ele, ao que ele respondeu .... haahhh isso foi pouco, quero mais ..... e levou meu rosto até seu pau, e me fez chupá-lo, fui chupando e engolindo aquele pau grosso e lambendo sua cabeça vermelha e redonda, seu pau era lindo, não muito comprido, mas bem grosso, a cabeça linda, vermelha para fora (era circuncidado), lambia sua babinha, ele já estava endurecendo, já não cabia inteiro em minha boca, seus pelos bem aparados, cheiroso, lambia e engolia suas bolas, ela gemia, cada vez que eu engolia seu pau, fazendo chegar na minha garganta ... perguntei se ele queria me comer ... mas ele disse que não, que queria gozar em minha boca, me mandou continuar, e eu ora lambia, ora engolia, seu pau já estava bem duro agora, a babinha salgada, escorria em maior quantidade, seu pinto cheiroso, aquele vaivém em minha boca, fechei os olhos e procurei sentir seu pau todo em minha boca, lambia, chupava, lambia seu saco, engolia as bolas, até que seus gemidos ficaram mais fortes, ele tentava pegar minha cabeça, mas eu não deixava, suas pernas se esticavam, ele queria que eu aumentasse o ritmo, mas ia bem devagar, engolia toda sua pica e voltava devagar, pressionando seu pau com meus lábios, tomei muito cuidado para não arranhar com meus dentes, ele tentava se dobrar e eu não deixava, montei em sua barriga e virei minha bunda para ele, ele pe apertava as pernas, mordeu minha bunda várias vezes, mas eu não deixava se pinto em paz, com o peso das minhas pernas eu não deixava ele se virar, e continuava chupando, engolia sua pica de uma vez e soltava bem devagar, lambia a cabeça e a babinha e engolia de novo, ele já se remexia muito, seu corpo chegava a se erguer do chão, seu pinto estava duríssimo, eu sabia que ele estava prestes a gozar, eu fiz o possível para judiar dele, com o peso das minhas pernas continuava forçando o peito dele para trás e com as mãos não deixava ele erguer os joelhos, eu já estava suando muito, sentia sinais de cansaço pelo força que fazia, ele estava completamente empapado de suor, gemia alto agora, eu apertava seu pau com lábios, fazendo pressão logo abaixo da cabeça, então pressenti..... sua pica engrossou de repente, a força que ele fazia para erguer a pélvis era grande, ele gritou e então fui inundado com um esporro tão forte, quente, salgado, grosso, sua cintura se erguia do chão e desabava, ele continuava esporrando, engoli grande parte, senti o gosto na língua, escorreu grande parte, estava com o rosto lambuzado, tinha espirros de porra no pescoço e no peito, me ergui e fui deitar minha cabeça em seu peito, que arfava muito forte, ele nada disse, pensei que ele fosse me beijar, mas ele apenas acariciou minha cabeça e ficamos assim, eu recostado em seu peito e acariciando seus mamilos com a mão direita, estávamos banhados em suor, respiração ofegante, foram muitos minutos para nos acalmar ......

Então, após tomarmos outro banho, ele saiu para buscar alguma coisa... voltou alguns minutos depois e disse assim, vá até o banheiro, deixei algumas coisas lá, acho que você vai gostar ... olhei para ele e o beijei, fui até o banheiro, vi algumas roupas dobradas sobre a tampa do vaso, no lavatório encontrei um creme hidratante e um batom, gostei muito, então me vesti, calcinha (tipo biquíni que amarra dos lados) e blusinha cor de rosa, meias pretas 7/8, passei o creme nas pernas, nos braços, rosto e peito, usei o batom, e nessas horas que eu gostaria de ter uma peruca, mas, tudo bem ..... pelo menos eu estava lisinho, lisinho ........voltei à sala ... ele me esperava de pé, ao lado do banheiro... sorriu e me beijou, aahhhhhh esse beijo .... tudo de bom ... me levou pela mão e me deitou, falou que eu realmente parecia uma bichinha, muito bonita, deitou sobre mim, e me beijou de novo, e começamos o nos esfregar, ele caiu de lado e me levou junto, olhávamos intensamente um ao outro, então ele se posicionou sobre mim, abriu minhas pernas e desamarrou a calcinha, eu olhava para ele, ansiosamente, ele era cuidadoso, a cada movimento parava e me beijava, me olhava e dizia que queria me comer olhando nos olhos, queria ver o que eu sentiria, sendo penetrada por ele, enquanto falava ele lubrificou meu cuzinho, delicadamente, e senti quando ele encostou a cabeça de sua pica na minha portinha, ele começou a forçar a entrada, doeu um pouco, estava dolorido pela primeira trepada, ele forçou mais uma vez, soltei um gemido abafado, ele sorriu e senti a cabeça de seu pau dentro de mim, eu segurava as suas pernas, para que ele não fosse de uma vez, ele foi forçando, devagar, bem devagar, seu pinto era grosso, grande, eu sentia sua penetração, cada veia de sua pica grossa e quente, entrando em meu corpo, me possuindo, me penetrando, ele tentava alcançar minha boca e isso forçava mais ainda a penetração, eu gemia bastante agora, estava totalmente a mercê dele, estava gostando, mas doía um pouco, então, ele fez mais uma tentativa, entrou tudo, eu senti, levantei meu pescoço procurando sua boca, nos beijamos calmamente, ele foi jogando o corpo sobre mim, suspirei e gemi ao mesmo tempo, senti meu cu totalmente alargado, estava suando, pedi para ele esperar eu me acostumar, ele disse sim, a dor foi diminuindo, eu me enrosquei em seu pescoço, com minhas pernas enlacei sua cintura e disse ... vem ..meu macho, meu macho querido, vem toma sua bichinha que sou sua, vem, vem ...... então ele começou um vaivém, bem devagar, ele tirava com calma e enfiava um pouco mais rápido, e foi aumentando, aumentando, eu sentia perfeitamente toda sua pica, me preenchia totalmente, sentia suas veias pulsando dentro do meu cu, e pedia mais, ele aumentava o ritmo, eu não desgrudava do pescoço dele, ele aumentava o ritmo, nos beijávamos, ele sinalizou que iria gozar, apertei minhas pernas empurrando meu cu de encontro ao corpo dele, para que ele enfiasse sua pica o mais profundamente que pudesse, eu gemia, ele tremia convulsivamente, então ele deu as últimas estocadas, fortes, sentia sua pélvis em minha bunda, então um calor tomou conta de mim, sentia seu pau despejando uma porra quente dentro de mim, ele continuava bombando, e mais porra entrando, ele me beijou e agora sentia as contrações, e aos poucos ele foi se acalmando, e nos viramos de lado, um de frente para o outro, eu me sentia totalmente satisfeita, arrumei a blusinha e me aninhei no peito dele ...... cochilamos um pouquinho depois .......

Depois desse dia, nos encontramos muitas vezes, então, um belo dia, ele atendeu o celular na minha frente e falou com alguém por quase uma hora, sua expressão era de grande felicidade, ele estava exultante, era um convite que ele esperava há muito tempo .... uma grande empresa do sul o chamou para dirigir uma fábrica .... dois meses depois nos despedimos ... e perdemos o contato .... faz muitos anos e ambos trocamos de celular e de números e nunca mais nos vimos ..... mas eu nunca mais esqueci aquele beijo .....

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

 

Um macho chamado Paulo - parte II (a paquera)

eu me sentia plenamente realizado, meu cu alargado e esporrado, me sentia realizada, plenamente, eu sentia como meu corpo liso junto ao dele todo peludo, me fazia arrepiar, me sentia a própria fêmea, subjugada, conduzida, penetrada ..... e felizzzzz ... sentia sua porra escorrer para minhas coxas, virei de lado e adormecemos ..... amanhã seria outro dia ..... ..... .....

Eu e o Paulo saímos mais algumas vezes, mas ele às vezes dava uma sumida e durantes os meses seguintes aumentei meu círculo de amizades, a Monica, O casal Ricky e Andre, estavam sempre nos nossos programas, conheci outros casais de homens gays, e percebi que os problemas e dúvidas nos relacionamentos, são iguais, quer sejam héteros ou homos, ansiedade, ciúme, possessão, distração, briguinhas e brigonas, acontecem com a mesma intensidade e quantidade, em todos os casais, independentemente de gênero. Saí algumas vezes com a Sonia e a Jane, conheci alguns amigos por intermédio delas também, mas o que achei mais difícil, foi manter uma vida dupla e depois descobri que a grande maioria dos gays ainda não conseguiram sair do armário, e isso era motivo de constante preocupação e frustração, percebi também que as mulheres lésbicas conseguiam se libertar desse estigma com mais facilidade que os homens gays, e então percebi que eu tinha um longo caminho a percorrer, pois eu acreditava que tudo para mim seria muito mais difícil, muito mais ....

A Jane me convidou para uma festa, disse que ela estava organizando junto com uma amiga e elas iriam fazer na casa da amiga que era bem grande. Realmente a casa dela era muiiito grande, num dos residenciais de Alphaville, chegamos no sábado por volta das oito da noite, eu a Sonia e a Jane, alguns casais já estavam lá, estranhei que eram só mulheres, duas travestis, estavam todos na varanda, ou nos sofás ou em poltronas, e... aí notei que era só eu de homem, a amiga de Jane veio nos receber, ela era baixinha, mignon, morena, bronzeada, cabelos curtos, curtíssimos, super delicada, ela se chamava Jandra, dei 3 beijinhos e pensei se ela seria lésbica também, me apresentaram as outras pessoas, e depois a Jandra levou a Jane para dentro da casa, eu fui olhar o jardim e a Sonia me acompanhou, ela acendeu um cigarro e me ofereceu, eu recusei e perguntei sobre a Jandra, ela deu de ombros, disse que era amiga de infância da Jane, mas que já tinha o cacho dela, você se interessou por ela? ... não, me apressei em responder, claro que não.... estou estranhando, aqui tem nove mulheres e só eu de homem, ao que ela me olhou e disse ... Pedro, pelo que você me falou sobre você, aqui tem 10 mulheres, você não conta, mesmo fantasiado de homem, ... aquelas palavras me chocaram, ela percebeu, olhou para mim e falou, pois é, são palavras duras, mas você vai ouvir isso muitas vezes, melhor se acostumar e começar a ouvir de uma amiga, podemos te ajudar até você aprender a escutar sem sofrer, não é??? ... sim, respondi de cabeça baixa, ela levantou meu queixo e disse, se você já se montou alguma vez e se sentiu bem, porque não vai lá dentro e se monta, eu te ajudo e a Jandra tem tudo aqui, ela trabalha com maquiagem, para um studio, e faz trabalhos profissionais para certos fotógrafos, atrizes, travestis e Cds, ninguém vai te criticar, você realmente é depilada??? .. eu disse que sim, mas tinha vergonha de parecer ridícula, ... bom, tem várias mulheres aqui, se depois da maquiagem, você se parecer mais com um viado cinquentão, do que uma CD cinquentona, a gente desfaz tudo, eu te ajudo .....

Entramos, a Jane a Jandra preparavam alguma coisa na cozinha, a Sonia disse para as duas subirem e me darem um trato e ela se encarregaria de levar as bebidas lá fora... subimos e elas pediram para eu tirar a roupa, fiquei nú, e elas elogiaram minha depilação, não encontraram um pelinho fora do lugar, como meu pinto é pequeno, me deram um calcinha apertada que o prendesse para trás, e depois um outra calcinha preta por cima, vesti uma saia, na altura abaixo dos joelhos, pedi uma blusa de mangas compridas, pois estava com vergonha, me deram uma blusa preta de gola alta, eu me olhava no espelho e não me sentia a vontade, falei para elas ... meninas, a roupa é linda, mas a cara não ajuda, então a Jandra disse, .... calma, com peruca é outra coisa, então ela trouxe algumas perucas, pedi as morenas, ela então escolheu um de cabelos pretos, com bastante volume e meu rosto mudou muito, ela perguntou e agora??? .... mudou??? ... me senti melhor, a Jane passou um liquido refrescante no meu rosto e depois esfregou um chumaço de algodão, meu rosto ficou cheio de fiapos, denunciando pelos crescendo, e eu tinha feito a barba poucas horas antes de sair de casa, então ela passou um creme e raspou com aparelho, passou de novo o líquido refrescante e o algodão, agora parecia bem melhor, ela passou outro creme, tirou o excesso, e passou um pouco de pó, .... nada de excessos, não é verdade???? ... a Jandra voltou e delineou meus olhos, terminou a maquiagem, estava bem leve, quase nada, perguntou se eu queria baton ou gloss, olhei para ela com cara de dúvida e ela me passou o gloss, como não tinha sandália no meu número, vesti uma bota, de cano alto, ficou muito bom com a saia, então a Jane desceu para chamar a Sonia, se ela aprovasse, ficaria assim, senão.... bom, aí tirava tudo e voltaria a ser sapo ....a Sonia apareceu, olhou e falou ... nossa, mudou bastante, realmente de peruca você fica com o rosto afeminado, ficou muito bom, muito bom mesmo ... me senti bem e descemos, a Jandra pegou no meu braço e me apresentou a todas novamente, todas gostaram, mas as travestis foram bem econômicas nas palavras, agora estávamos todas na varanda, bebendo alguma coisa, eu estava tomando uma saquerinha de kiwi, as outras bebiam cerveja ou whisky já eram quase 9 horas .... a Jane colocou um disco para ouvirmos ....

A Jandra sentou ao meu lado, ficamos conversando algumas frivolidades, e perguntei se ela serviria algo para comer, ao que ela respondeu, .... sim, claro, daqui a pouco os rapazes vão chegar, eles vão trazer salgadinhos, mais bebidas, ... olhei para ela ... que rapazes??? ... ela disse que havia convidado alguns rapazes, para a festa, eles trariam uns comes e mais bebidas, eram todos amigos, todos gays, todos .... mas nem todos tinham par, ...... e o seu namorado, vem junto???? .... ela sorriu, e disse, ... ahhh, bom ela vem depois ... ahhh, claro ... (ela??, então ela também é gay), bom tudo certo, ninguém vai ficar reparando em ninguém ..... mas essa turma se conhece??? ou você está empurrando algum namoro??? ahh não, muitos se conhecem, você é a única novata, mas não se preocupe tem 3 ou 4 solteiros para você escolher, quem sabe você não faz uma paquera aqui..... sua namorada , como ela é?? ... quer dizer, se quiser falar, .... ahhh, claro, ela é morena, alta, adora uma academia, é professora de educação física e é dona de uma academia, nós estamos namorando há um ano, ela me chamou para morar com ela, então estamos experimentando... ahh, que legal eu disse, e onde vocês vão morar..... ué?!, aqui claro, ahh desculpe você não sabia, esta casa é dela, ..... poxa e você guarda todo esse material, roupas, fica tudo aqui, .... aaah, agora entendi, não, tudo isso que você está usando é dela. ... (enquanto eu ficava de boca aberta, ela continuou) .... sim, ela tem uma coleção de perucas, sandálias, botas, tem muita coisa, roupas então nem se fala, ela tem quase o seu tamanho, por isso as roupas serviram, a bota, ..... ela é uma travesti!!!! é linda!!!! e eu estou gamada nela, e nos damos muito bem, inclusive na cama .... eu sei que você está confusa, mas pense assim .... nós somos duas mulheres, somos mesmo, só que ela tem um pinto e eu gosto, mas não trocaria ela por um homem, porque eu posso passar muito bem sem o pinto, mas não sem ela, entendeu???? ....... a campainha tocou, eram os rapazes......

Os rapazes chegaram, na verdade só tinha um rapaz, os outros eram bem mais velhos, senhores para ser exato, todos foram se apresentando e se cumprimentando, as meninas foram colocando alguns baldes de gelo nas mesas e os rapazes rechearam os baldes de cerveja, conversas e brincadeiras, alguém aumentou a musica, distribuíram os salgados pelas mesinhas, estávamos todos na varanda, a noite estava linda e quente, os inevitáveis grupinhos iam se formando, a conversa era animada, o combinado era ir embora só no dia seguinte, por isso ninguém estava economizando na bebida.... a Jandra me apresentou um homem chamado Marcelo, ele era mais baixo do que eu, calvo, olhos azuis, bigode bem cuidado, barriguinha saliente, hhumm bem saliente, ... mas tinha a voz macia, parecia muito calmo, ... quase Zen, ... ficamos conversando, ele, eu, a Jandra, Jane e a Sonia, comecei a perceber que os casais se formavam, ou trio, porque um dos homens estava sentado entre as duas travestis, e acho que ele queria dar conta das duas, ....a Jandra notou que eu observava e nos contou que eles saíam os 3 juntos, e já tinha algum tempo, não era novidade, o Marcelo perguntou, bom, é só uma variação do ménage, e olhou para mim sorrindo e perguntou, .... não me diga que você nunca teve uma ménage? .... bom, ... gaguejei ....claro que eu sei ....... nem precisei continuar, elas já tinham sacado, a Sonia falou, bom menina ... você precisa aprender, é muito bom ... então eu perguntei, mas quem vai ser minha professora??? você? ... ela retrucou: ... querido, o seu caso só será resolvido com professores, não é Marcelo??? ... ele concordou, dizendo que poderia me ensinar, mas ele era um professor à moda antiga, exigente, autoritário e exigia a lição em todas as aulas .... todos rimos, estávamos nessa folia quando toca ao celular da Jandra, ela saiu correndo para a porta, .. era a namorada dela........

A namorada da Jandra era uma travesti linda, alta, esguia, morena de cabelos bem pretos, chegou numa roupa super justa, de botas até o joelho, chegaram abraçadas, a Jandra realmente era miudinha perto da .....Jennifer, até o nome era lindo, ... eu levantei para lhe dar 3 beijinhos, ... ela retribuiu e reconheceu a roupa e sorriu, dizendo, ...... a Jandra deixou você linda, gostei... eu agradeci corada, quando sentei, senti o braço do Marcelo no meu ombro, olhei para ele, seu rosto estava quase colado ao meu, ele me beijou suavemente no rosto, ... dizendo ... você está entre pessoas de bem, relaxa, aproveita, você quase não bebeu nada, quer trocar a bebida, quer um vinho branco, lambrusco, pode pedir ...... aceitei o lambrusco, ele foi buscar, ... um dos rapazes, o Marcos, que já estava meio alto, veio se apresentar e me tirar para dançar, mas a Sonia me salvou na hora H e o levou lá para dentro, enquanto o Marcelo vinha vindo com a minha taça de lambrusco, ... estava muito gosto e bem gelado, refrescante, fomos para um canto da varanda, um pouco longe dos outros, encostei na parede e ele ficou de frente, ... ele perguntou se eu tinha algum namorado, ... eu disse que não e ele pediu que eu ficasse no quarto dele, ... afinal todos nós vamos dormir por aqui, .... é sempre assim, eu perguntei..... se em cada festa ele ficava com alguém diferente?, ... ele disse, que as vezes sim, o objetivo das festas era esse, aqueles que não tinham compromisso ficavam com quem quisesse, bastava se entenderem, mas poucos ali estavam sem compromisso, só ele, o Marcos (que é um cara muito louco, mas é boa gente, amigão) e o Ricardo (aquele das travestis), ... depois de algum tempo ele disse, você não precisa de "casar", amigos são mais importantes quando estamos sós, além do mais, ... para ter uma boa transa, um bom sexo, não precisa ter compromisso, precisa ter confiança e respeito, não admitimos qualquer pessoa em nosso círculo, e se precisamos de sexo, quem melhor do que um amigo, para podermos compartilhar, desabafar, sorrir e chorar... ele foi buscar uma outra cerveja e eu fiquei divagando nesses pensamentos, ..... é verdade, quando estamos "loucas" para dar, não podemos simplesmente dar para o primeiro homem da net que aparecer, nossa de quanto perigo já me livrei, ... ele voltou, abriu um sorriso ..... e n c a n t a d o r ......, depositei minha taça no muro e me enrosquei no pescoço dele, e me ofereci para ser beijada, e me entreguei completamente àquele beijo, foi tão quente, carinhoso, ... quando nossas bocas se descolaram eu disse ... simplesmente... sim!!!... ele voltou a me beijar, senti uma leve impetuosidade no segundo beijo, acho que ele gostou .....

Demos a volta pela outra sala, passamos pela cozinha e nos despedimos da Jane e da Jandra, elas riram, nos deram beijinhos e subimos, para um dos quartos, no fim do corredor, alguém já tinha subido antes de nós, pois ouvimos sussurros vindos do outro lado, o Marcelo, já estava muito acostumado, porque elas nem disseram qual quarto usar e ele já estava com uma chave ... eu entrei, e olhei ao redor, ele fechou a porta e me puxou, me encoxando e beijando meu pescoço, me ajudou a tirar a bota, então tirei a roupa e fiquei só de calcinha, me ajeitei na cama e fiquei esperando, ele ficou totalmente nú, tinha um peito bem peludo, mas quase todo grisalho, deitou ao meu lado e me beijou e fomos nos beijando, aquilo foi esquentando, e ele me colocou para chupar seu pau, eu engolia ele todinho, mole, cabia todo em minha boca, estava com os pelos aparados, limpo, cheiroso, a medida que eu chupava ele crescia e endurecia, eu passava a língua em volta cabeça, sentia o gosto da baba que escorria, o pinto dele nem era tão comprido, mas era bem grosso, e a cabeça, vermelha, lustrosa, era muito grande, eu chupava e lambia e chupava mais ainda, engolia suas bolas, .... ele gemia. ... segurava minha cabeça e enfiava sua pica cada vez mais fundo, quase engasgava, mais pela grossura, ele socava, eu tomava cuidado em não machucar com os dentes.... então, ele começou a socar mais rápido, gemia, se contorcia ....eu pressentia, que ele ia gozar na minha boca, ele inundou minha boca, com muita porra, engasguei, cuspi, engoli um pouco, mas gostei, estava gostando, eu estava com o rosto e pescoço todo respingado, ele me lambeu todo, e me beijou, me abraçou forte, e nos beijamos demoradamente, senti que seu pau ainda estava duro, ele me pediu para virar e fiquei de ladinho, ele começou a me lubrificar, enfiava um dedo no meu cú, me alisava, passava bastante gel, lubrificou o pau e começou a forçar no meu cuzinho, a cabeça dele era bem grande e seu pau era mais grosso que o do Paulo, ... lembrei do Paulo, fazia duas semanas que não tinha notícias dele, ... senti uma fisgada mais forte, tinha entrado a cabeça, eu pedi para ele ir devagar, estava doendo, ele me atendeu, forçava um pouquinho e parava, sentia ele me rasgando, ... tentei falar ... gaguejei e misturei as palavras,... Ma Marcelo.. .aaaiiii, aaaiii Marcelo, dói, seu pau é muito grosso .... ele parava sussurrava nos meus ouvidos, passou uma perna por cima das minhas, e continuou, devagar, mas enfiando, eu sentia cada prega do meu cuzinho se desfazendo, se alargando, .... aaiiii iii iii, que pau grossso, aiii iii ii, senti quando ele enfiou tudo, seu corpo estava coladinho ao meu, seu caralho, grosso, duro, estava todinho dentro de mim, verti lágrimas de dor .... tá sentindo minha pica, tá sua putinha????...... tôoo eu disse, tá doendo Marcelo ..... ssshhhh, eu sei, espera que seu cuzinho vai se acostumar, relaxa .... sshhh ... relaxa ........... seu abraço era quente, forte, sentia seus braços me apertando contra seu corpo, a dor foi diminuindo aos poucos, comecei a relaxar, meu cuzinho foi se acostumando ... ele começou os movimentos de tirar um pouquinho e enfiar de novo, bombava bem devagar, com carinho mesmo, ....... senti sua pica me invadindo, bem devagar, sentia grossura dela, muito mais grossa que a do Paulo, me preenchendo, as vezes eu pedia para parar, depois ele recomeçava, apesar da dor, eu queria sentir aquele macho me dominando, me penetrando, ele estava sendo tão paciente, tão carinhoso, aaiii ... ele enfiou tudo em mim de novo, ia cada vez mais fundo, sentia seu pau todinho em mim, meu corpo pulsava e eu estava adorando dar meu cu novamente, eu me remexia, rebolava, a dor já não incomodava, ele continuava, bem devagar, tirava e enfiava, eu me contorcia, pedia mais, ele ia mais rápido agora, mais rápido, eu gemia, rebolava, nós suávamos muito, fazia calor e eu meu cuzinho ardia em brasa, sentia seu pau tão duro, ele enfiava fundo, a cada estocada eu chegava a pular, ele sussurrava em meus ouvidos, ...... dizia que queria me fuder muito, que eu era um viado muito gostoso, ele gostava de comer viado vestido de fêmea, sentia sua pica sair e voltar, eu gemia muito alto, pedia mais pica, mais pau, meu cu era todinho dele, a cada estocada ele alargava meu cu mais ainda, ........ sente essa pica no cu, ele dizia ......... então ele parou, senti espasmos no seu corpo todo, ele me apertava contra ele, sua pica crescia atolada no meu cuzinho e então........ ele gozou, encheu meu cu de de porra, e não parava .... continuou esporrando, estávamos ofegantes, pelo esforço, pela entrega, continuamos abraçados, ambos suados, ficamos assim algum tempo ... até a pica dele amolecer .... eu me sentia plenamente realizado, meu cu alargado e esporrado, me sentia realizada, plenamente, adormecemos nessa posição, ......... sonhei com o Paulo e com o Marcelo ...... não sei aguentaria dar para os dois na mesma noite, mas eles eram muito parecidos, carinhosos, mas eu fiquei pensando muito em fazer sexo a três ..... mas não sabia como .... talvez as meninas .... ................... amanhã quem sabe ....................

Pedrita
apedrito007@hotmail.com

 

Um macho chamado Paulo - parte I

ando tão cansado..... preciso tanto me libertar ...

As primeiras coisas que fiz em minha nova vida, quando passei a viver só, foi frequentar lugares conhecidamente como redutos da comunidade gay. Eu precisava de aventura, queria um pouco de romance, queria me expor, mas não queria caçar, queria ser caçado. Para meu próprio prazer, passei a frequentar salões de beleza, adorava me depilar, fazer as unhas, conheci um studio onde podia me maquiar e me transformar numa crossdresser, só quem sabe e já provou pode dizer como é gostoso, excitante, tão prazeroso, experimentar as sensações reservadas ao mundo feminino, para nós CDs, é muito, muito gostoso.

Mas esses momentos, além de raros, duram pouco, pois nem todas Cds têm coragem de sair montadas pelas ruas, então, nos passeios que passei a ter, nos fins de semana, fora de casa, estava sempre vestido de sapo, alguma coisinha, muito sutil, para afeminar a aparência, era o máximo a que me encorajava, pois queria ser caçado, por um homem que soubesse o que estava caçando, que não tivesse dúvidas e que não houvesse constrangimentos depois.... claro, que por baixo da roupa de sapo, eu estava impecavelmente feminina, depilada, unhas feitas, calcinha, camisetinha ou blusinha, meia fina, tudo isso, imaginando que se o papo fosse agradável e a conquista bem feita, poderia me entregar e me derreter facilmente também.

Algumas semanas depois, quando eu já frequentava alguns lugares pela segunda ou terceira vez, é que comecei a ter mais coragem, ou para ir até a pista de dança, sozinho ainda, ou para acenar para pessoas que me reconheciam, eu ainda sentia muita dificuldade em perceber as diferenças entre as pessoas, por exemplo entre as moças e rapazes mais jovens, claro que percebia que eram casais gays, mas nem todos eram espalhafatosos e nem todos os passivos eram "super delicados" e nem todas as ativas era "masculinizadas", isso me assustava, pois eu tinha medo de iniciar alguma amizade e dar bola fora com gente que eu não conhecia, e com os homens mais velhos, então, era mais difícil, porque mesmo aqueles que tinham preferência em ser passivos, não davam na vista, pelo menos para mim, que estava em mundo diferente do que estava acostumado, muito diferente dos contos da internet e da imaginação que temos sobre essas pessoas. Por meu lado, eu queria deixar claro para o homem que me abordasse, que eu era passivo e que queria ser conquistado, mas não sabia como fazer, então passei a usar pequeninas coisas, que para um bom observador, perceberia minha inclinação, pois observação era o que mais se fazia nesses lugares. Então, passei a usar anel, relógio e pulseira femininos, prestei mais atenção nas roupas, nada de calças largas, caindo, camisas fora da calça, e assim fui tateando dentro desse mundo, totalmente novo para mim.

Comecei a frequentar livrarias, cafés, bares, boates, todos próximos dos ditos redutos da comunidade gay, procurei lugares abertos e com bastante movimento, pois não queria me meter com pessoas que se escondiam (principalmente casados, frequentadores de saunas e ocultos pela internet), eu procurava alguém que quisesse conversar, paquerar e não apenas combinar um local para transar e nunca mais se ver, e essas pessoas viviam escondidas, não iam a bares, não se mostravam, não era isso o que eu queria. Como não tinha amigos gays e não conhecia ninguém, tive que esperar as abordagens, o que acontecia pouco e não era o que eu queria. Aos poucos, porém, iniciei algumas amizades e foi através delas que passei a transitar melhor por esse mundo. Procurei me aproximar de homens e mulheres frequentadores das livrarias, e aos poucos, fui fazendo amizade com algumas pessoas, eu adoro história, leio muito e consequentemente sei um bocado de coisas, e encontrei pessoas que têm o mesmo gosto. Foi numa livraria que conheci a Jane, uma loirinha baixinha, que era namorada da Sonia, esta mais encorpada (rsrs), a Jane adorava história, antropologia, arqueologia, essas coisas, e procurava livros sobre a civilização maia, ah! pensei, é comigo mesmo, Maias, Aztecas e outras civilizações antigas me fascinavam, e ficamos tagarelando bastante tempo, e eu a ajudei a comprar dois livros, até um comprei um livro sobre civilizações antigas, foi quando a Sonia estava chegando (com cara de poucos amigos) e a Jane (me pegando pelo braço) me levou ao encontro dela para me apresentar, fiz o possível para parecer inofensivo, dei três beijinhos, e ela foi relaxando aos poucos, convidei-as para almoçar, pois seria uma ótima oportunidade de mostrar quem sou e ainda iniciar uma amizade.

Fomos almoçar num shopping ali perto, foi muito bom, rimos bastante, a Sonia até se desculpou pela maneira fria como me cumprimentou, eu aceitei, dizendo que ela estava certa, tem mais é que cuidar do que é seu, a Jane perguntava um monte de coisas sobre história, engraçado, e nunca me passou pela cabeça ser professor, acho que eu me daria bem nessa área, a Sonia já estava beirando os quarenta anos, e a Jane tinha 28, mais de 10 anos de diferença, eu observava o tratamento das duas, era muito interessante, a Sonia parecia interessada e atenciosa, será que um casal hetero com a mesma idade seira igual? ... e se fossem dois homens? ... , comecei a me interessar por essas coisas, e nos bares e boates comecei aprestar atenção nos casais, e no meu caso, como seria? ... estou com 52 anos, seria melhor alguém com a mesma idade? .... pensei, mais velhos... como seria? Voltando ao almoço, eu disse a elas que era recém separado, morava só e não tinha amigos, elas eram as primeiras pessoas com quem eu conversava depois da minha separação, a Jane se mostrou muito interessada, fiz um breve resumo, e perguntei se poderíamos trocar nossos telefones, pois como eu não tinha amigos, poderia convidá-las para outro almoço qualquer dia destes. A Sonia, sempre desconfiada, perguntou, como você mudou de lado de uma hora para outra? Então, tive que contar, um pouco mais sobre vinha vida anterior, as escapadas, as mudanças .... então, percebendo sua fisionomia, disse, Sonia, eu realmente não me interesso por mulheres, a não ser pela amizade delas, e tirei da minha pasta, o relógio, as pulseira, que eu costumava usar a noite, e confessei .... estou totalmente depilado agora, passe o pé em minha perna e comprove, e ainda estou de calcinha.... Elas ficaram brancas, pasmas, então a Jane caiu na gargalhada e disse, ... então agora você é totalmente ..... sim, eu disse, não precisa dizer, sim, é minha preferência agora, e ela retrucou ... e se você tiver uma recaída ... por exemplo ... se você encontrar a mulher que é o seu tipo ..... eu a interrompi dizendo ... meninas ..... por favor .... eu já tentei isso ... já passei pela fase de dúvida, já tentei .... fui, tentei, mas realmente, não me interessa mais ... não sinto atração e nem prazer, admiro as que sejam belas, mas elas não me atraem, mesmo que eu esteja trancado com uma delas num quarto, não vou atacá-la, ao contrário, vamos chorar juntas e ficaremos amigas ..... entende meu drama ... ? Eu poderia ter me separado mais cedo, mas não tinha coragem, deixei passar muitos anos, poderia ter aproveitado mais, mas não fiz, então vou tentar agora... e a primeira coisa a fazer é criar novas amizades ... pelo menos é o que eu penso ...... trocamos os telefones, nos despedimos e elas prometeram me apresentar aos amigos, me parecia promissor ... estava contente, mas em pleno sábado, às 4 da tarde, não sabia o que fazer, eu planejava ir numa boate, que só abria as 11 da noite, então resolvi ir num studio, me montar e me maquiar, poderia passar algumas horas agradáveis, fazer uma massagem, seria muito gostoso, além do que, eu precisa cuidar muito bem do meu rosto, pois nos finais de semana chegava a fazer a barba duas vezes no dia, isso era muito ruim, olhar no espelho e ver os pelos crescendo era horrível.

Cheguei em casa super relaxada, agora iria tomar uma banho bem quente, hidratar minha pele e sair, quem sabe conhecer pessoas novas nessa boate. Pensei em convidar as meninas, mas achei que seria melhor esperar por um convite delas, então, me arrumei e lá pelas 11 e meia saí de casa, deixei o carro em casa e peguei um táxi, como era noite, e estava indo para uma boate, resolvi passar um batom rosa, bem clarinho, esse era um dos meus fetiches agora, adorava sentir meus lábios com gloss ou batom, era excitante ... muito excitante ... ao chegar no local, peguei o cartão de consumação, comprei uma água e tomei ela toda, é sempre bom estar hidratada e principalmente se fosse beber, não sabia se iria ter companhia ou não, percebi que nessa boate, a grande maioria era de jovens, muito jovens por sinal, o que me deixou levemente deprimida, um ou outro homem que passava estava acompanhado, até fui abordado por uns carinhas, mas ao se aproximar de mim, eles já percebiam a minha sacada e se afastavam, um ou outro puxava conversa de dois minutos, ... achei particularmente engraçado o comentário de um rapaz, com menos de 30 anos, falamos por alguns minutos e ele quase bêbado, me veio com esta ... aaiii, homem hoje em dia tá difícil!!! (eu pensei, ué, tinha que ser difícil mesmo, porque os homens que sobraram estão sendo disputados por nós e pelas mulheres, .....) e se afastou para dançar..... fiquei apreciando o movimento, por volta das duas horas da manhã, a casa já devia estar lotada, muita gente na pista, no balcão e nas mesas, e como tinha muita gente sózinha na pista, resolvi me mexer um pouco, a musica era forte e animada, tentei acompanhar o ritmo, alguns grupinhos se davam os braços e pulavam juntos, alguém do meu lado pegou no meu braço e juntos tentamos repetir os passos do outro grupo, foram 3 minutos de euforia, quando terminou, nos afastamos, eram 3 homens e uma mulher, eles estavam muito suados, já estavam pulando a mais tempo, fiquei só no meio da pista e fui me afastando para o lado, a mulher voltou a cabeça e me achou, voltou um passo e me pegou pelo braço, me convidando para uma cerveja, chegamos na mesa, percebi que todos eles estavam meio altos, pelo menos mais do que eu estava, sentei entre a mulher e o homem mais velho, os mais novos sentaram juntos e se beijaram, não sei que cara eu fiz, mas ela foi logo explicando, eles estão apaixonados, ficam o tempo todo se agarrando, dei uma risada e falei que o amor era lindo, todos riram, ela pediu cerveja, os garçons trouxeram e anotaram na comanda dela, eu me ofereci para pagar uma rodada, afinal me considerava um visitante, todos riram e aceitaram a próxima rodada como minha.

Ela, que parecia líder da trupe, me apresentou aos demais, o casal era Ricky e André, o mais velho era Paulo e ela Monica. Falei que podiam me chamar de Pedrito (era mais charmoso, do que Pedrinho)... brindamos ao amor jovem, ao amor maduro, à cerveja gelada e outras coisas mais, Ricky e André voltaram à pista e eu, Monica e Paulo ficamos conversando, eles notaram meu anel, o relógio e a pulseira, eles também eram gays e não precisei dar maiores explicações, Paulo e Monica eram irmãos, mesmo pai, mães diferentes, ele arquiteto e ela psicóloga, Ricky e André trabalhavam no mesmo studio que ele, ela tinha um consultório na região da Paulista, ela tinha 55 anos, morena, meio gordinha, coxas grossas, braços fortes, peitos grandes, grandona, quase 1,70, e ele 52, bem mais alto, mais alto do que eu, barba, grande e cerrada, cabelos compridos, fortão, não parecia fazer academia, mas era bem grandalhão, parecia estar próximo de ficar obeso, a barriga acusava, mas não parecia muito cansado, eu estava curioso para saber se ele era comprometido, mas não tive coragem, então perguntei para ela se ela tinha namorada, ela disse que sim, que se chamava Ana e que estava de plantão no hospital ... tal (esqueci o nome) ... mas que me apresentaria logo mais, pois ela viria buscar ela e o Paulo, ..... então, quase ao mesmo tempo olhamos para o Paulo, ele esvaziou o copo de cerveja e antes de servir mais, disse que estava só ... e não queria falar nisso e perguntou sobre a minha história, .. suspirei e falei que tinha me separado há pouco tempo, mas que tinha esses desejos há muito tempo e estava tentando me encontrar, fiz um resumo da minha história recente ........ nesse momento Ricky e André, voltam e se esparramam na cadeira, tão suados, que dava para enxergar os mamilos por baixo da camisa branca, a Monica levantou e me puxou para a pista, entramos para dançar, mas atravessamos para o outro lado e fomos ao banheiro, percebi que o corredor estava lotado, muita gente saindo do banheiro e muita gente encostada nas paredes, alguém passou a mão na bunda dela, e ela me disse, se eu fosse ao banheiro, que era para esperá-la ali, se não fosse, se plantasse ali, até ela voltar.... esperei, 3 minutos depois, ela espia e vem ao meu encontro, ouvi beijinhos endereçados a ela, outras mãos esbarraram nela, ela me olhou e agradeceu, voltamos a mesa, então, dessa vez eu disse que iria ao banheiro, atravessei a pista, fui ao fim do corredor, e entrei no outro lado, todos se olhavam, a procura de um sinal, por mais imperceptível que fosse, muita gente, muita gente mesmo, não fui ao privativo, usei o mictório mesmo, os homens se olhavam, tinha fila de 3 ou 4, mesmo no mictório, procurei não olhar na direção de ninguém, chegou a minha vez, e ao começar o xixi, senti a mão roçar em minha bunda, bem devagar, procurei olhar para o lado, ninguém se olhava, terminei e me virei para sair, senti novamente, procurei não encarar, levantei apenas um pouquinho o rosto, era um loiro, bem alto, musculoso, com um risinho no lábio, me afastei e foi a vez dele, me senti estranho, nunca tinha me acontecido isso.... o corredor parecia mais cheio agora, pedi licença para passar, o cheiro de cerveja e de urina naquela parte da boate estava bem forte, senti algumas mãos na minha bunda, e um braço enlaçou o meu pescoço, quando virei o rosto, vi um homem negro, mais alto que eu, eu estava quase grudado nele, minhas mãos estavam em seu peito, tentei me afastar, percebi que ele apertava o braço com força e sua boca vinha em minha direção, então seu braço afrouxou de repente, um outro braço me puxava para longe dali, era o Paulo ..... estava branco, atônito, foi tudo tão de repente, agradeci .... ele me levou pela mão e entramos na pista, era musica lenta agora, paramos e ele me abraçou, dançamos alguns passos, ele perguntou se eu já estava bem, disse que sim, ele me beijou levemente nos lábios e me puxou para a mesa ....

A Monica foi logo perguntando, ele se perdeu ou ia ser devorado ...... caíram na risada, eu fiquei com cara de bobo, ri também, ela já tinha falado a eles que pela minha cara, quando ela foi ao banheiro, que se fosse comigo eu não saberia reagir, pois parecia um coelho assutado, .... ela corrigiu ... uma coelhinha assustada. ... as risadas aumentaram .... ficamos jogando conversa fora, eles foram dançar mais um pouco, a Monica com o Paulo, eu fiquei tomando conta das bolsas, duas musicas depois, ela voltou, dizendo que ele estava me chamando, eu falei que estava com vergonha .... então ela me pegou pela mão ... aproximou seu rosto, ficamos a um passo de um beijo, eu não podia acreditar que ela iria fazer uma coisa dessas .... então ela falou baixinho ..... vai lá agora boba, senão eu arranco tuas calças aqui mesmo ..... começamos a rir e eu fui ..... ele me esperava ao lado da pista, não disse nada, me pegou pela mão e eu encostei meu rosto no dele, ficamos assim duas músicas inteiras, ele me apertou contra ele, senti que ele estava excitado, então ele procurou meus lábios, me abri para recebê-lo, foi um beijo ardente, ele me apertou o quanto pôde, sua língua me invadiu, quente e forte, me deixando mole, suas mãos fortes me aparavam, paramos com as palmas, a banda estava se despedindo e anunciando o bis ...... já passava das quatro, era hora de ir embora ...... voltamos para a mesa, conversamos um pouco mais, pedimos a saideira, o Ricky e o André confessaram ter bebido demais e iriam chamar um táxi, a Monica e o Paulo me convidaram a aceitar uma carona, eles moravam na Pompéia e eu na Lapa, era bem perto (e eu esperava que ele me convidasse para ficar com ele), alguns minutos depois o telefone da Monica toca ... era a Ana dizendo que tinha chegado, levantamos e fomos ao caixa acertar as contas ...

Já na calçada, aquele bolo de gente, nos despedimos do Ricky e do André, e atravessamos a rua, a Ana estava de pé ao lado de um Citroen Picasso, preto, ela era loirinha, baixinha, menos de 1,60m, bonita de corpo, cinturinha ... muito bonita mesmo, achei mais bonita ainda quando soube que ela tinha 40 anos, sinceramente não acreditei, ... mas também não pedi o RG, ... assim que chegamos perto ela se pendurou na Monica e lascou aquele beijo, eu e o Paulo ficamos esperando a cena terminar, depois a Monica me apresentou e entramos no carro. Elas entraram e a Ana perguntou se queríamos ir ao apto delas, pois amanhã era domingo, elas não tinham compromisso e ela prepararia um super almoço, eu estava meio sem jeito, recusei, pois tinha acabado de conhecê-los (e depois queria ficar a sós com o Paulo, mas percebi que eu seria o primeiro a ser levado), enquanto estávamos a caminho o Paulo me perguntou se eu teria compromissos nesse fim de semana, ... eu disse que não, esperando que ele fizesse algum convite .... então, quando estávamos chegando perto do meu prédio, ele perguntou se eu faria um cafezinho para ele, ... olhei e não acreditei... respondi que sim, era só dizer quando e onde ..... então ele me beijou e disse ... agora e na sua cafeteira ..... antes que elas dissessem alguma coisa, ele disse que iria apenas tomar um café e depois iria para casa de táxi, ... pedi para Ana entrar na garagem do prédio, pois assim não teríamos que ver o porteiro, já no subsolo descemos e nos despedimos, ninguém nos viu subir no elevador, e elas foram embora ....

Chegamos, eu estava supercansado, mas também estava super afim, perguntei se ele queria tomar uma ducha, ele aceitou, ... eu disse que colocaria o café para fazer e também iria me lavar, dei uma toalha prá ele e fui procurar alguma roupa que servisse, eu era tamanho 4 e ele tamanho 5, achei uma bermuda de moleton meio velha e emprestei meu velho roupão, deixei a roupa no banheiro e fui fazer o café, preparei e liguei a cafeteira, voltei ao banheiro perguntei se podia entrar, ele respondeu que sim, eu entrei e ele saiu do chuveiro e estava enrolado na toalha, então me despi, e fui tomar a ducha, ai, estava uma delícia, água bem quente, uma gostosura, quando saí, vesti uma calcinha tipo shortinho e um robe curto, ele me esperava na sala, peguei-o pela mão e fomos à cozinha, servi o café e esperei ... ele elogiou, e disse que queria passar a noite comigo, pois já estava de olho em mim antes mesmo de eu ir para a pista a primeira vez, pediu para a Monica descobrir que apito eu tocava, mas nem precisou, tudo ficou mais fácil quando perceberam eu me dirigindo para a pista, eu fiquei corado de vergonha, mas satisfeito, porque alguém tinha me notado ... ele terminou o café e me puxou para sentar no seu colo, nos beijamos novamente, como da primeira vez, então, eu sussurrei que ele viesse atrás de mim, fomos até o quarto, ele se livrou da roupa e tirou meu robe ... nos deitamos e ele ficou me acariciando o rosto e me beijou novamente, abraçou-me e deitou sobre mim, senti seu membro, muito duro entre minhas coxas, ele então me despiu a calcinha, e beijou minha barriga, foi descendo, chupou meu pinto, minhas bolas, e lambeu meu cuzinho, eu já estava rebolando, gemendo, suspirando, antes que ele começasse a me penetrar, peguei seu rosto com ambas as mãos e pedi para não me machucar, e dei a ele o creme, ele me beijou e disse que seria muito carinhoso, que eu relaxasse, ele não iria me machucar ... então ele lubrificou meu cuzinho, a portinha, por dentro, enfiou um dedo e brincou, lambuzou meu cu, enfiava e tirava, eu só via estrelas, estava me deliciando, então ele disse que ia tentar, pediu que eu relaxasse, inciou a penetração, meu cuzinho acusou o golpe, estava doendo, fazia tempo que eu não era penetrado, pedi para esperar, ele procurou me acalmar, passava a mão em meu peito, eu respirava fundo, ofegava, ele recomeçou, senti que a cabeça de sua pica tinha entrado, doía, mas eu queria suportar, as lágrimas brotaram, ele perguntou se era melhor parar, eu disse que não, era só um pouquinho de paciência, ele me beijou, aos poucos meu cuzinho foi se acostumando, eu o abracei e fui puxando sobre mim, bem devagar, senti sua pica me invadindo, bem devagar, sentia grossura dela, me preenchendo, as vezes pedia para parar, depois recomeçava, apesar da dor, eu queria muito dar meu cu para ele, queria sentir um homem, um macho me dominando, me penetrando, queria ser fêmea naquele momento, e ele estava sendo tão paciente, tão carinhoso, aaiii ... senti sua coxas grudarem nas minhas, ele enfiou tudo em mim, sentia seu pau todinho em mim, chegava a sentir ele bater no estomago, doía menos agora, meu corpo pulsava e eu estava adorando dar meu cu novamente, ele me disse que adorava eu ser apertadinho, então ele tirou um pouquinho e enfiou de novo, eu me remexia, a dor já não incomodava, ele iniciou os movimentos, bem devagar, tirava e enfiava, eu me contorcia, pedia mais, ele aumentou a frequência, mais rápido agora, mais rápido, eu gemia, rebolava, ele suava muito, seu suor respingava em meu rosto, sentia seu pau tão duro, ele enfiava fundo, a cada estocada eu chegava a pular, ele me beijava, sussurrava em meus ouvidos, ...... dizia que queria me fuder muito, me fazer seu viado, eu já estava abraçado enrolado em seu pescoço, sentia sua pica sair e voltar, ele parecia exausto, sentia ele cravar fundo sua pica em mim, eu gemia cada vez mais alto, pedia mais pica, mais pau, queria dar meu cu todinho prá ele, a cada estocada ele alargava meu cu, eu gritava ... me dá sua pica, enfia no meu cu, então ele gritava, .... toma sua puta, sente essa pica no cu, ele tremia todo, senti sua pica inchar e então ele gozou, me inundou com jatos de porra, quente, grossa, muito quente, continuou esporrando, então sua respiração diminuiu, ele se deixou jogar sobre mim, eu acolhi seu leitinho no meu cu e seu corpo no meu, ambos suados, ficamos assim algum tempo ... até a pica dele amolecer .... eu me sentia plenamente realizado, meu cu alargado e esporrado, me sentia realizada, plenamente, eu sentia como meu corpo liso junto ao dele todo peludo, me fazia arrepiar, me sentia a própria fêmea, subjugada, conduzida, penetrada ..... e felizzzzz ... sentia sua porra escorrer para minhas coxas, virei de lado e adormecemos ..... amanhã seria outro dia .....

apedrito007@hotmail.com

Shirley: hoje sou serva

Chamo-me Shirley, nome fictício, pois sou conhecida onde moro: Alphaville/São Paulo. Tenho 28 anos e casei-me com a idade de 21, tenho um casal de filhos até agora e pretendo poder ter pelo menos um (quem sabe de meu DONO, rsrsrsrs). Meu marido chama-se Ciro, é um homem extremamente amoroso e que constantemente demonstra o quanto me quer bem. Trabalhador tem como função atual ser gerente de uma empresa de consultoria empresarial em São Paulo capital. Ele tem um ano a mais que eu na idade e, posso dizer a vocês que nos combinamos muito bem, realmente afirmo que nascemos um para o outro. Bem gosto demais dele, mas existem fatos que acontecem em nossa vida que mudam totalmente o rumo em que vivemos.

Eu fiz uma sinopse do que aconteceu, mas meu DONO que a colocou com coerência e em seu lindo estilo a narrativa abaixo, a fez corretamente e sob a forma de CONTO. Por ordem D’Ele contarei desde o começo como virei escrava, garanto que é a mais pura verdade o que relatarei abaixo, procurarei ser a mais coerente possível com tudo que me aconteceu, para poder transmitir a vocês a vida interessante que hoje levo, servindo a um DONO que me dá só prazer e alegrias mil e tendo um marido realmente companheiro e que o amo. Vivo uma vida diferente, eu sei, talvez não consigam entender essa minha forma de ser, mas posso dizer que eu também às vezes não me entendo, apenas sei que é maravilhoso tudo que me acontece... Tenho experiências que me causaram admiração pela forma que ocorreram e que dariam para fazer um livro se as contasse integralmente, mas aqui é um breve relato.

Há cerca de três anos começou para mim uma nova vida, virei escrava de um homem charmoso e inteligente ao extremo, é um relacionamento que me satisfaz muito, mas que teve um início bastante atribulado. Meu esposo até hoje nada sabe e nem desejo que venha saber, pois seria uma imensa desilusão a ele e, não desejo magoá-lo. Sou bem branquinha, embora esteja quase sempre bronzeada, pois vamos às praias de Santos a cada quinze dias aproximadamente, cabelos lisos negros até o ombro. Meço 1.69, sou magra (58 kg) tipo mignon, de bundinha arrebitada e seios tamanho médio, procuro sempre estar na moda e bem sensual. Gosto de me exibir, de chamar a atenção dos homens e das mulheres também, porque não, embora até conhecer DOM GRISALHO tivesse sido totalmente FIEL ao meu marido. Sempre gostei que todos me olhassem e ficava muito satisfeita intimamente quando mexem comigo na rua, por isso, sempre usei roupas bem provocantes, que delineiam minha sensualidade. Tenho olhos azuis claros e um rosto de menina sapeca. Formei-me em Pedagogia e andei dando aulas em alguns colégios como professora substituta, mas não pude continuar porque além de me pagarem mal, eu precisava cuidar das crianças e da casa. Sinceramente confesso que até conhecer o meu DONO, depois que me casei nunca havia saído com outro homem senão meu esposo. Confesso e acreditem é verdade mesmo! Mas de três anos para cá, sou outra mulher, que conheceu um verdadeiro homem que me satisfaz e me dá prazeres que nunca ousei experimentar, aliás, nem sabia que existiam tais prazeres...

Como falei, gosto de ser desejada, mas abortava de forma dura os que tentassem alguma coisa a mais que gracejos, ostentava uma aliança bem bonita e grande para que vissem que sou casada e não se atrevessem a tentar alguma coisa mais ostensiva. Essa forma de que sou, bem sensual é desejo de meu marido também, porque gosta de exibir-me como um troféu e despertar inveja de quem nos vê e com isso fica muito orgulhoso de mostrar-se ao seu meu lado, eu percebo que ele se excita vendo-me desejada, eu diria que é um fetiche nosso, pois tanto Ciro quanto eu adoramos esse despertar nos homens em especial, e nós dois ficamos excitadíssimos quando notamos esse “frisson” e sempre que podemos, agimos assim, independente do local que estamos. Eu sou exibicionista por natureza e meu marido gosta de mostrar-me, rsrsrsrs. Nunca conversamos sobre esta nossa fantasia, apenas fazemos...

Embora tenha um jeitão de ser malandrinha, tive poucos namorados antes de conhecer Ciro e apenas com um fiz sexo, mas depois de casada permaneci totalmente fiel, pois como eu disse, meu marido era suficiente para mim. Bem isso foi verdade até conhecer DOM GRISALHO. Não digo que não desejava outros homens, mas entre o desejar e o fazer havia uma distância enorme que não me atrevi a transpor. Nunca aconteceu, até...

Vamos lá, contarei como foi o início. Eu e Ciro fomos a uma confraternização familiar, aniversário de minha cunhada, irmã mais velha do meu esposo, sem filhos, divorciada e que mora com a mãe. Minha sogra é engenheira arquiteta de grande prestígio e viúva há alguns poucos anos. Residem no mesmo bairro que nós, a casa em que moramos é presente de meu falecido sogro quando nos casamos. Naquela ocasião minha cunhada já morava com eles aproximadamente uns seis meses, desde que se separou do companheiro e voltou para a casa dos pais.

Eu naquele dia estava muito excitada, provavelmente em razão de estar ovulando, e ainda mais depois de um banho reconfortante e complementado por um creme delicioso no corpo. Coloquei uma roupa sensualíssima como meu marido já me havia pedido, ele em reunião intima gostava de mostrar-me e despertar tesão em seus familiares. Escolhi uma roupa linda, bem chamativa, diria até exuberante: um conjunto azul claro que combinava com meus olhos e que deixava um bom pedaço de minha coxa esquerda exposta e sem sutiã, com um decote que deixava também metade de meus seios à mostra. O conjunto adequado ao meu corpo - ficou bem torneado em mim, tinha um corte do lado esquerdo que ia até encima e quando eu cruzava as pernas dava pra ver até a calcinha se eu deixasse... E, como complemento Ciro escolheu uma lingerie bem curtinha que combinava com o que eu vestia. Era azulzinho também, fio dental que entrava bem em minha bundinha, foi comprada por meu marido e que me pediu para usar.

Quando lá chegamos, senti diversos olhares em minha direção, aliás, como sempre acontecia; mas desta vez eu notei alguma coisa diferente no olhar de seu Antonio, sogro de meu irmão, especialmente. Ele sempre pareceu olhar-me com certo fervor, mas eu entendia aquilo como um elogio e até o provocava brincando, mas naquele instante, ele me comeu com os olhos de forma fixa, diria até exagerada. Depois eu percebi seus olhos me seguindo por diversas vezes na festa. No início, lisonjeada, permiti até que dissimuladamente, ele visse parte de minha calcinha quando se posicionou à minha frente, mas com a sua insistência já estava se tornando inconveniente, com os seus olhares firmes e constantes, aquilo me incomodando mesmo, fazendo-me já esquivar-me dele. Ciro perdia-se em conversas com amigos e de vez em quando aparecia e me dava um beijinho no rosto e cada vez mais bêbado com um copo de whisky ou sei lá o quê na mão. Eu estava com tesão a flor da pele e procurava excitá-lo dizendo à ele “... quero-te inteiro logo mais, hem", ele ria e continuava bebendo. Aquela noite eu queria transar com meu marido de forma intensa, estava precisando. Foi depois de uma dessas aparições de Ciro que seu Antonio surgiu por trás de mim sem que eu tivesse percebido. Ele me segurou pelo braço me apertando com certa força ao mesmo tempo em que dizia “eu sei que você trai o Ciro” “o Senhor está louco seu Antonio e está me machucando, 55 anos é muito novo pra ficar gagá, hem”. Tentei ser sarcástica pra disfarçar minha surpresa indignada. Ele falou mais ou menos isso “eu vejo esse seu jeito de piranha metida e vou te provar, eu tenho fotos suas com um camarada”. Eu estava perplexa. “eu nunca traí o Ciro, e que negócio é esse de me chamar de piranha seu Antonio? O senhor está bêbado?”. “E aquelas fotos com aquele cara?”. “Que fotos, o Senhor tá louco ou bêbado como o Ciro?". “Eu te mostro, vamos lá encima no terceiro andar, no meu escritório”. Embora não quisesse ir porque não haveria foto nenhuma, mas fiquei de certa forma curiosa, poderia ser outra pessoa e ele estava achando que era eu, sei lá, ou uma montagem, coisa tão comum hoje em dia. Olhei ao redor para chamar o Ciro para ir conosco, mas ele havia sumido de novo. Pedi que ele me soltasse e chamasse o Ciro ou alguém e deu pra ver o vermelhão no meu braço pela força que ele me apertou. Eu fiquei mesmo chateada. “O senhor ta pensando o quê para me apertar desse jeito?”. Ele alegou que o Ciro estava bêbado pra fazer algum juízo e que se tratava de algo muito sério e que não gostaria de prejudicar meu nome aos parentes e amigos; pediu mais delicadamente para que eu subisse na frente me empurrando levemente. “Vamos lá ver e você me prova minha querida, que realmente não é você e eu lhe peço desculpas então”. “Vou sem vontade de ir, para provar ao senhor de que sou uma mulher séria e que nunca deixe de cumprir minha função de esposa fiel e não deixar dúvidas alguma sobre meu comportamento, mas depois irei contar ao Ciro o que está me falando”.

Então, resolutamente segura, ofendida e irritada, comecei a subir rapidamente as escadas. Dava pra ouvir o barulho da respiração de Seu Antonio logo embaixo de mim na escada. Eu não parava de pensar que aquele velho estava ficando maluco e podia estragar meu casamento por uma cisma injusta. Ao mesmo tempo em que, não sei muito bem por que, a respiração ofegante dele atrás de mim, embora me fizesse surgir o pensamento: “velho tarado” já quase chegando à porta, sentindo que ele poderia estar vendo, e estava com certeza vendo minha calcinha enquanto eu subia, excitou-me e eu fiquei envergonhada e quis voltar, mas ele não deixou me impedindo a passagem e já estávamos quase na porta que fica exatamente no fim das escadas. Ele se mostrava bem mais agressivo. "Não! agora você vai lá ver sua putinha e me explicar que fotos são aquelas". Certo medo surgiu-me, mas eu já começava a acreditar na merda das fotos. Mas que fotos? Seu Antonio, que negócio é esse de putinha? Ele abriu com força a porta e me empurrou para dentro acendendo imediatamente uma luz. Quando ele me empurrou mais uma vez eu acabei me desequilibrando e caí sentada na poltrona e meu vestido subiu colado no corpo, aparecendo toda minha perna esquerda e parte da calcinha. Um medo estranho, desconhecido, foi tomando conta de mim. Pensei: o homem está louco! Parecendo sempre reservado e sério, o homem deve ser na verdade um maníaco como os seus pacientes, era psicólogo criminal, com trabalho no governo estadual dedicando-se a tratar de presos com diversos graus de desequilíbrio mental.

O olhei de forma dura e pude ver nos olhos dele um olhar de bicho encurralando uma presa e um novo tremor de medo percorreu-me a espinha. Ele é um doido e vai me matar! O barulho de vozes e o som lá embaixo parecia oferecerem a cumplicidade que seu Antonio desejava naquele momento. Eu me levantei rapidamente me recompondo, ajeitando o vestido pensando em como sair dali, quando veio o primeiro tapa no meu rosto, sim isso mesmo um tabefe dolorido. O inesquecível primeiro tapa... “não tem foto porra nenhuma não, mas eu sei que você é uma putinha e trai descaradamente o Ciro. Olha essa roupa! piranha metida!”. É o que posso me lembrar de tê-lo ouvido dizer entre outras coisas. Eu estava zonza com a tapa e com medo crescente. Que eu podia fazer para sair dela era o que me vinha a mente.

Quando algo completamente inusitado meu algoz o fez, pude vê-lo desafivelando o cinto e abaixando a calça e a sua cueca com rapidez e surgir já surpreendentemente ereto, um pênis maior do que o do meu marido, aliás, muito maior. Lembro-me de ter-me impressionado nos breves segundos com a envergadura do membro, já que pude olhar com nitidez. Causou-me espanto estar já tão duro. Não esperava de causar-lhe tal efeito, confesso. Ameacei gritar, cheguei a soltar um grunhido mais alto, mas ele se aproximou mais e com a mão esquerda tapou minha boca e enfiou a mão direita pela abertura do meu vestido e me tocou por cima da calcinha “não falei que era uma putinha... já tá toda meladinha só de estar comigo aqui nessa situação, olha só. Olha a calcinha da piranhinha toda enfiada no cu, por que tá toda molhadinha? Eu sei por que putinha. É porque quer me dar piranha". E puxou-a mais para cima, enfiando mais, puxou pela parte da frente mesmo a calcinha. Eu me contorci para frente de dor. Eu estava desnorteada e me estranhando, um tanto surpreendida por estar tão excitada e desequilibrada com aquela situação, tentando tirar suas mãos fortes, embora maduras, fortemente presas em mim. Não há como alguém possa imaginar o meu transtorno naquele momento, não tinha a mínima idéia como agir e o que fazer para sair daquela situação em que me encontrava. Mil pensamentos iam e viam em minha mente, será que eu seria estuprada? Será que eu seria morta? Seu Antonio era um louco completo, o que ele faria comigo. Tentei dialogar, mas a minha voz não saia de tão estupefata que estava...

Uma mão na minha boca e outra entre minhas pernas, achando tudo muito estranho por essa minha reação, que incompreensivelmente, quase que instintivamente, apesar de todo medo, eu abri mesmo um pouco mais a perna para quê ele tocasse melhor, para sentir enfim aquele dedo, ou aquela mão insistente... Ele ameaçou um sorriso, mas num impulso de consciência, num ímpeto de moral e pudor, eu tentei me desvencilhar para sair e pensei em voz alta: o senhor está me violentando! Foi quando ele abriu o sorriso e me soltou, eu cambaleei e Ele desferiu um novo tapa, agora no outro lado do rosto, e dessa vez mais forte, que me fez sentar novamente tonta na poltrona. Ele se aproximou cada vez mais, sua mão direita forte se enroscou no meu cabelo por trás da minha cabeça me puxando de encontro ao pênis que parecia estar cada vez mais duro e ordenou falando várias coisas sem parar “chupa piranha, anda cadela, eu sei que você quer chupar, eu sei de que você é devassa! Chupa, anda, pode chupar que eu sei que você quer. Shirley ninguém vai saber que você é uma puta e me de uma chupada e logo, vamos. Eu estava mentindo sobre as fotos, mas que você é uma puta eu sei, e vai trair o Ciro agora pela primeira vez. Vai, pode trair ninguém vai saber". Dizia isso entre outras coisas que não me lembro bem. Ele me pegava com força pelo queixo com a mão que não segurava o cabelo e aproximava mais a minha boca. Um pênis enorme, completamente duro... Eu não imaginava que seu Antonio, com aquela idade e tão respeitado, fosse ficar assim tão duro e por minha causa e dizer aquelas coisas... “piranha! Eu sei que você é mesmo uma cadela e quer chupar! Está louca para chupar! Anda! Chupa! Ninguém vai mesmo saber.”.

Tudo me chocava... E excitava de uma forma que não sei explicar, pois estava com tesão a flor da pele, e já estava assim desde o período da tarde de hoje. Eu percebia o quanto estava sendo humilhada e tentava virar o rosto fortemente seguro por ele, mas minha indignação e medo aos poucos foram estranhamente minados e surpreendentemente sendo superados por um desmedido e inebriante prazer e uma impensada curiosidade; uma onda que começou a me envolver e que até então eu não conhecia e que ia se apossando de todo meu corpo, me tirando as forças, me fazendo mole e fraca. Eu estava tonta sem ter bebido nada. Minha cabeça girava, não tinha idéia do que fazer. Estava sem saber como sair dele. A tentação maior a cada segundo, começando o superar o medo que eu sentia pela situação. No exato momento que Seu Antonio mais uma vez repetiu, me falando para lamber seu pênis e a minha cabeça desvairada, estava me convencendo de vez que eu queria aquele membro, comecei a desejar de forma imensa, mas que faria, Seu Antonio é sogro de meu irmão, se Ciro descobrir, se minha família vem a saber. Outra ordem de forma incisiva: “chupa puta, que ninguém vai saber...”, eu, já entre lágrimas, a mim mesma mais uma vez surpreendi, quando por fim, não ofereci mais resistência e fiz o que meu corpo desejava muito mais do que minha razão podia comandar...

Perdi o medo e a vergonha da situação, e deixei os instintos predominarem e coloquei a boca em direção ao que Seu Antonio desejava e insistia. Não era mais dona de mim e meus lábios se aproximaram daquele pau imenso e comecei a chupar devagar, curiosidade e receio ao mesmo tempo, incrível, o receio de quem comete um crime, aos poucos, bem devagar, mas com um prazer crescente ao som dos gemidos que ele mostrava e falava... Lembro-me bem que nesse momento levantei os olhos para vê-lo melhor e à sua reação e, o vi mordendo os lábios, gemer mais alto e fazer que sim com a cabeça, como que aprovando e dizendo delicadamente “pode chupar...”. Então, estremeci de tesão puro e com o instinto dominando-me, envolvi a cabeça do pau de Seu Antonio todinha com meus lábios e, chupei, chupei a cada instante com mais vontade e sofreguidão, com meus olhos tentando ver seu rosto e a aprovação dele e vi que me olhava satisfeito enquanto murmurava vitorioso e sorridente entre gemidos "isso, puta, agora sim, assim que se faz putinha. Que delícia! Eu sabia, eu sabia... Eu sabia Shirley que tu eras uma puta mesmo! Que delícia te ver assim. Que boquinha! Putinha! Linda! Piranha! Assim... que delícia!” E eu chupava já completamente molhada e languidamente entregue, submissa; acho que surpreendendo até a Ele pela volúpia e devassidão que estava a tomar conta de mim.

Chupava com gosto sentindo o leve aroma de perfume que exalava dos pelos de sua virilha. Ainda surpreendida, mas já completamente envolvida pelo prazer, inclusive as coisas que ele falava já não sentia ofensa e um lado do rosto latejante e vermelho pelo tapa que ele dera. “ta muito boa essa boca, sua vadiazinha linda.”. Ele tirava o pau da minha boca e mandava que eu lambesse o saco e eu obedecia entorpecida, desfalecida, entregue, ávida, prazerosa. Lembro-me que ele falava sem parar e suas palavras iam me excitando loucamente cada vez mais. “Isso, assim puta! Humm, muito bom, chupa muito bem, cadela, tem vocação profissional, eu sabia. Piranha mesmo, eu sabia! Aquele viadinho do Ciro... não sabe e nem vai saber. Pode ficar tranqüila Shirley, você é mesmo vadia, pode chupar. Chupa!”. Num ato mais nervoso e parecendo super-excitado, ele largou do meu cabelo com a mão direita sem que tirasse sua virilha do meu rosto e bateu entre meus joelhos com força para que eu abrisse mais minhas pernas. Eu, ainda inibida, mas já sem pudor, abri vagarosamente até abrir tudo e ele enfiou por entre elas sua mão atrevida e massageou com força meu clitóris e depois enfiou um dos dedos me fazendo gemer de dor e surpresa, e eu chorei mais ainda. "Puta merda. Shirley como é gostosinha a vadia. Bucetinha do jeito que eu gosto: pouquinho pêlo e encharcadinha, tenra e macia. Agora levanta piranha, aquele corno do Ciro não te dá o que você precisa. Por isso tu és tão metida, cadela! Anda, levanta senão vai levar outra tapa e desta vez bem mais forte. Sei que é vadia!".

Eu levantei obediente e tremendo de tesão sem parar mais de chorar e gemer. Eu estranhava os termos pesados para serem utilizados por Seu Antonio, Ele é um psicólogo de renome na cidade. O pouco que o conhecia não tinha absolutamente nada a ver com aquele Dr. Antonio daquele momento. Eu não tinha idéia daquele Dr. Antonio. Mas eu estranhava mais ainda o fato de eu estar gostando daquele jeito e querendo mais ainda... Minhas pernas balançavam mesmo, pareciam que iam se curvar involuntariamente. E meus joelhos chegavam mesmo a se curvar levemente. O medo que eu sentia ainda era enorme, mas mesmo assim, menor que o prazer. Nesse instante, uma coisa me invadiu e eu queria só obedecer. Não me perguntem por que de tanto prazer, não sei mesmo explicar. “Apóia as mãozinhas na mesa e vira a bundinha para cá pirainha”. Ele ordenou dessa vez delicada e estranhamente. Eu obedeci rapidamente, e tamanho já era o tesão que eu resolvi ajudar e eu mesma suspendi com dificuldade o vestido apertado até acima da cintura. Ele deu uma gargalhada mais forte. “Agora já ta doida que eu lhe enfie logo a pica hem, és vagabunda e Eu sabia. É uma piranha mesmo, Eu já desconfiava a muito tempo... Eu sabia... Vai me dar muita alegria. Mais do quê Eu pensava... Quanto tempo Eu perdi que ainda não fudi essa buceta... Mas não é assim tão fácil a você, sua puta, antes você vai levar um castigo por ser tão piranha e trair meu querido Ciro assim. E por ter sido mais fácil do que eu pensava, cadela mesmo!”. Sorria e dizia isso ao mesmo tempo em que se debruçava na mesa comigo no caminho, até achar e pegar uma régua de madeira e começar a bater nas minhas nádegas com força com a tal régua. Sem motivo, só pelo prazer de bater e me ver sofrer. Eu comecei a chorar de soluçar mesmo. Era uma dor lancinante, cortante, que eu não esperava sentir um dia... E com um prazer que eu não esperava de sentir também... O medo do que Ele ainda pudesse vir a fazer comigo se juntava a um tesão incomparável e talvez isso fizesse com que eu tremesse cada vez mais a cada silencio que precedia mais uma “reguada”. Eu soltava entrecortada de dor, lembro-me bem, algo como um ai, que saía fechado e chorado da minha boca, que em bico, era molhada por lágrimas, saliva e suor. O barulho lá embaixo parecia aumentar para abafar meus soluços “chora baixo cadela, senão vou fazer você engolir a merda dessa régua”. Consegui segurar um pouco o choro, mas a tremedeira não. Ele encostava com força a régua nos meus lábios reprovando os sons que por ventura saíam mais altos da minha boca e depois voltava a bater misturando o som das tapas a suas risadas e frases. Eu sofria, mas inacreditavelmente, sentia um prazer que me desfalecia e entorpecida. E o medo? O medo estava ali também sempre na expectativa do que mais viria. Ele seria completamente louco? O que mais faria? Mas eu passei a ansiar para que Ele mandasse só para que eu pudesse obedecer; tonta de prazer, desejo e medo. E o prazer de obedecer cegamente nunca mais saiu de mim. Eu nunca tinha tremido daquele jeito. Tremia de prazer e medo... Era tarde para voltar atrás. Eu não queria mais voltar atrás, que me matasse de prazer. Eu me entregara de vez ao Seu Antonio, o queria mais, faria tudo que Ele mandasse.

Foi quando ele se aproximou mais e senti sua mão puxando a calcinha para o lado e encostar o pau enorme. “como treme hem cadela! Adoro putas que tremem assim”. Eu não tremia assim antes, foi dali para frente. Devia ser uma reação do medo associado ao tesão. Sei lá, de repente me fez ver estrelas enfiando tudo de uma vez na minha xana assim por trás e logo em seguida começou os movimentos de vai-e-vem com força me fazendo gemer e mexer sem parar, quase gozando, puxando ele pra junto de mim, empinando-me mais para trás. Eventualmente, eu conseguia que uma das minhas mãos deixasse de se apoiar na mesa para puxá-lo mais para dentro de mim ou para massagear meu clitóris, adicionando mais prazer ainda. Eu nunca tinha sido penetrada por um pau tão grande. Eu nunca havia apanhado assim e não sabia que ficaria tão excitada com isso, que estaria tão submissa, que teria tanto prazer. Ele não parava de me bater na bunda, agora com suas mãos fortes, puxava-me pelo cabelo, dava risadas olhando diretamente para mim e falando coisas, xingando sem parar. Enfiava o dedo na minha boca que eu chupava gulosamente, dava tapinhas na minha cara, até que se inclinou todo por sobre as minhas costas, puxando pelo lado esquerdo do cabelo para que eu oferecesse o meu ouvido e falou mais baixo e num tom mais grave “você agora é minha putinha, Shirley minha piranha. Eu sou seu Dono. Seu Dono! Ciro não saberá de nada e continuará sendo seu marido corno sem saber de porra nenhuma. Ouviu piranha?”. Eu não falava nada, só gemia, estava quase gozando, me inclinava mais para traz pra que ele entrasse todo e ele ria parecendo vitorioso. Ele perguntou mais uma vez “Shirley ouviu, responda piranha?!” Eu fiz que sim com a cabeça e ele me perguntou “Shirley quer gozar?” Eu fiz que sim com a cabeça novamente quase suplicando.

Ele mandou “então fale repetindo o que eu vou mandar - e eu fui redizendo chorosa à medida que ele ia falando: “eu, Shirley, agora sou a cadelinha do meu Dono e Senhor Sr. Antonio, que chamarei de ora em diante de DOM GRISALHO e eu farei tudo que Ele mandar, sem questionar ou reclamar de qualquer forma, somente dando PRAZER; serei tudo que uma putinha obediente tem que fazer quando seu Dono mandar...” E recomeçou a me bater e meter, bater e meter e mandar que eu dissesse que era uma puta de novo e que estava gostando de ser sua puta e eu já quase gritava rouca, chorosa “eu sou sua puta e estou gostando!” Quando eu comecei a gozar alucinadamente, alucinadamente... como eu nunca havia gozado na minha vida.... sem controle, chorando e gozando sem parar. Gozei várias vezes, uma atrás da outra. Eu não acreditava que era possível gozar assim, gemi e gritei sem receio de que alguém pudesse ouvir lá fora. Eu o ouvi quase uivar e o senti gozando dentro de mim, me inundando inteira e já com seu dedão da mão direita todo enfiado em meu ânus. Nesse dia, acho que foi uma das poucas vezes que ele gozou também dentro de mim, na minha xana, eu digo, Ele adora minha bundinha, rsrsrs.

Ele me ajudou a me recompor para que eu saísse em segurança. Eu tive ímpetos de agarrá-lo e beijá-lo por me fazer gozar assim, mas eu saí reclamando baixinho envergonhada, dizendo que contaria tudo para o Ciro e que isso não ficaria assim, enquanto ele se vestia e ria sem parar, parecendo satisfeito consigo mesmo e dizendo "amanhã apareço lá, cadela". Não falei mais nada, apenas sai de onde estávamos e fui procurar Ciro. Para minha insatisfação, completamente bêbado, tive que, desconfortavelmente, levar o carro. Não demonstrou desconfiar de nada em razão de eu ter ficado longe por um bom tempo na festa. Dentro do carro, tive alguns momentos de reflexão, eu olhava para ele entristecida, arrependida, cheguei quase a chorar de vergonha, pois nunca o havia traído, mas vou não procurar falar muito aqui, dos meus dramas de consciência da época, que quase já nem tenho mais, porque superei tudo, isso porque hoje sei com toda a convicção que tenho um DONO que me faz sentir-me uma fêmea satisfeita e feliz.

Vou tentar mais transcrever o que ocorreu e minhas reações. Quando chegamos em casa, Ciro bêbado tentou alguma gracinha, mas eu não queria mais nada até por que estava marcada e dolorida e com dificuldade para sentar devido às dores que ficou e me sentindo desmoralizada, culpada, mas com tudo isso sentia uma estranha sensação de satisfação e leveza indefinível. Meu marido bêbado não agüentaria nada mesmo e rapidamente dormiu. Eu é que não dormia. Eu pensava em tudo, em falar mesmo para o Ciro o que aconteceu, em ir à polícia, em falar com a Juliana, filha de Seu Antonio, etc. Decidi que ia contar tudo para o Ciro primeiro, pronto! Assim que acordasse, omitiria qualquer participação minha claro. E lembrei como tinha participado e gozado; certamente, como nunca na vida. Essa lembrança me deu uma leve excitação que foi surpreendentemente crescendo de novo. Uma excitação misturada com vergonha, indignação e medo. Ele era sogro de meu irmão! E só agora eu via: completamente louco! Mas eu me lembrava e minha xana latejava lembrando-se dos tapas, da régua e outros detalhes; quando vi, estava completamente molhada de novo, as marcas nas nádegas latejando e acusando o meu prazer, será que eu era mesmo que o DOM GRISALHO falou: uma cadela e puta dele agora? Não sabia o mais que pensar, embora meu corpo já soubesse o que minha mente recusava a aceitar: eu era a vadia de meu DONO, este homem que tanto prazer me deu e que nunca havia experimentado com tal vigor e satisfação.

Eu me perguntava, será que sou mesmo masoquista? Por que esse prazer desenfreado? Mas o cansaço foi maior e venceu, até que dormi e sonhei com tudo que aconteceu e estranhamente lembrava-me dele como Dom Grisalho e não mais como Seu Antonio. Sonhei que continuava lá na mesa do escritório de Dom Grisalho completamente exposta a Ele e o som de sua voz ecoava estranhamente pelo meu corpo fazendo-me tremer de novo, como nunca havia tremido. Por que tremi tanto? Acordei sobressaltada e molhada, excitada mesmo e já eram 10 horas da manhã, mas o barulho do Ciro vomitando no banheiro do quarto retornou-me à realidade. Estava de calcinha sob a coberta e coloquei rapidamente a saia pra que ele não visse as marcas, envergonhada ainda. Mas não seria melhor se ele visse mesmo? Ele reclamava que estava passando mal, mas não poderia deixar de ir com urgência ao trabalho naquela manhã, que não poderia deixar de ir..., que era quarta-feira, que terça-feira não era dia de festa, etc. e resmungava e vomitava. Falaria com ele agora mesmo? Tudo? Eu estava angustiada e com vontade de comer pão como todas as manhãs. Afinal, eu não bebia, não passava mal. arrumei-me rapidamente e o avisei gritando que ia à padaria.
Quando voltei Ciro já não estava e havia deixado um bilhete dizendo que ia à farmácia e de lá mesmo iria para o trabalho. Foi só o tempo de eu comer o pão e tomar café para a campanhinha tocar. Estranhei não terem tocado o interfone, mas intuitivamente eu comecei a imaginar quem era e essa possibilidade me fez a pele arrepiar e estranhamente minhas pernas fraquejarem e o medo do que poderia vir reapareceu forte. É o louco, pensei, mas comecei a me arrumar como pude, ansiosamente. E quando abri a porta não me surpreendi, lá estava
como imaginei, Dom Grisalho, imponente e belo. O porteiro o conhecia bem, pois era nosso familiar, entrando com um sorriso enorme e constante no rosto. Deu-me uma coisa no estômago e comecei levemente a tremer de novo. Lembro-me bem desse dia, que já tem uns três anos, como se fosse hoje. Era possível ver minhas pernas estranhamente começarem a tremer mesmo. Meus joelhos balançavam e eu não conseguia pará-los... Meus lábios também mexiam levemente sem controle... Eu estava, me lembro bem, morrendo de medo... E de tesão... Eu baixei a cabeça envergonhada por demonstrar aquele tesão imprevisto e incontrolável. Ele percebia e ria até que ficou mudo, parou de rir e ficou só olhando pra mim. Parecendo se deliciar com a minha reação toda trêmula e entregue. A porta ainda estava entreaberta. E me lembro bem de eu baixar mais ainda a cabeça, da minha tremedeira se acentuar e de começar uma espécie de um choro do nada saindo de mim, assim, de cabeça baixa. Acho que eu chorava de vergonha de estar tão excitada e demonstrar isso. De não ter ido à polícia, de não ter falado ao Ciro e de no fundo estar querendo mais, etc. acho que era isso. Ou era de medo? Ainda não sei. Essa minha reação continua até hoje. Consegui controlar um pouco o choro e comecei a chorar baixinho. Mas a tremedeira continuava igual se não aumentava. De repente, ele deu uma gostosa risada e por fim entrou fechando a porta atrás de si. Eu pouca intimidade tinha com ele, pouco nos havíamos relacionado até então, mas me lembrava bem dele de sunga na piscina de sua casa e de seu corpo atlético apesar da idade. Ele tirou a camisa e seu peito forte de quem se exercita diariamente de pêlos brancos e pele bronzeada, apareceu na minha frente sem que eu pudesse ver direito porque não conseguia levantar a cabeça. Ele dava a impressão de já prever todas as minhas reações. Foi tirando o cinto da bermuda sem deixar a bermuda cair completamente e sem parar um instante de rir, falou alto “eu vi o corno do Ciro saindo da farmácia, nem desconfia da puta que sempre teve em casa, não é verdade shirley cadela!” Não respondi, mas hoje eu sei que sou realmente dele e de agora em diante escrevo meu nome no minúsculo, pois sou cadela e puta de DOM GRISALHO e devo colocar-me no lugar que mereço. Eu só percebia que minhas pernas tremiam mais e que imediatamente fiquei completamente úmida, molhada mesmo, de escorrer. Molhada de medo e tesão para tudo o que viesse. Sem conseguir me compreender, sem mais tentar me entender também. Intimamente, no fundo mesmo, a única coisa que eu entendia, era que se expandia em mim era uma vontade irresistível de me entregar completamente àquele novo e totalmente desconhecido prazer, que me invadia e me dominava como uma droga que causasse dependência instantaneamente. A cada vez que ele me chamava de puta ou coisa parecida, me lembro bem, a tremedeira se acentuava e me escorria entre as pernas. A calcinha, que era uma branca que eu havia colocado após o banho que tomei antes de dormir, dava mais facilmente para perceber o quanto estava molhada. "shirley tira a saia, pois vou tratar como você já sabe o que é para mim: uma cadela".

Só pra vocês terem uma idéia, é uma saia jeans, azul, desbotada, velha, que eu adoro colocar para pequenas saídas nas redondezas, ainda é uma mania minha aquela saia. Eu dessa vez obedeci imediatamente. “E vira para me deixar ver se tá muito machucadinha. Puta que calça é essa?! Troca essa porcaria dessa calçona, bota uma pequena e enfiada e não demore”. Eu rapidamente entrei no quarto e coloquei uma vermelha pequena e levemente transparente na parte da frente, que foi a primeira que eu vi do jeito que Ele talvez pudesse querer e voltei correndo. “Deixa-me ver, isso, essa ta boa, enfia mais, já sabe o que deve usar quando Eu for vê-la. Isso, agora vira cadela!”. Eu obedeci suspendendo toda a calcinha para cima, com as marcas ainda ardidas e tremendo mais ainda, eu ia me virando devagar “anda vagabunda! Vira logo sua puta!”. Então virei rapidamente. Ele se aproximou e começou a passar a mão aonde estava me ardendo, examinando. Passou a mão na marca maior e ouvi-o rindo baixinho. "Vou comer esse cuzinho lindo machucadinho assim, ainda hoje, ou será que ele vai querer um pouco mais machucado, adoro quando ta machucadinho e gosto muito de cuzinho, especialmente agora que conheço e vejo o seu, entendeu shirley? Eu, cabisbaixa respondi bem baixinho, com: “Sim, Dom Grisalho”.

“shirley você quer me dar o cuzinho?” “Vamos responda, senão vai apanhar” Respondi mais alto: “Sim, meu DONO” pela segunda vez chamava DOM GRISALHO de meu DONO, já me sentia totalmente D’Ele. “Ah! quanto tempo Eu perdi, já podia ta te usando antes, o Ciro já te comeu por aí?". Eu fiz que sim com a cabeça, mas o pau dele era muito maior que o do Ciro. O medo do que viria acontecer, cresceu. Eu tremi mais ainda aumentando os soluços. Eu estava com muito medo. Eu estava completamente molhada de medo e um tesão louco, que me enfraquecia, me bambeava. E se eu acabasse tudo ali? Eu poderia acabar tudo naquela hora, dizer para Dom Grisalho que fosse embora. Ele parecendo adivinhar meus pensamentos perguntou “você quer eu vá embora cadela?”. Meu choro se acentuou e eu fiz que sim com a cabeça. Ele concordou “então eu vou-me embora e não a procurarei mais, pense nisso.” Se meu pudor fosse um pouquinho maior que meu prazer eu teria insistido para que Ele fosse e, talvez acabasse tudo ali. Foi a única vez que Ele se manifestou daquela forma. E se dirigiu à porta e de lá perguntou ainda mais alto “shirley posso ir?”. E eu chorando já convulsivamente, consegui gemer fazendo não com a cabeça enquanto dizia: “fica...”. “Não entendi sua puta, repete!”. E eu consegui falar mais nitidamente: “fica meu DONO, sou sua mesmo!!!” Ele imediatamente deu um sorriso e retornou em minha direção.

“Como pediu para que EU fosse embora irá apanhar!” E falou-me mais uma vez: “cadela você acha que merece ou não levar um castigo pela bobagem que iria fazer?” Apenas respondi: “Sim Senhor”. Minhas pernas estavam completamente bambas quando ele bateu com o cinto encima do hematoma que Ele mesmo produzira na noite anterior para que o hematoma ficasse do jeito que iria gostar e então eu tombei de joelhos e Ele me puxou pelo cabelo me colocando em pé novamente. "levanta puta!" deu uma nova gargalhada "já é completamente minha hem putinha. É ou não é?". Dava pra ver o meu cabelo balançando, respondendo que sim com a cabeça. Dom Grisalho disse isso e começou a cuspir na altura do meu ânus empurrando minhas costas para que eu me inclinasse mais sem parar de falar: "sabe que eu tenho e já tive muitas putas, mas lindinha assim nem tanto como você, shirley você será minha putinha e será uma fêmea cada dia mais FELIZ...". “Sim, Dom Grisalho”. E depois de puxar a minha calcinha, toda enfiada, para o lado, Ele foi enfiando o seu PAU em mim, bem devagar e eu gemia de dor, mesmo enfiando devagar eu fui me desequilibrando, indo pra frente até que apoiei as mãos na parede; mas confesso que senti que queria mais... e mais... E chorava mais... E puxava ele... E Ele ria e batia e enfiava mais "quer mais ainda não é cadela? Não conseguiu dormir direito só pensando em como gostou de ontem não é puta? Seu dono voltou." Eu fazia que sim com a cabeça chorando sem parar, envergonhada por estar realmente querendo mais. E Ele enfiava mais ainda e percebia minha vergonha. "Não fica com vergonha não. Você é puta mesmo. shirley, minha puta!". E eu chorava mais ainda... "to comendo o cu de uma puta, hem, cadela não estou?". Eu fazia que sim com a cabeça sem parar de gemer e chorar. Impressionantemente, minhas lágrimas não paravam de descer. Até que Ele tirou tudo e ordenou: "fica de joelho diante do teu Dono, sua vadia!" Eu chorava ainda da dor por Ele ter tirado tudo de uma vez, mas havia muito prazer também e eu me ajoelhei rapidamente sob seus pés, puxei sua bermuda que estava presa nos seus joelhos até o chão e comecei e chupar voluntária e sofregamente. Ele ria sem parar se deliciando. Ele se inclinou e me afastou um pouco, pegou um comprimido que estava no bolso da bermuda e engoliu, deve ser Viagra, e mandou-me voltar com a boca "vamos vagabunda! gostei dessa sua iniciativa! chupa mais! sempre soube que você era uma puta, só faltava um trato. Vai me dar muitas alegrias ainda. Você não sabia o que é pertencer a alguém. E só não sabia que é uma puta. Agora sabe. Pertence a mim e é minha cadela. Já engoliu a porra do Ciro?” Eu fiz que não com a cabeça. Não falei para o meu DONO, mas sempre tive nojo, sempre recusava na verdade. "já engoliu alguma porra?". Fiz novamente que não com a cabeça. Ele prendeu minha cabeça no seu pau e começou a gozar na minha boca e eu engoli pela primeira vez na vida. Engoli tudo, Ele passava os dedos no que escorria no meu rosto e botava na minha boca falando alto "engole sua cadela de rostinho lindo, engole tudo, lambe, lambe”. E eu lambia, lambia completamente, era serva e escrava completamente dele... Eu engoli e engoliria mais se mais tivesse naquele momento... Eu já era mesmo sua cadelinha... E apenas na segunda vez que estava com ele... Eu já sabia que Dom Grisalho era meu homem, meu DONO, nada recusaria, apenas cumpriria o que Ele mandasse ou quisesse, e estou gostando demais de ser D’Ele, não tinha a mínima idéia que delicia seria pertencer a um DONO.

Um pesado silêncio estabeleceu-se na sala por infinitos segundos. Até que Dom Grisalho virou-se para mim e deu a ordem já sorrindo: "vira, cadela, vira e depois levanta a saia, baixa a calcinha e mostra a bundinha, mostra como é uma vagabunda, vai". Eu fiquei parada, não tinha forças nem para obedecer, estática, chorosa, tímida e muito envergonhada para me mexer, depois daquele discurso constrangedor de Dom Grisalho. Agora, um longo e curioso silêncio, quebrado pela voz forte e grave de me DONO percorreu a sala. Dava pra sentir a tensão e a expectativa de minha parte pulsando no ambiente. "Anda cadela! Obedeça!". Eu juro que não queria obedecer, eu não tinha esse tipo de coragem, mas comecei a tremer de novo quando ele gritou "puta! Esse nome de puta me deixava feliz, por incrível que possa parecer, eu quero ser puta mesmo, sei disso e estava em êxtase. “shirley você tem um Dono agora, cumpra minhas ordens!" Eu fui virando devagar e, começando um novo choro, virei todinha. "Levanta a saia agora!". E eu nada, embora já sentisse de novo a umidade entre as pernas cada vez mais forte, quase escorrendo e o recomeço de leve da tremedeira diante das palavras dele. "shirley já sabemos, que você é minha cadela mesmo, agora que você virou, levanta a saia e mostra essa bunda logo! Bota um negócio na tua cabeça: tu é uma puta e é minha. O corno do teu marido nasceu para corno e pronto, não vai saber de nada. E tu? o que é? shirley você é minha cadela, minha puta! puta! Minha cadela agora! anda puta, cadela! Levanta a saia agora!" Eu solucei mais alto e já tremendo toda, parecendo que não me conteria de tão trêmula, inebriada, com tesão a 1.000, comecei a levantar a saia devagarzinho, aos prantos, aos poucos, até que levantei, indecentemente, toda para que o meu homem visse. Eu era a cadela de Dom Grisalho, já o sabia e não tinha dúvida alguma, pertencia a Ele.

“Tire a calcinha shirley!” Eu obedeci maquinalmente de novo a meu DONO, e imediatamente a tirei, jogando pelas pernas abaixo. Foi o suficiente para que Dom Grisalho fizesse um movimento, eu estava de costas não o via, senti meu DONO se aproximando, até que veio uma palmada desferida com muita força do lado direito da minha bunda e só pude gritar e chorar enquanto ouvia o barulho do estalo. Meu DONO dera uma tapa de mão aberta que me fez ver estrelas, sem exagero. Mas fui recompensada logo em seguida, rsrsrs, meu DONO se ajoelha atrás de mim e começou a dar-me o prazer que tanto eu esperava e precisava. Começou a lamber minha bunda onde batera e em outros lugares ardidos também, lambia e mordiscava. Eu sentia seus bigodes e seus dentes passearem por toda a extensão da minha bundinha, coxas e subir pelas costas como um apetite voraz. Até que senti suas mãos subirem por baixo da minha camiseta e a esquerda e a direita apertarem meus peitos. Meu DONO apertava com bastante força e encostava sua barriga em minhas nádegas e costas me fazendo dobrar levemente para frente só não caindo graças às minhas mãos que apoiei na parede. Ele murmurava em meus ouvidos "adoro esses peitinhos deliciosos, parecem de criança". "shirley Eu já vi os biquinhos endurecerem atrás daquela sua blusinha branca um dia..." Eu não sei como, ele conseguiu enfiar a cabeça por baixo de mim e abocanhar meu seio direito mordendo-o e chupando-o vorazmente, como se chupasse e comesse uma manga. Podia sentir seu pau cutucar por trás já completamente nu. "Cadelinha, essa sua mãozinha linda de fada, essa aqui". Falou isso enquanto alisava minha mão direita apoiada na parede. "Essa sua mãozinha, pega no meu PAU que eu quero". Até que envolveu delicadamente sua mão por sobre a minha mão tirando-a da parede que tive que me apoiar quase inteira com o braço esquerdo na parede. Ele conduziu minha mão até seu pau completamente duro por baixo da barriga. Eu, já totalmente envolvida, peguei curiosa e excitada, senti uma vibração percorrer por todo meu corpo quando ele pulsou latejante e grosso na minha mão, ele latejava curiosamente. Era muito mais grosso que de meu corninho (rsrsrs, já o considerava assim), enchia minha mão, eu mexi e Ele falava alto. "que delícia, que mãozinha doce... continua". Eu, obediente, comecei a gostar cada vez mais da brincadeira de masturbá-lo desse jeito apesar da minha posição incomoda e aumentei um pouco mais o ritmo. Ele ficou um tempo assim extasiado e debruçado em mim. Eu sentia sua saliva escorrer quente pelas minhas costas, quando Ele saiu de cima de mim, e ganhei outro tapa, o golpe veio mais forte que da vez anterior, mas agora do outro lado da minha bunda. Minhas mãos foram descendo pela parede e eu, assim de costas pra eles, caí de joelhos soluçando. Mas, incrivelmente, presente e latejando como a dor em minhas nádegas, estava um constante e indefinível prazer me tomando a alma, me realizando como uma putinha como queria Dom Grisalho. Mesmo quando o homem bruscamente me pegou por debaixo dos meus braços me fazendo levantar, mesmo assim, estava ali presente o indefinível prazer de pertencer, de ser completamente uma puta mesmo, desse homem extraordinária que é meu DONO. Tanto gostei de como era tratada que me ajeitei e apoiando novamente minhas mãos na parede, me inclinei para trás e pude ouvir meu DONO dizendo. "isso puta! isso mesmo, já sabe que é uma cadela mesmo!". Dom Grisalho antes de novamente se debruçar em mim, me dava tapinhas e enfiava seus dedos no meu ânus e vagina, assim, eu de costas, inclinada para trás, até que cuspiu na altura da entrada do meu ânus como já fizera anteriormente e começou a penetrar com seu pau grosso enquanto dizia mais ou menos isso “eu gosto é de cuzinho, eu gosto é de um cuzinho assim...”. suas mãos correram novamente para os meus peitos e os apertaram com força descomunal dessa vez. “e de tetas gostosas como a sua também...”

Eu não sabia aonde a dor era mais forte. Eu me abria mais pra facilitar a penetração, mas ao mesmo tempo tentava tirar uma das mãos do meu DONO do meu peito que parecia estar sendo esmagado. Foi quando DOM GRISALHO me deu dois tapas leves na minha cara (cadela tem é cara, sei disso) e ajeitou meu cabelo para o lado, por trás da orelha, expondo meu lado direito do rosto mais livremente e fez com que minhas duas mãos voltassem para apoiarem-se na parede e começou a se masturbar ali, do lado do meu rosto e não parou mais. Surpreendentemente largou um dos seios somente (a outra mão continuava a apertar com força) e começou a massagear com uma perícia que eu não conhecia, o meu clitóris. Um jato de esperma, saindo do pênis de meu DONO grudou nos meu cabelos e veio mais nos cabelos e no meu rosto. Ele ordenava "passa a língua piranha, lambe meu mel". E eu passava a língua freneticamente. Ele trazia da minha cara para a boca o que de mel que ejaculou e, eu lambia e engolia sequiosamente já sem nenhum resquício de nojo, mas sim, com muito prazer e volúpia mesmo. A perícia do meu DONO no meu clitóris e a sua conseqüente gozada me fizeram começar a gozar simultaneamente com gosto de seu esperma na boca, que achei-os deliciosos, se tivesse queria mais e mais. E, como já se tornava regra, eram gozos convulsivos acompanhados de muita lágrima. Quando Ele acabou, fui surpreendida pela sua mão direita batendo com força no lado esquerdo da cara, fazendo-me cair deitada de lado chorando convulsivamente. “Levanta vadia! Vai tomar um banho, porque o Ciro deve chegar logo”. E eu obedeci prontamente, embora ainda chorando muito, não sei se cheguei a falar anteriormente, mas meu DONO é formado em psicologia e embora não fosse médico, Ele mesmo ligou para a farmácia e mandou virem uns tubos de pomada e outros remédios que me mandou passar e tomar em horários diferentes para tratar os hematomas e outras marcas e me dar mais "disposição" para tocar a vida, aliás, a nova vida de escrava. Eu estava no banheiro quando meu DONO recebeu as entregas da farmácia e depois saiu dizendo-me um tchau distante, eu quase que dormi, eu praticamente desmaiei na banheira, fiquei pensando nas alegrias que tive...

De lá pra cá me tornei mesmo sua escrava e cadelinha e Ele me usa de diversas formas e em diversas ocasiões. Para mim, meu DONO tornou-se um vício. Quando ouço sua voz, eu tremo da cabeça aos pés e tenho dificuldade pra disfarçar quando o Ciro ou conhecidos estão por perto. Espero sempre ansiosa uma nova ordem D’Ele, quer seja vindo aqui ou me ligando pra que eu vá a um determinado lugar, o que mandar-me fazer, farei sem pensar duas vezes.

Mas apesar de todo prazer, me incomoda o constante drama de consciência que vivo. Dom Grisalho conduz a coisa de tal forma que até hoje Ciro não desconfia de nada. Essa vida que passei a levar de três anos pra cá, não tem nada com o que eu considero, aliás, considerava ser uma vida normal. Vida normal é a que eu levava. O fato é de estar assim tão entregue ao meu DONO que me faz não conseguir viver sem Ele, não sei o que acontecerá se um dia Ele me dispensar. Claro que hoje não tenho PRAZER quando eu e Ciro transamos, embora eu o ame muito, não sinto quase nada de tesão por meu marido em comparação quando eu estou com meu DONO, são situações bem diferentes. Com DOM GRISALHO libero-me de qualquer limite, sei que não serei julgada por Ele. Posso disser que amo aos dois, embora de modos diferentes, não sei explicar em palavras. Uma outra coisa mudou também, meu modo de vestir em público, hoje estou bem mais discreta, não gosto de chamar atenção dos homens como anteriormente, apena um homem faço questão de me mostrar radiante e demonstrar com sua realmente uma puta e, vocês sabem quem é, rsrsrs.

Sou muito FELIZ e SATISFEITA com a vida dupla que levo e muito obrigada por poderem ler esta minha narrativa,
que é verdadeira e procurei ser a mais realista possível.

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Se desejar receber outros contos de autoria de meu DONO, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com – com certeza ficará satisfeito por poder mostrar-lhe seus trabalhos.

 

Já nasci menina, mas precisei me tranformar

Vou lhes contar com me transformei numa menina, nasci numa família rodeada de mulheres, tinha minha irma mais velha Dora, que tinha um pouco a mais de diferença de idade para as outras, depois tinha a Beth, e depois tinha eu que nasci com uma irmã gemea, e esta minha irmã teve poucos dias de vida, ela Daniela e eu Daniel, como nasci prematuro, sempre tive uma atenção especial, por parte de todas a minhas irmãs de minha tia, que neste tempo veio morar conosco, meu pai havia falecido. Moravamos numa casa, já na area rural, de uma pequena cidade do interior, casa razoavelmente confortavel com uma sala grande, quatro quartos, dois banheiros, copa cozinha e nos fundos uma area de lazer e serviços Vou lhes contar alguns fatos que aconteceram e me ajudaram a ser a menina que hoje eu sou, livre e leve, hoje com 25 anos, moro em um apartamento em uma grande cidade, trabalho com tradução da lingua inglesa para o portugues, sou free-lancer de uma multi, para ser interprete de alguns de seus funcionários, e por vezes dou aula de ingles, sou indepentente financeiramente e tenho um circulo de amizades bem restrita. Desde de muito pequena, ou melhor desde que me entendo por gente, sempre vesti roupas de meninas, pois cercada de cuidados e de muitas mulheres, foi mais facil ser igual as elas e elas se espelhavam nelas, principalmentre para me vestir, esta maneira de me vestir nunca foi imposta, eu que sempre me senti uma menina, e com a morte de minha irmã gemea, fui matriculada na escola rural com sua certidão de nacimento, e daí em diante passei a ser a Daniele, ou Dani para os mais intimos. Nesta fase da infância fui muito feliz, brincavamos muito, mas tambem não descuidavamos dos estudos, é claro que nossas brincadeiras eram todas de meninas, como desfile de modas, os mais variados, casinha que eu sempre a filhinha, pular amarelinha.

Sempre tive em Dora uma protetora, pincipalmente fora de casa, me habituei com gestos e as fragilidades femininas, pois so fazia xixi sentada e usava um papel higiênico para secar o meu piu-piu. Outro fato marcante, foi que fomos levada ao posto de saude, para furar as orelhas, sendo eu a mais nova, minha mãe não quis contar o que era, para eu não chorar, mas chegando la ela me entregou um lindo par de brincos com uma pequena perola, que eu achei muito bonito e por isso não chorei quando furou minhas orelhas, tivemos os cuidados, mas eu sempre que podia ficava admirando minha orelha com os brincos, me sentia muito mais bonita. Mais uma vez fui surprendida, pois Dora ganhou um jogo de manicure completo, e diversos esmalte, pois ela sempre atenta a minhas reações viu que eu tinha gostado, e logo se propos a limpar e pintar minhas unhas, das mãos e dos pes, e eu me lembro muito bem pintou de rosa bem clarinho, neste dia brincamos de desfile de modas com roupas íntimas, pois estava me sentindo mais mulher, usando cinta, corpetes, calcinhas e sutiã, é claro com enchimento, meias com ligas, meia calças, e sandalias e sapatos de salto, eu preferi as sandalias de salto, pois assim mostrava minhas unhas pintadas.

Dora sempre atenta as minhas preferências, sempre me perguntava se eu realmente queria ser uma menina de verdade, e afirmava que ela sempre iria me ajudar. Um belo dia durante o banho, notei que as tetinhas de Dora, estavam estufadinhas para fora, e que os manilos estavam maior, que já se promunciava um pequeno peitinho ao redor, me fazendo admirar e sonhar como ficaria o meu, fiquei encantada, e gostei muito de alisar com minhas pequenas mãozinhas, e Dora se sentia bem gostando de minhas carícias, naquele final de semana, fizemos uma pequena comemoração, e Dora, ganhou seu primeiro sutiã, era um conjuntinho de calcinha e sutiã, branco com detalhes em rosa, e eu fiquei maravilhada, meus olhos nem piscavam, pois quando Dora foi para o quarto e se trocou, e voltou desfilando seu novo conjuntinho e por cima um hoby de seda, que ela desamarou e amarou, diversas vezes para mostrar como seu conjuntinho de calcinha e sutiã tinha lhe ficado bem, nem preciso dizer que eu fiquei sem piscar os olhos, e Dora é claro que notou, mas não disse nada, e não fez nenhum gesto para me reconfortar, como era de seu costume.

No dia seguinte, para nossa surpresa, minha tia havia comprado, muitos outros joguinhos de calcinha e sutiã, de diversas cores e presenteou a todas nos, foi um dia que rolou outro desfile com roupas íntimas, so que agora com as nossas próprias, ficamos todas muito contente, e eu em particular pois para compensar minha falta de peitinho, Dora providenciou uma bola de soprar, encheu com um pouco de agua, e me disse que era para eu ir me acostumando, com volume e peso de um peitinho, quando vesti meu sutiã, pude ter uma sensação que eu realmente estava com um peitinho de menina moça, pois tinha um pequeno volume que fazia encher o sutiã, e o peso é bem semelhante, pois com qualquer movimento o meu peitinho me fazia lembrar que eles estavam la, fazendo me lembrar da sensação gostosa que era ter um belo par de peitinho de menina moça, desde esse dia eu nunca mais deixei de usar sutiã, ele se tormou um marca registrada de eu mulher. Mais alguns meses se passaram e Dora ficou menstruada pela primeira vez, o que foi motivo de comemoração, e daí a algum tempo ela foi ao ginecologista, que após alguns exames lhe receitou o uso de anticoncepcional que era para regular seu período, e disse tambem que os hormonios femininos de baixa quantidade, iriram modelar seu corpo de mulher. Dora quando ouviu isto, na mesma hora se lembrou de min, e quando chegou em casa já tinha comprado, algumas caixas a mais deste anticoncepcional, conversou com mamãe e com titia, e elas concordaram, titia tinha em sua juventude tinha iniciado o estudo de medicina, mas depois de algum tempo desistiu, porem estes estudos de muito me ajudaram. Comecei ai o processo de me transformar, verdadeiramente em uma menina, pois com doses baixas de hormonios feminino, meu organismo deu os primeiros indicios, mas antes que os hormonios masculinos se aflorassem, tomei um medicamento para anular e inibir seus efeitos, mas tambem continuava com as doses menores do hormonios femininos.

Quando minha tia percebeu que os hormonios masculinos, não mais me afetariam definitivamente, ela passou a usar os hormonios femininos com uma concentração e dosagem maior e ai sim tive modificalçoes significativas, e a primeira evidencia foi com meus peitinhos, pois os mamilos ficaram, inicialmente muito senciveis, o peitinho que começava a despontar, ficou um pouco dolorido, porem alguns dias depois, eles ficaram bem grandinhos, e já não cabiam em um sutiã de tamanho P, meus manilos ficaram pequenos e com uma coloração rosacea, e os biquinhos que pareciam estar sempre pontudinhos, ficava a admirar, sempre de sutiã para que eles não perdessem as formas, porem sempre que podia vestia uma blusinha de malha, bem justinha e um pouco transparente, e juro que ficavam lindos. Minha cintura havia afinado e minha bunda crescido, mas num tamanho bem proporcional, pois eu sempre fui do tipo fisico bem miuda, mas agora quando eu vestia minhas calcinhas, eu as sentia mais justinhas e quando rebolava sentia os olhares dos meninos de cobiça. Pelos eu quase não tinha, pernas, região pubiana, meu cuzinho, barba, axilas, tudo é muito lisinho e quando algum pelo aparecia, Dora tratava de arancar, calçava nº 35, durante o tratamento meus cabelos cresceram muito, e neste decorrer, experimentei diversos cortes, gostei mais deles com franjas e altura ate os ombros, eles são castanhos claros, e eu tenho a pele marena bem clara, e olhos castanhos, de altura tenho 1,61 m, e tem tambem o meu pintinho, que ate agora so usei para fazer xixi, fiz cirúrgia de fimose ainda quando bebe, e por isso não tenho prepúcio, durante o tratamento ele ficou bem pequeno e dolorido, porem isso melhorou, quero dizer, quando ele esta bem durinho, já medi tem quase 11 cm espero que na hora H ele funcione, porem pelo que já vi e ouvi, eu quero mesmo é ser menina, sempre.

Vou contar aguns fatos que aconteceram em minha infância: quando estudavamos em um colégio na cidade, tinha uma menina de outra sala e de outra turma, que sempre implicava comigo, dizia que eu era homem vestida de menina, e Dora sempre por perto me defendia, porem um dia ela falou que iria provar, Dora ouvindo isto, no dia seguinte após o banho, antes de irmos a aula, me fez sentar na banheira com agua fria e gelo, ate o que eu aguentase, quando sai ela me enxugou e me fez vestir uma calcinha bem pequenininha, tipo tapa sexo, uma calcinha de lycra e da cor da pele, eu saquinho tinha quase sumido, minhas bolas se abrigaram na cavidade pelvica, e meu pintinho estava do tamanho da falange de um dedo, o que ficou facil de esconder tudo, melhor tudinho, sendo que atras a calcinha fica toda atoladinha na minha bundinha, e por cima ela me vestiu uma calcinha, tipo normal, quando me olhei no espelho, nem estava acreditando, pois estava lindo, liso, assim como se eu tivesse uma vagininha, vesti meu uniforme e fomos para o colégio, a única recomendação Dora é que eu não usase o banheiro, que segurasse um pouco. Pois na hora do recreio,esta tal menina, me empurou para dentro do banheiro, e dizendo que queria ver minha periquita, quando entramos, Dora estava la dentro como tivesse nos esperando, ela me abraçou, piscou seu olho para min, e me colocando de costa para a tal menina, levantou minha saia e abaixou minha calcinha, e me virando de frente, começou a gritar, dizendo para esta menina, que se ela continua-se a falar estas coisas, que iria denuncia-la, assim ela não reparou a outra calcinha que eu usava por baixo, e acho que ela consegiu ver minha periquita, e asustada foi embora, não falando mais neste assunto.

Dora me protegia e sempre que podia me ensinava, ela percebendo que eu poderia me relacionar com algum menino, e consequentemente transar com ele, me ensinou que quando eu usa-se o banheiro, que eu deveria usar o chuveirinho, para fazer uma boa higiene dentro do meu cuzinho, no inicio achei meio esquisito, pois não controlava a quantidade de agua, e com isso voltava e demorava no trono, depois que consegui controlar a quantidade de agua, as coisa ficaram mais rapida e eu nunca mais perdi este habito, e estou sempre com meu cuzinho, bem limpinho para o que vier. Dora teve alguns namorados, ela não deu para todos, e para os que ela deu ela so dava o cuzinho, a principio eu ahava que ela tinha medo de engravidar, porem num dia que ela estava mais próxima de min, ela me confidenciou, que so dava o cuzinho, porque sempre pensava e min e queria me orientar e passar todas as sensações que ela sentia, porem os escolhidos eram pelo tato primeiramente, e depois ao ve-lo, os maiores e os mais grossos eram os preferidos, mas ela me disse que tambem experimentou um menor e mais fino, so que este apesar de ter sido bom,não foi tão ótimo como os grossos e grandes que doiam, que ela achava que iriam lhe rasgar, que saía com seu cuzinho bem ardido, esfolado, que ate precisou usar hipoglos, para se refazer, e dentres estes escolhido um para ser o primeiro a me comer, Nando não tinha um tipo fisico forte, era ate bem magro, mas segundo ela, ele tem uma pica linda e enorme, com a glande toda esposta, bem feita com a pontinha um pouco mais fina e com a parte de tras da cabeça com diametro maior que o restante, mas o melhor era a grossura, bem grosso firme e ao mesmo tempo macio, e de comprimento longo, ela não chegou a medir, porem quando ele estava deitado, ela via ele passar do seu proprio umbigo, para testar este ela deu para ele diversas vezes, e sempre preparando o terreno para ele me comer, mas seus pais mudaram e o contato com ele se perdeu.

Dora me disse que ate para chupar esta pica ela tinha dificuldade, pois so cabia a cabeça e um pouquinho mais, e que quando Nando ia gozar ela tinha que ficar so com a cabeça, senão ela podia se engasgar, mas que ela acha simplesmente ótimo e não disperdiçava nada, sorvia com muito gosto. Uma das transa de Dora, foi em casa, estavamos so as duas e ela com seu namorado, fiquei escondida em um dos quartos, tinhamos instalado uma camera, escondia sob alguns livros, que estavam na estante, porem desarumados, e eu assistia a tudo muito apreensiva, Dora tomou as iniciativas, tirou-lhe a camisa, desabotou sua calça, enquanto ele tirava seu tenis e a meia, ficando de cuecas e com sua pica parecendo que iria estourar a sua cueca, então Dora deu-lhe alguns beijinhos por cima da cueca, e percebi que sua pica tinha levantado ainda mais, tal era seu tesão, Dora não deixava que ele se mechesse, a seguir ela levantou sua cueca, deixando somente a cabeça de sua pica para fora, e colocou-a dentro de sua boca, eu so conseguia ver sua lingua percorendo toda aquela glande e seus labios sugando aquela pontinha de pica, tinha a impressão de ser muito doce, e eu rolava na cama e com uma almofada fazia pressão entre as pernas, de repente ela parou não queria ver ele gozando antes do tempo, tirou-lhe a cueca, foi ao banheiro e trouxe um creme, condicionador de cabelo, passou em sua pica e pediu que ele passase em seu cuzinho, o que ele fez enfiando um depois dois dedos, e fez movimento de vai e vem, eu vendo aquilo me contorsia de tesão, após isso ela o colocou na beirada da cama e foi lentamente sentando em sua pica, ele com suas mãos na cintura dela, e ela descendo lentamente, porem sem parar, seu rosto mostrava um desconforto de dor, porem seus labios se abriam a um sorriso muito contente, quando ela sentiu que tinha entrado tudo, ficou uns instantes imovel, e lentamente começou a rebolar com se tivesse um pouco mais de pica para entrar, suas mãos abriam as bandas de sua bundinha a procurar um pouco mais, eu não conseguia ver a cara do seu namorado, pois ela estava na sua frente, porem conseguia ver que toda aquela pica tinha sumido dentro de seu cuzinho, agora ela fazia os movimentos de sobe e desce, pude escutar um urro de prazer de seu namorado, seus movimentos eram bem devagar mais cadenciado, porem as mãos em sua cintura, era para que este movimento se intenficasse, e foi o que ela fez, levantava seu corpo e a pica que estava enterrada em seu cuzinho, so ficava com a cabeça dentro, e em seguida ela sentava fazendo entrar tudo novamente, e uma vez la dentro ela rebolava e subia mais rapidamente, ate que ele a segurou abraçando pela cintura, não querendo a solta-la mais estava gozando tudo que podia, no mais fundo do cuzinho de Dora, fiquei extaziada, rolava e apertava a minha almofada, estav completamente aerea, Dora ainda ficou mais um pouco com a pica no seu cuzinho e quando deu sinal que estava mole ela saiu de cima, levou-o ao banheiro e quando voltaram já tinham se trocado. quando ele foi embora Dora veio ter comigo, fiquei tão surpresa que nem percebi que pelo meu pitimho tinha vazado algum liquido mais gossinho e tinha molhado minha calcinha, ficando bem encharcada, Dora pediu que eu lavasse meu pintinho no chuveirinho do vaso e trocase minha calcinha, quando voltei Dora tinha lambido e cheirava minha calcinha que ainda estva úmida. Naquele dia, quando nos preparavamos para domir Dora uniu nossas camas, e meio a minha surpresa, me beijou, a princípio suavemente, com seus labios bem molhado, com um hálito de creme dental, e com sua lingua procurando a minha e quando a encontrou, tive a impressão, que estava fora do chão, agora com mais intensidade e vigor, porem suavemente delicado, soltou-me e disse bem baixinho dentro de meus ouvidos que queria me ensinar, algo mais prático ao vivo, sendo eu a protagonista, tirou meu babydol, sem presssa, beijou- me novamente e descendo seus labios encontrou meus peitinhos, que apesar de grandinhos, estavam sendo acariciados pela primeira vez, ela se revesava, ora em um ora no outro com peqenos beijos chupadinhos e com gostosas lambidas com toda a extensão de sua lingua, desceu mais me lambendo toda,que delícia, demorou na minha região pubiana, eu me contorsia toda e me deliciava, ela abaixou minha calcinha o suficiente para libertar meu pintinho, e ainda que meio mole ela com um sorriso nos labios, acho que é por causa do seu tamanho, ela colocou-o todinho em sua boca e seus labios chuparam meu saquinho, ora uma se minhas bolas ora a outra, a sensação é indescritivel, chupou tambem com muita firmeza e uma certa pressão dos seus labios a cabecinha de meu pintinho, que nesta altura já estava durinho no seu máximo, foi muito delicioso esta carícia, mas o melhor estava por vir, ela me deitou de bruço, não tirou minha calcinha, apenas abaixou abriu minhas pernas e com as mãos abriu minha bundinha e beijou, lambeu e por fim enfiou sua lingua no meu cuzinho, e com certeza nesta hora entrei em órbita, com meu cuzinho bem molhadinho, ela enfiou em dedo senti um pequeno desconforto, mais estava gostando tanto, que nem liguei, e com o movimento de entra e sai fui ficando cada vez mais mole, sem reação, e com a cabeça em órbita, sei la de qual estrela, no movimento de eu ficar de bruço, minha calcinha, na parte da frente tinha subido um pouco e meu pintinho ficou dentro dela e em um dado momento eu levei uma espécie de choque, gosei pela primeira vez, gosei gostoso, meu corpo estremeceu, meu cuzinho se fechou prendendo o dedo de Dora, minha boca estava muito seca, mas minha cabeça estava muito longe, Dora me virou lentamente, tirou meu piruzinho da calcinha e disse, agora você realmente gosou de verdade e não se fazendo de rogada, chupou, lambeu, procurou em cada fio de minha calcinha tudo que pode sorver, chupou mais uma vez meu pintinho, como que tirando a última gota, e outra surpresa, me beijou dividindo comigo, toda minha porra, adorei o sabor a textura, deixei em minha boca e aos poucos fui engolindo, e me deliciando, ficamos abraçadas, eu disse que estava muito contente, feliz e gostando de como aconteceu, Dora me disse que eu era um meninha muito gostosa mas em breve iria, me tormar uma mulher nos braços de um homem, dorminos abraçadinhas, toda molhadinha e com o cheiro do sexo em nossas bocas e cabeças.

O caseiro II

Meu nome é Giancarlo, e vou dar continuidade na estória de O Caseiro.  Mas antes de recomeçar, gostaria de esclarecer alguns pontos, de modo que os leitores possam entender o que aconteceu na minha vida.  Todo ser humano passa por diversas fases na vida: umas boas e outras más.  Muitas vezes, dão para roubar, outros a defraudar, outros a difamar, outros a praticar a homossexualidade, etc...  Alguns gostam tanto que não procuram sair daquela vida, outros, após terem experimentado, voltam para o seu lado bom, abandonando aquela vida.  Vocês poderão observar, lendo os meus contos, que eu também tive meu período ruim, porém com o passar dos tempos, eu resolvi abandonar....leiam os outros contos e saberão o que me aconteceu.

Após três dias da ida a Itaguaí, estava no escritório, quando a minha paixão que é a secretaria (ela ainda vai ser minha) entregou-me uma solicitação de visita, exatamente em Itaguaí.  Como era sexta-feira e minha agenda de visitas estava lotada, resolvi deixar para o dia seguinte, tendo em vista que eu costumo ficar em casa aos sábados, mas como era em Itaguaí, eu também poderia ir ao sítio do caseiro, fazer-lhe uma visita.

Acordei cedo no sábado, fiz minha higiene pessoal (enema), tomei meu café matinal, e fui à garagem pegar meu carro.  Já na rua, procurei o melhor caminho que me levasse à Itaguaí mais rápido, pois assim teria mais tempo para ir à casa do caseiro sem ter que ficar preocupado com as horas.  Chegando a Itaguaí, procurei pelo mercado e seu proprietário, o Sr. Onofre.  Rapidamente encontrei o mercado, bem como também, o seu proprietário.  Subimos até o girau onde ficavam as salas da administração do mercado, e observei que os móveis eram improvisados.  Abri minha pasta, peguei um jogo de catálogos e entreguei nas mãos do Sr. Onofre, de modo que ele escolhesse o melhor para a firma dele.  Ele então pede minha opinião com relação à escolha, tendo em vista que eu já trabalho com aquela mercadoria, e provavelmente já teria vendido para algum mercado.  De posse da autorização dele, indiquei-lhe um modelo que viria a compor sua firma, e o preço era bastante convidativo, o que foi aceito de imediato pelo dono da firma.  Preenchi o pedido, preparei o cadastro dele, e despedi-me dando um prazo para a entrega da mercadoria de sete dias após a aprovação do cadastro.

Saindo do mercado, peguei a estrada que me levaria ao sítio do amigo.  Após cerca de 20 minutos de viagem, finalmente entro na estradinha de terra batida e logo avisto o sítio do amigo.  Ao chegar defronte a porteira, observo que ela esta trancada com cadeado, e mais à frente, enxergo um rapaz que se encontra de costas para a entrada.  Chamo por ele, e ao virar-se, vejo que é a pessoa a quem procuro.  De imediato, ele não me reconhece, mas logo em seguida pergunta se eu já não estive conversando com ele, o que eu respondo que sim, e pergunto:  não estás me reconhecendo?  Tomamos banho juntos no rio, lembras?  Já esquecestes?  Quando eu falei banho no rio, ele caiu em si e disse que estava se lembrando de mim, mas não passava pela cabeça dele que eu iria retornar.  Ato contínuo veio até a porteira e abrindo-a, pede que eu entre com meu carro e pare defronte a casa dele.  Fecha a porteira e vem ao meu encontro. Abraçamo-nos e ele me convida para entrar em sua casa.

Pude observar que a casa dele era bem simples, com o estritamente necessário para um homem solteiro.  Já mais a vontade, pergunto se ele é casado, separado, desquitado, divorciado ou viúvo, e ele responde que foi corneado pela companheira dele, e mandou-a embora de “mala e cuia”.  No momento, está curtindo a vida de solteiro, inclusive experimentando outras situações bem diferentes das que ele já houvera passado antes.  Não arrisquei nenhuma pergunta, para não estragar o clima que começava a rolar, isto é, nossa conversa estava ficando mais solta e objetiva, tudo indicando que a tarde seria bem aproveitada e maravilhosa.

De repente ele se levanta, perguntando se eu aceitaria um cafezinho, e digo que sim.  Quando ele retorna da cozinha com o café e me entrega a xícara, arrisco uma pergunta:  o que aconteceu com ele no outro sítio?  Ele esboça um sorriso maroto e diz que a causa foi o filho mais novo do patrão, o Sr. Onofre.
Diz que o rapaz gostava de ficar chupando uma rola, e queria toda hora, quando certo dia, ele deu um flagra em nós dois.  Resultado: ele foi mandado embora, recebendo como pagamento aquele sítio e uma pequena quantia em dinheiro, que daria para me sustentar durante um ano, tendo em vista que  trabalhara no sítio dele durante 20 anos.  Perguntei qual era a idade dele e falou-me que tinha 35 anos de idade.  Então comentei que o flagrante foi muito bom, pois ele saíra lucrando. Perguntei qual o tamanho do sítio e ele responde que o sítio mede 10 hectares, ou seja, 100 mil metros quadrados, e que ele está sabendo aproveitar bem o terreno, diversificando a produção.

Ele me pede que o acompanhe até a parte detrás da casa, de modo que possa me amostrar a propriedade.  Ao chegar lá, constatei que o terreno era imenso, e que um homem sozinho, não daria conta de trabalhá-lo.  Pergunto se ele tem algum trabalhador com ele, e ele diz que tem dois, mas que naquele dia estavam dispensados.  Paramos próximo a uns caixotes, e eu me eoncosto neles, quando ele vem e  encosta-se em mim, roçando sua bunda em meu pau e dizendo que esta é a situação que ele tem experimentado nos últimos tempos.  Diz também que ficou admirado com a minha desenvoltura naquele dia do banho no rio, quando eu me deixei penetrar por trás. Sem nada falar ou reclamar.  A partir daquela data, ele já teve contato homo com quatro homens, e todos vendedores, e sempre no mato, nunca na propriedade dele, para não ficar conhecido demais.

Voltamos para dentro de casa, pois lá fora, soprava um vento frio, vento de inverno, pois estávamos no mês de julho. E na roça a temperatura é bem diferente que a da cidade.  Preparou outro cafezinho, e sentamo-nos juntos.  Após termos saboreado tal aperitivo, começamos a nos acariciar e ele tomou a iniciativa, dando-me um beijo na boca, beijo com gosto de café.  Paramos e começamos a nos despir.  Ele vai até a porta e a tranca por dentro e depois vai à janela e a tranca por dentro também.  Em seguida fomos pra o quarto e nos deitamos como estávamos, isto é, sem tomarmos banho, pois como ele disse que queria sentir o meu sabor.  Pediu-me que a nossa relação naquele dia não ficasse só no normal.  Ele queria conhecer todas as variações de uma relação homo..  Então perguntei se ele iria fazer o mesmo comigo, e ele respondeu que sim, porque gostara muito de mim, e se fosse da minha vontade, poderia morar junto com ele, pois gostaria de ser minha mulherzinha.  Rio disfarçadamente e peço a ele para irmos ao banheiro para fazermos nossa higiene pessoal, de modo não emporcalharmos um ao outro.

De volta ao quarto, deito-me de bruços e peço que ele deite sobre mim, de modo que eu possa ensiná-lo a partir desta posição.  Então digo para ele que a partir daquele momento, ele tomaria toda iniciativa.  Ele posiciona sua piroca em direção ao meu cú, forçando a entrada dela lenta e vagarosamente, com movimentos de ida e volta, até que ela entra de toda.  Ele inicia então a movimentação, agora um pouco mais rápida, sem ser veloz, indo até o fundo do meu rabo.  Para facilitar ainda mais, levanto os meus quadris e abro bem as pernas.  Mal sabia ele que era eu quem queria sem enrabado.  Estava uma delícia sentir aquela vara em meu rabo.  Digo para ele não gozar, pois experimentaríamos outra posição.

Ele tira o pau de dentro de mim e então me viro, ficando agora de barriga para cima, abro bem as pernas, segurando-as com as mãos e levanto-as, assumindo a posição de franco assado.  Ele percebendo a manobra, crava de novo sua caceta em meu rabo. Desta vez socando firme e bem mais profundo.  Com ele cravado em mim, puxo-o em minha direção, dando-lhe um beijo na boca, sendo correspondido por ele.  Enquanto ele me socava, beijava-me de uma forma faminta, quando ele me avisa que iria gozar, e eu digo para ele me encher com aquele néctar maravilhoso, quando sinto que ele gozou dentro de mim.  Fiquei por algum tempo naquela posição até sentir o pau dele murchando dentro de mim.

Ele sai de mim e deita-se ao meu lado, fazendo carícias em meu peito e começa a chupar o bico dos meus peitos que estavam durinhos, o que me dava um tesão da porra (como dizem os nordestinos).  Pergunto a ele se ainda tem café na cozinha.  Ele diz que sim e eu me levanto indo pegar duas xícaras.  Retorno com elas nas mãos, dando uma para ele.  Após tomarmos o café peguei as xícaras para levá-las à cozinha, indo em seguida ao banheiro lavar-me, pois a gala dele escorria pelas minhas pernas.  Ele me acompanha e entramos juntos no box.  Já debaixo do jato de água do chuveiro, começo a lavar o pau dele com sabonete.  Jogo água nele, fecho o registro do chuveiro, abaixo-me e abocanho aquele cacete, e começo a punhetá-lo com a boca.  Percebo que ele começa a entrar em êxtase e a tremer as pernas, num prenúncio de que vai gozar, e enfio a piroca dele garganta a dentro.  Ele segura minha cabeça, e goza na minha garganta, provocando em mim um engasgo e princípio de vômitos, porém eu não queria perder aquele leitinho e engoli tudo.  Que coisa estupenda, maravilhosa, deliciosa.

Ele me levanta, beija-me e então quem se abaixa é ele.  Coloca minha pica em sua boca, e faz exatamente como eu fiz.  Gozo abundantemente em sua boca, dizendo para ele engolir tudo, não deixar nenhuma gota em meu pau, o que ele faz com maestria, para quem estava aprendendo a ser viado.  Acabamos de nos banhar, e nos dirigimos para o quarto.  Sentamos na beira da cama e começamos a conversar, quando eu digo para ele:  quem diria. Você na outra vez me enrabou no rio, e hoje deu uma de gay.  Como as pessoas mudam.  Foi muito bom, disse-lhe, para encorajá-lo.  Você está indo muito bem.  Abraçamo-nos, quando ele me convidou para fazer-mos um lanche que ele iria preparar para nós dois.  Ele se levanta indo em direção à cozinha, enquanto eu permaneço sentado na beira da cama, pensando em minha vida e o caminho que eu estava trilhando.  Será este verdadeiramente o meu caminho?  Será esta a minha vida daqui para frente, só transando com homens?

Ele retorna com o lanche, apóia-os sobre o criado-mudo, e começamos a saboreá-lo.  Era um sanduba de queijo com presunto e como bebida, coca-cola.  Digo para ele que é chegada a hora de partir, pois tinha que realizar um serviço em minha casa antes de escurecer, e eu morava bem longe da casa dele.  Perguntou-me se eu retornaria, eu disse que sim, mas que não poderia precisar uma data correta, tendo em vista que a maioria dos meus clientes ficava no Rio, e ali em Itaguaí, só tinha como cliente, o supermercado do Sr. Onofre, mas que retornaria sim.  Visto minha roupa, e dirijo-me à porta de saída, acompanhado por ele.  A chegarmos ao carro, pergunto a ele qual era o nome dele, pois até aquele momento eu não sabia.  Ele me responde que ele se chama Pedro.  Despeço-me dele com um beijo e um afago em seu cacete e entro em meu carro.  Enquanto isso, ele se dirige à porteira de modo a abri-la.

Dou a partida no motor do carro, manobro-o no pátio fronteiriço à casa e vou em direção à porteira.  Aceno para ele e pego a estrada em direção à minha casa.  Durante o trajeto de volta, torno a pensar sobre como eu tenho agido, o que estou fazendo, e me pergunto: e o meu amanhã?  Tenho que tomar agora uma atitude definitiva com relação á minha masculinidade, e faço uma promessa a mim mesmo, que a partir de aquele dia não mais teria relações sexuais com homens, e sim com mulheres.  Doravante não mais escreverei contos gays e sim héteros.

Conto enviado por desejoso.

Para contato, use giancarlomartelli@bol.com.br

O caseiro

Meu nome é Giancarlo. E vou contar o que aconteceu com o meu retorno ao sitio em Itaguaí, onde eu conheci o caseiro que me enrabou dentro do rio.

Após duas semanas de minha ida ao sítio em Itaguaí retornei, conforme houvera prometido ao caseiro.  Primeiro passei em um cliente em Campo Grande e depois me dirigi para o local.  Em lá chegando, encontro a porteira trancada, e um jovem na guarita, de aproximadamente 28 anos, alourado, corpo malhado, branco, com mais ou menos l,70 de altura, olhos verdes.  Paro o carro, desço dele e pergunto ao jovem acerca do caseiro que ali trabalhava.  Ele então, procura saber de mim se eu sabia o nome dele, e respondo que não.
Descrevo então, que a pessoa que eu procuro, tem mais ou menos a nossa altura, moreno acablocado, cabelos pretos, quando ele me interrompe e diz que o rapaz que eu procuro não trabalha mais no sítio, porém ele está bem perto daquele local, e ele se propõe a me levar até ele.  Então eu disse: ótimo.

Espero o rapaz sair da guarita, abro a porta do carro para que entre, quando me indica qual o caminho a tomar.  Com a entrada do jovem no carro, passa por minha cabeça, inúmeros pensamentos eróticos, tendo em vista que o rapaz era um pedação de mau caminho e eu não queria perder a oportunidade.  O jovem me aponta o caminho, e eu dou a partida no carro, indo a direção que me fora apontada.  Vou dirigindo devagar, tendo em vista que a estrada era muito esburacada.  Em certo momento ele me pede para tomar uma entrada à esquerda.  O caminho era muito estreito e mais devagar ainda me dirigi em frente.  Mais adiante, avisto uma casinha muito simples, com uma pequena varanda, e o rapaz então me fala, que aquela era a casa onde ele morava, e me trouxera até ali, pois queria conversar comigo acerca de um assunto, o qual ele nunca conversou com ninguém. Por não sentir confiança nas outras pessoas, e ao me conhecer sentiu que eu era bastante diferente, e ele queria ou gostaria que eu escutasse o que ele tinha para contar, e se possível o entendesse.

Então o rapaz começa a me confidenciar, que desde tenra idade, sentia atração por outros meninos, mas se segurava com medo.  Ele tinha um primo com o qual costumava “brincar” com ele, quando certa ocasião, seu pai o flagrou na brincadeirinha com o primo.  Disse-me que tomou uma coça de cinto do seu pai que o deixou marcado fisicamente durante muito tempo e mentalmente esta marca nunca se apagou.  Com o passar dos anos, observou que seus pais tinham preferências pelos dois irmãos mais velhos, e que ele era tratado como um peão, um serviçal, e até lavar as roupas dos de casa, ele era obrigado.  Os anos foram se passando, quando ele então resolveu tirar umas férias, pois seu pai o pagava como pagava para os trabalhadores do sítio.  Como o meu dinheiro era pouco, resolvi pedir uma carona ao primeiro caminhão que passasse por lá ou próximo dali, o que não demorou muito.  Embarquei na boléia e fui embora com o motorista para o sul do Brasil (Santa Catarina).  Até a metade do caminho, o motorista me tirava de cima em baixo, dava aquele sorriso disfarçado e balançava a cabeça como quisesse dizer sim.

Estacionamos próximo a um posto de gasolina e descemos do caminhão para podermos comer alguma coisa, pois a fome era muito grande.  Ele (o motorista) perguntou-me se eu tinha dinheiro para pagar a minha conta, o que respondi que o dinheiro que eu levava era muito pouco, foi quando ele falou que pagaria tudo e depois eu devolveria de alguma forma para ele.  Interrompi a narrativa do rapaz, pois já estava se tornando muito longa, e perguntei quantos dias passou em companhia do motorista, e ele respondeu que foram 15 dias.  Perguntei se durante a viagem ele dividira a cama com o motorista, ele respondeu que sim.  Em seguida fui direto ao assunto:  você estava procurando alguém que fizesse com você o que não houvera conseguido enquanto morava com seus pais, isto é, queria ser enrabado, pois era o seu maior desejo?  Ele respondeu que sim.  Então fiz uma outra pergunta, mas já adivinhando qual seria a resposta: qual o teu interesse em me contar todo este drama?  Finalmente ele entra direto no assunto, o qual eu já adivinhara.  Queria que eu transasse com ele, sendo ele a fêmea.

Perguntei se os pais dele costumavam vir até aquele local.  Ele disse que não.  Sua mãe morrera quando ele era ainda criança, e seu pai viajava muito, como o estava fazendo no momento, visto que fora a Natal no Rio Grande do Norte, visitar seu irmão mais velho que mora naquela cidade, e que só voltaria dentro de duas semanas.  Quanto ao seu irmão do meio, não mora no sítio e não gosta da vida na roça.  Entramos na casa, e ele foi ao banheiro se lavar.  Aproveito, tiro minha roupa, ficando completamente nu, pego uma garrafa de bitter campari da estante, vou a geladeira e pego quatro pedras de gelo e as coloco em dois copos, e deito a bebida sobre as pedras de gelo, e fico na espera do rapaz.

Logo ele aparece envolto em uma toalha e leva um susto quando me vê pelado.  Já?  Pergunta ele.  Sim, claro, respondo.  Peço que ele tire a toalha de volta do seu corpo e que dê uma voltinha.  Tinha uma bundinha lisinha, arrebitada, bem delineada, coxas lisinhas, bem torneadas, mandei que juntasse as pernas, e notei que elas não deixavam espaço entre elas.  Tentei enfiar minha mão entre elas e não consegui.  Pedi que se virasse de frente e meus olhos fixaram no membro dele.  Tinha mais ou menos 15 centímetros e um diâmetro de aproximadamente 4 centímetros, isto é, uma boa piroca, que dá para satisfazer qualquer amante de uma caceta.  Perguntei o que ele gosta de fazer, tendo respondido que apesar de não ter feito de tudo, mas somente dar o cu, foi naquela viajem, esperava que eu fizesse com ele o que ele tinha de conhecer na arte de amar um homem.

Perguntei se ele tinha vaselina e ele foi pega-la no armário do banheiro.  Abri o potinho, tirei uma pequena quantidade e passei no seu cuzinho, e o que sobrou no meu dedo, passei também no meu rabo, pois não iria perder aquela caceta gostosa que se encontrava defronte a mim.  E o mais charmoso era a cabeça da piroca, que não era vermelha nem arroxeada, mas sim rosa claro, e eu não ia perder a oportunidade de abocanhá-la.

Abracei-o e nos dirigimos para o quarto, onde deitamos em sua cama. Abraçado a ele, comecei a alisar suas costas, vindo em direção aos seus peitos, e comecei a chupá-los com sofreguidão.  Subi minha boca, indo ao encontro de sua boca, dando-lhe um beijo de língua, e, vai direção ao seu ouvido e disse-lhe: chupa-me, seu viadinho safado, porque eu quero gozar em tua boca.  Então, me lembrei das bebidas e pedi que ele pegasse para podermos saborear os drinks, o que fiz lentamente, mas sempre punhetando o jovem e enfiando a mão no seu rabinho.

Após termos saboreado a bebida, voltamos a nos tocar.  Do corpo do rapaz, ascendia um odor de chocolate, muito gostoso, o que aumentava o prazer da transa.  Em seguida, o rapaz começa a me chupar, de uma forma diferente, isto é, com uma fúria descomunal, parecendo que queria sugar minha gala com os escrotos juntos, tanta era a força que usava para chupar o meu pau.  Pedi que ele parasse e expliquei como deveria fazer.  Ele recomeçou, e desta vez, certo.  Ele deixava a piroca entrar e sair em sua boca, indo até a garganta e depois voltando até os lábios, e repetindo os movimentos, Aproveitei a ocasião e comecei a chupar também o seu pau.  Que maravilha de sabor.  Até o seu membro tinha gosto de chocolate.  Espetacular, saborosíssimo.  Quando senti que ia gozar, pedi que parasse e deitasse de costas, levantando as pernas, na clássica posição de frango-assado.

Apontei o pau na entrada do seu rabo, e fui penetrando lentamente, sem haver nenhuma reclamação de dor ou incômodo por parte do rapaz.  Fui até o fundo e voltei, tirando todo o pau do seu rabo e penetrando outra vez, agora com um pouco mais de velocidade.  Não houve reclamação, e então continuei um pouco mais rápido, pois já sentia que ia ejacular.  Nesse momento ele fala que está quase gozando.  Eu paro e digo a ele para não gozar ainda, isto é, só quando eu dissesse que poderia.  Continuei com os meus movimentos e finalmente cheguei ao clímax, soltando uma enxurrada de gala dentro do seu rabo.  Em seguida tiro meu pau do seu rabo, chego um pouco à frente, pegando seu pau que estava duríssimo, aponto-o em direção ao meu rabo, e vou sentando em cima dele, agasalhando-o inteirinho dentro do meu cu.  Começo então um movimento de cavalgada, com o pau dele enterrado em meu rabo, e digo para ele:  agora sim, você pode gozar, encha também o meu cu com a tua porra, vem fdp.  E o cara mandou ver dentro de mim.  Que delícia de piroca.

Ele se levanta da cama e vai ao banheiro dizendo que está com uma vontade tremenda de verter, mas o rapaz foi lavar o pau.  Ótimo.  Ao voltar, pergunta de se eu quero outra dose de campari, e eu digo que sim.  Trás as bebidas e começamos a saboreá-las.  Quando acabamos, colocamos os copos no chão e deitamo-nos de lado, de frente um para o outro, e iniciamos a chupação de pau.  No início ele relutou em chupar o meu pau alegando que poderia estar sujo de fezes.  Mandei que ele olhasse, caso estivesse, eu iria lavá-lo, mas ele tornou a enfiar meu cacete na boca, pois assim ele poderia saber realmente qual o sabor do seu cu, que ficara impregnado em meu pau.  Desta vez foi mais rápido e cheguei aos finalmente, gozando abundantemente em sua boca.
Ele também não fica para trás e goza uma enormidade em minha boca, e eu depois de muito tempo, volto a engolir a gala de outro homem, o que valeu a pena, pois até a gala dele, tinha gosto de chocolate.  Levanto-me, olho para o relógio e vejo que levei muito tempo com o jovem, e eu tinha que procurar o outro rapaz.

Vou ao banheiro tomar um banho, quando o rapaz entra também para tomar banho.  Então após ter-se molhado, começo a esfregar o sabonete em suas costas, descendo até a sua bunda, quando deixo o sabonete ir ao chão propositalmente.  Quando ele se abaixa, isto é, curva-se para pegar o sabonete, eu o seguro pela cintura e sem dó nem piedade, enterro tudo  em seu rabo, e digo para ele não tocar punheta, o que ele cessa de imediato.  Logo, logo, gozo em seu rabo, e falo baixinho em seu ouvido: você gostou?  Gostaria que eu retornasse?  Gostaria de ser minha fêmea?  Eu gostei, e você?  Então ele respondeu: posso dizer daqui a um pouco?  Sim, respondi.  Pode.  Então ele fala que agora era ele que ia passar o sabonete em mim, e eu deduzi: o cara vai fazer o mesmo que eu fiz.  Tudo bem.  Molhei-me e ele passou para a minha retaguarda e começa a passar o sabonete em min. Antes que ele deixasse o sabonete cair, peguei o seu pau e o coloque na entrada do meu cu, e ele só teve o trabalho de enfiar também de uma só vez.  Após algumas bombadas, gozou bastante, que chegou a escorrer pelas minhas pernas.

Ainda cravado em mim, ele faz as mesmas perguntas que eu fiz e eu respondo:  será necessário responder?  Ele diz que não e me dá um beijo de língua e sai do banheiro, me deixando lá para que eu complementasse minha higiene, pois eu iria para longe.  Sai do banheiro, me arrumo todo e sinto no ar um cheiro de café fresco, e pergunto: é você quem está preparando?  Ele responde que sim e vem com duas xícaras com café.  Saboreio-o e me despeço dele, dizendo que poderia retornar, mas não iria procurá-lo na casa do pai não, viria para cá.
Despedi-me dele e dirijo-me ao carro que estava estacionado defronte a casa.

Já na estradinha, em vez de tomar a direção à esquerda, viro à direita e venho em direção ao Rio de Janeiro.  Quanto a visita ao outro caseiro, fica para o próximo conto.

Enviado por:  desejoso

Para contato,  use: giancarlomartelli@bol.com.br

 

No colégio

Bom , meu nome é thais ,tenho18 anos , sou morena cabolos cacheados na altura do ombro 1.62 de altura 53kg. O que vou contar a vcs aconteceu no mes passado .

Estava eu no colegio assistindo aula de historia . A minha professora é muito linda tem a pele clarinha cabelos vermelhos e olhos cor de avela ela é muito linda. Bom ela sempre me dava uma atençao especial e eu sempre gostei dela tanto como mulher como professora.

Neste dia ela estava com um vestido preto lindo q marcava seu corpo mas nao de maneira vulga , ela é super chique e isso me atrai nela. Mas em fim , quando acabou a aula ela falou pra mim ficar na sala que ela queria falar comigo .A minha turma era a ultima do colegio todas as outras ja tinha sido despensada . Ela despensou os meus colegas e fiquei com ela la.

Ela sentou se em sua mesa e pediu para que sentace proxima a ela para conversamos. Eu estava nervosa pos gosto muito dela . Ela olhou nos meus olhos e dice que precisava melhorar minhas notas e que ela podia me ajudar , era so eu aceita um acordo .Eu perguntei a ela oq era , ela me olhou acariciou meu rosto e dice que queria que eu foce dela. Eu nao respondi , pos n sabia se estava assustada por ela gosta de garotas ou se por finalmente o meu sonho ia se realiza .Nos encaramos por um tempo e ela me beijos , um beijo doce como ela . Depois ela me perguntou se eu toparia , eu balacei a cabeça em sinal positivo . Nos beijamos outra vez .As coisas começaram a esquenta ela foi passando as maos em minhas pernas e na minha bunda. Eu falei pra ela parar pois alguem podia ver , e nao queria problemas nem pra mim nem pra ela .Ela sorriu e falou que gostava de perigo . Ela foi desabotoando minha blusa e começou a me chupar . Aí como foi bom ! Eu gemia baixinho e ela me chupava com mais vontade . depois ela foi levantando minha saia pasou a mao sobre minha calsinha ficou acariciando minha bucetinha .Ate que começou a chupa-la eu gemia e a chamava de professorinha puta , a minha professorinha . Eu comço a beija-la chupa seu lindos peitos e partologo pra sua chaninha que me chamava . Ai ela me pede pra para eu fique sem entender , ela dice que tinha uma surpresinha para mim . fico curiosa mas ela nao fala , ela sai e pede pra mim espera . QUando ela volta ela vem com uma cinta com um penis nela. Ela pede pra mim chupar seu pau . eu começo a chupar .Ela pede para mim ficar de quatro e começa me fuder , eu coemeço a gemer . ate gozar . Depois nos recompomos e nos vetirmo ela me deu uma carona ate em casa .

Bom o resto conto pra vcs em um outro conto . Espero q tenha gostado . beijos e ate a proxima.

O amor soube esperar

Conheci a Nanda quando tínhamos 10 anos. A Nanda foi estudar na minha escola. Desde o primeiro dia eu sabia que ela seria alguém muito especial para mim e me sentei ao seu lado. Logo ficamos amigas. Ela era muito tímida e eu nem tanto. A Nanda era linda, tinha um rosto rosado, uns olhos castanhos, um cabelo louro e um sorriso lindo. Me chamo Yanna, tenho o cabelo castanho, liso, olhos verdes, sou branca e tenho 1,62 m. Nanda era um pouco gordinha e às vezes ficava um pouco grilada com isso, mas eu a achava linda e falava isso com ela. Nossa amizade ficava mais intensa a cada dia e só andávamos juntas.


No segundo grau a mesma coisa. Fizemos os três anos juntas. Ela nunca arrumava namorado nem falava em garotos, e curiosamente nem eu. No último ano criamos uma mania: saíamos da escola e íamos para uma praça conversar. Sentávamos em um banco de madeira, lado a lado, mas depois a Nanda sempre deitava entre minhas pernas e eu ficava afagando seu cabelo e sempre ela segurava minhas mãos entre as dela e o tempo passava assim. Nunca maldamos nada, nunca aconteceu nada além disso. Só sei que era muito bom passar o meu tempo ao lado da Nanda e sentir o cheiro dela.


Quando acabou o segundo grau minha amizade com a Nanda continuou e nos víamos sempre, com menos intensidade, mas nos víamos. Até que com passar do tempo eu me distanciei dela, pois meu pai alugou para mim um apartamento próximo a minha faculdade. De certa forma eu preferi assim porque eu, no fundo sabia do meu sentimento pela Nanda e do dela por mim. Mas eu não queria admitir. Sentia vergonha do meu sentimento; eu não admitia pra mim a possibilidade de ser lésbica e ter qualquer relacionamento amoroso com a Nanda. Deixei de vê-la de propósito, até que um dia (já estava no fim da faculdade) ela apareceu em meu apartamento; meu pai lhe deu o endereço. Ela estava irada com o meu sumiço e brigamos feio; feio mesmo. Eu chorei muito, até que em certo momento nos abraçamos e nos beijamos. Nossa, foi um beijo longo, gostoso e acabamos fazendo amor. Foi lindo, mas eu estava tão confusa...Acabei, na manhã seguinte pedindo a ela que não voltasse mais. Eu fui cruel com ela, e disse que estava com nojo do que tínhamos feito. Eu arrasei com a pessoa que eu mais amava no mundo e a Nanda foi embora.


Uns cinco meses depois eu soube que ela tinha ido para os Estados Unidos, participar de um programa de intercâmbio, pois ela sempre estudou idiomas. Fiquei péssima. Enfim, depois que me formei comecei a trabalhar lecionando Geografia por um ano e pouco, mas corri atrás e arrumei uma bolsa para fazer um mestrado em São Paulo. Fui, é claro; uma oportunidade dessas não se perde de jeito nenhum. Lá em São Paulo, depois de um tempo me envolvi com um cara, carioca, por sinal, mas depois de um ano e meio vi que não dava certo, e eu não conseguia tirar a Nanda da minha cabeça. Então comecei a aceitar o que eu realmente era e sou e também o que sentia pela Nanda. Só o que eu tinha dela era uma foto nossa na minha carteira. Eu passei a olhar para aquela foto todos os dias e depois, todas as horas. Eu queria a Nanda de volta, mas como? Ela devia estar com ódio mortal de mim, pensei. E se estivesse seria muito justo. Eu a humilhei demais.


Eu já não conseguia me relacionar com mais ninguém, desde que me separei do meu ex-namorado. Fiquei deprimida e só conseguia mesmo estudar para acabar com o mestrado. Acabei depois de quase de três anos e me arranquei de volta para o Rio. Não tive coragem para procurar a Nanda, embora eu morasse não muito longe dela. Eu passava sempre perto de sua casa, mas não a via. Tive medo de que ela estivesse namorando alguém, fosse homem ou mulher, ou mesmo que tivesse casado ou estivesse num relacionamento sério e comprometido com alguém. Então eu vi sua avó certa tarde, quando estava indo trabalhar na faculdade. A avó dela, que me conhecia desde pequena ficou feliz em me ver e disse que a Nanda estava trabalhando como coordenadora em um curso de idiomas e dava aulas em outros dois. Ela me disse que a Nanda às vezes falava em mim. Fiquei muito feliz e perguntei com jeitinho se ela tinha se casado e a avó disse que não e que nem sabia se ela tinha namorado. Fiquei radiante. Pensei que poderia ter ainda uma chance de ter minha amada para mim. Agora eu já sabia com certeza que amava a Nanda e não tinha mais medo de encarar a realidade de ser lésbica.


Como os pais da Nanda foram separados, ela ficava durante a semana toda na casa do pai, em Vargem Grande e vinha para a casa da avó nos finais de semana (sua mãe tinha morrido há dois anos, foi o que a avó me disse). Aquela era uma quinta-feira. Sábado eu finalmente veria o amor da minha vida. Passei a sexta-feira toda ansiosa, nem comi quase nada, pensando só na Nanda, pois já tinham se passado mais de cinco anos desde que nos separamos. Nem dormi direito de sexta para sábado. Sabia que ela chegava cansada já no final da tarde. Fui fazer plantão na calçada de sua casa desde as quatro e meia da tarde. Passou um bom tempo quando um carro parou bem ao meu lado; eu nem dei bola, pois a lembrança que tinha de Nanda era de uma mocinha estudante um pouco cheinha ainda, embora menos gordinha do que na época da adolescência. Saiu do carro uma mulher alta (ela sempre foi mais alta que eu), um corpo com curvas, vestindo um vestido bonito, com umas flores discretas. Ela me olhou e ficou parada me olhando por um tempo longo. Pensei: ela vai me dar um tapa na cara agora, mas isso não aconteceu. Nanda veio pra perto de mim, sim, mas pra me dar aquele abraço gostoso. Ah, que bom. Era mais que um sonho, nós ali nos abraçando, sem palavras, um tempão, só nos abraçando. Depois fui eu quem lhe deu um beijo, ali mesmo na rua. Nem quis saber da vizinhança nem nada. Dei um beijo na Nanda. Ela me chamou pra entrar quando já estávamos sem fôlego. Fomos para o quarto dela, daí choramos pra caramba. Ficamos um tempão conversando e chorando. Contamos muito do que tinha acontecido no tempo em que ficamos longe uma da outra. Nanda ainda era tímida e não se envolveu sério com ninguém. Eu contei tudo para ela também. Por fim já era tarde. Ela pediu para eu dormir lá. Era tudo o que eu mais queria, a minha amada ali em minha frente, me chamando para dormir com ela. Detalhe: a Nanda continuava com o mesmo sorriso de sempre, o mesmo rosto rosado e as mãos macias. Eu não aguentei, pulei da cama e fiquei de joelhos e pedi perdão para ela pelo que eu fiz, por ter dito que tinha ficado com nojo do que tínhamos feito, mas ela falou que entendia, que realmente ficou com muita raiva de mim por um tempo, mas que pôde entender. Ela segurou o meu queixo e disse: eu te amo. Eu fiquei louca de desejo, ali mesmo. Estava praticamente entre as pernas da Nanda e sentia o seu cheiro mais do que gostoso. Fui levantando seu vestido e fui tirando sua roupa. Caramba, de novo eu sentia aquele corpo macio. Fui beijando todas as suas partes e sentindo seu gosto bom. Nisso ela foi tirando a minha roupa e eu passei a chupá-la, a sugar-lhe o seu mel gostoso. Fiquei fazendo isso, ainda que sem tanta experiência assim, pois Nanda tinha sido minha única mulher. Aí percebi que ela iria gozar quando puxou meu cabelo e apertou minha cabeça contra si. Ela gozou muito. Eu gozei só de sentir que ela gozou. Eu estava muito, muito molhada. Daí foi melhor do que jamais imaginei. Nanda se refez e falou que agora ela me daria prazer. Ela me abraçou, me beijou por todo o corpo e me chupou de uma forma que eu mais achava que iria desmaiar. Só de pensar nisso já fico louquíssima de desejo. Gozamos demais naquela noite. Nossa, ficamos a noite toda fazendo amor e depois ficamos conversando e nos acariciando.


Bom, nem preciso dizer que estamos juntas, já tem dois anos e seis meses. Depois daquela noite resolvemos ir morar juntas, num cantinho só nosso. Todas as manhãs acordamos abraçadinhas. Isso me faz muito feliz e ela diz que é a mulher mais feliz do mundo ao meu lado. Sei que isso é verdade, pois agora mesmo revisando nossa história ela está aqui ao meu lado, me beijando, acariciando o meu cabelo e tal. Valeu a pena esperar, embora eu pense que perdi muito tempo longe dela. Mas aí ela está me dizendo: coloca aí que assim foi mais gostoso porque fortaleceu nosso sentimento e que você me ama. Tá bom, meu amor, eu te amo muitooo e você é tudo pra mim. Faço tudo o que ela manda. Sou escrava dela. Essa loura tímida não é fácil não!

yanna_nanda1991@hotmail.com

Amante arranjado

Olá a todos. Já escrevi dois contos aqui e a repercussão foi maravilhosa. Obrigado a todos que entraram em contato.
Bom, como já escrevi contos antes aqui ( Pupilo aplicado e aluno eficiente), só vou recordar minhas características: Sou moreno, 1.75 alt, 90 kg, olhos verdes e passivo(bem, já experimentei ser ativo, mas não me dá tesão, faço para agradar os companheiros), bumbum gg no qual muitos homens tem uma tara enorme.
O que vou relatar aqui aconteceu comigo em meados de dezembro do ano de 2010.

Tenho um amigo, que também é homossexual ( só que não é discreto, como eu sou), e vivia dizendo que tinha um caso que era maravilhoso e que qualquer dia ia me apresentar para que ele me comesse, pois ele tinha o maior em ver algum macho dele me fodendo. Concordei, apesar de achar que não iria render muita coisa. Mas como eu estava enganado!

Num dia, a noite, estava eu em casa quando meu celular toca e era esse meu amigo, dizendo que era para eu ir em sua casa naquele momento que o cara estava indo para lá e que estava louco para me conhecer, pois meu amigo tinha falado muito bem de mim. Tomei um banho e claro, fiz a chuca, para evitar constrangimentos.
Ao chegar na casa do meu amigo o cara não tinha chegado ainda. Depois de uns dez minutos ele chega. Não era bonito. Tinha por volta de 1.68 alt, uns 78kg, 32 anos, cara de macho parrudo mas muito legal. Começamos a conversar um pouco e descobri que ele era casado e tinha dois filhos, só que ele falou para mim que gostava mesmo era de transar com homem, pois ele podia fuder a vontade que macho aguentava muita pica no cu. Dito isso, meu amigo colocou um dvd de sexo e notei que o cara já estava de pau duro. Meu amigo me incentivava dizendo: Pega no pau dele, mostra o que você sabe fazer!

Nesse momento, ele tira toda a roupa e diz para eu fazer o mesmo, e tudo isso com meu colega vendo tudo com uma tremenda cara de safado, adorando tudo. Assim que vi o pau daquele macho duríssimo apontando para mim (tinha uns 18 cm de comprimento), não resisti e cai de boca, chupando toda a extremidade daquele cacete, da cabeça até a base e de vez em quando chupava também as suas bolas, de forma que ele gemia e se contorcia inteiro de prazer. Vendo isso, aí que eu me sentia mais estimulado a fazer com vontade e maestria. Meu colega a esta altura do campeonato também estava com um puto tesão, batendo uma e falando para eu engolir todo aquele pau.

Depois de muito chupar, o cara pede para eu ficar de quatro em cima da cama, o que fiz prontamente, pois estava louco para receber aquele pau todinho dentro de mim. Ele sem cerimonia nenhuma trepa em cima de mim e enfia seu pau sem dó nem piedade todinho dentro do meu cu. Mesmo estando acostumado a levar pau de todos os tamanhos e grossuras no rabo senti uma dor que em pouco tempo foi substituído por um prazer enorme. A esta hora meu colega já se aproveitava da situação, abrindo bem minha bunda para que o cara me fodesse com vontade e gritava para o outro: isso, fode o cu dessa bicha com vontade, soca este cacete no cu dela... Agora tira um pouco que eu vo dar um trato nesta bundinha para vc... neste momento sinto uma coisa no meu cu e qual foi minha surpresa: Meu colega tava enfiando com tudo a língua no meu cu.... Foi maravilhoso. Ele enfiava a língua toda no meu cu, me dava tapas na bunda, mordiscava a polpa da minha bunda, me levando a loucura. Depois falou pro cara meter de novo no meu cu, enquanto isso se enfiou por debaixo de nós e começou a chupar meu pau... Nossa!!! Que delicia ser enrabado por um cara e ser chupado ao mesmo tempo por outro.... Eu ia as nuvens e voltava....

O cara metia feito louco, com toda a velocidade e força possíveis, batendo com suas bolas na minha bunda e as vezes batia na minha bunda me chamando de putinha safada, gostosa... e não aguentando mais de prazer, sinto que ele goza, pois seu pau incha e ele urra de prazer. Quando tira a camisinha noto que esta lotada de porra.
Ele vai ao banheiro e fala no meu ouvido para eu segui-lo, pois queria um segundo round só que sozinho comigo.

Eu, claro fui. Chegando lá, ele me abraça com força e me mete um beijo daqueles de tirar o folego. Neste momento, todo o tesão de minutos atrás voltam com uma intensidade bombástica. Dou mais uma chupada no seu pau (ele já tinha uma camisinha em mãos), encapa o seu pau e enfia sem dó dentro do meu cu que já estava laceado pela surra de pouco antes. Ele bomba por mais um tempo e goza feito louco de novo e para minha surpresa eu também gozo com ele sem nem colocar a mão no pau. Vi estrelas neste momento. Banhamo-nos juntos, saciados pelo prazer dado um ao outro. Antes de sair, ele pega meu numero e diz que a partir daquele dia ele iria trocar meu colega por mim, pois eu consegui satisfaze-lo plenamente. Já nos encontramos muitas vezes e transamos muito, mas isso fica pra depois.

Se alguém quiser entrar em contato, meu msn é claudiolina@hotmail.com e e-mail claudioliveira10@gmail.com. Abraços e até a próxima!!!!

 

O quê que a baiana tem?

Isso aconteceu em 2010
Pedi pra uma amiga comprar a play boy da Cléo, não sou muito fã dessas revistas, mas pra quem leu o meu outro conto (amigas e uma play boy) deve estar pensando, mentirosa!
Não é bem assim, as únicas que me interessaram até hoje só foram essas duas.

Antes de ir buscar a gente tava batendo papo pelo MSN, ela me contou que uma amiga da mulher dela viria de Salvador passar as férias aqui em São Paulo na casa dela, e já foi logo me pedindo pra eu ser guia da Lú. Aceitei, imaginei uma pessoa simpática e só, nem perguntei se era do babado, só por gentileza mesmo eu a levaria pra conhecer toda a cidade, então fui pra casa dela umas 10 da noite, esperei no portão e acabei conhecendo e se surpreendendo.
Eu; branquinha, 1e 59 de toco de gente, e ela um e 70, morena, corpão, e com sotaque que eu particularmente acho lindo! Fiquei sem jeito, e é claro, só minha amiga percebeu, a gente tem uma sintonia bacana, é uma amizade de irmã só de olhar uma pra outra já entende o que está acontecendo, é um barato essa sintonia que nós temos. Imaginei como seria o corpo porque ela estava de moletom mesmo assim deu pra perceber as curvas perigosas...
Folheei a revista com elas, tomamos vinho fiquei só um pouco e a esposa da minha amiga disse que levaria a Lú lá em casa no fim da tarde, fui pra casa ver a revista direito e fui dormir.

Eu estava de bate papo com minha amiga e como a gente não presta, começamos especular se a Lú era do babado ou não, porque não dava pra perceber nada, foi quando elas chegaram e eu que não sou boba avisei que elas estavam no portão, fechei a página de bate papo e abri uma nova. Como eu tinha imprimido umas cifras novas, fui arrumar minha pasta, as deixei de bate papo com minha amiga e fui buscar cerveja pra gente tomar, nem percebi o que a Lú estava fazendo no meu PC.
Como sou um pouco distraída, nem dei muita bola pra mina, conversei com a mulher da minha amiga mais que tudo e quase não falei com a Lú, nem acredito, sempre que vejo uma mulher do meu interesse, pareço um bicho do mato credo!
Ela ali fazendo um charminho, gata morena, feminina, cheirosa, singela, com um sorriso lindo, esbanjando sensualidade, e eu nem se quer olhava pra ela morria de vergonha.
Foram embora, no dia seguinte eu entrei no meu MSN, e recebi uma mensagem instantânea quase na hora que entrei, era ela tinha se add no meu MSN e eu nem vi.
Dei uma gargalhada quando percebi o que ela tinha feito, e comecei a tc com ela, perguntei onde ela estava ela disse que era uma lam house, e puxei assunto, e é claro no decorrer do bate papo ela não deixou passar e soltou essa; pensei que vc não tinha ido com minha cara até perguntei pra sua amiga porque vc não me olhava nos olhos de jeito nenhum, ela até tentou me convencer que vc era tímida no começo, mas eu não tinha acreditado, mesmo assim não deixei de tentar te convencer que sou legal.

Então expliquei que sou tímida mesmo no começo, mas depois quando começo a se sentir segura eu me solto mais. Principalmente no MSN. Foi quando pedi pra ela esperar, pois eu tinha saído do banho há pouco tempo e tinha que passar hidratante nas mãos.
Ela me enviou um. Hum! Não fala assim!
Perguntei por que, ela responde, vc é cuidadosa sempre?
Respondi que sim, gosto de manter minhas mãos sempre macias, afinal mulher tem pele macia merece ser acariciada por mãos que estejam de acordo com pele do rosto, pois adoro fazer carinho.
Pronto, foi à gota, ela ficou um tempo sem responder perguntei se mencionei algo errado e recebi uma resposta rápida dessa vez.
Claro que não minha linda! É que vc falando assim fico pensando na maciez que deve ser, e pode ter certeza que quero ver pelo menos sentir sua maciez.
Pensei; meu Deus! Ela é do babado! E se não é quer ser!
Era minha chance de convida La e não perdi, ficamos de papo e ela me falou dos seus relacionamentos anteriores e percebi como eram creditas com ela, depois combinamos dela vir aqui no sábado, e logo nesse eu estaria sozinha!
Como não sou besta contei pra minha amiga que a hóspede dela é do babado, a primeira coisa que ela respondeu foi, vai pra cima bi, pega aproveita bem a chance, porque ela é bacana, gostosa e ta super a fim de vc, percebi que ela não para de perguntar por vc, ela até conheceu algumas amigas minhas e não quis nada com elas, só pergunta por vc o tempo todo, como vc não deu trela e as outras ficam babando e pagando cerveja acho que ela não se interessou por nenhuma delas.
Aí eu realmente me senti, poxa tentaram comprar ela e não conseguiram? Pensei eba! Toda minha por um mês!
E sábado nunca chegava... Fiz fantasias incríveis pensando nela!

Enfim quando chegou ela demorou mais do que eu esperava, e dois amigos meus que trouxe ela pra mim, como eu tinha sentido um pouco de dor nas costas nem sai de casa passando remédio e colando salompas, eles chegaram bem na hora que eu estava no banho, então pedi pro Fernando passar um spray nas minhas costas como os três estavam sentados um ao lado do outro ela pode ver minha calcinha e percebeu que era fio dental, o Fernando deu risada e falou eita bi! Se eu não fosse gay eu te pegaria agora desse jeito até mudo de idéia!
Ficaram uns cinco minutinhos e foram embora deixando a Lú comigo dizendo que não se preocupariam porque ela estaria em boas mãos, nesse momento olhei pra minha mão e fui buscar o hidratante e passei, ela olhou meio sem graça então me aproximei peguei um cobertor joguei sobre a cama de solteiro que ficava na sala e falei; ta muito frio, vamos ver ao um filme?
Ela topou e me confessou que tinha bebido cerveja na casa do Fê. Coloquei o filme e a gente nem prestava atenção, puxei o cobertor porque fazia muito frio aquele dia e ficamos bem juntinhas ela encostou a cabeça em mim e senti o cheiro do cabelo dela, da pele dela, e me deu um tesão!
Mas não fiz nada, fiquei ali com aquela sensação deliciosa que tomava conta de mim, então ela colocou as mãos dela sobre a minha e disseque mão gelada, nossa vc falou a verdade sua mão é realmente bem macia nossa! É mais macia que a minha!

Acabei não resistindo e então a beijei, um beijo suave e foi ficando intenso, quando dei por mim já estava encima dela beijando loucamente, acabei inesperadamente tendo um orgasmo, ela percebendo isso ficou louca de tesão , ela estava de bermuda jeans e blusinha, afinal era a primeira vez que ela vinha pra Sampa, nunca imaginaria que aqui faria frio daquele jeito, mas naquele momento o frio estava fora daquela casa, a gente se beijava aos gemidos intensos que percorriam como uma fogueira quente que percorria em nossos corpos, então como louca arranquei sua blusinha de maneira extremamente louca que quase rasguei, ela nem teve tempo de me impedir e eu já estava com minha boca quente mamando seus seios firmes com uma marquinha de biquíni que só fez me deixar mais excitada, chupando e lambendo e mordiscando os biquinhos a fazendo gemer freneticamente e descendo as mãos para a bermuda dela comecei a abrir o zíper e tirei a deixando só de calcinha, ela sussurrou algo como nunca ter transado com alguém no primeiro encontro fiz que não ouvi e segui quando olhei pra baixo pude ver uma tatuagem de borboleta na cintura que descia pra virilha, muito bem desenhada achei um charme e dei um beijo suave nela e fui descendo com a língua até o final do desenho, e pude perceber a calcinha molhada, dei um beijo por cima dela mesmo beijando e dando mordidinhas em seu sexo carnudo e puxei a alça com os dentes tirei com a boca e me deparei com uma delicia bem na minha frente, mas não fui com sede ao pote ela quase me implorando pra chupar ela todinha e eu torturando ela comecei a tirar minha roupa e ela tirou minha camiseta enquanto eu tirava minhas calças, ficando com minha calcinha fio dental e olhou cheia de tesão com aquela cena puxou minha calcinha de lado e colocou o dedo sentindo o quanto eu estava extremamente molhada me penetrou se deitando por cima de mim gozei outra vez quase que imediatamente aos gritos de prazer expulsando o dedo dela de dentro de mim que a fez ficar mais excitada, e sussurrou ao meu ouvido; nossa, que diferente vc goza muito gostoso até expulsou meu dedo de tão intenso! É massa! Que gostosa isso que é férias! Viajar pra São Paulo e acabar comendo um machinho que dá gostoso desse jeito pra mim! Adorei!

Falava besteiras e me penetrava com força me fazendo gritar de prazer e gozando sem parar de um jeito que a deixava mais louca ainda e eu enlouquecida de prazer sentindo aqueles dedos me penetrando profundamente enquanto ela ficava encharcada de suor eu gozava gritando e ela gritava safada, tesuda, paulista safada... Aquilo tudo me enlouquecia, estava toda entregue a uma desconhecida de maneira que nunca imaginava que me fazia sentir um prazer maior ainda.
Então ela desaba ao meu lado e eu ofegante depois de ter perdido as contas de orgasmos, ela deu um sorriso olhando pra mim e disse nunca vi isso na minha vida, e juro que vc foi a primeira mulher que fiz isso, nenhuma mulher ativa que tive me deixava fazer isso, e vc dá gostoso demais machinho viadinho!
Dei uma gargalhada e depois a beijei e o fogo foi tomando conta, então a virei de costas me deitei por cima dela que a fez sentir todo meu caldo escorrer no seu rabão quente a fazendo gemer, eu fui chupando o pescoço e descendo pelas costas dela mordendo de leve e chupando até chegar ao caldinho do meu sexo que ficou nela, passei a língua e dei mordidinhas ela se arrepiando e gemendo então desci minha língua até o botãozinho e enfiei a deixando-a louca que a fez empinar imediatamente pra mim e eu comecei a passar a língua por todo seu sexo do grelhinho até o rabinho e ela gemendo pra mim, me implorava pra penetra La deslizei minha mão até a xaninha carnuda dela e enfiei um dedo bem de vagar que a fez gritar de prazer retirei meu dedo todo molhado e resolvi colocar dois, e comecei a penetrar bem de vagar como uma tortura gostosa retirava e colocava aos gemidos que tomavam conta da sala enquanto eu chupava seu cuzinho fui aumentando a pressão ela acariciando o grelinho foi quando ela gozou aos gritos logo depois começou desfalecer relaxando na minha frente ofegante e suada.

Deitei ao lado dela com um sorriso estampado no rosto a gente se olhou se beijou então ela disse mulher que é isso? Tem certeza que vc é paulista mesmo?
Respondi claro que sim! Aqui a gente leva a sério trabalho! Porque achou que seria diferente?
Porque todo mundo fala que baiano que é fogoso, e lá nunca vi uma mulher assim...
Respondi fogo é fogo em qualquer lugar, basta saber acender que causa queimadas irreparáveis.
Enfim, a gente passeou, e acabamos fazendo loucuras em todos os lugares, ônibus, banheiro de shopping, Ibirapuera, av. paulista, cinema, quintal de casa, foi assim até no dia da despedida foi só loucura, intensa e descarada com direito a um presente, uma passagem de avião pra Salvador continuar a lua de mel, hoje toda vez que penso nela me vem um refrão de uma música...

fulgasbi@hotmail.com

 

D&M apaixonados

Eu estava na faculdade quando o Rodrigo ( aqui o chamarei assim) resolveu abrir o jogo com a minha família, eu não sabia, mas ele estava realmente determinado á acabar com o meu sofrimento de uma vez por todas. Nossa relacionamento já durava seis meses, um namoro discreto, saudável, com muito amor e carinho, tudo isso sob um total sigilo. Até então eu nunca tinha revelado a ninguém sobre minha opção sexual, e nunca havia contado a ninguém nem mesmo aos meus melhores amigos quem era a pessoa que eu realmente amava (Rodrigo) nunca o apresentei a ninguém que eu conhecia, quando ele me perguntava sobre quando eu iria contar toda a verdade eu de imediato mudava de assunto, ele não queria viver nosso amor apenas entre quatro paredes, nem eu mas eu ainda não estava pronto, e isso abalava o nosso namoro, acho que ele começava a se perguntar se eu realmente o amava. eu tinha que fazer alguma coisa, provar o meu amor por ele ou perde-lo para sempre, e o Rodrigo é uma pessoa tão especial que se eu o perdesse, com certeza minha vida perderia todo o sentido pra mim ele é perfeito, na maneira de ser: carinhoso, romântico, atencioso...e em sua aparência: 1,92 de altura, másculo, pele branca, lábios finos naturalmente avermelhados, olhos castanhos claro, cabelos dourados na altura dos ombros, um loirão muito gostoso!! 34 anos, gerente de uma das agências de um famoso banco ( que eu tenho certeza que você conhece), separado há dois anos de um casamento conturbado. Ele sempre me dizia que um dia iria conversar com os meus pais, eu não conseguia o imaginar subindo até o nosso "apê" para contar tudo aos meus pais, o choque seria grande pois eles são pessoas super conservadores e antes eu sempre aparecia com namoradas em casa, ninguém jamais desconfiou, eu tinha medo mas o que eu mais temia aconteceu... Naquela sexta-feira sai da faculdade ( curso o segundo ano de publicidade) e sem saber de nada cheguei em casa, inocente e desenformado, já era tarde mas percebi que meus pais ainda não dormiam entrei pro meu quarto, Meu pai veio ao meu encontro, e em seguida minha mão, chorando, eles me disseram calmamente que um rapaz de nome Rodrigo havia lhes visitado naquela noite, comecei a chorar e a pedir perdão por ter lhes escondido a verdade por tanto tempo, eles pediram para eu não chorar disseram que me aceitavam da maneira que eu sou e que nada iria mudar, ouve certos questionamentos da parte do meu pai, ele se perguntava onde ele errou e o que havia acontecido com aquelas garotas que eu levava para casa... era só uma questão de tempo para eles se acostumarem com a idéia, nos abraçamos e conversamos até mais ou menos 1:00 hora da madrugada, no final minha mão com um senso de humor incrível disse que o Rodrigo era o de príncipe que ela sempre sonhou para minha irmão (risos). Eu estava aliviado e feliz, naquele momento tive certeza de que o Rodrigo realmente me amava. Despedi-me, o taxi já me esperava La em baixo, agradeci a Deus por tudo ter terminado bem, agora era hora de agradecer ao Rodrigo pessoalmente (se é que você me entende...). Aproximadamente 1:45 da madrugada eu tocava a sua campainha, eu ainda chorava de emoção, que já passou por isso sabe o quanto é bom não ser rejeitado pela família, ou terceiro toque a porta se abre, cabelos úmidos, shorts leves, sem camiseta, pés descalços com o controle da TV na mão e com um grande sorriso no rosto, também sorri e chorei ao mesmo tempo, ele me abraçou forte e me beijou, nos abraçamos novamente e ele disse: - eu sabia que daria tudo certo!. Eu o agradeci e repeti várias vezes que o amava. No apartamento do Rodrigo eu me sentia em casa, entrei pro banho depois vesti roupas, ao retornar o encontrei na cozinha esquentando uma pizza congelada, o abracei por traz, acariciei seu peitoral e sua barriga musculosa, beijei seu ombro e disse:
-Cara... eu não quero nunca te perder.
Se virando de frente para mim ele me disse:
- E eu não sei viver sem você...
Enquanto jantava-mos comentei com ele como tinha sida nossa conversa, e ele disse o quanto meus pais foram atenciosos e compreensivos. Fomos para a sacada bebemos um pouco de vinho e tiramos algumas fotos, o frio parecia não atingir o seu corpo maculo, então ele me abraçou, senti algo tocar o meu rosto olhei e vi a corrente em seu pescoço que eu o presenteei com uma plaquinha com nossas iniciais “D.W “ Entramos pro quarto ele me beijava com seus lábios molhados e quentes, eu andava de costas em direção á cama enquanto ele me segurava pela cintura, roçando sua rôla meio mole no meu pau que já estava duro e beijava minha boca. Deitei na cama fria, o lençol de seda não era tão macio quanto a sua pele. Rodrigo deitou-se sobre mim, o abracei forte girando nossos corpos e ficando por cima, a luz branda na parede não me impedia de apreciar o seu rosto lindo, beijei seu queixo, seu pescoço, chupei carinhosamente seu peitoral, desci até a barriga, eu já podia sentir o seu pau agora completamente duro, tirei seus shorts, pra mim não era nenhuma novidade pois eu já estava acostumado com aquela rola deliciosa, mais era impossível não se surpreender, tirei sua cueca box e seu pau levantou imediatamente, beijei e chupei seus pés macios e cheirosos tamanho 44 com alguns fios longos, segurei firme seu cacete beijei e em seguida chupei aquela cabeçona grande descendo até o saco raspadinho... suas bolas eram enormes e quentes, o cacete do Rodrigo tinha uns 21 cm grosso e ligeiramente encurvado para cima eu o chupava loucamente com uma sede insaciável, depois de algum momento ele me mandou deitar, obedeci e ele me chupou, chupou meu pau e minha boca bom um bom tempo e eu gemia baixinho... Depois ele me mandou ajoelhar novamente obedeci e ele abriu minha bundinha e começou a chupar meu cuzinho sua língua nervosa me levava ao céu, ele lembia do meu reguinho até o centro do meu cuzinho que piscava, ele enfiou bem devagar um dedo... depois dois... e finalmente três, o Rodrigo me fodia com seus três dedos mágicos e grandes, e com outra mão ele acariciava o meu pau que já estava todo melado ele beijou minhas costas e se levantou foi até o criado mudo, mas eu disse: - Não... não precisa... ele sorriu, o rodrigo sempre quis fazer amor comigo sem camisinha eu nunca aceitei mas naquela noite foi diferente, eu o queria perfeito como ele é, do jeito que ele nasce. Depois de passar saliva no meu cuzinho, senti ele botar a cabeça e força-la uma... duas... na terceira senti sua rola me penetrar lentamente e eu gemia cheguei a gritar de dor ao aumentar a velocidade do vai e vem comecei aos poucos a sentir prazer ele bombava rapidamente e me perguntava
-Ta gostoso ta...?
e entre gemidos respondi:
-Ta...
-Aé? então geme pro seu gostoso aqui geme...
A velocidade almentava e eu gemia alto enquanto ele dizia:
-Ai que cú gostoso... grita pro seu macho grita... diz que me ama vai...
-Te- amo!! eu disse sentindo suas grandes bolas baterem aqui atrás.
-Agora rebola vai... isso gostoso...
Comecei a rebolar no pau do meu macho...
-Isso... rebola a rola do seu macho vai...
Depois mudamos de poisição de ladinho ele metia sem parar, depois sentei no cacete do meu cawboysão loirão gostosão, joelhos ele bombava novamente e batia uma pra mim, eu estava prestes á gozar e ele tambem:
-Ai pôrra eu vou gozar!! Eu segurava firme seus cabelos por de trás do meu ombro, depois de um uivo senti seu pau latejar ele ejaculou tres vezes dentro de mim uma porra quente, e em seguida eu gosei como nunca caímos exasustos na cama, sente seu corpo suado escurregar sobre o meu, ví em minhas mão alguns fios de seus cabelos. Entre respirações profundas ele me beijou e disse sorrindo:
-Você quase me deixou careca sabia? (risos)
-Você não sabe o quanto eu te amo... Eu disse.
-Acho que é um pouco maior que o universo, estou certo?
-Ainda bem que ele é infinito... Eu disse. (risos)
Após o banho acendemos as luzes trocamos o lençol todo gozado!! abrimos uma janela nos deitamos de conxinha, seus braços fortes me apertavam, seu perfume me acalmava e sentir seu álito fresco tocar o meu pescoço era a melhor sensação do mundo, já era quase 3:40 da manhã meu amado já dormia como um bêbê, eu estava muito canssado e em apénas 3 segundos... adormeci.

 

Iniciação da Gláucia

Meu nome é conhecido como DOM GRISALHO no meio do BDSM, sou DOMinador a mais de vinte anos e com experiência no trato com mulheres submissas. Vou contar-lhe como iniciei Gláucia, secretária na empresa que trabalhamos algum tempo atrás. Era um escritório de assessoria e consultoria financeira, localizava-se na zona Sul de São Paulo-Capital, EU ocupava a função de chefia, subordinado apenas ao gerente e aos proprietários da empresa.
Já havia algum tempo que a Gláucia, minha secretária, me chamava bastante à atenção. Eu a queria como minha escrava, mas pelo que já havíamos conversamos e EU dado-lhe umas indiretas, ela não tinha a mínima idéia do que fosse ter um DONO. Minha forma de tê-la seria EU conquistá-la como minha amante “baunilha” e depois EU a iniciaria. Era apenas questão de tempo, pois sabia que ela me desejava e muito para também para termos um relacionamento ainda que não fosse o desejava de imediato. Mas sei esperar.
Notei que de uns tempos para cá ela tem se vestido diferente. Deu uma modernizada no seu guarda-roupa, está mais sensual, mas sem nenhuma vulgaridade. Gláucia tem 37 anos e possui um corpo finamente esculpido. Tudo nela é proporcional, bundinha bem feitinha, seios médios, bastante sensual sem ser exagerada ou vulgar, ela fazia o tipo “mignon”.
Nosso escritório é pequeno. Somos poucos funcionários. Tem feito dias de muito calor em São Paulo. Normalmente às sextas-feiras trabalhamos mais a vontade, com roupas casuais, sem aquela coisa sisuda de consultoria. Nesta última sexta, Gláucia veio trabalhar com um vestido florido daqueles de pano molinho, soltinho, destes que as mulheres diuturnamente a usam em dias muito quentes.
Mas naquele dia estava linda! A barra do vestido era um pouquinho acima do joelho. Quando ela sentava em sua mesa de trabalho, dava para ver suas belas coxas torneadas e seus finos pelinhos loiros sobre a pele bronzeada. Vale lembrar que quase todos os finais de semana Gláucia desce para as praias de Santos, razão pela qual está sempre com um belo bronze.
Neste dia ela estava me deixando louco e acho que ela notou isso rapidinho. A cada instante eu arrumava uma desculpa qualquer para ir até a mesa dela. Em uma destas ocasiões, enquanto eu lhe entregava um documento, coloquei a mão sobre o seu ombro e me inclinei o mais próximo possível dela enquanto lhe passava instruções. Gláucia voltou o seu olhar para mim e deixou escapar um discreto, porém safado sorriso. Era a senha que eu precisava, seria hoje que iria me servir daquele belo exemplo de fêmea.
O escritório estava quase vazio. A maioria dos consultores estava viajando, atendendo empresas fora da capital. Depois do almoço, tratei logo de arrumar atribuições fora do escritório para as três pessoas que restavam, além de mim e da Gláucia. Isso não era incomum, acontecia com freqüência e dependendo da atividade EU já falava para o funcionário ir embora direto pra casa depois de concluída a tarefa. Mas jamais eu havia feito isto com segundas intenções. Eram 15h30min horas quando ficamos só eu e a Gláucia no escritório.
O caminho para se chegar à copa do escritório é um corredor que liga quase todas as salas até a área de banheiros e copa. A porta da minha pequena sala fica sempre aberta. Vi que Gláucia passou pelo corredor em direção à copa. Esperei alguns segundos e fui atrás, era a hora da minha conquista tão desejada. A copa é um espaço bem reduzido, uma salinha minúscula com um corredor estreito. Entrando, tem uma bancada com uma máquina de café expresso e no fundo o purificador de água.
Cheguei à copa e vi Gláucia tirando um café expresso. Pensei rápido, vou pegar água. Para chegar até o purificador, não pedi licença para ela. Simplesmente peguei na cintura dela e fui passando lentamente por trás dela, dando-lhe uma encoxada de leve como se fosse num ônibus lotado. Ela como EU previa, não retrucou.
Seus cabelos exalavam um perfume delicioso. Ela permaneceu no mesmo lugar enquanto eu pegava minha água. Na volta repeti o processo. Peguei novamente na cintura dela e fui passando, só que parei bem atrás dela. Meu pau a essa altura do campeonato já estava duro por baixo do jeans. Era tudo ou nada naquele instante. Se reclamasse EU simplesmente pediria desculpas e me afastaria, mas se ela aceitasse... rsrsrs.
Ela se recostou em mim e inclinou a cabeça para trás oferecendo seu pescoço. Incontinenti comecei a beijá-la suavemente no pescoço enquanto deslizada minhas mãos pela sua cintura subindo até encontrar seus seios, durinhos e médios. Voltei sua boca para mim e a beijei longamente. Ela se entregou completamente à volúpia de meu beijo ardente, colocando sua língua em contato com a minha, estava sedenta de PRAZER. Disse a ela para irmos até a minha sala e a trouxe embalando-a com muito carinho e paixão...
Na minha sala, tirei tudo que havia sob a minha mesa jogando para um canto. Sentei na minha cadeira e convidei a Gláucia para sentar na minha mesa de frente pra mim. Prontamente ela sentou-se à minha frente e percebi que por baixo daquele vestido não existia calcinha alguma. Que delícia!
Comecei a beijar suas pernas e coxas dando-lhe pequenas mordidas. Gláucia tirou seu vestido por completo como se estivesse tirando uma camiseta. Que visão maravilhosa, era tudo que EU já tinha antevisto, bucetinha linda!!! Lisinha com um pequeno e bem aparado filete de pelos. Gláucia, dengosa com o rostinho de safadinha, sentou-se mais na ponta da mesa e se deitou, esperando minha ação.
Eu estava sentado, ali diante de uma xaninha caprichadamente desenhada, de pele clara e detalhes rosados. Comecei a deslizar minha língua sobre a virilha dela, bem lentamente. Brincava ao redor de seus lábios vaginais, sentia que ela ia ficando cada vez mais molhada, mais entregue aos meus desejos.
Enfiei minha língua em suas entranhas, sentindo seus líquidos, seus sabores. Seu clitóris estava rígido. Comecei a travar uma luta entre aquele grelinho delicioso e a ponta da minha língua. Ela se contorcia sobre a mesa. Não tinha a menor pressa. Torturei-a até que não agüentou e gozou na minha boca. Estava louco para sentir aquela mulher se contorcendo e pulsando na minha língua. Ela queria muito mais.
Gláucia levantou-se da mesa puxando minha camisa e abrindo a fivela do seu cinto. Tirou toda minha roupa em questão de segundos. Eu estava com tanto tesão que para gozar a primeira não demoraria muito. Ela ajoelhou-se diante de mim e abocanhou o meu pau com maestria. Sua boca quente e úmida sugava meu pau deliciosamente, hora bem devagar, hora com uma velocidade frenética.
Ela circulava a cabeça do meu pau com a língua de maneira que me deixava sem ar. Parecia que queria se vingar da tortura que eu lhe havia feito com a luta entre minha língua e seu grelo. Gláucia parou por um segundo e sussurrou: "quero leite!". Voltou a sugar o meu pau de forma intensa até que não pude mais agüentar e jorrei todo o meu mel em sua boca. Ela deixou o meu pau limpinho, não desperdiçou nada, inclusive umas gotas que caíram sobre minha coxa direita.
Fomos para a sala ao lado. Nesta sala havia um pouco mais de espaço e possuía um pequeno sofá de dois lugares. Sentei e a Gláucia sentou-se no meu colo de frente pra mim. Recomeçamos a nos beijar e a nos acariciar. Eu queria explorar cada centímetro daquela deliciosa mulher. Logo eu estava a ponto de bala novamente.
Gláucia começou a cavalgar em meu pau enquanto abocanhava seus lindos peitos. Como rebola gostoso!!! Mudamos de posição. Ela ficou de quatro no sofá e eu em pé comecei a foder aquela bucetinha deliciosa batendo forte. Segurava firme na cintura dela. De vez em quando, eu parava um pouco deixando meu pau lá dentro.
Estávamos exaustos, suados. Por todo o escritório tinha aquele cheiro de sexo. Não poderia ter tido melhor fim de expediente do que este. Sabia que estava entregue totalmente a mim, pois ficou jurando-me elogios diversos, que me queria como seu homem, que ela seria somente minha. EU já sabia que isto iria acontecer.
Era agora que EU iria fazer o que desejava: submetê-la às minhas vontades. Aproveitei que ela estava extenuada com a aula de sexo que lhe dei, e deitada lhe dei um tapa no rosto e disse-lhe para baixar seus olhos e se não o fizesse iria ser esbofeteada. Ela olhou-me estupefata, noto que não sabe o que fazer, tenta reagir, mas dou-lhe outro tapa, desta vez mais ardido. Ela obedece à contra gosto e fica quieta como que esperando o meu próximo passo. Sabia que seria minha, bastava ser enérgico com ela e dar-lhe ordens.
Como estava com os olhos abaixados, abri uma das gavetas em minha mesa e de lá retirei minha maleta de práticas deliciosas de BDSM. Neste meio tempo ela viu o que peguei e sinto que a deixei muito intrigada, o que poderia ser aquilo? Ela me pergunta e EU respondo que no devido tempo saberá o que é e que ficasse quieta senão apanharia mais.
Disse-lhe que ela era minha, a partir daquele momento EU era seu Senhor, ela olhava para mim como senão entendesse nada do que EU falava. Não esperei muito e peguei uma venda e tampei seus olhos, e também amarrei suas mãos de forma que não reagisse ao que iria lhe fazer. Falava-lhe que se fosse boazinha iria ter prazeres que nunca teve, senão aceitasse meus comandos iria apanhar bem mais. Perguntei-lhe se queria que EU a desamarrasse e fosse embora. Gláucia nada respondeu, EU sabia que estava gostando, porque de sua xaninha os pingos de excitação não paravam. Ela estava completamente nua sentindo as minhas mãos tocando seu corpo em pontos isolados, primeiro em seus mamilos que já estavam eriçados de frio e pela excitação que o medo estava lhe dando, em seguida por vários pontos até que tudo pára e ela fica tentando adivinhar onde EU estou, porque a venda a impedia de ver-me.
E o que faço em seguida a fez arrepiar-se, quando algo corta o ar para estalar em sua carne imediatamente, ela não sabe o que é, mas lhe parece um chicote ou um cinto, suas mãos presas tentam impedir os golpes sem sucesso, EU então pergunto:
- Sabe por que está apanhando vadia?
- Não; diz ela.
- Porque ainda não entendeu que hoje você será minha cadela e te quero de quatro no chão.
EU sabia que aquilo a faria se sentir muito humilhada. Ela começou a chorar, implorando-me para libertá-la, mas falei que se não ficasse quieta iria apanhar mais, dei-lhe a entender que não tinha saída alguma. Vejo que ela aquieta-se, finalmente acaba obedecendo, vindo até o chão da forma que EU queria, sem qualquer reclamação, até o choro tinha acabado.
Voltei a açoitá-la de forma leve e perguntei o que ela está esperando para seguir o som da voz do seu macho e lamber minhas coxas como uma cadela no cio? Ela consumida por um misto de humilhação e raiva, mas segue a minha ordem e começa a passar a língua em minhas coxas, o cheiro do sexo invade suas narinas e contra tudo que ela possa pensar sente os músculos da vagina se contraindo, porque aquele cheiro mexe com a fêmea apaixonada que ela é por mim, mas seu orgulho não a deixa dizer; o que é completamente inútil, pois EU notei esta sua fraqueza por mim. Então ela sente a minha mão estalar novamente em seu rosto e minha voz dizendo:
- Implora pra chupar o pau do seu Dono e Senhor. Anda cadela vadia, peça, mas implora direito que eu ainda não sei se vou deixar você fazer, pois é rebelde e muito desobediente.
Com voz balbuciante ela diz: - Por favor, meu Dono, quero chupar você.
Então dou-lhe mais uns tapas, agora em sua bundinha, e digo-lhe que não pediu direito, que implore suplicando e dizendo que ela sabia o que quero ouvir. - Por favor meu Dono e Senhor, me deixe chupar seu pau, quero muito sentir o gosto dele em minha boca.

Então preencho sua boca com meu falo latejante de tesão de ver aquela mulher fazer o que EU esperava já há algum tempo; segurei seus cabelos e penetrei sua boca com volúpia por algum tempo; depois a mandei para a cama e disse-lhe para ela mostrar-se despudoramente: seus seios, seu sexo e se oferecer como uma puta implorando para EU sugar e lamber sua xoxota; brinco um pouco com o corpo e o sexo dela deixando-a muito excitada, mas de repente a pego pelo pulso e a puxa abruptamente da cama, ata seus pulsos e prende seus braços acima de sua cabeça, deixando-a de frente para a parede que ela ainda não pode ver, o medo a invade ainda mais porque agora não apenas está presa pelo compromisso de obediência e sem poder ver o que seria feito, mas estava completamente indefesa. Começo a açoitá-la como a uma escrava dos poemas de Castro Alves, a fiz dizer que será minha escrava sempre que EU desejar, que obedecerá a todos os seus comandos. Desesperada e vencida pela dor e pela impotência ela aceita e diz que sim.
- Agora implore pra teu dono chupar tua xoxotinha, minha putinha linda, confessa que você só se realiza com meu cacete dentro dos teus buraquinhos, minha vagabunda gostosa. Você é puta, mas minha puta. Você já entendeu que sou teu Dono e que quero que se comporte como minha propriedade e que seja bem vadia?
Quase sem voz ela diz que sim, e começa a implorar pelos meus carinhos em seu corpo, pede que a sugue, pois nunca gozara tanto. Deslizando meus dedos pelo corpo dela do jeito que Eu quiser, ela começa a ter espamos, querendo gozar, totalmente entregue a mim. Fiquei a brincar com seus lábios da xaninha que estavam totalmente sem pêlos, exatamente como Eu gosto, parecia que já sabia da forma que EU queria que ela etsivesse. Finalmente passo a língua e sugar alternado, enfio os dedos dentro de sua xoxota que está molhada de tesão, apesar dos sentimentos controversos. Ela tem um orgasmo alucinante em minha boca, entregando a mim seus sucos vaginais. Agora EU solto seus braços, e a penetra com meu membro a sua linda bocetinha, ela totalmente devassa, é uma fêmea queimando de tesão, ela se mexe esfregando as paredes de sua buceta no meu pau, como uma putinha e tendo uma avalanche de orgasmos.
Tiro o pau de dento dela fazendo-a provar o sabor de sua xaninha, e depois beijo sua boca pra sentir o gosto dela também. Faço comentários sobre o sabor doce que dela sai.
Ela nunca tinha sentido o que sentiu comigo, o modo como aconteceu, ao mesmo tempo em que sentia-se desprotegida, estava também se sentindo confortada.
Foi quando ela, surpreendentemente falou-me: Se eu concordar com as suas condições e lhe obedecer em tudo que desejar e mandar, este prazer será mantido e eu poder servi-lo?.
__ Chegarás as alturas, respondi-lhe.
__ Então eu aceito.
__ E obedecerá a tudo quanto te ordenar?
__ Sim.
__ E estás ciente de que se desobedecer e falhar, EU tenho livre poder de te castigar da maneira que eu bem entender?
__ Sim, sei e aceito.
__ E que você estará disposta a mim 24 horas por dia e que posso lhe chamar a qualquer hora e que não pode se recusar, a não ser por um motivo justo?
__ Sim.
__ Sabes que de agora em diante viverás para me agradar e me satisfazer, e que seu prazer só será meu?
__ Sim.
__ Então você já pode ser minha escrava. De hoje em diante seguirás as minhas ordens. Não poderás ter outro homem, seja namorado ou seu Senhor.
Ela ouviu todo o meu discurso e em resposta consentia em tudo. A desamarrei e EU fiquei de pé, na sua frente. Ela me olhou da cabeça aos pés, admirando-me, senti que estava realmente satisfeita. Sua carinha demonstrava um pouco de vergonha e estava vermelha. Quando a vi assim, submissa, aos meus pés, não poderia deixar em branco e lhe dei logo um tapa para tirar do transe em que estava.
__ Você não tem o direito de sentir vergonha perante mim, entendeu?
__ Sim...
PAFT! Dei-lhe outro tapa, dessa vez mais forte.
__ Me chame de Dono ou Senhor de agora em diante, bem curvada para mim, como deve ser, está entendendo?
__ Sim Senhor, meu DONO, serei sua escrava de hoje em diante, FELIZ e muito SATISFEITA!
Assim iniciei Gláucia, que me serviu muito tempo, apenas se afastou de mim porque sua família foi embora para o Paraná e ela teria que ir junto para cuidar de sua mãezinha que já tinha idade avançada. Mas Gláucia me considera seu DONO ainda e, quando pode vêem a São Paulo avisa-me com antecedência, pedindo minha autorização para ter os momentos prazerosos de poder servir ao seu DONO, prazeres que nunca deixou de lembrar-se. Hoje ela sabe que tenho outras, mas me ama firmemente e não deseja saber quem é ou deixam de ser, apenas quer ter o PRAZER com o seu DONO e SENHOR, sendo-me completamente fiel.
Este CONTO garanto a vocês é a mais pura verdade!!! Quem sabe o que é a DOMinação saberá.
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Se desejarem receber outros contos de minha autoria, entre em contato através de meu e-mail: dom_grisalho@hotmail.com
ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus trabalhos.

 

 

 

 

 

História de um amigo que eu conheci aqui

Esta história não é minha, mas e fruto de uma longa troca de emails entre mim e um cara muito tímido e fantástico que eu conheci neste site. Ele me escreveu depois de ler um conto meu e nos passamos a trocar emails e aos poucos ele foi me contando coisas sobre ele que eu achei fantásticas e lindas. Depois de alguns meses de conversas, deixamos de nos corresponder, mas ele me inspirou a escrever esta história que é mais ou menos parecida com as histórias de vida que ele me contou. Escrevi em primeira pessoa, porque me deá tesão imaginar que eu pudesse ter tido uma história de iniciação com a dele, vamos lá:

Sou bissexual, bem resolvido, mas não assumido. Isso quer dizer que mantenho relações sexuais com mulheres (principalmente a minha esposa) e com homens (principalmente o meu sócio e amigo de infância). O sexo com meu amigo é algo bom e que já dura quase toda a minha vida e pra falar a verdade, sexualmente eu estou mais ligado a ele do que a qualquer outro ser humano.

Nossas esposas, certamente são amadas e bem cuidadas por nós. Não há hipocrisia nos sentimentos, acontece que, para nós é impossível obter todo o prazer que necessitamos somente em relações heterossexuais. Acho que depois de tantos anos de casamento, minha esposa sabe, ou pelo menos desconfia fortemente, do meu caso com meu melhor amigo, mas mesmo assim ela não diz nada. Acho que, de algum modo, no fundo do seu coração ela me entende. Eu, por minha vez, passo a vida agradecendo por ter encontrado uma mulher tão maravilhosa (alem de tudo ela é linda). Tenho certeza que o nosso jogo consiste em manter tudo como está. Eu não tenho a menor intenção de confessar nada e tenho certeza que ela não espera e nem quer isso de mim. Tudo está perfeito do jeito que é.

Alem do sexo com amigo, muitas vezes, eu sinto desejos homossexuais e sinto-me atraído por homens que eu vejo na rua ou em outros lugares. Adoro prestar atenção no volume entre as pernas dos homens que usam calças apertadas e gosto mais daqueles que estão na minha faixa etária, ao redor dos 45. Não vou dizer que sou santo e já tive experiências com outros homens e com outras mulheres também. Já experimentei prostitutas e prostitutos, saunas e casas de swing, mas isso foi há muito tempo, quando eu ainda não me conhecia direito.

Hoje, meu desejo se desenvolve na forma de fantasias que eu, às vezes reparto com meu amigo, costumamos ficar deitados, nus, assistindo filmes pornográficos homo ou bissexuais enquanto masturbamos lentamente um ao outro. Uma das diversões do meu amigo é encontrar contos eróticos gays que seja interessantes e bem escritos. Às vezes em me envia alguns por email. Bom! Hoje é o aniversário dele e resolvi contar a nossa história e publicar num site da Internet, ainda não sei qual.

Acho que eu não saberia dizer quando conheci meu amigo, acho que ele sempre existiu. Na verdade, nós nascemos e fomos criados na Mooca, numa daquelas ruas com casas velhas no meio do cheiro da poluição. Estudávamos numa escola que ficava e acho que ainda fica na rua da Mooca e sempre brincamos e fizemos tudo junto.

O desejo começou a surgir tão logo chegamos na puberdade. No começo eram seções de masturbação para nossas colegas de classe ou para a professora de francês. Estávamos na 5ª série do ginásio. Um dia, em plana sala de aula, meu amigo propôs uma brincadeira. Disse que se eu o deixasse ele passar a mão na minha bunda, ele também me deixava fazer a mesma coisa. Eu era muito novo, mas já sabia exatamente o que aquilo significava, sabia que teria que fazer em segredo, sabia que aquilo era coisa de viado, então eu tentei recusar e fiz um contra-proposta. Disse que topava, se ele me deixasse passar a mão primeiro.

Na nossa escola, as carteiras eram duplas e os alunos sentavam-se de dois em dois e eu me meu amigo, que sempre fomos meio bagunceiros, ficávamos sentados na última fileira, junto a parede dos fundos da classe.

Em reposta a minha contra-proposta, meu amigo se ajeitou na cadeira e ficou com uma parte da nádega direita para fora da cadeira e me disse para ter cuidado pra ninguém perceber.

Lembro que eu desloquei minha mão esquerda com cuidado para não ser percebido e, pela primeira vez na vida, tive um contato erótico com outra pessoa. As pontas dos meus dedos tocaram de leve a nádega do meu amigo e o acariciei em movimentos suaves, quase inexistentes, e circulares. Fazia tudo olhando para a professora para que ninguém percebesse e ele agia da mesma forma. Foram apenas alguns segundos, mas meu pau ficou completamente duro.

Depois dessa curta relação sexual, meu amigo voltou a sua posição normal na cadeira e eu retirei a minha mão. Eu sabia o que eu tinha que fazer naquela hora e fiquei morrendo de vergonha, pois seria a minha vez de oferecer a bunda. Coisas do tipo. Ai se meu pai ficar sabendo? Passaram pela minha cabeça, mas era tarde de mais. Meu código de honra de púbere sabia que eu tinha que retribuir o que o meu amigo fez por mim e então eu me arrastei discretamente pela cadeira até ficar com a metade esquerda da bunda para fora e imediatamente senti os dedos do meu amigo, assanhando-se lentamente, fazendo um carinho secreto e delicioso. Meu pau continuava duro e eu descobri que era tão gostoso passar a mão na bunda dele, quanto dar a minha pra ele alisar.

Foram alguns segundos e tudo acabou. Ninguém percebeu e nós continuamos como se nada tivesse acontecido, mas na saída da escola, nós fomos pra casa conversando sobre aquilo e cada um de nós fez elogios a bunda do outro. Fizemos elogios sinceros, mas fui eu quem teve a coragem de dizer que também achei gostosa dar a bunda pra ele passar a mão.

Eu falei isso esperando que ele retribuísse a confissão, mas não foi isso que aconteceu. Ele me disse que não contaria pra ninguém e que se eu quisesse, ele podia me passar a mão outras vezes. Fiquei meio sem jeito e não sabia bem o que dizer. Eu nunca tinha visto a mim mesmo como uma bichinha e eu sabia o que é isso. Na nossa rua tinha um garoto afeminado de uns 15 ou 16 anos e todos riam dele e até o ofendiam quando ele passava.

O problema é que eu já tinha confessado e meu amigo sabia que eu gostei de sentir a mão dele na bunda então eu acabei tentando escapar, mas não teve jeito. Nós fomos pra casa dele e ficamos na lavanderia, onde normalmente não ia ninguém e foi lá que o papel na dupla se desenvolveu. Eu me tornei o passivo, a menininha e ele era o menininho. Nós continuamos assim até os dezesseis anos, e depois disso, nossas transas passaram a ser mais completas e passamos a alternar a condição de passivo e ativo, mas de um modo geral, até hoje eu costumo ser passivo mais vezes do que ele. Depois eu conto por que.

Na infância, nós não íamos muito longe. A brincadeira tinha mais haver com passar a mão e encoxar, sempre usando roupas. Com o passar do tempo eu comecei a sentir vontade de beijar a boca dele e um dia eu arrisquei e fui bem recompensado. Depois disso, sempre arrumávamos tempo pra ficar esfregando os corpos um no outro e se beijando.
Não me lembro exatamente como foi, mas sei que teve um dia em que nós começamos a esfregar os paus um no outro enquanto nos beijávamos e nos abraçávmaos e ele gozou pela primeira vez comigo, melando a cueca. Antes disso, nós sempre gozávamos sozinhos, nos banheiros de nossas casas, através de masturbação, geralmente pensando nele.

Sei que, enquanto eu escrevo, parece até que eu era um menino gay, experimentando o inicio da sua vida sexual, mas isso não é bem assim. Tanto ele como eu, não nos víamos como gays. Nós também sentíamos tesão por garotas e começamos a namorar, dar os primeiros amassos com meninas. Nossa adolescência corria em todos os sentidos, do mesmo jeito que a adolescência dos outros garotos da Mooca. Mesmo a masturbação não era dedicada exclusivamente ao sexo homossexual. Eu tinha muito tesão pela Leninha, uma gata que morava na minha rua e que de vez em quando parecia estar interessada em mim.

Na maioria das vezes, eu pensava na minha relação com meu amigo, como se fosse uma válvula de escape, já que as garotas não estavam interessadas em dar pra gente. Então era isso, nós íamos pra escola, namorávamos, jogávamos bola e quando ficávamos cheios de tesão, íamos para a lavanderia da casa dele e ficávamos nos amassando contra a parede. Depois daquela vez que ele gozou, nós sempre ficávamos ralando até ele gozar e quase sempre isso acontecia com ele esfregando o pau na minha bunda. Eu lembro que eu adorava fazer ele gozar e aos poucos eu fui aprendendo a fazer isso cada vez melhor. Aprendi a esfregar a bunda, dar aquela rebolada clássica e como não poderia deixar de ser, hoje eu sei disso, um dia eu quis beijar o pau dele pra fora da cueca e acabei chupando até ele gozar na minha boca.

Claro, que depois disso, ele ficou completamente louco por mim e acho que durante uns seis meses pelo menos, nenhum de nós dois queria saber de nada, a não ser arrumar tempo e ir na lavanderia onde eu sempre chupava ele até levar esperma na boca. Eu nunca gozava fazendo nada nele, mas eu não dava a mínima pra isso. Fazer ele gozar, sempre foi mais importante do que eu mesmo gozar. Depois de um tempo, eu aprendi a bater punheta enquanto ficava meio ajoelhado na frente dele e muitas vezes nós gozamos juntos, ele na minha boca e eu na punheta.

Com o tempo, essa brincadeira foi esmorecendo e eu comecei a ficar mais envergonhado, assim que a Leninha topou namorar comigo. Eu já tinha tido outras namoradas, mas a Leninha era a mais bonita de todas e eu estava começando a achar que essa coisa de chupar o pau dele tinha que acabar e então nós continuamos amigos, mas eu escapava um pouco das chupadas da lavanderia. Não é que tivesse acabado de vez, mas diminuiu bastante.

A Leninha era filha do dono da imobiliária e estava começando a trabalhar com o pai, então tinha acesso à chaves de casas vazias e nós íamos namorar nessas casas. Quando comparado com o meu relacionamento com meu amigo, eu e Leninha tínhamos um namoro às antigas. Ficávamos um pouco, às vezes, nalguma velha casa e ela me deixava acariciar a bunda, mas nunca passou de beijos abraços e passadas de mão por cima da roupa.

O meu amigo, também arrumou uma namorada e era comum nós ficarmos batendo papo nos sábados a tarde, em frente a casa da Leninha e numa dessas vezes, a namorada do meu amigo perguntou se não dava pra arrumar a chave de algum apartamento onde a gente pudesse namorar a vontade. Não que ela e meu amigo fossem muito mais longe do que eu, mas naquele tempo, até os beijos, abraços e passadas de mão tinham que rolar meio escondido.

Naquele mesmo sábado, nós fomos para um apartamento no centro da cidade, acho que ficava na Rua Boa Vista e era um escritório que estava pra alugar. Ficava no 15º andar de um prédio muito antigo e o elevador era a coisa mais lenta que dá pra imaginar. Era um daqueles elevadores que a gente tinha que fechar a porta com mão e depois ele ia se arrastando lentamente até o 15º andar. Não que isso fosse problema pra gente, assim que entramos no prédio, eram umas três da tarde e a maioria dos escritórios já tinha fechado. A Leninha cumprimentou o porteiro e disse que ia mostrar o escritório pra gente. Duvido que o porteiro tenha acreditado, mas também não criou caso.

Nós subimos nos ralando intensamente, cada casal num canto do elevador. Tudo completamente heterossexual e com todo a sinceridade, eu estava subindo pelas paredes de tesão pela Laninha, naquela momento eu não estava nem aí pro meu amigo. Só queria comer a Leninha e finalmente perder o meu maldito cabaço.

Quando chegamos no velho escritório, estava tudo muito claro e sem janelas nem cortinas. Não havia nada, exceto um carpete no chão e eu já fui puxando a Leninha para um dos cômodos e dizendo ao meu amigo para ficar com o outro. Nada disso, as meninas já tinham combinado, não sei quando, que todo mundo ia ficar no mesmo cômodo e que ninguém ia tirar a roupa.

Quando eu reclamei a Leninha me disse, que seria melhor que os outros dias, porque ela não ia regular nada, desde que fosse de roupa. Me conformei.

Começamos a nos ralar loucamente num dos cantos enquanto meu amigo e a namorada dele ficavam no outro lado. Eu beijava, abraçava, passava a mão na bunda, mas naquele dia eu já podia ir mais longe. Comecei a alisar a buceta dela e tudo bem, depois fui esfregando o dedo com força, pra cima e pra baixa na vagina dela, sempre por cima da calça, e ela adorava. Era visível o tesão que ela estava sentindo. A única hora que ela pareceu recuar foi quando eu coloquei a mão dela sobre o meu pau duro, mas aí eu mostrei que o outro casal estava fazendo exatamente aquilo, ou seja, um esfregando o genital do outro por cima da roupa, então lá fomos nós e foi ficando cada vez mais gostoso.

Mas já que este é um conto gay, vamos deixar a mulherada de lado e ir direto ao ponto. Depois de meia hora naquela esfregação de alto nível, não tava dando mais pra segurar a onda. Eu tinha que comer a Leninha e não sabia como fazer. Tentava enfiar a mão por dentro da blusa, tentava enfiar a mão por dentro da calça, mas que nada, ela deixava um pouquinho e depois acabava com a festa.

Teve uma hora que o meu amigo se levantou e se ofereceu pra comprar coca-cola e perguntou se eu não tava a fim de descer com ele. As meninas não pareceram se importar porque eu acho que elas queriam um tempinho pra ficar menos molhadnhas e poderem resistir mais as nossas investidas.

Quando nós chegamos na frente do elevador, meu amigo já me disse que não tava mais agüentando, ele tinha que gozar se não ia estourar de tesão e me pediu pra dar uma chupada quando a gente entrasse no elevador. Eu disse que não ia dar tempo, mas ele falou que o elevador demorava bastante (naquele tempo não tinha câmera em elevador), então não deu outra.

Assim que a porta do elevador se fechou ele já estava com aquele pau duro pra fora da calça e eu não perdi tempo, ajoelhei e comecei a chupar ali mesmo. A única coisa que passava pela minha cabeça era: Ai que delícia de pintão! Eu nem lembrava que a Leninha existia. De fato, eu estava me sentindo vingado, pois já que ela não me deixava chupar a buceta dela, eu ia chupar aquele caralho delicioso. Abocanhei com tudo e fiz de tudo para o meu amigo me encher a boca de porra, que eu já estava com saudades, mas não teve jeito. O elevador chegou e nós tivemos que interromper a brincadeira.

Compramos as cocas e voltamos pro prédio e no elevador, comecei tudo de novo. Nem o esperei por pra fora, já fui abrindo o zíper e abocanhando, mas outra vez não levei porra na boca. O elevador foi mais rápido que o meu amigo, depois eu fiquei sabendo que ele estava meio encanado, com medo do elevador parar em algum andar e sermos pegos.

No escritório estavam a Leninha e a namorada do meu amigo, esperando por nós, trocamos uns beijos e depois bebemos as cocas. Depois disso, parece que a coisa tinha ficado mais fria, as meninas começaram a dizer que tinham que voltar pra casa e bla-bla-blá, já viu. Ninguém comeu ninguém.

Fomos andando do centro de São Paulo até a Mooca e acompanhamos as meninas até a casa delas, depois, olhamos um pra cara do outro e já sabíamos o que íamos fazer. Lavanderia.

Chegamos lá e eu já fui me ajoelhando, enquanto ele ficava reclamando das meninas que eram muito reguladas e me elogiando, por que eu sempre dava prazer pra ele. Ele disse que preferia ficar comigo do que com a namorada e eu ali, só no boquete, esperando sentir a porra na boca. Não via a hora.

TVE uma hora que ele tirou o pau e me disse:

- Dá pra mim.

Eu fiquei meio grilado, pois isso era a única coisa que faltava pra eu virar viado de vez. Meu cu ainda era virgem e eu sabia que o pau do meu amigo também era. Fiquei parado sem falar nada e nem chupar por um tempinho e meu amigo também não disse nada.

Sei que parece esquisito alguém repassar a vida inteira antes de dar a bunda, mas foi isso que eu fiz. Pensei bem, seu eu ia mesmo querer ser viado e conclui que não tinha jeito. Se não fosse aquele dia, ia ser outro dia, se não fosse com ele, ia ser com outro homem, mas eu percebi que eu ia querer fazer com homens pelo resto da minha vida. Vou ser sincero, teve muitas vezes na vida em que eu pensei que me arrependia daquela decisão, mas no fundo eu sempre soube e ainda sei que gosto de dar prazer sexual para homens e naquele dia, meu amigo ia ser meu homem.

Levantei-me e abaixei as calças até os tornozelos e fiquei de quatro pra ele, de propósito enquanto acabava de tirar a minha calça. Ele também tirou a dele enquanto acariciava a minha bunda nua, era a primeira vez que eu sentia a mão dele acariciando meu rego aberto. Depois coloquei as duas mãos contra a parede e abri bem as pernas enquanto ele se ajoelhou atrás de mim e lambeu meu cu.

Nunca, nada, que eu tivesse sentido até aquele momento, se igualava ao tesão, a paixão, a intensidade do prazer de sentir a ponta da língua dele penetrando meu ânus. Eu tinha tanta certeza que aquele era o meu destino, que pelo menos naquele momento, não havia dúvida ou medo do futuro que me aguardava como viado. Aquilo era tudo que eu queria

Depois ele se levantou e encostou o pau no meu ânus e ajeitou as minhas pernas para que nossas alturas combinassem, quando ele colocou uma das mão na minha cintura e com a outra aprumou o pau para se encaixar com perfeição, eu senti uma tesão que superou até mesmo o de ser chupado no cu. Segurei com força na parede, pois sabia que ia doer.

Ele enfiou, o pau foi entrando lentamente em mim e eu sentia dor, sentia sim, mas não sei explicar o que me aconteceu, pois a dor me dava ainda mais prazer. Eu me sentia possuído, eu me sentia eu mesmo enquanto dava prazer ao meu homem. Eu estava orgulhoso por dar a ele o que sua namorada tinha lhe recusado. O pau entrou até o fundo. Senti ele agarrando as minhas ancas e me puxando com uma força descomunal contra o pau dele, que nessa altura já estava entalado até quase as bolas. Eu quase chorei de felicidade ao sentir meu homem tomando conta do meu corpo e então percebi que ele estava gozando.

Sei que muitos diriam que uma ejaculação precoce não é exatamente o sonha de uma bichinha recém desvirginada, mas para mim era tão bom como se fossem horas de foda. Meu homem tinha gozado dentro de mim e aquilo era o bastante pra mim. Nós nos tornamos amantes e ainda somos, 30 anos depois, somos sócios em um escritório de contabilidade e moramos no mesmo prédio. Cada um de nós tem sua própria família e cada um de nós teve suas dores, prazeres, dúvidas, ao longo da vida.

Hoje, eu sei que sou bissexual, e vivo bem, esta vida dupla e escondida, meio escondida, e para minha sorte, depois dessa primeira vez, ele me comeu inúmeras outras, algumas delas duraram horas. Mas aquela primeira, que levou somente um segundo, foi a mais importante, pois me mostrou o quanto esse homem me desejava.

Depois ele ainda aprendeu a me ajudar a gozar, na boca dele ou do lado de fora da bunda, mas nunca deu o cu pra mim e pra ser sincero, eu não faço questão. Eu continuo sendo o cara que sente mais prazer em fazer gozar do que gozar.

Beijos para todos e sobretudo pra você.

Cláudio

O meu primeiro amor como cd

No meu tempo de cursinho eu era um dos caras mais disputados pelas meninas da escola. Surfista sarado, sempre bronzeado, cabelos negros longos até os ombros, alto com um belo par de olhos verdes num rosto de traços delicados. Eu era o "gatinho" do cursinho por quem as meninas suspiravam. A minha popularidade junto ao público feminino só perdia para o "Gatão" da escola, o Hans. Filho de diplomata escandinavo, o Hans, também surfista, era como um deus viking. Mais alto do que eu, loiro, olhos azuis, de ombros largos e musculosos, todo coberto de pelos loiros que contrastavam com a pele bronzeada do sol de praia. Hans e eu estudávamos na mesma sala, sentávamos juntos, lado a lado, com a turma do fundão e formávamos a dupla dos sonhos das mulheres da nossa turma. O assedio feminino e a rivalidade com os demais caras do cursinho, sempre enciumados conosco, fez com que tornássemos bons amigos. Estudávamos, paquerávamos e íamos para as baladas sempre juntos. Muitas vezes compartilhávamos até as mesmas garotas em festinhas a quatro, verdadeiras surubas de troca de pares, às vezes em drive-ins ou em motéis.

Em meados de setembro o cursinho costumava dar uma semana de folga para os estudantes do extensivo. Um tipo de "semana do saco cheio". O Hans estava muito cansado e resolveu ir para casa de praia da família em Angra. A casa estaria vazia. A sua idéia era somente mar, sol, windsurfe e nada mais. Ele me convidou para ir também já que totalmente sozinho seria chato de mais. Aceitei prontamente o convite e lá fomo nós.

Chegamos a noite. A casa era maravilhosa e ficava numa ilha praticamente deserta. Além de nós, lá estavam somente os empregados, como a cozinheira, a empregada, o caseiro e um segurança. Estávamos bem cansados da viagem e após jantarmos fomos logo dormir. O Hans sugeriu, para um melhor conforto e liberdade, que eu ficasse no quarto da sua irmã, que estava estudando nos Estados Unidos. No quarto, após desfazer as malas, deparei-me com algumas roupas da sua irmã, como biquínis bem cavadinhos, pois o fio dental era a moda da época, vestidinhos de praia curtíssimos, cangas, calcinhas, sutiãs, shortinhos e numa das gavetas achei ainda babydolls, corsets, cinta liga, meias 7/8, etc. A irmã do Hans costumava dar escapas para essa casa em Angra com os seus namorados e provavelmente deixou esse "enxoval" já que a maioria das peças não teria utilidade nos EUA. Para mim que desde pequeno sempre fui fascinado pelas roupas femininas era um sonho ter tudo aquilo disponível na total privacidade do meu quarto. Naquela noite eu praticamente não dormi. Experimentei tudo o que havia ali, incluindo até um modess dentro da calcinha. Quando finalmente me rendi ao sono fui deitar de calcinha, sutiã e baby doll. Que delícia!

Na manhã seguinte encontrei o Hans na cozinha já tomando o café. O Hans perguntou-me se eu havia dormido bem já que ele levantou a noite para tomar água e viu pela janela do quarto a luz acesa. Eu gelei. Será que ele tinha me visto travestido? Não poderia ser. As cortinas tampavam as janelas e a porta estava trancada. Eu desconversei e disse que havia estranhado a cama. Após o café, fomos aproveitar aquela praia paradisíaca. Nadamos, andamos por quilômetros, tomamos muito sol. Num certo momento o Hans resolveu tirar toda a roupa para sentir o sol e o mar totalmente em pêlo. Eu fiz o mesmo e foi delicioso. O sentimento de liberdade e privacidade era demais. Depois de muita atividade ficamos os dois deitados desfalecidos, cada qual na sua toalha, morgados pelo suave sol de setembro. De olhos fechados eu recordava como eu fiquei linda na noite passada vestida com as roupas da irmã do Hans. Fiquei imaginado que à noite eu estaria novamente sozinha com todas aquelas roupas sexy. Fiquei bastante excitada e planejei que naquela noite iria usar maquiagem e bijuterias também. Eu queria ficar uma perfeita mulherzinha. Era pena não haver um consolo de borracha para que o meu deleite ser ainda maior. Com esses pensamentos na cabeça e cheio de excitação imaginando-me mulher, olhei para o Hans que dormia ao meu lado. Aquele macho lindo, másculo e bem maior do que eu, atiçava as minhas fantasias. Comecei a imaginar eu todinha produzida sendo bolinada pelo Hans, o número um das menininhas do cursinho. Ai, que tesão gostoso e diferente comecei sentir.

Já cheios de sol e mar voltamos para a casa. Tomamos uma ducha fria ao lado da piscina e fomos almoçar lá pelas quatro da tarde. Os empregados da casa eram discretíssimos deixando-nos sempre a sós. O que me intrigava era que quando tínhamos contatos com as mulheres da casa elas sempre me olhavam de forma meio estranha. Comentei isso com o Hans e ele me contou que a irmã dele fazia muitas festinhas por lá. Verdadeiras orgias na praia, pela casa e principalmente na piscina. Os empregados estavam acostumados e talvez até estranhassem quando tinham hospedes na casa tão comportados como nós. Imaginando as orgias da irmã do Hans, que provavelmente rolaram na cama que eu dormiria, aflorou ainda mais o meu lado feminino. Eu não via a hora de ir "dormir". À noite, após o jantar, fui logo dizendo boa noite e dirigindo-me para o quarto. O Hans estranhou muito e ficou na varando lendo revistas.

Naquela noite eu me montei o melhor que pude usando a maquiagem, presilhas no cabelo e demais adereços. Fiquei com um rosto bem feminino. Vesti a calcinha fio dental, sutiã, cinta liga, meias 7/8 e o corset, todos pretos. Por cima de tudo pus um vestido preto longo, mas com uma abertura na perna que ia até a calcinha. O clavage nos meus peitos grandes ajudou muito, mas para melhorar o visual pus ainda, como enchimento, algumas meias. Ainda bem que apesar dos peitos grandes o resto do corpo sempre foi franzino. Quando me olhei no espelho, tomei um susto. Eu estava uma linda mulher. A única coisa que realmente atrapalhava eram os pêlos das pernas, já que no resto do corpo, inclusive no rosto, eu praticamente não tinha pêlos. Infelizmente esse era um detalhe que eu não podia mudar o que me frustrou muito. Nessa segunda noite perdi a conta de quantas vezes eu me masturbei, sempre fantasiando com o Hans.

Na manhã seguinte acordei cansada e bem tarde, lá pelas 11hs. Pus o meu "bermudão" de surfista, mas não resistindo, por baixo, vesti um biquíni fio dental branco. Eu não queira parar de sentir aquela doce sensação de algo enterrado no meu bumbum. O Hans aguardava-me na praia já há muito tempo. Assim que cheguei na areia ele me perguntou se a "noitada" tinha sido boa para eu acordar assim tão tarde. Achei a pergunta estranha e comecei a desconfiar que ele sabia de alguma coisa, mas isso era impossível, pois estive sempre trancada e sozinha no quarto. Eu retruquei que afinal era para isso que nós tínhamos vindo, ou seja, descansar. Ele deu um risinho maroto dizendo: é isso aí. Nesse segundo dia de praia o Hans tirou logo o seu bermudão e sunga, ficando nu. Fiz o mesmo, mas tirando tudo de uma só vez para ele não ver o que eu vestia por baixo da bermuda. O dia estava quente e ficamos lá morgando sob o sol. Para relaxarmos tomávamos muitas caipirinhas que o caseiro nos servia a todo a hora. Antes de irmos para nadar, fizemos uma longa caminhada. Quando voltamos tomamos mais caipirinhas e logo caímos na água. No mar, já meio alto, o Hans começou a brincar de me dar caldo e volta e meia ele mergulhava para me agarrar por traz e afundar a minha cabeça. Assim que eu lutando me livrava dele lá vinha ele de novo me dominando com facilidade já que ele era maior e mais forte do que eu. Solto pelo álcool, extasiado pela liberdade de nadar nu numa praia deserta, fui deixando me levar pela excitação. A cada nova investida dele ele eu oferecia menos resistência. Ele me agarrava tentando brincar e eu me imaginava vestida de biquíni fantasiando que estava sendo estuprada por aquele homem que se tornou o meu objeto de desejo. Ele começou também a brincar de me enconchar em cada caldo. Ele dizia que como não tinha mulher por ali eu ia ser a putinha dele. Eu protestava dizendo: "pega aqui no meu cacete, seu bundão!" Eu fingia, que por estar bêbado, não conseguir desvencilhar-me dele. Ainda bem que ele não percebeu a minha excitação e ereção do meu membro.

Depois da brincadeira, recompostos, voltamos para areia. Já era fim de tarde. Vestimos a nossa roupa e voltamos para a casa. Que delícia sentir o meu biquininho entrando de novo entre as minhas nádegas. Antes de tomarmos a ducha de água quentinha no cano que ficou o dia todo sob o sol, tomamos mais algumas caipirinhas. A essa altura eu já estava bem embriagado e sem muito controle do que fazia. O Hans levantou-se e foi para a ducha primeiro. Tirou toda a roupa e percebendo que eu não tirava os olhos dele, começou a esfregar o sabonete bem devagar exibindo o seu corpo de macho para mim. Depois passou a usar o sabonete para esfregar o seu pau e o saco sem parar até que o seu membro estar bem ereto. Ele estava a me provocar descaradamente. Eu estava paralisado, num misto de excitação e susto. Tinha medo de lançar-me em algo que sempre desejei, mas nunca havia feito. Eu não queria cruzar além a linha da fantasia e do prazer de só vestir-me de mulher. Xinguei ele de viado e parei de olhar. Ele retrucou que sabia que eu gostava, mas talvez temendo expor os seus desejos parou a bolinação no seu pau. Ele sentou-me ao meu lado e eu imediatamente levantei-me e fui para a ducha. Não queira ficar do lado dele com medo de ficar ainda mais excitada, perder o controle e fazer alguma besteira. Havia uma certa tensão no ar. O meu instinto já sabia que daqui para frente alguma coisa iria acontecer. Estávamos ainda no segundo dia das nossas férias e de forma inusitada o Hans estava realmente flertando comigo. Eu não sabia o que fazer, pois não estava preparada para esse tipo de comportamento dele. Eu podia controlar as minhas fantasias e desejos, mas jamais iria supor que ele, o Hans, um dos caras mais machão que eu conhecia iria me assediar. O pior e que não tinha como fugir daquela situação. Enquanto eu estava sob a ducha, mesmo bêbada, tentava me controlar e pensar em como agir frente aos seus assédios caso a suas brincadeiras fossem longe demais. Ainda meio alta pela bebida e amortecida pela água morna da ducha, continuei o meu banho pensando em como barrar qualquer provável investida do Hans. Estava até disposta a parar as minhas brincadeiras solitárias de mulherzinha das últimas noites. Talvez assim, o Hans não me deixasse desconcertada e nem excitada com as suas insinuações. Eu estava com muito medo de soltar a "franguinha" que sempre viveu debaixo da minha carcaça de garanhão. Absorta nos meus pensamentos e meio zonza pelo álcool tirei a bermuda e fiquei lá no banho de sunga. Imaginava eu estar de sunga. Naquele instante eu esqueci que estava de biquíni fio dental. De repente, senti as mãos do Hans massageando os meus ombros. O Hans sempre foi ligado em do-in e outros esoterismos orientais. Ele começou a falar para mim que eu devia esquecer as brincadeiras dele, pois eram apenas brincadeiras. Essas palavras dele me deram segurança e eu fui relaxando o medo e a tensão. O álcool, o calor da água e a massagem do Hans me levaram para um outro estado de consciência e relaxamento. Eu não percebia que tudo isso me inebriava e que uma sensação de torpor tomava o meu corpo. O Hans aproximou o seu corpo do meu. Uma das suas mãos começou a alisar a minha barriga e depois subiu para os meus peitos. A outra mão subia pelas minhas coxas, lentamente até a bunda. Quando a sua mão esfregou indecentemente a minha bunda eu percebi que eu estava de biquíni e não de sunga. Eu tinha me revelado. A essa altura o membro do Hans estava duríssimo e roçando entre as minhas pernas. Fiquei em estado de choque e quase entrei em pânico, mas estava paralisada pela surpresa de suas ações. O Hans, senhor total da situação, começou a chupar a minha nuca e a sussurrar no meu ouvido. Ele chamava-me de tesão. Ele falava que era meu amigo incondicional. Dizia para eu me soltar que estávamos sozinhos lá e que devíamos liberar os nosso desejos. As minhas pernas tremiam de tesão e eu me sentia fraca de mais para reagir. Fui caindo no domínio daquele homem. A mulher que eu sou aflorava suavemente, mas de forma imperativa. O Hans desceu a sua mão dos meus peitos e deslizou até o meu sexo. Só então eu percebi que o meu membro estava duríssimo como pedra. O Hans estava me mostrando o quanto o meu corpo denunciava os meus desejos. Tentei olhar para traz para ver o seu rosto e assim acreditar que tudo aquilo estava realmente acontecendo. Olhei nos seus olhos e ele novamente, antecipando as minhas reações, beijou a minha boca. Foi como se um raio tivesse me atingido. A mão do Hans no meio pênis, o seu cacete encoxando a minha bunda e a sua língua invadindo a minha boca tirou de mim os últimos resquícios de masculinidade e de resistência. Retribui com furor o seu beijo. Ele continuou a bolinar suavemente o meu pênis dizendo no meu ouvido: "Ah que bocetinha gostosa". A sua outra mão já puxava o biquíni para o lado e seus dedos entravam pela porta do meu buraquinho. Outro beijo. Eu já estava desesperada de tesão por aquele homem. Naquele momento eu me sentia totalmente mulher.

O Hans pegou a minha mão e conduziu-me para o meu quarto. Sentado na cama, enquanto ele me beijava, ele puxou a minha mão para o seu membro. Era enorme. Eu já suspirava só de segurar aquele pinto nas minhas mãos. O Hans levantou-se e me segurou pelos cabelos ordenando: Chupa o meu pau sua putinha! Eu ajoelhei-me a seus pés, debrucei as minhas mãos sobre as suas coxas musculosas e comecei a abocanhar aquele mastro enorme. A sensação era incrivelmente deliciosa. Eu me sentia totalmente submissa tentando dar o máximo de prazer para o meu homem. O Hans, cada vez mais excitado, iniciou um vai e vem puxando e empurrando a minha cabeça com as suas mãos grandes. Eu era um objeto a mercê do seu prazer (ou do meu prazer?). O ritmo aumentou e eu, já ansiosa, preparava-me para receber uma cachoeira de leite na boca. O Hans então, subitamente, parou, me puxou para cima e virou-me de costas para ele. Eu instintivamente inclinei-me apoiando as mãos sobre a cama. Oferecida, empinei o meu traseiro para traz. Confesso que eu esperava mais preliminares, mas o Hans, estava louco e descontrolado. Com medo da sua força, muito superior a minha, eu fazia o que ele mandava incondicionalmente. Ele puxou o biquíni para baixo. Ui, que gostoso! E logo meteu a sua língua no meu reginho. Eu tremia muito, suspirava de tesão e confessava os meus desejos de mulher, dizendo: "Ai meu macho, meu tesão, me lambe toda. Ai, é disso que eu gosto, de homem, de macho. Me fode, me faz mulher." O Hans esfregou hidratante no meu bumbum e a seguir enfiou os seus dedos nas minhas entranhas. Eu gemia muito, pois a sensação e o tesão eram intensos demais. Ele no vai e vem dos seus dedos debruçou-se sobre mim e chupava a minha nuca e orelha. Ele dizia: "Vou te comer toda. Vou te foder sua putinha. Vou te fazer minha cadelinha". Eu não agüentando mais gozei com as suas palavras, com as suas coxas me apertando, com o seu corpo de macho sobre o meu e os seus dedos me violando. Ele rindo maliciosamente disse: "Que putinha tá gozando só de sentir o seu macho brincado com o dedinho é?" Eu retrucava: "Ai meu amor, eu já me sinto fodida por você. Já me sinto tua mulher". Mais bolinação de dedos e gozei novamente. Ele continuava a tortura de bolinação, de baixarias no meu ouvido e agora dava tapas na minha bunda quando me chamava de puta. Louca de tesão eu implorava que ele me penetrasse, não sei se pelo tesão ou pela dor dos tapas daquele gigante. Finalmente ele foi me penetrando com maestria, bem devagar, mas de forma segura e constante. Eu gemia de dor, mas o tesão era tão grande que eu empurrava a minha bunda para traz tentando enfiar tudo o que eu tinha direito. Assim que eu estava totalmente preenchida, ele ficou parado por alguns instantes dizendo mais coisinhas para mim. Ele perguntava. "Tá gostando de ser minha putinha, benzinho?" E eu respondia: "Ai amor, estou gostando demais. Eu te quero muito meu macho, meu homem. Goza em mim, goza". Eu tentava segurar um novo gozo, mas em vão, gozei mais uma vez. Ele, a seguir, começou o vai e vem bem devagar. O ritmo foi pouco a pouco aumentando entre tapas no bumbum e mordiscadas na nuca e orelhas. Eu já não agüentava mais, mas ainda me esforçava empurrando meu traseiro para traz. Quase sem forças as minhas pernas começavam a dobrar, mas o Hans me segurava. A essa altura ele urrava, tirava e puxava os meus quadris sem dó. Eu estava a ponto desfalecer, pois não agüentava gozar mais e nem mesmo continuar de pé. Finalmente, urrando muito e me batendo fortes tapas no bumbum ele gozou muito, enterrando o seu pau e levantando-me para cima. Parecia que eu seria rasgada ao meio e surpreendentemente, também gozei novamente. O meu gozou desta vez foi longo e intenso, mas sem ejaculação, pois eu não tinha mais nem uma gota. Nunca na minha vida eu tinha sentido um prazer tão forte. O Hans empurrou-me sobre a cama e ficamos lá deitados, quase desfalecidos, com ele sobre mim. O seu membro semiduro ainda enterrado na minha "buceta". Depois dessa verdadeira catarse, dormimos juntinhos na minha cama. Abraçadinhos, trocávamos beijos e caricias como dois velhos amantes, enquanto jazíamos naquela cama de putaria e amor. Ainda estávamos no segundo dia de férias, ou melhor, de "Lua de Mel", mas o resto da estória fica para a parte dois.

Parte II

Acordei na manhã seguinte com um pouco de ressaca da bebedeira. O Hans dormia ao meu lado. Estava meio tonta e constrangida com tudo o que aconteceu. Preocupada eu indagava. Como seria a nossa amizade daqui para frente? Seria a minha masculinidade comprometida depois dessa minha entrega? Levantei-me para tirar o biquíni quando o Hans acordou. Ele levantou-se todo sorridente e deu-me um beijo na testa.

_Bom dia, Bruninha.

Eu fiquei ainda mais embaraçada por ser chamada de Bruna ao invés de Bruno.

_Olha, Hans, não é nada disso que você está pensando. Eu não sou homossexual e não quero mais esse tipo de relação. Eu gosto de mulher, você sabe disso. O Hans alegre e de alto astral perguntou-me.

_Você gosta de vestir esse fio dental?

_Sim, mas eu não sou...

_Eu sei que você não é viado. Já estive em muitas baladas contigo.Além do mais quando você está como Bruna você não é homem e sim mulher, não é?

_Olha Hans eu não sei o que você está pensando, mas...

_ Não tem, mas, mas. Vocês brasileiros são muito preconceituosos e preocupados demais com a masculinidade. Nós escandinavos, bem mais liberais, não temos nenhum problema em curtir os nossos desejos sexuais. Relaxe! Eu gostei bastante e não estou nem aí. Afinal eu te desejei e o você era um homem vestido de mulher, certo? E daí, qual é o problema? Tenho certeza, que a despeito disso tudo, vamos continuar azarando as gatinhas, como dois garanhões que somos. Sabe, acho que somos privilegiados porque além de curtir a mulherada podemos também ter outros tipos de prazeres. Isso é um privilégio e não um problema. Tem muito machão por aí que não consegue nem ter prazer sexual direito com as mulheres. Nós, ao contrário somos afortunados, pois podemos ter mais de um tipo de prazer.

O Hans com aquelas palavras demonstrava uma segurança incrível. Fiquei mais calma e acreditei nele. Ele tinha razão. Eu tenho uma mulher dentro de mim, isso ficou claro, mas era um homem também. O Hans prosseguiu.

_ Além do mais, que legal que isso aconteceu entre a gente, dois amigões do peito, que jamais fariam qualquer coisa que prejudicasse a amizade. Não é melhor assim, que o seu lado mulher e o meu desejo por alguém travestido tenha sido entre nós?

_Sim, você tem razão.

_ Se você acha que eu tenho razão vamos tomar banho juntos, mas como dois homens, sem rolar nada. Depois disso a gente conversa sobre esse assunto novamente.

Fomos juntos para a ducha. O Hans começou a falar sobre outros assuntos sobre a turma do cursinho e do seu stress pré-vestibular e outras amenidades. Eu esqueci o ocorrido e tudo pareceu ter voltado ao normal. Saímos do banheiro e no quarto peguei a minha bermuda e a camiseta para vestir. Foi então que o Hans interveio.

_Olha, como eu te disse, eu gostei muito da Bruna. Eu gostaria muito se ela ficasse até a semana terminar como a minha namorada, em tempo integral ou parcial. Agora é com você. O que você decidir eu vou respeitar, mas pense bem, pois temos uma oportunidade única de explorarmos os nossos desejos sem censura, com privacidade e segurança. A menos que você não confie em mim.

_ Agora vendo como você está tirando de letra essa situação, eu confio ainda mais.

_Ok, eu vou descer então e te esperar para o café. Você vir como Bruna ou Bruno. Vou torcer pela Bruna. Não se preocupe com os criados, pois são discretíssimos e estão acostumados com qualquer tipo de coisa.

Fiquei sozinha pensativa por algum tempo lutando entre o desejo e o medo do desconhecido. Comecei então a analisar todas as roupinhas da irmã do Hans, o mundinho feminino daquele quarto. Comecei a ficar excitada e impulsivamente vesti um biquininho amarelinho, fio dental. Ajeitei o quanto pude a peça de cima do biquíni. Pus uma tiara amarela nos cabelos. Com muito cuidado, passando a gilette, retirei todos os pelos das minhas pernas, bunda e nas axilas. Depois usei e abusei de cremes para amaciar a pele da irmã do Hans. Pintei as unhas dos pés e mãos de vermelho vivo. Acrescentei um batom vermelho forte nos lábios. Acertei as sobrancelhas com lápis e passei sombras nos olhos. Por fim vesti uma canga amarela alaranjada, curtinha e aberta do lado para exibir as minhas pernas depiladas. Um par brincos de pressão de conchinhas, colarzinho de ossinhos de tubarão e pulseiras de argolas de casca de tartaruga, completaram o visual de ratinha de praia. O resultado final, comprovei no espelho, foi fantástico. Nascia ali a Bruna, agora uma mulher decidida e assumida.

O Hans quando me viu descendo a escada, rebolando suavemente, engasgou de susto o café que tomava.

_ Oi amor, demorei muito? Eu sou uma dorminhoca, né, benzinho?

_ Não meu bem, vale a pena esperar por você. Tome logo o seu café para irmos bronzear e marcar esse corpinho de mulherzinha gostosa. Estou doido para passar o bronzeador nessas pernas.

Foi um dia maravilhoso. Eu agia o tempo todo como mulher. Passeamos de mãos dadas. Tomei banho de sol com o biquíni e ganhei as tão invejadas marquinhas no bumbum e nos peitinhos. O Hans me deu um trato de bronzeador que me deixou excitadíssima. Se não fosse o segurança estar na praia eu teria implorado para ser fodida ali mesmo. No mar ele me agarrou e ficamos malhando o tempo todo em beijos e abraços apaixonados. Eu me esqueci completamente da minha masculinidade. Eu era a mulher do Hans, apaixonada e totalmente entregue ao meu homem. Voltamos para areia agora deserta. O Hans me abraçou novamente e trocamos um longo beijo. Ele pegou as minhas mãos e levou até o seu pau duríssimo. Enquanto uma das suas mãos alisava as minhas costas a outra esfregava indecentemente a minha bunda. Quando ele terminou o beijo me deu tapa na bunda - Ai! - tirou o calção e disse:

_Ajoelha e chupa meu cacete sua vagabunda.

Eu mais do que depressa entrei na brincadeira e cai de joelhos. Peguei o seu membro e inicie uma chupetinha bem vagarosa, enfiando e tirando a sua glande na minha boca. Com a outra mão eu ora apertava levemente o seu saco, ora alisava a suas pernas loiras e musculosas. O Hans gemia. Fui aumentando o vaivém, enfiando o seu pau cada vez mais fundo, até que sentindo a iminência do seu gozo, enterrei tudo até a sua glande tocar a minha garganta. Ele urrando gozou. Um gozo longo e farto. Eu estava com a boca cheia da porra do meu homem, quando ele me puxou para um beijo. Juntos, saberemos aquele leite.

O Hans era assim, um doce de homem. Tratava-me como uma princesa, mas quando transávamos, ele era dominador e me fodia como uma puta. Cansada, deitei-me de bruços sobre a toalha com o Hans do meu lado. Ficamos ali deitados. Ele me acariciava, beijava as minhas costas e nuca, passava a mão nas minhas pernas e bunda. Fui ficando excitada e ele já estava duro de novo. Ele tirou com violência o meu biquíni, pós uma toalha dobrada embaixo dos meus quadris e encharcou o meu reguinho com hidratante. Os seus dedos invadiram-me e ele manipulava o meu ânus, alargando as paredes. Ele dizia:

_Vamos relaxa essa boceta, vagabunda.

Um tapa forte nas nádegas me excitou ainda mais. Ai, como eu gosto de apanhar desse homem. Excitadíssima, comecei a suplicar para ser penetrada logo. O Hans ajoelhou-se atrás de mim, abriu as minhas pernas e em seguida puxou para os lados as minhas nádegas me expondo toda para ele. Ele deitou-se sobre mim colocando a cabeça do pau na entrada do meu buraquinho. Ter aquele homem grande, pesado e musculoso deitado sobre mim era um sonho. Ele então de forma autoritária, ordenou.

_Tá gostando, cadela? Pede para eu te meter, pede!

_Ai, amor, mete, mete tudo. Come a sua puta. Sou tua, toda sua. Por favor, mete logo que eu não posso mais viver sem esse caralho dentro de mim.

Ele agarrou as nádegas e iniciou a penetração. Eu empinei os quadris para traz e tentei relaxar ao máximo. Doía, mas à vontade de dar era enorme. Ele foi enfiando e parando para eu ir acostumando. As muitas caipirinhas que tomamos ajudou a minimizar a dor. Logo o seu membro de 20 cm estava todo dentro de mim. O Hans ficou lá um tempão, com o pau enterrado, sem se mover. A única coisa que fazia era manter o seu pau latejando lá dentro, me levando a loucura de tesão. Eu não demorei muito para gozar. Novamente gozei sem tocar no meu membro. Depois do meu gozo ele começou, lentamente o vaivém. Ele metia o seu mastro bem fundo, apertando as suas bolas contra a minha bunda, depois puxava para traz deixando apenas a cabecinha no meu ânus. O meu membro estava encolhidinho, quase sumido, mas assim mesmo gozei de novo, sem ejaculação e sem ereção. Seria um gozo de mulher? Ai, eu era a mulher mais feliz desse mundo. O meu homem era uma máquina de me dar prazer. O vaivém foi se tornando pouco a pouco mais frenético. O Hans entre tapas na minha bunda puxou o meu quadril e eu, submissa, fiquei de quatro. Arrebitei todo o bumbum para traz e ele deu um risinho dominador. Ele enterrava com força, sem dó. Parecia que eu estava sendo atravessada ao meio. Eu gemia baixinho sem parar. Ai, ui, ai.

_Me come toda, sou tua puta, tua mulher.

_Puta, sua puta, galinha...

Ele urrando, enterrou bem fundo e gozou, enquanto ora me batia nas nádegas ora puxava os meus cabelos. Caímos desfalecidos lado a lado sob a toalha. Já era fim de tarde. Eu olhei para ele. Aquele homem lindo de morrer, dormindo lá do meu lado, numa praia só nossa. Eu estava perdidamente apaixonada por ele. Depois de recompostos, levantamos. Ele me beijou na boca suavemente. Eu vesti a minha canga, calcei os meus chinelinhos amarelos, retoquei o batom, escovei e prendi os cabelos com a tiara.O Hans, cavalheiro, pegou as cadeiras de praia e as toalhas. Voltamos para o nosso ninho de amor de mãos dadas sob um céu cor de rosa. Rosa de mulher. Rosa de amor.

Parte III

Foi um fim de tarde maravilhoso. O Sol já se punha num céu sem nuvens. O mar estava calmo, baixo e revestido por uma coloração de prata como um tapete sem fim. Sob aquele céu carmim e aninhados pela suave brisa quente, caminhávamos vagarosamente de mãos dadas como se não quiséssemos nunca chegar. Eu andava sensualmente como uma mulher, balançando as ancas e trocando olhares e sorrisos com o Hans. Sem trocar palavra alguma, o Hans passou o seu braço na minha cintura e apertou-me junto ao seu corpo. Deu-me um beijo suave e longo.

Chegamos a nossa casa. Fui para o banho na suíte da irmã do Hans. Queria privacidade para me produzir. Tirei a canga e o biquíni e me admirei no espelho. As marquinhas me deixavam bem feminina, mesmo nua. Que delícia ver-me mulher no espelho. Eu estava apaixonada e feliz. Estava amando um homem e só queria dar prazer e carinho para ele. Sob o chuveiro só pensava na tarde maravilhosa que passei ao lado do meu homem. Depois, passando creme pelo meu corpo todo, deslizando as mãos pelas coxas e nádegas depiladas eu sorria de alegria. Sou mulher, disse a mim mesma. Neste momento, neste lugar, neste ninho de amor, com este homem, sou mulher, pensei. Eu esqueci totalmente do meu gênero biológico. Escolhi demoradamente a calcinha, uma tanga branca cavada e rendada. Sem sutiã, vesti um top branco bem apertado, ajeitando os meus seios. Uma mini saia pequenérrima rosa e sandálias de tirinhas, brancas e pronto. Escovei bem o cabelo e prendi com um tiara branquinha. O resto foi na maquiagem. Produzi os olhos com rimel e lábios de baton com brilho vermelho desejo. Acertei as sobrancelhas, que ficaram o mais próximo possível do feminino. Os brincos de argolas de pressão e as várias pulseiras de prata, além do colarzinho branco de pérolas, complementaram a gata. As minhas unhas ainda estavam pintadas de vermelho da produção da noite anterior.

Desci para o jantar. A mesa estava posta pelos criados, mas o Hans estava na varando curtindo a noite quente. Abracei-o por traz. Ele se virou e nos beijamos. Ficamos sentados na varanda trocando carícias e risos, esperando pela fome. Jantamos a luz de vela trocando olhares. O Hans perguntava sobre a Bruna. Como se fossemos namorados recentes, ele queria saber sobre os meus gostos e preferências: música, cores, passeios, relacionamento e homens. Eu entrando na brincadeira respondia com desenvoltura. As respostas saiam naturalmente e eram muito diferentes do que o Bruno responderia. O Hans comentou.

_ Você percebe, Bruna, que você realmente está respondendo o que sente. Isso não é brincadeira é o seu eu verdadeiro.

Refleti por um momento e disse:

_ É verdade Hans. Eu gosto realmente de música romântica, de vermelho e rosa, de relacionamentos sinceros, sem jogos, e de homens carinhosos, mas dominadores. Meu deus! Eu gosto de homens.

_ É natural, Bruna. Você é mulher.

Depois do jantar e da conversa voltamos a varanda. Namoramos bastante na rede. Ele me beijava quase tirando-me o fôlego. E eu sentia o seu membro duro como estaca pressionando a minha bunda. Suas mãos percorriam as minhas costas,coxas e nádegas como se as condissessem a muito tempo. Já louca de tesão, pedi que ele me levasse para o quarto. Fomos para o quarta dos seus pais, onde uma enorme cama redonda nos aguardava. O Hans dócil da rede, no quarto tornou-se impetuoso. Beijava-me loucamente. Suas mãos apertavam as minhas nádegas e seus dedos tocavam o meu ânus. Suas chupadas no pescoço e ouvido me derretiam toda. Eu me entregava totalmente a ele. Faria qualquer coisa que esse homem pedisse. Eu beijava o seu peito grande e cabeludo. Agarrava a suas pernas musculosas e viris. Eu era todinha dele e ele sabia disso. Ele de pé, ordenou me que de joelhos no chão o chupasse. Ajoelhei-me e lambi docemente as suas bolas, a parte interna das suas coxas e segurando o saco com uma das mãos enfiei aquele membro dentro da minha boca, lambendo sempre em volta da glange. O gosto e cheiro do macho me embriagava, tornando-me uma fêmea no cio. Agarrei as suas pernas e num vai e vem fundo e ritmado fiz com que ele gozasse abundantemente na minha boca. Eu engolia e lambia cada gota daquele leite do meu macho. Ele então levantou-me e retribuiu com um beijo molhado de língua enquanto suas mãos deslizavam nas minhas costas, nádegas e seus dedos penetravam novamente a minha intimidade. Sua virilidade era impressionante. Seu membro novamente duro como pedra cutucava a minha barriga. Virei-me de costas, então. Adora ser bolinada por traz. Ele beijava o meu pescoço e mordiscava minha nuca com ninguém, enquanto suas mãos percorriam coxas e peito. Ele sussurrava: Vou te comer fundo. Você vai querer ser mulher para sempre, ouviu. Vai sentir-se vazia sem um macho te agarrando e te penetrando. Eu louca de tesão, implorei: Hans, meu amor, me fode. Me fode toda. Quero tua gala bem dentro de mim. Quero ser tua fêmea, tua puta, tua cadelinha no cio. Ele jogou me de bruços sobre a cama e deitou-se. Aquele corpo grande me cobria toda. Ele continuou a chupar a minha nuca e pescoço e a sussurrar baixarias no meu ouvido. Encheu o meu anus de creme hidratante, abriu as minhas nádegas, expondo-me todinha para ele e iniciou a penetração. Com jeito foi entrando. Apesar da dor eu desejava demais ser comida. Quando tudo finalmente estava dentro ele mexia devagar e continuava a chupar, mordiscar e sussurrar no meu ouvido mostrando-me a putinha que eu me tornara. Tesão e amor. É tudo que eu sentia. Eu tremia de tesão e jorrava em gozo. Ele puxou me de quatro e começou a meter e a tirar fundo. Ai, como eu apanhei! Ele adorava bater numa bunda enquanto metia sem dó. Quando gozou, enterrou tão fundo o seu cacete, que quase desfaleci. Gozamos aos gritos. Naquela noite ele ainda me comeu diversas vezes. Praticamente não dormimos. Tornamo-nos definitivamente amantes. Sei que não poderia mais ficar sem esse homem.

No dia de voltarmos o Hans disse que eu podia levar o que quisesse das roupas da sua irmã. Como eu morava sozinha em Sampa, peguei tudo. A Bruna tinha agora um enxoval. Coloquei a roupa de sapo para a viagem de volta, mas por baixo mantive a calcinha. Cueca? Nunca mais usei na vida. Não vou contar aqui o resto da minhas estória com o Hans, pois se por um lado fomos amantes por ano, teve também suas desilusões. Fui uma amante apaixonada e muito feminina e durante o tempo do nosso amor. O meu sapo ficou morto e enterrado, pois eu só queria ser mulher, a fêmea do Hans.

Bruna Lippi - brunalippi@hotmail.com

Amiga Solidária

Sempre tive vontade de me sentir e ser menina, desde o começo da adolescência. Quando fiz 20 anos, fui morar sozinha num apartamento em outra cidade para fazer faculdade. Minha família nunca desconfiou de nada.

Eu sempre via Talita, 22 anos, passando na rua, rumo ao seu trabalho, num salão de beleza próximo de meu apartamento. Era uma menina linda, delicada, e muito sexy, roupas provocantes a não ser por um pequeno detalhe. Tinha nascido homem e, como tal, era uma "menina" muito safadinha. Não escondia de ninguém que era um homem, que gostava de se sentir "mulher". Um belo dia, criei coragem e abordei-a na rua. Ela logo percebeu, pela minha voz tremulada, que eu a admirava e no fundo queria ser como ela.

Convidei-a para ir ao meu apartamento e logo ficamos amigas. Ela se ofereceu pra me ajudar, com dicas de roupas, montagens, e como agir para ser mulher. Deu-me sugestões de como andar, maquiagem, roupas, enfim, tudo o que uma bichinha precisava. Deu-me até uma aula teórica de como satisfazer um macho, e eu, aluna curiosa e aplicada, prestava muita atenção. Fiz minha depilação e procedi a uma montagem junto com minha amiga. Em umas 3 semanas já estava bem caracterizada e ela sempre ia ao meu apartamento para fofocarmos, trocarmos idéias de como ser uma moça.

Eu já tinha comprado várias roupinhas, saias, vestidinhos, sandálias de salto agulha, calcinhas, um arsenal completo. Quando estava em casa, eu vivia de mulher o tempo todo. Andava pra lá e pra cá de salto e fazia tudo em casa como tal. Talita freqüentava minha casa e nos tornamos grandes amigas. Ela sempre me dando dicas e ajudando na difícil arte de ser mulher.

Porém, estava faltando algo. Eu precisava de algo que me fizesse sentir menina por completo. Seria uma boa vara e uma boa chupeta em um macho que soubesse tratar sua bichinha, e me fizesse de sua mulherzinha. Comentando esse assunto com Talita, ela me disse que ia falar com Marcos, um rapaz moreno, forte e viril que era a válvula de escape de Talita quando seu cuzinho piscava. Um rolinho pra todas as horas. Eu topei, meio ressabiada.

Uma semana depois, Talita veio me dizer que Marcos topara em me conhecer e na mesma hora eu tremi nas bases. Eu já era uma bichinha completa, quase uma menina, mas nunca tinha chegado aos finalmente. Marcamos para sexta feira ás 23:00, no meu apartamento. Naquele dia, a minha amiga me ajudou na produção. Tomei um banho de sais perfumados, depilei-me, e passei um talco na entrada do cuzinho. Perto das 21h:00 coloquei uma saia rodada bem curtinha branca, um top azul, sandália de salto agulha, 12 cm, unhas e boca rosa, brincos de argola, uma calcinha fio dental branquinha, uma tiara vermelha na cabeça, fiz a sobrancelha, tudo sob a supervisão da minha orientadora. Ao finaL, eu estava uma perfeita "viadinha" a espera de seu dono. Eu estava linda e sexy. Talita estava orgulhosa, pois tinha uma "amiga" perfeita.

O relógio passava 5 minutos das 23:00 quando marcos chegou. Ficamos nós três conversando uma meia hora pra quebrar o gelo, quando o celular de Talita tocou, e ela "teve" que sair. Ficamos eu e Marcos. Ele me olhava, me elogiava e dizia que Talita tinha falado muito bem de mim. Eu ofereci uma bebida e ele aceitou. Quando me levantei, ele veio por trás de mim e me deu um beijo no pescoço. Nessa hora meu pau já estava duro e eu senti o dele mais duro ainda. Eu me virei e Marcos me agarrou e me beijou fortemente. Primeira vez que beijara um homem. Adorei!! Ele então disse: " A minha mulherzinha disse que você também queria ser menina não? Está precisando levar vara pra virar bichinha totalmente." Ele então tirou o pau pra fora e eu tremendo, não sabia o que fazer. Ele mandou eu me ajoelhar que ele ia me ensinar chupar uma pica.

Ajoelhei e coloquei a cabeça rosada na minha boca vermelha e ele mandou eu relaxar e imaginar que era um pirulito. Eu comecei a chupar e logo parecia que eu tinha nascido pra fazer aquilo. Fiz um boquete lento e suave e ele adorou. Enquanto eu ia e vinha no cacete duro e imenso, ele me chamava de viadinha, bichinha, putinha e cadela. Continuei chupando. Eu estava adorando aquilo. Depois de alguns minutos ele tirou o pau da minha boca e mandou eu colocar a língua pra fora. Eu coloquei, ele segurou minha cabeça e gozou fortemente na minha boca, mandando eu não perder uma gota, o que fiz sem pestanejar. Com a boca melada ele mandou eu chupar novamente, o que fiz de pronto. Ele mandou eu me levantar e eu, ainda meio grogue, estava super feliz.

Foi então que ele, com o pau melado, me apoiou na mesa, eu de salto alto, levantou minha saia, colocou a calcinha de lado e mandou eu empinar a bundinha. Preparei-me pra receber a tora. Ele colocou devagar no meu cuzinho. O pau melado facilitava a entrada. Doeu no começo, mas depois me acostumei e amei a posição de bichinha submissa. Ele me comeu gozou novamente na minha boca. Logo após, disse que ia embora e que se eu não fosse a outra viadinha dele, nunca mais eu ia saborear aquela pica doce.

Desde então ele passou a comer a mim e Talita alternadamente, o que eu e ela adorávamos. Eu e Talita somos grandes amigas, saímos juntas somos confidentes. E foi assim que descobri o prazer de ser menina, a coisa mais deliciosa desse mundo. Levar vara e chupar um grande e delicioso pirulito.

Paula Lex - paolalex_2@hotmail.com

Uma noite muito diferente





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Essa estória que ocorreu comigo foi muito legal, foi um momento muito gostoso e bonito da minha vida. Bem eu moro numa cidade do interior vizinha de Campinas. Um dia estava a tarde a toa em minha casa e resolvi dar uma volta no Shopping Iguatemi em Campinas. Bom era um dia de semana muito ensolarado e bonito. Um amigo meu havia recomendado esse lugar para eu dar umas voltas, me disse que havia mulheres bonitas e disponíveis no meio da semana procurando homens e resolvi então dar uma conferida. Tenho 35 naquela época estava com 33 anos.

Chegando em Campinas fui pegar um ônibus para ir até o shopping, e quando entrei fui passar a roleta e vi um rapaz muito bonito, olhos castanhos redondos, um rosto afeminado, pele bem branquinha, jeito de bem afeminado, nossa gostei demais a hora que vi, esqueci que estava procurando paquerar alguma mulher, nossos olhos se cruzaram, pensei em sentar ao seu lado era minha maior vontade no momento mais não o fiz.

O ônibus parou em seu destino e descemos, pude olhar aquela silhueta sumir a tarde nos corredores do shopping, e pensei nossa se esse rapaz se montasse seria um show, eu já havia saindo com cd bem feminina, gosto muito, minha grande e secreta paixão. Fui dar a volta que eu queria havia algumas mulheres que paquerei, pude reparar também que tive a impressão que vi alguns rapazes que ali certamente procuravam mulheres, mais não virou nada mais valeu o passeio, estava a toa de folga do trabalho.

Sempre conheço cds pelo chat, as vezes no orkut ou no uolk, e uma tarde entrei no chat de Campinas, depois de um mês mais ou menos daquele passeio no shopping, e vi que havia alguém na sala com o nick de cdzinha, e começamos a trocar uma idéia, e trocamos fotos por e-mail, nossa uma loirinha muito linda montada, mas eu pensei, eu já vi esses olhos antes quando vi aquela foto, muito produzida, bonita. Em seguida me ligou no celular, uma pessoa educada um doce de menina ela gostou também da foto que mandei.

Começamos a trocar mensagens todo dia no celular no almoço, na noite, conversávamos sempre ao telefone, uma conversa sadia e legal. Ela queria ser minha esposinha e eu nas mensagens era seu maridão foi tão legal, sempre uma emoção, as vezes no almoço deitava na obra em que trabalhava, trabalho na construção civil, pra descansar um pouco e mandava mensagens e ela sempre me respondia, essa paixão aumentava mais e mais, era tão gostoso ouvir sua voz tão feminina e linda, no escuro do meu quarto deitado na minha cama amava sua voz.

Bom liguei pra ela de madrugada e disse tudo que queria com ela, ela também não se agüentava mais e queria me conhecer eu também. Marcamos então, já fazia umas duas semanas que havíamos nos conhecido virtualmente. Marcamos em uma sexta a noite eu um hotel no centro em Campinas, nossa um hotel muito aconchegante. Cheguei a cidade no centro e liguei pra ela e ela me pediu mais uns 10 minutinhos, entrei em um bar tomei uma coca-cola, não sou bebo bebidas alcoólicas, e fui ao hotel, passei pela recepção e subi. Cheguei ao quarto quando ela abriu a porta pra mim foi uma grande surpresa.

Nossa que loirinha linda e meiga de vestidinho azul, toda produzida, uma pessoa maravilhosa de corpo e alma, não pude resistir nossos lábios se encontraram ali mesmo, acariciei seu corpo de menina, magrinha tão frágil. Ergui ela nos meus braços e nos beijamos gostoso. E ali rolou de tudo aquela noite nosso desejo se concretizou ela queria ser minha esposinha e eu seu maridão naquele momento, passamos aquela noite toda junto depois daquele sexo gostoso ela dormiu abraçadinha comigo, adorei aqueles olhos castanhos e redondos. As luzes da cidade eram tão linda naquela noite estávamos no décimo primeiro andar.

Acordamos pela manhã tomamos um banho e nunca mais vou esquecer aquele sorriso bonito enquanto estava com a toalha cobrindo seu corpo, ela é uma pessoa linda tanto desmontada quanto montada, para mim o que importa é a mulher que existe dentro dela, me arrependo até hoje de não ter entrado na ducha junto com ela. Fomos tomar café no saguão do hotel, lógico ela desmontada, nos pegamos de novo no corredor do hotel e no elevador abraços e beijos gostosos mesmo, aquele abraço me transmitia tanta coisa linda que jamais pensei que poderia ocorrer em minha vida, uma paixão assim diferente.

Bem no saguão do hotel disse para ela que havia visto ela em um ônibus uma tarde indo para o shopping mais de um mês atrás, e ela me confirmou que era ela mesmo, pois ela trabalha em uma loja em um outro shopping em Campinas e era difícil ir ao Iguatemi, mas aquela tarde ela havia ido fazer um teste em uma loja de lá, e me disse que havia alguém interessante no ônibus mas não se lembrava quem era, em uma cidade de dois milhões de habitantes mais ou menos ter ocorrido esse fato foi uma coisa interessante, nossa ficou tudo mais gostoso com essa estória nosso encontro.

Subimos ao quarto depois mais uma pegação gostosa e descemos pra eu pegar o circular que vai pra minha cidade nossa fomos juntos até o ponto, queria abraçar essa pessoa maravilhosa ali no ponto, trocar mais umas caricias, mais não foi assim, ai senti o peso de como deve ser homessexual nesse sociedade, já era umas onze horas da manhã, mas mesmo assim valeu ela com sua presença do meu lado, foi gostoso, depois o ônibus se foi comigo e eu vi sua imagem ficando cada vez menor até sumir.

Bem depois disso nos encontramos mais uma vez mas só trocamos idéias, valeu a pena, hoje somos grandes amigos, valeu a pena ter vivido um momento assim, e ter conhecido uma pessoa tão maravilhosa e ver que vida tem momentos maravilhosos pra se viver. Hoje ela vive com um outro homem assim de disse, mais a paixão ainda resiste. Espero encontrar alguém assim pra eu esquecer ela. Bem esse é meu conto, conheci outras cds também, mais paixão assim não a conheci por isso foi uma noite muito diferente.

gato disponivel - gatodisponivel-35@hotmail.com


O dia em que resolvi furar minhas orelhas

Olá amigas essa história como a de minha iniciação, cujo título é "Minha iniciação não podia ser melhor" é totalmente verídica.
Tudo começou quando estava um dia sozinha em casa vestindo somente um biquíni estilo asa delta amarelo bem bonitinho, com as alças cor de rosa e quando não mais que de repente, aparece minha mãe em casa, e por minha sorte consegui sair correndo para meu quarto e não ser descoberto o meu segredo.

Chegou a noite e minha mãe junto de meu pai começou a dizer que gostariam muito de que eu tivesse nascido uma menininha, eu logo fiquei super animado e achei que seria hora de assumir minha condição perante todos, afinal pensei que iria ter o apoio de todos, e não perdi tempo fui logo imaginando uma forma de surpreender a todos, aquela noite foi sem dúvida alguma, a melhor noite de minha vida, pois pensei que seria a última noite que dormia de menino,  e que a partir dali eu seria para meus pais e para a sociedade uma menina toda meiga e delicada que se chamava Patrícia.

Amanheceu, e quando acordei, já estava sozinho em casa pois todos já tinham ido para seus compromissos, e que a partir dali, meu coração pulava pela boca pensando como seria feliz em ser aquela menininha que sempre sonhei ser.
Comecei a minha transformação indo para o banho e depilando todos os pouquinhos pelos que tinha com 15 anos, passei 1 hora e meia passando cremes,  shampoo, e tudo que uma garota tem direito.

Saí do banho toda cheirosa, coloquei uma calcinha branca bem pequenininha enfiadinha em meu bumbum, e quase gozei só de lembrar que agora em diante sentiria sempre aquela sensação deliciosa que só as mulheres tem este privilégio, depois coloquei uma minissaia jeans bem curtinha com a barra desfiada e uma blusinha de alcinha branca para combinar com minha calcinha que ficava aparecendo as tirinhas do lado, pintei os olhos com rímel, penteei meus cabelos para trás e fiz um rabinho de cavalo que adoro, coloquei dois anéis, uma pulserinha e uma tornozeleira linda tudo combinando, passei um batom bem clarinho, e escolhi uma sandália rasteirinha pois iria andar bastante até meu objetivo que era a farmácia para felizmente realizar um de meus sonhos que era ter as orelhas furadas com dois furinhos cada uma, para usar uma argola e um brilhantinho sempre juntos, acho lindo e muito sexy.

Criei coragem e sai de casa morrendo de medo das pessoas da rua me reconhecerem, antes dos meus pais terem me visto.

Cheguei até a farmácia , escolhi uma farmácia que nunca tinha ido antes, a atendente perguntou assim:

- Olá posso ajudá-la ?

Meu coração bateu a mil de felicidades pois vi que estava convencendo, e respondi que gostaria de furar as orelhas, e que  pretendia fazer dois furos em cada uma, fomos para a sala do fundo e ela disse que não iria doer e realmente a vontade era tanta que não senti nada mesmo, ela colocou em mim dois brinquinhos lindos, um era uma lua prateada e o outro um brilhantinho redondinho, depois que terminou disse que sabia que eu não era mulher que já tinha me visto antes pelo bairro e que tinha muita coragem de me assumir, pois disse que eu fiquei uma menina sexy, e que os outros balconistas da farmácia estavam comentando entre eles, sobre a nova menina do bairro e que sabiam que eu não era mulher e que iriam fazer de tudo para me conquistar, me senti a mais sexy de todas as mulheres dei um beijinho no rosto da atendente paguei pelos brincos e pelos furos, e sai rebolando o máximo que conseguia só para ver a reação dos funcionários.

Quando já estava na metade da esquina um deles, seu nome era Ricardo veio correndo atrás de mim e me perguntou se nós não poderíamos nos conhecer melhor.

Ele era muito lindo e logo respondi que sim, afinal eu estava louca para transar com um homem diferente, pois nessa época só transava com meu primo como disse no conto sobre minha iniciação.

Convidei ele para ir até minha casa que ficava a alguns minutos dali, e que se ele fosse não iria se arrepender, ele me pediu o endereço e disse que iria inventar uma desculpa na farmácia para ir até lá, pois afinal eu ficava a manhã inteira sozinha em casa e não iria ter nenhum perigo.

Cheguei em casa toda feliz pois estava me achando muuuuuiiiitttooo feminina com aquela roupa e as orelhas furadas, eu ficava passando a mão na tarracha que prendia os brincos toda hora , pois não estava acreditando em tudo aquilo.

Passou 20 minutos que eu tinha chego, Ricardo  tocou o interfone apareceu em casa todo suado pois tinha vindo correndo, olhei aquele homem lindo em minha frente e sabia que iria ser maravilhoso se tomássemos um banho juntos para quebrar o gelo inicial, foi o que eu propus a ele e Ricardo imediatamente aceitou, sem vergonha nenhuma foi logo indo para o banheiro dizendo que estava louco de tesão e que desde que eu entrei na farmácia tinha ficado encantado com meu jeito de menina comportada e ao mesmo tempo insinuante, pois disse que viu minha calcinha no momento que sentei de costas para a outra funcionária furar minhas orelhas e que tinha achado linda e gostaria de me ver com outras mais vezes se eu deixasse é claro.

Paramos de nos falar começamos nos olhar quando ele me agarrou e me deu um beijo de língua bem demorado, logo foi se despindo e entrando no chuveiro , era tão gostoso ficar o admirando se lavando que não conseguia imaginar outra coisa a não ser aquele membro delicioso arregaçando meu cuzinho apertadinho.

Ricardo me convidou para tomar banho com ele, e não pensei duas vezes tirei minha blusinha e minha minissaia, fiquei só de calcinha ele abriu a porta do box e me virou de costas na parede e começou a lamber meu cuzinho de maneira tão deliciosa que fiquei excitada e acabei gozando em menos de um minuto, ele achou lindo e disse que seria sua vez, mas que gostaria de me ver de biquíni antes, não pensei duas vezes, me lavei e fui logo para meu quarto e coloquei um verde água bem cavadinho e uma sandália branca e vim ao seu encontro, ele me elogiou muito e disse para relaxar que iria querer gozar muito aquele dia, pediu que fica-se de quatro tirou me biquíni de ladinho lambeu meu cuzinho e já muito excitado começou a dar estocadas maravilhosas gozou muito rápido e pediu que ficasse fazendo desfiles de lingerie pela casa para ele, foi o que fiz e a cada desfile era uma chupada que dava nele e depois de alguns minutos transávamos, e me pedia para cada hora ficar em uma posição diferente, depois de um bom tempo nos despedimos ele foi embora para seu trabalho e eu fiquei em casa ansiosa esperando minha mãe chegar para definitivamente lhe mostrar a filha linda que ela tinha, mais isso é uma outra história que conto mais para frente afinal já me estendi de mais, beijinhos a todas.

Patrícia Sex - patriciasex@ig.com.br


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