O marido da bunduda é corno

A bunduda me disse que estava na hora de trair o marido e eu perguntei por que.  “Ah! Não sei... só sei que está chegando a hora de trair meu marido.”  e me explicou que revelava aquele desejo porque tinha confiança em mim.  E, por causa dessa confiança, queria propor botar chifre no marido me tendo como parceiro.  É claro que concordei.  Como recusar?  Adoro comer mulheres comprometidas, me excita saber que alguém está levando um chifre enquanto como uma parceira.  Além do mais, a Bunduda é interessante.  Não só pela protuberância do traseiro, detalhe anatômico que lhe rendeu esse apelido.  Ela - com aqueles lábios grossos - tem a boca perfeita para chupar uma piroca, uns peitinhos tesudos e coxas grossas.  Bunduda é uma mulher que a gente não recusa e o marido dela já podia ir preparando a cabecinha porque o chifre estava a caminho.

               Bunduda e eu fomos a um motel numa tarde de segunda-feira, o dia ideal para quem está traindo o marido.  Quem desconfiaria de uma relação extraconjugal em plena segunda-feira, dia do bode? 

               Enquanto nos beijávamos na boca, Bunduda ia tirando a roupa.  Os peitinhos dela eram maravilhosos sim e eu ia chupando cada biquinho com tanto carinho.  Bunduda só repetia: “Chupa, neném.  Chupa, meu neném.”.  Sei lá... achei estranho ser chamado de neném mas respeitei a fantasia dela.  Tirei a calcinha da minha nova amante e a xoxota era linda com uns pêlinhos bem cortadinhos.  Mas é claro que minha maior curiosidade era a parte do corpo daquela mulher que lhe rendera o apelido. 

            A bunda dela é alguma coisa fora do comum.  As curvas dos glúteos são perfeitinhas, a popinha tem maciez e a racha é robusta.  Tanto que, para ver a olhota do cu, é preciso separar bem as duas bandas.  Bunduda tem uma bunda linda mas me aguardava uma surpresa.  Ela não dá o cu.

               “Eu sei que, pelo tamanho da minha bunda; os homens sempre querem fazer anal comigo mas não gosto.  – ela me fala – Não é prazeroso, me deixa mal.  Meu marido vive pedindo mas, nas poucas vezes; em que tentamos.  Não rolou.”
            O corno tinha aquela bunda maravilhosa na frente dele e não comia.  Bunduda disse que eu podia brincar, beijar, passar a piroca na bunda dela mas ‘penetrar’ não.
                Confesso que fiquei um pouco frustrado.  Belisquei a bunda dela, beijei, gozei em cima do bumbum......  depois, a nossa transa foi legal em tudo.  O 69 que a gente fez, a penetração vaginal... tudo foi  maravilhoso mas eu queria muito comer o cu da minha amante.  Não vou insistir, quero comê-la outras vezes. 

           Hoje, eu sei que o marido da Bunduda é corno e, segredo mais íntimo do casal, o chifrudo não come aquela bunda.

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