Punheta na calcinha da minha irmã grávida

Eu gosto muito de tocar punheta. E então punheta tocada no corpinho de minha irmã mais nova Sara, ou esgalhada pelas suas mãozinhas, dava-me um prazer imenso. Durante alguns anos consolei-me de esfolar a pila à mão com a Sara pois quando descobri que ela andava fodendo com o namorado Carlos comecei a chantageá-la à conta disso e a obrigá-la a aliviar-me da forma que ainda hoje mais gosto. Apesar da minha atitude condenável, a verdade é que as punhetas que a obriguei a tocar-me davam-lhe tanto prazer a ela como a mim e até a deixavam mais receptiva a abrir as pernas ao namorado como muito bem eu percebia. Quando finalmente ela casou e saiu de casa deixei de ter argumentos para a obrigar a masturbar-me e tive de voltar a fazê-lo sozinho o que sempre achei um pouco insípido. È certo que continuava a contar com a colaboração onanista da Sara pois enquanto vivemos debaixo do mesmo tecto precavera-me tirando-lhe imensas fotos com ela de quatro e em várias posições, exibindo suas calcinhas com o relevo da rata, suas maminhas deliciosas e mesmo toda nua com a pachacha e os pentelhos bem escancarados, e tais fotos pousadas em cima da tampa do autoclismo, passaram então na ausência dela a acompanhar minhas ordenhas manuais tocadas ao fim da noite antes de me deitar. Ficava-me tocando, contemplando babado todos os contornos do seu corpo e ainda hoje só de pensar nisso fico de pau feito.
Ao fim de alguns tempos de casada minha irmã ficou grávida e nesse ano passamos os três, as férias de Verão juntos no Algarve. Sara andava no quinto mês de gravidez, engordara bastante e tinha a barriga como uma bola embora eu a achasse ainda mais bonita do que anteriormente pois sempre me atraíram imenso as barrigas redondas de grávida e neste aspecto a dela era uma obra -prima, toda esticada mas lisinha sem nenhuma estria. Vê-la de biquíni fazia logo o meu pau pular no calção e impunha-me sempre uma ou duas punhetas quase sempre tocadas dentro da água salgada do mar, porque assim enquanto me aliviava sempre a ia seguindo com os olhos no areal da praia e a punheta sabia-me muito melhor. Sara conhecendo bem as minhas taras estou certo que se apercebeu de muitas delas e percebi que ficava satisfeita por mesmo casada me continuar despertando o tesão.
Pelos vistos porém, nessas férias não fui só eu quem teve de recorrer à ajuda do braço para despejar o saco. Um dia de tarde ao entrar na casa de férias que alugáramos fui à casa de banho pensando estar desocupada e surpreendi meu cunhado Carlos com a tampa da sanita levantada entretido a praticar o meu desporto sexual favorito. Devido ao meu velho hábito de me punhetear nunca sentira necessidade de estar com mulheres, era mesmo ainda virgem de pito na época, e fiquei muito admirado por ver o meu cunhado, sendo casado, e que tinha um cacete enorme bem maior que o meu como aliás minha irmã já me dissera, fazendo uma coisa que pensava só os machinhos como eu que não arranjavam parceiras faziam e disse-lho. Meu cunhado não se atrapalhou nada com a minha presença e sem interromper a cadência furiosa dos seus movimentos retorquiu-me:
- Cala-te que mesmo casado e tendo uma mulher boa como a tua irmã não a como as vezes que quero. E então agora, por causa do tamanho daquela barriga que o meu piço fez o favor de lhe encher já há perto de três meses que não me ponho nela. Por isso como vês tenho tanta necessidade como tu de tocar à mão ou então de ir às putas.
Rindo-me, fechei a porta da sanita deixando-o curtir sua punheta tranquilamente. Até me apeteceu emprestar-lhe algumas fotos da Sara para o ajudar a apimentar a esfoladela que estava dando ao pau. Mas fiquei a pensar naquilo. Então meu cunhado não afiava o pau na rata de minha irmã já há alguns meses e pelos vistos não o iria fazer até ao final da gravidez dela. Sara era uma moça quente habituada a foder desde os 14 anos e apesar dos incómodos da gravidez deveria andar com a cona aos saltos com falta de peso. Ou seja, devia estar no ponto para eu lhe encostar meu caralho naquela sua greta por onde dentro de meses sairia meu sobrinho, e lhe tocar uma punheta como tantas vezes lhe fizera em solteira. Contudo apesar dessa minha certeza e da vontade que tinha em o fazer, a presença do meu cunhado levou-me a não me atrever tentar nada.
No entanto mal as férias terminaram e meu cunhado voltou para o trabalho aproveitei uma tarde em que sabia estar Sara só em casa, e fui visitá-la. Levei-lhe um bouquet de rosas brancas o que a deixou encantada, beijei-a e mal o fiz logo meu pénis inchou o que a fez rir.
- Agora sem as minhas mãos para te esfregarem a pila as tuas punhetas já não te devem saber ao mesmo, pois não? – perguntou-me malandra – Ainda continuas exclusivamente a satisfazer-te à mão?
Disse-lhe a ambas as perguntas que sim, mas fiz-lhe notar que ela também devia andar com muita vontade de apertar as mãos no meu palito até lhe espremer todo o sumo dos tomates, tanto mais que eu sabia andar ela em jejum há alguns meses. E contei-lhe como apanhara o marido a aliviar—se do mesmo jeito que eu. Ela reconheceu ser verdade, consequências do seu estado de pré –mamã e eu disse-lhe então qual a finalidade da minha visita.
- Andámos os dois com muitas saudades de uma boa punheta, como me deixavas tocar antigamente junto a ti, querida mana. E depois de me ter consolado vendo-te em biquíni na praia, só de saber que já há meses que não és comida pelo teu marido dá-me um tesão que até me faz subir pelas paredes. Sempre foste uma putazinha fodilhona desde nova e por isso te amo tanto, minha linda irmãzinha, e também por isso sei que mau grado a tua barrigona deves andar com a passarinha bem desconsolada com falta de cacete. Aposto que se me deixares tocar uma punheta juntinho a ela, quando a sentires bem meladinha com a minha esporra como no tempo em que eras solteira, logo à noite vais voltar a sentir vontade de dares para o Carlos.
- Eu logo vi que não foi a preocupação com a tua maninha de barriga cheia que te trouxe aqui mas a pressão leitosa dos teus colhõezinhos que nunca serão capazes de encher a barriga a nenhuma mulher – respondeu-me. Mas de facto se me quiseres devolver a vontade de transar com o Carlos logo à noite, já valerá a pena a esporradela que te deixar gozar na entrada da minha gretinha.
Eu sabia que minha maninha andava com tanta vontade de me ver masturbando à moda antiga, como eu o tinha de o fazer. Safadinha, sempre reclamando das minhas taras e gozando-me por eu não procurar garota para meter a minha coisa, antes preferindo punhetas como os rapazinhos, mas sempre disponível para avivar o meu fogo.
O Verão ainda não terminara, minha irmã vestia uma blusa azul com os ombros e parte das costas descobertos, e uma saia larga, estampada. Pedi-lhe para a levantar e me mostrar a calcinha o que Sara tratou de fazer. Era uma calcinha branca, em jeito de corpete, o que não me agradou. Pedi-lhe que a trocasse por outra vermelha, muito mais curta o que ela fez imediatamente mudando a calcinha na minha frente, ainda que sem remover a saia, a qual só foi finalmente arreada quando a calcinha vermelha tomou o seu lugar entre as coxas dela. Eu já me despira por inteiro, meu piçalho esticado balouçava todo com vontade de ser punheteado. A uma ordem minha irmã estendeu os braços e começou manuseando-me os tomates enquanto eu deixava correr minha mão por sobre meu pau teso.
- Agrada-te mais a piça do Carlos por ser maior do que a minha, não é vadia? – perguntei-lhe porque ouvir uma mulher depreciando-me o caralho deixa-me ainda mais teso.
- Sabes bem que sim – confirmou-o – Por isso é que só lhe abro as pernas a ele, a ti e a qualquer homem com uma pila tão pequenina como a tua, limito-me quanto muito a tocares-lhes umas punhetas como te estou fazendo agora.
- Também lhe deste o cu, porca desavergonhada? – quis saber e Sara assentiu novamente:
- Já lhe dei todos os buracos que uma mulher tem e onde pode caber um cacete abonado como o dele, meu maninho curtinho. De quatro e de todas as posições. Nunca mulher te dará o que eu já dei ao Carlos.
E eu ralado com isso, tão bem me estava sabendo aquela punheta, imaginando-a de quatro sendo enrabada, e levando com a tora do meu cunhado de lado, ou de pernas para o ar.
- Puta! – gritei-lhe – És uma puta sem vergonha que até o cu dá ao marido. Tivesses sempre tomado pelo cu, ou chupado no caralho dele até ele te aleitar essa boca de porca, e não estarias com a barriga tão cheia como a trazes.
- E tu não passas de um punhetazinhas de merda que nem uma segóvia satisfatória consegues esgalhar sem a ajuda da tua maninha mais nova a quem insultas de puta – retorquia-me Sara – Já que tanto aprecias umas mãos femininas aliviando-te aos tomates, em vez de os usares nelas como os usam os machos de verdade, ao menos devias procurar uma puta de verdade para te fazer este serviço, em vez da tua irmã de barriga cheia. Mas isso tu não fazes, pois tens vergonha de mostrar a pilinha às putas, não tens, meu punhetezinhas?
Oohhh, aquele diálogo fazia-me subir o leitinho todo pelos colhões acima a caminho da cabeça do caralho onde grossos fios quentes e pegajosos já se começavam a acumular. De facto não haviam punhetas como as tocadas com minha irmã. Que falta que aquilo me estava fazendo. Minha irmã deu-lhes algumas lambidelas, sorvendo-os gostosamente.
- Huummm !– suspirava Sara, ente cada lambidela no buraquinho da cabeça – Leitinho de meu maninho punheteiro. Huuum, tem o mesmo gosto do leitinho dos machos a sério como o Carlos, que gostam de enfiar o ferrete nas rachinhas das mulheres. Huuumm! Mesmo assim prefira bem mais estar a chupar o caralho dele e a engolir-lhe o leitinho Huuummm!
- Descobre as mamas, maninha, que antes que o meu sobrinho venha a mamar nelas vai o meu caralho aleitar-tas – exigi-lhe.
Minha irmã descobriu a blusa, desnudou a barriga que minhas mãos trataram de acariciar e depois de ter removido o sutiã começou tocando-se nelas antes de eu esfregar longamente meu pau peganhento nelas.
- Quero deixar-te as mamas impregnadas com o cheiro da minha piça, putinha mana – disse-lhe – Logo se o teu marido decidir chupar nelas quero que ainda sinta o cheiro do gozo da minha picinha punheteira.
Minha irmã com efeito estava com tanto tesão como eu. O que ela me deixava esfregar a pila e os tomates nos marmelos inchados pela gravidez. Eu podia apostar contra o que fosse que nessa noite a vadia não resistiria a apanhar do Carlos.
- Quero ver-te de quatro, puta – gritei-lhe – Faz de conta que vais apanhar no cu com a pázona do Carlos.
Minha irmã colocou-se na posição que lhe mandei, a calcinha vermelha ainda no sítio, o volume da barriga visto por trás era extremamente apelativo à minha punheta.
- Não é do tamanho que estás habituada, cadela, mas talvez te faça despertar o desejo para seres comida por uma maior logo à noite.
Primeiro por cima da calcinha afaguei-lhe ternamente a área do grelo e do cu até a sentir bem húmida. Depois fiz-lhe o mesmo mas com a mão por baixo da calcinha, sentindo nela o contacto dos seus pentelhos e o volume dos seus lábios vaginais. Punheteiro como sou escusado será dizer que executando tais carícias nela com uma das mãos, mantinha a outra ocupada coçando meu pau teso. Só ao fim de algum tempo é que levantei mais um bocado a tira de pano que lhe tapava a coninha e por trás encoxei por cima dela minha piça. A cona de minha irmã ficou pousada sobre meu caralho, e este em cima da calcinha.
- Aperta bem as coxas, mana – pedi-lhe – Aperta bem as coxas que quero sentir minha piça bem apertadinha no meio delas. Faz de contas que estás a apertar a piça do Carlos dentro da tua rata.
Sara efectivamente apertou as coxas ainda que continuando a humilhar-me:
- Se tivesses ao menos uma piroca com grossura e tamanho suficiente para ser apertada como a do meu marido, seria possível fazê-lo. Agora assim por mais que junte as coxas mal ta consigo sentir.
- Cala-te vadia e aperta bem as pernas. E esfrega-te nela como se ta estivesse metendo de facto.
Minha irmã habituada a saber do que eu gosto começou a deslizar no meu pau, apertando-o o mais que podia e apesar das suas palavras depreciativas fez um excelente trabalho. Era ela quem apertando as coxas, friccionava meu caralho ente a calcinha e a rata, simulando os movimentos do coito e executando desse modo toda a punheta. Minhas mãos estavam livres e eu para tornar aquela punheta mais parecida com uma foda verdadeira estampei-as sobre o seu peito, apertando-lhe os mamilos, muito mais duros do que eu estava habituado a sentir. Quando senti que a esporra queria sair aos borbotões mandei-a virar mais a cabeça para baixo em direcção ao seu baixo –ventre e à cabecinha da minha pixota.
- Quero acertar-te com a minha esporra na cara e na tua barriga de prenha. – avisei-a. Era um pouco difícil para Sara mas consegui-o pois forcei-lhe a cabeça. Levantei então o cós da calcinha, a cabeça de minha piça emergiu por entre ele e começou cuspindo-lhe o gozo do meu tesão, finalmente liberto. Como já há muito não o fazia nela, o entusiasmo dos meus colhões foi tanto que o esguicho de facto atingiu-lhe a cara, besuntando-lhe de passagem a barriga inchada, as mamas pendente e com uma intensidade que eu não recordava de ver.
- Abre a boca, mamona - exigi-lhe vendo que a minha esporradela parecia não ir terminar tão cedo – Abre bem a boca e mama a minha esporra toda como mamavas quando querias fazer desaparecê-la sem deixar vestígios.
Minha irmã sempre gostou de engolir esperma, fosse a minha fosse a do então namorado. Por isso abriu bem a boca e embora não a conseguisse ver por trás sei que alguma entrou nela pois quando tirei o meu membro da calcinha a badalhoca tinha ainda uma porção dela na língua que ia deglutindo aos poucos. Depois com os dedos lambuzados enfiou-os na cona. Minha pilinha estava agora toda flácida.
- Ohhh, gosto muito de sentir a esporra quentinha aquecendo minha racha. Já te vi tocar muitas pívias e nunca te vi esporrar tanto –reconheceu minha irmã – Até parece que estás há tanto tempo sem tocar ao bicho como eu estou sem foder, para os teus colhõezinhos miudinhos terem acumulado tanto leitinho. Pelo menos quer-me parecer que tão cedo não vais conseguir levantá-la de novo. Eu é que não tive tanta sorte. Gostei de sentir a tua pila por dentro da calcinha esfregando-me a ratinha mas não gozei ao contrário de ti
Concordei que efectivamente estava há muito mais tempo sem tocar punheta com ela e por isso me excitara tanto. Quanto a não me apetecer voltar a tocar outra brevemente já não tinha tanta certeza assim.
- Basta que logo à noite me ligues a dizer que deste uma com o Carlos para eu voltar logo a levantá-la como acontecia quando vocês ainda namoravam. Vou é levar a tua calcinha para a cheirar e voltarei a tocar uma punheta quase tão boa como esta.
Minha irmã disse-me que com a barriga naquele estado não tinha a certeza se se atreveria a dar para uma tora tão grande como a do Carlos, mas que talvez o fizesse só para me saber tocando mais uma. E com efeito nessa noite, já bem perto da uma da manhã o telefone tocou. Era ela. Carlos adormecera como sempre que se punha nela e Sara ligara-me para me dizer que acabara há momentos de transar finalmente com ele. De lado e com uma das pernas levantadas.
- Serás que tens ainda tesão para mais uma? – perguntou-me a safada do outro lado da linha. Meu palito já estava de pé respondi-lhe, embora não tão inchado como de tarde.
- A punheta segue dentro de momentos, querida mana – respondi-lhe antes de pousar o telefone e de pegar na calcinha dela onde minha pila tinha sido enfiada e de a levar ao nariz para me dar mais tesão. E seguiu-se. Na sanita, que é para onde habitualmente corre o gozo dos solitários como eu que gostam muito de tocar punheta.

 

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:OOO

Caralho, isso é bem mais tenso do que o final de chapeuzinho vermelho.. .-.

estoria de merda

vaite foder mais a estoria seu boi

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