O baixinho da pica grande

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Tenho 40 anos, sou alto, bonito e muito simpático. Apesar de casado, não deixo de pensar em "certas coisas". Continuo virgem do meu cuzinho. Com uma vontade enorme de levar uma rola bem grossa. Cheguei bem perto. E compartilho o que rolou.
Estava no meu escritório. Recebi a visita de um vendedor de consórcio de automóveis. Um homem simples, baixo e feio. Mas muito simpático. Começamos a bater um bom papo.
Em um determinado momento falou que tinha comido uma mulher muito gostosa. E durante a venda de um carro. Enquanto contava a história, passou a mão por cima da calça. O pau já estava duro e ele falou: "Ela agüentou todos os meus 24 centímetros de rola!".


Fiquei transtornado. Queria ver o pau de qualquer jeito. Sem dar muito na vista, comecei a provocá-lo. Um homem daquele tamanho não tinha um pau tão grande. Repeti que era mentira. Ele disse que me mostrava seu cacetão. Mas com uma condição. Se fosse verdade, teria que bater uma punheta nele, ali mesmo. Incrivelmente excitado, pois sempre quis pegar num cacete alheio, topei na hora.
Tranquei a porta do escritório com chave. Fiquei aguardando o surgimento do caralho gigante.
"Mostra, seu baixinho. Quero ver se você tem mesmo esse cacetão todo".
O vendedor abriu o zíper e soltou um enorme cacete. Era grande e grosso. Uma pica realmente imensa. O baixinho, vendo minha reação, começou a sussurrar:
"Pega nessa vara gostosa. Bate uma punhetinha para mim. Quero gozar na sua mão. Você vai aprender a não duvidar mais".


Eu estava com a boca cheia d'água. Queria chupar a tora toda. Peguei o pauzão com as duas mãos. Comecei a acariciá-lo. A rola do baixinho ficou ainda maior. Dizia coisas loucas:
"Que pauzão! Ai, pinto gostoso! Ai, delícia de cacete!".
Não agüentando, dei um beijo na cabeça da rola. O baixinho foi me incentivando. Para eu aproveitar bem. O cacete era todo meu. Chupei pela primeira vez um pau. Sentia-me privilegiado. Um pau imenso e saboroso. O baixinho me elogiava. Eu chupava gostoso, levava muito jeito. Estava sabendo aproveitar bem uma pica grossa.


Enquanto falava, o baixinho foi tirando toda a roupa. Deitou-se no carpete. Tirei a minha também. Continuava chupando a tora. Não via a hora do cacetão jorrar um monte de porra. O safado se virou e alcançou minha bunda. Começou a me acariciar. E a fazer elogios ao meu traseirinho virgem. Enfiou um dedo inteiro no meu rabinho. Eu mamava em sua pica. Já estava louco de tesão. E o baixinho sugeriu que eu sentasse em sua pica gigante.
Nessa hora senti medo. Era virgem. Não era louco de dar meu cuzinho para um cacetão imenso...
O baixinho era compreensivo. Contentou-se em gozar na minha carinha linda. Aceitei, pois estava louco para sentir o gosto de porra. Caprichei na chupada, saboreando cada pedaço da vara. Poderia estar enterrada no meu cuzinho... Quando senti que o baixinho iria gozar, tirei o pau da boca e continuei batendo uma punheta. A porra dele, quente e grossa, começou a jorrar daquela vara inesquecível.


"Chupa aí, seu veado, chupa tudo, lambe essa porra toda", me ordenou. Tive que engolir tudo. Era gostoso e diferente. Fiquei muito excitado. Comecei a me masturbar. Gozei rapidinho em cima do cacetão. Depois nos limpamos e ele foi embora. Fiquei com o cuzinho ardendo de vontade. Liguei outras vezes, pedindo para chupar a tora. Mas ele colocou uma condição - só se eu desse meu rabinho.
Continuo virgem. E com uma vontade enorme de levar rola. Às vezes me arrependo de não ter encarado a vara gigante... Você, leitor, o que acha? Fiz bem em preservar meu traseirinho virgem? Ou deveria ter deixado o baixinho me arrombar todo? Por favor, me ajude a tirar essa dúvida!
Quem quiser, pode me escrever. Divida isso com um amigo...

Alex
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