Elzinha, a ameaça...

Estávamos em uma festa de comemoração da fira.
Algo por termos alcançado os maiores níveis de venda no ano.
Estavam presentes toda a chefia e todo o pessoal acompanhados de maridos ou mulheres.
Pelo grande numero de participantes fora resolvido fazer a festa em um dos galpões da firma.
O pessoal começou a chegar ai pelas 17:00 horas e agora as 20:00 creio deviam estar todos presente.
Havia uma mesa farta cheia de comidinhas gostosas. Fora se fazia-se um churrasco.
Havia também vários tipos de bebida.
Elzinha minha mulher estava encantada, pois tinha encontrado muitas de suas conhecidas e conhecidos.
Ela estava super bem vestida. Com um mini vestido de seda negra que alem de curto, muito mesmo. Tinha enorme decote.
Por ser bem justo, o vestido mostrava todas suas curvas.
Ela é muito graciosa e de largo sorriso.
O pessoal dançava e se divertia a valer.
Vez ou outra eu podia vê-la dançando sempre com Carlão. Um grande amigo meu e companheiro do time de vendas.
A esposa dele, não era muito chegada em dança. Assim estava sentada com mais algumas conhecidas.
Na firma sempre se comentava que Carlão era muito chegado em transar a mulher do próximo.
O que me era difícil acreditar, pois éramos amigos já há tantos anos.
E ele jamais falou em aventuras suas.
Saiamos juntos com nossas mulheres. Torcíamos para o mesmo time e sempre que possível viajávamos juntos nos feriados ou nas férias.
Elzinha gostava muito dele. E sempre repetia isso.
Tanto Carlão como Elzinha gostavam das viagens que fazíamos para a praia.
Os dois nadavam bem e se divertiam muito.
Eu e mulher dele, ficávamos na praia ou então em casa dormindo. Aproveitando as horas longe do trabalho.
Algumas horas e cervejas depois. Eu estava tonto e não via mais Elzinha.
Nisso chegou Waltinho, um outro colega, também já bem tocado dizendo:
-- Meu acorda! Vi a Elzinha e o Carlão no maior amasso lá no teu carro.
Ele nem acabou de completar a fase e eu, agora mais que desperto dei-lhe um murro que desviou e acertou seu ombro.
Eu estava cheio de raiva e gritei em alto e bom som, que Carlão era meu amigo de há muito. E Elzinha era uma mulher maravilhosa que nunca me trairia com ninguém.
Com minha reação, muitas pessoas ficaram a volta. Waltinho saiu e gritava que eu era um corno.
Estranhamente, entre as pessoas que estavam ali a volta pude ouvir algumas risadas e algumas palavras de confirmação. Isso me deixou mais que cheio de raiva e meio que tropeçando sai em direção a parte externa onde estavam nossos carros.
Lá fora estava bastante escuro. Mas consegui ir em direção a meu carro. Da forma como estava estacionado, cheguei pela parte traseira. Nisso pude ver algo que me gelou o sangue. Meu coração quase parou.
Pude ver que elzinha estava cavalgando Carlão. Como as janelas estavam abertas podia ouvir seus gritos de tesao. Também como Carlão a chamava de minha cadela, minha cadela gostosa. Minha puta safada.
De onde estava, encostado no carro eles não podiam me ver.
Nisso ouvi como ambos gritaram e gozaram juntos.
Deixei passar um tempo e fui até a janela de trás.
Nisso vi Elzinha chupando o pau de Carlão.
Entre espantado e com grande ciúmes falei:
-- O que vocês estão fazendo ai?
Elzinha como se não tivesse escutado continuou o que estava fazendo.
Carlão por sua vez, disse:
-- Sai pra lá seu corno. Te manda. Deixa eu acabar de foder tua mulher.
Ela esta um tesão hoje. Eu gosto das roupas que você compra para ela.
Vai, vai se manda.

Eu simplesmente não podia crer no que ouvia e via.
Elzinha minha esposa. Minha amada esposa, me traindo. Ainda mais com Carlão, meu maior amigo. Já de tantos anos.
E pelo que vira e ouvira, isso já acontecia há muito tempo.
Eu estava desconsolado.
Aturdido.
Não sabia o que fazer. Não sabia o que dizer.
Sentia que minha vida desmoronava toda ali, no estacionamento.
Ouvindo os gemidos de minha mulher chupando o pau de meu amigo.
E os gritos do Carlão.

Tomei coragem e disse:
-- Elzinha, para com isso. Vem comigo. Veste teu vestido, tão linda você fica com ele.
Vem comigo meu amor.
A gente conversa lá em casa e acertamos tudo. Vem meu bem. Eu te perdo-o.
Carlão teve um ataque de risos que acabou em um ataque de tosse.
Nisso Elzinha disse:
-- Meu corno me deixa em paz.
Não quero nem necessito de teu perdão.
Eu quero é o pau do Carlão. Quero que ele me coma todo dia, toda hora.
Como já fazem anos.
Se você ficar quietinho, ficar bonzinho eu posso voltar para casa com você.
E se o Carlão deixar, eu dou uma trepada com você de vez em quando.
E ouve bem:
-- Se você não quiser, vai andando, se manda.
Vai catar coquinho seu corno.

Biscate69@aol.com

 

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