Massagem erótica

LEITOR assíduo desta tão deliciosa pagina da Internet , principalmente pela participação dos leitores, resolvi contar uma experiência minha. Tenho 23 anos, 1,80m, mas não sou. nada excepcional. Considero-me normal. Dizem que tenho boas mãos para massagens. De tanto o dizerem, creio que um dia farei um curso de especialização para desenvolver este dom que Deus me deu. Quando adolescente, eu não gostava muito de futebol, mas era sempre quem socorria os amigos que se feriam nos jogos de rua. Esta minha habilidade foi passando de boca em boca, a ponto de, ultimamente, eu ser solicitado por qualquer pessoa a propósito de massagens. As dores nas pernas, nas costas, ' nos ombros dos vizinhos eram minhas mãos que resolviam.

Certa vez, bateram a minha porta. Quando fui atender, dei com a empregada do andar de cima, pedindo que eu desse uma chegadinha até la, pois seu patrão (que daremos o nome de Marcos) estava sentindo fortes dores na coluna. Com boa vontade e toda a naturalidade possível, acompanhei a empregada. Ali deparei com um rapaz mui- to bonito, louro, de 1,70m, que eu já conhecia de vista. Tinha um corpo bem proporcionado, pernas grossas, rosto masculo e sorriso sacana. Usava um short justo e uma camiseta regata. Perguntou-me se eu era massagista. Respondi que não, apenas fazia massagens porque o pessoal achava que eu tinha jeito. Ele então explicou que, nos dias frios, sentia fortes dores na coluna. Disse-lhe que nem precisava de mim, pois qualquer pessoa estaria apta a massagea-lo nas costas e ao longo da coluna, para fazer cessar a dor. Mesmo as- sim, era bom que ele procurasse um médico especialista. Ele sorriu e mandou-me entrar. Disse que tomaria um banho rápido, preparando-se para a massagem.

Perguntou se eu queria algo de especial e Ihe respondi que bastava um vidro de óleo, desses que usamos para massagear a pele dos bebes. Fez sinal que o acompanhas- se e me deixou num quarto quase vazio, onde so havia uma cama de casal, um armário e uma espécie de criado-mudo, em cima do qual estava um frasco de óleo. 'Tudo preparado antes de me consultar', pensei. Ele entrou junto comigo e, enquanto me sentava na cama para espera-lo, ele abriu o armário e retirou dali um quimono azul. 0 tecido do quimono era felpudo como o da toalha. Pediu licença e saiu. Pouco depois retornou com os cabelos molhados, vestido com o tal quimono. Até então eu não havia pensado nada demais, mas ao sentir seu cheiro de corpo limpo e ao perceber que o quimono, aberto na frente, deixava ver um bom pedaço de suas pernas, masculas e bem torneadas, confesso que alguma uma forte excitação me veio a cabeça.

Ele deitou-se de bruços, desamarrou o quimono e me disse que o baixasse quanto fosse necessário para executar meu trabalho. Nisso vi também parte de seu peito liso e bem trabalhado. Subiu-me ao rosto um calor, mas tratei de me controlar para não misturar as coisas. Ao começar a massagear-Ihe as costas, senti uma sensação muito agradável, como se nossas peles se atraíssem ao contato. Para distrair-me, comecei a conversar sobre futilidade. Ele me contou que morava naquele apartamento havia oito meses. Sua família era de Mi- nas e ele cursara faculdade no Rio. Na época, tinha 23 anos. Calculei o pouco que era mais velho do que eu, pois então (cinco anos atras) eu estava com 19 anos. Apesar de tentar distrair-me, era obvio que não estava agiientando de excitação. Meu pênis visivelmente ereto mal se disfarçava sob as calças. Aproveitei um momento de descuido dele para ajeita- lo sem dar na vista. Mas, quando ele pediu que 1he massageasse a coxa esquerda e separou as pernas de uma maneira que considerei exagerada e puxou o roupão para cobrir as costas, quase cai duro ao me deparar com as nádegas mais lindas do mundo.

Durante a massagem, quase que instintivamente fui subindo as mãos até encostar em seu cuzinho. Ele começou a esticar e encolher as pernas com certo desespero e isso bastou para que eu perdesse a cabeça. Agarrei-o por trás, eea imediatamente voltou-se e nos abraçamos e beijamos, os corações batendo violentamente. Desfiz-me célere de minha roupa e, quando penetrei-o, ele estava vibrando. Seu corpo aderiu ao meu como se fosse uma forma feita especialmente para ele. Seu torax era bem formado, com abdomen rigido, e seu pau pulsava de excitação. Buscamos um no outro, naquele arrebatamento, tudo a que tínhamos direito. Que carinha tezudo! Com carinho e com caricias de massagista hábil legislando em causa própria, fi-lo esquecer a dor na coluna (deve ser o exercício que teve de praticar para, com o ventre quase erguido, vir buscar-me desesperado) e todos os grilos que acaso tivesse até então. Sua escitação era tanta que logo chegou ao clímax, gemeu e me apertou, desta vez quase causando avarias a minha coluna.

E chegou o mo- mento do meu gozo, que senti forte como nunca havia sentido. Depois desse dia, nos encontramos por mais seis vezes. E em todas elas, como num ritual, começávamos do mesmo jeito e a coisa ia evoluindo até não agüentarmos mais. Mas, ano passado, fui passar o carnaval em Recife e, quando voltei, dei com a desagradável noticia de que ele havia se mudado do prédio, sem sequer deixar o novo endereço."

 

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Casa de Massagem

Muito bom! hahahaahah

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