Lance de pai e filho - capítulos 1, 2 e 3

Capítulo 1 Um banho especial


Eu estava sozinho, em casa, e resolvi tomar um banho. Foi quando meu
pai chegou. Ele costuma chegar cansado do trabalho e a primeira coisa
que gosta de fazer é tomar um banho. Ele odeia quando o banheiro está
ocupado ao chegar do trabalho. E hoje ele chegou mais cedo, justamente
quando eu estava tomando banho. Percebi que ele havia chegado, porque
bateu na porta do banheiro e gritou meu nome. Não dei muita confiança e
continuei com meu banho. Mas não demorou muito e ele bateu de novo,
berrando meu nome. -- O que foi, pai? Tô tomando banho! -- gritei
também. E resolvi apressar o meu banho. Se eu demorasse muito, sei que
ele ficaria furioso. Mas ele não se conformou. Começou a esmurrar a
porta pra valer. Aquilo me irritou. Saí do Box, com o chuveiro ligado
ainda, e fui abrir a porta. Coloquei minha cabeça do lado de fora para
brigar com o meu pai, mas ele começou a empurrar a porta, querendo
entrar. -- Ah, não! Você não está vendo que eu tô tom
ando banho? -- Ah, você demora demais! Eu não vou esperar, não! Me
deixa entrar. -- Pai, eu to usando o banheiro agora. Pára com isso. Eu
não vou demorar, não! Já to quase acabando. Olha o meu cabelo! È só
enxaguar, tirar essa espuma e pronto. Eu deixo você tomar banho. --
Então, você já tá terminando, mesmo! Eu vou entrar e começar a tomar o
meu. -- Disse isso e entrou. -- Que merda, pai! Mas ele nem me ouviu.
Entrou debaixo do chuveiro, como se ninguém estivesse ali. Como se eu
já tivesse terminado e saído dali. Que raiva senti. -- Se quiser, pode
ficar à vontade e entrar também. Eu divido espaço com você, -- Mas você
é chato, hein! Deixa eu pelo menos tirar essa espuma do meu 2

Oi. Meu nome é Marcus e tenho 24 anos. Resolvi escrever para pensar
sobre o que aconteceu comigo. Dizem que escrever ajuda a desabafar e
raciocinar direito. Hoje me aconteceu uma coisa na qual até agora não
consegui acreditar. Transei com o meu pai no chuveiro e depois, na
cama. Foi inacreditável! Não consigo acreditar que fiz isso. Nem sei se
conseguirei olhar para o meu pai amanhã. Minha mãe não estava em casa
na hora. Ela chegou depois. Fiquei no meu quarto e só desci, depois,
para jantar e conversar um pouco com a minha mãe, que de nada
desconfiou. Meu pai nem foi pra mesa jantar. Minha mãe falou que ele
foi ao bar para beber, mas que não demoraria De início, fiquei
preocupado. Meu pai deve ter se arrependido. Mas apesar de estar
assustado até agora, não quero que ele se arrependa. Nunca tinha
transado com um homem, apesar de pensar nisso algumas vezes. Foi uma
experiência incrível! Se puder, quero repetir. Com o meu pai, perdi a
minha vi
rgindade anal. Foi ele que fez pela primeira vez comigo e fez da
melhor maneira possível, do jeito mais gostoso e carinhoso. Acho que
foi a primeira vez que meu pai transou com um homem, mas, agora que
estou aqui, no meu quarto, escrevendo, penso que meu pai já fez isso
antes.

cabelo, porque ta começando a cair no meu olho. E entrei no Box.
Enquanto eu tirava a espuma, meu pai começou a me contar sobre a
decisão do campeonato de futebol da empresa onde ele trabalha. Disse
que o jogo seria no próximo sábado, mas que queria que o time treinasse
na terça-feira. Me perguntou se eu queria jogar. Disse que sim. Peguei
o condicionador e espalhei no meu cabelo. Meu pai disse: -- O que mais
falta pra você sair daqui? Tem condicionador e o quê mais depois? Ta
parecendo mulher. Só dei uma risada. Continuamos a conversar sobre a
partida de futebol para combinar quem iria jogar. Pedi para o meu pai
arredar um pouquinho para que eu pudesse enxaguar a cabeça e tirar o
condicionador. Ele não arredou muito e fez cara de quem já estava
começando a se irritar novamente. Como ele não arredou muito, nos
encostamos um pouco. Fechei os olhos e fingi que não estava ligando
para as amolações dele e comecei a enxaguar a cabeça. Foi quando
seu pau encostou na minha bunda, bem entre minhas nádegas. Eu arredei
e continuei a enxaguar meu cabelo. E mais uma vez, seu pau encostou na
minha bunda. Rapidamente, abri os olhos para ver o que estava
acontecendo. Meu pai já havia arredado de lugar, mas notei uma coisa
intrigante. Seu pau estava ficando ereto. Olhei e meu pai percebeu que
eu vi.

olho semi-aberto de propósito. Queria observar o corpo do meu pai. O
seu pau estava totalmente ereto e muuuuuito grande. Ele começou a
esfregar o shampoo no seu cabelo também. Meu pai tentava disfarçar,
ficando de costas para mim, mas isso fez com que eu o observasse ainda
mais. Suas pernas eram fortes e sua bunda era durinha e redondinha. Meu
pai, apesar da idade, tinha um corpo de atleta.

Meio sem graça, continuei lavando meu cabelo, fechando um pouco os olhos para não entrar espuma. Mas deixei um 3

Pra checar se eu havia percebido, meu pai me olhava de lado. E acabou
percebendo que eu estava olhando pra bunda dele. Veio em direção a
ducha do chuveiro e disse que a espuma estava entrando no olho dele.
Mas para mim, foi apenas uma desculpa para entrar no chuveiro e
encostar seu corpo no meu mais uma vez. Mas, assim que ele entrou, eu
arredei. Resolvi pegar minha toalha para sair do banheiro. -- Pega o
sabonete pra mim, filho. Fui pegar o sabonete do outro lado do Box. Mas
quando ia colocar na mão do meu pai, o sabonete caiu no chão. Meu pai
se abaixou para pegar, mas deixou cair de novo. Dessa vez, caiu perto
de mim. Quando abaixei minha cabeça para procurar, notei que meu pau
também estava duro. Olhei, envergonhado, pro meu pai. Ele me encarou
nos olhos como se quisesse dizer que já havia percebido. Fui pegar o
sabonete e notei que meu pai lambeu os lábios assim que me viu abaixado
naquela posição. Achei estranho, mas para mim ficou claro o que meu pa
i pensou no momento. Mas em vez de repudiar, gostei daquela sensação. Entreguei para meu pai o sabonete e saí do Box.

Fui até o espelho, sem me enrolar na toalha e fingi que procurava
alguma coisa. O barbeador, por exemplo. Fiquei de costas para o meu
pai, de frente para o espelho. Ele não parava de olhar pra mim. Ficamos
em silêncio por um bom tempo. E eu demorei para abrir a gaveta onde
estava o barbeador. Queria aproveitar aquele momento. Meu pai me olhava
de um jeito tão gostoso! Eu estava gostando daquilo. Não sabia se eu
continuava ali ou se ia embora do banheiro logo. Decidi sair do
banheiro. Mas quando ia me enrolar na toalha, meu pai me fez uma
pergunta que me surpreendeu: -- Você já mediu alguma vez, filho? -- o
quê? -- Seu pinto. Você já mediu alguma vez? Me deu vontade de rir. --
Já medi, pai. Você também já fez isso? -- mas é claro. Todo homem faz
isso um dia. Mas você sabia que nem todos sabem medir corretamente? --
Ah, é?! Por que? Como é que faz?

escorrendo em seu pênis não me sai da cabeça. -- Toma! Faz aí pra eu
ver se você faz certo. Ele me passou o shampoo. Eu fiz o que ele pediu.
-- Não! Não é assim. Pode apertar mesmo -- me corrigiu e tomou o
shampoo da minha mão para apertar contra o meu osso pélvico. Ao mesmo
tempo, segurou o meu pênis com a mesma mão que segurava o shampoo.
Aquilo me despertou uma sensação maravilhosa. Meu pai segurava o meu
pênis. E o safado ainda fez mais. Passou por trás de mim para medir o
meu pau melhor. Não chegou a encostar seu peito em minhas costas, mas
eu mesmo arredei o meu corpo para trás para sentir as minhas costas em
seu peito. Como ele estava quente! E molhado!

-- Você tem que apertar a régua contra a sua pélvis para medir o
comprimento até sentir encostar no osso. Assim ó -- Disse pegando o
shampoo para usar como medida. Fez como ele descreve. -- Chega mais
perto pra você ver. Está vendo? È assim que mede. O pau dele ficou
maior do que já estava pra mim. A imagem da água 4

-- Está vendo? É assim que se faz. Você não está nada mau, hein, filho!
Você tem que medir sempre que seu pau estiver duro, igual agora. Nessa
hora, senti de novo o seu pau crescendo e voltando a tocar minha bunda
Meu pai ainda fez questão de posicioná-lo bem entre minhas nádegas.
Desta vez estava tocando o meu cu. Me arrepiei todo na hora. Meu pai
percebeu o suspiro que dei e, ainda segurando o shampoo colado ao meu
pau, começou a fazer um movimento de vai-e-vem com a mão, me
masturbando. Estava gostoso. A cabeça do seu pau agora tocava a minha
porta dos fundos. Eu arredei mais um pouco para trás. Não consegui
despistar. Meu pai continuava a me punhetar, ao mesmo

tempo em que dava início a um movimento de quadris em direção ao meu
cu. Eu olhei para trás, para o rosto do meu pai, segurei o seu pau e
comecei a punhetá-lo também. Foi o sinal que meu pai esperava.
Imediatamente ele soltou o shampoo e pegou o sabonete. Eu já tinha
mostrado a ele o que eu queria, então apertei minha bunda contra o seu
pau, entrando novamente debaixo do chuveiro. Meu pai esfregou o
sabonete no meu cu e enfiou um dedo. Dei mais um suspiro, misturado com
um gemido.

Foi o bastante para meu pai se transformar num animal. Ele enfiou seu
pau inteiro no meu cu, de uma só vez. Eu inclinei o meu corpo para
apoiar minhas mãos na parede e abrir mais as pernas. A partir daí, tudo
que senti foi tesão. Tesão, tesão e tesão. Nossa! Como meu pai tem uma
pica gostosa. Os primeiros movimentos me causaram mais dor que qualquer
outra coisa, mas depois só consegui sentir prazer e vontade de sentir
aquela pica gostosa cada vez mais fundo. Comecei a rebolar e meu pai
gostou. Meteu com muita vontade. Eu pedia para ele não parar. Ele não
falou nada. De vez em quando eu virava minha cabeça para olhar meu pai,
mas ele só fixava seus olhos em mim com cara de quem ia gozar e não
falava nada. Ele estava aproveitando a situação. Só queria me comer. Ao
mesmo tempo em que sentia prazer, ficava pensando no que ele me diria
depois. Tentava adivinhar seus pensamentos. Sua respiração estava alta.
5

Estava uma delícia. Meu pai me comendo e a água do chuveiro caindo em
minhas costas. Eu não queria parar, mas meu pai tirou o seu pau do meu
cu e gozou. Gozou muito em minhas pernas, dando suspiros cada vez mais
altos. Parecia que ele não gozava faz tempo. Gozou muito. Lambuzou
bastante minha perna e o chão do banheiro. Eu me virei e encarei meu
pai mais uma vez. Ele ainda curtia o seu orgasmo, quando eu passei meu
dedo em minha perna e lambi depois para saborear seu sêmen. Eu ainda
não havia gozado, por isso estava com o tesão na minha pele. Meu pai
apenas continuou olhando para mim, observando tudo que eu fazia.
Acompanhava com os olhos a trajetória do meu dedo até a perna e depois
para a boca. Meu pai não dizia nada Fiquei apreensivo com o seu
silêncio e parei de lamber o gozo que escorria na minha perna. O que
será que meu pai achou? Lavei minhas pernas no chuveiro e peguei a
toalha para me enxugar. Não sabia se meu pai havia gostado ou se est
ava envergonhado de ter uma bicha em casa. Saí do banheiro e deixei
meu pai. Fui para o meu quarto. Escutei meu pai desligar o chuveiro.
Minhas pernas ainda estavam bambas. Não acreditava no que tinha acabado
de acontecer. Foi demais pra mim! Abri minha gaveta e procurei uma
cueca. Escutei um barulho e olhei para trás. Meu pai estava parado na
porta, ainda nu.

Ele se aproximou de mim e me deu um abraço. Nossos corpos ainda estavam
quentes. Ele ficou um bom tempo me abraçando. Senti um alívio nessa
hora E percebi que o seu pau estava duro de novo.

Foi aí que aconteceu tudo, mais uma vez, mas no meu quarto. Mas depois
continuo escrevendo, pois escutei o barulho de meu pai abrir a porta.
Ele chegou em casa. Pelo barulho da chave, ele está trancando a porta
da sala. Acendeu a luz da cozinha e imagino que foi procurar alguma
coisa na geladeira. Mas... ops! Estou enganado. Meu pai está atrás de
mim, parado na porta do meu quarto, me olhando digitar no computador.

 Capítulo 2 Como foi na cama


Eu olhei para o meu pai, parado na porta do meu quarto, e pedi para ele
entrar. Ele entrou calmamente e se sentou na minha cama. Desliguei o
computador e sentei ao seu lado. Ele entrou calado, mas depois falou:
-- Oi, filho! Está tudo bem? -- Eu espero que esteja, pai. Ele deu um
sorriso. -- Filho.. eu sei que você não é gay. Nem eu sou. Já vi você
saindo com algumas garotas e você mesmo já me contou que comeu algumas.
Já namorou durante três meses a filha do Antônio, da padaria, e já foi
comigo pra zona, comer algumas prostitutas. Desta vez, eu dei um
sorriso. -- Eu sei que você gosta de mulher, filho. Então, como é que
aconteceu isso com a gente? Eu estava vermelho de vergonha e preferi
não dizer nada. Meu pai continuou: -- Quando eu precisei usar o seu
computador uma vez... Lembra? Eu achei uns vídeos pornôs. Eu notei que
a maioria era de bissexuais. Homens que comiam uma mulher ao mesmo
tempo que chupavam a pica de outros caras... home
ns que comiam uma mulher com outro homem comento o rabo deles...
Fiquei mais vermelho ainda de vergonha. Não sabia que meu pai tinha
visto esses vídeos no meu computador. -- Eu copiei todos os vídeos e
coloquei no meu computador, filho. Isso era surpresa para mim. -- Eu
também assisti todos esses vídeos escondido de sua mãe. E assisti
batendo punheta, filho, porque gostei. Eu fiquei muuuuuuito surpreso!
Queria ouvir o que mais meu pai ia falar. -- Toma! Eu trouxe um
chocolate para você do bar. Você precisa repor as energias. --
Obrigado, pai! Acho que você é quem vai precisar. Mamãe está te
esperando. -- É! Eu vou pro quarto! Ela pode achar ruim eu ter demorado
no bar. Meu pai se levantou, mas não saiu. Ficou de frente para mim e
disse: -- Isso é um segredo nosso, viu, meu filho. -- Claro, pai! Eu
não sou doido de contar pra ninguém. Meu pai me desejou boa noite e
saiu. Fiquei tão aliviado de ouvir essas palavras dele. Me deu
esperanças
de acontecer de novo. Deitei na minha cama e me lembrei de tudo.
Parecia que o cheiro do meu pai ainda estava na cama. Depois que
transamos no banheiro, meu pai me comeu com mais força ainda aqui no
quarto. Meu cu ainda está sentindo as estocadas de meu pai. Meu pai me
fez deitar de bruços na cama, com a bunda virada pra cima, com uma
travesseiro embaixo. Ele lubrificou meu cu com uma produto que foi
buscar em seu quarto e se deitou em cima de mim. Mais uma vez pude
sentir o seu peito cabeludo nas minhas costas. Antes mesmo de seu pau
me penetrar, eu já sentia vontade de gozar. O peso do corpo de meu pai
em cima do meu me encheu de tesão. A sua barba roçando a minha nuca
estava me deixando louco. Quando ele, finalmente, colocou o seu pau no
meu cu, parecia que eu estava em outra dimensão.

2

O mais gostoso era sentir o pau dele roçando minha bunda, encostando na
minha pele, tocando minha entrada, ameaçando entrar e me arrombar.
Porque era muito grande. Algo me dizia que a expectativa era melhor que
aquele pau enorme dentro de mim. Como era delicioso sentir a cabeça
encostando na minha entrada e, aos poucos, tentando entrar. Que cabeça
macia, mas bruta ao mesmo tempo. Era macia, mas firme. Não parecia
apenas ameaçar entrar Parecia que era aquilo mesmo que o seu pau
pretendia a todo custo. O seu pau ficou assim, por um bom tempo,
brincando com minha bunda. Até que chegou o momento em que, finalmente,
estava dentro de mim. Nossa! Percorreu toda a extensão do meu ser por
dentro. Chegou até o limite! Senti o seu saco querendo se encontrar com
o meu. Seu corpo era pressionado contra o meu Nesse momento comecei a
suar. E a gemer! Podia sentir novamente a respiração ofegante do meu
pai, mas desta vez, seu nariz estava colado no meu ouvido. Parecia
que eu ia ser rasgado. Mas o prazer era tão grande, que não agüentei.
Gozei! Gozei em cima do lençol que estava na cama. E foi o melhor
orgasmo que já senti em minha vida! Foi um orgasmo diferente! Intenso!
A sensação era a de que eu gozava pela bunda também. Aos poucos, fui
desfalecendo. Meu corpo ficou mole. O cheiro de sêmen incendiou o
quarto. Meu pai queria se levantar, mas eu pedi para ele continuar
deitado em cima de mim. Queria continuar sentindo o seu corpo másculo,
cabeludo e quente em cima do meu.

Como eu pedi para meu pai continuar em cima de mim, ele também não
resistiu e começou a bombar de novo. Ele queria gozar mais uma vez. Ele
já havia gozado em mim no banheiro, mas ele não tinha ido ao meu quarto
a troco de nada. Para gozar imediatamente, ele bombava com mais força
que antes. Comecei a gemer de novo. Eu não estava acreditando. Eu ia
acabar gozando novamente. A pica do meu pai, mexendo dentro de mim, é
uma delícia! Tentei rebolar, mas não conseguia. Desta vez, a pressão
que meu pai fazia era muito forte. Dava para escutar o barulho do seu
saco bater em minha bunda. Eu estava fraco. Não conseguia me mexer.
Estava preso pelo meu pai. Eu era uma presa fácil, pronta para receber
mais prazer. Eu disse a ele que ia gozar de novo. Ele me disse que ia
também. Eu pedi para ele não tirar o pau de dentro do meu cu. Eu queria
sentir o seu gozo dentro de mim. Meu pai disse que não podia. Mas eu
implorei. -- Goza, pai! Goza dentro de mim. Vai,
goza! Ele não resistiu e bombou com mais força. Eu já não conseguia
dizer mais nada! Minhas palavras se misturavam aos meus gemidos e ao
meu prazer cada vez mais intenso. Eu ia explodir. Eu estava prestes a
gozar novamente. Mas antes de fazer, comecei a sentir o líquido quente
que meu pai despejava dentro de mim. Meu pai estava gozando. O seu
corpo em cima do meu ficou mais pesado. Meu pai colou seu rosto no meu
pescoço e apertou ainda mais seu pau na minha bunda. O gozo estava
entrando bem fundo. E era abundante. Isso me fez gozar junto. Era
inacreditável! Meu pai me fez gozar mais uma vez. A transa no meu
quarto foi melhor que a transa no chuveiro. Seu corpo também desfaleceu
em cima do meu e ficou mais pesado ainda. Como o seu corpo é gostoso!
Ele permaneceu assim ainda por um tempo. Ainda era cedo. Minha mãe
demoraria para chegar do trabalho. Seu pau foi diminuindo ainda dentro
do meu cu. Meu pai se levantou. Eu estava quebrado. Rasgado Assim que
seu pau saiu do meu cu, pude sentir a porra transbordando e escorrendo
para a cama. Fiquei preocupado com o lençol. Estava totalmente molhado
com o nosso suor e nossos líquidos seminais. Meu pai recolheu o lençol
e disse que ia por para lavar. Ele desceu as escadas até a lavanderia e
depois disso não o vi mais. Permaneci no meu quarto até a minha mão
chegar. Meu pai tinha ido ao bar da esquina.

Capítulo 3 Sábado na cama


Depois de nossa conversa, não fizemos mais nada. Não que não
quiséssemos. Meu pai e eu não transamos mais uma vez porque não surgiu
a oportunidade de ficarmos sozinhos em casa, desde o dia em que
transamos no banheiro e no meu quarto. Mas hoje foi diferente. Sábado.
Minha mãe levantou cedo. Teve de trabalhar hoje e saiu cedo. Era 6h00.
Hoje foi o primeiro dia em que fiquei sozinho com meu pai em casa. Não
deu nem meia hora depois que minha mãe saiu e já escutei o barulho da
porta do meu quarto se abrir. Não olhei para ver quem era. Só podia ser
meu pai. Eu ainda estava com sono. Ele levantou minha coberta e se
deitou na minha cama ao meu lado, atrás de mim. Na hora, senti sua
barriga quentinha encostar nas minhas costas. Meu pai usava apenas um
short, nada mais. Ele pressionou seu corpo no meu, abraçando por trás.
Seu pau estava duro e era possível senti-lo por debaixo do short. Que
sensação gostosa! dentro do short, ao mesmo tempo em que
apertava seus braços em volta da minha barriga e raspava seu queixo
na minha nuca. Ele me abraçou com tanta força que era impossível sair.
Mas quem disse que eu queria sair? Coloquei minha mão dentro de seu
short e achei seu pauzão. Meu pai estava sem cueca. Comecei uma
punheta. Meu pai baixou minha calça moletom e expôs minha bunda ao seu
cacete. Tocou de leve no meu cu, mas interrompi: -- Você está indo
muito rápido. -- E o qual o problema? Quer que eu faça o quê antes? --
Tem uma coisa que eu tô louco pra fazer desde aquele dia -- respondi.
Na mesma hora, enfiei minha cabeça debaixo do cobertor que nos abrigava
e desci minha boca na barriga de meu pai. Não vi a cara que meu pai
fez, mas pelo suspiro que deu, sei que ele não esperava essa minha
atitude. Eu estava prestes a realizar outra fantasia minha. Demorou
muito para ficarmos a sós em casa para que eu tivesse essa
oportunidade. Queria fazer com muita calma, para aproveitar todos os
momentos. Desci minha boca até a altura do seu pau e comecei a
mordê-lo ainda por cima do short. Que cacetão! Mal cabia dentro do
short. Passei minha boca e mordi, meu nariz e cheirei, até tirar com os
dentes o short que separava minha língua daquele pintão. Que cheiro
gostoso de macho! Quando abaixei o short, o pau se ergueu, saltando
para fora com toda a sua imponência. Comecei a subir a língua da base
até a cabeça do pinto, sem abocanhar. Senti com minha língua todas as
suas veias. Lambi bem a cabeça. Eu poderia ficar assim por horas.
Escutei meu pai suspirar e assim, percebi que ele estava gostando. Isso
me dava mais tesão ainda. Queria que fosse perfeito, que ele quisesse

Não sabia que meu pai queria tanto repetir a transa que tivemos. Pensei
que eu é quem teria de acordá-lo para pedir mais. Ele começou a
empurrar minha bunda com o seu pau, ainda que eu sempre fizesse isso
com ele a partir de hoje.cresceu mais ainda em minha boca. Que pau
gostoso! Ele estava enorme, duro, grosso, no ponto! Não resisti e pulei
em cima de meu pai. Queria cavalgar nele. Queria sentar. Meu pai pediu
para eu esperar e passou um gel lubrificante no meu cu. Sentei de uma
só vez. Que delícia! Comecei a cavalgar e a rebolar. Meu pai gosta
quando eu rebolo. Basta eu rebolar e ele não resiste. Goza logo.Comecei
a alisar sua barriga com minhas mãos. Queria tocar todo o tórax do meu
pai, enquanto lambia o seu pau. Passei as mãos em seus peitos e no seu
umbigo e, com a boca, lambia e sugava seu saco. Desci as mãos até
chegar ao saco. Fiz uma massagem e mordi de leve a cabeça do pau. Senti
as mãos do meu pai empurrarem minha cabeça por cima do cobertor. Meu
pai queria que eu abocanhasse tudo. Umedeci minha língua com saliva e
resolvi abocanhar o pau até onde eu agüentasse. E, para minha surpresa,
consegui atingir a base. Meu pai deu um gemido. Estava gostando. Na
subida, chupei o pau como se fosse um pirulito, sugando com toda minha
força. Senti o líquido pré-seminal se espalhar em minha boca. Esse era
o gosto de meu pai. O cheiro se espalhou. Eu estava me sufocando com o
cheiro de seu pau ali, debaixo do cobertor. Mas estava ótimo, o que me
impulsionava a engolir mais ainda. Meu pai deu mais um gemido. Ele
estava curtindo. Puxei o cobertor para bai xo. Eu queira ver o prazer
em seu rosto. Ele nada disse. Apenas empurrou mais uma vez minha cabeça
contra o seu pau. A partir daí, engoli seu pau várias vezes, sempre
sugando-o ao tirar da boca. Meu pai se transformou no animal que havia
se tornado da última vez. Prendia minha cabeça com suas mãos na base do
seu pau e não me deixava sair. Eu estava engasgando, pois o pau
3Percebi que ele ia gozar e então saí de cima dele. Queria chupar de
novo aquele cacete. Meu pai disse: -- Não! Eu to quase gozando! -- Eu
sei. Mas dessa vez não quero no meu cu. Quero na minha boca. Meu pai
relutou e segurou minha cabeça para que eu não fizesse isso. Mas fui
teimoso e abocanhei seu pau inteiro de uma só vez. Passei a chupar com
mais força. Agitei seu pau dentro de minha boca e senti as primeiras
contrações. Meu pai gemia muito e eu não largava seu pau. Ele apertava
a cama com força, pois sabia que nada me faria mudar de idéia. Não
havia como ele resistir. O jeito era se entregar. -- Isso... ahnnn...
não vale, filho! Mau pai gemia cada vez mais alto. Senti o primeiro
jato dentro da minha boca. Seu líquido era quente e...salgado! E como
sempre, abundante. Não coube tudo em minha boca. Apesar do gosto ruim,
queria engolir tudo. Mas não foi possível. Transbordou e caiu na palma
da minha mão. Não queria sujar o lençol co mo fizemos na última vez.
Levei as minhas mãos à boca de meu pai e fiz ele sentir seu próprio
gosto. Ele lambeu meus dedos com paixão e na mesma hora me agarrou
pelas pernas. Me
puxou em sua direção e me fez deitar com a barriga para cima. Tirou a
minha calça moletom e abocanhou meu pau. Eu não esperava aquilo e, por
isso, gozei! Não foi preciso que meu pai fizesse muita coisa para eu
gozar O tesão da surpresa foi suficiente. Meu pai engoliu tudo. Não
deixou nada para mim.

-- E agora, filho? Vamos ao futebol? Ou quer ficar mais um pouco? Eu
deitei minha cabeça no colo de meu pai, perto de seu pau, e não disse
nada. Meu corpo ainda estava amolecido. Meu pai me puxou pra cama e se
deitou atrás de mim, na mesma posição em que começou a me acariciar. Eu
fiquei. Ele puxou o cobertor e nos cobriu. Tínhamos o sábado inteiro
ainda para curtirmos um ao outro.

 

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NAO DA POA ENTENDER

POR MAIS QUE A GENTE NAO ACREDITA MAS ESTA È UMA COISA QUE REALMENTE ACONTECE E EM TODAS AS CLASSES SOCIAIS, EU TENHO UM FILHO DE 19 ANOS NOS DOIS SOMOS MUITO APEGADOS UM NO OUTRO ,ELE È UM MENINO LINDO QUE SO ENCHE EU E SUA MAE DE ORGULHO A GENTE SE ABRAÇA SE BEIJA, MUITAS PESSOAS DA MINHA FAMILIA JA CHEGARAM A ME JULGAR DE APROVEITAR DELE DELE PELO SIMPLES FATO DA GENTE TROCAR SELINHOS E DE QUASE SEMPRE ELE DORMIR COMIGO E MINHA ESPOSA,MAS EU NAO LIGO PRO QUE DIZEM POIS SEI QUE O UNICO SENTIMENTO QUE TENHO POR ELE È O DE UM AMOR PURO DE PAI, QDO ELE NASCEU EU TINHA 15 ANOS E NESE TEMPO TODO JAMAIS TIVE UM PENSAMENTO IMPURO COM ELE JAMAIS TIVE DESEJO SEXUAL POR ELE, È ISTO QUE EU NAO ENTENDO COMO PAIS PODEM SENTIR TESAO NOS PROPRIOS FILHOS? O MEU MENINO DEIXA MUITAS VEZES DE SAIR COM OS AMIGOS SO PRA FICAR COMIGO E A MAE, AMO ESTA COM ELE E MINHA ESPOSA E SINCERAMENTE SE UM DIA EU TIVESE UM PENSAMENTO PERVERTIDO DESE COM ELE EU IRIA PREFERIR A MORTE POIS SEI QUE NAO ME PERDOARIA

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