Uma noite de puta em Coimbra

Eu tinha nessa noite aprazado para a uma da manhã um encontro com um dos meus habituais clientes. Rui o meu namoradinho de pilinha curta e hoje meu marido com vocação de corno manso, ficava sempre muito excitado quando me sabia ou me via fodendo com clientes ao ponto de molhar as cuecas, até porque os favores que eu disponibilizava aos outros poucas vezes lhos dava a ele, e nessa noite não foi excepção. Apesar das curtas dimensões o seu pendente teimava em permanecer incontrolado por sobre o fecho das calças, obrigando-o a puxar o mais possível o casaco a fim de procurar cobrir a zona pélvica, e estava farto de me pedir que fossemos ao menos até ao Jardim da Sereia e lhe tocasse uma punheta ou o deixasse aliviar-se nas minhas mamas pois os seus tomates dizia, iam rebentar só de imaginar-me dando para outro dali a poucas horas a troco de duas boas notas de mil. Rui já não despejava há mais de 15 dias mas mesmo assim neguei sua pretensão. Como sempre adorei humilhá-lo, e porque fazê-lo sempre foi para mim o melhor afrodisíaco antes de me entregar a outros homens, em especial na época em que o fazia por dinheiro, como ainda não eram dez e meia da noite e tinha de matar tempo pois não me apetecia tentar outro engate tratei de o conduzir ao Café A.., mesmo no centro de Coimbra. O café estava pouco frequentado, três ou quatro mesas apenas ocupadas mas numa delas achava-se a Tita, aluna universitária como eu e igualmente como eu deitando mão do mesmo recurso de alugar o corpo como meio de ganhar a vida. Ela estava com o namorado Pedro que tal como o Rui aceitava bem a profissão da namorada.

Beijámo-nos e sentámo-nos na mesma mesa. A Tita acabara de transar com um cliente e viera encontrar-se ali com o Pedro. Sem papas na língua dizia ter ainda a calcinha ensopada com a langonha da última foda pois estávamos nos anos 80 e em Portugal mesmo no mundo da prostituição a camisinha ainda não entrara muito. Eu comentei que tinha uma queca marcada para a uma da manhã com F... A nossa conversa excitou mais meu meia pila levando-o a esfregar sua perna na minha perna nua, por baixo da mesa. Seu caralhinho estava agora enchumadíssimo como eu dando-lhe uma olhadela logo vi. Não me admirava nada que dali a instantes o fecho das calças rebentasse e uma chuva de esporra quentinha jorrasse daquela cabecinha pequenina, não circuncidada. Pedro aceitava que a Tita fosse puta para custear os estudos mas não se excitava com isso, mas como a tara do meu machinho fosse de todos eles conhecida, bem como o pouco tamanho do seu pilau, e como me queria igualmente excitar ao máximo antes de me entregar ao cliente dessa noite, não me contive que não chamasse a atenção dos dois para o estado que a nossa conversa estava provocando nele:

- Caramba Rui, basta-te saber que estou esperando cliente para me montar e já não consegues conter o caralho dentro das calças. Por isso é que andas sempre com as cuecas molhadas de leitinho.

A Tita e o Pedro riram-se fazendo o Rui corar e a cruzar as pernas, dizendo que andava com o caralho pingando constantemente por eu ser uma puta mais interessada em satisfazer os outros por dinheiro do que a ele por amor. Respondi-lhe que não podendo desperdiçar as energias com todos, tinha de estabelecer prioridades e estas tinham de ser para quem me dava a vida a ganhar.

- E além disso, Ruizinho meu amor – concluí-lhe – se não fosse eu uma puta quem te iria manter vivos esse lindo par de cornos que trazes na testa, graças ao qual tantas punhetas gostosas tens esgalhado?

Pedro tinha um certo desprezo por Rui por este gostar de ser corno e de satisfazer seu apetite sexual quase exclusivamente à base das esfoladelas manuais. Por isso juntou-se a nós rindo com gosto e ajudando a escarnecer dele. Não falávamos alto mas duas ou três mesas ao nosso lado achava-se um sujeito com aspecto de ainda não ter chegado aos 50 anos mas lá perto, entroncado e de mãos largas e grossas. Coimbra não é uma grande cidade e nós já o víramos antes, inclusivamente naquele café embora fosse muito raro. Eu estava vestida algo provocante, com a minha perna grossinha descoberta até à coxa sempre que a cruzava, pois a mini – saia de ganga que vestia era bem curtinha o que já me valera escutar uns piropos na rua e os olhares dos poucos clientes e dos empregados da casa, que aliás também já conheciam minha má fama de gingeira. Ao cruzar a perna era claramente visível a calcinha branca, muito justa cobrindo-me os contornos das duas entradas, e nos pés calçava umas botas até aos joelhos, pretas. Sabia que o cliente com o qual me iria encontrar à uma gostava de me ver assim e por isso produzira-me mas apercebera-me que a minha imagem e o teor das nossas palavras também estavam despertando o tesão do cliente solitário.

Como disse, não entrei ali com o Rui pensando em engates mas ao ver o interesse daquele sujeito na minha figura confesso que nasceu em mim, como tantas vezes aconteceu, o imediato interesse em foder com ele, nem que fosse de graça. Não porque o achasse super excitante mas porque a ideia de proporcionar ao Rui um par de cornos extra para além daquele que ele já sabia ir apanhar, me pareceu o supra-sumo em termos de humilhação. Tratei assim de continuar a fazer reparos mas já propositadamente para o 5º elemento ouvir, sobre a tara de Rui e sobre a facilidade como o leitinho lhe saía das bolinhas sempre que me sabia estar eu de pernas abertas na pensão de putas da baixinha, ou no banco de trás de um carro no Choupal, e que lhe dava até mais tesão ver-me fodendo com outros homens do que quando se punha em mim.

- Também com uma pilinha assim tão pequenina não admira – reconhecia eu em jeitos de compreensiva – quem não é muito abonado para o acto gosta mais de se consolar à mão, como os rapazinhos, e satisfaz-se mais com as trepadas dos outros do que com as que dá. O Rui gosta tanto de me saber fodendo com outros homens que ultimamente está sempre disposto a fazer-me minetes quando acabo de foder e ainda trago a brecha bem untada com esporra alheia. E nunca nenhuns minetes me sabem tão bem como os que me faz nessas alturas, confesso-vos. Mas é por isso que o amo tanto, apesar de ter a pila e os tomatinhos mais pequenos que já vi.

Os dois não lhe conheciam esta tara de lambedor das ejaculações que os outros me deixavam e pela expressão percebi que ambos a acharam repugnante, embora a Tita tivesse comentado que se o Pedro tivesse a mesma mania ela não teria a pachacha tão pegajosa como trazia naquele momento, o que levou o namorado logo a afirmar que nunca lhe lamberia a parreca com o gosto da esporra de outros.

- Isso é coisa de paneleiros, ou de quem tem a piça frouxa – exclamou com nojo como eu pretendia. Apesar de ir humilhando Rui com tais reparos ia-o beijando na boca e passando-lhe a mão discretamente sobre o volume do fecho das calças pelo que devido ao meu comportamento o caralhinho de Rui não baixava e eu sabia-o controlando-se para não se esporrar todo ali como já acontecera pouco depois de começarmos a namorar, com umas carícias mais ousadas que então lhe fiz. O facto de estarmos sendo escutados e espiados pelo indivíduo da mesa próxima fez Rui ficar mais excitado pois sem procurar disfarçar a sua tara assumiu o que esperava de mim daquela noite: nem mais nem menos que o deixasse esperar na porta da pensão de putas da baixinha que o cliente me aviasse para me conduzir a casa e lhe tocasse então a punheta que nessa noite me recusara sempre fazer. Afinal sendo ele um punhetas como eu dizia, e sendo eu a sua namorada puta que o amava não lhe devia negar a sua fonte de diversão.

- A rua é pública, meu querido meia pila – respondi-lhe – por isso podes esperar onde quiseres enquanto eu estiver a foder. E se quiseres ganhar tempo, se achares que estou demorando muito sempre a podes ir tocando à mão.

Rui disse-me não achar piada nenhuma desde que andava comigo punhetear-se sem a minha presença e levantou-se para ir à casa de banho. Sabia que na esperança de eu lhe tocar uma punheta nunca o pilinhas se masturbaria na casa de banho mas mesmo assim não duvidava que Rui não resistiria enquanto mijava de dar uma esfregadela na pilinha com a mão para a aquecer como ele dizia até à hora de lha tocar eu, pelo que não resisti a dizer-lhe que não se esquecesse que mais de duas sacudidelas é considerado pecado de adolescente, e o que fizesse agora na casa de banho não lhe faria eu depois, o que fez os clientes de outras mesas rirem-se pois o meu comentário fez com que todos se voltassem para nós e lhe vissem o chumaço da bilharda.

Aquilo era mesmo conversa de putas como todos no café se aperceberam e quando Rui entrou na casa de banho logo o sujeito lhe seguiu no encalço. Contou-me pouco depois que estava a mijar no urinol de parede preparando-se de facto para dar umas alisadelas com a mão no pilau teso embora sem intenção de lhe extrair o sumo dos tomates, quando o sujeito chegou. Tirou a piça antes mesmo de chegar ao urinol, e tal como a do Rui esta também estava tesa, só que muito maior e mais grossa do que a dele, a aba totalmente puxada para trás de onde emergia uma cabeçorra vermelha e húmida. O sujeito deu uma espreitadela para o urinol onde Rui mijava o que o fez sentir-se constrangido.

- Era só para confirmar se tens de facto a piça tão curta como a tua namorada dizia – disse-lhe como se fosse natural os homens compararem-se as piças entre si. - Vejo que é verdade. Assim como deve ser verdade seres um punheteiro embora a tua namorada não pareça nada difícil de montar, pois não? Pelo menos parece-me que te estavas preparando para tocar ao bicho, não estavas, enquanto a puta está com a cona aos saltos porque daqui a bocado vai foder com outro, não é assim?

Rui respondeu-lhe não estar pensando tocar ao bicho pois estava contando que eu lho fizesse mais logo como ele devia ter percebido se ouvira bem a conversa.

- Depois dela foder com outro não é? Muito bem a questão é esta: a tua amiga gordinha com aquela coxinha deliciosa e rechonchuda estaria disposta a fazer um biscate extra enquanto espera pelo próximo cliente? Estou de carro, não me importaria de a levar à tal pensão e voltar a trazê-la antes da hora do próximo encontro. Agora quero saber o que ela está disposta a fazer. A tua namorada só dá o pito ou também faz umas chupadelas no caralho de um homem.

Rui nunca ganhou dinheiro com as fodas remuneradas que eu dava com outros embora me tenha muitas vezes servido de chulo. E nessa noite, fosse para se vingar da humilhação que lhe fizera passar e chamara a atenção do sujeito, ou fosse para demonstrar ao outro que apesar de tudo ainda tinha algum ascendente sobre mim, volveu-lhe que isso dependia do dinheiro que estivesse disposto a pagar mas que por mil escudos mais o preço do quarto conseguia convencer-me a fazer-lhe um bochecho – e a puta mama como ninguém, garantiu-lhe Rui- e a abrir-lhe as pernas. Foi um mau negócio pois o cliente seguinte ia pagar o dobro pelos mesmos serviços mas como lhes disse eu ficara a fim de deixar meu namoradinho super entesado pelo que não pus qualquer objecção ao preço. Saí com o novo cliente ao mesmo tempo que a Tita e o Pedro também saíram, a primeira pretextando necessidade de lavar o leitinho que ainda lhe impregnava as partes e a calcinha. O sujeito negou-se a levar o Rui connosco no carro embora este ainda mais excitado com aquela foda extra que eu ia levar e com a bilharda sempre pulando de tesão, se tivesse insinuado para ir connosco e esperar por nós na rua, pelo que depois de lhe ter pedido que anotasse a matrícula do carro por uma questão de precaução lhe mandei aguardar no café a nossa vinda, no máximo dentro de uma hora.

A pensão para onde o levei era uma pensão minha conhecida vivendo do comércio das putas e dos quartos à hora alugados a casais irregulares como era o nosso caso e o quase cinquentão optou por alugar um dos mais baratos, sem casa de banho, apenas com um bidé amovível onde nos lavámos. Tirei a calcinha e baixei a mini – saia depois de ter recebido o pagamento combinado e lavei a parreca. Em seguida nua da cintura para baixo ouvi-o dizer-me:

- Baixa-me as calças e lava-me a piça e os colhôes, apetitosa gordinha.

Aquilo não fazia parte do acordo mas como não me custava nada fazer-lho obedeci-lhe. Seu caralho era gigantesco embora não circuncidado como sucede com o de muitos homens do meu País pois no passado próximo a circuncisão não era uma operação a que fossem submetidos muitos meninos, embora só se tivesse começado a insuflar quando lhe comecei a passar a mão e a esfregá-lo com água e sabão. Mas então que grossura apresentou e como as veias eivadas de tesão se lhe desenharam ao longo de todo o cavername. Que visão sublime de piça. Nunca o meu namoradinho submisso e masoquista seria capaz de me exibir assim a sua naquela demonstração de força masculina. Apertei-a pois gosto de sentir um caralho de macho em todo o seu vigor nas palmas da mão antes dele me ser enfiado na racha, tentei torcê-lo um pouco para o magoar ligeiramente pois sabia que mesmo numa cona aberta de puta como a minha ele me faria gemer bastante e por isso apetecia-me fazê-lo sentir alguma dor, mas a força do seu tesão era tanto que ele nem vergou. Parecia um ferro. Tal como eu gosto.

- De que estás esperando para me fazeres um gargarejo, puta gostosa? – perguntou-me – Nos 1000 escudos que te paguei já inclui o preço do broche que me vais fazer.

Eu sabia disso. Acariciando-lhe os colhões trinquei-os docemente, sorvi-os, punheteei-o, puxei-lhe o prepúcio para trás como faço sempre se o parceiro não é circuncidado, beijei-lhe com a língua a gretazinha da cabeça do caralho, provei-lhe as primeiras gotas salgadas e mornas de langonha que dela saíram, antes de o abocanhar e o começar a chupar, umas vezes vorazmente outras mais calmamente. Ao contrário da Tita e de outras colegas que se prostituíram comigo foi sempre a coisa que menos me costumou a fazer como puta, chupar caralhos e isso notava-se no meu desempenho pois o sujeito gemia de prazer com a minha mamada.

- Ahh, boquinha gostosa - reconhecia – razão tinha o cornudo do teu amiguinho dizendo que chupas como ninguém. Aposto que estás habituada a fazeres os clientes virem-se na tua boca para não terem tesão para o segundo prato mas comigo estás enganada, que não é na tua boca que vou despejar a esporra que trago nos colhões.

Com efeito fiz muitos clientes esporrarem-se durante os meus broches, em especial clientes jovens sem experiencia sexual que dessa forma pagavam dois serviços e por inépcia acabavam usufruindo só de um. Não foi o caso deste. Seu caralho apresentava a ponta bem melada de líquido seminal mas não parecia disposto a vir-se. Quando diminuía o ritmo da minha mamada ele passava a foder-me a boca introduzindo-me o cacete bem fundo na minha garganta. Como estivesse ajoelhada e ele de pé não tardou que suas mãos me abrissem a blusa expondo minhas mamocas empinadas, apalpando-mas e apertando-me os bicos como eu tanto gosto. Minha vagina começou então pingando sumo algo que não me acontecia com frequência quando estava com clientes.

- Ah – dizia ele – que mamonas boas e duras tens aqui. Empinadas como estão deves estar cheia de tesão. Vê- se logo porque és puta. Uma picinha como a do teu namorado por mais tesa que esteja não consegue satisfazer o desejo de uma puta gostosa como tu e por isso dás a outros, não é? Vamos põe-te de quatro em cima da cama que quero esfregar a piça na tua cona que tanto faz suspirar o teu machinho punheteiro.

Como aquelas palavras me deixavam doida de tesão. Sempre gostei de ser xingada e abusada por um macho potente, de piça enorme e ele quando se posicionou por trás de mim e me mandou apertar bem as coxas enquanto o seu membro viril era introduzido todo peganhoso mesmo junto à entrada da minha racha feminina, notou como eu estava lubrificada.

- Estás tão húmida que até me pingas para a piça – comentou dando-me duas tapas na bunda – Nunca vi uma puta com a cona tão quente mas nem penses que te vou meter o sarrafo nela. Vais-me desaleitar os colhões mas da forma que eu quiser que para isso te pago, ouviste bem?

Apesar da atracção que aquele bacamarte exercia sobre mim não sei se fiquei desiludida se contente por saber que ele não me ia meter aquilo depois de ter desembolsado 1000 escudos para estar comigo no quarto. Afinal de contas, mesmo sendo puta e estando habituada a foder com mais de um homem por vezes com poucos momentos de intervalo, dentro de pouco mais de uma hora teria de abrir as pernas a outro macho quase tão abonado como aquele, e já cliente habitual que de certeza não ficaria tão bem servido com o meu corpo se aquele me desse o tratamento completo. O fulano ficou então esfregando o piçalho na entrada da minha rata e dos meus lábios vaginais misturando o seu suco com o meu enquanto eu comprimia as coxas o mais que podia como ele mandava, apertando-lhe o cacete no meio delas.

- Isso, aperta-me bem o caralho que eu nunca vou ao pito a nenhuma puta – suas mãos sobre o meu peito voltavam a apertar-me as mamas despertando-me um conjunto de sensações deliciosas – não é seguro enfiar a piça numa cona de puta usada por muitos. Vais-me ordenhar os colhões mas não vai ser com o pito. Até porque de certeza me consegues dar um buraquinho mais apertado juntando as coxas do que abrindo-me as pernas – e o seu caralho roçava-se todo na minha coninha, entrando e saindo pelas minhas coxas como se me estivesse comendo por trás - Gostas do sabor do leitinho que sai dos colhões de um homem com tesão, não gostas putazinha gorda? Pois gostas, todas as putas gostam. Pois então vais-me chupar o caralho novamente que o trago cheio dele.

Nem pensei em exigir um pagamento extra pois o combinado fora um broche, não dois. Como uma puta boa samaritana deixei que ele se pusesse em cima de mim, já minha roupa estava toda no chão, e sentado sobre a minha cara voltei a lamber-lhe os bagos e o chourição teso, vermelho e húmido. O tempo estava-se acabando mas o sacana antes de desaguar seu tesão ainda me esfregou o caralho mas mamas, batendo-me com ele ora na face ora nos mamilos, o que me levou a protestar pois não queria aparecer com as mãos impregnadas de esporra quando me apresentasse ao cliente seguinte, e naquele quarto por sovinice sua não tinha onde tomar banho. Mas ele não me ligou nenhuma antes me mandou lavar as mamas no mesmo bidé onde lavava a cona e o cu. Pensei estar a referir-se ao bidé amovível onde nos laváramos mas no final compreendi que sua intenção era outra.

O meu inesperado cliente não quis gozar nos meus peitões. Embora não gostasse de meter em pito de puta gostava e muito, pelos vistos, de esfregar o caralho em tal buraco pois depois de bem chupado mandou-me deitar e costas e levantar as pernas em direcção da cabeça, juntou-as e prendeu-as pelos tornozelos com uma das mãos fortes, após o que deitando-se com suas coxas sobre as minhas nádegas, pousou-o sobre aquele.

- Coxinhas apertadas, vagabunda – voltou a exigir – bem apertadinhas como se estivesse metendo no buraquinho de uma donzela virgem.

Pelos vistos a sua fantasia era aquela: simular estar comendo uma coninha de donzela nas coxas de uma puta como eu. Apertei-as novamente, seus tomates enormes ficaram mesmo pousados sobre minhas nádegas roliças, enquanto o seu caralho gigantesco e suado assentava por inteiro sobre a entrada vertical da minha vagina, coçando-a toda como se quisesse entrar.

- Mexe essas coxas, linda megera como se estivesse fodendo a sério e sentindo a minha piça comendo-te o pito.

Bom, puta não é muito de se mexer na hora do sexo, esse trabalho fica por conta do cliente, mas aquilo nada tinha já a ver com uma relação profissional embora eu já tivesse arrecadado o respectivo pagamento. Imprimi portanto às minhas coxas e ancas os movimentos do coito e ao fazê-lo a cabeça da piça dele subia pelos meus pentelhos acima, esfregando-se-me na barriga e deixando-lhe um rasto de esperma, batia-me no umbigo até baixar novamente e se posicionar de novo na greta parideira. Uma, duas. Muitas vezes. Parecia mesmo estarmos transando. E embora não estivéssemos o prazer que aquilo me dava era quase o mesmo. Afinal não há melhor combinação do que um caralho teso e uma vagina húmida e quente independentemente do que se fizer com ambos.

- Ah grande puta que me espremes todo o leitinho que trago nos colhões – urrou. Ele a acabar de dizer aquilo e eu a sentir o primeiro jacto quente de esperma cuspindo-me na barriga, mesmo por baixo do umbigo. O sujeito ainda se tentou segurar mas a pressão da esporra querendo sair era demais. Meia dúzia ou mais de jactos vigorosos seguiram-se a esse primeiro molhando-me os pentelhos e a vagina enquanto eu abrindo agora as coxas com a ajuda da mão tentava-lhe extrair o resto da langonha. A última esguichadela foi-me cuspida para a boca pois o dono daquele pau mandando-me abrir as coxas acercou-se da minha boca, mandou-ma abrir e enquanto eu o punheteava soltou dentro dela os últimos jactos do seu gozo, até ficar com a piroca murcha e flácida. Mas que suspiro de satisfação ele soltou quando o acabei de punhetear

- Lava-me agora a piça – pediu – dou-te mais 100 escudos se me lavares a piça.

Lavar a piça aos clientes não fazia habitualmente parte das minhas funções de menina da má vida mas já lho fizera quando chegáramos e por mais aquele dinheiro acedi. Quando acabei de lha lavar e me preparava para fazer o mesmo o sujeito fez-me outra proposta comercial.

- Ouvi-te dizer há bocado no café que o teu namoradinho gosta muito de te lamber a cona quando a trazes bem melada com a esporra de outros machos. Dou-te mais 500 paus se me deixares assistir a tal minete. 200 escudos agora e o resto no final do minete. Ou não o consegues convencer a lamber-te na minha frente?

Claro que conseguia. Rui era o meu brinquedinho, o escravo que sempre fez tudo o que lhe mandei, ainda para mais tratando-se de putedo. Assim sem remover a langonha que me cobria as mamas e as demais partes íntimas vesti-me e saí com ele novamente em direcção ao A.. Rui estava fechado na casa de banho coçando certamente o pilau com as mãos pois a nossa demora devia-o estar fazendo subir pelas paredes de tanto tesão reprimido. Mas não se masturbara pois o volume nas suas calças não diminuíra.

- O que estavas fazendo na casa de banho, meu meia piça? – perguntei-lhe - A brincar com a mão como os rapazinhos virgens como sempre, não é? Estás com sorte hoje pois vou dar-te uma coisa de que gostas muito.

Tal como imaginava o meu corninho imaginou logo que lhe ia conceder outro tipo de favores.

- Vais-me já tocar uma segóvia, Sandrinha querida?

- Só pensas nisso. Claro que não. Disse-te que isso só depois de estar com F…Tenho as mamas e a rata todas cobertas de esporra e quero que me passes a língua nelas pois não posso aparecer assim a F….E como machinho submisso que és vai fazê-lo na frente de uma testemunha que nunca viu um homem fazendo tal coisa a uma mulher.

Rui não ficou nada atrapalhado com a minha ordem. Afinal o outro já lhe vira a piça no urinol e uma vez sabendo-o tão diminuído de material genital tudo o mais não lhe causava qualquer incómodo. O meu cliente conduziu-nos então a meu pedido para o Jardim dos Arcos pois já era quase meia noite e meia e a hora do encontro seguinte aproximava-se. Estacionámos junto a uma das colunas e tratei logo de exigir o resto do pagamento. Queria muito que Rui soubesse que o seu minete, além do prazer que me iria causar pois meu actual marido é um bom focinheiro, ainda me iria fazer ganhar mais um pagamento extra.

Quero que baixes as calças enquanto lhe fazes o minete, ouviste bem ò meia piça? – fez-lhe notar o individuo passando-me o dinheiro para as mãos. – E tu putazinha, baixas a calcinha e tiras as mamas. Quero que o teu corno lamba bem a esporra que te deixei nelas.

Ele saiu então, eu estendi-me no assento de trás, com a mini saia e a calcinha para baixo, as pernas abertas e a blusa para cima com os marmelos de fora, o carro encostado ao muro para não sermos vistos por quem passasse da rua. Rui ajoelhou-se do lado de fora, baixou as calças, pingos de esporra escorriam-lhe do caralho miudinho e teso e começou a lamber-me começando pelos bicos das mamas.

- Quero tudo bem lambido, machinho – avisou o dono do carro sentado no muro e preparando-se para assistir a tudo, atentamente – já passei o dinheiro à tua amiga mas ainda estou a tempo de recuperá-lo se não tiveres um bom desempenho.

Mas não havia perigo de tal coisa acontecer. Rui gostava de me fazer um bom minete ainda para mais trazendo as bolinhas cheias, e na presença de mirones, por isso fez-me um notável minete como há muito não me fazia. Eu é claro não parava de lhe estimular o desempenho.

- Isso, muito bem meu pilinha anã; lambe-me bem as mamas e a crica que as trago cobertas daquele leitinho que tu gostas tanto de provar. Lambe-me bem que esse leitinho que devia ser todo despejado na minha rata ficou guardado para ti, meu querido focinheiro. Lambe tudo muito bem que ainda está quentinho como o meu leitãozinho gosta.

Oh, e como eu ainda hoje gosto de lhe sentir a língua áspera lambendo-me os biquinhos, seus dentes mordendo-me docemente nos mamilos, seus lábios escarafunchando cada um dos rebordos interiores dos meus lábios e da minha vulva. Puxava-lhe os cabelos, conduzia sua cabeça de encontro às minhas partes, obrigava-o a chafurdar com o nariz e a boca no meio das minhas mamas e da minha coninha debochada até Rui me remover todos os vestígios de esporra já meio seca que o outro me deixara. Enquanto o fazia deixei que meus pés lhe subissem pelas bolinhas e pela pilinha tesa, apertei-lhe o saco com os calcanhares o que levou Rui a intensificar os movimentos do seu minete e me fez vir copiosamente ao fim de pouco tempo. Rui apreciou tal facto pois junto com os sucos do outro engoliu gostosamente os meus embora quase se engasgasse.

- És mesmo uma boa puta, gordinha – reconheceu o sujeito satisfeito com tal demonstração de submissão – e tu ó pilinhas, se não és um paneleiro que é o que são todos os homens que lambem esporra dos outros, és pelo menos um grande porco, não hajam dúvidas. Querem que os leve de volta ao café onde vos peguei?

Disse-lhe que não pois era ali que me ficara de encontrar com o cliente agendado para essa noite pelo que com os tomates bem aliviados o estranho abalou.

- Sandrinha minha querida – pediu-me o Rui insistentemente com voz de súplica e um olhar de cão abandonado – não é justo. Fartaste—te de gozar também graças à minha língua e eu ainda estou a seco. Podias-me ao menos tocar-me uma punheta enquanto F.. não chega.

- Não insistas – respondi-lhe -. Não vou agora pôr-me aqui a tocar-te ao badalo quando não tarda tenho de estar a postos para despejar outro par de tomatões. E que por sinal paga-me muito bem para isso.

De facto não ficamos ali muito tempo na espera pois nem 5 minutos após o cliente de quem estávamos falando chegara e o máximo que Rui conseguiu de mim foi que intercedesse no sentido deste lhe dar boleia até à pensão onde acabara de sair pouco antes e onde ia agora foder com este e onde Rui de pau feito e esperançado na punheta que lhe ia permitir dormir durante a noite com os tomates muito mais aliviados me esperaria na rua que nós terminássemos, embora soubesse que iríamos demorar F.. como nos conhecia a ambos aceitou levá-lo connosco no carro até à pensão embora dissesse logo que não o deixaria subir para o nosso quarto o que defraudou um pouco as expectativas do Rui pois depois de tudo o que se passara e do minete que me fizera, e enquanto aguardava pela punheta que esperava eu lhe fizesse, ver-me com outro seria para ele uma óptima maneira de preencher o tempo. Assim teve de se contentar em ficar pacientemente ao frio na rua, andando para trás e para a frente, de caralho insuflado imaginando-nos na cama, enquanto nós fodíamos muito mais entesados só por o sabermos naquele estado. F.. era um cliente especial, quando contratava os meus favores pagando o que pagava era sem pressas que gostava de me comer pelo que Rui aguardou por mim mais de duas horas sem arredar pé da rua. Não resistimos no intervalo das nossas trepadas e dos broches que lhe fiz de espreitarmos à janela do quarto só para apreciarmos a sua figura de namorado corno, obediente e submisso.

- O que faz o amor – comentou F sentado no parapeito da janela enquanto eu lhe dava mais uma mamadela.

- Ou as taras de cada um – comentei tirando-lhe a piça da boca.

Que segundo banho de esperma levei só que desta vez no canal tradicional. Vim-me como me vinha sempre que fodia com F.. Apetecia-me tudo menos aliviar o namoradinho, mesmo com uma simples punheta.

- Queres que te leve e ao teu namorado para cima ? perguntou-me F…quando se veio e nos lavámos, pois sabia bem onde eu morava.

- Não – respondi-lhe – Dá-me boleia a mim para casa. O Rui pode muito bem ir a pé.

- Então não lhe vais tocar a tal punheta que lhe prometeste quando eu te tivesse aviado? – quis saber, rindo-se, pois durante as duas horas no quarto contara-lhe o que se passara.

- De maneira alguma. Há bocado ele negociou-me sem meu consentimento e por isso não me parece merecer que lhe toque uma punheta nos próximos dias.

E foi isso que lhe disse quando saímos da pensão e na frente de F..

- Rui não tivesses tanta pressa em ver-me ir foder com outro e pelo menos vinhas falar comigo antes de negociares o preço do meu corpo sem meu consentimento. Nas próximas duas semanas não te concedo nenhum favor sexual nem te autorizo nenhum tipo de alívio. Se me aperceber que neste espaço de tempo verteste uma gota que seja dos tomates nunca mais te falo, nem me voltas a lamber a pássara com o produto da ordenha dos outros

Não, isso é que não. Estou certa que Rui preferia perder a força na verga ou os bagos do que deixar de acompanhar esta puta nas suas incursões, de a ver subindo com clientes para as pensões baratas da baixinha coimbrã, e de como supremo prémio ter, se não o gozo mais raro de uma espanhola ou de uma punheta, pelo menos o deleite de lhe fazer um minete na cona conspurcada. Por isso nessa noite foi a pé e apesar do tesão que o devorava tenho a certeza que nunca se aliviou durante todo o tempo que lhe impus. Pelo menos sua pila andou sempre insuflada nessas duas semanas como eu passando-lhe a mão, várias vezes ao dia, pude assegurar.

SANDRA

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Coimbra, é a minha cidade.

Fico satisfeito por saber que deste umas boas fodas aqui, na minha cidade, onde nasci e habito. Saio daqui com o cacete a latejar...
Beijinhos

Muito bom conto como outros

Muito bom conto como outros que contas noutro site, só que exageras um pouco a bater sempre no mesmo...no tamanho do teu marido

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