Enquanto a sobrinha dormia

Aconteceu, no natal de 1997, um fato
que, no futuro, veio a se confirmar como um excelente
presente. Sem que eu fosse previamente informado, apareceu
em minha casa uma sobrinha de minha mulher que, desejando
mudar um pouco de ares e criar alternativas de crescimento
intelectual e profissional, deixou a casa dos pais e
veio nos pedir acolhida. Luana, a indigitada sobrinha,
acabara de completar então dezoito anos, embora
não aparentasse mais de 15. Moreninha, baixinha,
medindo mais ou menos 1,60 de altura, pernas grossas,
seios médios, durinhos, a garota chamava a atenção,
despertando, desde logo, o desejo de quem a olhasse.

Como praticamente não havia alternativa, a acolhemos
e passamos a nos adaptar àquela nova companhia.
Não demorei muito a me acomodar à “estranha”,
até porque, dentro de casa ela costumava andar
sempre à vontade, com pouca roupa, expondo de
forma sensual e tentadora o seu corpo e a sua intimidade.
Aquilo despertava o meu tesão que, no entanto,
era contido pela idéia de ser flagrado por minha
mulher. Por diversas noites, em momentos diversos, ao
me levantar para ir à cozinha, passava na frente
do quarto de Luana e a encontrava a porta apenas encostada,
levemente entreaberta. Aquilo aguçava a minha
curiosidade e me fazia parar, abrir um pouco mais a
porta, bem devagar, apenas para poder mirar discretamente
o interior. Algumas vezes pude ver que a minha querida
sobrinha dormia completamente nua, de bruços,
bundinha à mostra, levantada.

A sensação que aquilo
me causava era enorme. O meu tesão crescia de
imediato. Ao retornar ao quarto "atacava"
minha mulher e a fodia sempre pensando na bocetinha
de minha hóspede. À medida que o tempo
passava, para minha felicidade, a nossa intimidade aumentava
e ela, muito expansiva, sempre criava facilidades maiores
aos nossos contatos. Não demorou muito e eu já
a abraçava apertado e, às vezes, me encostava
nela por trás ao encontrá-la despreocupada
(ou fingindo que estava!) e encaixava o meu membro em
seu traseiro sentindo a deliciosa sensação
de suas carnes rijas, quentes. Ela sorria e sem maiores
reações aceitava a intimidade, retribuindo
os meus abraços. Aquilo me deixava sempre pronto,
mas tinha um certo temor de ir adiante e de estar interpretando
equivocadamente a reação da garotinha.

Em determinado dia, ao chegar em casa
mais tarde, após um longo dia de trabalho, encontrei
Luana dormindo no sofá da sala, sozinha. A visão
que ela me proporcionava me deixava sem fôlego.
Vestindo uma camisola preta, de seda, curta, deixava
à mostra suas coxas roliças e delineava
os contornos de seu delicioso traseiro. Olhei aquela
imagem inesperada e meu pau endureceu de imediato. Aproximei-me
mais e mexi com ela como se desejasse acordá-la
e levá-la para o seu quarto. Na verdade apenas
testava mesmo o seu sono. Ela não deu sinal de
haver percebido a minha presença. Aquilo aumentou
o meu desejo e fez com que meu membro vibrasse forte
dentro da cueca e da calça que eu ainda vestia.
Toquei o seu traseiro por cima da camisola e fiz com
que minha mão deslizasse por seu corpo suavemente,
sentindo o calor de sua pele. Levantei a camisola e
quase esporrei na cueca: ela estava completamente nua
por baixo. A bocetinha pequena, sem pelos, rachadinha
ao meio, apresentava-se convidativa, querendo ser fodida.
Aquilo me desconcertou completamente e me tirou do sério.
A minha vontade era simplesmente a de fodê-la
de imediato, metendo-lhe fundo o meu membro que, a essa
altura, já não tolerava mais esperar.

Toquei-lhe a bocetinha com um dedo
e, devagar, fui invadindo o seu interior.... ela estava
molhadinha, mostrando que, embora dormindo, sentia o
meu toque. Não esperei mais e não resisti
à tentação. Saquei o meu membro
rijo e latejante e me deitei, bem devagar, por cima
da garota, mas sem querer acordá-la. A minha
sensação estava no fato de estar ela dormindo.
Queria comê-la sem que ela participasse ou percebesse.
O pau saltava fora da calça, completamente duro,
em riste, pronto para invadir o interior daquela gruta
morna que ainda não sabia se era virgem ou não.
Mas isso não importava, queria apenas esporrar
naquela bunda, naquelas coxas ou até dentro daquela
grutinha. Apoiando o meu corpo apenas em um braço,
deitei-me por cima daquela bunda e guiei o meu membro
duro para a bocetinha. Afastei um pouco as pernas da
garota e ví a bocetinha se entreabrir um pouco
mais. Encostei nela a cabeça vermelha do meu
pau e fiquei sentindo o calor que emanava daquela fenda.

A garota continuava dormindo, ou fingia
que dormia. Eu continuei esfregando o meu pau em sua
bocetinha, sentindo-a molhada, pronta para ser invadida.
Não me fiz de rogado e meti a cabeça devagar.
Como a bocetinha estava molhada, a cabeça do
membro deslizou suavemente para dentro da fenda daquela
gatinha. Senti que ela empinava mais ainda o traseirinho,
me proporcionando melhor contato e me permitindo avançar
mais facilmente boceta a dentro. Meti mais um pouco
o caralho enrijecido e pude sentir a deliciosa sensação
daquela bocetinha apertada e quente envolvendo o meu
mastro. Empurrei mais e ele entrou fundo. Colei o meu
púbis na traseira carnuda da garota e permaneci
nesse posição por alguns instantes, sentindo
o contato delicioso que ela me proporcionava.

A bundinha dela estava anda mais arrebitada,
oferecida, o que me facilitava a invasão de sua
bocetinha apertada e úmida. Iniciei, vagarosamente,
movimentos de vai-e-vem, entrando e saindo da xaninha
safada que, sem dúvida, sabia do que estava acontecendo
e participava de forma disfarçada. Metia e tirava
o meu membro completamente duro e pulsante daquela bocetinha
deliciosa, quando percebi que estava prestes a gozar.
Nesse momento a minha sensação foi amplificada
por contrações da vagina de Luana. Senti
que ela também chegara ao orgasmo, embora sem
se declarar. Quando começava a esporrar dentro
da bocetinha, tirei o meu mastro e deixei o meu líquido
quente e grosso escorrer por suas nádegas. Ela
rebolava devagar, disfarçadamente, me proporcionando
enorme e inesquecível prazer. Gozei como nunca
antes havia gozado. Após o gozo, me levantei
lentamente e saí de cima de Luana, limpando a
porra que ficara em sua bundinha deliciosa. Arrumei
a sua camisola e, de pau satisfeito, retirei-me para
o meu quarto.

A partir desse dia, passei a
comer Luana quase que diariamente, mas sempre com ela
fingindo que dormia. Isso era delicioso. Me causava
a sensação de algo duplamente proibido,
embora sentisse que ela participava disfarçadamente
de tudo.

 

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INCRIVEEELLL

Caracas isso que é conto... quem dera eu ter uma oportunidade dessa.... pow manda mais ae cara!!!

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