Gay

Desejos escondidos e reprimidos 1 e 2

Começarei minha estória informando que usarei nomes fictícios de pessoas e de lugares, de modo a não constranger ninguém..

Quem sou ?

Sou um homem, com idade na faixa de 60 anos, l,71 de altura, 70 kgs, um pouco acima do peso, branco, meio calvo, olhos azuis.

Sou de uma família que teve três filhos, e eu sou o do meio.  Meu pai era uma pessoa que não ligava muito para os filhos, porém para os filhos dos outros, se derretia.  Justiça seja feita: nunca deixamos de comer em casa, nós não andávamos esfarrapados, nem mal vestidos.

Durante a minha infância, tinha meus momentos de folguedos e momentos de estudos.  Adorava ler, por isso gosto de escrever.
Durante o período que estudava no ginasial, escrevi uma peça de teatro “O MANDARIM”, e encenamos a peça na própria escola.  Foi um sucesso!  Encenamos a mesma peça em diversos colégios da localidade.

Passei da infância para a puberdade, período em que começo a me interessar pelo sexo oposto; começo a me envolver com mulheres maduras, inclusive casadas, porém de uma forma diferente.

Elas, sabendo que eu era tímido, e que tal timidez era fruto de uma criação rígida (por incrível que pareça, foram somente sobre mim, tal rigidez), me procuravam para fazer algum serviçinho nas casas delas.

Quando atingi a idade de 21 anos, já trabalhava, e fui procurar um alfaiate, de modo a mandar confeccionar duas calças para mim, visto que eu não usava calças prontas, compradas em casa especializadas.

Em lá chegando, após termos conversado acerca do modelo, e o preço, chegou à hora de tirar as medidas.  Enquanto ele está tirando as medidas, alguém chama pelo nome dele, e ele chega à janela, a fim de atender.  Só que eu estava próximo à janela, e ele, para se achegar, teve que  encostar-se a  mim, notadamente na minha bunda.
Nunca ninguém houvera se encostado de tal forma em mim, o que me deixou trêmulo.  Voltando às medidas, ele notou o meu estado e perguntou-me se eu estava passando mal, pois notara que eu empalidecera.  Quando ele olhou-me para baixo, observou que eu estava de pau duro, e perguntou-me: - você ficou excitado com alguma cousa?  Eu, lògicamente, disse não.  Mas ele muito observador, falou: - cara, eu não estava de pau duro quando se deu o fato.  Mas mesmo assim, você gostou?  Simplesmente, abaixei a cabeça, numa forma de dizer que sim, que gostei.

Eu houvera me distraído e não percebi que ele já terminara de tirar as medidas.  Dirigiu-se à porta de entrada e fechou-a por dentro.  Em seguida dirige-se em minha direção, parando defronte a mim, abre o zíper de suas calças, bota a piroca para fora, pega a minha mão, colocando-a nela, e pede para que eu toque uma punheta nele.

O membro dele deveria medir, mais ou menos, 17x4,5cms, bem duro feito ferro, cabeçorra dilatada e arroxeada.  Segurei-a com receio, pois nunca houvera segurado pica de nenhum homem, sendo esta a primeira vez, e eu pensava com meus botões: (eu sou homem e não viado), mas não largava o cacete do alfaiate.  Comecei a punhetá-lo, quando ele me pediu que ficasse de joelhos.  Após ter me ajoelhado, segurou minha cabeça com sua mão esquerda, e com sua mão direita, dirigiu sua piroca para minha boca, a qual engoliu boca adentro, quando ele começou a fuder minha boca com movimentos de vai e vem, parando logo em seguida com o movimento e pedindo que eu fizesse com a boca e a mão. O que eu atendi prontamente, pois eu estava gostando imensamente da putaria, e o sabor da pica dele era muito saboroso, bem como a secreção quer escorre antes do gozo final, para mim estava sendo um suco natural, e da melhor qualidade.  Em seguida, levantou-me, virando-me de costas para ele, descendo minha cueca, com o intuito de comer o meu cuzinho, que era ainda virgem, não tendo conhecido piroca nenhuma, pediu-me que ficasse ajoelhado sobre o assento da cadeira, o que eu neguei, explicando a ele o que acontecia comigo.  Eu era virgem. 

Então ele falou que iria passar um pouco de vaselina em meu cu e no pau dele, e que quando ele estivesse enfiando o pau dele no meu rabo, se eu sentisse dor, que eu avisasse, pois ele pararia e daria um tempo para tentar de novo.

Passado alguns segundos, tentou novamente, dizendo que o pior é a cabeça, mas depois que ela passasse, o corpo do pau era mais fino e eu não sentiria mais dor.  Mal acabou de falar, deu uma estocada vigorosa e, “creu”. Meteu o caralho de uma só vez, não dando tempo para nada, e o caralho já estava todo atolado em meu cu.

 

 A dor foi tão grande, que eu não me contive, dando um berro bem alto e comecei a xingá-lo de fdp, viado. E toda a sorte de palavrões que eu conhecia.

Ele não ligou e iniciou o entra e sai lentamente, e então eu pude perceber que não doía mais, mas sim dava um prazer enorme, como se fosse uma corrente elétrica percorrendo minha coluna, indo da nuca até o cu e voltando para a nuca.  O ato não levou mais que dois minutos.  Ele logo gozou, enchendo o meu rabo de porra, não dando, pois para sentir prazer.

Indicou-me uma porta que havia na sala, onde ficava o banheiro.  Fui para lá a fim de lavar-me. Ele também foi junto, lavando-se também.
 
Quando fui buscar as calças, o meu prazer foi maior ainda.  Ele nada me cobrou, dizendo que era um presente pelo memorável dia que eu proporcionei a ele.  Não me fiz de rogado.  Ajoelhei-me, abri o zíper de sua calça, abocanhando sua pica com sofreguidão, fazendo que ele gozasse em minha boca, mas sem engolir sua gala, indo cuspi-la no vaso sanitário.

Após esta data, não tive relações com mais nenhum homem,  somente me relacionando com mulheres.

 

Anos mais tarde, casei-me com uma bela mulher.   Ela só gostava da relação tipo papai e mamãe.  Aos poucos fui trabalhando ela e comecei a mamar em sua buceta, o que produzia nela um gozo violento, tanto que ela segurava minha cabeça entre as pernas dela, como que estivesse tentando enfiar minha cabeça em sua buceta,   Era maravilhoso.  

Tentei meter no rabo dela, porém ela não concordava, pois achava que ia dilatar muito o seu cu, e ela tinha medo de ficar com o cu arregaçado.   Não dei trégua e em  certo dia, quando voltávamos de uma festa na casa de uma amiga dela, vínhamos os dois meios chapados.   Nem tomamos banho, indo logo para a cama.  

Foi ai que eu me aproveitei da ocasião e disse para ela que eu iria dar um banho de gato nela, o que ela prontamente aceitou.   Tirou toda sua roupa de dormir e deitou-se de barriga pata cima e eu comecei o banho de sua boca, descendo lentamente pelo seu corpo que tremia tremendamente ao toque de minha língua (não usei as mãos). chegando ao ninho do amor e ali me retive um bom tempo lambendo e bebendo seu gozo que descia feito cachoeira, e eu só bebendo aquela delícia.  Ela gozou umas quatro vezes seguidas e violentamente então a coloquei de bruços e comecei a lamber a parte posterior de suas coxas, subindo em direção de suas nádegas, quando para meu espanto, ela abriu as pernas deixando aparecer aquele buraquinho rosado que eu tanto desejo.  Não deixei barato, enfiei minha língua naquele cuzinho quando ela se estremeceu toda, soltando uns gritinhos de gozo.  Lambi o quanto pude aquele buraquinho, e comecei a subir por suas costas, e eu deitado sobre ela.  Quando meu pau chegou ao rego dela, ela virando a cabeça para mim, disse-me: tire minha virgindade do cu, mas faça isso bem devagar para não doer. Tubo bem filha, caso venha a sentir dor, avise-me que eu paro.  

Lubrifiquei meu pau com vaselina líquida e o cu dela com pomada de xilocaina.  Encostei a cabecinha no buraco e fiz uma leve pressão, quando ela levantou um pouco mais a sua bunda, facilitando a penetração.  Então lhe disse que eu iria tentar três vezes e que na quarta penetraria a cabeça do meu pau.  Talvez ela sentisse um pouco de dor, pois quando a cabeça entra, provoca essa sensação.
Não deu outra.   Quando a cabeça a cabeça a entrou ela gritou: paaarraaaa.  Parei e então falei que o pior já tinha passado, pois o corpo iria entrar mais fácil e ela não iria sentir mais dor.   Gozamos muito naquela noite, como em outras noites também, pois o cu que ela não queria me dar para não ficar arregaçada, agora me dava toda a noite e ainda cavalgava sobre mim, com a rola enterrada em seu rabo......

 

Enviado por desejoso.

                                                       (continua)

Para contato, use:  giancarlomartelli@bol.com.br

 

Solteiro que dá para o casado

Tenho 20 anos, entrei na sala de bate papo de minha cidade, a qual nao irei revelar. Curto mulheres, mas também tinha o desejo de ter a experiencia com homem. logo que entrei na sala, alguem puxou papo comigo, um homem casado 39 anos, ativo, começamos a conversar, logo marcamos um local para se encontrar, eu fui com muito medo, aliás nunca tinha saido com ninguem..

ele chegou encostou o carro e entrei, saimos e eu o conheci, um homem influente na cidade, mas ele nao me conhecia..deixei rolar, fomos para uma rua abandonada proximo a BR, tirei a roupa ele também e eu louco de tesão começei a chupa-lo loucamente, ele gemia de tesão, fomos para trás do carro pelados, eu de costas encostado no carro ele tentou a penetração, mas nao coseguiu, pois era a primeira vez minha, eu o chupei até ele gozar.. e fomos, ele me deixou em um ponto da cidade e foi para casa..em um fim de semana encontrei novamente na sala da bate papo, ele me perguntou se havia gostado da experiencia, e que tinha adorado o meu corpo magrinho, queria um reencontro, topei.. eu louco para sentir um pau em mim..nos encontramos e desta vez fomos para um motel, chegando la, ele tirou a sua roupa e deitou se na cama, tirei logo a minha tmb e cai de boca naquela pica de 18 cm deliciosa, desta vez tinha que haver a penetração, eu alucinado que estava sentei em cima e começei a rebolar nele e nada de entrar, ele me pos de quatro e lambeu meu cuzinho por minutos, eu gritava de tesão, a partir dai fizemos em varias posições, de pé, de ladinho, papai mamãe, fizemos um 69 delicioso..ele voltou a meter em mim..e quando foi gozar pedi que gozasse em meu rosto..foi demais!

desde entao saimos ate hoje umas dez vezes já..é o unico cara que saio aqui na cidade, pois tenho uma namorada, e ele é casado, nos dois somos muitos discretos..mas sempre uma vez por mes marcamos um motelzinho..

 

Sempre esteve ao meu lado...

           Chega a ser incrível, o modo como alguns detalhes passam despercebidos. Desde pequeno sempre tive um melhor amigo, vou chamá-lo aqui de Guilherme, nos dois éramos muito próximos, até porque nossos pais trabalhavam juntos... O Guilherme tinha dois anos a mais que eu. Mais sempre fizemos as mesmas coisas, jogávamos bola, assistíamos desenho, jogávamos vídeo-game em especial jogos de luta, e depois sempre brincávamos de “lutinha” foi uma infância normal, quando entramos pro ensino médio, começamos a estudar na mesma escola, conversávamos sempre, só que era diferente, pois estávamos amadurecendo, assim que passei para o segundo ano, o Guilherme, havia concluído os estudos e entrou para o exercito, ficamos um ano sem nos ver, nesse um ano fiquei perdido na escola, faltava algo e eu não entendia o que era. as garotas que eu adorava beijar e me esfregar já não tinha mais graça, pois meu amigo não estava lá pra contar pra ele, tudo ficou vazio, chato, foi um ano horrível. No outro ano que terminaria o ensino médio, e esperava o Guilherme chegar, mais ele optou por ficar mais um ano servindo o exercito, o pai dele sempre reclamava, dizendo que aquilo só atrasaria a vida dele, que exercito não era pra ele, enfim eu concordava em silencio, no decorrer do ano, comecei a entender o que sentia por ele, eu me descobria homossexual, e já me aceitava assim, mais tudo muito discreto, pois não queria que meu pai descobrisse isso poderia me prejudicar na faculdade, pois ele poderia me deserdar.


         O ano passou, fiz 18 anos, tirei minha habilitação, comprei meu carro, minha vida transcorria bem, havia prestado vestibular com a certeza de ter passado, estava ansioso pra fazer o curso de relações internacionais. Mais algo estava errado, eu ainda continuava virgem, e vivia a pensar que o Guilherme iria me zoar, pois já deveria ter comido todas as garotas que quis... Chegado dezembro, como sempre a ceia de natal era em nossa casa, que era um tanto quanto confortável, La pelas tantas da noite, nossos vizinhos chegam, os pais do Guilherme, eu estava derretido no sofá assistindo uma maratona de family Guy, quando ouço uma voz firme e conhecida, me levantei e fui correndo para sala de estar, meus olhos procuravam e eu torcia para aquela voz ser a do Guilherme, e era ele... Estava diferente. Um olhar diferente, visivelmente mais forte, e estava seco, cheguei com um largo sorriso e recebi apenas um aperto de mão, me deu um frio no estomago, uma sensação me ruim, passados jantar e ceia, já eram mais ou menos umas 4 da manhã, me despedi de todos que ainda estavam animadíssimos e fui me deitar, sem ver o Guilherme, subi as escadas, e entrei no meu quarto. Quando olho pra cama o Guilherme estava deitado de cueca, dormindo pra lá de bêbado, como minha cama era uma king-size me deitei do lado só de cueca também, como ele roncava, eu não conseguia dormir, peguei meus fones de ouvido e ouvia musica até que peguei no sono, no outro dia, ou melhor, no mesmo dia me levantei as 12:00 com um cheiro de comida por toda a casa, minha mãe nem estranhou o fato de eu e o Guilherme termos dormidos juntos, já que somos amigos a anos. Tomei um mega banho e fui pra varanda, onde meu pai e seus amigos jogavam cartas, bebiam e falavam bobeira, fiquei um pouco e fui pra piscina, fiquei de sunga e mergulhei modéstia a parte, eu sou uma delicia, 1,84 altura, 80 kg, branco de cabelos e olhos negros. Tenho traços fortes e queixo quadrado, o que me garante uma cara de macho e me deixa a cima de qualquer suspeita. Passados alguns minutos vem o Guilherme e mergulhou nada eu fico olhando com descrição claro, Ele não trocou sequer uma palavra comigo.

Fiquei confuso, almoçamos a tarde quando todos foram ao rancho do pai do Guilherme pescar e fazer pamonha, nós ficamos, eu porque tinha segunda fase do vestibular e iria estudar e o Guilherme porque detesta fazenda (desde pequeno). Quando já estávamos à só parei de estudar e fui falar com ele, ele estava frio comigo, porque o que eu havia feito. Ele me disse que um dos caras do batalhão contou que havia me beijado, e que só não em comeu porque não quis, fiquei puto com aquilo, eu não acreditava que o único cara que havia beijado, tinha me sacaneado de tal forma, o Guilherme começou a falar que não poderia fazer aquilo com ele, que confiava em mim, quando me aproximei dele no sofá ele me empurrou com tal força que cai no chão sentado, sempre fui muito sentimental, ele toda vida se aproveitou disso, fui pro meu quarto com os olhos lavados pelas lagrimas, depois de alguns minutos ele veio, com ar de quem estava com raiva, eu estava de bruços ele me deu uma sacudida no braço e me virou na cama, o Guilherme tem 1,94 altura, pesa 90 kg, é branco (moreno) queimado de sol, cabelos de um castanho avermelhado, e olhos verdes. Ele tem mais corpo que eu. No que ele me virou na cama, eu fechei os olhos e cobri o rosto pois pensei que ele fosse me bater eu soluçava de tanto chorar, ele puxou meus braços e me olhando nos olhos me beijou, foi fantástico tinha gosto de conquista, nos beijamos por alguns segundos ele me olhou e disse porque ficou com aquele cara, eu sempre estive aqui, aquilo me excitou de uma forma que eu não me entendia, ele me beijava, e percorria toda a minha boca, eu estava rendido aquele momento de clímax, de repente ele começou a puxar meu cabelo, e me falar que se eu olhasse pra outro macho e ele visse ou se ao menos sonhasse que eu estava olhando pra outro cara, ele iria me arrebentar e iria me ensinar a ser macho, que se eu quisesse alguma coisa com outro homem tinha que ser com ele. Aquilo me deixava ótimo, era como se fosse propriedade dele, dito isso comecei a beijá-lo, alisá-lo, mais quando eu tentava conduzir a “dança” ele dava um jeito de me mostrar quem é que estava no comando.


Ficamos nisso mais ou menos uns 40 minutos, entre os beijos e tapas do meu macho senti vontade de gozar umas quatro vezes, ele começou a tirar minha roupa quando em despiu meu pau já estava todo babado, eu estava envergonhado por estar de pau duro, por causa dele, mais ele nem ligava tirou a roupa e pude ver aquele  corpo que eu sempre via mais dessa vez, era diferente, era como se fosse um presente que acabara de ganhar e estava desembrulhando, era meu... Ficou nu, instintivamente, comecei a beijá-lo fui descendo pelo seu peito largo e liso, abdômen, virilha e finalmente seu pau, eu chupava como uma criança chupa um picolé, ou seja, com vontade, ele suspirava, gemia e dava tremidinhas no corpo, chupei muito quando ele ia gozar puxou meu cabelo de novo, e me tirou  o pau da boca, fiquei triste, como um cão que perde o osso, ele me virou de costas me enfiou a língua na minha bunda, eu dei um gritinho baixo, e abafado, ele me deu um tapa na bunda que ardeu, e disse que me ensinaria a ser macho. E me lambia, chupava e sugava a bunda, até que chegou um ponto que eu disse, “me come” ele riu e disse que quando quizesse me comeria, eu era um brinquedo na mão dele, ele ficou brincando com minha bunda e saco por mais alguns minutos até que decidiu me comer, melou minha bunda com KY, vestiu o menino e forçou, ficou mega satisfeito, quando me viu tentar fugir da sua rola, o que confirmava que eu era virgem, ele ficou forçando a entrada por algum tempo ate que a cabeça passou, quando aquele membro me invadiu doeu pacas, eu queria correr, meus olhos estavam lavados de lagrima mais dessa vez de dor, ele me segurou pela cintura e ficou parado até meu corpo se acostumar com o dele, e começou um movimento, que esquentava meu reto, e me deixava de pau muito duro, era gosto eu estava sentindo um prazer louco, comecei a chegar à bunda pra trás, não queria perder aquele membro que estava me completando, estava uma delicia, quando ele começou a bombar rápido, novamente começou a doer, mais a dor estava se misturando com prazer, nem vi quando falei “me fode, acaba comigo, você nem sabe, como eu desejei isso” isso parece ter servido de incentivo pra ele, ele começou um movimento rápido e firme, eu estava perdendo as forças enquanto tentava me equilibra na cama, e ficou nesse movimento uns 20 minutos quando tirou a rola de uma só vez, soltou um urro muito viril e alto, e senti aquele leite se espalhar pelas minhas costas, ele gozou muito e eu gozei sem se quer tocar no meu pau, foi perfeito ele caiu por cima de mim, eu sentia meu cu pulsando, e a respiração dele em cima de mim, ficamos ali juntos, por algum tempo, levantamos tomamos banho juntos, e passamos um final de samana como um casal feliz, mais as vezes ele me dava uns tapas e umas xingadas (confesso que adoro) estamos sempre juntos, para as pessoas como amigos, para nos como amantes, ficamos com gurias de vez em quando, mais somos um do outro e somos mega felizes, nos transamos muito, sempre que possível. Mais esse é assunto pra outro conto.

jsfj1990@hotmail.com

Mecânico perfeito

Oi, meu nome é raoni bueno, moro em betim (RMBH) Minas Gerais.
Tenho 23 anos, 1,76 mts, 63Kg, moreno, cabelo castanho raspado e um pau de 16cm. Nunca sequer beijei um homem mas sempre tive muita curiosidade com seria sair com um cara e foder com ele.
Namoro sério há 3 anos, minha namorada nem sonha com isso, moro sozinho mas é bem difícil dar uma fugida dela. Trabalho em uma empresa e por lá tem um mecânico muito gostoso, o nome dele é Tiago. Era perfeito, +/- 24 anos, 1,75, 75Kg, cabelos negros, mãos grandes e fortes, uma boca linda e avermelhada e dono de uma bunda... capaz de fazer virar a cabeça até de um hétero, linda, redondinha e eu ficava imaginando como ela seria sem aquele macacão. Quando ele passava parecia uma aparição, olhava sempre escondido, pois tinha medo que qualquer pessoa percebesse, pricipalmente ele.
Um dia quando cheguei do serviço, tomei um banho, coloquei uma cueca vemelha e fui deitar mais cedo.

Como não conseguia dormir, resolvi sair pra caminhar um pouco. Já era por volta de 22:30hs e, andando por uma rua deserta, vi um carro abrir a porta como se alguém fosse sair. Quem estava lá dentro parecia não me ver, julguei ser um casal de namorados e eram dois caras, o que estava no banco do carona deu um beijo super molhado na boca do motorista segurando sua coxa com muita vontade. Eu ia passar como se não estivesse vendo nada, mas o carona tomou um susto e sem pensar olhou pro lado, nem acreditei era o Tiago. Se me contassem duvidaria, aquele homem parrudo, jeitão de garotão macho pegando outro cara!?!?
Continuei andando, o carro arrancou forte e passou rápido por mim, quando olho para trás o Tiago estava vindo atrás de mim, parei ele chegou e falou que era pra eu esquecer o que tinha visto, e que jamais contasse pra ninguém, eu perguntei porque faria isso e ele disse que tinha meios pra calar a minha boca. Perguntei: É, como? Como a rua estava muito escura e deserta ele me empurrou contra o muro, debaixo de uma árvore, onde havia um espaço do padrão de energia eletrica e dificilmente nos veriam ali. O cara beijou minha boca e começou a passar a mão sobre minha nuca, costas e peito, segui seu ritmo porém fui logo no seu caralho que cresceu na minha mão, alisei sua pica enquanto ele invadia minha boca com sua língua grossa, ele beijava de um jeito tão gostoso que quase me fazia gozar, o moleque era mais gostoso que pensei. Eu nem sabia o que fazer e a princípio fiquei quieto, ele colocou a mão dentro da minha calça e alisou minha bundinha pequena, a coisa foi só esquentando e quando percebi ele tinha abaixado a calça e estava com seu caralho pra fora, e eu já estava lá com aquele mastro na minha boca, chupando aquele cacete delicioso. Não era o maior pau do mundo mas era o mais gostoso, era grosso, cheiroso, e melado parecia lubrificado. O cara gemia enquanto forçava sua vara na minha boca, parecia transar com ela, e eu chupava com vontade, afinal era o "Tiago" e era a primeira vez que eu sentia uma vara quente e dura na boca. Tiago soltou um gemido muito gostoso, começou a se contorcer e enquanto seu pau aumentava volume e calor, ele começou a depositar seu gozo em minha boca, engoli o que pude e o cara não parava de gozar. Ele me levantou me colocou de costas pra ele, abriu minhas pernas e começou a lamber meu cuzinho virgem. Ah que língua, ele a passava em volta do meu anel e quando menos esperava foi enfiando ela lá dentro. Não aguentei o tesão e gozei forte no muro.
Parecia um sonho... e foi. Acordei melado, suado, morrendo de tesão e com misto de alegria e raiva por ter tido o sonho mais real da minha vida.

Poderia ser realidade. Add no msn, quero um AMIGO pra conversar, contar suas histórias e quem sabe pode rolar uma transa.
MSN: raoni_gp@hotmail.com

 

Kelly Osbourne quer ter um filho com um amigo gay

Depois de ser traída pelo noivo com uma transexual, a cantora Kelly Osbourne revelou que deseja engravidar de seu amigo gay, Nate.

“Nós seríamos pais perfeitos e minha mãe iria adorar”, declarou.

Kelly Osbourne revelou que está “de saco cheio” dos heterossexuais.

Atualmente ela namora Rob Damiani que é garota-propaganda da Material Girl, marca de roupas de Madonna e sua filha Lourdes Maria.

 

 

Família reprova namoro gay e garoto destroi centro

Um adolescente de 17 anos foi detido, na noite ontem (10), após destruir vários vidros do Centro Comunitário do bairro Dom Aquino, em Cuiabá.

De acordo com as informações, o garoto ficou revoltado porque a família descobriu um caso amoroso entre ele e um rapaz de 32 anos, que mora próximo do centro. Revoltado porque a família reprovou o relacionamento, ele tentou destruir o patrimônio público.

"Foi um ataque de fúria, pois destruiu vários vidros e cabe aí um crime de dano ao patrimônio público", explicou um policial que participou da detenção do menino.

Levado para o Cisc do Planalto, o adolescente foi ouvido pelo delegado plantonista e entregue para os pais. O rapaz com o qual tem um caso também esteve na Delegacia.

Assaltante invade lan house

Um homem armado com revólver invadiu uma lan house na Avenida Jurumirim, no bairro Carumbé, em Cuiabá, e rendeu o proprietário e clientes. O ladrão disse que atiraria, caso alguém reagisse.

Ele levou dois celulares e certa quantia em dinheiro e fugiu a pé. O assalto ocorreu ontem (10), por volta das 20h30, quando havia vários clientes no local.

O proprietário do estabelecimento comercial acionou a Polícia Militar, que fez rondas pelas proximidades, mas não localizou o assalto. Existe a suspeita de que o bandido seja de algum bairro próximo.

Policiais do Cisc do Planalto disseram que havia diminuído o número de assalto a esse tipo de estabelecimento comercial, mas, como se trata de prédios sem seguranças, os ladrões aproveitam.

Por outro lado, os policiais explicaram que as lan houses deixam pouco dinheiro no caixa.

 

NOVA ZELÂNDIA: A homossexualidade é natural, diz ancião Maori

Para acabar de vez com as queixas de alguns Maori conservadores e religiosos que defendem que a homossexualidade não existia na Aotearoa / Nova Zelândia antes dos colonizadores, um ancião revela que o amor gay e lésbico sempre foi uma parte inata da vida Maori.

Falando em Maori, Piri Sciascia, que é vice-chanceler (maori), da Victoria University e um respeitado ancião, disse à multidão reunida para a abertura oficial dos segundos Out Games da região Ásia-Pacífico, que o amor e dedicação ao próximo, quer entre homens, quer entre mulheres, e todas as outras variantes pelo meio sempre fizeram parte da vida Maori, desde Rangi - a mãe terra - e Papa - o pai do céu ".
 

 

Piri Sciascia reforçou no seu discurso que a parte mais importante é o "aroha", ou seja o amor. Segundo a organização dos Out Games é importante que todos os que não são Maori também ouçam esta mensagem. A história e tradição Maori não fazem nenhum julgamento de quem alguém deve ou não amar.

Os Maori são o povo nativo da Nova Zelândia conhecidos além das suas muitas tradições guerreiras, pelas visualmente inultrapassáveis tatuagens. Como muitos outros povos nativos, sofreram dramaticamente com a colonização europeia após o século XVIII.

Os Out Games de Wellington 2011 juntam representantes de 26 países em 16 modalidades e acontecem de 12 a 19 de Março. Além de actividades desportivas também há uma conferência de direitos humanos em paralelo e um diversificado programa cultural.

 

Parque do Ibirapuera vira ponto de encontro de tribo "gay nerd"

Uma balada com pista de dança bombando, mas com fliperamas com games como Super Street Fighter 4 por perto. A mistura dos gritinhos da personagem-diva do jogo Chun Li com as batidas marcantes de Lady Gaga é o que faz a cabeça dos queer nerds, como são chamados os rapazes assumidamente homossexuais e assumidamente nerds.

A fim de entender melhor o que pensa e como se comporta essa nova tribo que vem virando moda em São Paulo, o R7 marcou encontro com dez queer nerds. O local escolhido inicialmente seria na rua Frei Caneca, que concentra várias baladas gays. Depois de algumas discussões – e nisso eles são bons -, o local decidido foi o bar Ludus Luderia, que oferece jogos de tabuleiros aos clientes. Alguns deles, bastante nerds. 

Durante duas horas, o R7 conversou com o grupo sobre anime (desenho japonês), balada, tecnologia, relacionamento, games, sexo, internet. No bate-papo ao vivo com a reportagem, eles esclareceram que, embora a forma mais comum de conversa entre a tribo seja pelo computador - como com qualquer nerd que se preze -, o grupo mantêm a amizade também com encontros no mundo real. O queer nerd e colunista da revista Offline Jefferson "PenPen" Melo, 27 anos, explica melhor:

– O que diferencia os queer nerds de outras comunidades é que a gente não é só um nome. Nós efetivamente nos encontramos. A maioria dos usuários adicionam as comunidades só para falar de suas preferências.

No mundo virtual, os contatos são feitos por meio de uma comunidade no Orkut que tem mais de 700 membros. No plano real, a principal reunião do grupo é o chamada picQueernic, um piquenique que acontece sem periodicidade fixa no parque do Ibirapuera. O próximo está previsto para ocorrer neste domingo (13). 

Preconceito

Outra característica do grupo é a propensão, durante as conversas, de que o tema original tome rumos inesperados. No encontro com a reportagem, uma pergunta sobre preconceito acabou passando por vídeos virais de YouTube, pegação entre membros da tribo, RPG (jogo de interpretação de papéis, na sigla em inglês), jogos de tabuleiros e sucção.

O servidor público Bruno Cavalcante, 30 anos, foi um dos poucos que conseguiram tratar sobre o assunto preconceito com o R7 sem se perder muito.

– No momento, ser nerd não é tão preocupante. Ser nerd está na moda. Mas ser gay é uma coisa que sempre foi e sempre vai ser complicado.

Segundo Jefferson, a situação dos queer nerds é ainda mais grave porque há também preconceito dentro da própria comunidade gay. Ele afirma que o grupo não se sente à vontade nem mesmo dentro de baladas conhecidamente gays. O grupo conta que quem é só nerd ou só gay acaba rumando para comunidades específicas.

A origem

A palavra "queer", em inglês, chegou a ser usada como termo pejorativo - era algo como "bicha louca", na gíria norte-americana. Mas com o passar do tempo, o termo foi perdendo o peso e passou a ser aceito. O mesmo aconteceu com a palavra "nerd".

Segundo informações do próprio grupo que conversou com o R7, a comunidade dos queer nerds nasceu em 2005 no Orkut. Desde então, se passaram nove gerações. Metódico, Rafael Abib, 27 anos, o proprietário da comunidade no Orkut, dividiu a história do grupo de acordo com eventos e comportamentos de um determinado período - uma organização inspirada no RPG Vampiro: A Máscara. Cada geração tem um nome. Existe a era Renascentista, da Balbúrdia, Expansionista, entre outras.

A expansão queer nerd já chegou a outros Estados - há comunidades específicas para usuários do Rio de Janeiro e Minas Gerais.

A conversa com os queer nerds terminou com uma sessão de fotos, onde todos se divertiram em fazer poses.

 

Gay é espancado por dançar com homem em boate em Joinvile

Em Joinville, Santa Catarina, o estudante Diego Almeida Nascimento, 19 anos, precisou ser hospitalizado depois de ser espancado dentro de uma boate. O jovem, que é homossexual assumido, foi atacado por três homens quando estava dançando com um outro rapaz.

 

“O segurança chegou para nós e disse: veadinho você não pode dançar assim. Aqui não é um local gay. Então eu pedi para falar com o gerente. Questionei o preconceito e disse que tinha muitos homossexuais ali. Ele mandou os seguranças me colocarem para fora e os três me espancarem”, contou. Segundo testemunhas, policiais militares estavam no local, mas não teriam feito nada para intervir na agressão. O caso está sendo investigado.

 

@com informações de Cena G

 

Trepando com o taxista

Olá boa tarde meu nome é Phellype sou branco, tenho 19 anos, 1,65m, 56 kg, sou de Campos dos Goytacazes - RJ enfim esse é meu primeiro conto.

Tudo começou no sábado de carnaval, eu fui assistir um filme ao cinema estava entediado de ficar em casa sozinho, chovendo muito resolvi deixar a moto em casa e ir de ônibus, fui na ultima sessão.Terminado o filme não tinha mais ônibus, acabei tendo que ir de taxi, dei o sinal pro primeiro taxi, o taxista não parou me deu uma raiva, aí logo atrás veio outro, eu sinalizei ele parou, quando abaixou a janela, era um moreno, mais ou menos 1,75 de altura, olhos verdes, fiquei parado por algum tempo, quando ele me perguntou: vai ?? Ai eu meio que me assustei e disse que iria
Quando entrei no carro, ele perguntou pra onde, eu já pensei besteira, só que falei o destino. Passado certo tempo ele começou a puxar conversa perguntando seu eu não iria viajar, eu respondi que não, pois das ultimas vezes que eu fui pular carnaval eu fiz umas besteirinhas, o safado perguntou que tipo de besteira eu respondi que bebi de mais e fiz besteiras, ele insistiu perguntando que tipo de besteira eu falei nada de mais não. Ele ja virou dizendo: bebia e passava a mão nos “pirus” dos machos? Eu respondi sem pensar, concerteza.
Ele disse: Mas você tem que tomar cuidado nem todo mundo gosta
Eu disse: na verdade acho que todo mundo gosta, uma chupada de homem é melhor do que uma chupada de mulher um homem sabe o que o outro gosta.
Ele disse que eu tinha razão, mas que às vezes tem pessoas que não sabem fazer na encolha. Eu logo disse a ele, tudo tem que ser com sigilo, escondido tudo é mais gostoso (dei uma risadinha safada). Ele disse concerteza. Logo em seguida olhei pras pernas dele percebi o volume na calça que já ficava pequena para aquele pau que forçava pra sair, ele percebeu e disse o engraçado de tudo isso é que essa conversa ta me excitando.
Faltavam umas 3 quadras pra chegar na minha casa eu arrisquei: Vai querer ficar excitado e acabar na punheta ou ta afim de levar uma chupada na encolha ??
Ele sem pensar respondeu que eu teria que ir chupando enquanto ele dirigia, logo pegou um camisinha no porta-luvas do carro e eu comecei a mamar aquele pau de 20 cm, comei a chupar pela cabeça era lindo e grosso, ele começou a socar como se fosse um cú socava com força, eu senti aqueles 20 cms na minha garganta, depois de uns 10 minutos ele perguntou: E se eu quisesse te comer agora? eu fiquei quieto e continuei chupando, pois, o pau dele era maravilhoso e eu já engolia tudo com mais facilidade e ele gemia de tanto tesão, segurou no meu cabelo e perguntou de novo: E se eu quisesse te comer agora?? Eu perguntei onde seria? Ele: você daria esse cuzinho pra mim? eu insisti perguntando onde, ele disse que o local não me importava só disse que queria me comer falei tudo bem continuei chupando ele por mais uns 5 minutos e chegamos no local, era uma rua bem escura onde quase não haviam casas, e as que tinham lá estavam vazias, devido ao feriado de carnaval.
Ele puxou meu cabelo fazendo com que eu parasse de chupar e disse: Vai ter que gemer igual uma putinha. Me jogou no banco de trás, abaixou minha roupa e disse que ia enfiar devagarzinho, colocou aquela cabeça imensa na porta do meu cuzinho que já piscava louco por pica, e socou tudo, mentiroso, dei um gemido de dor e de prazer ao mesmo tempo, ele agarrou no meu cabelo e me deu uns tapinhas na cara dizendo: geme igual puta caralho, eu imediatamente comecei a gemer igual putinha, ele não dava tréguas socava com força sem nenhum lubrificante só um pouco de saliva que ainda tinha restado na camisinha. De repente ele tbm passa pro banco de trás e fica sentado mandando eu cavalgar no pau dele, fiquei naquela posição por uns 15 minutos e ele socando com força parecia insaciável, mandou eu gozar, e já não faltava muito pra eu gozar soltei jatos de porra na minha barriga gozei muito, logo em seguida ele me colocou de 4 outra vez e começou a bombar mais forte que nunca anunciando que ia gozar e eu gemendo loucamente como se fosse uma puta senti uma estocada mais forte e ele anunciou que havia gozado, gozou muito tbm depois fomos conversando, e ele me deixou em casa.
Nossa esse dia foi ótimo, espero pegar mais uns taxistas assim rsrs

Se alguem estiver afim de me add esse é o meu msn: lyh-18@live.com

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luiz phellype

 

Dei pra dois no carnaval

Saudações, amigos!
Obrigado a todos os que leram/lêem meus dois contos anteriores, dos quais recebi ótimas críticas: A Primeira vez que um macho me fudeu e Fudido no loteamento.
Este é meu terceiro conto e, ao contrário dos outros dois nos quais relato minhas duas primeiras vezes, decidi contar a foda maravilhosa que tive há poucas semanas, mais precisamente no dia 06 de março de 2011, carnaval, as 16hrs. Esta foi, também, minha 14° transa e uma das mais espetaculares.
Bem, o que seria de mim sem o bate papo UOL??!! Com esse site consigo fodas incríveis e que qualquer passivo adoraria ter.
Tenho muitos desejos eróticos ocultos e que apenas esperam a chance de se realizarem. Fuder com dois machos tesudos ao mesmo tempo e sentir-me dominado por eles era um desses desejos; nesse carnaval tive a oportunidade e segurei-a firme, da mesma forma com a qual chupei meus dois tesudos.
AO CONTO!
                Por cautela, não direi nomes; mesmo que fictícios.
Desta vez fui pego por dois machos tesudos: um loiro e outro moreno. Machos viris, gostosos e fudedores por natureza.
Eu tenho 1.72m, 60 kg, moreno claro, cabelo liso e curto, pau e 18 cm e bunda redondinha. Ouço tantos elogios da minha bunda que até tenho vontade de comê-la.
O moreno tem 1.70m, 65kg prox., com pleos no peito e parte do abdômen e um pau delicioso de 18 cm. Um macho da cor do pecado com os atributos necessários para proporcionar um tesão inexplicável.
O loiro era uma obra-prima da natureza: um macho viril, sadio, cara de hétero safado, com 1.80m e 78 kg, loiro, forte, malhado, barriga definida e um peitoral apetitoso, 18 cm de puro prazer, acompanhado de um saco grande, entre coxas grossas e musculosas e pernas fortes, ambas levemente peludas. A rola desse puto é grossa, grande e tem uma cabeça rosada e bem maior que o corpo. Tudo isso envolto em pelos dourados.
Como disse no primeiro conto, o carnaval daqui é o 3° maior do NE e nessa época uma boa putaria é algo garantido. Os machos de outras cidades vêm atrás de festas, curtição e sexo e temos o DEVER de dar-lhes o melhor da cidade: uma boa foda.
Conheci o loiro no bate papo no dia 05 de março, à noite. Pensei que não rolaria, pois dei em cima do safado, mas ele alegou estar cansado e disse que não iria sair. Fiquei decepcionado, mas mal sabia eu que seria recompensado posteriormente.
No dia seguinte, por voltas das 13h e 15 min, o loiro entrou no MSN. Sem grandes expectativas apostei em mais uma investida. Só não sabia que ele também estava caçando. Ser persistente tem suas vantagens e uma delas é criar as próprias oportunidades e aproveitá-las; assim o fiz.
Foi aproximadamente 1h de conversa até obter êxito. Queria muito ser fudido pelo meu loiro tesudo e daria tudo por aquela trepada.
Inicialmente, pensei que seríamos apenas nós dois, mas tive a agradável surpresa quando me perguntou se toparia uma suruba. Tive um pouco de medo, mas topei na hora e combinamos que eu levaria um amigo meu, que acabou furando. Todavia, não me arrependo de não tê-lo levado. Sobrou mais pica para mim!
Marcamos em frente a um colégio, às 15:30 hrs. Peguei um moto-táxi e fui ao local. Eles já estavam me esperando. O cara parou a moto um pouco depois do carro deles. O moreno estava dentro do carro e o loiro sentado um pouco distante. Ele era bem gostosinho e sua cara não escondia a vontade que estava para fuder. Fui aproximando-me do carro e não acreditei quando o loiro veio em minha direção. Tinha uma idéia do que me esperava, mas não pensei que o cara fosse daquele jeito. Não agüentei quando vi aquele monumento de homem. Era felicidade demais. Simplesmente arrepiei. Senti calafrios pelo corpo. Meu pau ficou duro feito pedra e só consegui me imaginar sendo dominado na cama por um homem daquele tamanho. O cara exalava um cheiro de macho delicioso. Seus braços eram grandes e as pernas grossas. Ai, mal podia esperar para levar uma surra da pica dele e, de quebra, cair de boca na tora do moreno.
Seguimos para o motel. Durante o trajeto fomos conversando e nos conhecendo.  Ao chegarmos, entramos no quarto e nos acomodamos. Próximo à cabeceira da cama tinha uma mesinha. O moreno tirou o boné e eu tirei meu óculo e colocamos em cima. Ele estava do meu lado e o loiro aproximou-se. Ao vê-los na minha frente caí sentado, mas logo levantei. Não queria perder nada do momento. O moreno tirou a camiseta e começou a passar a mão na minha bunda. O loiro estava perto e também começou a passar a mão em mim. Fiquei de frente para o moreno e ele chupou meu peitoral. Beijei o pescoço e chupei o peito dele e virei para o loiro.
O loiro tirou a camiseta e não pude acreditar quando vi. O cara era espetacular, apetitoso: malhado, definido, peitoral delicioso. Confesso que tremi quando vi. Fiquei arrepiado. Tive vontade de gritar de tanta felicidade. Comê-lo. Arrancar um pedaço dele. Não fiz nada disso. Caí de boca no peito dele e dei uma das melhores chupadas que já tinha feito. Chupei-o com vigor, com vontade, sedento do meu macho. Lambi seu peitoral e desci até a barriga e umbigo. Chupei-o como louco. Ele, por sua vez, surpreendeu-me: beijou meu pescoço, lambeu, deu uma mordidinha na minha orelha e beijou-me intensamente. O cara, além de lindo, sabia e gostava de beijar outro macho. Foram ótimas linguadas e chupadas de lábios. Enquanto beijava-o, massageava seu corpo, tentando explorar todo o prazer que esse puto poderia me proporcionar. Já me sentia dominado por aquele macho que, somente nas preliminares, já me estava proporcionando uma das melhores ficadas que tive.
Durante esse momento, por trás, o moreno me encoxava. O pau duro dele roçava na minha bunda, forçando a entrada, dando-me mais prazer. Com uma das mãos apalpava meu morenão safado e com a outra explorava o corpo e apertava o pau do meu loiro puto. Sentir dois caras me apalpando e abraçando, esfregando seus corpos deliciosos no meu foi uma das melhores coisas que já me aconteceu.
Não me fiz de rogado e abaixei-me para mamá-los. Pela primeira vez tinha uma rola em cada uma das mãos. Aqueles dois cacetes eram deliciosos, grandes, grossos, fartos. Comecei mamando o moreno, que tinha um pau duro, medianamente grosso, e bem gostoso. Babei com vontade e passei para o loiro. Enquanto punhetava o moreno, engoli a pica cabeçuda do loiro puto. Era deliciosa, macia e dura ao mesmo tempo. Minha língua passeava por todo o aquele instrumento, deixando-o todo babado. Chupava a cabeça, lambia, beijava. O corpo do cacete era ótimo: grosso, saboroso, branco. Chupei o saco, engoli-o, babei-o, lambi-o. Mamava aquela tora como um bezerro mama as tetas de sua mãe. Senti-me completo por estar com dois machos cacetudos dando-me um banho de pica.
O loiro, então, foi subindo na cama e eu, sedento de pica, segui-o como um cão busca um osso. Deitado na cama, ele abriu as pernas e pude ver todo o esplendor do seu cacete e saco. Caí de boca com tanto gosto como poucas vezes fiz. Estava chupando-o de quatro e o moreno, por trás de mim, abriu minhas pernas e aplicou uma linguada no meu cu como poucas vezes havia recebido. Ele deixava meu rabo todo babado, ao mesmo tempo em que forçava a entrada com o dedo e a língua. Sentia um arrepio na espinha. Meu corpo tremia. Enquanto mamava o loiro cacetudo, recebia um delicioso cunete de um moreno tesudo.
Senti o momento em que o macho da cor do pecado lubrificou meu rabo. A partir Dalí percebi que estava totalmente, incondicionalmente, dominado por aqueles putos. O moreno começou a forçar a entrada com seu cacete. Empinei minha bunda para recebê-lo. De joelhos, por trás de mim, ele penetrou a cabeça. Senti dor acompanhada de prazer. Abri mais as pernas; ele tirou o pau e voltou a penetrar devagar, mas continuamente. Quando havia entrado mais da metade, segurou-me pela cintura e meteu o resto. Levantei a cabeça e soltei um gemido mais alto. Olhei para ele, ele para mim e começou a bombar. Tudo o que puder fazer foi voltar a chupar o pauzudo do loiro enquanto levava tora do moreno. Meus gemidos eram constantes, involuntários. Adoro ser dominado por um bom ativo e esses dois estavam demais. Não sentia dor, apenas prazer. Ainda não acreditava que estava levando pau no cu, enquanto outro fodia minha boca.
O loiro levantou. Percebi que era a vez dele me dar uma surra de pica. Empinei minha bunda enquanto o moreno metia com força e segurava meu pau. Pedi que parasse, senão gozaria. Ele me forçou a deitar na cama. Deitei-me de bruços e ele meteu ainda mais forte. De repente, saiu de cima e notei que era hora de levar rola do loiro.
O pau dele era maior, mais grosso e mais cabeçudo que o do moreno. Na verdade, era mais cabeçudo que qualquer outra rola que já me tinha fudido. Fiquei um pouco receoso, mas louco para sentir todo aquele mastro arregaçar meu rabinho.
Em pé, do lado da cama, o loiro me puxou e fiquei de 4 na beirada da cama. Ele posicionou o cacete e começou a introduzir. Senti o cabeção abrir ainda mais meu cu, que já estava aberta pela metida anterior. Com um misto de dor e prazer, arrebitei minha buna e ele acomodou o cacetão todo dentro de mim. Vi estrelas nesse momento.
O moreno estava de joelhos na minha frente e puxou minha cabeça pelo cabelo para chupá-lo. O loiro não teve pena do meu rabo e bombava com força, com maestria, gostoso. Seu saco batia na minha bunda, deixando-me mais louco. Era maravilhoso sentir tudo aquilo dentro de mim massageando minha próstata. Na minha frente, o moreno fodia minha boca como se fosse uma buceta. Às vezes seu pau chegava à minha garganta e eu engasgava.
Este com o pau no cu e outro na boca ao mesmo tempo. Era incrível observar a cena no espelho do quarto. Entregue totalmente ao prazer e sendo fudido por aqueles dois machos, não pensava em nada mais. Apenas gemi e rebolava. Rebolei gostoso para meu loiro caralhudo, que estava bombando gostoso meu cu, enquanto seu saco batia na minha bunda. Ele largou meu cu e foi ao banheiro.
Continuei chupando o moreno, que agora, deitado, forçava minha cabeça contra seu pau e fodia minha boca com vontade. O pau dele estava muito babado. Ficamos assim por um tempo, até que o puto gozou na minha boca. Foi o primeiro a fazer isso. Tinha uma gozada forte, farta, cremosa. Acabei engolindo parte e cuspindo a outra. Ele e eu levantamos e fomos ao banheiro. Estava com um pouco engasgado com a gala e precisava cuspir. Ele tomou banho e eu banhei-me um pouco.
Quando saia do banheiro, para minha agradável surpresa, o pauzudo do loiro ainda não havia gozado. Pegou-me e me colocou de frango assado na beira da cama. Levantou minhas pernas com seus braços fortes e deixou meu cu a mercê da sua vara descomunal.
A água havia tirado um pouco da lubrificação, mas não liguei. Foi ainda melhor. O safado posicionou a rola no meu cu e socou. Eu estava literalmente submisso a ele, o que aumentava meu tesão. Levantou minhas pernas e meteu fundo e com vontade. Tudo o que podia fazer era observar sua cara de safado olhando para mim, admirando minha cara de vagabundo que apenas expressava a delícia que era receber a rola dele dentro de mim. Com minhas mãos, massageava seu peitoral, barriga e costas, dando-o ainda mais prazer. Ele, por sua vez, retribuía-me com estocadas fortes e rápidas que me faziam delirar.
Finalmente o gozo do meu macho loiro tesudo veio. Vi sua cara de prazer e senti o cabeção de seu cacete deixar meu pequeno orifício.
Safado como sou, segui-o até o banheiro e ofereci-me para chupá-lo, insaciável que estava por sua pica. Ele prontamente aceitou. Agachei-me e mamei seu cacete com gosto, enquanto ele tomava banho. Era ótimo ouvir os gemidos do safado enquanto eu sugava toda a sua rola e seu saco. Passaria toda a vida chupando ele, mas já estávamos a algum tempo no motel e precisávamos ir embora. Vestimo-nos. Pagamos o motel e saímos. Eles deixaram-me próximo a minha casa e fora curtir a folia.
Depois, fiquei sabendo que tinha sido o primeiro cara que o loiro tinha pego no carnaval.
Essa foi, sem dúvida, uma das melhores fodas que já tive. Embora tenha curtido os dois, não posso esconder minha preferência pelo loiro. O cara é puto demais, perfeito, safado, lindo, gostoso. O tipo de macho ativo para o qual um passivo safado adoraria dar o rabo. Sinceramente, espero poder foder outra vez com ele. Com certeza, serei ainda melhor, mais puto, mais vagabundo. Um objeto para ser usado e abusado em nome do prazer.
Bem, pessoal, fico por aqui. Depois posto mais contos. Espero que tenham curtido este. Aguardo comentários.
Dedico este conto aos meus dois machos e, em especial, ao loiro tesudo, pela foda inesquecível que me proporcionaram.
MSN: gahpassivo@hotmail.com

 

Meu engenheiro pirocudo

Depois de minha primeira e única experiência onde relato o ocorrido, com o título “Um corte especial”, conheci através da Net um engenheiro de Sampa e depois de muitas conversas por e.mail resolvi com muito receio ir ao seu encontro. Aproveitei o carnaval e fui passar o carnavara com ele. Combinamos o encontro em seu escritório já que ele é casado. Tudo que eu procurava. Sério, maduro e discreto. E isto tudo iria comprovar ao vivo. Estar preparado para dar a bunda é só uma questão de admitirmos nossos desejos mais secretos e encontrarmos alguém em quem confiar e liberar nosso lado puta.

Eu ainda não tinha dado  mas sentia que seria naquele início de tarde de sexta-feira que pela primeira vez aos 53 anos eu tomaria no cú. Sabe, há mais de dez anos atrás eu levei minha primeira língua no cú. Estava fazendo um 69 com a piranha da minha mulher e ela me chupou a rosca. Fingi não ter gostado muito, mas foi um prazer inebriante.Doravante passei a colocar a bunda na cara dela e na maioria das vezes ela me comia com a língua. Ficava com o pau quase explodindo de prazer. Aí fudeu tudo. Despertei e passei a navegar em sites gays e a babar com aquelas picas maravilhosas. Passei a aceitar o meu lado fêmea. Foi assim que cheguei ao meu engenheiro pirocudo, depois de mamar o meu barbeiro.  No horário marcado já estava na portaria. Ele chegou um pouco cansado de algumas poucas visitas. Nada muito longe do que imaginei. Subimos e nos trancamos em sua sala. Confesso que estava um pouco tenso e ansioso, mas a pica já estava ficando dura. Sentei na cadeira e ele lentamente se aproximou e ao afasta a cadeira eu já estava com a calça arriada e segurava meu caralho que chamava por ele. Depois de se acomodar entre minhas coxas ele se abaixou e com as duas mãos segurou minha pica como quem segura um doce e passou a língua em toda a extensão Da cabeça até o saco. Me arrepiei todo.É muito gostoso ver um macho chupando meu caralho. De tanto mamar sinto meu gozo chegando.

Gozo e gozo muito. Esporro todo meu leite em sua boca quente que deixa escapar um pouco do mel pelos cantos daquela boca nervosa. A sua surpresa é grande ao perceber como é gostoso um leite direto do boi. Mas e meu engenheiro. Não goza? Me levanto, acabo de tirar suas calças e dentro salta uma cobra de respeito. Abocanho e mamo. Mamo como um neném ávido pela mamadeira, até sentir que ela esta dura e no ponto. Me deito sobre sua mesa e apoio meus pés em seus ombros como uma franguinha e peço. Bota meu coroa, bota toda esta piroca no meu cú e me faz uma vagabunda. Sinto no mesmo instante aquela cabeça vermelha encostar na porta de meu cuzinho ainda com as pregas de fábrica. Penso em recuar mas o tesão é maior e sinto ela passar e todo o resto daquela vara abrindo caminho na minha bunda.. Cara!!! É muito gostoso. A sensação de ser uma mulher e sentir um macho metendo e tirando do meu rabo foi algo indescritível e peço cada vez mais. -Mete tudo, vai, mete gostoso e rasga este cú que é seu. Enfia esta pica até gozar. E ele fez direitinho. Gozou.

Gozou e encheu meu cú de porra. Senti aquele liquido quentinho invadindo minhas entranhas. Ele caiu sobre mim suado e com respiração ofegante ficou com seu rosto colado ao meu. Ficamos ali ainda em cima da mesa abraçados e percebo seu pau devagar amolecendo e se despedindo do meu cú; Voltei ao RJ, mas já sinto saudades daquela piroca.

 Meicoroa98@yahoo.com.br

 

Noivinha desprezada

Há cerca de 06(seis) meses, comecei um namoro virtual , com Antero (nome fictício) com um homem de Belo Horizonte, eu sempre tive tendência feminina, mas nunca assumi, ê este belo homem, um negro de 50 anos, funcionário publico, estilo militarr, na verdade é um homem que dá desejo a qualquer um,conversamos diariamente pelo MSN, ele me manda fotos, de todas as formas, de corpo inteiro, nu, mostrando seu monumental penis, deve ter mais ou menos 22xm x 4,00 cm, ele sempre diz que vai me levar para a cama, fazer de mim sua mulherzinha, vai me dar prazer e que em nosso primeiro encontro será nossas núpcias.Moro no interior e não tenho conseguido encontrar-me com ele, mas o amo loucamente e não vejo a hora de ser possuído por ele, mesmo morrendo de medo principalmente pela grossura de seu cacete.Pois bem muitas vez pelo CAM, ele se desnuda para mim, mostra seu penis e se masturba,oque me deixa louco, pois gostaria de sentir seu penis me adentrando eou chupando-o, muitas vezes choro copiosamente ao ver aquela cena, ele jorrando seu liquido (que deverá ser saboroso), quando com certeza eu poderia estar saboreando seu néctar. È muito difícil nossa situação, a cerca de trreis meses, segundo ele ficamos noivos e iremos nos casar em breve. Há mais ou menos dois meses ele parou de dar noticias, entrei em desespero pois ele é o homem de minha vida, deverá ser ele a ser o primeiro a me penetrar. Com esta situação senti-me deprimido, ate que , certo dia, num supermercado, vi um negro maravilhoso, nossos olhares cruzaram e senti um calafrio, sorrimos e ficamos nisto. No entanto aquilo mexeu comigo, voltei ao supermercado e lá esta ele, nossos olhares novamente cruzaram, e , ele se aproximou e apresentou, como professor aposentado pela Universidade Federal de Uberlãndia, conversamos como bons amigos e eu fiquei pasmo, estava interessado naquela beleza , fui embora e entrei em pânico, pensando estar traindo Antero meu verdadeiro amor, tentei contato com ele e não consegui. Como havia dado meu telefone para Aguinaldo (o professor), ele me ligou, convidando para um lanche, relutei, mas aceitei.

Não falamos nada sore qualquer relação, simplesmente estávamos nos conhecendo. Após uns 04 encontros, ele me convidou para irmos lanchar em sua casa, também relutei mas aceitei, morrendo de medo do que poderia acontecer. Êle morava numa linda casa, com piscina e tudo, convidou-me para sua sala de estar, ficamos conversando ele preparou um lanche. Estava absorto observando alguns quadros, quando ele me abraçpu por trás e começou a fazer-me caricias, e daí ele me beijou avidamente, ao que correspondi, era a primeira vez que beijava um homem, senti enconstando em mim algo duro, afastei-me dele, chorando, disse-lhe que amava outro homem e contei-lhe minha história, ele disse-me tudo bem respeito seus sentimentos, mas se esse cara de BH gostasse de você ele viria vê-lo. Aproximou-se novamente tomou-me em seus braços e nos beijamos, ele tirou seu cacete para fora e disse-me para chupa-lo , o que fiz e adorei o sabor de seu cacete e ainda mais quando ele encheu minha boca daquele liquido viscoso e saboroso, sentime muito bem. Fui embora , no outro dia ele me ligou dizendo carinhosamente que me queria e nos encontramos , nos amassamos , fizemos caricias e chupeio, isto aconteceu mais ou menos durante 15 dias. Ate que certo dia ele pediu para me comer, eu disse ser impossível, pois amava outro homem, e seu cacete era descomunal e que eu não o suportaria. Seu cacete tinha 22cm por 6 cm, parecia uma vasilha de detergente, aargumentei que seria impossível suporta-lo, carinhosamente e com cuidado ele me convenceu a tentar, colocou-me de bruço, passou creme na minha arruela e no seu monstruoso cacete, pos seu cacete na entrada de meu anus e começou a forçar, não entrava e ardia, quando ele forçou mais e aquêle monstro adentrou no meu anus, gritei alucinadamente, ele parou, acho que havia entrado a cabeça, ardia e doía, ele forçava devagar, pedi-lhe para parar, pois não suportava, ele carrinhosamente disse calma, tudo vai dar certo, foi forçando devagar e me penetrava cada mais, eu chorava de tanta dor, rebolava para facilitar e suportar melhor, mas na verdade estava gostanto, apesar da dor, creio que havia entradl uns 15 cms, e não suportando mais de tanta dor, disse-lhe enfia tudo e acaba com isto, ele empurrou tudo, gritei e chorei, não esta suportando tanta dor, quando ele começou um vai e vem, entrei em desespero pois a dor era alucinante, pedi-lhe para parar , ele disse-me agora você não é mais uma NOIVA DESPREZADA, MAS SIM MINHA MULHER, aquele vai e vem ardia meu anus, quando ele tirou tudo e enfiou de novo, eu gritava de prazer e dor, e pedi-lhe tira tudo e Poe de novo, foi uma loucura, ele gozou copiosamente em meu rego, que cheguei achar que ele estava mijando dentro de mim, nuca pensei que alguém poderia ter tanta porrra, fiquei com ele dentro de mim,, ´por mais ou menos mai hora, período em que chorei feito uma adoslecente, seu pinto saiu de dentro de mim, e não sei como cai de boca NÊLE e chupei=o ate gozar novamente. Hoje estamos juntos , moro na casa dele , sou tratado como uma princesa, e o pagamento por isto e deixa-lo fazer amor de duas a trres vezes pó dia, dói muito mas apredendi ama-lo e suporta-lo.
Rute 1945

 

Fiquei com gostinho de quero muito mais

Meu nome e alexandre moro em São Paulo carapicuiba e sou bissexual e tenho 18 anos e sou passivo eu tava em casa num sabado e resolvi ir ate uma lan house chegando eu tava no msn e no bate papo quando entra um rapaz muito lindo e ficou olhando pra mim no começo eu não gostei muito pois não sabia qual a intenção dele mais ele deu uma risadinha muito fofa ele se levantou e saiu eu pensei que ele tinha ido embora mais ai eu também levantei e mudei de computador ele voltou me procurando e olhou de novo pra mim e sorriu novamente ai eu percebi que ali tinha coisa ele sentou no computador que tava atrás de mim e perguntou meu msn eu fiquei com medo mais passei meu msn ai ele começou a teclar comigo mandou um oi eu respondi oi ele falou tudo bem eu falei tudo ai ele perguntou oq eu tava fazendo ali eu respondi que tava conversando com minhas amigas no msn ele perguntou se eu namorava eu disse que não eu comecei a estranhar fiquei com medo das perguntas dele ai ele me elogiou falou que eu era bonito eu falei brigado você também ele me perguntou você curte oq eu respondi depende ele falou curte sai com meninos eu respondi depende ele perguntou depende oq eu falei se forem ativos ele falou você e ativo ou passivo eu falei que era passivo ele perguntou se eu queria conversar la fora eu logo aceitei chegando la fora eu tava tremendo porque nunca fiquei com nenhum menino ele tem 19 anos e e muito lindo começamos a conversar e ele me pediu um beijo fomos num lugar mais escuro com pouco movimento ele me pegou de jeito me agarrou pegou na minha bunda eu pedi pra pegar no penis dele ele deixou detalhe agente tava no meio da rua eu fiquei muito excitado ele querendo me levar pro motel mais eu não tava preparado pra dar fiquei com tanto tesão e ele também me chupando meu pescoço mordendo meus labios ai que delicia nossa eu nunca tinha sentido tanto tesão marcamos de sai pra mim dar pra ele mais nunca mais vi ele eu continuo virgem da budinha ate hoje esperando um gostosao pra tirar o lacre da minha bundinha bom essa e minha historia( meu msn pra contato e alexandremouraforadocerio@hotmail.com)

Homens gostosos ativos de São Paulo de 18 a 30 anos que me quiserem e só pegar esse meu msn estou esperando

 

O carteiro

Tenho 21 anos, sou moreno-claro, tenho 1,75 de altura e peso 60kgs. Sou muito discreto, já namorei inúmeras vezes e talvez por isso nunca e ninguém cogitasse uma suposta tendência homossexual, mas ela existe apesar de quase raramente exercitá-la, porém um caso ou outro surge esporadicamente, por que afinal ninguém é de ferro.
O que vou descreve a seguir ocorreu caso que por acaso ou como alguns queiram definir por ironia do destino. Mas vamos aos fatos estava eu sentado no pátio de casa da minha tia quando do nada surge o tal carteiro, um cara novo aparentando ter no máximo uns 25 anos, branco, louro de olhos verdes e um corpo mais sarado do que o meu, parou em frente ao portão e perguntou por uma tal Evanilse, me aproximei mais pra perto do portão, para visualizar melhor o carteiro, não sou do tipo de cara que se faz de desentendido quando percebe que rolou um clima no ar.
Foi de súbito que ele olhou pra mim meio vermelho e deu um longo sorriso malicioso, dava pra vê que ele estava nervoso procurei administra a situação a mais normal possível, se é que era possível, mas retribuir o sorriso com um outro de mesmo tamanho acompanhado de uma leve piscadela o que lhe desconcertou ainda mais, e dessa vez me deixando envergonhado, mas antes de lhe responder que a tal Evanilse não morava lá eu tentei engatar um papo mais descontraído, pois só agora me dou conta, que para quem estivesse por perto escutando a conversa não entenderia nada, porque a conversa era completamente desconexa uma mistura de fala com gestos discretos.
 Entretanto encerrei a conversa dizendo que não morava nenhuma Evanilse na casa e o vi, indo em direção a casa do vizinho ainda não refeito da paquera.A empregada me pergunta quem era e eu lhe digo que era o carteiro procurando uma Evanilse e para minha surpresa a Evanilse era ela ,conhecida populadamente como Eva.não pensei duas vez e corri para a rua e lá estava o carteiro checando o número da casa novamente ,ele me vi e tornou a ficar vermelho eu ainda estava impactado com o cara,mas falei que era a casa sim, expliquei o ocorrido ele olhou mais ainda  pra mim e riu,eu ri pegando o envelope de sua mão  e sorrindo  perguntei se ele não teria telefone,que abusado eu fui ,todavia ele me deu e falou que estaria num bar depois do expediente,me despedi dizendo que então estava tudo certo.
                Chegando ao tal bar a princípio não o vi e fiquei meio decepcionado, porém ele me viu e veio me conduzir à mesa onde ele estava, sentamos e finalmente nos apresentamos o nome dele era Dmitri e disse o meu Hiero, ele me perguntou o que queria beber falei que um refrigerante e ri ao lembra que eu estava sendo conduzido como uma dama ele voltou com o refrigerante e nós conversamos sobre uma miríade de assuntos o nosso entrosamento foi tão instantâneo como que espontâneo a nossa interação, parecia que nós conhecíamos há muito tempo, até que ele perguntou se eu estava afim de algo a mais, mostrando o volume que se formava em sua calça, que ingênuo claro que sim, talvez fosse ai que eu fiquei mais racional estava com tesão, entretanto as coisas tomaram um rumo do óbvio um caminho da cama para um até nunca mais. Porém estava afim eu fui com ele, ele morava numa vila de quartos de cômodos, ainda no caminho eu vinha refletindo sobre o que ele tinha me dito que veio do interior e passou no concurso dos correios e que ajudava os pais, a vontade de cursa uma universidade etc. um sujeito bem sério e de certos valores. chegamos no quarto e então tomei a iniciativa e beije-o ,de inicio um beijo tímido,para um mais elaborado e selvagem em direção a cama de solteiro,foi um amasso longo e demorado até que nós conseguíssemos nos despir a sensação era como nós fossemos nos fundir ficamos nos esfregando por cima das cuecas até que ele tirou a minha pedi para ele ficasse de pé enquanto eu ajoelhei em sua frente e com muita maestria abaixei lentamente a cueca revelando o cabeça de seu pau até então oculto pra mim,chupei a cabeça rosadinha e a medida que eu ia introduzindo o seu pau em minha boca eu abaixava a sua cueca ele ia a loucura gemia tentava bombar em minha boca mas como era grande o seu pau cerca de uns 20 cm de carne com uma pele tão macia eu de início me engasgava, ele virou, aí eu comecei a passar a mão na bunda dele, e ele gostando, mas logo parei, aí ele começou a me olhar com cara de safado me levantou e segurou um  no meu pau batendo um deliciosa punheta, e logo ele olhou de novo pra mim, entendi tudo e comecei a beijá-lo, ele continuou e a coisa foi esquentando mais e mais, até que ele começou a passar a língua pelo meu corpo até chegar no meu pau,que  já estava pulsando de puro tesão se ajoelhou e me chupou, que chupada!Começou pelo saco depois pela cabeça meu pau mede uns 18 cm e vi desaparece em sua boca que sugava com força que a sucção chegava a doe mais nada insuportável pelo contrário muito prazeroso tentei avisá-lo que eu estava pra gozar mais antes que pudesse lhe dizer, gozei como há muito tempo não tinha gozado jatos e jatos que encheram a boca dele até transborda pelos cantos pensei que o sacana não tivesse gozado e que tinha sido da minha parte egoísta mais ele havia gozado enquanto me chupava,ficamos deitados na cama recobrando energia. até que o um pau deu sinal de vida e ele logo se apresou pra chupa,chupava com mais calma fizemos um 69 gostoso eu por baixo e ele por cima na qual eu lentamente introduzia os dedos no seu cuzinho que piscava freneticamente cada vez que eu metia o dedo ele empinava sua bunda para trás. Depois de brincarmos muito nessa posição chegou à hora da tacada final, ele se deitou em baixo de mim, levantou as pernas e esperou que eu fizesse um delicioso frango assado e assim o fiz, ele me pedia fazia, comecei a brincar na portinha do cuzinho dele, encostava e tirava, encostava e tirava, ele se mexia tentando fazer com meu pau entrasse um pouco mais coloquei a camisinha no meu pau e começamos a brincadeira, chegava à porta e parava, até que num belo momento de tesão e loucura empurrei de uma só vez, o meu pau foi sendo engolindo pelo seu cuzinho, o meu pau latejava de tão duro, ele gemeu chegou até grita mais abafei a sua boca pressionando contra o travesseiro, depois que meu pau entrou e seu cu não esboçava mais resistência foi só alegria, comecei a mexer bem devagar tirando tudo e colocando novamente, de repente ele me pediu pra socar com força e eu comecei, ia e vinha numa força brutal, socando todo meu cacete naquele cuzinho quase virgem, e ele se contorcendo e fazendo carinha de puta pra mim, aquilo me deixava doido, e depois de uns quinze minutos naquele vai e vem delicioso eu disse a ele que iria gozar, e ele já não agüentando mais, disse que ele já estava a ponto de gozar. Então peguei no seu pau e bati um punheta e na hora que ele começou a gozar eu sentindo aquele pau pulsando e gozando ,não resisti e  comecei a gozar também dentro dele  o cu dele contraía e apertava o meu pau massageando deliciosamente fiquei mais um pouco bombando aquele cu até que gozei novamente,parece que foi uma gozada atrás da outra, mas em questão de segundos, foi espetacular!Saímos dali e fomos pro banheiro, tomar um banho pra relaxar.
 
Tomamos um banho e voltamos para o quarto, chegando lá eu troquei de roupa e ele também, mas pra minha surpresa ele não tinha se dado por satisfeito, tirou minha roupa e começamos tudo novamente. meurdris@hotmail.com até mais.

 

A despedida

Havia um tempo que eu não via o Cássio. Conversávamos muito por telefone assuntos profissionais e sobre a gente também. Já era hora de cada um seguir seu rumo e ele precisava de construir sua vida ao lado de uma mulher. Ele já estava noivo e era difícil um afastamento definitivo mesmo porque éramos e somos até hoje grandes amigos. Ele estava na matriz de sua empresa quando decidi largar a consultoria e e aceitar um desafio na cerraira pública da qual eu estava licenciado há algum tempo, seria agora um simples sócio, um simples consultor , foram grandes tempos profissionais aqueles...Era o final do ano de 2004 e fazíamos uma confraternização e também minha despedida em uma pequena recepção para amigos em um restaurante que fica no último andar de um hotel no centro da cidade e foi bacana rever amigos ali. Como de costume permaneci umas duas horas e decidi sair à francesa. Desci até a recepção e pedi um táxi, havia bebido uns dois ou três martinis e depois senti que a vodca não era de qualidade o que me iniciava uma dor de cabeça e não queria dirigir. Me recostei no amplo sofá daquele hall e ao fechar os olhos, percebi que alguém se sentara no outro lado e como não queria falar com ninguém, ali fiquei a pensar...Me veio a lembrança o aroma do perfume que eu usava há anos atrás... O Ópium é uma frangância gostosa... Me lembrei do Cássio... quando eu o conheci eu usava esse perfume que ganhei de uma amiga que me trouxe da Europa pois sabia que eu gostava da marca YSL. Ele passou a gostar tanto que dei meu vidro para ele e passei a usar outro. Uma sensação gostosa me invadiu e me ralaxou e fui despertado pela recepcionista avisando-me da chegada de meu táxi. Ao abrir os olhos uma outra voz imperativa pedia para amesma moça dispensar o táxi dizendo que não seria mais preciso. No outro sofá estava o Cássio. Sorri, me levantei e nos abraçamos, havia muita saudade. Ele me disse que não queria me acordar e ficou ali me olhando... disse também que estava o tempo todo na festa o que eu não acreditei. Ele estava diferente, parecia ter ganhado mais corpo, cabelos curtos e uma barba cerrada o que lhe indicava um ar mais sério. Pensei comigo mesmo: meu trabalho está cumprido! Estou diante de um homem com um futuro pela frente. A consultoria havia valhido a pena minha amizade e meu carinho por ele ainda muito mais. Ele me levou até meu prédio e subimos juntos com ele sempre falando e me ajudando com meus presentes e papéis. Invadiu minha sala e se sentou como de costume e após um tempo disse a ele que pela manhã nos falaríamos com calma e ele me respondeu:

- Claro, vou dormir aqui, então amanhã de manhã, até café a gente toma junto se você quiser...

No fundo ele era o mesmo rapaz, o mesmo homem jovem e impetuoso que havia conhecido pouco mais de um ano atrás. Como eu poderia negar aquela companha de quem eu também sentia saudades... Esqueci do trato que havia feito comigo mesmo de não estar com o Cassio novamente. Ele se sentou ao meu lado e recostou a cabeça no sofá... senti
que ele sabia que estávamos nos momentos finais de nosso envolvimento como homens, como amante um do outro, mas não disse nada... não era hora. Passei a mão naquela barba cerrada e vi o volume que se formava entre suas pernas levantando o tecido leve da calça social. Minha boca estava seca e eu excitado também...Tirei o relógio e pude ver que ele marcava 00:30h. Ele me abraçou e senti aquele corpo quente, gostoso, beijei suas orelhas, sua testa, seu rosto e massageei o meio de suas pernas, fazendo-o apertar na cueca, lentamente tirei sua blusa, seus sapatos, suas meias, desfoguei sua calça, enquanto ele fazia o mesmo comigo... Comecei a me esquivar maliciosamente de sua boca, atiçando nele o jogo da busca, da sedução, da conquista e em um momento ele segurou minha cabeça e be beijou... Foi um beijo molhado, quente, ele salivava segurando minha nuca para que eu não me desvencilhasse de sua boca. Um homem conhece o corpo de outro homem. Me ajoelhei e desci suas calças e vi aqueles pêlos tão intimos e tão suaves... Mordiscava sua cueca deixando o tecido de algodão separar o calor da minha boca da pele de seu membro e acompanhava suas feições que eram trêmulas de prazer, minha boca molhava a sua cueca e ao mesmo tempo eu sentia o cheiro dele, o sal, o suor naquela região tão masculina e agora explorada por mim em todos os sentidos. Nossa sintonia era tamanha que eu sabia o que ele queria com o olhar e retirei sua cueca, mas ainda não coloquei minha boca nele..Ele me confessara que não havia se masturbado esperando esse momento, guardando cada gota para mim. Ele tirou o restante de minhas peças de roupa e passou a beijar carinhosamente meu corpo que se aquecia. Estávamos nos abraçando, nos beijando ele estava trêmulo quando o sentei de pernas abertas e coloquei minha boca quente naquele pau latejante... O Cássio sussurrava e queria liberar o que havia guardado para mim... não deixei que ele o fizesse na minha boca, controlando e fazendo com que ele ficasse ainda mais elétrico. Pedi que ele me abraçasse por trás, senti seu peito colado em minhas costas e ele procurando, duro a minha entrada, me arranhando os ombros com aquela barba máscula e suada sentindo seu hálito quente e me virei facilitando um beijo. Ele me penetrara e iniciara um vai e vem calmo e gostoso... Comecei a falar bobagens para ele, obscenidades que eram nossas e ele aumentava o ritimo das estocadas e eu pedi para ele me dar o tesouro que havia guardado e ele me apertando gozou, gozou muito e eu sentia que ele deslisava em mim com uma facilidade maior. Quando ele foi se retirar, pedi que não, esperei seu coração desacelerar e ele sentindo que eu era dele esperou abraçado a mim... Ficamos assim um tempo no tapete da sala entre almofadas, mal acomodados e satisfeitos. O chamei para o quarto, queria aproveitar o máximo aquela noite. Abri minhas pernas sobre o corpo daquele homem e comecei a beijá-lo, beijei seu dorso, lambi os pêlos de seu peito largo, seus mamilos e desci até seu umbigo fazendo-o endurecer de novo, chupei aquele membro novamente... Não havia pudores entre eu e o Cássio, nos dispunhamos a tudo, me encaixei depois de lado nele e ele batia sua cintura nas minhas costas me apertando, agora ele estava mais quente e mais atirado... destravou a dizer bobagens, bobagens gostosas, excitantes, quentes, coisas que só um homem tem coragem de dizer ao outro num momento desses e ele logo gozou de novo e me punhetou até eu gozar na mão dele ao que ele levou a boca e depois me beijou. Era uma noite especial e eu queria ser dele era o momento dele eu pensava nele o tempo todo. O sêmem do Cássio tinha um cheiro forte e aquilo enebriava o quarto. Passamos um tempo nos acariciando eu o toquei, fazendo-o reacender. Me ajeitei agora de frente, com almofadas nas costas e ele se ajoelhou conduzindo seu caralho até minha entrada, eu estava de frente para meu macho, olhava nos seus olhos e na sua aparência suada, e ele fogoso, me metia agora com força, me segurando, abaixando-se e me beijando com a língua grossa e quente e sem parar, me fudeu assim por uns vinte minutos, diminuindo e aumentando o ritimo.. aprendera a controlar seus instintos, seu gozo... Eu louco de prazer gozei, gozei intensamente abraçado a ele que percebeu sua barriga deslisando com a minha, aumentou a intensidade e me beijando falando nossas bobagens gozou, gozou gorfadas gostosas que eu deixei escorrer pela minha cama e ali adormecemos já quase próximo as seis da manhã, exaustos, naquele cheiro gostoso nosso.

Minha secretária chegou e eu pedi que ela preparasse um café e um almoço que eu pudesse somente terminar o preparo e depois a dispensei. O Cássio acordou de um sono profundo algumas horas depois, tomou um banho e devorou aquele café como um urso voraz. Por um momento me deparei com ele de cueca andando no meu apartamento e o admirei... Sentado ele comentou:

- Percebi quando sua empregada esteve aqui e vc se levantou... Parece que você tem um exército a sua disposição, sempre te servindo no que vc precisa...

Conversamos, rimos bastante, abracei muito aquele corpo gostoso e fui abraçado... Como era gostoso estar com o Cássio. Hoje somos amigos,mas sempre quando nos encontramos eu percebo sua excitação discreta e uma saudade dos tempos que vivemos juntos, naquele relacionamento secreto. Nossa amizade, nossa cumplicidade e nosso crescimento foram intensos.

Acredito que um homem quando se dispõe a estar com o outro como eu estive, precisa pesar o que deseja, o que quer, sem se expor e viver um prazer, um autoconhecimento incrível, onde o sexo o tesão são ingredientes de uma fórmula que somente quem se dispõe a viver descobre o segredo.

Abraços.

kdu65@hotmail.com

 

Outro dia com o engomadinho

Quem leu meu conto anterior ira entender melhor que não leu, leia no site ou envia-me uma mensagem que enviarei o conto (danalmeida@hotmail.com).
O fato é que após a minha primeira transa com o Maurinho o engomadinho do conto anterior não é que realmente na empresa ele se portava de maneira de nada havia acontecido conosco, o que mudou que no acaso encontrávamos no café ou no banheiro o sorriso era mais malicioso. Só que meus pensamento sempre foram livre e ainda os são, eu não pensava em outra coisa senão na transa com o Engomadinho, confesso que transei com uma menina conhecida, mas quando estávamos fazendo sexo anal ou nos beijos eu pensava e via o Maurinho. Até que após uns 20 dias a turma marcou outro Happy Hour na sexta feira, na quinta feira anterior falei com ele se ele ia, ele falou que não ia devido a distancia de sua casa, na hora respondi que o problema estava resolvido que poderia ficar em casa, pois estava sozinho novamente, ele fez um pouco de charme e aceito dizendo pra mim:-
-Olha tem dia que é da caça e não do caçador, a resposta foi instantânea:

-Pra mim tudo bem, quem esta na chuva, tem que se molhar, não é mesmo? Demos risada, mas foi inevitável, fui a banheiro bater uma punheta em sua homenagem.
No boteco novamente estávamos em um grupo menor entre 15 e 18 pessoas, brincadeira foram inevitável, mas devido a distribuição do pessoal, tive somente duas oportunidade com o Engomadinho, foi uma enconchada onde praticamente todos viram e riram pensando na brincadeira e outra foi quando nos encontramos no banheiro, eu estava saindo e ele entrando e ao passar por ele peguei eu sua rola. Mas estava um pouco mais ansioso e acabei bebendo um pouco a mais, ou melhor fiquei realmente alto bêbado. Quando começamos a nos despedir não era muito tarde não, Maurinho falou que iria embora, pois eu não teria condição nenhuma, eu insisti bastante que acabei convencendo (sei que todo bêbado é chato). Ele estava muito puto da vida e me deu a maior bronca, como eu estava bêbado, comecei a rir, e ele ficou puto me dando um tapa na cara. E quis ele levar o carro ele achava que não tinha condições de dirigir. Chegando em casa peguei uma toalha e fui tomar um banho entrei no box, depois de uns 5 minutos entra o Maurinho pelado no banheiro e começa a mijar. Fiquei vendo seu pau em riste e pude observar que o pau dele era bem maior que o meu. Ele notou que eu olhava para o seu pau e perguntou se eu estava achando bonito, mas querendo disfarçar disse que não tava olhando e que não curtia isso. Terminando de mijar o Engomadinho veio até o box falando que queira tomar banho comigo, foi logo entrando. Sem disfarçar minha excitação foi inevitável, meu pau começou a ficar duro e ele logo passou a mão no meu pau e caiu de boca, fiquei louco e me entreguei na hora. Minha putinha estava de volta, e a mamada foi tão gostosa que acabei gozando na boca dele. Saimos do box e fomos para o quarto, onde perdi meu bloqueios e cai de boca em seu pau (deveria ter uns 18cm), que coisa linda, comecei chupando a cabeça que era grande e vermelha, depois o saco e logo estava com ele todo na boca, foi quando sem esperar ele pediu com o jeito mais sinico do mundo para comer meu cú, fiz o real cú doce e ele falou novamente o ditado
-Um dia da caça e outro do caçador, e você falou quem estava na chuva tem que se molhar. Então?

Fiquei de quatro em cima da cama, e ele começou a chupar meu cú, eu gemia de tanto prazer, meu pau tava duríssimo de tesao, logo ele colocou mais saliva no meu cu, e me penetrou, colocou de pouquinho em pouquinho, e logo sentia os pentelhos dele roçando na minha bunda, ele me chamava de machão viadinho e coisas safadas. Neste momento meu tesão explodiu, e eu comecei a rebolar e empurrar minha bunda para trás, a fim de sentir aquele cacete me arrombando. E foi o que aconteceu. Naquele momento descobri que o danado do engomadinho também era um grande comedor, pois começou a mudar de ritmo, e a me colocar nas mais variadas posições, fazendo que me sentisse realmente dominado e possuído.

Quando percebi pelo ritmo acelerado de suas bombadas no meu cu que ele iria gozar, arrebitei ao máximo minha bunda para que ele entrasse bem, e senti seu gozo no fundo do meu reto, levado-me ao delírio. Ele deitou-se sobre minhas costas e ficamos assim por algum tempo, sem nada falar, quando resolvi levantar para ir ao banheiro, e ele veio atrás entrando no chuveiro. Fiquei ali sentado no vaso, olhando seu corpo gostoso, e pensando no que tinha acabado de acontecer e o tesão que ainda estava sentindo, pois eu não havia gozado e resolvi entrar junto no box. Eu o ensaboava seu corpo todo e quando cheguei no pau, me demorei mais fazendo movimentos circulares em volta da glande, que logo começou a dar sinal de vida novamente. Como é bom não beber nada e cai de boca naquele pau, que agora já estava bem duro, e chupei com vontade mesmo ate ele pedir para que eu parasse e levantasse. Me beijando, virou-me de costas e colocando a mão na minha nuca, me forçou para baixo colocando seu pau no meu buraco arrombado e dolorido, entrando de uma só vez e arrancando um grito de dor e tesão misturados na minha garganta. Mas ele estava com tamanho tesão e começou a bombar com tanta força, que precisei me segurar para não bater a cabeça na parede. Apesar de doer muito, aquela fúria tomou conta de mim também, e de repente me vi gozando junto com ele, que mais uma vez derramava seu jato de porra dentro de mim.
Terminamos nosso banho, e voltamos exaustos para a cama, e dormimos até o dia seguinte.

No outro dia quando acordei estava nu com o cú super dolorido. Ele me chamando de viadinho e dizendo que para eu aprender que cú de bêbado não tem dono.
Agora quando nos encontramos no acaso no banheiro ou no café, ele se porta de maneira integra mas seu ar de safado deixa muito claro o que esta pensando.

 

Um corte especial

O que vou relatar agora é a mais alta expressão da verdade, já que esta experiência foi por mim vivida á quatro anos atrás, em 2006. Acostumado a visitar sites eróticos onde lia relatos de contos de sexo entre mulheres e até mesmo homens com homens comecei a fantasiar relações com pessoas do mesmo sexo, o que me deixava com muito tesão, a ponto de ficar de pau duro precisando de tocar uma gostosa punheta.

Mas por nunca ter me envolvido com um homem por menor que fosse o envolvimento, e sendo eu casado e já tendo 50 anos, nunca procurei realizar minhas vontades. Mesmo porque tenho grande preocupação com minha imagem, o que fazia com que me preocupasse em realizar estas fantasias com alguém de muita confiança e discreto. Ou seja, alguém de confiança. Alguém que não conhecia, até que um dia, sem procurar aconteceu.
Já por hábito eu costumava cortar o cabelo perto de minha casa com um profissional com quem mantinha um bom relacionamento. Um homem pouco mais velho que eu. Acredito ter ele em torno de 56 anos. Estatura mediana, nem gordo nem magro, sério, sigiloso e de total confiança. Acostumado a chegar na sua casa por volta das 9 horas, neste dia não foi diferente. Cheguei cedo e a sala de sua casa, onde funciona a barbearia estava vazia. Mas nem por longe me passava pela cabeça o que aconteceria.

Assim que me sentei na cadeira e combinamos o corte ele veio com uma conversa mais do que estranha que me deixou gelado. Disse não saber o que estava acontecendo com ele e que por qualquer razão ficava de pau duro, precisando de tocar uma punhetinha. Ele costuma gaguejar mas naquele momento falou sem pestanejar.E foi aí que lhe recomendei.
- Porque você não toca uma punheta?
Talvez por confiar em mim, de pronto ele foi até a porta e a trancou. Ao voltar, diante de mim botou sua piroca para fora. Quando vi aquela cobra enorme, grande e grossa, com a cabeça vermelha e completamente dura, engoli em seco. Era um pau pra não botar defeito. QUE PIROCA. Minha vontade foi de chupar aquele pirocão todinho, e muito sem coragem perguntei.
-Posso pegar?
Prontamente ele respondeu que sim.

E naquele momento, pela primeira vez eu pegava um pau que não fosse o meu. Que sensação gostosa ter aquele pau duro em minha mão. Me subiu de imediato um tesão incontrolável misturado com medo e inexperiência. Foi quando ele me levou para a sala de sua casa e fechou as cortinas das janelas. Tiramos nossas calças e já estávamos com nossas picas duras e ele deitou-se no sofá. Pena que por medo e falta de experiência eu segurei seu pau e comecei a punhetá-lo totalmente sem jeito. Aquele cheiro de pica me deixava louco. Mas também queria sentir ele também me chupando. De imediato pulei no sofá de joelhos na altura de seu pescoço e coloquei meu pau duro em sua boca. Que prazer ao senti meu pau entrando e saindo de sua boca. Já sentindo até vontade de gozar, mas querendo prolongar aquele momento saí de cima dele e de joelhos coloquei todo seu pau na minha boca. Foi muito gostoso sentir aquela pica grande e grossa em minha boca. Mas eu estava tão nervoso que acho que acabei apertando muito seu pau com minha boca.

Depois de chuparmos um o pau do outro, eu o masturbei e em seguida já de pé e ele sentado gozei toda minha porra em sua mão.
De lá para cá tenho tentado repetir tudo novamente, mas ele se esquiva. Acredito que ele esteja confundindo religião com relação, e eu sinceramente acredito que diante de tanta maldade no mundo, Deus não esta preocupado em condenar dois homens honestos para com seus semelhantes só por se relacionarem, sem contar que podíamos já que somos praticamente sozinhos, sermos muito mais amigos e mantermos nosso segredo já que confio nele. Mas eu continuarei tentando. Quem sabe não chuparei aquela pica novamente, e desta vez com mais calma sentir o gosto daquele leitinho.

Obs: Desejo que apareça meu e.mai: paulocesarcruz98@yahoo.com.br

 

1/4 de pensão

Olá a todos , vou contar meu primeiro conto nesse sait , espero que vocês gostam e prometo sempre melhorar!
Sou Fabricio tenho 21 anos , gordinho (não obeso), 1:77 altura, 85 kg , bundinha bem impinada , um pêneis de 17 cm.
Quando eu era bem boemio , eu vivia numa rua que era aqui chamada de rua da zona,(antiganmente é claro) !
Nesses dias estava bem bebado , já era umas três da matina.
Um rapaz me chama pra conversar. Sento e bebo junto com ele.
Conversamos de tudo , mais ele começa a perguntar coisas indecentes. Foi me dando um tesão grande e um suor muito forte.
Sentei mais perto dele , ele pega minha mão e coloca em seu volume. Nossa era enorme ! Tinha uns 22 cm.
O nome dele era Rony , tinha 26 anos era moreno , alto , magro , mais bem cacetudo!
Rony me chama pra um lugar mais discreto , não podia negar e fui.
Chegando perto da pensão peguei a chave e fui na frente , em qundo Rony pagava .
Tirei minha roupa e entrei no chuveiro .
Ouço a porta abrir do banheiro e era ele e um amigo dele o Paulista.
Paulista era magro , moreno, olhos bem negros de devorador, boca muito bonita1
Eles estavam pelados com cacetão a mostra Rony entra no chuveiro e beija eu por trás da orelha, e desce até nas costas até chegar em meu cuzinho. Paulista beija minha boca , nossa ele tinha uma boca maravilhosa!
Pulista me abaixa e chupo seu pau , não era grande mais grosso e cabeçudo . Chupava e ouvia paulista gemer de prazer .
Rony pegava meu cuzinho e chupava , batia , eu sentia prazer naquiulo .
A pica de Paulista ia em minha boca e ele batia seu pau em minha cara.
Paulista tira e vai por trás do meu cú enfia de vagarzinho até entrar tudo.
Penetra aquele pau no meu cu e bomba . Rony pegava sua pica grande enfiava em minha garganta . Sentia dor e prazer nos dois buracos.
Rony poem eu de ladinho e Paulista beija a minha boca quando prepara a posição.
Rony enfia no meu cuzinho e beija minha orelha e meu pescoço. Paulista pega seu pau e bate na minha cara como se eu fosse mulher de malandro. Gritava e o quarto tomava ar de prazeres!
Pulista deita e eu cavalgo no pau dele. Rony prepara pra um Dp .
Sento no pau de Paulista e Rony vem por trás e mete no meu cu ,junto com Pualista.
Sinto uma dor , mais logo um prazer duplo ! Nós rebolamos até eu bate uma e gozar em cima de Paulista.
Nós saimos da posição e Eles batem uma punheta e gozam juntos em minha cara.
Beijei os dois e ficamos até o sol raiar.
Quem quiser falar comigo garoto_xy@hotmail.com

 

Minha historia de intercâmbio

Bom o que eu vou relatar aconteceu comigo realmente, primeiro vou me apresentar como Junior, hoje tenho 25anos, mais quando ocorreu o fato eu tinha 19anos de idade, sou filho de um tradicional pecuarista goiano, quando me formei no ensino médio, meus pais me mandaram estudar fora, fiz uma espécie de intercambio em West Palm Beach no estado da Florida-USA.

Eu nunca quiz ficar lá, mais como năo se pode contrariar meu pai eu fui, eu mora só em um apartamento, até que um belo dia estava eu na Person-School, que é uma escola de Design que eu havia me matriculado quando um dos professores nos apresenta um homem, que nos propunha entrar em um programa de “adoçăo” voce se candidata á receber um intercambista na sua casa ele pode ser de qualque nacionalidade pelo prazo de seis meses, sendo que esse prazo pode ser reduzido ou almentado dependendo da vontade da pessoa que sede a casa, eu como morava só e tava louco pra ter alguem pra dividir minhas despesas ja que queria mais grana pra gastar me cadastrei no programa. Até ai Ok. Tinha ate me esquecido pois haviam passado seis meses, até que o telefone toca era o Paul, o agenciador do intercambio me perguntando seu eu poderia buscar o aluno no aeroporto, disse que sim (pois já tinha me estabelecido no pais, ja havia nove meses que estava lá, e ja tinha habilitaçăo) ele me passou nome e nacionalidade e lá fui eu, com a ideia que seria dificil aturar mais um adolecente em casa, já que eu era um.

Fui até o aeroporto Palm Beach International Airport, esperei mais ou menos uns 40 minutos até que o vôo foi anunciado, me dirigi ao portão de desembarque e eis que me surge um homem mega lindo, até então nunca havia sentido atração por homens mais esse estava mexendo comigo, ele tinha uma plaqueta com meu nome, quando me apresentei o susto dele foi maior que o meu, pois deveria ter pensado que eu era uma pessoa já mais velha, barbuda, gorda, e com família enorme ( modelo tradicional ) o cumprimentei e fomos para o A.P . chegamos lá mostrei o quarto pra ele, todas as locações enfim apresentei o lugar ( ele era uma russo lindo de mais, tinha cabelos ruivos, quase castanhos, sobrancelhas em mesmo tom, olhos azuis, não era forte, mais tinha porte pois era alto, mais ou menos 1,93 alt e 86 Kg. E eu branco, cabelo negro meio curto, olhos castanhos claros, 1,70 alt, e 66 Kg, ou seja eu era Mignom perto dele, conversamos uma meia hora ele falava bem o idioma, mais tinha sotaque o que o deixava ainda mais sexy, sua língua dava umas travadinhas o que eu achava lindo, quando ele me disse que tinha 26anos não acreditava, enfim ele havia ido para fazer um programa de trainne em uma industria e trabalhava mais a noite, então eu raramente o via nos não tínhamos problemas um com outro ele ficava responsável por algumas despesas e eu outras. Passados 8 meses desde que ele estava comigo, eu já havia prorrogado o contrato por mais um ano, pois Ele me disse que era o perido de contrato de trainne dele, eu chego em casa numa sexta feira 18:30 da tarde, ele estava em casa, passei pro meu quarto tomei banho, mudei de Roupa e desci, quando passo pela sala ele estava deitado a TV ligada e ele estava tremendo e suando muito, fiquei desesperado eu falava com ele e, ele apenas chorava me olhando, fiquei penalizado meu coração doía de vê-lo daquela forma, na maior dificuldade o coloquei no carro e fomos ao hospital St. Marys Medical Center, chegamos lá pedi para que o atende-se pois ele estava muito mal. Como é um hospital particular eu tive que bancar a internação dele, ele ficou dois dias internado e eu ao seu lado sempre, não sei o que sentia por ele mais era forte, não era nada sexual ia muito alem disso...

Quando saímos dela e voltamos pra casa, ele estava fraco, seu problema era uma infecção alimentar, a figura dele estava debilitada, o que me deixava ainda mais empenhado em cuidar dele, não sei se por sorte ou destino, estávamos entrando no verão minhas aulas tinham terminado e ele estava de férias, fiquei o tempo todo com ele, fazia pratos conforme o medico havia pedido, comprei livros de receita, limpava todo o A.P, pra evitar poeira já que a resistência dele estava baixa, eu estava começando a perceber que eu simplesmente amava ele um dia de manhã me levantei e ele havia dormido na sala, quando perguntei por que, ele me disse que seu ar-condicionado havia queimado, já a algum tempo e que não iria me incomodar com isso pois eu já fazia muito por ele, não sei mais vê-lo na sala deitado suado, mesmo com a janela aberta, vê-lo fragilizado fez meu olhos encherem de água, ele quando notou me abraçou forte, me envolvendo em seus braços, eu disse que se quisesse poderia dormir no meu quarto já que mandaríamos arrumar seu ar, ele não respondeu o dia correu normal, assistimos filme, comemos, jogamos X-Box, eu dei muita risada ele nem tanto (ele estava perdendo), quando fui dormir vesti meu short’ (pijama) e deitei, passado uns 10 minutos ele bate minha porta perguntando se ainda poderia dormir lá eu disse que sim, ele já ia se ajeitando no chão, quando eu disse que de jeito algum ele dormiria no chão que era pra dormir comigo, daí ele veio me falar que da onde ele vem homens não dormem juntos, e que nós parecíamos um casal e que se dormíssemos juntos confundiria a cabeça dele, enfim falou uma missa... Resumo entrou em um ouvido e saiu no outro, fiz sinal com a mão e ele se deitou do meu lado, a cama era grande eu confesso que não dormi aquela noite, pensando algumas promiscuidades, de manhã eu levantei tomei banho (o que ele achava estranhos, os meus três, quatro banhos diários) voltei de toalha pro quarto e fui trocar de roupa ele acorda e me vê nu de costas pra ele, não disse nada, pelo espelho do closed eu via ele olhando, sinceramente minha bunda é linda, eu me sentia estranho por seduzir alguém daquela forma...

Encurtando depois disso as coisas mudaram, ele já fazia piadinhas comigo, me abraçava, estava em clima de recém casados, eu ficava pensando isso mudou só porque ele me viu nu ? Se soubesse disso só andaria pelado em casa, pois bem próximo ao Mardi Gras (O carnaval americano) era fato que passaríamos juntos, ele nunca mandava o ar-condicionado pro conserto, acho que tava curtindo dormir comigo, no sábado acordei com ele me olhando, ele disse que se eu tivesse paciência ele me faria muito feliz, fiquei com o coração na boca, eu tremia na cama, não acreditava no que ouvia na hora deu um sorriso gigante, ele também sorriu, nessa hora o abracei, me levantei de PD (pau duro) e fui correndo tomar banho, tava muito feliz, quando olho pra trás ele ta entrando no banheiro nu, quando olhei para sua virilha ele já tava excitado era um cacete lindo, não muito grande, mais ou menos 16,5 cm mais muito grossa, uma cabeça rosa, sem nenhuma veia saltada ele entrou no Box, e me beijou cheguei a desequilibrar, nem sabia o que tava fazendo, só pensava que homem era aquele que estava se mostrando a mim aonde ele estava, ele tinha uma língua enorme, me abraça me aconchegando nos seus braços, seu pau pressionando meu abdômen, ele ficou me beijando mais ou menos, meia hora, pra mim o mundo poderia acabar lá fora eu estava no céu, quando ele parou de me beija e me disse olhando nos meus olhos (Suck-me) com aquela voz grossa e aquele sotaque, meus lábios se umedeceram automaticamente, eu apesar de ser a primeira, parecia que eu já nasci fazendo isso, chupava com muita vontade, e sentia sua respiração ofegante, ele gemia muito baixinho, e de forma gostosa, o que me deixava muito exitado, chupei muito com minha mão em seus testículos quando senti eles se contraindo e vi que ele iria gozar então parei, ele me puxou pelo queixo eu fiquei na ponta dos pés, ele me beijo de novo, e perguntou se poderia me comer, fiquei com vergonha de falar, então só acenei de forma positiva com a cabeça, ele sorriu, desligou o chuveiro me pegou no colo e fomos pra cama, pingando água no piso, me jogou na cama de costas, meu coração batia muito rápido, quando senti a língua dele na minha bunda, meu corpo estremeceu, chegou a me faltar o ar era muito bom aquilo, ele molha minha bunda, sem cuspir só lambendo, derrepente sinto uma pressa eras seu polegar doía um pouco mais me mantive firme, ele com dedo dentro passava a língua, meu pau ficava babando, ficamos nisso uns dez minutos, quando ele me vira de frente pra ele e em frango assado, ele passa gel no pau, e começa a forçar, não vou mentir doeu muito pois o membro que estava me invadindo era muito grosso, mais seu olhar de confiança me fez ir até o fim, quando senti suas coxas encostarem nas minhas nadegas ele parou um pouco e depois começou a bombar devagar (Obs: ele tava de camisinha) e foi acelerando conforme acelerava meu corpo esquentava parecia que estava me queimando por dentro, mais era muito gostoso que pedia pra ele não parar, não queria que ele saísse de dentro de mim, depois me fudeu de lado me segurando pela perna, ele não gozava, eu já estava ficando mole, quando ele me pois de quatro e me pegou pela cintura bombando bem forte e urrando na minha nuca, não agüentei gozei muito e sem tocar no meu pau, ele ainda bombou mais uns 5 minutos tirou o pau de mim, senti um mega vazio no corpo, ele me virou pra vê-lo gozando ele não quis gozar em mim, pois achava desrespeitoso, achei muito fofo.

Ele gozava e urrava, de forma muito máscula, terminamos tomamos banho, e continuamos nossa vida, ainda estamos juntos e hoje moramos em Goiás, ele trabalha em uma das unidades da multinacional onde era Trainne, e eu abri tenho minha própria marca de roupas, a cada dia sou mais feliz com meu primeiro e único homem.

Joemir Franco

 


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