Eu e meu amante encanador

Bom o que vou relatar aqui é expressamente real. Nunca fui de deixar meu desejo pelo corpo masculino ser desmascarado, e portanto sempre achei que seria possível mantê-lo sempre guardado e contido. Vez ou outra eu entrava na rede para espionar o que a rapaziada estava fazendo aqui pelo mundo do prazer com a grande vantagem de não sermos vistos e reconhecidos. Foi numa dessas espionagens que encontrei esta sala de contos eróticos e confesso que fiquei fã. Pois bem, resolvi então relatar a minha primeira e única aventura gay pra vocês. Sou um homem másculo e viril, possuindo um bom corpo nos meus 37 anos.

Casado a 5 anos, com uma mulher linda e amiga. Meus desejos sexuais sempre foram reprimidos se limitando apenas ao sexo no namoro, noivado e casamento com minha atual mulher. E como sempre, como mencionei antes, sentindo uma forte atração pelo corpo e cheiro masculino, mas sempre me limitando a admirar; e vez ou outra tocar uma punheta no vestiário do clube, aproveitando aquele cheiro de homem que fica impregnado no ar. Há duas semanas eu e minha mulher resolvemos tirar uns dias de folga na casa da mãe dela no interior serrano aqui no rio, para aproveitar o pouco frio que estamos tendo. Justamente na semana em que conseguimos tirar uns dias de folga, encontramos uma carta do síndico do prédio informando que havia um grande vazamento em nosso apartamento e que este estaria interferindo no apartamento de baixo. Resolvi então pedir a minha mulher que fosse para a casa de sua mãe, e que eu ficaria aqui esperando o conserto; uma vez que ela poderia aproveitar para matar a saudade da mãe, e eu chegaria logo depois, assim que a obra estivesse pronta. No dia marcado para a obra, minha mulher seguiu de carro para a serra e eu passei a fazer o papel de bom vizinho, indo até o apartamento debaixo pedir desculpas pelo transtorno causado e pela demora de ser resolvido o problema, uma vez que não parávamos em casa devido a nossa jornada de trabalho no mercado financeiro. Quando a porta do vizinho se abriu, pude perceber que era um homem mais maduro cerca de 42 anos, mas muito viril e gentil. Me apressei em tirar essa imagem alucinante da cabeça uma vez que não estava ali para isso, e passei a me identificar e cumprir a minha missão.

Na conversa descobri que Mário (nome fictício) também estava sozinho em casa para tomar conta do serviço que deveria ser realizado; pois sua mulher encontrava-se operada e por isso ele achou melhor mandá-la para a casa de sua mãe, prevenindo qualquer tumulto que pudesse acontecer. Ele então me apresentou ao Roberto (também fictício) que era o pedreiro de sua confiança e que ele tinha tomado a liberdade de chamá-lo para fazer o serviço, evitando que o condomínio colocasse qualquer um para fazê-lo. Roberto era o tipo de homem que qualquer um em bom senso não deixaria de olhar e de admirar, Ele tem cerca de 1,80 com um corpo totalmente definido, creio eu pelo serviço puxado que faz ao longo de tanto tempo. Tratado o serviço e identificado o problema, retornei para a minha casa com o Roberto para dar inicio ao trabalho. Como não suporto o barulho de quebrar parede, resolvi deixar Roberto sozinho no local que ficava entre a sala e o banheiro; e passei a acompanhar o trabalho de longe, entre um café e outro e alguns telefonemas. Me assustei quando cheguei mais perto e pude ver que o serviço seria muito maior, pois existia um enorme buraco entre o meu piso e o apartamento inferior, podendo-se inclusive ver o banheiro do vizinho abaixo. Roberto prontamente tentou me acalmar e disse que o serviço poderia demorar até o final do dia seguinte, pois ele só agora estava tendo a perfeita noção do problema. No final da tarde, ele falou que se eu precisasse sair para comer algo, que eu poderia, pois ele só poderia continuar o serviço no final do dia, ou somente no dia seguinte; pois agora ele passaria a cuidar do problema no apartamento do seu Mário.

Disse a ele que tudo bem, que eu estaria saindo pra comer algo e que até o final da tarde eu já estaria em casa. Nessa hora não pude deixar de perceber que Roberto apesar do esforço que tinha feito, estava com o corpo suado, mas não exalava mal cheiro, e sim um delicioso perfume de homem que me deixou meio tonto de tanto tesão. Pude perceber através da abertura da camisa, como aquele homem belo, era forte e ao mesmo tempo atencioso e cheiroso. Logo que ele saiu eu corri para o meu quarto e me deliciei tocando uma maravilhosa punheta imaginando aquele homem todo deitado sobre mim. Não me lembro os detalhes, mas só sei que tive que trocar o lençol pois o mesmo estava coberto de tanta porra. Sai para fazer um lanche, e como nada estava me agradando naquele momento resolvi voltar logo para casa. Ao chegar pude perceber que Roberto não estava trabalhando no apartamento do Mário, e aproveitei o silêncio para tentar tirar uma soneca ali mesmo na sala. Não demorou muito tempo, e fui despertado por uma gargalhada alta e duas pessoas falando e gemendo. Demorei um tempo para despertar totalmente e descobrir que o barulho estava vindo do recente buraco da parede e do chão. Fui chegando devagar e então pude escutar mais claramente eram o Roberto e o Mário. - Tem certeza Roberto que o vizinho disse que ficaria a tarde fora? - Tenho meu guloso, e temos todo esse espaço pra você matar a sua sede de foda. - Porra Roberto você não imagina que sede eu estou, já não transo com minha mulher a 1 mês e também não te encontro a tanto tempo. Já não consigo mais ficar aliviado somente em tocar punheta. - Então venha logo meu branquinho, que tua rola esta babando de tanta saudade. Não pude acreditar no que estava escutando, e tentei chegar mais perto do buraco tentando ver alguma coisa, mas tendo todo o cuidado de não fazer barulho.

Pude ver que Mário, o vizinho estava de joelhos em frente ao Roberto que exibia uma enorme rola morena e grossa, e ficava esfregando na cara do Mário, e esse por sua vez, comportava-se como cachorrinho a procura de uma teta. Roberto pedia pra ele dizer o quanto estava com saudade daquela rola, o quanto estava doido pra aliviar todo aquele cacete. O Mário por sua vez gemia como um filhote sedento de leite; podia parecer até engraçado aqueles dois machos gemendo e se desejando. Por minha vez eu já estava tonto de tanto tesão, pois era a primeira vez que estava vendo ao vivo, uma trepada como as que eu sempre fantasiava em minhas punhetas. Mário abocanhava a rola com uma vontade que eu estava ficando com água na boa, e cheio de inveja. Devia ser muito gostoso sentir tudo aquilo na boca; ao mesmo tempo o Roberto enfiava os dedos na bunda do Mário fazendo a brincadeira ficar ainda melhor. Em certo momento o Roberto pediu para o Mário ficar em pé e o encostou na pia e fez com que seu corpo dobrasse para frente, deixando toda aquela bunda branca exposta e para cima.

Roberto então falou que agora ele iria tirar a barriga da fome, pois ele iria meter bem fundo naquele rabo, e ele não queria ouvir nenhum gemido. Por ora fiquei preocupado com meu vizinho, pois não acreditava que alguém pudesse receber tudo aquilo sem gemer. Roberto colocou um perna do Mário sobre a pia, e a outra ele deixou como estava, deixando-o totalmente a disposição no pouco espaço que sobrava no banheiro. Vi Roberto encravar aquela tora de uma única vez no rabo do Mário, e confesso que até eu senti a pressão. Mário por sua vez soltou um gemido leve, que logo foi repreendido por seu senhor, que passava a cavalgar literalmente aquele rabo. Percebi então que estava totalmente embriagado com toda aquela cena e, acabei gozando freneticamente ali mesmo não podendo conter um suspiro e um arrastar de pés que fizeram jogar no buraco um pouco de entulho. Na mesma hora me joguei para trás, e pude perceber que eles dois tinham parado a foda. - Porra Roberto você não falou que o vizinho tinha saído, cara você quer me colocar numa fria, porra? - Só se o cara voltou antes do anunciado! Ela falou que só voltaria no final da tarde. - Fala baixo Roberto! Quer piorar as coisas. Porra levo tanto tempo pra te encontrar .... - Calma amor, eu já falei que poderíamos transar no seu quarto, mas você não gosta porque lá é aonde você fica com sua mulher. - Claro lá é pra um prazer; e com você é para minha putaria. E já te falei pra tomar cuidado com essa de amor. Percebi que tinha criado uma confusão grande na cabeça dos dois , e fui saindo de fininho pra não estragar mais nada. No final da tarde o Roberto tocou a campainha, dizendo que necessitava verificar novamente o encanamento. Tentei não demonstrar qualquer reação de espanto, mas percebi que por ter visto ele e o Mário trepando, aumentou meu desejo e minha curiosidade.

Resolvi ficar perto dele, para acompanhar o serviço, e aproveitei para puxar um papo. Estávamos conversando e entre umas explicações sobre a serviço, rolava também assuntos pessoais. Descobri que Roberto era casado, e que era amigo do Mário desde criança, sendo que seu pai fora o caseiro do pai do Mário, e que tanto ele quanto meu vizinho, estudaram juntos até o ginásio; e depois com a morte do pai sua mãe resolveu voltar para Recife e o levou. Quando cresceu ele sempre tentava voltar a morar aqui no Rio, e sempre vinha aqui passar as férias, assim como Mário também ia sempre ao Recife. Tinha feito um café e ofereci ao Roberto, e ficamos levando o papo, até que ele observou que a porra que eu tinha saltado estava escorrendo pela parede, e com um gesto bem cínico ele falou; - Seu Paulo (também fictício) essa cola aqui não parece com a cola que costumo usar em meus serviços, o senhor tem certeza que não foi algo seu que deixou cair por aqui? Tive um gelo que me percorrer toda a coluna, me deixando frio e tonto. Como não tinha percebido aquilo , inclusive a marca das mãos esfregadas pela parede mostrando que alguém estava despencando. Dei uma desculpa dizendo que deve ter sido algum molho de comida, mas que ele não se preocupasse que eu mandaria limpar tudo.

Ele me falou que o serviço estava quase pronto, mas que só poderia fazer o buraco no dia seguinte, uma vez que era preciso secar bem a infiltração. Mas que eu não me preocupasse, pois poderia usar o banheiro, e que qualquer coisa poderia chama-lo, pois ele estaria dormindo na casa do meu vizinho. Falou isso e saiu dando-me uma bela olhada e agradecendo a xícara de café. Quando ele foi me entregar a xícara, percebi que fez questão de tentar segurar meus dedos. Como não conseguia mais disfarçar, falei que era sempre bom ter um amigo tão prendado, e principalmente estar bem perto para qualquer necessidade. Percebi que seu olhar estava mudado, e que ele passava a me olhar profundamente e provocantemente, eu por minha vez suava frio e estava com as pernas tremulas. Ele percebendo me segurou e perguntou se eu estava passando bem, pois estava me vendo ficar meio zonzo. Pedi pra ele me ajudar a ir sentar em direção ao sofá, mas ele me falou que melhor seria me levar para acama. Quando chegou no meu quarto Roberto me deitou na cama e me perguntou se eu estava melhor. Eu não conseguia dizer uma só palavra, só tremia e suava. Ele perguntou se eu queria que ele chamasse alguém para me ajudar, e que seria melhor eu tirar minha camisa e calça, pois eu poderia ficar mais a vontade. Falei que tiraria depois, assim que eu recuperasse meu fôlego. Ele então se ofereceu para fazer isso por mim, dizendo que eu estava com a pressão baixa, e que nada melhor que eu tomasse um pouco de conhaque, aceitei e ele então me preparou um com uma xícara de café. Não tenho certeza do que sentia, mas sei que deve ser todo o tesão que retive durante todo tempo. Enquanto tomava o café com a bebida. Roberto começo a tirar minha roupa ensopada de suor.

Percebi então que seu cheiro estava bem mais próximo de mim e que suas mãos ásperas tocavam meu corpo, era incrível minha sensação, aparecia que estava morrendo de tanto tesão, que nem percebi que estava com meu pau duro e babando; pois quando Roberto conseguiu tirar minha calça, minha cueca estava totalmente babada e meu pau estava tão duro que nem jogando água fria conseguia abaixar. Fiquei um pouco sem graça e logo em seguida Roberto percebeu ou teve a certeza do meu mal estar. Sem perguntar nada e com uma voz de autoridade, a mesma com eu falava com Mário, ele se virou para mim e me ordenou. - Escuta aqui seu Paulo, o senhor vai melhorar logo, mas tem que me obedecer. Tá vendo esse pinto duro, isso é puro tesão, e eu sei como ajudar o senhor nisso. Sem nem ao menos acabar de falar puxou minha cabeça em direção ao seu caralho que já estava fora das calças duro e pronto pra ser abocanhado por minha boca. No inicio eu resistir, mas ele me ordenava pra parar de frescura e deixar rolar, pois tudo aquilo era tesão; e que sabia que ele e o Mário tinham sido responsáveis por isso, pois sabia que a cola na parede era minha porra, já tinha desconfiado que eu tinha visto ele e o seu amigo brincando no banheiro. E que ele seria até mais carinhoso comigo, mas que não sairia dali sem antes me fazer sentir tudo que eu desejava a muito tempo. Parecia que ele consegui ler minha mente. Sem conseguir resistir mais abocanhei toda aquela rola como se já havia feito isso antes, até mesmo ele se surpreendeu, eu conseguia engolir tudo e colocar toda aquela tora em minha garganta chegando a manter o fôlego por muito tempo só pra ter suas estocadas em minha boca, e aproveitar para sentir todos os pentelhos e o seu cheiro em minhas narinas. Eu queria que o tempo parasse naquela hora, depois de tantos anos, eu finalmente tinha para mim um macho com sempre desejei.

Não sei quanto tempo fiquei ali, sendo agora esse filhotinho sedento de leite, mas sei que despertei quando senti uma gozada alucinante que fez Roberto enfiar toda rola em minha boca e eu me engasgar com tanta porra que estava bloqueada em minha garganta. Eu só ouvia ele dizer para engolir tudo que isso me faria muito bem. Confesso que nem me preocupei com a sensação de nojo que costuma ter quando via essa cena em um filme, eu somente desejava que daquela rola saísse mais porra pra inundar todo meu corpo.! ! Nunca pensei que alguém pudesse expelir tanta porra, e mesmo assim eu desejava ainda mais. Só deixei ele tirar aquele pinto de minha boca quando o mesmo já estava meio mole, e ele rindo com uma cara linda dizia: - Cara eu já vi gente com fome de pica, mas como você eu nunca tinha visto, eta tesão recolhido hein? Ficamos rindo com o acontecido e resolvi dizer que realmente tinha visto ele e o Mário transando, e que aquilo despertou todo o meu desejo que eu reprimia a muito tempo. Ele então ainda soltando um riso sacana e perverso, falou que não tinha acabado com o serviço e que me faria um serviço completo. Eu ri e falei que o serviço já estava completo, e que inclusive eu até já estava melhor, tanto que não tinha percebido que tinha gozado junto com ele e em litros.

Roberto sem perguntar nada e nem ao menos me escutar tascou um tapa em meu rosto e falou novamente com aquela voz de dono. - Cala a tua boca que eu não vou deixar outro macho acabar esse serviço não, meus viados servem somente a mim, e de hoje em diante só eu vou te foder quando eu quiser, e você vai me atender em tudo que eu pedir. Eu não quero saber se você já gozou, eu quero é estourar esse cuzinho. Pra mim todo viado é igual, uma vez perdido o medo passa a ficar mais contente e relaxado, e logo, logo você vai querer um macho pra arrancar teu cabaço. Eu falei que ele até ficava bem naquele papel de dominador, mas que eu não queria estragar a boa impressão que tive dele, e que quem sabe no dia seguinte eu poderia dar mais uma mamada gostosa nele. Mal acabei de falar veio outro tapa e esse um pouco mais forte; quando tentei reagir levei mas outro e quando percebi estava totalmente dominado por aquele homem que parecia ter dobrado de tamanho. Ele tinha conseguido me colocar de bruços e com as mãos atadas com o lençol, sem poder reagir passei a contrair meu corpo para evitar qualquer penetração e percebi que estava com muito medo de tudo aquilo. Roberto então chegou perto do meu ouvido e disse; - Cara, que eu sei que vou comer o teu cu hoje eu sei, agora que isso vai ser torturante pra você eu já não sei. Só sei se fosse você eu relaxava e deixava acontecer; pois todos sempre brigam no inicio e depois chegam até me oferecer dinheiro pra continuar. E esse cabacinho é meu e eu não vou deixar outro tirar ele não. Fica frio que eu vou continuar sendo um bom amante pra você meu branquinho.

Ele acabou de falar e me deu uma mordida na nuca que me fez esquecer a contração do corpo, e quando eu percebi ele já estava sobre mim com seu peso tentando fazer o serviço. Ele devia ter muita experiência no assunto, pois o caralho já estava embrulhado com camisinha. Como não me restava outra saida aproveitei pra colocar um travesseiro na boca e deixar ele me comer pra acabar logo com isso; pois eu já estava ficando cansado. Só posso descrever que literalmente vi estrelas quando ele após muito carinho colocou um pouco mais do que a cabeça, e aproveitando meu relaxamento atochou tudo de uma única vez, me deixando sentir seus pentelhos e saco baterem em meu cu, que a essa altura já estava esgarçado com a força de suas mãos abrindo-o. Pensei que fosse desmaiar de tanta dor e ardência, e quando tentava falar algo ele gritava me pedindo pra morder o travesseiro que logo seria eu que estaria fazendo ele gemer. Como muito medo eu tentava fazer tudo que ele me pedia pra não atrapalhar mais nada e acabar logo com aquilo. Pra minha surpresa após a enterrada inicial, ele ficou parado em cima de mim, e deixou todo o peso do seu corpo sobre mim; como a coisa estava ficando calma eu passei a perceber em seu cheiro e perfume, seu hálito bem perto de meu rosto, os pelos do seu corpo esfregando em mim. e quando percebi era eu que estava de pau duro e empinando a bunda pra sentir aquela vara no meu cu ardido. p! ! ercebi que eu estava gostando daquilo, e que meus movimentos já estavam involuntários como se meu corpo soubesse que aquilo era bom pra ele. Roberto percebeu minha descontração e aceitação do meu prazer. e falou par eu ir me acostumando devagar, pois agora que o potrinho estava domado ele iria me ensinar a cavalgar.

Roberto me colocou na posição de ficar sentado sobre ele, ao mesmo tempo em que nossos peitos se esfregavam e sua língua procurava minha boca. Confesso que relutei pra não perder o juízo de sentir aquela vara me arrombando, aqueles peitos cabeludos me esfregando e aquela língua quente hora entrando em minha boca e me fazendo suga-la, hora percorrendo meu pescoço e me fazendo gemer. Ele aproveitava pra me morder devagar e lamber meu suor. E eu como uma ninfeta no cio rebolava como nunca naquele corpo com cheiro de macho que me embriagava cada vez mais. Não precisei tocar no meu pau pra gozar, só percebi que meu corpo tinha uns espasmos violentos, enquanto eu sentia que parecia que iria me desmanchar de tanto gozar naquele peito. Foi tão violenta a gozada, que o primeiro jato chegou até a nossa boca, onde meu amante aproveitou para recolher com sua língua e colocar em minha boca, me fazendo experimentar pela primeira vez meu próprio semem. Meio sem sentido, depois aquele gozo, Roberto me colocou na posição de frango assado e passou a me comer como um touro no cio, eu pedia pra ele parar pois eu não estava agüentando, mas ele só dizia, que agora ele tinha que acabar o serviço de uma forma mais prazerosa pra ele. O cara fudia como ninguém e com um fôlego, que me lembrei que não adiantava reclamar, ele era um homem que adorava dominar e sentir outro homem sendo dominado.

Pra minha surpresa, esse jogo de sedução e de poder me deixaram alucinado de tesão e percebi que já estava pronto pra gozar novamente. Percebi que a rola do Roberto estava engrossando e que ele estaria presta a gozar, quando percebi que ele espalmava minha bunda com suas mãos, me deixando marcas por uma semana; e ao mesmo tempo toquei uma punheta em homenagem ao meu desejo, sua realização e ao meu macho que se deliciava em meu rabo que naquele momento era somente seu. Acabamos aquela noite suados e melados com tanto suor e porra, e meu cú é claro esfolado e sangrando um pouco, mas eu completamente realizado e satisfeito; pois nunca tinha tido tanto tesão e orgasmos em um único dia. Hoje eu sou escravo do Roberto e adoro receber todo aquele homem. E olha que isso só tem apenas duas semanas, e ainda não consegui ir encontrar minha mulher na serra, sempre existe uma obra pra acabar de fazer. Hoje o Roberto mandou eu me preparar porque o serviço iria começar mais cedo, pois ele traria o Mário pra se diverti também comigo, só que somente ele é que seria o macho e nós dois vamos ser seus amantes viadinhos e que teremos que fazer tudo o que ele quer. Posso até parecer estranho, mas eu me descobri cheio de tesão em ser dominado e usado por um macho, e pra aumentar nossa excitação comprei um chicote pra dar de presente ao meu senhor dominador. Não sei dizer a vocês se isso pode atrapalhar meu casamento; pois creio que estou viciado na putaria com o Roberto, desejando somente gozar cada vez mais com ele e ter meus desejos realizados. Me sinto um novo homem e mais revigorado.

Ele por sua vez, me deu um esporro, dizendo que não me quer sendo uma bichinha alucinada e que eu devo voltar a ser macho pra minha esposa, é assim que ele gosta. Mal sabe ele que em minhas fantasias eu imagino ele me comendo na frente dela, e depois ele me fazendo vê-los fudendo só pra eu ter ciúmes dele. Já penso em até levar isso pra terapia; pois tenho certeza que não estou louco da cabeça, mas louco de prazer

paulo20cm@uol.com.br

 

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