Cunhada - um dia você ainda vai comer a sua


Iniciei a produção dos relatos de toda minha
vida sexual - "Arrebentando o cabeçote - memórias
de um homem que pensa muito em sexo" (título
provisório). Está difícil de continuar,
devido ao ritmo do meu trabalho. Esta história
vai estar nesta autobiografia. Estava um dia destes pensando
em tudo o que já fiz em termos de sexo e no que
quero ainda realizar. Tentei fazer uma lista de nomes
e do que fiz com cada uma das mulheres que tive. Não
avancei muito, é bem verdade, porque tem sempre
uma coisinha ou outra para atrapalhar o meu labor literário
(risos). Já fiz muita loucura nesta vida. Já
bati em mulher que gostava de apanhar, já estuprei
a bunda de outra que tinha esta fantasia, já tirei
cabaço de uma garota de 15 anos em plena viagem
de ônibus à noite, transei com a melhor amiga
da minha mulher, trepei com namorada, depois noiva e agora
mulher de amigo meu, já comi mulher casada enquanto
o marido tomava banho, já comi duas garotas juntas,
já fui para cama com uma mulher que me parou na
rua, já transei no local de trabalho, já
trepei com uma garota que era noiva, chupando-a pela primeira
vez na vida dela, enfim, tantas e tantas loucuras das
quais lembro com tesão e até orgulho.

Mas
fiz uma coisa que a maioria dos homens casados sonham
em fazer: comi a minha cunhada mais nova. Quando tudo
começou, em meados de 94, Cláudia, a cunhada,
tinha 16 anos. Era a típica adolescentes de quadris
arredondados, coxas grossas, seios de médios para
grandes, pele clara, rosto bem redondo, cabelos negros
e lisos até demais, compridos, exalando sensualidade
em todos os poros. Lógico que para um cara que
pensa em sexo quase 24 horas por dia ela era uma tentação.
Mas era um vespeiro que eu não queria meter a mão
de jeito nenhum. E foi o acaso que fez tudo acontecer.
Tinha ido a uma missa no bairro onde os pais dela moravam.
Quando acabou a missa tratei de deixar todos lá,
conversando, e fui correndo para casa do meu sogro, porque
estava morrendo de dor-de-barriga. Quando cheguei notei
que a Cláudia, que deveria estar lá, tinha
desaparecido. Entrei de mansinho, morrendo de medo, já
achando que algum ladrão tinha entrado e feito
a garota de refém. Evitei fazer barulho e fui entrando.
Vi que a luz de fora, do quintal, estava acesa, e fui
lá. Quando ia chegando no quintal percebi que havia
gente no corredor ao lado da casa, que não dava
saída para lugar algum. Fui me esgueirando e vi
a cena mais deliciosa do mundo: Cláudia, de cócoras,
chupava o pau grande e grosso de um carinha com quem ela
estava saindo, mas que se recusava a dizer que era seu
namorado. Estava ficando com ele. Só que a garota,
que deveria ser gata escaldada, chupava o cacete com os
olhos abertos, como se isso a fizesse precaver da chegada
de alguém. E me viu olhando a cena. O cara, que
estava meio de lado e com os olhos fechados, nada percebeu.
Ela tentou sair fora, tirar o pau de dentro da boca, mas
o cara estava alucinado e segurou a cabeça dela.
Ouvi quando ele disse: "Não pára que
eu tô quase lá". Voltei nos calcanhares,
saí por onde entrei e tornei a entrar, fazendo
barulho e indo direto para o banheiro, já que a
dor-de-barriga que havia me feito voltar mais cedo e que
passara com a visão de Cláudia chupando
o pau retornara com força total. Foi o diabo fazer
cocô com o pau duro e a sensação de
que eu havia feito algo errado. Mas pensei: "Ora,
quem estava fazendo a gulosa era ela.

Eu apenas tinha
visto. Vou é ficar na minha". De dentro do
banheiro escutei quando passos apressados passaram em
frente da porta. Depois de uns cinco minutos alguém
entrou e ouvi Cláudia me chamando: "Tim?".
Não tive tempo de responder, porque a turma toda
estava voltando da igreja. Não resisti e bati uma
punheta deliciosa. Saí. No jantar todo mundo estava
rindo, mas a Cláudia não me olhava nos olhos
de jeito nenhum. Fiquei na minha. Retornei à casa
do meu sogro no sábado seguinte. Minha mulher resolveu
ir cortar o cabelo junto com a mãe dela. Meu cunhado
estava lá sabe Deus onde. E meu sogro resolveu
ajudar o vizinho a arrumar o carro. Fiquei assistindo
televisão e cochilando. A Cláudia, que estava
dormindo, acordou, me cumprimentou com um beijo e foi
tomar banho. Saiu do banho como sempre fazia, enrolada
na toalha, e foi para o quarto. Colocou um vestido de
coton dos tempos que ela deveria ter uns 14 anos. Ou seja,
ficou minúsculo. Saiu do quarto e foi até
a porta da sala, fechou-a, mas não a trancou e
se postou na porta do quarto do irmão, que ficava
à direita de onde eu estava deitado. "Tim,
queria conversar com você". "Humm? Pode
falar, Claudinha". Sabe domingo passado, quando você
me viu fazendo aquilo? Queria te pedir, pelo amor de Deus,
que não contasse para ninguém". Eu
virei o rosto e subi os olhos dos tornozelos, passando
pelas pernonas depiladas, os seios meio que espremidos
pelo vestido menor e parei no rosto. "Cláudia,
nem precisava pedir. Se eu quisesse falar qualquer coisa
já teria falado, porque já faz uma semana
que tudo aconteceu. Agora, 'filhinha', vou te falar uma
coisa. Tome cuidado. Já imaginou se no meu lugar
fosse sua mãe ou, pior, o seu pai? Já imaginou
o rolo que iria dar?". Ela levou as duas mãos
aos olhos e sacudiu a cabeça, como se quisesse
afastar algum pensamento nefasto. "Nem brinca. Eu
estaria morta, ou pelo menos teria apanhado muito".
Cláudia tinha razão: se o pai tivesse visto
teria arrancado o couro dela. Foi aí que resolvi
tentar ser mais íntimo de Cláudia, ajudando-a
a "resolver" o problema. "Por que vocês
não vão a um motel? É mais seguro
e tranqüilo.

Dá para fazer tudo sem pressa".
Cláudia decidiu se sentar num sofá que ficava
também à direita de onde eu estava deitado,
tomando o cuidado de fechar as pernas e colocar uma almofada
sobre os joelhos para evitar que eu visse alguma coisa.
"Sabe, Tim", disse ela, visivelmente encabulada
de tocar em assunto tão íntimo e com o marido
da própria irmã, "eu até pensei
nisso já, mas o Sérgio (o namorado) não
tem carro, o que complica tudo". Veio-me, então,
uma luz. "Por que vocês não usam o meu
apartamento? Eu empresto a minha chave, ou faço
uma cópia, e você usa". "De jeito
nenhum. Tá maluco? Se a Joana (minha mulher) souber
ela vai me matar. E a você também".
"Mas ela não precisa saber. Não contei
nada do que vi e nem vou falar. Mas você tem que
me prometer, também, que não vai contar
para a Joana que eu sempre soube dessa história
se algum dia ela descobrir ou você deixar escapar".
Cláudia levou novamente as mãos no rosto,
como antes e balançou a cabeça. Achei que
ela botaria um ponto final naquela história, pois
se levantou resmungando qualquer coisa, foi até
a cozinha e voltou com um copo de água gelada na
mão.

Pôs o copo no chão perto de onde
estava sentada antes e foi para o banheiro. Ouvi barulho
da torneira correndo água e de movimentos, como
se ela tivesse lavando as mãos. Retornou ao sofá,
sentando-se no mesmo local, ajeitando a almofada nos joelhos
e tomando um gole generoso da água gelada. Só
nesta hora notei que ela tinha o rosto molhado. Ela se
abanou com as mãos, como se sentisse muito calor.
"O que houve? Está passando mal?", perguntei-lhe.
Ela respirou fundo, como se tomasse coragem para falar
algo. E a fala saiu quase num sussurro: "Sabe o que
é, Tim - ai meu Deus! Tô morrendo de vergonha
-, o problema é que eu adoro isso, essa coisa do
perigo, de fazer em locais diferentes, meio malucos...".
Eu não estava acreditando. Minha cunhada, doce
e gentil com as pessoas, mas dona de um gênio terrível
quando irritada, estava ali na minha frente dizendo que
adorava sexo e perigo. Meu pau começou a crescer
na hora.

Cláudia desencostou-se do sofá
onde estava, indo se sentar na beirada. Nisso acabou retirando
a almofada da frente e meio sem querer abriu as pernas.
Devido às coxas grossas foi impossível ver
se usava - ou de cor era - sua calcinha. Mas o vestido,
apertado, enrolou-se nas suas coxas. Para ver melhor apoiei-me
no braço do sofá e ergui meu corpo, permanecendo
encostado e amparado pelo cotovelo. Podia, assim, ver
suas coxas inteiramente. Parecia que ela estava nua. Foi
quando Cláudia me deu a deixa: "Se eu for
com o Sérgio na sua casa vai ser impossível
esconder, porque é capaz de algum vizinho chamar
a polícia...". Não estava entendendo
nada. "Ué? Por que você é menor
de idade?" "Não, Tim, porque eu grito
muito". Somente neste momento me caiu a ficha. A
minha deliciosa cunhadinha adolescente não era
mesmo mais virgem. "Acho que vou ter que continuar
fazendo por aqui mesmo, no corredor", disse-me, com
um jeito de garota levada, dando uma sonora gargalhada
e arqueando o corpo para trás, juntando as pernas,
como que querendo evitar que eu visse sua bucetinha. "
Cláudia, Cláudia. Deixe de ser inconsequente.
Não faça isso porque senão terei
que contar para a Joana e ela vai te procurar para conversar".
"De jeito nenhum.

Nem brinque com isso. Você
me prometeu", disse ela, meio risonha, saindo em
seguida para seu quarto. Voltou de lá rapidinho
e entrou no quarto do irmão, que não estava
em casa. Segui seu andar e suas cadeiras malemolentes
com os olhos e fiquei curioso quando ela estacou-se de
costas para mim, de frente para a cama do irmão.
Arqueou o corpo para frente e desceu as mãos pelos
quadris, indo parar na beirada do minúsculo vestido.
Quase enlouqueci quando ela iniciou a subida da barra
do dito cujo, lentamente, olhando de vez em quando para
trás para se certificar que eu estava vendo. De
repente me deu pânico. A mãe e a irmã
dela poderia chegar, o pai voltar da casa do vizinho onde
trabalhava no conserto de um carro e o irmão entrar
de supetão, como sempre fazia, vindo da rua. Se
me pegassem vendo a própria cunhada com as coxas
de fora - e, se Deus ajudasse, um pouco mais - ia ser
o maior escândalo. Levantei-me do sofá rapidinho
e me pus em pé entre a porta da sala e a do quarto
onde ela estava. Quase tive um troço quando as
polpas da bunda - grande, apesar de na época não
parecer quando usava jeans ou saia. Fiquei estático.
Temeroso, volvia os olhos entre a porta da sala - que
dava para a garagem -, uma fresta de vitrô e a bunda.
Quando virei para Cláudia certa hora não
consegui mais deixar de olhar: ela havia arqueado mais
o corpo e começava a parecer tufos de cabelos,
muitos, como uma adolescente da roça. Logo depois
pude ver sua buceta, com lábios gordos e grossos,
fechadinha, com uma racha que já brilhava no meio.
Ela havia tirado, ou estava desde o início sem,
a calcinha. "Se não contar nada para ninguém
prometo que vai poder aproveitar disso que está
vendo e de muito mais". Não tinha palavras.
Pensei que pudesse ser alguma sacanagem dela para amarrar
meu pé. Ou seja, se eu tentasse alguma coisa estaria
ferrado com ela, porque se eu ameaçasse contar
o que havia visto ela poderia dizer que era mentira minha,
que eu tinha tentado abusar dela e como ela não
havia permitido eu inventara aquela história dela
estar chupando o pau do namorado. Tudo isso me passou
como um relâmpago na mente. " Cláudia!
Deixe de ser louca.

Pare com isso. Não tem nada
a ver. Pode chegar alguém e te pegar assim e como
você vai explicar?" Enquanto falava isso fui
como que sendo atraído para perto daquela bunda
rosada, daquela buceta deliciosamente tesuda, que já
estava me deixando louco. Foi quando ela enfiou a mão
direita entre as pernas e começou a tocar uma siririca
deliciosa. Ouvia claramente o barulho dos seus dedos no
suco que molhava sua xoxota. Perdi qualquer senso de perigo
e me aproximei, levando a mão inteira na direção
da xota cabeluda. Passei quatro dedos nela, de cima para
baixo, arrancando um gemido longo e um "ai, que delícia,
continua" da minha até então inocentezinha
cunhada. Alcancei seu clitóris e me pus a massageá-lo,
apertando-o e beliscando, sempre com os ouvidos e, de
vez em quando, os olhos voltados para fora do quarto.
Não podia ser pego, mas não conseguia parar.
Cláudia aumentou o ritmo com que rebolava os quadris
na minha mão, que se melava cada vez mais com o
líquido que escorria da "cona" dela.
Poucas vezes vi uma mulher verter tanto suco pré-gozo
como minha cunhada. Chegavam a descer dois filetes pelas
coxas dela. De repente seu corpo ficou inteiro duro, suas
nádegas se contraíram, suas pernas se fecharam
prendendo minha mão. "Tô gozando. Tim,
não pare. Tô gozandoooooooouuu... uuuu...
uuuuu... uuu".

Foi delicioso ouvir ela se derreter
de gozo, caindo sobre a cama logo em seguida. Inevitavelmente
levei minha mão direita à boca, lambendo-a
inteira, sentindo aquele cheiro de mulher quando goza,
dos sucos da buceta cabeluda da minha cunhada. "Peloamordedeus,
Cláudia, levante-se daí e se troque. Se
alguém te pega com este vestido e sente este cheiro
que ficou no ar, com certeza vai sacar que rolou algo".
Ela, meio descabelada, mas sorrindo muito, se levantou,
passou por mim e fez questão de parar e roçar
a mão no meu cacete duro. "Que delícia
que ele deve ser!". Dei-lhe um tapinha nas mãos
insolentes e a vi caminhar lentamente, requebrando os
quadris em deboche, rumo ao quarto.

Entrei no banheiro,
lavei-me, mas não tive coragem de bater punheta.
Estava meio em transe. Saí, peguei um copo de café
gelado, acendi um cigarro e fui para a sala. Quase meia
hora depois chegaram minha mulher e a mãe dela.
Cláudia tinha saído antes. Havia trocado
o vestido quase pornográfico e se enfiado em um
jeans apertado e camiseta branca. Amarrou os cabelos num
rabo-de-cavalo, salpicou perfume Taty, d'O Boticário
no pescoço e ainda me deu um beijo molhado no meu
rosto, completado com uma frase séria: "Nosso
segredo, viu? Pra sempre!". Minha cabeça girava.

Eu era um misto de tesão e medo. Sabia que tinha
condições de realizar minha fantasia de
comer a Cláudia. Acredito que foi neste momento
que me dei conta de que sinto um tesão enorme pelo
proibido, uma vontade louca de comer mulheres que tivessem
algum tipo de comprometimento com outra pessoa, podendo
ser namorada, noiva ou mulher de alguém. Mas sabia
que tinha que me controlar ao máximo, deixar que
a própria Cláudia tomasse novamente a iniciativa.
Na verdade queria tirar das minhas costas - como se isso
fosse possível, como se as ações
imputassem apenas ao autor o castigo, se houvesse - a
responsabilidade de ter tomado a frente. Mas morria de
medo do temperamento intempestivo e da quase-irresponsabilidade
que minha cunhada, na flor de seus 16 anos, ainda mantinha.
Ela poderia se estranhar e querer botar a boca no trombone.
E ainda tinha a minha mulher, que poderia não dizer
nada a maior parte do tempo, mas em seu silêncio
sabia ouvir, perceber gestos e olhares, descobrir coisas
que muitas vezes pessoas - ou eu mesmo - teimavam em manter
escondido. Temia que ela pudesse perceber qualquer coisa
entre Cláudia e eu, o que seria o maior forrobodó.
Nem queria pensar nisso, tamanha era a paúra se
isso - Deus me livrasse e guardasse - viesse à
tona. Mas estava apenas conjecturando à toa. Talvez
minha cunhada quisesse apenas brincar comigo. Deixei o
assunto reservado em minhas partes baixas - completamente
tesas desde então - e tratei de tocar a minha vida.

Quando havia se passado duas semanas mais ou menos, num
domingo à noite, na casa do meu sogro, minha mulher
veio me dizer que a Cláudia dormiria em casa aquela
noite, porque iria de manhã logo cedo para o trabalho,
pegando um carona em nosso carro. Minha primeira reação
seria de concordar, pensando no que pudesse ver - mais
que acontecer, porque não sou louco, nem nada e
não iria tentar nada na mesma casa em que tivesse
minha mulher junto -, mas pensei, numa fração
de segundo, que se fizesse assim poderia levantar suspeitas,
haja vista que eu sempre resmunguei quando qualquer um
da família de minha mulher resolvia dormir na minha
casa. Tirava-me a liberdade, não podia nestas noites
bater minhas punhetas assistindo vídeo pornô
escondido. Assim sendo, tratei logo de resmungar qualquer
coisa, concordando logo em seguida para não chatear
minha mulher.

Quando chegamos em casa cada um tomou seu
banho, assistimos televisão e minha mulher dormiu
mesmo no sofá. Levei-a para cama. Cláudia,
dorminhoca histórica, foi para o sofá-cama
do quarto antes de todos nós. O que havia me deixado
em polvorosa é que, diferentemente das outras vezes,
ela não havia levado as roupas horrorosas que utiliza
para dormir. E Joana veio me pedir uma camisetona emprestada
para dar para a irmã. Dei uma grandona. Como havia
dito a Cláudia que precisaria usar o micro de madrugada,
que ficava no mesmo quarto onde ela dormiria, esperava
poder ver aquela camisetona enrolada e vislumbrar as coxas
e a calcinha dela, qual um carinha na puberdade, louco
para ter uma nesga de pele que fosse para ilustrar punhetas
alucinantes. Quando resolvi entrar no quarto e ligar o
micro ela ainda estava coberta com um lençol. Mas
assim que liguei o micro ela acordou, desculpei-me, e
ela foi ao banheiro fazer xixi. Comecei a navegar na Internet
e ela entrou, jogando-se no sofá-cama, fazendo
sua camiseta subir. Usava uma calcinha grande, feiosa,
mas que deixava à mostra os pêlos longos
saindo pelas laterais. Preocupado com a possibilidade
de minha mulher acordar, desliguei logo o micro. Mas antes
de sair não me contive: dei a volta no local onde
estava, escondendo-me da visão que minha mulher
pudesse ter (na realidade, de onde Joana dormia ela apenas
conseguiria me ver no micro) e passei a mão nas
coxas de Cláudia. Meu susto foi quando ela, de
olhos ainda fechados e sentindo que eu tirara a mão,
sussurrou: "Faz mais. Tá gostoso". Não
sei de onde tirei forças para falar, ainda mais
baixo que ela, um "de jeito nenhum, outra hora"
rapidinho, me levantar e correr para o banheiro para,
quase silenciosamente, repetir " Cláudia putona"
enquanto gozava gostoso numa bronha desvairada. No dia
seguinte, uma segunda-feira, minha mulher avisou que eu
deixasse minha cópia das chaves de casa com a Cláudia,
que deveria chegar mais cedo e adiantaria o almoço.
Como não tinha jeito de chegar mais cedo, porque
era minha mulher quem me pegava no trabalho, conformei-me
em perder a oportunidade de estar a sós, pelo menos
por alguns minutos, com minha cunhada.

Tinha apenas alguns
poucos minutos para almoçar, devido a um compromisso
quase no mesmo horário. Então fui para casa,
comi pelos olhos e pelo nariz e zarpei para o que tinha
que fazer. À tardezinha minha mulher me ligou para
avisar que se eu quisesse que ela me buscasse no trabalho,
que eu ligasse e saísse mais cedo, porque havia
pintado uma reunião no trabalho e ela teria que
estar lá por volta de 19h30. Como ela já
sabia que naqueles dias eu andava chegando em casa perto
de 21 horas, tratou de me avisar. Quase tive um troço
quando cheguei em casa e dei de cara com minha cunhada
preparando o jantar. Ela havia decidido ficar até
mais tarde, esperando Joana voltar da reunião para
depois a levarmos para a casa de seus pais. Era a chance
que eu esperava. Decidi correndo que levaria a minha mulher
no trabalho e que passaria numa locadora.

Era um pretexto
para poder ficar com o carro, pois já havia buscado
os filmes que queria antes, e não ser pego de surpresa
em casa caso ela aparecesse antes do horário costumeiro.
Deixei-a no local e voltei rapidinho. Fui direto para
a cozinha, mas não tive coragem de dar um agarro
nela. Fiquei no quarto vendo televisão (nesta época
concentrava no mesmo quarto a cama de casal, a TV, o som
e o microcomputador). Ela passou pela minha porta e foi
tomar banho. Ainda cheguei perto da porta fechada e tentei
imaginar ela nua tomando banho. Retornei ao meu lugar,
tirei o pau para fora e iniciei uma punheta. Quando ouvi
barulho da porta do banheiro sendo aberta eu guardei o
cacete e fiquei na minha. De repente tocou o telefone,
também no quarto, e era a mãe de Cláudia.
Queria falar com minha cunhada. Gritei e ela veio.

Quase
tive um troço: a putinha veio, como se estivesse
sozinha em casa, vestida de tanguinha (a coisa mais minúscula
que vi na minha vida, que sumiu no rego da bunda e na
racha da buceta cabeluda) e sutiã meia-taça.
Jogou-se na cama onde eu estava, de bruços, deixando
aquela bundona linda e deliciosa, extremamente excitante,
virada para cima. Quando ela terminou de atender o telefone
dei-lhe uma bronca: "Cláudia, você é
lesa? Andando pela casa de calcinha e sutiã? Já
imaginou se sua irmã chega e lhe pega aqui na cama?".
"Não se preocupe, Tim, eu fiquei com a chave
dela", disse-me, como se estivéssemos tratando
da coisa mais banal do mundo. "Mas não é
só isso, Cláudia ", falei-lhe, tentando
imprimir na voz um ar de seriedade que contrastava com
a dureza do meu pinto estourando a bermuda. "E eu
, como fico? Você acha que eu sou de ferro? Daqui
há pouco eu não vou resistir". Ela,
que já tinha voltado para o outro quarto, retornou
e parou na porta, me olhando sorrindo. "E quem disse
que eu quero que você resista? E por falar nisso,
gostou do que aconteceu naquele domingo lá em casa?".
Meu coração disparou e eu quase não
tive voz para responder. "Adorei sentir a tua bucetona
molhada. Mas queria mesmo é saber que gosto ela
tem".

Cláudia veio em direção
à cama e se colocou de quatro nela, abaixando a
calcinha até os joelhos. Levantei-me num pulo,
colocando-me atrás dela. Estava lá, bem
na minha frente, a minha cunhada querida, um tesão
de adolescente com tudo no lugar certo, até um
pouquinho cheiinha demais para a maioria, mas minha fantasia
sexual mais latente, de quatro, oferecendo a buceta mais
cabeluda que eu já tinha visto na vida para ser
chupada pelo marido da irmã dela. Isso me alucinou.
Ajoelhei-me no chão, encostei meu nariz naquele
matagal e aspirei fundo aquele cheiro delicioso de mulher
no cio, doida para levar vara. Neste momento me transtornei:
chupei com gosto, puxando os pêlos com os dentes,
lambendo com a língua aberta, trucidando o clitóris
com a ponta dela, mordendo tudo de leve e com força,
alternando. "Ai Meu Deus... me chupa... me morde...
arranque pedaço se quiser... me faz de sua puta...
me faz gozar... me mostra que você é homem
de verdade... gostoso... me faz sangrar... enfia essa
língua deliciosa dentro de mim... me faz gozar
na tua boca...", gemia, entre suspiros, Cláudia.
Ela gozou deliciosamente, quase gritando. Quando se recuperou,
rapidamente por sinal, ela mesma tirou o sutiã
e pude ver aqueles peitos deliciosos, quase grandes, de
auréolas enormes e bico duro de mais de 1 cm de
altura por 1 de circunferência (medi tudo depois).
Chupei-os como um bezerro faminto. Queria, quase, arrancar
leite deles. Cláudia delirava, fechava, abria e
revirava os olhos, suas narinas se contraíam e
se distendiam. Beijamo-nos como velhos amantes, um sugando
a língua do outro, molhando nossos queixos com
a saliva que escorria de nossas bocas. Deitei-me sobre
ela e já ia enfiando meu pau quando ela, num grito,
pediu para eu parar. Correu no quarto e voltou com uma
camisinha. Encapei o danado e enfiei-me todo dentro dela.
Enquanto metia sentia que aquela bucetona enorme por fora
era uma das coisas mais apertadas em que eu havia me enfiado.
Enquanto a comia fi-la falar sobre como havia perdido
o cabaço, se ela dava para mais alguém e
se continuaria a me dar sempre que eu quisesse.

Ela me
confidenciou, entre gemidos e prenúncios de gozo
(eu sempre parava um pouco para evitar que tanto eu como
ela gozássemos antes da hora), que havia perdido
a virgindade aos 14 anos com um namorado de mais de 30
anos, que nunca ninguém na casa dela havia descoberto
que tinha. Depois disso deu apenas para o Sérgio,
o atual namorado. E me disse que não conseguiria
mais parar de trepar comigo, porque estava adorando o
perigo e o fato de estar dando a buceta para o próprio
cunhado. Ela gozou primeiro e eu ainda fiquei bombando
quase 10 minutos depois para gozar da forma mais deliciosa
do mundo, com o corpo todo arrepiado. Descansamos uma
meia hora. Ela tomou outro banho e eu tomei o meu. Estava
quase na hora de minha mulher voltar, mas eu ainda queria
mais. Aí arrastei-a para o corredor, levantei a
saia que vestiu (fiz com que ela ficasse sem calcinha)
e apontei para seu cuzinho. Achei que ela iria recusar,
mas o que eu ouvi depois me levou ao céu: "Ai...ai..
sempre tive loucura para dar a bunda, mas meu medo de
doer era maior.

Põe devagarinho para eu aguentar".
Argumentei que meu pau era pequeno e que quando passasse
a cabeça - essa é grande - nós dois
adoraríamos. Mesmo assim ela ficou receosa e trancou
o cu algumas vezes. Quando entrei com meu pau, devidamente
"encamisado" e lubrificado com KY (maravilhoso
gel vendido em farmácias, excelente para a prática
do sexo anal), ela deu um suspiro longo. "Uuuuuuuiiiiii....
aaahhhhhhhh. Vai devagar, mas coloca tudo.... quero sentir
como é dar o cu para meu macho.... põe....
isso... mexe como se estivesse comendo minha bucetinha.....
aiiiiii..... aiiiiii.... uuuiiii....que sensação
diferente..... arde um pouco.... mas é delicioso....
dá uma vontade de cagar..... mas ao mesmo tempo....
é diferente.... é bom demais.....".
Eu sabia que não conseguiria aguentar muito mais.
O tesão te estar enrabando uma mulher e saber que
esta mulher tem apenas 16 anos e que ainda por cima é
minha cunhada estava me deixando maluco. E tinha o fato
de minha mulher estar para chegar a qualquer momento.
Eu pus-me a bombar com mais força, o que arrancou
gemidos mais fortes de Cláudia.

Pedi-lhe no ouvido:
"Putinha... rampeira... vagabunda... fica quietinha
que o teu macho já vai gozar... não geme
alto senão alguém pode ouvir". Ela
entrou como que em transe. Puxei seus cabelos com força
e vi que seus olhos se reviravam de tesão. Sabia
que ela não gozaria - apenas duas mulheres que
conheci gozaram dando a bunda -, mas ao mesmo tempo ela
estava tendo uma experiência sexual inédita
e deliciosamente tesuda, como eu podia comprovar pelos
gemidos, arrepios pelo corpo e o quanto sua buceta pingava.
Sem brincadeira nenhuma, se quando a masturbei na cama
do irmão correram dois filetes de suco de gozo,
enquanto a enrabava aconteceu algo incrível. No
chão embaixo de onde ela estava se formava uma
poça de líquido que fluía de sua
xota encharcada. Tentava excitá-la ainda mais mexendo
na "cona" dela, mas ela me fazia tirar a mão,
porque, disse, queria sentir apenas a sensação
de estar perdendo o cabaço anal.

Gozei mais uma
vez, quase caindo no chão, devido às pernas
moles. Após alguns minutos ela se ajeitou e foi
ao banheiro. Tirou apenas a saia, abriu o chuveiro e lavou
o rego da bunda. Secou-se, vestiu-se e foi para a frente
da televisão esperar a irmã chegar para
ir embora, não sem antes me beijar um beijo molhado
na boca ainda seca e dizer: "Foi um delícia.
A gente vai ter que ter cuidado, mas vou querer dar a
bunda sempre pra você". Tomei outro banho,
desta vez a jato, e retoquei o perfume, a fim de esconder
qualquer cheiro. Para me garantir ainda mais borrifei
veneno para pernilongos pela casa toda. Parece loucura,
mas foi fundamental. Deste dia em diante tornei-me um
amante esporádico de minha cunhada. As chances
da gente ficar sozinhos eram poucas, mas quando isso acontecia
invariavelmente acabávamos transando. Eu ficava
me controlando porque se para mim havia o tesão
enorme de comer a própria cunhada, realizando uma
das fantasias mais recorrentes da maioria dos homens,
para Cláudia isso tudo parecia um jogo, no qual
ela deveria se mostrar ingênua e casta (?) para
todos, mas sendo uma putinha rampeira com o namorado e
comigo. Como tem um gênio dos diabos e um tesão
parecido com o meu, Cláudia acabava me colocando
em situações absurdas. Sentia que não
era eu quem queria e comandava tudo. Era ela que na maioria
das vezes escolhia quando e onde deveria dar para mim.
Juro que tentei dar uma acalmada nas trepadas, chegando
a querer até a acabar com tudo, pois morria de
medo de ser descoberto. Mas Cláudia sabia o tesão
que me causava e as coisas que eu gostava, que eram quase
as mesmas dela. E, principalmente, ela me prendeu pelo
sexo anal.

Adoro comer uma bunda de mulher e a Cláudia
passou a gostar de dar. Quase todas as vezes que trepávamos
tinha que ser pela frente e também atrás.
Teve algumas vezes que ela chegava e já dizia que
naquele dia tinha acordado com vontade de dar o rabo e
que queria apenas isso. Um artifício que ela usava
com frequência quando estávamos na minha
casa e por algum motivo eu ou não estava disposto,
ou estava trabalhando era o de ficar completamente pelada
e subir na mesa que ficava ao lado do micro que eu uso.
De costas para mim, mas a minha direita, ela, nua, ficava
de cócoras, exibindo aquela bunda grande e magnífica
e uma buceta, agora totalmente raspada, a meu pedido,
pingando. Não havia como não agarrá-la,
tirá-la de cima da mesa e comê-la debruçada
sobre a própria. Ela vivia me tentando de todo
jeito. Dizia, quando no mesmo ambiente de outras pessoas,
que estava sem calcinha. E isso me fazia correr para o
banheiro.

Às vezes enfiava os dedos na buceta e
me dava na boca para chupar. Sua buceta depilada parecia
maior ainda do que era. Mas não era arreganhada,
como a de muitas mulheres - não tenho nada contra.
Tinha lábios bem gordos e grandes, porém,
certinhos, como que desenhados especialmente para torná-la
ainda mais desejável. E a sensação
de perigo parecia inebriá-la. Ela vivia a nos fazer
correr riscos, desnecessários, é bem verdade,
dos 16 até completar 20 anos. Uma vez, em 97, me
lembro bem, quase morri de medo. Seu na época namorado,
o Carlos, hoje seu marido, estacionou o carro na porta
da minha casa para apanhar a Cláudia para irem
namorar (depois ela me contou que iam mesmo ao motel dar
uma trepada). Eu o atendi pela janela que dava para a
rua. Quando ia jogar as chaves o celular dele tocou. Carlos
atendeu e me disse em seguida que avisasse aCláudia
para sair, porque era um tio ao telefone e com certeza
demorariaum pouco, fazendo-o preferir não subir.
Pois Cláudia, ao receber a notícia que dei,
disse: "Que bom.

Então tira o pau para fora
e me deixa chupar até você gozar". Recusei-me,
mas a viada abaixou a calça bailarina que usava
e me mostrou a buceta pelada e pingando. Enfiou um dedo
dentro dela e pôs na minha boca. Em seguida já
foi abaixando minha bermuda e chupando meu cacete. Eu,
que tenho a maior dificuldade em gozar com alguém
me chupando, gozei em dois minutos. Ela engoliu tudo -
coisa que fi-la aprender a fazer, apesar de não
querer. Puxou um chiclete, botou na boca e me deu um beijo.
Apanhou as chaves e já ia saindo quando abriu novamente
a porta e me disse: "Hoje vou dar a bundinha para
ele pela primeira vez. Mas vou é pensar em você
quando ele estiver me comendo e achando que é o
primeiro a meter a pica no meu cu". Jogou um beijo
e foi-se. A chave ela me jogou pela janela. Mantivemos
esse relacionamento até pouco antes do casamento
dela. A própria Cláudia ficou mais ajuizada
e foi optando por rarear as trepadas.

Não fazia
mais as loucuras de sempre, mas ainda dizia que gostava
de trepar comigo. Uns seis meses antes dela se casar com
o Carlos deixamos de trepar de vez. Eu aceitei numa boa,
porque o risco não estava mais compensando para
nenhum dos dois. Mas na semana passada - e foi isso que
me fez recordar tudo e transformar o que nos aconteceu
neste relato enorme - ela chegou em casa esbaforida. Joana
perguntou o que houve, mas ela disse que apenas tinha
corrido um pouco para escapar da chuva. Eu assistia televisão
e minha mulher estava no quarto preparando material para
o trabalho do dia seguinte quando Cláudia passou
por mim e me fez sinal para acompanhá-la até
a cozinha. Contou-me o que realmente havia feito com que
ela chegasse esbaforida. "Tim, acabei de levar a
maior cantada de um amigo do Carlos que me deu carona.
O sujeito chegou a me mostrar o pau duro por cima da calça.
Xinguei-lhe e saí do carro. Mas isso me deu um
tesão enorme". "Quer que eu apague este
tesão", disse-lhe, em tom de brincadeira,
já que Joana estava noutro cômodo e trepar
com Cláudia, o que eu queria desesperadamente desde
que ela se casou, seria impossível. "Cê
tá louco? E a Joana? Mas me arruma uma daquelas
suas revistas pornôs porque eu preciso gozar urgentemente".
Dei-lhe a chave do quartinho onde ficavam as revistas.

Ela escolheu duas pequenas, uma de contos e uma fotonovela,
colocou no meio de jornais e se mandou para o banheiro.
Desde então a gente tem se olhado com muita malícia.
Ela chegou até a correr os dedos na minha virilha
um dia destes. Mas ainda não aconteceu mais nada.
(timdrake@zaz.com.br)